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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

MSN raggadrops@hotmail.com

Sexo Ejaculação precoce?

Página 6

Terral Banda faz primeiro show com nova formação

Little Joy Página 8

DE WILDE/DIVULGAÇÃO

Confira a cobertura do show em BH e um papo com Rodrigo Amarante

Páginas 4 e 5


ESTADO DE MINAS

www.raggadrops.com.br MANDA O SEU:

raggadrops@hotmail.com

MANDOU BEM MANDOU BEM Michelle Obama A primeira dama mais badalada “de todos os tempos da última semana” já manda bem ao acertar, sempre, nos modelitos pra acompanhar o poderoso marido Barack Obama. Mas no dia da posse ela fez mais bonito ainda ao dar moral pra um estilista novíssimo, Jason Wu, que tem 26 anos e três de profissão.

agência de expedienteragga comunicação integrada (31) 3225-4400

DIRETOR GERAL Lucas Fonda DIRETOR DE MARKETING E PROJETOS ESPECIAIS Bruno Dib DIRETOR FINANCEIRO J. Antônio Toledo Pinto EDITORA Thaís Pacheco SUBEDITORA Sabrina Abreu DESIGNERS Anne Pattrice e Marina Teixeira ILUSTRADOR Matheus Dias ESTAGIÁRIOS DE REDAÇÃO Bernardo Biagioni e Daniel Ottoni FOTÓGRAFOS Bruno Senna e Carlos Hauck COLABORADORES Lucas Machado, Guilherme Torres,

Luiz Augusto Reis Almeida e Sebah Rinaldi

//Não emplacou

nem empolgou A carência sentimental dos participantes de todas as edições do BBB é tão impressionante que muitos deles arrumam alguma coisa pra se, digamos, distrair. Surgiram alguns namoricos entre participantes e até casais verdadeiros que duram fora da casa, como Flávia e Fernando Justin, que se casaram. Já no BBB 9 os participantes parecem tão preocupados com a própria imagem que os relacionamentos andam bem superficiais. O primeiro casal, Max e Francine, só emplaca depois das festas. O mesmo rola entre Milena e Ralf. Josi e Newton, que já se conheciam fora da casa, começaram como uma linda história de amor, mas, atualmente, o que se vê é que um se apoia no outro pra passar o tempo. O mesmo acontece com a paixão carnal entre Emanuel e Priscila. O mais engraçado é que, mesmo acompanhando diariamente a rotina da casa e, até, tentando olhar com bons olhos os namoricos, é nítido que os casais não aparentam ter futuro e muito menos algum laço de fidelidade. Verdade seja dita: os casais só estão juntos por conta da tal carência ou até mesmo com o objetivo estratégico de se fortalecer. E você, acha que algum casal do BBB 9 tem futuro depois do programa?

FOTOS: SAUL LOEB/AFP PHOTO E 9 MIL ANJOS/DIVULGAÇÃO

BIG BROTHER

9 Mil Anjos Cessar-fogo: Hamas e Israel

No dia 18 de janeiro, Israel e Hamas combinaram uma trégua. Foi uma ponta de esperança, até que, no dia 27, o Hamas acabou com a idéia de paz ao lançar uma bomba contra um tanque israelense. Como vingança, Israel fez um ataque aéreo e agora, vai ser difícil outro acordo...

Chaveiro inteligente

DIVULGAÇÃO

e faça seu comentário. Na próxima semana ele pode aparecer aqui no jornal.

Pode juntar Júnior – ex-Sandy e Júnior –, Champion – ex-Charlie Brown Jr. –, guitarrista que já tocou com a Pitty e vocalista que detona no microfone. É quase a mistura perfeita. Mas não é que não funcionou lá muito bem? Grana, fama e sex appeal não foram suficientes pra fazer os 9 Mil Anjos decolarem. Melhor desistirem, né?

GADGETS

//COMENTÁRIO DO LEITOR EDREDOM Superrecorde de casais neste BBB, hein? E a galera está tentando se esconder nos edredons. Achando que ninguém está vendo, né? por Marina Acesse dzai.com.br/raggadrops/blog/bbb9

Kelly Clarkson Ao lançar o single My life would suck without you a cantora logo bateu a marca de 280 mil downloads. Isso fez com que desse o salto mais alto na parada da Billboard nos últimos 50 anos. Da posição 97, ela foi pra #1. Detalhe: o disco só será lançado em 17 de março.

