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Revista daQuaresma Comunidade tempo Paróquiade Espírito Santo | Ano I - Nº 2 - Abril 2013 reflexão!

ES de CRISTO Pe. Luis Fernando explica um pouco mais sobre esse momento.

Esse exemplar é seu - Venda Proibida!

Reflita Uma missa especialmente dedicada as crianças

Comunidade em Ação A PASCOM retoma suas atividades na Paróquia Espírito Santo

Paróquia em Células Expansão da Célula na cidade de Paraibuna e a formação para líderes

Caminha São José A locutora Aline Cappelli, comenta seu ponto de vista sobre a nossa cidade


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Nesta Edição

Pra Você Antes de folhear a revista PES de Cristo desejo a você e aos seus a Paz de Cristo e o amor de Maria. Essa é a nossa segunda edição, e a equipe, a partir desse mês, está maior, porque ganhamos uma voluntária para colaborar com a revista. A estudante de Rádio e TV. Gabriella Oliveira: tem 21 anos, é filha do Diácono Paulo César de Oliveira, exerce sua função na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, no bairro Parque Interlagos. Na edição de abril falaremos da PASCOM - a Pastoral da Comunicação que está voltando a todo vapor para melhor organizar os exercícios desenvolvidos pelas pastorais. Falaremos também da Jornada Mundial da Juventude, a chegada da cruz e do ícone de Nossa Senhora em São José dos Campos. Já no mundo da comunicação, a locutora da rádio Stereo Vale, Aline Cappelli, comenta sobre as mudanças e o desenvolvimento de São José dos Campos, e externa seu carinho pela cidade. A PES de Cristo foi além da nossa Paróquia, sendo divulgada no jornal da Diocese, relatando o seguinte: “O domingo de Páscoa marcou também um momento importante para a Comunidade da Paróquia Espírito Santo, no Jardim Satélite, em São José, o lançamento da primeira edição da revista PES de Cristo”. A missão da nossa revista é evangelizar e sempre contar para você, leitor, o que de mais importante aconteceu e vai acontecer em nossa Paróquia. Se você ainda não faz parte de nenhuma pastoral e algum grupo lhe interessa, inscreva-se em nossa secretaria, arregace as mangas e venha com vontade dividir aquilo que melhor você sabe fazer. A Paróquia Espírito Santo cresce não apenas em números, mas principalmente em milagres. Um excelente finalzinho de abril, um maravilhoso início de maio e até o mês que Boa leitura!

Espaço Aberto Comunidade em Ação Paróquia em Células Ação Social Especial Você Sabia? Caminha São José Musical Anjos da Terra Servos de Deus

ES de CRISTO Coordenação Geral Luis Roberto G.T. Junior e Renan Francisco de Oliveira Jornalistas Gabriella Oliveira e Mauren Aparecida Miranda MTB67351 Supervisão Pe. Luis Fernando Soares Revisores Ortográficos Isabel Cristina dos Santos e Stefannie dos Santos Ramos Colaboradores Gilberto Corbani Vieira e Rosemeire Rodrigues dos Santos Fotos Acervo Paróquia Espírito Santo, Imaginar Fotografia, Silva Alexandre Photographo´s, William Costa e Elisa Caetano Impressão Gráfica Satélite Anuncie (12)3931-2959 Claris|(12)9735-8725Junior|(12)8823-648 Renan| revista@paroquiaespiritosanto.com.br Informações revista@paroquiaespiritosanto.com.br A PES de CRISTO é uma revista mensal, e conta com cinco mil exemplares, que serão distribuídos gratuitamente para os membros da Paróquia Espírito Santo. Nosso objetivo é informar, evangelizar, e unir a família para uma leitura agradável e profunda. Tudo isso com qualidade, foco e excelência.

Verdadeiros Gigantes Fique por Dentro Capa Reflita

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Espaço Aberto

con" Eu gostei, está com um da teúdo muito bom, falando ai v e u q o ndo ta con a, Paróqui ow ter, artigos e etc.. Muito sh de bola!"

Murilo Moraes

Deus é mais!

osa. “A Revista ficou maravilh ” ns! Parabé

Pamela e Fábio Rede Casais

“Recebi a revista no Domingo após a missa, e ela está linda, muito bem feita. Parabéns pelo trabalho!”

"A primeira edição foi uma grata surpresa. A reportagem sobre a rede de casais e a entrevista com Carlos Abranches foi, em minha opinião, o ponto alto. Espero que as próximas edições sejam ainda melhores."

Luciana Silva

Fernando Limeira Escola de Liderança

“Parabéns pela publicação da Revista, gostamos muito, que Deus abençoe este lindo projeto”

Lenivaldo e Iris

Queremos ouvir você!

revista@paroquiaespiritosanto.com.br


Comunidade em Ação

Profissionais de Deus (Equipe PASCOM)

Uma pastoral que tem a comunicação no nome Visionária no acolhimento e na propagação do trabalho da Igreja, a PASCOM quer viver seu compromisso entre as pastorais Por Mauren Miranda A PASCOM- Pastoral da Comunicação - foi implantada na Igreja a pedido dos Bispos do Brasil, e há 15 anos está presente na Diocese de São José dos Campos. Ela surgiu da necessidade de levar a mensagem do Evangelho a todos, e tudo o que é desenvolvido por ela, é feito a partir de um plano de trabalho elaborado por uma equipe diocesana de comunicação. Esta prática se expande para as diversas Igrejas Católicas Apostólicas Romanas, das sete regiões que compõem a Diocese de São José dos Campos. Marcos Nogueira é coordenador diocesano da Pastoral da Comunicação, está na PASCOM há 14 anos, e conta que “antes a comunicação era macro, realizada pelo Jornal Expressão e pela Rádio Mensagem. Então, era preciso contar com voluntários que se dispusessem a exercer o mesmo trabalho nas Paróquias. Foi ai que uma equipe diocesana se organizou e, a partir desse princípio, a pastoral da comunicação foi ganhando forma, irradiando seus braços para outras Paróquias, surgindo então as primeiras diretrizes”. Segundo a Assembleia Diocesana da pastoral da comunicação, 92% das Paróquias da Diocese trabalham diretamente com essa pastoral. A visão da PASCOM é chegar a todas as Paróquias que ainda não tenham essa pastoral, apoiar cada grupo no

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que for necessário, e se inserir na comissão de cultura, educação e comunicação social. Para a radialista da Foto mais João Miranda WEBPES, Rose Santos, a PASCOM é -muito que uma pastoral, ela tem função publicitária para a Igreja. “É um serviço voltado à comunicação, pois se relaciona com a imprensa comercial para divulgar a imagem pública da Igreja, estudando seus documentos”, afirma. Para Marcos, a pastoral da comunicação é extremamente necessária para a evangelização. “A revolução que Jesus causou no coração das pessoas não pode ficar guardada, Ele precisa ganhar destaque nas redes sociais, jornais, revistas, em nossas conversas na faculdade, na roda de amigos, em nossa casa e entre as famílias”, conclui. O coordenador diocesano da PASCOM alerta que “o pároco é o administrador da Paróquia, e é também artífice na animação pastoral, e no caso do Padre Luis Fernando Soares, padre na Paróquia Espírito Santo, ele sempre apoiou e incentivou as práticas de comunicação, algumas inclusive que servem de referência para toda a Diocese”, enaltece Marcos. Confirmando esse conceito o padre fala da relevância em tê-la em meio aos grupos: “A PASCOM é uma pastoral bastante atual e necessária para a Igreja, que é comunicadora por vocação. O mandato de Jesus é ir e anunciar- comunicar- o Evangelho”, aprofunda Pe. Luis Fernando Soares. Questionado sobre o funcionamento da PASCOM, Marcos responde com uma mensagem, daquele que um dia representou Deus na Terra. “Gosto muito de uma instrução escrita por Papa João Paulo II, em 1990, Aetatis Novae, que define a Pastoral da Comunicação. 'Uma proposta de estrutura dos meios de comunicação eclesiais, destinados a suster a evangelização, a catequese, a educação, o serviço social e a cooperação ecumênica. Esta deverá ocupar-se tanto quanto possível das relações públicas, da imprensa, da rádio, da televisão, do cinema, das redes de informática'”. Padre


