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CALOR NO invernO A delícia do frio curtido diante de uma lareira

Praia da Lagoa

Espetacular encontro de duas águas

Campos do Jordão

Uma viagem inesquecível para a bela estância turística

Moda PRAIA

Maiôs e biquínis para dias menos quentes


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mar aberto

FOGO E LUXO

Lareiras modernas que também decoram com glamour

06

no azul

PRAIA DA LAGOA

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Juliana Mozart, a melhor em fotos de casamentos viagem

PRAIA DA CAÇANDOCA

20

Campos do Jordão é roteiro irresistível

na onda

Maiôs ganham espaço no inverno

Para receber o frio que vem aí

24

internacional

FESTIVAL DO CAMARÃO

28

O país e seus atrativos turísticos

boas compras

TABATINGA SOCIAL

Seção Boas Compras estreia na revista

30

Seções

Restaurante Baleares recebe chef francês

72 74

EVENTO GASTRONÔMICO

68

VITRINE NOVA

Projeto alavanca time de futebol do bairro

horizonte

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PANAMÁ AGORA

Aprenda receita espanhola e faça em casa horizonte

56

MODA FEMININA

FONDUES ORGÂNICOS

horizonte

36

ESTÂNCIA GELADA

Bela área quilombola do nosso litoral horizonte

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FOTÓGRAFA PREMIADA

Um lugar de duas águas e trilha histórica

mar aberto

foto: divulgação Ecofireplaces

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na concha

ACONTECE ESTRUTURA

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PUBLISHER PRISCILA S. T. DE OLIVEIRA PARA ANUNCIAR TELEFONE: 55 11 7862-6982 PRISCILA@REVISTAINFORMAR.COM.BR

EDITORIAL

FINACEIRO TELEFONE: 55 12 3884-2004 FINANCEIRO@REVISTAINFORMAR.COM.BR ENDEREÇO RODOVIA SP-55, 2.500 — SETOR PRAÇA I CONDOMÍNIO COSTA VERDE TABATINGA LOJA CL02 TABATINGA — CARAGUATATUBA-SP CEP: 11679-900

Tudo novo para você Não posso dizer que é um trabalho árduo fazer a INFORMAR TABATINGA. Porque, apesar de toda a correria para trazer a você, morador do CCVT, uma edição sempre melhor que a anterior, é extremamente prazeroso. Cada matéria e foto que fazemos, cada arte que pensamos, cada pessoa que entrevistamos, tudo isso nos traz uma sensação de bem-estar incomparável. Percorrer as incríveis praias da nossa região, ter pernas devoradas por borrachudos,

Editora ECOAVENTURA PABX: (11) 3334-4361 - Rua Anhaia, 1180 Bom Retiro - SP - CEP 01130-000 www.grupoea.com.br

DIRETORIA FARID CURI, ROBERTO VÉRAS E WILSON FEITOSA

subir trilhas exaustivas são prêmios que ganhamos. Pois sabemos que valerá a pena quando o nosso leitor abrir a revista e se deliciar com o que preparamos para sua leitura. Esta edição é especial por vários motivos. É a nossa 10ª revista publicada, que, mesmo tão nova, já se repaginou. Agora, possui projeto gráfico mais dinâmico e conteúdos mais aprofundados. Nos-

DIRETOR DE REDAÇÃO WILSON FEITOSA

sa equipe também cresceu, estamos com mais profissionais prontos

JORNALISMO REDACAO@GRUPOEA.COM.BR

des, pontos de vista e, consequentemente, muita, muita intensi-

EDITORA JANAÍNA QUITÉRIO (MTB Nº 45041/SP) JQUITERIO@GRUPOEA.COM.BR JORNALISTA RESPONSÁVEL DANI COSTA (MTB Nº 01518/ES) DCOSTA@GRUPOEA.COM.BR ESTAGIÁRIOS DA REDAÇÃO BÁRBARA BLAS E GABRIELA FERIGATO ARTE GABRIEL DEZORZI

para pôr a mochila nas costas e ir em busca de aventuras, novidadade. Nossas novas seções também marcam esta edição. Agora, temos também páginas de Internacional e Boas Compras. E, na seção Na Onda, traremos a cada publicação um editorial de moda exclusivo. Se você quiser fazer parte dessa nova era, mande-nos e-mail, dê sugestões, envie fotos! Os contatos estão no expediente. Nosso maior prazer é escrever para o CCVT. Um abraço, espero que goste! Priscila S. T. Oliveira

COLABORARAM NESTA EDIÇÃO FÁBIO NOVAES, FERNANDO DE SANTIS, HENRIQUE FEITOSA, INÁCIO TEIXEIRA, NATHALIA NISSI E SISSY EIKO (FOTOS); PEDRO REIS E MOACIR TROMBELLI (PRODUÇÃO); SALGADO FILHO (COMERCIAL), ROBERTO VÉRAS (TEXTO) FOTO DE CAPA DIVULGAÇÃO CONSTRUFLAMA É PROIBIDA SUA REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL SEM AUTORIZAÇÃO POR ESCRITO DO EDITOR. A PUBLISHER E OS EDITORES DA REVISTA NÃO SE RESPONSABILIZAM PELO CONTEÚDO DOS ANÚNCIOS E MENSAGENS PUBLICITÁRIAS INCLUSOS NESTA EDIÇÃO. É PROIBIDA A VENDA DA REVISTA, QUE É DE DISTRIBUIÇÃO GRATUITA.

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UM LUGAR DE DUAS ÁGUAS SÓ DEPOIS DE UMA TRILHA A PÉ, POR MEIO DA QUAL SE DESBRAVA A MATA ATLÂNTICA E UM CAMPO DE CAPIM ALTO, É QUE SE CHEGA À PRAIA DA LAGOA, EM UBATUBA. ALI, UM ESPETÁCULO NOS ESPERA: AS ONDAS TENTAM ALCANÇAR A ÁGUA DOCE DA LAGOA, QUE VIZINHA CALMA E MORNA, NOS RECEBE ENTRE MONTES VERDES, SEMPRE À ESPERA DO MAR

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mar aberto

A lagoa é emoldurada por morros verdes da Mata Atlântica e tem uma água morninha

texto: Dani Costa | fotos: Dani Costa e Fábio Novaes

O

feitiço da praia da Lagoa, em Ubatuba, é sua junção

de águas — a do mar, de ondas fortes e frias, e a da lagoa, de mansidão e silêncio. Essas águas são separadas por um trecho de areia bem sólido, mas que vai se desintegrando a ponto de o mar conseguir beijar a lagoa. Não é todo dia que isso acontece, a natureza precisa de muito esforço, mas só a tentativa de união das águas já é bonita. Entretanto, há um canal que liga a extremidade da lagoa junto a uma grande rocha e a parte rasa da praia, feito por pescadores. Pequeno e discreto, se não for visto de perto, passa despercebido. Outra magia presente no ar é a mantida por lendas que remontam à época da escravidão, entre o século 16 e a primeira metade do século 19. Pouco antes de chegar à lagoa, colunas em ruínas apontam o que já foi um galpão onde se “armazenavam” negros escravos. A crueldade, no entanto, não se restringia a apenas mantê-los presos até serem vendidos, mas também em transportá-los dentro de frágeis caixas pelas águas, tanto do mar, quanto da lagoa, ao saírem dos navios. Segundo dizem, muitos negros se afogaram nesse tráfego, o que faria a região assombrada.

Ruínas do que um dia foi um galpão que guardava escravos negros são vistas no caminho até a praia

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DO MATO AO MAR Para chegar a esse lugar de duas águas, é preciso viver uma aventura. Há um caminho de terra a seguir de carro, a Estrada das Galhetas, na rodovia SP-55. Para os experientes ou muito aventureiros, é possível fazer o percurso de bike também. São, em média, 15 minutos de subida. Em alguns pontos, mirantes surpreendem ao descortinarem outras praias, como a da Figueira, que fica tão linda vista do alto.

