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case

Apartamento em São Paulo

Ainda de acordo com o lighting designer, a iluminação do apartamento é bastante linear e distribuída uniformemente, com temperatura de cor quente para proporcionar ambientes mais confortáveis e aconchegantes, por se tratar de um espaço residencial: “Em todos os espaços, adotamos propositadamente a temperatura de cor mais ama-

Da Redação Fotos: Rubens Campo

relada. O mercado diz que nos espaços sociais podemos ter luz mais

Linearidade e luz quente geram conforto e aconchego aos ambientes de residência

amarelada e nas áreas de serviço a tendência é iluminação mais branca ou neutra. Decidi por luz amarela em todos os ambientes porque, para mim, isso não faz muita diferença, pois, conceitualmente, trouxemos uma unidade visual bem mais interessante para a residência”. Josivan ainda ressalta que a temperatura de cor quente combina com o a cor das paredes e das luminárias: “Geralmente, utilizam nas paredes cores mais claras e neutras, mas este apartamento possui

LocaLizado no bairro do TaTuapé, zona LesTe da capiTaL

irmão de uma cliente bem especial, cujos projetos de interiores

paulista, esse apartamento de 64 metros quadrados e dois dor-

e iluminação de sua casa foram feitos por mim. O conceito do

mitórios foi requalificado do ponto de vista de design de interio-

projeto era que ele fosse diferenciado e com baixo custo. Não

res, iluminação e composição no final de 2017 pelo arquiteto e

há muitos rebaixos de gesso, apenas alguns por conta de vigas;

lighting designer Josivan Benegate. “O projeto foi um convite do

o restante ficou com forro aparente”, contou Josivan.

18 L U M E A R Q U I T E T U R A

Acima, fotos das salas de estar e jantar iluminadas por spots com AR 70 LED de 6W/24° a 2700K aplicados em três trilhos eletrificados na cor preta, vestidos com um perfil em “U”.

paredes e teto com cor forte, um cinza intenso, que casa bem com a luz amarelada. Além disso, outro ponto bem interessante que diz respeito ao conceito é que todas as luminárias utilizadas no projeto são pretas, criando uma identidade visual e trazendo à tona requinte para a linguagem que prevíamos no projeto”. L U M E A R Q U I T E T U R A 19

luz e saúde Figura 1

Molécula de Melatonina. Fonte: Traduzido de Amaral, 2018).

Luz dá Câncer?

Publicado após apenas nove anos da

A relação entre a luz noturna e a ruptura dos ritmos biológicos

Por Ruy Soares

descoberta (em 2002) das Células Ganglionares Intrinsicamente Fotossensíveis (Leia o artigo da Ed.96), as nove páginas do Lighting Handbook que abordam o impacto da luz sobre os ritmos biológicos já anunciavam a crescente preocupação com o tema, que atualmente tem sido abordado em todos os congressos, simpósios e em

seja difundida rapidamente para todos os compartimentos e células do organismo. A Melatonina é também um dos mais poderosos antioxidantes naturais que existem, o que confere uma propriedade única de proteção e reparação de tecidos e células como proteínas, lipídios e DNA. Como sinalizador temporal, a melatonina, por ser sintetizada à noite (na ausência

muitas publicações das áreas de ilumina-

de luz) e inibida durante o dia (na presença

ção, medicina do sono, medicina do traba-

de luz), leva a todos os órgãos do organis-

lho, cronobiologia e conforto ambiental. Recentes publicações científicas com-

mo informações do ambiente externo, não apenas do claro-escuro ambiental, mas

provam que, à noite, a incidência de luz

igualmente informações sobre a época do

na retina inibe, atrasa ou diminui a síntese

ano e a nossa localização no planeta, es-

noturna do hormônio melatonina, refletin-

tes últimos ocorrem a partir das variações

do direta ou indiretamente na secreção e

sazonais da duração dos dias e das noites.

