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INFORMATION INFRASTRUCTURE: uma nova abordagem para os dados Ano 2 | Edição 04 | Abril Maio Junho 2009

Distribuição Gratuita

Processadores IBM Power6+: velozes e confiáveis

Chega ao mercado nova safra de servidores baseada em uma arquitetura inovadora, de alto desempenho e voltada à consolidação

28 NANÔMETROS: o futuro dos semicondutores IFRS: o impacto na infraestrutura de sistemas e TI


EDITORIAL Power6+ de 4.7 GHz e 5.0 Ghz e Power6 com 4.2 GHz, que tem como diferencial, entre outros itens, um cache L3 de 16MB por core processador e vários itens que tornam sua arquitetura extremamente confiável e disponível.

Prezado(a) Leitor(a), Já estamos na metade do primeiro semestre e, tal como um carro de Fórmula 1, o ano passa aceleradamente. Esta edição fecha o ciclo de um ano de existência da Revista Power Channel, sempre repleta de informações e novidades que envolvem o ecossistema em volta dos processadores Power da IBM. Nesta edição, a matéria de capa vai mostrar que, quando o assunto é infraestrutura de TI, velocidade não é tudo e que, ao escolher a arquitetura para seu ambiente, o gestor de TI deve levar em conta vários aspectos e, não apenas, Benchmark X Preço. Processadores mais velozes tornam virtualização e consolidação um assunto real para este momento de busca de eficiência e redução de custos. Mas operar de forma satisfatória em um ambiente consolidado demanda muito mais que velocidade, porque exige que todo o conjunto opere em harmonia oferecendo performance, segurança e confiabilidade. Foi pensando nisso, que a IBM acaba de anunciar servidores mais velozes e confiáveis baseados na arquitetura Power. Essa nova safra de servidores, voltados às pequenas e médias empresas, utiliza processadores

Outro destaque desta edição é a entrevista com o executivo da IBM, do Linux Technology Center Infrastructure and Brazil Manager, Athanassios Sakkás, que detalhou porque a fabricante decidiu desenvolver e fabricar o chip Cell Broadband Engine, também conhecido como Cell/B.E e base do processador Power. E os esforços da IBM em desenvolver chips com altíssimo poder de processamento e desempenho são contínuos. Na seção Tecnologias e Tendências, conheça a parceria que a fabricante fez com outras gigantes do mercado mundial para a criação de um semicondutor de 28 nanômetros. Também é destaque a matéria que traz o impacto da convergência contábil nas empresas, onde Bruce Mescher, da Deloitte, fala sobre a adoção do IFRS como padrão contábil. E a Edição 3 da Revista Power Channel continua disponível para consulta online no link: http:// www.rscorp.com.br/revistas/PC/03/pc03.html. Sugestões e comentários sobre esta edição e assuntos pertinentes podem ser enviados para powerchannel@rscorp.com.br. Desejamos uma boa leitura e ótimos negócios! Redação Power Channel

EXPEDIENTE REDAÇÃO: Rua Apeninos, 930 - Paraíso - 04104-040 São Paulo - SP - Tel. (11) 5083.8422 imprensa@rscorp.com.br - www.rscorp.com.br COORDENAÇÃO GERAL: Power Channel (powerchannel@rscorp.com.br) | JORNALISTA RESPONSÁVEL: Cristiane Bottini - MTB Nº 25.178 (imprensa@rscorp.com.br) DIRETOR DE ARTE: João Marcos Batista (joaomarcos@rscorp.com.br) | COLABORADORES: Bruce Mescher, Luis Parraguez e Ricardo Portella | COMERCIAL: Orlando Fogaça (orlando@rscorp.com.br) – Valdeci Junior (valdeci@rscorp.com.br). A REVISTA POWER CHANNEL é uma publicação trimestral destinada aos CIOs ligados aos produtos de hardware e software. Esta revista é distribuída gratuitamente a todos os parceiros e demais pessoas com interesse no seu conteúdo. O conteúdo das matérias assinadas são de responsabilidade de seus respectivos autores e não correspondem, necessariamente, à opinião desta revista e nem de seus editores. PARA CONTATOS, por favor acesse os meios apresentados acima. Faça o DOWNLOAD das matérias apresentadas nesta revista através do site www.rscorp.com.br


ÍNDICE CAPA A plataforma Power fica mais veloz e eficaz com os novos servidores voltados à consolidação por meio de alto desempenho

ENTREVISTA Athanassios Sakkás

12 TECNOLOGIAS E TENDÊNCIAS Gigantes do mercado se unem para criar um semicondutor de 28 nanômetros O novo padrão contábil (IFRS) precisa estar alinhado à TI e aos sistemas

PARCEIROS

CURTAS

AÇÃO INFORMÁTICA expande sua atuação na América Latina

Confira os destaques do mercado de TI e infraestrutura e a nova coluna Nerdvana

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SOLUÇÕES DE NEGÓCIOS

Grupo Encalso/Damha confere à IBM sua infraestrutura para consolidar toda a área de negócios

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PRODUTOS

Por meio de um acordo, InfoBuild e IBM anuncia o DB2 Web Query

Coopatrigo reestruturou sua TI para unificar informações e adotar o SPED

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ESPECIAL

Quer começar a correr? Entre em forma com as dicas de especialistas

O executivo detalha os segmentos que já usam o Cell/B.E. e o que motivou a IBM a desenvolver essa nova arquitetura

Dados mais protegidos com o novo Tivoli Storage Manager (TSM) 6.1

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Prover recursos automatizados e interface amigável são premissas do IBM Director 6.1 Information Infrastructure é a nova abordagem da IBM para os dados

GESTÃO

OPINIÃO

O que é essencial na gestão estratégica dos ativos de TI

Crie empatia com a platéia investigando, antes, as suas características

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ENTREVISTA Athanassios Sakkás

CELL BROADBAND ENGINE Muito além do mundo mobile Em entrevista exclusiva à revista Power Channel o executivo da IBM Athanassios Sakkás, da Linux Technology Center Infrastructure and Brazil Manager, fala sobre o processador Cell Broadband Engine (Cell/B.E.). Nessa entrevista, Sakkás detalha quais os segmentos que estão utilizando o (Cell/B.E.) e o que motivou a IBM a desenvolver essa nova arquitetura.

POWER CHANNEL: Quando e por que a IBM decidiu desenvolver e fabricar o chip cell? Athanassios Sakkás: O projeto da arquitetura e do processador Cell Broadband Engine (Cell/B.E.) começou em 2001. Depois do lançamento do PlayStation 2 a Sony procurou a IBM e a Toshiba para uma parceria com o propósito de desenvolver um novo processador com arquitetura totalmente direcionada para o alto desempenho no processamento de jogos para o PlayStation 3. O trabalho colaborativo entre Sony, Toshiba e IBM até o lan-

çamento da primeira versão do processador Cell/B.E. , em 2006, durou seis anos, envolveu cerca de 400 pessoas e precisou de um investimento de cerca de US$ 400 milhões, gerando um capital intelectual de, aproximadamente, 500 patentes. PC: Qual é a arquitetura utilizada pelo cell? Sakkás: Arquitetura Cell/B.E. descreve uma família de processadores compostos por núcleos híbridos, ou seja, núcleos de arquiteturas diferentes. A arquitetura

descreve o tipo desses núcleos e a forma como eles devem ser interconectados e quais as funcionalidades que devem ser providas por um processador dessa família. Basicamente um processador da arquitetura Cell/B.E. possui núcleos de dois tipos: Power Processor Element (PPE) e Synergistic Processor Element (SPE). O PPE é um núcleo da arquitetura Power com suporte a operações vetoriais. O SPE é um núcleo de uma arquitetura desenhada especificamente para a plataforma Cell/ B.E. cujo propósito

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principal é o alto desempenho em operações matemáticas altamente paralelizáveis através de paralelização e vetorização de código. A arquitetura Cell/ B.E. foi desenhada pensando que o código de decisão irá rodar em núcleos PPE e o código pesado, que demanda alto poder de processamento matemático, será enviado para os núcleos aceleradores, os SPEs, para rodar com um desempenho muito maior. PC: Quais são as diferenças ou semelhanças entre o chip cell e os processadores Power da IBM? Sakkás: Um ou mais núcleos do processador Cell/B.E. são núcleos da arquitetura de processadores Power: os PPEs. Nesse sentido é importante notar que a arquitetura Power não é exclusiva da IBM, mas sim um padrão de arquitetura de computadores desenvolvido em conjunto por um grupo de empresas. A principal diferença está no fato de um processador Cell/B.E. também possuir um conjunto de núcleos SPEs focados no processamento pesado de algoritmos matemáticos intensos e uma rede de comunicação interna ao chip capaz de alimentar o trabalho desses SPEs. PC: Quem está usando o chip cell e como ele está posicionado no mercado neste momento? Sakkás: O processador Cell/B.E. está sendo utilizado em diversas aplicações no mercado atualmente. Dentre as principais funções desempenhadas por processadores Cell/B.E. temos a Indústria de jogos: o processador Cell/B.E. equipa os vídeogames PlayStation 3, da Sony. Em computação de alto desempenho: o computador mais rápido do mundo, o RoadRunner,

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(http://top500.org) utiliza esses processadores como aceleradores de processamento. Para análise de imagens médicas: o processador Cell/B.E. pode diminuir o tempo de espera para o processamento das imagens de um exame de ressonância magnética 3D de horas para alguns minutos. Em HDTV: a Toshiba tem projetos para inclusão da Spurs Engine (derivada do processador Cell/B.E.) em HDTVs e computadores. Empresas de prospecção e exploração de petróleo estão usando máquinas com Cell/ B.E. para agilizar análises geológicas. Além disso, existem projetos para utilização do Cell/B.E. em soluções voltadas para os mercados financeiro, de comunicações, automotivo e de segurança e monitoramento. PC: Como tem sido feita a programação e criação de aplicações baseadas no chip cell e como IBM ajuda os desenvolvedores sobre esse assunto? Sakkás: A programação e criação de aplicações para o processador Cell/B.E. pode ser feita de várias maneiras. A que talvez ofereça os melhores resultados mas que, ao mesmo tempo, é, em geral, a mais difícil, é utilizar as bibliotecas básicas de sistema fornecidas pelo SDK de Cell/B.E. e montar os blocos básicos da aplicação que rodarão nos núcleos PPE e SPE e toda a comunicação entre estes blocos. No entanto, é cada vez maior o número de ferramentas e bibliotecas compiladas de forma otimizada para o Cell/B.E. Nesses casos, a aplicação pode ser bem parecida - senão igual - a aplicações que rodam em outros processadores e apenas o código interno gerado pelas ferramentas (ou chamado dentro das

bibliotecas) usará a aceleração de processamento fornecido pelo SPE. A IBM fornece um kit de desenvolvimento básico para programação em Cell/B.E. sob Linux. O IBM Software Development Kit for Multicore Acceleration 3.1 pode ser baixado gratuitamente no IBM developerWorks (http://www.ibm.com/develop erworks/power/cell/). Em adicional, no IBM developerWorks existem fóruns de discussão (em inglês) sobre desenvolvimento para Cell/B.E. Também está disponível um developer Works Space (em português) com algumas informações sobre programação para Cell/B.E., além do link para um fórum de discussão sobre Cell/B.E. em português. O developerWorks Space pode ser acessado em http://www.ibm.com/ developerworks/spaces/cell. A IBM fornece uma imensa biblioteca técnica sobre programação para a plataforma Cell/B.E., inclusive com uma extensa galeria de códigos de exemplo. PC: Quais são as vantagens do processador IBM Power, em comparação aos processadores x86 para aplicações industriais como, por exemplo, para um processo ERP ou aplicações Web? Sakkás: Os processadores IBM Power, devido às suas características variadas, possui um desempenho superior aos processadores x86, suportando sistemas com maior demanda de processamento ou até mesmo suportando nativamente no hardware e na virtualização de sistemas, possibilitando, por exemplo, a consolidação de vários servidores de aplicações em uma única máquina Power.


