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ISSN 1679-7620

Evoluindo com você

Nossa nova marca levará você mais longe


6 0 + 06 2012 2012

No Dia do Profissional de Logística...

...O IMAM apresenta

nova marca

O dia 06 de junho homenageia o profissional de logística mas, este ano, também marcará a estreia da nova marca do Grupo IMAM, que reflete o propósito da empresa de aplicar o melhor conhecimento para solucionar as questões relacionadas à gestão logística e empresarial, de forma competente e criativa. A marca é um organismo vivo, em movimento, em constante renovação. Cuidar dela não é só a repetição correta de seu desenho. É multiplicar corretamente e sempre de forma renovada as ideias que fazem do IMAM algo único.


O IMAM com

futuro

A nova marca é apenas parte do trabalho realizado pela empresa. Seu desenvolvimento envolveu a redefinição do negócio – que abrange consultoria, treinamento e publicações: • Cursos abertos e Seminários • Cursos in-company • Missão de Estudos ao Japão

• Consultoria e Assessoria • Editora de livros e DVDs • Revista intraLOGÍSTICA

“A Arte e a Ciência do Fluxo de Materiais”

www.imam.com.br


EDITORIAL

Vida longa ao IMAM

P

rofissionais do segmento: parabéns pelo dia da logística! Grupo IMAM: parabéns pela nova fase que se inicia. A edição de junho da revista é especial por dois motivos: a comemoração do dia da logística, em 6 de junho, e a apresentação da nova marca do Grupo IMAM, que reflete o propósito da empresa de aplicar o melhor conhecimento para solucionar as questões relacionadas à gestão logística empresarial, de forma competente e criativa. O IMAM, fundado em 1979, integra duas empresas: a IMAM Consultoria e a IMAM Editora, e tem permitido a todos os colaboradores das empresas brasileiras e internacionais, em todos os níveis, sejam elas de qualquer ramo de atividade ou porte, o acesso às mais modernas técnicas e ferramentas de gestão empresarial. O Grupo já realizou 50 missões para o Japão, China, Estados Unidos e Europa;

1.050 projetos de consultoria; 5.400 cursos e seminários internacionais; treinou 220 mil profissionais; tem 240 mil livros vendidos e 100 publicados e conquista, mensalmente, 60 mil leitores qualificados com esta revista. E por falar em revista, confira nesta edição a cobertura da Feira de Importação e Exportação de Cantão, em Guangzhou, na China, considerado o maior evento de negócios multissetoriais de todo o mundo; a lista dos 20 maiores fornecedores de sistemas de movimentação de materiais elaborada anualmente pela revista americana Modern Materials Handling; os investimentos nos Terminais Logísticos de Carga da Infraero e os destaques da ISO 28.000, que aborda o “Sistema de Gestão da Segurança da Cadeia Logística”, entre outros temas. Boa leitura e até julho!

fale conosco

Diretor responsável: Reinaldo A. Moura Redação: Sylvia Schandert – MTb 32131 e Thaís de Paula Assistente: Tatiane Marques Conselho Editorial: Antonio C. Rezende, Eduardo Banzato, Eliane Oliveira, Kalid Nafal, Luiz Roberto Fonseca, Sidney Trama Rago e Wagner Salzano

Comentários, sugestões, críticas a reportagens, artigos e releases devem ser encaminhados a: Rua Loefgreen, 1400 - Vila Mariana 04040-902 | São Paulo - SP | e-mail: redacao@imam.com.br

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junho 2012

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a 1a revista de Logística, Movimentação e Armazenagem de Materiais, é uma publicação mensal. Registro no Cartório de Títulos e Documentos sob no 1086, em 16 de abril de 1980. Associado à

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ÍNDICE Número 260 | junho 2012

D E S TA Q U E

SEÇÕES

De Cantão para o mundo

32 Mercado

12

42 Destaques internacionais 50 MOVIMAT 64 Literatura técnica 70 10 pontos sobre 80 Dicas da Consultoria 82 Ponto de vista

S É R I E S 24 Otimização de espaços 28 Gestão da SCM 38 Logística pelo mundo 52 Segurança na MAM

R E P O R TA G E N S

24

8 A embalagem certa para cada produto 10 Estruturas de estocagem: pense alto 16 Mezaninos: trabalho em diferentes níveis 20 Receba, separe e etiquete 26 As 20 maiores fabricantes de sistemas de MAM 34 PAC em ação no transporte aéreo 44 ISO 28.000: segurança na cadeia logística 48 Tecnologia e redes sociais 56 Paletes com RFID 60 Pisos super-planos

E M FO CO

65 Estudo de caso: o som do lean

59 Mais uma fusão: SEE e ITW

68 Informe publicitário: estocagem de inovações

72 BMC: nova unidade para empilhadeiras

74 Circulação de ar nos armazéns

77 Parceria renovada: Retrak e ID Logistics

78 Versatilidade nos caminhões semipesados

79 Storopack: investimento no Brasil


embalagem

bambu

Embalagem de fibras de bambu

A embalagem certa Reflita sobre o produto e suas necessidades para evitar danos

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elecione a embalagem certa para o produto e você ganhará uma cadeia de suprimentos mais eficiente. Mas, se falhar corre o grande risco de prejudicar o resultado final. Combinar um produto com sua embalagem deveria ser uma tarefa simples, principalmente nos dias de hoje, quando 8

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podemos contar com os avanços tecnológicos. Apesar de tudo, as pessoas têm embalado produtos com papelão da mesma forma há mais de cem anos. A quantidade de opções de embalagens continua crescendo, ficando mais difícil escolher a melhor e com menor custo efetivo de materiais a serem usados para embarcar um determinado produto.

Ao mesmo tempo, mudanças em muitas cadeias de suprimentos - aumento das importações, o crescimento de canais adicionais de vendas e marketing – significam crescimento das potenciais armadilhas. Muitos importadores estão incorrendo em altos níveis de danos em produtos despachados, por exemplo, da China devido


Polpa de bambu

à qualidade inferior dos materiais da embalagem. Embora a China recicle bastante papel e importe ainda uma boa quantidade de países desenvolvidos, particularmente dos EUA, ainda deve recorrer a outras fontes de fibra para atender à elevação da demanda. Fibras não oriundas da madeira, como palhas de trigo e arroz, contribuem com quase 85% da mistura que a China produz, de acordo com um estudo da PwC (PricewaterhouseCoopers). A PwC estima que 17% da terra da China esteja coberta por florestas, por isso os fabricantes de papel da China fazem caixas com muitos tipos de mistura, como arroz e bambú, entre outros. O problema com as fibras que não são oriundas da madeira é serem mais curtas e aproximadamente 50% mais fracas que as convencionais, além de sofrerem mais com as condições - às vezes úmidas - da viagem marítima. Para os distribuidores que recebem um

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quantidade de opções de embalagens continua crescendo, ficando mais difícil escolher a melhor e com menor custo efetivo

embarque e pretenderem encaminhá-lo é recomendável uma simples verificação visual para saber se as caixas ainda estão inteiras. Uma opção será colocar uma embalagem dentro de outra como uma proteção adicional. Os fabricantes e varejistas que são relativamente novos no embarque direto ao consumidor, frequentemente não percebem que o manuseio da carga é constante e, por isso, precisam pensar em toda a cadeia de transporte. Uma vez que se quantifica perdas e se ganha alguma orientação com relação a quanta proteção o produto realmente precisa. Porém, poucas empresas pensam com a profundidade suficiente sobre essa combinação de probabilidade estatística. Algumas empresas percebem que a tecnologia acrescentou mais distância entre os engenheiros, os projetistas e os executivos. O crescimento no número da terceirização em projeto de embalagens também aumentou o potencial de falha de comunicação. O problema vem da coordenação entre não apenas grupos dentro de uma empresa, mas como todos os tipos de fornecedores com os quais estão tratando. Embalagem não é apenas uma decisão de expedição ou do pessoal de marketing que está projetando o produto, mas um tópico para toda a equipe envolvida no processo logístico em toda a cadeia de suprimentos. junho 2012

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ESTRUTURAS DE ESTOCAGEM

Foto: instalação da Ulma

armazenagem

Pense alto

Um produto tão importante como a estrutura porta-paletes pode causar um impacto positivo substancial nas operações

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em dúvida, os avanços revolucionários nas estruturas porta-paletes são muito poucos. O setor é maduro, mas oferece raras oportunidades de avanços surpreendentes. Apesar disso, a combinação de uma boa estrutura com a estratégia correta pode melhorar as suas operações e a sua eficiência, além de possibilitar economias de custo nos armazéns e centros de distribuição atuais. Os processos estão ficando mais enxutos e a estrutura porta-paletes tem o papel essencial de ser a espinha dorsal do centro de distribuição. 10

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Na prática, o usuário final deve encontrar formas de ter mais SKUs (“stock keeping unit”, unidade distinta mantida em estoque) em uma mesma área. Uma solução, para esse caso é o uso de estruturas porta-paletes para corredores estreitos (trilaterais) ou estruturas alto verticalizadas para o uso de transelevadores. Basicamente, os sistemas de estocagem visam mover as estruturas porta-paletes e deixá-las próximas ou no caso de transelevadores, eles permitem aumentar o seu alcance. Os dois tipos de altura são comuns na Europa, nos EUA e na Ásia, onde os imóveis são

muito caros, mas ainda não no Brasil, que possui a maioria de seus armazéns e centros de distribuição construídos no estilo convencional. Contudo, as empresas podem obter economia substancial com a incorporação destes sistemas em suas instalações, pois as estruturas porta-paletes verticalizadas utilizam melhor a área disponível. Os sistemas de estruturas porta-paletes tradicionais exigem corredores entre 3,0 e 4 metros, porém, com um sistema alto e verticalizado, os corredores devem ter uma largura apenas de 1,80 metros. Às vezes as pessoas acham que estão com falta de


espaço, porque estão acostumadas a olhar de baixo para cima e não de cima para baixo. O limite é apenas a altura do teto, por isso subir numa escada e olhar para baixo ajuda a perceber melhor as possibilidades. Os sistemas de estocagem alto e verticalizados podem chegar a 30 metros, mas eles sozinhos não conseguem resolver o problema. Em cada um destes sistemas, são necessárias empilhadeiras especiais ou sistemas de elevação automatizados (transelevadores) para chegar até o produto. Atualmente, um sistema enxuto é fator determinante. Uma operação enxuta é aquela cujo processo tem um fluxo contínuo e sem etapas com perdas. As soluções enxutas podem começar com um simples conceito e levar a melhorias significativas ao longo do tempo. Um modo de eliminar as etapas é utilizar empilhadeiras que consigam movimentar dois paletes ao mesmo tempo, dobrando a produtividade. O pensamento enxuto também se esteve para o desenvolvimento de uma solução que reconfigure a viga frontal das prateleiras da baia de estocagem. Basta dividir a viga frontal das estruturas em duas vigas curvas que são fixadas à parte traseira horizontal, criando uma ampla abertura para que as empilhadeiras selecionadoras de pedidos acessem as caixas de trás de um dos paletes. A nova configuração traduz-se em vantagens ergonômicas e econômicas significativas ao longo do tempo. Menos acidentes com os funcionários, menos avarias aos produtos e maior produtividade, fatores cruciais no aprimoramento de uma operação enxuta e sem manutenções extras. Os sistemas de estruturas porta-paletes dinâmicas são outra modificação simples que pode fazer uma grande diferença em um sistema básico. É uma solução que tem impacto positivo nas despesas com mão de obra e espaço na área de separação de pedidos de um centro de distribuição que normalmente representa de 40% a 60% das despesas totais de uma operação. O principal aspecto deste sistema é pegar algo estático e criar uma

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estrutura portapaletes tem o papel fundamental de ser a espinha dorsal do centro de distribuição estocagem dinâmica. Alguns sistemas que chegam ao mercado podem ser reformados de acordo com os sistemas de estruturas porta-paletes existentes. Quando o produto da frente é separado, a gravidade deixa a próxima caixa fluir sobre roletes desde o ponto de carga até a frente, garantindo que o produto esteja sempre no ponto de separação mais acessível ao funcionário. Esse movimento simples pode aumentar as taxas de separação em até 30%. Se você estiver trabalhando no final de uma operação de atendimento de pedidos, por exemplo, uma boa opção poderá ser uma estrutura porta-paletes menor, flexível e portátil. Quando as necessidades de um fornecedor mudarem ou o armazém incluir um novo cliente ou precisar agregar SKUs para um cliente já existente, ele precisa reconfigurar as estruturas porta-paletes de separação e substituir as estruturas das prateleiras com rapidez. A consolidação das instalações da empresa também é uma estratégia que depende da estrutura porta-paletes e pode resultar em economia de custo, já que todos procuram economisar o máximo possível. Dois armazéns que não tenham estruturas porta-paletes podem se unir e se transformar em um apenas e dividir o espaço. Neste caso, a estrutura porta-paletes é uma despesa de capital, mas que pode se justificar rapidamente devido à economia associada à consolidação dos serviços públicos básicos, do frete, da mão de obra e de outras despesas. Existem mais opções de estruturas porta-paletes do que se pode imaginar. Faça uma pesquisa para obter um quadro mais amplo do que a indústria tem a oferecer. Essencialmente, saia do convencional e veja como melhorar a eficiência dentro do seu espaço cúbico.

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LOGÍSTICA PELO MUNDO

Vista geral externa de apenas três pavilhões

De Cantão para o mundo

Além da mostra de soluções para o setor, a logística presente na maior feira multissetorial do mundo, realizada na China, impressiona a todos

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undada na primavera de 1957, a Feira de Importação e Exportação de Cantão, em Guangzhou, na China, é considerado o maior evento de negócios multissetoriais de todo o mundo. Para quem tem interesse em fazer “negócios da China”, essa é uma das 12

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principais portas de acesso ao mercado chinês para viabilizar negociações em diferentes ramos de atividade. A estrutura da Feira de Cantão, organizada e promovida pelo próprio Governo Chinês, é composta por mais de 50 mil expositores, divididos em três fases (uma fase por semana) ao longo do período de um mês.

A primeira fase, na qual o setor de equipamentos de movimentação de materiais está representado, é onde a IMAM, por meio de seu diretor, Eduardo Banzato, esteve presente para conferir as tendências deste mercado e que também deverão influenciar a próxima MOVIMAT (2 a 4 de outubro próximo).


O evento chinês acontece duas vezes por ano (abril e outubro), pois mercados em forte desenvolvimento necessitam de canais de relacionamento comercial mais frequentes. Equipamentos de movimentação, tais como talhas, transportadores contínuos, máquinas de embalar, veículos leves de carga, carros elétricos, empilhadeiras, entre outros, são apresentados nesta feira com preços muito convidativos se comparados ao nosso mercado (ex.: uma empilhadeira de mastro retrátil por US$ 20 mil), porém é importante considerar nestes relacionamentos comerciais o custo total de propriedade e o serviço pós-venda que os fornecedores oferecem às empresas no Brasil. A imensa quantidade de brasileiros presentes no evento mostra que o canal de relacionamento está aquecido e pode-se esperar resultados destas iniciativas.

O

importante é estar preparado a todo instante e tirar proveito das vantagens que hoje não somente a China, mas que o mundo oferece

Carros elétricos também fazem o transporte de visitantes entre os pavilhões

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O fato é que percebe-se claramente em um evento desta natureza que existem muitos brasileiros se relacionando com muitos chineses e pode-se apostar que destes relacionamentos sairão muitos negócios.

A questão “desindustrialização” Alguns brasileiros presentes no evento, proprietários de indústrias, destacam que continuam com suas fábricas mas atualmente já estão adquirindo componentes e produtos chineses pois a realidade atual no Brasil não permite preços não competitivos. Mas todos entendem que isso é apenas um momento e que a realidade pode mudar em função do cenário macro-econômico atual. O importante é estar preparado a todo instante e tirar proveito das vantagens que hoje não somente a China, mas que o mundo oferece. O chinês pensa assim e nós temos que pensar também!

Mais de 50 mil expositores no maior evento multissetorial do mundo

Estratégias de mercado O que se pode observar na atual conjuntura em relação aos produtos chineses é: Se o mercado chinês se mantém em forte crescimento e a relação de câmbio for favorável para a importação de produtos chineses no Brasil e no mundo, esse fluxo continuará a se intensificar, dificultando assim a indústria de manufatura nacional – neste cenário os chineses não vêem interesse em montar operações em outros países;

Porém, já existe uma linha de pensamento de algumas empresas chinesas que chama a atenção, pois elas já consideram investimentos em operações (manufatura e pós-venda) em países onde se tem ainda potencial de ampliação do consumo no setor (ex.: Brasil), visualizando assim não mais a oportunidade que o câmbio oferece, mas sim a oportunidade que o mercado consumidor apresenta.

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Dia 13 de Junho de 2012, em São Paulo-SP Seminário

TransLog (Estudos de Casos de Multimodalismo) Inscrições com 10%todeaté descon 30/05/2012

A questão atual não é escolher o melhor modal mas optar por uma combinação deles. Estudos de casos de empresas pioneiras em vários ramos mostrarão isto. 7:30 às 8:00 h Recepção e abertura

8:00 às 9:00 h Matriz de Transportes Brasileira

Palestrante: Samir Keedi - Aduaneiras Os erros da matriz de transportes (ferroviário, aquaviário, rodoviário e aéreo) e os porques; Apresentação de forma mais coerente sobre como transportar cargas sob o ponto de vista logístico.

9:00 às 9:30 h Coffee-Break

9:30 às 10:30 h Cabotagem: Logística Sustentável

Palestrante: Gustavo Costa, Aliança Navegação e Logística O modal de Cabotagem é um produto que tem os três itens que caracterizam a Sustentabilidade: Economia, Meio Ambiente e Social. A inserção da Cabotagem nas Cadeias Logísticas Nacionais acompanha o crescimento e a dinâmica da economia Brasileira. Apresentaremos o Produto Cabotagem como fator de competitividade e sustentabilidade aos participantes do evento.

10:30 às 11:30 h A Evolução de Cargas Aéreas no Brasil e o Crescimento do e-commerce

Palestrante: Euzébio Angelotti Neto - TAM Ritmo acelerado, globalização e internet são ingredientes para a perfeita parceria entre o varejo virtual e o modal aéreo, associados a duas importantes variáveis: o tempo e o custo do bem transportado. Conhecimento sobre a evolução desses dois importantes segmentos e sua integração serão pauta da palestra.

11:30 às 12:30 h Logística Urbana

Palestrante: Pierfranco Pastore - Marinha Os problemas da logística de distribuição física e movimentação de cargas nos grandes centros de consumo. Como minimizar os efeitos negativos gerados através da elaboração de estratégias logísticas das empresas e políticas públicas.

12:30 às 13:30 h Almoço

13:30 às 14:30 h Fortalecimento da Cadeia de Suprimentos na Indústria Automobilística

Palestrante: André Wulfhorst - Mercerdes-Benz A centenária indústria automobilística encontra-se em competição acirrada e a garantia de produção e entrega são fundamentais para o sucesso das montadoras. Neste contexto, a cadeia de abastecimento é peça chave. Para garantir o suprimento da quantidade exata, na qualidade adequada e no momento certo, uma infinidade de processos e mecanismos foram desenvolvidos, buscando estabilidade no fornecimento e a minimização dos riscos de desabastecimento.

