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quinta-feira, 30 de julho de 2009

MSN raggadrops@hotmail.com

Felipe Andreoli Comediante se apresenta em BH amanhã e sábado

Página 6

Marcelo D2 O Ragga Drops conversou rapidinho com ele

Página 8

Guitar Hero Rock Band LEA DER SHI P/D IVU LGA ÇÃO

X

Escolha o seu e arrede o sofá da sala

Páginas 4 e 5


ESTADO DE MINAS

quinta-feira, 30 de julho de 2009

A MODA DE JULIANA JABOUR POR Lucas Machado

AÊ, MÃE!

Oi, galera da Ragga!!! Sou Camila, tenho 17 anos, moro em BH e estudo no Colégio Pitágoras, do Cidade Jardim. Aqui em casa, eu e minha mãe do coração curtimos o Ragga Drops. Ela é professora na Escola Municipal Mestre Ataíde, no Betânia, e sempre leva o jornal para os alunos curtirem também. Minha mãe é uma grande incentivadora da leitura. Está aí minha homenagem a ela. Beijo, Camila (17), de Belo Horizonte, por e-mail Sensacional, Camila! A homenagem à sua mãe está publicada aqui e na página 3 (Quem é Ragga Drops). A redação do Ragga Drops agradece a preferência! (:

AÊ, AMY!

Fala, galera do Drops!!! Quero ver uma matéria no Ragga Drops sobre a Amy Winehouse e outra sobre animes. E, quem quiser, pode me adicionar no MSN: pablitorkut@hotmail.com. Acho o caderno demais. Todos da redação estão de parabéns. Valeu!!! Pablo Lages (15), de Novo Cruzeiro, pelo MSN E aí, Pablo! A Amy já foi capa do Ragga Drops há um tempo. Você pode conferir no site raggadrops.com.br. De qualquer maneira, você lê sobre ela na página 6 de hoje. E pode deixar que ainda vamos escrever sobre animes! Valeu demais pelos parabéns, meu velho! Grande abraço.

www.raggadrops.com.br MANDA O SEU:

raggadrops@hotmail.com agência de expedienteragga comunicação integrada (31) 3225-4400

Lucas Fonda Bruno Dib DIRETOR FINANCEIRO J. Antônio Toledo Pinto REPÓRTERES Bernardo Biagioni, Bruno Mateus e Sabrina Abreu DESIGNERS Anne Pattrice, Marina Teixeira e Maytê Lepesqueur ILUSTRADOR Matheus Dias ESTAGIÁRIOS DE REDAÇÃO Daniel Ottoni e Izabella Figueiredo FOTÓGRAFOS Bruno Senna e Carlos Hauck ARTICULISTA Lucas Machado COLABORADOR Guilherme Torres DIRETOR GERAL

DIRETOR DE MARKETING E PROJETOS ESPECIAIS

Referência no mundo fashion, a mineira aponta que o segredo do sucesso é zero glamour e muito trabalho A estilista mineira Juliana Jabour é famosa pelos sucessos que acumula no mundo da moda, do Brasil ao Japão, e pela amizade com a atriz Fernanda Lima – que sempre faz parte de seus desfiles e atrai multidões de fotógrafos a cada Fashion Rio. O Ragga Drops foi a São Paulo especialmente para conversar com a Ju, na casa dela. A gata faz parte do primeiro time da moda brasileira e já conquistou espaço no cenário internacional. Apesar de ser formada em ciências políticas e economia, foi criando roupas que ela descobriu sua verdadeira vocação. Para quem pensa que aparecer em revistas de moda e trabalhar junto às modelos é pura festa, ela desmitifica a profissão de estilista: “A fórmula para o sucesso é não ficar pensando nele. Não tem escola, não tem que ficar esperando. Tem que fazer e ser atrevida, porque o resto é consequência. Zero glamour e muito trabalho”. Ju tem cinco tatuagens e é apaixonada por tudo da Hello Kitty. “A primeira vez que fui para os EUA, meu pai não acreditou. Torrei todo o meu dinheiro com coisas da Hello Kitty. Isso é impressionante, porque, hoje, sou a marca brasileira que mais vende no Japão”, comenta, lembrando que a gatinha sem boca é um ícone japonês. A estilista afirma que uma das suas maiores conquistas é ver as pessoas usando suas roupas. “Você vai para a balada e vê uma mulher maravilhosa, que você nunca viu na vida, usando uma peça da sua coleção. Isso não tem preço”. Quanto à inspiração, ela dispara: “Existem várias, mas a maior é a trajetória do Marc Jacobs [estilista americano]. Ele é um cara que foi do lixo ao luxo, veio do underground de Nova York, tinha uma pegada street e hoje está na Louis Vitton, que é a marca mais clássica do mundo. Tipo, o cara é demais”.

