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ENTREVISTA: Cézar Taurion explica como a Computação em Nuvem mudará a maneira de TI operar nas próximas décadas Ano 4 | Edição 14 | Outubro Novembro Dezembro 2011

Distribuição Gratuita

Torna simples os caminhos para a computação em nuvem CASO DE SUCESSO: Boticário adota os mais modernos conceitos de virtualização, consolidação e continuidade de negócios com Power Systems PowerSC oferece segurança para os ambientes virtualizados com PowerVM


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EDITORIAL nuvem causará na maneira de TI operar, dos profissionais atuarem e na cadeia de fornecimento. Nosso tema principal também é a computação em nuvem, onde o Starter Kit for Cloud e a solução com o qual a IBM apresenta ao mercado o caminho mais rápido e fácil para as nuvens privadas. E a forma para que as empresas, de qualquer porte, possam facilmente implementá-la e aumentar os recursos em nuvem gradativamente. Alguns estudiosos do assunto apontam que a computação em nuvem apresenta capacidade de uma transformação de negócios potencialmente maior do que a criada com a onda da internet. Tendo como apelo uma alta redução de custo, esta nova tecnologia já começa a movimentar uma nova linha de empregabilidade, atraindo profissionais experientes e também em formação.

A SIMPLIFICAÇÃO DA NUVEM Caro leitor, Final de ano, esperanças se renovam, as pessoas ficam mais alegres e otimistas, o clima de festa já paira no ar. Mas para TI ainda há muito o que fazer. O planejamento para o próximo ano é vital, buscando trazer recursos e inovações que garantirão a base de apoio para a área de negócios nos próximo três ou cinco anos. É, portanto, o momento de pensarmos “fora da caixa”, inovando e renovando totalmente os planos para uma nova TI, mais eficiente, econômica, flexível e adaptável às mudanças de mercado. É tempo para pensarmos realmente em uma Infraestrutura mais inteligente. E Power Systems é a plataforma que melhor atende a todos estes requisitos, com a vantagem de continuar com seu roadmap tecnológico (e que procuramos apresentar ao longo destas 14 Edições da Power Channel), trazendo inovações que fazem a diferença para seus clientes. Aliás, inovação é o que não falta quando o assunto é Power. Nesta edição estamos abordando como a computação em nuvem já é uma realidade para as empresas. Nessa seara, veja a ótima entrevista com Cézar Taurion, que tem como tema o momento e as transformações que a computação em

Outra novidade desta edição está na seção Produtos, na matéria sobre o PowerSC – novo integrante da familia de softwares da linha Power, criado para automatizar e criar a base para auditorias da política de segurança em um ambiente virtualizado. E, por falarmos em Software, o banco de dados DB2 9.7 traz como uma de suas principais novidades, funções de compatibilidade com o DB Oracle, tornando muito mais simples e segura a migração Oracle para DB2. Se sua empresa está preocupada com custos de licenciamento de software e se sente aprisionada a um fornecedor, DB2 traz redução de custo e eficiência. Confira também os casos de sucesso nesta última edição do ano, repleta de assuntos interessantes e relevantes para que todos comecem 2012 com várias idéias e informações diferenciadas para os negócios. Gostaria de encerrar desejando a todos que desfrutem de um merecido descanso neste final de ano - ops, mas como disse também no ano passado, isto não existe para os profissinais de TI. Então muita paz, alegria, saúde, força e ideias inovadoras para enfrentarmos com coragem e alegria todos os desafios de 2012. Redação Power Channel

EXPEDIENTE REDAÇÃO: Rua Azevedo Macedo, 20 - 7° Andar - Vila Mariana - 04013-060 - São Paulo SP Tel. (11) 5083.8422 - imprensa@rscorp.com.br - www.rscorp.com.br COORDENAÇÃO GERAL: Power Channel (powerchannel@rscorp.com.br) | JORNALISTA RESPONSÁVEL: Cristiane Bottini - MTB Nº 25.178 (imprensa@rscorp.com.br) DIRETOR DE ARTE: João Marcos Batista (joaomarcos@rscorp.com.br) | COLABORADORES DESTA EDIÇÃO: Alexandre Bicas Caldeira, Jean Cristie Pacanaro, Mohandas Lima da Hora e Sidney Alves | COMERCIAL: Orlando Fogaça (orlando@rscorp.com.br) e Valdeci Junior (valdeci@rscorp.com.br). A REVISTA POWER CHANNEL é uma publicação trimestral destinada aos CIOs ligados aos produtos de hardware e software. Esta revista é distribuída gratuitamente a todos os parceiros e demais pessoas com interesse no seu conteúdo. O conteúdo das matérias assinadas são de responsabilidade de seus respectivos autores e não correspondem, necessariamente, à opinião desta revista e nem de seus editores. PARA CONTATOS, por favor acesse os meios apresentados acima. Faça o DOWNLOAD das matérias apresentadas nesta revista através do site www.rscorp.com.br/revistas


ÍNDICE

ENTREVISTA COMPUTAÇÃO EM NUVEM MUDA O PERFIL DAS EMPRESAS E DOS PROFISSIONAIS

CAPA IBM STARTER KIT FOR CLOUD POWER EDITION Torna simples os caminhos para a computação em nuvem CURTAS

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PARCEIROS INGRAM MICRO Felício Rocho implanta projeto hospital sem papel com Power

AÇÃO INFORMÁTICA

As novidades da área de Tecnologia da Informação e a coluna Nerdvana trazem as novidades do setor

Virtualizar Linux em Power foi a solução sob medida para a Canção Nova

AÇÃO INFORMÁTICA

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Copel investe em Power e DB2 para integrar informações e reduzir custos

Power Systems CUoD traz mais valor para os negócios

Ninguém é insubstituível... Será?

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IBM DB2 e plataforma POWER oferecem liberdade de escolha

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TECNOLOGIAS E TENDÊNCIAS

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PRODUTOS

GESTÃO

Cézar Taurion explica como a Computação em Nuvem mudará a maneira de TI operar nas próximas décadas

IBM anuncia o futuro dos chips com computação cognitiva

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OPINIÃO

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Síndrome da pressa prejudica desempenho profissional

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ENTREVISTA CÉZAR TAURION A Computação em Nuvem começa a se delinear como a tendência de desenho da infraestrutura de TI para as próximas décadas. Bastante discutido e comentado nos últimos 3 anos, este caminho agora parece mais natural, até em função de uma adoção de virtualização de servidores em larga escala pela grande maioria das empresas, o que as credencia como “prontas para cloud” já que teriam o primeiro passo da base ou fundação de uma cloud implementado.

DIVULGAÇÃO

Além disso, o conceito de cloud privada – onde se inicia o trabalho de computação em nuvem dentro da mesma empresa, protegendo seus dados com o firewall e políticas de segurança internas, bem como, uma maior gama de oferta de soluções neste sentido – tem incentivado um número maior de empresas a aderir. A nova onda é de clouds setoriais, que visam atender especificamente determinados segmentos, como, por exemplo, servidores de cloud para empresa textil, bolsas de valores, etc.

COMPUTAÇÃO EM NUVEM MUDA O PERFIL DAS EMPRESAS E DOS PROFISSIONAIS DA PRÓXIMA DÉCADA

O fato é que se você ainda não dedicou algum tempo para entender as implicações deste novo modelo de negócios, é melhor que o faça. E rapidamente, pois a estimativa é que este desenho seja o principal modelo de infraestrutura nas próximas décadas. E como isto afeta os profissionais de TI e as empresas que hoje atuam na venda e distribuição de infraestrutura? Trouxemos para nos ajudar a entender os novos cenários, Cézar Taurion, Gerente de Novas Tecnologias/Technical Evangelist na IBM e um dos maiores divulgadores dos conceitos de computação em nuvem.

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Power Channel: Você realmente acredita que a computação em nuvem será o desenho de infraestrutura para as próximas décadas? Por quê? Cézar Taurion: Na minha opinião, cloud computing é uma mudança irreversível, afetando toda a cadeia de TI, dos fornecedores aos consumidores de recursos e serviços. Mas seu efeito, em médio e longo prazo, ainda é desconhecido. Por outro lado, isso nos obriga a colocar cloud em nossas estratégias, porque seu efeito poderá e deverá ser altamente significativo e, simplesmente, não podemos ignorálo. Um ponto que me chama atenção é o foco excessivo no discurso que cloud afeta apenas TI, reduzindo custos, como se fosse uma simples extensão do processo de virtualização. Mas vejo claramente que, em breve, veremos pela frente o conceito de “cloud Business”, onde “cloud IT” vai não apenas tornar a empresa mais eficiente operacionalmente, mas poderá abrir novas oportunidades de negócio, não possíveis sob o modelo atual de TI. Cloud não deve ser visto como um fim em si mesmo, mas como alavancador de novas oportunidades de negócio. Para mim as mudanças vão ocorrer em diversos aspectos da relação

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Em breve, veremos pela frente o conceito de “cloud Business”, onde “cloud IT” vai não apenas tornar a empresa mais eficiente operacionalmente, mas poderá abrir novas oportunidades de negócio, não possíveis sob o modelo atual de TI de TI com o negócio, desde a interface (menos interação face-to-face e mais automatizado), passando por mudanças nos processos de governança e, portanto, se refletindo na organização de TI, seus skills e modelos de funding. Operar sob o modelo de nuvem obrigará TI a repensar a maneira de como opera e entrega os

recursos computacionais aos seus usuários. Ao longo do tempo os benefícios com adoção da nuvem vão se destacar: maior flexibilidade e agilidade para provisionar recursos computacionais. A maior padronização e automatização dos processos de provisionamento e alocação de recursos computacionais, que reduz a demanda de trabalho manual, deslocando profissionais de TI para tarefas mais nobres e rentáveis para a empresa. A melhor utilização dos recursos implica em uma melhor relação de custo benefício. O resultado é que a empresa poderá se tornar bem mais ágil e apta a desenvolver novas oportunidades de negócio. PC: E do ponto de vista de distribuição e vendas de infraestrutura de TI, o que você visualiza como mudança na operação e no perfil destes profissionais? Taurion: Na cadeia de valor atual os canais são fundamentais para o sucesso da operação de qualquer grande empresa que vende hardware e sofware, pois aumenta significativamente sua capilaridade no mercado. Entretanto, o modelo de cloud vai afetar esta cadeia, pois permite criar links diretos entre os fornecedores de tecnologia e seus compradores. Por exemplo,


uma empresa de software pode ofertar seus produtos na modalidade SaaS e não mais demandar um intermediário no processo. Os consumidores acessarão diretamente o site do fornecedor. Neste caso, como fica o canal? Primeiro, está claro que o modelo de cloud computing não vai se disseminar de um dia para o outro. Todo processo de mudança leva tempo e alguns setores de indústria são mais rápidos que outros em adotar novos conceitos. O impacto nos canais, será, portanto, diferente, dependendo do setor de negócios em que o canal atua. Isto significa que os canais terão tempo de se ajustar às mudanças, desde que não ignorem que estas mudanças serão inevitáveis. Para fazer as mudanças, os canais dependem também do apoio dos fornecedores. Algumas empresas, como a IBM, têm estratégias bem definidas para apoiar os canais nessa transição. Por exemplo, lançou recentemente um programa chamado IBM Cloud Computing Specialty, patrocinado pelo IBM Partner World, porque considera que seus parceiros podem atuar em um ou mais de cinco papéis no mundo cloud. Mas os canais terão que sair da inércia. Terão que pensar em como serão daqui a cinco ou

dez anos. Se hoje as suas vendas são basicamente de produtos de hardware e software no modelo tradicional, continuarão no mesmo patamar? Por outro lado uma empresa acostumada a só vender hardware e software não passa a ser de serviços de um dia para o outro. Seu DNA corporativo tem de ser modificado genéticamente... Ora, os canais que já têm um pé em serviços poderão se aprofundar mais rapidamente nestes tópicos e criar expertise de modo a oferecer serviços consultivos, muito mais lucrativos que os

