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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

MSN raggadrops@hotmail.com

Pitty Fala sobre o novo CD e a nova fase da carreira Página 2

Guaraná Antarctica Street Festival O Ragga Drops foi até São Paulo para curtir uma festinha

PAU LA M EIRE LES/ ESP. EM

Papo de cozinha Conversamos com um chef espanhol e outro brasileiro para saber como anda a gastronomia nacional

Páginas 4 e 5

CARLOS HAUCK/ESP. EM

Página 8


ESTADO DE MINAS

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“NÃO ESTAVA DE BOBEIRA EM CASA CUIDANDO DAS MADEIXAS” POR Braulio Lorentz QUEM É RAGGA

Caio Augusto dos Santos (16), de Coronel Fabriciano, por e-mail Fala, Caio! Pode conferir na página ao lado que a sua foto está lá. O INUSITADO

Olá, galera Ragga! Recebo o jornal toda semana e curto muito as reportagens, notícias e dicas que rolam no Ragga Drops. Sou morador do Bairro Vila Paris, perto do Cidade Jardim. Um grande abraço a todos os colaboradores do jornal e que continuem assim, líderes de entretenimento e de novidades inusitadas. Valeu! Michel Cabral, de Belo Horizonte, por e-mail Vamos tentar continuar assim, Michel. E a foto que você mandou também está na página ao lado. Valeu! EU INDICO

Tenho 38 dicas de filmes e músicas para indicar. Para onde mando? Alessandra Bittencourt (17), de Belo Horizonte, por e-mail Calma! Rs. É só mandar para o nosso e-mail (raggadrops@hotmail.com). Não se esqueça de colocar o nome, sobrenome, idade, cidade e anexar uma foto sua.

www.raggadrops.com.br MANDA O SEU:

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Lucas Fonda Bruno Dib DIRETOR FINANCEIRO J. Antônio Toledo Pinto REPÓRTERES Bernardo Biagioni, Bruno Mateus e Sabrina Abreu DESIGNERS Anne Pattrice, Marina Teixeira e Maytê Lepesqueur ILUSTRADOR Matheus Dias ESTAGIÁRIOS DE REDAÇÃO Daniel Ottoni e Izabella Figueiredo FOTÓGRAFOS Bruno Senna e Carlos Hauck ARTICULISTA Lucas Machado COLABORADOR Braulio Lorentz, Guilherme Torres e Pílula Pop DIRETOR GERAL

DIRETOR DE MARKETING E PROJETOS ESPECIAIS

Pitty solta disco de inéditas depois de quatro anos de hiato Com disco de inéditas na praça, Pitty dá pistas do que espera para seu futuro com Chiaroscuro. Em entrevista ao Ragga Drops, a cantora e compositora baiana, de 31 anos, comenta a parceria com o produtor Rafael Ramos e se avalia como letrista, hoje com um trabalho “mais lúdico e poético”. O papo não deixa de lado as versões em espanhol para as novas músicas e os (muitos) fãs. “Os da fase oba-oba mudam de foco”, revela. De novo você repete a parceria com Rafael Ramos. Não pensa em mudar?

Seria importante se eu sentisse que estava se esgotando, e o que sinto é bem o contrário. A relação está chegando no auge. Este disco é a melhor coisa que fizemos juntos. Não vejo necessidade de mudar se isso ainda rende frutos tenros. Não enxergo outro produtor no Brasil para esse tipo de som, que fale minha língua como ele. Nos dois primeiros discos, as letras pareciam ser mais diretas (como nas menções a Hobbes e Huxley; e em sequências de verbos no imperativo) e hoje as mensagens não podem ser captadas tão facilmente. Você vê isso como uma evolução?

Vejo como uma elaboração maior do discurso, e uma necessidade menor de deixar tão simples. Hoje, a parte lírica se abre para um leque maior de interpretações e referências subjetivas que atingem quem pesquisa, quem sabe, quem procura entender. É mais lúdico e mais poético, com palavras escolhidas para isso. As pessoas mudam, e a forma de se referir às coisas muda também. Como em Me adora, você pretende investir mais nesta sonoridade que lembra mais Reginaldo Rossi do que Muse, Strokes ou Queens of the Stone Age?