TECNOLOGIAS E TENDÊNCIAS Em um movimento que sinaliza um compromisso firme e permanente em direção à liderança na avançada tecnologia de semicondutores, a IBM, a Chartered Semiconductor Manufacturing, Global Foundries, a Infineon Technologies, a Samsung Electronics e a STMicroelectronics anunciaram uma parceria para o desenvolvendo, em conjunto, de uma tecnologia de baixa potência: 28 nanômetros* (nm) CMOS

em prol do semicondutor de Da REDAÇÃO**

A arquitetura de baixa potência, 28 nm trará baixíssimo consumo, otimizando a vida útil de baterias. Além disso, terá uma ótima relação performance/energia, que beneficiará uma série de dispositivos sensíveis ao consumo de energia e aplicações para a indústria eletrônica de consumo, incluindo o mercado de internet móvel. Esse anúncio representa uma extensão dos atuais acordos de desenvolvimento em conjunto, iniciado quando com o desenvolvimento, também conjunto, do 32nm HKMG. Essa tecnologia é uma célula desenvolvida com material high-k/metal gate (HKMG) que pode oferecer processadores com maior performance, porém, com tamanhos menores e baixo consumo de energia. A tecnologia HKMG foi divulgada em 16 de dezembro de 2008 em um artigo técnico apresentado na 2008 International Electron Devices Meeting – Encontro internacional

Através dessa colaboração, a IBM e seus parceiros estão ajudando a acelerar o desenvolvimento da próxima geração dessa tecnologia, com o objetivo de atingir alto desempenho, com eficiência em 28 nm, mantendo o foco na liderança tecnológica para nossos clientes e parceiros GARY PATTON, Vice-presidente do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento de Tecnologias de Semicondutores da IBM.

sobre dispositivos eletrônicos (www.his. com/~iedm/general/) na cidade de São Francisco, Califórnia, EUA. Com a utilização da tecnologia 32nm de baixa potência em clientes corporativos a aliança obteve valiosa experiência na implementação da tecnologia HKMG e está oferecendo um caminho de migração de 32nm para 28nm, sem a necessidade de uma grande remodelação. Ao assegurar um caminho para essa migração da tecnologia a aliança de desenvolvimento oferece aos clientes um menor risco, custo e um rápido “time-tomarket”. Por meio desse trabalho colaborativo, a IBM e seus parceiros da aliança estão ajudando a acelerar o desenvolvimento da próxima geração dessa tecnologia, buscando criar chips 28nm de alto desempenho e grande eficiência, garantindo a oferta da última palavra em tecnologia a seus clientes e parceiros.

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(*) Um nanômetro vale 1,0 X 10 metros, ou um milionésimo de milímetro, ou ainda a um milésimo de mícron. (**) Baseada em matéria publicada em The Industry Standard News (www.thestandard.com/news/2009/04/17/ibm-semiconductor-partners-tie-28-nanometer-platform)

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TECNOLOGIAS E TENDÊNCIAS

Impactos da convergência contábil na infraestrutura de sistemas e tecnologias

Empresas que não consideram o IFRS na perspectiva de TI correm o risco de que investimentos feitos hoje não estejam alinhados às futuras demandas desse novo padrão contábil Por BRUCE MESCHER e LUIS PARRAGUEZ*

O mundo ruma claramente para a convergência contábil. Mais de 100 países já adotam o International Financial Reporting Standards (IFRS), o padrão contábil que tende a ser globalmente aceito para as demonstrações financeiras. As companhias abertas e as instituições financeiras que atuam no Brasil precisam acelerar o passo visando à apresentação de demonstrações financeiras conforme as diretrizes do IFRS já a partir de 2010. Outras empresas serão também impactadas, considerando a convergência de normas contábeis locais com IFRS através dos planos de trabalho de reguladores e órgãos como o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Para essas organizações, ajustar-se às novas regras do IFRS representa hoje mais do que uma obrigatoriedade. É uma grande oportunidade de se integrar à nova linguagem internacional da contabilidade, que favorecerá o entendimento das demonstrações financeiras por parte de investidores, dos órgãos reguladores internacionais e de todos os agentes do mercado. A adoção do IFRS causará maior impacto nas funções de contabilidade e

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de elaboração de relatórios financeiros, mas outras áreas da organização também serão afetadas. A convergência exigirá mudanças que atingirão as pessoas, os processos e a tecnologia, entre outros fatores. Conforme as estratégias de conversão para o IFRS são desenvolvidas pela empresa, as mudanças requeridas nos sistemas existentes e a capacidade de uso da tecnologia, para respaldar o IFRS, são fatores importantes na determinação do prazo e do custo desse gigantesco esforço. Embora a conversão para o IFRS se inicie nas áreas de finanças e de contabilidade, para efetivamente gerar uma estratégia de conversão integrada, uma empresa deve envolver a área de Tecnologia da Informação (TI). Essa mudança apresenta uma oportunidade de redução de custos, de identificação e de implementação de melhorias nos demais processos de negócio e de realização de uma reengenharia da plataforma de sistemas da empresa. Enxergar a adoção do IFRS como uma simples mudança na elaboração de relatórios pode levar a um retrabalho custoso em data futura e à ineficácia

financeira dos processos. Para que a empresa possa, efetivamente, se beneficiar das vantagens da transição para o IFRS, os Chief Information Officers (CIOs) devem avaliar os impactos do IFRS na infraestrutura e na tecnologia. Endereçando eventuais desafios como parte dos seus planos de migração ao IFRS pode-se alcançar melhorias dos sistemas financeiros e aumentar a produtividade. Empresas que não considerem o IFRS na perspectiva de TI correm o risco de que investimentos feitos hoje não estejam alinhados com as futuras demandas desse novo padrão. Atualmente, muitos sistemas não são configurados para lidar com as razões adicionais necessárias em uma migração para o IFRS. Essas mudanças podem, por exemplo, exigir alguns ajustes nas interfaces existentes e nos bancos de dados subjacentes para incorporar dados específicos para suportar a prestação de informações financeiras no nível de detalhe exigido pelo IFRS. Entender a situação atual dos sistemas existentes e quais modificações serão necessárias será importante no desenvolvimento do escopo e cronograma do plano de implementação do IFRS.


Aqui vão algumas recomendações sobre as áreas a serem investigadas na arena da tecnologia de informação como contribuição à estratégia e à avaliação para a adoção do IFRS: SISTEMAS UPSTREAM • Entender o cenário dos sistemas atuais para todas as unidades de negócio e controladas afetadas;

MOTORES DE CÁLCULOS • Avaliar os impactos nos sistemas de integra-

• Identificar e documentar todas as fontes de dados

ção/middleware, inclusive a capacidade de manter detalhes de transações adicionais;

internos e externos que precisam ser atualizados;

• Confirmar o impacto em terceiros de quais-

• Identificar elementos de dados faltantes devido às

quer mudanças nas definições de dados.

diferenças no tratamento contábil;

• Avaliar melhorias necessárias para os sistemas existentes e identificar mudanças nos outros projetos em execução.

RAZÃO GERAL • Avaliar as mudanças de alto nível no plano de contas com base nas diferenças entre o IFRS e os outros GAAPs;

• Avaliar o processo de conciliação entre as razões auxiliares e a razão geral;

• Avaliar métodos e modelos de lançamento no livro Diário;

• Avaliar a contabilidade, a elaboração das demonstrações financeiras, bem como os processos de consolidação e conciliação;

• Avaliar os métodos e os modelos de lançamento de diário, inclusive os métodos e as bases existentes para alocação de despesas e outros.

INFRAESTRUTURA DE HARDWARE • Avaliar os impactos que novas cargas trarão à infraestrutura de hardware;

• Buscar adotar infraestrutura que permita escalabilidade, integração e disponibilidade, evitando riscos e atrasos na implementação de novos serviços. As empresas, inclusive seus diretores de TI, devem procurar compreender as áreaschave que serão afetadas com a convergência entre o IFRS e o BR GAAP. Algumas exigirão pequenas modificações e outras trarão impactos significativos para a organização. A identificação dessas disparidades e a determinação do nível de esforços para abordar essas mudanças são passos importantes no desenvolvimento de uma estratégia de conversão para o IFRS.

BANCO DE DADOS (DATA WAREHOUSE) • Identificar mudanças nas exigências de informações devido ao IFRS e avaliar os impactos no modelo de dados existente;

• Avaliar a preparação da função de governança de dados e repositórios de metadados para refletir as novas definições de dados;

• Confirmar o impacto em terceiros de quaisquer mudanças nas definições de dados.

RELATÓRIOS DOWNSTREAM • Avaliar os modelos de relatórios externos para identificar as mudanças que as divulgações implicam;

• Identificar as informações que seriam necessárias para atender às exigências de divulgação de acordo com o IFRS;

• Avaliar se o ambiente de inteligência de negócios está preparado para as mudanças geradas pela adoção do IFRS.

(*) BRUCE MESCHER é sócio da Deloitte e líder do grupo especializado em Normas Internacionais e LUIS PARRAGUEZ, gerente sênior da área de Consultoria Empresarial da Deloitte


PARCEIROS

Ação Informática O crescente volume de vendas da plataforma Power tem sido uma das alavancas da expansão da Ação Informática, que, nos últimos anos, conquistou diversos prêmios como melhor distribuidor IBM e melhor distribuidor da plataforma Risc

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De olho nas oportunidades do mercado latino-americano, uma das principais distribuidoras de soluções de tecnologia, a Ação Informática descobriu uma maneira de atrair grandes fabricantes de TI por meio de uma estratégia que vai muito além da simples ve n d a e e n t r e ga d e p r o d u t o s. A tática é gerenciar projetos multimarcas nas diversas verticais de mercado. Um dos pilares dessa nova política é ampliar a atuação para toda a América Latina, com o apoio de grandes fornecedores de tecnologia que impulsionaram a entrada da brasileira em novos mercados. Em meados de 2008, a empresa deu o primeiro passo ao comprar o controle societário da Aktio S.A., com presença na Argentina e no Uruguai. Em seguida, a parceira americana IBM incentivou a criação da sucursal na Colômbia iniciando a operação do Grupo Ação nos principais países da América Latina. A entrada apartir da Aktio S.A. na Argentina e no Uruguai, foi responsável pela expansão da carteira de revendedores e fabricantes, além da conexão com as empresas dos países vizinhos. Essa operação permite à empresa levar aos mercados locais melhores soluções competitivas com flexibilidade de aquisição aos clientes. Já com a operação na Colômbia, a Ação vai trabalhar com todas as revendas estratégicas locais da IBM que possibilitarão oferecer ao mercado melhores condições e alternativas de negócios junto aos seus clientes. Além disso, a

nova subsidiária permitirá obter melhor relação entre a execução de serviços no exterior e o Solution Center da empresa no Brasil. A expectativa é que a América Latina represente 10% do faturamento da companhia ainda este ano. A Colômbia possui um nível de crescimento superior à média de mercado da região. Atualmente, o país possui uma grande quantidade de corporações em que é possível oferecer um leque maior de soluções. A IBM, por exemplo, reconhece e valoriza os diferenciais do know how da Ação Informática, pois a empresa distribui muito mais do que tecnologia. O modelo de negócios é de vanguarda, com projetos inovadores e com profundo conhecimento dos diferencias que faz da distribuição um verdadeiro ecossistema de sucesso.

