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K ’ d n I a e r b So Diretora Executiva: Maria M. Mashiba Idealizador: Leonardo Mashiba Coordenador: Ivo N. Avino Comercial: Hernando Tamon Tsutsumi Projeto Gráfico e Editoração Eletrônica: Felipe Pacheco Dias e Luiz Marcelo Simão Marketing: Sirleide Vieira dos Santos Estagiário: Emerson Maia Jornalista Responsável: Tatiane Almeida - MTB 35.266. Editora: Global Synergy Colaboradores: Grupo Norte Sul Pércio Schneider GRÁFICA: Vox Editora Out/Nov//Dez/2011 - Publicação trimestral 5.000 exemplares PUBLICIDADE +55 11 2631-6552 ENDEREÇO: Global Synergy Distribuição Brasil Rua Coronel Jordão, 278 – sala 2 e 3 Vl. Guilherme – 02075-030 São Paulo- SP Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião da revista. O Núcleo de Edição se exime de quaisquer responsabilidades pelos anúncios veiculados, que são de responsabilidade única dos próprios anunciantes. Proibida a reprodução total ou parcial de textos, fotos e ilustrações, por qualquer meio, sem prévia autorização dos artistas ou do editor da revista. As fotos cuja autoria não estiverem identificadas foram cedidas para divulgação A Ind’K é marca registrada. Todos os direitos reservados. Mande para a Ind’K suas críticas e sugestões: contato@Ind’K.com.br

Nesta edição PÁGINA

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Brasil é o 2º maior mercado de reforma de pneus do planeta

Recapagem é aliado do frotista e do meio ambiente

Manutenção de pneus abordada por quem entende

Ao reparar o pneu de sua frota, verifique a qualidade do material utilizado A Norte Sul divulga soluções ideais para os pneus da sua frota

Inovação da Goodyear pode tornar desnecessária a calibragem de pneus

Você precisa saber 3


l a i r o Edit

Prepare-se para conhecer novidades verdes A Global Synergy chega a terceira edição

Esperada com ansiedade pelo mercado, a

da Revista Ind’K, com uma edição especial

Fenatran promove a realização de negócios

dedicada ao público da Fenatran – 18º Salão

e a exposição dinâmica de lançamentos

Internacional do Transporte e amantes do

globais para mais de 55 mil profissionais

setor de transporte e logística. Essa edição

do setor interessados em conhecer as

conta com o apoio especial da empresa

tendências

Comércio de Equipamentos Norte Sul Ltda

promete mostrar lançamentos e tecnologias

e Ferlex Equipamentos e Viaturas Ltda,

que farão diferença aos profissionais do

ambas atuantes no setor de equipamentos,

setor de transporte e logística. A Ind’K traz

máquinas e produtos para recapagem de

uma matéria com as novidades de alguns

pneus. Com essa edição, a revista Ind’K espera

expositores no Salão.

do

segmento.

Essa

edição

consolidar sua entrada nesse segmento, com matérias de qualidade e parceiros

Nas páginas a seguir, mais informações sobre

que inspiram credibilidade e respeito no

esse universo, com dicas de renomadas

mercado.

empresas sobre os números da reforma no Brasil, cuidados com manutenção de pneus

Vivendo um momento singular, diversos

e ações verdes. Os textos também estarão

segmentos da economia sinalizam sua

disponíveis no site da Revista Ind’K.

preocupação

com

a

sustentabilidade,

principalmente com o meio ambiente. Em sua

Esperamos conquistar a atenção de cada

3ª edição, a Revista Ind’K adentra no universo

leitor, com o essencial de nossa proposta:

da reforma, reparação e manutenção de

informações de qualidade, diagramação

pneus e reflete em suas páginas os avanços

moderna e presença onde cada interessado

do segmento, que apresenta conscientização,

pelos assuntos tratados por nós estiver,

investimento em novas metodologias, bem

respeitando sempre a opinião de nosso

como desenvolvimento de ferramentas

maior parceiro – você, leitor!

amigas do meio ambiente. Tudo isso partindo do pressuposto da importância desse assunto para o segmento de logística e transportes.

