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RELEMBREM AS FOTOS DA GALERIA DO INTERBUSS

PORQUE TRANSPORTE É VIDA | ANO 8 | N° 383 | 04 DE MARÇO DE 2018

CURITIBA RECEBE PRIMEIRO NOVO BIARTICULADO

Serão 25 unidades que serão entregues até o aniversário da cidade, que será no final deste mês ADAMO BAZANI: AS DISTORÇÕES DO RESEGE/SP


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NESTA EDIÇÃO A GRANDE MATÉRIA

1º novo biarticulado de Curitib

Prefeito Rafael Greca foi visitar a linha de produção dos 25 novos ô SUMÁRIO

6 NOSSA OPINIÃO

12 PÔSTER

7 A IMAGEM MARCANTE

14 DEU NA IMP

8 A GRANDE MATÉRIA

16 REDE SOCIA

As administrações obsoletas quebram viações antigas

A foto que marcou a semana no setor de transportes

Reação do mercado interno é bom para a Marcopolo

10 ADAMO BAZANI

As distorções no transporte com o Resege da EMTU/SP

Marcopolo Paradiso G7, p

As notas da imprensa espe

O seu espaço na InterBuss

18 O MELHOR D

As melhores fotos publica


ANO 8 | Nº 383 | DOMINGO, 4 DE MARÇO DE 2018 | 1ª EDIÇÃO | CONCLUÍDA ÀS 20h33 (4ª) EDIÇÃO COM 24 PÁGINAS

ba pronto

ônibus na Volvo

por Emerson Silvério

PRENSA ecializada

AL s

DA INTERBUSS

adas no Portal InterBuss

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O MELHOR DA INTERBUSS

Confiram seleção de fotos que já foram publicadas na Galeria

Melhores fotos da Galeria do InterBuss estão de volta

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A GRANDE MATÉRIA

Marcopolo volta a melhorar com crescimento do mercado interno

Expansão total no ano passado foi de mais de onze por cento

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DEU NA IMPRENSA

Mercedes-Benz começa dois anos de testes com o eActros

Caminhão elétrico será testado até o ano de 2020 na Europa

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REDE SOCIAL

Confira as melhores fotos que foram publicadas no Facebook

As melhores fotos da semana saem aqui na Interbuss!

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EXPEDIENTE

Uma publicação da InterBuss Comunicação Ltda. DIRETORIA InterBuss Comunicação REVISÃO InterBuss Comunicação ARTE E DIAGRAMAÇÃO InterBuss Comunicação AGRADECIMENTOS DESTA EDIÇÃO Agradecemos à todos os colaboradores de todo o país pelas fotos enviadas esta semana para capa, matérias e pôster. SOBRE A REVISTA INTERBUSS A Revista InterBuss é uma publicação semanal do site Portal InterBuss com distribuição on-line livre para todo o mundo. Seu público-alvo são frotistas, empresários do setor de transportes, gerenciadores de trânsito e sistemas de transporte, poder público em geral e admiradores e entusiastas de ônibus de todo o Brasil e outros países. Todo o conteúdo da Revista InterBuss provenientes de fontes terceiras tem seu crédito dado sempre ao final de cada material. O material produzido pela nossa equipe é protegido pela lei de direitos autorais e sua reprodução é autorizada após um pedido feito por escrito, e enviado para o e-mail revista@ portalinterbuss.com.br. As fotos que ilustram todo o material da revista são de autoria própria e a reprodução também é autorizada apenas após um pedido formal via e-mail. As imagens de autoria terceira têm seu crédito disponibilizado na lateral da mesma e sua autorização de reprodução deve ser solicitada diretamente ao autor da foto, sem interferência da Revista InterBuss. A impressão da revista para fins particulares é previamente autorizada, sem necessidade de pedido. PARA ANUNCIAR Envie um e-mail para contato@portalinterbuss.com. br ou ligue para (19) 99483-2186 e converse com nosso setor de publicidade. Você poderá anunciar na Revista InterBuss, ou em qualquer um dos sites parceiros do grupo InterBuss, ou até em nosso site principal. Temos diversos planos e com certeza um deles se encaixa em seu orçamento. Consulte-nos! PARA ASSINAR Por enquanto, a Revista InterBuss está sendo disponibilizada livremente apenas pela internet, através do site www.revistainterbuss.com.br. Por esse motivo, não é possível fazer uma assinatura da mesma. Porém, você pode se inscrever para receber um alerta assim que a próxima edição sair. Basta enviar uma mensagem para revista@portalinterbuss.com.br e faremos o cadastro de seu e-mail ou telefone e você será avisado. CONTATO A Revista InterBuss é um espaço democrático onde todos têm voz ativa. Você pode enviar sua sugestão de pauta, ou até uma matéria completa, pode enviar também sua crítica, elogio, ou simplesmente conversar com qualquer pessoa de nossa equipe de colunistas ou de repórteres. Envie seu e-mail para revista@ portalinterbuss.com.br ou contato@portalinterbuss. com.br. Procuramos atender a todos o mais rápido possível. A EQUIPE INTERBUSS A equipe do Portal InterBuss existe desde 2000, desde quando o primeiro site foi ao ar. De lá pra cá, tivemos grandes conquistas e conseguimos contatos com os mais importantes setores do transporte nacional, sempre para trazer tudo para você em primeira mão com responsabilidade e qualidade. Por conta disso, algumas pessoas usam de má fé, tentando ter acesso a pessoas e lugares utilizando o nome do Portal InterBuss, falando que é de nossa equipe. Por conta disso, instruímos a todos que os integrantes oficiais do Portal e Revista InterBuss são devidamente identificados com um crachá oficial, que informa o nome completo do integrante, mais o seu cargo dentro do site e da revista. Qualquer pessoa que disser ser da nossa equipe e não estiver devidamente identificada, não tem autorização para falar em nosso nome, e não nos responsabilizamos por informações passadas ou autorização de entradas dadas a essas pessoas. Qualquer dúvida, por favor entre em contato pelo e-mail contato@portalinterbuss.com.br ou pelo telefone (19) 99483.2186, sete dias por semana, vinte e quatro horas por dia.