Lembra Reginaldo porque é em português, experimenta pensar em inglês e vai ver como muda a referência. Talvez lembre de Weezer, Strokes ou Little Joy. É esta a questão; as coisas que escutamos em outro idioma quando são incorporadas ao nosso nos dão uma dimensão diferente.

CAROLINE BITTENCOURT/DIVULGAÇÃO

Olá, tudo joia? Primeiramente, gostaria de parabenizar pelo belíssimo trabalho que vocês fazem. Adoraria que colocassem minha foto no caderno. Ficarei muito grato! Um abraço.

Você está gravando músicas em espanhol. Como é cantar em outra língua?

Tenho a facilidade de ter um técnico de som argentino, que pôde fazer as versões. Estamos indo tocar em Buenos Aires e me empolguei em poder cantar coisas que eles pudessem compreender. É doido cantar em outro idioma, muda a métrica, o jeito de interpretar. Me diverti, não precisa haver nada além do meu divertimento. Você ainda se surpreende com seus fãs? Consegue entender melhor o fanatismo?

Entendo cada vez mais, mas o legal é que só sobram os bons. Facilita meu entendimento. Vão ficando os fãs que amam e entendem o trabalho; os da fase oba-oba mudam de foco. Passam para a nova incrível banda da última semana. Por qual motivo ficou quatro anos sem lançar um disco? Não sentia necessidade de renovar o repertório? Não sentia porque não estava de bobeira em casa cuidando das madeixas. Estava trabalhando ininterruptamente: seja na turnê do Anacrônico, do DVD e com outros projetos. Foram quatro anos sem gravar, mas não sem produzir.


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FOTOS: LUIZA FERRAZ/ESTÚDIO SINCRO/ESP. EM

NA FESTA DE ANIVERSÁRIO DA REVISTA RAGGA

Caio Augusto (16), de Coronel Fabriciano

Galera do Alef Teixeira, de Coronel Fabriciano

Michel Cabral, de Belo Horizonte


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Mão na massa! Por Guilherme Torres

Glamour, dinheiro e... homens. Quem falou que cozinha é coisa de meninas?

do Norte em um manjar dos deuses, derrubando o afrescalhamento da arte de comer. Aproveitamos a total diferença de cultura e os pontos de vista comum entre os dois para bater um papo e saber como nossa cozinha é vista no Brasil e lá fora, como está o mercado de trabalho, os desafios e o por que de os cuecas gostarem tanto de esquentar a barriga no fogão e dominar as grandes cozinhas mundo afora. Confira aí.

Como você vê o mercado de trabalho gastronômico? Jordi - Há 10 ou 15 anos começou a aumentar o interesse por restaurantes de alta gastronomia e quem investiu nessa época se deu bem. Hoje, começar um negócio do zero está muito mais complicado, tem muita competição. Mas para os bons tem espaço. Rodrigo - Vejo que o mercado no Brasil está superaquecido, é um bom momento para se investir na profissão. Nas passarelas, quem domina, em peso, são as mulheres. Na cozinha, quem leva a fama dos melhores pratos são os homens. A que você atribui essa total dominação “deles” na cozinha? Jordi - Não sei por que essa diferença, mas ela realmente existe. Acho que está ligado, na maioria das vezes, ao fato de as cozinhas de alta gastronomia terem equipes grandes, e penso que os homens fazem melhor o papel de líder e de trabalhar em equipe. Rodrigo - Tem duas origens. O trabalho na cozinha é árduo, viril, coisa mais para homem. O outro fator é que as mulheres, quando conseguiram se emancipar, queriam seguir outras profissões, menos a cozinha. Mas conheço grandes mulheres que são chefs e também há pesquisas que revelam que o paladar e o olfato da mulher são mais apurados. Mas o melhor são as equipes mistas, rola um complemento.

