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Jardim Camburi Em Revista

15/09 a 15/10/2012 - Distribuição Dirigida - Ano I - Nº 2

Rede Social discute políticas públicas

Opinião

Expansão imobiliária reflete o crescimento de Jardim Camburi

Saúde

da

Mulher

A importância dos exames na prevenção contra as DST

Comportamento Vizinhos, impossível viver sem eles


opinião

Expansão imobiliária reflete o crescimento de Jardim Camburi José Luiz Kfuri Consultor Imobiliário, engenheiro civil

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urante muito tempo, Jardim Camburi foi visto como um apêndice de Vitória, por estar na parte continental da capital, e o acesso ao bairro era muito ruim. Com a construção e duplicação da Avenida Norte Sul, junto aos investimentos em infraestrutura, o bairro passou a ser uma ótima alternativa de moradia e, desde então, é possível verificar um crescimento continuamente grande, principalmente no setor imobiliário. Hoje, Jardim Camburi é um dos bairros de maior destaque no setor imobiliário da capital, apresentando uma tendência diferente da situação geral de Vitória, que é ter cada vez menos espaços para construção de condomínios e imóveis em geral. Há residenciais com apartamentos de dois, três e quatro quartos, além de salas comerciais e lojas para serviços. O comércio e as opções de entretenimento e lazer são os principais atrativos da região, como o Shopping Norte Sul, que é uma das maiores âncoras do bairro e faz parte da vida dos moradores. Outra característica que torna o bairro ainda mais especial é a participação ativa da comunidade nas

decisões que afetam o bairro. A região é uma das preferidas pelo público jovem, com um nível alto de escolaridade, onde 60% têm nível superior e ótima renda familiar. Entre os novos moradores, a maioria é de recém-casados que buscam um lugar tranquilo para criar futuros filhos. A complexidade da expansão imobiliária de Jardim Camburi pode ser percebida de acordo com o avanço do bairro, que apresenta crescimento de 15% ao ano, número que supera o crescimento da China. A região tem tudo para se tornar modelo em solução de segurança e mobilidade, pois há possibilidade de criação de ciclo faixa, ciclovia e calçadas generosas para pedestres, priorizando o cidadão e não o automóvel. Jardim Camburi tem mais moradores que 50 cidades do Estado e se fosse um município independente seria um dos mais ricos em arrecadação, devido a empresas como a Vale, parte da CST e o próprio Aeroporto. Indiscutivelmente, Jardim Camburi é o bairro com maior potencial de Vitória e deve chegar ao nível de excelência em qualidade de vida.

Carta do leitor (revistacamburi@gmail.com)

C

aros editores, parabéns pela iniciativa da revista, acredito que a mesma possa contribuir muito para melhorar cada vez mais nosso bairro, pois estamos sendo muito prejudicados pelos últimos governos municipais, fazendo com que Jardim Camburi fique ilhado da capital, seja pelos grandes engarrafamentos, seja pelas obras municipais que nunca acabam ou até mesmo pelos eventos que praticamente fecham a principal avenida para chegar e sair do bairro nos finais de semana. Somos atualmente uma grande quantidade de pessoas (eleitores) vivendo no bairro, precisamos estar juntos para podermos melhorá-lo a cada dia e precisávamos de um meio de divulgação para todos os moradores saberem e conhecerem o que fazer. A eleição está aí e nós, juntos, podemos exigir de nossos próximos governantes mais respeito com o bairro que tanto lucro traz ao município de Vitoria. Parabéns mais uma vez pela revista. Fernando Tinoco. NR.: Prezado Fernando, obrigado pelo comentário. Um dos objetivos da revista é ser instrumento de interatividade com a comunidade. Que possamos fazer bom uso da mesma. Boa leitura e continue participando!


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Expediente / Sumário

Capa Rede Social discute políticas públicas Páginas 10 e 11

AINDA NESTA EDIÇÃO

Jardim Camburi Em Revista

Fundadores Elcio Cordeiro / M aria José Postay Reportagens Elcio Cordeiro / Le andra Postay Departamento Comercial Maria José Postay (27) 3053-0123 / 9602-7776 Colaboradores Ada Fraga, Alessa ndro Valadares, Cristine Silveira Magalhães, Dr. Bernardo Lope s, Drª Rozeli Medeiros Poloni, Evaldo Márcio Lacerda, Joarês Mendes de Freitas, José Luiz Kfuri, Marcos Ribeiro Projeto gráfico e editoração Elcio Cordeiro Revisão ortogr áfica Leandra Postay

Contato revistacamburi@gmail.com (27) 3053-0123 / 9602-7776

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Nossa comunicação será mais dinâmica com a sua colaboração. Escreva para nós enviando sua opinião, crítica e/ou sugestão.