O CAMINHO TEM MIRANTES DE ONDE SE AVISTAM AS PRAIAS VIZINHAS, TRILHAS PARA SE FAZER A PÉ E UMA BELA VISÃO DA TRANSIÇÃO DA MATA PARA A PRAIA

Ah, mas atenção: antes mesmo de subir a estrada, passe repelente. Os borrachudos são impiedosos e sempre “recepcionam” os visitantes! A Mata Atlântica não é intacta nessa região, que tem alguns poucos moradores. Mas, é ainda misteriosa, com pontos totalmente fechados e trilhas que, se não forem utilizadas com frequência, se fecham rapidamente. Diante de um grande portão, é preciso parar. Fim da linha. Dali, o visitante segue a pé. O caminho, a princípio, é aberto, com flores brancas que emolduram tudo. É fácil seguir a placa que indica onde é a praia da Lagoa. Difícil é driblar os vários cachorros de um morador de uma única casa, mas o obstáculo é superável.

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A trilha começa nessa parte. A floresta é densa e escura. Alguns córregos devem ser ultrapassados, mas são trechos pequenos. Depois de pouco mais de dez minutos de caminhada, sente-se nos pés a areia da praia e se vê a vegetação rasteira. Cactus har-

Vegetação rasteira anuncia a maior proximidade com a praia

monizam-se com borboletas, plantas de verde bem vivo se espalham entre

mar aberto

vegetais desidratados. À esquerda dessa trilha, o encontro com a His-

abrem mais caminho e nos levam a

tória começa: as pilastras do que um

uma clareira. Ali é ponto de camping

E assim, após a trilha na flores-

dia foi um galpão de escravos con-

selvagem de caiçaras que pernoitam

ta e após a trilha no capim, vem a

torna uma grande área. Um pedaço

para pescar.

imagem das duas águas que tentam

ambas chegam igualmente ao paraíso.

do muro de pedras já escondido pela

A margem da lagoa começa a apa-

se tocar. Uma tão morna, com resquí-

mata aparece. Um diminuto córre-

recer, mas ainda não é o destino fi-

cios do mar: conchas e algas no fun-

go, certamente, foi um sistema de

nal. Antes de alcançar a praia, é pre-

do. A outra tão brava com vestígios

captação de água. Coquinhos caem

ciso passar por um extenso campo de

de lagoa: galhos e folhas se embolam

o tempo todo e formigas mostram-

capim alto e chão de areia. A trilha,

nas ondas. Tudo inserido em um ce-

-se nervosas. Gigantescas figueiras

nesse momento, se divide em duas, mas

nário deserto e sublime.

As visão das duas águas é um merecido prêmio para quem anda até ali!

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Extremamente selvagem...

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...Mas com todo o conforto! Infraestrutura de 1潞 mundo e adrenalina com os peixes mais esportivos da Amaz么nia

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NA SOMBRA DAS CASTANHEIRAS O DESCANSO NA PRAIA DA CAÇANDOCA PODE SER EMBAIXO DAS ÁRVORES QUE COMPÕEM UM DOS MAIS BELOS CENÁRIOS DE UBATUBA. ALI, AS COPAS VERDINHAS EMOLDURAM A VISÃO QUE TEMOS DO MAR

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texto: Dani Costa | fotos: Dani Costa e Priscila S. T. de Oliveira

N

a ida de carro pela estradinha que vai à praia da Caçan-

Toda essa região, assim como a da praia da Lagoa, é a

doca, em Ubatuba, é possível sentir os mesmos ares que os

primeira reconhecida como quilombo do litoral norte, que

negros quilombolas quando toda essa região foi desbravada

se estende até a praia do Pulso. E possui, também, his-

pelos escravos. A Mata Atlântica não é mais virgem, a vege-

tórias de assombrações, de almas de negros escravos que

tação rasteira não está intacta, mas a areia dessa pequena

vagam infelizes pela floresta e pelo campo gritando suas

praia continua quase deserta e cercada de bananeiras e

dores de torturas.

castanheiras frondosas. Duas casinhas e alguns quiosques compõem o cenário de quietude. Localizada na Enseada do Mar Virado, seu acesso é por

As fazendas de café e cana-de-açúcar imperavam e, por esse motivo, as praias do norte paulista têm a escravidão em sua História.

estrada de terra, a Estrada da Caçandoca, a partir do km

No trajeto, passamos pela sede da ARCQC (Associação

77 da rodovia SP-55. São seis quilômetros de percurso. No

dos Remanescentes da Comunidade do Quilombo da Caçan-

caminho, há a Marina Porto Vitória, que serve como ga-

doca). Na mesma área há a Associação dos Remanescentes da Cançandoquinha, Raposa, Saco das Bananas e Frade.

de pescadores consertando e limpando seus barcos. Nesse

Várias trilhas pela mata levam a casas muito antigas onde

ponto, o rio Maranduba encontra com o mar.

habitam os descendentes de escravos.

mar aberto

ragem náutica e, por isso, vemos o movimento frenético

A praia da Caçandoca costuma ser deserta

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DA FIBRA DE BANANEIRA A praia da Caçandoca divide-se em dois lados, um denominado Canto Bravo com águas um pouco mais fortes, e o lado direito, com um pequeno rio e uma trilha que leva até outra praia, a da Caçandoquinha. Dali é possível seguir trilhas até chegar à Tabatinga, que corresponde à divisa de Ubatuba com Caraguatatuba. Além de todo o prazer de sentir o sol nessa praia cheia de histórias e se deliciar com peixe frito nos quiosques, há, ainda, a possibilidade de fazer compras. Uma casinha com apetrechos pendurados por todo o lado é onde duas amigas de infância tocam uma loja de artesanato. A Art Quilombo Caiçara existe há seis anos e tem como principal venda os produtos feitos com palha de taboa, fibra de bananeira e conchas. Material reciclado também é inserido nos objetos de decoração.

A Marina Porto Vitória fica no caminho para a praia da Caçandoca e é onde se vê a junção do rio Maranduba com o mar

A loja Art Quilombo Caiçara vende artesanatos para decoração feitos com fibras naturais e conchas

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Neide Antunes de Sá, de 52 anos, e Maria de Lourdes

solveram fazer do prazer um negócio. Diversificaram, in-

de Oliveira, de 50 anos, são as sócias artesãs. Elas se co-

clusive, a oferta: hoje produzem, também, licor de abricó

nheceram em um colégio de freiras na década de 1970 e

e de banana, pimenta na garrafa — que é cultivada ao

lá edificaram a amizade de toda uma vida. Neide morava

lado da lojinha — e papel de fibra de bananeira. No verão e nos feriados, a loja abre diariamente. No

tinha aprendido os trançados de fibra de bananeira. As

resto do ano, só às sextas, sábados e domingos. Mas, como

amigas, então, aperfeiçoaram sua técnica em cursos e re-

a Neide mora ao lado, quem quiser comprar, é só chamar.

mar aberto

dentro do quilombo do Saco das Bananas e com sua avó

Neide e Maria de Lourdes são sócias na loja. Elas fazem artesanato juntas desde criança

A FAZENDA DA CAÇANDOCA

sas expedições de recaptura e

hoje formam o quilombo Caçan-

morte de negros. A luta foi árdua,

doca, de 890 hectares, reconhe-

A escravidão dos negros no

mas vencida. Esta é a parte da

cido em 2000 por meio de laudo

Brasil durou mais de 300 anos.

história e da herança passada de

antropológico. Mas as atividades

Durante esse período houve re-

pai para filho, netos e bisnetos,

datam do período militar, época

sistência — os que fugiam forma-

a história dos remanescentes de

na qual a especulação imobiliária

vam os quilombos. A escravidão

quilombos da antiga Fazenda Ca-

e a construção da rodovia federal

só teve fim no ano de 1888, mas

çandoca.