O chef espanhol Jordi Juncá: “o trabalho na cozinha é árduo, viril, coisa mais para homem”

PAULA MEIRELES/ESP. EM

Criatividade. Essa é a palavra que define um bom chef de cozinha para os jovens e talentosos Jordi Juncá, espanhol, de 26 anos, premiado com a Estrela Michelin, reconhecimento máximo da gastronomia mundial, e Rodrigo Oliveira, de 28, que é dos jovens chefs mais comentados da gastronomia paulistana. E eles definiram bem. Afinal, não é qualquer um que sabe inovar na cozinha transformando, por exemplo, o nosso odiado jiló ou ingredientes típicos

Cozinhar é um dom ou dá para aprender bem na sala de aula? Jordi - Não sei. Na verdade, nasci em uma cozinha. Minha família, já há muitos anos, é formada de cozinheiros. Cresci convivendo com eles cozinhando. Sou a quarta geração que segue a mesma profissão. Rodrigo - Considero-me uma prova viva de que se aprende a cozinhar. Antes de entrar na faculdade, nunca tinha cozinhado, não era um sonho de infância. Do mesmo modo que se aprende a pilotar avião, operar uma pessoa, aprende-se a cozinhar. Sou muito bom mesmo é pra comer. Rs

A cozinha deixou de ser o lugar da mulher? Existe um preconceito com as chefs? Jordi - Não. Penso que as mulheres são grandes cozinheiras e sei distinguir quando um prato é feito por uma mulher ou por um homem. Os pratos produzidos por mulheres são mais delicados e sensuais, muito bons. Rs Rodrigo - A cozinha não deixou de ser lugar das mulheres. Realmente, rola o preconceito dos chefs mais antigos, que pensam que elas são incapazes para certas tarefas. Mas acho que há mulheres com muito comando, sensibilidade incrível e astúcia, além de organi-


zadas, limpas e, às vezes, mais rápidas. Quais os principais ingredientes que não podem faltar na cozinha? Jordi - Carinho e criatividade. Se não tiver isso, não importa ter os melhores ingredientes. Rodrigo - O que não pode faltar numa cozinha é bom ingrediente, seja ele um aspargo ou maxixe. Ou seja, um pedaço de músculo não tem menor valor gastronômico que um pedaço de filé. Não é possível fazer boa cozinha sem bons produtos. É preciso sempre de produtos frescos, que tenham a ver com a estação e com sua origem. Assim, as chances de acerto são muito maiores. A culinária brasileira tem algum diferencial que não tem em nenhuma outra cozinha do mundo? O quê? Jordi - Sim, a riqueza das frutas e verduras é impressionante. Acha-se de tudo aqui, parece infinito. Encontrei na cozinha de Minas muitas coisas parecidas com a cozinha da Catalunha, como o feijão-tropeiro e o feijão comum. Rodrigo - Aqui, temos uma influência única de culturas. Em especial, a indiana, a portuguesa e a africana. Tudo isso cria uma riqueza muito grande e faz com que nossa cozinha possa ser encontrada em vários lugares do mundo. Um exemplo é a comida baiana, que tem muito da África e que ganhou um tempero e uma cara que só tem no Brasil. Quais são nossos pratos mais conhecidos lá fora? Jordi - A cairipinha! Rs Rodrigo - A feijoada. Lá fora, isso é bem emblemático. Qual foi o ingrediente que chamou mais sua atenção no Brasil? Jordi - O jiló. As sementes parecem um caviar por dentro, me encantou. Rodrigo - A mandioca, sem dúvida. Ela nos traz vários subprodutos, vários tipos de farinhas, amidos. O que temos de pior na nossa culinária? Jordi - Não que seja algo pior, mas no Brasil se mistura muito a comida, colocam-se muitas coisas dentro do prato. Na gastronomia, é importante não se “distrair” daquele prato, dos ingredientes e do gosto. Aqui, de um prato dá para fazer quatro. Rs Rodrigo - Acho que o pior é quando o chef se esquece da essência, que é o alimento, o prazer, e se deslumbra com o glamour. Cozinhar é doação, é artesanato, nosso papel é o bastidor. Fico chateado quando isso se confunde e o chef passa a pensar que é celebridade. Você ainda é surpreendido por ingredientes novos? Ou o chef mais criativo é o mais bem informado?

