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O MARKETING

Imagem: Divulgação

ABSOLUTO

CHANEL: 100 ANOS DO Nº5

RAYSSA LEAL: A FADINHA DE SKATE

ANITTA, O BRASILEIRO E OS BANCOS


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SUMÁRIO A TAL DA VODCA & O MARKETING

PÁGINA 5

LUMIÈRE

ANITTA,

& O LICOR

BANCOS &

COINTREAU.

CIA.

PÁGINA 7

PÁGINA 9

COCO CHANEL &

º

O N

5

PÁGINA 11

“É este o problema com a bebida, pensei, enquanto me servia dum copo.

Se acontece algo de mau, bebe-se para esquecer;

se acontece algo de bom, bebe-se para celebrar, e se nada acontece,

bebe-se para que aconteça qualquer coisa.'"

Charles Bukowski


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Fotos: Divulgação

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NOTA DO EDITOR

EXPEDIENTE

São inúmeras as lições que o setor de bebidas tem ofertado ao mundo dos negócios ancoradas na comunicação pública, território no qual as irmãs siamesas publicidade e propaganda atuam como protagonistas. A publicidade, palavra de origem francesa derivada de publicité, como o nome indica é aquilo que, por meio da mensagem, se torna público, é publicizado, enquanto a propaganda que surge do latim propagare é a propagação de uma informação num determinado território atingindo públicos específicos. Ambas são o segredo da comunicação pública. Mas, como para comunicar é preciso conhecer o meio porque o meio é a mensagem, logo as irmãs siamesas se abrigaram nos estudos de mercado e como ferramentas daquilo que os anglosaxões classificam como marketing, palavra derivada de market que nasceu do latim mercatus, o mercado e os seus movimentos e aquilo de que precisa para se desenvolver e atender os desejos e anseios do que se padronizou ser qualidade e estilo de vida. E nenhum outro segmento foi mais pródigo em comunicação do que o de bebidas. Foi Cointreau o primeiro anunciante do cinema pelas mãos dos irmãos Lumière e foi a vodca sueca Absolut que, se valendo da guerra fria entre Estados Unidos e a extinta União Soviética, ocupou o lugar da russa Stolichnaya no mercado global da bebida. É este o tema desta edição de Revista Publicittà.

Revista Publicittà é uma publicação semanal de comunicação pública e comercial produzida pela Editora Olympia (editoraolympia.com.br) e distribuída gratuitamente em plataformas digitais por parceiros.

Boa leitura e boa semana, Carlos Franco. Em tempo: desde o início de agosto, Revista Publicittà deixou de ter compromisso diário com a informação e passou a veicular semanalmente esta revista digital.

Editor-chefe: Carlos Franco Editora internacional: Yume Ikeda Colaboradores: Marco Hiroschi, Rita Almeida, Rodrigo Vidal , Tiago Ribeiro e Eduardo Silva Bernardt. Imagens: Francisco Jr., Carlos Monteiro,Stúdio Mar Adentro, Pixabay, Freepick, FLICKR, Cacalos Garrastazu, assessorias de imprensa e agências. Diagramação: Paulo Pereira E-mail:redacao@revistapublicitta.com.br

EDITORA OLYMPIA AVENIDA RONDON PACHECO,2300 SALA 65/ UBERLÂNDIA/MG/CEP 38408-404

editoraolympia@gmail.com


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Imagens: Flickr/Creative Commons

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INVENTOR

MENDELEEV, O RUSSO GENIAL Dmitri Ivanovich Mendeleev (1834-1907) entrou para história não apenas como o criador da tabela periódica, tal qual a usamos hoje, mas também como o inventor da fórmula ideal da vodca, a aguinha que passarinho não bebe como sugere a palavra de origem russa. Este siberiano que nasceu numa família de 17 irmãos, é o responsável pela padronização da bebida que conquistou o mundo e está presente em inúmeros drinques. Desde garoto, Mendeleev foi uma apaixonado por química e cálculos de massa atômica dos diferentes elementos. Foi o que o levou a criar a tabela periódica na qual acabou ele mesmo ingressando, em 1955, dando nome, após a morte, ao 101º elemento, que é o mendelévio (Md). A tabela original continha, então, 63 elementos aos quais foram, com novas descobertas e seguindo a sua concepção, acrescidos os demais ao longo dos anos, inclusive o mendelévio. Curioso e persistente, coube a Mendeleev desenvolver a fórmula original da vodca, que contém 40% de álcool cereal e 60% de água, quantidades consideradas ideais para a obtenção da bebida que deve ser consumida preferencialmente gelada e que encontrou nas temperaturas negativas siberianas o termo ideal.

