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interbuss

RELEMBREM AS FOTOS DA GALERIA DO INTERBUSS

PORQUE TRANSPORTE É VIDA | ANO 8 | N° 392 | 06 DE MAIO DE 2018

MAIORIA NÃO TEM TRANSPORTE PERTO DE CASA

Estações de transporte são localizadas em sua maioria em bairros de munícipes mais abastados EMPRESÁRIOS QUEREM RIGOR CONTRA APPS


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NESTA EDIÇÃO A GRANDE MATÉRIA

Transporte é bom onde é pou

Regiões com moradores de melhor poder aquisitivo tem mais acesso SUMÁRIO

6 NOSSA OPINIÃO

12 PÔSTER

7 A IMAGEM MARCANTE

14 DEU NA IMP

8 A GRANDE MATÉRIA

16 REDE SOCIA

Obras entregues várias vezes

A foto que marcou a semana no setor de transportes

Transporte é bom só para quem não o usa

10 ADAMO BAZANI

Transporte público quer rigor contra aplicativos

Busscar Panorâmico DD, p

As notas da imprensa espe

O seu espaço na InterBuss

18 O MELHOR D

As melhores fotos publica


ANO 8 | Nº 392 | DOMINGO, 06 DE MAIO DE 2018 | 1ª EDIÇÃO | CONCLUÍDA ÀS 19h39 (4ª) EDIÇÃO COM 24 PÁGINAS

uco usado

o ao transporte

por Wesley Araújo

PRENSA ecializada

AL s

DA INTERBUSS

adas no Portal InterBuss

08

O MELHOR DA INTERBUSS

Confiram seleção de fotos que já foram publicadas na Galeria

Melhores fotos da Galeria do InterBuss estão de volta

18

ADAMO BAZANI

Empresários querem mais rigidez com os aplicativos

Concorrência estaria afetando o transporte coletivo urbano

10

DEU NA IMPRENSA

Curiosidades sobre o freio motor e o seu funcionamento

Saiba alguns detalhes desse importante item de veículos

15

REDE SOCIAL

Confira as melhores fotos que foram publicadas no Facebook

As melhores fotos da semana saem aqui na Interbuss!

16


EXPEDIENTE

Uma publicação da InterBuss Comunicação Ltda. DIRETORIA InterBuss Comunicação REVISÃO InterBuss Comunicação ARTE E DIAGRAMAÇÃO InterBuss Comunicação AGRADECIMENTOS DESTA EDIÇÃO Agradecemos à todos os colaboradores de todo o país pelas fotos enviadas esta semana para capa, matérias e pôster. SOBRE A REVISTA INTERBUSS A Revista InterBuss é uma publicação semanal do site Portal InterBuss com distribuição on-line livre para todo o mundo. Seu público-alvo são frotistas, empresários do setor de transportes, gerenciadores de trânsito e sistemas de transporte, poder público em geral e admiradores e entusiastas de ônibus de todo o Brasil e outros países. Todo o conteúdo da Revista InterBuss provenientes de fontes terceiras tem seu crédito dado sempre ao final de cada material. O material produzido pela nossa equipe é protegido pela lei de direitos autorais e sua reprodução é autorizada após um pedido feito por escrito, e enviado para o e-mail revista@ portalinterbuss.com.br. As fotos que ilustram todo o material da revista são de autoria própria e a reprodução também é autorizada apenas após um pedido formal via e-mail. As imagens de autoria terceira têm seu crédito disponibilizado na lateral da mesma e sua autorização de reprodução deve ser solicitada diretamente ao autor da foto, sem interferência da Revista InterBuss. A impressão da revista para fins particulares é previamente autorizada, sem necessidade de pedido. PARA ANUNCIAR Envie um e-mail para contato@portalinterbuss.com. br ou ligue para (19) 99483-2186 e converse com nosso setor de publicidade. Você poderá anunciar na Revista InterBuss, ou em qualquer um dos sites parceiros do grupo InterBuss, ou até em nosso site principal. Temos diversos planos e com certeza um deles se encaixa em seu orçamento. Consulte-nos! PARA ASSINAR Por enquanto, a Revista InterBuss está sendo disponibilizada livremente apenas pela internet, através do site www.revistainterbuss.com.br. Por esse motivo, não é possível fazer uma assinatura da mesma. Porém, você pode se inscrever para receber um alerta assim que a próxima edição sair. Basta enviar uma mensagem para revista@portalinterbuss.com.br e faremos o cadastro de seu e-mail ou telefone e você será avisado. CONTATO A Revista InterBuss é um espaço democrático onde todos têm voz ativa. Você pode enviar sua sugestão de pauta, ou até uma matéria completa, pode enviar também sua crítica, elogio, ou simplesmente conversar com qualquer pessoa de nossa equipe de colunistas ou de repórteres. Envie seu e-mail para revista@ portalinterbuss.com.br ou contato@portalinterbuss. com.br. Procuramos atender a todos o mais rápido possível. A EQUIPE INTERBUSS A equipe do Portal InterBuss existe desde 2000, desde quando o primeiro site foi ao ar. De lá pra cá, tivemos grandes conquistas e conseguimos contatos com os mais importantes setores do transporte nacional, sempre para trazer tudo para você em primeira mão com responsabilidade e qualidade. Por conta disso, algumas pessoas usam de má fé, tentando ter acesso a pessoas e lugares utilizando o nome do Portal InterBuss, falando que é de nossa equipe. Por conta disso, instruímos a todos que os integrantes oficiais do Portal e Revista InterBuss são devidamente identificados com um crachá oficial, que informa o nome completo do integrante, mais o seu cargo dentro do site e da revista. Qualquer pessoa que disser ser da nossa equipe e não estiver devidamente identificada, não tem autorização para falar em nosso nome, e não nos responsabilizamos por informações passadas ou autorização de entradas dadas a essas pessoas. Qualquer dúvida, por favor entre em contato pelo e-mail contato@portalinterbuss.com.br ou pelo telefone (19) 99483.2186, sete dias por semana, vinte e quatro horas por dia.

