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COLUNA Prefeitura de Belo Horizonte lança logomarca turística para a capital mineira

COMPORTAMENTO Estudo mostra que muitos leitores ainda preferem a mídia impressa a que a digital

ANUÁRIO PQN Único catálogo mineiro que reúne empresas de comunicação chega agora à sua 8ª edição

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DEZEMBRO 2017

ANO XIII

Nº 46

R$ 12,00

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A Partners Comunicação tornou-se uma referência na prestação de serviços de comunicação integrada para órgãos públicos e empresas privadas, além de estar presente em vários estados brasileiros. Dino Sávio, diretor da Partners

Todo crescimento implica em risco!


ã o s o b re o “ M in h a v is de ro fi s s io n a l papel do p n ã o e s ta m a rk e ti n g de a te r m e ta s b a a d a it li m a m mesmo vendas. Ne osso m a rc a s . N r e c le a rt fo e o d e ir a lé m tr a b a lh o p v id a d a s im p a c ta r a o r is s o e le pessoas. P ca e it o c o m é ti d e v e s e r fe ra il id a d e. É p re s p o n s a b u i.” u e s to u a q is s o q u e e

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“Para o alto e avante!” Sempre... Sobreviver a mais de duas décadas no mercado da comunicação corporativa já é um feito e tanto! Mas sobreviver ao mercado da comunicação corporativa em Minas Gerais e ultrapassar as montanhas é algo ainda mais que espetacular! E assim, a Partners Comunicação Integrada vem escrevendo sua história no livro da competitiva comunicação corporativa. Ao longo de quase 24 anos de atuação, a agência superou seus medos, crises e conquistou novos cliente, ou melhor, conquistou o Brasil. Um posto muito importante que poucas empresas mineiras conseguiram alcançar. Mas nem tudo foi milimetricamente pensado para que tudo desse certo. As coisas foram acontecendo, como Dino Sávio mesmo disse em entrevista. Eu, que vi a empresa crescer, posso contar. Vi dois, três, nove, 22, 50 funcionários fazendo parte da equipe. Hoje eles já são 220 ou até 221 na hora que você acabar de ler este editorial. Me sinto feliz em ter feito parte dessa história nestes 23 anos. Assim como partilhei da vida de outras grandes agências mineiras como Prefácio, Interface, Link, Press, Pessoa, Studium Eficaz, Rede, Pubblicità, Zoom, Agenda, Benedita, ETC. . Além de muitas outras que me enchem de orgulho. Só tenho a agradecer a todas vocês por acreditarem na comunicação corporativa de Minas Gerais e gerar emprego, renda e criatividade! Criatividade para levar esse mercado tão atípico avante. Todos os anos, a edição do Anuário PQN é mais mineira do que as outras. Uai, não poderia ser diferente. Os repórteres, pauteiros e editores ficam à espera de novidades. Ainda mais agora que o catálogo é digital e tem atingido um público enorme - cerca de 700 mil profissionais em todo o País. Nosso catálogo faz o maior sucesso fora de Minas. Tanto que já tem gente querendo que façamos o Anuário PQN do Rio de Janeiro e de Porto Alegre. O que vocês acham da ideia? Pode até ser, mas temos que pensar em tudo! Quem sabe?! E olha que todos os anos o Anuário PQN ganha novidades. Dessa vez foi a inclusão dos influenciadores digitais, profissionais que estão ‘roubando a cena’, ou melhor, mudando a forma de divulgar produtos e serviços. Muitos são sérios, outros nem tanto. Mas uma coisa eu te garanto - os sérios estão aqui. Ano que vem, quem sabe, outros passarão a fazer parte do Anuário PQN. Tudo pode acontecer. E influenciadores de outras cidades que quiserem fazer parte da próxima edição, basta entrar em contato com a gente. Outra boa notícia foi o estudo promovido pela TWO Sides que mostrou a confiabilidade que os meios impressos têm para os leitores brasileiros. Na pesquisa foi constatado que 54% dos leitores daqui preferem os meios impressos, sejam eles jornais, revistas e até mesmo faturas de serviços públicos e de cartões de crédito. Ufa... Falo isso porque todos os dias encontro com um pessimista que insiste em dizer que o impresso vai acabar.

EXPEDIENTE EDITOR-CHEFE: Robhson Abreu REVISÃO: Conrado Santos Nelo PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO: Pubblicitá Comunicação DIREÇÃO DE ARTE: Dokttor Bhu COLABORADORES Gracielle Pessoa - Marcos Guglielmi

SUCURSAIS LESTE DE MINAS: William Saliba TRIÂNGULO MINEIRO: Mirna Tonus VALE DO RIO DOCE: José Vicente de Souza AMAZÔNICA: Ana Clarissa BAHIA: Marcelo Chamusca RIO DE JANEIRO: Janaína Salles SÃO PAULO: Daniel Zimmermann SUL: Douglas Luz BRASÍLIA: Thiago Soares

“Todos os textos publicados na revista PQN tiveram seus direitos autorais doados pelos seus autores, não tendo esta publicação qualquer ônus por parte de cada autor/colaborador”.

PUBLICIDADE (31) 98428-3682 CLARO (31) 2127-4651 Netfone publicidade@pqn.com.br comercial@pqn.com.br ASSINATURA assinar@pqn.com.br (31) 98428-3682 CLARO (31) 2127-4651 Netfone Pessoa física: R$ 90,00 para 4 edições Pessoa jurídica: R$ 150,00 para 4 edições CARTAS À REDAÇÃO E SUGESTÕES DE PAUTA: cartas@pqn.com.br ACESSE:

www.pqn.com.br www.twitter.com/revistapqn www.facebook.com/revistapqn www.issuu.com/revistapqn www.anuariopqn.com.br

De fato eu nunca acreditei nessa visão apocalíptica. Eu creio mais que no futuro, os impressos serão mais segmentados, assim como já é a nossa PQN. Podemos agregar plataformas, mas, acabar, jamais! Pelo menos é nessa linha que venho trabalhando ao longo dos anos. E creio que vou permanecer. Quem viver, verá! Ou quem ler, lerá!

