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Págs 18 à 21

Pág 44 à 47 Págs 14 à 17


Sumário

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06 PALAVRA DO PRESIDENTE Conra as palavras do presidente da CBO para todos os leitores.

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CALENDÁRIO 2016 Veja os principais eventos de Novembro 2016

48 SEM PALAVRAS

INFORMATIVO TÉCNICO

Veja Veja as melhores imagens as melhores doimagens mês quedo foram mês, registradas registros em vários eventos por feitos durante os eventos emtodo todoo oBrasil Brasil

No informativo técnico desse mês o Gilson aborda a importância dos cursos realizados por membros na IOF, durante o CamBOr.

40 ATLETA DESTAQUE MIRIN Nesse mês das crianças destacamos uma atleta mirim, a Camila Seidel.

14 ORIENTISTA EM ROTA Esse mês o Orientista em Rota nos trás um relato sobre a III Etapa do CamBOr

18 CAMBOR 2016 Veja em imagens o que de melhor aconteceu no Campeonato Brasileiro de Orientação 2016

22 GALERIA PRISMAGAZINE Veja as belíssimas imagens capturadas pelo nosso correspondente do CamBOr 2016

24 COMO FOI - OUTUBRO Conra os principais eventos que ocorreram durante o mês de outubro de 2016


Editorial Editorial Olá amigos e amigas orien stas! Estamos lançando a revista PrisMagazine do mês de Outubro, número 14, ano 2. Esse mês é mundialmente conhecido como o Mês pela luta e combate ao câncer de Mama, mais conhecido como Outubro Rosa. Neste mês também comemoramos o dia das crianças. Logo a Revista PrisMagazine traz homenagens a nossas atletas orien stas e nossas crianças. Para comemorar o Outubro Rosa, além do nosso prisma rosa, trazemos como atleta destaque a Edineia Rinak, integrante da Seleção Militar do Brasil, na qual estará disputando em novembro o CISM 2016. Já em comemoração ao dia das crianças, traremos duas matérias especiais para esse dia, destacamos a Camila Seidel como atleta destaque mirin, com 10 anos de idade. A Camila vem se destacando em compe ções de orientação pelo Brasil, desde de seus 2 anos de idade, hoje está no Chile par cipante do Sul-Americano de Orientação representando o Brasil. Também vale a pena conferir a coluna “Na ponta do lápis”, onde publicamos alguns desenhos que recebemos de crianças orien stas, representando no papel o seu ponto de vista sobre a Orientação. Temos ainda a Coluna do nosso presidente CBO, o sr. Luis Sergio Mendes, onde faz um balanço do 1º ano de gestão da CBO e da previsão do futuro da Orientação do Brasil. Também trazemos a coluna “Informa vo Técnico”, sempre assinada pelo diretor técnico Gilson Schropfer, onde fala da importância dos cursos ministrados por representantes da IOF durante a 3ª Etapa do CamBOr, realizado em Brasília-DF.

Nesta edição traremos todos os eventos realizados no mês de Outubro de 2016. Nossa nossa coluna “Como Foi” está recheada de eventos. Teremos uma maravilhosa cobertura fotográfica da 3ª Etapa do Campeonato Brasileiro de Orientação 2016, com a contribuição do blog Orien sta em Rota, onde seu representante Antonio Carlos, cobriu e par cipou da organização desta.

Estamos trabalhando para que possamos compar lhar mais e mais informações do nosso mundo Orien sta. Aproveitem e se mantenham informados com a REVISTA PRISMAGAZINE. Jeremias Araújo Diretor de Edição

Expediente Equipe Edição Jeremias Araújo Rafael Dantas José Alexsandro

Diagramação, arte e criação Jeremias Araújo - jqcaraujo@gmail.com

Colaboradores Luiz Sergio Mendes - preside.cbo@gmail.com Gilson Schropfer - diretortecnicocbo@yahoo.com.br Orien staemRota - orien staemrota@gmail.com Antonio Neto - arapo 2@gmail.com Diovane Camilo Lirio - diovanecamilo@hotmail.com

Edinéia Roniak - dinaroniak@gmail.com luiasc asc - samsocorrista@yahoo.com.br Josias Cavalcan - josias.cavalcan @gmail.com Alvim José Pereira - alvim2812@gmail.com Marcelo Malato - marcelomalato@hotmail.com Amilcar Del Nero - piu.copira@bol.com.br

Contato Comercial: (83) 9-8878 - 6800 Email: revistaprismagazine@gmail.com Site: www.primagazine.com.br Facebook: h ps://www.facebook.com/revistaprismagazine Instagram: revistaprismagazine


PALAVRA DO PRESIDENTE Caros amigos orien stas No início de outubro a nova gestão da CBO completou um ano de a vidades. Como en dade de administração nacional do nosso esporte buscamos modernizar a gestão. Para a ngir este obje vo, uma série de medidas foram tomadas. Alguns dos preceitos estatutários que definem a finalidade da CBO dizem que a nossa missão é difundir, promover, regular e dirigir a prá ca do desporto no Brasil. De olho neles, baseamos este primeiro ano de gestão em duas premissas principais; a transparência nas ações e o compromisso com as decisões cole vas. A transparência nas ações deu segurança às pessoas sobre como e por quê os recursos que você ajuda a captar são u lizados. Ao chamar mais gente para tomar as decisões que indicam o caminho a seguir pela ins tuição, criou-se um ambiente mais sadio e camarada, pois todas as vozes podem e devem ser ouvidas. Fruto das duas premissas, ocorreu uma aproximação maior entre a CBO e as federações estaduais, que passaram a ser a ligação com os clubes e os atletas. Isso veio com o novo estatuto, que criou a Conferência das Federações (CF), cujo obje vo principal é dar aos presidentes de federação o poder de decidir os regulamentos e a organização de campeonatos do ano seguinte. A CF é apoiada por uma comissão de regras, formada por atletas, que é encarregada de receber ideias e sugestões, que são discu das e apresentadas à CF para decisão final. Mas, qual o resultado principal disso? A resposta é: democracia. A CF rou das mãos da diretoria o poder de conduzir um processo baseado no “eu quero” para o “nós queremos”. Antes as decisões eram tomadas na Assembleia Geral (AG), mas o espaço para discussão era limitado e misturado a outras decisões, o que tornava as coisas apressadas e pouco par cipa vas. Outra diferença importante é que as decisões que impactariam o ano espor vo eram tomadas em janeiro, na AG, quando muitos regulamentos de campeonatos estaduais já haviam sido aprovados nos estados. Agora, a CF define tudo no quarto trimestre do ano e as federações têm tempo para se adequar. No campo financeiro, você agora pode consultar contratos, balancetes, etc. no site da CBO, tornando visível a administração financeira da en dade. Em 2016 todas as etapas do CamBOr veram um contrato assinado com a federação organizadora, dando segurança jurídica aos eventos e estabelecendo como e quando as coisas devem ser feitas. Parece óbvio, mas não havia contratos antes. Ainda no campo financeiro, diversos ajustes foram feitos para equilibrar as contas. Entre elas o lançamento da campanha “Colaborador Benemérito da CBO” que teve a adesão de 43 filiados e sanou um problema grave com a IOF. Com o apoio fundamental das federações estaduais, foi criada uma taxa de R$2,00 por atleta nos eventos sob sua administração, visando sanar dívidas com três federações e um clube. Em um ano, 55% da dívida foi aba da. Um novo site foi colocado no ar, trazendo o calendário de todos os eventos realizados no país, facilitando a consulta e a inscrição. O SISCBO foi reformulado e os atletas podem consultar o seu cadastro, pagar anuidades e se inscrever para eventos por meio dele. Tudo fácil e rápido. Em 2017, o sistema vai estar ainda mais prá co. As mudanças também se fizeram notar nas etapas do CamBOr, que veram excelente nível de organização nas três oportunidades. Muito do que foi conseguido aqui se deveu ao trabalho dos organizadores, árbitros e voluntários, mas também com a presença da CBO fornecendo o apoio necessário para a sua realização. Desde o princípio de nossa administração entendemos que o ano de 2016 seria um ano de mudanças e acreditamos que 2017 será um ano de ajustes e 2018 será o ano de colher os resultados das mudanças. É preciso entender que resultados significa vos em nosso esporte somente são conquistados em médio e longo prazo, com planejamento e execução envolvendo pessoas que queiram fazer a diferença. Estamos dando início à elaboração de um planejamento estratégico da CBO. Planejamento estratégico nada mais é do que antecipação do futuro. Isso significa que queremos olhar para a frente, definir o que queremos, encontrar a forma de realizar e cumprir o que foi planejado. Não é tarefa fácil, mas acreditamos que este é o melhor caminho a seguir e o faremos com a ajuda de todos, como foi feito até este momento. Estamos iniciando nosso segundo ano de mandato com a mesma determinação; de manter a transparência nas ações e a decisão compar lhada, eliminando de vez o “privilégio da informação”. Porque acreditamos que o melhor germicida para a má gestão é a luz do sol. Vem aí a Copa Nordeste de Orientação, que marcará o encerramento do ano espor vo. Inscreva-se, o Ceará espera por você. LUIZ SERGIO MENDES Presidente da CBO