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Boa leitura!


Brasil é o 2º maior mercado de reforma de pneus do planeta por: Tatiane Almeida

Tudo indica que o Brasil deve se destacar cada vez mais no mercado de reforma de pneus tanto na América Latina como no mundo. De acordo com dados da ABR – Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus, o país é o segundo maior mercado de reforma do planeta. A economia para o setor de transportes fica reforma de pneus é a reposição da banda em torno de 5,6 bilhões de reais ao ano. Em de rodagem desgastada pelo uso. Com combustível, outro número importante: são mais de 60 anos de tradição, trata-se de economizados 57 litros de petróleo por pneu uma prática mundial que surgiu como forma de reformado na linha caminhão/ônibus, e 17 litros evitar o desperdício e que emprega apenas 25% para a linha automóvel, gerando uma economia do material utilizado na produção de um pneu total de 500 milhões de litros/ano, conforme novo, proporcionando a mesma durabilidade informações da ABR. original. Dados da ABR - Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus mostram que Segundo Carlos Thomaz, assessor técnico da hoje 1.603 empresas geram serviços agregados entidade, o mercado brasileiro de reforma de ao setor, totalizando cerca de 5 mil micro e pneus está em destaque no mundo. “O Brasil é pequenas empresas. segundo maior mercado de reforma do planeta, perdendo apenas para os Estados Unidos”, diz. “O grande diferencial é que, em outros países, o piso ou pavimento estão em excelentes condições, preservando mais a carcaça contra danos. Dessa maneira, ocorre um número elevado de perdas prematuras de carcaças em nosso país”, explica.

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De importância vital para o setor de transportes, os pneus são os grandes aliados do sucesso e bom desempenho. Nesse contexto, a reforma de pneus apresenta inúmeras vantagens e, por isso, sua aplicação é crescente. Atualmente, dois terços dos pneus de carga em uso são reformados. A reforma repõe no mercado mais de 7,6 milhões de pneus da linha caminhão/ônibus, enquanto a indústria de pneus novos repõe 5 milhões. Em média, reforma-se o pneu duas vezes, gerando três vidas para cada carcaça e ainda proporciona 57% no custo/km, maximizando o retorno sobre o investimento em pneus.

Os desafios da manutenção dos pneus, na avaliação do executivo da ABR, são muitos: “toda frota tem que ter um programa de manutenção preventiva para controlar os vilões dos pneus, que são: alinhamento, balanceamento, desgaste, observando o TWI (indicador de desgaste, pressão e rodízio”, explica Thomaz. Já em relação aos desafios enfrentados para a manutenção adequada dos pneus na área de mineração, por exemplo, pode ser considerado o mesmo programa, mas com destaque para os programas de reparos com manchões, dado ao alto grau de perfurações.

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Para Carlos Thomaz o segundo semestre será estável, mas com tendência a ser negativo em torno de 10% em relação ao mesmo período do ano anterior. Mão de obra Quando o assunto é mão de obra, Thomaz revela que ABR freqüentemente promove encontros com os recauchutadores. “Nas palestras este tema também é administrado e as necessidades de adequação as Portarias do Inmetro, fazendo com que a mão de obra seja cada vez mais qualificada”, diz. Recentemente, a entidade teve sua Reunião Nacional, que reuniu diretoria executiva, conselho fiscal, suplentes, câmara de matériaprima, associações regionais, líderes estaduais e fabricantes de pneus, para discutir as atualizações técnicas para pneus comerciais de passeio, Selo Verde Inmetro e convênio ABNT.

A próxima Reunião Nacional deve ocorrer simultaneamente à Fenatran – Salão Internacional do Transporte, no Anhembi. A última reunião de 2011, que será seguida do Coquetel Anual, foi agendada para o dia 8 de dezembro, em São Paulo. “Além disso, a Associação oferece neste programa de palestras um plantão para elucidar em consultas as dúvidas que os associados tiverem”, completa Thomaz.

