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Jardim Camburi Agosto/2012 Distribuição Dirigida Ano I - Nº 1

Em Revista

Aniversário Jardim Camburi está completando 45 anos. Para comemorar, traçamos a trajetória do bairro desde a sua fundação até os dias atuais

de bike

A opção pela bicicleta como principal meio de locomoção

Beleza &

bem-estar

10 passos para uma imagem positiva do corpo

Gastronomia

Uma deliciosa receita assinada pelo chef do Orients Culinária Japonesa


Palavra dos editores

Parabéns!

J

ardim Camburi merece toda comemoração por parte de seus moradores, afinal, são 45 anos de fundação de um dos bairros mais tradicionais de Vitória, o mais populoso do Espírito Santo, nascido a partir de um loteamento aprovado em 1928; porém, as primeiras 100 casas construídas somente em 1967. Para nós da Jardim Camburi em Revista não poderia haver melhor momento que este para o lançamento de um veículo diferenciado, voltado para os assuntos do bairro, com ênfase ao que de melhor acontece por aqui, sem, contudo, fechar os olhos para as necessidades surgidas a cada dia, tendo em vista o acelerado processo de crescimento. Um bairro com muitas qualidades, grandes empresas no seu entorno, comércio forte e atuante, rede bancária, escolas, faculdade, shopping, excelentes opções em gastronomia... Um bairro que a cada dia experimenta novas transformações. Se estamos evoluindo como bairro e nos aprimorando como moradores, como comunidade e indivíduos, vale ressaltar o papel e a responsabilidade social de cada um. É neste contexto que nasce a Jardim Camburi em Revista, um veículo de comunicação que veio para servir e ser instrumento de interatividade. Assim, que daqui a mais 45 anos, outros possam olhar para a História e também dizer: “parabéns Jardim Camburi”. Boa leitura e até a próxima.

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Av. Herwam Modenese Wanderley, 804 (em frente a Faculdade Estácio de Sá)

Cópias e Impressões preto & branco e coloridas Recebemos e enviamos fax - Convertemos fitas VHS p/ DVD Cartão de Visita - Folder - Banner - Panfleto - Plastificação Encadernação capa dura - Encadernação em aspiral - Livros fiscais Monografia e TCC - Escaneamento - Carimbo - Etc.

“Chegamos,

porque estava na hora de um bairro tão importante como Jardim Camburi ter uma revista com o próprio nome”

Jardim Camburi Em Revista

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Expediente / Sumário

Capa As transformações de um bairro que não para de crescer Páginas 10 e 11

Jardim Camburi Em Revista

Fundadores Elcio Cordeiro / M aria José Postay Reportagens Elcio Cordeiro / Le andra Postay Departamento Comercial Maria José Postay Colaboradores Alessandro Valada res, Rachel Moura, Filipe Mar chesi, Marla Marques, Maressa Moura, Johny Bitencourt, Ana Pa ula Oliveira, Joares Mendes de Freitas, Ronildo Miguel Projeto Gráfico e Editoração Elcio Cordeiro Distribuição Dirigida

Contato revistacamburi@gmail.com (27) 3026-0990

Participe!

Nossa comunicação será mais dinâmica com a sua colaboração. Escreva para nós enviando sua opinião, crítica e/ou sugestão.

AINDA NESTA EDIÇÃO Pág. 6 A bicicleta como principal meio de locomoção Pág. 5 10 passos para uma imagem positiva do corpo

Pág. 8 Acacci é referência no apoio a crianças e adolescentes com câncer Pág. 12 Ir à feira é tradição em Jardim Camburi Pág. 16 Dica do mês para música, livro e filme Pág. 17 Grandes empresas estão vindo para o Espírito Santo. Os profissionais estão preparados?

Pág. 19 O artesanato como fonte de renda e atividade terapêutica


Jardim Camburi Em Revista

beleza & bem estar

revistacamburi@gmail.com (27) 3026-0990 / 9602-7776

10 passos para uma imagem positiva do corpo

T

odos nós conhecemos pessoas que centram demasiada energia e preocupação em questões relacionadas ao corpo, à imagem e à estética. Nos é relativamente fácil rotulá-las de vaidosas, superficiais ou autocentradas. Mas estas preocupações não têm nada a ver com vaidade, constituindo até uma perturbação e contribuindo para a baixa estima, aumentando ainda mais os distúrbios alimentares. No fundo, no fundo, tudo é uma questão de como a pessoa olha para si própria. A National Eating Disorders é uma associação que se dedica a dar suporte a indivíduos e familiares afetados por distúrbios alimentares. Em uma de suas campanhas são listados 10 passos que colaboram com uma imagem positiva do próprio corpo. 1 – Aprecie tudo que seu corpo pode fazer. 2 – Mantenha uma lista de 10 coisas que goste a respeito de si mesmo (coisas que não estejam relacionadas com quanto você pesa ou com como aparenta). 3 – Lembre-se de que a beleza verdadeira não está apenas na pele... Beleza é um estado de espírito. 4 – Olhe para você mesmo como uma pessoa completa. Não foque em partes específicas do seu corpo. Valorize-se! 5 – Mantenha por perto apenas pessoas positivas. Fuja de gente baixo astral. 6 – Cale as vozes internas que dizem que seu corpo não está bem e que você é uma má pessoa. 7 – Vista roupas confortáveis e que façam você se sentir bem a respeito do seu corpo. 8 – Exercite seu olhar crítico a respeito das mensagens da internet e da mídia. 9 – Faça algo legal por você mesmo (algo que deixe seu corpo saber que você está curtindo). 10 – Use o tempo e a energia que você poderia gastar se preocupando com comida, calorias e seu peso para fazer algo para ajudar outras pessoas.