INFORMATIVO DIRETOR TÉCNICO CBO Por Gilson Schropfer Diretor Técnico CBO

“O atleta é a peça chave do evento, as regras são para melhorar o esporte e não atrapalhar”

CBO

Texto: Gilson Schropfer, Direto Técnico CBO

A CBO, em parceria com a Federação Internacional de Orientação, realizou no período de 21 a 23 Set 16, duas clínicas simultâneas, sendo uma de IOF Event Adviser e uma de Mapeadores. O obje vo das clínicas foi aprimorar a qualidade de nossos Mapeadores e Árbitros. Par ciparam do Curso de IOF Event Adviser 20 árbitros, sendo 17 do Brasil, um da Argen na, um Chile e um da Colômbia. Já na Clínica de Mapeadores vemos a par cipação de 8 brasileiros e um representante da Colômbia. Todos os par cipantes de ambos os eventos estão encarregados de disseminar os conhecimentos adquiridos em seus estados de origem. É urgente a necessidade de estabelecermos novos padrões, novas interpretações ou interpretação correta da ISOM e ISSOM, bem como de observar o papel de cada integrante da comissão organizadora de um evento de orientação. O que se observa muito são alguns vícios an gos que já não se permitem adotarmos mais nos dias de hoje. Precisamos todos quebrar paradigmas e aceitar mais que é preciso uma mudança de conceitos e que todos temos muito a aprender. Assim como tudo evolui temos que entender que a orientação também sofreu uma evolução de conceitos e que precisam ser reciclados para evitarmos maiores discordâncias com relação ao correto.


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INFORMATIVO DIRETOR TÉCNICO CBO Clinica de IOF Event Advisor (EA) PRINCIPAIS PONTOS ABORDADOS NO TRABALHO DE UM ÁRBITRO:

CBO

Instrutor: OIVIND HOLT (IOF) 1) REGRAS - O palestrante trabalhou basicamente fazendo uma breve explanação sobre pontos importantes das Regras da IOF a serem observados na organização de um evento: - O Árbitro é o representante da en dade que o escalou (Confederação/Federação) e como tal, tem que CONHECER todas as regras (Regulamentos e Documentos) do esporte e da compe ção específica; - Em um evento internacional, o IOF Event Adviser é responsável pelos problemas fora da área de compe ção e o Controlador Nacional (Árbitro Nacional) é o responsável pelos problemas dentro da área de compe ção. 2) VISITAS - O Árbitro deverá fazer um planejamento com antecedência de todos os procedimentos a serem executados por ocasião de suas visitas e, este deve ser enviado ao Organizador para cumpri-lo e se preparar para apresentar as a vidades desenvolvidas em cada fase do planejamento; - O Árbitro deverá ser o Conselheiro do Organizador em todas as decisões tomadas, as quais deverão ser oficializadas na forma de um ACORDO ESCRITO E ASSINADO pelas partes (Árbitro e Organizador). 3) MAPAS E PERCURSOS - O árbitro deve ter CONHECIMENTO também sobre a seleção do terreno, as exigências e o padrão de mapeamento para o evento e conhecer bem a área. Trabalhar em conjunto com o traçador de percursos e com o mapeador - Escolha de áreas que possibilitem PERNADAS LONGAS, que exija que o atleta tenha algumas opções de rotas (no Brasil não existe escolha de rota e a distância entre os pontos são muito similares. Falta a pernada longa de caráter técnico); - fazer a conexão entre os PONTOS DE ROTAS CURTAS com os PONTOS DE ROTAS LONGAS; - visualizar as áreas técnicas primeiro com pontos mais técnicos e depois traçar as pernadas longas; - Procurar usar sempre que possível depois de um ponto de rota longa, dois ou três pontos de rotas curtas com mudança de direção; - Possibilitar ao atleta o emprego de diferentes técnicas de orientação (bússola, escolha de rotas, leitura de mapa, curvas de níveis, etc); - Usar as barreiras naturais para que o atleta escolha suas rotas. 4) ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DO TRAÇADO PARA OS TIPOS DE PERCURSOS - Para cada um dos pos de percurso é importante que o traçador se atente para a necessidade de cada um: PERCURSO LONGO: - O mais importante é dar ao atleta a possibilidades de escolha de várias rotas, tendo 40% do percurso com pernadas longas (normalmente 3 apontando para direções diferentes), observando independente do po de terreno o tempo duração do vencedor: 70min (Mulher) e 100min (Homem), mantendo a média entre pontos de 4 a 5min;


PERCURSO MÉDIO: - Área mais técnica e com mais detalhes de curvas de nível, o mais importante é a leitura do mapa, usar TERRENO COMPLEXO para conseguir essa exigência com mudanças constantes de direção, variações de pernadas e técnicas, média entre pontos de 2 minutos e tempo de duração do vencedor: 30min (Mulher) e 35 (Homem). Obs: são as rotas que devem exigir do atleta boa técnica, como a leitura do mapa, porém o ponto de controle deve estar em local de fácil acesso. PERCURSO SPRINT: - Mapa com bastante cinza, áreas que possibilitem alta velocidade, que exija raciocínio rápido e boas escolhas de rotas; - Criar mecanismos para aumentar a exigência técnica e compe vidade; - Tem que ser atra vo ao público. 5) AVALIAÇÃO DE RISCOS - Ter em mente que a responsabilidade é conjunta (Árbitro e Organizador); - Aumento de pra cantes + vários preparos sicos = aumenta de riscos; - Plano de respostas aos acidentes que possam vir a acontecer (Ex: torsão, acidentes com abelhas e até mesmo acidentes fatais); - O Árbitro é responsável por cobrar o Plano de Gestão de Riscos e Segurança do organizador, as medidas prá cas para combater e evitar o acidente. (AMBULÂNCIA, SECRETERIA DE SEGURANÇA PÚBLICA, BOMBEIROS, HOSPITAL, ETC). 6) JURI TÉCNICO - O Árbitro é o gerente do Júri, coordena o Júri, mas não vota e nem influencia no julgamento dos membros do Júri. O papel do Árbitro é buscar uma solução em consenso. Algumas dicas: - O Árbitro tem que ouvir as partes envolvidas (atletas, organizador, etc); - Os membros do Júri Técnico devem ser independentes das organizações envolvidas e de diferentes en dades; - Os membros do Júri Técnico devem ser habilitados com o Curso de Árbitro, ter pleno conhecimento das regras, além de possuir experiência adquirida em eventos anteriores; - É conveniente escalar alguns membros de diferentes en dades como reservas do Júri Técnico, para subs tuir os tulares no caso de impedimento destes. 7) ARENA Escolha de lugar adequado para cada evento e pontos importantes a serem observados: - Poder mostrar o esporte para o público; - Estacionamento o mais próximo possível; - Acessibilidade - Mídia; - Área de reuniões - Premiação etc. 8) PARTIDA E CHEGADA - Próximas, sempre que possível, dar visibilidade aos expectadores, facilitar o trabalho dos organizadores, sempre que possível montar o funil de chegada em uma leve subida para diminuir a velocidade dos atletas do úl mo ponto até a chegada, para evitar atropelos e possíveis acidentes. DICAS INTERESSANTES PARA O ÁRBITRO: - Reúna o pessoal da Organização antes do evento (1 ou 2 dias antes) e faça um check-list de todas as funções, passando função por função, - (PLANEJAMENTO) A proposta de evento, deve conter um detalhamento completo de todas as informações, normas de u lização, informações da área, percursos, datas, transporte, cerimônias, orçamentos, quadro de visitas. Este planejamento é um acordo que deve ser firmado entre o Organizador e o Árbitro; Trabalhar em cooperação com a organização (mapeador/traçador de percursos) em todos os momentos;