inflamaram a cobiça de podero-

muito tempo antes os negros já

Lá se produzia café e aguar-

sos. Muitos invadiram o local de

lutavam por sua liberdade. De-

dente de cana, e foi desmembra-

forma violenta, destruíram casas,

pois da fuga foi preciso aprender

da no ano da morte do seu feitor

roças e ruínas históricas e quei-

a viver em comunidade na mata

entre os filhos dele. Os ex-escra-

maram documentos.

desconhecida e enfrentar diver-

vos deram origem às famílias que

Fonte: www.maranduba.com.br

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horizonte

s o s o l u b a f

À medida que a temperatura na praia cai, a das comidas aumenta. É quando entram em cena os borbulhantes fondues. Nossa dica é saborear os que são feitos com ingredientes mais saudáveis

e t n a g e Fu m

e s

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da redação | foto: Inácio Teixeira

O

fondue é um prato ideal para

reunir os prazeres das baixas temperaturas e o aconchego com a família e os amigos. Para aprender a fazer

uma opção salgada e uma doce, recorremos ao chef Renato Caleffi, do Le Manjue Bistrô, que nos indicou receitas mais saudáveis feitas com produtos orgânicos. O chef explica que o conceito do restaurante é contemplar o sabor mais fresco, autêntico e funcional. “Buscamos uma comida menos tóxica e que também agregue valores como respeito ambiental e social”. Tudo isso adicionado a um espaço que combina diversos tons de verde, madeira, toques de vermelho e música ambiente — um prato cheio aos

Fondue de queijo

(rendimento: 8 porções)

visitantes. Para transformar essa delícia pe-

Ingredientes

• 50 ml vinho branco seco • 300 ml de cachaça branca

caminosa em comida saudável, Renato conta o segredo: “no meu fon-

• 1 litro de leite

• Pitada de sal

due, coloco polpa de banana verde

• 4 colheres de polpa de banana

• 1 colher de sopa de manteiga

e suco de laranja, então diminuo a

verde (biomassa de banana verde

• 1 colher de sopa de farinha de trigo

bebida e uso outros ingredientes. A

não aclimatizada)

• 1 cardamomo

banana verde não vai mudar o sabor,

• 500 g queijo mussarela ralado

• 1 anis estrelado

mas minimiza o impacto que o fon-

• 200 g queijo gouda ralado

• 4 cravos

due tem no organismo. E isso vai dar

• 230 g requeijão

• 1 canela

um toque saudável para se comer

• 100 ml suco de laranja

com menos culpa”. Modo de preparo Em uma panela, adicione a manteiga e a farinha. Derreta e misture o leite com o cardamomo, anis, cravo e canela. Em fogo médio a baixo, deixe adquirir consistência de bechamel (molho branco). Adicione a biomassa de banana verde e deixe incorporar. Coe em peneira fina e retorne à panela com o suco de laranja, a cachaça e o vinho. Acrescente os queijos e deixe incorporar em fogo baixo. Se for preciso, bata no liquidificador e retorne à panela. Pré-aqueça a panela de fondue e coloque a mistura dentro. Sirva com pão italiano cortado em cubos.

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Quando os fondues chegam à

Fondue de chocolate

mesa borbulhando, não é possível (rendimento: 4 porções)

imaginar como aquilo pode ser, de alguma forma, saudável. Porém, nos-

Ingredientes

sa dúvida começa a ser solucionada quando experimentamos o fondue de

• 125 g chocolate ao leite

queijo. Com um sabor singular, ele é

• 125 g chocolate meio amargo

suave, leve e não carrega o cheiro ou

• 100 g banana verde polpa

gosto enjoativo do queijo. Já a sobre-

• 250 ml creme de leite ou leite de coco

mesa chama a atenção pelo aroma

• 1 colher sopa de conhaque ou whisky

inconfundível do chocolate. Para os apreciadores do meio amargo, a cal-

Modo de preparo

da servida com frutas e geleias como de laranja e pimenta é uma refeição

Corte em pedaços o chocolate, derreta em banho-maria e adicione

à parte. Outro acompanhamento que

o creme de leite ou leite de coco e a banana verde em polpa. Quan-

deixa esse doce especial é a quinua

do tudo estiver macio e homogêneo, bata do liquidificador. Sirva com

triturada — que pode ser um saboroso

frutas em pedaços: morango, uva, manga, abacaxi, kiwi etc. Pode ser

e saudável granulado para o fondue.

horizonte

acompanhado de geleias e quinua triturada.

E quem não quiser utilizar algum ingrediente, bem como diminuir ou aumentar a quantidade dele (como as bebidas alcoólicas, a polpa de banana verde e as especiarias antioxidantes cravo, cardamomo, anis estrelado e canela), o chef afirma que não há problema. “Todo mundo pode tudo na gastronomia. Então, o legal é a pessoa colocar aos poucos e provar”. Assim, é possível personalizar os fondues de modo a agradar os mais diversos paladares.

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horizonte

Uma festa para o camarão GAMBAS AS AJILLO: PRATO FÁCIL E SABOROSO PARA CONTINUAR O FESTIVAL DO CAMARÃO EM CASA da redação | fotos: Henrique Feitosa

A

pós o período de defeso, o camarão torna-se o protago-

guatatuba), teve início em 1998 como forma de auxiliar os

nista da cidade ao ganhar um evento só para ele. Entre os

pescadores da região que perdiam a fonte de renda devido

dias 23 e 26 de junho acontecerá o 14° Festival do Camarão,

à proibição de pescar o crustáceo. Além de reunir uma infi-

na Praça de Eventos (Avenida da Praia). Realizado anualmen-

nidade de opções gastronômicas, ainda conta com atrações

te pela Fundacc (Fundação Educacional e Cultural de Cara-

musicais e a participação de artesãos das cidades vizinhas.

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Receita

(rendimento: 4 porções)

INGREDIENTES • 250 ml de azeite de oliva

No clima do festival, escolhe-

• 1 kg de camarão médio

• Sal e pimenta do reino

• 5 dentes de alho

• 1 maço de salsinha pequeno

• 25 g de pimenta dedo-de-moça

• 250 ml de óleo de canola

MODO DE PREPARO

mos um prato para que você possa aproveitar as maravilhas do camarão

Limpe os camarões, retire a cabeça, as patas e a casca. Reserve.

também em casa. Mas não é preciso

Descasque o alho e pique bem. Abra as pimentas e, com a ajuda da

ser chef, muito menos passar horas

ponta da faca, retire todas as sementes e pique bem. Coloque ambos em

na cozinha. O prato é simples, fácil

recipientes separados, cubra com óleo e reserve.

e muito rápido — em quatro minutos,

Deixe a frigideira esquentar por dois minutos em fogo médio a baixo.

já pode ser servido. Quem nos mostra

Enquanto isso, coloque um pouco de sal e pimenta do reino no fundo de

esse “milagre” é o chef Flávio Miya-

outro recipiente, depois os camarões e, em seguida, o resto do sal e pi-

mura e o cozinheiro Raimundo Nona-

menta por cima.

to, do Restaurante Eñe.

Após temperar os camarões, coloque na panela o azeite, o alho e a

O estabelecimento é dos irmãos e

pimenta dedo-de-moça. Quando estiver fervendo, ponha os camarões e

chefs espanhóis Javier e Sergio Tor-

mexa constantemente para o alho não queimar. Mais ou menos um minuto

res, que se dividem entre as duas uni-

depois, os camarões já estão bons para virar. Se o fogo estiver muito alto,

dades brasileiras — em São Paulo e no

abaixe-o. Mais meio minuto e o prato está pronto. Finalizar com a salsinha

Rio de Janeiro — e o Dos Cielos, em

picada por cima e servir imediatamente acompanhado de pãezinhos.