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Terça - 20h (no templo) Quinta - 20h (nos lares) Domingo - 9h (EBD) 10h30 (culto) 18h (EBD) 19h30 (culto) Rua Carlos Delgado G. Pinto, 765 atrás do Lago de Garden

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Tendência

sustentabilidade

A bicicleta como principal meio de locomoção

A

queles que se locomovem pelas grandes cidades enfrentam diariamente um trânsito caótico, assim como suas consequências, dentre as quais estão o gasto de horas para percorrer trajetos que, se não fosse a grande quantidade de carros em circulação e os engarrafamentos resultantes, poderiam ser feitos em alguns minutos, a dificuldade de encontrar vagas para estacionar e a exposição a um maior risco de acidentes. Os que utilizam o transporte público se deparam com ônibus lotados, que muitas vezes passam depois do horário estipulado e chegam atrasados ao seu destino final. Com todas essas dificuldades, não há quem não se estresse e é certo que o trânsito das metrópoles tem arruinado o humor de muita gente. Diante de tais questões, algumas pessoas optaram pela adoção da bicicleta como meio principal de locomoção. É o caso de Carlos Eduardo Rodrigues Barbosa, 22 anos, que usa a bicicleta diariamente e alega ter decidido utilizá-la no lugar de outros veículos por causa dos benefícios que oferece: “além de ser um meio de transporte barato e rápido, ela é um ótimo exercício para quem não tem muito tempo para ir à academia.” O ciclismo oferece, de fato, muitas vantagens: quem pedala não tem problemas com engarrafamento, não precisa gastar com manutenção, gasolina ou passagem, sempre encontra onde estacionar, possui mais facilidade para variar a rota e ainda contribui com a redução da poluição sonora. Utilizar a bicicleta no lugar do carro ou do ônibus é, ainda, um benefício para o planeta: os veículos motorizados são uma das principais causas do agravamento do aquecimento global, graças à emissão de poluentes. A bicicleta, por sua vez, é um transporte limpo e não causa qualquer dano ao meio ambiente. Além de tudo, o

ciclismo faz muito bem para a saúde. Quem não tem tempo de se dedicar a qualquer atividade física pode se exercitar todos os dias, a caminho do trabalho, da escola ou de um encontro com os amigos, desfrutando, ainda, da vantagem de gastar muitas calorias. Em diversas cidades da Europa o ciclismo é amplamente adotado por pessoas de todas as classes econômicas e faixas etárias, como em Amsterdam, Copenhague e Berlin. O uso da bicicleta é incentivado em tais lugares pelos próprios governantes, porque se tem consciência da melhora que isso representa na qualidade de vida. Infelizmente, a maior parte das cidades brasileiras não foi planejada pensando nos ciclistas e, mesmo com o aumento do número daqueles que pedalam e com o interesse global por um mundo sustentável, os governos ainda não se atentaram à necessidade de rever a estrutura urbana. A própria cidade de Vitória, assim como suas redondezas, quase não possui ciclovias, por isso, é preciso ter muita atenção durante a pedalada. “A nossa cidade é pequena e plana, ideal para que seus moradores adotem a bicicleta como principal meio de transporte”, afirma Carlos Eduardo. No entanto, existem várias dificuldades, como ressalta o estudante Vicente Gonçalves Gewehr, 20 anos, que também utiliza a bicicleta diariamente: “comprar uma bicicleta em Vitória já é difícil, as lojas são caras e as bicicletas são de baixa qualidade. Não existem ciclovias nem ciclofaixas em Vitória, o que torna essa simples prática algo perigoso. Não existe sinalização para os ciclistas, se eu falasse que deveria ter nos sinais um semáforo para travessia exclusiva dos ciclistas, muitos achariam cômico. Em Vitória, os motoristas não respeitam a distância mínima de 1,5m, tornando a prática ainda mais arriscada”. Jardim Camburi Os moradores de Jardim Camburi podem desfrutar da ciclovia da praia de Camburi, que vai até a Praia do Canto. Apesar de ela não se estender até o interior dos bairros, com algumas exceções, já pode ser de grande ajuda para aqueles que costumam se locomover apenas dentro da própria cidade, entre os bairros vizinhos. Mesmo com todas as dificuldades enfrentadas pelos ciclistas, Vicente incentiva aqueles que estão pensando em substituir o carro ou o ônibus pela bicicleta: “não devemos deixar de adotar esse meio de transporte, pois com maiores adesões pode ser que o governo e a população se atentem à necessidade de colaborar com um ciclismo mais seguro”.

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Estudante Vicente Gonçalves Gewehr: “Não existem ciclovias nem ciclofaixas em Vitória, o que torna essa simples prática algo perigoso”


opinião

Parabéns, estudante Ana Paula Oliveira

N

o dia 11 de agosto é com e m o ra d o , no Brasil, o Dia do Estudante. Em meio a tantas notícias de lamento educacional, como a greve de professores universitários federais que já dura mais de 60 dias, parece vir na contramão a comemoração dessa tão importante data. Entretanto, é de grande relevância para todos reconhecer nesse dia um marco de esperança. Esperança por um futuro melhor, esperança por mudança no presente e esperança de lembrarmos o passado. Foi em 11 de agosto de 1827 que D. Pedro I instituiu, no Brasil, os dois primeiros cursos de ciências jurídicas e sociais do país e deu origem a essa data. Para depreendermos a importância desse dia, vale considerar que a etimologia da palavra estudante nos informa que ela é derivada da palavra estudar. Estudar vem da palavra ‘estudo’ com junção – ar. Estudo vem do latim ‘studio’, que é o tempo que a pessoa gasta na obtenção de conhecimento. Desse modo, o estudante é quem obtém conhecimento e, em tempo de globalização tecnológica, o conhecimento é algo de grande valor para o momento presente. Engana-se hoje quem não vê no conheci-