Para Enio Issa, presidente do Grupo Ação, o principal objetivo da empresa é proporcionar valor agregado a todos os integrantes da cadeia de distribuição, não só para obter resultados financeiros, mas também para promover um crescimento sustentável para o negócio dos clientes.

“Para oferecer toda essa gama de serviços e garantir os exigentes contratos de nível de serviço, os chamados SLAs (que impõem metas ao fornecedor a cada etapa dos projetos), a Ação utiliza um conjunto de 1,5 mil revendedores de tecnologia”, afirma Issa. Com isso, a empresa atende aos requisitos técnicos das principais marcas de software e hardware. Ao mesmo tempo, os fornecedores vêem na empresa um distribuidor capaz de identificar as melhores oportunidades de venda. Umas das soluções que a Ação Informática distribui há mais de 20 anos são os produtos da plataforma Unix. Hoje a companhia detém o maior volume de clientes dessa plataforma no Brasil atuando sempre junto a seus parceiros de negócios. O objetivo é que essa solução também seja distribuída para toda a América Latina. Ano a ano, o volume de vendas da plataforma Power vem crescendo significativamente e é por isso que a empresa conquistou diversos prêmios como melhor distribuidor IBM e como melhor distribuidor da plataforma Risc. A Ação Informática vem apresentando um crescimento médio de 40% ao ano desde 2005 e, nos próximos anos, planeja crescer três vezes acima do mercado brasileiro, investir em mais países da América Latina e alcançar um faturamento de US$ 1 bilhão até 2012. Durante o ano de 2008, a empresa alcançou só no Brasil R$ 312 milhões e a expectativa é de que fature R$ 400 milhões em 2009.

Solution Center Para manter os índices de crescimento e fazer a diferença no segmento da distribuição, a Ação Informática acredita que nunca foi tão importante ser fiel ao cliente e ter mão-deobra treinada e, principalmente, conhecimento especializado. Por isso, a empresa inaugurará este semestre um Solution Center em São Paulo para dar foco na capacitação de profissionais do segmento. Com investimentos da ordem de R$ 2,5 milhões, a distribuidora de equipamentos e fornecedora de soluções de TI pretende capacitar cerca de 600 pessoas ao mês, entre funcionários e fornecedores, do Brasil e de outros países da América

Latina. No Solution Center serão realizados treinamentos, provas de novas tecnologias e simulações de ambiente. A idéia é que ele seja usado para capacitar, mas também sirva como vitrine de novos conceitos e experimentos para clientes e parceiros. De acordo com Issa, o Solution Center começou a ser idealizado em 2006, quando a empresa consoli-dou o seu modelo de negócios baseado na venda de soluções. “Ao longo do tempo, mapeamos o expertise de cada parceiro na sua cadeia de distribuição e isso ajudou a identificar alguns "gaps", que serão tratados nos cursos do novo centro de treinamento”, explica o executivo da distribuidora.

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CAPA

Processadores IBM Power6+:

Em um carro de Fórmula 1, a velocidade proporcionada pelo motor é um item de grande importância. No entanto, não é o único fator que torna um carro vencedor. A arquitetura do carro, desenhada para aproveitar o melhor do motor, garantir a estabilidade e confiabilidade das partes e peças é também fundamental. Da REDAÇÃO

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De nada adianta um grande motor, se o design do carro não permitir performance. Da mesma forma, garantir a integridade e segurança também é de extrema importância. Assim, o carro vencedor apresentará uma arquietura balanceada compondo todos os quesitos para alta performance, como boa tração nas curvas, alto desempenho nas retas, durabilidade, entre outros itens.

E

se levamos isso para o mundo de TI, enxergamos os servidores sob essa mesma ótica. Vivemos em uma era onde obtemos processadores cada vez mais velozes. Mas será que a velocidade do processador é tudo? Ou uma arquitetura que garante o melhor desempenho, com confiabilidade e total segurança e integridade também importam? Bem, tudo depende de como cada empresa encara sua competitividade no mercado. Se pensarmos apenas em participarmos das corridas, tendo velocidade para conseguir uma ou outra pole position (mas não sem nos importarmos em perder as corridas, ficando no caminho, seja no percurso. Ou seja, nos momentos de maior necessidade), com certeza poderemos ter um carro cujo único diferencial seja a velocidade do motor.

Arquitetura Power Assim a IBM encarou a criação de seus servidores Power System. Começamos por um excelente motor, o IBM Power6, desenhado com uma arquitetura inovadora e extremamente balanceada para alto desempenho e consolidação. Esse desenho balanceado inclui o maior cache L3 por core do mercado, largura de banda, entre outros diferenciais. Além desse cache, inclui também a controladora de memória integrada ao chip e à capacidade SMT (Simultaneous Multi-threading), que permite processamento paralelo simultaneo – vide matéria “No Coração do IBM Power System”, na primeira edição da revista Power Channel.

Isso significa que cada componente foi cuidadosamente projetado para garantir o melhor balanceamento e desempenho do conjunto.

Virtualização não é apenas uma questão de Benchmark Um item bastante relevante na escolha adequada dos processadores para a infraestutura é a virtualização. Resultado dos processadores cada vez mais performáticos, a custos acessíveis, que trouxeram TI para essa onda, que hoje não é mais encarada como uma tecnologia para o futuro, e sim, uma realidade adotada por empresas de todos os portes e segmentos – como relata o artigo “Virtualização Para Todos” na primeira edição da Power Channel. Nesse cenário, virtualizar se tornou fundamental para TI em tempos de redução de custos e a crescente necessidade de competitividade pela eficiência operacional. Isso ocorre porque essa tecnologia melhora a utilização dos recursos como processador, memória e I/O através de compartilhamento, reduz consumo de energia, necessidade de espaço físico, custo de operação, licenciamento de software, entre outros benefícios. De acordo com a IDC Brasil, houve um aumento substancial nas vendas de servidores mais potentes em virtude da forte adesão à virtualização em 2008. “Uma das principais vantagens da virtualização é poder ajudar as empresas que possuem aplicações legadas, muitas vezes em equipamentos desatualizados, a melhorar a eficiência energética e diminuir a utilização de espaço físico e até mesmo facilitar o trabalho dos funcionários, responsáveis pela administração física das

máquinas. No entanto, a compra de um equipamento mais potente se faz necessária para ganhar performance das aplicações e manter a confiabilidade”, explica Alexandre Vargas, analista da IDC para o mercado de servidores no Brasil. O analista afirma que a virtualização e a consolidação dos ambientes, inclusive para redução de custos operacionais e de energia elétrica (Green IT), também está aumentando a demanda por servidores com alto poder de virtualização e consolidação. No entanto capacidade de consolidação requer mais do que capacidade bruta de processamento, medida oferecida pelos Benchmarks que mostram um índice de desempenho executando uma única aplicação em condições ideais. A escolha da infraestrutura capaz de realizar a virtualização e a consolidação, mantendo o mesmo nível de performance, requer cuidados adicionais. “Além da perfomance e custos, há outros critérios adotados tais como: o relacionamento com o fornecedor, suporte, escalabilidade da solução e a confiabilidade nos equipamentos”, ressalta Alessandre Galvão, CIO do Grupo Paranapanema. No mundo real, compartilhar vários núcleos de processadores entre máquinas virtuais significa um maior volume de dados em execução simultânea. Isso requer mais memória por núcleo (core), maior largura de banda de memória por core e também maior capacidade de I/O. O compartilhamento também exige maior desempenho de cache, que é utilizado para minimizar os acessos à memória real e traz um maior desempenho ao conjunto já que transfere os dados mais rapidamente.

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Se múltiplas partições executando várias aplicacões simultâneas, estiverem compartilhando um core processador, o acesso ao cache será maior do que em uma única partição. Com isso, se o cache não for suficiente haverá um aumento no acesso à memória real do sistema, podendo causar a degradação da performance. “A maioria dos servidores Power6 tem 4MB de cache L2 por núcleo e 32 MB de cache L3 compartilhado entre os dois núcleos, o que em alguns casos é oito vezes maior do que soluções de última geração da concorrência”, afirma Roberta André, Gerente de Produto Power na Ingram Micro. Em função desse acesso de multiplas máquinas virtuais, a largura de banda de memória também é item importante para evitarmos a degradação da performance.

Segurança e integridade em ambientes virtualizados Segundo Neil MacDonald, vicepresidente do Gartner, a virtualização, como qualquer tecnologia emergente, será o novo alvo de ataques.

Ele afirma que as empresas não devem se enganar supondo que manter seguro um ambiente virtualizado é o mesmo que garantir a segurança de qualquer sistema operacional, bastando para isso aplicar as tecnologias e melhores práticas já usadas na segurança física de servidores. A virtualização oferece muitas vantagens se comparada ao trabalho com servidores físicos independentes. Por isso, tem sido defendida e apresentada como a solução para a simplificação de TI, redução de custos e aumento de eficiência operacional. No entanto, ficar ciente das questões de segurança que envolvem o ambiente virtualizado é fundamental para que seus benefícios não acarretem em colocar os dados da empresa em risco. Assim, a escolha do mecanismo de virtualização a ser adotado também passa pelo aspecto de que mecanismos de segurança esse software possui. Porque a virtualização requer uma estrutura sólida e segura como base de implementação, bem como, uma política de segurança apropriada para esse ambiente. “O software de segurança utilizado nos servidores

IBM Power System, provê a segurança tanto do ponto de vista de hardware quanto de software. Em função disso, o PowerVM é certificado com os níveis de segurança EAL4+ e EAL5+, necessários para aplicações de missão crítica e superior ao que oferece a concorrência”, garante Roberta, da Ingram Micro.

Conclusão Escolher a infraestrutura ideal para suas aplicações não é tão simples quanto escolher a melhor relação Benchmark x preço. Tendo em vista que virtualização é uma realidade, e que deve ser considerada e adotada pela maioria das empresas que buscam reduzir custos e aumentar sua eficiência e operação, a escolha da infraestrutura de hardware requer cuidados especiais e pontos-chaves a serem considerados na decisão. Tal como um time campeão de Fórmula 1 não é apenas formado por um bom piloto alemão e motor potente, também em TI o melhor ambiente operacional é formado por diversos detalhes que compõem a arquitetura do conjunto.

Alguns cuidados ao escolher a infraestrutura para virtualização: 1

Para os servidores, não compare apenas Benchmark comerciais, mas também detalhes de arquietura que podem aumentar desempenho em ambiente virtualizado como cache L3, largura de banda de memória e também a memória por core.

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Consulte a escalabilidade máxima que cada máquina virtual poderá ter no caso de crescimento futuro. Algumas soluções de virtualização limitam o crescimento de máquinas virtuais em número de processadores e memória.

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Compare itens que podem aumentar a disponibilidade e confiabilidade da infraestrutura.

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Verifique o overhead que a solução de virtualização traz. Algumas soluções consomem demasiadamente os recursos de CPU e memória para sua funcionalidade.

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Compare itens que aumentam a integridade e segurança da solução de virtualização adotada. Esse pode ser o próximo alvo de ataques e invasões.

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IBM anuncia mais performance para seus servidores voltados às pequenas e médias empresas Tivemos acesso, em primeira mão, às informações do anúncio realizado pela IBM em Abril, para a linha de servidores Power Systems. Essas novidades prometem tornar a linha de servidores ainda mais competitiva no mercado de pequenas e médias empresas.