Não que a bebida não existisse antes de Mendeleev, mas no seu tempo, em finais do século19, não havia uma regra ou um método para se obter a vodca ideal. O líquido era usado com diferentes graduações até mesmo como antisséptico e anestésico. Por não deixar rastro aromático de álcool e oferecer a possibilidade de mistura com frutos sem deles comprometer sabor, aroma e aspecto físico, a bebida se popularizou, sobretudo na Sibéria. Foi o que levou Mendeleev a estudar uma composição ideal capaz de manter a qualidade da vodca aliada à padrões seguros de consumo para o organismo humano. A fórmula acabou por abrir mercado para marcas russas que a adotaram como Stolichnaya, Smirnoff, Moskovskaya, Beluga Noble, Mamont e até a Mendeleev, que carrega no rótulo o nome do inventor (foto acima). O segredo desta bebida está centrado tanto no álcool cereal, que pode ser obtido de arroz, cevada, trigo, milho, centeio e até batatas, como na água, preferencialmente pura e cristalina, para se chegar à aguinha, a vodca como a chamam os russos.


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DESTILARIA

A FÓRMULA DE SUCESSO DE LARS OLSSON SMITH O sueco Lars Olsson Smith (1836-1913) não teve uma infância fácil. Aos 8 anos, com os negócios do pai indo à falência e a dificuldade da família em criar os filhos, foi entregue a um rico e importante político, o cônsul Carl Smith. Dele herdou o sobrenome e hábitos requintados, ainda que, em criança, fosse trabalhar no setor de conferência de um armazém, o que lhe abriu as portas para emprego similar em Estocolmo em 1850, passando em seguida a atuar como agente de navegação. Não tardou para, em 1858, com astúcia e visão de negócios, abrir, com o suporte do sobrenome ilustre do pai adotivo, uma agência para atender várias destilarias. Percebeu que este era um bom negócio e decidiu, então, ele mesmo destilar bebidas. Rapidamente, Smith se tornou o “rei dos spiritis” (Brännvinskungen), como eram chamados os destilados que alimentavam o espírito festivo europeu como a vodca.

Diante do preço baixo de destilados de fácil produção como a vodca, Lars Olsson Smith decidiu recorrer a uma antiga fórmula do século 15 conhecida como tiodubblat renat (dez vezes destilado) para lançar, em 1879, a Absolut Rent Bränvin (vodca absolutamente pura). Para emprestar diferencial ao produto, optou por uma embalagem de vidro inspirada em antigos vasilhames de farmácias, bojuda e de pescoço curto - até hoje a identidade icônica da bebida. Fez sucesso. Só que, pouco depois de sua morte, as destilarias suecas enfrentaram forte restrição à produção, com o álcool sendo centralizado pelo poder estatal face ao seu consumo desenfreado. Com o fim das restrições e o maior controle do consumo, a então dona da marca, a Vin & Spirit, decidiu exportar a bebida tendo como alvo os Estados Unidos, mergulhados na Guerra Fria com a União Soviética. Naquele momento, a russa Stolichnaya detinha 80% das vendas e ainda contava com a Smirnoff, depois adquirida pelo gigante inglês Diageo e hoje líder em vendas no mundo. Absolut, desde 2008 em poder da francesa Pernod Ricard, reforçou a presença global mantendo a produção centrada em sua destilaria em Åhus (foto ao lado), onde faz uso do trigo de inverno, com grãos mais duros, para chegar ao álcool que se soma a uma água puríssima de poços profundos desta região sueca.


