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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

MSN raggadrops@hotmail.com

Teatro para vestibular Projeto cria espetáculos com os livros da UFMG Página 2

Renata Sander Você vai torcer por ela nas Olimpíadas de 2012

DIVULGAÇÃO

Página 8

Scracho Rock’n’roll sem franjinha e algumas pitadas de reggae

Páginas 4 e 5


ESTADO DE MINAS

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

www.raggadrops.com.br

VESTIBULAR TEATRALIZADO POR Izabella Figueiredo

Projeto da produtora e atriz Joselma Luchinni leva obras das provas da UFMG para os palcos

DEZ MINUTOS

Olá pessoal da Ragga. Quero dizer que acho o Ragga Drops um complemento fantástico, com conteúdo inteligente e aparência cativante. Em 10 minutos leio o jornal todo e, ao deixá-lo sobre a mesa, sinto-me satisfeito e com o conhecimento enriquecido. Parabéns aos produtores. Ricardo Welbert (19), de Pitangui, por e-mail Bacana, Ricardo! Se depender da gente, toda semana seu conhecimento vai ficar ainda mais rico. CONVITE

Babi Leopoldino, por e-mail Fala, Babi! Vamos combinar uma visita lá no Magnum sim. E você também está convidada para conhecer a nossa redação. É só marcar! CAMELO

Fala galera da Ragga! É com grande entusiasmo que venho pedir para que façam uma matéria sobre meu grande ídolo, o Marcelo Camelo. Amo ele de paixão e seria muito bacana vê-lo no melhor caderno do jornal Estado de Minas. Vocês da redação da Ragga estão de parabéns! Agradecida, Indyra Giácomo Monteiro Dias, por e-mail Na próxima vez que o Marcelo vier a BH, pode deixar que vamos conversar com ele. Aliás, tem alguma coisa que você gostaria muito de saber sobre ele?

www.raggadrops.com.br MANDA O SEU:

raggadrops@hotmail.com agência de expedienteragga comunicação integrada (31) 3225-4400 Lucas Fonda Bruno Dib DIRETOR FINANCEIRO J. Antônio Toledo Pinto REPÓRTERES Bernardo Biagioni, Bruno Mateus e Sabrina Abreu DESIGNERS Anne Pattrice, Marina Teixeira e Maytê Lepesqueur ILUSTRADOR Matheus Dias ESTAGIÁRIOS DE REDAÇÃO Daniel Ottoni e Izabella Figueiredo FOTÓGRAFOS Bruno Senna e Carlos Hauck ARTICULISTA Lucas Machado DIRETOR GERAL

DIRETOR DE MARKETING E PROJETOS ESPECIAIS

ROBERTA LUCHINNI/DIVULGAÇÃO

Olá galera! Estudo no Colégio Magnum do Cidade Nova e estou no 2º ano. Vi que vocês já foram à unidade do Buritis. Por que não dão uma visitinha lá no nosso? (: Um abraço!

Além de se afogar em apostilas, decorar fórmulas e mandar ver nos exercícios para garantir uma vaga nas principais universidades do país, é importante ficar atento às leituras obrigatórias indicadas por cada instituição, que, na maioria das vezes, são clássicos da literatura brasileira. Geralmente, tais indicações pouco despertam a curiosidade dos vestibulandos e muitos candidatos acabam perdendo preciosos pontos por pura preguiça ou falta de interesse. Pensando na importância da leitura para a aprovação e também no valor cultural do contato com essas obras, a produtora e atriz Joselma Luchinni idealizou o projeto Teatro para o vestibular, que consiste na adaptação para os palcos dos livros sugeridos pela UFMG. Conhecida como Jojô, por conta de sua dupla de teatro infantil Jojô e Palito, ela conta que a ideia de teatralizar as obras surgiu da vontade de adaptar A viagem, de Cecília Meirelles, indicado pela UFMG para o vestibular 2006/2007. A atriz se orgulha da primeira montagem: “Fizemos uma linda trilha sonora e musicalizamos os poemas. A repercussão foi ótima”, conta. Segundo ela, o objetivo principal das produções é “reforçar a leitura ou mesmo entusiasmar os vestibulandos” e ressalta a importância dada pelo próprio elenco das peças, que