Pág. 2 Expansão imobiliária reflete o crescimento de Jardim Camburi Pág. 5 Dicas para cuidar bem do seu cachorro Pág. 6 Vizinhos, impossível viver sem eles Pág. 8 Artesanato gira R$ 28 bilhões por ano na economia nacional Pág. 12 Calçada nada cidadã Pág. 13 Área comercial de Jardim Camburi vai muito além da região central do bairro Pág. 14 Poesia, dicas do mês para música, livro e filme Pág. 15 Moradores fazem seus relatos sobre JC e dizem o que esperam do novo prefeito e vereadores na Câmara Municipal e mais...


saúde animal

Cuidando bem do seu cão

O

s donos de animais de estimação costumam querer o melhor para seus pets, mas, muitas vezes, por falta de informação, adotam medidas que podem provocar diversas doenças. A Jardim Camburi em Revista conversou com o Dr. Bernardo Lopes, médico veterinário, que falou a respeito de erros comuns cometidos por donos de cachorros no cuidado diário e deu dicas importantes para garantir a saúde do bichinho. Erros frequentes - Um dos erros mais comuns cometidos por donos de cachorros consiste em dar para o bichinho alimentos diferentes da ração, como carnes. Além da ração, o máximo que pode ser oferecido a cachorros são frutas nãoácidas e, mesmo assim, apenas com orientação veterinária. A alimentação inadequada pode provocar sérios problemas de saúde. Além disso, muitos utilizam produtos cosméticos e de higiene não específicos para cachorros, como shampoos, sabonetes e perfumes. Tal prática pode provocar alergia nos animais. Só devem ser utilizados produtos específicos para cães. Também o uso dentro de casa de produtos de limpeza muito fortes pode desencadear reações alérgicas. Dr. Bernardo destaca que donos de poodle, yasa, shih-tzu, maltês e yorkshire devem ter cuidado redobrado, já que essas raças possuem uma tendência maior a alergias. Doenças mais comuns - As doenças mais comuns em filhotes são as infecciosas. Já em cães idosos, os problemas mais frequentes são os cardiovasculares e a osteoartrose. Outras doenças que atingem os cães com frequência, independente da idade, são as dermatológicas e a hemoparasitose (doença do carrapato). Doutor Bernardo afirma que, com acompanhamento do veterinário, diversas doenças podem ser prevenidas e outras podem ser controladas. Hora do banho - Com a vontade de ter sem-

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pre o cachorrinho limpo e cheiroso, muitos donos os mandam para pet shops semanalmente. Mas, atenção, banho demais também pode ser prejudicial! A renovação das células da pele do cachorro depende do pêlo e da raça, mas, no geral, leva 14 dias para acontecer. Por isso, o ideal é que os banhos sejam dados de duas em duas semanas. Ainda é preciso se atentar para a necessidade de que o cão esteja imunizado para ir ao pet shop e não correr nenhum risco. É fundamental, ainda, dar ao animal sempre ração de qualidade, manter a vacinação em dia, fazer o controle endo e ectoparasitário e levá-lo ao veterinário de seis em seis meses. Seguindo essas orientações, seu bichinho permanecerá saudável e vai encher a casa de alegria por muito mais tempo.

Jardim Camburi Em Revista

PRÓXIMA EDIÇÃO: 15/10 A 15/11 Reserve seu espaço

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Terça - 20h (no templo) Quinta - 20h (nos lares) Domingo - 9h (EBD) 10h30 (culto) 18h (EBD) 19h30 (culto) Rua Carlos Delgado G. Pinto, 765 atrás do Lago de Garda

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Comportamento

Vizinhos, impossível viver sem eles

P

or mais particular que seja o ambiente doméstico, por mais à vontade que fiquemos entre as quatro paredes de nossa moradia, é difícil não notar de vez em quando que ao lado – e, muitas vezes, acima e abaixo – existem outros indivíduos com seus próprios parâmetros de privacidade, seu próprio ritmo de vida. E quem é que nunca se sentiu invadido pelo vizinho? Quem nunca teve seu precioso espaço particular violado de alguma maneira? O som alto até de madrugada, a sujeira do cachorrinho, o carro estacionado em frente à garagem alheia, as obras intermináveis que fazem barulho e sempre acordam o bebê... A lista de reclamações é longa. Mas, antes de bater à porta do outro para reclamar e, quem sabe, dar início a uma situação desconfortável, que tal pensar nos seus próprios hábitos e no quanto eles colaboram com uma boa vizinhança? É provável que você mesmo já tenha alterado os ânimos de quem mora ao lado. Então, vamos seguir algumas regras básicas para que os problemas de convivência diminuam:

- Barulho só é bem-vindo para quem está curtindo a festa. Além de respeitar o horário do silêncio (nada de gritaria e som alto depois das 22h!), tente não exagerar durante o dia. Pense no bem estar coletivo. Nunca se sabe o que se passa do outro lado do muro, pode ter criança querendo dormir, alguém sofrendo de enxaqueca, idoso em situação delicada, etc. - Quem tem animais de estimação precisa zelar pela higiene. Nunca deixe de recolher as fezes de seu cachorro. Vigie seu gato para que não entre em outras propriedades. Eduque seu bichinho para que seus latidos, miados e pios não incomodem os demais. - Respeite a sinalização de trânsito, não estacione em local proibido, assim como em frente à garagem do vizinho. Respeite os pedestres e os ciclistas, eles têm tanto direito à rua quanto você, motorista. Em horário de saída e entrada em escolas, próximo a elas, fique mais atento, o movimento de crianças nesses locais costuma ser grande. - Àqueles que têm crianças: fiquem de olho para que seus filhos não invadam o espaço do outro, com barulho excessivo e brinca-

deiras inapropriadas. Aos que não têm, sejam pacientes. Crianças precisam de tempo e espaço para brincar, isso é saudável e necessário ao seu desenvolvimento. - Os moradores de condomínio devem respeitar as decisões tomadas pela maioria, mesmo que discordem delas. Abrir mão de algo em favor da determinação dos outros é fundamental para a vida em comunidade. - Seja amigável. Dê bom dia, boa tarde, boa noite, sorria para seu vizinho, segure a porta do elevador se tiver alguém se aproximando, ajude com o que estiver ao seu alcance. Todo mundo sabe: gentileza gera gentileza. Se fizer sua parte, mas seu vizinho estiver realmente ultrapassando os limites do bom senso, converse de maneira cordial, tente resolver sem provocar atritos, afinal, vocês provavelmente continuarão se esbarrando por anos e um clima pesado poderia interferir no bem estar de todos.


Lucas Lauar


economia

Artesanato gira R$ 28 bilhões por ano na economia nacional

O

artesanato consiste na elaboração de produtos não-industrializados e ocupa uma posição de destaque no país como ferramenta de construção e recuperação da cultura nacional. Devido à sua dimensão territorial, o Brasil possui uma rica e diversificada produção artesanal, que se estende por cada uma das suas regiões. São diversas as técnicas utilizadas e os resultados adquiridos: desde os bordados do Norte e do Nordeste até os objetos feitos de folha de bananeira no Sul e no Sudeste. Técnicas sobre madeira, decoupage, pintura em tecidos, trabalhos em cerâmica, entre outros, são atividades proeminentes entre artesãos. Além da importância cultural, o artesanato possui lugar de destaque na economia nacional, com geração de emprego e renda. Com cerca de 8,5 milhões de artesãos por todo o Brasil, a produção nacional gera uma arrecadação bruta de R$ 28 bilhões ao ano. Dessa movimentação nacional, R$ 13,1 bilhões, ou seja 47%, vêm da compra de matéria-prima da indústria. Desse total, R$ 1,95

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bilhões, ou seja, 15%, são gastos na indústria têxtil, além de outros gastos em material para acabamento e metais. Outro dado importante é o aumento do faturamento do artesão brasileiro em quase 30% nos últimos tempos, o que demonstra a preocupação do artesão com custos e organização da produção. Tendência também constatada é de que os artesãos brasileiros geram mais empregos a cada ano, empregando em média cinco pessoas, sendo que a maioria são parentes. O universo artesanal brasileiro continua sendo predominantemente feminino, em média 74% em todo o país, e a idade média dos artesãos está acima dos 40 anos. Os artigos utilitários continuam sendo a maior opção de produção, vindo os de decoração em segundo lugar. E em um país onde não há significativo investimento em educação, destaca-se ainda o fato de 41% dos artesãos brasileiros terem o ensino médio completo, 39% terem finalizado o ensino superior e somente 19% terem até a 8ª série. - Linguiça com jiló e pimenta, tradicional e de frango, portuguesa recheada - Biscoito a granel, Pão de queijo - Pimentas variadas, - Cachaça de Salinas (a melhor de Minas) - Doces em compotas, tabletes, pedaço e muitos outros - Delicioso pastel de angu - Mel, Geléia de mocotó e frutas - Goiabadas - Farinha de mandioca caipira - Geleia de pimenta - Bananada, figada e laranjada - Queijos: Minas padrão, frescal, canastra, transas temperadas, ricota de búfala, parmesão frescal, requeijão barra, provolone e muito mais...