NOSSA OPINIÃO

Editorial

Quando as obras são entregues várias vezes A prefeitura de Campinas está anunciando insistentemente através da imprensa local que fará a entrega de 50 obras em 50 dias, com o objetivo de mostrar que a cidade não está totalmente paralisada, que é o que a maioria da população tem notado. As ruas estão esburacadas, as praças não tem mais o mesmo zelo de antes e o transporte então... Uma verdadeira calamidade com uma frota caindo aos pedaços, tarifa altíssima e atrasos constantes. O que mais chama a atenção nessas tais cinquenta obras que estão programadas para serem entregues é que deverão ser entregues também ao menos quatro estações do sistema BRT, corredores de ônibus que começaram a ser construídos há pouco menos de um ano e estão com as obras bastante avançadas em alguns trechos onde não há a necessidade de intervenção com desvios. Esse trecho com obras adiantadas é o do corredor Campo Grande no leito do antigo sistema VLT, desativado há mais de duas décadas e que encontrava-se em estado de total abandono. Uma das estações já está inclusive com as estruturas básicas erguidas, o que chamou a atenção dos munícipes nas redes sociais. Mas peraí, como que o prefeito vai entregar uma obra que sequer pode ser utilizada? Apesar das obras estarem em andamento e em um grande ritmo, não há ainda sequer acesso dos ônibus à essas vias exclusivas. Um desses acessos é pela ponte da Vila Teixeira na Avenida John Boyd Dunlop através de um viaduto que ainda deverá ser construído. Na semana passada a região foi visitada e sequer há algum concreto erguido para a viabilização desse viaduto. Pelo jeito que estão as coisas, a estação que já tem as estruturas erguidas deverá ser finalizada às pressas para que o prefeito possa fazer a “entrega”. Um vereador apresentou um projeto de lei que proíbe o prefeito e vereadores de entregarem obras incompletas ou que não podem ser usadas pela população. Está corretíssimo, pois se essa obra será entregue agora, quando sequer o sistema está em funcionamento e nem se sabe quais as linhas que irão circular por essas faixas, com certeza deverá ser entregue novamente mais para frente, quando chegar a outra eleição (para prefeito). É no mínimo descabido uma coisa dessas, fazer com que uma obra seja entregue pela metade apenas para que todos possam tirar fotos e mostrar para a população que algo está sendo feito na região. Essa obra do BRT é mais do que uma obrigação, já que a maior parte do dinheiro envolvido vem do governo federal ainda da época da presidente Dilma Rousseff, durante o lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento 2, onde vários projetos de mobilidade foram escolhidos para receber verba federal e um deles foi o de Campinas. De lá pra cá, dois prefeitos foram cassados, um substituído e duas eleições municipais foram feitas e só agora o projeto está sendo executado. As alegações é de que quando o projeto foi aprovado pelo governo federal, não havia sequer um projeto básico pronto, apenas traços e rabiscos por cima de um mapa qualquer. Para que o dinheiro fosse liberado seria necessária a execução do projeto básico e depois do executivo. Tudo isso levou cerca de cinco anos, e agora são mais quatro apenas para a construção. Foi uma enrolação homérica que poderia ter sido evitada. Vamos ver o que vai acontecer e quantas vezes as obras vão ser inauguradas. Torce-se ao menos para que tudo fique pronto para que a população seja beneficiada com um transporte de qualidade.