Jordi - Estamos em um momento em que tudo é muito global, no mundo e também na cozinha. Isso faz com que percamos um pouco da personalidade. Acho importante ser informado, trabalhar com bons produtos, mas, para mim, a criatividade vem quando me fecho no meu mundo. Aí sim, crio coisas novas. Rodrigo - Sim, ingredientes novos aparecem quase todos os dias. Penso que não se pode criar sem estudar. Não é possível saber o que é novo ou se alguém já fez, o que pode dar certo, sem estudar o que já temos por aí. No Brasil, a gastronomia está começando a ser valorizada e reconhecida, diferentemente da Espanha, França, que já têm uma identidade gastronômica formada. Quais conselhos você pode dar para a galera que pensa em ingressar neste mercado de trabalho? Jordi - Não tenham medo, se lancem! Fazer o que gosta é fundamental. Rodrigo - Façam faculdade, se dediquem ao máximo, visitem restaurantes, é fundamental. E, o mais importante de tudo: ter humildade. Não se importem de começar por baixo, preocupem-se em aprender. Sendo tão jovem e já à frente de restaurante, quais foram os principais desafios enfrentados em comandar uma cozinha? Jordi - O grande desafio foi passar de uma cozinha convencional para uma de alta gastronomia, é um processo lento e difícil. Hoje, penso que o maior desafio é manterse no mercado com qualidade e bons produtos. Nunca tive medo de errar. É errando que se aprende. Rodrigo - Liderar com competência é um grande desafio por si só. Não é à toa que o mercado está cheio de cursos e livros sobre o assunto, e entender de pessoas é o centro dessa questão. Administrar os recursos, o tempo, as competências e os egos de uma equipe numerosa e sempre sob pressão é bastante delicado. Ainda aprendo sobre chefia e gente todo dia, mas se pudesse dar uma dica seria esta: mantenha a calma e não deixe de ouvir as pessoas que trabalham com você. A Estrela Michelin é o reconhecimento internacional para restaurantes e seus chefs. Como foi para você receber esse reconhecimento sendo tão jovem? Jordi - Não esperava. Meu restaurante está no meio do nada, em uma montanha. Os inspetores da Estrela Michelin não avisam quando vão. Eles chegam, comem e vão embora. Depois é que ficamos sabendo do prêmio. Fiquei muito feliz, pois estava fazendo o que gostava e não sabia que estava sendo avaliado. Então, por isso, seja você mesmo, sempre!

CARLOS HAUCK/ESP. EM

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O chef brasileiro Rodrigo Oliveira, um dos brasileiros mais reconhecidos na gastronomia paulistana

Onde aprender gastronomia Faculdade Estácio de Sá

www.bh.estacio.br

Tecnólogo em gastronomia Dois anos de duração SENAC

www.senac.br

Tecnólogo em gastronomia Dois anos de duração

IGA

www.e-iga.com.br Unitri (Uberlândia)

www.unitri.edu.br

Tecnólogo em gastronomia Dois anos de duração


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POR Daniel Ottoni

////////Chefs

conta aí!

VEST

do amanhã//////////////////////

Projeto visa a introduzir a gastronomia na vida dos jovens, com atenção especial à saúde pública

tronomia e empregabilidade, nasceu o Chefs do amanhã, projeto criado por Roberto Tross, coordenador da Juventude de Minas. A ideia foi se expandido até o interior do estado, isso graças ao 12º Festival de Gastronomia de Tiradentes, um dos maiores do país, que rolou entre 21 e 30 de agosto. A ação conscientiza os jovens sobre a questão da higiene e do desperdício. “O Chefs do amanhã faz parte de um projeto social com atenção à saúde pública. Atualmente, temos uma geração com muitos jovens obesos e subnutridos”, alerta Roberto. Dizer que o projeto deu certo é pouco. “No ano passado, foram 280 jovens atendidos. Este ano são mil”, comemora.

A partir de agora, fique atento, sobretudo no site do Ragga Drops. Podem estar rolando aulas preciosas de uma arte milenar bem na sua frente há algum tempo e você ainda nem percebeu.

