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Editorial O trabalho, em sentido econômico, é toda atividade desenvolvida pelo homem sobre uma matéria prima, geralmente com a ajuda de instrumentos, com a finalidade de produzir bens e serviços. E fazer um trabalho diferenciado, com qualidade e pontualidade, sempre foi a meta da revista Por Aqui, que nesta edição de abril, está completando dois anos. Entramos no mercado da comunicação na região Sul Fluminense de forma despretensiosa, mas, com a seriedade demonstrada, reciclamos e aprendemos. E com todo este aprendizado adquirido, lançamos novos projetos e desafios, todos com o mesmo padrão de qualidade utilizado na revista. Com isso nasceu a Agência de comunicação Por Aqui, que é especializada no desenvolvimento de ações integradas com o foco nos melhores resultados para as empresas que trabalham conosco. E um meio de comunicação completar dois anos na atual fase em que vive o jornalismo, principalmente na região, onde a profissão não é valorizada, é um fato para se comemorar. Este assunto será o tema de capa da revista deste mês, que falará da desvalorização da profissão devido a não obrigatoriedade do diploma e o que pode ser feito para esta situação se reverter. Entrevistamos o jornalista Vinicius Ramos, diretor e editor do jornal “Folha do Interior”, que acredita que a profissão está passando por uma transformação e os jornalistas que têm atitude e iniciativa podem influenciar na restauração da profissão. Também entrevistamos o jornalista Adriano Lizarelli, da Band Barra Mansa, falaremos ainda sobre a parceria de dois anos da revista Por Aqui com a Gráfica Drumond, uma das empresas de maior renome do Sul do Estado. A colunista de moda, Renata Liporaci, também dará alguns toques em quem quer ficar por dentro da moda; também teremos dicas automotivas. Agradeço de coração, a todos os leitores, clientes, funcionários e colaboradores que ajudam no desenvolvimento da revista Por Aqui, que hoje, comemora junto com seu público dois anos de história. Faça parte desta festa! Entre em contato com o departamento comercial pelo email contato@revistaporaqui.com.br e conheça nossa tabela de preços. Boa Leitura!

Índice 06

Jornalismo em pauta

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Olho no jornalismo. Olho na Band

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Gráfica Drumond e Revista Por Aqui, uma parceria de sucesso que só traz benefícios aos seus seletos leitores

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Glam Rock

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Dicas Automotivas Nasul: Lubricar Centro Automotivo

Expediente Revista Por Aqui - CNPJ: 11.737.916/0001-45 Diretor Geral / Jornalista Responsável: Diego Campos Raffide e-mail: contato@revistaporaqui.com.br / diego@revistaporaqui.com.br MSN: diegoraffide@hotmail.com Telefone: (24) 9999-0645 / 7836-3387 / ID: 12*8190

Presidente de Honra: Dr. Gabriel Altino Campos – gabriel@revistaporaqui.com.br Diretora Comercial: Mayara Valiante – mayara@revistaporaqui.com.br (24) 8816-6418 Diretor de Arte: Eduardo Ávila – eduardo@revistaporaqui.com.br Conselheira: Marcela Eyer – marcela@revistaporaqui.com.br Conselheira / Revisão: Sadda Raffide – sadda@revistaporaqui.com.br Colunista / Produtora de Moda: Renata Liporaci – reliporaci@revistaporaqui.com.br Web Developer: Marcus Jordan – marcus@revistaporaqui.com.br Fotografias: Jean Luiz Souza - xeanx@revistaporaqui.com.br Colaboradores: Naty Naves – naty@revistaporaqui.com.br Roberto Drumond – contato@graficadrumond.com.br CTP e Impressão: Gráfica e Editora Irmãos Drumond - Tiragem: 3.000 exemplares


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Jornalismo em pauta A profissão de jornalista, que é comemorada no mês de abril, busca novos desafios para recuperar a valorização e a credibilidade

Por Diego Raffide

diego@revistaporaqui.com.br

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revista Por Aqui, um veículo de comunicação que a cada dia está buscando mais espaço na região, nasceu coincidentemente no dia 07 de abril de 2009. Coincidentemente porque nesta data comemora-se o dia do jornalista, uma profissão que infelizmente está desvalorizada, já que a polêmica decisão da não obrigatoriedade do diploma fez com que a profissão perdesse um pouco de credibilidade. Esta decisão foi tomada pelo Supremo Tribunal Federal, no dia 17 de junho de 2009, porque a Constituição Federal garante a liberdade de expressão, portanto não se pode exigir que o jornalista tenha diploma para exercer sua função. Segundo o relator do caso Gilmar Mendes, o jornalismo é uma profissão diferenciada, que tem vinculação com o exercício amplo das liberdades de expressão e de informação.