14:30 às 15:30 h Multimodalismo no Estado de São Paulo

Palestrante: José Vitor Mamede - Professor e Consultor Apresentar a infraestrutura do Estado de São Paulo, seus gargalos regulatórios e operacionais e como a Multimodalidade pode contribuir na logística das empresas.

15:30 às 16:00 h Coffee-Break

16:00 às 17:00 h Fatores de Competitividade na Logística e Comércio Internacional

Palestrante: José Manoel Cortiñas Lopes - Ministério da Indústria e Comércio O atual contexto do comércio mundial e os impactos dos mecanismos de eficiência logística: conteinerização, consolidação de carga e multimodalidade nos transportes. Orgãos intervenientes de governo e o papel da CAMEX (Câmara de Comércio Exterior).

17:00 às 17:30 h Mesa redonda - Perguntas e Respostas 17:30 h Encerramento

Data do evento: 13 de junho de 2012 | Horário: Das 8:00 às 17:30 h Local: Rua Loefgreen, 1400 – CEP 04040.902 - Vila Mariana/SP

INVESTIMENTO: R$ 1.100,00 por participante

Descontos: 10% para inscrição e pagamento até 30/05/2012; 15% para 3 ou mais participantes da mesma empresa; 20% acima de 5 participantes da mesma empresa. Obs.: descontos não cumulativos.

Informações e inscrições: (11)

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gestão

controle de estoque

Trabalho em diferentes níveis As empresas de varejo e de operações logísticas no Brasil procuram aperfeiçoar a infraestrutura de seus armazéns para superar desafios

C

om orçamentos apertados e por diversos outros motivos, os operadores logísticos tentam utilizar o espaço disponível nos centros de distribuição da melhor forma possível. Algumas empresas

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procuram reduzir os custos operacionais consolidando suas operações em um número menor de locais, enquanto outras preferem expandir a capacidade com o objetivo de enfrentar o crescimento dos negócios, mas evitam mudar para uma instalação maior ou

abrir um novo armazém. Uma instalação pode claramente ser subutilizada, no entanto, a solução para esse problema nem sempre é tão fácil quanto preencher as prateleiras. Existe uma série de opções disponíveis, incluindo a totalmente


automatizada e a manual, porém a escolha adequada depende do volume de estoque e da frequência dos acessos. Os centros de distribuição foram projetados para terem uma altura uniforme de mais de 10 metros. Por isso, exceto se houverem estruturas porta-paletes de parede a parede, existirá a oportunidade de expandir o espaço útil para cima. Todavia, a liberar ou criar espaço exige uma análise mais detalhada dos processos de mudanças e de adaptação dentro da instalação. Em muitos casos, faltam dados operacionais, já que muitos gestores de armazéns não têm conhecimento do que realmente está errado na instalação ou como podem melhorar o trabalho. A prioridade é identificar as áreas com problemas e uma das melhores formas de fazer isso é perguntando a quem vive o dia a dia do local. Estes funcionários normalmente sabem quais são os problemas de suas áreas, por isso, uma reunião com eles pode ajudar a compreender adequadamente como o sistema funciona, quais pontos precisam ser melhorados e o que deve ser modificado. Com estas informações adicionais, bastará desenvolvê-las com detalhes sobre as metas que a empresa deseja alcançar, apresentando assim, uma ideia melhor do que será necessário para a mudança e um resumo eficaz para o fornecedor. Por sua vez, o bom fornecedor deve ter a capacidade de questionar esta visão do processo do armazém, com base em pesquisas sobre outras instalações e sua vivência para combinar seu conhecimento e experiência e criar uma solução. Integrando o fornecedor (o mais rapidamente) no projeto será possível conhecer suas ideias e garantir medidas que atendam precisamente suas necessidades operacionais. A criação de um mapa dos processos descrevendo as áreas com problemas facilita o trabalho em conjunto para identificar

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s empresas de varejo e de operações logísticas procuram aperfeiçoar a infraestrutura de seus armazéns para superar desafios os ganhos rápidos e de menor custo que darão um retorno positivo sobre o investimento de forma mais rápida. Com isso haverá a oportunidade de aumentar o espaço útil entre 50% e 100%.

Utilizando o espaço As soluções de separação e estocagem de múltiplos níveis oferecem um meio eficaz de criação de áreas adicionais no piso, usando mezaninos ou estruturas porta-paletes com passarelas suspensas. Na maioria das operações de armazéns baseadas no piso, existe a oportunidade de expandir verticalmente com o acréscimo de dois ou mais níveis e até dobrar o espaço sem a necessidade de uma aplicação completa do planejamento. Uma alteração no perfil dos pedidos nos últimos anos, em muitos casos, transformou as necessidades dos armazéns e os tornaram dependentes de espaço. Por isso, o sistema de múltiplos níveis é ideal para as soluções de separação de itens únicos, de caixas ou de paletes mistos. Outro fator que colaborou para a mudança de ocupação de espaços nos armazéns foi o aumento das compras pela internet, o que criou ainda mais dificuldades para muitos armazéns tradicionais manuais ou semi-automatizados que não estavam preparados para lidar com este tipo de atendimento. Esta necessidade abriu caminho para a terceirização ou transferência a uma instalação separada com custos adicionais. Ao adotar uma solução com mezanino, muitas vezes, as operações de atendimento podem voltar a ser junho 2012

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feitas internamente, incluindo a criação de uma área dedicada dentro do aramazém e com a transferência do estoque para o novo local. Com muitas soluções de estocagem para armazéns, as pessoas não pensam em aproveitar a área sobre as docas de carga. Este espaço morto pode oferecer capacidade de separação adicional ou uma zona de preparação expandida, onde haverá condições de liberar a área em torno das baias. Em alguns casos, isso permitiria a um armazém assumir atividades adicionais durante períodos tranquilos do dia para maximizar o uso. Por exemplo, os pedidos do varejo muitas vezes são separados durante o dia e carregados em contentores sobre rodas que ficam nas docas de carga ou ao redor delas para coleta no turno da noite. Se estes tipos de contentores pudessem ser estocados em uma área

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ara identificar áreas problemáticas basta consultar quem trabalha no armazém diariamente alternativa de estocagem, o armazém poderia ser utilizado para um segundo processo da cadeia de suprimentos, como uma operação de crossdocking entre instalações durante o dia, sem que houvesse qualquer interrupção. Outra tendência é introduzir torres de separação suportadas. Esses sistemas de estruturas porta-paletes de múltiplos níveis usam passarelas suspensas e sistemas de transportadores contínuos para separar múltiplas linhas. Os funcionários separam manualmente os artigos e as peças pequenas que são transferidas para um transportador contínuo em torno do perímetro, com o abastecimento automatizado de um transelevador no

centro da estrutura. Isto proporciona uma separação semi-automatizada eficaz que maximiza o espaço dentro do armazém e agiliza o processo. Existem muitas oportunidades para utilizar a instalação da melhor forma, não apenas para aumentar a capacidade, mas também atender às necessidades exatas dentro da cadeia de suprimentos. Seja para especificar uma área menor em uma nova instalação ou aproveitar ao máximo uma já existente, os operadores podem aperfeiçoar a unidade para reduzir os custos globais, expandir as vendas, trabalhar com mais satisfação, aumentar a produtividade, ter mais espaço e melhorar o serviço.


TI

etiquetagem

Receba, separe e etiquete

Sistemas de etiquetagem podem fazer diferença na eficiência operacional

A

plicar boas práticas de identificação pode simplicar múltiplos processos de armazenagem incluindo recebimento, controle de estoque, separação e expedição. Para escolher a melhor forma de sintetizar sua operação, começe a pensar nos custos gerados pela perda de tempo toda vez que um dos colaboradores do armazém não consegue identificar a mercadoria dentro de suas quatro paredes. A etiquetagem acurada resulta em custos reduzidos de mão-de-obra, menos erros e melhor fluxo para distribuição. Para identificar as cargas de uma forma mais

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proveitosa, você pode etiquetar cada um dos itens desde o momento em que entrarem no armazém, até serem expedidos. O fornecedor também pode etiquetar adequadamente as mercadorias antes de enviá-las ao seu cliente, para obter mais controle sobre sua carga . Outra sugestão é usar etiquetas que permitam leitura e possam ser escaneadas por uma máquina, desde que os dispositivos de escaneamento adequados (automatizados ou manuais) estejam instalados. Outra medida prática que deverá tornar a identificação ágil é colocar as etiquetas em locais que sejam visíveis durante todo o fluxo de

materiais no armazém. Para amarrar o fluxo de informação durante o caminho do produto até o cliente final, interligue a informação por meio de seu sistema ERP (“enterprise resource planning”, planejamento do recurso empresarial) ou seu WMS (“warehouse management system”, sistema de gerenciamento de armazém). Então, verifique a etiqueta tão logo ela for impressa para eliminar falhas nas operações seguintes. O senso comum indica que o melhor lugar para iniciarmos o processo de etiquetagem do material é no ponto inicial, ou seja, o fornecedor. Quando a carga chegar à doca, essa medida auxilia no


A

etiquetagem acurada resulta em custos reduzidos de mão-de-obra, menos erros e melhor fluxo pela distribuição ganho de tempo em todo o processo. A empresa deve receber especificações para etiquetagem do material que a equipe de compras irá compartilhar com os fornecedores. Uma boa especificação de etiquetagem exigirá informações como dados do fornecedor, etiqueta do palete, quantidades na caixa e no palete, etiquetas da caixa, número de ordem de compra, identificação e descrição do produto, data do lote (de fabricação e vencimento), além de etiquetas da peça (ou unidade ou marcações, pois cada item na caixa precisa ter informações sobre detalhes do produto). Muitos fornecedores já atendem a norma de etiquetagem do setor, portanto não é recomendável colocar na etiqueta da caixa ou palete a localização do produto, pois esta mudará conforme seu caminho pelo armazém. Além disso, os principais fornecedores de equipamentos e software de etiquetagem / varredura são bem hábeis nessas normas e são um excelente recurso para informação e padrões, tornando a implementação muito mais fácil para você e para o fornecedor. Nesses ambientes, particularmente aqueles que trabalham com um certo aspecto de varejo, existirão necessidades específicas acerca do uso de etiquetas em caixas de papelão, caixas de outros materiais e paletes. A função básica do processo de recebimento é verificar se o material recebido confere com o pedido de compra. A melhor prática deve ser retirar o material do lugar de estoque usando equipamentos adequados para fazer poucas leituras nas etiquetas do material. Isso permite que todas as informações relevantes sejam automaticamente transmitidas em seu sistema ERP e / ou WMS. Outra uma vez será necessário recomendar aos seus fornecedores que coloquem etiquetas adequadas nos produtos e que seu sistema esteja bem integrado.

É importante que a mercadoria seja adequadamente etiquetada, pelo menos na caixa, antes de ser retirada da área de recebimento. Se o produto não for etiquetado pelo fornecedor, a equipe de recebimento deve imprimir e aplicar as etiquetas. Essa mão-de-obra extra com certeza trará dividendos em longo prazo. Muitos sistemas estão preparados para entrada via etiqueta com código de barras, assim a entrada de dados pode ser realizada pela leitura ao invés da digitação. Mesmo não tendo o sistema mais sofisticado, a eliminação da digitação reduz a mão de obra no recebimento. Leitores de dados de radiofrequência e impressoras de etiqueta portáteis podem tornar o processo ainda mais flexível. A instalação normal ainda incluiria pontos de acesso wireless dimensionados para atender a área de cobertura e a quantidade de dispositivos em uso, coletores de dados selecionados para atenderem os tipos de transações e dados a serem trocados com o sistema. Não se esqueça de revisar como você está identificando seus locais de estocagem. Use etiquetas de localização grandes e claramente legíveis para identificar áreas, corredores e boxes de estanteria. Para facilitar essa movimentação de materiais, as etiquetas precisam ser grandes o suficiente para que sejam vistas a alguma distância. Também precisam incluir informações como identificação das peças e quantidades. Alguns processos simples no armazém ajudam a reduzir os erros. Por isso, exija que cada caixa e cada palete tenham uma etiqueta para identificá-los e faça a leitura da etiqueta para verificar quem conduz a transação ou movimentação do produto. Além disso, marque todos os locais de estocagem e substitua as etiquetas de localização danificadas, certificando-se que as

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21


P

ara agilizar a etiquetagem, há muitas opções, como leitores de dados e impressoras portáteis

etiquetas serão lidas mesmo quando os produtos estiverem guardados. Em seguida, altere as etiquetas, no caso de materiais removidos parcialmente do local ou direcionados para uma área de paletes incompletos. Tenha um processo de ajuste para devolver ao estoque qualquer produto que esteja separado, mas não seja usado, pois esse processo está sujeito a erros humanos. Evite perdas de material e custos extras.

Etiquetas de separação e expedição O segredo para definir um processo de etiquetagem de separação é entender como o processo de separação se encaixa no seu sistema geral. A prática mais comum é preparar documentos do pedido com antecedência, separação conforme a listagem, depois confirmar a separação e etiquetagem do produto num passo separado. O produto separado precisa

*De acordo com as regras descritas no manual de garantia e/ou avaliação do distribuidor autorizado Clark.

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então ser conferido com os documentos da expedição. Esse método requer pouca integração de sistema com a atividade de separação, mas está propenso ao desperdício de mão-de-obra verificando e comparando o produto. E mesmo com esse método é benéfico usar o código de barras da etiqueta do material para constatar se a separação está correta. As etiquetas de separação devem ser geradas o quanto mais tarde possível no processo. Imprimindo as etiquetas de expedição no momento em que o produto é separado, assegura-se que o produto será expedido com aquela etiqueta. Se

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STOCKMANS - RS (54) 3242.1091

DAFONTE - PE - RN - PB - AL (81) 3087.0266 / (83) 3232.3500

TECNOESTE - MT - MS (67) 3041.2688 / (65) 3661.0661

DINÂMICA - RO - AC (69) 3535.5490 / (68) 3221.1157

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LINCK - SC (48) 3203.7000

TRACBEL - MG - ES - RJ - GO - DF - TO (31) 2104.1800 / (27) 2123.9800 (21) 2123.9400 / (62) 4011.3550

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PADRÕES Etiquetagem

Pratica ruim

Prática comum

Melhor prática

Padrão de etiquetagem

Nenhum padrão de etiquetagem.

Documento como parte do processo de operações, raramente compartilhado com os parceiros de negócios.

Padrão documentado em toda a empresa baseado na norma do setor e compartilhado com todos os parceiros de negócios.

Padrão do fornecedor

Nenhuma exigência para os fornecedores etiquetarem os itens adquiridos.

Pedir aos fornecedores para etiquetarem os materiais, já que raramente o fazem.

Exige que todos os produtos sejam etiquetados conforme a norma e medem a conformidade.

Coleta de dados

Poucos leitores de dados.

Leitores de dados por RF em muitas áreas, incluindo em algumas empilhadeiras. Avaliação do RFID.

Coleta de dados totalmente sem fio, usando código de barras ou etiquetas RFID.

Impressão da etiqueta

Poucas impressoras de etiquetas; software inflexível.

Impressão de etiqueta centralizada; número limitado de impressoras ou no próximo ponto de uso, conexão isolada ou limitada aos sistemas WMS/ERP.

Impressoras de etiqueta no ponto de uso ou utilização da tecnologia impressão-eaplicação; software totalmente integrado com os sistemas ERP/ WMS; etiquetas impressas automaticamente.

Instruções de separação

Lista de separação em papel sem uso de etiquetas.

Etiquetas de separação ou expedição disparam a separação.

RF automatizada, separação por luzes ou instruções de separação por voz, com o opcional de etiquetas de separação ou expedição quando disparado.

Etiquetas de expedição

Conferência dos documentos de separação com os itens etiquetados após processo de separação.

Caixas de papelão etiquetadas na separação; documentos de expedição produzidos em lotes no processo de expedição.

Processo de separação e expedição concluídos ao mesmo tempo; etiquetas impressas sobre demanda; etiquetas atendem especificações do cliente diretamente do sistema ERP/WMS.

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00 50

você separa a partir de uma lista ou etiqueta pré-impressa, pode encontrar erros de informação. As empresas devem considerar a eliminação de departamentos de expedição dedicados, pois a melhor prática é aplicar a etiqueta de expedição no momento da separação. Existem muitos estilos de pistolas de leitura: unidades simples interliga-

das ao computador, leitoras automatizadas on-line, unidades sem fio que funcionam com display e alta faixa de leitura. Impressoras de etiquetas também têm aparecido ao longo dos anos. Muitas opções estão disponíveis, com algumas das mais versáteis sendo impressoras portáteis. Pense em colocar esses dispositivos em sua área

de recebimento ou área de separação para que possa imprimir a etiqueta no ponto de uso com baixo investimento em equipamento. A melhor prática é ter o equipamento de leitura ou de impressão de etiqueta interligado ao sistema WMS/ERP, permitindo que você envie e receba informação e execute as transações. junho 2012

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série

Otimização de espaços | 3ª parte

Dedique-se ao planejamento Usando os argumentos corretos você consegue vender as ideias à diretoria

S

e o seu desejo é aumentar a capacidade de estocagem a um custo mínimo, comece a planejar um estudo de viabilidade para obter apoio da diretoria e concretizar sua necessidade de obter investimentos. Como a “compra” de sua ideia será obtida, dependerá muito de seu desempenho em vender as ideias para a diretoria e demais profissionais envolvidos, já que não é interessante perder tempo em algo fadado ao fracasso. Uma estratégia importante para assegurar a aprovação é preparar uma lista de desvantagens que a falta de capacidade de estocagem e disponibilidade de estoque exercem na empresa como um todo. 24

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Problemas como menor produtividade, horas extras e despesas com embalagens e estocagem são mais facilmente compreendidos do que avarias dos produtos, expedição ágil e entrega acelerada ao cliente. Contudo, todas as penalidades de custo, qualidade e serviço que podem ser descritas como justificativa devem ser identificadas. A maior economia é obtida ao utilizar completamente o espaço de estocagem, evitando ou reduzindo o investimento de capital adicional. Essas medidas se refletem na recuperação parcial de gastos empatados e no valor deste ativo “adormecido”, que pode ser demonstrado pelo cálculo do custo presente da capacidade de estocagem de uma carga paletizada.

O custo de impedimento para acomodar tanto o excesso de fluxo atual, quando o projetado pode então ser rapidamente calculado e atualizado por um simples cálculo do retorno sobre o investimento (ROI, “ return of investiment”). Por exemplo, com a estocagem de reserva ocupando uma área de 10.000 m2 e a capacidade de estocagem atual de 11.500 cargas de paletes, a área bruta necessária por carga paletizada seria 0,87 paletes/m2. Com o custo da edificação de R$ 400,00 por m2, o gasto atual de uma carga paletizada de capacidade de estocagem é, portanto, R$ 347,00. No caso de um excesso de fluxo de estocagem de 25%, a despesa com a falta de espaço para


fornecer 2875 cargas paletizadas seria de aproximadamente R$ 1 milhão. Assumindo que o custo de oportunidade do dinheiro é de 15% a.a., o valor potencial para acomodar todo excesso de fluxo atual no espaço existente seria de R$ 150 mil ao ano.