A IMAGEM MARCANTE

Uberaba, MG

Sábado, 28 de Abril de 2018

Um ônibus da Rotas seguia pela BR-050 quando tombou. Segundo o Corpo de Bombeiros, 32 pessoas seguiam viagem. Seis ficaram feridas e foram socorridas para hospitais da cidade. As causas do acidente ainda estão sendo investigadas. Testemunhas contaram para os militares que o ônibus seguia pela rodovia quando o motorista perdeu o controle da direção. O veículo saiu da pista e em seguida tombou em uma plantação às margens da pista. As informações são do jornal Estado de Minas.


A GRANDE MATÉRIA

Mobilidade Urbana

Apenas um em cada qua alguma estação de trans

E maioria dessas estações estão localizadas em regiões de alto pod Do Estadão | notícias

Apenas um em cada quatro paulistanos tem o privilégio de morar perto de uma estação de transporte de público. Quando se analisa a população da região metropolitana, somente uma em cada cinco pessoas tem a mesma sorte. E, na maioria dos casos, elas se encaixam no perfil de renda média ou alta, enquanto as de baixa renda dependem de percorrer distâncias muito maiores até conseguirem ser atendidas pela rede pública. A análise faz parte de um estudo realizado pelo Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP, na sigla em inglês), ONG criada em Washington em 1985, com sede em Nova York e escritório no Rio - e que no próximo dia 25 de maio participa do Summit Mobilidade Urbana Latam. Pelos critérios do ITDP, morar perto significa estar a 1 quilômetro ou a 15 minutos de caminhada até uma estação de transporte de média ou alta capacidade, seja de BRT (ônibus rápido), VLT (veículo leve sobre trilhos), metrô ou trem. Em São Paulo, a maior região metropolitana brasileira e que comporta a rede mais extensa de sistemas de transporte de média e alta capacidade do País, com mais de 300 km, a distribuição de infraestrutura se mostra bastante desigual. Somente 15% da população de baixa renda está coberta, em comparação com 39% da faixa mais alta. No Rio, a disparidade é ainda maior: 23% da população de baixa renda mora perto de estações, facilidade disponível para 55% da população de alta renda. Mesmo em Curitiba, considerada exemplo em soluções de mobilidade, 54% da população de alta renda é atendida pela malha de transporte, enquanto 13% da população de baixa renda conta com o mesmo acesso. Oportunidades perdidas. Assim como em tantas outras áreas, o Brasil também perdeu a chance de melhorar seus serviços de mobilidade quando o cenário esteve favorável a investimen-

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tos. Nos anos de preparação para a Copa do Mundo de 2014 e para a Olimpíada de 2016, em que o desempenho da economia inspirava otimismo, o País investiu 0,2% de seu produto interno bruto (PIB) por ano. Se quisesse suprir a carência de infraestrutura de transporte nas 15 maiores regiões metropolitanas, deveria ter destinado pelo menos o dobro disso, ou 0,4% do PIB, segundo dados do BNDES. Pesquisas do ITDP indicam que, nas cidades com mais de 500 mil habitantes, onde residem 90 milhões de brasileiros, seria preciso triplicar a rede de transportes de média e alta capacidade para dar conta da demanda existente. A meta só seria atingida se fossem construídos, em média, 151 km por ano até 2030, incluindo linhas rápidas sobre rodas e sobre trilhos. Até quando houve planejamento os investimentos não saíram do papel. Entre 2007 e 2016, o Programa de Aceleração do Crescimento permitiu a destinação para o transporte de mais de R$ 150 bilhões, dos quais apenas R$ 53 bilhões foram contratados e R$ 14 bilhões, ou menos de 10%, executados. “Mesmo quando tínhamos recurso e políticas mais ousadas de entrega, não conseguimos avançar efetivamente”, diz Clarisse Linke, diretora executiva do ITDP, que durante o Summit debaterá as propostas públicas para melhorar mobilidade. No Rio , nem mesmo a expansão da malha de transportes realizada entre 2010 e 2016, com entrega de 120 km de BRT, extensão de 17,2 km de metrô e 12,9 km de VLT, amenizou o problema. Do ponto de vista de cobertura por densidade populacional, o Rio progrediu, passando de 36% de acesso médio, em 2010, para 52%, em 2016. “No entanto, os resultados satisfatórios da cobertura da população não garantem inclusão social”, diz Clarisse. A parcela mais prejudicada continua sendo a população de menor renda. Neste cenário, as políticas habitacionais se tornam fundamentais para equilibrar as distâncias. O estímulo à mo-