Modelo 520 e 550 Express – nova opção de clock de processador A IBM anuncia maior velocidade para a linha de servidores modelos 520 e 550 Express, com a disponibilização de novos clocks nos processadores Power6+, 4.7GHz e 5.0Ghz respectivamente. A nova opção para os modelos 520 inclui modelos com 2-core e 4-core baseados em processadores de 4.7GHz. Já a nova opção para o modelo 550, inclui agora processadores de 5.0GHz, com 2, 4, 6 ou 8-core.

Novos modelos de servidores BladeCenter baseados em processadores Power A JS23 possui dois sockets / 4 core, baseados no processador Power6 com 4.2 GHz, e traz como grande diferencial um cache L3 de 16 MB / core, e escalabilidade de memória RAM de 4 a 64 GB. A JS43, possui 4 sockets / 8 core, baseados no processador Power6 com 4.2 GHz, também com cache L3 de 16 MB/core e escalabilidade de memória RAM para até 128 GB. A Cache L3 aumenta performance à medida que reduz o acesso à memória física. A JS23 e JS43 incluem o software de virtualização PowerVM Std e suportam os sistemas operacionais AIX (Unix-IBM), Linux ou IBM i (i5/OS).

PowerVM, agora com Active Memory Sharing A alocação dinâmica de processador e memória não é novidade para a linha de servidores Power System, disponível desde 2005/6. A grande vantagem é que agora o PowerVM Enterprise Edition permite um pool de memória atendendo, de forma inteligente, a um grupo de máquinas virtuais, reduzindo custos e aumentando a eficiência do ambiente. As versões anteriores já permitiam designar um pool de processadores para atender um grupo de máquinas virtuais (partições lógicas) e termos o sistema de virtualização, administrando a movimentação dinâmica de frações desses processadores, de acordo com a necessidade e parametrização criada para cada máquina virtual. Na prática isso significa utilizar o processamento quando e onde necessário, de forma dinâmica e automática, transparente para os usuários e também para os administradores do sistema. Uma maneira de utilizar melhor os recursos de processamento disponíveis na infraestrutura do ambiente de TI, sem trazer carga de trabalho adicional aos administradores do sistema.

Aguarde, nas próximas edições, mais informações sobre esse anúncio.

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CURTAS das ações com o objetivo de controlar o sistema. Trojans puros não têm capacidade de se auto-reproduzir ou infectar outros programas. O nome cavalo de Tróia deriva do famoso episódio de soldados gregos escondidos em um cavalo de madeira, dado como presente aos troianos durante a guerra entre os dois povos.

TODO CUIDADO É POUCO

SUPERCOMPUTADOR ROADRUNNER, DA IBM, É O MAIS RÁPIDO DO MUNDO O Roadrunner, o supercomputador da IBM, é capaz de executar 1.026 quadrilhões de cálculos por segundo, o dobro da segunda máquina mais veloz do mundo. Isso significa que toda a população da Terra levaria 46 anos utilizando uma calculadora portátil, à taxa de um segundo por cálculo, para fazer o que o Roadrunner faz em um dia. Para se ter uma idéia do seu poder computacional, no ano passado ele tirou a liderança do BlueGene/L, também da IBM, ao quebrar a barreira do petaflop – o maior desafio da supercomputação desde que a barreira do teraflop foi quebrada, há 11 anos. O próximo passo da IBM é criar um sistema na escala ‘exa’. O Roadrunner será usado no Los Alamos National Laboratory para trabalhar com problemas de segurança nacional nos Estados Unidos, testar materiais nucleares e sistemas de armas nucleares, além de prever mudanças climáticas a longo prazo e estudar o universo. Em setembro de 2006 o Departamento de Energia da Administração Nacional de Segurança Nuclear americano selecionou a IBM para projetar e construir o primeiro supercomputador do mundo para aproveitar o imenso poder do Cell Broadband Engine (Cell BE).

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Surge mais uma praga virtual que vem ameaçando sistemas baseados no sistema operacional Windows. Dessa vez trata-se do Conficker, incrivelmente sofisticado e capaz de se auto-atualizar. Ele é capaz de desativar a autodefesa dos computadores, espalharse rapidamente e pode tanto roubar dados como derrubar páginas da Web por meio de múltiplos e simultâneos acessos durante o ataque. Segundo a revista Época, atacou 12 milhões de máquinas até março de 2009. Uma estimativa da F-Secure afirma que a praga já infectou mais de 2 milhões de computadores e que o Brasil é o segundo país em número de IPs infectados. QUAIS SÃO AS DIFERENÇAS ENTRE VÍRUS, WORMS E TROJANS? VÍRUS - são programas capazes de multiplicar-se mediante a infecção de outros programas maiores. Tentam permanecer ocultos no sistema até o momento da ação e podem introduzir-se nas máquinas de diversas formas, produzindo desde efeitos simplesmente importunos até altamente destrutivos e irreparáveis. WORMS - similares aos vírus, com a diferença de que conseguem realizar cópias de si mesmos ou de algumas de suas partes, sendo que alguns fazem apenas isso. Os worms não necessitam infectar outros arquivos para se multiplicar e normalmente se espalham usando recursos da rede. Atualmente o e-mail é o principal canal de distribuição dos worms. TROJANS OU CAVALOS DE TRÓIA são programas que podem chegar por qualquer meio ao computador, no qual, após introduzidos, realizam determina-

SEGURANÇA DE DADOS ATRAI INVESTIMENTOS

Em épocas de crise, o setor de tecnologia da informação costuma ser um dos primeiros a sentir os efeitos da pressão econômica. Uma pesquisa global feita pela Ernst & Young no final do ano passado mostra, no entanto, que apesar da fase atual de dificuldades, as grandes empresas parecem dispostas a aumentar os investimentos em uma área que ganha relevância cada vez maior: a de segurança da informação.

Segundo o levantamento, realizado entre 1,4 mil empresas de 50 países - incluindo o Brasil, que ficou entre os 10 participantes principais, foi possível constatar:

•50% das companhias pretende ampliar seus orçamentos de segurança da informação em termos percentuais em relação aos gastos totais.

•Outros 45% afirmaram que pretendem manter a mesma relação percentual. Só 5% planejam diminuir seus gastos na área.

•85%

dos executivos mostraram- se preocupados com os danos à reputação

•20%

das empresas disse manter uma estratégia documentada específica para a área.

•33%

responderam que essa estratégia é tratada como uma parte da tecnologia da informação.


•85% das companhias disseram testar regularmente as brechas de segurança na internet. •73% afirmaram fazer o mesmo em sua infraestrutura. •19%

disseram fazer testes com seus funcionários - as chamadas experiências de engenharia social.

ECONOMIZAR PARA LUCRAR Confira aqui algumas dicas de especialistas para lucrar, economizando nesses tempos de crise mundial:

Adote o trabalho remoto O

COMPLEXIDADE DO SISTEMA TRIBUTÁRIO INDUZ AO ERRO Erros cometidos pelos departamentos fiscais das empresas fazem parte da rotina da maior parte das companhias, diante do complexo sistema tributário brasileiro. A constatação é de uma pesquisa realizada pela IOB, no entanto, mostra que eles são mais comuns do que se imagina - e que a maior parte dos problemas ocorre no cálculo do ICMS. O estudo demonstra, por exemplo, que 75% das empresas usaram créditos de ICMS incorretamente, contabilizando uma dívida de R$ 33 milhões com o Fisco. Outra falha identificada pelo estudo é a realização de operações com clientes não idôneos. Ou seja, com CNPJs ou inscrições estaduais não habilitadas, situação que ocorreram em 44% das empresas pesquisadas, fazendo com que elas apurem créditos de ICMS de maneira equivocada, provocando uma tributação errada em cadeia Os erros não se restringem, no entanto, ao ICMS. O IPI também tem sido um problema para as empresas: 50% das companhias pesquisadas apuraram alíquotas de IPI em notas fiscais de entrada e saída diferentes da tabela de incidência do imposto.

O Gartner Research prevê que, este ano, mais de 25% da força de trabalho norte-americana adotará o trabalho remoto. Trabalhar em casa permite que você economize em gasolina, mas continue igualmente produtivo por meio das ferramentas que facilitam a conexão e colaboração como se você estivesse no escritório. Os Wikis, por exemplo, simplificam postar texto ou documentos para que um grupo possa fazer comentários ou mudanças. Alguns wikis são gratuitos e públicos, enquanto outros são para uso corporativo, com segurança. Já os PBwiki têm três modelos: Business, Academic e Personal. O site traz ferramentas de edição WSIWYG, espaço para armazenamento, criptografia SSL, notificações automáticas via email ou RSS e controles de acesso e é gratuito para um a 3 usuários e U$ 6 mensais por usuário para 1 mil a 4.999 usuários. O Google Docs é outra opção bacana porque é uma maneira barata e fácil de compartilhar arquivos e verificar as mudanças. Menos conhecido, o Central Desktop é uma maneira de compartilhar documentos online sem nenhuma configuração. O site possibilita que grupos pequenos ou grandes compartilhem arquivos facilmente, rastreiem quem examinou quais arquivos (ou fez modificações) e configurem desktops separados para múltiplos grupos de usuários. O plano gratuito dá direito a 25 MB de espaço e suporta dois workspaces com cinco usuários cada.

Adote softwares free O OpenOffice.org não é refinado como o líder do mercado, por outro lado, não devora memória ou recursos e é uma ótima alternativa por ser um pacote completo de aplicativos para processamento de texto, planilhas, apresentações e bancos de dados, compatíveis com outras suítes. Criar arquivos PDF com CutePDF não tem custo, basta apenas exportar arquivos para o formato PDF. A IBM também disponibilizou para download gratuíto o Lotus Symphony, um

pacote de aplicativos voltado à produção de documentos, planilhas e apresentações de slides, compatível e uma excelente alternativa ao Microsoft Office, porém, desenvolvidos com toda a qualidade IBM. Ideal para quem quer reduzir o custo de licenciamento com a Microsoft, utilizando um excelente produto, repleto de recursos que os qualificam para uso empresarial.

Use software de virtualização Esse tipo de software gera muita economia através da consolidação de servidores e da redução do tempo de backup e recuperação. Além disso, com menos servidores a conta de luz fica mais baixa. Com os custos de administração e manutenção centralizados, há mais recursos de processamento e espaço em disco para hospedar as diversas aplicações corporativas.

Reduza os custos de impressão Tire cópias de ambos os lados de uma página e use papel timbrado ultrapassado para memorandos internos. Outra dica é utilizar o modo rascunho da impressora para reduzir o uso de tinta e, assim, trocar os cartuchos com menos freqüência. Imprima em escala de cinza, usando apenas o cartucho preto.

Diminua a conta de luz Para se ter uma idéia de quanto desperdiçamos de energia elétrica, e de dinheiro, uma empresa com 2,5 mil PCs pode reduzir os gastos com eletricidade em mais de US$ 43 mil por ano, segundo estudo elaborado pelo Gartner, se fizer o uso racional. A consultoria apontou que, ao desligar os computadores quando não estiverem em uso é possível economizar, pelo menos, US$ 6,5 mil por ano. O ideal é criar uma planilha para avaliar o impacto em diferentes variáveis do consumo de energia total, levando em consideração o consumo dos desktops, notebooks e monitores associados durante o dia de trabalho e também nas horas seguintes.