CHURRASCARIA A LA CARTE

mento um valioso tesouro. É o conhecimento a alavanca que nos move e nos oferece oportunidade para posterior realização. Cabe ressaltar, porém, que o conhecimento distancia-se da mera informação. A informação é perdida quando não utilizada, quando não aplicada na vida. Já o conhecimento é a informação conquistada, vivida, experimentada. Assim, o conhecimento é uma parte do todo que compõe um estudante. Este, por sua vez, parte do todo que compõe nossa nação. Ou seja, é o estudante uma parte preciosa de nós mesmos. Nesta data, precisamos reconhecer no estudante o conquistador do novo, o vencedor, porque a cada dia dribla as adversidades e continua a caminhar. Precisamos homenagear este que nos permite acreditar que o amanhã certamente chegará com jeito de novo, carregado de boas notícias. Parabéns a você, estudante, que de um modo ou de outro nos faz cantar os versos de Vinícuis de Moraes, compositor do Hino da UNE (União Nacional dos Estudantes), que diz “A nossa mensagem de coragem/ É que traz um canto de esperança/ Num Brasil de paz”. Assim, acreditamos que a educação é o melhor caminho a ser percorrido.

“Engana-se hoje quem não vê no conhecimento um valioso tesouro”

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Parabéns Jardim Camburi, pelos seus 45 anos. A gente faz parte dessa história!

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desde 1982


voluntariado

F

Acacci é referência no apoio a crianças e adolescentes com câncer

undada em 15 de março de 1988, a Associação Capixaba Contra o Câncer Infantil (Acacci) torna-se cada vez mais referência no que diz respeito ao apoio médico, psicológico e econômico às crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer infantil. Segundo Elisa Oliveira, diretora presidente, atualmente existem cerca de 700 crianças em atendimento, entre as que estão terminando o tratamento e aquelas que estão iniciando ou em manutenção. A instituição, por meio da Casa da Família, atende crianças do Espírito Santo e também de Minas Gerais, Bahia e até de Rondônia. “Existe uma rotatividade muito grande na Casa, porém, se chegar mais alguém conseguimos receber, uma vez que as crianças não ficam hospedadas. Elas vêm, fazem os exames e se hospedam com um acompanhante até sair o resultado”, comenta Elisa. Com uma equipe de 56 funcionários e cerca de 200 voluntários, a Casa oferece capela ecumênica, salinha de auxílio pedagógico para as crianças que ficam com alguma defasagem escolar, biblioteca e brinquedoteca. Além disso, todas as tardes e manhãs as mães têm aulas de trabalhos manuais, como bordado, pintura e patwork. Também está sendo criado o grupo Gerar, que vai proporcioanar às mães um percentual sobre tudo que for vendido daquilo que elas fizerem. “Essa interatividade maior vai nos ajudar a detectar quando alguém estiver muito tristonha, seja pelo resultado que acabou de receber ou devido a uma piora no quadro de saúde do filho. Aí a gente foca no trabalho, fazendo com que ela brinque, sorria e com que, com as outras, divida conhecimento, sofrimento. Assim a mãe dá uma relaxada na dor e leva para a comunidade dela aquilo que aprendeu”, diz Elisa. Essa presença da família no processo de tratamento e recuperação da criança tem sido cada vez mais levada em consideração pela diretoria e demais funcionários da Acacci, tanto é que desde o ano passado foi criada uma ala para os pais, que a exemplo das mães, já podem também acompanhar mais de perto a situação da criança, o que acaba contribuindo no processo de recuperação. Elisa faz questão de ressaltar que todo o tratamento oncológico é realizado no hospital, a Acacci apenas acolhe, ficando a mãe encarregada de administrar a medicação e cuidar do filho, como se estivesse em sua própria casa. “O nosso grande parceiro, o que segura a Acacci, é o Hospital Infantil, pois foi lá que a Acacci nasceu”, finaliza Elisa. Conheça mais sobre a Acacci, torne-se você também um voluntário. Rua Domingos Póvoa Lemos, 297, Jardim Camburi, Vitória/ES. Telefones: (27) 2125-2990 / 2125-2991. www.acacci.org.br.

Dada a largada para mais uma Campanha

A

Associação Capixaba contra o Câncer Infantil (Acacci), instituição beneficiada com a arrecadação do McDia Feliz, está vendendo tíquetes antecipados (R$ 10,50 cada), que dão direito a compra de um sanduíche Big Mac no dia 25 de agosto nos restaurantes McDonald´s (isoladamente ou na McOferta nº 1 mediante pagamento da diferença). Este ano, os recursos arrecadados com o McDia Feliz no Espírito Santo serão aplicados pela Acacci em dois projetos por meio do Programa Atenção Integral: programa de atenção interdisciplinar domiciliar à criança e ao adolescente com câncer, familiares e cuidadores e na manutenção predial, revitalização e otimização de espaço da Casa da Família. A presidente da Acacci, Elisa Oliveira, destaca que “esta é uma das maiores contribuições que a Acacci recebe, o que possibilita a realização de projetos e melhorias também no Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória, parceiro e berço da Acacci”. A campanha McDia Feliz é coordenada pelo Instituto Ronald McDonald e está na 24ª edição. Anualmente, beneficia mais de 30 mil crianças, adolescentes e seus familiares. Este ano, 58 instituições de todo o país receberão recursos do McDia Feliz. Desde 1988, mais de 100 instituições de todo o país já foram apoiadas com a arrecadação de mais de R$ 130 milhões. O McDia Feliz é o dia de maior movimento do ano nos restaurantes McDonald’s. Em 2011 foram vendidos mais de 1,6 milhão de sanduíches Big Mac em todo o país, o que contribuiu para a arrecadação recorde de R$ 17,3 milhões. Serviço: Onde comprar o tíquete antecipado Acacci: Rua Domingos Póvoa Lemos, 297, Jardim Camburi, Vitória ES. CEP.:29.090.080 Tel. (27) 2125.2990 – 2125.2991 A venda antecipada representa uma importante parcela na arrecadação total da campanha McDia Feliz, composta ainda pela venda de sanduíches Big Mac no próprio dia, isoladamente ou na promoção (exceto alguns impostos), além de produtos promocionais.