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ESTRATÉGIA

O MARKETING & A VOLTA AO MUNDO. Ao desembarcar nos Estados Unidos em 1979, a vodca sueca Absolut percebeu que teria que se adequar ao gosto dos consumidores. Analisando o consumo em bares de Boston, não demorou a perceber que o Blood Mary, drinque que nasceu em alusão à degola de Mary Stuart durante o reinado da rainha britânica Elizabeth, era o mais consumido. Decidiu, então, oferecer a sua vodca acrescida de pimenta para facilitar o preparo. Fez sucesso e passou a lançar a vodca com novos sabores disputando espaço com as russas. Em poder da inglesa Diageo, a russa Smirnoff lançou uma versão Ice, de drinque pronto para beber, e assumiu a liderança. Absolut manteve posição com marketing focado na sua qualidade e emprestando ao rótulo novos sabores em edições limitadas e homenageando cidades e movimentos culturais e sociais. Foi, assim, conquistando empatia, por meio do marketing, que Absolut fez de sua vodca referência de sucesso e inclusão.


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Fotos: Divulgação e YouTube

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FILME

O LICOR DOS LUMIÈRE & DO PIERRÔ. Em 28 de setembro de 1895, na pequena cidade francesa de La Ciotat, no sudeste daquele país, homens, mulheres e crianças ficaram surpresos e com medo de que um trem descarrilasse em sua direção. Era a noite da primeira sessão de cinema do mundo e os irmãos Lumière, Augustue e Louis, projetavam na tela as imagens de um trem em movimento, que, meses depois, assustariam plateias de Paris, Londres e Nova York. Estava inventada a sala de cinema, o cinematógrafo, que também encantaria outros dois irmãos franceses, os confeiteiros Edouard e Adolphe Cointreau, que moravam em Angers, no francês Vale do Loire. Fabricantes de um licor que levava o nome da família, o Cointreau, ficaram fascinados com as projeções dos Lumière e pediram a estes para darem vida, nas telas, ao “pierrot”, elemento de divulgação, em cartazes afixados em bares e restaurantes do licor criado em 1849. Os Lumière aceitaram o desafio.

Antes da virada do século, em 1900, os cinematógrafos passaram a exibir o primeiro filme publicitário da história. Nele, o “pierrot” pedia uma bebida (com legendas porque os primeiros filmes eram mudos) e vinha uma, depois outra até chegar Cointreau, a qual ele beijava e começava a ter alucinações com uma bela mulher tocando anáguas de vários vestidos, mostrando os joelhos cobertos por meias – o máximo de sensualidade para a época. E como foi pioneira na publicidade, a marca se espalhou e conquistou, em 1900, o título de melhor licor da França. Hoje, em poder do grupo italiano Campari, Cointreau vem buscando espaço no disputado mercado de drinques, estimulando o seu uso por atendentes de bares, que se tornaram especialistas na preparação de drinques debaixo do guarda-chuva ou guarda-sol da expressão anglosaxônica bartender. Este licor é resultado de água, cascas de laranjas amargas e doces em fermentação e açúcar desde que foi lançado em 1849. Até hoje é produzido na cidade de Angers, mantendo a tradição desta destilaria secular que conquistou espaço na modernidade com sua garrafa icônica e retangular de vidro como identidade.


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Fotos: Pixabay/Creative Commons

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PESQUISA

O DINHEIRO & O BRASILEIRO A pandemia de Covid-19 provocou uma crise em termos sanitários e econômicos. O cenário de incertezas fez com que o brasileiro passasse a poupar mais. De acordo com a Kantar IBOPE Media, hoje, 81% das pessoas gastam dinheiro com mais cuidado do que o faziam antes da pandemia. Esse tipo de comportamento apresentou um crescimento de 32% em relação aos dados de cinco anos atrás. Outra mudança está relacionada à aplicação do dinheiro. As poupanças não são mais o principal meio de poupar dinheiro na cabeça dos investidores. Com a digitalização dos serviços bancários e o acesso facilitado a corretoras de investimento, cresceu a quantidade de pessoas que buscam alternativas e comparam as opções disponíveis no mercado.