Barcelona. Com uma infinidade de prêmios aqui e lá, a ideia dos gêmeos com o Eñe — a “embaixada gastronômica da Espanha” em São Paulo — era adaptar a gastronomia catalã ao pa-

receita super tradicional espanhola

nhol é passar o pão no alho, que fica

ladar brasileiro. E o sucesso fica claro

de camarões com pimenta dedo-de-

no fundo da panela, e comer. Um prato

quando temos à nossa frente a igua-

-moça e alho”, explica Flávio.

singelo e sofisticado para todos os tipos

ria do dia: Gambas al ajillo. “É uma

Depois de pronto, o costume espa-

de cozinheiro.

serviços Eñe Restaurante Rua Dr. Mario Ferraz, 213, Jd. Europa – São Paulo-SP Tel.: (11) 3816-4333 Avenida Prefeito Mendes de Moraes, 222, São Conrado – Rio de Janeiro-RJ Tel.: (21) 3322-6561

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um abraรงo, Nelson Provazi Comodoro

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UM NOVO TABATINGA FUTEBOL CLUBE! PROJETO VAI ALAVANCAR O TIME DO BAIRRO COM AÇÕES SOCIAIS. SUA PRIMEIRA CONVOCAÇÃO É DOS CONDÔMINOS DO CCVT!

horizonte

texto: Priscila S.T. de Oliveira | foto: Fábio Novaes

O

Tabatinga Futebol Clube é um time formado por funcionários do Condomínio Costa Verde Tabatinga e

moradores da região. Agora, ele terá mais gente em seu time, não com o objetivo de fazer dribles ou chutar a gol, mas para ajudar a mudar a vida

Junto a isso, 20 crianças da região

dos jogadores.

participarão da Escolinha de Futebol.

Assim, foi criado o Tabatinga

Os benefícios, a princípio, serão o

Social, um projeto que pretende

recebimento de cesta básica aos que

oferecer estrutura aos atletas, por

comprovarem frequência em suas res-

meio da manutenção de uniformes,

pectivas escolas, uniforme completo,

transporte para treinos e jogos,

acompanhamento médicos (pediatra

bem como alimentação e estadias.

e oftamologista), odontológico e de

Apesar de essas ações ainda esta-

nutricionistas. Tudo mantido com a

rem na fase inicial, o time principal

dedicação de voluntários.

já começou suas atividades e parti-

Quem tiver interesse em ajudar

cipa do Campeonato da Cidade de

é só entrar em contato com Thiago

Caraguatatuba e do Campeonato de

Araújo pelo e-mail tabatingasocial@

Ubatuba.

hotmail.com. Será enviada bimestral-

Além disso, os jogadores rece-

mente a todos os colaboradores uma

berão cestas básicas e participarão

planilha com as verbas arrecadadas e

de um programa de aconselhamento

sua destinação.

profissional, com indicação de cursos e encaminhamento para empregos.

Toda a ajuda será muito bem-vinda. Vamos juntos promover o bem!

O Tabatinga Social é formado por: Coordenador geral do projeto: Thiago Araújo (Mercado do Marinho) Coordenador de futebol: Dimas (Mercado do Marinho) Colaboradores: Fábio Novaes (Tammaro Arquitetura) Priscila Tammaro (Revista Informar Tabatinga) Luiz Vicente Tammaro (Pousada Port Louis) Treinador do time principal: Capitão e Jiló

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horizonte

Valorização da boa mesa A POUSADA PORT LOUIS PROMOVE EVENTO GASTRONÔMICO NO RESTAURANTE BALEARES COM RENOMADO CHEF FRANCÊS

texto: Priscila S.T. de Oliveira | foto: Fábio Novaes

O Comida francesa

feriado de Páscoa promete gran-

des momentos! Nos dias 22 e 23 de abril, o restaurante Baleares fará um jantar de degustação com o chef francês Alan Burnel, estrelado pelo guia Michelin. Ele criou um roteiro gastronômico de puro prazer para esse tão esperado evento. O menu será servido a partir das

Sexta-feira, 22 de abril

Sábado, 23 de abril

20 horas e é aconselhável fazer reser-

Tartare de peixe ao molho pistou Folhado de aspargos e champignons Robalo grelhado, risoto de arroz arbóreo com trufas negras perfumado ao azeite de trufas brancas Manga perfumada à hortelã, geleia de especiarias, creme de baunilha e limão Mil folhas à Baumanière

Creme de pimentões, gengibre e mel Robalo em azeite de oliva à moda provençal e pequenos legumes Tournedo de filé mignon, risoto cremoso de aspargos Verrine de morangos ao perfume de especiarias exóticas Nougat gelado à moda do chef, molho de morangos

va pelo telefone (12) 3884-6010. Para cada dia de degustação, o valor é de R$150 por pessoa. A harmonização de vinhos também está incluída no menu, com três taças de vinho (um de cada tipo) para os pratos de entrada, o principal e a sobremesa. A realização é da pousada Port Louis e da Revista ECOAVENTURA. Apoio: Casa Flora, Toscana Alta Gastronomia e Nieto Senetiner.

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A MELHOR DO MUND Ela é nossa

no azul

Juliana Mozart, filha dos condôminos Renato e Maria Luiza Mozart, carrega o status de fotógrafa do ano de 2010

UMA REPRESENTANTE BRASILEIRA CONQUISTOU O PRIMEIRO LUGAR NO RANKING DOS 50 MELHORES FOTÓGRAFOS DE CASAMENTOS NO DISPUTADO TOP PHOTOGRAPHERS 2010, PROMOVIDO PELA AGWPJA, UMA DAS MAIS IMPORTANTES ASSOCIAÇÕES DE FOTOGRAFIA DE CASAMENTOS. JULIANA MOZART É, SIMPLESMENTE, O SONHO DE CONSUMO DE NOVE ENTRE DEZ NOIVAS!

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texto: Dani Costa fotos: Nathalia Nissi e Sissy Eiko

U

casamento mais requisitadas do País.

verdadeira amante das belezas de

No ano passado, fotografou 60 matri-

Caraguatatuba, recebeu a INFORMAR

mônios, sua agenda deste ano está

TABATINGA para um bate-papo que re-

m álbum de fotos feito por Juliana

lotada, e a de 2012 segue no mesmo

velou a evolução da fotografia de casa-

Mozart e sua equipe é uma preciosida-

caminho. Muitas dessas uniões acon-

mento brasileira e, claro, as inacreditá-

de. A fotógrafa de 34 anos já fez, pelo

tecem em outros estados brasileiros.

veis cerimônias e festas das quais ela já

menos, 300 casais recém-casados se

A partir de R$8 mil é possível ter um

participou. Maio é o Mês das Noivas, e

derreterem diante dos registros clica-

registro digno de realeza.

nós as homenageamos com algumas fo-

dos por ela em cerimônias e festas. Há

Filha de Renato e Maria Luiza Mo-

oito anos no ramo, essa paulista atin-

zart, moradores do Condomínio Costa

giu o status de uma das fotógrafas de

Verde Tabatinga há 13 anos, Juliana,

tos premiadas dessa grande fotógrafa.

foto: Juliana Mozart

1º lugar Reception AGWPJA Q4 2010

fotos: Juliana Mozart

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fotos: Juliana Mozart

INFORMAR TABATINGA: Por que uma arquiteta decidiu ser fotógrafa de casamentos? Juliana Mozart: Nunca exerci a arquitetura. Depois que me formei, resolvi fazer um curso de fotografia. Em seguida, me especializei em fotografia de casamento. Foi quando me encontrei! Para mim, a primeira referência foto: Juliana Mozart

de felicidade na vida de uma família é o casamento. Diante disso, decidi que queria sempre registrar pessoas feli-

no azul

zes. Também conta o fato de que fui uma noiva frustrada: casei-me com o

3º lugar Ceremony AGWPJA Q4 2009

homem da minha vida em uma festa incrível em Alphaville (na região metropolitana de São Paulo), mas não te-

fotojornalismo, mas você o no-

nho um álbum bonito. O fotógrafo que

meia como “fotos espontâneas”.