Desde 2004 A Revista PQN - Pão de Queijo Notícias é uma publicação da PQN Editora Ltda. Avenida Augusto de Lima, 134 sala 11 Centro CEP: 30190-001 BH/MG CNPJ: 11.385.415/0001-47

Como sempre disse nosso jornalista mais famoso: “Para o alto e avante!” Sempre!!... Boa leitura e bons negócios! Robhson Abreu Editor-Chefe

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/Revista PQN

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Sumário

CAPA

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C

om quase 24 anos no mercado mineiro da comunicação corporativa, a Partners Comunicação Integrada está pronta para alçar novos voos e tornar-se a primeira agência de comunicação de Minas Gerais a internacionalizar seus negócios. A agência, que vem investindo em um processo de gestão e na capacitação de sua equipe, é atualmente a única empresa de comunicação no Estado a atender contas do Governo Federal. De acordo com a oitava edição do Anuário PQN das Empresas de Comunicação de Minas Gerais 2018, a Partners é a maior empresa do segmento em número de funcionários. Atualmente a equipe chega a 220 profissionais, divididos em nove estados onde a agência atua. Capa: Dino Sávio Foto: Divulgação/Partners Comunicação Integrada

COMPORTAMENTO

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COLUNA

ARTIGO

Apesar de os avanços tecnológicos e das mídias sociais, muitos leitores ainda preferem os impressos quando o assunto é jornal, revista, faturas e até mesmo impressos de contas públicas. Em todo o mundo ainda existem aqueles que tem no impresso sua fonte de confiança. E no Brasil não é diferente. Cerca de 54% dos leitores não abrem mão do papel e apresentam uma relação de extrema confiança com os impressos.

Marcos Guglielmi

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Robhson Abreu

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Fala gente! cartas@pqn.com.br

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”Muito boa a entrevista com o Paulo Nassar. Eu tinha uma ideia completamente diferente do que é a Aberje. Interessante a linha de atuação da entidade assim como seus produtos para a comunicação e comunicadores. É bom saber que existem profissionais que pensam no mercado e como poder melhorá-lo, além de poderem nos ajudar a crescer enquanto comunicólogos. Só fico triste que a entidade tenha pouca atuação aqui em Belo Horizonte. Entendo a importância do mercado paulista, mas bem que eles podiam ter um escritório regional em BH. Eu seria um assíduo frequentador. Vida longa à Aberje e parabéns a todos que dedicam seu tempo à entidade. Queremos mais 50, 100, 200 anos de boa atuação”.

eà ntidad Uma eseu tempo! de frente uma entidade futuro Nassar: Paulo que luta pelo seus de ação e moderna da comunic profissionais

FABIANO NEVES OLIVEIRA JORNALISTA BELO HORIZONTE/MG

“Sou fascinado por tudo que se refere à Ouro Preto. Desde a sua velha história até o que vem acontecendo com a pitoresca cidade atualmente. Super gratificante saber que existem profissionais que, com tanta sensibilidade, mostram essa belíssima lugar de forma tão inusitada. Parabéns ao Coletivo de Vidro pela genialidade do projeto e não lhe faltem becos, motivos, ladeiras e o fog ouropretano para nos mostrar uma cidade sempre maravilhosa, nosso patrimônio cultural da humanidade. Parabéns para todos da equipe!”

homeOlhO de vid nciclO rO OurOpe clica pretO

FOTO GRAF IA

Um olh ar, um a emoç ão, um histó rica ma a fotografi a po is fam osa de de molda r M uma persp inas Gerai a face da cid ectiva s, difere além de traade nte de ze ALINE seu po r MONT vo EIR O & NA THAL YA SA

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Alexand

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CARLOS REIS RELAÇÕES PÚBLICAS GOVERNADOR VALADARES/MG 11

“Após a circulação da 45ª edição da revista PQN com a reportagem sobre a construção em Barbacena, da igreja de São Miguel Arcanjo, réplica da Abazzia de Sant´Egidio, não perdi a aé alian t i a c oportunidade em levar minha família para conhecer o lugar. Ficamos maravilhados com tanta i ra histór te pa Obra de presen leiros beleza. Certamente fomos transportados para Fontanella, na cidade di Sotto Il Monte, no Norte rasi gran b s o da Itália. Lindo, lindo! Não dá vontade de ir embora, cada detalhe pensado com maestria. todos Parabéns ao empresário Marco Roberto Bertoli por nos presentear com essa maravilhosa réplica da abadia italiana”. SMO

TURI

em da em uída truí nstr únee re cons reún é co s, ee io sa sa dioo é Ger ais, gidi erai ligio ´Egi relig nt´E as G rall ee re Sant inas Min de Sa IS ltura de de M REIS ziaa de cultu azzi riorr ue ON RECA za za cu terio Abaz BSON inte RO da Ab ROBS ANCA rique no in FRAN icaa da de a, de riq a, no ZZ FR plic an NI an en NI en Ré Répl gr gr ac MU rbac TO:: MU Ba Barb FO FOTO

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RODRIGO MENDES SIOVA PUBLICITÁRIO BELO HORIZONTE/MG

Divulgação

Jornal Market ista, esp da red ing Dig eciali sta ita Lounge e de fra l e fun em dadora palest ,colun nquias rante ista na Social do SEB Exame. com RAE. e

Os infl para o uenciadore s seu m arketisão fundam A ng dig en ital? tais

“Excelente o artigo de Mônica Loberchuss sobre o fenômeno do momento que são os influenciadores digitais. Essa nova ala da comunicação merecia mesmo uma matéria especial. Espirou, tretou, apareceu um novo influenciador. Mas poucos fazem um trabalho sério. A maioria não é comunicador nato e gostam apenas de comer, beber, vestir e viajar de graça. Até que ponto eles são realmente fundamentais para os nossos clientes. Há controvérsias e gostaria de conhecer mais sobre esse admirável mundo novo”.

mídia influen e o mercad ciadores o têm digitais falado realmende marcas, proj mui eo te são fundameetos e neg seu papel to sobre os na ócio O trab ntais Mas aind para o s. Mas, serápromoçã o influen alho de seu mar em clien a melhor keting? que eles para ciadores digi formadores do que tes Esse, dete de opin sim, é e fidelizá-lo atrair segu mobiliza rminado tais, por o focos s exem s do mar objetivo que ao ponto idores é plo, é ião, com profissio r muitas projetos em con de indi keting importa o os vale a que marca nais têm pessoas, digital carem vertê-los pen De qua de mana sua emp nte, sim, audiênc convert a e para a mar fundamedesse púb resa ia eira em atua o qual todo ca. e tend lquer form precise fiel e lico, de a, os infl podem massiva em a digital. ntal ana lmente. s os com o lisar que maneira ter uenciad aproxim . Esses crescim um trab m, de positiva ores não ar a sua alho ento . No fato, E hoje das rede mais forta são um enta é um Mas vale , com mod lecido s soci influen nto, é fácil as mét dest ais. dia apó ismo com aval ciador o trab acar que de gera iar que ricas prec s dia alho marketi m isas das dess nenhuma incluindoção de con faz um mar dentro ng precisa es profi trabalho redes soci ssionais ca sobrevi trazend as mar teúdo de ais, é de uma incluir sério cas nas mui ve valor e o inte estratég uma com que um e con to ape para ração pautas siste O mar ia bem bina projeto nas o e eng keting Para con elaborad ção de ajamentocom mui seu o púb nte diária, iniciativ de digital a e para vári ta credibilid lico, o dese seguir gera para persona as, tendênc acompa tem traz ade as com lizada. ido o com nvolvimento r valor com ias. nha panhias , dia a idei dia de E essas estr r as novas desafio da . inovado as de pau de um influenciad qualque atégias atua técnicas plano ores aproveit ras e criat tas e ações r neg fazem estratég , vale a , resu lização ócio. toda ltados ico con pena influên ar ao máxivas para a dife junto, rença e atrair cia do profi imo a no mai sua mar s seguidorssional e ca. es para a