DIVULGAÇÃO

Nascidos nos anos 90

Já ouviu Mickey Gang? A banda concorre a Aposta MTV no VMB 2009. A melhor música deles é I was born in the 90’s (Nasci nos anos 90), cuja letra cita Backstreet Boys, Rei Leão, Macarena e Friends, combinação que só faz sentido para quem nasceu ou cresceu nos anos 1990, como os músicos do Mickey Gang. Eles são capixabas, assim como André Paste, DJ de 17 anos que está bombando no MySpace. A geração nascida nos anos 1990 dá adeus à modinha anos 1980 e mostra a sua cara. Ouça em tinyurl.com/pilula90.

POR Rodrigo Ortega

MARCOS MICHELIN/EM

Um dos objetivos do projeto foi facilitar a interface entre multiplicador e ouvinte. “Quando o papo é de jovem para jovem, as ideias, a linguagem e até o modo de se

vestir e pensar são próximos. Isso facilita muito no aprendizado”, mostra Cláudia Porto, coordenadora e professora do projeto. E ela já aponta talentos. “A Sabrina Moreira vai longe. Ela fez um curso de garçonete em BH e veio para cá sem quase nenhum dinheiro no bolso. Passou por algumas dificuldades até o dono de um restaurante lhe dar uma oportunidade”, conta. Sabrina, de 20 anos, está no emprego há três meses e, quando foi informada de que só tinha vaga na cozinha, não titubeou. “Minha função é lavar louça, mas sempre me pedem uma ajuda quando o movimento aperta. Já aprendi muita coisa bacana, os temperos e os sabores são completamente novos para mim”, admite.

Escreva com calma

TIRADENTES – Focado em nutrição, gas-

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A temida redação A bateria de testes do vestibular vem sempre acompanhada de uma proposta de redação. Para mandar bem nessa parte da prova, usar um bom vocabulário e escrever corretamente não é tudo. É necessário também ter poder de argumentação e capacidade de atender ao tema proposto. Gripe suína, crise financeira, o uso de anabolizantes no esporte e o caso Sarney são alguns dos assuntos propícios a serem cobrados neste ano. Tais notícias despertam o interesse público justamente por serem polêmicas. Em todo caso, apesar de as pautas em evidência na imprensa terem boas chances de ser cobrados, é bom não contar com isso. Afinal, as instituições podem surpreender. Muitas delas dão preferência a temas atemporais, como a alienação provocada pela televisão ou o quanto a poluição dos grandes centros urbanos pode prejudicar os cidadãos. Devido a essa imprevisibilidade, é importante estar ligado nas duas situações. Estar por dentro de todos os assuntos possíveis ainda assim não garante uma redação perfeita. É imprescindível ter paciência e atenção para não cometer erros primários. Ler o enunciado e trabalhar ao máximo aquilo que está sendo pedido é o primeiro passo para uma redação coerente. Outro quesito importante para a produção de um bom texto é organizar as ideias mentalmente antes de colocá-las no papel. Preencher todas as linhas disponíveis não é o objetivo principal, e sim produzir um texto claro, conciso e objetivo. Na hora da redação, nada de preguiça! Prestar atenção na gramática, ler o enunciado, manter o pensamento organizado e praticar bastante antes do dia da prova garantem o sucesso.

AGENDA

Quer saber das melhores baladas de BH e interior de Minas? Acesse: raggadrops.com.br


quinta-feira, 3 de 2009 4 de setembro junho de 2009 SEBAH RINALDI /DIVULGAÇÃO

ESTADO DE MINAS

Club Gaia

Como já dizia Andy Warhol, artista plástico e precursor da pop art, “o lance sobre festas é que, quando você começa, não quer mais parar”. E foi isso que rolou com Gustavo Ruas, Rogério Marc e Wallace Silva, três amigos apaixonados por música eletrônica e por festas. Em novembro de 2008, eles se juntaram e criaram um selo voltado para a e-music, o Gaia Music Brasil (GM). Desde o início, a proposta foi tornar as noites da capital mineira, que andavam meio mornas, mais agitadas. Com isso, os caras já estão na terceira edição da

DJs da produtora GM, Rogério Marc, Jota, Alex Marx e Ruas agitam o MP5 neste sábado

festa Club Gaia, que rola na boate MP5 (Av. Raja Gabaglia, 4.000, São Bento) neste sábado e é uma boa pedida para quem está à procura de novidades do gênero, um set-list afiado, com o melhor do batidão eletrônico, e muita diversão, é claro. No line-up da label party, DJ Alex Marx, Rogério Marc, DJ Jota e DJ Ruas. Eles, que esbanjam domínio de pista, já discotecaram em boates internacionais como Spider (Suíça), Yes (Madri), Clube Nuts (Portugal) e clubes de BH como naSala, Velvet, Deputamadre, Roxy e Chalezinho.