contratei não sabia fotografar casa-

Demos adeus às fotos posadas nos

sorte, sou muito feliz com meu mari-

mento, além disso, esqueceu de trocar

casamentos?

do, Valmyr Tavares. Trabalhamos jun-

as pilhas do flash, então, só tenho re-

JM: Minhas fotos contam a história

tos, ele faz os vídeos fantásticos das

gistros de parte da festa. O profissional

da cerimônia e da festa. É a perspecti-

festas e cerimônias. Nessa correria,

de vídeo, simplesmente, não foi. Hoje

va de um expectador que vê tudo, sem

tivemos duas filhas, Alice, 6, e Aman-

ofereço aos meus clientes exatamente

perder detalhes e emoções. Só faço po-

da, 4, e se não tivéssemos sintonia,

aquilo que não tive.

sada atendendo a pedidos. Ou, quando

nada disso daria certo. Tento passar

IT: Ser a melhor fotógrafa de ca-

vejo que a pessoa fotografada precisa,

para as noivas o que aprendo com mi-

samento do ano no mundo significa

obrigatoriamente, parar para sorrir

nha própria vida. O primeiro ano de

exatamente o quê?

para a câmera.

casado é difícil. Há um choque cul-

JM: Significa que concorri com

IT: Estar em contato com tantos

tural. Converso muito com as noivas,

fotógrafos do mundo todo, gente

noivos a transformou em uma espe-

porque no processo de fechamento de

que teve chance de fazer cerimônias

cialista em matrimônios e “suas” noi-

orçamento, criamos vínculos fortes.

em castelos, em praias paradisíacas,

vas tornam-se suas amigas. É verdade

Assim, se vejo uma bebendo na festa

em lugares à beira de penhascos...

que você consegue lidar com todo

sem parar para comer, por exemplo,

E ainda assim, com a pontuação das

tipo de noiva, inclusive as que estão à

sou eu quem a conduz até uma mesa

fotos que ganhei, fiquei em primeiro

beira de um ataque de nervos?

e lhe sugere fazer uma refeição, tirar

lugar. No ano passado, tinha ficado em segundo. IT: Seu estilo é reconhecido como

JM: Tenho um excelente casamen-

um pouco o sapato, descansar. Não

to de 13 anos! Isso ajuda muito a en-

deixo noiva dar “PT”! Consigo me co-

tender como fluem as relações. Tenho

municar, sim, muito bem com elas.

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IT: A fotografia de casamento deu um salto e virou artigo de luxo entre os itens mais desejados pelas noivas e noivos. O que trouxe essa revolução? JM: A tecnologia, principalmente. O tratamento de imagens mudou a cara dos álbuns. Minhas fotos são artísticas e precisam do melhor material disponível para sair como quero. Essa possibilidade de ter tudo digital mudou nosso sistema de trabalho. Se antes fazia 15 rolos de filme e conseguia umas 540 fotos de um

nalizado. Fotografei um casamento rock

CCVT, mas só em alguns de seus raros

casamento, hoje tenho mais de cinco

n’roll em que o “Elvis Presley” realizou

momentos de folga você e sua família

mil fotografias para escolher antes de

a cerimônia. Recentemente, registrei

desfrutam a Tabatinga.

entregar a seleção oficial aos noivos.

um casamento que aconteceu no Car-

JM: Sinto falta, desejo muito ter

IT: As festas estão cada vez mais

naval, e assim, a festa teve máscaras.

mais tempo para curtir o lugar. Minhas

espetaculares. Isso ajuda na composi-

Isso traz, sim, um aspecto diferente.

filhas, quando vão, não querem voltar!

ção dos álbuns?

Mas, todas as festas ficam lindas. O que

No meu último passeio, fiz um ensaio

conta é a felicidade dos noivos.

das águas da praia. Seria lindo fazer um

JM: Fugindo do tradicional, sempre tem uma festa com algum toque perso-

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IT: Seus pais optaram por morar no

casamento ali!

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viagem

DE REFÚGIO DE ENFERMOS À ESTÂNCIA TURÍSTICA

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“SuÍÇA bRASILEIRA” pELO SEu CLIMA INCOMpARÁvEL E pELA tOpOGRAFIA DE MONtANHA; NAtuREzA INSpIRADORA DE ARtIStAS pLÁStICOS, pOEtAS E ESCRItORES; CONStRuÇÕES ENCANtADORAS. vÁRIAS SãO AS FACEtAS QuE FAzEM DE CAMpOS DO JORDãO uM DOS DEStINOS MAIS CHARMOSOS DO pAÍS texto: Janaína Quitério | fotos: Fernando de Santis

C

ampos do Jordão, a 167 quilômetros de São paulo,

aventura, gastronomia típica e muita diversão. Neste

é estação de descanso, lazer, natureza e aventura o

inverno, passar por lá é a chance de estar em um cená-

ano todo. Mas, no inverno, a estância turística acolhe

rio de natureza preservada, degustar chocolates e igua-

mais de um milhão de pessoas, que estão à procura de

rias à base de truta e pinhão, divertir-se em ecoaven-

acalorar — não é contradição — o corpo e a mente na

turas na Serra da Mantiqueira, estimar o refinamento

região mais fria do Estado de São paulo. O destino agru-

das construções europeias e se aconchegar diante da

pa fatores que a Revista INFORMAR tAbAtINGA valoriza:

vermelhidão das fogueiras calorosas das lareiras.

preservação do meio ambiente, pescaria, aconchego,

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Quem passeia por suas avenidas

visitantes chegavam à cidade com

música erudita da América Latina) e

— compondo com os pés o ruído do

os vidros fechados, porque tinham

aconchegante nas construções.

“cróc” ao pisar nas folhas caídas dos

medo de respirar o ar.

Rotulado como “Suíça brasilei-

Campos do Jordão está no alto da

ra” devido a seu clima — compara-

outrora a cidade teve a reputação

Serra da Mantiqueira, a 1.700 metros

do ao da cidade de Davos —, o local

de "município enfermo". É que, até

de altitude. As baixas temperaturas

ainda agregou o aspecto paisagístico

1940, Campos do Jordão era destino

do clima temperado de altitude é

de montanhas à semelhança das ci-

de cura para doentes de tuberculose,

o fascínio da cidade e movimenta o

dades alpinas. Isso contribuiu para

que para lá iam tentar recuperar a

turismo — sua principal economia. A

que a arquitetura acompanhasse essa

saúde com o clima da montanha. Os

paisagem, a topografia, o verde, as

inspiração. Figuras indispensáveis no

antigos contam que a imagem da ci-

araucárias, as flores silvestres, os

cenário charmoso da cidade, as edi-

dade era de má índole, e a habitante

cenários, tudo isso arquitetou uma

ficações jordanenses, em geral, têm

grávida era levada para dar à luz em

cultura do frio — saborosa em gas-

telhados agudos e janelinhas de ma-

outro município para seu filho não

tronomia, requintada em cultura (é

deira, sob as quais se encachoeiram

nascer cidadão jordanense. E mais:

lá que acontece o maior evento de

flores nas jardineiras.