Luis Fernando elucida muito bem essa linha de pensamento. “A PASCOM nos ajuda a encontrar meios eficazes e modernos de comunicação, por exemplo, Web Rádio, Web TV, datashow, informativo, revista, cd's, site, entre outros. Na Paróquia Espírito Santo ela não deixou de existir, pois nossa comunicação tem se modernizado”, completa. “O momento é de renovação, por isso, tenho certeza que o Luiz Roberto Júnior e a Rose, coordenadores da PASCOM, farão um grande trabalho juntamente com o Padre Luis Fernando”, enfatiza Marcos. Rose completa ressaltando a necessidade do aprofundamento em oração e estudo, para que “a pastoral da comunicação assuma sua obrigação como um apostolado e não apenas no aspecto funcional e técnico do uso dos meios”, conclui. Para refletir “As pessoas se emocionam na frente da televisão, principalmente nos desfechos de novelas, vibram com o final do vilão, choram com o final feliz do casal de mocinhos. As pessoas vão ao teatro e se impressionam com a capacidade de interpretação dos atores e saem comovidos; no cinema, as produções impressionam pela ousadia, pela técnica e pela forma como traduzem a

sétima arte na “telona”, contudo, na maioria desses casos, a história que nos contam não passa de uma ficção, poderíamos dizer, uma “mentira”, uma mentira que é transmitida como se fosse uma verdade. Nós que falamos de Jesus, a maior de todas as verdades, não podemos transmití-Lo ao mundo como se fosse uma “mentira”, devemos falar da “Verdade” com veracidade, sem timidez, com ousadia, deixando de lado o medo de errar, planejando cada passo e calculando todos os riscos. Se não falarmos, outros falaram por nós, e nem sempre quem ocupa este púlpito em nosso lugar está disposto a falar de Jesus Cristo”, exemplifica Marcos, coordenador diocesano da Pastoral da Comunicação, claramente a missão de cada um. “A Paróquia é como Célula viva da Igreja- universal e diocesana- não pode deixar de comunicar. Fico imensamente contente, por ver que muitos estão animados em organizar novamente a PASCOM em nossa Paróquia. Obrigado a todos que se colocaram à disposição de Deus para comunicar de diversas maneiras o Evangelho”. Padre Luis Fernando. CONVITE

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Paróquia em Células

Células, “no templo e nas casas” Atos 5-42 Alicerçados nesse fundamento, uma escola foi criada com intuito de preparar líderes de grupos celulares. O trabalho dedicado tem colhido frutos generosos Por Mauren Miranda Na primeira edição da revista PES de CRISTO, o tema “Célula” foi um dos assuntos abordados, explicando sobre essa diferente forma de evangelização, sua organização e expansão para que outras Paróquias e Dioceses do Vale do Paraíba se espelhem. Esse mês os responsáveis pela Escola de Formação de Líderes de Células, Fernando Limeira e Daniela Limeira explicam como cada membro de Célula é preparado para se tornar um líder. Casados há 12 anos e pais de dois filhos, desde 2005 o casal está envolvido com esse projeto. “Um dia, depois da missa, nós fomos juntos com outros casais à sala do Padre Luis Fernando para que ele nos apresentasse a ideia da Paróquia em Células. Ele mostrou a proposta com empolgação, disse como imaginava uma Célula, sua estrutura e o tempo de duração. Ele também abordou sobre a oração pessoal, como seria o perfil dos líderes, até chegar à estrutura atual da reunião celular”, relata o casal. Fernando e Daniela contam que após essa reunião com o Padre, um pequeno grupo decidiu reunir-se semanalmente para orar pelo projeto, para ter o discernimento e compreender como deveriam iniciar o trabalho de implantação da Célula. A formação para o primeiro grupo foi conduzida pelo próprio Padre Luis Fernando e aproximadamente 40 pessoas participaram. Assim que a formação foi finalizada com os participantes, 17 Células foram formadas, na qual, uma delas se chamava Sagrada Família. “Cada Célula tem seu nome, um líder, um líder auxiliar e um anfitrião, que é a pessoa que recebe a Célula em sua casa”, diz Fernando. Passado pouco mais de nove meses ocorreu a primeira multiplicação da Célula na Paróquia, e por consequência, o casal se tornou líder auxiliar da Célula Família Nova, e, um ano depois aconteceu outra multiplicação, e dessa vez Fernando e Daniela assumiriam a liderança da Célula Divina Providência.

“Tudo era muito novo, portanto, a gente ia fazendo e aprendendo ao mesmo tempo, e também analisava o que não dava certo para não errar novamente, e foi então que o trabalho, para ter a formação de Células com a estrutura atual, surgiu”, lembra o casal. Daniela explica que “desde o começo havia a necessidade de formar os novos líderes, e no início, a preparação era conduzida pelos coordenadores das Redes”, e, somente em 2007 é que nasce a ideia de criar uma escola formadora de líderes de Células, com apenas um objetivo, “prepará-los desde o início para assumirem a liderança e assim garantir o crescimento do projeto, que está diretamente ligado à formação de novas pessoas”, completa Fernando. Para compreender melhor! A Escola de Liderança é uma organização que dá o apoio necessário para o trabalho de todas as Células. Atualmente 20 pessoas estão envolvidas. “O Padre Luis Fernando e nós criamos uma estrutura para ter o conteúdo básico dessa escola composta por quatro módulos, chamada de Escada do Crescimento. Por meio desse processo, membros de Células compreendem melhor o projeto, sua organização, e, principalmente, o seu chamado a evangelizar”, afirma Fernando. A partir de 2010 cria-se o retiro Vida Plena, e os módulos I e II da formação se unificam, sendo passados em formato de retiro querigmático em apenas um fim de semana, proporcionando aos participantes a oportunidade de terem um encontro pessoal com Cristo, mas antes dessa mudança os grupos aconteciam em dois sábados à tarde. “Essa foi uma experiência muito bem sucedida, dando muitos frutos, pois em um retiro fechado e de conversão é possível trabalhar melhor a espiritualidade de cada um. Muitos casais compareceram e foram curados interiormente e tiveram ali sua primeira experiência do amor de Deus”, e ainda hoje é o que acontece, garante o coordenador da escola de liderança. Fernando conta que nas duas primeiras etapas “o objetivo é levar os membros a um encontro pessoal, mas também definitivo com Jesus Cristo vivo e ressuscitado”. A terceira etapa tem como tema - Sou Missionário, e a quarta e última é a explicação, em detalhes sobre a Célula e o foco na liderança. Nessa fase aborda-se o tema - Nasci para Servir. A cada ciclo de formação aproximadamente 100 pessoas participam do estudo.


A Escola “Atualmente a escola possui uma equipe composta por aproximadamente 25 pessoas- membros de diversas células- organizada sob a coordenação do Padre Luis Fernando e coordenadores de Rede. Os responsáveis preparam os encontros para a formação celular dos novos membros, e analisam o direcionamento das pessoas. Há também a formação para supervisores e encontros de motivação para líderes. Em 2011 foi o ano da revisão celular e reciclagem para líderes e supervisores”, assegura Fernando. É importante deixar claro que Fernando e Daniela são responsáveis pela escola formadora de líderes, mas “a formação individual de cada membro, ou seja, o discipulado, é responsabilidade do líder da Célula. Ele tem que zelar para saber se as pessoas estão realmente absorvendo o conteúdo passado.”, enfatiza Fernando, que reforça o pedido de alerta a todos os líderes, “vocês devem saber como está a maturidade daquela pessoa”. O casal Fernando e Daniela esclarece que a Célula é um instrumento de trabalho para que a evangelização aconteça.“Não temos como único fim ter uma Paróquia repleta de pequenos grupos, mas sim uma Paróquia formada por discípulos evangelizadores, e, para termos discípulos, nós necessitamos desses pequenos grupos, que são as Células, para discípulá-los, isto é, cada líder de Célula é um discipulador”. Fernando reforça a seguinte passagem bíblica para que todos possam compreender o sentido da Célula e o que cada grupo faz. “O que de mim ouviste em presença de muitas testemunhas, confia-o a homens fiéis que, por sua vez, sejam capazes de instruir a outros” ll Tm 2-2.

“Célula é o pequeno grupo composto por, no máximo, 12 pessoas, por exemplo, a Célula de mulheres.”