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Machado de Assis em podcast

Neste link do Dzaí, você encontra um radiodocumentário sobre o escritor carioca Machado de Assis, autor de clássicos como Memórias póstumas de Brás Cubas e Dom Casmurro. São informações, trechos e opiniões de leitores que mantêm esse podcast superinteressante e com forte conteúdo cultural. Se você ainda não leu nada do escritor, aí está uma grande chance de correr atrás do tempo perdido. Vale a pena escutar!

Vai lá: dzai.com.br/podcast/21265

Manifeste seu mundo. Publique um blog, notícia, vídeo, foto ou podcast no Dzaí. A gente está de olho, e quem sabe seu conteúdo não vem parar no jornal?

NOTINHA ENEM no celular A TIM está com uma novidade superbacana para seus clientes. A partir de agora, quem quiser se preparar para o Enem via celular, basta enviar a palavra Enem para o número 48065. Por meio do serviço, o cliente poderá fazer testes vocacionais e receber semanalmente simulados via SMS. Acesse o site enem.mobi e encontre conteúdos específicos sobre cada questão e um eficiente serviço de tira-dúvidas.

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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Cultura de rua e rock na veia

Música, arte de rua e esportes de ação dão gás ao Guaraná Antarctica Street Festival 2009 Por Bruno Mateus skatista do ano por sete vezes, ressalta a importância de um evento como esse: “Vejo como um ponto de partida para muita gente que gosta de skate. Festivais como este devem ficar por muito tempo”, diz. Para Sandro Dias, “a interação entre as diferentes tribos presentes no evento é muito importante”. As bandas Marauê, Cine, Voltz, Vivendo do Ócio, Fresno e Charlie Brown Jr. ficaram encarregadas de agitar a galera durante o dia, enquanto grafite e esportes de ação rolavam por toda parte. A banda californiana Face to Face subiu ao palco para fechar a 3ª edição do GAS Festival, acompanhada pela noite paulistana e o vento frio de Sampa. Nada que desanimasse o público de quase 12 mil pessoas, que curtiu 12 horas de música, esportes de ação e cultura de rua.

FOTOS: BRUNO SENNA/ESP. EM

SÃO PAULO – Imagine um lugar que misture skate, patins inline, BMX, grafite e exposição de fotos de um filme sobre skate. E tudo embalado por música. Foi exatamente isso que rolou no sábado, em São Paulo, na 3ª edição do Guaraná Antarctica Street Festival. Este ano, algumas novidades fizeram parte da programação, como a pista Soul Bowl, trazida dos Estados Unidos pela primeira vez ao país. Duelos de grafite e uma tenda de games também foram atrações para a galera que esteve no festival. “A gente faz esse evento para trazer uma conexão maior com o público jovem. A ideia é criar um ambiente street e com boa energia”, afirma Bruno Cosentino, gerente de marketing de refrigerantes e não alcoólicos da AmBev. O GAS Festival contou com a presença de dois dos grandes skatistas do país: Bob Burnquist e Sandro Dias. Burnquist, escolhido o

Bob Burnquist e Sandro Dias (ao lado) foram atrações do GAS Festival. Os dois skatistas ressaltaram a importância de eventos como este para a molecada

>>Repórter e fotógrafo viajaram a convite da organização do evento.

Durante uma prova de redação, a amiga loira pergunta para a morena: — Psiu... Amiga! Sabe um sinônimo

para “muitos”? — “Vários”! — Tá! Mas só quero um!

Qual é o cúmulo do pão-durismo? Atravessar um rio a nado, com um Sonrisal na mão, e não deixar sair nem uma bolhinha.

Ragga Drops #80  

Conversamos com um chef espanhol e outro brasileiro para saber como anda a gastronomia nacional.

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