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| FILANTROPIA

ADOÇÃO Família: existem variadas formações desse grupo de pessoas vivendo sob o mesmo teto, mas, mesmo assim, muitas crianças esperam, todos os dias, pela oportunidade de vivenciar uma rotina em família. Em educandários, casas de apoio e até em hospitais, crianças abandonadas por diversos motivos aguardam pela adoção.

Por Isabella Alves

Educandário

A

Associação Alfenense de Proteção à Criança, mais conhecida como Educandário Santa Inês, fundada em 11 de abril de 1949, é uma entidade filantrópica, sem fins lucrativos, com sede em Alfenas. Foi idealizada pelo conhecido médico Emílio da Silveira. Outra personagem importante em sua criação foi a irmã Beatriz, filha do médico idealizador. O educandário surgiu da possibilidade de fundar uma creche nos fundos da casa de Dr. Emílio. Após um tempo, o médico comprou um terreno e realizou o sonho de sua filha, com a construção de um prédio para abrigar meninas. Para

concluir a obra, eles contaram com a fundamental ajuda da Casa de Caridade do Perpétuo Socorro (Santa Casa) e da Associação Alfenense de Proteção à Criança. Em 1951, as obras foram finalizadas. Desde então, o Educandário Santa Inês apresenta como objetivo proporcionar proteção provisória e excepcional às crianças e aos adolescentes em situação de risco pessoal e social. Ou seja, o espaço acolhe diversas crianças e oferece todo o apoio psicológico e estrutural para o bem-estar dos pequenos. Atualmente, o espaço acolhe sete crianças e todas elas foram encaminhadas pelo Ministério Público, por meio do Conselho Tutelar. Para promover um bom trabalho, a as-

Quem pode ser adotado: Crianças ou adolescentes com, no máximo, 18 anos de idade à data do pedido de adoção e independentemente da situação jurídica; Pessoa maior de 18 anos que já estivesse sob a guarda ou tutela dos adotantes; Maiores de 18 anos, nos termos do Código Civil. Quem pode adotar: Homem ou mulher maior de idade, qualquer que seja

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o estado civil, desde que seja 16 anos mais velho do que o adotando; Os cônjuges, em conjunto, desde que sejam casados civilmente ou mantenham união estável, comprovada a estabilidade da família; Os divorciados ou separados judicialmente, em conjunto, desde que entrem em acordo sobre a guarda e o regime de visitas e desde que o

Revista QShow fevereiro/março 2016 - O Luxo do Lixo  
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