FIQUE ANTENADO O mundo conectado traz novidades e conceitos inovadores a cada dia. “Atualmente, cerca de 150 milhões de pessoas têm conexão com a Internet. Dessas, talvez 20%, cerca de 30 milhões, estejam conectadas neste exato momento”, afirma Jean Paul Jacob, da IBM. Assim, manter-se antenado é questão de existência! Conheça duas, das inúmeras tecnologias que surgem na rede com esse objetivo:

Twitter Rede social e servidor para microblogging que permite que os usuários enviem atualizações pessoais contendo apenas texto em menos de 140 caracteres via SMS, mensageiro instantâneo, e-mail, site oficial ou por programa especializado. Lançado em março de 2006 pela Obvious Corp, em São Francisco, está se tornando popular rapidamente, por ser uma maneira simples e rápida de você compartilhar com seus seguidores (amigos, clientes, colaboradores, alunos, etc.) um assunto que queira divulgar em até 140 caracteres. Tem sido utilizado por empresas e jornalistas para pequenas comunicações e atualizações de assuntos a serem discutidos de forma colaborativa. Como nos Blogs, seus seguidores podem incluir comentários e sugestões.

NERDVANA O cantinho do técnico Dicas e truques técnicos por ANTÔNIO MOREIRA DE OLIVEIRA NETO

A tecnologia de virtualização dos servidores Power permite que os clientes IBM tenham uma infraestrutura cada vez mais dinâmica e flexível. Ao consolidar ambientes (aplicações) em partições lógicas de um servidor físico da linha Power é possível compartilhar recursos entre essas aplicações, movendo dinamicamente processadores, memória e recursos de I/O de acordo com a necessidade de cada uma delas. É comum nesses cenários virtualizados que uma unidade de DVD seja realocada de forma dinâmica entre as partições, através de uma intervenção do administrador no sistema operacional e na HMC (console de gerenciamento). Para facilitar ainda mais o uso da unidade de DVD é possível compartilhar o acesso a esta, alocando-a fisicamente ao Virtual I/O Server (partição responsável pela virtualização de recursos de I/O). Dessa forma, não é necessário que o administrador realoque a unidade sempre que esta for utilizada por uma partição.

Pbwiki Ferramenta eletrônica para construção fácil de páginas web que permite que vários colaboradores editem e alterem seu conteúdo, desde que tenham login registrado. Os PBwiki têm se mostrado uma excelente ferramenta para o setor de educação, em função da necessidade de ferramentas colaborativas de fácil acesso e uso entre professores, monitores e alunos. Isso porque exige muito pouco ou nenhum conhecimento de programação para criar webpages colaborativas em poucos minutos.

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O procedimento para essa configuração é simples e pode ser visualizado no redbook PowerVM Virtualization on IBM System p Introduction and Configuration Fourth Edition (http://www.redbooks. ibm.com/abstracts/ sg247940.html?Open). O capítulo três mostra como configurar as partições, e o item 3.5.3 mostra especificamente a virtualização do DVD.


ESPECIAL

Corra para ser

saudavel

Planejamento e persistência são ingredientes essenciais para quem quer começar a correr. Sem isso, suas expectativas podem resultar em frustrações e lesões musculares Da REDAÇÃO

Q

uem pretende começar a correr tem de saber que o corpo precisa se adaptar às atividades físicas antes de exigirmos um pouco mais dele. “Decidir correr, quantos quilômetros fazer, qual o ritmo a ser adotado, tipo de piso para treino - asfalto, terra, grama, terreno acidentado. Para que qualquer pessoa chegue a esse ponto é necessário um planejamento adequado e não simplesmente um impulso

momentâneo”, explica o professor Sandro Gomes Bueno. O ideal é fazer uma bateria de exames, ainda mais se você é sedentário, e passar por uma avaliação médica, de preferência, com um especialista da área esportiva. O primeiro passo literalmente é a caminhada porque o corpo de indivíduos que estão na faixa etária dos 30 aos 40 anos não possui a mesma elasticidade que permite, com segurança, começar um exercício

imediato de corrida. Quanto maior a idade e o peso, maior será o período de preparação do organismo. A preparadora física Regina Almeida ressalta que a caminhada é melhor do que a corrida principalmente para pessoas com alguma limitação como estar muito acima do peso, ter hipertensão, cardiopatia e outras doenças. “Se não há limitação desse tipo, também não existe razão para dizer que um é melhor do que o outro

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ESPECIAL e a escolha passa a ser uma questão de gosto e objetivos”, diz Regina. Cabe ressaltar que uma questão é unânime entre os profissionais esportivos: correr uma vez por semana ou mais de cinco vezes por semana não é bom para quem é iniciante. “Uma rotina apropriada é a de três dias de treino na semana. Como sugestão: duas vezes no meio da semana e o terceiro dia no sábado ou domingo. Entre dois dias de treino, deve haver um dia de descanso”, recomenda Bueno. Para os atletas de fim de semana é bom ressaltar que correr uma vez a cada sete dias não é adequado porque o organismo não se adapta. Isso acontece porque o treinamento é composto por um ciclo de três fases: treino, descanso e adaptação. A adaptação só ocorre se o treino for adequado e houver descanso, mas isso deve ocorrer entre um ou dois dias, quando outra carga de treino deve acontecer. A sucessão de treinos e descansos é que provoca a adaptação. Ou seja: correr uma vez por semana corresponde a um descanso de seis dias, o que simplesmente não funciona. “No outro extremo, treinar cinco vezes por semana para quem está começando também não é bom porque, nesse caso, haverá um excesso de sobrecarga em um organismo que está começando a se adaptar às novas exigências. Com esse comportamento o resultado, possivelmente, será alguma lesão”, ressalta Pedro Alcântara, personal trainner. Em geral, corrida é uma atividade simples e prazerosa, mas essa sensação pode não acontecer logo nas primeiras voltas e você precisará ser persistente. Para facilitar, e você não desistir, o indicado é ter um amigo para treinar junto. Nunca esqueça que aquecer é fundamental para que não haja desconforto no início, além de ser um bom atalho para evitar lesões. “Aquecer é acelerar o organismo aos poucos, mas nunca comece o aquecimento com movimentos bruscos ou amplos, porque pode ser prejudicial. Inicie devagar e aumente o ritmo gradualmente. Cinco minutos nessa rotina já são suficientes. Mais de dez é exagero”, afirma Bueno.

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Saúde priorizada, retorno garantido Fui sedentário até os 40 anos. A vida de um executivo nos dá aquela falsa sensação de que não há tempo para mais nada a não ser o trabalho e nos poucos finais de semana que sobram, a família. Resul-tado: a vida me pregou um susto, me mostrou que ninguém é insubstituível e que nossa saúde (física e mental) deve ter prioridade máxima. A partir desse momento, decidi começar um esporte. Fiz todos os exames necessários antes de iniciar e, durante um ano, me preparei. Experimentei ciclismo, natação, caminhada, mas foi na corrida que mais me adaptei. Desde então, corro regularmente 10 a 12 Km, três vezes por semana e, nos sábados e domingos, costumo jogar futebol. Já são 20 anos correndo, sendo 15 São Silvestres e, nos últimos dois anos, a Maratona Internacional de São Paulo, de 2007 e 2008. Hoje, aos 60 anos, faz mais de 10 anos que não tomo medicamento de nenhuma espécie. Quanto à alimentação, adoro uma picanha com gordura e como pizza quase todo sábado. Só tomo café com açúcar, não dispenso um chopp e, de vez em quando, até dois. MOHANDAS LIMA DA HORA, Diretor da Talento Desenvolvimento Pessoal


DICAS IMPORTANTES PARA QUEM É INICIANTE NAS CORRIDAS Roupa adequada Dê preferência a tecidos leves ou Dry Fit. O algodão encharca. Fuja das cores escuras que lhe escondem no trânsito e absorvem calor em excesso. Use filtro solar e proteja o rosto com boné e óculos escuros, a menos que você corra à noite.

Velocidade e intensidade No início o mais importante é por quanto tempo se deve correr. A velocidade é conseqüência natural. Corra a uma velocidade que seja confortável e que lhe permita completar o tempo de corrida desejado. Evite variar a velocidade nesse início. Para começar, algo em torno de 10 a 15 minutos de trote é o suficiente - não se esqueça de aquecer antes. Se for preciso, intercale o trote com a caminhada e lembre-se de que o objetivo é ter prazer com a atividade. Em algumas semanas você vai se sentir em condições de aumentar esse tempo. Antes de três meses, com essa rotina de corrida - três vezes por semana -, você estará correndo mais de 30 minutos sem esforço.

Respiração Ao contrário do ar que passa pela boca, o ar que passa pelo nariz chega aos pulmões filtrado e devidamente umidificado. Seria, então, sedutor responder que o correto durante a corrida é respirar somente pelo nariz. Ocorre que isso é muito difícil depois de certa velocidade. Durante a corrida, algumas neces sidades do corpo são ajustadas automaticamente. O ajuste da respiração é assim, automático. À medida que a velocidade de corrida aumenta, passa mos a respirar tanto pelo nariz quanto pela boca.

Largura da passada Corra em um ritmo confortável e suas passadas vão se ajustar naturalmente às suas necessidades.

Dores do dia seguinte Após os primeiros treinos, pode acontecer alguma dores. Isso é normal, porque a dor ocorre como resposta à inflamação decorrente do rompimento de pequenas fibras musculares. Não se preocupe, elas somem entre dois e três dias. Se persistirem, convém diminuir a carga da atividade. O gelo ajuda a amenizar as dores e lembre-se, não use antiinflamatório nesses casos.

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PRODUTOS

Information Builders

desenvolve novo adaptador para

IBM DB2 Web Query

Empresa aposta em custo acessível para PMEs com solução baseada em gadgets de negócio disponibilizada no modelo de software como serviço (SaaS), via portal que pode ser personalizada pelo usuário Da REDAÇÃO

A InfoBuild representa com exclusividade no Brasil a Information Builders, líder mundial em soluções de business intelligence, integração de aplicações e SOA, por meio das tecnologias WebFOCUS e iWay Software. A empresa traz a experiência que a Information Builders acumulou em seus 32 anos, projetando soluções para a distribuição de informações alinhadas às necessidades de negócio de qualquer membro da cadeia de valor da empresa. A Information Builders possui 1.600 colaboradores, 12.000 clientes, mais de 350 parceiros, 47 escritórios e 26 distribuidores em todo o mundo. Importantes empresas sediadas no país utilizam as soluções distribuídas pela InfoBuild Brasil. Entre elas, Telefônica, Unibanco, Banespa, Vivo, CPqD, Petrobrás, etc.