E como tudo começou, Ju? Vim para São Paulo com os meus dois pés no chão, não vim para brincar. A história das minhas parcerias é muito forte, uma é a Brastemp e outra é a Nívea. São duas marcas sobre as quais não há o que falar [têm muito prestígio]. E há outros projetos. Vocês irão ver muitas novidades, é só esperar. E o que falta na moda mineira de hoje? Belo Horizonte é um celeiro de talentos. Não estou falando de mim e, sim, de vários talentos que saíram de lá. Gente que nem está no Brasil. O diretor de criação da Calvin Klein, Francisco Costa, é um exemplo claro disso. Você conquistou o Brasil e uma legião de fãs. Como é isso na sua cabeça? É o que mais me realiza. Saí de BH igual a todo mundo, com uma mão na frente e outra atrás. Vim para São Paulo e hoje sou a única brasileira que faz fast fashion [roupas da moda vendidas a preço mais acessíveis por grandes lojas] para uma das maiores redes do mundo [a japonesa Uniqlo]. Metas para 2009? Cada vez mais me superar. Fazer tudo de novo, um desafio a cada dia. Acabou o desfile, começa outra coleção. Acabou a coleção, começa o show-room, e por aí vai.

BRUNO GABRIELI/ESP. EM

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quinta-feira, 30 de julho de 2009

manda o seu!

NO “BOMBAR NO POSTO”, COM A BANDA FRESNO Juliana Carvalho (16) e Laura Avelino (16) e Rodrigo Lisboa (18) Gabriela Carvalho (17)

Luiza Monteiro, 19 anos, ganhou a promoção do Ragga Drops e deu um rolé na van do Fresno

um Conhecer a Fresno foi a realização de super são s ino sonho, um dia inesquecível! Os men cada itei ove Apr simpáticos, carinhosos e divertidos. fiz i fotos, segundo ao lado deles. Conversei, tire ricaturas (ca te sen pre vídeos, pedi autógrafos, dei de ver ra hon a que eles adoraram!) e ainda tive l sina tá linda! um ensaio da música nova, que por Enfim, foi tudo perfeito. Valeu, Ragga!

Carolina Silva (17) e Jéssica Lobo (17)

FOTOS: CARLOS HAUCK/ESP. EM

Douglas Jonathan (22)

Ciana Nunes (16) e Cibele Nunes (16)

Camila Pereira (17) e a mãe Maria Eva Pereira, de BH

Larissa Carvalho (20) e Débora Moreira (22)

Maria (24), Camila (20), Isaura (23) e Géssica (17), de Araújos

Eduardo Domingues (19) e Ludmila Cristine (19)

Noivos Vanessa e Eltin com os padrinhos Pedro Henrique e Iara


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quinta-feira, 30 de julho de 2009

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O bom e velho rock n roll ´ ´ na era digital Por Bruno Mateus