SHOPPING DO

AUTOMÓVEL

SEJAM BEM VINDOS!

Todas as Marcas num só lugar!

O

consumidor, quando se propõe a comprar um carro, com certeza leva em consideração o modelo, o ano e a conservação do veículo. Porém, é importante avaliar outros fatores, como a procedência do veículo e a idoneidade do vendedor; além de outros requisitos para uma compra segura, como garantia, estado do carro e também variedade de estoque: o que facilita na hora da escolha. Em Jardim Camburi, do ponto de vista da infra-estrutura, o SHOPPING DO AUTOMÓVEL é um complexo comercial idealizado com o objetivo de agrupar em um único e confortável espaço físico as melhores empresas relacionadas ao comércio de veículos automotores, propiciando aos seus clientes e usuários mais comodidade, e aos seus parceiros, consequentemente, maiores oportunidades de negócios. O empreendimento está localizado numa área de 12 mil metros quadrados, às margens da Ro-

dovia Norte Sul, funcionando há mais de dois anos e com um total de seis revendas, reunindo num mesmo espaço cerca de trezentos veículos de diversas marcas, anos e modelos, o que representa uma facilidade a mais para o cliente, que economiza tempo e não fica andando de um lado para o outro na hora de escolher. Diferente de um feirão, o SHOPPING DO AUTOMÓVEL se destaca pela sua localização permanente e só trabalha com veículos seminovos, ou que estejam em excelentes condições, oferecendo amplo estacionamento, financiamento com aprovação imediata e garantia de transferência junto ao Detran. Todas as revendas trabalham de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, dando garantia de 90 dias no motor e caixa. O SHOPPING DO AUTOMÓVEL funciona de segunda a sexta-feira das 9h às 19h, e aos sábados até as 16h.

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capa

45

anos de

Ja

As transformações de um ba

D

o ano de 1967, época em que foram construídas as primeiras 100 casas em Jardim Camburi, até os dias atuais, muitas foram as transformações ocorridas. A vasta paisagem daquele tempo nem de longe sonhava ser “engolida” por diversos prédios e outras construções. Nem os poucos moradores poderiam antever que um dia tantos Hélio Scárdua carros estariam circulando e disfoi o primeiro putando uma vaga de estaciofeirante de namento nas ruas, muito menos Jardim Camburi: que o bairro pudesse vir a ter o 37 anos de custo do metro quadrado entre convivência os mais valorizados da capital, com o bairro hoje girando entre R$ 3,3 mil a R$ 4,2 o residencial e R$ 5,2 mil o comercial. Esse fato é constatado nos depoimentos, como no de Hélio Scárdua, o primeiro feirante de Jardim Camburi, que pelo relato feito, pode ser considerado um dos desbravadores do bairro. “Comecei a trabalhar em Jardim Camburi em 1975. Primeiro trazia as verduras e hortaliças numa kombi, depois num carro pequeno, caminhão e depois num ônibus, e as vendia numa feirinha que ocorria nas imediações da Igreja Católica, atendendo principalmente aos moradores de um conjunto construído pela Vale, único do bairro, que na época contava, no máximo, com cerca de 2 mil a 3 mil moradores”, comenta. Hélio diz que não esperava que Jardim Camburi fosse se desenvolver tanto e chegar ao ponto que chegou. “Deixei de comprar muitos terrenos baratos por aqui porque eu não acreditava no desenvolvimento do bairro, haja vista que isso aqui era um ermo, tudo na lama, difícil até para encostar o carro para trabalhar”. Apesar da sua estreita relação com o bairro, Hélio informa que nunca morou em Jardim Camburi e diz que nesses 37 anos de convivência o que mais o impressionou foi a rápida transformação do aspecto urbano, marcada pela construção dos grandes prédios. Na avaliação do comerciante, que ainda hoje continua atuando no bairro - só que agora no ramo de móveis planejados e artesanato -, um dos grandes desafios de Jardim Camburi, senão o maior, é dar solução à questão do trânsito local.