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INFORMATIVO DIRETOR TÉCNICO CBO Clinica de Mapeadores Considerações relevantes feitas pelo instrutor norueguês MORTEN DALBY

CBO

Instrutor: MORTEN DALBY (IOF) De uma forma geral os mapas do Brasil estão bons e dentro do previsto, pois nossas áreas são bem diferentes da Europa e di ceis de mapear. Além disso, dentro das regiões brasileiras, as áreas são bem heterogêneas (região Sul, região Central e região Nordeste). O que se percebe é que estamos valorizando muito as cores e valorizando pouco o terreno, os detalhes estão cobrindo as formas do terreno (ex: áreas com muitas árvores e cupins), tornando ilegível, devemos sacrificar alguns para que a forma do terreno prevaleça. É muito importante manter os tamanhos mínimos dos objetos da ISOM, para que os mesmo sejam “bem visíveis” no mapa impresso. Os detalhes do mapa são para orientar o atleta e não para confundir ou para o atleta procurar o objeto. Quanto à generalização, ela existe para isso, permi r que poucos detalhes bem escolhidos favoreçam a orientação, ao invés de muitos detalhes que só confundem, como por exemplo, uma área com muitas árvores, o mapa ficará cheio de círculos verdes que não possibilitam a iden ficação de nenhuma delas, posto que se for usado o símbolo de árvores esparsas a legibilidade melhora muito, se tem uma visão melhor da forma do terreno e se pode locar somente as árvores realmente maiores que as outras e isso fará com que os atletas brasileiros parem de se orientar por cor de mapa e passem a usar o terreno (curvas de níveis). Outro fator é que temos que melhorar os desenhos das forma de terreno (curvas de níveis), ou seja caprichar mais, pois o terreno é o que realmente importa para o atleta. Ao contrário do que nós pensávamos, as áreas complicadas devem ser evitadas, mesmo que corretamente mapeadas não se deve colocar pontos de controle, pois o atleta perderá tempo procurando o ponto, que não é o obje vo principal e sim a pernada com leitura de mapa ou escolha de rota ou uso de outras técnicas de orientação. Recomendações do instrutor norueguês MORTEN DALBY: - não colocar bordas definidas desnecessárias (símbolo 416) quando a vegetação deixar isto claro, pois somente vai poluir o mapa. Exemplo: 403/406, 404/408, etc. - não colocar árvores em excesso das áreas brancas (405), pois elas fazem parte da mesma. Colocar somente as que se destacarem. Lembrar que uma árvore ocupa 12m no terreno, na escala 1:10.000. - não colocar clareira pequenas (401, 402, 403, 404) em áreas brancas (405). O atleta não verá isto durante uma corrida. - ao fazer as curvas de níveis no terreno, começar a trabalhar de cima para baixo. - as curvas de níveis podem oscilar 1,5m para cima ou para baixo. - cuidado ao desenhar pedras para não poluir o mapa. Se ficarem muito próximas deve generalizar, se não for possível afastá-las. - não colocar “bolas” de verde em florestas. Solução: generalizar para um único verde. - cupins, árvores: somente colocar no mapa os que se destacarem. Não colocar todos que estão no terreno, se muito próximos. Colaboradores na Formação do Informa vo Alunos: Jouderian Ferreira Nobre, Carlos Roberto Alves Hackmann, Carlos Alberto Xavier, Marcos Antônio Paulino, Edivan Regis Kammler, Lucas De Oliveira Grilo Lesonier, Alvim José Pereira, Valdir Tasca e Arilson Lima Da Silva.


PERCURSO MÉDIO: - Área mais técnica e com mais detalhes de curvas de nível, o mais importante é a leitura do mapa, usar TERRENO COMPLEXO para conseguir essa exigência com mudanças constantes de direção, variações de pernadas e técnicas, média entre pontos de 2 minutos e tempo de duração do vencedor: 30min (Mulher) e 35 (Homem). Obs: são as rotas que devem exigir do atleta boa técnica, como a leitura do mapa, porém o ponto de controle deve estar em local de fácil acesso. PERCURSO SPRINT: - Mapa com bastante cinza, áreas que possibilitem alta velocidade, que exija raciocínio rápido e boas escolhas de rotas; - Criar mecanismos para aumentar a exigência técnica e compe vidade; - Tem que ser atra vo ao público. 5) AVALIAÇÃO DE RISCOS - Ter em mente que a responsabilidade é conjunta (Árbitro e Organizador); - Aumento de pra cantes + vários preparos sicos = aumenta de riscos; - Plano de respostas aos acidentes que possam vir a acontecer (Ex: torsão, acidentes com abelhas e até mesmo acidentes fatais); - O Árbitro é responsável por cobrar o Plano de Gestão de Riscos e Segurança do organizador, as medidas prá cas para combater e evitar o acidente. (AMBULÂNCIA, SECRETERIA DE SEGURANÇA PÚBLICA, BOMBEIROS, HOSPITAL, ETC). 6) JURI TÉCNICO - O Árbitro é o gerente do Júri, coordena o Júri, mas não vota e nem influencia no julgamento dos membros do Júri. O papel do Árbitro é buscar uma solução em consenso. Algumas dicas: - O Árbitro tem que ouvir as partes envolvidas (atletas, organizador, etc); - Os membros do Júri Técnico devem ser independentes das organizações envolvidas e de diferentes en dades; - Os membros do Júri Técnico devem ser habilitados com o Curso de Árbitro, ter pleno conhecimento das regras, além de possuir experiência adquirida em eventos anteriores; - É conveniente escalar alguns membros de diferentes en dades como reservas do Júri Técnico, para subs tuir os tulares no caso de impedimento destes. 7) ARENA Escolha de lugar adequado para cada evento e pontos importantes a serem observados: - Poder mostrar o esporte para o público; - Estacionamento o mais próximo possível; - Acessibilidade - Mídia; - Área de reuniões - Premiação etc. 8) PARTIDA E CHEGADA - Próximas, sempre que possível, dar visibilidade aos expectadores, facilitar o trabalho dos organizadores, sempre que possível montar o funil de chegada em uma leve subida para diminuir a velocidade dos atletas do úl mo ponto até a chegada, para evitar atropelos e possíveis acidentes. DICAS INTERESSANTES PARA O ÁRBITRO: - Reúna o pessoal da Organização antes do evento (1 ou 2 dias antes) e faça um check-list de todas as funções, passando função por função, - (PLANEJAMENTO) A proposta de evento, deve conter um detalhamento completo de todas as informações, normas de u lização, informações da área, percursos, datas, transporte, cerimônias, orçamentos, quadro de visitas. Este planejamento é um acordo que deve ser firmado entre o Organizador e o Árbitro; Trabalhar em cooperação com a organização (mapeador/traçador de percursos) em todos os momentos;