NOSSA OPINIÃO

Editorial

Empresas que não se modernizarem, vão sumir A história do transporte coletivo urbano no Brasil se mistura com a história de famílias tradicionais que estão nesse ramo há muitas décadas. Com o passar do tempo, grande parte das empresas familiares mais antigas acabaram desaparecendo após a realização de licitações, algo obrigatório imposto por uma lei federal que determina a licitação de tudo o que for serviço público e esteja concedido à iniciativa privada. A maioria dessas empresas que encerraram suas atividades mantinham contratos precários junto às prefeituras e governos estaduais. Sem condições de se adequar às exigências dos processos licitatórios, acabaram desistindo e mudando de ramo ou simplesmente fecharam as portas. Outras empresas antigas se mantém no ramo mas às duras penas. Apenas uma pequena parcela está indo muito bem, graças ao processo de modernização dos processos e da administração. Hoje em dia isso é fundamental para sobreviver em um mundo cada vez mais competitivo. Apesar de viações internacionais ainda não terem desembarcado no país, outras tantas estão se fundindo, sendo vendidas ou nascendo com filosofias contemporâneas de gerenciamento. Um exemplo de modernização é o grupo JCA, que engloba empresas como a paulista Viação Cometa e a carioca Auto Viação 1001. Apesar de ser um grupo com muitos anos de história no setor, a mudança e modernização de todos os processos permitiram que o grupo avance e consiga crescer, mesmo com a crise brasileira. A renovação de frota é constante e o aprimoramento dos serviços acaba por atrair cada vez mais novos clientes. O que é quase consenso entre especialistas do setor é que se a Viação Cometa não tivesse sido vendida no começo da década passada, muito provavelmente hoje ela não existiria mais ou estaria passando por grandes dificuldades. Um exemplo similar é o da Viação Itapemirim, empresa que já foi a maior do país e detém até hoje rotas que ligam as principais cidades do país mas que passa por uma crise sem fim. Sua frota está decadente, uma briga entre sócios deixam a empresa à deriva, fazendo com que funcionários fiquem sem pagamento e passageiros sem ônibus para suas viagens. Outro caso que tem chamado a atenção no mercado é a atual situação do Grupo Belarmino, que engloba tradicionais empresas do transporte rodoviário e urbano, entre elas a Rápido Luxo Campinas e a VB Transportes. O grupo tem perdido linhas em cidades de pequeno e médio porte e não tem conseguido renovar as frotas das cidades onde opera ao menos há três anos. A última grande compra de ônibus novos aconteceu em 2015. Tudo isso soa muito estranho sobretudo em um grupo que até a década passada fazia grandes compras anuais de ônibus zero quilômeto, algumas vezes até maior do que o necessário. Era muito comum ver ônibus novos parados nas garagens do grupo aguardando algum destino. Em 2016 as garagens do grupo passou por uma grande falta de combustível o que tirou muitos ônibus das ruas, prejudicando as linhas atendidas pelas empresas. Apesar de conseguir participar de várias licitações e ganhar todas elas, a administração geral das empresas do grupo é antiquada. Alguns processos que não foram modernizados pesam e prejudicaram todas as empresas. Um grande exemplo recente foi a enorme dificuldade em fechar a compra de vinte ônibus para a cidade de Indaiatuba. Depois de vários atrasos, os veículos chegaram mas não foram suficientes para que a Rápido Sumaré perdesse as linhas para a sua maior concorrente hoje, a Santa Cecília Turismo (Sancetur), empresa de um forte grupo político paulista que está avançando por todos os cantos. Às empresas que insistem em não modernizar processos, é questão de tempo para deixarem o mapa.


