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Editorial Esta edição é muito especial para a revista Por Aqui, pois marca a primeira edição com cobertura na cidade de Quatis, uma cidade que se emancipou do município de Barra Mansa em 1990 juntamente com os distritos de Falcão e Ribeirão de São Joaquim. A principal atividade de subsistência do município é a agricultura, mas o comércio da cidade vem crescendo a cada dia, se destacando no cenário varejista. Nesta edição, a matéria de capa falará de uma grande dúvida que paira sobre os barramansenses. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, a Votorantim, uma das principais siderúrgicas do mundo, corre o risco de parar suas atividades em Barra Mansa, o que representaria uma perda sem dimensões para a economia da cidade e também da região. A Prefeitura rebate e garante que a empresa continuará investindo no município. Para tentar esclarecer este imbróglio, entrevistaremos o presidente do Sindicado dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, Renato Soares, que acredita que a população de Barra Mansa tem motivos para ficar preocupada. Teremos também nossas colunas fixas de moda, de psicologia cognitiva e de dicas automotivas, além da segunda edição do Horóscopo Cigano escrito pela consultora esotérica Let Estrela. Boa leitura!

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Índice 05

Boato ou triste realidade?

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A percepção que temos dos acontecimentos determina nossas emoções

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Horóscopo Cigano: Missão do seu signo para fevereiro

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Da cabeça aos pés

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Dicas Automotivas Nasul: Retífica Sul Fluminense

Expediente Revista Por Aqui - CNPJ: 11.737.916/0001-45 Site: www.revistaporaqui.com.br Redes Sociais: www.twitter.com/revistaporaqui www.facebook.com/revistaporaqui www.amarelasinternet.com/revistaporaqui

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Boato ou triste realidade?

Enquanto prefeitura garante que Votorantim continuará em Barra Mansa, Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense alerta sobre possível saída

Por Diego Raffide

diego@revistaporaqui.com.br

e a usina de aços longos que está sendo construída pela CSN dentro da Usina Presidente Vargas. Por Aqui: Caso a Votorantim saia de Barra Mansa, o que isso pode influenciar na cidade? Renato Soares: A saída da Votorantim de Barra Mansa vai reduzir o faturamento do município e o número de empregos. Com a queda da arrecadação, a qualidade dos serviços da Prefeitura do município vai baixar, pois Barra Mansa é uma cidade grande em território, mas com pouca arrecadação. Ao contrário de Volta Redonda, que possui uma arrecadação maior e tem uma extensão territorial muito menor. Os metalúrgicos terão que trabalhar em Resende ou Volta Redonda, transformando Barra Mansa em uma cidade dormitório. Isso O presidente do Sind. dos Metalúrgicos do Sul Fluminense Renato Soares atrasa o desenvolvimento do município. Por Aqui: O que pode ser feito para garantir a permanência da Votorantim em Barra Mansa? Renato Soares: O que pode ser feito é uma articulação de todos os poderes do município, Legislativo, Executivo e Judiciário, além de Sindicatos e outras entidades, para fazer uma pressão sobre o Governo Estadual, que foi quem permitiu a instalação de duas fábricas da mesma empresa e que têm a mesma atividade em locais tão próximos. É lógico que a planta de Resende, mais moderna e com mais espaço para crescer, receberá mais investimentos. Nós já vimos isso acontecer com a Nestlé, que afirmou que ficaria em Barra Mansa, mas saiu da cidade. O município deve viabilizar maneiras de se tornar atrativo para a instalação e permanência de empresas, como a redução do ICMS, de acordo com a Lei Rosinha. foto: ASCOM SMSF