CBO COMUNICADO CBO Está formada a equipe Brasileira de Orientação para a Copa dos Países La nos, a ocorrer no Chile, em conjunto com o Campeonato Sul-americano de Orientação. Os nossos representantes serão: na categoria Sênior (21E) – Leandro Pereira Pasturiza (COSAM) e Franciely de Siqueira Chiles (COSM); categoria Junior (20E) – Felipe Siqueira Pereira (COGA) e Taiane Santos Félix (COUFRJ); categoria Cadete (18E) – Arthur Coimbra de Souza Braga (COSM) e Thaís Boff Brauner (COMIPA). Acompanha a equipe como supervisor técnico o atleta Rogério Antônio Pereira do COGA (foto por Nina Waldow). A CBO agradece aos atletas pelo esforço empreendido para par cipar, parabeniza pelo mérito da escolha e deseja sucesso aos nossos representantes. Vamos torcer juntos!!! O SAOC ocorre de 28 a 30 de outubro, na região de Valparaíso e contará com 473 par cipantes, sendo 386 no ASAOC (Aberto) 51 no SAOC (Elite) e 36 no SAYOC (Júnior). Será uma festa brasileira no Chile, já que teremos 210 atletas representando nosso país. Boa sorte a todos os nossos atletas neste grande momento do esporte na América do Sul . Avante Brasil!!!


9 anos de tradição na Orientação da Paraíba

Venha fazer parte dessa família https://www.facebook.com/rumoserotas/


A T E L AT E U Q A T S DE

A I É N I ED NIAK RO Edinéia Roniak dos Santos, nascida em 04 de outubro de 1982, natural de Prudentópolis-PR, mora em Curitiba-PR, casada, mãe de dois filhos o Gustavo e a Helena, 3º Sargento do Exército Brasileiro (Atleta de alto rendimento), atleta elite de Orientação e corridas de Fundo (10km e 21Km).


15 Cresci no sí o da minha família em Prudentópolis, ainda jovem fui Curi ba estudei, trabalhei e cons tui uma família. No início de 2013, quando deixava meu trabalho de Gerente Financeira numa empresa de TI, para se dedicar mais aos meus filhos e marido, iniciei com a corrida de rua junto com meu marido pelo incen vo do irmão triatleta (Márcio Roniak). Na minha primeira corrida de rua 10Km fiquei entre as dez primeiras no geral, foi quando descobri que nha um potencial. Fiquei feliz com resultado e decidi con nuar a corrida rua. Na minha segunda corrida fiquei em 2º lugar geral, onde aconteceu uma confusão na premiação. Como ninguém me conhecia acharam que eu era uma retardatária, nesse momento conheci a Le cia Saltori (orien sta, fundista e hoje minha amiga) que também nha sido desclassificada por falha da organização da prova. Começamos a conversar depois deste dia devido ao ocorrido. Em uma conversa, a Le cia me explicou que era Atleta da Marinha pelo esporte de orientação e que eu nha perfil para ser também, conhecia a orientação porque meu irmão mais velho era atleta da Elite de alguns anos atrás, mas nunca imaginei que um dia também seria atleta.

Já minha segunda pista, com um pouco mais de treinamento, me inscrevi na Categoria D21E. Foi um desafio e tanto. Fui ques onada por várias pessoas, mas eu estava determinada e consegui completar minha pista. Neste momento não me preocupava com as colocações, mas sim em aprender. Deste momento em diante me dediquei indo em todas as compe ções e treinamentos q u e f o r a m s u r g i n d o . Tu d o f o i acontecendo muito rápido; naquele momento eu estava apaixonada pelo esporte.

Em agosto de 2013 eu fiz a minha primeira pista de orientação na categoria D21N, não foi fácil, pois nha recebido muito pouco treinamento, mas a experiência foi fantás ca, completei minha pista e gostei muito. Fui apresentada ao Coronel Jader, pessoa que sempre me deu muito apoio e acreditou em mim, ele me ensinou os primeiros passos de iniciação e foi passando o seu conhecimento na parte técnica e me encaminhou para o Clube de Orientação Gralha Azul (COGA), onde conheci muitas pessoas que me deram muito apoio e incen vo para conhecer um pouco mais do esporte Orientação.

E enquanto estava par cipando de algumas compe ções surgiu a oportunidade de entrar para as Forças Armadas para o Exército Brasileiro. Abriu edital para o programa de Atletas de Alto Rendimento


16 Claro não nha muita experiência e ainda não nha muita técnica; mas eu estava com muita vontade e estava recebendo muito o apoio da minha família principalmente do meu marido (Claudio) que também veio para a orientação para me fazer companhia e que sempre está do meu lado em todos os momentos; nesse momento acreditei que era possível, vi que as pessoas acreditavam mais em mim do que eu mesma.

O que mais gosto quando faço as pistas de Orientação, é que consigo resgatar muita coisa da minha infância e amo estar em contato com a natureza; estar compe ndo e estar sempre sendo desafiada por eu mesma; pois o maior adversário de uma compe ção é a nossa concentração, nossa escolha da rota, menor tempo possível para ir de um ponto ao outro e conseguir sempre dar o melhor. A orientação me trouxe uma nova forma de viver a vida com mais dedicação, vontade, Fiz todos os testes e fui classificada. Em Março de 2014 foi o início da minha novos desafios, superação, determinação e com isso tento passar tudo aos meus filhos e para as carreira Militar como Atleta de Alto Rendimento. pessoas que me acompanham e torcem por mim. Hoje viajo muito para algumas No ano de 2015 fui: compe ções e com isso sempre conheço novos Campeã Paranaense de Orientação. lugares e muitos novos amigos. Campeã Paranaense do OriSprint. Espero que eu possa contribuir como Campeã Metropolitana. atleta de Orientação muito pelo nosso esporte e 4º Lugar Campeonato Brasileiro. que eu possa representar muito bem meu País; 5º Lugar Campeonato Sul-americano independente do resultado sempre quero dar o 3º Lugar geral no Ranking Nacional meu melhor. Acredito que sempre é possível e que por maior que seja os desafios e as 2016 Com muito esforço conquistei uma das dificuldades e que no final tudo vai dar certo. Sou uma atleta realizada, por acordar e vagas para representar o Brasil no Mundial Militar. ver que Deus está me dando mais uma 4º Lugar Campeonato Brasileiro. oportunidade de viver e poder aproveitar cada segundo do dia.


Fotos gen lmente cedidos por EdinĂŠia Rinoak


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III Etapa do Campeonato Brasileiro de Orientação Itamar Torrezan Orientista em Rota

Texto e fotos: Blog do Orien sta em Rota

Olá, es mados orien stas! Começou, no dia 23/09, a terceira etapa do CamBOr 2016. O evento foi sediado na cidade satélite de Brazlândia, a 40km de Brasília. Foi realizada a abertura do evento e o Revezamento por trios. O cronograma da organização ocorreu a contento, sendo os horários da cerimônia, largada e premiação rigorosamente obedecidos. A área escolhida foi o Parque Ecológico Veredinhas, e agradou aos par cipantes.

Largada do úl mo revezamento do CamBOR.

Os dias 24 e 25 de setembro foram des nados aos percursos longo e médio do CamBOr 2016. Este percurso médio foi creditado como WRE (World Ranking Event) da IOF. Portanto, seguiu os moldes internacionais.