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segurança

Rede Social de Jardim Camb

N

o dia 25 de agosto, integrantes da Rede Social de Jardim Camburi, moradores do bairro e autoridades se reuniram no Parque Botânico da Vale para discutir políticas públicas e construir uma proposta de segurança capaz de atender às demandas deste que é um dos bairros mais tradicionais de Vitória e o mais populoso do Espírito Santo, e que tem sentido cotidianamente os impactos da criminalidade. O evento teve como palestrantes a professora da Universidade Federal do Espírito Santo Márcia Barros, historiadora e socióloga especialista em segurança pública; Guilherme Pacífico, subsecretário de Segurança Pública do Estado; e Pablo Lira, pesquisador do Instituto Jones dos Santos Neves e professor na Ufes e em faculdades particulares. Os três ressaltaram a importância da integração no combate à violência, destacando que a polícia não resolve o problema sozinha e que é preciso unir a prevenção (com investimentos em educação, moradia, emprego, planejamento urbano e no sistema prisional) à repressão qualificada. “A questão da segurança está intimamente relacionada aos demais pilares da política pública, como a saúde e a educação”, disse Márcia Barros, ressaltando que, para desenvolvimento de políticas eficazes é preciso fazer pesquisa, atividade que encontra seu núcleo nas universidades. As questões estatísticas e a realidade de Jardim Camburi foram abordadas pelo comandante da 4ª Companhia da Polícia Militar, capitão André Luís; o gerente da Guarda Civil, Rollando Fonseca; o professor de curso de Direto da Faculdade Estácio de Sá, Fernando Azevedo Carvalho; empresário Marcos Ribeiro, um dos integrantes da Rede Social e morador de Jardim Camburi.

Novas tecnologias no combate ao crime O subsecretário de Segurança Pública do Espírito Santo, Guilherme Pacífico, destacou os investimentos do estado para o combate da criminalidade e disse que, diante de deficiências de comunicação constatadas, percebeu-se a necessidade de incorporar novas tecnologias para facilitar e agilizar a ação policial. A grande aposta do estado parece estar nas câmeras de videomonitoramento, que permitirão o acompanhamento dos locais sem que seja obrigatória a presença efetiva de policiais. Segundo Pacífico, nos próximos meses o governo pretende adquirir computadores de bordo, smartphones, sistema de localização de recursos, sistema de atendimento e despacho, videomonitoramento, audiomonitoramento e bases de comando móveis. Moradores lamentam, no entanto, a crença por parte do governo de que tais instrumentos serão o bastante para substituir o Destacamento de Polícia Militar (DPM), retirado de Jardim Camburi há alguns meses. Vanderlei de Oliveria, durante o debate, afirmou: “a ausência de policiais circulando gera insegurança na população e segurança para os criminosos agirem”. “Jardim Camburi é um bairro seguro” Márcia Barros, diante de dados de uma pesquisa realizada na região metropolitana com um contingente de 5 mil pessoas, afirmou, durante sua palestra, que Jardim Camburi não é um bairro violento e que a sensação de insegurança em Vitória é maior do que a realidade de criminalidade da região. A afirmação parte da constatação de que, de uma lista de 15 categorias de violências comuns no ambiente urbano, 60% dos entrevistados foram vítimas de apenas um caso, o que consiste em um baixo índice. Uma das responsáveis pelo aumento do sentimento de insegurança, de acordo com a professora, é a imprensa, “que passa a utilizar a violência como mercadoria vendível”, já que a população gosta de ver e é atraída pelas reportagens centradas na criminalidade.


uri discute políticas públicas Arquitetura

D

do medo

urante a palestra da Rede Social, o professor, pesquisador do Instituto Jones dos Santos Neves e especialista em segurança pública, Pablo Lira, mencionou a existência nas cidades do mundo atual de uma “arquitetura do medo”, que tem como objetivo garantir a maior segurança de moradores por meio de instrumentos inseridos nas construções. Pablo ressaltou que essa arquitetura consiste no resgate e na inserção de elementos medievais e prisionais nos espaços residenciais, como muros muito altos, com topos ornamentados por lanças, rolos de arame e cercas elétricas, além de grades em portas e janelas e torres de vigilância em condomínios. “Essa estrutura não apenas oferece riscos à população, mas também pode não ser a melhor solução para o problema da insegurança que afeta as grandes cidades”. No livro Morte e vida de grandes cidades, Jane Jacobs compara dois bairros afetados pela violência e analisa os resultados advindos de me-

didas diferentes que foram adotadas em cada um deles para tentar solucionar o problema. O primeiro bairro investiu em convivência cidadã, enquanto o segundo bairro aderiu a diversas técnicas de segurança, com fortificação das casas e fechamento em relação ao restante da cidade. Verificou-se que no primeiro bairro houve uma considerável diminuição nos níveis de furto, enquanto no segundo bairro aumentaram não apenas os números de roubos e furtos, como também os casos de atentado ao pudor. Tais dados chamam atenção para o fato de que é possível que repensar a formação do espaço urbano e da interação entre aqueles que nele convivem seja mais eficaz no combate à violência do que o investimento pesado em ferramentas de segurança que, na realidade, consistem na individualização e no isolamento. Pablo Lira: “arquitetura do medo não é a melhor solução”