Um ponto importante é que os canais construiram uma relação bem intensa com seus clientes e essa pode ser a chave para eles oferecerem os novos serviços em cloud

atuais. Um ponto importante é que os canais construiram uma relação bem intensa com seus clientes e essa pode ser a chave para eles oferecerem os novos serviços em cloud. O modelo de negócios atual, onde o VAR compra produtos mais baratos e os revende com uma margem adicional pelos seus serviços, está começando a dar sinais de erosão, provocados pela crescente disseminação da computação em nuvem. Para que no futuro não fiquem marginalizados na cadeia de valor, seu negócio terá de ser reinventado. Um novo ecossistema baseado no modelo de cloud computing será criado. PC: A IBM tem oferecido ofertas como o IBM Starter Kit for Cloud baseado em Power Systems. Qual a intenção de uma oferta desse tipo? Taurion: Está claro que o conceito de cloud não é mais visto como um hype de mercado, mas como um novo modelo de aquisição, entrega e consumo de recursos de TI (em todas suas variantes, como IaaS, PaaS e SaaS) que provocarão transformações significativas, tanto nas empresas produtoras, como nas consumidoras de TI. Cloud não é uma invenção tecnológica, mas um conceito construído em cima de

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tecnologias já provadas há muito tempo, como virtualização, software como serviço (lembram-se do ASP?), intensa disseminação da Internet (todos usam Internet Banking), outsourcing de infraestrutura (até bancos fazem isso) e terceirização dos ambientes de desenvolvimento e testes – muitas empresas de grande porte já terceirizam intensamente estes processos. Portanto, cloud é uma mudança no modelo de entrega e consumo de TI, mas não um conjunto de tecnologias e conceitos não testados. O que facilita as coisas. Além disso, o sempre presente mantra do “fazer mais com menos” continua presente e as empresas estão continuamente em busca de reduzir e racionalizar seus custos de TI, obter maior flexibilidade e velocidade na obtenção dos recursos necessários a desenvolver alguma ação de negócio. E Cloud é a resposta. Juntando tudo, vemos que (mais cedo ou mais tarde) cloud vai decolar, pois é realmente uma grande ideia. Assim, acredito que já em 2012 ou 2013 cloud computing vai ser adotado de forma mais acelerada, com as empresas fazendo cada vez mais provas de conceito e implementações piloto. Estas primeiras experimentações serão a colo-

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Cloud não é uma invenção tecnológica, mas um conceito construído em cima de tecnologias já provadas há muito tempo, como virtualização, software como serviço, intensa disseminação da Internet, outsourcing de infraestrutura e terceirização dos ambientes de desenvolvimento e testes cação de ambientes de email, colaboração e ferramentas de produtividade em nuvens. Também veremos atividades como ambiente de desenvolvimento e testes, bem como aplicações específicas de BI em nuvens. À medida que os cases de sucesso se espalhem e os

resultados obtidos, como maior agilidade e flexibilidade no provisionamento e alocação dos recursos computacionais sejam realmente comprovados, cloud vai ser adotado com mais intensidade. Já veremos cloud nos budgets de muitas empresas a partir de 2012. Os resultados positivos vão demandar novos projetos e criará um efeito virtuoso. Creio que em torno de 2020, ou seja, daqui a dez anos, o termo cloud computing deixará de existir, e será apenas computing, pois cloud será o nosso modelo mental de pensarmos aquisição e uso de TI. Assim, estas iniciativas da IBM ajudam muito o cliente a entrar no mundo da computação em nuvem. Ele possibilita a “queima” de etapas, conseguindo com isso vantagens competitivas inestimáveis. PC: Qual a recomendação para empresas que já adotaram algum estágio de virtualização e pensam futuramente em adotar o desenho de cloud privada? Taurion: Para responder vamos analisar a diferença entre cloud e a infraestrutura de TI tradicional. No modelo atual, os recursos físicos (servidores, storage, etc) são de propriedade ou gerenciados pelas áreas de TI das empresas. De maneira geral os


níveis de utilização são baixos e uma parcela significativa da capacidade computacional fica ociosa. Como resultado temos máquinas e data centers que não são plenamente usados, consequentemente, temos altos custos por unidade de trabalho. Já um ambiente virtualizado, embora os recursos físicos ainda sejam de propriedade da empresa, são virtualizados em multiplos recursos lógicos, aumentando o nível de utilização e baixando os cutos unitários de trabalho. Cloud é basicamente um ambiente virtualizado + padronizado + automatizado e, em conseqüência, não apenas os recursos físicos são melhor utilizados (virtualização), como os processos de gestão (provisionamento, alocação e gerenciamento) são automatizados, reduzindo os custos mais ainda. Claro que existe uma diferença entre nuvens privadas, onde a

empresa ainda é proprietária dos recursos “cloudificados” e as nuvens publicas, onde o custo da infra é do provedor. Mas de maneira geral, seja qual for o modelo de cloud, privada ou pública, ambos tendem a oferecer custos menores que o tradicional. Outro ponto interessante é uma pergunta que volta e meia surge: “Cloud privada pode ser considerada uma cloud verdadeira?”. Uma empresa para construir uma nuvem privada precisa investir em ativos computacionais e nos softwares que compõem a camada de inteligência da nuvem, que são os componentes que permitem implementar a virtualização, padronização e automação. Também é uma nuvem finita, pois os seus limites são a capacidade instalada de seu data center. Mas, na minha opinião, uma nuvem privada tem inúmeras vantagens em relação ao modelo on-premise

atual (um exemplo é a elasticidade e maior flexibilidade para alocação de recursos) e embora não ofereça os benefícios de escala que um grande provedor de nuvem pública pode oferecer, ainda é vantajoso. Além disso, reduz os receios da entrada na nuvem, pois opera sob as políticas e controles de segurança da própria empresa. No fim do dia cloud já está aí. As áreas de TI não podem ignorar esta tendência e devem liderar o processo. O modelo de cloud permite a proliferação do “shadow IT”, aquelas iniciativas disparadas pelos próprios usuários sem participação de TI. A disseminação descontrolada desta TI invisível pode acarretar problemas futuros em termos de segurança e interoperabilidade. Assim, TI pode e deve aproveitar o modelo de cloud para ser um ator importante e liderar a transfomação da própria TI na organização.

Cézar Taurion é Gerente de Novas Tecnologias Aplicadas/Technical Evangelist na IBM. Escreve constantemente para sites e publicações especializadas como Computerworld Brasil, Mundo J e iMasters, além de apresentar palestras em eventos e conferências de renome nacional. É autor do livro “Cloud Computing /Computação em Nuvem – Transformando o Mundo da Tecnologia da Informação”, com a editora Brasport. Mantém um blog na comunidade developerWoks, da IBM (https://www.ibm.com/developerworks/mydeveloperworks/blogs/ctaurion/) e recentemente disponibilizou um blogbook, com coletânea de posts sobre Cloud Computing de 2009 até hoje, para download free, em https://www.smashwords.com/books/view/98138

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GOOGLE IMAGENS

IBM.COM

CURTAS

Dr. David Ferrucci

MEGAINVESTIDOR COMPRA 5,5% DO CAPITAL DA IBM

REVISTA ELEGE WATSON O INOVADOR DO ANO No início deste ano, o programa de TV Jeopardy! game show recebeu um concorrente especial: o Watson, que recebeu este nome em homenagem ao fundador da IBM. Este supercomputador, baseado em servidores Power Systems, Banco de Dados DB2 e tecnologia DeepQA, se saiu muito bem em seu primeiro desafio, vencendo os antigos campeões do programa de TV e mostrando sua habilidade para navegar pelos trocadilhos e jogos mentais que ajudam a tornar Jeopardy! um enorme desafio, mesmo para as mentes humanas mais inteligentes. Watson venceu na televisão, mas as realizações verdadeiramente importantes ainda estão por vir, com sua aplicabilidade nas áreas de saúde, leis, finanças e etc.. Em reconhecimento à sua realização os editores da R&D Magazine honraram os criadores do Watson, o Dr. David Ferrucci e os membros de sua equipe de pesquisas, com o prêmio de maior destaque individual: "O inovador do ano". A R&D é uma das revistas líderes de mercado em informações sobre Tecnologia e Inovação, direcionada a executivos, gerentes de projeto, cientistas, engenheiros e todos que buscam informações relevantes e críticas para inovação tecnológica.

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De acordo com notícia pública, em novembro, pela revista Isto é Dinheiro, o megainvestidor americano Warren Buffett, através de sua empresa Berkshire Hathaway, acaba de adquirir um lote tamanho família de 64 milhões de ações da IBM, com um investimento de US$ 10,7 bilhões, uma fração dos US$ 185 bilhões de seu valor de mercado. A megatransação proporcionou-lhe uma participação de 5,5% no capital da Big Blue, a segunda maior empresa de tecnologia dos EUA. Em seus 70 anos de atuação no mercado de investimentos, é a primeira aquisição de Buffett na área tecnológica. Segundo Buffet, há 50 anos lê os relatórios anuais da IBM, mas, quando leu o de 2010, enxergou-a sob uma nova luz. A decisão foi também influenciada pelo fato da IBM manter relações duradouras com os clientes, característica cara ao dono da terceira maior fortuna do planeta. Dessa forma, a empresa seria menos suscetível a oscilações bruscas do mercado. O megainvestidor diz que hoje reconhece que deveria ter prestado mais atenção na Big Blue há cinco anos atrás. O atual perfil de operação da fornecedora foi desenhado na década de 1990, quando avaliou que o setor de PCs se tornaria praticamente uma commodity, o que derrubaria as margens de lucro. Foi aí que vendeu essa divisão para a chinesa Lenovo. Na área de serviços, no entan-

to, as perspectivas eram as melhores possíveis. Assim, a IBM investiu pesadamente na diversificação de seu portfólio, tendo como outro ponto forte estar antenada com os movimentos do setor de TI, como, por exemplo, a terceirização desses serviços. Nesse contexto, a IBM se coloca como uma alternativa, pois atua em quase todo o processo de TI.