Todo setor de transporte utiliza pneus reformados: • O pneu situa-se entre o segundo e o terceiro custo do transporte rodoviário; • O pneu reformado possui rendimento quilométrico semelhante ao novo, com custo 75% menor, ao consumidor; • O índice médio da reforma é de 1,6 a 1,8 vezes para pneus radiais; • Proporciona redução de 57% no custo/km; • Maximização do retorno sobre o investimento em pneus.

Os números da reforma Faturamento do setor: R$ 4 bilhões/ano (Reforma de pneus, matéria-prima e equipamentos) Empresas: • 1.578 reformadoras • 18 fornecedores de matéria-prima (15 nacionais e 3 multinacionais) Empregos Diretos: • Reformadoras: 40.000 • Fabricantes: 10.000 (Matéria-prima e equipamentos) Produção de pneus reformados: • Caminhão e ônibus: 7,6 milhões/ano • Automóvel: 8 milhões/ano • Motocicleta: 2 milhões/ano • Fora-de-estrada e Agrícola: 300 mil/ano • Aviões: número não fornecido

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Carlos Thomaz, assessor técnico da ABR


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Atenção total aos pneus fora-de-estrada por: Tatiane Almeida

Para Sérgio Mendes, responsável pelo serviço e produto pneus OTR da Michelin, deve-se ter cautela ao escolher e comprar pneus fora-de-estrada, assim como em sua reparação e recauchutagem

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ferecer em sua linha produtos pneus forade-estrada ou OTR, da sigla em inglês off the Road, de qualidade é um dos principais objetivos da Michelin. A empresa francesa, que completou 30 anos de presença industrial no Brasil e emprega quatro mil pessoas em suas quatro fábricas instaladas no país, tem forte atuação no mercado de pneus radiais para ônibus e caminhões e em pneus para veículos de mineração e terraplanagem.

de transporte, utilizado em caminhão, não têm as mesmas características de um pneu para de carregadeira. “Os pneus possuem esculturas diferentes (desenhos da banda de rodagem), próprias para uma determinada utilização. Por exemplo, um caminhão que vai trabalhar em um solo mais agressivo, deveria utilizar um pneu com desenho, com tacos da banda não muito separados, além de uma profundidade mais expressiva”.

Na ocasião de seu aniversário no Brasil, a Michelin divulgou ter planos ousados para os próximos cinco anos. Jean-Philippe Ollier, presidente da Michelin América do Sul, disse que a empresa está investindo 800 milhões de euros no Brasil no período de 2011 a 2016. “Vamos expandir nossas fábricas, gerar empregos e fortalecer nossa participação de mercado em todos os segmentos”, afirmou.

Diferente de um caminhão, que vai trabalhar em um ciclo, cuja velocidade de trabalho é importante, Mendes revela que o conceito de escultura e profundidade dos pneus é outra. “De acordo com a utilização mais ou menos

Nessa fase de boas novas, qualidade é um quesito que deve ser incontestável para a Michelin, já que os pneus devem garantir a performance dos veículos em prol do sucesso de seus clientes. Os pneus OTR têm importância fundamental nos custos operacionais dos veículos, visto que representam um grande investimento, superado apenas por combustíveis e mão-de-obra. Ciente disso e da demanda de investimentos que o país deve receber nos próximo anos, Sérgio Mendes, responsável por serviço e produto pneus OTR da Michelin, revela que as empresas devem estar atentas a alguns aspectos na hora de adquirir pneu off-road. Para começar, o executivo explica que os pneus