A área escolhida apresentou um misto de cerrado (especialmente mata de galeria), áreas de pasto e de reflorestamento de eucaliptos. Também a boa al metria contribuiu para tornar mais desafiante ambos percursos. Quanto ao clima, felizmente a mãe-natureza colaborou aumentando a umidade rela va do ar. De parabéns também foi a estrutura montada para receber os par cipantes e seus acompanhantes. Destaques para uma enorme tenda com cadeiras para dar conforto e proteção ao sol e intempéries, tenda para emergências de ordem médica, guarda-volumes, tenda com massagem para os atletas, secretaria e outras. Também foi criada uma rede wi-fi na qual ficou disponível para usuários de smartphones e computadores o sistema da CBO para acesso aos resultados da compe ção. Testamos o sistema e funcionou perfeitamente.


19 Outro detalhe importante foi a presença de equipe específica para realização do controle de dopagem. No sábado foram providenciadas três linhas de par da, sendo a das categorias consideradas mais di ceis alocada em local mais afastado da arena. A par da das categorias de compe dores de maior idade ou de iniciação ficou bem próxima da arena. E os atletas da Elite, que receberam números específicos fornecidos pela organização, ficaram sob regime de quarentena, também com largada em local diferenciado. Já no domingo, somente os atletas da Elite veram par da em local diverso. Os demais foram alocados na estrutura de par da próxima à arena. Notem que o local ofertou cobertura e área para aquecimento.

Por ser a terceira e úl ma compe ção do ano, houve premiação geral e da etapa. Conforme planejado, a premiação da etapa iniciou conforme iam finalizando as categorias respec vas. Assim, meados de 14h já havia encerrado a premiação da etapa. Depois foi a hora de iniciar a premiação geral do CamBOr 2016. Essa também foi realizada em tempo hábil, de tal forma que meados de 16h foi encerrada a cerimônia de premiação e os trabalhos rela vos ao CamBOr 2016. O cumprimento dos horários era um anseio an go dos compe dores e seus acompanhantes. Vale ressaltar que os troféus e medalhas oferecidos estão num padrão digno de elogios.

Pódio Elite Masculino Estrutura montada para largada do percurso médio

Pódio Elite Feminino Estrutura montada para largada do percurso médio Todos os compe dores receberam medalha de par cipação e mapas novos. Também foram agraciados com a narração bem humorada do Comandante Barros, que cedeu sua voz durante os três dias do evento.

A impressão geral é de que o evento agradou a todos, demonstrando que o empenho da Organização e da própria CBO a ngiram seus obje vos. E você, orien sta, qual sua impressão sobre esta terceira e úl ma etapa do CamBOr 2016? Não deixe de registrar sua opinião em nosso blog. Ela é muito importante para toda a comunidade.

Boas rotas \o/ orien staemrota www.orien staemrota.com.br


CAMBOR EM FOCO

Fotos: André Pivoto / Antônio Carlos / Odete Rech


GALERIA PRISMAGAZINE

Por Antonio Alves de Oliveira Neto


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CAMPEONATO PAULISTA DE ORIENTAÇÃO 6ª ETAPA - ETAPA FINAL Texto: Amilcar Del Nero Jr.

O COPIRA – Clube de Orientação de Pirassununga teve a honra de realizar a sexta e úl ma etapa do Campeonato Paulista de Orientação de 2016, no dia 16/10/2016. O local escolhido, pode-se dizer sem medo de errar, é considerado um dos mais belos da região, a cidade de Analândia-SP. O cenário foi a Fazenda São Francisco, uma área com boas variações de relevo, caracterizado pela riqueza de detalhes tão importantes para a Corrida de Orientação, e pela diversidade, entre mata na va, áreas cul vadas, e áreas de pasto. A equipe COPIRA, responsável pela atualização do mapa e pelo traçado dos percursos foi composta por Carvalho, Jean, e Wilson, sendo realizado durante os meses de julho a setembro. E no início de outubro, contamos com a importante colaboração do Juiz da Prova, Hackman, presidente do COCAMP, par cipando nos ajustes finais do mapa e dos percursos. No trabalho de campo, como sempre ocorre, encontramos um Sol escaldante, e às vezes uma chuva incessante. Mas temos certeza de que tudo valeu a pena. Não só pela realização pessoal, pela honra de realizar uma das etapas do CAMPOR, como também pelas belas paisagens apreciadas em cada uma das manhãs e tardes que es vemos na Fazenda São Francisco. No sábado, véspera do evento, divididos em três duplas, colocamos todos os pontos, já previamente marcados na semana anterior. Em parte, este trabalho já nos dava a sensação de um dever cumprido. Na verdade, a palavra dever é insuficiente para traduzir toda a nossa vontade e toda a nossa alegria por realizar o evento. Enquanto isto, ainda no sábado, o Presidente do Clube, Amílcar, como de costume, ul mava outras providências, como transporte de materiais, compras de frutas, contato com pessoal para ajudar na largada e na par da da prova, enfim, cuidava de toda a parte logís ca do evento. O domingo tão esperado do dia do evento chegou. E amanheceu ainda meio escuro, anunciando o horário de verão, mais um fator a contribuir para que toda a equipe madrugasse. E de um jeito ou de outro, ainda na penumbra do novo horário, todos estavam de pé às seis horas da manhã. Nem mesmo um café da manhã tomado às pressas rou o ânimo da equipe. Muito pelo contrário, nunca um lanche trouxe tanta disposição e vontade a todo o grupo, que cedo já se dirigia ao local para os úl mos detalhes da prova. E assim, enquanto a largada e a par da eram montadas, os mesmos três grupos do dia anterior par ram para uma conferência final dos pontos e para acordar as bases. Neste processo, recebemos também a colaboração do atleta de elite Sílvio, do Rio de Janeiro, que, às sete horas da manhã, fez a abertura e conferência do percurso da elite masculina, H21E. A paisagem, de uma beleza incansável, o Sol estampado no céu, como um cartão de boas-vindas, a expressão de alegria dos atletas, e a dedicação dos membros do COPIRA e de todos os envolvidos na realização do evento, tudo isto trazia boas perspec vas para a prova. E veio a tão esperada hora do início do evento. As nove horas da manhã (horário de verão) a prova teve início com a cerimônia de abertura, composta pela fala do Presidente da FOSP, o Sr. Joaquim de Jesus Picardo, do Presidente do COPIRA, o Sr. Amílcar, de avisos sobre a parte técnica da prova, e pelo canto do Hino Nacional. Logo em seguida, pontualmente às nove horas e trinta minutos foram iniciadas as primeiras largadas. E com o decorrer do evento, à medida que os atletas completavam as suas provas, as nossas perspec vas se concre zaram. Não houve problemas com os percursos com os pontos, e o melhor de tudo, os atletas, as verdadeiras estrelas do evento, elogiaram as pistas, e já chegavam com a perspec va de um novo evento no ano seguinte. Após o final da Etapa, às catorze horas, aconteceu a cerimônia de premiação do CAMPOR 2016 foi realizada no salão de festas da Pousada Cavalinno em Analândia, sendo distribuídos os troféus para os três primeiros colocados das várias categorias do campeonato. O Clube de Orientação de Pirassununga se sente honrado por ter organizado e realizado a úl ma etapa do CAMPOR 2016. E agradece a todos os colaboradores, e principalmente aos atletas que pres giaram o evento.


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5º ETAPA DO XII

CAMPEONATO CEARENSE DE ORIENTAÇÃO. No dia 16 de outubro, realizou-se a 5ª Etapa do XII Campeonato Cearense de Orientação – CCO, encerrando o certame deste ano. O evento foi organizado por meio de uma parceria entre o Clube Azimute de Orientação e Aventura e o Clube de Orientação Desporto e Lazer, reeditando uma experiência de sucesso do ano anterior, contando-se ainda com valiosas contribuições pontuais de atletas de outros clubes (Clube de Orientação de Fortaleza, Clube de Orientação Coqueiro e Grupo de Orientação Lagoa do Jirau).