A quantidade de pessoas que declaram sempre procurar a melhor opção em serviços e aplicações cresceu 42% nos últimos cinco anos. Esse hábito, inclusive, é mais visível entre a Geração Y (2640 anos), uma vez que 60% das pessoas dentro dessa faixa etária estão preocupadas com suas aplicações. A Geração X (41-60 anos) e os Baby Boomers (60-75 anos) aparecem em seguida, com 56% e 49%, respectivamente. A Geração Z (18-25 anos), por sua vez, é a menos prevenida, com 48%. Ainda dentro deste contexto, é importante destacar que o dinheiro físico está sendo usado cada vez menos, com queda de 11% em 2020. Por outro lado, as carteiras virtuais apresentaram aumento: 4,4% dos internautas que fizeram algum pagamento, declararam ter realizado a ação por aplicativos, sendo a Geração Z a mais adepta, com 7% realizando ao menos uma compra dessa forma. Outros fatores de impacto Nem só dinheiro movimenta o mercado financeiro. Antes de contratar um serviço, os brasileiros levam em consideração diferentes fatores. O principal deles é o atendimento prestado. Um contato mais próximo e eficiente é importante para 54% dos entrevistados pela Kantar IBOPE Media, tendo maior peso para a Geração Z (61%). A taxa de juros, por sua vez, ocupa a segunda posição. Um banco que pratica valores amigáveis é relevante para 42% dos brasileiros. Esse fator é observado, principalmente, pela Geração X (46%). Ainda há outros dois pontos que pesam na escolha ao fechar um negócio financeiro: a quantidade de serviços oferecidos pela internet (15%) e a recomendação de pessoas próximas (13%). Ambos são mais observados pela Geração Z, com 23% e 24%, respectivamente.


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INOVAÇÃO

ANITTA FOI AO BANCO. O banco digital NuBank causou alvoroço no mercado financeiro ao anunciar, no dia 21 de junho de 2021, que a cantora Anitta iria ser integrante do seu Conselho de Administração, com direito a voz e voto. Segundo o comunicado oficial do banco digital, o foco principal da artista vai ser melhorar os serviços e produtos da empresa. Anitta vai participar das reuniões trimestrais com a diretoria para auxiliar na tomada de decisões estratégicas sobre os passos futuros da fintech, como são conhecidas, no idioma anglo-saxão, as empresas de tecnologia financeira, a exemplo dos bancos digitais em que tudo se resolve pela internet. O presidente e fundador do Nubank, David Vélez, explicou o convite afirmando que Anitta terá importante papel na sua comunicação com o mercado.

“Anitta tem profundo conhecimento do comportamento dos consumidores nesses mercados que tem explorado e com experiência em estratégias de marketing vencedoras. Essas competências foram chave para a convidarmos”, afirmou em comunicado. Em artigo publicado no Jornal da USP (Universidade de São Paulo), Clotilde Perez, professora da Escola de Comunicação, resumiu a importância de Anitta para o Nubank com maestria: "A presença de Anitta no quadro de conselheiros do Nubank, entidade que ultrapassou os 40 milhões de clientes, revela a inteligência sensível dos executivos em perceber que o que está fora da instituição e adiante é o que deve guiá-los. Anitta não é formada em finanças, direito ou tecnologia, portanto suas contribuições não serão neste caminho; não aportará soluções operacionais, uma vez que não “conhece do negócio”, tampouco os conselheiros estão interessados especificamente nos seus clipes desconcertantes, irreverentes, marcadamente periféricos, com letra e música simplificadas. Anitta aportará novos sentidos. Nubank quer conquistar mais clientes, outros milhões de brasileiros e latino-americanos, principalmente na Colômbia e no México, justamente onde Anitta cresce como fenômeno de novos valores, ainda difíceis de enxergar para quem olha para dentro, para baixo e para trás". Não há dúvidas de que inovação passa por comunicação e o conhecimento do meio que será a mensagem. Nubank com este tipo de tática tem dado de goleada nos bancos tradicionais.