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região Sul Fluminense conta com muitas cidades que acrescentam no desenvolvimento econômico do Estado e do Brasil, gerando empregos e oportunidades. Entre elas, os destaques são Volta Redonda, a maior cidade da região, que conta com a CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), além de Resende e Porto Real, que a cada dia recebem novos investimentos. Ao contrário dessas cidades citadas acima, está Barra Mansa, que além de ter dificuldades de trazer novos investimentos para a cidade, corre o risco de perder sua principal indústria, a Votorantim, uma empresa 100% brasileira, com atuação em mais de 20 países. O Grupo Votorantim concentra operações em setores de base da economia que demandam enorme capital e alta escala de produção, como cimento, mineração e metalurgia (alumínio, zinco e níquel), siderurgia, celulose, suco concentrado de laranja e autogeração de energia. Recentemente, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, Renato Soares, alertou a população sobre uma provável saída da empresa de Barra Mansa. Os motivos alegados pelo presidente são o esvaziamento da fábrica de Saudade, que recentemente demitiu 80 funcionários. De quatro equipamentos, dois foram transferidos para Resende, sendo que um dos que ficou em Barra Mansa, não está em funcionamento. Na aciaria, apenas um dos dois fornos está funcionando. Outros fatores que levaram à desconfiança de Renato Soares foi o fato de a Votorantim ter vendido sua participação na Usiminas e de terem desativado o Laminador Intermediário de Perfis em Barra Mansa. Em contrapartida, a Prefeitura de Barra Mansa garante que a empresa ficará na cidade. Segundo a assessoria de comunicação da prefeitura, o prefeito Zé Renato (PMDB), juntamente com o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Luis Antônio Nogueira Feris, se reuniram com o diretor industrial e o gerente industrial da Siderúrgica, Luciano Ferreira Lopes e Luiz Felipe Cardoso Oliveira, respectivamente, para darem fim a esse boato. Segundo o release da prefeitura, que não comunicou à imprensa e nem mesmo ao Sindicato dos Metalúrgicos sobre essa reunião, a Votorantim irá investir R$ 23 milhões em Barra Mansa. Para nos inteirarmos melhor deste polêmico assunto, entrevistamos o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, Renato Soares, que não ficou muito convencido com as declarações da Prefeitura de Barra Mansa. Por Aqui: Mesmo com a confirmação da Prefeitura de Barra Mansa que garante que a Votorantim vai ficar na cidade, quais os motivos que te levam crer que ela sairá? Renato Soares: Primeiro foi o esvaziamento da usina de Barra Mansa, com a demissão de funcionários e a transferência de outros para a planta de Resende. Desde 2006, o quadro de funcionários diminuiu de 25% a 30%. Eram cerca de 2 mil funcionários, agora são mil. O investimento tem sido maior na unidade de Resende, inclusive com equipamentos sendo enviados de Barra Mansa para lá. Outros motivos são a retirada da participação acionária do Grupo Votorantim na Usiminas e a morte de Carlos Ermírio de Morares, filho de Antônio Ermírio de Moraes, que comandava os negócios da empresa. Tudo leva a crer que a Votorantim está passando por um momento de reestruturação, e que esse processo passa pela fábrica de Barra Mansa. Além disso, a SBM está situada entre duas plantas novas e mais sofisticadas: a da própria Votorantim, em Resende,

Zé Renato e autoridades visitam unidade da Votorantim Siderurgia em Barra Mansa e garantem que empresa continuará na cidade O prefeito de Barra Mansa, Zé Renato (PMDB), juntamente com autoridades da cidade (CDL-BM, ACIAP-BM, SULCARD-BM, SICOMÉRCIO e METALSUL) e alguns secretários, visitaram no último dia 03 de fevereiro a unidade da Votorantim em Barra Mansa. O motivo da visita foi enfatizar a permanência da Votorantim no município, reforçando a importância da unidade de Barra Mansa no cenário econômico e estratégico do Grupo Votorantim. Os diretores da empresa, Luciano Fernandes Lopes e Luiz Felipe Cardoso Oliveira, ressaltaram que as empresas de Barra Mansa e Resende possuem atividades complementares e atuam em sinergia, dando a entender que a Votorantim permanecerá na cidade. Eles ainda revelaram que nos últimos 10 anos, a Votorantim Siderurgia investiu cerca de R$ 600 milhões na unidade de Barra Mansa, o que comprova a importância da cidade para a empresa.