se sente lisonjeado em estudar e interpretar clássicos da literatura brasileira. Para o vestibular 2009/2010, todas as leituras recomendadas estão em cena. Bom crioulo, Crônica da casa assassinada, Antes do baile verde e O sermão da sexagésima (que conta com a participação do ator Olavino Marçal, o parceiro de Joselma em Jojô e Palito) podem ser vistos até outubro no Teatro do Instituto de Educação, em Belo Horizonte. O projeto, que agrada aos vestibulandos, também atrai os mestres. A professora de língua portuguesa do Colégio Santa Dorotéia Sandra Helena Lima acha bastante positiva a iniciativa como complemento: “Primeiro, é necessária a leitura do livro para compreender melhor a peça, pois só assim o aluno estará apto a criticar, comparar e estabelecer relações dentro de contextos específicos e muitas vezes diferentes”, esclarece, dando seu ponto de vista acadêmico. Envolvida com o trabalho, Joselma diz adaptar as obras da possível forma em que elas serão cobradas nas provas, além de, depois do período de testes, conferir as questões feitas sobre os livros. Segundo ela, “é impossível assistir às peças e não acertar todas as questões”. Para saber a data das apresentações, acesse

jojoepalito.com.br/vestibular/


ESTADO DE MINAS

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

manda o seu!

NO SHOW DA ALINE CALIXTO Galera

FOTOS: CARLOS HAUCK/ESP. EM

Bárbara Couto (21) e Leonardo Alexander (20)

Galera

Leandro Ribas (23) e Lucas Campos (23)

Pedro Antônio (22) e Lisiany Oliveira (23) Sarah Faria (20) e Juliana Sander (20)

Alexandre Ribeiro (19), de Pitangui

Galera da Isaura, de Araújos

Ângelo Barros Alves (21), de Rio Piracicaba


ESTADO DE MINAS

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

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Verão car Por Bernardo Biagioni

Sol forte, praia, Forfun, Green Day, Sublime e Dibob. Mistura tudo que dá Scracho

Se de um lado existe Fresno, NX Zero e Strike, três bandas que cresceram em ambientes estritamente urbanos, do outro, mais à vontade, estão Scracho, Forfun e Dibob, que têm em comum o berço: Rio de Janeiro. Apesar de as influências de todas elas esbarrarem em alguns nomes como Blink 182 e Green Day, as raízes de cada uma parecem interferir diretamente no resultado das composições. Enquanto a turma de Porto Alegre, São Paulo e Juiz de Fora penteia o cabelo de ladinho e tenta manter uma postura rock ‘n’ roll diante da vida, os cariocas vão para a praia e flertam até mesmo com o reggae. “Cada banda é uma banda. A cidade de cada uma vai acabar refletindo, de alguma forma, na criação”, concorda Débora Teicher, ou Dedé, de 23 anos, e baterista do Scracho. E quem responde às perguntas, é ela mesma, direto de um estúdio no Rio de Janeiro, onde a banda está preparando algumas novidades para o DVD e CD ao vivo do projeto MTV Apresenta, que deve ir ao ar no fim de outubro. Vencedora do Prêmio Multishow de Música Brasileira na categoria Melhor instrumentista, Débora fala sobre o começo da banda, os parceiros e, claro, os projetos para os próximos meses. Olha aí:

DIVULGAÇÃO

Como surgiu o Scracho? Já tem uns cinco anos e, na época, eu nem fazia parte ainda. Os três outros integrantes (Caio, Diego e Gabriel) eram do mesmo colégio e formaram uma banda para tocar cover de Blink e de outros grupos que eles gostavam. Depois passaram a fazer música própria e colocaram na internet. A internet sempre foi uma coisa muito importante, a principal ferramenta para divulgar o trabalho. E aí começaram as apresentações. De showzinho em showzinho a banda foi crescendo até que rolou a oportunidade de gravar um CD (A grande bola azul) em um estúdio legal. Foi nessa época que o antigo baterista (Rodrigo) saiu e conheci o Gabriel (guitarrista) na faculdade. Já tinha uma banda antes e ele tinha visto um show, aí, fui no estúdio um dia, ensaiei com eles e a gente achou maneiro seguir em


manda o seu!