Texto: Paulo José Figueiredo

Texto: Mauricio Rodrigues – Diretor da Prova

Fotos: Weslley Araújo


Após cinco anos, uma prova de orientação voltou a ocorrer na mís ca e decantada “Fazenda Soledade”, localizada no Município de Caucaia(CE), limítrofe a Fortaleza(CE), considerada por muitos orien stas como uma das mais desafiadoras e melhores áreas do estado do Ceará para a prá ca da orientação. Afinal, dizem à boca miúda, pelos bas dores da orientação, que “quem nunca perdeu o rumo na Fazenda Soledade é porque nunca correu lá”... Será? Obviamente, as caracterís cas que tornam a Soledade tão especial para os atletas – vegetação predominante de caa nga, espinhosa, com árvores esparsas; terreno pontuado por depressões, buracos, barrancos, mon culos e formigueiros, cortado por trilhas dis ntas e indis ntas, muitas destas formadas pela circulação de animais; e um clima que nesta época do ano beira o inóspito – representaram, como sempre, um enorme desafio para o mapeador e o traçador de percursos. Como exigir o melhor dos atletas, minimizando o sofrimento? Por outro lado, o fato de se tratar de uma atualização de mapa, aliado à proximidade da fazenda em relação a Fortaleza, permi ram que os trabalhos de mapeamento fossem realizados de forma concentrada, com várias visitas semanais, num período aproximado de dois meses. A área de concentração foi localizada no agradável restaurante Galinha Caipira, especializado em comidas e produtos picos cearenses, que ofereceu uma infraestrutura confortável e funcional aos atletas e seus familiares e convidados (mesas, cadeiras, energia, água, sanitários etc.). Em uma parte das instalações desse restaurante, alunos do Curso de Gestão Despor va e de Lazer, do Ins tuto Federal do Ceará (IFCE), criaram uma área especial para o entretenimento das crianças, proporcionando muita diversão aos pequenos e tranquilidade para os pais. Os percursos foram traçados de forma que a par da e a chegada dos atletas ocorressem próximas à área de convivência.

A conclusão do mapeamento, a e quetagem e os testes de percursos ocorreram durante a semana anterior à prova. Foram u lizados mapas nas escalas 1:5.000 e 1:10.000. As montagens das estruturas de par da e chegada, bem como dos 18 percursos (com distâncias variando entre 2 e 5,1 km), incluindo-se a colocação de quatro pontos de hidratação, foram realizadas quase totalmente na tarde/noite do sábado. A ideia geral da equipe era deixar somente o indispensável para providenciar nas primeiras horas do domingo, de sorte a se cumprir à risca a programação divulgada nos bole ns. E assim ocorreu. Na manhã do domingo, após o briefing e a cerimônia de hasteamento das bandeiras, sob o prenúncio de um sol pico dos outubros cearenses, par ram, precisamente às 8h03min, os primeiros dos 147 atletas, pertencentes a oito clubes, que par ciparam da prova. Na chegada, os atletas, além de poderem desfrutar da estrutura e dos serviços oferecidos pelo restaurante, foram agraciados com água, frutas e picolés proporcionados pela organização da prova. A par r da chegada dos primeiros atletas, os resultados parciais da prova foram projetados em uma tela instalada na área de concentração, permi ndo o acompanhamento, em tempo real, das classificações dos atletas. De uma maneira geral, a prova transcorreu dentro da normalidade. No entanto, por conta das próprias caracterís cas do terreno e do clima, o tempo médio alcançado pelos atletas situou-se um pouco acima do projetado pela organização. A tulo de exemplo, registre-se que o campeão da categoria H21E – Paulo Fabrício Sobreira Monteiro (CBO 14061), do Clube de Orientação Fortaleza (COFORT), realizou seu percurso em 1:32:16. Não obstante esse detalhe, a prova se encerrou dentro d o l i m i te re g u l a m e nta r. O p ro c e s s o d e desmontagem dos percursos e das estruturas da área de concentração foi concluído as 15h30.


28 Em mais uma demonstração de que o orien sta gosta de ser desafiado, desde que lhe sejam dadas as necessárias condições para aplicar os seus conhecimentos e talentos, os retornos recebidos da grande maioria dos atletas, das mais diversas categorias, foram majoritariamente posi vos. Exemplificamos esse sen mento com o depoimento do atleta Antônio Carlos Pontes Barreto – H65B (CBO 14.752), do Clube de Orientação Coqueiro: “Amigos do Azimute e CODL. Obrigado pela excelente prova que vocês nos proporcionaram. O local da concentração foi ó mo. Acolhedor, confortável e com toda a infraestrutura. O cumprimento dos horários, que foi fundamental, devido ao po de terreno (caa nga) onde o calor chega cedo. A montagem dos percursos: alguns pontos técnicos, para separar quem sabe de quem não sabe e a distância do percurso não muito longa. A recepção ao término da prova com apoio total: água, frutas, dindim. As fotos do evento anterior, disponíveis para os par cipantes. Enfim, tudo estava perfeito. Parabéns a todos. A família orien sta agradece pelo empenho, dedicação e sacri cio de vocês organizadores. Obrigado!” Os elogios, juntamente com algumas inevitáveis, e bem-vindas, crí cas constru vas, são o que, por um lado, deram à organização a impagável sensação de dever cumprido e, por outro, o es mulo e a energia necessários para buscar fazer melhor na próxima oportunidade.


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Texto: Américo Sam - Diretor da Prova Sob a luz de uma lua deslumbrante e convida va, aconteceu no dia de 15 de outubro de 2016, no povoado de Socorro, distrito de Tiquaruçu em Feira de Santana-BA, distante 145 km de Salvador, a tão esperada etapa noturna de orientação.

Todos os par cipantes foram agraciados

Denominada de ETAPA LUA CHEIA DE ORIENTAÇÃO, o evento foi

com medalhas e o campeão/ campeã de cada

organizado pelo Clube Baiano de Montanhismo e Kaaporas Clube de

categoria com troféu, sendo eles/elas: Dama máster

Aventuras e com a chancela da Federação Baiana de Orientação. Foram

A: Márcia Libânea L. D. de Oliveira, Caa nga

ofertadas as seguintes categorias: Dupla Juvenil, Dupla Dama/Dama, Dupla

Trekkers; Dupla Juvenil: José Vitor Lopes e

Homem/Dama, Dupla Homem/Homem, Dama adulta A, Dama adulta B,

Guilherme Teles, Caa nga Trekkers; Dupla

Dama máster A, Dama máster B, Homem adulto A, Homem adulto B,

Dama/Dama: Ariadny Onofre e Naiara, Caa nga

Homem máster A, Homem máster B para um total de 80 atletas.

Trekkers; Dupla Homem/Dama: Evisson São Leão e

O mapa, em uma escala de 7.500, permi u grandes desafios para os par cipantes com uma área pica da caa nga baiana. Com grande expecta va os atletas, no primeiro minuto, iden ficavam o mapa da sua categoria, e depois nham que traçar o seu percurso ao dar a par da. Se o esporte orientação demanda raciocínio rápido para tomadas de decisões, imagina diante de um cenário desses? A atenção teve que ser redobrada para não esquecer nenhum ponto de controle.

Rosenete Lopes, Caa nga Trekkers; Dupla Homem/Homem: Sandro Pedreira e Gilvan Cordeiro, CBM/Coiote; Homem adulto A: Lucas Novais, Caa nga Trekkers; Heron Ferreira dos Santos, Caa nga Trekkers; Homem máster A: Luiz Agnaldo Carneiro, Carcará; Homem máster B: Antonio Alves de Oliveira Neto, Carcará.