radia para baixa renda nas áreas centrais, onde está concentrada a maior parte da rede de transporte, é fundamental para ajudar a contornar o problema. Programas como o Minha Casa Minha Vida dão prioridade a terrenos distantes por serem mais baratos, desperdiçando a oportunidade de ocupar as áreas mais bem servidas de infraestrutura. Outro ponto que merece atenção é o adensamento populacional no en-


atro paulistanos tem sporte próximo de casa

der aquisitivo, onde a maioria dos moradores usam outros modais

torno de corredores de transporte já existentes, o que pelo menos encurtaria a distância total a ser percorrida. Um arranjo institucional que reformulasse o modelo de deslocamentos intermunicipais, cujas tarifas - mais altas que as da rede municipal - costumam recair sobre quem ganha menos. Summit do ‘Estado’ sobre mobilidade será em 25 de maio

Especialistas brasileiros e estrangeiros se reunirão no dia 25 de maio para debater problemas e soluções voltadas a melhorar os deslocamentos nas cidades. Experiências latino-americanas, políticas públicas e inovações capazes de inspirar e transformar a maneira como as pessoas vão de um lugar a outro estão entre os temas do Summit Mobilidade Urbana Latam 2018, realizado pelo Estadão com patrocínio da 99.

O evento abordará ainda a diversidade dos passageiros da rede de transporte e as tecnologias que visam a tornar os diferentes meios cada vez mais seguros e sustentáveis. Profissionais de diversos setores participarão da programação que vai das 8 às 18 horas no Sheraton WTC Hotel (Avenida das Nações Unidas, 12.551, Brooklin). As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo site do evento (summitmobilidade.com.br). 06.05.2018 |

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COLUNAS

NOSSO TRANSPORTE ADAMO BAZANI | adamobus@gmail.com

Temendo concorrência, empresários de ônibus quere público imponha mais limites a aplicativos “Vamos rachar um Uber?” . A frase cada vez mais comum nas cidades está preocupando donos de empresas de ônibus por todo o País. Em alguns casos, dividindo um deslocamento por aplicativo com amigos, parentes ou mesmo desconhecidos, cada pessoa pode pagar menos por uma viagem que se fosse de ônibus. Num evento sobre mobilidade que ocorreu nesta semana em São Paulo, o presidente executivo da Associação Nacional das Empresas de Transportes Públicos – NTU, que reúne mais de 500 viações em todo o País, Otávio Cunha, diz que na visão dos empresários, não há competição saudável entre o transporte coletivo e o transporte por aplicativos, principalmente nas modalidades de compartilhamento. Isso porque, pelo entendimento dos empresários de ônibus, enquanto os aplicativos podem operar praticamente onde querem, os ônibus têm de seguir uma série de regras que encarecem as tarifas e os tornam menos competitivos. Por exemplo, os ônibus têm de cumprir uma linha fixa, mesmo onde há poucos passageiros em horários determinados pela concessão ou permissão. Os ônibus são obrigados a conceder uma série de gratuidades que, na maior parte do País, não contam com subsídios e são embutidas nas tarifas, tornando as passagens mais caras enquanto os aplicativos não transportam ninguém de graça. Os ônibus são obrigados a atender uma série de inspeções e fiscalizações mais rígidas, enquanto, muitas cidades já têm o funcionamento pleno dos aplicativos, mas não montaram estruturas de fiscalização. Em nota, a entidade dos empresários de ônibus, diz que os aplicativos e outras formas de transporte devem ser apenas complementares aos transportes coletivos. Otávio Cunha esclareceu que, na visão do setor, o serviço de transporte sob demanda por aplicativo é bem-vindo e pode complementar a oferta do serviço. No entanto, fez objeções às propostas de oferta de serviços compartilhados a preços mais baixos, que aparentemente apresentam competição saudável entre o transporte público urbano e aquele por aplicativos. “Na realidade não é assim”,

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alertou. Segundo a NTU, os serviços de transporte individual de passageiros não obedecem aos princípios da universalidade (atendimento amplo), modicidade (menores preços) e continuidade (atendimento constante) que pautam serviços essenciais como o transporte público. “Os taxistas têm autonomia para escolher o local e o horário de atuação, a exemplo do que começa a acontecer no caso do

transporte sob demanda por aplicativos“, destacou Otávio Cunha. Há uma tendência de concentração nas áreas mais lucrativas, deixando os serviços deficitários para o transporte público. MUNICÍPIOS DEVEM SER RÍGIDOS COM APLICATIVOS, QUEREM DONOS DE EMPRESAS DE ÔNIBUS Os donos de empresas de ônibus estão preocupados com a lei