Necessidades da estocagem Após a aprovação, a tarefa de planejamento da primeira prioridade é quantificar as necessidades de estocagem passadas, atuais e futuras. Estas necessidades podem ser melhor expressas em unidades de estocagem, mas os dados nesta denominação raramente fazem parte da manutenção de registros convencionais. Entretanto, os níveis de estoques e custos unitários podem sempre ser obtidos dos registros contábeis e o número de unidades de estocagem (SKUs) de cada item, a partir dos registros de estoque. Uma vez que todos os números disponíveis tenham sido compilados, técnicas de amostragem e observações podem ser utilizadas para

desenvolver fatores de conversão adequados para calcular o número de unidades. As necessidades anteriores de estocagem devem ser detalhadas por mês e por linha de produto pelo menos por dois anos inteiros de modo que as futuras necessidades de estocagem possam ser acuradamente projetadas. Estas projeções precisam ser feitas para um ou mais horizontes de planejamento, utilizando previsões disponíveis de suprimentos, produção ou marketing como um guia. As metas resultantes de capacidade de estocagem devem ser comparadas com a capacidade existente para quantificar tanto as deficiências atuais quanto as futuras. Antes de aceitar os níveis passados do estoque como máximos, o auxílio de outros departamentos precisa ser solicitado para examinar as possíveis formas com as quais o pico de demanda de estocagem poderia ser modificado. Tais esforços coordenados podem revelar oportunidades promissoras para reduzir os níveis de estoques por

meio da produção ou suprimentos just-in-time (JIT), da diminuição do tempo de entrada do pedido ou da redução dos pedidos passíveis de expedição em flutuação, resultando em um faturamento diferente nas pré-expedições a clientes selecionados e medidas similares. Estes diálogos também podem produzir importantes aliados, que, posteriormente, poderão ser um auxílio estratégico para obter aprovação na implementação das recomendações do estudo de planejamento. Uma medida conveniente para avaliar o quanto efetivas podem ser tais medidas de redução do estoque é relacionar os recebimentos diários ou expedições diárias para as necessidades diárias de estocagem. Por exemplo, se o giro dos estoques é de cinco vezes ao ano, o estoque médio será de 50 dias de trabalho. Um dia de expedições aceleradas ou recebimentos diferidos, portanto, reduzirá a necessidade de estocagem de pico em 2%. Continua na próxima edição...

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mam

mercado mundial

As maiores fabricantes Pesquisa anual da revista Modern Materials Handling mostra uma tendência contínua de aumento da receita em 2011 para a maioria das empresas

A

revista intraLOGÍSTICA publica a seguir a tradicional lista dos 20 maiores fornecedores de sistemas de movimentação de materiais elaborada anualmente pela revista americana Modern Materials Handling. O estudo está na 15a edição e foi divulgado em abril de 2012. A pesquisa mostra um aumento da receita para 18 dos maiores fornecedores de sistemas de movimentação de materiais do mundo. Na verdade, a receita total combinada deste ano supera os US$ 11,4 bilhões de 2011 em cerca de 25%. Além disso, o limite para confecção da lista subiu de US$ 100 milhões para US$ 110 milhões.

Requisitos para constar na lista Para serem qualificadas na lista das 20 maiores de Modern, as empresas 26

junho 2012

devem ser fornecedoras ou fabricantes de sistemas de movimentação de materiais e não apenas fornecedoras de equipamentos. Além de fabricar pelo menos dois grandes componentes de sistemas de movimentação, uma empresa também deve empregar funcionários em tempo integral que projetam, instalam e integram os sistemas de movimentação de materiais. Estes sistemas incluem pelo menos dois componentes a seguir: transportadores contínuos, equipamentos de estocagem e espera, unidades de separação, sistemas de classificação, sistemas de gerenciamento de informações, tecnologias de captura de dados e outros tipos de equipamentos de movimentação. Para serem consideradas fornecedoras mundiais, as empresas devem ter presença na América do Norte e também devem ser capazes de declarar as

P

ara serem qualificadas na lista das 20 maiores, as empresas devem ser fornecedoras ou fabricantes de sistemas de movimentação de materiais e não apenas de equipamentos receitas de movimentação de materiais para Modern. (A Lockheed Martin, por exemplo, é fornecedora de sistemas com presença na América do Norte, porém não está incluída na lista das 20 maiores porque não consegue destacar a receita que vem dos contratos de movimentação de materiais).


os 20 maiores fornecedores de sistemas de movimentação de materiais do mundo (Excluindo fabricantes de empilhadeiras) Classificação Empresa em 2011

Classifi- Classifi- Receita Receita cação cação mundial em mundial em Matriz em 2009 em 2010 2010 (US$) 2011 (US$)

1*

Daifuku

2

2

1,96 bilhão

2,5 bilhões

Osaka, Japão

1*

Schaefer

1

1

2,19 bilhões

2,5 bilhões

Neunkirchen, Alemanha

2

Dematic

3

3

1,2 bilhão

1,3 bilhão

Offenbach, Alemanha

3

Murata

5

4

749 milhões 1,05 bilhão

Kyoto, Japão

4**

Mecalux

7

7

574 milhões 952 milhões

Barcelona, Espanha

5

Vanderlande

4

5

742 milhões 747 milhões

Veghel, Países Baixos

6

Swisslog

6

6

650 milhões 654 milhões Buchs, Suíça

7

Kardex

10

9

470 milhões 596 milhões Zurique, Suíça

8

Beumer

9

15

210 milhões

9

Fives Group

13

10

383 milhões 508 milhões Paris, França

10

Intelligrated

15

11

378 milhões 435 milhões

11

Knapp

14

12

329 milhões 423 milhões Graz, Áustria

12

TGW

12

13

306 milhões 394 milhões Wels, Áustria

13

Kuka Systems

N/A

N/A

14

Legris

8

8

500 milhões 289 milhões Rennes, França

15

Witron

16

14

270 milhões 270 milhões

16

FlexLink

19

16

FlexLink Systems 203 milhões 228 milhões (Allentown Pensilvânia) EUA

17

Wynright

N/A

17

135 milhões

216 milhões

Elk Grove, Illinois, EUA

18

Viastore Systems

20

19

104 milhões

125 milhões

Stuttgart, Alemanha

19

Elettric 80

N/A

N/A

94,5 milhões 120 milhões

Viano (Reggio Emilia), Itália

20

Dearborn MidWest Conveyor

18

20

100 milhões 110 milhões

Taylor, Michigan, EUA

N/A

592 milhões

352 milhões

Bechum, Alemanha

Mason, Ohio, EUA

Sterling Heights, Michigan, EUA

Parkstein, Alemanha

*Empate para o nº 1 ** Com base em estimativa do setor Fonte: Estudo independente de pesquisa de Modern Materials Handling

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série

gestão da scm | 3ª parte

O planejamento de carreira em ação Especialistas demonstram alguns passos para se tornar um líder

N

este texto destacamos um estudo de caso sobre David Smith, gerente sênior de supply chain da XYZ, uma das 100 maiores empresas, de acordo com a revista Fortune, com operações em mais de 50 países. Considerado como um talento top em supply chain tornou-se um líder de alto potencial para a empresa. O estudo de caso mostra as

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diferentes estratégias no seu processo de crescimento na carreira usando o modelo de competências personalizado.

Estratégia Organizacional A XYZ vem enfrentando grandes problemas com o aumento da corrosão em seu balanço final. Várias estratégias-chave envolvendo supply chain foram projetadas para atender

as receitas e desafios de custo, usando a eficiência logística como um fator para organizar os gastos e alcançar as metas de serviço. Assim, as iniciativas foram identificadas, como a exigência de talento direcionado ao sucesso. As competências incluem experiência em operações internacionais e capacidade de dirigir mercados em situações econômicas distintas. Veja a tabela 1.


Estratégia Organizacional Data: 06/08/2011

Nome: David Smith Empresa: XYZ Avaliador: Henry F, Lee I, Jack W

Preparado por: Jack Walsh

Principais iniciativas no horizonte

Estratégia de negócios Com o declínio nas receitas e a necessidade de negócios, a empresa prestará mais atenção à influência eficiente do supply chain para transformar o custo de sua estrutura. A organização precisa oferecer aos clientes alta personalização do serviço de classe mundial, mas com o mais baixo custo de desembarque.

Estratégia Organizacional Construir a liderança de classe mundial da supply chain, a credibilidade de campo com a capacidade única de pensar de forma simples as operações de logística de transformação e de construção das capacidades para atendimento de novos pedidos. A empresa também alcançará vantagem competitiva para melhorar a prestação de serviços ao cliente tornando-se líder na comercialização de produtos e processos de capital humano. Aperfeiçoar a qualidade e o índice de sustentabilidade para padrões de classe mundial, instituindo iniciativas Six Sigma ao longo de um período de três anos.

•R  acionalização de fornecedores e gestão de relacionamentos • Produto eficaz de gerenciamento de ciclo de vida • Laboratórios sistemáticos de inovação e aprendizagem • Custos para iniciativas de transformação • Redesenho da logística de atendimento aos pedidos. • Avançado supply chain para implantação de ferramenta de planejamento • Estruturar o e-commerce para atendimento de pedidos • Líder mundial de sustentabilidade • Planejamento internacional de supply chain • Padrões de qualidade Six Sigma em logística

Objetivos da organização

Talento necessário Líderes mundiais de supply chain têm a credibilidade e o conhecimento global sobre o campo, pois são funcionalmente maduros e com uma capacidade única de pensar e encontrar soluções simples para as transformações. Os líderes devem ter o planejamento da supply chain de forma abrangente e global.

Habilidades necessárias Rígidas

Suaves

Sensitivas

•P  lanejamento global da supply chain • Experiência internacional forte • Comercialização de produtos • Especialista de ponta a ponta na cadeia de valor • Grandes implementações em supply chain • Partilha de boas práticas • Know-how em operações logísticas • Forte experiência P & L (“profit and estatement”, documento supply chain que mostra a situação do negócio) • Implantação de sistemas de informação • Grande conhecimento de finanças

•A  travessar a maturidade funcional • Construção de redes informais • Métodos sistemáticos de planejamento • Colaboração e influência • Gerenciamento de prioridade • Gestão do programa • Planejamento de recursos • Comportamento de condução cultural • Estrutura e design organizacional • Contratação e negociações

•D  ecisivo, difícil e justo • Gestão da mudança • Clareza e responsabilidade • Desenvolvimento de líderes • Distribuição do poder • Fortaleza emocional • Ouvinte empático • Comunicação inspirada • Perspicácia e juízo • Sensíveis à diversidade cultural

• Custo: Melhorar a produtividade em 13% • Serviço: Serviço de classe mundial na indústria • Planejamento: A exatidão das previsões > 85%; OOS - 0,5% • Inovação: Reduzir o tempo de ciclo de vida em 20% •Q  ualidade: Padrões Six Sigma de qualidade em logística • Sustentabilidade: Melhorar a pontuação ESI em 17% •S  upply chain internacional: Melhorar o desempenho em 22% •P  ontuação talento: Melhorar o índice global de talentos em 23% •V  isão empregada: Melhorar as pontuações EL em 16%

Tabela 1 - © Copyright 2011, Natarajan & Hammond – Developing the Organizational Strategy document & Business tie-in

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Estratégia de talento Documenta a essência das metas organizacionais, assim como mapeia as estratégias de talento e suas competências. O grupo de talento da XYZ entende que para o sucesso futuro, a empresa deve ter um desempenho de classe mundial em todos os componen-

tes do seu ciclo de talento e em metas explícitas para alcançar essa agenda com mudanças de processos mencionados neste documento. Curiosamente o grupo de talentos também acha que os futuros líderes em supply chain devem ter maturidade cultural cruzada - não apenas em um mercado específico, mas

diversificar e adotar as mídias sociais para preencher as lacunas entre as gerações. Estes resultados são traçados por uma estratégia global de talentos para a empresa que pretende abraçar a diversidade de pensamentos globais em perspectiva com gratidão a diferenças localizadas. Veja a tabela 2:

Estratégia de talento Data: 06/08/2011

Nome: David Smith Empresa: XYZ Avaliador: Henry F, Lee I, Jack W

Preparado por: Lee Ivonovich

Estratégia de negócios

Metas de talentos

Com o declínio das receitas e os gastos der para se fazer negócios cada vez maiores, a organização usará o supply chain para alavancar a eficiência e transformar a sua estrutura de custos. Os desenvolvimentos futuros da empresa virão dos mercados emergentes e ela precisará produzir uma marca de produtos, além de líderes que possam lhe proporcionar vantagem competitiva, fator importante no mercado global.

Construir uma marca de líderes altamente eficazes com desempenho em todos os aspectos do ciclo de vida na gestão de talentos - a identificação, terceirização de necessidades e do recrutamento incorporado - integração, aprendizagem contínua e de desenvolvimento, o envolvimento e retenção, promoção e rotação, alinhamento de liderança, planejamento de sucessão, transição, focar na construção de cultura de gestão de líderes em supply chain que irão conduzir com sucesso a disciplina estratégica, tática e operacional.

•C  ontratação de talentos: Reduzir o ciclo de tempo em 23% •P  ontuação integrada: Melhorar o sucesso integrado em 17% •P  ontuação de retenção: Melhorar a retenção de funcionários em 18% •P  ontuação de sucessão: Habilidade para nomear um substituto em 24 horas •C  onduta de liderança: Reduzir a gerência média em 15%

Talento necessário

Processo de talentos

O líder que tem pensamentos globais e holísticos de supply chain, amadurece com uma capacidade única de “pensar além” e implantar as operações de transformação, com sua experiência e credibilidade internacionais. Ele deve ser hábil em gerenciar as lacunas entre as gerações para se adaptar e adotar a tecnologia emergente - a mídia social.

• I dentificação de talentos: Atrair os melhores da indústria por meio de divulgação pró-ativa • T erceirização e

Estratégia de talento

recrutamento de talentos:

Habilidades necessárias Rígidas

Suaves

• Visão de negócios • Forte conhecimento disponível • Dirigir por resultados • Geração de valor para o cliente • Colaborar na estratégia de talento • Experiência Internacional • Definição e criação de planos de metas • P & L forte • Grande conhecimento de finanças

•A  travessar a maturidade funcional • Construção de redes informais. • Métodos sistemáticos de planejamento • Colaboração e influência • Gerenciamento de prioridade • Gerenciamento de projetos • Planejamento de recursos • Comportamento de condução cultural • Estrutura e design organizacional

Sensitivas •D  ecisiva, dura e justa • Gestão da mudança • Clareza no papel e responsabilidade • Respeito à diferença entre gerações • Respeito às novas tecnologias • Fortaleza emocional • Ouvinte empático • Comunicação inspirada • Pessoas, perspicácia e juízo • Atravessar a maturidade cultural

Rede informal de talentos contra “cold call” (igualar um aumento após ter havido uma aposta e um ou mais aumentos) • I ntegração: Construir uma aprendizagem classe mundial de gestão de ajuda • A prendizagem contínua e desenvolvimento: A competência, o desenvolvimento de habilidades e aprendizagem experiencial • Envolver e reter: Desempenho e redesenho da gestão de carreira • P romoção e rotação: Integração de planejamento de sucessão e processo “Now+2”

Tabela 2 - © Copyright 2011, Natarajan & Hammond – Developing the Organizational Strategy document & Business tie-in

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Visão pessoal O exame pessoal é um processo de assumir o comando de uma carreira. Trata-se de ter expectativas realistas e condução do processo para buscar competências-chave. David Smith, neste exemplo, quer ser preparado como um líder supply chain com a experiência

bem determinada. Ele pretende usar sua experiência e know-how para criar novos processos de mercado. Para atingir estes objetivos, David Smith deseja ter uma experiência de P & L forte, iniciativas estratégicas e proximidade com os clientes nas experiências subsequentes. Ele também quer desenvolver alta

performance em equipes diversificada, hábeis e eficazes, criando uma boa reputação. O gerente, por exemplo, exalta as necessidades de aprender habilidades e não necessariamente as regras, que é um ponto fundamental para o processo mais convencional de planejamento de carreira. Veja a tabela 3:

Visão pessoal Data: 06/08/2011

Preparado por: David Smith

Nome: David Smith Empresa: XYZ Avaliador: Henry F, Lee I, Jack W

Visão pessoal

Principais realizações

Visão dinâmica com mistura única de negócios e pessoas com habilidades de julgamento. Assim, criam-se eficiências, redução de custos e melhorias ao manter a qualidade do serviço. Tudo isso produz o “arquiteto futurista abrangente” que transforma custo em serviço. Criar boa reputação, treinamentos eficazes, equipes de alta performance por meio da construção de metodologias standart para indústrias e empresas.

Melhorou a precisão no cumprimento da ordem em 10% Melhorou a precisão das previsões em 16% Processo de S & OP desenvolvido e implementado Economizou 1 milhão de dólares, melhorando a fonte do produto Ganho performance para empresa e para o próximo líder Processo de apropriação simplificada de capital para fabricação Melhorou o desempenho de custo de rede por 7% Reduziu o estoque geral em 8% Desenvolveu e promoveu 30% do pessoal direto Gestão de um armazém – 1 milhão de unidades, 28 pessoas, US $ 2 milhões

Áreas de especialidades Conhecimento prático de ferramentas da supply chain para construir uma rede de abastecimento confiável e de alto desempenho. Decidir como fazer, onde, quanto, como mover e armazenar de forma eficaz e de baixo custo. Identificar as variações entre o plano e os valores reais de supply chain, fornecimento de produtos e causas para o descompasso. Descobrir como a colaboração com parceiros, vendas, operações, supply chain, marketing e inovação podem melhorar o desempenho. Fazer apostas estratégicas para trabalhar as capacidades de movimentação, armazenagem e rastreamento.

Futuros papéis a desempenhar

Papéis desempenhados

Responsabilidade para gerenciar operações logísticas segundo P & L. Planos de instalação, metas adequadas, métricas e comportamento correto para conduzir a excelência em todos os aspectos do negócio - crescimento, custos, qualidade e serviço. Ganhar a reputação de otimizar as operações. Entender como os diversos processos logísticos ganham valor com a colaboração de clientes-chave e o trabalho em programas conjuntos. Aplicar o conhecimento abrangente da supply chain para a construção de uma rede de abastecimento confiável.

Gerente sênior de rede Supply chain, XYZ Gerente de suprimentos, XYZ Gerente de sourcing, XYZ Planejador de abastecimento, XYZ Planejador de demanda, XYZ Gerente de armazém, ABC Supervisor de armazém, ABC

Habilidades necessárias Rígidas Suaves

Sensitivas

Educação: MBA - DePaul University, 1998.