A IMAGEM MARCANTE

Morrinhos, GO

Sábado, 24 de Fevereiro de 2018

Um ônibus da empresa Rotas foi atingido por um caminhão sem freio que desceu a rotatória desgovernado até bater. A pancada foi tão forte que o ônibus tombou. Quatro passageiros do ônibus e o motorista do caminhão foram socorridos. O acidente aconteceu em Morrinhos, na saída para a BR-153 sentido Goiânia. As informações e a foto são do site www.goiasja.com


A GRANDE MATÉRIA

Economia

Reação interna ajuda Marcopolo a crescer Da Marcopolo | assessoria

A Marcopolo registrou no exercício 2017 receita líquida de R$ 2,876 bilhões, com crescimento de 11,7% em relação ao ano anterior (R$ 2,574 bilhões). O resultado reflete o início de retomada do mercado brasileiro de ônibus e a continuidade do foco da empresa na ampliação das exportações, que atingiram quase R$ 1 bilhão, o equivalente a 34,8% dos negócios da companhia. O lucro líquido no período foi R$ 82,1 milhões. Em 2017, a Marcopolo apresentou aumento de 26,2% em unidades produzidas nas unidades brasileiras (8.633 unidades contra 6.840, no ano anterior), marcando o início do tão esperado processo de retomada. Os principais destaques foram o crescimento de 20,8% na produção para o segmento de ônibus rodoviários, apresentando expressivo aumento de 93,7% na receita líquida em relação a 2016; o desempenho dos segmentos de micros e do Volare, que cresceram em volumes 104,6% e 43,5%, respectivamente, e a ampliação da participação de mercado total da Marcopolo na produção brasileira de carrocerias, que encerrou 2017 com 48,1% contra 41,3%, em 2016. Para enfrentar a crise que atingiu a indústria brasileira de ônibus nos últimos três anos, a Marcopolo adotou estratégia visando a otimização das unidades fabris em busca de maior competividade. Os frutos dos esforços empreendidos na revitalização do Sistema Marcopolo de Produção Solidária, pela aplicação dos conceitos LEAN, foram percebidos nos indicadores de segurança, qualidade e eficiência. A adoção da metodologia LEAN também foi essencial no evento do incêndio que atingiu a fábrica de Plásticos (unidade de Ana Rech), viabilizando que, em cinco semanas, a produção voltasse ao mesmo nível do período anterior ao incidente. Adicionalmente, contribuíram para o resultado as ações de adequação da estrutura organizacional e redução dos custos fixos realizados ao longo do ano. Mercado externo As exportações voltaram a apresentar crescimento, de 5,1% em volume exportado, em relação ao de 2016 (3.271

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unidades contra 3.111). O projeto de integração da área Comercial – Mercado Externo com a de Negócios Internacionais, com a abertura de novos escritórios em Kuala Lumpur e Dubai, passou a dar seus primeiros resultados e transações importantes sendo prospectadas no continente africano. Entre as operações internacionais, a Polomex, localizada em Monterrey, México, foi o grande destaque positivo. Seu desempenho foi marcado pelo crescimento de 5,9% nas unidades produzidas (1.272, em 2017, contra 1.201, no ano anterior) e de 213,0% no lucro líquido, resultado do trabalho de diversificação de clientes, da produção de ônibus com diferentes marcas de chassis e de um mix de produtos mais nobre, especialmente de modelos rodoviários. Em abril de 2017, a Marcopolo comunicou a aquisição da participação remanescente na empresa australiana Volgren, sediada em Melbourne, passando a deter 100% de seu capital. A operação da TMML (Índia) apresentou resultados positivos, com per-

formance equilibrada ao longo do ano, sofrendo menos com a sazonalidade do mercado indiano. A unidade apresentou lucro líquido de R$ 4,3 milhões, 51,6% maior do que o mesmo período do ano passado. Para 2018, a Marcopolo prevê a continuidade da trajetória de recuperação da indústria brasileira do ônibus. Inicia o ano com carteira de pedidos com volume de negócios em andamento superior ao verificado nos últimos anos e boas perspectivas para licitações, especialmente no âmbito do programa Caminho da Escola, e exportações. Os destaques deverão ser a venda e produção de modelos rodoviários para o setor de fretamento e interestaduais, assim como a maior renovação de frota por parte dos operadores do segmento de urbanos. O Refrota, linha de crédito voltado ao financiamento de urbanos, após um início moroso, passou a se constituir como alternativa para clientes do segmento e vem fomentando vendas.


Mercado

Prefeito de Curitiba visita produção de biarticulado Rafael Greca foi até a fábrica da Volvo para ver ônibus de sua cidade Da Volvo LA | assessoria