FUNCIONÁRIO BRASILEIRO É UM DOS MAIS ENGAJADOS DO MUNDO Em uma lista de 18 países, o trabalhador brasileiro está em 3º lugar quando assunto é ser engajado. Segundo a consultoria responsável pelo estudo, a ORC International, engajado é o funcionário que fala bem da empresa e de seus produtos, tem interesse em continuar sendo parte da organização, em buscar seus objetivos e se esforça para ir além das expectativas básicas da função que exerce. Em um índice de 0 a 100, o engajamento dos brasileiros foi 64, atrás dos chineses (67) e indianos (74). A China foi o país que mais se destacou no ranking, subindo sete posições, comparado ao ano passado, e tirando o Brasil do segundo lugar. No outro extremo, a Grã-Bretanha e a Austrália caíram quatro posições cada uma, passando a ocupar, respectivamente, a 17ª e a 14ª posições. Quem aparece em último é o Japão.


DIVULGAÇÃO FOTOS: DIVULGAÇÃO

AMM PARANÁ, AÇÃO INFORMÁTICA E IBM LEVAM CLIENTES AO STOCK CAR EM LONDRINA, PR

NERDVANA - O cantinho do técnico Por MARINA RODRIGUES BATALHA COMO SOLICITAR O TRIAL DA FUNCIONALIDADE AME (ACTIVE MEMORY EXPANSION)

O carro da equipe recebendo ajustes finais

No último dia 2 de Outubro foi realizada a Etapa de Londrina do Stock Car. E os clientes IBM do interior do Paraná puderam acompanhar, de muito perto, essa corrida decisiva na disputa pelo título. A AMM Paraná, Ação Informática e IBM Power Systems levaram seus clientes que viram a vitória de Cacá Bueno, acompanhado no pódio pelos pilotos da equipe da Eurofarma, Ricardo Maurício e Max Wilson. Parabéns ao trio e suas equipes, que assim como os processadores Power, não são apenas velozes, mas formam um conjunto que soma performance e confiabilidade para chegar ao final de cada etapa.

REQUERIMENTOS: - Servidor POWER7; - Micro-código PowerVM ativo; - LPAR (máquina virtual) com sistema operacional AIX 6.1 TL04 SP2 ou superior; - Gerenciamento via console HMC ou SDMC. MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O AME, NO DOCUMENTO “ACTIVE MEMORY EXPANSION: OVERVIEW AND USAGE GUIDE” DISPONÍVEL PARA DOWNLOAD EM: http://public.dhe.ibm.com/common/ss/ ecm/en/pow03037usen/POW03037 USEN.PDF

OU NA POWER CHANNEL, EDIÇÃO 08, DISPONÍVEL PARA DOWNLOAD EM: http://www.rscorp.com.br/revistas PARA OBTER A CHAVE PARA O TRIAL DE 60 DIAS SIGA O PROCEDIMENTO: 4 Acesse o site: http://www-03.ibm.com/systems/power/ hardware/cod/activations.html 4 Clique na opção: Trial Active Memory Expansion – How to request 4 Acesse o Trial CoD Web site: https://www-912.ibm.com/tcod_reg.nsf/ TrialCod?OpenForm 4 Na opção Active Memory Expansion request indentifique a solicitação como Active Memory Expansion e clique em “Go”. 4 Complete o formulário de informações sobre o servidor onde a funcionalidade será habilitada e os dados da empresa solicitante e clique em “Submit”. UMA VEZ QUE A SOLICITAÇÃO FOR APROVADA, O CÓDIGO DE ATIVAÇÃO SERÁ ENVIADO AO SOLICITANTE VIA E-MAIL. DIVULGAÇÃO

A equipe reunida num momento de confraternização

O Active Memory Expansion é uma nova funcionalidade dos servidores POWER7 que permite a expansão de memória através de compressão de dados (veja Power Channel Edição 08, matéria IBM Active Memory Expansion). Trata-se de um extraordinário recurso para suportarmos aqueles momentos de pico de memória ou novas demandas inesperadas. A taxa de compressão, e consequentemente o total de memória extra que teremos liberado com esse recurso, dependerá dos ciclos de CPU disponíveis e também da natureza da aplicação, podendo chegar a níveis de até 100% de memória adicional. Mas isso funciona adequadamente em meu ambiente? Bem, a IBM disponibilizou um trial de 60 dias para permitir aos clientes testarem tal funcionalidade.

MARINA RODRIGUES BATALHA Especialista Técnica de Pré-Venda (FTSS) marinarb@br.ibm.com

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PARCEIROS

Felício Rocho implanta projeto hospital sem papel com Power Benefícios incluem maior agilidade de atendimento ao paciente e redução de 40% do consumo anual de energia elétrica DA REDAÇÃO

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O Hospital Felício Rocho, referência mineira em Medicina de Alta Complexidade, constitui mais um caso de referência para a IBM Brasil. Com o objetivo de automatizar completamente seus processos, com a adoção de prontuário eletrônico e eliminação de documentos físicos (como fichas de atendimento e de controle de pacientes e internações), a entidade teve um projeto exclusivo desenvolvido pela Plano TI, parceira de negócio IBM para todo o Estado de Minas Gerais. Quando buscou a IBM, a

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Ingram Micro

principal necessidade do cliente era adequar a infraestrutura para a substituição do ERP em uso, da gaúcha MV, que serviria de base para o projeto “Hospital Sem Papel”. O maior desafio do projeto era conter o aumento do custo de energia e licenciamento de software, já que seu desenho previa um expressivo investimento. Além do fato disso, a nova infraestrutura de servidores e a solução de armazenamento de dados deveriam ser implementados sem que os antigos fossem desligados.


A solução envolveu a aquisição da solução IBM BladeCenter H com dois servidores PS701 com oito cores – baseados no processador POWER7 – destinados ao sistema de banco de dados e dez servidores blade com processadores x86, otimizados para melhorar o desempenho, o uso de energia e de refrigeração. Faz parte da solução também um storage DS5020 e uma unidade de armazenamento em fitas TS3200 Tape Library, para automatização do backup. O projeto teve início em julho de 2010 e foi concluído em fevereiro deste ano, tendo como destaque a redução do custo total da

solução para o cliente, que ficou 20% mais barata, levando-se em conta o custo total de aquisição de hardware e software. Além disso, os processos estão sendo totalmente automatizados a partir da adoção de prontuário eletrônico e a eliminação de documentos de papel, como fichas de atendimento e de controle de pacientes e internações. O sistema conta com telas de LCD com painéis informativos sobre o atendimento dos pacientes, internações, informações médicas e gerenciais, além dos processos de controle de enfermaria e farmácia. O projeto ainda trouxe diver-

INGRAM MICRO INC.

4 Maior distribuidor mundial de tecnologia e único com ampla presença global, a Ingram Micro atua em mais de 150 países em seis continentes com o mais abrangente portfólio de produtos e serviços de TI.

sos outros benefícios à entidade. Na área de TI, o consumo anual de energia deverá ser contido em 40% em relação a uma solução com servidores torre ou rack e os custos de licenciamento de software (banco de dados) devem baixar cerca de 50%. Já os benefícios aos processos do hospital devem se estender aos pacientes, pois a solução permitiu melhoria nos processos e maior agilidade no atendimento ao paciente, além de automação do processo de internação/ hotelaria, aplicação de medicamentos e farmácia – com integração aos processos da área de enfermagem.

PLANO TI

4 Plano TI tem como principal objetivo fornecer aos seus clientes soluções completas em tecnologia da informação, oferecendo sempre produtos e serviços de qualidade.

4 Elemento vital na cadeia de valor de tecnologia, cria oportunidades de vendas e lucratividade para fabricantes e revendedores por meio de programas de marketing exclusivos, soluções de logística terceirizada, suporte técnico e financeiro, e processos de agregação e distribuição de produtos.

4 Parceira de negócios da IBM Brasil, a Plano TI conta com uma equipe certificada nas plataformas IBM System X, Power e Storage, com capacidade técnica para desenvolver e implementar projetos para as mais variadas necessidades de seus clientes.

4 No Brasil desde 1997, a Ingram Micro tem sede em São Paulo e conta com mais de 200 associados, atendendo a uma rede composta por dez mil revendas e distribuindo mais de quinze mil itens de cerca de cinquenta fabricantes.

4 Seu catálogo de soluções foi desenvolvido com foco na simplificação da infraestrutura de TI, na utilização racional dos recursos tecnológicos, na disponibilidade dos serviços e na redução do custo total de propriedade.

Mais informações: www.ingrammicro.com.br ou pelo telefone (11) 2078-4200

Mais informações: www.planoti.com.br

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Ação Informática

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PARCEIROS

Virtualizar Linux em Power foi a solução sob medida para a Canção Nova

Sede da Canção Nova, em Cachoeira Paulista, SP

A capacidade de realocação dinâmica de recursos é o grande diferencial para a eficiência em responder às mudanças e novas demandas DA REDAÇÃO Um novo projeto, envolvendo o CRM, a loja virtual e outras aplicações, que demandariam um substancial crescimento e alta disponibilidade dos recursos de Tecnologia da Informação foram os propulsores para a Fundação João Paulo II - Canção Nova adquirir a Plataforma Power da IBM. De acordo com Protásio Soares de Medeiros, gerente de TI da instituição, a iniciativa os levou a adotar a virtualização de servidores Linux, que atendeu totalmente às reais necessidades da Canção Nova. Por exemplo, atender novas demandas e adequar cargas de trabalho ficou muito mais simples e eficiente, graças à realocação dinâmica de recursos do PowerVM. “Entre os principais benefícios,

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destaco o desempenho da plataforma que nos permitiu ter as condições ideais para um crescimento escalonável”, declara o executivo. Medeiros destaca que os fatores decisivos para a opção pela plataforma foram o alto desempenho dos processadores POWER7, a escalabilidade oferecida, a segurança e confiabiliade sem iguais na indústria de TI, bem como, a redução de custos que propiciou em espaço físico, baixo consumo de energia e eficiência operacional. O executivo explica que a solução está totalmente alinhada às aspirações da Canção Nova, que tem sede em Cachoeira Paulista/SP e está presente em outras 19 cidades do Brasil e em países como Paraguai, Estados Unidos, Portugal, França, Itália e Israel.

“A tecnologia tem papel fundamental na missão da instituição, de evangelizar através dos meios de comunicação, como TV, rádio e internet”, ressalta Medeiros ao lembrar que o cenário de TI da Canção Nova era composto por servidores x86 em rack, que tomavam um espaço físico considerável, gerando calor, um alto consumo de energia e nenhuma flexibilidade para ajuste de carga. A fim de mudar esse quadro, começaram a usar uma solução Blade da IBM, o que possibilitou a utilização da plataforma Power, com todo o ambiente de virtualização implementado no tempo recorde de apenas duas semanas. Imediatamente após a adoção, gargalos como a velocidade na entrega de serviços e soluções foram resolvidos.


TRABALHO EM CONJUNTO O sucesso da implantação da plataforma Power se deve também ao envolvimento da equipe da M&F Informática, da distribuidora Ação Informática, do time da IBM e, claro, da Canção Nova. A M&F Informática é especializada em outsourcing de TI, comercialização de equipamentos de tecnologia, projetos de implementação de ERP, soluções para projetos de redução de custos e alta disponibilidade e segurança da informação. Fabiano Sabha Walczak, diretor da M&F, explica que a sua equipe atua como parceira dos clientes, mapeando as reais necessidades e focando na performance do seu parque tecnológico,

trabalhando em conjunto para chegar a soluções com melhor relação custo X benefício. Nesse contexto, a M&F e a Ação Informática realizaram uma prova de conceito, através de testes que comprovaram que Power era a melhor opção para virtualizar seu ambiente Linux e atualizar os sistemas de Gestão Eletrônica de Documentos (GED), CRM e banco de dados, com a eficiência e confiabiliade que a Fundação João Paulo II - Canção Nova exigia. Esse objetivo foi cumprido por meio de scripts, levantamento do ambiente e pesquisa de compatibilidade entre as aplicações e o novo ambiente. “O trabalho das equipes comprovou a confiabilidade da Tecnologia Power no cenário que envolve alta disponibilidade, aplicações de missão crítica e segurança em todo o ambiente de TI para o funcionamento das aplicações”, afirma Walczak.