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A Information Builders, líder em sistemas de BI (Business Intelligence) e representada com exclusividade no Brasil pela InfoBuild, anunciou um acordo com a IBM para desenvolver um novo adaptador (Database Adapter) para o gerenciador de banco de dados DB2 Web Query, utilizado na solução i business intelligence. Com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2009, a tecnologia baseada na plataforma de BI WebFOCUS amplia as funcionalidades do DB2, estendendo seu acesso a outras fontes de dados além do sistema da IBM. O Database Adapter, que terá uma versão beta disponível ainda no primeiro trimestre, aprimora recursos da interface como o DB2 voltados para a geração de relatórios, e simplifica a sua utilização ao reduzir a quantidade de componentes instalados e minimizar a demanda por suporte e gerenciamento. O adaptador da Information Builders foi desenvolvido para promover conectividade direta com múltiplos bancos de dados relacionais, permitindo que os relatórios gerados no DB2 Web Query incluam informações tanto a partir de um database específico, como a partir de múltiplas instâncias da mesma fonte de dados – em ambos os casos de maneira remota. Inicialmente, o Database

Adapter dará também acesso a dados do Microsoft SQL Server, e no futuro também permitirá acesso a outros tipos de databases relacionais. O lançamento do novo adaptador marca novamente a parceria entre a Information Builders e a IBM visando novos recursos para o DB2 Web Query utilizado por usuários do IBM i (antes chamado de i5/OS). “O novo adaptador preenche uma demanda de alta prioridade dos clientes – a procura por uma única ferramenta capaz de acessar outras fontes de informações além do DB2, sem a necessidade de replicar dados. Isto amplia a produtividade e exige mínimo investimento”, explicou Doug Mack, Gerente de Marketing da IBM. “Juntamente com a Information Builders, pretendemos dar continuidade à ampliação da conectividade do DB2 Web Query com outros bancos de dados”, projetou. “No atual cenário de negócios, pequenas e médias empresas precisam de acesso a todas as informações disponíveis para ampliar a efetividade das decisões de negócios. O Database Adapter age exatamente de acordo com essa premissa, ao ampliar o alcance dos aplicativos de BI utilizados por nossos clientes”, avaliou Luiz Camara, Presidente da InfoBuild Brasil.


IBM Tivoli

Storage Manager 6.1

Lançamento dessa versão traz maior escalabilidade e flexibilidade aos processos de proteção corporativa de dados Por MAURÍCIO MASSA* Durante o evento PULSE, realizado em fevereiro em Las Vegas, a IBM lançou a nova versão do Tivoli Storage Manager (TSM) 6.1, que sucede a release 5.5 do produto. Essa nova versão traz aos clientes mecanismos que permitem lidar, de forma mais eficiente, com os desafios crescentes da proteção de dados corporativa e aderência aos processos regulatórios, com maior desempenho e escalabilidade. Lançado em 1993, o Tivoli Storage Manager possui mecanismos avançados para reduzir o volume de informações trafegadas durante processos de backup, acumulando, desde então, 20 patentes para essa finalidade. Foi também a primeira solução a permitir o uso de discos como meio temporário de armazenamento e, desde 2005 (segundo a IDC), tem sido a solução que mais cresce nesse segmento. Somadas às características que já diferenciam o Tivoli Storage Manager como solução mais robusta e flexível em sua área, a versão 6.1 do produto leva aos clientes mecanismos que lhes permitem adequar-se, de forma rápida e segura, às mudanças decorrentes da variedade de informações e do uso efetivo das mesmas para seus negócios.

DESTAQUES DA NOVA VERSÃO 6.1 DO TSM A ferramenta passa a utilizar banco de dados IBM DB2 para seu catálogo de dados, permitindo gerenciar pelo menos o dobro de informações por servidor (até 1 bilhão de objetos), se comparada à sua versão anterior. Isso representa menor complexidade e maior possibilidade de crescimento, uma vez que as funções de controle desse catálogo são automatizadas pelo próprio TSM, sem necessidade de equipe específica ou conhecimentos em bancos de dados. Mesmo sendo exclusiva na tecnologia progressiva de backup, em que apenas informações novas ou alteradas precisam ser transmitidas (ferramentas concorrentes necessitam de rotinas completas periódicas), o TSM passa a oferecer a capacidade de data block deduplication. Essa função analisa os arquivos salvos bloco-a-bloco, eliminando informações redundantes e permitindo

melhor aproveitamento das áreas de armazenamento em disco. Por realizar essa análise através do servidor de backup, o processo de seleção de blocos redundantes não demanda impacto nas janelas de proteção existentes, nem requer mudanças nos ambientes já instalados. Traz interfaces gráficas para emissão de relatórios gerenciais e de acompanhamento em tempo real das atividades dos servidores de backup, baseadas em tecnologia Tivoli. Essas interfaces permitem aos clientes obter, de forma automatizada, informações sobre diversos aspectos do ambiente protegido, desde a utilização de recursos pontuais, como cartuchos ou discos, até curvas elaboradas de projeção de crescimento.

Com suporte ao Sistema Operacional AIX (versão Unix IBM), a família de produtos TSM tem sido o SW de gerenciamento de storage mais utilizado em servidores IBM Power System.

(*) MAURÍCIO MASSA - Especialista certificado de sistemas e trabalha na IBM desde 2001, no grupo de Tivoli Software, para a área de gerenciamento de armazenamento

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PRODUTOS

Um

sistema efetivo de gerenciamento é desafio para administradores de TI Reduzir a complexidade desses ambientes com recursos automatizados e interface de trabalho amigável são as propostas do IBM Director 6.1 Da REDAÇÃO

N

o mundo corporativo nos tornamos tão dependentes dos sistemas que acessamos que a indisponibilidade dos mesmos (por exemplo, problemas de impressão, vírus ou outras ocorrências que os mantém fora de produção) nos causa grande frustração. Em situações como essa, esperamos assistência imediata do time de suporte e help desk para que o problema seja resolvido o mais rápido possível. Assim, o time de suporte tem o desafio de manter esses sistemas em ope-

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ração preferivelmente por 24 horas diariamente. Mas quando isso não acontece, passam rapidamente de heróis a vilões, e sofrem enorme pressão. Assim, passam a dedicar uma grande parte de seu tempo gerenciando servidores e, em função disso, deixam (muitas vezes) de atuar em outros problemas críticos ou em novos projetos que visam melhor o desempenho e crescimento da empresa. Isso se complica ainda mais quando falamos de diversos servidores, sistemas operacionais, banco de dados, aplicações e por aí vai.

“A última versão da família de produtos do IBM Director representa a próxima geração em ferramentas para gerenciamento desses sistemas. O IBM Systems Director 6.1 permitirá que os administradores de TI reduzam a complexidade e os custos associados ao gerenciamento do ambiente de TI”, avalia Rudnei de Oliveira, especialista de sistemas na IBM Brasil. O IBM Systems Director é um EMS (Element Management System) ou Sistema de Gerenciamento de Elementos, também referenciado


como Workgroup Management Systems – ou Sistema de Gerenciamento de Grupo de Trabalho. Foi lançado pela IBM em 1993, com a identificação de NetFinity Manager e originalmente escrito para OS/2. Após diversas melhorias a IBM anunciou o Netfinity Director, um novo produto baseado no Tivoli IT Director. Quando a fabricante mudou o nome da sua linha de servidores baseado em processadores x86 para xSeries, o produto passou a ser chamado de IBM Director e, atualmente, IBM Systems Director. Essa versão 6.1 suporta uma grande variedade de ambientes, incluindo Microsoft Windows, AIX (Unix IBM), i5/OS, IBM i, e Linux em servidores x86, Power ou mainframe IBM, tornando-se uma ferramenta única para gerenciamento de ambientes com diversos sistemas operacionais. Através da console centralizada é possível monitorar os sistemas de TI, como inventário, eventos, gerenciamento de tarefas, ações corretivas, comandos distribuídos e gerenciamento de servidores e storage.

O IBM Systems Director 6.1 fornece tarefas específicas que podem ajudar os administradores de Tecnologia da Informação a gerenciar os servidores IBM Power e suas plataformas de gestão de virtualização, como o Hardware Management Console (HMC) e o Integrated Virtualization Manager (IVM). Também pode gerenciar os ambientes IBM Power que podem incluir servidores baseados no processador Power6 e Power5 executando os Sistemas Operacionais AIX, IBM i (i5/OS anteriormente) ou Linux. Gerencia, ainda, um servidor Power com uma única imagem (uma configuração não-particionada, onde a instalação do IBM Systems Director é idêntica para AIX e Linux à configuração xLinux) e uma arquitetura de servidor Power BladeCenter, sob o controle de um módulo de gerenciamento BladeCenter.

O IBM Systems Director, na sua última versão 6.1, possui muitas funcionalidades, boa parte são novas em relação à antecessora. As principais são:

Para saber mais, acesse:

Integração do sistema IBM Director Navigator para i5/OS em sistemas IBM Director web interface.

http://www.ibm.com/systems/ management/director/

a Unificar o gerenciamento de sistemas IBM, entregando ao administrador uma visão centralizada e homogênea para sistemas heterogêneos.

a

Suporte ao gerenciamento de ambientes virtualizados, melhorando a forma de administrar ambientes que combinam recursos virtuais e físicos em plataformas IBM.

a

Interface de trabalho amigável, reduzindo custos com treinamento.

a

O suporte foi melhorado para gerir os produtos de armazenamento, incluindo a perfeita integração do Storage Configuration Manager e da capacidade de lançar aplicações externas a partir da interface web.

a

O IBM Systems Director tem três componentes centrais. Cada um dos sistemas gerenciados no ambiente do IBM System Director pode ter um ou mais desses componentes instalados: Platform Agent

É instalado em sistemas gerenciados em que o agente menor footprint é crítico e a gestão de requisitos é bastante simples. Esse agente se comunica diretamente com o sistema operacional e o hardware.

Common Agent

É o agente de gestão de todas as funções concebido para fornecer sistemas abrangentes de gestão de capacidades. Depois que o Common Agent está instalado em um ponto final, plug-ins adicionais do agente podem ser instalados para adicionar funcionalidades avançadas de gestão para o desfecho.

IBM Systems É instalado no sistema que vai se tornar o servidor gerenciador. Ele é único no ambiente, mas no caso de múltiplos servidores de gerenciamento é preciso decidir se pretende instalar um agente em cada Director Systems Manager Director Server ou compartilhar um único agente Manager para gestão entre múltiServer plos servidores. O gerenciador de agente é o novo Gerente de Sistemas IBM Director 6.1 e é responsável pelas credenciais e autenticação entre o IBM Systems Director Server e do Common Agent.


PRODUTOS

A nova abordagem para os dados

Information Infrastructure Da REDAÇÃO

Ao fazermos um paralelo com os desafios da informação, nos deparamos com assuntos extremamente semelhantes que são: retenção dos dados de uma empresa guardando-os por longos períodos de tempo e, no momento de usar novamente, restaurá-los com desempenho e nível de acessibilidade adequado. Tudo isso considerando os riscos de segurança que uma empresa corre ao ter suas informações confidenciais nas mãos de funcionários não tão qualificados ou até mesmo de pessoas erradas. Em adicional, o volume e variedade com que esses dados crescem é algo exponencial – estimado em 57% ao ano, segundo a IDC, dados esses considerados não estruturados. Ou seja, a massa que não está dentro de um banco de dados relacional, dentro de algum repositório que possua inteligência ou tratamento para tal. Outro ponto é que, dependendo do segmento, indústria e regulamentação, o prazo de armazenamento é cada vez maior, em algumas situações chegando a 100 anos. Para completar, a grande maioria acaba desenvolvendo silos de infraestrutura para cada nova aplicação que chega à empresa, gerando mais custos operacionais, eficiência produtiva menor e falta de integração, o que pode, muitas vezes, diminuir o valor da informação corporativa. Consultorias especializadas em fusões e aquisições estimam que essa in-

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Quando nos deparamos com o contexto global, temos como principais fatores que aumentam os desafios dos negócios: a globalização, as crescentes fusões e aquisições, o crescimento dos riscos e a necessidade de atender às normas e regulamentações, a fidelização dos clientes e, por fim, a redução de custos operacionais e aumento na agilidade nos negócios, principalmente em momentos de crise. formação, quando bem usada, pode valorizar seu preço de venda em até 15% em uma negociação. No caso da IBM, sua estratégia de aquisições de empresas nos últimos dois anos complementou seu portfólio de soluções que tangem à informação – como Novus, XIV, Softek, Diligent, Filenet, Cônsul, entre outras. Dessas aquisições, nasceu, no segundo semestre de 2008, o Information Infrastructure. O conceito de Infor mation Infrastructure é a união de produtos e soluções de hardware, software e serviços dentro do contexto denominado CARS, que são as iniciais de quatro grandes pilares. O primeiro é o Compliance (tudo aquilo referenciado às normas e regulamentações que as empresas precisam seguir, dado seu modelo de negócios e in-

dústria que atua), seguido pelo Availability - referente à virtualização, continuidade dos negócios, gerenciamento e eficiência operacional. O terceiro é o Retention, que trata de todo o processo de backup, archiving e como restaurar os dados de forma eficiente, tanto o processo de TI como em relação ao negócio, gerando valor à informação. O último é o Security, que usa conceitos como WORM (Write Once, Read Many), NENR (nonerasable, non re-writable), políticas de gerência e acesso. O tr abalho de Infor mation Infrastructure é baseado em metodologias consultivas, provendo serviços que podem ajudar os clientes a mapear seus processos, entender melhor os níveis de complexidade de sua infraestrutura, entender o uso das tecnologias adquiridas, alinhar as habilidades técnicas do seu time versus seu parque atual, níveis de gerenciamento e automação de processos e a transformação dos dados em metadados. O objetivo é entender qual a importância daquele dado e o grau de necessidade de acesso para fomentar políticas de “tiering” (mais conhecidas como ILM) e fazer projeções do crescimento e das necessidades de mudanças no cenário atual e futuro, inclusive provendo Governança da Informação para as corporações.