MANDOU MAL MANDOU MAL

Por Luiz Augusto Reis Almeida

O ANALISTA DO

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

A ideia é simples: instala uma caixinha pequenina embaixo do volante e coloca o chaveiro na chave do carro. Na tela do chaveiro é possível saber a velocidade máxima que o carro atingiu, a distância percorrida e até as freadas excessivas. Um código PIN faz com que só quem o tenha possa resetar as informações. Vamos combinar que é bem bacana, mas tem um problema: é melhor seu pai não saber que ele existe. Hehehe. O Lemur autovision está à venda, na internet, por US$ 99,95 no rootfour.com.


Galera de Betim na Boate Girus, em Pará de Minas - via e-mail

Sarah Oliveira Rocha (16) e sua amiga, de Curvelo - via e-mail Helena Pinho (7)

Marcelo Las Casas (19), Matheus Duarte (19) e João Pedro Nemer (19)

Ana Carolina Beragallos (15)

Vitor, Corina e Miguel, de Turmalina - via e-mail

FOTOS: BRUNO SENNA/ESP. EM

Fernanda Feitosa (21), Stephanie Costaval (21) e Gabriela Feitosa (21)

Felipe Santos (18) e Bárbara Cortez (16)

Julia Tiso (21), Maíra Alves (20) e Sarah Mudrik (24)

Galera

Igor Zapletal (18) e Gabriel Lacerda (18)

ESTADO DE MINAS quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

NO MINAS TÊNIS CLUBE


ESTADO DE MINAS

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

DE WILDE/DIVULGAÇÃO

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Avante, Amarante!

Por Sebah Rinaldi

Na semana passada, o Little Joy, banda californiana composta por Rodrigo Amarante (vocal/guitarra), Fabrizio Moretti (guitarra) e Binki Shapiro (vocal/glockenspiel), passou por Belo Horizonte com a turnê de divulgação do álbum de estreia (leia mais ao lado). Formado em meados de 2007, durante o intervalo dos Los Hermanos, da qual Amarante fazia parte, e dos Strokes, que têm Moretti como batera oficial, o projeto tinha tudo para ser mero coadjuvante. No entanto, deu supercerto como protagonista da música pop em 2008 e, possivelmente, será um dos destaques deste ano. O Ragga Drops acompanhou a tour em BH e bateu um papo com Amarante. O cara comentou sobre a formação do grupo, a carreira com os Los Hermanos (e os planos de volta), turnês no exterior, a veia brasileira que pulsa no Little Joy (Fabrizio também nasceu no Brasil, mas mudou-se ainda criança para os EUA), crise econômica, MySpace, música free na web, contrato com a major Rough Trade e muito mais:

A banda surgiu de uma maneira despretensiosa. No entanto, está conquistando cada vez mais fãs. A que você atribui isso? À música. Se a pessoas estão gostando, só pode ser pela música. Eu não sou muito bonito. Rs Em março, os Los Hermanos aprontam uma volta e se apresentam no Just a Fest. Os fãs podem aguardar surpresas? Não terá surpresas. Fomos convidados para fazer esses shows. É uma oportunidade, uma honra pra gente. Radiohead e Kraftwerk (escalados pro festival) são bandas que a gente gosta. Afinal, como pintou a ideia de fazer o Little Joy? A banda surgiu do encontro de nós três. Calhou de a gente estar na mesma cidade (Los Angeles) ao mesmo tempo. Fomos morar juntos numa casa e começou aí, quando o trio se reuniu. Conheci os dois quando fui participar de um disco do Devendra Banhart. O Rough Trade é selo que lança o primeiro álbum do Little Joy. É uma conquista e tanto?

Isso. É um dos selos mais importantes da música, pelo menos, das duas últimas décadas. Fiquei superfeliz, foi uma grande surpresa, uma coisa maravilhosa. Quais foram os melhores locais dessa primeira turnê? As cidades mais marcantes foram Detroit, Austin, Paris, Londres, Amsterdã, San Francisco... Ah, e Los Angeles. Se o Little Joy fosse um filme, quem seria o diretor? Wes Anderson. A primeira pessoa que escreveu sobre nós, uma jornalista da revista Rolling Stone americana, disse isso uma vez. Comecei a ver os trabalhos do Wes e gostei. Tem um filme dele chamado The life aquatic with Steve Zissou, cuja trilha sonora é do Seu Jorge. É legal! Você pratica algum esporte? Não tenho tido horas livres há muito tempo. Mas quando posso, pego onda. Sou surfista. A crise internacional afetará o mercado fonográfico?