“O jornalismo é a própria manifestação e difusão do pensamento e da informação de forma contínua, profissional e remunerada. Os jornalistas são aquelas pessoas que se dedicam profissionalmente ao exercício pleno da liberdade de expressão. O jornalismo e a liberdade de expressão, portanto, são atividades imbricadas por sua própria natureza e não podem ser pensadas e tratadas de forma separada”, afirmou Gilmar Mendes. Se esta decisão tem nexo ou não, surge uma polêmica. E as pessoas que fizeram faculdade de jornalismo, investiram dinheiro para se tornar um profissional qualificado e conquistaram seu espaço no mercado de trabalho de forma honesta? Por

que esta decisão não aconteceu em outras profissões? Essas perguntas, além de polêmicas, ainda deixam muitas pessoas na dúvida. O fim da obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo poderá comprometer a qualidade da informação levada ao público. A opinião é do presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio de Janeiro, José Ernesto Viana. Segundo ele, o recurso proposto para excluir a necessidade da formação também acarretará prejuízos para os profissionais. “O interesse é justamente desmantelar as nossas conquistas e, com isso, reduzir os salários. O jornalista vai gastar R$ 50 mil na sua formação e depois dará lugar a alguém sem diploma?”, indaga José Ernesto Viana.

Para debater este polêmico tema, a revista Por Aqui entrevista o jornalista e empresário Vinícius Ramos, fundador do jornal Folha do Interior, que está presente na mídia da região Sul Fluminense desde 2003. Por Aqui – O que você acha da decisão do STF que permite que pessoas que não tenham diploma possam trabalhar como jornalistas? Vinicius Ramos – A decisão representa um duro golpe na classe. Ainda acredito no jornalismo, no ensino, na faculdade, na profissão que escolhi, por isso defendo a volta da obrigatoriedade do diploma. Assim, conseguimos fazer um filtro de bons e maus profissionais que vão garantir ou macular a qualidade da mídia no país. Por Aqui – O fato de você ter aberto seu próprio negócio, intercalando a profissão de jornalista com a de empresário, foi devido à desvalorização da profissão de jornalista? Vinicius Ramos – Foi o sonho de ter o próprio negócio, melhorar a qualidade de vida da minha famí-


7 lia e ter liberdade de expressão para ajudar a construir uma nova sociedade. Queria escrever aquilo que pensava e idealizava e não tinha isso nos veículos que trabalhei. Alguns professores na faculdade de jornalismo (preferencialmente Helton Fraga e Marlene Fernandes) me mostraram o verdadeiro sentido da profissão, do ideal, da luta pelos menos favorecidos, que não têm vez nem voz num país tão desigual. Prestar serviços e praticar responsabilidade social de qualidade sempre foi o que aprendi como jornalista. Acredito que o mercado de jornalismo não deve ficar restrito aos impressos, sites e notícias. É muito amplo e cabe ao profissional saber explorar suas qualidades e se adaptar às inovações tecnológicas e aos novos conceitos de comunicação. Por Aqui – Qual a maior dificuldade em comandar um jornal? Quais os benefícios? Vinicius Ramos – Equilibrar a liberdade de expressão com a responsabilidade de publicar as informações que a equipe de jornalistas está apurando. Hoje, existe um denuncismo desvairado que não mede consequências daquilo que publica nos jornais. Tento dar liberdade total para a equipe trabalhar, mas sem ferir a ética e a moral das pessoas. A satisfação de saber que contribuímos para tentar transformar a sociedade é que faz a engrenagem do modelo de jornalismo que implementei. Por Aqui – O que pode ser feito para o jornalismo ser valorizado? A profissão está muito escassa aqui na região? Vinicius Ramos – Manter a independência e aprimorar os serviços jornalísticos. A profissão está passando por uma transformação. Tem espaço para todo

O diretor e editor do jornal “Folha do Interior” Vinicius Ramos

mundo trabalhar, basta inovar e agregar conceitos e qualidade. Temos uma geração do passado que fez história e ajudou a construir um modelo de jornalismo no Sul do Estado. Mas hoje existem profissionais que buscam dar mais qualidade e esta mudança já pode ser percebida. A minha geração, por exemplo, turma de 2003, teve uma forte influência ideológica na academia. Isso foi fundamental para o nosso grupo. Tanto que, com o advento da internet e das redes sociais, melhoramos a qualidade da informação e dos veículos de comunicação. Por Aqui – Qual mensagem você passa aos jornalistas e às pessoas que pretendem estudar jornalismo? Vinicius Ramos – Que apesar de todas as transformações que vêm ocorrendo em nossa profissão, ainda somos uma das poucas esperanças da sociedade. O jornalismo é uma das ferramentas mais importantes de qualquer regime de um país, ainda mais numa democracia consolidada como a nossa. Temos que fortalecer a base ideológica, cultural, social e de responsabilidade. É preciso coragem. É o que a profissão mais exige. Mas, sobretudo, penso que o estudante de jornalismo deve ter atitude e iniciativa. Estas, sem dúvida, são as duas necessidades mais visíveis no mercado atualmente.