Atualmente a Canção Nova tem um cenário de TI composto por dois links, com duas operadoras, onde seus 25 sites estão conectados por MPLS e as 23 lojas por uma solução de VPN. DIVULGAÇÃO

“Não ficamos mais dependentes da demora para entregar equipamentos, pois agora nos programamos e temos como calcular a capacidade dos ativos, o que favorece também o planejamento da área financeira”, diz o executivo.

PROTÁSIO SOARES DE MEDEIROS, gerente de TI da instituição

M&F INFORMÁTICA Visando prestar o melhor serviço, a M&F Informática busca sempre um diferencial a oferecer e implantar. Sua atuação abrange serviço técnico e especializado em administração de ambientes de TI (total ou parcial) e também alocação de analistas para Help Desk (residentes ou remotos), no qual coloca à disposição dos clientes uma equipe de analistas com experiência nas mais diversas áreas da tecnologia. Acreditando que a excelência na prestação de serviço se faz com uma boa equipe de trabalho, motivada e sempre estimulada, tem como uma das prioridades em seu cronograma a capacitação dos funcionários através de cursos, workshops, reciclagem técnica, especializações e certificações.

AÇÃO INFORMÁTICA A AÇÃO Informática, um dos principais distribuidores de valor agregado da América Latina, foi premiada pela IBM Brasil como "Melhor Distribuidor IBM 2010 no Brasil" e "Melhor Distribuidor de Power Systems em 2010 no Brasil". Fundada em 1987, a AÇÃO Informática se destaca como um dos principais distribuidores VAD de fabricantes como IBM, Oracle, VMWare, EMC, HP, Extreme, Dlink, SonicWall, RedHat, Novell e outros. A AÇÃO distribui as soluções da IBM há 21 anos, no Brasil. Os benefícios e diferenciais da AÇÃO são integrantes do AÇÃO Partner Program. CONHEÇA MAIS: www.acao.com.br | Tel. (11) 3508-2222

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TECNOLOGIAS E TENDÊNCIAS

IBM anuncia processadores que aprendem e se aperfeiçoam de forma similar ao cérebro humano, trazendo o prenúncio de uma nova era computacional DA REDAÇÃO

IBM anuncia o futuro dos chips com computação cognitiva 16 Power Channel Outubro Novembro Dezembro 2011

Em agosto a IBM anunciou o Projeto SyNAPSE (do inglês Systems of Neuromorphic Adaptive Plastic Scalable Electronics), cujo objetivo é criar uma nova geração de chips que alimentarão sistemas, não apenas capazes de analisar informações complexas sob várias modalidades sensoriais ao mesmo tempo, mas que também reformulem dinamicamente à medida que interagem com seu ambiente. "Essa é uma iniciativa importante para ir além da arquitetura de von Neumann, que vem sendo adotada a mais de meio século", disse Dharmendra Modha, chefe do projeto no IBM Research. "As aplicações estão cada vez mais exigindo funcionalidades que vão além do possível com a arquitetura tradicional. Esses chips cognitivos serão um passo significativo na evolução dos computadores, sinalizando o início de uma nova geração de máquinas e aplicações”. Em uma ruptura drástica com os conceitos tradicionais para a concepção e construção de computadores, os chamados computadores cognitivos, não serão programados da mesma forma que os tradicionais são hoje. Ao contrário, espera-se que as máquinas cognitivas sejam capazes de aprender através de experiências, encontrar correlações, criar hipóteses, reprogramando-se e evoluindo com a utilização, imitando a estrutura cerebral e sua plasticidade sináptica.


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ARQUITETURA VON NEUMANN Arquitetura de computador em uso há mais de meio século, concebido pelo matemático John von Neumann, constitui o núcleo de quase todos os computadores do sistema em uso hoje em dia, independentemente do tamanho. Em um sistema de von Neumann, o processamento de informações e armazenamento são mantidas separados. Dados viajam entre o processador e memória, mas o computador não consegue processar e armazenar ao mesmo tempo. Pela natureza da arquitetura é um processo linear. É por isso que software é escrito como um conjunto de instruções para um computador seguir. É uma seqüência linear de eventos, construído para um processo linear. Daí vem a importância do clock, pois quanto mais rápido o processador, maior o número de instruções lineares que poderá executar. O modelo tradicional de von Neumann inclui uma unidade central de processamento, ou CPU, Memória RAM e um conjunto de periféricos para E/S.

COMO SE COMPARAM AO CÉREBRO HUMANO? A teoria é que os componentes computacionais atuarão como "neurônios", enquanto as unidades de RAM agirão como as "sinapses", que conectam os neurônios. Em um cérebro real, os neurônios recebem impulsos elétricos das sinapses até que uma tensão suficiente se acumula em toda a sua membrana. Os neurônios, então, descarregam-se enviando sinais para outros neurônios através das sinapses. No chip cognitivo, um padrão de sinais da RA leva um elemento computacional a realizar uma operação simples. O resultado dessa operação é encaminhado, via RAM, a outros neurônios computacionais. Desta forma, o chip é "inspirado" pela arquitetura do cérebro, diz Modha.

O QUE VIRÁ PELA FRENTE Os dois primeiros chips de protótipo já foram fabricados e estão atualmente em fase de testes. O projeto é apenas o início, contando com 256 neurônios. Para a próxima fase, o SyNAPSE espera expandir o design para 1.000.000 de neurônios por chip. Para a Fase 2 desse projeto, a IBM contará com uma equipe de pesquisadores que inclui Columbia University, Cornell University, Universidade da Califórnia, Merced, Universidade de Wisconsin e Madison.

Esses futuros chips serão capazes de absorver informações complexas, oriundas do mundo real, através de múltiplas modalidades sensoriais e agir de maneira dependente do contexto. Por exemplo, um sistema de computação cognitiva para monitoramento de nível de água do mundo poderia conter uma rede de sensores e atuadores, registrando e relatando constantemente métricas tais como temperatura, pressão, altura de onda e de maré do oceano, enviando alertas de tsunami preventivos com base na sua tomada de decisão.

É VIVER E ESPERAR A IBM é um dos maiores desenvolvedores de processadores e tem uma rica história. Mais recentemente, cientistas do IBM Research criaram o supercomputador Watson, baseado em processadores IBM POWER, que consistiu em um sistema de computação para análise de dados não estruturados, especializado em compreender a linguagem humana natural e fornecer respostas específicas para questões complexas em tempo recorde. Watson representa um avanço tremendo em computadores, com sua habilidade para a compreensão da linguagem natural, ou "linguagem real", que não é concebida ou codificada apenas para uso em computadores, mas sim a linguagem que os humanos usam para obter e comunicar o conhecimento de forma natural. Outubro Novembro Dezembro 2011 Power Channel

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FOTOMONTAGEM: GOOGLE IMAGENS

CAPA

Torna realidade a computação em nuvem TI precisa reinventar o datacenter movendo-se em direção a um maior dinamismo na infraestrutura DA REDAÇÃO

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uitas empresas acabam tendo frustradas suas necessidades de maior agilidade nos negócios em função de limitações e custos impostos pela infraestrutura de TI. Se, por um lado, contar com um número cada vez maior de aplicações e análise de dados de negócios, controles e integração multi-empresas com mobilidade trazem vantagens competitivas, por outro, suportar tudo isso exige uma infraestrutura moderna e inteligente, sob pena de frustrar a expectativa dos negócios. O esgotamento dos recursos de TI e o alto custo para mantê-la depõem contra a necessidade de crescimento das empresas. Estimase que 70% do orçamento de TI são drenados pela necessidade de manutenção do ambiente atual, restando apenas 30% para novas iniciativas. E quais são as tendências de TI para permitir às empresas lidarem adequadamente com este nível de complexidade? Que estratégias estão sendo adotadas nas organizações mais bem-sucedidas, superando as barreiras para o crescimento?

RUMO A MENORES CUSTOS Para a maioria das empresas já ficou claro que a adoção de uma infraestrutura dinâmica e virtualizada é o primeiro passo rumo à eficiência operacional e menores custos. Através de uma infraestrutura virtualizada é possível: - reduzir o número de servidores à medida que aumentamos o nível de utilização dos mesmos. Enquanto um servidor commoditie utiliza de 5% a 15% de sua capacidade computacional, a virtualização permitirá obter níveis muito superiores, com consequente redução do número de máquinas necessárias para suportar as aplicações;


- diminuir a quantidade de servidores significa reduzir espaço físico ocupado, consumo de energia, refrigeração, conexões, cabos, pontos de falhas; - potencial redução de custos com licenciamento de software, contratos de manutenção, etc; - facilita implementação de uma política eficaz de alta disponibilidade e redução de paradas. Mas e quanto aos custos de gerenciamento?

EFICIÊNCIA A SERVIÇO DE TI Se tempo é dinheiro, tudo que consome tempo consumirá também dinheiro nas empresas. Gerenciar e manter operando as chamadas “fazendas de servidores” é um dos grandes vilões em um estudo de Custo Total de Propriedade (TCO) em TI. A virtualização pode reduzir dramaticamente o custo de gerenciamento de infraestrutura, à medida que também reduz o número de servidores. Apesar de exigir um maior skill dos operadores, um ambiente centralizado e com ferramentas modernas de gerenciamento permitem uma maior eficiência operacional. Recursos de ajuste dinâmico às alterações de carga aliados a recursos modernos de compartilhamento, como os disponíveis no software de virtualização PowerVM, permite um alto grau de utilização de recursos aliados à alta eficiência de gerenciamento. Mas isso não é tudo quando falamos em aumento da eficiência e redução de custo operacional. Qualquer discussão sobre o operacional em TI precisa começar pelo entendimento de quais são as tarefas associadas à aquisição, implementação e manutenção de servidores. Após dimensionados (e adquiridos via processos de compra em cada empresa), serão disponibilizados

para os administradores que irão realizar a configuração, definição de máquinas virtuais, perfis, instalação de hypervisors, sistema operacional, política de segurança e backup, aplicativos, etc. Depois de testado e em produção, a manutenção exige verificação diária e instalação contínua de paches, correções de rotina, monitoramento de funcionalidades e performance, eventuais upgrades, movimentação de cargas, atendimento ao usuário, recuperação de falhas, backups diários, etc.