• Visão de negócios • Conhecimento prático da logística • Gerência por resultados • Interface do cliente • Colaborar na estratégia de talento • Experiência internacional • Definição e criação de planos de metas • Forte desempenho P & L • Forte conhecimento de finanças • Iniciativas estratégicas

• Decisiva, dura e justa • Gestão da mudança • Clareza e responsabilidade no papel • Conduta profissional, qualidades diversificadas • Clareza e responsabilidade • Fortaleza emocional • Ouvinte empático • Comunicação inspirada • Pessoas talentosas e decididas • Maturidade transcultural

• Maturidade funcional • Construção de redes informais • Métodos sistemáticos de planejamento • Colaboração e influência • Gerenciamento de prioridade • Gerenciamento de projetos • Planejamento de recursos • Comportamento de condução cultural • Estrutura e design organizacional • Criar métricas equilibradas

Bacharelado, IE - GA. Tecnologia. Formação profissional em Supply chain com logística

Certificações: CPIM – APICS, Six Sigma Black Belt – ASQ, CTL - AST & L

Continua na próxima edição.

Shekar Natarajan e Ron Hammond são especialistas em Supply Chain.

Tabela 3 - © Copyright 2011, Natarajan & Hammond – Developing the Organizational Strategy document & Business tie-in

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MERCADO Condecoração O ornitólogo Johan Dalgas Frisch, fundador da Dalgas-Ecoltec, empresa que atua na purificação de gases de escape de motores a explosão, fabricando os Oxicatalisadores-Dalgas, recebeu, no mês de abril, a condecoração “Ordem de Rio Branco”, da presidente Dilma Rousself. A homenagem, oferecida em forma de medalha pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil, deve-se a seus inúmeros feitos em favor das aves brasileiras. Dalgas, que tem 82 anos, já publicou diversos livros sobre o tema e também foi um dos fundadores da Associação de Preservação da Vida Selvagem (APVS), uma das primeiras entidades ecológicas do Brasil, e do Parque Nacional Indígena do Tumucumaque. Liderou o movimento pela criação do Dia Nacional da Ave, comemorado em 5 de outubro. www.oxicatalisador.com.br / Telefone: (11) 3814-8000.

Código de barras Acaba de ser lançado um código de barras que alerta o vencimento da validade do produto logo que ele passa pelo caixa. A novidade foi obtida por meio da integração do código de barras EAN 13, já tradicional, ao CODE 128, que, por ser maior, oferece mais informações sobre o produto. Esse projeto foi desenvolvido em uma parceria entre a Toledo e a Apas (Associação Paulista de Supermercados), a pedido dos próprios supermercadistas. O novo código de barras, quando gerenciado pelo software MGV 6 permite que o produto seja rastreado e o gerente da loja avisado, por exemplo, se a data da validade do produto estiver se aproximando. www.toledobrasil.com.br / (19) 3829-5800.

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Vinigalpão A Sansuy, com mais de 40 anos de experiência na produção de laminados flexíveis em PVC e seus manufaturados, desenvolveu o Vinigalpão para se adequar às mais adversas condições climáticas e de solo. A estrutura não tem colunas intermediárias, pé direito útil de até 8 metros e acesso através de portas corrediças de 4m x 4m, ou de acordo com a necessidade do cliente, seu espaço é totalmente aproveitável, permitindo estoque, manuseio e transporte interno de qualquer produto. www.sansuy.com.br / (11) 3759-7866.


Condomínio logístico Canoas (RS) terá condomínio logístico intermodal de 172 mil m² com capacidade de 6 t/m² e conexão com a malha ferroviária da região Sul e ligação direta com o porto de Rio Grande. O Mega Intermodal Canoas, será construído pela Capital Realty para atender principalmente varejistas, operadores logísticos e empresas de bens de consumo. O condomínio receberá também um posto de combustível, serviços de borracharia, restaurante e área de lazer, entre outros. A primeira etapa da construção, com cerca de 30 mil m² começa em dezembro e deve ser entregue no segundo trimestre de 2013. www.capitalrealty.com.br / (41) 2169-6850.

Tecnologia

Paletes reciclados

Com o objetivo de aprimorar as atividades do transporte e por entender que este segmento necessita de agilidade nos processos, a Store Automação, fornecedora de softwares orientados à logística, lança sua solução de TMS (Transportation Management System), que nasce totalmente na modalidade SaaS (Software as a Service). Ao contrário do TMS convencional, o Store/TMS pode ser executado a partir de qualquer dispositivo móvel ou PC, sendo necessário apenas a uma conexão de internet para acessar a solução, que fica disponível na nuvem através da modalidade de cloud computing.

A Cummins, fabricante indepentente de motores Diesel, recebeu o primeiro lote composto por mil paletes reciclados pela entidade Movimento Emmaús, localizada no Arujá (SP). O programa Reciclagem de Pallets, responsável por essa produção, foi desenvolvido por funcionários da Cummins Brasil no primeiro trimestre de 2011 e nasceu com o objetivo de intensificar a reciclagem de madeira utilizada diariamente pela unidade fabril. A coleta da madeira doada é feita semanalmente pela equipe da Emmaús que repassa o material totalmente remodelado para a Unidade de PDC (Parts Distribution Center) da Cummins, com preço competitivo. www.cummins.com.br / (11) 2186-4990.

www.storeautomacao.com.br / (11) 3087-4400.


multimodal

aeroportos

PAC em ação no transporte aéreo Infraero fechou 2011 com aumento na movimentação de cargas e anuncia novos projetos para os anos seguintes

A

Infraero planeja investimentos de R$ 300 milhões na Rede Teca (terminais de logística de carga) para os próximos cinco anos. Deste montante, cerca de 50% são provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), promovido pelo governo federal. As ações incluem a construção de novos terminais de carga, aquisição

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de novos equipamentos, além da reforma, ampliação e modernização de terminais já existentes. Entre os investimentos em andamento neste ano é possível destacar a expansão do terminal de cargas de Curitiba, que até o final de 2012 deverá ter sua área ampliada em mais de cinco mil m2. Além disso, a Infraero já instalou um transelevador frigorificado no Galeão, que faz parte do projeto Teca Farma, e

pretende ampliar e modernizar o sistema de transelevadores verde e azul de Viracopos, construir um terminal de logística de carga em Boa Vista, reformar e ampliar o Teca de Salvador (com conclusão prevista ainda para 2012) e construir o novo complexo logístico de Porto Alegre, com previsão de conclusão para 2013. Em 2011, a Infraero investiu R$ 67 milhões na Rede Teca. Entre os principais


últimos investimentos em automação e ti Confira abaixo algumas das principais melhorias em automação e tecnologia da informação implantadas na Rede Teca entre 2010 e 2012: Novo transelevador frigorificado no Galeão: A instalação, que fica na área de importação do Teca do Galeão, é um importante investimento na área de automação. O novo equipamento, destinado à movimentação, por câmera frigorífica, de produtos da indústria farmacêutica, é um investimento que abrange, além da compra de uma câmara frigorífica, a instalação de mais três áreas: uma sala de inspeção, uma sala de liberação e uma ala de carregamento, ambas são climatizadas, que serão instaladas dentro do mesmo ambiente. Implantação de inventário automatizado na Rede Teca: A Infraero implementou um novo modelo de inventário de cargas que utiliza coletores portáteis de dados que facilitam a atualização do local da carga, considerando sua constante movimentação no interior dos armazéns. A ferramenta é totalmente compatível e integrada ao Sistema Tecaplus, projetado para gerenciar e controlar a carga nos terminais. O Tecaplus permite acompanhar e controlar todo o percurso da carga no armazém, assim como os procedimentos de armazenagem, cobrança e liberação de volumes. O trabalho de inventário, que anteriormente era realizado de forma manual, teve seu tempo de execução sensivelmente reduzido. A implantação trouxe resultados imediatos, já que simplifica o tempo para localização de cargas, aumentando a eficiência e confiabilidade para a atividade de logística. O projeto, cuja idealização contou com o apoio de sua própria Superintendência de Tecnologia da Informação, já foi implantado nos Teca de Brasília, Campinas, Curitiba, Confins, Fortaleza, Galeão, Goiânia, Guarulhos, Joinville, Manaus, Navegantes, Porto Alegre, Recife, Salvador, São José dos Campos e Vitória.

Automação no Teca III de Manaus: Em Manaus, foram implantadas melhorias no sistema de armazenagem com a utilização de transelevadores automáticos no Teca III. Também foi contratado o fornecimento de sistema de transportadores automatizados, já adequados ao sistema de gerenciamento do armazém vertical destinado à movimentação de cargas paletizadas. O sistema também é interligado aos transelevadores e integrado ao Sistema Tecaplus do Teca de Manaus. Novo sistema de segurança no Teca de Salvador: A Infraero implantou novo Sistema de Circuito Fechado de Televisão (CFTV), no Teca de Salvador. O equipamento funciona de forma autossuficiente (filma e grava), não necessitando da intervenção de um operador. Ao todo, vinte câmeras monitoram a área interna, dos lados Ar e Terra, além das áreas de embarque e desembarque de carga do terminal. Cada câmera possui um disco rígido interno com 500 gigabytes de espaço, possibilitando a gravação ininterrupta durante 50 dias. O dispositivo também fornece suporte para web, e, por meio da rede interna, os gestores das áreas de Segurança, Gerência de Logística, Coordenação e Encarregadoria do Terminal podem monitorar online qualquer Terminal da Rede Infraero. Atualização de sistema de transelevadores e novo sistema de TV e vigilância em Viracopos: O terminal de carga de Campinas está recebendo uma atualização tecnológica em seu sistema de transelevadores. A estrutura existente terá seu processo de movimentação e armazenagem aperfeiçoados, garantindo mais segurança e eficiência no processo logístico, ampliando o espaço. Além disso, o Teca recebeu um sistema novo de vigilância que conta com câmeras de tecnologia digital, conectadas por rede, que permite o acesso às imagens de diferentes estações de monitoramento.

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investimentos concluídos, estão a reforma e ampliação do complexo de logística de carga do Aeroporto Internacional de Manaus / Eduardo Gomes (AM) e a entrega do Terminal de Carga Nacional no Aeroporto Internacional de Campo Grande (MS). Os investimentos também envolvem atualizações de equipamentos e de métodos de processamento e controle, como a aquisição de 55 transpaletes elétricos distribuídas em 13 aeroportos da rede. Houve também a implantação de sistemas de coletores de dados, que aceleram o inventário de carga por meio da leitura de informações via código de barras, aumentando a segurança e confiabilidade no processo de armazenagem. No caso da movimentação de cargas, os terminais da Rede Teca processaram em 2011, um total de 1,19 milhão de toneladas, resultado 3,58% superior ao apresentado em 2010, quando foi movimentado 1,15 milhão de toneladas em volumes.

Construção do armazém frigorificado do Galeão

Atualmente, a estrutura da rede é capaz de suportar o crescimento de movimentação previsto para os períodos da Copa do Mundo (2014) e Olimpíada (2016). Vale destacar que a Infraero tem uma série de investimentos previstos até 2015, que aperfeiçoarão e reforçarão a capacidade da rede logística da empresa. A Infraero conta com 34 terminais de carga, distribuídos nos seguintes aeroportos: Guarulhos, Viracopos, São José dos Campos (SP),

Galeão, Campos (RJ), Manaus (AM), Brasília (DF), Confins (MG), Porto Alegre (RS), Curitiba, Londrina, Foz do Iguaçu (PR), Florianópolis, Joinville, Navegantes (SC), Vitória (ES), Goiânia (GO), Salvador (BA), Recife, Petrolina (PE), Fortaleza (CE), Aracaju (SE), Maceió (AL), João Pessoa (PB), Natal (RN), Teresina (PI), São Luís (MA), Cuiabá (MT), Campo Grande, Corumbá (MS), Belém/Val-de-Cans (PA), Macapá (AP), Boa Vista (RR) e Porto Velho (RO).

ALGUMAS PESSOAS PENSAM QUE ERROS DE ENTREGA SÃO INEVITÁVEIS. NÓS PENSAMOS DIFERENTE A operação eficiente de armazéns e centros de distribuições é o diferencial para satisfação e rentabilidade do cliente. Por isso, muitas marcas líderes de mercado confiam nos sistemas de triagem BEUMER e Crisplant como o coração de sua cadeia de suprimentos. Através de uma visão operacional e analítica, o Grupo BEUMER fornece sistemas de manuseio de material completamente automatizados que se encaixam perfeitamente no processo de seu negócio. Com velocidade, capacidade e precisão excepcionais, a nossa tecnologia faz toda a diferença para sua marca, seus clientes e seus resultados. Para mais informações, visite www.beumer.com

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LOGÍSTICA PELO MUNDO

Ganhando o controle do armazém Distribuidor de ração para animais reduz a mão de obra e melhora a produtividade com a tecnologia

A

Central Pet, uma unidade de negócios da Central Garden and Pet Co., baseada em Walnut Creek, California - EUA, decidiu automatizar seus armazéns para atender os desafios logísticos provocados pelo aumento das vendas de ração para cães. “O que estávamos usando era ineficiente, empurrando carrinhos ao longo dos corredores – sem nenhum suporte de

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tecnologia da informação”, diz Jeff Max, gerente de operações da Central Pet. Para transformar seu centro de distribuição, a empresa recorreu a uma solução de tecnologia da informação que visava mais eficiência operacional e controle. A empresa desenvolveu uma interface entre o sistema de controle do transportador contínuo e o WCS (“warehouse control system”, sistema de controle de armazém) da Central pet, para que um

pudesse conversar com o outro. Jerry Lovell, engenheiro de projetos elétricos sênior do fornecedor da solução (Trifactor), trabalhou com o departamento de tecnologia de informação da Central Pet para implementar as modificações necessárias e conseguir a entrada e saída de informações do sistema. “Não havia um sistema transportador instalado na Central Pet. Os operadores faziam a separação com planilhas


de pedidos e paletes, retirando o pedido manualmente e conduzindo-o até a expedição. Criamos um novo sistema que permitia aos operadores serem mais eficientes e organizados. Foi uma grande mudança para empresa. O sistema permitiu reduzir a quantidade de tempo trabalhado das pessoas”, diz Lovell. Introduzir o WCS integrado com o WMS (“warehouse management system”, sistema de gerenciamento de armazém) frequentemente resulta numa sobreposição de funcionalidades entre os sistemas. Esse efeito é inevitável, pois os fornecedores de software agregam mais características e ampliam o escopo de seus produtos. Por exemplo, um ERP (“enterprise resource planning”, planejamento do recurso empresarial), WMS e WCS podem ter um módulo de controle de estoque. As funções básicas das movimentações do produto são tratadas nos três sistemas, mas cada um é focado nas suas próprias necessidades. Um sistema ERP

FLUXO DAS ATIVIDADES DA CENTRAL PET ERP

WMS

INTERFACE COM A CENTRAL

CONTROLE DE INVENTÁRIO SEPARAR

EMBALAR

VERIFICAR

DESPACHAR

ENDEREÇAMENTO DAS CAIXAS

INTERFACE COM O EQUIPAMENTO

AS/RS

CLASSIFICADORES

usa o controle de estoque para o pedido, planejamento do material e da produção. Um WMS pode escolher em qual armazém é mais adequado atender um pedido baseado na disponibilidade de

TRANSPORTADORES

SISTEMAS DE SEPARAÇÃO

estoque e local de embarque. “O WCS é focado nas atividades dentro do armazém relacionadas ao atendimento do pedido e da expedição. Determinar o melhor local para executar cada nível

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benefícios imediatos Embora os sistemas de controle do armazém não sejam para todo modelo de distribuição, a lista da QC Software, provedora de sistemas para armazéns, aponta que, quando for aplicada a tecnologia certa, existem benefícios imediatos, como: Flexibilidade nas decisões de compra do equipamento: a habilidade para reunir equipamentos de múltiplos fornecedores permite que empresas como a Central Pet comprem o melhor para a instalação. Operação em tempo real: como o WCS interage com os controladores em tempo real pode obter informações da situação do equipamento de movimentação de material ao mesmo tempo em que faz ajustes para manter o fluxo dos produtos. Redundância do sistema: em muitos casos, o sistema WMS/ERP não está fisicamente localizado no armazém, pois algumas empresas precisam operar em múltiplos armazéns e em diferentes pontos geográficos. Se ocorrer problemas de comunicação, o armazém para de funcionar. Já que o WCS sempre está localizado no armazém este pode manter as operações na eventualidade da conexão entre o armazém e o sistema da corporação cair. Elimina ilhas de automação: o WCS oferece o meio para a conexão do WMS/ERP de uma empresa com o equipamento de movimentação de material via uma única interface. Isso oferece um ponto de monitoramento distinto de atividade evitará qualquer conflito. Contudo, ainda existem áreas de sobreposição funcional e cada uma deve ser cuidadosamente considerada para o melhor desempenho do sistema”, diz Jerry List, vice-presidente da QC Software Inc., um fornecedor de sistemas de controle para armazéns em Cincinnati, Ohio – EUA. 40

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e controle para todo armazém, eliminando as ilhas de automação.

podem ser desviadas para inspeção pelo controle de qualidade manual.

Alocação de separação dinâmica: tradicionalmente, o WMS disponibiliza o local de separação algumas horas antes da separação real acontecer. Portanto, o sistema pode tomar uma decisão baseada na atual atividade e situação operacional. Se a zona de separação estiver cheia ou indisponível devido falha do equipamento, o WCS pode selecionar outro local. Essa alocação dinâmica ajuda a balancear a carga no sistema e aumenta a produtividade.

Reduzir furtos e fraudes: o WCS pode ajudar a gerenciar não apenas o produto no armazém para reduzir furtos, mas também ajuda a descobrir e eliminar fraudes. Uma empresa descobriu que 80% das reclamações sobre itens faltantes provinham de um pequeno número de seus agentes de vendas. Suspeitando de fraude, a empresa endereçou os pedidos dos agentes suspeitos, eliminando o problema.

Cartonização: analisando a configuração de cada pedido, o WCS seleciona o contentor de menor tamanho possível, reduzindo os custos de expedição e enchimentos. Esse procedimento também ajuda a eliminar caixas com excesso de peso que podem provocar problemas no sistema transportador. Controle de qualidade: os clientes ficam altamente frustrados quando abrem uma encomenda aguardada e descobrem que receberam o produto errado. Os distribuidores incorrem com o custo adicional da devolução, bem como (e o mais importante) com a indignação do cliente. O WCS pode ajudar a eliminar esse problema em alguns setores oferecendo verificação do pedido em tempo real, assegurando que o conteúdo da caixa esteja correto para aquele pedido usando uma balança na linha. O WCS conhece o peso esperado de cada pedido baseado nos itens separados. As caixas fora da tolerância definida pelo usuário “O desafio na Central Pet não era consequência de outros projetos com os quais havíamos trabalhado, porque já usávamos um sistema transportador instalado. Escolhemos o sistema WCS para a Central Pet, porque nós já conhecíamos suas características e sabíamos exatamente como o software funcionava e o que podíamos esperar

Rastreamento: o aspecto tempo real do WCS propicia a situação do pedido para que uma empresa possa rastrear um produto a qualquer momento, em qualquer lugar do sistema. Expedição: com o WCS, as empresas podem alterar dinamicamente o método de expedição no momento do embarque, assegurando que seja usado o método de maior custo efetivo. O sistema impede o duplo despacho de pedidos, verifica se a embalagem é enviada para o endereço correto e elimina erros comuns de expedição. Diagnóstico do sistema e resolução de problemas: o WCS pode consolidar estatísticas operacionais e diagnosticar todo o armazém para oferecer melhor visibilidade da situação do equipamento e rastreamento do pedido. Essas características ajudam a identificar a causa dos problemas. Identificando as ineficiências no armazém, o WCS ajuda a aumentar a produtividade e processamento. dele. A vantagem é que o sistema é muito independente da plataforma, funciona bem com diferentes tipos de sistemas e tem um ótimo custo, além de ser eficiênte. A Trifactor já utilizou o WCS em seis ou sete clientes anteriores e estava muito confiante ao introduzi-lo nesse novo projeto”, explica Lovell.