em que poder

13.640/2018, sancionada neste mês, que confere aos municípios e ao Distrito Federal a responsabilidade de definirem as regras para o transporte por aplicativo em cada cidade. O presidente da NTU sugeriu que, ao regulamentarem a atividade do transporte sob demanda por aplicativo, os legisladores determinem regras, condições e limites para sua atuação. “Enquanto o transporte coletivo urbano

se dá em um mercado altamente regulado, taxistas e prestadores de serviços por aplicativo operam sob a égide da lei de livre comércio, o que pode resultar em concorrência desigual e agravar ainda mais o cenário desenhado”, destacou o presidente. – na nota enviada pela NTU. As viações ainda argumentaram que a maior oferta de aplicativos contribuiu para o aumento do número de carros nas ruas com apenas um passageiro. Presente ao mesmo debate, a diretora de Pesquisa e Políticas Públicas do aplicativo 99 no Brasil, Ana Guerrini, afirmou que menos de 1% dos carros cadastrados em sua base de atuação roda em horário de pico e que 40% da frota do 99 estão conectados de madrugada, o que contribui, inclusive, para evitar acidentes. “Os serviços da 99 são essenciais para estabelecer parceria e melhorar as condições da mobilidade urbana. Não são substitutos. Acreditamos na integração”, ressaltou. O diretor da WRI Brasil Cidades Sustentáveis, Luis Antonio Lindau, que mediou o debate, disse que os prestadores de transporte por aplicativo com características coletivas precisam seguir o mesmo modelo que as empresas de ônibus são submetidas. Já o diretor da Confederação Nacional das Associações de Moradores (CONAM), Getulio Vargas de Moura Junior, disse que os transportes por aplicativos já são realidades e que há brechas no transporte público coletivo, que tem padrões de oferta e qualidade diferentes de acordo com cada região numa mesma cidade. “O que preocupa do ponto de vista de transporte público é que as cidades têm dois sistemas de transportes – um voltado para os grandes centros, com várias opções de linhas, e outro para bairros e regiões mais afastadas – nas quais os serviços são mais ineficientes”, alertou. O gerente de Controle de Permissões da BHTrans – Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte, Reinaldo Avelar Drumond, que gerencias os serviços de ônibus e táxis da capital mineira disse que hoje as permissões e concessões para as empresas de transporte público deixam o setor engessado, o que impede maior flexibilidade e adoção de soluções tecnológicas e de inovação. “Precisamos pensar num plano de mobilidade que contemple todas as

soluções”, ressaltou. O secretário municipal de transportes e mobilidade de São Paulo, João Octaviano Machado, admitiu o desafio de lidar com as novas tendências de transporte juntamente com os modelos tradicionais de concessão e responsabiliza as brechas em sistemas e o descompasso de oferta de transportes ao desenvolvimento irregular das cidades. Para João Octaviano Machado, secretário municipal de Mobilidade e Transporte da Prefeitura de São Paulo, o maior responsável pelo quadro observado atualmente nos grandes centros é a falta de planejamento, que empurrou a maior parte da sociedade para as franjas das cidades. “Com isso, o gestor tem que prover o transporte – ônibus, trem e metrô – para que as pessoas possam acessar os grandes centros”, afirmou. Ele defendeu a necessidade de repensar a ocupação da cidade, a ocupação do solo e a reordenação do espaço urbano. – segundo a nota da NTU. O evento foi o Smarty City Business America Congress & Expo 2018 e o debate ocorreu no painel “O Transporte Público e a Nova Mobilidade Urbana” EM VEZ DE RECLAMAR, FAZER Apesar de as reclamações dos empresários de ônibus terem fundamento em diversos aspectos, como nas exigências como gratuidades e itinerários deficitários, há alguns investidores do setor que, em vez de só ficarem reclamando e tentando se amparar em mais engessamentos e legislações, vão tentar acompanhar a tendência do chamado transporte sob demanda. Em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, a empresa concessionária SBCTrans, do Grupo ABC, da família Setti & Braga, vai oferecer serviços de vans de luxo, cujos assentos em rotas pré-determinadas são comprados por um aplicativo chamado UBus. Trata-se de um transporte compartilhado com características de Uber, 99 Cabify, entre outros. A plataforma, apesar de ser um investimento do grupo, é independente e pode ser contratada por outras empresas de ônibus. O serviço das vans em São Bernardo do Campo deve começar a funcionar no dia 28 de maio e foi incluído na concessão da SBCTrans. Ou seja, o poder público também deve se afinar com esta realidade de transporte sob demanda. 06.05.2018 |

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AILTON FLORÊNCIO Caio Millennium Transppass, em São Paulo/SP