inibição de outros hormônios e neurotrans-

Frequentemente

temos que recorrer à engenharia e à

física para as questões técnicas de nossos projetos, à psicologia

de luz natural, orientações de fachadas; e) orçamento para a aquisição de equipamentos; f) entorno da edificação; g) agra-

para as questões de percepção visual, à arquitetura para a relação

dabilidade, ordem espacial, definição espacial; h) sentidos de

com o ambiente construído e às normas técnicas para atender aos

amplitude, relaxamento; i) integração de luz natural e artificial; j)

parâmetros quantitativos e qualitativos estabelecidos.

missores que desempenham funções vitais

Mecanismos de ação e

em nosso organismo.

regulação temporal

Por que a melatonina é tão importante?

trastes das superfícies; m) iluminâncias desejadas; n) renderiza-

Lighting”, nos faz recorrer à biologia para projetar ambientes

ção de cores; o) índice de ofuscamento e eficiência energética.

mais saudáveis. Para isto, torna-se necessário o entendimento

Em sua décima edição, publicada no ano de 2011, o

Quando comecei a aprofundar meus estudos sobre o impacto da luz nos ritmos

orientação, forma, configurações de teto; l) refletâncias e con-

A era da “Iluminação voltada ao usuário”, ou “Human-Centric

A Melatonina (Figura 1), descoberta

biológicos, a definição que mais caracte-

em 1958, existe em praticamente todos

rizava a ação da Melatonina é a de que

os seres vivos, incluindo plantas, animais,

“regula nossa fisiologia noturna”. Contudo,

de alguns aspectos da saúde controlados pela iluminação que

“Lighting Handbook” da IES incluiu um capítulo intitulado

e até organismos unicelulares como a

atualmente sabemos que a melatonina

projetamos.

“Fotobiologia e Efeitos Não Visuais da Radiação Ótica”. Neste

ameba. Nos animais vertebrados, como os

controla as funções celulares de nosso

Quando iniciamos a elaboração de um projeto, é necessária

capítulo, há como introdução uma frase de um dos mais notórios

mamíferos, é sintetizada na glândula pineal

organismo ao longo das 24 horas do dia

a determinação de parâmetros que darão origem ao partido de

médicos da Grécia antiga, Areteu da Capadócia: “Os letárgicos

(Leia o artigo da Ed.97).

e a repetição diária de secreção/inibição

iluminação. A IES (Sociedade de Engenharia de Iluminação) suge-

devem ser colocados à luz e expostos aos raios do sol, pois a

Uma importante característica é a de

de sua síntese constitui em si uma nova

re o levantamento das seguintes informações: a) perfil do usuário

doença é sombria e a luz do sol é a cura”. A frase, datada do

ser anfifílica, ou seja, solúvel tanto em meio

sinalização de tempo capaz de ajustar o

(idade, hábitos, preferências); b) tarefas a serem desenvolvidas;

século I, denota, já naquela época, uma clara associação entre

aquoso como em meio lipídico (gorduro-

organismo às variações sazonais que ocor-

c) formas espaciais e dimensões dos ambientes; d) incidência

a luz e a saúde dos seres.

so), fazendo com que, uma vez sintetizada,

rem ao longo dos 365 dias do ano.

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Irradiance Toolbox Title 1)

Enter title here for printing

Select mode

1A)

approximate mode

Convention for units

Chart input

i. Select illuminant details below ii. Example spectra A, D, F and L are not necessarily representative iii. Consider enterring 1nm or 5nm spectral data for more accurate results

3)

4)

5)

For blackbody or narrowband sources Blackbody temperature 4200 Narrowband peak 420 Narrowband FWHM 42

₁₀

²

1.0

µ

Cyanopic

0.8 0.6

Corneal

0.4 0.2 0.0

n/a n/a n/a

Peak spectral irradiance

Photopic illuminance Optional prefix

Sensitivity

l

Photopic

Visibility

555.0

n/a

α in Nα(λ)