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plátanos — não poderia imaginar que

A arquitetura da cidade transformou-se em atração turística

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Paisagem marcante do Parque Estadual de Campos do Jordão — maior patrimônio da estância turística

NO COLO DA NAtuREzA A apenas 13 quilômetros da vila

viagem

Capivari — bairro no centro de Campos de Jordão — uma grata surpresa se descortina: o primeiro parque Estadual do Estado de São paulo. São mais de oito mil hectares de muito verde, ar puro e diferentes formas de se divertir com a natureza. Sua extensão ocupa 1/3 de todo o município — que também está inserido num contexto de ApA (Área de proteção Ambiental). uma de suas premissas é resguardar os últimos remanescentes de mata de araucária — árvore símbolo de Campos. O parque apresenta três fisionomias de composição vegetal: matas de araucárias (ambrófila mista), campos de altitude e mata nebular — onde as árvores absorvem os nutrientes das neblinas. E oferece, ainda, uma gama de atividades, como lagos repletos de carpas, viveiro de mudas, atividades de aventura, trilhas, centro de exposição para visitantes, loja de artesanatos, capela e espaço para churrascos e piqueniques.

No Bosque Vermelho, predomina uma vegetação exótica, introduzida para aproximar a cidade de modelos europeus

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COMO AbRAÇAR A ARAuCÁRIA Com os pés no chão, quem poderia imaginar o que pássaros, esquilos e macacos da Serra da Mantiqueira vivenciam nas copas de araucárias? Com a prática do arvorismo (ou ar-

A ÁRvORE-SÍMbOLO JORDANENSE RECEbE tuRIStAS E AvENtuREIROS DE “GALHOS” AbERtOS. É MuItA ADRENALINA!

borismo), é possível caminhar, saltar, pular — até mesmo voar — de uma árvore a outra, por meio de pontes, cabos de aço, cordas, tirolesas, rapel e bondinhos, em desafio ao equilíbrio e ao medo de altura. Essa aventura é encontrada no Bosque do Silêncio, que possui 107 mil metros quadrados, e é um oásis da natureza em Campos do Jordão. Localizado a dois quilômetros do centro turístico da cidade, o bosque

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é rico em vegetação de araucárias.

Lá de cima, além da aventura, é possível vivenciar o complexo mundo da fauna e flora locais

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De uma ponte a outra, a tensão da travessia pode ser descarregada com um frondoso abraço na araucária

De cima para baixo: o arvorismo proporciona ao visitante uma visão diferente da natureza

O percurso inicia-se com uma

30 travessias com dois quilômetros

trilha de 300 metros pelo bosque,

de arvorismo em dois circuitos. Os

que leva até a parte mais alta da

percursos entre uma árvore e outra

propriedade, com aproximadamen-

ficam de 3 a 20 metros de altitu-

te 1.070 metros de altitude. Na pri-

de e, a cada etapa completada,

meira plataforma, uma tirolesa de

o aventureiro sente-se ora como

20 metros dá partida à aventura.

acrobata, ora como macaco, pássa-

Durante todo o percurso, são quase

ro ou malabarista de circo.

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pESCA ESpORtIvA NAS ÁGuAS GELADAS

— oferece para os amantes da pesca

retamente para o restaurante e para

esportiva uma ampla infraestrutura

os três lagos de pesca que existem

na criação de trutas. Os tanques —

no local. O pescador paga apenas

circulares e com função autolimpan-

o que for pescado, e o cliente leva

te — atingem a capacidade de uma

para casa as trutas limpas e embala-

a 20 quilômetros da vila de Capivari

tonelada/mês, que é direcionada di-

das no gelo.

Fotos: Divulgação

viagem

Em um criadouro próprio, o ecoparque pesca na Montanha — situado

O ECOpARQuE É uMA bOA OpÇãO pARA QuEM QuER CuRtIR O FRIO NO MELHOR EStILO

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ALÉM DOS CALDOS E FONDUES Em Campos do Jordão, o visitante não pode deixar de experimentar molhos à base de pinhão, que agrega sabor acastanhado ao prato. Em maio, a cidade terá o Festival do pinhão de Campos do Jordão, evento que já vai para sua 50ª edição. Antes de sair para curtir os shows, visitantes e jordanenses saboreiam nos restaurantes da cidade pratos feitos com o protagonista da festa. Receitas inusitadas e tradicionais da região aquecem o começo de inverno e marcam mais um início de tem-

viagem

porada delicioso!

vOCÊ JÁ vIu AS FLORES vOAREM?

e onde as borboletas cultivam o jardim. Na estufa — que tem aproximadamente

400

metros

Na Serra da Mantiqueira, isso

quadrados — existem cerca de 20

é possível graças ao borboletário

espécies (chegam a até 35 ao lon-

Flores que voam — um verdadei-

go do ano). Confira mais no site:

ro jardim que cultiva borboletas

www.floresquevoam.com.br.

bORbOLEtAS bAILAM SOMENtE COM A Luz DO SOL. ASSIM, pARA vÊ-LAS vOAREM, O DIA NãO pODE EStAR NubLADO serviços ALTUS Turismo Ecológico www.altus.tur.br

Ecoparque Pesca na Montanha www.pescanamontanha.com.br

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na concha

Calor luxuoso

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AS LAREIRAS DEIXARAM PARA TRÁS O CHARME TRADICIONAL DE SUAS CHAMINÉS DE TIJOLINHO. EM CASAS OU APARTAMENTOS, AGORA SÃO ARTIGOS MODERNOS QUE, ALIADOS À TECNOLOGIA, FIGURAM COM DESTAQUE EM DECORAÇÕES GLAMOROSAS texto: Dani Costa

P

reparar a casa para o inverno pode

ser pura ousadia quando o assunto é instalar uma lareira. Atualmente, é possível criar um ambiente com o calor e a luz do fogo em qualquer parte da residência, até mesmo no banheiro. Seguindo o design da casa ou apartamento, ela vai atuar como artigo decorativo e ser a grande protagonista dos momentos de frio.

A Construflama promete aquecer até quartos nos quais, em um projeto de lareira tradicional, não seria possível a instalação

foto: divulgação Construflama

As belas quentes, no entanto, não ganham fama só pela aparência. Práticas, versáteis e até portáteis, se valem de muita tecnologia para manter o calor sem prejudicar o meio ambiente. Confira as opções mais requisitadas no mercado!

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foto: divulgação Ecofireplaces

na concha

As lareiras da Ecofireplaces são práticas e podem ser levadas para diferentes ambientes da casa com os modelos que possuem rodinhas

BIO FLUIDO

gia finlandesa, a lareira ecológica

de R$1.080 a R$6.900.

não é apenas prática, mas também

“O Bio Fluido foi desenvolvido

Um dos sucessos mais recentes no

combina com a decoração de qual-

especificamente para lareiras. Por

mundo da arquitetura e decoração

quer ambiente. Isso porque pode ser

não precisar de dutos ou chaminés,

é a Lareira Ecológica de Bio Fluido

fabricada em modelos que utilizam,

tampouco de pontos elétricos ou

da Ecofireplaces. Em 2008, a deco-

além do inox, madeira, mármore,

qualquer tipo de infraestrutura, as

radora paulistana Rossana Nogueira

vidro temperado e pedra. As peças

lareiras Ecofireplaces trazem uma

trouxe da Europa para o Brasil esse

pesam de 5 a 65 quilos. As maiores

portabilidade única. E, depois de

produto, que é obtido de fontes re-

podem ter rodinhas, o que facilita

acesas, não criam fumaça, nem fu-

nováveis. Ele é um composto de eta-

sua circulação pela casa. A peça de

ligem, não são tóxicas e não conso-

nol extraído de cereais e modificado

40 quilos, por exemplo, aquece um

para obter chama alta, consistente,

ambiente de 50m² e sua combustão

amarela e duradoura.

dura de 10 a 18 horas. Já as larei-

mem O mais que a nossa respiração. ² Também não exalam CO mais que ² duas velas”, explica Rossana, que,

Os queimadores são fabricados

ras portáteis, que parecem um vaso

após o sucesso alcançado com a La-

com caixas duplas de inox — uma

com fogo, podem chegar a 35 quilos

reira Ecológica, tornou-se empresá-

é a câmera de combustão e a ou-

e vêm até com uma ecobag para aju-

ria e representante exclusiva do pro-

tra evita vazamentos. De tecnolo-

dar no transporte. As lareiras custam

duto na América Latina.