Hierarquia Celular Padre Luis Fernando Coordenadores de Rede Supervisores Líder de Célula Participantes de Célula

A Célula se expande, e dessa vez são os paraibunenses que vivem uma nova experiência José Carlos da Silva nasceu em Santos, mas vive e trabalha em São José dos Campos, é casado com a Sra. Ana Lúcia Barros Souza Silva, e tem duas filhas. Desde 2003 ajuda na Conferência São Pedro Verona, os Vicentinos, e atualmente tem participado e coordenado um grupo de Célula em Paraibuna, um experimento único, segundo ele. Quando recebeu o convite do casal Messias e Judite para participar da Célula, há cinco anos, não aceitou, e passados alguns anos, exatamente um ano e meio atrás, ele teve a seguinte experiência. “O Espírito Santo falou em meu coração- Células em Paraibuna. E no mesmo instante eu falei a mim mesmo: mas Célula em Paraibuna? Já ouvi falar, mas não conheço! Então, lembrei-me daqueles que haviam feito o convite um dia, para mim. Minha esposa me questionou se não era coisa da minha cabeça, mas então respondi que não poderia ser, porque eu não estava pensando nisso e também nunca tinha vivido experiência alguma com Célula”. Confiante em Deus, procurou o Padre Luis Fernando para contar o que havia acontecido, e também para compartilhar o desejo, a partir daquele momento, de querer entender a Célula, sua funcionalidade, e, se teria o consentimento para levar o mesmo modelo inovador de evangelização para Paraibuna. “O Padre Luis Fernando me deu força, apoio e, claro, me orientou”, explica José Carlos. A próxima etapa seria falar com o Padre Raimundo Paulo de Siqueira, responsável pela Paróquia Santo Antônio, em Paraibuna. Ele precisava receber a autorização para criar um grupo de Célula. “Eu levei a revista Nossa Paróquia em Células para apresentar ao Padre, juntamente com uma série de documentos e aprofundamentos que eu havia feito durante um tempo. Então, ele me respondeu com muita prudência: 'quero que você faça uma Célula protótipo, algo que possa servir de

Daniela e Fernando Limeira

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Paróquia em Células modelo, e antes de você trazer essa ideia para nossa Paróquia, você fará uma experiência no bairro São Germano”, explicou Padre Raimundo para José Carlos, em janeiro de 2012. Não aconteceram muitos encontros, e a Célula não prevaleceu, “eu senti muita tristeza”, afirma José. Foi então, um dia de férias, na cidade de Cubatão, passando em frente a uma casa de recuperação chamada Casa do Povo de Deus que decidiu parar. Lá as responsáveis em coordenar a casa são freiras, e quando Sr. José Carlos se deu conta, já estava dentro da casa conversando com uma Irmã. Desabafando o ocorrido, a freira lhe disse: “a tua Célula vai dar condições de receber pessoas que estão sendo recuperadas”. Para ele, essas palavras foram essenciais para não desistir de levar a Célula para Paraibuna, e manteve em seu coração uma ideia muito forte, “Nós precisamos ter uma Célula com base no rochedo e não na areia, e esse rochedo é Jesus, que também é a caridade, e a caridade é o fundamento da nossa Célula”. Seis meses se passaram, e José Carlos sentia que era momento de procurar novamente pelo Padre Raimundo. Na Igreja, o encontro aconteceu, mas foi com o diácono Coriolano Edson, que durante a conversa externou o mesmo anseio de implantar a Célula em Paraibuna. “O Diácono me disse que durante algum tempo estava

procurando um meio de iniciar este projeto, e, que já havia conversado com o Padre”, explica José. Foi então que o Pároco designou ao próprio Diácono Coriolano a responsabilidade de acompanhar o desenvolvimento da Célula com firmeza, formação, cautela e discernimento, para todos permanecerem nesse caminho. Essa decisão foi em setembro de 2012, e, em novembro, no centro de Paraibuna, 24 pessoas participaram da primeira reunião, na residência do casal Beto e Daniela. Desse grupo, o diácono e mais seis membros da célula participaram do retiro Vida Plena. A Célula foi batizada com o nome Nossa Senhora Aparecida. O grupo é composto por casais, mulheres e jovens, e os encontros tem acontecido semanalmente, aos domingos, às 11 horas da manhã, em Paraibuna, e “o pessoal está amando”, comenta José Carlos com sorriso largo no rosto. “Jesus está fazendo milagres! O que me encanta na Célula é a solidariedade entre as pessoas, a partilha, e o movimento das Células para a oração”, conclui José Carlos. Faça parte de um dos grupos de Célula da Paróquia Espírito Santo, entre em contato pelo telefone (12) 39312959. Se você tem alguma dúvida sobre a Célula, fique à vontade para procurar pelo casal Fernando e Daniela pelo e-mail: flimeira2012@gmail.com

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Ação Social

Voluntariados da Saúde Profissionais na área da saúde se disponibilizam para ajudar a farmácia comunitária da Paróquia Espírito Santo Por Gabriella Oliveira

A Paróquia Espírito Santo conta com a farmácia comunitária ou privada, que é um projeto na área da saúde e sem fins lucrativos, com atendimentos feitos exclusivamente por voluntários, com objetivo de atender às necessidades da população geral. Três farmacêuticos e mais cinco auxiliares capacitados, também do setor da saúde, dedicam parte do seu tempo em prol da comunidade, por meio da Igreja. A assistente Social Ângela Sales conta que a farmácia sobrevive exclusivamente de doações que provém de pessoas, clínicas médicas, e programas sociais das indústrias farmacêuticas, sempre seguindo as orientações da Vigilância Sanitária, município e o Conselho de Farmácia do Estado de São Paulo, renovando a cada ano o alvará e certificado de regulamento junto aos órgãos competentes. As doações recebidas seguem sempre rigorosamente critérios técnicos quanto ao armazenamento, data de validade e embalagens violadas. A farmácia atende a todos sem distinção, mediante a apresentação da receita atualizada, mesmo que o remédio seja de uso contínuo. O paciente é orientado sobre a importância do retorno ao médico para realização de novos exames e possíveis ajustes, ou até mesmo a suspensão do uso do medicamento. Ao efetuar a dispensa do remédio, a receita é carimbada com a data, e a quantidade dispensada para o controle.

A farmácia exige apresentação da receita, “muitas vezes somos questionados sobre essa exigência, mas essa é a forma que temos para cumprir a parte legal, e orientar e também evitar que as pessoas se automediquem. Nosso objetivo não se resume somente em fornecer os medicamentos, mas sim primar pela saúde e qualidade de vida de todos que aqui ocorrem”, conta Ângela. Quando a farmácia recebe quantidades maiores de remédios, dividem com outras farmácias comunitárias, facilitando a retirada para aquelas pessoas que moram em outras regiões. Essa prática evita que os remédios tenham sua data de validade expirada. Em busca de parceria para diminuir os problemas que a população enfrenta, a Paróquia Espírito Santo convida mais farmacêuticos para trabalharem na farmácia da comunidade, e ressalta a importância em continuar recebendo a ajuda de todos os que puderem enviar medicamentos, sejam médicos, clínicas, indústrias farmacêuticas e comunidade em geral. O atendimento é de terça a sexta feira, das 08:00 às 10:00, e decorrentes dúvidas podem ser enviadas para o e-mail: obrasocial@paroquiaespiritosanto.com.br

“Ficamos muito gratos, e com a certeza de que juntos trabalhamos para uma ação solidária, sem interesses comerciais, simplesmente resgatando valores e garantindo a qualidade de vida aos nossos irmãos”, conclui Ângela.