Bairro

deu nome ao primeiro hits da

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Banda Zémaria

Vou dar uma volta em Jardim Camburi / sair por aí / só volto amanhã... Esse trecho é parte de uma das letras do primeiro CD da Banda Zémaria (foto), uma das mais tradicionais da música capixaba, que com oito turnês internacionais na bagagem, acaba de voltar de mais uma viagem à Europa, desta vez para comemorar os 11 anos de carreira que a banda completa esse ano. Seu mais novo single, “Instant lover”, foi lançado em Paris e Berlim. Porém, tudo começou aqui, em Jardim Camburi. Mas quem conta essa história é Juliana Batista Brandão, promotora de eventos e decoradora. Morando no bairro há pouco mais de oito anos, ela fala com propriedade do final dos anos 80, em que saía de Jardim da Penha com um grupo de amigos e outros da Mata da Praia e vinha dar uma volta em Jardim Camburi. “Havia um bar muito legal, o Sala 11, que ficava na Rodovia Norte-Sul, que na época era uma estrada de chão, cercada por um enorme matagal. A Banda Zémaria fazia seus ensaios lá e compôs a música ‘Jardim Camburi’, que fala: vou dar uma volta em Jardim Camburi, saír por aí, só volto amanha... Isso porque o caminho era longo, uma volta para se chegar aqui”, diz Juliana, entre risos. Segunda ela, além do Sala 11, outro atrativo era ‘Os caras de pau’, uma turma muito animada que junto a outros amigos locais fazia pranchas de surf. “Um tempo diferente em que, devido à distância, chegava a rolar certo preconceito por parte de outras pessoas contra aqueles que aqui moravam, considerados suburbanos. Hoje, a gente vê todo esse cenário atual, como o bairro cresceu e se desenvolveu, assim como a própria cidade de Vitória”, comenta. A decoradora se diverte ao relembrar, e disse continuar seguindo a tendência do bairro, que é mesclar experiência com juventude, ao dizer que os amigos daquela época de Jardim da Penha e Mata da Praia, também casados, estão morando aqui, enquanto seus pais continuam nos outros bairros. “Jardim Camburi tem essa característica também, muitos filhos casam e vêm para cá. Hoje encontro esse pessoal novamente, andando de bicicleta pelo bairro, trabalhando... Isso traz boas lembranças”, finaliza Juliana.

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Rua Carlos Romero Marangoni, 326 - Jardim Camburi - Vitória/ES


rdim

Camburi

irro que não para de crescer Feirinhas

e

Festa Junina

da

Igreja Católica,

Falar de Jardim Camburi para o professor e coordenador escolar Filipe Marchesi, é lembrar de uma tradição muito presente na vida dos moradores do bairro: as ferinhas e a Festa Junina da Igreja Católica. Ele destaca ainda a paixão dos moradores pelo bairro, desde épocas em que os setores de serviços não eram tão bons quanto atualmente. “Quando me mudei para cá em 1984 com a minha família, uma padaria de qualidade, uma escola decente, tudo isso era complicado. Hoje em dia, a gente consegue encontrar setores de serviços bem avançados: padarias, supermercados, shopping, escolas, clínicas médicas, faculdade... tudo para atender bem os moradores”. Naquela época, prossegue Fililpe, o bairro praticamente era mato do colégio Elzira Vivacqua dos Santos para trás. “Tinham pouquíssimas casas ali naquela redondeza, apenas o condomínio Residencial Club e poucos lugares de acesso após a escola”, informou. Para o professor, o desenvolvimento, ainda que faça parte do progresso, acaba impondo um preço alto àqueles que aqui moram ou trafegam, ao ressaltar as questões relacionadas ao trânsito e também à violência, fazendo coro com outros moradores.

Waldetar

e

Elisa Franchiane:

tradição de longos anos

Filipe Marchesi: “O desenvolvimento impõe um preço alto àqueles que aqui moram ou transitam”

“Em determinados pontos, é impossível estacionar, inclusive à noite. Da mesma maneira que o trânsito torna-se caótico, seja pela chuva, seja por causa dos horários de pico, principalmente nas vias de acesso da Rodovia Norte-Sul, há ainda outro fator de preocupação: a criminalidade que acompanha o crescimento. Por isso, precisamos de atenção maior por parte das autoridades”, enfatiza Filipe. Ele falou ainda sobre o fim do Vital, carnaval fora de época que ocorria na avenida Dante Micheline. “Uma grande conquista que contou inclusive com a participação da associação de moradores e igrejas, o que evidencia a força do bairro, pois o evento trazia grandes transtornos, tanto para o trânsito - pois fechava a principal via de acesso ao bairro -, quanto por colaborar com o crescimento da violência”.

desenvolvimento acelerado do bairro

Morando no bairro há 18 anos, o médico aposentado Waldetar de Oliveira e a esposa Elisa Franchiane de Oliveira usam o bom humor para descrever como que os dois, junto com a neta que mora com eles, chegaram à conclusão de que deveriam permanecer no bairro. Waldetar de Oliveria Elisa conta que depois e Elisa Franchiane: que entrou para a faculda“Toda a infraestrutura de de moda pensou em se que a gente precisa mudar com a família para tem aqui” uma casa localizada no bairro Jucutuquara, tendo em vista que a neta já estuda nas imediações e a faculdade também está localizada próximo. O difícil foi convencer o marido, conta ela.

“Ele tem uma paixão muito grande por este bairro, o que eu também tenho, mas a mudança seria mais pela facilidade, tanto para mim quanto para minha neta. Acabei sendo voto vencido”, brinca Elisa, que atua como voluntária num projeto social do bairro. Segundo o casal, o desenvolvimento acelerado de Jardim Camburi chega até mesmo a surpreender. “Alguns meses saímos e vimos pelo menos uns 40 edifícios em construção. Evidentemente isso é o progresso, mas chega a assustar ao imaginar onde irão ficar todos esses carros, pois as ruas já estão congestionadas. Como vamos fazer para resolver esse problema?”, indagam. Apesar dos desafios, ficou claro que eles não trocam o bairro por nenhum outro lugar. “A infraestrutra que a gente precisa tem aqui, como farmácias, escolas, restaurantes excelentes, hospitais, bancos, comércio atuante e muito mais”, resume Waldetar.


gente

Ir à feira é tradição em Jardim Camburi

Eliane Olunder Gerin: “conheço muitos clientes pelo nome”