Human retinal photopigment complement (all weighted)

max

Subscript Curve V(λ)

nm 460

l

Cyanopic

S cone

419.0

sc

5.12

Melanopic

Melanopsin

480.0

z

9.49

Rod

max

496.3

r

11.86

Chloropic

M cone

530.8

mc

15.23

L cone

558.4

lc

16.76

Unweighted summations from 380 to 780 nm inclusive Quantity Irradiance Photon flux Log photon flux

Units µW/cm² 1/cm²/s log₁₀ (1/cm²/s)

450

500

550

600

650

700

750

800

Effective illuminance for human photopigments

18 Spectrally-weighted irradiance for human photopigments 16 Spectrally-weighted irradiance for human photopigments

equivalent α-opic lux 14 α-opically-weighted irradiance 12

µW/cm²

Erythropic

400

Spectrally-weighted irradiance for human photopigments

lux

Sensitivity

350

wavelength (nm)

100.00

Prefix

Rhodopic

6)

white LED illuminance lux

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1.2 µW/cm²/5nm

Details of light measurement Light source L Units L Amount 100.00

Cyanopic

Spectral power distribution

1.4

α-opically-weighted irradiance

2)

Pigment

SI and CIE units

Amount 31.08 8.76E+13 13.94

10

α-opically-weighted irradiance

8 6 4 2 0

sc

z

r

mc

lc

Standard sensitivity curves Probability normalised sensitivity curves Standard sensitivity curves

relative absorptance

120.0%

Standard sensitivity curves 100.0%

cyanopic

80.0%

melanopic rhodopic

60.0%

chloropic 40.0%

erythropic

20.0% 0.0%

350

400

450

500

550

600

650

700

750

800

wavelength (nm)

LED 2700K LumiledsLXM3_PW8 1

Corresponding Illuminances (lux) 100

Results

Add New Souce

0.9

User SPD User Source Name: Wavelength (nm)

Relative Combined SPD

1.0

Select Preloaded Source

Value

Relative Spectral Power

Selected Sources

0.8 0.7 0.6 0.5 0.4 0.3 0.2 Relative Combined SPD

0.1 0.0

30 L U M E A R Q U I T E T U R A

380 405 430 455 480 505 530 555 580 605 630 655 680 705 730 Wavelength (nm) Combined Illuminance (lux) Circadian Light (Cla) Circadian Stimulus (CS)

100 81.35761019 0.115008408

Wavelength 380 382 384 386 388 390 392 394 396 398 400 402 404 406 408

Relative Combined SPD 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0.005410605 0.005410605 0.005410605 0.005410605 0.005410605

warm


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CERTIFICATE OF COURSE COMPLETION

2019 Hereby granted to:

Daniel Feldman for the successful completion of: Hours

Course

Description

1.50

L19S04

Moving Beyond 20th Century Color Metrics for 21st Century Lighting

1.50

L19S12

Tuning the Classroom for Student, Teacher, and Energy Benefits

1.50

L19S14-LL

Lunch & Learn: The Perfect Light Project

1.00

L19SM07

Lighting Design with Electrical in Mind

1.50

L19S19

Spectrum matters (or, Daylight, Moonlight, Firelight, LEDs...)

1.00

L19SM12

University Lighting: A Practical Approach to Standards, BAS and Energy

1.50

L19S25

Methods of Measurements for LEDs and LED Lighting

9.50 Hours Total

LIGHTFAIR International, May 19 - 23, 2019 in Philadephia, PA, USA

Michelle Moore, Vice President, Conference LIGHTFAIR International

LIGHTFAIR® International is sponsored by the International Association of Lighting Designers (IALD) and the Illuminating Engineering Society (IES) and produced by International Market Centers (IMC) Atlanta.

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opinião

A desinformação na era digital Por Marina Andrade diata são a base que as alimenta. Até que seja

A educação assumiu um novo formato com a era digital. As instituições físicas de ensino

possível impedi-las ou pelo menos reduzi-las

correm para acompanhar, mas a verdade é que

de forma eficiente, se faz necessária educação

nos tempos atuais as pessoas demandam por

sistêmica do consumidor de conteúdo virtual,

informação imediata.

a fim de que ele se proteja e a outras pessoas deste tipo de desinformação.