Você já pensou em sair pulando e correndo de um lado para o outro freneticamente como se fosse o Mick Jagger ou tocar guitarra como Jimi Hendrix? Foi-se o tempo em que para fazer isso era preciso ter uma banda de verdade. Com os games Guitar hero e Rock band, é possível encarnar aquele seu ídolo da música e até assumir crises de frescura de dar inveja a qualquer roqueiro. Produzido pela Harmonix, em parceria com a Eletronic Arts e a MTV Games, o Rock band, que já tem duas edições no mercado, vem com bateria, guitarra, baixo e microfone para garantir a diversão de quem joga (ou toca). Os produtores do game não perderam tempo e associaram o jogo àquela que, para muitos, é a maior banda de todos os tempos: os Beatles. Em setembro deste ano chegará às lojas a edição temática do grupo inglês. Desenvolvido pela Activision, o Guitar hero foi o primeiro a invadir o mercado e, também em setembro, lança a quinta versão do game. Os Guitar hero 4 e 5, assim como o Rock band, já contam com os instrumentos de uma banda completa. Os dois jogos são compatíveis para PlayStation 2 e 3, Nintendo Wii e Xbox 360. Para a psicóloga Rebeca Rohlfs, os games musicais têm aspectos positivos. “Quem joga pode se motivar e entrar em aulas de música. Pode começar no jogo e ir para o real.” Mas, ela salienta que é preciso “fingir de roqueiro” de forma saudável: “É preciso estar atento a qualquer sintoma de abuso, pois o impacto pode ser o mesmo de qualquer coisa que é usada de maneira exagerada.” Os pais, na opinião da psicóloga, devem mostrar outras opções de diversão e, como em qualquer assunto, o diálogo deve predominar. Para quem é pessimista em relação aos games e acha que a tal mecanização do homem, discutida em livros como Admirável mundo novo e 1984, é mais que atual, Rebeca se mostra tranquila: “A

gente não pode ter medo da modernidade. É preciso saber como lidar com ela.” O promotor Eduardo Henrique Soares Machado joga Guitar hero desde 2006 com os três filhos, de idades entre 12 e 17 anos. “Foi uma forma que encontrei de participar da realidade deles”, afirma Eduardo, que diz preferir o Guitar hero ao Rock band, pelo pouco contato que teve com o segundo. Eduardo diz que eles jogam mais nos fins de semana e na época de férias. “O jogo nunca atrapalhou o desempenho, pelo contrário. O Eduardo (filho do meio) até começou aulas de música e se interessou por bandolim.” Produtor musical e engenheiro de som, César Santos fez bacharelado em música e especialização em engenharia de som em Boston, nos Estados Unidos. Em terras ianques, trabalhou na Playground Music, empresa que começou a desenvovler o projeto do Guitar hero. Ele era responsável pela edição, mixagem, remasterização e gravação das guitarras. Além de satisfazer o desejo quase narcísico de um fanático por determinada banda, os games impulsionam a venda

G FOTOS: ACTIVISION/BLIZZARD/DIVULGAÇÃO

No Guitar hero e Rock band, você pode se chamar Slash ou Bob Dylan. Rola até brincar de empresário e comprar músicas

de música digital. “Não tenha dúvidas de que a juventude consome a música de outra maneira. Não estão tão ligados ao CD”, aponta. De acordo com César, “esses jogos podem aflorar um talento ainda não descoberto, mas, para aprender, é preciso sentar e tocar de verdade”. Outro ponto positivo é um resgate à nossa história musical: “Vejo cada vez menos o interesse em bandas antigas, mas o game pode ajudar nesse sentido.” Como nem tudo são flores, na opinião de César, que gosta dos jogos, é preciso tomar cuidado para não consumir música apenas pelo entretenimento banal, em vez da arte. Os games, segundo o produtor musical, não mudam a forma de criar uma canção: “Fazer música mexe com a alma. Em momento algum isso vai ser substituído. Os jogos são apenas mais uma maneira de consumi-la. Romantismo é a palavra que define minha relação com a música.” O Guitar hero e o Rock band, apesar de serem uma revolução dos novos tempos, provam que o lema do punk continua mais vivo do que nunca: faça, ou toque, você mesmo.


ELETRONIC ARTS/DIVULGAÇÃO

GH/DIVULGAÇÃO

manda o seu!