Depois de alguns anos sem ônibus novos, Curitiba (PR) dará inicio à renovação da frota da cidade em 2018. A primeira grande entrega será de 25 biarticulados Volvo e o prefeito da cidade, Rafael Greca, esteve na montadora para participar da fabricação de um dos veículos. “Temos uma longa história de participação no BRT de Curitiba. Estamos muito orgulhosos em termos sido escolhidos novamente pelos operadores do sistema da cidade para esta renovação. E é bom ter o prefeito conosco, participando e acompanhando nosso cuidado e qualidade na fabricação dos novos biarticulados”, afirma Fabiano Todeschini, presidente da Volvo Buses Latin America. Junto aos operários Na fábrica, Greca passou por uma integração de segurança, recebeu orientações sobre a produção de ônibus e depois foi para a linha de montagem. O prefeito fez o abastecimento do tanque de aditivo redutor de gases e também executou testes

de funcionamento da suspensão eletrônica do biarticulado. “Com esses novos ônibus vamos iniciar a recuperação da mobilidade urbana que a população curitibana exige. Curitiba merece voltar a ser referência em transporte de qualidade”, declarou Rafael Greca. Desde o início do ano, a linha de

montagem de ônibus da Volvo trabalha intensamente para cumprir o rigoroso prazo de entrega determinado pela prefeitura de Curitiba. Na medida em que são concluídos, os chassis são encaminhados para encarroçamento. A meta é que todos sejam entregues para o aniversário da capital paranaense, no dia 29 de março.

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COLUNAS

NOSSO TRANSPORTE ADAMO BAZANI | adamobus@gmail.com

Resege rendeu à EMTU, R$ 33,9 milhões em 2017

Taxa de gerenciamento é mais alta para ônibus melhores, o que é visto como distorção pelas viações

A EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, que gerencia as linhas de ônibus intermunicipais das regiões metropolitanas do Estado de São Paulo recebeu R$ 33,9 milhões no ano passado por meio da Resege – Receita dos Serviços de Gerenciamento e Fiscalização, que é uma espécie de taxa de gerenciamento que cobra das companhias de ônibus. O valor acaba sendo contabilizado nas tarifas que os passageiros pagam. O dado é da Secretaria de Transportes Metropolitanos e foi obtido pela reportagem do Diário do Transporte por meio da Lei de Acesso à Informação. O total e se refere à cobrança feita de todas as permissionárias das linhas que não são regidas por concessão, como ocorre com a Área 5, da EMTU, correspondente ao ABC Paulista, que nunca foi licitada na história. O dinheiro deve ser usado para

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manter a fiscalização dos serviços, inspeção nos ônibus, realização do IQT – Índice de Qualidade do Transporte, planejamento de linhas, entre outras atribuições da EMTU. OS R$ 33,9 milhões representaram em média, 3,86% da receita apurada em 2017 pelas empresas das regiões onde a taxa foi aplicada. Em 15 de janeiro deste ano, o Diário do Transporte revelou que quanto melhor for o padrão do ônibus, mais alta é a taxa cobrada, o que na visão dos donos de viações acaba sendo um desestímulo para a implantação de modelos melhores nas linhas que suportam veículos com mais recursos e configurações de conforto ao passageiro. No início do ano, quando houve aumento na tarifa de ônibus, também foi ampliado o valor do Resege.

No ABC, por exemplo, a empresa que coloca um ônibus de piso baixo, três portas, motor traseiro e ar-condicionado, tem de pagar por veículo, R$ 1.187,43 mensalmente de Resege. Se colocar um ônibus com degraus comuns, sem ar e motor na frente, pagará R$ 1.054,41. Se o ônibus fosse articulado, o valor saltapara R$ 2.357,79. “Só a EMTU cobra taxa de gerenciamento pelo modelo de ônibus. Isso é uma distorção. Em outros sistemas, como SPTrans, na cidade de São Paulo, é sobre a receita apurada. Agora, esta questão de [a Resege] estar embutida na tarifa é outa distorção. O empresário que colocar ônibus básico e padron vai ter na prática a mesma tarifa, então, prá que pagar mais com ônibus melhor? Que estímulo?” – disse um gerente de empresa que pediu para não ser identificado.


Estudos apontam que aplicativos de transporte têm piorado o trânsito em cidades americanas

Apesar das evidências, empresas como Uber e Lyft mantêm afirmativa de que carros compartilhados reduzem a quantidade de automóveis de uso privado nas cidades

Pesquisas e estudos realizados em diversas cidades americanas trazem um dado polêmico, que contesta um dos principais discursos das plataformas de transporte particular: ao contrário do que afirma, este tipo de serviço aumenta o trânsito nas cidades onde atuam. As cidades de Manhattan e São Francisco foram algumas das que apresentaram altos números de congestionamento. Em São Francisco, na Califórnia, uma pesquisa realizada em junho de 2017 apontou que a cidade, em um dia de semana típico, alcançou a marca de 170 mil corridas de aplicativos por dia, 12 vezes o número de corridas de táxi feitas na mesma área, em locais que já apresentam grande trânsito. Já em Manhattan, um dos mais densos e povoados bairros de Nova York, o aumento de táxis e carros de aplicativos piorou o trânsito em suas ruas. Outro estudo incluiu pesquisas de 944 usuários saudáveis durante quatro semanas no final de 2017 na área de Boston, capital e cidade mais populosa do estado norte-americano de Massachusetts. Quase seis em cada 10 entrevistados disseram que teriam usado o transporte público, caminhariam, ou desistiram da viagem, se os aplicativos de carros compartilhados não estivessem disponíveis. Outra pesquisa divulgada em outubro do ano passado reforça esse ponto, e envolveu mais de 4.000 adultos em Boston, Chicago, Los Angeles, Nova York, San Francisco, Seattle e Washington, DC. A pesquisa concluiu que 49 a 61 % das viagens por aplicativos de transporte não seriam realizadas se os serviços oferecidos por empresas como Uber e Lyft não existissem. O estudo realizado em Boston descobriu que a principal razão pela qual as pessoas optaram pelo Uber ou Lyft foi a velocidade. Mesmo aqueles possuidores de um cartão de transporte público optariam por trocá-lo pelos aplicativos, apesar do custo mais alto. Um dos entrevistados, que não possui carro, chegou a afirmar que preferiria tomar um Uber que o levasse diretamente ao destino, ao invés de ter que mudar de modo de transporte algumas vezes,