Olho no jornalismo. Olho na Band Visando trazer melhorias no jornalismo regional, a Band Barra Mansa contratou o jornalista Adriano Lizarelli para gerenciar o departamento de jornalismo da emissora Por Diego Raffide

diego@revistaporaqui.com.br

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Band Barra Mansa, responsável pela cobertura de 72 cidades no interior do estado, onde vivem cerca de 4,5 milhões de pessoas, está investindo cada dia mais no jornalismo. Com isso a emissora, que completou quatro anos em 2011, aumentará o tempo de cobertura jornalística na região. O jornalista e comunicólogo social, Adriano Lizarelli, um dos grandes nomes da área no Sul do Estado, assumiu a gerência do departamento de jornalismo da emissora nesta nova fase. O currículo de Lizarelli é bem vasto. Ele tem experiência em diversos veículos de comunicação, como rádios, jornais e TVs. Foi na afiliada Rede Globo da região que o jornalista fortaleceu o seu nome. Hoje, Adriano Lizarelli pertence à família Band, que em 2011 está fazendo grandes investimentos, principalmente no setor de jornalismo, que terá mais espaço para os assuntos regionais. Alguns projetos que já estão no ar e podem ser divulgados é o “Boa tarde interior”, com Uiara Araújo, um profissional muito conceituado, como âncora. Crítica e voz das comunidades nos microfones da Band. Tem ainda “Acontece regional”, exibido de segunda a sexta a partir das 7:30h. Uma nova linguagem logo no início da manhã. Na programação, prestação de serviço, notícias de última hora e principalmente histórias emocionantes com bastante novidade. A Band foi eleita a televisão com o maior índice de confiança (94%) e de defensores (76%), segundo pesquisa da Aba/Top Brands.

Programas como “CQC”, “A Liga”, “É tudo improviso”, “Polícia 24h” são bons exemplos de projetos bem sucedidos que ajudaram no expressivo crescimento da audiência e do faturamento da emissora. No mês em que se comemora o Dia do Jornalista, a revista Por Aqui, que fez uma edição voltada para o tema, entrevista o novo gerente de jornalismo da Band Barra Mansa, Adriano Lizarelli. Por Aqui – Como foi sua adaptação a Band? O que você pretende implantar na emissora com a sua chegada? Adriano Lizarelli – Acredito no conceito que defende a união de pensamentos em torno de um objetivo. Eu trouxe minha experiência de 20 anos de profissão para somar aos companheiros da Band Barra Mansa. A minha proposta é incentivar a criatividade de toda a equipe. Classifico como mente limitada, os seres humanos que impedem os profissionais de criarem novidades. A liberdade também é uma opção para produzirmos um jornalismo, acima de tudo, honesto e verdadeiro. Por Aqui – Quais as expectativas para os novos projetos regionais, como o “Boa tarde interior” e “Acontece regional”? Adriano Lizarelli – O “Boa Tarde Interior” é destinado às queixas das comunidades. Nosso propósito é abrir espaço para falar dos desmandos com a saúde, o transporte, a moradia, o saneamento básico e todos os incômodos dos moradores. O “Acontece Regional” oferece logo de manhã, prestação de serviço, notícias e muitas histórias curiosas. Queremos falar para toda a família. Por Aqui – Sabendo que os profissionais de jornalismo estão cada vez mais desvalorizados, principalmente aqui na região, o que pode ser feito para que este quadro seja alterado? Adriano Lizarelli – Acho que o crescimento dos veículos de comunicação abre novas perspectivas profissionais. Sou contra termos apenas uma grande emissora de televisão, só um grande jornal, rádio, site etc... Por mim teríamos vários veículos. Isso seria bom para o mercado publicitário, para os profissionais da área e principalmente para a população.

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GlamRock

Por Renata Liporaci

reliporaci@revistaporaqui.com.br www.reliporaci.blogspot.com

Aproveitando que esse é o ano do rock no Brasil, vamos entender um pouco mais dessa moda rock’n’roll. O U2 marcou presença na última semana e mostrou muito estilo, como sempre, misturando peças clássicas do rock com um estilo “Bono” de ser. A moda glam rock, que é um estilo um pouco mais glamuroso dessa tribo, voltou com tudo em algumas estações e permanece até hoje. O Glam rock (abreviação de Glamour Rock) é um gênero musical, que se transformou em moda também, (sendo um subgênero do rock) criado na Inglaterra, conhecido também como glitter rock. É um estilo de música nascido no final dos anos 1960 e popularizado no início dos anos 1970. O Glam foi marcado pelos trajes e performances com muitos cílios postiços, purpurinas, saltos altos, batons, lantejoulas, paetês e trajes elétricos dos cantores. Marcou presença nas passarelas de todo o mundo nos últimos desfiles, trazendo sempre uma nova versão dessa moda que contagiou muitas décadas. Algumas mudanças foram feitas nas camisetas pretas desbotadas, calças rasgadas, correntes pesadas e modelagens sem