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PATRÍCIA APARECIDA CRUZ RELAÇÕES PÚBLICAS MANAUS/AM


NA HORA DE SELECIONAR UMA AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO CORPORATIVA MINEIRA, SIGA OS 10 PASSOS PARA UMA CONCORRÊNCIA LEGAL RECOMENDADOS PELA ABRACOM.

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FAÇA UM BRIEFING ÚNICO E DIRETO. DEFINA O ESCOPO DA PROPOSTA, DEIXANDO CLARAS AS NECESSIDADES DE COMUNICAÇÃO E SEUS OBJETIVOS.

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BUSQUE EMPRESAS QUE TRABALHAM EM CONFORMIDADE COM A LEGISLAÇÃO E VERIFIQUE O REGIME DE CONTRATAÇÃO DA EQUIPE.

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GARANTA A TRANSPARÊNCIA AO PROCESSO E DIVULGUE OS RESULTADOS.

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SOLUÇÕES EM EDUCAÇÃO


Dino Sávio: de pequena empresa com três funcionários até atingir o posto de maior empresa de comunicação corporativa de Minas, presente em quase todo o País, a Partners venceu crises e desafios e quer ir mais longe.

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CAPA

“Todo crescimento implica em risco e o risco está em nosso DNA!” ROBHSON ABREU

P

restes a completar 24 anos de atuação no mercado da comunicação corporativa, a Partners Comunicação Integrada, do jornalista Dino Sávio, está pronta para alçar novos voos e tornar-se a primeira agência de comunicação de Minas Gerais a atuar nos principais estados da Federação.

Atualmente, a Partners atende contas do Governo Federal, dedicando-se a prestar serviço de comunicação digital e assessoria de imprensa para órgãos como o Ministério do Trabalho e Emprego, a Agência Nacional das Águas, o Supremo Tribunal Federal, o Superior Tribunal de Justiça, além de outras importantes entidades como o Sebrae Nacional, a Comissão de Valores Mobiliários do Rio de Janeiro, dentre tantos outros.

A agência mineira atua em 10 estados brasileiros, emprega 220 funcionários, o que lhe confere o título de maior assessoria de comunicação corporativa de Minas Gerais de acordo com o Anuário PQN das Empresas de Comunicação, o único do setor no Estado. A empresa planeja faturar algo em torno de R$ 36 milhões até o final de 2018. Para isso, vem investindo em gestão, na capacitação de sua equipe e na melhor relação entre empresa e cliente, o que já lhe garantiu o Prêmio PQN de Ouro como Melhor Assessoria de Comunicação de Minas Gerais, em 2007.

Com uma experiência de 40 anos em veículos de comunicação, assessoria de imprensa e gestão de crises, Dino Sávio foi o fundador e presidente da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial – Seção Minas Gerais (Aberje-MG). Hoje, aos 61 anos, o jornalista, natural de Itaguara, no interior de Minas Gerais, prepara-se para passar a empresa para o filho Dino Bastos, atual vice-presidente da empresa. Em um bate-papo com a revista PQN, Dino Sávio falou sobre a agência, as tendências do mercado e o futuro da Partners Comunicação Integrada no mundo. Confira! 11


1 - Quem é a Partners Comunicação? Quais são as suas expertises? A Partners é uma empresa de comunicação integrada. Estamos aptos a resolver qualquer assunto relacionado à comunicação. Hoje temos vários produtos na prateleira: planejamento estratégico, assessoria de imprensa, comunicação digital, media training, publicações, desenvolvimento de sites, produção de conteúdo, relações públicas, comunicação socioambiental, gestão de crise de imagem, etc. Temos todo o instrumental de comunicação para oferecer aos clientes.

2 - Poucas empresas de comunicação em Minas Gerais completaram duas décadas de atuação no mercado. Qual a situação da Partners atualmente? A Partners completará 24 anos de mercado em março de 2018. Começamos com três funcionários, depois seis, nove, 22 e hoje somos 220 profissionais atuando nos escritórios de Belo Horizonte e Brasília e em unidades de negócios em São Paulo, Rio de Janeiro, Maranhão, Pará, Alagoas, Piauí, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Não estamos focados no nosso tamanho e, sim, ser uma empresa responsável na prestação de serviço de comunicação integrada, que atende todas as necessidades de comunicação das empresas, organizações e instituições. Nunca pensei chegar aonde chegamos e, muito menos, completar mais de duas décadas de existência. As coisas foram acontecendo de forma natural, crescemos bastante. A presença da empresa no mercado é sinal que estamos em perfeita sintonia com as necessidades de comunicação dos nossos clientes, não medindo esforços em atendê-los e surpreendê-los positivamente. Vamos seguir em frente trabalhando e buscando oportunidades onde elas se apresentarem. Estamos sempre nos preparando para isso.

“As empresas sempre foram massacradas com as altas cargas tributárias. É muito difícil ser empresário no Brasil. Não é uma profissão, é um delírio, porque tudo conspira contra.” 3 - Quais foram as estratégias de gestão que possibilitaram esse crescimento? Conseguimos nos manter dentro desse período de crescimento rápido, pois soubemos identificar os

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problemas com velocidade e estabelecer um processo de gestão baseado nos modelos das grandes empresas contemporâneas. Passamos a ter clientes e funcionários em todo o Brasil, e consequentemente, tornou-se necessário um maior controle desse crescimento. Sabemos que gestão é controle. Por isso criamos mecanismos de monitoramento, de report e de aproximação com nosso cliente, a fim de saber como estavam os nossos indicadores de desemprenho. Em paralelo, reestruturamos nossas políticas internas de procedimentos, de recursos humanos e, principalmente, de finanças. Em 2014, foi feito um planejamento contábil financeiro que deu solidez para a empresa se manter no mercado durante a crise econômica nacional que se intensificou a partir de 2015. Hoje, trabalhamos com um mapa de gestão, que abrange as pessoas, processos internos, as finanças da empresa e os clientes.