É claro que uma crise financeira altera o consumo. Tendo a oportunidade de não pagar por um disco, as pessoas vão tender a isso. As vendas já estão caindo e devem


i

manda o seu!

FOTOS: BRUNO SENNA/ESP. EM

Little Joy manda bem no Music Hall

O brasileiro Rodrigo Amarante, a americana Binki Shapiro e o quase gringo Fabrizio Moretti: Little Joy

cair mais. O dinheiro está muito mal distribuído. Não está certo ter tantos carros nas ruas ou os publicitários decidirem qual parte da cultura as pessoas terão acesso. A crise é fruto de um caminho que não está bom. O que você está ouvindo e merece ser recomendado? Gosto do Vampire Weekend. Tem também o Devendra (Banhart), o cara que me levou aos Estados Unidos e serviu como polo para o nosso grupo. Ele está gravando um disco novo e diz que está sendo influenciado por nós. Somos amigos e nos admiramos. O Little Joy foi indicado pelo blog do escritor Nick Hornby como um dos cinco melhores discos de 2008. Como reagiram a isso? Ele colocou a gente como número um. Achei demais, ele é o homem das listas, conhece música. Pô, incrível! Por que ter só MySpace e não um site oficial? A banda ainda é alguma coisa em família. Atualmente, as pessoas vão mais ao MySpace, que te possibilita fazer uma cadeia com outras bandas. O site oficial pode ter isso, mas não necessariamente. O nome da banda foi inspirado em um bar perto da casa do trio nos States. Rolou numa boa? Conversamos com o dono, que é um cara muito legal. Estava com medo de ele não aceitar. Fomos lá e nos apresentamos. Ele disse: “Ah, vocês que fizeram a banda com o nome do meu bar? Cara, só não me metam em um processo”. (Rs) Enfim, ele achou legal. O disco de estreia tem meia hora de duração. E ao vivo, como é? Um pouquinho mais. A gente tem que tocar mais, senão o povo não gosta. (Rs) Na Europa e nos Estados Unidos, nem tanto. Por aqui, há uma cultura de fazer show de três horas. Tocamos o que tem no disco, uma música nova e dois covers. Dá em torno de uma hora.

Marcado pra começar às 22h, o show do Little Joy em BH, que rolou na última sexta-feira, no Music Hall, teve início às 23h30. Mesmo com o atraso, os fãs mineiros – não eram poucos, diga-se de passagem – pareciam não se importar. A banda abriu com Play the part, seguindo da agitada The next time around. “Bão demais. Ê, povo joia”, brincou Rodrigo Amarante, imitando o sotaque mineiro. O grupo agitou a casa com as outras músicas do álbum de estreia, de título homônimo, tais como How to hang a Warhol, No one´s better shake, Unattainable, Keep me in mind, Don´t watch me dancing, entre outras. Além disso, a trupe apresentou uma música inédita e dois covers - Walking back to happiness, de Helen Shapiro, e This time tomorrow, do Kinks, interpretados por Shapiro e Moretti, respectivamente. “Agora eu vou cantar e vocês vão ter que me aturar”, brincou Fabrizio. Pra encerrar, rolou o clássico bis com duas músicas: Evaporar, única em português do álbum, e o hit Brand new start. A apresentação, que durou cerca de uma hora, contou com 14 faixas:“Nós somos uma banda iniciante. Não temos muitas músicas”, explicou Amarante no palco. Ao vivo, o grupo é acompanhado por três músicos: Matt Romano (bateria), Todd Dahlhoff (baixo) e Noah Georgeson (guitarra, glockenspiel e teclados). Ainda nesta turnê, o sexteto fará shows em São Paulo (hoje), Rio de Janeiro (amanhã) e Recife (sábado). Eles já passaram por Brasília, Curitiba e Porto Alegre. A esquerda, o eterno Los Hermanos, Amarante. Abaixo, o Little Joy no palco de BH, em formação de sexteto.


ESTADO DE MINAS

conta aí!