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A percepção que temos dos acontecimentos determina nossas emoções

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mocionar-se é algo fundamental em nossa vida. Há alguns anos, li um livro que se chama “A Linguagem dos Sentimentos” de autoria de David Viscott (um bom livro para se ler e entender um pouco mais a importância das emoções), em que ele afirma que “somos o que sentimos”. Essa afirmação nos dá a ideia de que viver não é outra coisa senão sentir a vida. Para sentir a vida dependemos de como a interpretamos, de como a percebemos, enfim, de como interagimos com ela, ou reagimos a ela, e é isso, entre outras coisas, que nos faz diferentes uns dos outros. Vivemos a cada segundo situações em nossa vida que constantemente estão a nos estimular a dar respostas emocionais: é o nosso chefe que não gostou de um trabalho que fizemos, nosso filho que teve uma avaliação baixa na escola, é o atendente que não nos deu a devida atenção, é a tragédia que acabamos de ouvir e ver na televisão, é a colega que não nos cumprimentou na rua. Todos esses são apenas alguns exemplos a que estamos sujeitos no dia a dia e que funcionam como estímulos para as nossas emoções. Como vamos interpretar esses estímulos é o que nos dará o “tom” da nossa emoção em cada situação. Interessante aqui é observarmos que interpretar e perceber os acontecimentos e situações envolvem pensamentos, e esses aparecem de uma maneira automática, movida pelos valores internos que desenvolvemos ao longo da nossa vida, na interação que mantivemos com aqueles que estiveram mais próximos de nós, como os nossos pais, nossos edu-

cadores, nossos parentes, nossos amigos e colegas de escola. Enfim, todos aqueles que estiveram presentes de uma forma intensa em nossa vida, sobretudo durante a nossa infância. Nesse período da nossa vida construímos a base a partir da qual estamos construindo a nossa existência. Essa base continua a ser modelada através da nossa caminhada. Entretanto, muito daquilo que adquirimos na ocasião em que constituímos a nossa base, a partir da qual desenvolvemos uma série de princípios e valores, continuam presentes e podem influenciar decisivamente no conteúdo dos nossos pensamentos automáticos, impedindo-nos de reagir de uma forma mais funcional diante, principalmente, dos nossos revezes. O que podemos concluir dessa nossa breve reflexão? Se nossas emoções dependem de como interpretamos os acontecimentos e situações que nos rodeiam, eles dependem dos nossos pensamentos automáticos e esses são influenciados pelos valores e princípios que constituímos no início do nosso desenvolvimento e seguem sendo transformados no nosso presente. Importa sabermos que quando nossas emoções nos conduzem a comportamentos não muito funcionais, tais como aqueles que acarretam sentimentos de culpa posteriormente, temos a possibilidade de revermos os valores e princípios que norteiam a nossa conduta em busca de uma reestruturação daquilo que aprendemos, nem sempre conscientemente, no início da nossa vida. Um grande abraço.


Hor贸scopo Cigano

Por Let Estrela viverzenconsultoriaesoterica@hotmail.com

Miss茫o do seu signo para fevereiro

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Da cabeça aos pés!!! Por Renata Liporaci

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reliporaci@revistaporaqui.com.br www.reliporaci.blogspot.com

ra quem é apaixonada por sapatos e bolsas, a Couro Moda 2012 arrasou com as novidades do inverno. Esse é o evento mais importante de moda e negócios para os setores de calçados e artefatos de couro em todo Brasil e América Latina! Fui lá conferir e agora conto tudo o que vem com força para nosso inverno! A edição 2012 reuniu 1.100 expositores, uma loucura de tantas opções e coisas lindas! O forte “boom” serão os sapatos com brilho, muito brilho, altos e baixos e com variações de cores como prata, dourado e preto. Não vi muitas novidades nos saltos, continuam os de sempre, somente o design do meia-pata com um pouco mais de força. Os cabedais ganharam misto de cores, fivelas, laços e materiais que se misturam em um só sapato. As cores azul e rosê