Impasse por área adia construção do DPM

A

população de Jardim Camburi está alarmada com o crescimento da violência no bairro, principalmente depois da demolição do Destacamento da Polícia Militar (DPM). O prédio foi demolido em março com a promessa de que no local seria construída a nova sede da 4ª Companhia da PM, mas a Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp) avaliou como pequena a área e agora espera a doação de uma área maior por parte da Prefeitura, que já informou não ter planos de ceder, no momento, outro terreno. A área do antigo DPM foi doada para o estado em 2010. Durante o seminário na Vale, Marcos Ribeiro, morador e empresário no bairro, falou a respeito de um documento entregue ao prefeito João Cóser e também ao governador Renato Casagrande, dando ciência de um terreno nas imediações do Shopping Norte Sul, de propriedade da Prefeitura, onde poderia ser construído o novo DPM. Segundo ele, o documento aponta, ainda, a existência de outras áreas no bairro (de propriedade do estado), caso a Prefeitura não venha a ceder o referido terreno. População está à mercê de bandidos Enquanto não se chega a uma solução sobre o novo DPM, a população continua desamparada. “Somente este ano nossa empresa foi alvo de sete ações de bandidos, duas por arrombamento, e nas outras, assalto à mão armada, um desassossego”, desabafa o gerente de um estabelecimento no bairro.

Outro morador afirma que, dias atrás, por volta das 21 horas, dois veículos foram roubados perto da casa onde mora. “A moça entrou em desespero ao sair do restaurante e não ver o carro. No outro caso, o motorista teve uma arma apontada para a cabeça, sendo obrigado a entregar as chaves do veículo; mas, como os bandidos foram para o lado da Norte Sul e lá as saídas são fechadas, eles abandonaram o carro e fugiram a pé”. Moradores e comerciantes afirmam que a quantidade de policiais é insuficiente, e que até diminuiu após a demolição do DPM. “Jardim Camburi virou rota de fuga para os bandidos”, apontam. O comandante da 4ª Companhia da PM, capitão André Luís, afirma que o número de policiais não diminuiu, porém, preferiu não informar a quantidade de policiais responsáveis pela segurança no bairro, alegando questões estratégicas. Segundo ele, um dos fatores que mais tem dificultado o combate à violência é a alta reincidência do crime, ao dizer que “os policiais estão cansados de prenderem sempre as mesmas pessoas”, defendendo a necessidade de mudança da legislação penal e a adoção de ações sociais, além de medidas preventivas por parte da sociedade e ações conjuntas entre as polícias civil e militar. Ele orientou a população a denunciar qualquer atitude suspeita por meio dos telefones 190 ou 3327-3169 e 3224-5280, DPMs de Goiabeiras e Jardim da Penha, respectivamente.


gente

Uma calçada nada cidadã Cabe aos donos dos imóveis fazer as reformas necessárias, para livrar os transeuntes dos riscos

O

Calçada Cidadã é um projeto de acessibilidade, sustentado pela Prefeitura de Vitória, cujo objetivo é garantir uma mobilidade segura para aqueles que se deslocam a pé, especialmente para deficientes, gestantes e idosos. O plano consiste na implantação de calçadas padronizadas, que possuem uma área livre, para circulação, e outra com piso diferenciado (o chamado podotátil), que demarca a região com árvores, postes, orelhões etc., sinalizando, especialmente para deficientes visuais, que ali não é seguro caminhar. De acordo com a prefeitura, a região das calçadas cidadãs para livre circulação deve ser “plana, sem degraus, sem obstáculos e não escorregadia”. Apesar da crescente adequação de moradores e comerciantes a esse projeto, o que se percebe de fato por todo o bairro de Jardim Camburi são calçadas quebradas e esburacadas, com armadi-