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4ª ETAPA CAMPEONATO GOIANO DE ORIENTAÇÃO ETAPA FINAL

Texto: Alvim José Pereira, Presidente FGO A Federação de Orientação de Goiás (FOG) organizou a 4ª e úl ma etapa do Campeoanto Goiano dia 15 e 16 Out 16, na cidade de Rio Quente,GO, com os seguintes eventos: Percurso Treino – 15 Out 16 Percurso Noturno – 15 Out 16 Percurso Oficial – 16 Out 16

Par ciparam da etapa os Clubes de Goiás (COCER – CLUBE DE ORIENTAÇÃO CERRADO, COSEC - Clube de Orientação Serra dos Cristais, COER – CLUBE DE ORIENTAÇÃO ENTRE RIOS, COVAP – Clube de Orientação Vale do Paranaíba e o COABOM – Clube de Orientação Amigo dos Bombeiros. Além dos Clubes Goianos vemos a par cipação de atletas da FODF e FMO, está úl ma com o COTRIM – Clube de Orientação do Triângulo Mineiro.

O resultado final por Clubes no ano de 2016 foi o seguinte: 1º lugar: COABOM 2º lugar: COER 3º lugar: COSEC 4º lugar: COCER 5º lugar: COVAP


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CAMPEONATO DE ORIENTAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

7ª ETAPA - BARRA DO PIRAÍ, RJ

Fotos gen lmente cedidos pela FORJ

Texto: : Arilson de Oliveira Silva, Diretor da FORJ

No dia 09 de julho de 2016, o Clube de Orientação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COUFRJ), juntamente com a Federação de Orientação do Rio de janeiro (FORJ), organizou a VII Etapa do XXIII Campeonato de Orientação do Estado do Rio de Janeiro (COERJ), na Fazenda São João da Prosperidade, em Barra do Piraí, RJ. Es veram presentes em torno de 200 atletas da modalidade espor va Orientação, acompanhados de seus familiares e amigos, que muito abrilhantaram o evento, onde reinou o espírito espor vo saudável. A história da Fazenda São João da Prosperidade inicia-se no século XIX, a par r de 1820/1830, quando o café começa a ser cul vado na região. A casa da fazenda possui paredes externas muito largas de pedra e internas de pau a pique, enorme pé de direito, telhados bastante inclinados com telhas feitas à mão, assoalhos de tábuas largas e é muito simples, sem os requintes de outras fazendas construídas mais nos meados do século. Durante o evento, os presentes puderam realizar uma visita guiada ao Casarão da Fazenda e conhecer sua história, conduzidos ao tempo dos Barões do Café. A Fazenda São João da Prosperidade pertence hoje a Magid Breves Muniz, e possui 40 alqueires mineiros, tendo como principais a vidades: a pecuária, o Reflorestamento de Eucalipto, o Turismo e a Fábrica de Linguiça. A área externa da fazenda, local onde foi realizada a prova, há predominância de vegetação de reflorestamento, mata na va, vegetação rasteira e algumas construções, apresentando-se um terreno bastante movimentado. Tais caracterís cas exigiram dos atletas um elevado nível técnico, além de um excelente preparo sico, adequado a cada categoria.

Na ocasião, houve representação dos diversos clubes do Rio de Janeiro, entre os quais: CORJ - Clube de Orientação Audazes do Rio de Janeiro; COMPass – Clube de Orientação; ADAAN – Associação Despor va Almirante Adalberto Nunes; COCAPRI – Clube de Orientação Caça Prisma; COEN – Clube de Orientação da Escola Naval; Elite CO – Elite Clube de Orientação; COCMRJ – Clube de Orientação do Colégio Militar do Rio de Janeiro; ASSOJAPE – Associação de Orientação Japeri RJ; KAAPORA OC – Kaapora Orientação Clube; CO CALÇÃO PRETO – Associação de Orientação Calção Preto; COAN – Clube de Orientação Agulhas Negras; além é claro dos atletas do COUFRJ, organizadores da prova. Também tomaram parte da prova os atletas dos clubes COSELE – Clube de Orientação da Serra do Lenheiro, Santa Cruz de Minas, MG; COCAMP – Clube de Orientação Campinas, SP; e CORDF – Clube de Orientação do Rocha, DF. Os primeiros colocados na categoria Homens Elite foram Fábio Kuczkoski (ADAAN), Diorge Nascimento Puga (ADAAN) e Ronaldo André Castelo dos Santos (Elite CO); e na categoria Damas Elite, Denise Lucas Paiva Campos (ADAAN). A VII Etapa do XXIII COERJ demonstrou mais uma vez que a união dos clubes e de seus atletas proporciona a realização de um evento repleto de fraternidade e espírito espor vo.


Texto: Pedro Homem - Diretor de Prova


A T E L T A E U Q A T S DE N I R MI

A L I M A C IDEL SE Camila Seidel Lirio, atleta de Orientação 6466, é natural de Santiago RS, nascida em 05 de fevereiro de 2006 é filha de Diovane Camilo Dalenogare Lirio professor de Educação Física e Rubia Nascimento Seidel Lírio professora de matemática, praticantes de Orientação Texto e Fotos por Diovane Camilo Lirio


Camila é uma menina que desde pequenina gostava muito de passeios, caminhadas em parques junto à natureza. Para atender os anseios da filha, a mãe a levava passear nos bosques e praças da Universidade de Caxias do Sul (UCS) quando a família morava em Caxias do Sul no período em que o pai trabalhava e cursava Educação Física. Em 2006 ainda bebe em Caxias do Sul, acompanhava a família e equipe do Clube de Orientação de San ago (COS), pelo RS em eventos do Campeonato Gaúcho de Orientação, nesse período era a vovó Neusa (também atleta de Orientação D50N) que ficava cuidando da neném para que os pais par cipassem dos percursos em suas categorias. Nesse mesmo ano foi seu primeiro acampamento, lembramos como se fosse hoje. Nunca vemos problemas com ela em dormir em barraca, escuro, matas tudo parecia um ambiente natural para ela. No ano de 2008 , para ser mais exato 30 de março, na 1ª Etapa do Campeonato Gaúcho de Orientação em Santa Maria, com dois anos e um mês juntamente com pai e mãe a menina par u para sua primeira pista acompanhada na categoria DN1. Ela era ansiosa para fazer sua primeira pista e foi um momento inesquecível para nós quando fomos acompanhala, registramos tudo, um ponto o pai ensinava e outro a mamãe.

Camila com anos par cipando de provas de orientação acompanhada Já filiada à confederação brasileira de Orientação em 2008, à menina acompanhada dos pais par cipou da 2ª Etapa do Campeonato Brasileiro de Orientação no estado do Paraná. Lembro como se fosse hoje quando levava ela no colo em alguns momentos do percurso, rávamos fotos, olhávamos os passarinhos e tudo era uma diversão. Em 2010 já com quatro anos, vemos a oportunidade de par cipar da 3ª Etapa do Campeonato Brasileiro de Orientação em Canela- RS. Dessa vez o vovô Eloir Seidel, companheiro foi junto para cuidar da pequenina, enquanto os pais faziam os percursos. Nessa idade ainda a menininha loirinha, o mapa, a bussola, o emite, pareciam enormes, pois ela era muito pequenina, pedia colo para o pai enquanto caminhavam e corriam em busca dos pontos. Devido à distância e compromissos familiares, por dois anos e meio (2011, 2012 e 1º semestre de 2013) vemos que ficar ausentes de eventos de orientação, foi aí que Camila começou a par cipar e se destacar nas provas de corridas de rua, onde teve várias conquistas.