PODEMOS ASSIM, ENTENDER O CUSTO OPERACIONAL EM TI COMO: CUSTO OPERACIONAL TI

Custo Operacional com HW

Nº de Servidores

Custo Operacional com Stack de SW

Nº de Imagens Stack de SW

ONDE: • Custo Operacional com HW: Setup, Manutenção, Troubleshooting, Upgrades, etc. – tudo isso para cada servidor. Fica simples entender que um ambiente composto por vários servidores de baixa utilização trazem um alto custo que aumenta a cada nova adição de servidores. • Nº de Servidores: número total de servidores compondo usa infraestrutura. • Custo Operacional com Stack de Software: todo o conjunto de operações para colocar e manter o conjunto (stack) de software em operação em cada servidor, como Setup, Manutenção, Troubleshooting, Upgrades, etc. • Nº de Imagens Stack: número de imagens que cada conjunto de software possui. Por exemplo, se um servidor de produção “A”e seu servidor de HA “B” são imagens idênticas do mesmo conjunto de softwares necessários para uma aplicação, teremos o número de imagens stack igual a dois.

Veja que se reduzirmos o número de servidores, também baixamos o custo operacional com hardware. E aí a virtualização tem seu grande papel e ganho. Fica claro também que se trabalharmos o stack de software, de forma a termos imagens que atendam o maior número de serviços possíveis, isso implicará em redução do número de imagens e do custo operacional de TI.

CUSTO OPERACIONAL TI

Custo Operacional com HW

Nº de Servidores

Custo Operacional com Stack de SW

Nº de Imagens Stack de SW/ Fator Clone

Introduzimos, dessa forma, um Fator Clone, que corresponde ao número de imagens idênticas que poderão ser replicadas através de clonagem, reduzindo o número total de stacks de software onde se realizaria todo o trabalho de setup, manutenção, troubleshooting, etc. Assim, as principais ferramentas de gerenciamento para virtualização dispõe hoje de capacidade para clonagem de máquinas virtuais, que permitem às áreas de TI reduzir custos com implementação de software Stack, reduzindo assim, o tempo para implementação de novos serviços e o custo operacional relacionado a essa operação.

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CAPA PORTAIS DE AUTO-SERVIÇO NA COMPUTAÇÃO EM NUVEM Para muitos, a computação em nuvem ainda é apenas uma bela teoria, pouco vendo de prático em sua implementação. Mas não há dúvidas que hoje muitas empresas já empregam com sucesso o conceito de cloud privada, obtendo benefícios como maior eficiência operacional, agilidade, flexi-

bilidade para aumento/redução de capacidade e uma significativa redução de custos. Na verdade a computação em nuvem uniu os conceitos das melhores práticas em virtualização, infraestrutura dinâmica e gerenciamento aprimorado com auto-serviços que visam reduzir dramaticamente os custos de infraestrutura e mão de obra associada.

SÃO COMPONENTES CRÍTICOS O PORTAL DE AUTO-SERVIÇO E PROVISIONAMENTO USUÁRIOS SOLICITAÇÃO DO SERVIÇO

USO DO SERVIÇO

Portal de Auto-Serviços

Captura SERVIÇO

Implementa

SERVIÇO SERVIÇO

Stack de SW (OS, Hipervysor, tc)

Infraestrutura de HW

No exemplo da figura os serviços são inicialmente definidos/criados e armazenados em um catálogo de serviços. Os usuários requisitantes podem navegar por esse catálogo para localizar e selecionar o serviço desejado. Depois de submetido, o pedido é encaminhado para aprovação e, em seguida, atendido com o provisionamento da infraestrutura subjacente. O stack de software necessário é implementado de duas maneiras: cópia de imagem (mais rápido) ou via scripts automatizados para a instalação. Quando o serviço não é mais necessário, os recursos provisionados são liberados para que possam ser reivindicados por outras requisições de serviço. Para que tudo isso funcione, de forma integrada e transparente para o usuário, é necessário um software orquestrador que oferece o gerenciamento automatizado e fortalece cada etapa do processo. O provisionamento e controle

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Catálogo de Serviços

Auto-gerencia

DISPONIBILIZAÇÃO VIA: - Clone de imagens - Scripts de instalação automáticos

automáticos de configurações permitem a bilhetagem de utilização dos recursos por usuário ou por centro de custo, emissão de relatórios, recursos de auditoria, autenticação, criptografia dos dados em trânsito, controle de acesso por perfil, verificação de conformidade com padrões de segurança e regulamentações. São todos recursos que podem complementar uma solução de nuvem, permitindo atender os requerimentos de automação de serviços, segurança e conformidade com leis e regulamentações.

EDIÇÃO POWER SYSTEMS DO IBM STARTER KIT FOR CLOUD Necessidades de negócio cada vez maiores irão impulsionar as empresas em direção à transformação do datacenter. Isso inclui formas para redução de custos e busca por maior eficiência operacional através do uso de virtualização, padronização e automatização de serviços.

O conceito de computação em nuvem, como visto no exemplo acima, se sustenta através de um modelo operacional bastante completo e automatizado. Obter os benefícios que a tecnologia promete, depende de criarmos a arquitetura de hardware e software adequados, bem como, criarmos os serviços padrão, que serão utilizados para autoprovisionamento. Mas a sensação generalizada é de que criar uma cloud privada é algo dispendioso, demorado e complicado. Ou seja: apesar de muitas empresas já conhecerem e adotarem virtualização, encontrando-se no estágio que chamamos de “pronta para cloud”, permanecem relutantes em adotar uma infraestrutura de nuvem privada. A edição Power Systems do IBM Starter Kit for Cloud é uma oferta criada para as empresas que desejam iniciar a implementação de uma cloud privada. Baseada em uma infraestrutura desenvolvida a partir dos servidores Power System, modelo 740 16-cores POWER7, com os mesmos processadores utilizados no supercomputador Watson ou Blades 16-cores POWER7 PS703. Essa plataforma tem o reconhecimento do mercado em relação à sua extrema confiabilidade, grande performance e tecnologia de virtualização mais flexível e escapável do mercado de TI. Como base de armazenamento de dados, o revolucionário Storwize V7000, um storage que traz funcionalidades de máquinas high-end, como virtualização e thin provisioning. O objetivo dessa oferta é proporcionar o acesso rápido e simples aos benefícios da tecnologia cloud sem um investimento significativo, ajudando as empresas a reduzir as despesas de capital e administração. Como vantagem adicional, permite uma fácil integração com sistemas backend e processos, proporcionando uma plataforma de nuvem aberta e extensível para simples customização às necessidades específicas de seus negócios. E tudo isso em uma cloud privada, protegida por seu sistema existente de firewall.


IBM STARTER KIT FOR CLOUD Configuração com base na Power 740 16 cores 4 p740 Management node, 16 cores, 128GB (8 cores Mgmt, 8 cores Comp)

4 PS703 Management node, 16 cores,

4 p740, Compute node 16 cores, 128GB (1 core Mgmt, 15 cores comp)

4 128GB (8 cores Mgmt 8 cores Comp)

4 Storwize v7000 storage controller with 24 drives - 7TB Min.

4 128GB (1 core Mgmt and 15 cores Comp)

4 PS703 Compute node, 16 cores,

4 2 - F/C SAN Switch 40 ports

4 BCH Chassis

4 2 - 1GB Ethernet Switch

4 Storwize v7000 storage controller with 24 drives - 7TB Min

4 Flat panel with keyboard console and console switch 4 T42 Rack with 4 PDUs 4 SKC / SD / VMC / AIX Power VM

PACOTE DE SOFTWARE ABRANGENTE Essa é a oportunidade para que empresas de todos os tamanhos e portes embarquem de vez na computação em nuvem. As projeções do Gartner indicam que os gastos mundiais com serviços de cloud devem alcançar a cifra de US$ 89 bilhões este ano, um crescimento de 19% sobre os US$ 74 bilhões em 2010. O instituto acredita que, até 2015, esse segmento chegue a US$ 177 bilhões mundialmente. A solução foi projetada para proporcionar desempenho otimizado com realocação dinâmica de recursos e capacidade de expansão para maximizar a continuidade de operação. Um dos diferenciais é oferecer uma solução inicial para computação em nuvem simples de instalar e de usar, além de baixo custo para manter. Inclui os softwares IBM PowerVM Enterprise Edition, que

CONCLUSÃO

IBM STARTER KIT FOR CLOUD Configuração com base na Blade PS703 16 cores

4 Flat panel with keyboard 4 B42 Rack with 4 PDUs SKC / SD / VMC / AIX Power VM

oferece virtualização classe enterprise, o Systems Director Standard Edition com o plugin VMControl Enterprise Edition (para funcionalidades de gerenciamento, clonagem e manutenção de configurações em máquinas virtuais) e o IBM SKC Starter Kit for Cloud V2.2, que oferece as funcionalidades básicas para o uso inicial de uma cloud, como um portal de autoserviço, monitoramento, autenticações e medição. A solução permite aos gerentes de datacenter, implantar rapidamente um sistema de provisionamento selfservice com recursos virtualizados, a partir de uma interface ao usuário muito simples de utilizar, permitindo a construção de uma nuvem privada de forma rápida e simples. Por sua facilidade de uso e implementação, permite que uma equipe de TI comece a atuar com recursos virtuais e cargas de trabalho com foco na

perspectiva “do usuário final”. Enquanto a solução utiliza-se do gerenciamento simplificado do ambiente IBM Director e VMControl, também fornece os blocos de construção para os mais avançados sistemas de provisionamento em nuvem, implementados à medida que o crescimento e mudanças na operação de TI são exigidos. Através de um portal de autoserviço, o usuário pode alocar os recursos virtuais de processamento que momento que necessitar. A rápida implementação de novos serviços e aplicações, sem necessidade de intervenção do time de TI, reduz o trabalho de dimensionamento e disponibilização de recursos de infraestrutura. O usuário pode rapidamente solicitar e provisionar um novo ambiente virtual, via interface web da ferramenta de autoprovisionamento de recursos. É possível também iniciar, parar, redimensionar, clonar ou deletar imagens virtuais. E durante todo o tempo, o departamento de TI pode monitorar e gerenciar esse ambiente virtualizado, buscando maior eficiência e utilização dos recursos disponíveis. Como novos recursos podem ser provisionados virtualmente em minutos, versus dias ou semanas necessários para a compra e implementação de novos servidores, a infraestrutura cloud permite reduzir dramaticamente o tempo necessário para implementação de novas aplicações, produtos ou serviços. O que pode trazer um grande valor para seus negócios, já que permite aproveitar as oportunidades de mercado no momento necessário.

A IBM nos últimos dois anos liderou e especializou-se na criação das melhores práticas para a implementação de cloud privadas. Hoje oferece soluções completas em nuvem (“end-to-end”) com hardware, software e serviços, evitando a necessidade de compor múltiplos fornecedores para atender todos os níveis da solução. O Starter Kit for Cloud, Edição Power Systems, traz a segurança para levar as aplicações críticas para nuvem, através de uma infraestrutura de nuvem com grande flexibilidade e capacidade de virtualização, associados a softwares que visam reduzir o custo de gerenciamento e operação. Se as necessidades de negócio estão impulsionando sua empresa em direção à transformação de seu datacenter, o IBM Starter Kit for Cloud pode ser o primeiro passo rumo à eficiência operacional, aliado à alta redução de custos.