lhas que representam um verdadeiro perigo aos pedestres, mesmo nos casos em que a padronização foi adotada. Elizabete Araújo Oliveira é moradora do bairro, disse que só anda pelas redondezas e que as calçadas realmente representam um obstáculo: “a situação das calçadas de Jardim Camburi está horrível, de vez em quando tropeço ou quase enfio o pé em um buraco. Já machuquei meu pé várias vezes, dando topadas”. Os responsáveis pelas calçadas, no entanto, são os proprietários dos imóveis nos quais elas se localizam. Por isso, instalar a calçada cidadã e realizar sua manutenção deve ser uma iniciativa privada. Preservá-la, por sua vez, é encargo de todos os cidadãos que por ela circulam. Por isso, os moradores são muito mais responsáveis do que a prefeitura pela precariedade das calçadas do bairro. Cabe aos donos dos imóveis fazer as reformas necessárias, para livrar os transeuntes dos riscos. Roberta Zamprogno Dominici, também moradora de Jardim Camburi, afirma que grande parte das calçadas do bairro está danificada, o que ameaça a segurança especialmente dos idosos, destacando que nem todas estão enquadradas nos padrões da Calçada Cidadã. Além disso, ela sofre com um fator a mais, bem conhecido pelas mulheres: “eu, com frequência, saio de salto, por isso, meu cuidado precisa ser redobrado, afinal, com a condição das calçadas, é muito fácil acabar torcendo o pé”. A população, por sua vez, deve se conscientizar da importância de manter as transformações e recuperações realizadas. Já as calçadas de espaços públicos, como a orla e as praças, são de responsabilidade da prefeitura. Para mais informações sobre a Calçada Cidadã, ligue: (27) 3325-2615. Roberta Zamprogno Dominici: “eu, com frequência, saio de salto, por isso, meu cuidado precisa ser redobrado”

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Cotidiano

Área comercial de Jardim Camburi vai muito além da região central do bairro

C

ontendo o maior número de moradores dentre os bairros do Espírito Santo, Jardim Camburi é grande também em extensão, o que, se é vantajoso por permitir que diversos tipos de atendimento sejam oferecidos em sua própria área, pode ser também desvantajoso, por dificultar o conhecimento dos moradores acerca de todos estes serviços, principalmente devido à crescente expansão do comércio, que chega, inclusive, a áreas antes majoritariamente residenciais. É o caso das ruas próximas ao Shopping Norte Sul, que têm sido contempladas por novas empresas, como lojas, mercados e copiadoras. Cristine Silveira Magalhães possui um estabelecimento nessa área e disse que já se sentiu prejudicada pela dimensão de Jardim Camburi: “temos vários moradores novos que não conhecem bem o bairro e, por falta de divulgação dos próprios comerciantes, preferem procurar o comércio em outros lugares. Somos nós, os próprios comerciantes, que acabamos perdendo”. Aqueles que aqui vivem podem encontrar praticamente todo serviço de que precisam dentro do próprio bairro, sem a necessidade de se locomover grandes distâncias em busca de comércio especializado, já que este se concentra abundantemente no território de JC. Muitas vezes, no entanto, por uma questão de praticidade e comodidade, os habitantes acabam se limitando às áreas vizinhas à sua própria casa

e, nas necessidades diárias, frequentam apenas esse comércio mais próximo, hábito que se acentua com a tendência de construir abaixo dos novos prédios residenciais áreas comerciais, justamente com o intuito de facilitar a vida dos que ali vivem. Além disso, Cristine diz que “a maior parte dos moradores acha que só existe comércio na região central de Jardim Camburi. Muitos até chamam o lado do bairro depois do Shopping Norte Sul de bairro Santa Terezinha, como se fosse uma região separada”. Para o atendente Gilson Dias, uma boa ideia é, de vez em quando, dar uma circulada pelas ruas do bairro, para descobrir outras atividades exercidas e novos estabelecimentos, tanto para desfrutar da variedade que Jardim Camburi oferece quanto para conhecer empresas, áreas de entretenimento e restaurantes mais propícios às preferências e às demandas de cada um. Contudo, em outros casos, os moradores até desejam conhecer diferentes serviços de que já ouviram falar, mas por causa das dimensões territoriais, não conhecem a localização exata das empresas e lojas que os oferecem. Cristine dá ênfase à importância da divulgação: “precisamos fazer com que os moradores saibam que não precisam sair do bairro para que tenham seus serviços atendidos”. É bom lembrar que existe ainda uma grande quantidade de áreas comerciais recém construídas, que em breve serão ocupadas. Vale a pena ficar de olho.