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Pneus fora-de-estrada tem importância fund


agressiva. Além disso, o composto da banda de rodagem é importantíssimo na utilização do pneu, pois determina a velocidade que o produto deve ser usado. Tudo isso deve ser aliado ao custo horário ou quilométrico do pneu. A utilização do pneu radial, aliado a uma boa marca, manutenção e respeito às recomendações do fabricante, minimizam os custos do utilizador”, relata Mendes. Cooperação técnica A reforma de pneus OTR ocorre no Brasil desde o início da década de 1950 com o processo inglês Vacuum-lug em autoclaves. A maior dificuldade para reformar um pneu desse tipo são as avarias acidentais ou danos causados pela má utilização ou deficiência na manutenção dos pneus. O processo de reforma adotado para os pneus rodoviários no Brasil tem uma predominância de cerca de 80% para o processo de bandas prémoldadas, enquanto que os pneus OTR

utilizam em sua grande maioria o processo de vulcanização a quente, em matrizes (moldes) tanto para radiais como para diagonais. Em média, é possível se fazer três reformas em pneus OTR, mas há casos de se chegar a seis reformas na mesma carcaça. Isso varia em função do seu estado geral, grau de severidade na utilização, fadiga dos componentes, avarias acidentais e manutenção adequada. Dependendo do gerenciamento do cliente com os seus pneus, a carcaça pode ser reformada até cinco vezes. Depois de reformado, o pneu pode rodar tanto quanto um novo.

damental nos custos operacionais dos veículos

Hoje, a Michelin tem uma relação de cooperação técnica com a Tip Top, empresa alemã que atua no ramo de fabricação de produtos e maquinários para reparação e recauchutagem de pneus, que tem a Norte Sul como revenda no Brasil. “A Norte Sul possui técnicos formados pela Tip Top, que

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visitam uma rede recauchutadores de pneus OTR. Assistidos pela Michelin - qualificação dada devido ao acompanhamento técnico que a Michelin faz periodicamente a estes recauchutadores - com o objetivo de aprimorar a técnica de reparação dos pneus OTR e oferecer os seus produtos correspondentes ao processo de reparação”.

Segundo Mendes, essa relação entre a Norte Sul e Michelin no Brasil tem como maior objetivo conseguir a excelência na qualidade dos produtos Tip Top. “A técnica de reparação empregada no processo, usada nos diversos maquinários, viabiliza a reparação de pneus com danos, cujo potencial de rodagem seria comprometido se não fosse a possibilidade de reparação qualificada. É importante sinalizar que a retirada de um pneu de grande dimensão antes do fim de vida, por eventual dano acidental, compromete de forma importante o custo final. O maior objetivo da Michelin é diminuir o custo final para seus clientes”. “O processo utilizado não é diferente do que se usa normalmente no mercado. A grande diferença de uma recauchutagem, feita na nossa rede de assistidos, está no emprego de produto fabricado pela própria Michelin. A banda de rodagem, semelhante ao produto novo, respeita às características originais do pneu, que proporcionam maior performance do pneu recauchutado, reduzindo para o cliente o custo final do produto”.

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O sucesso dessa relação é acompanhado de perto. “O controle da técnica empregada em cada etapa do processo, começando na raspagem do pneu, até a inspeção final, após cozimento, é acompanhado periodicamente pela Michelin, com o objetivo de garantir um padrão de qualidade elevado, afirma Mendes. Economia de combustível A Michelin realizou, em julho deste ano, um teste que comprovou a economia de combustível que os pneus radiais proporcionam se comparados aos pneus convencionais. Submetido à auditoria da Fundação Vanzolini, o teste foi realizado em duas etapas, sempre com a mesma carregadeira e operador, que teve seu tempo rigorosamente cronometrado. O resultado foi de 8,6% de economia de combustível quando a máquina usou pneu Michelin XHA em comparação ao pneu de tecnologia convencional. “É um resultado incontestável e muito expressivo. Se calcularmos o que isso representa para uma máquina que trabalha oito horas por dia durante o ano todo, teremos o real impacto que esse volume de economia representa”, diz Gilson Santiago, diretor de pneus para mineração e terraplenagem para Michelin América do Sul. Inventada pela Michelin nos anos 40 e patenteada durante décadas, a tecnologia radial apresenta ainda mais vantagens que a convencional. Além da economia combustível, os pneus radiais aderem com mais facilidade ao molhado, são mais resistentes às perfurações, são mais estáveis, duram o dobro do tempo dos pneus convencionais e reduzem o custo / hora trabalhada. “É uma tecnologia que só traz benefícios, além de ser ecologicamente correta, já que tem uma vida útil maior e diminui a quantidade de descarte de carcaça”, completa Gilson Santiago.