A internet passou a oferecer de bandeja o

Algumas dicas relevantes são:

que gerações anteriores passavam horas pes-

1.

quisando em suas Barsas e nas (infelizmente,

de...”, “O maior profissional da área...”, “Apren-

de aprovar ou desaprovar. É simplesmente um Divulgação

fato. A informação está ali, há dois cliques de seu mouse. Mas mesmo sendo muito positiva por um

da iluminação em três passos...” Absolutamente nenhum aprendizado de qualidade é rápido ou fácil. Qualidade deman-

aspecto, esta agilidade pode ser extremamente nociva em outros.

da tempo e dedicação. Seu sucesso será sempre diretamente

A “Geração BARSA” sabia comparar informações, dispunha-se

proporcional ao seu esforço e isso não tem como ser diferente.

a questionar alguns autores e validar dados recebidos. O que

2.

Ao buscar informação, pesquisar a idoneidade da fonte.

vemos hoje, ao contrário disso, é um completo descaso pela

A internet é livre e gratuita. Qualquer pessoa pode escrever o

veracidade da informação recebida. Parece que as pessoas

que quiser e muitas vezes, por desconhecimento ou falta de ca-

acreditam que “Googlar” já garante que aquela informação está

ráter mesmo, informações mentirosas se espelham e viralizam em

absolutamente correta.

segundos. Analise de onde veio a informação e quem a passou.

E a questão aqui colocada, definitivamente, não é mais a do autor desta informação falsa ou incorreta. A internet se tornou o

Pesquise outros trabalhos desenvolvidos por esta fonte. 3.

Busque sempre mais de uma fonte.

meio de divulgação, marketing e vendas mais eficaz. Em todas as

Outra vantagem da era digital é que raramente só existirá uma

áreas possíveis pode se encontrar e-books, cursos, consultorias,

fonte de informação para um determinado assunto. Compare sites,

coachings para todas as áreas... enfim, inúmeros modos de web-

blogs e materiais técnicos e as informações contidas. Na maioria

produtos. Na luminotécnica também não é diferente e vemos com

dos casos, a informação diferente da maioria será a equivocada.

preocupação informações erradas sendo vendidas caro (para o

Certamente estamos falando de informações técnicas relevan-

bolso e para o intelecto). A questão é: Qual a responsabilidade

tes. Em caso de memes e material de consumo para lazer, com

do consumidor deste produto ou informação, na aquisição e até repasse de informações falsas, equivocadas e muitas vezes mentirosas? As Fake news são uma realidade de nosso mundo atual. O imediatismo e a sede em absorver e compartilhar informação ime74 L U M E A R Q U I T E T U R A

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Desconfiar de fórmulas prontas e

termos conclusos como: “O Guia Definitivo

hoje muito escassas) bibliotecas. Não se trata

a devida moderação, não se faz necessário demasiado cuidado. Mesmo assim, como dizia minha avó, cautela e canja de galinha nunca fizeram mal a ninguém. Marina Andrade é Arquiteta e Urbanista, Lighting Designer e proprietária do escritório de projetos e escola de Iluminação Arqflex Soluções em Iluminação..


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biblioteca

2019/20 Catรกlogo

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Favaro Jr.

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Projetos:

Condomínio Residencial, Escritório, Pizzaria e Supermercado

Novas Colunas:

ANO XVI - Nº 96 FEV/MAR 19

Luz e Saúde e Conexão Portugal

Entrevista: Ruy Soares O impacto da iluminação artificial na natureza

Profile for Revista Lume Arquitetura

Lume Arquitetura - Ed.99  

Leia nesta edição os projetos de iluminação do Zabo Faria Lima Corporate, de Antonio Carlos Mingrone, da Mingrone Iluminação; de Marcos Cast...

Lume Arquitetura - Ed.99  

Leia nesta edição os projetos de iluminação do Zabo Faria Lima Corporate, de Antonio Carlos Mingrone, da Mingrone Iluminação; de Marcos Cast...