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destaques internacionais Rebocador automático O rebocador GT10 não tripulado automatiza a circulação com a visão guiada pela tecnologia Seegrid. Os usuários podem anexar a carga no GT10, digitar o endereço no teclado, programar as viagens sem precisar de fios, fitas ou lasers. Ideal para operações de fim de linha ou movimentação de paletes, o GT10 reduz o custo por viagem. Também aumenta a produtividade dos funcionários, melhora a segurança e custos operacionais, pois oferece controle de rota. seegrid@revistaintralogistica.com.br

Movimentação de cargas com colchão de ar O AeroGo da LoadRunner usa ar comprimido para elevar cargas de até 6.700 quilos sobre amortecimento pneumático. Além disso, o possui uma plataforma baixa e controles intuitivos no acelerador, que pode ser acionado com as pontas dos dedos. O AeroGo é silencioso e não emite poluentes, tornando-o apropriado para a operação, pois mantém salas limpas, assim como a montagens e o todo o tipo de armazém que precisa de movimentação de cargas constantemente. loadrunner@revistaintralogistica.com.br

Carrinho Motorizado O Bounder Joystick Controlled Motorized Cart, fabricado pela 21st Century Cientific, Inc., tranporta cargas pesadas em lugares estreitos ao mesmto tempo que consegue percorrer espaços abertos com velocidades de até 13 km/h. O operador pode mover com segurança até 1000 quilos de carga, além de ter espaço ao caminhar ou andar para trás na plataforma dobrável do carrinho. O controle (joystick) controla o envio de energia aos motores de uma forma suave e controlável. Isso pode reduzir o risco de lesões nas costas e melhorar a segurança no local de trabalho. As aplicações incluem lugares como armazéns, hotéis, supermercados e lojas de departamento. centurycientific@revistaintralogistica.com.br

Recipiente higiênico para alimentos Projetado pela Bonar Plastics, o Sani Box é um contentor higiênico que possui costuras laterais para evitar a proliferação de bactérias em lacunas e buracos. Apresenta uma construção HDPE sem costura que mantém o conteúdo protegido de contaminação. Um fundo de auto-drenagem garante que qualquer resíduo restante seja drenado completamente sem que os trabalhadores precisem tombar o contentor durante o processo de limpeza. bonarplastics@revistaintralogistica.com.br

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gestão

CERTIFICAÇÕES

ISO 28.000: segurança na cadeia logística Boas práticas para cumprimento da norma já são parcialmente adotadas por muitas empresas no Brasil

A

tualmente, as empresas enfrentam problemas além das ameaças que tradicionalmente são consideradas como um grave risco ao desenvolvimento de qualquer negócio, tais como: incêndios, inundações, roubo, vandalismo. Também estão cada vez mais comuns as ameaças como riscos de sequestros, contrabando e outras formas de crimes. Por isto, em uma sociedade em que o intercâmbio comercial está cada vez mais volumoso e dinâmico e tendo em vista a proliferação de ameaças terroristas mundiais, é necessário que as empresas façam um estudo de risco e impacto para conhecer as possíveis consequências aos seus negócios no caso de algumas destas ameaças se tornar realidade. Em resposta a esta demanda pelas empresas e seus prestadores de serviço no setor logístico e para melhorar a gestão da segurança, a “International Organization for Standardization”, desenvolveu a norma ISO 28.000 com o objetivo principal de “estabelecer um sistema de gestão global da segurança na cadeia logística”. 44

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A ISO 28.000 utiliza o enfoque baseado em matriz de riscos para a identificação de ameaças e avaliações de risco da segurança e sua terminologia normativa e metodologia é similar às já conhecidas ISO 14.000 e ISO 9.000.

Alcance da norma A ISO 28.000 “Sistema de Gestão da Segurança da Cadeia Logística”, é uma norma relativamente nova, emitida em 24 de maio de 2010 no Brasil após um trabalho de tradução efetuado pela Comissão de Estudo Especial de Gestão de Segurança para uma Cadeia Logística - ABNT/CEE-97. Vale observar que as boas práticas que convém ao cumprimento da norma ISO 28.000 já são parcialmente adotadas por muitas empresas no Brasil, ainda que não constituídas ou formatadas através de um sistema de gestão de seus processos logísticos. Um exemplo são as empresas e seus prestadores de serviços que são habilitados no despacho aduaneiro expresso - Linha Azul da Receita Federal do Brasil. Todavia, dadas as condições atuais do comércio nacional e internacional, sua

adoção se faz cada vez mais necessária para um número maior de empresas. É importante também fazer menção à definição de “cadeia logística” de acordo com a norma ISO 28.000: “conjunto de processos e recursos que inicia com o abastecimento de matérias-primas e se estende até a entrega de produtos ou serviços para o usuário final através de

O QUE É A ISO? A expressão ISO designa um grupo de normas técnicas que estabelecem um modelo de gestão para organizações em geral, qualquer que seja o seu tipo ou dimensão. A sigla "ISO" refere-se à International Organization for Standardization, organização não governamental fundada em 1947, em Genebra, e hoje presente em cerca de 160 países. A sua função é a de promover a normatização de produtos e serviços para que a qualidade dos mesmos seja permanentemente melhorada.


meios de transporte”. Neste contexto podem ser incluídos vendedores, instalações fabris, fornecedores de serviços logísticos, pontos de distribuição interna, despachantes aduaneiros, agentes de cargas e qualquer outra entidade que leve a mercadoria ao usuário final. Cabe informar que a segurança na cadeia logística faz referência à presença de perigo de qualquer tipo nas cadeias de suprimentos das empresas e para se conhecer estes perigos é necessária a adoção de controles em todas as etapas da cadeia logística e uma verificação constante dos riscos e vulnerabilidades nestas interfaces. Este sistema (ISO 28.000), quando aplicado de maneira efetiva e estruturada, auxiliará a gestão operacional de todo o processo e implicará em um melhor conhecimento dos riscos e ameaças pelas quais a empresa está exposta e também ajudará na implementação de medidas concretas para a correta gestão e minimização dos riscos. Além disso, a correta implementação do sistema permitirá a melhoria contínua para detectar e implementar as medidas preventivas necessárias a fim de evitar qualquer falha dentro do sistema capaz de comprometer a manutenção da segurança em todo o processo. Algumas das vantagens de se implementar um sistema de gestão da segurança, conforme apresentado pela norma ISO 28.000: - Planejar, implementar, usar, manter e atualizar um sistema de gestão para a cadeia logística cujo propósito consiste em fornecer produtos cujo uso indicado está garantido e estes estão seguros pelo consumidor; - Demonstrar sua adesão aos requisitos legais aplicáveis; - Examinar e avaliar os requisitos do cliente e os acordos que este tenha feito com terceiros, e assim garantir a segurança do processo para aumentar a satisfação da cadeia de logística; - Comunicar eficientemente os interesses da segurança da cadeia logística aos fornecedores e clientes e a todos envolvidos no processo; - Cumprir com suas próprias políticas de segurança; 46

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A norma ISO 28.000 representa a modernidade na busca da certificação de uma cadeia logística confiável - Garantir que sejam realizadas operações para o controle dos riscos e a implementação de medidas que os mitiguem; - Contribuir com o acréscimo de valor para a organização em suas operações comerciais; - Comunicar aos clientes, autoridades e investidores a implementação sobre o sistema de gestão em segurança e utilizá-lo como ferramenta diferenciada para a competitividade. A norma ISO 28.000 tem seu complemento na ISO 28.001 “Melhores práticas para implementação de segurança na cadeia logística, avaliações e planos”. Este complemento define os diferentes aspectos a serem considerados, fazendo uma ênfase especial nos passos para se gerar a correta revisão e avaliação do sistema de segurança. Ademais, a norma ISO 28.001 ainda diz que as organizações deverão levar em consideração que o plano de segurança deve estar devidamente documentado com procedimentos necessários e adequados para sua implementação e gestão. Este plano de segurança deverá ser comunicado ao pessoal envolvido, inclusive terceiros, para que todos estejam informados de suas obrigações para com a segurança da cadeia logística. A norma ISO 28.000 merece especial atenção por parte das empresas, pois representa o que há de mais moderno na busca de uma certificação de cadeia logística confiável.

Daniel Gobbi Costa é auditor de Segurança da Cadeia Logística na AIV Auditoria, professor universitário e Auditor Internacional AES – Associación de Empresas Seguras


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8:30 às 9:30 h Passado e futuro do LEAN e a Continuidade com a MPT Palestrantes: Reinaldo A. Moura e Eduardo Banzato - IMAM

Tópicos: A história do LEAN (Japão & Brasil); • O futuro do LEAN – tendências, verdades e mitos sobre o LEAN; • A importância da metodologia e gestão do projeto; • O papel imprescindível da liderança; • A metodologia da Manutenção Produtiva Total (TPM). 9:30 às 10:00 h Coffee-Break

10:00 às 11:00 h Lean na indústria de máquinas - Estudo de caso: G Paniz Palestrantes: Alessandro C. Casado - IMAM e Roberto Carvalho - G Paniz

Tópicos: LEAN em múltiplas plantas, o que muda?; • Célula de montagem , trabalho padrão, KANBAN e seus resultados; • Dificuldades e obstáculos encontrados; • O impacto da Missão ao Japão na implementação. 11:00 às 12:00 h Lean na indústria de alimentos - Estudo de caso: Rousselot Palestrantes: Sidney T. Rago - IMAM e Flávia Carpentieri - Rousselot

Tópicos: 5 S com GMP (Good Manufacturing Practice) – sinergia?; • LEAN na indústria de processos – quais as diferenças?; • O KAIZEN como base da implementação da Filosofia LEAN; • Semana KAIZEN: vantagens e desvantagens; • Como extrair o máximo da Semana KAIZEN – check-list. 12:00 às 12:30 h Mesa redonda - Perguntas e Respostas 12:30 às 13:30 h Almoço

13:30 às 14:30 h Lean na indústria eletrônica - Estudo de caso: Hayonik Palestrante: Luiz Roberto Palma da Fonseca - IMAM

Tópicos: A importância da gestão de pessoas durante a implementação; • Fluxo contínuo (One Peace Flow) e produção puxada pela demanda; • Restrições do ERP – Como superá-las?; • O apoio incondicional da Diretoria – a confiança na filosofia e a firmeza de propósito; • Delegando, apoiando e cobrando – ferramentas de gestão da implementação. 14:30 às 15:30 h Lean Office/Warehousing - O Lean além da fábrica - Estudo de caso: Schmersal Palestrantes: Leandro Fiorani - IMAM e Rogério Baldauf - Schmersal

Tópicos: Práticas e ferramentas utilizadas para a introdução do Lean nos processos da empresa; • As grandes diferenças entre o LEAN MANUFACTURING e o LEAN OFFICE; • O caminho da SCHMERSAL rumo à Filosofia LEAN; • Administração de processos e monitoramento dos índices, com o SVM (Schmersal Visual Management). 15:30 às 16:00 h Coffee-Break

16:00 às 17:00 h Kaizen - O motor da filosofia Lean e o Prêmio Shigeo Shingo Palestrantes: César Silva - Goodyear e José M. Banzato - IMAM

Tópicos: A Metodologia KAIZEN e o LEAN; • As três categorias de KAIZEN; • Estudo de Caso do Prêmio Shigeo Shingo recebido pela 1ª empresa no país, a Goodyear do Brasil; • Uma metodologia consagrada da Goodyear para o KAIZEN. 17:00 às 17:30 h Mesa redonda - Perguntas e Respostas 17:30 h Encerramento

Data do evento: 20 de junho de 2012 | Horário: Das 8:00 às 17:30 h Local: Rua Loefgreen, 1400 – CEP 04040.902 - Vila Mariana/SP

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Tecnologia e redes sociais

Ações diferentes integradas com o mundo virtual proporcionam experiência diferenciada aos clientes C&A

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om o objetivo de oferecer inovação aos seus clientes, a C&A brasileira levou o mundo digital para o mundo físico por meio do projeto Fashion Like. A ação foi lançada em abril, diretamente na fan page da empresa no Facebook. A agência DM9DDB, que desenvolveu a ação, baseou-se no fato de que as mulheres sempre pedem opiniões para amigas. Neste caso, não apenas uma amiga, mas todas que estão 48

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na lista de contatos do Facebook poderão mostrar quais peças mais curtiram. Ao chegar à loja a surpresa será descobrir quais peças delas tem mais “curtidas” e acompanhar em tempo real todo esse movimento. Com uma prévia de 10 modelos da próxima coleção de dia das Mães, os cabides, equipados com visores especiais indicando quantos “curtir” cada roupa recebeu, estão disponíveis na loja conceito da C&A, no Shopping Iguatemi. A coleção

continua sendo votada na fan page e a cada “curtida” aumenta o número no cabide, em tempo real. Esta ação acontece em uma arara especial, que foi customizada e ligada a cabides com displays digitais para mostrar em tempo real as curtidas que as peças tem na fanpage C&A. A arara possui um computador ligado a internet que transfere os dados do Facebook por meio de um microcontrolador para cada um dos 10 cabides.


A

raras eletrônicas que se integram com as redes sociais são boas opções para empresas que gostam de inovar Na fan page é possível conferir fotos das peças em um álbum exclusivo, além de saber quais roupas receberam mais agradaram e dicas de combinações com outras peças por meio de um aplicativo criado exclusivamente para o Facebook. Também é saber quais peças da coleção já estão esgotadas e quais as opiniões dos consumidores. Esse é um exemplo de como uma empresa pode aproveitar a conectividade para das redes sociais para conhecer a fundo o gosto de seus clientes. O projeto da C&A aplicado de outra forma pode ser tornar uma solução logís-

tica, pois indica quais produtos são mais requisitados e até mesmo, quais precisarão ser repostos. Assim, a comunicação em tempo real com o último cliente a adquirir o produto pode ser simplificada ao

instalar estandes eletrônicos que sejam interligados com sistema como o WMS (“warehouse management system”, sistema de gerenciamento de armazém) integrado com redes sociais.

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Expectativas

2 a 4 de outubro

Novidades e Destaques Veja qual a importância da feira para a estratégia comercial dos expositores

C

onfira a seguir a entrevista com o gerente comercial da Schoeller, Denis Moreira, a especialista em Comunicação e Marketing da Marcamp, Vanice de Lima Melo e a gerente de Marketing da E+P, Marcia Ehrhardt, sobre a participação das empresas na MOVIMAT:

Revista intraLOGÍSTICA : Na sua opinião, qual a importância da MOVIMAT para o segmento logístico? Denis Moreira, gerente comercial da Schoeller: A MOVIMAT tem grande importância para a logística por trazer os últimos avanços e tendência do segmento. Vanice de Lima Melo, especialista em Comunicação e Marketing da Marcamp: A MOVIMAT é feira mais conceituada para intralogística no País, isso porque os clientes já a têm consolidada na memória como uma feira para bons negócios e para adquirir mais conhecimento. 50

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Marcia Ehrhardt, gerente de Marketing da E+P: A feira MOVIMAT é muito importante, pois com ela as pessoas ficam sabendo das tecnologias mais avançadas sobre logística e podem, com isso, fazer com que a logística no Brasil se eleve a um nível de primeiro mundo, o que é muito importante para o crescimento da supply chain no País. RI: O que sua empresa obtém participando da MOVIMAT? Qual o resultado esperado nesta edição? Schoeller: Nossa empresa obtém credibilidade e expande a sua rede de relacionamento. Marcamp: A Marcamp já se vê parte nesse processo e esperamos divulgar a nossa experiência e confiabilidade de 25 anos ao mercado. E+P: A MOVIMAT é praticamente a nossa porta de entrada para o mercado logístico brasileiro. Podemos dizer que todos nossos clientes vieram por meio da MOVIMAT, então esta feira é para nossa empresa o ponto mais importante para se fazer negócios no Brasil. Já que somos uma empresa alemã e antes de participarmos desta feira não éramos

muito conhecidos no Brasil, somos extremamente agradecidos à MOVIMAT. RI: Qual (is) produto (s) sua empresa irá lançar na MOVIMAT? Schoeller: Não serão feitos lançamentos. Apresentaremos nossa linha atual de produtos. Marcamp: Vamos lançar a empilhadeira com dispositivos de captura automática de dados, por códigos de barras ou RFID. E+P: Além do pick-by-voice (separação por voz), lançaremos o LIP (“logistics inteligence portal”, portal de inteligência logística) que pode ser acessado por meio de um tablet como o iPad, entre outros. O cliente pode saber o que está acontecendo em seu armazém estando ele em qualquer lugar, bastando apenas ter um tablet. RI: Cite os produtos/serviços que sua empresa apresentará no evento. Schoeller: Serão apresentados paletes de plástico, a caixa paletes e garrafeiras, entre outros produtos. Marcamp: Serão apresentados equipamentos para automação, etiquetas e ribbons, coletores, impressoras, portas e docas e empilhadeiras em geral. E+P: Os produtos serão o pick-by-voice e o LIP.