T

em-se conhecimento da importância das feiras ao ar livre desde o período de transição entre a idade média e o renascimento comercial, quando cidadãos advindos de vários lugares se reuniam em certo ponto para venda e troca de produtos. O hábito se estendeu ao longo dos séculos e, como herança daqueles tempos, nos restaram as feirinhas, tanto de verduras e outros gêneros alimentícios, quanto as noturnas, para lazer, geralmente localizadas em praças e que oferecem diversas opções de entretenimento. Ambos os tipos de feiras se espalham por toda a cidade e têm um público amplo e fiel. As feirinhas de frutas e verduras, majoritariamente diurnas, que normalmente também oferecem opções de carnes, queijos e temperos, são uma alternativa aos supermercados. Diversos clientes são atraídos pelo preço, um dos fatores mais importantes a se considerar, além de ser tradição paras muitos moradores. A aposentada Jandira Brito vai à feira semanalmente e diz: “a feira não só me oferece muita variedade, como também é sempre mais em conta”. Há quem as prefira a outros tipos de comércio, ainda, por causa da qualidade. A feirante Maria Célia do Nascimento de Freitas diz que, muitas vezes, os alimentos, especialmente no que concerne às hortaliças, estão mais frescos e são comercializados diretamente pelo produtor, sem passar por vários transportes e mãos. “Além disso, quem opta por comprar na feira tem a vantagem de não enfrentar fila”, afirma. Já Eliane Olunder, moradora de Soído de Baixo, em Marechal Floriano, ressaltou a facilidade de fazer novas amizades. “Conheço muitos clientes pelo nome, é amizade mesmo. Eles chegam e perguntam pela família, como está indo a vida, essas coisas. Quando não são eles que perguntam, somos nós que perguntamos”, comentou. As feirinhas de lazer, por sua vez, viraram ponto de encontro de muita gente. Uma das mais movimentadas de Jardim Camburi é a que se instala de quinta a domingo na pracinha em frente à Igreja Católica e

possui atrativos para todos os gostos: barraquinhas de comida, que oferecem desde acarajé e yakissoba até hambúrguer e churrasquinho, cama elástica para as crianças e barraquinhas de roupas e bijuterias. As feirinhas são, ainda, uma ótima pedida para quem gosta de curtir a noite ao ar livre. A universitária Isabella Mariano, 20 anos, é frequentadora assídua e aponta que, apesar de restaurantes muitas vezes oferecerem pratos mais sofisticados, as feirinhas possuem vários pontos positivos: “a liberdade de poder sair e voltar, sem aquele constrangimento que há em locais fechados. Não preciso esperar alguém vir me atender. Já que não há atendimento, eu mesma vou e peço o que quero, muito mais prático. É muito funcional ir a pracinhas quando não se tem muito tempo, dinheiro ou paciência. Sem contar que os lanches estão prontos quase na hora, você os vê sendo preparados”. Se você nunca experimentou marcar o encontro com os amigos em um espaço assim, vale a pena tentar. Pode ser que goste tanto que acabe como Isabella, que vai pelo menos uma vez por mês e garante: “o espaço aberto me dá muito mais liberdade de falar alto, rir, fazer piadas ou pagar micos.” Já para os responsáveis pelas compras domésticas ou amantes da culinária, uma parada nas feiras de frutas e verduras é quase obrigatória. Se for o seu caso, ainda pode aproveitar e fazer como Maressa Moura, fotógrafa, que, apesar de não ir regularmente à feira, quando vai, além de abastecer a despensa, faz questão de uma pausa para o pastel com caldo de cana: “sempre que vou à feirinha, pastel e caldo acabam sendo uma consequência”. LOCAIS E HORÁRIOS Feira livre de Jardim Camburi: Rua Carlos Romero Marangoni, sexta feira, das 6h às 12h. Feirinha noturna: praça da Igreja Católica, de quinta a domingo, a partir das 18h.

Maressa Moura: pausa para o pastel e caldo de cana

www.saboremkone.com.br Av. Augusto Emília Estelita Lins, 270 - Lj 06 Jardim Camburi


acontece Jardim Camburi Quando de Minas aqui cheguei Logo depois de me casar Muito depressa me encantei Com esse maravilhoso lugar Bairro tranquilo, acolhedor Não tinha bancos, nem tantos prédios Nem tantas igrejas, nem shopping Nem tantas farmácias, nem tantas lojas Escolas eram tão poucas Mas com o tempo abriram outras Hoje, temos até faculdades Tudo isso, pra nossa comodidade Não precisamos sair daqui Pra fazer compras ou pagamentos Aqui em Jardim Camburi Tem de tudo, parques, restaurantes, [salões e divertimento, Obrigada por tantos anos nos acolher Somos felizes aqui e não queremos ir embora Quando preciso sair daqui Meu coração pede baixinho pra que eu volte sem demora Somos gratos a Deus por trazer-nos pra cá E aproveitando o momento de festa, quero parabenizar Ao nosso querido Jardim Camburi Por 45 anos completar. Rachel Moura

Para refletir!

“O pensamento positivo pode vir naturalmente para alguns, mas também pode ser aprendido e cultivado, mude seus pensamentos e você mudará seu mundo” (Norman Vincent Peale)


artigo

Johny Bitencourt Administrador de Empresas johnybitencourt@gmail.com

M

Grandes empresas estão vindo para o Espírito Santo. Os profissionais estão preparados?