e ficar esperando em um ponto de ônibus. Uber e Lyft, duas grandes empresas de aplicativos nos EUA, não arredam pé da cantilena de que carros compartilhados reduzem a quantidade de carros próprios nas cidades. O porta-voz da Lyft afirmou à imprensa americana que sua empresa está “focada em fazer da propriedade sobre um automóvel algo opcional, fazendo com que mais pessoas compartilhem suas viagens”. A Uber vai na mesma linha, e reafirma seu objetivo a longo prazo de findar a dependência sobre veículos pessoais, o que permitiria uma mistura de transporte público e serviços como o oferecido pela empresa. Segundo Christo Wilson, professor

de ciência da computação da Universidade Northeastern de Boston, a modalidade poderá ser boa para o trânsito, caso as taxas de ocupação dos veículos cresça. Por outro lado, segundo Wilson, pelo fato das viagens por Uber Pool e possivelmente pelo Express serem baratas, é quase certo que retirarão as pessoas dos modos tradicionais de transporte público, como ônibus. O professor completa dizendo que o consenso crescente é que o compartilhamento de veículos tem aumentado o trânsito, reforçando o que as pesquisas dizem sobre os aplicativos. A se confirmar as pesquisas, com aplicativos sem regulação teremos mais viagens de automóveis, entupindo as ruas e esvaziando o transporte coletivo. 04.03.2018 |

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EMERSON HENRIQUE SILVÉRIO Marcopolo Paradiso G7 1800DD Águia Branca, em São Paulo/SP


DEU NA IMPRENSA

Transpo Online

RESUMO DAS PRINCIPAIS NOTÍCIAS DA IMPRENSA ESPECIALIZADA

O gigantesco mercado chinês de veículos

Do site | por Eustáquio Sirolli

O mundo automotivo pode ser dividido entre antes da China e após sua inclusão efetiva nesse contexto tecnológico e econômico, ou seja, a escala de produção mudou de patamar, para um nível de milhões a mais no contexto mundial. A empresa produtora de veículos que não tem parcerias com os chineses está fora da primeira divisão, restando a estes excluídos as migalhas dos volumes de mercado. Esta primeira análise fundamenta-se nos dados recém obtidos da CAAM – China Association of Automobile Manufactures – entidade chinesa equivalente à ANFAVEA brasileira. Tenho acompanhado o mercado chinês desde o ano 2000, quando para lá fui a trabalho pela primeira vez e retornei em 2011, agora já vendo outra China. E pelos laços estreitos com os colaboradores da Foton, empresa chinesa focada em caminhões, as informações são atualizadas de forma praticamente sistemática. Indo para os números de vendas de veículos em 2017 na China, o mercado de veículos, considerando carros, caminhões e ônibus atingiu o estratosférico volume de 28.879.000 unidades, com crescimento de 3,0% em relação ao ano anterior. No Brasil atingiram-se 2.239.683 unidades, ou seja, 7,75% do mercado chinês. Isso quer dizer que, em menos de um mês se produz na China o equivalente ao mercado brasileiro. Automóveis No mercado de carros aconteceu o seguinte cenário, com vendas de 24.718.000 unidades, e crescimento de 1,4% em relação ao ano anterior. No Brasil vendemos 2.175.986 unidades de veículos de passeio, sendo 8,8% do mercado chinês. SUV´s cresceram 13,3%, segmento que também é expressivo no Brasil. Sedans diminuíram 2,5%. O dado não está bem claro no artigo chinês, mas conclui-se assim. MPV’s diminuíram 17,1%, mercado também não relevante no Brasil. Crossovers diminuíram 20,0% e, assim como no Brasil, devem ser veículos com custo/benefício não sedutores. Os SUV’s devem estar atendendo esse estilo, embora não sua função. Carros com motorização menor ou igual a 1,6 l atingiram 17.193.000 de