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Dia 24 Agosto à partir das 21h

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Especial

A Jornada da Vida Este ano os jovens vão descobrir um caminho, sendo protagonistas de um encontro abençoado por Deus Por Gabriella Oliveira Em 1984 o Papa João Paulo II decretou o Ano da Fé. Nesse período houve o estímulo da peregrinação do mundo inteiro em busca de indulgências para o pecado. A cruz, que representa Cristo vivo entre nós, ficou exposta durante o ano todo em Roma para receber os peregrinos do mundo inteiro. Foi na Páscoa daquele ano que aconteceu o primeiro encontro da juventude. Ainda não era a Jornada dos dias atuais, em que o Papa convida pessoas dos cinco continentes do mundo para se reunirem com ele. O representante do mais alto posto da Igreja Católica decidiu que, a cada dois ou três anos, haveria o encontro mundial da juventude, e deixou a seguinte mensagem: “Meus queridos jovens, na conclusão do Ano Santo, eu confio a vocês o sinal deste Ano Jubilar: a Cruz de Cristo! Carreguem-na pelo mundo como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade, e anunciem a todos que somente na morte e ressurreição de Cristo podemos encontrar a salvação e a redenção”. Essa frase foi dita no ato da entrega da cruz aos jovens. A Primeira Jornada Mundial aconteceu em Roma no ano de 1986, e desde então a cruz peregrina constantemente, durante todo o ano, por todas as partes do País. Nos primeiros anos a cruz passou pela Europa, sendo carregada por jovens de diferentes etnias. Em 2003 o Papa fez questão que acontecesse o encontro com os jovens em Roma e acrescentou um novo presente, o ícone de Nossa Senhora, com a seguinte mensagem: “Hoje eu confio a vocês […] o ícone de Maria, de agora em diante ele vai acompanhar as Jornadas Mundiais da Juventude, junto com a cruz. Contemplem a sua Mãe! Este ícone será um sinal da

presença materna de Maria, sempre próxima aos jovens, que são chamados, como o apóstolo João, a acolhê-la em suas vidas”, disse o Papa João Paulo II. Recebida essa ordem, o ícone segue junto à crua, e faz a missão de avivamento espiritual para esse encontro com o Papa e a Juventude. O último encontro da Jornada Mundial foi em Madrid, na Espanha, no período de 16 a 21 de agosto de 2011. No final da missa o Papa Bento XVI revelou aos jovens que a próxima Jornada seria no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro. No dia 24 de Agosto o Santo Padre anunciou o lema para a Jornada de 2013. “Ide e fazei discípulos entre todas as nações”, passagem bíblica (Mt 28, 19). A cruz e o ícone de Nossa Senhora, representantes da JMJ chegaram ao Brasil no dia 18 de setembro de 2012, e desde então a pré-Jornada tem acontecido em diversas cidades. Os símbolos percorreram presídios, favelas e cracolândia. A recepção oficial da cruz e do ícone em São José dos Campos aconteceu no evento “Bote Fé” ocorrido no dia 19 de março desse ano, dia do patrono da Igreja, Padroeiro da cidade, da Diocese, dia de São José. O encontro aconteceu no Parque da Cidade, com jovens de várias Paróquias e cidades do Vale do Paraíba. Depois da recepção os símbolos foram levados para o Colégio Nossa Senhora Aparecida e, posteriormente para o Colégio Instituto São José, percorrendo diversas Paróquias até chegar à Paróquia Espírito Santo. O casal Magali e Miguel Pereira com os filhos Daniela e Eduardo participam da Jornada desde o anuncio do Papa João Paulo II. A família Pereira e mais 70 jovens foram guardiões da cruz e do Ícone de Nossa Senhora na Paróquia Coração de Jesus, sendo responsáveis pela acolhida e vigília dos símbolos. No dia 21 de março de 2013 a cruz e o ícone chegaram à Paróquia Coração de Jesus. “Há tempos minha família e eu rezávamos para nossa comunidade e juventude. Sentíamos que precisava ter um encontro espiritual com cada um dos jovens. No final do ano passado recebemos a notícia de que a cruz viria para nossa Diocese, e desde aquele momento decidimos nos envolver. A chegada da cruz foi espiritualmente muito importante, presenciamos muitos encontros pessoais de jovens com Cristo, aos pés da cruz e aos pés do ícone. Foi extremamente emocionalmente”, conta Miguel. Os símbolos ficaram em vigília na Paróquia durante a noite para que os jovens pudessem sentir a presença de Deus, “A chegada da cruz e do ícone de Nossa Senhora foi momento de alegria e emoção. Não tinha dimensão de como seria, mas os jovens permitiram Jesus restaurar os corações, perdoando, consolando”, conta Magali. A Jornada Mundial toca os corações dos jovens, e recebe orações daqueles que entregam seus problemas aos pés da Cruz. “Durante todo tempo de vigília da cruz, na Paróquia Coração de Jesus, jovens passavam pelo local e rezavam. A cruz carrega com ela muitos pedidos, orações, alegrias e agradecimentos. A cruz é um depósito de sentimentos”, completa Daniela.

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Especial

Palavras do Papa Bento XVI no dia 18/10/2012, em Roma O representante da Igreja católica deixa uma mensagem a todos os jovens que querem sentir sua presença na semana Mundial da Juventude.

“Queridos jovens, Desejo fazer chegar a todos vós minha saudação cheia de alegria e afeto. Tenho a certeza que muitos de vós regressastes a casa da Jornada Mundial da Juventude em Madri mais “enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé” (cf. Col 2,7). Este ano, inspirados pelo tema: “Alegrai-vos sempre no Senhor” (Fil 4,4) celebramos a alegria de ser cristãos nas várias dioceses. E agora estamos nos preparando para a próxima Jornada Mundial, que será celebrada no Rio de Janeiro, Brasil, em julho de 2013. Desejo, em primeiro lugar, renovar a vós o convite para participardes nesse importante evento. A conhecida estátua do Cristo Redentor, que se eleva sobre àquela bela cidade brasileira, será o símbolo eloquente deste convite: seus braços abertos são o sinal da acolhida que o Senhor reservará a todos quantos vierem até Ele, e o seu coração retrata o imenso amor que Ele tem por cada um e cada uma de vós. Deixai-vos atrair por Ele! Vivei essa

experiência de encontro com Cristo, junto com tantos outros jovens que se reunirão no Rio para o próximo encontro mundial! Deixai-vos amar por Ele e sereis as testemunhas de que o mundo precisa. Convido a vos preparardes para a Jornada Mundial do Rio de Janeiro, meditando desde já sobre o tema do encontro: “Ide e fazei discípulos entre as nações” (cf. Mt 28,19). Trata-se da grande exortação missionária que Cristo deixou para toda a Igreja e que permanece atual ainda hoje, dois mil anos depois. Agora, este mandato deve ressoar fortemente em vosso coração. O ano de preparação para o encontro do Rio coincide com o Ano da Fé, no início do qual o Sínodo dos Bispos dedicou os seus trabalhos à “nova evangelização para a transmissão da fé cristã”. Por isso, me alegro que também vós, queridos jovens, sejais envolvidos neste impulso missionário de toda a Igreja: fazer conhecer Cristo é o dom mais precioso que podeis fazer aos outros.”

www.silvialexandre.com.br


Você Sabia ?

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Cristo Crucificado

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A razão pelo qual, nós, católicos, fazemos o sinal da cruz, imagem que representa o Cristo vivo entre nós

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aquilo que abençoa, e ao abençoar estende a mão direita mantendo os dedos juntos e unidos." O cristão, ao fazer o sinal da Cruz sobre si mesmo, está dizendo, que no poder de Deus Pai, Filho e Espírito Santo “abraço a Cruz da minha salvação e me sinto abraçado por ela”, explica o diácono, e completa, “está professando sua fé no mistério da Cruz, Jesus Cristo, o enviado do Pai, nascido da Virgem Maria por obra do Espírito Santo, que oferece na Cruz sua vida pela vida do mundo.” É costume e tradição na região ibérica assinalar o pequeno sinal da cruz antes do grande sinal, pedindo a Deus o livramento do mal, com a oração: "Pelo sinal da santa cruz, livre-nos Deus, nosso Senhor, dos nossos inimigos." “Por fim, fazer o sinal da cruz com devoção não é um ato supersticioso, mas uma verdadeira entrega da própria vida à cruz salvadora de Cristo. Este gesto tem sentido de consagração de nossa vida a Deus, a Quem reconhecemos pertencer. Somos batizados exatamente com esse sinal, que significa e realiza pela graça santificante, nossa filiação adotiva de Deus mediante a Jesus Cristo. No sinal da Cruz que fazemos em todas as ações da vida, nas orações, no trabalho e no descanso, nas alegrias e nas tristezas e – porque não dizer – nos acontecimentos cruciais da vida, recordamos as promessas batismais e sentimos que estamos em Deus e Ele em nós”, conclui o diácono Paulo César de Oliveira.