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em foco

Moradores fazem seus relatos sobre JC e dizem o que esperam do novo prefeito e vereadores na Câmara Municipal Conheci Jardim Camburi na década de 60, quando era quase um deserto, havia algumas casas e o bairro parecia muito distante da cidade. Quando vim residir aqui, e isso já faz 20 anos, já era possível imaginar o crescimento que viria nos anos seguintes, o que de fato se confirmou. O bairro tem hoje a dimensão populacional que muitas cidades brasileiras não possuem, oferecendo toda a comodidade aos seus moradores, porque tudo é perto. É uma região muito agradável para se viver. Precisamos de medidas urgentes para organizar o trânsito no bairro, para combater a violência. Creio ser necessário também uma unidade de saúde com atendimento 24 horas. De um modo geral, as autoridades da cidade têm contemplado muitas necessidades de Jardim Camburi. Espero que se continue a investir no bairro, especialmente de modo preventivo, conforme as demandas dos moradores. Joarês Mendes de Freitas Pastor na Primeira Igreja Batista

Moro e trabalho em Jardim Camburi há 23 anos. Aqui, temos agências bancárias, supermercados, excelentes bares e restaurantes, escolas, shopping, faculdade e um comércio muito ativo. O crescimento populacional talvez tenha superado as expectativas iniciais, daí a necessidade de estabelecimento de mão e contramão em todas as ruas, para melhor ordenamento do trânsito. Outro fator de preocupação é a segurança, principalmente depois da demolição do DPM. Quanto ao prefeito e vereadores da próxima legislatura, espero que eles façam um trabalho melhor dentro do nosso bairro, atendam as nossas reivindicações e olhem Jardim Camburi com a devida atenção que o bairro merece. Inclusive na área do entretenimento, já que os melhores eventos sempre acontecem da Avenida Dante Micheline para o lado da Praia do Canto, e nunca aqui na praia de Jardim Camburi.

Lúcio Flávio Otaviano Meira - Comerciante no segmento de panificação

Dez anos de Jardim Camburi e podemos definilo como um bairro maravilhoso, muito familiar e muito aconchegante, bastante tranquilo em relação a outros bairros da cidade, tudo é perto, o que proporciona comodidade na hora das compras e outros afazeres, seja de carro, de bicicleta ou mesmo a pé. Outro ponto positivo é a excelente estrutura comercial, com boas lojas e oferta ampla de produtos e serviços. Como pontos a serem melhorados, destacamos a segurança e melhor estrutura de supermercados; além disso, vemos que hoje falta melhor comunicação por parte do executivo junto aos moradores e comerciantes na questão da execução de obras no bairro. Quanto ao futuro prefeito e vereadores, que cumpram com aquilo que Jardim Camburi e demais bairros de Vitória esperam deles, principalmente nas áreas de educação, saúde e segurança, e que também possam proporcionar à população opções de lazer inteligentes. Melck Guilherme e Emília Empresários do setor de transporte

Nasci em Jardim Camburi e moro aqui há 21 anos, ou seja, toda a minha vida. Um bairro muito bom, oferece diversas opções a todos os moradores. Para os mais jovens, como eu, não é preciso sair para outros bairros, porque o segmento do entretenimento está acompanhando o crescimento de Jardim Camburi, com surgimento de restaurantes, bares e boate. Anos atrás, só tínhamos pracinhas. Acho que falta segurança. Quanto ao novo prefeito e vereadores, espero que eles invistam mais na infraestrutura, não só do bairro, mas da cidade toda, principalmente em segurança, saúde e educação, e que eles façam um trabalho de verdade, não ficando apenas em promessas de campanha. Natália Novaes Conti de Souza Estudante, comerciária

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Jardim Camburi: 3237-2030 / Praia do Canto: 3225-4838 / Praia da Costa: 3329-3739 / Coq. Itaparica: 3062-9688


tendência

A volta dos mullets

A

s grifes que lançaram suas coleções de primavera-verão trouxeram uma moda, inaugurada por famosas como Demi Lovato, que já está em todas as vitrines: os vestidos e saias curtos na frente e mais compridos atrás. Se nas primeiras aparições esses modelos causaram certo estranhamento, agora já conquistaram muita gente e têm circulado mesmo em ambientes mais casuais. Essas peças são chamadas de “mullets”, por causa dos cortes de cabelo de mesmo nome, muito famosos na década de 1980, que consistiam em um cabelo curto na frente e comprido atrás. As coincidências, no entanto, param por aqui, já que, enquanto os cabelos com tal estilo são vistos hoje como abomináveis, as saias e vestidos são símbolo de bom gosto e sofisticação. Uma boa ideia é começar com peças mais básicas, neutras, fáceis de combinar. Depois, com a prática e o hábito, dá até para ousar e se jogar nas saias e vestidos estampados e de cores fortes. Não tenha medo de arriscar. A tendência continua forte no verão 2013 e, com a variedade de modelos, é fácil achar um que combine com você.

