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Documentário

jornalístico e literário.

urgente, que tinha que colocar em primeiro plano. Nesse meio tempo, o PCB voltara a editar, semanalmente, A Classe Operária como seu órgão central; tinha jornais diários em oito Estados, possuía editoras em vários deles, publicando livros, opúsculos e folhetos, e organizava uma razoável quantidade de palestras e cursos para a militância. Ao todo, o partido contava com 25 jornais de diferentes tipos, tinha influência em várias revistas e contava com a participação militante ou amiga de inúmeros intelectuais e profissionais do jornalismo. Sob sua responsabilidade direta estavam A Classe Operária e A Tribuna Popular, ambas editadas no Rio. Em 1946, a Tribuna Popular - Arte, política e cultura

é fechada. Nesse ano, Dalcídio colabora no semanário A Classe Operária, Tribuna do Pará, e outros. A vida jornalística mantinha o escritor no Rio e servia para desenvolver sua habilidade com a palavra e com a leitura política da realidade, paralelo a isso, alimentava seu plano de escrever uma série de romances, que iriam compor o Ciclo do Extremo Norte. O segundo romance, Marajó, “pronto” desde 1939, é passado a limpo entre 1945 e 1946 e editado em 1947, pela José Olympio, no Rio, Três Casa e um Rio e editado em 1958. Depois dele, mais oito romances foram publicados: A produção intelectual de Dalcídio Jurandir é impressionante no nível

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www revistapzz com br  

Edição Especial da Revista PZZ sobre a militância política de Dalcídio Jurandir

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