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Dicas para um projeto ergonômico Para sua empresa adotar um projeto seguro e ergonômico é necessário analisar as operações de movimentação

A

o considerar o valor ergonômico de um posto de trabalho, procure esses elementos de projeto:

• As peças deverão ser apresentadas

• •

• 52

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numa ótima altura para que cada colaborador possa usar o posto de trabalho. Considere as mesas com altura facilmente ajustável. Todas as ferramentas e peças deverão estar posicionadas dentro da área de alcance do colaborador. A iluminação deve ser suficientemente boa para cada atividade Os colaboradores não deverão praticar frequentemente as seguintes ações: levantar, curvar, girar, esticar e se esforçar. As ferramentas deverão ser fáceis de guardar. Trabalhar com sistemas “paperless” (voz ou luz) reduzem movimentos desnecessários. Telas de computador e pastas de documentos deverão ser ajustáveis e dentro de um fácil campo de visão. Vão livre da perna deve ser permitido quando se transfere o produto de um transportador para o posto de trabalho. Estruturas porta-paletes dinâmi-


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cas por gravidade integradas apresentam peças a um alcance confortável. Mesas de altura ajustável podem ser posicionadas em volta da bancada para apresentar peças em contentores na altura certa. • A atividade do posto de trabalho deve incorporar os limites para elevação de cargas máximas. Minimizar a força necessária para movimentar itens com mesas de esferas, superfícies basculantes e balanceadores de ar. • Considere a incorporação de uma ou mais plataformas ajustáveis no posto de trabalho, principalmente uma que chegue ao piso. Outro elemento de projeto importante é permitir o trabalho auto-ritmado. Colaboradores apressados pelas máquinas podem cometer erros e se tornarem estressados. Fazer um bom planejamento para que os colaboradores mais rápidos não sejam tentados por mais trabalho assim eles não devem ficar entediados ou sejam tentados a buscar a próxima peça

Analise as operações de movimentação

• Em primeiro lugar, reconheça que a movimentação de materiais representa muitas vezes um das ações de maior custo de um produto, operação ou serviço. • Entender a relação entre os funcionários, as estações de trabalho e os serviços ajuda o responsável pelo pessoal a designar as estações de trabalho. Estas pessoas devem prestar atenção especial nos detalhes das tarefas para ga-

rantir a maior harmonia possível entre o trabalho e o funcionário. Os agentes de compras são parte importante do programa de movimentação de materiais. Eles controlam detalhes tais como tamanho, peso, embalagem e conveniência para a movimentação. Use cartões do tipo “vendido para” ou “embarcar para”, para eliminar movimentações internas onde for possível. É mais sensato que os produtos embarcados para a sua empresa ou para distribuição sejam embarcados diretamente do seu fornecedor até o cliente, economizando frete e movimentação. Reduza as quantidades totais de material em processo, aliviando problemas tais como superlotação, movimentações extras, uso de contentores maiores ou maior empilhamento de peças. Os problemas de limpeza e conservação podem evoluir, aumentando as possibilidades de acidentes com os veículos de movimentação de materiais e danos nos materiais ou produtos acabados. Para reduzir as quantidades de material em processo, seja mais rígido nos controles e diminua a previsão de estoque, programação, pedidos e expedição. Fabrique os produtos “conforme pedido” em vez de estocá-los para uso futuro. Faça a análise dos produtos. Mudanças nos produtos às vezes resultam na redução da movimentação de materiais. Analise a possibilidade de tornar o produto mais leve para que um funcionário ou transportador contínuo possa

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de direção para que a produção de uma peça/produto ocorra do início ao fim. Curtas distâncias permitem que as estações de trabalho sejam ligadas por transportadores contínuos e reduzam as distâncias de carregamento. Além disso, menos movimentações mecânicas significam menos oportunidades de acidentes. Visite suas operações com um funcionário. Faça mudanças simples imediatamente. • Estabeleça métodos de descarte e de estocagem, bem como formas de melhorar o fluxo dos materiais de sucata, de refugos, de contentores, de ferramentas e de equipamentos. Cada estação de trabalho deve ser analisada. • Planeje corredores adequados para o fluxo de materiais e acesso de emergência desejados. Em uma emergência, a evacuação do pessoal deverá ser rápida e corredores apertados podem restringir as saídas, provocando pânico. Os veículos de emergência também devem ser capazes de ter acesso rapidamente.

transportar mais peças por vez.

Protetores

• Planeje para futura expansão ou

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futuras mudanças. A produção normalmente fica prejudicada em condições de muita aglomeração. • A alta administração cria políticas e procedimentos, por isso ela deve iniciar o primeiro passo na análise das operações de movimentação de materiais. Mesmo na ausência da análise da gerência, analise pessoalmente e implemente mudanças em determinadas situações.

Protetores Engate da Estrutura Porta-Pallets Protetor de Coluna e montante

Engate da Estrutura Porta-Pallets

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Display Box e Box Pallet

Contentores de Chapa Corrugada e de Tela

Fluxo dos Materiais Em geral, não é suficiente a simples observação e estudo de uma operação manual específica de movimentação de materiais. Dúvidas básicas de como encaminhar o material pela instalação ou local de trabalho só podem ser respondidas observando-se o panorama geral. • Elimine a movimentação de materiais desnecessária combinando operações ou diminuindo as distâncias em que o material deve ser movimentado. • Procure por rotas cruzadas, círculos, retrocessos TOP e falta geral

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Paletes com RFID Alguns usuários finais adotam a tecnologia para rastrear o estoque em processo e produtos acabados em suas instalações e na cadeia de suprimentos Modelo com RFID da Airdex

O

s paletes e a RFID fazem sentido no rastreamento de produtos dentro das quatro paredes de uma instalação ou ao longo de uma cadeia de suprimentos em circuito fechado e não para rastreamento de caixas ao longo de uma cadeia de suprimentos em circuito aberto, com vários integrantes não relacionados. Além disso, uma etiqueta de RFID fixada a um palete de madeira é uma receita para o desastre, dado o modo com que muitas vezes os paletes são manuseados. Provavelmente existem melhores formas de rastrear uma caixa do que colocar uma antena em um palete sujeito a avarias com muita facilidade. É mais lógico rastrear a caixa.

Inovações Embora a etiquetagem dos paletes de madeira não seja predominante, existem iniciativas na indústria atual de unir paletes e RFID de algumas formas inovadoras. Aqui estão três exemplos: 56

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• Segurança e visibilidade: a Airdex fabrica um palete leve de espuma usado para produtos de alto valor transportados por via aérea, incluindo computadores e produtos farmacêuticos. Uma das vantagens do palete de espuma é que ele é em sua maioria ar, significando que os materiais usados para fabricar o palete não interferem na transmissão de um sinal de radiofrequência, como pode ocorrer com um palete de madeira. E uma vez que é um produto moldado, o palete pode ser fabricado com uma etiqueta RFID fazendo parte da construção em vez desta ser aplicada depois, como é o caso do palete de madeira. Segundo Vance Seagle, presidente da Airdex, a organização ficou interessada na inclusão de capacidades para RFID, sensores ou GPS em seus paletes depois que uma empresa especializada em segurança de carga entrou em contato com eles. “Seu cliente transportava uma carga de alto valor por caminhão que estava sendo furtado.

Havia um transponder no caminhão que os alertou por ele estar parado mais tempo do que o previsto, porém quando conseguiram o contato, a carga já tinha sido roubada e eles não conseguiram pegar os ladrões”. Com algum tipo de etiqueta RFID ativa, eles acreditam que poderiam recuperar a carga se os ladrões movimentassem o produto em um palete. “Eles nos pediram para moldar um palete com um transponder que ficasse totalmente escondido”, afirma Seagle. “O palete proposto foi embarcado para o mundo inteiro e funciona bem”. Seagle acrescenta que as maiores defensoras da tecnologia são as empresas de seguros das cargas. A partir daí, a Airdex trabalhou em parceria com a AT&T, a US GlobalSat, uma empresa fabricante de transponders GPS bem pequenos e uma empresa de serviços de pagamento via celular para desenvolver um palete com capacidade para GPS e sensores. Os usuários-alvos finais, incluindo as Forças Armadas dos EUA – e é tudo isso o que


o Seagle pode dizer – são fabricantes de vestuário ou outros produtos facilmente falsificados e indústrias como farmacêuticas e alimentícias que distribuem produtos com temperatura controlada. “Se você estiver transportando soro ou vacina, a temperatura tem que ser mantida numa faixa muito estreita”, afirma Seagle. “Hoje, quando o produto chega, eles conseguem verificar por meio de um sensor se a temperatura saiu da faixa durante a entrega. Com um dispositivo em tempo real, eles conseguem ser alertados durante o trajeto se algo aconteceu. Se um embarque crítico foi danificado, eles podem pedir imediatamente um novo medicamento”. O próximo passo é desenvolver uma etiqueta que não forneça apenas as coordenadas X e Y para rastreamento, mas também as coordenadas Z para uma visão tridimensional de uma área. Isso oferecerá um rastreamento muito mais preciso dos itens, como contêineres no porto que podem estar bem no fundo de uma pilha. A pressão é sobre a visibilidade total dos ativos”, afirma Seagle. “Existem tantos ativos em trânsito a todo momento, que a visibilidade total é uma verdadeira ferramenta para alguns setores da indústria”. • Rastreando o estoque em processo e a manutenção: Assim como a Airdex, a Green Line Armor produz uma alternativa para o palete de madeira

E

xistem iniciativas inovadoras na indústria para unir paletes e RFID e de plástico tradicional. Neste caso, um palete híbrido para serviços muito pesados: os componentes de madeira são muito mais pesados que os de um palete de madeira tradicional e são unidos por parafusos em vez de pregos; as tábuas das pontas da base – as mais suscetíveis a avarias provocadas pelas empilhadeiras – são feitas de plástico altamente resistente. Ele é tão resistente que a Green Line Armor dá uma garantia de dez anos, segundo o presidente da empresa, Eric Renteria. Os usuários mais prováveis são os fabricantes, com foco na indústria de alimentos enlatados, fabricantes de equipamentos e produtos pesados e a indústria automotiva. O maior cliente da empresa tem dois mil paletes usados para carregar o estoque em processo em suas fábricas e, em seguida, estocar os produtos acabados no armazém. Desde o início, a Green Line Armor projetou um compartimento nas tábuas de plástico das pontas da base para acomodar uma etiqueta de RFID. Em seguida ela instalou uma etiqueta de RFID passiva nas duas tábuas das pontas da base do palete. Desse modo, ela consegue uma leitura consistente

Palete da Green Line Armor é híbrido

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RFID é utilizado pela iGPS para rastrar seu pool de paletes

seja qual for a orientação do palete. A etiqueta possui um número de 12 dígitos que identifica o palete quando conectado a um banco de dados. A Green Line Armor utiliza essas informações para fins de garantia. “Sabemos quando o palete foi fabricado, onde foi construído e os códigos do lote das matérias-primas que entraram no palete”, diz o presidente da Green Line Armor. “Essa última parte é importante para a indústria farmacêutica e alimentícia que podem ter que rastrear todas as matérias-primas associadas aos seus paletes”. Os dados também informam à empresa quem comprou originalmente o palete e quanto tempo ainda tem de garantia. “Sabemos se você não foi o dono original do palete”, afirma Renteria. Quanto maior o cliente da Green Line Armor soube da etiqueta de RFID, ele pediu à empresa que criasse outro compartimento especial nas tábuas de plástico para acomodar uma etiqueta de RFID ativa utilizada em suas operações. Cada etiqueta de RFID tem a capacidade de comunicar sua localização a outras etiquetas de RFID e, por fim, a um sistema de rastreamento do estoque no chão de fábrica e na área de estocagem de produtos acabados. “Com o clique de um mouse, o cliente pode efetuar um inventário físico e saber onde estão os seus estoques em processo e seus 58

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C

om o clique de um mouse, o cliente pode efetuar um inventário físico e saber onde estão os materiais em processo e seus produtos acabados produtos acabados”, explica. “Estas informações ficam disponíveis para os usuários em todo o mundo”. • Conduzindo as operações do armazém: a iGPS também conta com a RFID para gerenciar seu pool de aproximadamente 15 milhões de paletes de plástico de aluguel, segundo Jack Spam, diretor executivo de informática. Uma etiqueta de RFID passiva EPC Gen II – originalmente desenvolvida para rastrear caixas e paletes na cadeia de suprimentos do varejo – é embutida em cada um dos quatro cantos do palete para garantir uma leitura consistente seja qual for a orientação do palete. Para as suas próprias finalidades de rastreamento, acompanhamento e cobrança, a iGPS ‘escaneia’ a etiqueta quando o palete sai de um de seus depósitos para o local do cliente; ela é ‘escaneada’

novamente quando sai da fábrica de um cliente, normalmente ao sair de um paletizador da doca de embarque; e uma terceira vez é ‘escaneada’ ao retornar a um depósito da iGPS e colocada no estoque. “Nosso banco de dados tem um registro de cada leitura de cada palete desde o primeiro fabricado e fazemos então o rastreamento ao longo de toda a sua vida útil”, afirma Spam. “Se não pudéssemos rastrear nossos paletes, não poderíamos cobrar acuracidade a cada uso nem identificar onde nossos ativos estão localizados para as nossas equipes de recuperação de ativos”. Pelo menos um cliente da iGPS utiliza a etiqueta de RFID para ativar os seus processos automatizados de armazenagem. Depois que uma carga é paletizada e envolvida em filme plástico esticável, uma etiqueta de código de barras é aplicada automaticamente à carga na placa de licença com as informações do produto. Quando esta etiqueta e a etiqueta de RFID do palete são ‘escaneadas’, a carga é vinculada ao palete no sistema de gereciamento do armazém do fabricante. Na hora de enviar ao estoque, o palete é apanhado e a etiqueta de RFID é ‘escaneada’ por um leitor montado em um veículo automaticamente guiado (AGV). Com base nessa leitura, o WMS (“warehouse management system”, sistema de gerenciamento de armazéns) direciona o AGV até o local de envio ao estoque do armazém. Da mesma forma, na hora de atender um pedido com esse palete, o WMS envia o AGV até o local de envio ao estoque para retirar o palete. O leitor do AGV lê a etiqueta de RFID novamente para garantir que ele esteja puxando o palete correto e, em seguida, o carrega automaticamente em um semirreboque para entrega. “O envolvimento do operador só ocore quando há uma exceção a ser processada. Ele vem utilizando o sistema há 18 meses e está obtendo literalmente 100% de leituras acuradas”, finaliza Spam.


em foco

Intralogística

Mais uma fusão Empresa divulga acordo com multinacional norte-americana

A

SEE Sistemas, desenvolvedora de soluções para movimentação e armazenagem de materiais, anuncia que firmou acordo de transferência da propriedade para a empresa Illinois Tool Works Inc. (ITW), companhia especializada em manufatura industrial, baseada nos Estados Unidos. O objetivo é continuar desenvolvendo e aplicando soluções de movimentação de materiais. De acordo com a estrutura descentralizadora de negócios da ITW, a SEE manterá o nome de sua marca e

continuará a operar como um negócio separado. Além disso, a ITW fornecerá recursos para a SEE desenvolver tecnologias, explorar oportunidades e agregar mais valor aos serviços. A integração da companhia será um processo gradual e sem interrupção das atividades, pois projetos, estudos, pedidos de compras, serviços e contatos continuarão os mesmos. Os clientes poderão usar os mesmos canais de comunicações. A ITW atua há 100 anos oferecendo mão de obra especializada, está catalogada entre as duzentas maiores

S

ee Sistemas firmou acordo de transferência de propriedade para a ITW empresas do mundo. Seus produtos de consumo, equipamentos e serviços, servem a clientes ao redor do mundo seja em mercados desenvolvidos ou em mercados emergentes. A ITW emprega mais de 60.000 pessoas em todo o mundo junho 2012

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armazenagem

pisos

Pisos super-planos A construção e a conservação de superfícies com alta resistência evita gastos e acidentes

O

projeto, especificação e construção de um típico piso industrial de concreto para um centro de distribuição de tamanho moderado pode facilmente custar R$ 1 milhão. Às vezes, os proprietários de prédios ignoram seu papel na economia de dinheiro. Um piso de con60

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creto com características de planicidade e nivelamento de alta qualidade – piso super-plano – pode economizar milhões ao longo da vida útil do prédio. Outro benefício a longo prazo será reduzir o risco de manutenção dos veículos e dos equipamentos, giros de estoque abaixo do ideal, avarias no estoque e custos de assistência médica provocados por acidentes de tra-

balho. Também reduzem a manutenção elétrica e mecânica das empilhadeiras e a necessidade de peças sobressalentes, tais como as rodas e baterias. O operador de empilhadeiras pode sofrer dores na coluna, pescoço, mãos e braços provocadas pelo excesso de vibração gerado por pisos irregulares. Muitas vezes, ele dirige os veículos de ré ou len-


tamente para localizar os defeitos do piso. Um piso de concreto com uma superfície irregular impede a movimentação rápida e segura da carga e o operador precisa avaliar constantemente a superfície do piso e ajustar a velocidade. Outra forma de economizar dinheiro com os pisos super-planos está relacionada ao envio do produto ao estoque. Variações aparentemente menores na planicidade encontradas em pisos que não são desse tipo aumentam o “efeito de vara de pescar” dos mastros das empilhadeiras. O operador costuma enfrentar mais problemas na colocação dos garfos em posições mais altas quando o piso é irregular. Por isso, eles devem ter muita cautela ao tentar colocar cargas em

posições altas estando em um local com essa característica. Quanto maior a altura do mastro, mais pronunciada é a inclinação e maior a probabilidade de a empilhadeira bater nas estruturas porta-paletes. Em alturas de 18 metros nas estruturas porta-paletes, caso uma empilhadeira estacionar em uma saliência de apenas 0,60 cm, a inclinação estática do mastro será de aproximadamente 30 cm. Uma operação típica de um centro de distribuição com corredores muito estreitos tem apenas 15 cm de vão livre entre a carga e as estruturas porta-paletes. Um defeito comum nas juntas do piso de concreto pode ser de até 1,3 cm. Para as separações de pedidos, as saliências no piso obrigam o operador a abaixar a carga para reduzir o balanço do mastro ao se movimentar até outro local, perdendo assim um tempo valioso. Além disso, alguns fabricantes de empilhadeiras não dão garantia de reposição do equipamento, exceto se o piso atender a determinadas especificações de planicidade e nivelamento. Os custos de reparos de garantia são maiores com pisos inferiores, pois a maioria das empilhadeiras não possui sistemas de suspensão ou pneumático. Qualquer mudança brusca de altura no piso, mesmo tão pequena quanto 0,16 cm, pode fazer com que o operador perca o controle da empilhadeira. Isto por sua vez pode levar a trincas de tensão provocadas por flexão cíclica dinâmica contínua dos componentes da estrutura.

Custo das mudanças Existem duas formas de conseguir um piso super-plano – construir um piso novo ou retificar um já existente. O método a ser usado depende de algumas análises básicas: • A quem pertence o piso. • Tempo de duração estimado para que o piso super-plano fique pronto. • Tamanho da superfície do piso. Para novas construções, a moldagem, colocação e acabamento adequados de um piso super-plano são os métodos comuns. No caso de um CD já em junho 2012

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U

m piso de concreto com uma superfície irregular impede a movimentação rápida e segura da carga de empilhadeira tenha uma carga e deva diminuir a velocidade nas áreas defeituosas. Isto se traduz em cerca de 1,5 segundo perdido por defeito. Nesta situação, a empilhadeira perde cerca de 18 segundos em um corredor típico de 90 metros. Em seguida, suponha que o custo por hora para operar uma empilhadeira num centro de distribuição seja de aproximadamente R$ 58/hora (mais benefícios, impostos, seguro, custos e encargos indiretos, etc.). Multiplique 18 segundos por R$ 0,014 por segundo (aproximadamente R$ 50 por hora dividido por 3.600 segundos) para obter R$ 0,25 por operação.