X

Guitar Hero “

Prefiro Guitar hero, porque os comandos são fáceis de gravar e pode-se jogar um modo solo sem precisar de outros instrumentos. Mateus Fernando, 17 anos, de Contagem

Guitar hero é mais EMO. Tiago Rocha, 14 anos, de Belo Horizonte

Gosto mais do Guitar hero, por causa das músicas que eles colocam no jogo, como Smoke on the water, que é um rock clássico. E o jogo é muito melhor por causa dos gráficos e das animações 3D que ele tem. Juliano Bernardo Fontes de Oliveira, 19 anos, de Viçosa

Rock Band

O Rock band inovou incluindo outros instrumentos além da guitarra. E também porque o Rock band não tem somente aquelas bandas de rock pesado, o que faz com que jogadores ‘menos roqueiros’ passem a gostar mais do game. Willyan Vinícius Cordeiro, 20 anos, de Morada Nova de Minas

Rock band tem um grafismo bem-trabalhado. Os pratos, as cordas, o movimento dos personagens são muito reais. Guilherme Aroeira, 19 anos, de Belo Horizonte

Depois de ter a oportunidade de experimentar tanto o Rock band quanto o Guitar hero 2 e o World tour, cheguei à conclusão de que o Rock band é melhor. A jogabilidade é melhor, pois tem maior precisão e a tela fica mais limpa, aparecendo apenas os botões do jogo em fundo preto. Além disso, no geral, as músicas do Rock band (1 e 2) são mais legais. Gustavo De Cristofaro Almeida, 19 anos, de Belo Horizonte

FOTOS: DIVULGAÇÃO

Nem a moda escapa... Além de curtir e se divertir na sala da sua casa, você pode vestir a camisa – literalmente – dos games e sair por aí com pinta de roqueiro. E tem até gravata para completar o visual.


conta aí!

//////////Que história é essa?/////////////////// Felipe Andreoli apresenta stand-up comedy em BH, amanhã e sábado

A empatia da turma foi tanta que o Mercado do Riso, projeto que leva esse humor até os palcos, chega à sua quarta edição e traz Felipe Andreoli, do programa CQC, a BH, amanhã e sábado, com o espetáculo Que história é essa?.

POR Guilherme Torres

Sobre a febre desse gênero do humor, ele diz ser bacana o grande destaque que a mídia tem dado e de poder rodar o Brasil fazendo o que gosta, mas não se deixa levar pela fama. “Minha vida mudou o mínimo possível. Ando de metrô e vou ao supermercado”, aponta. Para descolar ingressos para o espetáculo, acesse raggadrops.com.br. DIVULGAÇÃO

Sem formalidade, regras, limite de tempo, texto ensaiado, elenco e figurino, o gênero teatral stand-up comedy virou febre no Brasil e conquistou a turma que andava afastada do teatro. Como um papo entre amigos, esse tipo de espetáculo coloca o público para fazer parte do show. E não há quem não se divirta.

O sucesso de Felipe no palco é garantido, mas tudo começou na telinha e com um desafio: promover um bate-papo descontraído com jovens evangélicos em um programa de uma grande emissora. A empreitada funcionou e, desde então, o cara foi pulando de canal em canal, até o sucesso atual.

Nada de bizarrices ou pulsos cortados em Me adora, nova música da roqueira e franjuda Pitty. A faixa vai estar no terceiro disco, Chiaroscuro, que sai 11 de agosto. A mensagem mudou e o som também: menos guitarras, mais suingue; menos gritaria, mais melodia. Ela diz que se inspirou nos grupos pop dos anos 1960. O visual dela no clipe lembra Amy Winehouse. E o flagra da cantora se esbaldando em um cover de Quero que tudo vá pro inferno, no VMB, não esconde outra influência: Pitty é fã do rei Robertão. Veja em tinyurl.com/pilulapitty.

POR Rodrigo Ortega

Mas ser humorista nunca foi seu objetivo de vida. “Na verdade, nunca pensei nisso. Nunca me considerei um humorista, mas sou jornalista e minhas matérias sempre tiveram esse lado engraçado. Na TV, isso só foi aumentando”. Além disso, ele usa muito da sua própria história no show. “É mais uma palestra de experiência de vida bem-humorada e menos um stand-up comedy”, conta Felipe.