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DIVULGAÇÃO

CAPA

Boticário implementa os mais modernos conceitos de virtualização, consolidação e continuidade de negócios com Power Systems Para suportar sua grande operação a gigante dos cosméticos e perfumes aposta na confiabilidade de um Power DA REDAÇÃO O Boticário, unidade de negócios do Grupo Boticário e maior rede de franquias de perfumaria e cosméticos do mundo, há alguns anos concluiu que para suportar seu crescimento e se preparar para um novo milênio, deveria criar uma organização orientada a processos de forma altamente integrada, deixando para trás uma visão fragmentada por áreas. Assim, iniciou uma completa mudança na maneira de atuação da empresa, reestruturando quatro áreas: a gestão das campanhas de produtos, gestão de portfólio e desenvolvimento, gestão de demanda e o planejamento financeiro. Tecnologia da Informação foi vital neste processo de transformação, redesenho e integração de processos. “Além de ter pessoas qualificadas e processos bem desenhados, é essencial disponibilizar tecnologia adequada para gerar eficiência e permitir o trabalho com grandes volumes de informa-

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ções e alta integração”, afirma Cesar Panisson, Gerente de Infraestrutura Tecnológica do Grupo Boticário. A escolha recaiu sobre o ERP e BW da SAP e, para infraestrutura, a opção foi a plataforma IBM Power Systems com o DB2 integrado ao Sistema Operacional. Essa decisão foi baseada a partir de análise de mercado, apoiada em um profundo estudo de ROI (Return of Investiment) e TCO (Total Cost of Ownership) para um período de cinco anos. Além disso, para garantir o suporte aos níveis de crescimento que a empresa apresentava, com expressivos 20% ao ano, era fundamental uma plataforma escalável, com virtualização e recursos de crescimento on demand que pudessem suportar mudanças bruscas na demanda. E finalmente, havia o aspecto crítico para a operação que era de alta disponibilidade e exigia uma plataforma criada para aplicações de missão crítica.

NOVO MOMENTO DEMANDA NOVAS NECESSIDADES Com os novos sistemas em produção, um alto índice de integração e confiabilidade de informações para decisões rápidas, o próximo passo foi a otimização do gerenciamento e da continuidade de negócios. Nesse cenário, se fazia necessário criar uma infraestrutura de TI com alto nível de consolidação, totalmente virtualizada e seguindo as melhores práticas para um gerenciamento unificado. No aspecto de contingência, O Boticário buscava uma estrutura de contingência completa, que garantisse maior segurança, fluidez e interoperabilidade nos negócios. Para atender essa demanda era necessário contratar uma fornecedora diferenciada tecnicamente e com alta confiabilidade no mercado. A opção foi pelo Grupo Intercompany e IBM, que tiveram o apoio da distribuidora Avnet – fundamental para o sucesso da implementação de um projeto como esse de continuidade de negócios em um


O BOTICÁRIO

ambiente altamente virtualizado. A solução de infraestrutura conta com dois servidores Power Systems, sendo um 795 POWER7 e um 595 POWER6 para contingência, software PowerVM para virtualização, banco de dados DB2 integrado ao Sistema Operacional i, DS8000, tape library com unidades LTO como solução de Storage, Tivoli TPC para gerenciamento, monitoramento e estudo de métricas de utilização e crescimento do sistema. “O ERP SAP é o coração de funcionamento das empresas e garantir sua funcionalidade em um ambiente de múltiplos e críticos landscapes exige uma plataforma robusta, altamente virtualizada, provendo um gerenciamento simples e eficaz”, comenta Panisson. Segundo o executivo, "associada à competência técnica do Grupo Intercompany, o apoio da IBM com um advocate exclusivo para a companhia e com acesso aos laboratórios IBM, foi de significativa importância para o sucesso da solução".

BENEFÍCIOS NA ADOÇÃO DA SOLUÇÃO POWER A adoção inicial do SAP rodando na infraestrutura IBM, baseada em servidores Power Systems, propiciou à área de negócios da companhia: - Integração entre processos core do negócio e melhor planejamento de vendas; - Processo otimizado e estruturado de campanhas de marketing; - Gestão centralizada e monitoramento apurado dos resultados.

A rede gera mais de 16 mil empregos diretos e indiretos no Brasil. Desde 1999, a IBM tem participação sólida nessa história, tendo fornecido desde impressoras, fitas de armazenamento, softwares de gerenciamento, até servidores.

INTERCOMPANY O Grupo InterCompany, há mais de 12 anos, oferece soluções completas em Infraestrutura de TI para empresas de diversos portes em todo o Brasil, tornando-se um dos principais integradores do mercado de tecnologia. Especialização técnica, excelência em serviços e transparência são os pilares que sustentam o crescimento e consolidação do Grupo InterCompany no mercado de TI, reforçando o compromisso com a continuidade e desenvolvimento dos negócios de seus clientes e parceiros de negócios. O Grupo InterCompany é um IBM Premier Business Partner, um reconhecimento dado apenas a um grupo especial de empresas que ao longo dos anos mostra continua evolução e comprometimento com seus clientes. No ano de 2012 serão comemorados 10 anos dessa parceria de resultados. PARA MAIS INFORMAÇÕES, VISITE: www.grupointercompany.com.br

AVNET Como um distribuidor global de soluções de TI, Avnet Technology Solutions colabora com seus clientes e fornecedores para criar e entregar serviços, soluções de software e hardware que atendam às necessidades do negócio de seus clientes localmente e em todo o mundo. No ano fiscal de 2011, o grupo Avnet atendeu clientes e fornecedores em mais de 70 países e gerou USD $ 11,5 bilhões em receita anual. Avnet Technology Solutions é um grupo operacional da Avnet, Inc. - www.ats.avnet.com

FOTOS: DIVULGAÇÃO

Como resultado, a área de TI ganhou a devida importância na organização: - Atingir a eficiência operacional desejada, com economia de recursos humanos e serviços associados à gerência, operação e manutenção do ambiente devido à virtualização IBM PowerVM e facilidade de operação da plataforma; - Garantir suporte à expansão acelerada da empresa, com uma infraestrutura escalável e otimizada para suas cargas de trabalho; - Possibilitar a rápida adequação às mudanças bruscas do mercado, através da realocação de recursos permitida pela virtualização PowerVM, bem como, a possibilidade de ativar recursos sob demanda; - Oferecer maior segurança na operação de O Boticário e disponibilidade da informação, com a implementação de um projeto de contingência eficiente.

Fundado há 34 anos em Curitiba, no Paraná, O Boticário é uma unidade de negócios do Grupo Boticário é a maior rede de franquias de perfumaria e cosméticos do mundo, com mais de 3.100 lojas no Brasil e presença em outros 8 países.

CESAR LUIZ PANISSON (Gerente de Infraestrutura do Boticário) e MARCELO SACHINI (CIO do Boticário)

ERIC ROSSATI (Gerente de Hardware - Região SUL - IBM), CESAR LUIZ PANISSON e ROBERTO DE BRITTO (Diretor Técnico da Intercompany)

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CAPA

Solução de segurança e conformidade otimizada para proteger ambientes virtualizados com Power DA REDAÇÃO Segurança e conformidade são vitais para muitas empresas, especialmente agora que devem aderir às exigências regulamentares destinadas a proteger dados pessoais e informações da empresa de ataques e violações de segurança. E garantir que os sistemas de TI estão compatíveis com as normas de segurança padrão da indústria e manter a segurança do sistema pode ser um desafio, exigindo um trabalho intensivo e constante. Veja o exemplo do vazamento de dados de clientes e cartões de

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crédito sofrido por uma empresa do setor de jogos online, causado por uma brecha de segurança conhecida, conforme assumiram os profissionais de TI da empresa. Isso afetou a operação, que ficou indisponível por um longo período, bem como a credibilidade e lucratividade da fabricante. Fica claro que não importa se os servidores são físicos ou virtuais, se estão dentro do data center da empresa ou em nuvem. Esses servidores e, mais importante, os dados precisam estar seguros e protegidos

contra violações. Agora, tão importante quanto se proteger, é ter também ferramentas que permitem facilmente vistoriar que o ambiente está dentro dos requisitos de segurança e conformidade exigidos. Para os ambientes virtualizados em servidores Power Systems, a IBM disponibiliza uma solução de segurança e conformidade chamada PowerSC (PowerSecurity & Compliance), disponível para PowerVM e para o sistema operacional AIX. Essa solução permite a automa-


ção de conformidade e segurança e inclui relatórios para medição e auditoria. Assim como a capacidade de clonagem e autoprovisionamento reduzem o custo administrativo do time de TI. Além disso, a automação de atendimento a conformidade e segurança também ajudam as empresas a reduzir o custo administrativo. Capacidades de automação incluem fornecer perfis do sistema pré-construídos, que atendem os requisitos de diversas regulamentações do setor, como a Indústria Payment Card Industry Data Security Standard (PCI DSS), o Guia de Técnicas de Implementação e padronização para Unix do

Departamento de Defesa e Segurança dos EUA (DoD STIG), bem como, as melhores práticas do COBIT. As empresas sujeitas às auditorias Sarbanes-Oxley geralmente optam pelas melhores práticas do COBIT. Com o PowerSC, as configurações de todos os parâmetros relevantes do sistema são automatizadas, conforme exigido por esses padrões de segurança. Essa automação é melhor implementada utilizando-se o AIX Profile Manager, plug-in do IBM Systems Director. Os perfis incluem configurações recomendadas para diversos pontos de configuração do AIX, como tamanho mínimo de senha, reutilização de senhas, número de tentativas sem sucesso de login, antes do bloqueio de usuário, e outras configurações de segurança.

máquinas virtuais AIX que não cumprem as políticas de patch corporativa estabelecidas para um datacenter virtualizado. Um alerta é disparado quando uma máquina virtual não-conforme for detectada. Esses alertas também podem ser configurados para enviar mensagens SMS para dispositivos móveis. O TNC e o Patch Management analisam dados vindos do Assistant Manager Update Service (SUMA) e do Gerenciador de Instalação de Rede (NIM) para realizar a verificação durante a ativação de cada máquina virtual.

CUMPRINDO AS POLÍTICAS DE SEGURANÇA PARA MÁQUINAS VIRTUAIS

Relatórios de fácil emissão estão disponíveis com o PowerSC, visando confirmar se o sistema está corretamente configurado com a segurança estabelecida. Esses relatórios fornecem alertas para as alterações de parâmetros não autorizados e fornecem uma base consistente para auditorias de conformidade. O uso do PowerSC não irá por si só garantir a segurança e conformidade do sistema, mas sua capacidade de automação e auditoria podem simplificar, significativamente, o trabalho de gerenciamento de segurança e conformidade. Isso reduz custos administrativos e permite aos administradores de segurança o tempo para se concentrar em outros aspectos do cumprimento de normas.

A manutenção de máquinas virtuais, através de múltiplos sistemas, apresenta desafios administrativos adicionais aos que normalmente utilizamos para os sistemas físicos tradicionais. Por exemplo, as máquinas virtuais podem ser suspensas ou desligadas, ou mesmo se mover de um para outro servidor, durante o processo de aplicação de algum patch. Isso pode, por exemplo, abrir potencialmente uma janela de vulnerabilidade se o servidor destino, ou a VM sendo movida, tiver um nível de patch diferente do que é exigido. O Trusted Network Connect (TNC) e o Patch Management são features do PowerSC para detectar

Os eventos de ativação que são monitorados incluem: • Inicialização normal; • A retomada após a suspensão; • Ativação como resultado da movimentação de uma VM via Live Partition Mobility.