? ? ? ? ?? ? ? ?? ? ? ? ? ? ? ? ? ?? ? ? ? ? ? ? ? ? ?? ? ? Por Gabriella Oliveira

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São Basílio de Cesaréia, no século IV disse em seu tratado que existiram muitas tradições, no qual, foram recebidas de apóstolos, de acordo com a história da Igreja Católica, o sinal da cruz tem origem apostólica. O primeiro sinal claro da prática devocional do sinal da cruz está nos escritos de Tertuliano, Teólogo da Igreja primitiva, que conta: "Em cada caminhada e movimento, em cada entrada e saída, no vestir, no calçar, no banho, no estar à mesa, no acender as luzes, no deitar, no sentar, no lidar com qualquer ocupação, marcamos a testa com o sinal [da cruz]." Este sinal atestado por Tertuliano possilvelmente seja o pequeno sinal da cruz feito na testa. Este gesto está fundamentado na Bíblia, no livro do Profeta Ezequiel 9-4, no qual, o profeta tem uma visão de Deus que fala ao anjo, "passa no meio da cidade, no meio de Jerusalém e marca com um tao - sinal da cruz - na testa dos homens que gemem por tantas abominações que nela praticam." Trata-se, portanto, de um sinal arraigado na profecia do Antigo Testamento, e não demorou para que a Igreja reconhecesse o tao como o sinal da cruz de Cristo. Atualmente o sinal da Cruz está contido no Cerimonial dos Bispos, com uma citação do antigo ritual romano para a celebração da Santa Missa, que diz, “Ao benzerse, volta para si a palma da mão direita com todos os dedos juntos e estendidos, faz o sinal da cruz da fronte ao peito do ombro esquerdo ao direito. Quando abençoa os outros ou benze outras coisas, volta o dedo mínimo para aquilo que abençoa, e ao abençoar estende a mão direita mantendo os dedos juntos e unidos." O cristão, ao fazer o sinal da Cruz sobre si mesmo, está dizendo, que no poder de Deus Pai, Filho e Espírito Santo “abraço a Cruz da minha salvação e me sinto abraçado por ela”, explica o diácono, e completa, “está professando sua fé no mistério da Cruz, Jesus Cristo, o enviado do Pai, nascido da Virgem Maria por obra do Espírito Santo, que oferece na Cruz sua vida pela vida do mundo.” É costume e tradição na região ibérica assinalar o pequeno sinal da cruz antes do grande sinal, pedindo a Deus o livramento do mal, com a oração: "Pelo sinal da santa cruz, livre-nos Deus, nosso Senhor, dos nossos inimigos." “Por fim, fazer o sinal da cruz com devoção não é um ato supersticioso, mas uma verdadeira entrega da própria vida à cruz salvadora de Cristo. Este gesto tem sentido de consagração de nossa vida a Deus, a Quem reconhecemos pertencer. Somos batizados exatamente com esse sinal, que significa e realiza pela graça

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Você Sabia ?

Santa Zita Um lema para a própria vida - “Mãos no trabalho, e em Deus o coração”!

morada uma estrela de brilho extraordinário. Em 1580, isto é, 308 anos após seu enterro, o túmulo foi aberto e o corpo encontrado intacto. Em 1696 Santa Zita foi canonizada pelo Papa Inocêncio XII, tornando-se Padroeira Universal das Empregadas Domésticas.

Por Mauren Miranda

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Santa Zita nasceu no ano de 1218, em uma cidade da Itália chamada Monte Sagrati. Proveniente de uma família muito humilde, aos 12 anos de idade foi trabalhar para a família Fratinelle, responsável pela produção de lã e de diversos tipos de tecidos. Seus patrões e alguns empregados a maltratavam, mas ela aguentou com humildade e muita oração. Por longos 48 anos Zita serviu essa família com a mesma pontualidade e dedicação. O pouco das roupas e comidas que sobravam à Santa Zita ela compartilhava com aqueles que não possuíam nada. Pobres e doentes sempre foram amparados por ela. Ela participava diariamente da Santa Missa e sempre fazia penitência e jejum. Também defendeu a ideia de que de nada valeria ter criminosos presos sem fazer nada. Para ela, todos eles deveriam trabalhar para ajudar os mais carentes. Conta a história que frutas e farinha se multiplicavam nas mãos de Santa Zita quando, com a permissão dos patrões, ela retirava parte do todo para distribuir entre seus pobres. Há também o relato de que certo dia foi encontrado um anjo fazendo pães enquanto o outro anjo lavava roupa para a Santa, pois ela atendia um pobre doente na porta da casa. Santa Zita faleceu no dia 27 de abril de 1272, com seus 60 anos. Na data de sua morte surgiu sobre sua

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Oração à Santa Zita

“Padroeira das empregadas domésticas Ó Santa Zita, que no humilde trabalho doméstico soubestes ser solícita como foi Marta, quando servia Jesus, em Betânia, e piedosa como Maria Madalena, aos pés do mesmo Jesus, ajudai-me a suportar com ânimo e paciência todos os sacrifícios que me impõem os meus trabalhos domésticos: ajudai-me a tratar as pessoas da família que sirvo como se fossem meus irmãos.

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Ó Deus, recebei o meu trabalho, o meu cansaço e minhas tribulações, e pela intercessão de Santa Zita, dai-me forças para cumprir sempre meus deveres, para merecer o reconhecimento dos que sirvo e a recompensa eterna no céu. Santa Zita ajudai-me. Amém”.


Caminha São José

Uma São José dos Campos modelo Crescente em diversos setores, a cidade se faz ser percebida cada vez mais por empresas respeitadas, atraindo-as para a região. A radialista Aline Cappelli fala desse desenvolvimento e da alegria de poder assistir cada transformação de perto Por Mauren Miranda Aline Cappelli e sua trajetória Na estação 103,9, da rádio FM, a locutora Aline Cappelli trabalha para o Grupo Band Vale há cinco anos. Há um ano foi contratada para estar à frente do programa Frequência Stereo Vale, e a oportunidade de trabalhar como profissional na rádio surgiu quando ela era apenas ouvinte. Por ter participado de uma das promoções teve que conversar com uma funcionária da rádio. Aline não perdeu tempo, se apresentou, disse que estudava Rádio e TV por telefone mesmo, e mostrou-se interessada em trabalhar com a família Stereo Vale. Aline relembra em detalhes como foi sua primeira ida à Stereo Vale. “Na época fui conversar com o coordenador da rádio, e posteriormente fui chamada para trabalhar. No estágio eu ajudava na produção das rádios, e no final do período do acordo fui contratada. Passei então a ser assistente de produção, eu gravava alguns comerciais de rádio, às vezes, alguns áudios para TV. Assim que finalizei a faculdade as portas foram se abrindo, e meu coordenador deu-me a oportunidade de fazer um programa na rádio. Atualmente sou locutora da Stereo Vale e apresento dois programas: um de segunda à sexta, às 18 horas, chamado Top Brasil, e o outro apresento aos domingos, das 12h às 16h, chamado Pagode de Primeira. Faço a produção das rádios Stereo Vale e Nativa na parte artística e promocional, e também apresento um quadro chamado Frequência Stereo Vale, dentro de um programa da Band Vale, aos sábados, o República 103,9, a partir das 11h30 da manhã”, detalha a locutora. O olhar da radialista sobre São José dos Campos Natural de São José dos Campos, Aline contou que durante sua adolescência frequentava shoppings, cinemas e restaurantes da cidade. Os gostos não mudaram, ela ainda frequenta os mesmos lugares, apenas incluiu os teatros na lista. “São José está evoluindo bastante neste segmento, trazendo para a cidade várias peças, Stand Up´s, então sempre que posso vou assisti-las”, afirma Aline. Se o convite para sair for para jantar em São José, dificilmente ela negará. “Gosto bastante, acho que a nossa cidade é bem rica no ramo de restaurantes e bares. Temos uma diversidade de lugares por aqui”, enaltece a radialista. O fato de ter estudado, morar, trabalhar e poder se