rioca frente com aquela formação. Isso já vai fazer três anos agora. O CD A grande bola azul é de que ano? Do fim de 2007. E desde então não gravaram mais nada? A gente gravou, recentemente, um DVD ao vivo para o MTV Apresenta, que deve ir pro ar no fim de outubro. Junto dele sai um CD, desse mesmo show. A grande maioria das músicas do A grande bola azul estão no DVD. Mas foi um show maior, tocamos algumas músicas antigas que não entraram nem no primeiro CD, tocamos uma inédita (Bom dia) e também uma do Mamonas Assassinas e uma do Novos Baianos. Fizemos de tudo um pouco. Então, possivelmente, junto desse ao vivo ainda vão ter algumas músicas inéditas que a gente vai gravar em estúdio. Agora, um CD inteiro de inéditas não sei dizer quando vai sair. O DVD é o nosso próximo trabalho e, logo depois, a gente deve fazer uns shows e tudo o mais. Mas a gente pretende lançar outro CD em breve. Estamos ensaiando, fazendo músicas novas para, assim que tivermos uma oportunidade, poder gravar. O DVD contou com participações? A gente teve alguns músicos de apoio. São uns caras que, em determinadas músicas, acompanharam a gente e fizeram o som ficar em outro nível. Essa música nova nossa, a Bom dia, foi feita pelo Diego, do Scracho, com o Dedé, vocalista do Dibob. Ela surgiu dos dois tocando violão juntos, uma parceria mesmo. O Scracho conseguiu se safar dessa “onda emo” que pairou no Brasil nos últimos anos? Porque teve até banda de metal sendo chamada de emo. Para falar a verdade, essa necessidade de ter que determinar o que é uma coisa – “É emo? Não é emo?” – é um pouco complicado. Acho que todo mundo pode ser um pouco de tudo. As pessoas encaram as coisas de formas diferentes. Enquanto um acha que é uma coisa, outro diz outra. Então, pode ter alguém com um gosto diferente do meu que veja o Scracho como uma banda emo. Não importa. Scracho, Dibob e Forfun trazem algumas similaridades, seja no som, seja nas letras. Será que já existe um gênero musical do tipo “verão carioca” ou algo parecido?

São bandas que moram no mesmo lugar, todo mundo vai à praia e somos amigos. Então, acho que isso vai acabar se refletindo no som de cada um. Além das influências musicais, esse nosso ambiente em comum acaba exercendo uma influência também. Ao mesmo tempo, cada uma dessas três bandas curte uma onda um pouco diferente. É um pouco igual em relação ao NX Zero. Apesar de vocês listarem algumas influências parecidas, o resultado, musicalmente, é bem diferente. Seria culpa do mar ou vocês não gostam de franjinha? Rs. A verdade é que a gente tem mesmo muitas influências em comum, mas existem outras bem diferentes. Não sei exatamente quais são todas as influências deles, mas a gente toca reggae também, sabe? Cada banda é uma banda, o ambiente de cada uma vai acabar refletindo, de alguma forma, na criação. Mas não consigo decifrar tanto, por exemplo, quais elementos remetem mais ao mar ou quais elementos remetem mais ao lado urbano. Quem são os grandes parceiros do Scracho hoje na música brasileira? Até o momento, os principais parceiros que a gente já teve são os nossos amigos mesmo, que são as bandas daqui do Rio, que a gente acaba tocando muito juntos. E sempre que a gente toca, uma banda acaba participando do show da outra e fazendo alguma brincadeira do tipo. Enfim, acho que nossos principais parceiros são Dibod, Forfun, Swell e Ramirez. E como você recebeu a notícia de ser a melhor instrumentista do Brasil, segundo o Prêmio Multishow? Não acreditei, juro. Na hora, fiquei muito surpresa porque só a indicação já tinha sido uma grande surpresa e uma satisfação enorme. Além de ter sido indicada e isso ser bacana para a divulgação da banda, estava disputando com pessoas que tinham grande chance de ganhar. Era o Gee Rocha, guitarrista do Nx Zero, o guitarrista da Pitty, Martin Mendonça, o baixista da Ivete Sangalo (Gigi) e o Christiaan Oyens (da banda El Niño), que são grandes músicos. Eu já tava me sentindo uma privilegiada de estar entre eles. E não vou falar que vencer não passou pela minha cabeça. A partir do momento em que fui indicada, já imaginei: “Caraca, já pensou se eu ganhar?”. Quando vi meu nome, nem acreditei. Foi muita surpresa.

A galera

quer saber

Para completar as perguntas da entrevista com o Scracho, pedimos ajuda para os nossos leitores que estavam no MSN (raggadrops@hotmail. com), Twitter (twitter.com/raggadrops) e Orkut. As três melhores foram selecionadas e estão publicadas aqui. Quem são suas referências como baterista? POR Gabriel Oliveira Martins (20), de Padre Paraíso Existem vários bateristas por aí que são sensacionais e eu, com certeza, só tenho que olhar e tentar aprender com cada um deles. Travis, do Blink 182; Carter Beauford, do Dave Matthews Band; Dave Grohl, do Foo Fighters; João Barone, d’Os Paralamas do Sucesso, e também meu professor de bateria. Como é a vida de ser artista e ter milhares de fãs espalhados pelo país? POR Camila (14), de Belo Horizonte Em todo lugar que a gente chega, mesmo que não seja pela primeira vez, nos sentimos muito bem recebidos. As pessoas querem ir aos shows, entrar em contato com a gente. Sempre ficamos surpresos, porque é uma felicidade muito grande viajar para outro lugar, longe de casa, e ainda assim se sentir em casa. Vocês gostam de fazer show em Belo Horizonte? O público é receptivo? POR Gustavo Bob (17), de Belo Horizonte Gostamos muito, muito mesmo. Os dois shows que fizemos na cidade foram muito bons. Um foi no Chevrolet Hall, com o Furfun, e o outro no Matriz, que foi muito bacana também, o calor da galera. Gosto muito de tocar em lugar que a galera fica pertinho.