DEU NA IMPRENSA

Transpo Online

RESUMO DAS PRINCIPAIS NOTÍCIAS DA IMPRENSA ESPECIALIZADA

Audi e Airbus em parceria por mobilidade em SP

Do site | notícias Uma parceria surpreendente entre a Audi e a fabricante de aeronaves Airbus está desenvolvendo soluções de mobilidade urbana. Mas, com uma diferença: projetos reais e de curto prazo. A partir do segundo semestre, a Airbus – através de sua plataforma sob demanda de helicópteros Voom – irá oferecer um serviço de transporte de ponta a ponta, começando em São Paulo e na Cidade do México. O projeto consiste em proporcionar um transporte terrestre premium em veículos da Audi e transporte de helicóptero pelo serviço Airbus Voom, oferecendo aos clientes uma experiência de viagem direta e superconveniente. “Essa importante parceria com a Audi aborda os desafios atuais e futuros da mobilidade urbana. Como um primeiro marco concreto na cooperação que estamos desenvolvendo, ofereceremos soluções de transporte multimodal para as cidades mais congestionadas do mundo”, afirmou Tom Enders, CEO da Airbus.

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“O mundo está se urbanizando rapidamente e a infraestrutura terrestre sozinha não pode atender às demandas do amanhã. O aumento do congestionamento está levando os sistemas de transporte das cidades ao limite, custando aos viajantes e municípios valiosos tempo e dinheiro. Adicionar o céu como uma terceira dimensão às redes de transporte urbano vai revolucionar a maneira como vivemos – e a Airbus está pronta para moldar e construir esse voo do futuro”, analisou Enders. “Para encontrar as melhores soluções para nossos clientes, mostramos em 2018 o primeiro sistema modular para a Urban Air Mobility junto com a Airbus e nossa subsidiária Italdesign”, afirmou Rupert Stadler, CEO da Audi. “Hoje, estamos indo para o próximo passo ao entrar em um serviço com a Airbus e a Voom para oferecer mobilidade premium aos clientes. Ao fazer isso, aprenderemos ainda mais como podemos garantir um transporte multimodal perfeito com os melhores parceiros para nossos clientes. Juntamente com a Airbus, desenvolveremos essa cooperação ainda mais”, enfatizou.

A Airbus já realizou testes bem-sucedidos em São Paulo com o serviço Voom, cujo objetivo é driblar o congestionamento ao tornar as viagens de helicóptero mais baratas e acessíveis. Desde março de 2018, o serviço também está disponível na Cidade do México. A Airbus e a Italdesign são parceiras ainda na Pop Up, um conceito totalmente elétrico, autônomo e modular, que inclui uma cápsula conectada aos módulos terrestres ou aéreos. Em outros lugares, as equipes estão trabalhando para criar veículos totalmente novos: a CityAirbus, que estará pronto para voar antes do final de 2018, é uma demonstração de tecnologia de um veículo elétrico de decolagem e aterrissagem vertical (VTOL) para até quatro passageiros. Já o Vahana visa criar um modo de transporte semelhante para viajantes individuais ou carga. O veículo concluiu seu primeiro voo em escala total em janeiro de 2018. Em Cingapura, a empresa está trabalhando com o projeto National University on the Skyways para testar um sistema de transporte de encomendas usando drones autônomos.


Transporte Mundial

5 curiosidades sobre uso e serventia do freio motor

Do site | notícias

Esse entendimento mais técnico permite não só ao motorista, mas também ao frotista, adotar boas práticas para melhorar o uso e a segurança da máquina, prolongar sua vida útil e ainda reduzir os custos logísticos da empresa. Pensando nisso, *Roberta Caprile – que atua na área de marketing da Cobli, startup especializada em rastreamento, telemetria e gestão de frotas – elencou cinco curiosidades sobre um dos principais sistemas do veículo, o freio-motor. 5. O freio-motor pode ser um aliado do consumo de combustível Essa é uma curiosidade bastante interessante para quem lida com frotas, já que toda economia é muito bem-vinda nesse caso. Muitos condutores não acreditam que o freio motor pode ajudar na economia de combustível. Quando esse recurso é utilizado, o motor geralmente trabalha em rotações mais altas, levando a crer que, na verdade, o consumo de combustível se eleva. Esse raciocínio faz todo o sentido, mas não condiz com a realidade. Como essa economia acontece, então? Ao acionar o freio-motor, o pedal do acelerador é praticamente esquecido. É justamente isso que ajuda a economizar combustível: afinal, mesmo com o giro mais alto, o motor não é alimentado com combustível, já que a injeção só acontece quando se pisa no acelerador. Desse modo, é fácil concluir que o deslocamento controlado do veículo e a rotação do motor são causados mais pela inércia do que pelo resultado da combustão. Logo, a economia de combustível é certa. 4. O freio motor pode reduzir o desgaste do sistema de freio convencional Em longos trechos de declive ou em descidas mais íngremes, por exemplo, a utilização do freio motor reduz a carga de trabalho aplicada sobre o sistema comum. Afinal, o controle da rotação do motor ocasionado por ele faz o veículo reduzir a velocidade gradativamente e evita, assim, que o condutor tenha de acionar o pedal de freio a todo momento. De modo geral, isso significa que o desgaste das pastilhas e das lonas de freio,