4 - Como foi para Partners, uma empresa mineira, expandir as fronteiras internas e adentrar em novos mercados competitivos, como o do Distrito Federal? Enfrentamos crises, desafios e armadilhas, ações próprias do mercado. Foi um exercício cotidiano de luta. Afinal, estamos no Brasil, um país muito hostil a quem deseja empreender, crescer e criar oportunidades. Apanhamos muito, aprendemos muito. Estamos firmes em nosso propósito de expandir a empresa para todo o território nacional. É aquele negócio: ‘o que não nos mata, nos fortalece!’

5 - Como tem sido a atuação da empresa no serviço de comunicação junto aos órgãos federais? Tenho consciência que nossa atuação no mercado governamental é de fundamental importância e representa aquilo que a sociedade brasileira espera do poder público, ou seja, pagar por valores justos. E isso significa pagar, no mínimo, 50% menos do que o Governo pagava anteriormente para ter o mesmo serviço. A Partners é uma agência que trabalha em sintonia com o que a sociedade deseja, ou seja, governos sérios e transparentes, com investimentos e gastos responsáveis do dinheiro público, que é meu, é seu, é do povo brasileiro. Os contratos da Partners com o Governo Federal, todos obtidos por meio de pregão eletrônico, são praticados de acordo com os valores de mercado e pautados pelos princípios da Administração Pública. Atualmente, atendemos o Ministério do Trabalho, Supremo Tribunal Federal (STF), Superior Tribunal de Justiça (STJ), Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), Serpro, Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Tribunal de Justiça de Alagoas e Tribunal Regional Eleitoral do Pará. Aprendi na escola e na vida que o mercado é cruel. E é mais acentuado no Brasil, onde vivemos um capitalismo selvagem. Não espero que estendam um tapete vermelho para nós. Eu confio em duas coisas: em Deus e no trabalho. Preocupo-me somente em trabalhar de forma séria, honesta e comprometida com o sucesso dos nossos clientes, a solidez de nossa empresa e o crescimento profissional de toda a nossa equipe de funcionários.


6 - A empresa tem investido na capacitação de sua equipe de trabalho? Esse é um dos nossos pilares de sustentação. Não usamos estagiários para atender clientes. Estamos sempre oferecendo cursos para capacitar os funcionários. Nosso negócio é gente capacitada. Se não tiver conhecimento, não temos o que oferecer. Comunicação não é um produto tangível. Não temos robôs escrevendo releases, conversando com jornalistas e muito menos analisando cenários ou gerenciando crises. A informação não tem hora para acontecer. Temos que estar ligados 24 horas por dia. Trabalhamos com gente. E para oferecer serviços de qualidade e retorno do valor investido, precisamos de mão-de-obra capacitada, boa e qualificada. E, principalmente, equipada, motivada e bem remunerada. A Partners é uma das assessorias que melhor remunera seus empregados nos estados onde atua.

7 - E como são as respostas dos funcionários a esse modelo de gestão?

Acreditamos que a melhor maneira de proporcionar perspectivas para as pessoas que estão aqui dentro e fazer com que o clima perpetue é trazendo novos clientes e, consequentemente novos desafios. O nosso foco é dar oportunidades para os membros da equipe que demonstrem bons desempenhos. Quem faz a empresa crescer são as pessoas, que estão na linha de frente, lidando dia a dia com os clientes.

8 - Todo o processo de crescimento da Partners gerou novas oportunidades de negócios, principalmente novos contratos e com eles, vagas de emprego. A nova Lei Trabalhista pode flexibilizar as relações de trabalho da empresa? A maioria dos nossos funcionários é contratada via CLT. Contratamos freelas apenas para determinados jobs. Entendo que a nova Lei Trabalhista será melhor para ambos os lados.

Criamos um clima organizacional positivo, a equipe é bem entrosada. Temos pesquisas que nos mostram isso.

Pai e filho: a transição vem sendo feita gradualmente. Dino Sávio vem investindo na carreira de Dino Bastos que, em breve, assumirá o controle da empresa Divulgação/Partners

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população é outra, maior e com um nível de escolaridade melhor e que não necessita da tutela do Estado. As empresas sempre foram massacradas com as altas cargas tributárias. É muito difícil ser empresário no Brasil. Não é uma profissão, é um delírio, porque tudo conspira contra. A CLT, tal como se apresentava, era o maior entrave para o desenvolvimento das empresas, das pessoas, dos trabalhadores em geral.

“A Partners chegou num momento de olhar para a frente, já que 2017 foi o ano mais duro que vivemos.” 10 - E como ficará a relação da comunicação corporativa com o sindicato da categoria? Como é a sua visão sobre o trabalho desempenhado pela entidade sindical?

Toda mudança gera incerteza, mas o País não poderia continuar com uma legislação retrógrada que prejudicava tanto o empregador quanto o empregado. Isso é fruto de uma herança patriarcal que tem no Governo o meio de resolver todos os problemas do cidadão. O Brasil é um país programado para dar errado, e temos que lutar contra isso. E o que está errado? Tudo! As pessoas precisam entender que as relações de trabalho mudaram ao longo dos anos, a tecnologia deu saltos inimagináveis e as leis não acompanharam tais mudanças.

9 - Muitos comunicadores acreditam que a nova Lei Trabalhista rouba os direitos adquiridos pelo trabalhador. Como você enxerga essa relação? As pessoas colocam o tema Lei Trabalhista numa visão de esquerda e direita. Polarizam demais a questão. O que é uma bobagem, não tem nada a ver. Se os nossos direitos trabalhistas fossem bons mesmo, o Brasil seria um modelo a ser seguido pelo mundo inteiro, nossos trabalhadores seriam os mais felizes e dignos. Temos um modelo ruim. Pelo que sei, nenhum trabalhador norte-americano nunca migrou para o Brasil atraído pelos “direitos” previstos na antiga CLT. Ao contrário, são os brasileiros que vão para lá em busca de uma vida mais digna e menos sofrida. Saem daqui como engenheiros, administradores, médicos, odontólogos e vão trabalhar em serviços sem qualificação nos Estados Unidos ou na Europa. Quando conseguem vencer a barreira da língua, dos costumes e da cultural local, não querem voltar nunca mais. Tenho uma parente nesta situação. Então temos que pensar: alguma coisa está errada conosco. Hoje, boa parte da população brasileira ganha menos que um salário mínimo. Então que direitos trabalhistas são esses? Temos que repensar tudo isso. Temos que crescer. Essas leis foram de um tempo em que o Brasil era um país rural, com uma população pouco instruída, pouco estudada. Hoje a