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unidades, queda de 1,1% em relação ao ano anterior, sendo que as marcas chinesas venderam 8.374.000 unidades, queda de 0,4% em relação ao ano anterior, correspondendo a 49,0% do total desse segmento. Vendas só de carros chineses atingiram um volume de 10.847.000 unidades, com um crescimento de 3,0% em relação ao ano anterior, volume que é 43,9% do mercado total. Cabe aqui um desdobramento. Assumindo 2.354.000 unidades como sendo sedans, o crescimento foi de 0,6% em relação ao ano anterior, e com representatividade de 19,5% do mercado de carros chineses. SUV’s atingiram 6.217.000 unidades, crescendo 18,0% em relação ao ano anterior, e com representatividade de 60,6% do mesmo mercado. Essa tendência de crescimento do SUV parece ter o mesmo efeito no Brasil, com a oferta de carros desejados. E os MPV’s foram a 1.728.000 unidades, com queda de 22,8% em relação ao ano anterior. Vale destacar o volume de vendas de NEV-New Energy Vehicles-, que atingiram um total de 777.000 unidades, com expressivo crescimento de 53,3% em relação ao ano anterior. No Brasil foram vendidos 3.296 veículos desse segmento, ou 0,42% do mercado chinês. Sendo BEV-veículos a bateria-, 468.000 unidades, crescimento de 82,1% em relação ao ano anterior. Os PHEV-plugin, híbridos-, 111.000 unidades, crescimento de 39,4% em relação ao ano anterior. Comerciais BEV, 198.000 unidades, crescimento de 16,3% em relação ao ano anterior. Comerciais PHEV, 14.000 unidades, crescimento de 26.6% em relação ao ano anterior. Nesse segmento de NEV’s os chineses estão mundialmente bem adiantados. Vale destacar no Brasil as atividades da BYD, em caminhões e ônibus, mas trata-se de uma empresa chinesa. Focando os top10 produtores de veículos na China, que venderam um total

de 25.562.000 unidades, representando um crescimento de 3,2% em relação ao ano anterior, totaliza-se 88,5% do mercado. Cheguei a identificar 61 marcas, ou seja, para essas 51 restantes sobraram as “migalhas”, 3.300.000 unidades, mostrando claramente que num futuro não distante deverá ocorrer um take-over dessas menores pelas gigantes, como ocorre no universo, em que as maiores galáxias engolem as menores. Veículos comerciais No mercado de comerciais, caminhões e ônibus, os números impressionam, e mais ainda se comparamos com o mercado brasileiro. Vendas totais de veículos comerciais: 4.160.000 unidades, crescimento de 14,0% em relação ao ano anterior. Simplesmente números impensáveis em qualquer outro país. Talvez um dia a Índia chegue perto. No Brasil foram vendidas 63.696 unidades de ônibus e caminhões, representando 1,53% do mercado chinês. Desse total, ônibus representam 527.000 unidades, crescimento de 3,0% em relação ao ano anterior! No Brasil foram vendidos 11.755 ônibus, ou seja, 2,23% do mercado chinês. Em caminhões os números impressionam ainda mais, com vendas que totalizaram 3.633.000 unidades, crescimento de 16,6% em relação ao ano anterior. Incrível a dinâmica desse mercado/segmento. No Brasil foram vendidos 51.941 caminhões, ou seja, 1,43% do mercado chinês. Agora vem a grande surpresa, no segmento de caminhões pesados, que na China começa com 14,0 ton de PBT, atingindo o volume de 1.117.000 unidades. No Brasil, para fazer equivalência de segmentação, adicionou-se o volume do segmento de semipesados (13.542 unidades) ao de pesados (18.747 unidades) para totalizar 32.289 caminhões, ou seja, 2,9% do mercado chinês. Isso representa 10 dias úteis de produção na China para atender o Brasil. Concluindo, a alta demanda do mercado chinês por veículos em geral cria uma escala produtiva que viabiliza os investimentos e suas amortizações. Com isso, volto à introdução desse artigo: quem não está com a China não está participando desse campeonato automotivo na 1ª liga, e será engolido por alguma das empresas/ grupos chineses, é esperar e ver acontecer.


Transpo Online

Mercedes-Benz inicia dois anos de testes com eActros

Do site | notícias

A Mercedes-Benz Trucks iniciou os testes em clientes europeus com o seu primeiro caminhão elétrico pesado, o eActros. Ao todo, dez unidades, nas versões de 18 ou 25 toneladas de PBT foram entregues para transportadores para uso em aplicações reais. Foram selecionados transportadores que trabalham com diferentes aplicações, desde alimentos e materiais de construção até matérias-primas. A frota vai rodar até a metade de 2020, sendo que o objetivo é mensurar as necessidades de energia para diversas aplicações, bem como a eficiência econômica dos caminhões elétricos e comparar o desempenho ambiental dos modelos inovadores com o de motores a diesel em uma Avaliação do Ciclo de Vida (Life Cycle Assessment). Os resultados do trabalho de pesquisa serão enviados aos clientes durante o teste, como forma de otimizar a operação, e serão publicados, dando aos potenciais transportadores a oportunidade de otimizar seus planejamentos de rotas ou desenvolver novos modelos de negócios para seus métodos de logística. “A partir de agora, queremos trabalhar em conjunto com os nossos clientes para avançarmos, ainda mais, no desenvolvimento do Mercedes-Benz eActros, com o objetivo de torná-lo uma proposta viável, do ponto de vista técnico e comercial, para as operações diárias. ”, disse Martin Daum, membro do Board da Daimler AG e chefe mundial da Daimler Trucks e da Daimler Buses. “Estamos iniciando este processo com uma frota inovadora e vamos apoiar os testes no ambiente logístico dos transportadores. Isso nos permitirá entender o que ainda precisa ser feito em termos de tecnologia, infraestrutura e serviço para tornar nosso eActros competitivo”, “Estamos repassando as versões de dois e três eixos de nosso caminhão elétrico pesado eActros para os clientes. Inicialmente, o foco será no transporte urbano de mercadorias e serviços de entregas. A autonomia necessária para isso está bem dentro do objetivo do eActros”, informou Stefan Buchner, chefe mundial da Mercedes-Benz Trucks. Um ano de testes “Desenvolvemos um veículo que foi