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A GÁS Feitas sob medida para espaços altamente luxuosos. Esse é o conceito da Construflama, que cria lareiras a gás capazes de transformar “sonhos em realidade”, como diz seu slogan, tanto com lareiras pré-fabricadas de medidas padrão, quanto medidas especiais, de acordo com os desejos do cliente. As lareiras a gás necessitam de saída de exaustão para chaminé e uma tubulação específica. E podem ou não acompanhar a lenha. “Essas lareiras têm coifa de respiro para liberar os possíveis cheiros de gás. Mas, muitos projetos podem vir sem coifa, desde que possuam metragem de sala grande com janelas”, explica Cil Credidio, responsável pelo setor de mostras e eventos da marca. Os modelos a gás — lineares, quadrados, redondos e, ainda, como tocheiros — possuem diversas vanpedem grandes reformas ou estoque de lenha, pois é possível escolher o kit que vem com pedras vulcânicas importadas reutilizáveis. Moderna, também tem sistema de acionamento por controle remoto. A linha 2011 já vem, inclusive, com regulagem de chama alta e baixa. Os preços da Construflama são a partir R$2 mil, depende do projeto.

A chama pode até não estalar, mas proporciona o mesmo fascínio nas lareiras da Construflama: no centro do ambiente, ou junto à parede, com o fogo em linha

fotos: divulgação Construflama

tagens, são fáceis de instalar e não

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ENERGIA ELÉTRICA

deira pintadas à mão e utiliza LED, capaz de criar o efeito perfeito de brasa. “A estrutura da lareira oferece

o Brasil a lareira elétrica Opti-Myst.

design a qualquer estilo de ambiente,

Com tecnologia avançada, é conside-

com várias possibilidades de integra-

rada ecologicamente correta por não

ção com os projetos, e une tecnolo-

produzir gás carbônico. Apesar de elé-

gia, arte e decoração. A Opti-Myst não

trica, é possível desfrutar o estalar da

requer qualquer tipo de obra ou custo

lenha queimando: ela possui chama

para instalação, e tem zero de manu-

3D, que reproduz um incrível realismo.

tenção”, diz Tâmar Paiva, represen-

A lareira é composta de toras de ma-

tante da marca.

na concha

fotos: divulgação Entreposto

A Entreposto acaba de trazer para

A lareira da Entreposto traz proposta futurista: elétrica, as chamas estalam em uma tela LED, o que cria o efeito de brasa

Sua chama pode ser mantida acesa independentemente de estar aquecendo, e tudo regulado por controle

de desenvolvimento sustentável em todo o mundo”, revela Tâmar.

remoto. “As características técnicas da lareira possuem

Produzida na Europa, a Opti-Myst conta com instala-

os critérios estabelecidos por organizações que promo-

ção gratuita na Grande São Paulo, assistência técnica e

vem o uso da tecnologia da Construção Verde e práticas

garantia de 12 meses por parte do fabricante.

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na concha

fotos: divulgação Construflama

A Construflama cria pontos de fogo de acordo com o espaço: os maiores têm mais chama; já os menores podem até ter tocheiro dentro de uma caixa

PEDRAS VULCÂNICAS

presa SC Lareiras, de Santa Catarina, que utiliza as pedras vulcâni-

serviços Ecofireplaces www.ecofireplaces.com.br Rua Mateus Grow, 72 Pinheiros — São Paulo-SP Tel.: (11) 3885-4282

Construflama

Práticas e de fácil instalação,

cas em seus projetos, explica que

atendem pequenos e grandes es-

elas são ideais para apartamentos.

paços. As pedras vulcânicas, além

Os valores da SC Lareiras vão

de decorativas, auxiliam a irra-

de R$1.500 a R$8 mil. A fabricante

diação do calor. E dão um charme

também possui lareira com con-

especial às lareiras a gás. Orlando

trole remoto para acionar o fogo a

Godoy, gerente comercial da em-

distância.

www.construflama.com.br Rua Branco de Moraes, 422 Santo Amaro — São Paulo-SP Tel.: (11) 5181-3071

Entreposto www.entreposto.com.br Avenida Cidade Jardim, 187 Jardim Europa — São Paulo-SP Tel.: (11) 2189-0000

SC Lareiras Rua das Algas, 389, sala 06 Jurerê — Florianópolis-SC Tel.: (48) 3879-0927

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na onda

Inverno na praia

MacacĂŁo Saruel Cia. MarĂ­tima

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A ESTAÇÃO MAIS ELEGANTE DO ANO FAZ JUS A ESSE ATRIBUTO E EXIBE SUAS TENDÊNCIAS da redação | fotos: Inácio Teixeira

I

nverno também é tempo de praia e, especialmente, de

Biquíni Ilhos Onça Jacquard Cyann

moda — uma combinação imbatível. Para os dias menos quentes, maiôs, biquínis de peças maiores e saídas entram em cena. Nas grandes marcas, diversidade é a palavra-chave da temporada. De acordo com a estilista Lis Vitcoske, uma das responsáveis pelo estilo da grife Cyann, é necessário, prioritariamente, pensar no conforto da mulher, sem deixar de lado a elegância. A proposta de marcas, como a Cyann, é que a roupa de praia não seja usada apenas nessa atmosfera, mas sim em balneários ou cidades. O que define o estilo de cada mulher é a personalidade, no entanto, algumas dicas são bem-vindas. “Toda peça tem uma valorização. Em um visual de renda com tule, por exemplo, há uma transparência, e se usar um acessório exagerado, o look pode ficar muito over. É necessário deixar que a peça fale por si”, ressalta Márcio Ito, também estilista da Cyann.

NOVIDADES! A Cia. Marítima apresenta lançamentos de tecidos: o Viscolã, da Doutex — une a viscolaicra e a lã —, o ladak — tecido em malha, levemente felpudo — e o Montaria — com leve desenho canelado, mais firme e encorpado. Para a linha beachwear, as novidades são os tecidos Lurex® e Acqua. As cores representantes da coleção são o preto, o marinho, o brownie, rose, figo, entre outros. A Cyann tem como destaque um mix de texturas e transparências. Por exemplo, o tule que contrasta com o veludo, a renda ou a laicra microfibra — em combinações de brilho e opaco. A coleção evidencia

Biquíni de malha mescla Cyann

tons fortes, como marrom, mooca, castanho, cinza, preto e detalhes em ouro velho.

Agradecimento à La Mariah Modelo: Carolina Vilano Avelar

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Maiô de poás La Mariah

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Calça La Mariah

Maiô com pregas Cyann

Calça La Mariah

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Maiô com estampa de camelo Rosa Chá

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Short com trança de tecido Água de Coco

Maiô Jackie liso Cyann

Legging cobra Cyann

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Body Tule Moulage Cyann

na onda

Calça La Mariah

Maiô Jackie Zebra Cyann

Calça La Mariah

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foto: Distribuição OfficeCo mm

na onda

Biquíni Cia. Marítima

Maiô Floral Rosa Chá

Short com trança de tecido Água de Coco

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internacional

QUEM VIAJA PELA PRIMEIRA VEZ AO PANAMÁ SE SURPREENDE NÃO APENAS COM A RECEPTIVIDADE DO SIMPÁTICO POVO PANAMENHO, MAS TAMBÉM COM SUA ESTUPENDA REDE HOTELEIRA E COM O TURISMO DIVERSIFICADO E BEM ESTRUTURADO. SÃO MUITAS AS OPÇÕES DE LAZER, TANTO NA CAPITAL COMO EM SEUS DOIS LITORAIS, COM DESTAQUE PARA O DO OCEANO PACÍFICO, ONDE SE PODE SURFAR, VELEJAR E PESCAR texto e fotos: Roberto Véras

E

Para além do canal do Panamá

m tempos não muito remotos, o único ponto conhecido

porto Internacional de Panamá City — capital que se tornou

no Panamá era seu canal, responsável por ligar os oceanos

um grande hub (centro), uma vez que todas as conexões

Atlântico e Pacífico, o que economiza muitas milhas e dias

para outros países da América Central são feitas nesse ae-

de navegação aos amadores. Hoje em dia, é bem mais fre-

roporto, pelo menos para nós, brasileiros, que temos como

quente encontrar pessoas que conhecem pelo menos o Aero-

melhor opção a empresa Copa.