O público mineiro é muito receptivo. Na nossa comunidade do Orkut mesmo a gente vê. Tem alguns fãs de BH que são muito ativos lá e que dão a maior força. Sempre pensamos na cidade com o maior carinho.


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ritmo e cores///////////// POR Daniel Ottoni

AUGUSTO HIPPERT/DIVULGAÇÃO

2º Encontro Mineiro de Flaggers promete misturar os três elementos neste sábado, na Pampulha

A origem da arte remonta à China, há cerca de três mil anos. Hoje pode ser vista principalmente em eventos de cultura alternativa. “O efeito da música e o ritmo acelerado das bandeiras coloridas produzem um belo espetáculo. A união destes elementos (música, ritmo e cores) é mais comum nesses encontros”, conta o organizador.

DIVULGAÇÃO

Tendência

A primeira edição rolou em 2008, no mesmo local. Na ocasião, cerca de 20 flaggers de BH e Brasília se reuniram para trocar experiências, aprender movimentos e conhecer novos tipos de pinturas. “Para a segunda edição, a expectativa é que o número de participantes aumente muito”, acredita André. Para botar uma pilha na galera, o DJ Gustavo Medrado foi convidado. “Ele entende da arte e da cultura dos flaggers e poderá produzir música de qualidade”, aponta o organizador. Para quem não curte as festas eletrônicas, o encontro surge como uma alternativa para ver e apreciar o movimento das bandeiras. E, o melhor, de graça! II Encontro Mineiro de Flaggers Quando: Sábado, das 14h às 17h Onde: Parque Ecológico da Pampulha (Av. Otacílio Negrão de Lima, 7.111) Entrada gratuita Outras informações: andreflagger.com.br A última moda em Hollywood é reimaginar cenas de filmes clássicos (ou nem tanto) com caras novas – leia-se atores prestes a se tornar astros. A prática foi batizada de Cinemash e já rendeu três vídeos bastante engraçados. Joseph Gordon-Levitt e Zooey Deschanel (do futuro (500) dias com ela) reencenaram Sid e Nancy; Channing Tatum (G.I. Joe) e Charlyne Yi brincaram com Ritmo Quente; e Christopher-Mintz Plasse (o McLovin’ de Superbad) encarnou Dia de treinamento com o rapper Common. Os três esquetes estão disponíveis no YouTube e você pode vê-los no tinyurl.com/pilulacinemash.

POR Daniel Oliveira

“Belo Horizonte é o berço dos flaggers no Brasil desde o final da década de 1990.” É o que afirma André Duarte, organizador do 2º Encontro Mineiro de Flaggers, que acontece neste sábado, no Parque Ecológico da Pampulha. Para quem não sabe, flaggers são os responsáveis por agitar bandeiras (sem mastros) com diversos tipos de pinturas. Se você já foi a uma rave, deve saber do que se trata. Pelo fato de as bandeiras não terem mastros, os movimentos se tornam mais livres e mais bonitos de serem vistos.

VEST InscriCOes abertas

////////Música,

conta aí!

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Preciso me inscrever para o vestibular. E agora? Se você vai prestar vestibular este ano, já deve saber: as inscrições para a UFMG terminam em 8 de setembro. Restam poucos dias para uma grande decisão e tem muita gente sem nenhuma ideia de qual curso escolher. E aí? O que fazer? Antes de qualquer coisa, mantenha a calma. Ficar em dúvida em relação ao futuro é a coisa mais normal do mundo. Se você já fez teste vocacional, jogou tarô, fez mapa astral e todas essas loucuras que podem (ou não) premeditar o seu destino e mesmo assim não encontrou uma saída, aqui está uma dica: escolha um curso que não seja tão distante dos seus interesses e vá fazer a prova. Assim, caso você descubra a sua vocação ao longo dos meses, já vai ter se familiarizado com as questões e com o clima do vestibular. E isso não é desperdício de tempo, pode acreditar. Em todo caso, escolher o curso errado não é o fim do mundo. Você é jovem e essa é, definitivamente, uma decisão complicada. Mesmo no curso errado, o aprendizado é inevitável. Aliás, há quem diga que os nossos erros trazem futuros acertos. Aqui na redação do Ragga Drops mesmo está cheio de gente que trocou de curso várias vezes. Uma hora todo mundo encontra o seu caminho e, sem clichê, nunca é tarde demais.