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MARIA TEREZA CORREIA/EM -18/9/06

Guga é calouro O ex-tenista número 1 do mundo, o brasileiro Gustavo Kuerten, levou um trote dos amigos e familiares depois de ser aprovado no vestibular da Udesc, em Santa Catarina. O cara passou em quinto lugar no curso de teatro. Na humildade, o cara tinha feito até um cursinho pra se garantir. Pra evitar zona, foi montado um esquema de segurança na chegada de Guga ao local da prova. Ele também teve que sair pelos fundos da universidade no fim do exame. As aula de Guga começam dia 16.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

agenda agenda POR

Gui Torres

raggadrops@hotmail.com NOVA SUB 17

A partir deste domingo, a Sub17 que mais bomba em BH tem filial. Além da Power Club, rola agora a boate Seven Club, que vai sediar a festa aos domingos. Nesta primeira edição, a balada conta com Mc Papo e Cia de Dança Kebradeira. Na festa ainda rolam pulseiras de neon, frozen s/ álcool, refrigerante, água, estúdio fotográfico e brindes da loja Pavilhão 3. A Sub17 rola das 16h às 21h, os ingressos custam R$ 12 masculino e R$ 8 feminino e a classificação é 14 anos. xoreieventos.com.br Avenida Erico Veríssimo, 2.247 – Santa Mônica Informações: (31) 3451-6640 ORIGINAL DO BRASIL

Sábado, rola a quarta edição da festa Original do Brasil, que promete agitar a galera com shows de Roberta Sá e da banda Moinho, formada pelas baianas Emanuelle Araújo (Ex-banda Eva), Lan Lan (Ex-Cássia Eller) e pelo guitarrista Toni Costa. A Moinho manda um mix de canções autorais e releituras de samba da Bahia. Roberta Sá apresenta seu segundo álbum, Que belo estranho dia para se ter alegria. Os shows rolam a partir das 23h, os ingressos custam a partir de R$ 20 (meia-entrada) e a classificação é 18 anos. Menores entram acompanhados pelo responsável legal. musichallbh.com.br Avenida do Contorno, 3.239 – Santa Efigênia Informações (31) 3461-4000

Esquema Light

“Como vou saber se tenho ejaculação precoce?”

ENCONTRO DE CINÉFILOS: ESTADO DO CINEMA, ESTADO DO MUNDO

Nesses encontros, que rolam na programação do Verão Arte Contemporânea, a ideia é dar olhos e ouvidos ao novo cinema contemporâneo, suas inovações, suas problemáticas, seus desafios e alcances. Hoje, rola apresentação de Body Rice, de Hugo Vieira da Silva. Prato cheio pra quem gosta de cinema, a entrada é gratuita e a censura 16 anos. Começa às 19h, no Filmes de Quintal. veraoarte.com.br Filmes de Quintal – Avenida Brasil, 75 – Santa Efigênia Informações (31) 3889-1997

Há ejaculação precoce que acontece antes de o homem penetrar. Há outras que rolam assim que ele penetra. O interessante é perceber: “Será que consigo controlar minha ejaculação?” Se perceber que não consegue e que, às vezes, na presença da parceira ou do estímulo, ele já ejacula, então, é uma ejaculação precoce. Dúvidas sobre sexo? Pergunta pra gente no raggadrops@hotmail.com. A coluna é respondida pela psicóloga, com especialização em sexualidade humana e sexologia clínica, Claudia Marques.

solta essas no intervalo! O empregado chega para o patrão e diz: — É melhor o senhor me dar um aumento. — Por quê? – pergunta o patrão. — Várias empresas estão atrás de mim — O senhor pode me dizer quais? — A de água, de luz, de telefone...

O marido via TV enquanto a mulher limpava a casa. Ele chega pra ela e diz: — Às vezes, tenho vontade de ir pra um lugar onde nunca fui e fazer algo que nunca fiz. A mulher retruca: — Por que você não vai pra cozinha lavar louça?