SOLUÇÕES DE NEGÓCIOS Várias filiais, bancos de dados com pouca integração e o surgimento do SPED fizeram a Cooperativa de Agronegócio do Rio Grande do Sul adotar um pacote de soluções da Delsoft baseado em IBM Power

AO FUNDO, VISTA AÉREA DA AGROINDÚSTRIA

Da REDAÇÃO

Coopatrigo implementa DelsoftERP na plataforma IBM para unificar informações e adotar o SPED Abril Maio junho 2009

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SOLUÇÕES DE NEGÓCIOS Com uma média de 4 milhões de sacas de grãos por ano, aproximadamente 3 mil associados ativos, 13 unidades recebedoras de grãos e outras produtivas e administrativas espalhadas em 9 cidades da região das Missões, Noroeste do Rio Grande do Sul, a Cooperativa de Agronegócio do Rio Grande do Sul (Coopatrigo) administrava um ambiente com sistemas legados escritos em Cobol nas décadas de 1980 e 1990, usando bancos de dados nativos da própria linguagem. Somado a esse cenário, surgiram as exigências da Legislação Federal referentes ao Sistema Público de Escrituração Digital, o SPED. Esse era o panorama da Coopatrigo que, no ano passado, reestruturou seu ambiente de TI, implementando uma nova infra-estrutura e um software de ERP.

A estratégia surgiu em 2006, quando foi iniciado contato com a Delsoft Sistemas. “Na época, o projeto foi postergado devido um período de estiagem que prejudicou bastante a produção da região e, consequentemente, da cooperativa”, explica Miguel Delonei Berres, presidente da empresa com sede em Santa Catarina. Passada a safra 2006/2007, a situação melhorou, a pressão do SPED se tornou presente e os contatos foram retomados. “Com a implementação do sistema de ERP, além de atender as necessidades legais, pretendíamos melhorar a agilidade e qualidade das informações para a diretoria da Coopatrigo, além de proporcionar tomadas de decisão com maior segurança” analisa Sadi Scaramussa, diretor administrativo da Coopatrigo. “Considerando também que um sistema de ERP resulta em redução de custos administrativos, estamos realocando pessoal para setores produtivos da empresa”, comenta. A quantidade de impressos, principalmente de relatórios para redigitação de dados, era altíssima, os “aplicativos eram distribuídos por área – mercado, posto de combustíveis, RH, patrimônio –, e toda a integração foi feita manualmente na contabilidade, geran-

A COOPERATIVA A rede de negócios da cooperativa inclui uma Unidade Produtora de Leitões (UPL), duas unidades industriais – fábrica de rações e beneficiadora de arroz –, supermercado, posto de combustíveis, lojas agropecuárias em quase todas as unidades regionais, além de serviços de campo, como assistência técnica, projetos agronômicos e agricultura de precisão. Sede administrativa

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do um grande número de retrabalho”, completa o gerente de TI da cooperativa, Paulo Alberto Jung. Realizadas visitas em outras empresas e cooperativas, a equipe responsável pelo projeto decidiu pela implementação de um pacote de soluções. “A complexidade da operação da cooperativa foi um dos grandes desafios porque a Coopatrigo tem vários ramos de negócios, além da área de grãos (como a soja, milho, trigo e arroz) que é a atividade principal”, analisa Berres. “Se considerarmos que cada uma das áreas da cooperativa tem processos comerciais e fiscais próprios, com condições de operar cada uma com um cidadão comum ou com o associado – gerando ações contábeis específicas devido à atividade da cooperativa –, percebe-se o desafio proposto pelo projeto”, acrescenta Berres. Para suportar as adversidades, a base estrutural do DelsoftERP (com módulos básicos e especiais como o SPED, Controle de Combustíveis e o conjunto da Gestão do Agronegócio) é complementada pelas soluções RH, NF-e e-Commerce, tudo integrado e funcionando sobre uma única plataforma do IBM System i.


Vista da UPL Unidade Produtora de Leitões - matrizeiro

Reestruturação do Hardware Feito um levantamento da estrutura de hardware existente pela integradora AMM Paraná, constatou-se a grande variedade de equipamentos e a fragilidade para uma integração que envolvesse toda a complexidade da rede entre matriz e filiais. Após um levantamento, a plataforma tecnológica foi totalmente remodelada e os diversos equipamentos deram lugar a dois servidores IBM: um IBM Power System i modelo 515 como servidor de Banco de Dados e outro IBM System x3650 como servidor de aplicações. A decisão pelo melhor modelo tecnológico para estruturar as soluções surgiu da avaliação de vários critérios colocados pela equipe da Coopatrigo. Dentre os principais parâmetros que serviram de avaliação e decisão foram o “know how da Delsoft em trabalhar com Banco de Dados DB2 e também a confiabilidade e segurança que um equipamento IBM traz para todo gerente de TI”, afirmou Jung. O processo de implementação das soluções foi elaborado e realizado durante todo o segundo semestre de 2008 em um dos equipamentos que estava em uso. Com a che-

gada dos novos equipamentos da IBM, no início de Dezembro, foi possível converter o banco de dados DB2 Free para o DB2 Full do iSeries. Assim, no Power System i está o coração da integração, o banco de dados DB2 totalmente integrado ao sistema operacional IBM i. A escolha pelo servidor se baseou principalmente no menor custo de propriedade e aquisição, em função do DB2 integrado. Tudo sem custo adicional de licenças ou manutenção de banco de dados, sem necessidade de instalação ou tunning, de uso ilimitado e facilidade de gerenciamento em função de várias funções de gerenciamento de banco de dados integradas ao Sistema Operacional. Localizados na matriz da cooperativa, na cidade de São Luiz Gonzaga, o banco de dados é acessado remotamente pelas 19 filiais. Jung ressalta que “todas as filiais têm conexão via rádio, sendo que 15 usam esse sistema intensamente”. Nesse novo ambiente de rede, a Coopatrigo tem liberados 80 usuários simultâneos para acesso às soluções. Por enquanto, os maiores picos registrados acontecem no final do período matutino, quando se registra uma média de 60 usuários.

A DELSOFT SISTEMAS, empresa nacional de desenvolvimento de software, oferece há mais de 15 anos serviços e soluções de TI para a gestão de empresas. Junto à base do sistema DelsoftERP, constantemente atualizado para atender as legislações vigentes, como é o caso do SPED Fiscal e Contábil, as aplicações verticalizadas complementam a solução do empreendimento com sistemas orientados ao Bussiness Intelligence (BI). O portólio também inclui gestão de Recursos Humanos (RH), de Transportes (TMS), Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e aplicações para web (Loja Virtual, Pedido Web e Assistência Técnica Web) e para aparelhos Pocket/PC e Palm (força de venda Móvel). Com o objetivo de aumentar sua participação no mercado nacional, fomenta laços comerciais com a IBM do Brasil. “Nossa parceria se iniciou com vendas baseadas em soluções Power, em específico com o iSeries, onde a junção com o ERP da Delsoft agregou um excelente valor na solução final”, comenta Ádamo Roberto Inácio, Diretor Comercial da Delsoft São Paulo.

Para mais detalhes visite o portal

www.delsoftsistemas.com.br

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SOLUÇÕES DE NEGÓCIOS

levam Grupo Encalso/Damha a adotar solução BladeCenter IBM como infraestrutura para consolidar toda sua área de negócios Da REDAÇÃO

Integrar a administração de todos esses negócios era um desafio para o Grupo Encalso, que optou por desenvolver um ERP próprio que englobasse todas as suas linhas de atuação. A necessidade de atender às particularidades de cada segmento e integrar a administração dos negócios tão heterogêneos, bem como, disponibilizar informações consolidadas para as diferentes áreas, foram fatores decisivos para o desenvolvimento interno. Com uma estimativa de 300 a 400 acessos simultâneos à base de dados, era necessária a adoção de uma infraestrutura robusta e confiável, com alto poder de processamento, mas com flexibilidade e escalabilidade que permitissem expansões futuras. “Essa necessidade já havia sido detectada desde o início do desenvolvimento, mas ganhou maior força quando começamos a implementar o ERP”, afirmou

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Sérgio Mancini, Gerente de Tecnologia da Informação no Grupo Encalso. Após analisar as diversas opções de mercado, o Grupo optou pela solução baseada em servidores IBM Blade Power apresentada pela Visual Systems e Ingram Micro. Segundo Mancini, a decisão pelos equipamentos IBM, em substituição aos atuais servidores V880, se fez por diversos fatores, como a confiabilidade do fornecedor e da solução e a qualidade de serviços e atendimento da Visual Systems. Em produção desde março, a solução é composta por 04 lâminas Blade Power6 JS12 que serão utilizadas como servidor de Banco de Dados Oracle, duas lâminas baseadas em processadores x86 para servidor de aplicações, Storage IBM DS4700 com 2.3TB de capacidade e uma unidade de fita LTO TS3100 para backup/restore. “A escolha pela solução baseada em tecnologia RISC nos dá uma garantia maior em relação à segurança, desempenho e robustez. Além de uma relação custo/ benefício melhor, comparado às soluções propostas pela concorrência”, afirma Mancini. O executivo explica que futuramente tem como objetivo criar um site backup com uma solução idêntica, para que possa ter uma recuperação de desastres em tempo real. “Ou seja, se o site principal falhar, o segundo entrará em operação sem interAOvenção FUNDO, VISTA AÉREA DAEnquanto AGROINDÚSTRIA humana. ambos estiverem ativos, todas as lâminas do Oracle Data base trabalharão com balanceamento de carga, no conceito de Cluster Metropolitano”, completa Mancini.