Efeito

Espaço

salão

Mu

Dicas para lavar o cabelo

S

e você é daquelas que, quando cuida do cabelo no salão, mesmo que não tenha feito hidratação, sai de lá com ele macio, brilhoso e lindo e tem certeza de que isso é resultado dos super produtos a que nós, meras mortais, não temos acesso, saiba que não é bem assim que funciona e que o efeito de salão pode ser conseguido em casa sim, todos os dias, com a utilização de alguns truques simples na hora da lavagem. A primeira coisa é conhecer os três tipos de shampoo e a que cada um se destina: Transparente – esse é o shampoo que realmente limpa. Algumas marcas adicionam cor, deixando-os amarelos, rosas etc., como os shampoos de bebê. Translúcido – esse shampoo é perolado, representa a maior parte do que encontramos no mercado para uso doméstico. Sua finalidade é o tratamento (normalmente trazem na embalagem a informação de para que fim específico servem: hidratação intensa, manutenção de coloração, redução de volume, efeito mais liso etc.). Ele, sozinho, não limpa profundamente. Leitoso – esse shampoo fornece um tratamento mais intenso. Usado sozinho, pode deixar o cabelo oleoso, pesado, com aspecto feio, porque não retira os resíduos. Diante dessas informações, o que fazer? Fundamental é saber que nenhum cabelo é tratado se estiver sujo. Por isso, o ideal é passar primeiro o shampoo transparente, para limpar e, depois de enxaguar, passar o shampoo leitoso, para tratar. Você pode, ainda, substituir o condicionador por um creme de tratamento de ação rápida, para ter um cabelo mais hidratado. Seguindo essas dicas simples, você terá um cabelo maravilhoso todos os dias!


lher

Doenças sexualmente transmissíveis - DST

Q

ueridas leitoras, hoje eu estou estreando este espaço e aproveito para escrever sobre um assunto bastante delicado e até certo ponto polêmico: DST - Doenças Sexualmente Transmissíveis. No consultório, minha maior dificuldade é de dar o diagnóstico de DST, pois compromete o relacionamento do casal. Isso porque, certas doenças, como o HPV, têm um período de incubação de até 20 anos, portanto, não necessariamente, seu contágio ocorreu com esse parceiro atual. Sendo que a Gardnerella não é considerada - como todos pensam - uma doença sexualmente transmissível, pois pode ocorrer também por alteração do PH vaginal. Voltando a falar do HPV, minha querida leitora, a verruga na vulva tipo couve-flor é o sub-tipo de HPV menos agressivo. Hoje temos a vacina quadrivalente que é dada para todas as mulheres a partir dos nove anos para prevenir câncer por HPV. Também serve para aquelas mulheres

que já entraram em contato com HPV. Quanto aos outros tipos de DST, temos a Clamídia, que geralmente é de diagnóstico difícil, mas se a paciente apresentar infecção do trato urinário ou Cistite de repetição, colo friável (que sangra), devemos geralmente pensar logo em Clamídia. Há também o Gonococo, com a secreção muco-purulenta no colo uterino e dor pélvica. A Sífilis, com sua alta incidência na gestação e no recém-nato. Portanto, nunca deixe de realizar o respectivo teste no pré-natal. O HIV, o qual não ocorre apenas entre parceiros homossexuais, está aumentando muito entre parceiros heterossexuais. Além disso, querida, se você for detectada com um tipo de DST, não deixe de ser vacinada contra a Hepatite B, pois ela também é considerada DST e facilita a entrada do vírus HIV. Peça sempre ao seu ginecologista todos os exames de DST. Sendo assim: preventivo anual e rastreio de DST + preservativo = saúde da mulher. Beijão e até a próxima. Drª Rozeli de Medeiros Poloni - Ginecologista e Obstetra

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Especiarias e ervas aromáticas

A

receita do chef

s ervas aromáticas e especiarias enriquecem o sabor dos alimentos, por estarem desde sempre ligadas à arte da culinária. As ervas aromáticas são folhas de plantas frescas ou secas, enquanto que as especiarias são as partes aromáticas: rebentos, frutos, bagas, raízes ou cascas normalmente secas, provenientes de plantas oriundas das regiões tropicais. Dessas ervas, destacamos o tomilho. O tomilho é adequado para pratos de longa cozedura e estufados. Ao contrário da maior parte das ervas, com excepção dos orégãos, o tomilho é tão bom seco como fresco. É maravilhoso com carneiro, mas também é bom com porco, frango, peixe e ovos. Deve ser utilizado com moderação porque o seu sabor se sobrepõe facilmente a todos os outros.

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Ricardo e Tita (Orients Culinária Japonesa), recebendo os amigos Rodrigo Leite e Patrícia Machado. Ele recém-chegado a Jardim Camburi

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