Cambuí - CAMBUÍ FOLIA

Considerada umas das melhores festas do Sul de Minas, o Cambuí Folia conta, este ano, com atrações de peso. Quem comanda a festa e promete tirar a galera do chão é a banda Cheiro de Amor e o Cantor Tomate, ambos cantando os sucessos dos últimos trabalhos e o melhor da música baiana. A festa rola a partir das 22h, os ingressos custam entre R$ 25 e R$ 90 e a classificação é 16 anos. cambuifolia2009.com.br Parque de Eventos – Avenida José Alves Cardoso, s/nº Informações: (35) 3291-9008


Cada umndo. u tem um m o seu ManifestezaĂ­. no D


ESTADO DE MINAS

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

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TÁ TUDO CERTO NO TERRAL POR Thaís Pacheco

Projetos paralelos, incompatibilidade de ideologias e problemas em acompanhar o ritmo da banda. Até parece que você já ouviu essa história. Mas, como sempre acontece, ela se repete. É mais um integrante fundamental saindo de uma banda. Desta vez, a banda é o Terral e quem sai é o vocalista, Matheus Gontijo, que promete investir em outros projetos e, logo mais, aparece pra nos contar. Enquanto isso, o Terral, que garante que a saída não teve dores e egos feridos, continua na parceria com Matheus, inclusive nas composições, e não para de trabalhar. Já chamaram um novo vocalista, ensaiaram à exaustão e fizeram o primeiro show com Brunim, ex-Tabuleiro. A apresentação rolou no último domingo, durante o Projeto Jovem do Minas Tênis Clube. A energia da galera não podia ser melhor: “Pô, foi bom demais. A gente tem ensaiado bastante com o Brunim e passado as músicas pra ele, mas ele também já conhecia o Terral. Já era fã e dava canja com a gente, então, foi uma coisa que ajudou bastante”, comemora o baterista Alemão. E não foi só o conhecimento do repertório que ajudou Brunim. Também tem muito de dedicação da banda toda: “Foram tantos ensaios que pareceu mais um, só que ao vivo. A rotina estava pesada. Era ensaio todo dia de manhã, tarde e noite. Mas viemos aqui fazer o que a gente mais gosta” conta o guitarrista Lobinho. Parece que o entrosamento entre os caras anda tão bom, que ninguém nem se preocupou com o fato de ser a primeira apresentação com o novo vocal: “Tem muito tempo que a gente não sobe no palco e tem um

//SAIBA MAIS: •Pra saber dos próximos shows do Terral acesse: myspace.com/bandaterral •Pra conferir uma entrevista em vídeo, que o Minas fez com os caras: dzai.com.br/minastenisclube/ blog/blogpj •Quem quiser ver mais fotos do show e da galera que estava por lá, vai em: raggadrops.com.br

friozinho diferente, mas fui pensar isso na metade do show “Pô, tempão que o show tá rolando e agora que fui prestar atenção que é o Brunim”, brinca Alemão. Mas o cara não foi escolhido à toa. Além de inegável superpresença de palco e do histórico com o Terral,a banda sabia o que esperava: “Pensamos em alguns nomes e até em botar promoção em rádio pra achar um vocalista novo. Ou mesmo procurar outros estados. Mas o Brunim estava aqui do lado e a gente gosta do timbre de voz dele, é até um pouco parecido com o do Matheus. E ele tem um negócio bem visceral e mais novo pra mostrar. Testamos, o primeiro ensaio foi ótimo e agora estamos aqui”, explica Lobinho. Aos fãs de Terral, vale conferir antes de lamentar a mudança. Aos curiosos, as primeiras palavras de Bruno Alvernaz de Almeida Campos, de 26 anos, o Brunim:

FOTOS: BRUNO SENNA/ESP. EM

Depois da saída de Matheus Gontijo, a banda faz sua primeira apresentação com o novo vocalista

E aí? Qual a conclusão depois do primeiro show? Por ser o primeiro, acho que deu tudo certo, porque a banda estava interagindo. O que você pensou quando recebeu o convite? Conheço a banda Terral há sete anos, inclusive, o Matheus já ajudou a produzir o primeiro CD do Tabuleiro. Quando me chamaram foi uma surpresa, porque nunca me imaginei tocando no Terral. Por outro lado, sempre quis, porque conheço todos os integrantes e são todos meus amigos. Então, é só felicidade, no primeiro show, no segundo, no terceiro e vamos que vamos. E a expectativa daqui pra frente? Um começo de 2009 latente. (Rs) Eu vivo de música, me tornei profissional no ramo pra isso e fui escolhido pra cantar numa banda que gosto. Daqui pra frente é só alegria. “Tá tudo certo”. Rs


Ragga Drops #50