Pitty, Amy e o rei

quinta-feira, 30 de julho de 2009

VEST Livros do vestibular

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TRANSFORME AS LEITURAS OBRIGATÓRIAS EM PRAZER POR Izabella Figueiredo

Para a realização das provas de vestibular, é necessário ler algumas obras indicadas pelas instituições. O problema é que muita gente acha esses livros chatos, por se tratarem de clássicos da literatura brasileira ou livros que nada lembram os fenômenos teen das livrarias, como Gossip girl e as sagas de Crepúsculo ou Harry Potter. A questão é que, apesar da grande quantidade, os livros indicados como leitura obrigatória são de extrema importância para garantir pontos extras na prova. Ou seja, não há como fugir. Ou lê, ou lê. Para que essa leitura se torne prazerosa (em vez de um pesadelo), é necessário se sentir atraído pelos títulos sugeridos. Ao contrário de encarar a leitura como uma tarefa árdua, por que não se entregar com boa vontade? E ainda existe a possibilidade de se surpreender positivamente, como ocorreu com Cristiano Sávio, de 23 anos, vestibulando em 2004. ”Havia me programado pra ler Sentimento do mundo, de Carlos Drummond de Andrade, gradativamente, mas gostei tanto do livro que o terminei em dois dias”. É mais fácil fazer análises e tirar conclusões quando você é seduzido pelos temas. Dessa forma, fica tranquilo garantir seus pontos e se dar bem. Obviamente, alguns livros podem ser chatos e representar uma leitura difícil. Então, é bacana encará-los como um desafio, uma forma de melhorar o vocabulário e expandir as ideias. O hábito de ler nunca deve representar o fim dos momentos de lazer e sim o início deles. Aproveite a oportunidade!

AGENDA

Quer saber das melhores baladas de BH e interior de Minas? Acesse: raggadrops.com.br


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quinta-feira, 30 julhode de2009 2009 4 dedejunho

manda o seu!

Cine & série Imagine um blog que reúna dicas de filmes, comentários sobre as principais estreias e até podcasts exclusivos sobre tudo que se passa nas telinhas. E tudo atualizado e editado por três jornalistas, cada qual com sua especialidade. Esse é o Cine & série, tocado por Robson Leite, Leo Medina e Marcelo Jordy, que garantem um conteúdo especial para os amantes de cinema e TV de todo o Brasil. Endereço para salvar nos favoritos e clicar todo dia.

Vai lá: dzai.com.br/robsonleite/blog/cineserie “Gostaria de obter informações sobre aumento de pênis.” Existem muitas cirurgias que prometem que vão fazer seu pênis ficar maior. Mas o importante é saber aceitar o próprio corpo e saber utilizá-lo para interagir com futuras parceiras. O corpo todo tem erotismos. Essas cirurgias não são adequadas e não devem ser feitas, em nenhum caso. Dúvidas sobre sexo? Pergunta pra gente no raggadrops@hotmail.com. A coluna é respondida pela psicóloga Claudia Marques, especializada em sexualidade humana e sexologia clínica.

Manifeste seu mundo. Publique um blog, notícia, vídeo, foto ou podcast no Dzaí. A gente está de olho, e quem sabe seu conteúdo não vem parar no jornal?

PIPOCA

YouTube 3D

3 VÍDEOS QUE VOCÊ NÃO PODE DEIXAR DE ASSISTIR

http://migre.me/40EI

Não espere assistir a grandes cenas cinematográficas ou explosões de arrancar qualquer um da cadeira. Este teste, feito por um funcionário do YouTube, apenas acompanha os passos de um gato. Para ver o resultado, basta arrumar um daqueles óculos 3D ou clicar em “3D view style”, logo abaixo do player.

Alice no país das maravilhas “Você tem uma data muito importante”, anuncia o trailer de Alice no país das maravilhas, que só chega aos cinemas em março de 2010. Não é para menos. Essa pequena prévia tem sido retirada do ar pela Disney, mas vale a pena vasculhar cada canto da internet.

Comer, amar e rezar, de Elizabeth Gilbert

POR Thiara Batemarque, 23 anos, de BH Comer, amar e rezar é um livro irresistível, divertido, moderno e inteligente. Conta a história da autora Elizabeth, no auge dos seus 30 e poucos anos, quando está realizada profissionalmente e pessoalmente. Ela acaba entrando em pânico com a sua vida e se divorcia à procura de novos rumos. O livro se passa em três lugares, por onde ela realiza a sua jornada em busca de autoconhecimento, novos sabores e prazeres. É uma leitura deliciosa, sobretudo para as mulheres que desejam o impossível.