configurado desde o início para a mobilidade elétrica. Em comparação com nosso protótipo, lançado em 2016, foram realizadas algumas alterações: o suprimento de energia agora é feito por onze pacotes de baterias e, sempre que possível, utilizamos componentes comprovados que já estão prontos para produção em série ou estão muito próximos disso”, destacou Stefan Buchner. “Participam do teste dez clientes de diversos setores. As empresas são: Dachser, Edeka, Hermes, Kraftverkehr Nagel, Ludwig Meyer, pfenning logistics, TBS Rhein-Neckar e Rigterink, da Alemanha, e Camion Transport e Migros, da Suíça”. Os motoristas dos eActros foram treinados especialmente para trabalhar com os novos caminhões elétricos durante o período de doze meses. Depois, os caminhões serão repassados a um segundo grupo, para outro ciclo de um ano de uso. “Isso nos permitirá satisfazer aos muitos pedidos que recebemos dos transportadores e ganhar um conhecimento ainda maior”, disse Stefan Buchner. “Nosso objetivo é chegar à produção em série e à maturidade de mercado para uma linha de caminhões elétricos economicamente competitivos para operações de transporte pesado até 2021.” Energia de transporte A arquitetura do veículo foi configurada especificamente para um sistema de propulsão elétrico, com uma alta proporção de componentes específicos. O eixo de tração, por exemplo, é baseado no ZF AVE 130, que já mostrou resultados positivos nos ônibus híbridos e movidos a célula de combustível da Mercedes-Benz, tendo sido totalmente desenvolvido para o eActros. O sistema de propulsão conta com dois motores elétricos localizados junto aos cubos de roda do eixo traseiro. Esses motores têm refrigeração líquida e operam a uma

voltagem nominal de 400 Volts. Esses propulsores geram 125 kW de potência cada um, com torque máximo individual de 485 Nm. As reduções de engrenagem convertem esse torque para 11.000 Nm cada, resultando num desempenho de rodagem equivalente ao de um caminhão com motor a diesel. A carga máxima permitida por eixo mantém-se nas convencionais 11,5 toneladas. A energia para uma autonomia de até 200 km é fornecida por duas baterias de íons de lítio com potência de 240 kWh, que também já foram utilizadas no ônibus da EvoBus. As baterias ficam em onze pacotes: três na área do chassi e os outros oito mais abaixo. Por razões de segurança, os pacotes de baterias são protegidos por compartimentos de aço. Numa eventual colisão, as montagens cedem e deformam, desviando assim a energia para longe das baterias sem danificá-las. As baterias de alta voltagem não fornecem energia apenas ao sistema de propulsão, mas ao veículo como um todo. Componentes auxiliares, como o compressor de ar para o sistema de frenagem, a bomba da direção hidráulica, o compressor do ar condicionado da cabina e, quando for o caso, da carroceria refrigerada, também são movidos à eletricidade. As baterias podem ser completamente recarregadas entre três e onze horas, assumindo uma capacidade de carga de 20 a 80 kW. O padrão de carga usado é o Combined Charging System, CCS. A rede de baixa voltagem de bordo consiste de duas baterias convencionais de 12 Volts, carregadas pelas baterias de alta voltagem por meio de um conversor. Isso garante que todas as funções importantes do veículo, como luzes, indicadores, freios, sistemas de suspensão a ar e sistemas da cabina se mantenham em operação, caso haja eventual ocorrência na rede de alta voltagem ou desligamento. 04.03.2018 |

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AS MELHORES FOTOS DA SEMANA NO FACEBOOK

Rafael Xarão | Marcopolo Paradiso G6 1200

Igor França | BepoBus Città

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O MELHOR DA INTERBUSS

UMA SELEÇÃO DAS MELHORES FOTOS PUBLICADAS NAS GALERIAS DO PORTA

Douglas Andrez Marcopolo Paradiso G7 1800DD Scania K420 | Trans Brasil

Douglas Andrez Busscar El Buss 340 MBB O-400RSE | Maia

Tiago Moraes Marcopolo Torino MBB OF-1722M | Transpar

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S JÁ TAL INTERBUSS

Raphael Malacarne Marcopolo Paradiso G6 1550LD Volvo B12R | Nacional Expresso

Jorge Ciqueira Busscar Jum Buss 360 Scania | Auto Viação 1001

Alain Gustavo Melo Marcopolo Paradiso G7 1200 MBB O-500RSD | Planalto

Alexandre M. Sanches Marcopolo Paradiso G6 1800DD Scania K420 | Cattani Sul

Jair Fernando Marcopolo Paradiso G7 1050 Scania K-340 | Piracicabana

Jair Fernando Marcopolo Viaggio G6 1050 MBB O-500R | Breda Serviços 04.03.2018 |

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O MELHOR DA INTERBUSS

John Berata Marcopolo Viale Volvo B12M | Leblon Mauรก

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Antonio Santos Marcopolo Torino Volksbus 16 210 | Rio Vermelho