Agora considere o número total possível de operações em um turno de oito horas para uma única empilhadeira (cerca de 1000), multiplicado pelo dinheiro perdido por operação (R$ 0,25), multiplicado pelo número de turnos por dia de trabalho (três), multiplicado pelo número de dias por ano e os resultados são surpreendentes. Cada empilhadeira perde cerca de R$ 750 de produtividade por dia de três turnos. Multiplique R$ 1.937 por 365 e chegará a um custo anual aproximado de R$ 273.750, 00 por empilhadeira. Embora as especificações exatas do piso super-plano possam ser desafiadoras, os custos para a correção das irregularidades apontadas por uma empresa qualificada de consultoria, antes de o trabalho começar, valem o esforço. Os investimentos iniciais retornarão por meio dos lucros, da produtividade, da redução dos custos com manutenção dos veículos, paletes e da diminuição da fadiga do operador.

É nesse ponto que a store automação faz a diferença. Uma empresa fornecedora de softwares orientados à logística, com produtos consolidados e reconhecidos, que prima pela eficácia em toda a cadeia de distribuição e cuja equipe conta com forte expertise nas melhores práticas do mercado.

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operação, corrigir os pisos existentes é mais econômico. O custo da retificação varia, dependendo do tipo e do método. Na maioria dos projetos desenvolvidos pela IMAM Consultoria no Brasil é feito um cálculo para conscientização da perda, conforme apresentado a seguir: Suponha que uma empilhadeira percorra 170 metros/min, a plena velocidade. O tempo necessário para chegar até o final de um corredor de 90 metros de comprimento é de aproximadamente 30 segundos, a velocidade plena. Os dados empíricos tirados do F-Min Profiler (para medições de pisos existentes) indica que uma média de aproximadamente 10% de um corredor típico (cerca de 12 áreas de comprimentos variáveis) requer retificação corretiva. O volume de retificação necessário para atender à especificação de planicidade do piso é baseado na largura do corredor e na altura das estruturas porta-paletes acima do piso. Imagine também que o operador


O resultado só é bom para a gente quando é bom para a sua empresa e o Brasil. Conheça algumas das grandes operações realizadas em 2011.

Logística

Farmacêutico, Higiene e Cosméticos

R$ 60.000.000,00

R$ 80.000.000,00

R$ 40.500.000,00

Emissão de Debêntures

Capital de Giro

Capital de Giro

US$ 22,000,000.00

R$ 50.000.000,00

R$ 160.000.000,00

Capital de Giro

Prestação de Fiança

Notas Promissórias

R$ 200.102.636,00

R$ 33.000.000,00

Emissão de Debêntures

Capital de Giro

US$ 139,435,192.15

R$ 185.000.000,00

Capital de Giro

Capital de Giro

Alimentos e Bebidas

Soluções de Investimento

US$ 42,500,000.00 Short Term Pre-Export Finance

R$ 35.000.000,00

US$ 74,827,434.92

Capital de Giro

Import Finance

Têxtil

Short Term Pre-Export Finance

Transportes

R$ 31.000.000,00

R$ 200.000.000,00

Capital de Giro

Capital de Giro

R$ 620.000.000,00 Capital de Giro

Serviços R$ 100.000.000,00 Emissão de Debêntures

R$ 88.333.000,00

R$ 300.000.000,00

R$ 78.700.000,00

R$ 150.000.000,00

R$ 130.000.000,00

Prestação de Fiança

Emissão de Debêntures

Soluções de Investimento

Notas Promissórias

Capital de Giro

US$ 1,760,780,000.00

R$ 150.000.000,00

Short Term Pre-Export Finance

Emissão de Debêntures

1. TAM + STAR 1.1.1 VERSÃO NACIONAL 00 1.1.1.1 VERSÃO PREFERENCIAL POSITIVA E NEGATIVA Soluções 13/07/2010

R$ 35.680.000,

de Investimento

Saneamento

R$ 66.000.000,00

R$ 100.000.000,00

R$ 34.500.000,00

Emissão de Debêntures

Emissão de Debêntures

Capital de Giro

Telecomunicações R$ 113.000.000,00

R$ 40.000.000,00

US$ 169,000,000.00

Emissão de Debêntures

Capital de Giro

Import Finance

R$ 805.829.747,37

R$ 100.000.000,00

Soluções de Investimento

Soluções de Giro

Naval

US$ 150,000,000.00

R$ 500.000.000,00

R$ 559.250.000,00

Capital de Giro

Emissão de Debêntures

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Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos


LITERATURA TÉCNICA Vendas e locações A Bauko Máquinas atua na distribuição e locação de máquinas e equipamentos de construção & terraplanagem, bem como, na locação e distribuição de empilhadeiras. A empresa opera como distribuidor Komatsu, Dynapac e Toyota. Em seu catálogo oferece produtos como locação e venda de escavadeiras hidráulicas, mini escavadeiras hidráulicas, tratores de esteiras, carregadeiras de rodas, motoniveladoras, rolos compactadores, compactadores vibratórios, compactadores de pneus, rolos de pneus de asfalto e empilhadeiras. www.bauko.com.br / (11) 3693-9333.

Exportação Localizada em Sorocaba, Interior de São Paulo, a SoroPack é uma empresa especializada na fabricação de paletes, embalagens de madeira e no desenvolvimento de soluções e serviços. A empresa oferece em seu catálogo, embalagens e paletes tratados para exportação de acordo com a necessidade de cada cliente. Dispõe também do setor de Comex – Comércio Exterior, com profissionais treinados e atualizados, dando suporte, assessorando e gerenciando o fluxo de documentação e rastreabilidade dos paletes e embalagens tratadas. www.soropack.com.br / (15) 3012-5291.

Veículos elétricos Em seu catálogo, a Veículos Jacto, localizado em Pompéia (interior de São Paulo), uma multinacional brasileira que exporta seus produtos para mais de 80 países, oferece serviços como locação de veículos elétricos, ideais para a movimentação horizontal de cargas. A empresa também dispõe de locação de caixas e paletes plásticos, transporte rodoviário, fabricação e desenvolvimento de moldes e peças sopradas, injetadas e termoformadas. www.veiculosjacto.com.br / (11) 4166-4250.

Carga reefer A Conexão Marítima, terminal retroportuário localizado em Itajaí - SC, apresenta em seu catálogo soluções para controle total de carga reefer. Além disso, a empresa oferece serviços de monitoramento com o sistema REFCON – Sistema de Monitoramento Remoto de Contêineres Reefer. O terminal possui a habilitação REDEX (Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exportação), uma opção para desembaraço de exportação em recintos localizados em zonas secundarias, não alfandegadas. Ótima alternativa para o exportador que deseja driblar a morosidade e falta de espaço. www.cmaritima.com.br / (47) 3405-2200.

64

junho 2012


estudo de caso

LEAN MANUFACTURING

Célula piloto: variação do número de operadores em função do painel Kanban

O som do lean

Hayonik adota manufatura enxuta com apoio da IMAM Consultoria

A

Hayonik faz parte de um grupo que atua há mais de 45 anos no mercado nacional na industrialização, comercialização e exportação de consoles de audiomixagem para sistemas de pequeno e de médio porte, amplificadores de baixa e alta-potência, equalizadores gráficos, crossovers, amplificadores de

instrumentos, sistemas de caixas ativas, caixas acústicas passivas “full” e bi-amplificadas, caixas multiusos, sonorização de ambientes (pequeno, médio e grande porte), transformadores, carregadores, inversores, fontes lineares, fontes chaveadas e no desenvolvimento especial para grandes contas. Localizada em Londrina (PR), a empresa tem um parque industrial de

5.000m2 de área construída, que está se transformando na mais nova escola do pensamento lean no Brasil. Para tal, em março de 2011 iniciou um projeto com a assessoria da IMAM Consultoria, que vem implementando a sua consagrada metodologia desde então. Após o diagnóstico e escolha do processo piloto, a fabricação de fontes metálicas, foram implementadas quajunho 2012

65


A

jornada lean tem a hora certa para começar, quando este pensamento está maduro o suficiente na alta direção, mas não tem hora para terminar tro ferramentas preferenciais: Kanban “5S” de produção e abastecimento, células de manufatura e Kaizen. Os primeiros resultados aconteceram em agosto do mesmo ano, com a virada do processo piloto, com destaque para o aumento da produtividade da mão de obra, em torno de 23%, ganho de 143 m2 de área, redução da cobertura média de 15% dos estoques de materiais comprados, redução de 25% do estoque em processo e aumento da flexibilidade. O processo piloto já pratica o shojinka, no qual o número de operadores na célula de montagem é determinado a partir da necessidade de produção, determinada pelo painel Kanban. Em janeiro desde ano, o sistema já foi expandido para setor de transformadores e, em março, para montagem de placas e áudio. Segundo o diretor presidente da Hayonik, Ricardo Akira Hayama: “es-

távamos a procura de uma consultoria para implementar o Sistema Toyota de Produção (Lean) em nossa empresa. Após várias pesquisas, considerando experiência e credibilidade, optamos pela IMAM Consultoria. Com base em projetos anteriores, sabemos da complexidade da implementacão onde pessoas, processos e cultura são afetadas, muitas vezes dificultando ou impossibilitando o resultado esperado. A implantação feita pela IMAM está sendo realizada por consultores altamente capacitados e isso é fundamental para o sucesso do projeto.” “O apoio da Diretoria, se envolvendo diretamente e não poupando esforços para a implementação do lean, garante 80% de probabilidade de sucesso. Os outros 20% são garantidos por meio da experiência e de uma metodologia estruturada”, complementa o gerente do projeto, Sidney Rago, da IMAM.

Painel Kanban: sistema de puxar acionado pelas vendas

66

junho 2012


Luiz Fonseca, também gerente de projetos da IMAM Consultoria neste cliente enfatiza: “todo projeto longo necessita de um excelente planejamento e controle, o que vai muito além da filosofia lean. É preciso utilizar uma metodologia de gestão de projetos para que os riscos da implementação sejam reduzidos. De boas ideias o inferno está cheio, necessitamos de uma metodologia que transforme estas ideias em resultados”. A jornada lean tem a hora certa para começar, quando este pensamento está maduro o suficiente na alta direção, mas não tem hora para terminar. A Hayonik continuará obtendo uma produtividade cada vez maior, se diferenciando no mercado, aumentando cada vez mais a sua competitividade rumo à sustentabilidade da marca e do negócio. Supermercado de Kanban de fios cortados

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Estocagem de inovações

Metalúrgica Central comemora quase sete décadas

A

Metalúrgica Central está comemorando 67 anos de atuação no mercado e possui duas divisões. A primeira trata apenas de materiais de escritórios e a segunda, a Açolog, trabalha há 42 com produtos direcionados a logística, como estruturas porta-paletes, flow-rack, estanterias, paletes de aço, cantilever, pranchas metálicas, entre outros produtos. “Iniciamos com a produção para uso próprio, uma vez que o mercado tinha poucas possibilidades no mesmo. Cedo verificamos que esse material poderia colaborar com outras empresas da área de armazenagem. A Metalúrgica Central ao longo de seu tempo de atuação no mercado conquistou respeito e confiança de seus clientes transformando-os em amigos pela transparência e seriedade demonstrada nos fornecimentos”, comenta Carolina Hatala de Moraes, Coordenadora de Vendas.

Novidades Nos dias de hoje de hoje, nenhuma empresa pode desperdiçar espaços, que devem ser aperfeiçoados e valorizados ao máximo. Por isso, o departamento técnico da empresa em conjunto com usuários desenvolve constantemente inovações que otimizam as operações. A mais recente novidade é a estrutura rack-empilhável, ideal para as operações no aproveitamento desses espaços. “O rack é de fácil manuseio, montagem e desmontagem e o único no mercado com engates rápidos, não desmontando em casos de tombamento, além de possibilitar o aumento ou ajuste 68

junho 2012

A

çolog celebra aniversário anunciando novidades como a estrutura rack-empilhável

das travessas. Também para facilitar o armazenamento, manuseio e transporte, desenvolvemos estruturas porta-pneus para altas dimensões, estruturas dinâmicas para rolos de tecidos, estruturas verticais móveis”, explica Carolina. A coordenadora declara que entre as tendências para o segundo semestre

de 2012 e para 2013, está a introdução de novos condomínios industriais, nas mais variadas regiões do país, que tornam o segmento de armazenagem um dos mais aquecidos, devido aos grandes projetos como a consequente necessidade de porta-paletes, mezaninos, estanterias metálicas, entre outros fabricados pela Açolog.


3º Seminário

Centros de Distribuição e Condomínios Logísticos/Industriais

Dia 08 de Agosto de 2012, em São Paulo-SP

Inscrições com de desconto até 25/07/2012

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Fique por dentro das novidades e tendências sobre alternativas flexíveis de infraestrutura. Onde os gargalos viram oportunidades! 8:00 às 8:30 h Recepção e abertura

8:30 às 9:30 h Estratégias de Armazenagem e Operações e seus impactos nos gargalos operacionais Conferencista: Eduardo Banzato

Entender o papel da armazenagem e operações no contexto da cadeia de suprimentos é o primeiro passo ao se pensar nos investimentos (planejamento, implementação e gerenciamento). Quais são os fatores críticos que impactam na decisão do posicionamento da operação na malha logística.

9:30 às 10:00 h Coffee-Break

10:00 às 11:00 h Localização de CDs e Fábricas pelo Método dos Custos de Transporte Conferencista: Reinaldo A. Moura

Conheça o conceito básico da teoria da localização pelo método dos custos de transporte que impacta diretamente nos custos da operação. Os riscos de se trabalhar apenas com modelos quantitativos e qualitativos para localização.

11:00 às 12:00 h Aspectos Jurídicos, Tributários e Viabilidade de Localização

Conferencista: Wagner Salzano - IMAM; Antonio Sérgio Pinheiro e Paula Rondon - Vigna Advogados O impacto dos aspectos fiscais, tributários e incentivos sobre os custos logísticos e seu caráter dinâmico. Conheça também os principais riscos que atualmente são determinantes na localização de operações logísticas. Consequências e desafios enfrentados pós-implementação.

12:00 às 12:30 h Mesa redonda - Perguntas e Respostas 12:30 às 13:30 h Almoço

13:30 às 14:30 h Construir ou Alugar um CD? Conferencista: Sidney T. Rago

O Brasil possui diferentes modelos de negócios com relação a operação de Centros de Distribuição e Fábricas que se viabilizam em função de inúmeras variáveis. Os diferentes modelos, vantagens e desvantagens de cada modelo e os drivers (variáveis) utilizados na análise da melhor solução.

14:30 às 15:30 h Infraestrutura e Investimentos em um CD Conferencista: Antonio Carlos Rezende e Kalid Nafal - IMAM

Conheça os tópicos a serem avaliados para um estudo de viabilidade de um empreendimento e saiba também o que considerar do ponto de vista de mercado imobiliário. Infraestruturas para movimentação e armazenagem básica e flexível para um CD.

15:30 às 16:00 h Coffee-Break

16:00 às 17:00 h Como mudar a operação para um condomínio Conferencista: Daniel Garcia

Os impactos da mudança do Centro de Distribuição ou Fábrica sobre a operação e como estruturar um projeto de mudança e adaptação operacional à nova realidade. Check-lists para o sucesso

17:00 às 17:30 h Mesa redonda - Perguntas e Respostas 17:30 h Encerramento

Data do evento: 08 de agosto de 2012 | Horário: Das 8:00 às 17:30 h Local: Rua Loefgreen, 1400 – CEP 04040.902 - Vila Mariana/SP

INVESTIMENTO: R$ 1.100,00 por participante

Descontos: 10% para inscrição e pagamento até 25/07/2012; 15% para 3 ou mais participantes da mesma empresa; 20% acima de 5 participantes da mesma empresa. Obs.: descontos não cumulativos.

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Eficiência operacional S

eja nos ajustes dos indicadores, no treinamento dos colaboradores ou na comunicação mais eficiente, todo centro de distribuição tem potenciais de melhoria

1. Conheça

sua operação. Mapeie os processos de seu CD e, em seguida, pergunte aos operadores o quanto o mapa corresponde à realidade.

2. Saiba

suas metas. Escolha cinco ou dez indicadores que sejam prioritários. Meça o progresso em direção às metas e dê feedback aos colaboradores.

3. Faça

um balanço entre acurácia e custo. Se sua taxa de acurácia for de 99,95% pode não valer a pena o esforço de eliminar todos os erros. Porém as metas de acurácia podem variar por setor.

4. Treine

, treine e treine mais uma vez. A instrução de pessoa para pessoa não oferece a forma mais eficaz de execução de uma tarefa. Para colocar os funcionários em um programa de treinamento oficial, você deve explicar porque as coisas devem ser feitas da maneira sugerida.

5. Perceba

que as pessoas são o ponto-chave. Pode-se usar a mecanização e a automação, mas no final são as pessoas envolvidas que garantem o funcionamento dos processos de maneira eficiente.

6. Comunique

bem. Suas mensagens deve ser claras. Cada funcionário deve saber o que se espera dele e receber feedback de seu desempenho.

7. Foque

no atendimento dos pedidos. Garanta que os responsáveis pela tarefa gastem todo o tempo e foco atendendo os pedidos e não em tarefas não relacionadas.

8. Elimine

os obstáculos ao sucesso. Converse com seus funcionários e saiba quais são seus obstáculos. Peça sugestões para aumentar a produtividade.

9. Eleve

o nível de exigência. Uma vez melhorada a eficiência, aumente gradualmente os seus padrões. Porém ao atingir uma meta não deixe de comemorar esse sucesso.

10. Escolha

os KPIs (“key performance indicators”, indicadores chaves de desempenho) certos. Os KPIs incluem o custo por hora da mão de obra, porcentagem de estoque danificado, taxa de atendimento e acurácia dos pedidos.

70

junho 2012


em foco

Intralogística

Nova unidade para empilhadeiras Localizado próximo a capital de São Paulo, novo prédio centraliza vendas e oferece centro técnico

A

Brasil Máquinas de Construção (BMC) criou a BMC Empilhadeiras, por meio da qual pretende comercializar exclusivamente as empilhadeiras fabricadas pela Hyundai Heavy Industries. A unidade atuará em 26 municípios da Grande São Paulo, além dos bairros da capital, que atualmente representam 19% do PIB do Brasil de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além disso, 26% dos negócios no mercado de empilhadeiras concentram-se nesta região, e a aposta da BMC é levar às empresas um atendimento de qualidade, rápido e eficaz. O suporte técnico dos equipamentos 72

junho 2012

será feito na nova unidade de negócios, que, além de toda estrutura operacional já instalada, conta com carros de apoio, estoque de peças sobressalentes, serviços de pós-venda e mecânicos próprios, altamente competentes, qualificados e aptos para o pronto atendimento às empresas que atuam nestas cidades. “A experiência da BMC permitirá que a BMC Empilhadeiras alcance um rápido crescimento da linha industrial da Hyundai já no primeiro ano de vida.” comenta Marcos Mendes de Oliveira, gerente da unidade de empilhadeiras da BMC. Fundada em 2007, a BMC comercializa escavadeiras hidráulicas e oferece equipamentos para construção e movimentação de carga. A empresa repre-

U

nidade atenderá 26 municípios na Grande São Paulo senta multinacionais do setor de construção, como a Hyundai Construction Equipment (Divisão de Equipamentos de Construção da Hyundai Heavy Industries), a XCMG, a Zoomlion, a Shantui, a Daemo e a Merlo. Seu centro de distribuição de peças fica em Santana de Parnaíba, região da Grande São Paulo e foi construído em 2010, em uma área de 6 mil m2, capazes de armazenar um total de 3 milhões de itens divididos em mais de 17 mil tipos de peças.