Aos 8 anos em uma das primeiras provas sozinha Com o incen vo do Sr José Otávio Franco Dorneles, no inicio de 2014 foi confeccionado pelo (mapeador José Claudio Teixeira) o primeiro mapa de ORIENTAÇÃO em Salto do Jacuí. A menina (com 8 anos e 3 meses) completou sozinha um percurso treino no balneário municipal de Salto do Jacuí, em 03 de maio de 2014 e ali dava o passo importante para a sua autonomia no esporte. O 1º desafio oficial, sozinha, e que foi combinado chegou, e local escolhido foi sua terra natal ( San ago) e junto ao clube onde começou no esporte, o COS. O percurso foi na categoria Damas até 10 anos novatas (D10N). O evento foi o XXII Campeonato Gaúcho de Orientação- IV Etapa. O percurso nha 2,8km com 13 pontos ocorreu na Vila Branca. Para nossa felicidade e alegria, a menina conquistou sua vitória e da família por completar o seu primeiro percurso junto a natureza com 1h e 23min. O ano de 2015 iniciou, e achamos melhor voltarmos aos percursos na categoria acompanhada, pois era necessário melhorar técnicas e segurança para disfrutar das emoções mais fortes que estavam por vir no esporte Orientação. Seu pai juntamente com Michel Ber Goi (atual presidente da ADCH) e com o apoio da FGO e CBO filiaram a Associação Despor va e Cultural Hip Hop de Salto do Jacuí e assim começaram a representar a cidade de Salto do Jacuí e a ADCH nos eventos em que a família par cipava Em 2016 agora no 3º ano de percursos individuais alçou voos maiores e par cipou do campeonato brasileiro 1ª Etapa em Rio Negrinho Santa Catarina onde conquistou a primeira colocação nos dois percursos, consagrando-se campeã na categoria D10N.


42 Camila o que dizer, é uma menina muito inteligente, ra notas muito boas na escola, adora cantar, principalmente a música da Orientação, é muito falante, em casa da um pouco de trabalho, porém, em lugar aberto com pessoas ao seu redor se transforma, sendo muito independente e adora conversar com todos. Acreditamos que todos, ou pelo menos quase todos a conhecem, pois ela chega nos campeonatos e começa a conversar e se enturmar. Como família acreditamos muito no potencial de nossa filha, o pai principalmente no esporte Orientação já projeta o caminho espor vo até a categoria Elite. Acreditamos que ela será exemplo para as sua irmãs Eloisa (2 anos) e Helena (1 ano) e também para meninas de sua idade.

Camila na 1ª Etapa do CamBOr 2016 Nesse corrente ano incen vamos a par cipação em eventos de Orientação e encontra-se liderando os campeonatos: - Campeonato Gaúcho de Orientação na categoria D10N (campeã antecipada faltando a final). Na IV Etapa do Campeonato Gaúcho de Orientação em Santa Maria que foi realizado dia 09 de outubro, ela nos surpreendeu novamente, fez sua pista em primeiro lugar, fazendo o tempo mais baixo que várias outras atletas que nham o mesmo percurso, inclusive meninas maiores que ela. Percebemos que ela está se entusiasmando em baixar o seu tempo tentando errar cada vez menos e superar os desafios antes que as outras meninas. - Municipal de San ago na categoria Damas Infan l; faltando duas etapas para a final também lidera: em 15 de outubro editando esse breve histórico, nossa filha linda nos surpreende novamente, pois com chuva no percurso do campeonato municipal ela completou seu percurso (desafios) junto à natureza e inventou uma nova modalidade de ORIENTAÇÃO (brincadeirinha), quebra cabeça de Orientação. Mesmo com seu mapa em pedaços devido a chuva que caia, ela contou que parava colocava os pedaços no chão próximo dos pontos e ia navegando. Ela disse que não podia desis r. Percebemos o quanto a Camila evolui e desenvolveu a habilidade de um atleta de Orientação, navegar, superar os desafios e adversidades do terreno, clima e também dessa vez o mapa em pedacinhos. É algo incrível e estamos felizes em perceber a evolução e determinação que ela apresentou para resolver sozinha essa situação problema que se deparou. - Municipal de Santa Maria na categoria D10N (já campeã antecipada); faltando a etapa final; - Municipal de Santa Cruz do Sul na categoria D12B e faltando uma etapa busca o tulo do campeonato;

Camila, pais e irmãs comemorando mais uma conquista A família proporcionará a par cipação da menina no Campeonato Sul Americano de Orientação aonde irá se despedir da categoria novata par cipando na categoria W12N. Será um presente e histórico espor vo a ela e para a família.

Camila e seu pai, embarcando para o Sul-Americano


Fotos gen lmente cedidos por Diovane Camilo Lirio


Pedro Sahel - CODL


Ana Luiza Melo - COFORT


Rodrigo Lima - Trilha Norte CO


Sara Rodrigues - CODL


Foto: Rubia Seidel

Foto: FOG

Foto: Odete Rech

Foto: Vladimir Avila

Foto: UFRJ

Foto: Odete Rech

Foto: André Pivoto

Foto: Wesley Sertão

Foto: André Pivoto

Foto: Rubia Seidel

Foto: Odete Rech

Foto: FOG

Foto: FOG

Foto: Rubia Seidel

Foto: André Pivoto

SEM PALAVRAS ... Foto: Odete Rech

Foto: FOG


Foto: Juraci Jost

Foto: André Pivoto

Foto: Odete Rech

Foto: Odete Rech

Foto: Odete Rech

Foto: André Pivoto

Foto: Wesley Sertão

Foto: Rubia Seidel Foto: Juraci Jost

Foto: Rubia Seidel

Foto: Odete Rech

Foto: André Pivoto

Foto: Wesley Sertão

Foto: Wesley Sertão

Foto: Rubia Seidel

Foto: André Pivoto


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AGENENDTOAS

DE EV

dias 17 a 23

Local: Rio de Janeiro - RJ

Local: Rio de Janeiro-RJ

dias 19 e 20

Novembro

dia 27

Local: Tanquinho - BA

5ª Etapa do CAMPEONATO PARAIBANO DE ORIENTAÇÃO

dias 26 a 27

Novembro

6ª Etapa do CIRCUITO OESTEPARANAENSE DE ORIENTAÇÃO

dia 27

Local: Cascavel - PR

CODF

3ª Etapa do CAMPEONATO DE ORIENTAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL

dia 27 CCO

Local: São Francisco de Paula - RS

Local: Bom Despacho - MG

COPA

5ª Etapa do CAMPEONATO GAÚCHO DE ORIENTAÇÃO

CODIV

dia 27

Local: Brasilia - DF

Novembro

4ª Etapa DO CAMPEONATO MINEIRO DE ORIENTAÇÃO

Local: Remigio - PB

Novembro

dia 20

4ª Etapa do CAMPEONATO BAIANO DE ORIENTAÇÃO

FOP

Novembro

7ª Etapa DO CAMPEONATO PARANAENSE DE ORIENTAÇÃO / ORISPRINT

Novembro

dia 27

8ª Etapa do CAMPEONATO DE ORIENTAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Local: Rio de Janeiro - RJ

Informações retiradas do portal oficial da CBO: www.cbo.org.br

COCMRJ

Local: Rio Pardo - RS

dias 19 e 20

Local: Rio Quente-GO

COSC

3ª Etapa do CAMPEONATO MUNCIPAL DE ORIENTAÇÃO DE SANTA CRUZ DO SUL

Novembro

COGA

49ª EDIÇÃO DO CAMPEONATO MUNDIAL MILITAR DE ORIENTAÇÃO

dias 11 a 15

5 DIAS DE ORIENTAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

MARINHA

Novembro

Novembro

FORJ

Local: Fortaleza-CE

Novembro

2016

KAAPORA

4ª Etapa DO CIRCUITO FASES DA LUA - LUA NOVA

Novembro

NOVEMBRO

dia 05 FECORE

Novembro

51


Revista PrisMagazine Nº 014 Ano II - Outubro 2016  

Chegou o melhor dia do mês, o dia do lançamento mensal da revista PrisMagazine, saindo do forno para vocês a edição Outubro de 2016 está no...

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