Para mais informações sobre o PowerSC, visite: http://www-03.ibm.com/systems/power/ software/security/index.html

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GESTÃO

Ninguém é insubstituível...

Se com apenas sete notas musicais, fomos capazes de compor todas as músicas existentes e todas mais que ainda virão, imagine a infinidade de potencialidades encontradas no ser humano, com sete diferentes “tipos de inteligências” e intensidades em cada uma porque somos únicos em sua composição de potencialidades. Associe a isso que, para cada uma das nossas habilidades, podemos ter maior ou menor potencialidade o que, para efeito de entendimento, dividiremos apenas em três graduações: pouca, normal e excedente. Mas o que tudo isso tem a ver com o mundo corporativo? Acontece que tudo no mundo corporativo é avaliado por desempenho e os KPI´s estão presentes em quase todas as áreas da administração moderna. Na maioria das vezes, tentamos enquadrar as habilidades de determinada pessoa à função a ser ocupada e, como consequência, algumas vezes nos deparamos com resultados frustrantes ou, o que é pior, acabamos nos conformando com resultados medianos. Felizmente os processos seletivos de algumas empresas, já levam em consideração as inteligências emocionais dos candidatos, mas nos processos de promoção e recrutamento interno, na

POR MOHANDAS LIMA DA HORA

maioria das vezes, isso é relevado. Nossa genialidade só se expressa em resultados quando atuamos e investimos no aprendizado na área de nossa maior inteligência emocional. Quando essas condições coincidem ai sim, e só então, somos insubstituívei Já escutei: Quem substituiu Beethoven? Gandhi? É fácil concluir que eles foram insubstituíveis. Mas e se Beethoven tivesse sido convocado a liderar uma resistência pacífica pela libertação de seus pais? E tivesse solicitado ao Gandhi compor uma sinfonia? Provavelmente eles seriam perfeitamente substituíveis. É isso que acontece na maioria das empresas, quando tentam adaptar potencialidades às demandas internas. Esse tipo de atitude nos leva a algumas situações do tipo: Fulano é um excelente vendedor e, como reconhecimento, foi promovido à gerente de vendas. Só que ele não tem as competências (inteligências emocionais) nas quantidades exigidas para um cargo de liderança. Resultado: perde-se o excelente vendedor e ganha-se um gerente que não consegue extrair da equipe o melhor. E esse é um caminho sem volta, porque se o fulano perde a gerência e volta a ser vendedor, seu excelente histórico de desempenho estará para

sempre maculado pelo insucesso na gerência de pessoas. Portanto, todos são substituíveis, ou se preferirem: ninguém é insubstituível. A não ser que esteja atuando na sua área de talento, na inteligência emocional na qual excedemos, investimos e os resultados aparecem. No exemplo, o que a empresa deveria criar era um outro tipo de reconhecimento para o Talento em Vendas do Fulano, que não tem as competências exigidas para o gerenciamento de pessoas, sob pena de tornar substituível alguém insubstituível. DIVULGAÇÃO

Será?

Sempre que escuto essa frase ela me remete aos estudos do Daniel Goleman publicado em seu livro Inteligência Emocional. No livro, Goleman fala de cinco áreas de habilidades que cada um de nós tem, em diferentes intensidades

MOHANDAS LIMA DA HORA Consultor da SETI Serviços Educacionais www.setibr.com

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PRODUTOS

Power Systems CUoD traz mais valor para os negócios Atualmente é comum encontrarmos o departamento de TI subordinado ao departamento financeiro das empresas, uma vez que, por muitos anos, ela foi uma área geradora de despesas para as companhias POR ALEXANDRE BICAS

Muitas empresas estão reformulando a sua estratégia de Tecnologia da Informação para que, cada vez mais, esse departamento possa atuar de acordo com as necessidades da área de negócios, sem tirar o foco do aspecto Custo. E os servidores Power têm desempenhado um papel muito importante nessa reformulação. Dentre as diversas funcionalidades dessas máquinas, existe uma em especial que tem sido muito utilizada pelas empresas: a Capacity Upgrade on-Demand (CUoD). Essa funcionalidade (disponível nos servidores Power 770, Power780 e Power 795), permite que os equipamentos tenham parte dos processadores e memória RAM instalados, porém inativos quando da aquisição, permitindo que sejam ativados para uso com o decorrer do tempo. Inativo significa desligado eletricamente, ou seja, não estão consumindo energia enquanto estiverem no estado de espera ou standby.

Esses recursos de processamento e memória podem ser ativados a quente a qualquer momento, em caráter permanente, ou seja, passam a ter uso contínuo a partir de sua ativação ou em caráter temporário, o que significa que serão ativados para um uso por tempo limitado. A ativação permanente de processamento e memória é feita através de uma chave, gerada após a aquisição da ativação de unidades de processadores e Gigabytes de memória. A ativação temporária fica à disposição do cliente, que pode ativar e desativar os recursos quando e quanto precisar para suportar, por exemplo, um pico de vendas gerado por uma promoção. O pagamento, neste caso, é feito pela utilização efetiva em unidades de processamento e memória por dia, como uma conta normal de luz, onde se paga pelo que se consome. Também é disponibilizada por meio da aquisição de créditos antecipados para ativação de processadores, uma espécie de pré-pago.

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PRODUTOS CASOS BEM-SUCEDIDOS A seguir, vamos analisar alguns casos onde a tecnologia Power foi um diferencial, através da funcionalidade Capacity Upgrade On-Demand.

PREPARADOS PARA CRESCER COM POWER

RECURSOS ON-DEMAND SÃO DIFERENCIAIS Em outro caso, uma rede varejista estava implementando um novo sistema de gestão, cujo cronograma apontava para um projeto com duração de 4 a 5 anos. A solução total iria necessitar de mais de 100 cores de processamento e mais de 1.5TB de memória RAM. O investimento inicial estava tornando o projeto inviável e a solução, que estava sendo adotada, dividia o projeto em pequenos módulos com a aquisição de servidores conforme os módulos fossem tendo sua implantação concluída. Por ser uma solução não conso-

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Uma grande indústria vinha experimentando fusões e aquisições de empresas. Como é de se imaginar, esse tipo de operação ocorre muitas vezes em sigilo absoluto, somente sendo divulgada quando o negócio está praticamente concluído. Isso deixava pouco tempo para que a área de tecnologia se preparasse e estivesse apta a receber a nova carga de processamento e usuários. Em um cliente que usa arquitetura distribuída, restaria ao time de TI criar ilhas de servidores adquiridos rapidamente para atender os saltos de crescimento da empresa, já que não havia tempo hábil para adaptar a infraestrutura existente à nova demanda. Isso pode significar um custo excessivo, erros de dimensionamento, maior custo de administração e um risco para cumprimento dos prazos necessários aos negócios. Esse cliente, no entanto, havia

lidada, visando um fracionamento do custo total, seriam necessários muitos servidores para atender à demanda e diversos problemas iriam aparecer com o decorrer do tempo: consumo de infraestrutura (espaço, energia elétrica, resfriamento, etc.), gerenciamento de um parque não consolidado e distribuição de recursos computacionais. Ao adotar a plataforma Power como base para esse novo ambiente, essa empresa foi capaz de adquirir uma solução capaz de escalar verticalmente conforme o projeto caminhasse, de forma consolidada e eficiente. Os recursos on-demand de processamento e memória estavam

recentemente migrado e consolidado seu ambiente utilizando servidores Power, acabando com ilhas de processamento isoladas e obtendo uma grande capacidade de crescimento vertical. Isso lhes proporcionou a capacidade de atender rapidamente às novas demandas, através da ativação de recursos de processamento e memória ativados on-Demand. Sem parada de serviços, já que foram ativados a quente, sem aguardar chegada de material, nem aumentar os custos administrativos de gerenciamento. Para os negócios da empresa, significou não perder a janela da oportunidade e rapidamente adequar-se à nova situação. Dessa forma, o impacto das fusões e aquisições atuais e futuras deixou de existir e a companhia tornou-se mais eficiente, ágil e competitiva.

instalados e inativos, bastando ao cliente avaliar, a cada fase do projeto, se a capacidade de processamento existente era suficiente e, caso não fosse, ativar mais recursos para suportar os novos módulos. Isso ajudou o cliente a diluir o investimento inicial no decorrer do tempo do projeto e a racionalizar os recursos existentes em uma arquitetura virtualizada, mais simples de gerenciar e robusta. Além disso, o dinheiro economizado no momento inicial permitiu à empresa adquirir uma solução de armazenamento nova capaz de suportar a capacidade necessária ao projeto e ainda atualizar tecnologicamente o parque existente.


covery ainda mais complexo já que seriam necessários equipamentos de distintos fornecedores para compor a solução. Ao consolidar sua infraestrutura em servidores Power no site principal, o cliente experimentou uma redução drástica de 82% em recursos de infra de dados ao baixo consumo de espaço e energia dos servidores IBM Power. Com isso, o site de Disaster Recovery teve suas dimensões reduzidas, baixando os custos do projeto. Além disso, devido à capacidade de processamento e à virtualização, foi possível diminuir a necessidade de licenciamento no site principal em 62%, tendo por consequência a mesma redução no site de Disaster Recovery. Por fim, ao utilizar a ativação temporária de recursos

MENOR CUSTO E PADRONIZAÇÃO COM POWER Para atender uma regulamentação federal, uma instituição financeira precisava construir um datacenter para Disaster Recovery com a capacidade de processamento igual ao site principal. Devido ao modelo de licenciamento de seu middleware e bancos de dados, seria necessário licenciar todo o site de Disaster Recovery, mesmo ele estando parado à espera de uma emergência no site principal. O problema é que os custos de software estavam se tornando quase tão grandes quantos os custos com a nova infraestrutura e tornando o projeto inviável, do ponto de vista financeiro. Para piorar, o cliente possuía diversos tipos de tecnologias de diferentes fabricantes de hardware, tornando o site Disaster Re-

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On-Demand a empresa precisou manter apenas 20% da capacidade produtiva ativa no site de Disaster Recovery, reduzindo ainda mais o licenciamento. O ambiente ficou simples, padronizado e eficiente, atendendo à todas as legislações federais e operando sob um menor custo operacional. Inúmeros são os casos de su-cesso no Brasil e no exterior. E é comum experimentarmos grandes taxas de consolidação e redução de custos após um projeto de consolidação em Power, o que por si só já é um fator de migração para a plataforma. As aplicações da virtualização e dos recursos on-demand em Power Systems só são limitadas pela nossa criatividade em identificar como mudar os paradigmas de Tecnologia da Informação dentro das nossas empresas.

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IBM DB2 e plataforma POWER oferecem liberdade de escolha

Se você está preocupado com os custos de licenciamento e manutenção do DB Oracle, DB2 é a solução! POR JEAN CRISTIE PACANARO Até muito pouco tempo, uma das grandes preocupações das empresas ao adotar um software de bancos de dados era o fato de tornarem-se reféns do fornecedor, após implementar suas aplicações, pois cada fornecedor implementava características específicas, fora de padrões definidos pela indústria de TI, impossibilitando o cliente trocar o software, seja por problemas técnicos, de relacionamento ou de custo. Agora os clientes que utilizam Oracle DBMS e desejam avaliar alternativas de redução de custo, sem perda de qualidade do produto, encontram no banco de dados DB2, a partir da versão 9.7, uma grande compatibilidade com o Oracle DBMS, que minimizam o esforço de migração e garante um menor custo de propriedade.