uitas pessoas têm buscado aprender outros idiomas para atender à demanda bilíngue e para se preparar para as Olimpíadas e a Copa do Mundo de 2014 no Brasil; mas o domínio de idiomas como mandarim, japonês e mesmo o inglês, deixam a desejar segundo empresas que necessitam desta mão de obra no estado. Por isto é muito importante ao ingressar em um curso, escolher a escola correta. “A contratação de profissionais de mandarim, japonês e até mesmo o inglês, é muito difícil e algumas empresas têm buscado esta mão de obra fora”, afirma Jenilson Marinho, Coordenador Pedagógico da Wizard Idiomas. Informações como esta devem ser um alerta para os profissionais do estado. Ainda mais que o aprendizado do idioma é a longo prazo. De acordo com Jenilson Marinho, os cursos de curta duração não podem ser confundidos com o ensino mais abrangente do idioma que resolve qualquer situação, pois o domínio exige anos de imersão. “É necessário investir com antecedência no aprendizado de outro idioma, pois não se aprende da noite para o dia”, explica. Hoje em dia, empregos que anteriormente

exigiam somente experiência na área passaram a exigir outro idioma. É comum ver nos classificados anúncios para vendedor, secretária e recepcionista exigindo inglês. Este quadro atual faz lembrar os anos 90, quando houve uma grande procura por cursos de informática. Naquela época, quem tinha o curso de informática era destaque no mercado de trabalho, enquanto hoje, se o profissional não tiver bons conhecimentos de informática, na maioria dos casos estará fora do mercado de trabalho. É o que começa a acontecer com o inglês. Há alguns anos ter um curso de inglês era um grande diferencial, enquanto hoje passa a ser exigência no currículo. Profissionais do Espírito Santo, não esperem a oportunidade chegar para se preparar para o mercado de trabalho, seja bilíngue. Deixar para depois pode ser muito tarde, devido ao tempo que é necessário para aprender outro idioma e ter realmente o domínio do mesmo. Do contrário, se torna necessária contratação de profissionais qualificados de outros estados ou até mesmo de fora do país, para atender a esta demanda que poderia ser atendida localmente.


finanças

A

Carro: mais vantagem comprar ou alugar? quinto a um terço do que ele gastou na compra do bem em impostos e outros custos, como os citados acima. O economista listou os principais custos de um veículo popular novo. São eles: a depreciação, o seguro, o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores), o licenciamento, a manutenção, o DPVAT (seguro-obrigatório). Outros fatores devem ser levados em conta, como exemplo, o tempo em que o proprietário de um carro particular fica sem o mesmo, devido àqueles períodos em que é obrigado a parar o carro para revisões e manutenções, enquanto que, no aluguel, o cliente tem o carro sempre à disposição. Além disso, outras situações vivenciadas mostram que o cliente que adquire um carro novo fica sem o veículo quando o mesmo apresenta defeitos ou panes durante a resolução do problema. No caso do aluguel, o carro é substituído de forma imediata.

o colocar os gastos de um carro próprio na ponta do lápis, o consumidor brasileiro vai constatar que manter o veículo pode sair mais caro do que usar o transporte público ou alugar um carro nos finais de semana. Quem já optou pela mudança garante que a economia pode chegar a R$ 12 mil por ano, considerando custo inicial de R$ 1.280,00 por mês de um carro alugado. É o caso do aposentado João Aguiar de Almeida, ao ressaltar que, antes de decidir por outro carro para a família, fez as contas e chegou à conclusão de que valeria mais a pena alugar do que comprar. Para o economista Mauro Manhães Filho, se a pessoa não tem necessidade diária do uso do carro, é mais interessante alugar um carro ou pegar um táxi. Ele fez um comparativo entre o consumidor brasileiro e o norteamericano, ao ressaltar que nos EUA é comum alugar o carro e dar prioridade à compra da casa própria. Melck Guilherme, diretor da MCK Locadora de Veículos, concorda com as palavras de Eduardo, mas afirma que já se nota uma mudança de postura por parte do consumidor brasileiro. Segundo ele, a principal desvantagem de quem compra um carro zero quilômetro é a depreciação, entre outros. “No caso dos populares, a depreciação varia de 10% a 15% no primeiro ano, já no caso dos carros de médio luxo e daqueles com maior quantidade de opcionais, essa depreciação no primeiro ano pode variar entre 15% e 25%, isso sem contar custos como seguro, licenciamento, IPVA, DPVAT e manutenção”, ressaltou Melck Guilherme. Ao somar a maioria das despesas e deixar o carro parado na garagem, o economista Mauro Manhães afirma que o consumidor está gastando, em um ano, de um

Veja quanto custa manter um carro popular próprio de R$ 30 mil Gasto com seguro 5% do valor do veículo = R$ 1.500 Taxa de licenciamento cerca de R$ 207,80 = R$ 207,80 IPVA - 2% do valor do carro = R$ 600,00 Depreciação – em média, 20% no 1º ano de uso = R$ 6.000 DPVAT (seguro-obrigatório) R$ 97,01 + R$ 4,15 (custo do boleto) = R$ 101,16 Manutenção do carro cerca de R$ 700 por ano = R$ 700 TOTAL = R$ 9.108,96

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dicas

MÚSICA Foster the People Banda de Los Angeles, Califórnia, que mistura rock, pop-dance e outros gêneros. O grupo lançou em 2011 seu primeiro ábum, Torches, e estourou com a música “Pumped Up Kicks”. O álbum pode ser adquirido no site oficial da banda (http://www.fosterthepeople. com) ou em lojas especializadas. Gravadoras: Columbia Records e Startime International. R$ 24,90

LIVRO O que é isso, companheiro? De Fernando Gabeira - Nesta narrativa, Fernando Gabeira, envolvido com os movimentos de guerrilha contrários ao governo ditatorial brasileiro no final da década de 1960, fala a respeito da vida na clandestinidade, expondo, com uma linguagem elaborada e clara, fatos políticos marcantes dos quais fez parte, como o sequestro do embaixador americano. Editora: Companhia de Bolso. R$ 21,50

FILME Um método perigoso O drama se baseia na relação entre Carl Jung (Michael Fassbender) e Sigmund Freud (Viggo Mortensen), a partir da qual surge a psicanálise. A história abarca a relação conflituosa de ambos com uma paciente, Sabina Spielrein (Keira Knightley). Lançamento: 2011 (no Brasil, 2012) Diretor: David Cronenberg Gênero: Drama, suspense Nas locadoras

Rede Social Jardim Camburi Faça parte você também! A Rede Social de Jardim Camburi iniciou suas atividades em 14 de setembro de 2009, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos moradores do bairro. A rede é uma forma de organização capaz de reunir pessoas e instituições em torno de objetivos comuns, primando pela flexibilidade, dinamismo, democracia e descentralização nas tomadas de decisão, com autonomia e horizontalidade das relações entre seus elementos.