O Grupo Encalso/Damha O Grupo Encalso/Damha tem forte participação no mercado nacional com atuação em diferentes segmentos. Como a engenharia civil pesada com terraplenagem, construção e pavimentação de estradas, avenidas, pontes e viadutos, barragens, aeroportos, construção de estações de tratamento de água e esgoto, obras de saneamento básico e obras de gasoduto/oleoduto. Já a Encalso Construções está presente há quatro décadas nas principais obras realizadas no País e hoje detém 60% das ações da Renovias Concessionária S/A, uma empresa voltada à administração, construção e reformas de rodovias que ligam a cidade de Campinas às regiões do sul do Estado de Minas Gerais e do Circuito das Águas em São Paulo. Totalizando 291 quilômetros em cinco estradas, a Renovias corresponde ao Lote 11 do Programa de Concessões Rodoviárias do Governo do Estado de São Paulo. O Grupo Encalso possui ainda 21% das atividades da Rodosul S/A, que tem sob sua responsabilidade a recuperação, manutenção e operação do complexo rodoviário denominado Pólo de Concessão Vacaria, integrante do Programa Estadual de Concessão Rodoviária, implementado pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul. A Rodosul S/A responsabiliza-

se por três segmentos rodoviários, totalizando 132,66 km. Na concessão do Rodoanel em São Paulo detém 5% e, recentemente, foi a vencedora na concessão da rodovia BR-324 e BR-116 na Bahia, denominada Consórcio RodoBahia. Na Infraestrutura urbana possui loteamentos, condomínios e residenciais de alto padrão no Estado de São Paulo (nas cidades de Presidente Prudente, Campinas, São Carlos, Araraquara, Piracicaba e São José do Rio Preto), em Minas Gerais e no Mato Grosso do Sul (em Campo Grande) e projeto de expansão para o sul do País, em Florianópolis. No campo, atua por meio da Pecuária Damha, o Grupo investe nessa área há mais de 25 anos, com plantéis de bovinos, ovinos e eqüinos, em localizações privilegiadas nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Também está presente no Agronegócio, com agricultura e pecuária, por meio de fazendas e atividades com feno, secagem, armazenagem e comercialização de grãos e plantio de cana de açúcar, faz confinamento para mais de 30 mil cabeças. No segmento de shopping centers, o Grupo comanda o PrudenShopping, em Presidente Prudente, com 135 lojas distribuídas por mais de 40.000 m².

A Visual Systems, localizada no interior Paulista, é um dos principais parceiros da IBM/Ingram Micro e é reconhecida por sua capacidade tecnológica. Desde 1997 oferece serviços em tecnologia de servidores, storage e Oracle que possibilitam às empresas gerenciar, extrair, compartilhar e proteger as informações de seus negócios.

www.visualsystems.com.br

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GESTÃO

Gestão estratégica de ativos de TI Existe um ditado muito antigo que diz “Quem possui conhecimento, detêm o poder”. Conhecimento e ativos de TI são, em tempos de crise, ou melhor, em tempo de novas oportunidades, os mais valiosos patrimônios de uma organização. Assim, podemos (sem falsa modéstia) criar um novo ditado: Quem possui o conhecimento e compartilha de forma estratégica, detêm o poder Da REDAÇÃO

Gerenciamento dos ativos de TI está mais para desenvolvimento de negócios estratégicos para as organizações do que o próprio processo em si. Gerenciar ativos de TI passa a ser um desafio global, territorial e, por que não dizer, também virtual. Embora todos esses termos façam parte do cotidiano dos principais executivos de TI e cada um, à sua maneira, procura desenvolver o melhor formato de gestão, o que realmente acontece é que (infelizmente embora em pleno século 21) carecemos de métodos e ferramentas para sua administração. Sem querer vulgarizar o termo, mas nesse pouco espaço poderemos popularizar a sua, digamos assim, “função”. Logo,

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para a sua boa execução, a gestão estratégica de TI exige um “Mapa Estratégico”. Ao falarmos de Mapas Estratégicos, vamos certamente nos deparar com o que mensurarmos, o que vamos medir, o que vamos controlar e gerenciar. Há muito tempo o alinhamento estratégico de TI com o negócio aparece no topo da lista de prioridades dos CIO’s de todo o mundo. Vários modelos e ferramentas foram sugeridos, com a promessa de promover tal sincronização. No entanto, estudos e pesquisas revelam que boa parte das estruturas de TI ainda não consegue acompanhar a dinâmica do mundo dos negócios.


UM ALINHAMENTO ESTRATÉGICO É BEM SUCEDIDO QUANDO:

- Agrega real valor ao plano de negócios; - Não resiste às mudanças; - É planejado. O Mapa Estratégico é a representação visual da política de uma empresa. Sua finalidade é demonstrar a prontidão de determinado ativo intangível para atendimento dos processos internos críticos como: gestão de operações, gestão de clientes, inovação e processos regulatórios e sociais. Ele se torna uma visão consolidada das quatro perspectivas do Balanced Scorecard (Financeira, do Cliente, dos Processos Internos e de Aprendizado e Crescimento). Já os ativos intangíveis foram estruturados em três grandes grupos: Capital Humano, Capital Organizacional e Capital da Informação. O grande objetivo das empresas é a disponibilidade de sistemas de informação, de infraestrutura e de aplicativos de gestão do conhecimento, necessários para suportar a estratégia de negócios das companhias. Uma vez contextualizados, podemos pensar de forma mais específica em gestão de ativos de TI. Podemos, dessa forma, dividí-los em quatro g rupos: Sistemas Transacionais, Aplicações Analíticas, Aplicações Transformacionais e Infra-Estrutura de Tecnologia. Uma aplicação Transformacional (aquela que altera drasticamente um ou mais processos de negócio), por exemplo, pode ser também Analítica ou Transacional. O caráter estratégico (transformacional) de uma aplicação deveria ser tratado como outra dimensão. A infraestrutura de TI virou um imenso ‘guarda-chuva’ que abriga tanto Gestão de Dados, Segurança e Riscos, Educação e P&D. De qualquer maneira, nada impede que uma empresa, ao adotar a ferramenta, crie uma visão própria dos seus ativos de TI. Mesmo que a visão adotada seja, em um primeiro instante, bastante subjetiva, o relatório de prontidão propicia uma visão geral da distância a ser percorrida pela área de TI no sentido de se alinhar com a estratégia corporativa. O Mapa Estratégico e os respectivos relatórios de prontidão são excelentes subsídios para a elaboração do portfólio de projetos da área de TI. A criticidade dos processos de negócio destacados e o gap dos ativos de TI para a realização dos macro-requerimentos apresentados passam a ser os critérios de maior peso no processo de priorização de projetos. Outros critérios provenientes das áreas de negócio e que também exercem influência direta no processo de seleção de projetos são: Aumento de Receitas e/ou Lucros; Redução de Custos; Retorno sobre o Investimento (ROI); e, Ciclo de Vida do Produto. A área de TI deve contribuir com critérios técnicos como Prazo de Implementação, Riscos, Custos, etc..

Dever de casa Mapas estratégicos, relatórios de prontidão e ferramentas de gestão de portfólios cumprem bem sua função de comunicação da organização de TI com o restante da empresa, mas representam muito pouco no contexto de uma verdadeira gestão estratégica de ativos de TI. A verdadeira gestão – conseqüência de princípios, processos, padrões e métricas bem definidos – conhece o estado de seus ativos e projetos nos mínimos detalhes. No mundo dos ativos tangíveis, um gerente de almoxarifado sabe dizer, de forma rápida e certeira, a quantidade de parafusos e brocas que estão sob sua responsabilidade. A intangibilidade dos ativos de software não pode servir como desculpa para que tal nível de controle não seja exercido. É uma pena que os ativos de software tenham chegado ao ponto de serem tratados da mesma forma que o Capital Humano e o Capital Organizacional, esses sim, intangíveis e imensuráveis por natureza. A baixa qualidade dos sistemas desenvolvidos, os constantes atrasos e a eterna “reinvenção da roda” são fruto dessa falta de controle, além de outras, obviamente e infelizmente. O fato é que se as indústrias de produtos tangíveis funcionassem como TI funciona hoje, o ciclo de desenvolvimento de veículos, por exemplo, seria de 20 e não de 2 anos. A reusabilidade (espinha dorsal da economia de escala) é uma lenda no mundo de TI, utópica para alguns, de mau gosto para outros tantos. Isso porque é impossível reutilizar algo que não se conhece, não se sabe como foi feito e, muitas vezes, nem mesmo onde está armazenado! E algo só pode ser reutilizado plenamente se for concebido e tratado com tal objetivo. Mas, finalmente, a indústria de TI está ganhando um padrão que deve incentivar e facilitar a correta gestão de ativos de software e, principalmente, sua reutilização. A simplicidade deve começar na definição de ativo de software, uma peça que fornece a solução para determinado problema em determinado contexto. Nesse sentido, são utilizadas apenas três dimensões na classificação de um ativo: Os ativos podem ser relacionados com a estratégia de negócios, a sua funcionalidade, capacitação e funções. Somente com esse inventário realmente completo podemos a garantir o total controle e administração dos ativos e investimentos de TI. Gerenciamento de ativos de TI não é das tarefas mais fáceis para a automatizar em uma linha de produção. Mas a partir do momento que sua produtividade é mensurada, todo o ecossistema ganha porque há o retorno para o negócio e, principalmente, o tempo de maturação desses ativos. Em especial o gestor é bastante beneficiado, que na linha de frente venderá sua necessidade de ampliar ou não a sua equipe e infraestrutura.

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OPINIÃO

FORMACÃO PROFISSIONAL: Dúvida cruel... Outro dia participei de uma reunião onde a discussão era a formação profissional na área tecnológica, mais especificamente em informática. O assunto evoluiu e acabamos por entrar em um dilema acadêmico: a duração de um curso é o mais importante para a formação de um profissional ou a preparação de um profissional requer uma formação longa para que se abra um leque maior de possibilidades? Por RICARDO PORTELLA*

Na minha opinião, a duração do curso não é o fator principal, mas sim a adequação do curso à realidade do contexto onde esse curso está inserido. Atualmente, no Brasil, temos a necessidade imediata de profissionais de nível superior para ocupar cargos onde o grau de decisão e a capacidade técnica se equivalem. Nesse caso, é necessário que tenhamos cursos onde essas competências sejam abordadas de forma pragmática, porém, sem perder a visão genérica das áreas do saber. A montagem de um curso de graduação em dois anos, por exemplo, deve seguir a generalidade da área de conhecimento, deixando de lado os produtos e pacotes, como coadjuvantes do aprendizado profissional. Essa nova realidade, com cursos de graduação em dois anos, deve ser trabalhada por cada um de nós como um benefício, como uma alternativa para a formação profissional, porque é útil ao mercado e ao profissional que necessita de um diploma. Instituições,

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professores e alunos devem mudar a atitude, derrubar preconceitos e participar ativamente dessa mudança. A dúvida vai se instalar na cabeça das pessoas, mas quando isso não acontece? Até para escolher uma roupa temos dúvidas, e isso é saudável porque nos move para frente. A dúvida é humana. Mas a dúvida é cruel e pode escravizar, caso nossa cabeça não esteja preparada ou não tenhamos as informações corretas. Nesse caso, a melhor forma é procurar a informação correta e não se deixar levar por dogmas ou posições radicais e ultrapassadas. Procure saber, aprenda saber e o mundo vai lhe dar valor. O poeta diz: “o acaso vai nos proteger...”. Participamos desse acaso ativamente, pois somos habitantes deste universo gerado ao acaso. As mudanças que provocamos são fruto de mudanças provocadas em nós, e vice-versa. Sucesso!

(*) RICARDO PORTELLA Coordenador Geral do Núcleo de Tecnologia da Universidade Estácio de Sá e autor do site www.rafrom.com.br/portal ricardo.portella@rafrom.com.br


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Revista Power Channel - Edição 04