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Um exemplo: você é jornalista e eu dono de uma empresa de comunicação. Você realmente já chamou algum representante do sindicato ou do Ministério do Trabalho quando se senta à mesa para negociar com o patrão o emprego? Eu nunca presenciei esta cena em 24 anos de atuação. O sindicato dos jornalistas e o Governo só procuram a empresa para fiscalizar ou fazer acordos. Ninguém quer saber das condições em que se encontra, se está bem ou mal. Eu já comentei lá no Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG), onde tenho alguns amigos, que eles precisam participar mais da vida das agências. Não é somente cobrar por uma relação trabalhista que, aliás, não é a mesma vivida pelos profissionais lotados nos veículos tradicionais. A entidade precisa sentar e saber como estão as coisas – se estão fáceis ou difíceis. Eles só enxergam o empresariado como aquele que explora o pobre do coitado do trabalhador. Esse tipo de mentalidade precisa acabar.


Eu participei muito do nosso sindicato, principalmente quando o Manoel Guimarães era o presidente do SJPMG, depois, o Tilden Santiago. Eu sei da luta e vejo que o movimento sindical não evoluiu, pelo contrário. Ele ficou arraigado nessa coisa junto com o Estado. O que é ruim.

cuidar da sua comunicação, temos procurar entender porque ela optou por uma assessoria de outro Estado. O empresário sempre buscará o melhor retorno para o investimento que está fazendo. E tem a possibilidade de poder contratar em qualquer lugar do mundo.

11 - O mercado da comunicação corporativa também mudou muito nos últimos anos, principalmente ao contratar profissionais de outras áreas. Você aposta nessa multidisciplinaridade?

13 - Em 2018, a Partners completa 24 anos no mercado de comunicação. Quais as projeções de crescimento?

Algumas assessorias de comunicação não querem mais empregar jornalistas. Estão mudando o perfil do profissional da comunicação corporativa, o que lamento. Durante a minha vida toda, eu, como jornalista, sempre batalhei para colocar jornalistas dentro da minha empresa. Eu poderia ter colocado outro comunicador, como relações públicas, etc. Temos esse profissional na empresa, mas a proporção é muito pequena em relação aos jornalistas. Eu sempre quis trabalhar com jornalistas porque são meus parceiros, colegas de profissão e de trabalho.

12 - Nos últimos anos, algumas empresas têm contratado assessorias de outros estados. Você vê isso como uma concorrência desleal? O mundo da comunicação é muito bairrista, mas a Partners não enxerga a situação dessa forma. Podem vir quem quiser para o mercado de Minas Gerais. Serão bem-vindos! O mercado mineiro é muito diferente e difícil. Não vejo como desleal esse processo. No entanto, temos que refletir o motivo pelo qual elas estão buscando assessorias de fora para atendê-las. Precisamos nos impor pela competência. Se uma empresa prefere escolher uma agência de fora para

A Partners chegou num momento de olhar para frente, já que 2017 foi um ano duro, tanto pela crise econômica e política, quanto pelas dificuldades naturais que enfrentamos. Mesmo com tudo o que aconteceu, em 2015 e 2016 tivemos um crescimento exponencial de cerca de 92%. Em 2017 cresceremos pouco, algo em torno de 10%. E para 2018, vislumbramos a possibilidade de um aumento de 30%. Se isso acontecer, estaremos felizes. O nosso foco é em atender bem os clientes, torná-los satisfeitos com o contrato que assinaram conosco e dar-lhes um retorno positivo.

14 - Desde 2013 a empresa falava em conquistar outros países, romper fronteiras. O processo de internacionalização foi engavetado? Há cinco anos iniciamos um processo de internacionalização na Partners. Em 2013, houve uma tentativa de associarmos à uma agência com forte presença na América Latina, Europa e Estados Unidos. Mas tratativa não evoluiu. Agora voltamos às conversas com outra empresa. A internacionalização visa preencher uma lacuna para o futuro da Partners. Queremos ser uma agência de comunicação global. Todo crescimento implica em risco e o risco está em nosso DNA. Estamos prontos para crescer. E muito!

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o Caia Robert

Jornalista, pós-graduado em Marketing e Comunicação e CEO do Grupo PQN robsonabreu@pqn.com.br

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CONTRATADA

A jornalista Rosana Jatobá é a mais nova contratada da Rede TV. O superintendente de jornalismo e esportes da emissora, Franz Vacek, recebeu a profissional na sede da emissora, em São Paulo, para assinatura do contrato. De acordo com o anúncio oficial do veículo à imprensa, Rosana volta à TV aberta como apresentadora, integrando, inicialmente, o núcleo de esportes da Rede TV. No cargo, ela também será responsável pela produção de reportagens especiais dentro e fora do país. A jornalista disse que está realizando um sonho antigo ao ser recebida no núcleo jornalístico da emissora e que a novidade é uma oportunidade de crescimento.

APLICATIVO

O aplicativo Sine Fácil ganhou novas funcionalidades, ficou mais amigável e agora está disponível também para os telefones com sistema operacional iOS. Pelo aplicativo, desenvolvido a partir de uma parceria entre o Ministério do Trabalho e a Dataprev, o trabalhador poderá encontrar de forma rápida e prática vagas de emprego disponibilizadas na rede Sine de todo o Brasil, de qualquer smartphone ou tablet conectado à internet. Também é possível, pelo aplicativo, se candidatar às vagas, agendar entrevistas com empregadores e acompanhar a situação do benefício do Seguro-Desemprego.

A Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) convida as trabalhadoras dos meios de comunicação para participarem de uma pesquisa que pretende fazer o monitoramento da violência contra as mulheres jornalistas. A pesquisa é uma das ações da FIJ relacionadas ao Dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher. Para participar da pesquisa, basta acessar www.surveymonkey.com/r/DTTBD2Q

CLIENTE NOVO

A Conecte – assessoria de imprensa paulista que oferece desenvolvimento de conteúdo estratégico e cuida da gestão do relacionamento de empresas com a imprensa – acaba de conquistar dois novos clientes - Kakau Seguros, plataforma de distribuição de seguros, e a SoftUp, empresa brasileira criadora do sistema grátis de gestão (ERP). O gerenciamento das contas será realizado pela jornalista Eliane Tanaka e o atendimento à imprensa será feito por Andrea de Lima Camilo.