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Foto: Breno Barros/rededoesporte.gov.br

Foto: Gabriel Bianchini/Nike

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OLIMPÍADAS

A FADINHA DO SKATE & AS OLIMPÍADAS Com a nota de 14,64 pontos, a skatista de 13 anos Rayssa Leal conquistou medalha de Prata nas Olimpíadas Tóquio 2020/21 no último dia 26 de julho de 2021, tornando-se a brasileira mais jovem a ter a honra de chegar ao pódio da maior competição esportiva do planeta. A menina fez sucesso nas redes sociais postando vídeo em que brinca de skate vestida de fada na cidade maranhense de imperatriz, onde nasceu e vive com a família, conquistando o título de "fadinha". Consciente do seu papel como atleta e cidadã, Rayssa dispensou o triunfo de desfile de carro aberto na cidade natal em nome da saúde dos seus conterrâneos e em respeito às vítimas de Covid-19 no Brasil, que é um dos epicentros globais da pandemia. "Galera por estarmos em um momento ainda delicado quando ao Covid-19 eu decidi cancelar a minha recepção de chegada em Imperatriz, para evitar aglomerações, então evitem ir até o aeroporto, eu queria muito receber o carinho de vocês, mas esse não é o momento, agradeço demais todo o carinho, mas se cuidem, usem máscaras, álcool e tomem a vacina, tenho certeza que em breve vamos vencer esse vírus", escreveu ela em rede social.

A gigante Nike não perdeu tempo em veicular, após a vitória desta maranhense, filme comercial assinado pela agência Wieden+Kennedy/São Paulo em que Rayssa é a estrela. A atleta participa da estratégia de comunicação "Vai no novo", com a qual a Nike estimula o público a descobrir o esporte de um jeito diferente. “O skate é um esporte feminino também, é um esporte para todos. Quero que outras meninas tenham a mesma oportunidade que eu, de ver suas vidas e seus sonhos sendo realizados por meio do esporte. Nós só precisamos acreditar na gente mesmo e em nosso potencial”, diz Rayssa Leal no material de divulgação da Nike. “A jornada da Rayssa é uma inspiração para todas as meninas ao redor do mundo. Mostra que é possível ser criança e acreditar em contos de fadas, mas ao mesmo tempo ter coragem e adentrar em um espaço que antes não era considerado para meninas. A Nike quer incentivar o esporte e mostrar que todos podem praticá-lo, independentemente de gênero. O intuito do esporte é de unir as pessoas”, diz Gustavo Viana, Diretor de Marketing da FISIA, Distribuidora Oficial Nike no Brasil. Em Tóquio e no Brasil, a estrela de Rayssa brilha.


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CENTENÁRIO

DE COCO CHANEL. Lançado em 1921, um dos perfumes mais famosos do mundo, o Chanel nº 5, completa este ano 100 anos. A casa de alta costura criada por Mme Gabrielle Bonheur Chanel, a Coco Chanel, não deixou a data passar em branco, ao contrário a celebra na vitrine da Place Vendôme, em Paris, exibindo um diamante de 55 quilates, lapidado no formato octogonal do frasco do perfume e contornado por mais de 100 diamantes redondos mais 42 que moldam o colar que o ostenta. O perfume que é um ícone ganhou repercussão mundial quando Marilyn Monroe numa entrevista ao então redator-chefe da revista Marie Claire Georges Belmont, em 1960, disse que para dormir usava “apenas duas gotinhas de Chanel nº 5”. A foto de Ed Feingersh, em que Marilyn aparece com o frasco rodou o mundo e ganhou espaço na narrativa de sucesso do perfume que se espalhou pelo ar. Detalhe: é o pau rosa da Amazônia, ameaçado de extinção, um dos seus principais componentes.

Fotos: Divulgação

A ESCOLHA

A história de Chanel nº5 começa quando Coco Chanel encomenda ao perfumista Ernest Beaux, que havia trabalhado na corte dos Czares da Rússia, “um perfume de mulher com cheiro de mulher”. Dos 10 frascos que enumerou para apresentar a Coco Chanel, ela escolheu o de número cinco e assim foi feito. As mulheres até hoje agradecem a escolha e a retribuem mantendo o perfume entre os mais desejados do mundo. Neste centenário, a famosa casa de moda francesa criou campanha e um filme que pode ser conferido em suas redes sociais em que o próprio perfume faz a narrativa de seu sucesso e de como deixa no ar o rastro elegante de suas notas aromáticas que seduziram Marilyn.


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REVISTA PUBLICITTÀ, VOL.1, NÚMERO 2, AGOSTO DE 2021  

REVISTA PUBLICITTÀ é uma publicação editorial digital, distribuída gratuitamente de forma on-line, focada no mercado de comunicação social....

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