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PONTOS PRINCIPAIS: • Suporte nativo à linguagem PL/SQL e extensões SQL proprietárias para a maioria das features do Oracle (estimase 97% de compatibilidade), o que diminui o esforço de reescrita de código e torna a migração de Oracle para DB2 simples, fácil e rápida; • A IBM e seus parceiros de negócios mantêm ferramentas e serviços para suportar tal processo, assegurando ao cliente Oracle uma base sólida e confiável na migração; • Clientes Oracle DBMS em HP-Itanium, por exemplo, podem migrar para DB2 e, ao mesmo tempo, adotar uma infraestrutura segura e confiável como a plataforma POWER, reduzindo custos e, principalmente, o risco de se manter em uma solução sem suporte.


A recomendação para atuais clientes Oracle DBMS é começar com o levantamento de todas as aplicações, separando as desenvolvidas internamente, das adquiridas de terceiros.

PARA AS APLICAÇÕES DESENVOLVIDAS INTERNAMENTE: • Envolva a IBM para obter uma análise mais detalhada das aplicações que serão migradas e solicite uma prova de conceito para uma de suas aplicações, afim de validar as features de compatibilidade e verificar se suas aplicações funcionarão com o DB2, tendo um mínimo de esforço; • Utilize a ferramenta IBM Migration Enablement Evaluation Tool (MEET), para analisar o esforço de migração e quais são as modificações necessárias na estrutura do banco de dados e nas aplicações, e a ferramenta IBM Data Movement Tool (IDMT) para mover os dados para DB2; • Avalie se as modificações sugeridas pela ferramenta de análise de compatibilidade podem ser implementadas na aplicação e busque ajuda da IBM para encontrar uma solução.

Entender as vantagens e limitações deste processo é fundamental para que os clientes tomem uma decisão segura neste sentido. Para aplicações de mercado ou de terceiros verifique se o fornecedor do software certifica e suporta o DB2, nativamente ou utilizando a feature de compatibilidade, e se suporta a migração para DB2.

Caso o fornecedor não suporte o DB2 atualmente, verifique quando irá suportá-lo, nativamente ou com a compatibilidade e desafie-o a que certifique o DB2. A IBM dispõe de projetos de apoio à empresas desenvolvedoras de soluções que se interessam por esta migração.

CONCLUSÃO Com a funcionalidade de compatibilidade com o Oracle DBMS, disponível a partir do DB2 9.7, as aplicações desenvolvidas para utilizar o banco de dados Oracle irão rodar com pouca ou nenhuma alteração no código. Esta compatibilidade permite migrar para o DB2 as aplicações desenvolvidas para Oracle, reduzindo o custo com licenciamento e manutenção de software. É importante uma análise completa da lista de aplicações para identificar o esforço e funcionalidades esperadas, antes de tomar a decisão final de mudar o parque de banco de dados. Aplicações de terceiros devem ser avaliadas separadamente, verificando se o fornecedor do software suporta o DB2. A IBM e seus parceiros de negócios encontram-se aptos a realizar o estudo completo de migração para cada empresa (utilizando as melhores práticas e ferramentas) e apresentando os benefícios e riscos associados.

JEAN CRISTIE PACANARO Engenheiro da Computação, com 15 anos de experiência em TI, especialista em banco de dados, certificado nos produtos IBM DB2 e Oracle, trabalha atualmente no laboratório de software da IBM, atuando em projetos de migração de banco de dados para DB2, no time Information Management Technology Ecosystem

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Copel investe em Power e DB2 para integrar informações e reduzir custos Infraestrutura IBM integra os principais sistemas da empresa e permite a redução de custos com armazenamento de dados em até 50% DA REDAÇÃO A Copel (Companhia Paranaense de Energia), empresa que atua na geração, transmissão e distribuição de energia, investiu R$ 80 milhões na atualização de seu parque tecnológico com o objetivo de integrar as informações referentes a toda sua cadeia de produção e distribuição de eletricidade. O projeto tinha como desafios adotar o ERP SAP, implementandoo em uma infraestrutura robusta e confiável, mas que também proporcionasse flexibilidade e escalabilidade. Além de redução de custos com licenciamento de Software, adminstração de servidores, etc. A solução proporcionou maior

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precisão na cobrança de seus serviços e ofereceu aos clientes da Copel um atendimento mais rápido, tanto no retorno a uma simples solicitação de segunda via da conta de energia, quanto para um pedido de ligação de eletricidade em determinada região. A empresa efetua mais de 70 mil novas ligações a cada ano. A integração dos sistemas também visa diminuir os custos na geração de energia e proporcionar uma base sustentável para o crescimento do Estado do Paraná. O projeto na Companhia Paranaense de Energia contemplou a implementação de servidores IBM

Power, sistemas de armazenamento em disco IBM DS 5100 e software de banco de dados IBM DB2, que oferece maior integração ao sistema de gestão empresarial (ERP) da SAP, possibilitando uma redução de despesas associadas a hardware e TCO (Custo Total de Propriedade) do projeto. Estudos do TPC (Transaction Processing Performance Council) demonstram que o IBM DB2 diminui em até 50% os custos com armazenamento de dados e em até 30% as despesas com gerenciamento de dados se comparado ao Oracle Database. A Copel opera com um parque gerador próprio de usinas, linhas de

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Ação Informática

PARCEIROS


IBM DS5100

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transmissão, subestações, linhas e redes elétricas do sistema de distribuição, bem como um abrangente sistema óptico de telecomunicações que integra as principais cidades do estado do Paraná. Para interligar esse sistema, foi proposta uma solução capaz de automatizar, gerenciar e armazenar os dados provenientes de todas estas fontes de negócio em um ambiente centralizado, agilizando o processo de tomada de decisão do time estratégico e trazendo maior confiabilidade pelo monitoramento em tempo real das informações que circulam na rede. Toda a infraestrutura fornecida pela IBM é redundante para evitar paradas no sistema e permitir a alta disponibilidade dos serviços prestados pela Copel. O projeto também foi desenvolvido já prevendo um crescimento de 50% na infraestrutura de Tecnologia da Informação ao longo dos cinco anos de ciclo de vida do contrato.

COPEL A Copel foi criada em outubro de 1954, é a maior empresa do Paraná e atua com tecnologia de ponta nas áreas de geração, transmissão e distribuição de energia, além de telecomunicações. Opera um abrangente e eficaz sistema elétrico com parque gerador próprio de usinas, linhas de transmissão, subestações, linhas e redes elétricas do sistema de distribuição e um moderno e poderoso sistema óptico de telecomunicações que integra as principais cidades do Estado. Efetua em média, mais de 70 mil novas ligações a cada ano, atendendo praticamente 100% dos domicílios nas áreas urbanas e passa de 90% nas regiões rurais. A Copel tem suas ações negociadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri, sendo referência internacional em sustentabilidade social e ambiental e procura estar de acordo com as boas práticas de governança corporativa.

AÇÃO INFORMÁTICA A AÇÃO Informática, um dos principais distribuidores de valor agregado da América Latina, foi premiada pela IBM Brasil como "Melhor Distribuidor IBM 2010 no Brasil" e "Melhor Distribuidor de Power Systems em 2010 no Brasil". Fundada em 1987, a AÇÃO Informática se destaca como um dos principais distribuidores VAD de fabricantes como IBM, Oracle, VMWare, EMC, HP, Extreme, Dlink, SonicWall, RedHat, Novell e outros. A AÇÃO distribui as soluções da IBM há 21 anos, no Brasil. Os benefícios e diferenciais da AÇÃO são integrantes do AÇÃO Partner Program. CONHEÇA MAIS: www.acao.com.br | Tel. (11) 3508-2222

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OPINIÃO

Síndrome da pressa prejudica desempenho profissional ESSE PROBLEMA DEIXA O INDIVÍDUO EM CONSTANTE ESTADO DE ALERTA E PODE SER DESENCADEADO PELO ESTRESSE. PARA SE TER UMA IDEIA, NOVE EM CADA DEZ PESSOAS SOFREM COM AS MAIS VARIADAS FORMAS DO PROBLEMA POR SIDNEY ALVES É o que afirma a Organização Mundial de Saúde (OMS), que alerta para as doenças relacionadas ao estresse, como problemas cardiovasculares, depressão, câncer e diabetes. Até certo ponto o estresse é saudável ao organismo, mas em excesso prejudica a qualidade de vida. Em tempos modernos, a pressão no trabalho e o ritmo de vida acelerada podem desencadear o problema. A cobrança por resultados, o excesso de atividades e até mesmo a necessidade de cumprir metas afetam o equilíbrio do corpo. A cultura que prevalece nas empresas é a cobrança pela superação de limites, a necessidade de sempre fazer o melhor do melhor. O resultado são pessoas que se cobram em excesso para cumprir tudo o que é exigido, desencadeando o estresse. Em alguns casos alguns funcionários desenvolvem a chamada a Síndrome da Pressa, que prejudica o desempenho no trabalho e a vida pessoal do trabalhador. A síndrome torna as pessoas mais competitivas, agressivas e com desejo de produzir mais em menos tempo. O profissional fica com dificuldade de concentração e a criatividade é afetada devido ao imediatismo na hora de resolver os problemas. Quem

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não sabe lidar direito com o tempo sofre mais, principalmente pela obrigação em cumprir prazos e horários. Os médicos caracterizam a síndrome como um quadro permanente de ansiedade, que pode se transformar em sérias doenças. Estimativas apontam que pelo menos 30% dos trabalhadores no Brasil sofrem com o mal. Quem sofre com a síndrome da pressa está em constante estado de alerta, irritado e impaciente. O acúmulo de atividades é um dos itens que devem ser observados no diagnóstico do problema. O profissional não consegue se desligar das tarefas do trabalho. Quase nunca se permite ter algum momento de lazer e quando consegue separar um tempo para se divertir, não consegue aproveitá-lo da melhor forma. Para ter uma melhor qualidade de vida e se livrar da síndrome da pressa, o tratamento mais eficiente é mudar a maneira de encarar as situações do dia a dia. Não existe uma receita de bolo. Cada um tem que se analisar e ver o que está errado, se há algo em excesso ou faltando para alcançar o equilíbrio. Um bom funcionário não é o que produz mais e sim o que trabalha com qualidade e obtém resultados

satisfatórios. As empresas também têm de fazer a sua parte e oferecer um ambiente agradável para seus colaboradores. Ginástica laboral, jornada de trabalho reduzida e programas que valorizem o bem estar físico e psicológico dos profissionais reduzem os riscos do surgimento do problema. Algumas pessoas necessitam inclusive de tratamento psicológico para aprender a conciliar o trabalho, vida pessoal e o tempo. Dependendo da situação, é necessário ainda o afastamento do trabalho, mudança de hábitos e até medicação. SIDNEY ALVES, da RH Capital


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Revista Power Channel - Edição 14  

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