marcaram presença em quase todas as marcas. Os sapatos ecologicamente corretos são a grande aposta, com solados reciclados, materiais biodegradáveis que viram adubo após sua vida útil e o melhor de tudo, super confortáveis, chamados até de “sapatoterapia”! Os infantis e masculinos tiveram o mesmo foco de conforto e sustentabilidade. Os pelos (fakes) estarão presentes em botas e coturnos, algumas vezes opcionais no estilo “polaina”. Tem até tênis feito com moletom, imaginou o conforto? Mocassins em todas as cores e estampas que se pode imaginar, e pode apostar que será o “must have” da estação. Tudo apaixonante! E falando nisso, as bolsas estão com tudo também. Cada vez mais práticas e versáteis para a correria do dia a dia. Bolsa que vira mochila, peças com compartimentos para “notebook” e “tablets”, ferragens rosê (a nova cor do momento), cores mais claras e materiais diversos. Enquanto os sapatos brilham, as bolsas ficaram mais discretas. Descobri marcas sensacionais, algumas com responsabilidade social, trabalho bonito de ver!!! Foram quatro dias de muitos negócios, mas principalmente de muita moda. E não demora, isso tudo estará nas lojas e claro em nossos armários e sapateiras! É só aguardar...


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a coluna deste mês falaremos sobre uma empresa associada ao NASUL (Núcleo Automotivo do Sul Fluminense), a Retífica Sul Fluminense, situada na Avenida Recife, 161, Santo Agostinho, em Volta Redonda, que conta com outras filiais em Volta Redonda, Barra Mansa e Barra do Piraí, prestando serviços de alta qualidade há 17 anos. O Grupo Sul Fluminense presta serviços em Retífica de Motores Ciclo Otto e Diesel, injeção mecânica, injeção eletrônica Diesel e direção hidráulica nas linhas veiculares, industriais e marítimas. Atualmente conta com amplas e modernas instalações para receber seus clientes, além de também contar com mais de 85 colaboradores que juntos, atendem a todo o eixo Rio-São Paulo com grande rapidez e agilidade. Além disso a empresa também é posto autorizado de diversas e renomadas marcas no mercado automotivo, sendo elas MWM, BOSCH, GARRETT, DELPHI, MAHLE, o que proporciona amplo conhecimento técnico para toda a equipe. As peças internas do motor, quando em funcionamento, estão em constante atrito, sujeitas a grandes esforços e trabalham sempre em alta temperatura. Todos estes fatores contribuem para o desgaste das peças. É um processo considerado normal e faz com que após alta quilometragem torne-se necessária a retífica do motor. Os principais sintomas que apontam para a necessidade de se retificar um motor de combustão interna (gasolina, álcool ou diesel) de um veículo são: - Alto consumo de óleo lubrificante - Excesso de fumaça sendo expelida pelo escapamento - Baixa potência - Alto consumo de combustível - Motor trabalhando superaquecido - Fortes barulhos vindos do motor

Para auxiliar os nossos leitores, solicitamos algumas orientações ao diretor do Grupo Sul Fluminense, André Ribeiro, que possui vasta experiência no assunto. Por Aqui - É possível analisarmos os problemas de um motor em funcionamento? André Ribeiro - Ninguém conhece melhor o seu veículo do que o seu condutor. É possível que o condutor identifique alguns dos sintomas citados anteriormente ao longo da jornada de utilização do veículo. Ao identificar ao menos um desses sintomas ele deve levar o veículo ou equipamento imediatamente a um técnico especializado. Por Aqui - Quais os problemas que mais aparecem na sua empresa que necessitam de fazer retífica de motor? André Ribeiro – Alta quilometragem, falta de manutenção preventiva e preditiva e contaminação de combustíveis e lubrificantes. Por Aqui - Quais as prevenções que um motorista deve tomar para evitar que estes problemas aconteçam antes do tempo previsto? André Ribeiro - Cada projeto de motor possui suas especificidades técnicas, sendo assim, o correto é respeitar o plano de manutenção de revisões indicado no manual do veículo.



Revista Por Aqui - Fevereiro/2012