silhueta definida. Agora ficou tudo mais leve, um novo jeito de vestir rock, o look continua forte, mas recebe toques femininos como; bordados com pérolas, jaquetas mais acinturadas, calças mais justas, babados, xadrezes cool entre outros. Mas as taxas, o couro, o preto, o cinza, o vermelho e principalmente as caveiras continuam super em alta! Agora temos caveirinhas coloridas, douradas, prata e todas estampando looks de grandes grifes. Até mesmo joalherias como a H. Stern renderam-se a esse símbolo que traduz a “marca dos terríveis e rebeldes”. Sobreposições, coletes, braceletes, botas, óculos escuros, jaquetas de couro e as calças jeans desfiadas são peças que podem ser usadas por homens e mulheres para fazer esse estilo. No caso das mulheres complemente com uma maquiagem bem forte nos olhos, esfumaçando tons escuros e detalhando com iluminadores nos cantos dos olhos. O batom pode ser vermelho, sem medo. Mas, se quiserem arrasar de verdade em uma produção Glam Rock, abuse dos brilhos. Pode ser uma calça, colete ou regata de paetê. Mas o que nunca pode faltar no armário de quem curte essa moda é uma saia preta (pode ser de babados), uma regata com brilho, jaqueta de couro, ankle boot, muitos braceletes e anéis. E para os homens uma velha calça jeans rasgada, camiseta estampada, camisa xadrez e bota de couro. Não fiquem de fora dessa tribo que é carregada de histórias fantásticas de outras épocas, grandes shows e muita moda! Até a próxima!!!


Por Diego Raffide

diego@revistaporaqui.com.br

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Lubricar Centro Automotivo, situada à Rua Abdo Felipe, nº 267, Ano Bom, em Barra Mansa, presta serviços de alto padrão na cidade e está sob os cuidados do casal Edson Luis Roxo Braga e Maria Marilda de Souza desde 1999. Segundo os mesmos, a marca Lubricar já existe há mais de 20 anos, quando era apenas uma loja de troca de óleo. Depois que comprou a marca, o casal incrementou outros serviços e hoje trabalha com mecânica geral: troca de óleo, limpeza de bico, alternador, suspensão, direção, freio, motor, caixa de marcha, injeção eletrônica etc. A empresa, que é associada da Nasul (Núcleo Automotivo do Sul Fluminense), presta assistência técnica para a Magneti Marelli, que é uma das maiores fabricantes de sistemas e componentes automotivos do mundo e está presente no Brasil desde 1978. Segundo o proprietário Edson Braga, um fator primordial para o bom andamento de um veículo é trocar o óleo no tempo determinado e usar o tipo de óleo específico para cada automóvel.

Que óleo colocar? Para saber qual é o lubrificante correto para seu veículo consulte o “Manual do Proprietário” na seção referente à manutenção. Lembre-se de observar os dados referentes à viscosidade (SAE) e ao desempenho (API) e grave esses números. Tipos de óleo Óleo mineral multiviscoso - Esse tipo de óleo é adequado para qualquer motor, sendo ele de qualquer cilindrada ou combustível. Sua principal característica é adaptar a viscosidade de acordo com a temperatura de funcionamento do motor. Óleo semi-sintético - O semi-sintético é o óleo que mistura a base sintética com a mineral. Esse tipo é recomendado para motores mais potentes que trabalham em altas rotações. Provoca menos carbonização interna e contribui para amenizar o atrito entre as peças internas do motor. Óleo sintético - Os sintéticos são os mais elaborados e caros e prometem manter a viscosidade constante, independentemente da temperatura de funcionamento do motor. Com essa característica a tendência é não carbonizar o motor. Para aprofundar mais este assunto, entrevistaremos os sócios Edson Braga e Maria de Souza. Por Aqui – Em quanto tempo deve ser feita a troca do óleo? Qual o óleo que vocês indicam para carro de passeio? Lubricar – A troca de óleo é determinada pela montadora, podendo variar de 5.000 Km a 10.000 Km. O óleo indicado pela montadora varia de acordo com o tipo do motor e do ano do carro. Por Aqui – Além das trocas de óleo, quais os problemas mais comuns que aparecem na Lubricar? Lubricar – A falta de revisão preventiva, como freios, suspensão e limpeza de arrefecimento.



Revista Por Aqui - Abril/2011