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Um ponto forte da capital são as compras. Os gigantescos shoppings oferecem ao turista o que há de melhor, e a preços bem convidativos devido aos impostos baixíssimos. Cólon, a zona franca panamenha, distante cerca de 80 quilômetros de Panamá City, é outro destino que merece uma visita. A vida noturna reserva muita diversão na infinidade de cassinos existentes. E para quem aprecia gastronomia, fica a sugestão de experimentar o Ceviche, uma iguaria preparada com peixes, lulas, camarões e polvo crus.

O famoso canal do Panamá

A região do Parque Nacional de Coíba, que abriga o Hannibal Bank, está entre os destinos de pesca esportiva mais procurados por pescadores do mundo inteiro. O motivo? Exuberância, diversidade e, sobretudo, a quantidade e o tamanho das espécies que essas ricas e calmas águas abrigam. Destaque para os Atuns-amaO Panamá é um dos melhores e mais completos pesqueiros do mundo

relos, Marlins-negros e os exóticos Xaréus-azuis e Roosterfish. Na costa atlântica, o “rei prateado” Tarpon é o sonho de nove entre dez pescadores do planeta! Para viajar ao Panamá, são exigidos apenas o passaporte com pelo menos seis meses de validade e um certificado internacional de vacina contra a febre amarela. Como dica, leve dólares americanos em cédulas menores, já que há um procedimento oficial demorado todas as vezes que se paga com notas de 100 dólares.

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Uma butique bem pertinho de você boas compras

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1 tonelada de solidariedade FOI UM VERDADEIRO SUCESSO A ARRECADAÇÃO DE ALIMENTOS DESTINADOS À ONG AMIGOS DO BEM NO CARNABATINGA, O CARNAVAL DO CCVT

O QUE É A ONG A ONG Amigos do Bem é uma instituição que tem

acontece

da redação | fotos: divulgação

como objetivo principal contribuir para a erradicação da

G

fome e da miséria no sertão nordestino por meio de

do evento quase uma tonelada de donativos, que serão

LEMA AMIGOS DO BEM

ostou do Carnabatinga??? Então prepare-se por-

ações educacionais e projetos autossustentáveis.

que no fim do ano tem mais! A grande arrecada-

A associação Amigos do Bem surgiu em janeiro

ção de alimentos no carnaval do CCVT animou,

de 2002, após dez anos de distribuição de alimen-

literalmente, os organizadores, que agora pre-

tos no Nordeste.

param o réveillon de 2012! A ONG Amigos do Bem recebeu destinados a seus programas de erradicação da fome, principalmente no sertão nordestino. O último evento foi realizado no Carnaval em uma tenda montada na Praia da Tabatinga e foi patrocinado pela administração do CCVT. Entre as várias atrações, estavam o DJ Rafinha e a escola de samba G.R.E.S KIFOGO, de São Sebastião. A organização do evento foi responsabilidade da CS Produções que, para incentivar a participação da população, optou por trocar os abadás e as pulseiras por um quilo de arroz ou feijão. O Carnabatinga nasceu em 2008 de uma reunião de 60 amigos que realizaram uma festa em uma das casas do CCVT. O intuito era proporcionar aos moradores e convidados muita animação e divertimento na época do carnaval. A ideia foi tão boa que a festa cresceu e saiu dos limites

Que ninguém se escuse de fazer o bem sob o pretexto de que é pequenino, pois cada qual algum recurso tem, para valorizar o seu destino! A fraternidade é como hino que juntos cantamos, quando alguém de nós recebe o bálsamo divino que um gesto amigo e fraternal contém! Em face do progresso social, trabalhar sempre pelo bem geral É sagrado dever nosso! O meu lema de vida assim descrevo: se não posso fazer tudo o que devo, devo, ao menos, fazer tudo o que posso!

do CCVT, incluindo os moradores da região na folia. Os organizadores e a Revista INFORMAR TABATINGA

Site: www.amigosdobem.org

agradecem a participação de todos e o aguarda na próxima festança!

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contatos

ESTRUTURA ADMINISTRATIVA

ESCRITÓRIO CONTÁBIL LEMES / DELCILANE Lotes Setor Representante Paulo Semelman (diretoriaccvt@terra.com) R. do Golfe A, 693, Tabatinga Endereço Caraguatatuba-SP — CEP: 11679-900 (12) 3884-2554, Ramal: 3245 / (12) 9731-8150 Tel.: selotes@terra.com.br E-mail

ROBERTO COTRIM D-2 Setor Representante Vitorio Lenzi R. Francisco Lippi, 48, Parada inglesa Endereço São Paulo-SP — CEP: 02243-000 (11) 6977-7134 Tel.: ideal@idealadm.com.br E-mail

ANDRADE & AGUILERA ADM. ASS. JURÍDICA E EMPRESARIAL A Setor Representante Adjair Costa Coelho Av. Afonso Brás, 473, cj. 14, Vila Nova Endereço Conceição, São Paulo-SP — CEP: 04511-011 (11) 2256-7386 / 8555-6840 Tel.: prisciladeandrade@adv.obasp.org.br E-mail

JOSÉ CARLOS CRISOTOMO FURTADO Praça 1 Setor Representante Mário Margy R. Central, 20, Tabatinga Endereço Caraguatatuba-SP (12) 3884-1912 Tel.: admsetorpraca1@uol.com.br E-mail

ANTONIO JOSÉ PEDROSA BASTOS B Setor Representante Antonio José Pedrosa Bastos Pinheiro Rod. SP 55, 2500, Praça I, Quadra Imóveis, Endereço Tabatinga, Caraguatatuba-SP — CEP: 11679-900 (12) 3884-1418 / Fax: (12) 3884-3322 Tel.: quadraimoveis@uol.com.br E-mail

HP ADMINISTRAÇÃO PREDIAL Praça II-A Setor Representante Flavio Lemos Belliboni R. Santa Cruz, 436 Endereço Campinas-SP — CEP: 13024-100 (19) 3254-2533 (Contato: Henrique) Tel.: hp.adm.predial@terra.com.br E-mail

UMUARAMA IMÓVEIS C Setor Representante Renato Mozart Bonifácio R. Estados Unidos, 1880, Jd. América Endereço São Paulo-SP — CEP: 01427-002 (11) 3083-1088 / Fax: (11) 3064-3779 Tel.: umuarama@umuaramaimoveis.com.br E-mail

SAM LUZ ADM. DE BENS E CONDOMÍNIOS Praça II-B Setor Representante Hygino Silva Junior R. Conselheiro Crispiniano, 105, 6º Andar, Endereço Cj. 63, Centro, São Paulo-SP — CEP: 01037-001 (11) 3255-5664 / (11) 3259-9542 (Contato: Luis) Tel.: samluz@uol.com.br E-mail

ROBERTO COTRIM D-1 Setor Representante Samuel Feldberg Av. Atlântica, 200, Tabatinga Endereço Caraguatatuba-SP (12) 3884-3533 / (12) 3884-3943 Tel.: setord1@hotmail.com E-mail

MELHOR ADMINISTRADORA Colina Setor Representante Eliana Kraus R. Conselheiro Saraiva, 306, conj. 184, Endereço Santana, São Paulo-SP — CEP: 02037-020 (11) 6972-9787 Tel.: marcos@melhoradm.com.br E-mail

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