Antonio Santos Marcopolo Torino MBB OF-1722 | Dois de Julho

Anderson Ribeiro de Paula Caio Alpha MBB OF-1620 | Athenas Paulista

Anderson Ribeiro de Paula CMA Flecha Azul Scania K113CL | Sanpar

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Matheus Novacki Marcopolo Paradiso G7 1200 MBB O-500RS | Viação Mimo

Matheus Novacki Marcopolo Paradiso G7 1200 MBB O-500RSD | Viação Cometa

Carlos Alberto Marcopolo Paradiso G7 1050 MBB O-500RS | Ouro Verde

Carlos Alberto Marcopolo Paradiso G7 1050 MBB O-500RS | Ouro Verde

Anderson Ribeiro de Paula Marcopolo Paradiso G7 1200 Scania K340 | Danubio Azul

Anderson Ribeiro de Paula Caio Millennium MBB O-500MA | VB Transportes 04.03.2018 |

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COLUNAS

VIAGENS & MEMÓRIA

NOVA INTERBUSS.

MARISA VANESSA N. CRUZ | ideiaselembrancas@gmail.com

Visitando Florianópolis, a capital catarinense Neste mês de Janeiro eu visitei Florianópolis e foi minha primeira visita à cidade. Aproveitei e conheci o sistema de transporte público da capital catarinense. Reparei que todos os seus ônibus estão em excelente estado, impecáveis. Os terminais urbanos organizados, com tabelas horárias afixadas, obedecendo rigorosamente os horários de partidas. Em Florianópolis, atualmente cinco empresas fazem parte do Consórcio Fênix, criado em 2014: 0xxx e 50xxx - Transol 1xxx e 11xxx - Canasvieiras 3xxx e 23xxx - Emflotur 4xxx e 34xxx - Estrela 5xxx e 45xxx - Insular (e ainda tem 44xxx exEstrela). Há esquema de ônibus executivos (pintura amarela) e estão distribuídos desta forma: 5xxx e 55xxx - Transol 6xxx e 16xxx - Canasvieiras 1xxx e 31xxx - Estrela 3xxx e 43xxx - Insular A partir de 2014, os ônibus novos receberam prefixos de 5 dígitos ao invés de 4, identificando realmente quem é a empresa detentora de seus ônibus, porém para veículos antes dessa data, seus respectivos prefixos permanecem em 4 dígitos. O que eu vi de interessante: A frota mais velha que eu encontrei é de 2002: Há articulados da Transol (Marcopolo Viale articulado sobre Volvo B10M) fabricados entre 2002 e 2003 que ainda circula na cidade. É difícil encontrar ônibus utilizando letreiro de lona: Encontrei um: a Canasvieiras possui ao menos um modelo, prefixo 1351, ano 2006 (Marcopolo Viale sobre MBB OF1722M). E além deste, há ônibus executivos (Marcopolo Senior Midi sobre chassi Agrale MA 15.0 ou VW 15-190) da Canasvieiras, de prefixos ímpares 604x e 605x também com letreiros de lona. Nem precisei adquirir o Cartão Turista, visto que no interior dos terminais há transferência gratuita entre ônibus, porém no Terminal Centro (TICEN), são várias plataformas que caso caminhe para outra, teria que sair do terminal e pagar de novo a passagem. Somente para ir ao Terminal Lagoa da Conceição (TILAG) direto é que sai em plataforma separada às linhas que vão para outros terminais, como o Canasvieiras, Santo Antônio, Rio Tavares e Trindade. Ou seja, do Terminal Centro ao Terminal Lagoa da Conceição, garantindo a

NOVO CONTEÚDO

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22 interbuss | 25.02.2018

integração, teria que pegar um ônibus que passa no Terminal Trindade, e de lá, pegar outro para o Terminal Lagoa da Conceição. E para terminar, repare que no letreiro dos ônibus estão a sigla dos terminais. Caso não lembrar, aqui vai um palpite:

TICEN - Terminal Centro TICAN - Terminal Canasvieiras TITRI - Terminal Trindade TILAG - Terminal Lagoa da Conceição TIRIO - Terminal Rio Tavares TISAN - Terminal Santo Antônio

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Revista InterBuss | Edição 383 | 04.03.2018  

Edição com 24 páginas | Concluída na quarta (28) | Confira nesta edição matéria sobre a entrega do primeiro ônibus biarticulado do novo lote...

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