Formatura PRIME

sociais

E: Inglês PRIM os alunos do ra pa 7. s /0 ai ci 22 pe em Momentos es a formatura 4 tiveram su de High as rm tu os do Júnior 6, antes, 29/0 a an m rs se a cu o) Um ltimo nível do Advanced (ú

. Da esquerda para a direita: Profª Raquel Mendes Macedo, Prof. Jocimar Flausino (diretor do PRIME), formanda Isabela Galuppo Silva (oradora da turma de High Advanced) e Profº Paulo Torres (coordenador pegagógico)

Foto - Marla Marques

Foto - Maressa Moura

A escritora Rachel Moura no dia do lançamento oficial do seu primeiro livro, “Coisas do Coração”, com os amigos Eliane e Ronil, em roda de conversa ocorrida 14 de julho

A pequena Raissa ganhou bonita festa em comemoração aos 7 anos de aniversário, dia 28 de julho. Na foto, com os pais Sílvio e Marlene e os irmãos Lucas e Laís

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Parabéns Jardim Camburi, pelos seus 45 anos. A gente faz parte dessa história!

Rua Augusto Estelita Lins, 465 - Jardim Camburi

desde 1982


receita do chef Makimono Especial Balamaki (4 unid.)

Ingredientes:

Salmão, atum, haddock batidos e temperados com condimentos e enrolados em casquinha de harumaki.

Modo

Movimento aumenta nas noites de Jardim Camburi

P

roprietários de bares, restaurantes, pizzarias e churrascarias de Jardim Camburi são unânimes ao afirmar o aumento no número de frequentadores nos últimos meses. A justificativa, segundo eles, é o crescimento da população local. Outro fator é o fechamento de bares tradicionais no Triângulo das Bermudas, na Praia do Canto, o que fez com que muitos clientes migrassem para cá, assim como pessoas que antes frequentavam as noites em Jardim da Penha. Os empresários afirmam ainda que isso também é o reflexo dos investimentos que são feitos cada vez mais em profissionalização, infraestrutura e gestão empresarial. O design gráfico André Galtieri, afirma que as rondas dele por Jardim Camburi chegam a consumir até 30% de seu salário ele já chegou a gastar R$ 750,00 em uma única noite com a namorada.

de preparo:

Bater os peixes na faca. Colocar os condimentos: alho, pimenta kimchee base, sal, cream cheese e mostarda de curry. Em seguida, envolver na casquinha de harumaki e fritar e só montar o prato. Porção: 4 unidades. Valor: R$ 16,90. Prato contemporâneo. Criação do Chef do Orients Culinária Japonesa

Ricardo Sales

Jardim Camburi Em Revista


arte

O artesanato como fonte de renda e atividade terapêutica

Q

uando as mulheres misturam o dom do empreendedorismo ao talento com trabalhos manuais, o resultado só pode ser o sucesso profissional. O mercado do artesanato comprova isso em números. Para se ter uma ideia, a venda de trabalhos artesanais corresponde a 2,5% do PIB brasileiro. Entre os 8,5 milhões de artesãos, 87% deles são mulheres, que têm nele sua principal fonte de renda. Porém, muitas pessoas acabam se envolvendo com as técnicas artesanais por verem nelas uma atividade terapêutica, uma forma de se desestressar. É o caso de Luzia Parrine e Inês Lírio, que participam diariamente do curso ministrado pela professora Renata Cruz no ateliê da Q’Arte Artesanato, em Jardim Camburi, praticando técnicas de acabamento e pintura de artesanato em MDF e acrílico, entre outros. “Gosto muito da pintura de decoupage, de caixinhas e biscuit. Um dia cismei em fazer e com isso já estou há mais de 2 anos e meio aqui. Está sendo muito bom, uma terapia, e não adianta alguém me pedir para fazer por encomenda, porque neste caso eu acabo me estressando. Faço com calma, para mim mesma. Se vender, vendi”, conta dona Luzia, que ajuda o marido na administração de uma empresa familiar. Inês Lírio, funcionária pública do Judiciário, afirma que entrou para o curso a apenas três meses, mas disse que nesse tempo já deu para perceber como as técnicas do artesanato aliviam as tensões e ajudam no combate ao estresse. Para a professora Renata, além dos benefícios para a saúde e de aprender artes manuais com pintura no MDF, as pessoas ainda têm a oportunidade de se relacionarem, criando novas amizades. “Eu tenho alunas aqui que já estão há 5 anos comigo. Então acaba sendo formado um vínculo de amizade. Muitas pessoas também vêm para o curso como forma de terapia e acabam descobrindo uma profissão, fazendo desse trabalho manual uma fonte de renda. Alguns chegam a parar de trabalhar fora para se dedicarem exclusivamente ao artesanato”, comenta Renata. Ainda segundo ela, cada aula dura três horas e o curso acontece de segunda a sábado, mas o aluno pode fazer mais de um dia por semana.

O curso de artesanato na Q’Arte acontece há 9 anos, ou seja, desde o início das atividades da empresa em Jardim Camburi. Mais informações: Q’Arte Artesanato Rua Dr. Herwam Modenese Wanderley, 266 - Jardim Camburi - Vitória/ES. Telefone: (27) 3395-0546. Visite o site: www.qarte.com.br



1ª Edição - 15/08 a 15/09/2012