desenvolver como pessoa e como profissional na própria cidade em que nasceu tem um valor único, levando em consideração que, infelizmente, não são todos que possuem o mesmo privilégio. Aline relata a felicidade por fazer parte de um grupo satisfeito nesse conceito. “É muito gratificante isso! Eu amo São José, me orgulho dessa cidade, e poder crescer, trabalhar e morar pertinho de quem amo, que é a minha família e são meus amigos, é incrível! Muitas pessoas saem de suas cidades rumo às capitais, buscando novas oportunidades, e quando é possível se encontrar, traçar objetivos, e ainda por cima conquistar tudo isso onde nascemos, é motivador. Você se sente mais seguro, pronto para os desafios”. Para você, leitor, que mora em São José dos Campos, no mínimo há trinta anos, vai concordar que a cidade evoluiu em diversos âmbitos. Se conversarmos com nossos pais ouviremos que, há 25 anos o asfalto era raro, isto é, o chão era de terra. Para Aline, a principal mudança foi o crescimento da São José. “O anel viário nos liga a qualquer lugar da cidade, facilitando o acesso aos bairros, melhorando as condições do trânsito, inclusive essas vias ainda evoluem e melhoram a cada dia. Ao passar pela cidade é possível perceber obras sendo concluídas e outras se iniciando. Empresas vieram para a cidade possibilitando o aumentando das oportunidades de trabalho. Felizmente podemos encontrar um projeto muito legal para os jovens em praças, apoiando o crescimento do esporte e da arte, este é um ponto muito positivo de São José. As academias ao ar livre permitem aquelas pessoas que não podem frequentar a academia fechada também se exercitarem nesse local, o que valoriza e evolui a qualidade de vida dos idosos, abrindo portas aos profissionais da área da educação física”. Profissional do ramo da comunicação, Aline, claro, valoriza a região em que nasceu e reforça um dos pontos fortes de São José dos Campos, e diz o que a cidade tem a oferecer. “São José é conhecida como um pólo tecnológico, e eu costumo dizer que aqui é uma cidade de oportunidades, tanto para quem estuda, quanto para quem trabalha, tanto para quem mora aqui, ou até mesmo para alguém que vem passear ou ficar um tempo. Nossa cidade está em constante evolução e eu, por ter nascido aqui, acompanhei diversas delas. São José tem muito a oferecer, é uma cidade hospitaleira, de pessoas do bem”.


Caminha São José Jogo Rápido Revista PES de CRISTO- Quando alguém fala o nome “São José dos Campos”, o que vem à sua cabeça? Aline- Diria que evolução é a palavra que atualmente mais se encaixa quando penso na cidade. Revista PES de CRISTO- Em São José posso? Aline- Posso ser o que quiser, afinal a cidade oferece uma liberdade de buscar os objetivos, de aprofundar nos estudos, de fazer acontecer o que deseja. Se você admira artes, por exemplo, pode se cadastrar em diversos projetos sociais e colocar em prática realmente. Revista PES de CRISTO- Em São José é possível encontrar? Aline- Felicidade. A cidade proporciona isso para os cidadãos e sou muito feliz de ter nascido aqui, de ter encontrado oportunidades e de buscar constante evolução pessoal. Em São José você consegue encontrar carros e cavalos andando lado a lado (ela ri). Somos uma cidade do interior sim, mas um interior muito evoluído, em que as oportunidades servem para diversos perfis. Por exemplo, para as pessoas do campo, há em várias partes da cidade a zona rural, para os urbanos, há a correria do dia a dia, e a cidade também agrada quem pretende ingressar em uma grande empresa, ou para aqueles que estão começando e buscam o conhecimento.

Foto João Miranda


Musical

Deus Trino INTROD.:

E

A

A7

D

Bm

E/D

C#m

F#m

Em

A, A7, D, Bm, A, E7, A, E

E A EM NOME DO PAI A7 D Bm EM NOME DO FILHO A E EM NOME DO ESPÍRITO SANTO A E ESTAMOS AQUI E A EM NOME DO PAI A7 D Bm EM NOME DO FILHO A E EM NOME DO ESPÍRITO SANTO A A7 ESTAMOS AQUI D E/D PARA LOUVAR E AGRADECER C#m F#m BENDIZER E ADORAR Bm E Em A7 ESTAMOS AQUI SENHOR A TEU DISPOR D E/D PARA LOUVAR E AGRADECER C#m F#m BENDIZER E ADORAR Bm E A TE ACLAMAR SENHOR DEUS TRINO DE AMOR REVISADO POR: ALEXANDRE PADRECO OMB: 68926 GUITARRISTA DO: MINISTÉRIO ABDON


Anjos na Terra

Fé concreta é Fé viva Famílias carentes de Paraibuna têm um dia especial para comemorar o dia de Nossa Senhora de maneira bem diferente da tradicional Por Mauren Miranda Em 12 de outubro é comemorado o dia de Nossa Senhora, e, em Paraibuna, em uma região afastada da cidade, homens, mulheres e crianças carentes comemoram a data com a celebração da Palavra, dentro de uma Igreja simples, ainda em construção. Depois de compartilharem a comunhão, comem e brincam entre si. Os adultos brincam até mais que as próprias crianças. A simplicidade ali é um mero detalhe em meio a tanta diversão. Esse encontro acontece todos os anos, sempre na mesma data, desde 2006. Tudo começou quando Creusa, ministra da Eucaristia da Paróquia Espírito Santo, decidiu ajudar algumas famílias carentes com roupas que não usava mais. Os vizinhos de São José se conscientizaram e decidiram colaborar sem que ela pedisse nada. Brinquedos, roupas usadas e calçados sempre são doados para ela. “É raro o dia em que não bate ninguém na porta de casa com alguma sacola nas mãos”, conta Creusa. Sem saber a dimensão que essa ação tomaria, Creusa diz que, às vezes, não dá conta de tantas ofertas que recebe. Percebendo então que a ajuda era constante, teve a ideia de fazer um bazar da pechincha com as roupas que recebia entre as próprias famílias carentes de Paraibuna. Célia Maria Ferrreira é amiga e vizinha, e desde o início tem abraçado essa causa, sendo o braço direito da Creusa, em prol dessas famílias que vivem na roça e dependem do campo para sustentarem filhos, netos e a si mesmas. “Com muito pouco é possível ajudar cada família, cada criança, basta ter vontade. Eu me prontifiquei a ajudá-los, e no fim de tudo, sou eu a presenteada. Eles não reparam em nada e sempre estão muito satisfeitos com a nossa ajuda. A sensação de abraçar a causa do próximo é indescritível”, diz Célia. Os preços, Creusa relata que são de acordo com o que as mulheres podem pagar. Calça jeans, por exemplo, é vendida a R$ 3,00, mas se estiver com algum defeito o valor diminui. Carrinho de bebê, colchão e cama também são vendidos. Essa prática acontece durante o decorrer de um ano inteiro, e o dinheiro adquirido ela guarda para fazer uma grande festa no dia 12 de outubro na Capela Santa Paulina, que fica no bairro da Grama. “Eu tenho tudo anotado, quantas crianças são, qual é a idade e o nome de cada uma”, conta a ministra. Essa prática permite que cada criança receba, no dia da festa, o presente de acordo com sua idade. Antes eram aproximadamente 30 crianças, mas a ideia se expandiu e hoje são em torno de 100 crianças - de 1 a 12 anos de idade, além dos pais que também se incluem

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nessa lista. Segundo Creusa, a festa é composta por um bolo bem grande, muito refrigerante, bexiga, cachorroquente para comer à vontade, músicas e brincadeiras, mas antes todos rezam o terço e participam da celebração, e o que sobrar do lanche, cada um leva um pouco para casa. “Muitas pessoas ali comem daquele pão e salsicha e bebem refrigerantes apenas no dia da festa, por isso uso o dinheiro arrecadado por eles mesmos para comprar tudo do bom e do melhor”, esclarece Creusa. Muitos dos presentes que as crianças recebem são usados, mas todos em bom estado. A organizadora da festa afirma que todos os anos vai a São Paulo para comprar lembrancinhas, por mais simples que sejam, e mais uma vez comenta sobre as doações.

“Graças a Deus já teve casos em que eu tive que buscar brinquedos doados de carro e voltar sem espaço algum. Antes eu me preocupava em anunciar a festa para eles, mas hoje nem precisa, porque todos já esperam por esse dia”, relata Creusa.