EXPANSÃO

A CBN amplia a sua presença no Brasil transmitindo conteúdo de qualidade a mais três capitais brasileiras: Aracaju, Campo Grande e Porto Velho. Em Sergipe, a rádio já pode ser ouvida no 90,5 FM. Na capital do Mato Grosso do Sul, no 93,7 FM. Já no norte do país, a CBN Amazônia amplia sua cobertura em Rondônia por meio do dial 101,9 FM. Com a chegada das três novas emissoras, a rede expande a sua cobertura para 705 cidades e conversa com uma população de mais de 90 milhões de pessoas.

HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO Div ulg açã o

PESQUISA IMPORTANTE

A jornalista mineira Cris Miranda lançou seu primeiro livro - “Mamãe Coragem”. Na obra, publicada pela Scrittore Editora, ela relata suas experiências a partir do diagnóstico de leucemia do seu filho Caio, aos 11 anos de idade. Em 100 páginas, Cris descreve os momentos de medo, de dor e de incertezas que viveu com a confirmação do diagnóstico da doença, além de contar como foi o início do tratamento, as vitórias conquistadas até o anúncio de que a leucemia não estava mais no corpo do seu filho. Com a venda dos livros, a jornalista doará, no mínimo, três poltronas hospitalares reclináveis para uso de acompanhantes da área de oncologia infantil da Santa Casa BH.


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10 ANOS DE MUITAS HISTÓRIAS

O Antenados, criado pelo Instituto Ramacrisna, localizado em Betim, em Minas Gerais, acaba de completar 10 anos. Criado em 2007, como projeto social focado em oferecer aos jovens da região conhecimento em audiovisual por meio do uso de múltiplas ações de comunicação que pudessem ampliar seus horizontes e conhecimentos, o Antenados foi ampliado com a inauguração do novo espaço e a mudança para produtora. A partir daí, passou a prestar serviços à empresas e organizações sociais, produzindo reportagens, coberturas fotográficas e vídeos institucionais, gerando trabalho e renda aos participantes e tendo como meta tornar-se um grupo autossustentável e autônomo. Conheça mais sobre a produtora: www.ramacrisna.org.br

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PREMIAÇÃO

O repórter Rafael Campos foi o vencedor do 2º Prêmio Sinduscon-MG de Jornalismo com a matéria “A volta do mercado imobiliário”, publicada na Revista Encontro. Ele, que recebeu um prêmio de cinco mil reais, escreveu a reportagem sobre as expectativas de crescimento do setor, baseada nas informações de dirigentes da construção civil. A jornalista Queila Ariadne ficou com o 2º lugar com a matéria “Burocracia encarece custo final de imóveis em até 12%”, publicada no jornal O Tempo. Já a repórter Mara Bianchetti ocupou o 3º lugar com a matéria “Ocupações de terreno geram perda de R$ 4,5 bi”, publicada no jornal Diário do Comércio. Ao todo, foram 36 matérias inscritas produzidas por 13 repórteres de oito veículos.

PARA OS EMPREENDEDORES

O concurso “Venda Seu Peixe” vai premiar com 1 milhão de views no YouTube o empreendedor que fizer o melhor vídeo anunciando seu produto ou serviço. O objetivo é dar visibilidade e impulsionar os negócios de micro e pequenos empreendedores brasileiros, que apesar de tantas adversidades, superam tudo com muito trabalho e criatividade. Para participar, basta gravar um vídeo, que pode ser do próprio celular, com no máximo 45 segundos, e enviar até o dia 20 de dezembro pelo e-mail para vendaseupeixe@santander.com. br com nome completo, endereço de e-mail, nome de usuário da rede social usada para postar o material e o link da gravação. O vídeo ainda deve ser publicado em ao menos uma rede social do participante (Facebook, Instagram, Twitter, LinkedIn ou YouTube), com a hashtag #VendaSeuPeixe. A seleção será feita no dia 23 de dezembro e o vencedor será comunicado no dia 25 de dezembro, dia de Natal. Os quesitos avaliados para escolher o melhor vídeo serão: originalidade, criatividade e poder de venda.

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LANÇAMENTO

O jornalista, escritor e artista multimídia Geraldo Elísio, popularmente conhecido como “Pica-pau”, lançará em dezembro, no Museu Inimá de Paula, o livro “Centelha - haikais, poesias e contos curtos”, pela Neutra Editora. A obra reúne textos escritos pelo autor nos últimos anos, apresentando a diversidade de gêneros literários, mas que trazem a linguagem poética em seu cerne. Em “Centelhas” tem um pouco de tudo dele: cinema, música e artes plásticas em formato de literatura.

NOVA LOGO

A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Belotur, lançou uma nova identidade visual turística, acompanhada de um novo posicionamento: ‘Belo Horizonte: Surpreendente’. Com essa ação estratégica, o destino turístico Belo Horizonte e sua competitividade se fortalecem, em consonância com as novas tendências do turismo mundial. O novo posicionamento passará a orientar as estratégias de marketing e promoção de BH nacional e internacionalmente, assim como ações de comunicação para moradores e empreendedores turísticos da cidade, que são os verdadeiros coautores das experiências locais que surpreendem quem visita a capital mineira. A nova marca se inspira no próprio traçado da cidade e nos elementos que a caracterizam enquanto uma cidade cosmopolita, diversa e plural. As letras trabalhadas de forma aberta e irregular transmitem a sensação de infinito e movimento e fazem alusão a um horizonte que revela uma cidade em constante transformação. Tanto para quem visita quanto para quem vive a cidade. Uma BH urbana, moderna e versátil. A RC Comunicação é a agência responsável pela criação da nova marca.

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ação

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Treinador de empresários, empresário e sócio fundador da ActionCOACH SP