assim como o dos pneus, é bastante reduzido, em razão da melhor distribuição da frenagem entre o sistema convencional e o freio-motor. 3. O uso desse sistema não prejudica nenhum outro componente Embora essa seja uma afirmação comum entre os motoristas, é preciso deixar claro que a utilização do freio-motor em nada prejudica o motor, a embreagem ou qualquer outro componente do veículo. Esse sistema, na verdade, faz parte do seu funcionamento normal. É por isso que os caminhões são projetados para utilizar o freio-motor em harmonia com todos os outros componentes mecânicos. Se isso não bastasse, o freio-motor ainda pode ser visto como um sistema auxiliar de segurança e controle do veículo em situações de risco — como acontece em trechos de descida longos ou acentuados, em que o freio comum sofre mais estresse em razão do superaquecimento do sistema, por exemplo. 2. O uso correto é essencial Como complemento do tópico anterior, cabe destacar que, para que o freiomotor não prejudique nenhum componente mecânico do veículo, é essencial saber utilizálo. Na hora de fazer a redução das marchas — especialmente em veículos que usam câmbio manual —, é extremamente recomendável respeitar a rotação do motor e a velocidade de deslocamento do automóvel. Reduzir as marchas incorretamente, de maneira brusca, pode fazer com que o giro suba exageradamente e isso pode causar um descompasso com o movimento das engrenagens da transmissão — com grandes chances de elas serem seriamente danificadas. Além disso, o mau uso do freio-motor pode superaquecer o propulsor e aumen-

tar a pressão no cilindro, bem como comprometer sua estrutura. Por isso, o ideal é fazer as reduções gradualmente, buscando manter o giro do motor em um nível aceitável. Isso varia de um veículo para outro, mas é possível usar a faixa vermelha do conta-giros como referência, mantendo as rotações um pouco abaixo dela. É importante lembrar que cada veículo tem uma faixa de rotação ideal para o acionamento do freiomotor. A ideia é garantir a eficiência do sistema e preservar os componentes mecânicos do automóvel 1. O freio motor serve como um sistema auxiliar Ter a consciência de que o freio-motor funciona como um sistema complementar que ajuda a manter a segurança e a dirigibilidade do veículo é o ponto principal para saber onde e como ele deve ser utilizado. Não é em todas as ocasiões que há a necessidade de acioná-lo. Na realidade, ele é pensado e desenvolvido para ser aplicado em situações de descida, nas quais é necessário segurar o veículo para que a inércia causada por seu peso não o faça acelerar de maneira perigosa. É comum que os veículos de carga, por exemplo, especialmente os mais modernos, tenham sistemas de freio-motor robustos, com comando simplificado, que trabalham em conjunto com a caixa de câmbio automatizada. Assim, tudo fica mais fácil, já que um mecanismo autônomo assume grande parte das decisões. Por fim, embora o freio-motor seja um sistema com funcionamento bastante simples, utilizá-lo de forma eficiente exige alguns conhecimentos básicos e o uso de boas práticas. Cada um dos pontos apresentados neste post serve de apoio para otimizar seu uso e, de maneira mais geral, evitar o desgaste prematuro de freios, embreagem e pneus do veículo. 06.05.2018 |

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REDE SOCIAL

AS MELHORES FOTOS DA SEMANA NO FACEBOOK

Willian Schimitt | Marcopolo Paradiso G7 1800DD

Rodrigo Gomes | Marcopolo Senior

Carlos Bernardes | Marcopolo Viale

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Thiago M. de Souza | Marocpolo Paradiso G7 1600LD