A cada mês, na editoria Anjos na Terra contaremos para você, a história de alguma pessoa que ajuda o próximo, seja uma família carente, seja algum cuidado com idosos, crianças ou até mesmo um trabalho de cuidado com os animais. Se você pratica esse ato de amor ou conhece alguém, escreva-nos para o e-mail: revista@paroquiaespiritosanto.com.br


Servos de Deus

Na semana do Cerco de Jericó, experimentos e histórias Por sete dias, voluntários da WEB PES trabalharam antes, durante e depois da Santa Missa, mas também se divertiram com um caso inédito Por Mauren Miranda

É por meio do trabalho voluntário de cada um que compõe o grupo da WEB PES, que as missas, transmitidas pela internet, chegam até você, seja em sua casa, em seu trabalho, em outra cidade ou até mesmo em outro país. Na semana no Cerco de Jericó não foi diferente, e aqueles que não puderam participar presencialmente da Santa Missa, tiveram a oportunidade de acompanhar a Celebração pela WEB TV, no site: www.paroquiaespiritosanto.com.br, no link Web TVClique Aqui e Assista. Segundo informações do c o o r d e n a d o r d a W E B P E S , J ú n i o r, f o r a m aproximadamente dez mil acessos na semana toda do Cerco de Jericó. Entre tantas pastorais que se dedicaram na semana do Cerco de Jericó, os integrantes do grupo da WEB PES não só cumpriram com o trabalho técnico, mas também exerceram suas funções na prática. Ao final de cada missa, encontrava-se um grupo de pessoas concentradas próximas à saída da Igreja, e todos, sem exceção, estavam ali, para propagar a venda de CDs da homilia da Santa Missa, isto é, a pessoa que adquirisse o CD, levaria para casa a explicação da Palavra e do Evangelho gravada em mídia, a qual, havia acabado de escutar. Com esse trabalho o grupo pôde servir a Deus, divulgar Sua Palavra, e, com as vendas, arrecadar fundos para a Paróquia. Nesse período muitas experiências foram vivenciadas, e algumas das pessoas que colaboraram com a WEB TV e a venda dos CDs contam como foi servir na semana do Cerco de Jericó. Conheça o nome daqueles que colaboraram nesse período: Débora Assis, Fabrício Monteiro, Fábio Moreira, Gilberto Corbani, Luiz Roberto Junior- conhecido como Júnior, Kennedy Cunha, Maria Clara, Maurício Fernando, Renan Oliveira, Ronaldo Plowas, Rosemeire do Santos, Stefannie Ramos e Vinícius Cunha. Na WEB PES, Fabrício é um dos responsáveis pela edição, gravação e venda dos CDs das homilias das missas de quinta-feira. No Cerco de Jericó ele trabalhou nos sete dias, e, para ele, servir durante aquela semana teve um sentido especial. “Foi uma experiência marcante servir a Deus todas as noites, porque foi o primeiro Cerco de Jericó que trabalhei, inclusive tivemos noites de chuva, e mesmo assim realizamos boas vendas para o Senhor. Deus tem me retribuído com muitas bênçãos em minha família. Durante a venda de CDs ouvíamos

testemunhos, e a compra da mídia, muitas vezes, era para evangelizar os próprios familiares”, explica Fabrício. Vinícius também tem a responsabilidade de gravar CDs, mas também lhe foi designado editar o áudio das missas. No Cerco de Jericó ele conta que seu trabalho foi praticamente o dia todo, mas muito satisfatório. “Infelizmente não participei das Celebrações todos os dias, pois nos dois horários de missa, às 15:00 e às 19:30, eu estava imprimindo CDs, editando ou até mesmo ajudando a vender os CDs, mas a sensação de levar o Evangelho para a casa de pessoas que eu nem mesmo conheço, é incrível e indescritível. Aquela pessoa pode ter mudado, transformado-se, e eu tenho um dedinho nessa história. O Cerco é algo único, ter participado foi, sem dúvida, uma das melhores oportunidades da minha vida, e com certeza participarei mais vezes”, afirma o voluntário. Para Kennedy a semana do Cerco de Jericó foi de milagre, pois ele aguardava há tempo que sua cirurgia fosse marcada. “Esperava pela marcação de uma das minhas cirurgias, e na terça-feira, após o Cerco, ela foi datada, e a internação aconteceu na quinta-feira. Tudo correu muito bem, e já somam quatro cirurgias até o momento”, lembra o profissional de Cristo, que reforça, “Temos que trabalhar de coração e com muita dedicação, pois a obra é muito grande”. Fábio faz parte da Célula Luz de Cristo, mas também foi um dos que contribuíram para vender os CDs, e no Cerco de Jericó desse ano ele teve uma atitude muito importante, levando uma conhecida para a missa. “Uma amiga da minha irmã participava do espiritismo, e depois de muita insistência, ela foi à missa do Cerco de Jericó, e da Celebração, ela saiu transformada pelo amor de Deus”. Fábio também faz questão de ressaltar que, “ser um profissional de Cristo em algum projeto da nossa Paróquia é muito válido, pois a WEB rádio e a WEB TV só existem graças a Deus e aos voluntariados, que disponibilizam um pouquinho do seu tempo para levar a Palavra de Deus para aqueles, que por algum motivo, não puderam estar presentes na Santa Missa”, enfatiza o voluntário. Stefannie é esposa do Renan, e juntos, participam não somente da WEB PES, mas também da Célula e da revista PES de CRISTO. Para ela, estar a serviço de Deus no Cerco de Jericó foi extraordinário. “Pude aprimorar o meu amadurecimento espiritual. No início desse ano meu coração estava apertado, e o Senhor mostrou-me a cada dia que a fé quebra barreiras. A cada celebração Deus apresentava-me o quanto é importante ter paciência e, assim, meu coração se libertou daquelas angústias. Hoje, colho frutos da paciência que adquiri nos dias do Cerco, e alcanço parte de um sonho que há tempos eu almejava”, relata a voluntária. Stefannie vivenciou um caso pra lá de engraçado “Após o término de cada uma das Celebrações, uma parte da equipe se dirigia aos pontos de saída da Igreja para

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Servos de Deus iniciar a venda dos CDs. Esse trabalho é muito dinâmico, e por esse motivo, atendemos várias pessoas ao mesmo tempo. Após uma das missas do Cerco de Jericó eu e o grupo nos deparamos com uma situação inusitada e engraçada. Ao vender os CDs que estavam comigo, voltei para a sala e, ao contar o dinheiro encontrei a metade de uma nota de R$10,00. O engraçado é que recebi metade de uma nota, dei um CD, e ainda devolvi R$ 5,00 de troco para a pessoa que havia me entregado aquela nota. Isso me rendeu uma série de piadas entre os colegas da equipe, e o início de uma grande brincadeira que envolveu todos do grupo. Após esse fato, a cada mês, Renan, um dos membros, faz uma pequena montagem com alguém que tenha servido nesse Cerco, e o coloca como servo do mês”, comenta aos risos, entre os amigos da revista. Para Fabrício, “servir a Deus é um aprendizado para todos. Surgem sim muitos obstáculos, mas é preciso ser forte para vencê-los na graça Dele. Só assim Deus nos retribuirá com muitas bênçãos”. Já para Vinícius a perseverança é o importante. “Nunca podemos desistir, aaaa

porque a fé move montanhas. A cura física, espiritual e psicológica pode estar muito mais perto do que imaginamos”. Para Kennedy foco é primordial. “As provações têm sido fortes, e sem Deus não imagino como seriam essas situações”. Fábio aborda a importância do servir. “Quero ressaltar que hoje sou voluntário nesse projeto, e que em breve, nas missas de quinta-feira e na semana de Pentecostes iremos vender CDs na porta da Igreja, de uma maneira mais organizada”, afirma. Stefannie diz que o essencial é “acreditar no Senhor sobre todas as coisas, pois tudo podemos Naquele que nos fortalece!” Responsável pela PASCOM da Paróquia Espírito Santo, Júnior faz seu pedido à Comunidade. “Convido você, que tenha disponibilidade e queira ajudar ao próximo, para fazer parte dessa pastoral. Temos vários trabalhos: TV, rádio, data show, entre outras tantas funções. Precisamos sempre de mais profissionais para Cristo, mesmo que você não tenha conhecimento. Basta ser dedicado, e Deus te capacitará”.

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Acessos de diversos países (Estados Unidos, Holanda, Canadá, México, Bélgica, Itália, entre outros.)

Trabalhista | Civil | Previdenciário | Imobiliário | Penal | Família

Rua Cel. José Domingues de Vasconcelos, 230 Sala 5 - Vila Adyana - S.J.Campos (12) 3302-2002 Dra. Karla M.F. Mello | Dra. Eliana Garcia | Dra. Stefannie S. Ramos OAB/SP 264.956

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“Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa.” João 19:26-27


Reflita têm, por objetivo principal, facilitar o entendimento das crianças em relação às leituras e ao Evangelho, criando uma co-relação entre o universo infantil e a evangelização, de maneira criativa e cativante, que entram em ação. Já em outras missas é o padre quem explana sobre as leituras e o Evangelho, isto é, é ele que faz a homilia, ligando a dinâmica da Celebração à atualidade, no uso da fé e da razão, ligando a cidadania terrestre à celeste.