AGENDA

Quer saber das melhores baladas de BH e interior de Minas? Acesse: raggadrops.com.br


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quinta-feira, 27 agosto 2009 4 dedejunho dede 2009

manda o seu!

Let’s rock Já são 4 anos de música, esportes radicais, jornalismo, comportamento e cultura pop. A Revista Ragga, durante todo esse tempo, viajou, entrevistou e se preocupou em traduzir em palavras o dia a dia dos jovens. Para não deixar passar em branco, amanhã tem a festa Let’s rock lá no Museu de Arte da Pampulha, a partir das 22h. No Dzaí você confere um vídeo feito especialmente para a comemoração.

Vai lá: http://migre.me/5ugu Manifeste seu mundo. Publique um blog, notícia, vídeo, foto ou podcast no Dzaí. A gente está de olho, e quem sabe seu conteúdo não vem parar no jornal?

“Qual a diferença entre gozar e ter orgasmo?”

O orgasmo é algo mais emocional e é acompanhado de uma sensação de prazer e relaxamento. Já o gozar é físico. Os dois podem aparecer juntos em muitas situações. Ou não. Muitas pessoas apenas ejaculam sem sentir o orgasmo. Dúvidas sobre sexo? Pergunta pra gente no raggadrops@hotmail.com. A coluna é respondida pela psicóloga Claudia Marques, especializada em sexualidade humana e sexologia clínica.

NOTINHA

Desafio dos mensageiros Dez mil reais para quem digitar uma mensagem de celular mais rápido. Parece mentira, mas esse é o desafio proposto pelo LG Mobile World Cub. A primeira etapa da competição vai até 6 de setembro, em várias capitais do Brasil, e, dia 23, rola a grande final, na capital paulista. O vencedor brasileiro ainda segue para os Estados Unidos, onde será disputada uma etapa mundial da prova, com direito a um prêmio de US$100 mil. Inscreva-se no site:

lgmobileworldcup.com.br.


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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

www.raggadrops.com.br

SODRÉ/DIVULGAÇÃO

Por Izabella Figueiredo

FERA DAS RAIAS

Com apenas 17 anos, a mineira Renata Sander é uma das grandes apostas brasileiras para as Olimpíadas de 2012 Poucas adolescentes são tão decididas como Renata Sander, de 17 anos. Se o assunto é natação, ela se mostra tão entusiasmada que parece não se importar com tudo aquilo que tem de abrir mão para ser uma atleta ideal. E isso inclui dispensar baladas, saídas com as amigas e chocolate. Na ativa desde os 8 meses e atleta do Minas Tênis desde os 13 anos, Rê explica que sua rotina não é fácil. “Treino duas vezes por dia, sigo uma alimentação balanceada e, nas horas vagas, descanso”, conta.

A garota está no último ano do Colégio Dona Clara e quer prestar vestibular para educação física ou tentar uma bolsa de estudos em uma faculdade americana. Renata confessa que jogo de cintura é imprescindível para conciliar esporte e estudos. “Viajo muito e conto com a compreensão do colégio. Além disso, faço o possível para não deixar que a matéria acumule.” Renata obteve o 2º lugar no ranking de 2008, na prova de 100 metros de nado peito, e é uma grande promessa para os Jogos Olímpicos de 2012, em Londres.

A professora pergunta ao Joãozinho: — Se “eu era bonita” é passado, “eu sou bonita” é o quê? — É mentira.

Sobre isso, ela é só empolgação: “Ir para as Olimpíadas é o meu grande sonho e não poupo esforços para que isso ocorra”. Com uma rotina tão pesada, seria normal que Renata pensasse de vez em quando em largar tudo. Porém, a atleta declara que a natação, além de prioridade, é sua paixão e que jamais pensou em desistir. E, de quebra, dá um conselho para os que pensam em obter sucesso em qualquer coisa: “Para tudo que se sonha é necessário persistência e dedicação”. Falou e disse, Rê!

— Joãozinho, fale três pronomes! – pede a professora. — Quem? Eu? Por quê? — Parabéns!

Ragga Drops #79  

Rock'n'roll sem franjinha e algumas pitadas de reggae

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