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equipamentos

ventiladores

Circulação de ar nos armazéns

Os ventiladores HVLS (“high-volume low-speed”) são alternativa econômica para circulação de ar

S

em desdenhar os aparelhos de ar condicionado, eles não são a única opção de resfriamento confortável durante o calor. Uma opção que tem recebido cada vez mais atenção são os ventiladores de teto HVLS (“high volume, low speed”, alto volume, baixa velocidade).

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junho 2012

Eles fornecem resfriamento confortável de modo econômico e ainda podem melhorar a eficiência dos sistemas de aquecimento no inverno.

Nível de conforto Não confunda esses ventiladores com aquele outro pequeno que existe

em sua sala de estar. Eles rodam devagar, mas devido ao seu tamanho, podem mover uma quantidade grande de ar. E o movimento de ar é a peça chave para o conforto de pequenos espaços no verão. O ar em movimento sobre os ocupantes de um ambiente aumenta o esfriamento por evaporação, aumentando os níveis de con-


O

s ventiladores de teto HVLS fornecem resfriamento confortável de modo econômico e ainda podem melhorar a eficiência dos sistemas de aquecimento no inverno forto. De acordo com alguns especialistas, o sistema correto de HVLS pode diminuir a sensação térmica entre 8 a 16 graus. Muitos armazéns têm tetos altos e necessitam de pés-direitos elevados maiores. Você precisa de um ventilador grande para mover o volume de ar necessário para exercer um resfriamento efetivo. Por isso, os ventiladores HVLS têm diâmetro grande e devido ao comprimento de suas pás, podem funcionar eficientemente em velocidade de rotação relativamente baixa.

Unidades projetadas para ambientes amplos Um dos fabricantes de ventiladores HVLS é a Big Ass Fan de Lexington, Kentucky (EUA). A empresa oferece sua linha Powerfoil de ventiladores para o segmento industrial em tamanhos que vão de 3 a 6 metros. Estes ventiladores exibem uma unidade selada com redução de engrenagem banhada e escalada a nitrogênio, com controles eletrônicos a bordo com fio. O desenho de suas dez pás aerofólio maximiza o movimento do ar eficiente e minimiza os níveis de ruído próximo a níveis quase não detectáveis. Uma pequena asa no topo de cada pá elimina a formação de baixa eficiência gerada pela força do redemoinho. A Big Ass Fan também oferece sua linha Isis de ventiladores mais leves e menores quanto ao diâmetro (6 metros) e peso para pé direito abaixo dos 8 metros. Um número crescente de proprietários de ventiladores HVLS está des-

Linha Powerfoil da Big Ass Fan têm tamanhos entre 3 e 6 metros

cobrindo os seus benefícios. Dado o vasto ambiente de fábricas e armazéns, esses ventiladores ajudam a eliminar pontos de frio ou de calor comuns em ambientes com ventiladores pequenos e de alta velocidade. Durante o inverno, os ventiladores operam em velocidade tão reduzida para movimentar o ar que estratificam o ambiente e mantêm a temperatura, o que pode reduzir significativamente os gastos com aquecimento.

Benefícios no verão Os ventiladores HVLS também trazem benefícios confortáveis durante as estações quentes. Em muitos casos, o calor nesses ambientes altos de estratifica e pode ser tão alto quanto 6° C mais quente no pé direito em relação ao chão ou ao nível de trabalho. O conforto do trabalhador pode ser mantido por ventiladores que gentilmente pressionam a camada de calor. Os ventiladores da Big Ass estão equipados com um controle remoto de fixação de parede. Isso permite que os usuários liguem e desliguem o ventilador, ajustem os parâmetros, programem a velocidade e operações de solução de problemas. Um número ilimitado de ventiladores pode funcionar com um único teclado, simplificando as operações. Os ventiladores podem ser auxiliados pelo smartSense365, uma interface automatizada intuitiva para maximizar as economias de energia e garantir conforto por mais ou menos um ano com o controle automatizado de cada ventilador.

Benefícios além do conforto Os ventiladores HVLS geralmente são instalados para melhorar o conforto no verão e no inverno em estabelecimentos industriais e comerciais, mas também podem trazer outros benefícios. De acordo com a Big Ass Fan, a empresa foi designada para ajudar uma fábrica no Texas a eliminar danos a produtos de aço laminado. Os danos resultavam do condensado que se forma em pisos de concreto durante períodos de alta umidade e alterações de temperatura que acabam danificando os produtos. Para sorte do cliente, o ventilador de quatro pás em 8 metros foi totalmente efetivo na eliminação do problema de condensação, gerando uma economia de US$ 250.000,00 em despesas gastas com produtos danificados. As despesas com manutenção do sistema de ventilação HVLS é mínima. A recomendação é uma manutenção anual dos ventiladores, incluindo inspeção de todos os cabos de segurança, parafusos de suporte, conexões de controle, fixação das pás e depressões do eixo de segurança, junto com uma limpeza dos motores, da carcaça do motor e aerofólios.

Pá barbatana da baleia Outro fabricante, a Envira-North, de Seaforth, Ontário, Canadá, oferece um modelo de ventilador HVLS industrial chamado Altra-Air que tem um desenho de pá desenvolvido em colaboração com a WhalePower Corp. A pá usa a tecnologia Tuberde ou “rugas” em torno de suas pontas que imita as barbatanas de baleia corcunda. Pesquisas demonstraram que junho 2012

75


Modelo da Envira-North reproduz as barbatanas da baleia

essa característica permite que a pá apresente ângulos críticos tão altos quanto 31 graus. Isso melhora sua eficiência e também reduz o ruído já conhecido. O ventilador Altra-Air de cinco pás da Envira-North é comercializado nos tamanhos de 2,4 a 7,3 metros. A empresa indica esses ventiladores para supermercados,

76

junho 2012

auditórios, ginásios, fábricas, armazéns, centros de distribuição, hangares, garagens e lobbies. Isto sugere uma grande quantidade de ar que precisa ser movida.

Operação silenciosa Devido à baixa velocidade em que operam e suas unidades de caixa de

transmissão seladas, os ventiladores HVLS são essencialmente muito silenciosos - geralmente não são notáveis acima de outro barulho de fundo. Instalando a caixa de transmissão e o motor perto um do outro, a interferência eletromagnética (EMI) e a interface de radiofreqüência (RFID) são bem reduzidas. Se na fábrica tem grandes espaços de pés direito, e se você gostaria de aumentar o conforto no nível do chão e possivelmente até mesmo reduzir as despesas com aquecimento durante o inverno, um sistema de ventiladores HVLS pode ser a sua melhor escolha. Você terá que determinar a altura do pé direito, o potencial das estruturas de suporte, o tipo e a quantidade de obstruções e as dimensões do piso da área de trabalho. Compartilhando essa informação com um fabricante, eles pode determinar o tamanho e o número de ventiladores necessários para sua fábrica para aperfeiçoar o conforto. Você deve estar a caminho de uma atmosfera interna modificada.


em foco

Intralogística

Parceria renovada

Novo contrato é firmado entre a ID Logistics e a Retrak Empilhadeiras

C

om mais de três anos de contrato, o operador logístico francês ID Logistics, especializado em logística por contrato e presente em 11 países, e a Retrak Empilhadeiras, provedora de equipamentos e sistemas de movimentação e armazenagem de materiais, renovam essa parceria e suas conquistas na terceirização da intralogística. A ID Logistics registrou em 2011, um volume de negócios de 462

milhões de Euros, parte conquistada com o foco no seu “core business”. “A flexibilidade que temos com o fornecedor nos torna mais competitivos. A Retrak também nos oferece rapidez de atendimento para uma demanda que é frequente, tanto no que se refere ao envio de equipamentos para novas operações quanto para as já existentes”, comenta Michael Brabant, diretor de Operações da ID. A Retrak Empilhadeiras atua no

mercado nacional há 18 anos e é distribuidora da fabricante de empilhadeiras alemã Still, prestando serviços autorizados pela fábrica. O diretor da ID ressalta que o contrato celebrado entre as empresas se diferencia, pois a Retrak está consciente de que o foco de sua prestação de serviços é o cliente do operador logístico e, por esta razão, compromete-se com a rentabilidade da cadeia de empresas envolvida e com a continuidade da operação.

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lançamentos

logística

Versatilidade nos semipesados Três cabines, dois motores, três transmissões, três tipos de tração e quatro diferentes entre-eixos compõem o total de 41 versões diferentes

A

Iveco anuncia a nova geração de semipesados, a Iveco Tector, que já se encontra disponível nas 105 concessionárias da marca em todo o Brasil desde maio. A linha é subdividida em duas versões de acabamento: o Iveco Tector e o Iveco Tector Attack, sendo esta última uma opção para clientes que priorizam o menor preço de aquisição. Ambos chegam com dois anos de garantia, sendo um ano total e mais um ano para o “powertrain”. Com um amplo conceito de versatilidade, a nova gama oferece 41 configurações diferentes, a partir de três tipos de cabine (curta, leito e a nova versão leito teto alto), três tipos de tração (4x2, 6x2 e 6x4), três opções de transmissão (de 6, 9 velocidades e 10 velocidades) e quatro distâncias entre-eixos, além de 78

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potentes e econômicos motores Iveco FPT de 218 cv e 280 cv. “A nova geração Iveco Tector foi desenhada para encaixar-se ao mercado dos semipesados como uma luva, em benefício dos clientes”, explica Marco Mazzu, presidente da Iveco Latin America. Um exemplo disso é o Iveco Tector 6x2, para 23 toneladas de PBT, com suspensão de cabine mais macia, um novo painel de instrumentos, ar-condicionado de série e nova opção de cabine leito teto alto, entre outros itens. Em mais de 60% dos casos, o motorista do semipesado 6x2 é o próprio dono do caminhão, que espera por mais conforto para enfrentar as muitas horas do transporte rodoviário de médias e longas distâncias, típicas desse tipo de veículo. Com 65% das vendas do segmento dos semipesados, os modelos 6x2 tam-

bém precisam de força e baixo consumo de combustível e, assim, o modelo tem novo motor de 280 cv com ampla curva de torque e opção de uma transmissão de nove marchas com engate tipo “H sobreposto”, mais suaves e que economizam até 5% em relação ao modelo anterior. Já com os semipesados 4x2, para 17 toneladas de PBT, predominantemente usados em entregas urbanas e interurbanas de curta distância, foram desenvolvidos modelos mais simples, que atendem o cliente sensível ao fator custo-benefício, como frotistas, órgãos públicos e pequenos comerciantes. Para este nicho, a Iveco traz novos modelos de entrada, chamados Tector Attack, que são robustos, porém despojados e agressivamente posicionados em termos de preço de venda ao público.


em foco

Intralogística

Investimento no Brasil Empresa de embalagens de proteção inaugura filial no País

A

A partir de agora, o grupo empresarial Storopack, com experiência de mais de 50 anos no mercado, intensificará sua presença no Brasil e em outros países da América do Sul com atuação e atendimento feitos exclusivamente por meio de sua filial: a Storopack do Brasil. Futuramente parcerias com distribuidores serão estudadas. Sua operação no mercado brasileiro

contará com escritório próprio de vendas e estoque central para garantir um suprimento rápido para todos os clientes. A Storopack é um grupo empresarial de atuação mundial, com sede em Metzingen, Alemanha, e com foco em embalagens de proteção. A área de negócios de Packaging oferece embalagens de proteção de uso flexível como travesseiros de ar (AIRplus® e AIRmove®), almofadas de papel (PAPERplus®), sistemas de embalagem de espuma

Poliuretano (FOAMplus® e FOAMmove®) e materiais a granel para almofadar (PELASPAN® e PELASPAN® BIO), bem como a integração de seus sistemas nos processos de embalagens dos clientes. Inicilamente, a oferta de produtos será do sistema de travesseiros de ar AIRplus® e do sistema de almofadas de papel PAPERplus®. A Storopack prepara também o lançamento do sistema AIRmove® para atender pequenas demandas.

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DICAS DA CONSULTORIA Confira as dicas dos profissionais da IMAM Consultoria para este mês:

Manuseio de tambores A Química Anastácio utiliza tanques de 100.000 litros para armazenagem de produtos químicos em forma líquida. Tem uma linha de envase automatizada para diferentes tamanhos de embalagens (como contêineres, tambores e bombonas) com o benefício da flexibilidade no atendimento a diferentes tipos e quantidades de produtos. Para o manuseio e movimentação de tambores, a empresa conta com um dispositivo específico para a embalagem, associado a empilhadeiras.

Rebocador de transpaletes manuais A IBRAP/ESAF utiliza uma solução interessante para movimentar vários paletes por longas distâncias: transpaletes manuais, acoplados uns aos outros, puxados por um rebocador formando um comboio industrial. A solução economiza tempo e viagens do rebocador, otimizando as operações da empresa.

SmartTag A Metso desenvolveu uma SmartTag, baseada na tecnologia RFID (“radio frequency identification”, identificação por radiofrequência). A etiqueta é utilizada para permitir o rastreamento do minério desde sua origem, passando pelas áreas de desmonte, pilhas de minério bruto (ROM, “run of mine”), britadores, pilhas de armazenamento intermediárias até, finalmente, a entrada no concentrador.

O ambiente de trabalho é um dos grandes responsáveis pelo sedentarismo dos profissionais. O desenvolvimento de postos de trabalho mais ergonômicos já chegou na integração das esteiras de exercícios às mesas de trabalho. Para aqueles que ficam a maior parte do tempo na frente de um computador, uma dica é a inovação da TrekDesk para os postos de trabalho. Vai ter muito profissional correndo desta ideia.

Empilhadeira especial O ML1612R é uma empilhadeira compacta e variável com capacidade de elevação de 16 toneladas a um centro de carga de 1200 mm. É capaz de lidar com 16 toneladas de carga e entrar completamente dentro de um contêiner, tornando-se a única na sua classe com essa capacidade. Devido a seu design inovador, o ML1612R também é capaz de levantar o contêiner de 20 pés do piso e elevá-lo até três de altura. Tem como opcionais o sistema de duplos garfos.

Estocagem de tijolos Em Itajaí (SC) uma empresa desenvolveu uma estrutura metálica para o estoque de tijolos. O equipamento unitiza os tijolos, facilitando o manuseio do produto – evitando quebras e avarias – e otimiza a ocupação do pé-direito existente no armazém. 80

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Não ao sedentarismo


ponto de vista

Orgulho de ser a n 1 o

MOVIMAT já superou os 30 anos de existência e se prepara agora para alcançar novos patamares internacionais

Reinaldo Moura é fundador do Grupo IMAM

E “

Agradecemos a todos que de alguma forma contribuíram para a história de sucesso deste grande evento”

m dezembro de 1980 o Grupo IMAM inova e decide promover, organizar e realizar a 1ª Feira de Equipamentos de Movimentação e Armazenagem de Materiais do Brasil – a MOVIMAT. Grandes desafios: negociação do espaço (somente com uma única opção – o palácio das Convenções do Anhembi e apenas uma data disponível no calendário) e a vontade de empreender, pois nenhum dos diretores e funcionários do IMAM era experiente na organização e promoção de Feiras. Contamos, felizmente, com forte apoio de uma equipe de prestadores de serviços comprometida com o mesmo padrão de qualidade que temos atualmente e tudo aconteceu natural e eficientemente para satisfação de expositores e visitantes, que inclusive contaram com um seminário em paralelo que lotou o auditório. Assim nasceu a 1ª edição da MOVIMAT, cujo sucesso alcançou tal êxito que fez com que os expositores exigissem que a 2ª edição fosse realizada no Pavilhão do Anhembi. E para lá fomos em maio de 1983 junto com grandes desafios: crise e recessão. Nunca desistimos, fomos mudando de local, pavilhões, datas, frequência de realização e até descentralizamos o evento através de feiras regionais, realizadas em Caxias do Sul e Porto Alegre (RS), Joinville (SC), Salvador (BA) e Recife (PE), durante os anos de 1999 a 2001.

Por interesse de expositores, que desejavam investir, na época, apenas em uma feira nacional, deixamos de realizar as feiras regionais. Para atender aos anseios do mercado de operação logística, que começava a crescer, nasceu o Salão da Logística, realizado nos anos ímpares, no Expo Center Norte. O mesmo teve também um grande sucesso de adesão de visitantes e expositores, lotando o Pavilhão Verde do local e fazendo com que tivéssemos que ampliar a área de exposição com um galpão inflável – mais um desafio. Assim, consolidaram-se as duas feiras realizadas pela IMAM: a MOVIMAT e o Salão da Logística, que ofereciam ao mercado a oportunidade de anualmente promover a geração negócios para todo o setor. Nos anos ímpares, a ênfase maior em serviços e nos anos pares o foco em equipamentos. Porém, com o crescimento do mercado, as feiras promovidas pelo IMAM começaram a ser disputadas por todos os setores, o que fez com que o visitante entendesse que, embora com nomes diferentes, a feira era única. Com isso, o IMAM instituiu, a partir de 2008, a edição anual da MOVIMAT, marca consolidada que superou os 30 anos de existência e se prepara agora para alcançar novos patamares internacionais. Sendo assim, agradecemos a todos que de alguma forma contribuíram para a história de sucesso deste grande evento.

Anunciantes desta edição: Açolog............................46 Alumitex.........................64 Banco do Brasil..............63 Bastian...........................76 Bertolini.........................61 Beumer..........................36 BMC Hyundai.................55 Camsystem....................57

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Clark...............................22 EBA................................42 Engesystems..................54 Fermad...........................27 GR Properties................39 GWI................................71 Hormann........................53 IMAM......15/47/69/3a capa

ISMA................................7 Linde..............................49 Locarack........................35 Longa.............................25 Matrone.........................73 Mevisa...........................21 Movimenta MG..............17 MRV..........................19/37

Nautika...........................77 Paletrans........................45 Rentank..........................11 Retrak..............................9 Sansuy...........................14 Savik..............................32 Scheffer.........................41 Soropack........................66

Still................................81 Store..............................62 Sythex............................33 System Logistics..............5 Tópico............................67 Travema.........................13 Trelleborg.......................18 Ulma................. 79/4a capa


Quanto vale o seu negócio? Fusões Para ser e manter-se competitivo nos dias de Aquisições hoje pense de forma mais ampla e considere: Joint-venture Avalie o seu negócio em projeto de

Due Diligence

Operadores Logísticos; Transportadoras; Armazéns Gerais

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A nova marca do IMAM  

Revista intraLOGÍSTICA do mês de junho

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