Como e quando digitalizar sua empresa

A

automatização ou migração para o digital já é uma realidade para todas as empresas. No entanto, sabemos que nem todas se adequaram a isso, embora não faltam motivos para que se migre. Basta ver que hoje, no Brasil, temos 139 milhões de usuários de internet, 122 milhões de usuários ativos de redes sociais e 239 milhões de usuários de dispositivos mobile. Qualquer negócio depende do mercado, e este já está na era digital. Ficar de fora é condenar sua empresa à morte, de forma progressiva, e acelerada exponencialmente. Mas por onde começar? Muitas empresas nasceram e viveram por décadas antes da revolução digital, e, isso, pode criar certas ilusões de que mudar não é necessário. Quando analisados os fatos, percebemos que os custos já não são tão altos. As vantagens são imensas. Podem existir até barreiras de conhecimento e qualificação, mas não existem desvantagens. Só que há, certamente, a relutância de alguns empresários, algo de caráter muito mais comportamental do que prático. Respondendo à pergunta do título, o quando, pode ser respondido simplesmente com: Agora! É tudo muito rápido e mais simples se tirarmos o medo de mudança da nossa frente. Entretanto, podem faltar recursos. Pode haver fatores que atrasem o processo. O que mais determina isso como imprescindível, a meu ver, é seus concorrentes já terem migrado e seu mercado não aceitar mais o analógico. Se houver grandes concorrentes atuando no digital, o segmento deve estar demandando a digitalização - e isso quer dizer que em breve você perderá clientela. É bom estar em grupos de discussão, acompanhar notícias, inclusive as de tecnologia. Isso permite que, como empresário, se tenha insights do que o mercado está pedindo. A digitalização está dividida em dois grandes grupos, o interno, que inclui a parte de operações e gestão, e o externo, que inclui marketing e vendas, quem faz a ponte com o cliente. Se a venda da empresa não está boa, não vale a pena investir em operação. Porém, se as vendas estão estáveis, mas o volume de dados está tomando tempo e dinheiro, não vale focar em automação dos fatores externos, por exemplo. O interno cobre processos do dia a dia. Automatização de softwares de gestão, de contabilidade, de pagamentos,

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digitalização de documentos e até de processos cotidianos. Informatizar a empresa permite maior controle sobre o que acontece nela, seja no aspecto financeiro ou mesmo na operação. É algo que oferece agilidade para lidar com mais clientes e deixa a empresa pronta para se desenvolver e melhor aproveitar o que já possui. Melhor ainda, vai fornecer dados para tomar boas decisões em gestão. O externo cobre um site responsivo, campanhas de divulgação na internet, automação de marketing, CRM, e-commerce, que irão modernizar a parte de contato com o cliente. Seu maior objetivo é expandir o alcance da sua mensagem, ampliando potencial de vendas e permitindo maior entrada de caixa. É tão crucial e estratégico quanto a digitalização interna. Se antes era preciso contratar empresas de softwares e desenvolver programas específicos para cada necessidade, demandando grandes investimentos, hoje já é possível encontrar sistemas padronizados, que atendem as demandas de uma boa parte das empresas, por preços que partem de R$ 20,00/mês. Ou seja, falta de recurso não serve mais como desculpa para não digitalizar processos. Se dinheiro não é o problema, a dificuldade maior talvez esteja na barreira psicológica. Aquela velha máxima de que “sempre foi assim e deu certo”, simplesmente não pode mais ser aceita. Por mais que os colaboradores, e até mesmo os empresários, tenham dificuldades para lidar com a tecnologia, é preciso que todos estejam abertos a aprender e incluir o uso desses sistemas no dia a dia. Se esses programas não forem adotados e alimentados corretamente por todos, não serão eficazes. Para vencer a resistência e dificuldades, além de cursos e treinamentos, pode-se lançar mão de abordagens como o coaching, que tende a trabalhar questões de cunho comportamental. Independentemente de qual for a maior necessidade de digitalização da empresa, os recursos que ela tem disponível ou o empenho da equipe em adotá-los, já deu para perceber que trata-se de um caminho sem volta. O mundo já é digital e, ficar de fora significa perder mercado e, talvez, nem sobreviver. Cabe ao responsável pela empresa buscar alternativas para fazer essa transição de modo tranquilo e eficaz. Felizmente, opções não faltam e basta ter foco na digitalização.


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COMPORTAMENTO

Muitos ainda

preferem os impressos Mesmo com o avanço das plataformas digitais pelo mundo afora, muitos leitores preferem as publicações impressas em segmentos diversos, principalmente para a leitura de jornais, revistas e livros.

GRACIELLE PESSOA Arqu

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N

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ecente pesquisa realizada junto a 1.040 consumidores do Brasil pela Two Sides, organização sem fins lucrativos com atuação em cinco continentes, mostrou que os hábitos de leitura dos brasileiros têm sido influenciados pelo avanço das mídias digitais, mas ainda prevalece, de forma acentuada, a preferência pelas publicações impressas em segmentos como o de livros, revistas e jornais. O impresso ainda tem um poderoso impacto na leitura recreativa. O Brasil está em terceiro lugar no ranking de 10 países pesquisados, com maior adesão à impressão em papel. O resultado reduz a visão apocalítica de que todos os veículos de comunicação impressos vão acabar com o boom das mídias sociais. Essa posição, observa Fabio Arruda Mortara, country manager da Two Sides no Brasil, reflete a confiabilidade que os meios impressos têm para os leitores brasileiros. Mortara acredita que o consumidor nacional ainda prioriza as publicações impressas, além de ter uma forte disposição para receber faturas e pagamentos impressos. O estudo foi realizada pela empresa de

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No caso dos jornais, o estudo apontou que 54% dos brasileiros preferem o meio digital, e 71% leem notícias diariamente em dispositivos eletrônicos, resultado este influenciado não só pela possibilidade de atualização instantânea das notícias nas mídias digitais, mas também devido ao fator econômico, pois a pesquisa aponta que receber notícias online gratuitamente é a opção preferida pela maioria. Mesmo assim, 60% dos entrevistados consideram que o jornal impresso ainda proporciona entendimento mais profundo do conteúdo, e 57% afirmam que este meio tem maior credibilidade, em comparação a apenas 27% das mídias sociais. Por conta disso, a maioria teme que os jornais impressos desapareçam, mesmo com 77% deles prevendo ler mais notícias online no futuro.

Fabio Arruda Mortara: cerca de 54% dos brasileiros ainda gostam da leitura de impressos, além de apresentarem uma pré-disposição para receberem material impresso como faturas de serviços públicos e de cartões de crédito. Muitos confiam muito mais nos impressos do que nos digitais

pesquisa independente Toluna, em junho de 2017, abrangendo 10.700 consumidores em dez países (Austrália, Brasil, França, Alemanha, Itália, Nova Zelândia, África do Sul, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos). Apesar de os alertas de que os e-books estão expulsando os livros de bolso da vida das pessoas, a impressão continua sendo o formato mais popular para leitura de livros. Cerca de 72% de todos os entrevistados preferem livros impressos, e apenas 9% optam pelos leitores eletrônicos. A pesquisa descobriu também que a França tem os maiores fãs de livros impressos, com 85% escolhendo esse formato. As revistas impressas são tão populares quanto os livros impressos, com 72% preferindo sentar e relaxar com um exemplar em papel de sua revista favorita. As preferências são abrangentes na leitura de notícias em todo o mundo. No geral, 55% dos entrevistados preferem jornais impressos, enquanto que 27% optam por ler notícias em seu computador e apenas 17% escolhem usar um celular ou tablet. Na Alemanha, por exemplo, cerca de 75% dos consumidores ainda preferem receber