Banda de um homem só http://migre.me/43W5 “Ao vivo, uma câmera e uma única tomada.” A descrição do clipe de Go to hell, do multi-instrumentalista David Ford já diz tudo: em apenas uma filmagem, sem cortes, aprenda como gravar uma música pop de boa qualidade com garfos, copos, bateria, piano e guitarra.

Austrália, de Baz Luhrmann

NOTINHA

Fala, Ragga! Recomendo para vocês o filme Austrália. O longa, de 174 minutos, é uma mistura de romance e aventura. A história se passa na Austrália, no período da Segunda Guerra Mundial. É muito cativante, prende o espectador do começo ao fim. É como se fossem três filmes em um, pois tem três partes marcantes. Quando uma acaba, você pensa que o filme vai terminar, mas logo começa outra parte. Assistam, garanto que vão gostar. Fica aí minha dica para passar um dia de férias com a galera. E você? Também tem uma indicação? Um livro, um filme, um site, uma banda no Myspace, uma comunidade no Orkut, enfim... o que você achar que o resto do mundo precisa conhecer. Indique! Pra isso, basta mandar uma foto, seu nome, cidade e idade pra raggadrops@hotmail.com, obviamente, com a sua indicação. Tá esperando o quê? Manda o seu!

FOTOS: ARQUIVO PESSOA L E REPRODUÇÃO

POR Matheus Saraiva Ferreira, 15 anos, de Teixeiras

FESTIVAL ESTUDANTIL DE TEATRO O Festival Estudantil de Teatro (Feto) está com as inscrições abertas para a 9ª edição. O evento rola entre 18 de outubro e 1º de novembro, com palestras, oficinas e apresentações dos espetáculos selecionados nos espaços do Galpão Cine Horto e Teatro Izabela Hendrix. As melhores montagens receberão troféus e espaços para reapresentarem seus espetáculos. A ficha de inscrição e outras informações podem ser encontradas no fetobh.art.br.


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quinta-feira, 30 de julho de 2009 CARLOS HAUCK/ESP EM

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Por Bernardo Biagioni

DEZ MINUTOS COM D2 Em BH na semana passada para apresentar o show A arte do barulho, o carioca conversou rapidinho com o Ragga Drops antes de subir no palco Quarenta e um anos, quatro filhos e uma década de casamento. Os números não assustam Marcelo D2, o homem do hip-hop e do samba, o quase filho de Bezerra da Silva, que continua buscando se reinventar. “Agora quero fazer um disco só de samba”, aponta. Samba? Puro? “É, puro mesmo. Mas tá complicado. Toda vez que escuto o resultado, fico querendo colocar alguma bateria eletrônica na parada”, explica, sorrindo. Enquanto o samba não sai, o carioca começa a pensar no CD ao vivo que pretende lançar no fim do ano.

“Quero gravar nos dias 3, 4 e 5 de novembro, para ficar perto do meu aniversário e convidar todo mundo que participou da minha carreira”, conta. O show deve ser dividido em três palcos, cada um com uma fase do cantor: rock, rap e samba. Se o Planet Hemp pode se reunir para celebrar a carreira de seu mais famoso vocalista, fica a esperança. “Não sinto falta daquele tempo, tenho apenas saudades. Aquela porradaria toda era sinistra. Hoje isso não cabe mais.” O D2 cresceu? “Amadureci. Com esse tanto de filhos e tanOnde o Batman conheceu o Robin? No bat-papo.

tos anos de casamento, o homem acaba mudando”, explica. Agora é hora de olhar para a frente e continuar com A arte do barulho, seu último lançamento, de 2008. “Vamos para Argentina, Europa e depois Nova York, para tocar no Brazilian day.” Já pensou em sair fora, D2? “Já, mas é complicado. Ainda tenho muita coisa pra fazer aqui (no Brasil). Cada vez me surpreendo mais com a música brasileira, nunca me canso de descobrir meus discos.” A música brasileira é infinita. “Exatamente”, concorda, mais uma vez sorrindo. O que o cavalo fazia no orelhão? Passava trote.

Se cão tivesse religião, qual seria? Cãodomblé.

Por que os robôs não têm medo? Porque eles têm nervos de aço.

Ragga Drops #75  

Escolha o seu e arrede o sofá da sala.

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