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Aqueles que são modelos para entrarmos no Céu Uma missa colorida, alegre e própria para as crianças. É a evangelização por meio do lúdico Por Mauren Miranda

Todos os domingos, às dez horas da manhã, na Paróquia Espírito Santo, a garotada participa da Santa Missa animada por fantoches e teatros, um momento dedicado especialmente para elas, no qual há o envolvimento da liturgia, dos padres e da família. Quem é de casa já se acostumou com o estilo da Celebração, que é de muito diálogo com as crianças, em momentos específicos da missa. A alegria, que quer dizer, sentimento de grande contentamento ou júbilo, é perceptível entre os que participam da Celebração. Já os adultos, igualam-se ao mundo infantil por meio do lúdico. O Padre Bernardo de Oliveira conta que celebrando missas na Paróquia, identificou-se com esse estilo, e desde então faz a Celebração com as crianças, e para as crianças, ressaltando que, “não há nenhum impedimento para que outros padres celebrem a missa”. É ele também quem acompanha a catequese na Paróquia, “estou mais próximo das crianças, então há essa facilidade para a Celebração da missa das dez horas, já conheço as catequistas, as crianças me veem em algumas atividades da catequese e isso facilita para elas se aproximarem de mim. Por esse motivo celebro a missa nesse horário”, explica. A missa, independente de qual seja, sempre segue o ritual litúrgico, porém as interferências entre a passagem de um ato litúrgico e outro permite algumas intervenções. Como a missa é dedicada aos pequenos, nesse caso são os fantoches ou personagens fantasiados, de acordo com a temática do tempo litúrgico, que entram em ação. Esta missa conta também com as propostas dinamizadas do teatro e da narração de histórias que

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Para compreender “Antigamente, o comentário era feito em quase todos os momentos da missa: comentário inicial, o comentário para as leituras, a primeira leitura, a segunda leitura, o Evangelho, o comentário para o ofertório, às vezes um comentário para a motivação da comunhão, ou uma mensagem final. Percebendo o quanto, na celebração para adultos, tais comentários “rompiam” o andamento da Celebração que só por si faziam-se compreender, foram feitas mudanças necessárias pelos liturgistas, que gradativamente “enxugaram” as diversas falas entre um momento e outro. Porém, com criança é diferente. Então, nós transferimos esse tipo de interferência da liturgia para os fantoches, ou para as personagens que animam a Celebração, considerando a necessidade de uma celebração dinâmica e interativa, focada no grupo específico que a frequenta. O intermédio sempre é feito durante a passagem de um ato litúrgico para o outro, com a finalidade de motivar ou despertar a atenção das crianças para a missa”, aprofunda Padre Bernardo. As personagens e a homilia partilhada Se você é o responsável por levar uma criança à missa das dez horas, sabe do encantamento que o “público” infantil tem com cada personagem que se apresenta no altar, durante momentos específicos da missa. O palhaço, a Belinha, o Tonico e o Zezinho são algumas das personagens que ajudam indiretamente as famílias a incentivarem a ida dos pequeninos à missa. “As crianças falam que querem vir à missa, pedem para vir, perguntam da Belinha, do Anjo, do Picolé. Isso acontece porque elas se identificam com esse momento da Celebração, mas tudo só tem sentido se conduzir o trabalho para a liturgia”, lembra Padre Bernardo. O momento da homilia é função específica do padre, ou do diácono quando essa função lhe é designada. Pe. Bernardo conta que na missa dos pequenos, somente essa prática não funcionaria, pelo fato de não se atentarem a esse tipo de ensinamento ou evangelização de forma só falada -, porém, em algumas missas ele opta por uma homilia curta e rápida, paralela com a encenação. “Eu já fiz e faço algumas vezes a homilia partilhada com as crianças. Eu pergunto, então recebo a resposta delas, e passo a mensagem e a orientação, mas essa prática semanalmente as cansa, então o grupo de catequistas da Paróquia se reúne para estudar histórias e analisam qual teatro ou jogral será apresentado”, diz o padre.


Ilustrar alguns momentos da missa das dez horas tem um objetivo, evangelizar os pequenos, mas também conquistá-los para continuarem na caminhada de Deus. Por esse motivo existe uma grande necessidade de que “a cada semana a mensagem seja passada de uma forma muito gostosa”, reforça o Padre Bernardo. Ele ainda lembra o carinho retribuído pelas crianças após a Celebração. “Depois das missas elas fazem questão de cumprimentar o padre, as personagens ou os fantoches que ajudam na Celebração”. O querer estar perto do sacerdote lembra a citação bíblica: “Deixai vir a mim as criancinhas e não as empeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se parecem com elas.” (Lc 18,16) Hoje a tecnologia, em sua diversidade, faz-se presente na vida de cada um, que por sua vez conquista facilmente também o mundo infantil, seja com o vídeo game, celular ou internet. Os slides com as músicas e as orações também são um diferencial nessa missa. É a tecnologia a favor da Evangelização. Com o uso de letras coloridas e "gifs animados", os olhares se fixam no telão e na ludicidade e a evangelização acontece. “Nós, com fantoches, com pessoas fantasiadas, vestidas de santo, anjos, freiras ou palhaços, com slides animados, ainda cativamos as crianças para virem à nossa Celebração”, garante o padre. Ele também relata que a ideia de evangelizar com ilustração dá certo pelo fato das crianças serem simples no brincar e agir. Sendo assim, se a mensagem for transmitida na linguagem delas e com a mesma simplicidade dos pequeninos, é possível chegar ao coração de cada uma, o grande amor de Deus. A liturgia e a diversidade inclusiva Na missa das dez, a Paróquia Espírito Santo tem o privilégio de contar com a liturgia inclusiva, a partir da colaboração do Grupo Vem Ser Feliz, que tem por função trabalhar com crianças especiais, acolhê-las e inseri-las, se quiserem, em alguma pastoral adequada, evangelizando na diversidade. Na Celebração, elas estão presentes, seja para participarem ou para atuarem em teatros e na iturgia, em parceria com a Catequese. “Elas sempre estão entre nós, e dentro do possível

acolhemos a todos”, enfatiza o sacerdote. Outro grupo que em parceria com a Catequese participa e atua na Celebração, são os irmãos da Pastoral dos Surdos. Pessoas especializadas na linguagem de sinais traduzem a missa do início ao fim, inclusive a homilia e/ou teatro, para que possam participar tranquilamente da Santa Missa, bem como explicam à comunidade o que eles fazem quando participam nos momentos da liturgia. “Ë gratificante ver e sentir o amor e a presença de Cristo em cada palavra, em cada gesto, em cada olhar”, destaque o padre. O primeiro passo deve acontecer em casa Evangelizar é uma atitude que deve ser iniciada em casa pelos pais ou responsáveis pela criança. Dessa maneira, elas se desenvolvem conhecendo as práticas, regras e histórias da Igreja. “É preciso conduzir pela mão e despertar a paixão a Jesus Cristo e à sua Igreja. O primeiro catequizar e evangelizar deve e tem que ocorrer em casa, com a família. Quem deve ensinar aos filhos o Sinal da Cruz, o Pai Nosso e a Ave Maria são os pais. A criança guarda na memória tudo o que lhe é ensinado”, afirma Padre Bernardo. Após a missa, é responsabilidade da família continuar uma vida de fé. “De nada adianta os responsáveis levarem o filho para a Igreja, e depois buscá-lo. Se os pais participam com a criança, em algum momento da semana ela vai conversar sobre a missa, sobre alguma coisa que aconteceu com as personagens, vai perguntar algo que tenha acontecido na Celebração. Isso faz com que as crianças se aproximem de Deus e queiram viver conforme a vontade de Dele. Precisamos buscar Jesus Cristo em FAMÍLIA”, alerta o padre. A Pastoral da Catequese e o Coral Encanto estão sempre disponíveis para acolher as crianças. Venha, traga seu filho para cantar, para participar do teatro e, principalmente, da Santa Missa que acontece todos os domingos, às dez horas, na Paróquia Espírito Santo. Padre Bernardo conclui. “Será motivo de prazer e de imensa alegria, a sua presença e de sua família em nossa missa, em nossa comunidade”.


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Ed. 02 - Abril 2013