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suas notícias diárias por meio de um jornal impresso, enquanto na Espanha apenas 42% dos respondentes elegem a impressão. A enquete, que integra um estudo global da Two Sides nos países, mostrou que 78% dos consumidores brasileiros preferem o livro impresso, e a maioria raramente lê o livro pelo meio eletrônico, devido ao manuseio mais agradável e confortável do impresso para a leitura. Já 61% têm preferência pelas revistas impressas e 55% preferem receber, em papel, as contas de serviços públicos, de internet, telefonia, carnês de impostos e exames médicos, por considerarem que têm valor de documento, a fim de arquivá-los. Mas ao questionar os hábitos de leitura em mídia impressa ou digital, muitos entrevistados indicaram que o tempo gasto na leitura de um livro (45%), revista (63%) ou jornal (61%) é menor agora do que no passado. No entanto, quando os consumidores estão lendo revistas ou livros, tendem a ler as versões impressas mais regularmente (48% de revistas, 54% de livros). Quando estão consultando veículos de comunicação, 76% leem notícias em um dispositivo digital regularmente e 50% planejam ler mais notícias online no futuro.

Ao mesmo tempo em que a leitura de notícias online cresce, a pesquisa revelou a preocupação com a veiculação de fake news, fator que tem impactado a credibilidade das mídias digitais na opinião de 81% dos entrevistados. A Pós-Verdade ou popularmente conhecida como fake news, ganhou status de relevância, principalmente – mas não só –, no universo político e jornalístico e se resume às circunstâncias nas quais fatos objetivos têm menos influência para a opinião pública do que apelos à emoção e a crenças pessoais. E o crescimento das ferramentas online de propagação das notícias como as redes sociais e a quantidade de fontes alternativas, têm elevado, expressivamente, o consumo das fake news, produzindo, segundo o presidente da Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER), Fábio Gallo, uma maior tolerância e indiferença com a verdade dos fatos. “As fake news sempre existiram, mas hoje, com o alcance e força da internet ganharam proporções alarmantes. É difícil até mensurar e identificar”, ressalta o executivo. Guilherme Zocchio Caldeira, jornalista e colaborador da “Folha de S.Paulo”, afirma que pós-verdade tem a ver, de um lado, com multiplicação dos discursos por causa do surgimento das redes sociais e, consequentemente, com a queda do monopólio dos meios de comunicação. “De outro, está relacionada à fragilização de paradigmas, como a deontologia jornalística e o método científico,


QUEM AMA MAIS A IMPRESSÃO* *Pontuação média para produtos impressos em todas as categorias

ALEMANHA

64%

FRANÇA

56% 5

BRASIL 5 54% REINO UNIDO

52%

ESPANHA

AUSTRÁLIA

51% 5

45%

ESTADOS UNIDOS

ITÁLIA

48%

que a proliferação discursiva também provocou. Com tantas pessoas falando, perde-se um pouco a referência daquilo que tem qualidade”, comenta. E-COMMERCE, BANCOS, PRIVACIDADE E SEGURANÇA Segundo o estudo da Two Sides, que entrevistou 1.040 pessoas, das quais 54% na região Sudeste, 55% na faixa etária entre 18 e 34 anos, sendo 52% mulheres e 48% homens, dois em cada três consumidores brasileiros (66%) realizam busca e compras a partir de algum dispositivo eletrônico diária ou frequentemente, mas 44% utilizam catálogos ou folhetos impressos para fazer as compras. Esse comportamento reflete a adesão crescente ao e-commerce, impulsionada pelas ofertas online, que são enviadas massivamente e geram a compra por oportunidade ou impulso, mas também mostra que o material impresso ainda tem peso importante na decisão de compra. Outro dado importante da pesquisa é a preocupação com privacidade e segurança: 74% dos entrevistados

43%

preocupam-se com a segurança dos dados em caso de pagamentos eletrônicos – inclusive os consumidores da geração mais digital, na faixa entre 18 e 24 anos –, e 71% consideram mais seguro guardar cópias em papel de todos os documentos. Outra percepção dos consumidores é que, para 69% deles, os governos, os bancos e outras instituições querem convencer as pessoas a ir para o digital, mas 58% afirmam que poderão mudar de instituições se o banco ou o prestador de serviços os forçarem a receber seus documentos somente de forma eletrônica. Inclusive, eles imprimem, frequentemente, suas contas e extratos, mostrando a importância do papel. PROPAGANDA E PROMOÇÕES Quando se trata de propaganda, a pesquisa mostrou que não há uma tendência clara entre preferência dos consumidores por propaganda e comunicação impressas ou digitais, embora haja indicadores pontuais que reforçam a importância da comunicação

NOVA ZELÂNDIA

43%

ÁFRICA DO SUL

38%

em papel. Muitos consumidores preferem as promoções digitais devido ao preço final do produto ou serviço. Por exemplo, receber malas diretas impressas personalizadas ou folhetos promocionais impressos em suas residências é a opção, respectivamente, de 63% e 58% dos entrevistados. Inclusive, 44% deles afirmam prestar mais atenção às propagandas e malas diretas impressas do que online, e 49% dizem não prestar atenção a e-mail marketing e propagandas online. O índice dos que não confiam em muitas das propagandas online é de 56%, sendo que 46% fazem o possível para bloqueá-las, e 44% não lembram quando clicaram pela última vez, voluntariamente, em um anúncio digital. Para alguns internautas, a publicidade em pop-ups são chatas, fazendo com que muitos instalem aplicativos que bloqueiam os anúncios indesejados. “Prefiro escolher quando quero ver um anúncio, principalmente pelo fato que, em alguns casos, a publicidade pode ser uma porta para hackers”, alerta o RP, José Pio Soares.


DIÁLOGO

EQUILÍBRIO

TRABALHO p l a n e j a m e n t o . m g . g o v. b r

É ASSIM QUE O GOVERNO DO ESTADO MANTÉM MINAS GERAIS FUNCIONANDO. Apesar da crise, Minas está trabalhando e se preparando para um futuro melhor. Com planejamento, temos priorizado o que é importante. Contratamos 50 mil novos educadores, distribuímos 1 milhão de kits escolares, mais policiais estão nas ruas, a frota da PM foi renovada e o salário dos servidores está sendo pago. Em Minas Gerais, crise a gente enfrenta é com diálogo, equilíbrio e trabalho.

PQN 46  

Publicação de variedades voltada aos profissionais da comunicação - jornalistas, relações públicas, publicitários, fotógrafos, marqueteiros....

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