Luiz Guilherme | Busscar Vissta Buss

Alex de Souza | Neobus New Road N10


Rafael XarĂŁo | Caio Apache Vip

Eduardo Pires | Busscar Vissta Buss HI

JoĂŁo Silva | Busscar Jum Buss 360

Raphael Malacarne | Marcopolo Paradiso G7 1200

Charlestom Vinicius | Marcopolo Viaggio G7 1050

Lucas Alvim | Neobus Spectrum City

06.05.2018 |

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O MELHOR DA INTERBUSS

UMA SELEÇÃO DAS MELHORES FOTOS PUBLICADAS NAS GALERIAS DO PORTA

Diego Almeida Araújo Marcopolo Ideale 770 MBB OH-1518 | Rápido Campinas

Diego Almeida Araújo Marcopolo Ideale 770 MBB OH-1518 | Rápido Campinas

Rafael Nunes Pereira Marcopolo Viaggio G7 1050 MBB O-500R | Santa Terezinha

Rogério Guezzi Marcopolo Paradiso G6 1550LD Volvo B12R | Eucatur

Igor Drumond Soares Marcopolo Viaggio G4 MBB OF-1315 | Santa Elizabeth

Igor Drumond Soares Tecnobus Tribus IV | Viação Itapemirim

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S JĂ TAL INTERBUSS

Victor Hugo Guedes Pereira Irizar PB Volvo B9R | Expresso Nordeste

Victor Hugo Guedes Pereira Irizar PB Volvo B9R | Expresso Nordeste

Maicon Igor Barbosa Marcopolo Paradiso G7 1200 MBB O-500RSD | Novo Horizonte

Maicon Igor Barbosa Marcopolo Paradiso G7 1200 MBB O-500RSD | Novo Horizonte

Anderson Ribeiro Marcopolo Viaggio G7 1050 Scania K310 | AVA

Anderson Ribeiro Marcopolo Paradiso G7 1200 Scania K340 | Danubio Azul 06.05.2018 |

interbuss 19


O MELHOR DA INTERBUSS

Vitor Fernando Mello Marcopolo Paradiso G7 1200 | Auto Viação Catarinense

Tiago Moraes Marcopolo Allegro MBB OF-1318 | Wendling

Douglas Mariano Marcopolo Viaggio G6 1050 Scania K310 | Gardenia

Joseph Martins Marcopolo Paradiso G7 1050 MBB O-500RS | Cometa

Aislan Nascimento Marcopolo Paradiso G6 1800DD Volvo B12R | São Raphael

Aislan Nascimento Marcopolo Paradiso G6 1800DD Volvo B12R | São Raphael

20 interbuss | 06.05.2018


Thales Alexandre Busscar Jum Buss 360 Scania K124IB | SĂŁo Geraldo

Raphael Malacarne Marcopolo Paradiso G6 1200 MBB O-500RSD | Ă guia Branca

Joseph Martins Marcopolo Paradiso G7 1200 Scania K420 | Gontijo

Lucas Nunes Marcopolo Paradiso G7 1200 MBB O-500RSD | Atual

Edson Alvares Junior Caio Top Bus PB Volvo B9Salf | Campo Belo

Emerson Matias Marcopolo Paradiso G6 1550LD Scania K380 | Parati Turismo 06.05.2018 |

interbuss 21


COLUNAS

VIAGENS & MEMÓRIA

MARISA VANESSA N. CRUZ | ideiaselembrancas@gmail.com

A Exposição comemorativa de 70 anos da Viação Cometa Entre os dias 25 e 29 de abril, a Viação Cometa expôs, no parque do Museu Catavento, localizado no centro de São Paulo, três ônibus, entre eles o Flecha Azul reformado para viagens comemorativas. É a segunda vez que a empresa dispõe de seu Flecha para um roteiro de 70 viagens. Em 2013, na sua primeira aparição, a Cometa reformou completamente, colocando bancos de couro sintético, itinerário eletrônico, Wi-Fi, janelas seladas, ar-condicionado e a pintura clássica que marcou o século anterior. Agora em 2018, o Wi-Fi está com a tecnologia 4G. Ainda no parque, foi incluído um painel de vidro com objetos antigos que marcaram a empresa, como uniformes, passagens de ônibus, quepes, mapas, propagandas da época, miniaturas. E também a cronologia da Viação Cometa e do grupo JCA (1001, Catarinense, etc.) Nos dias 28 e 29 de abril, excepcionalmente estava somente o Flecha Azul, pois os outros dois veículos, o DD comemorativo (17325) e o Paradiso G7 1200 (17243) foram fazer linhas durante a emenda de feriado do Dia do Trabalho. Em 2013 eu viajei de São Paulo para Santos no mesmo Flecha, e realmente gostei bastante por ter colocado ar-condicionado. Quem sabe eu viajarei novamente este ano.

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NOVA VISÃO TUDO NOVO TUDO POR VOCÊ interbuss PORQUE TRANSPORTE É VIDA

Revista InterBuss | Edição 392 | 06.05.2018  

Edição com 24 páginas | Concluída na quarta (2) | Confira nesta edição matéria sobre as deficiências no transporte brasileiro. Vejam também...

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