Conheça alguns pneus

Michelin XHD1

Michelin X-QUARRY Produzido para caminhões rígidos fora-deestrada. Tem ombros quadrados e reforçados unidos à banda de rodagem maciça e de grande profundidade. Oferece alta robustez e excepcional resistência para utilização em ciclos curtos e velocidade baixa.

O XHD1 possui banda de rodagem agressiva, direcional e autolimpante, ombros altamente resistentes a danos em condições mais severas. Esses pneus são para aplicações em pedreiras e minerações a céu aberto. Oferecem como benefícios proteção e durabilidade, além de excelente tração.

www.michelin.com.br

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Nas minas, os pneus têm muito a dizer...

…e o Michelin Earthmover Management System os escuta Earthmover Management System

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MEMS é um sistema de monitoramento da temperatura e pressão do pneu que proporciona mais segurança, e permite um controle remoto e proativo dos pneus de engenharia civil. MEMS contribui para uma máxima performance e vida útil do pneu, ajudando os usuários a manter a pressão correta.

Para mais detalhes visite www.michelinearthmover.com


Recapagem é aliado do frotista e do meio ambiente por: Tatiane Almeida

Aumentando a vida útil dos pneus, a recapagem representa economia (utiliza apenas 25% do material de um pneu novo) e menor impacto ambiental por meio da reutilização da carcaça do pneu

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m grande aliado do frotista para economizar é a recapagem. “No segmento de frotas, um dos principais diferenciais é a recapagem. Levando-se em conta que o pneu de um veículo pesado pode ser recapado em média 3 vezes, dependendo da condição da carcaça, a economia gerada pode representar quase 60% para o caminhoneiro”, explica Eliel Bartels, Gerente de Recapagem da DPaschoal. Atualmente, o preço da reforma de um pneu é, em média, 60% menor do que o de um pneu novo. Outro aspecto positivo é que a sua durabilidade é similar a primeira vida do novo. Por isso, o pneu reformado é tido pelos frotistas como uma escolha econômica, uma vez que o custo por quilômetro é normalmente mais vantajoso. Além disso, a reforma, desde que feita com qualidade, deve ser vista como estratégia de negócio, devido ao excelente resultado econômico, técnico e ambiental. Vale ressaltar que a qualidade da recapagem está intrinsecamente relacionada com a manutenção que o motorista realiza no caminhão, nesse caso, nos cuidados com os pneus, como alinhar, balancear, calibrar, emparelhar e realizar adequadamente o rodízio dos pneus. “Um pneu que foi utilizado inadequadamente ao longo de sua primeira vida tem o seu índice de recapabilidade consideravelmente reduzido. Isso significa prejuízo ao transportador no longo prazo”, afirma Bartels.

Um exemplo de empresa com serviço voltado ao benefício do meio ambiente - DPaschoal Como um exemplo de empresa que está pensando cada vez mais verde e, claro, na satisfação e economia dos clientes da linha de veículos pesados, agrícolas e fora-de-estrada, a DPaschoal disponibiliza o SAF – Serviço de Atendimento à Frota, que já existe há 28 anos e atende mais de 670 clientes por mês, dentro do conceito Economia Verde. Nesse período, o Serviço analisou mais de 4,2 milhões de pneus e treinou mais de 120 mil motoristas e borracheiros, de diversas empresas. Trata-se de um diferencial da empresa e, ao mesmo tempo, um aliado dos clientes na busca do melhor desempenho dos pneus, focando o menor consumo de combustível e, assim, obtendo o menor CPK – Custo por Km rodado. Segundo a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC & Logística), o setor de transporte rodoviário de cargas brasileiro conta com 1,3 milhão de caminhões e registrou crescimento de 15% em 2010. Por meio de análises criteriosas da frota, os técnicos do SAF conseguem detectar as oportunidades de melhoria, sugerindo soluções que resultam em economia. “Desenvolvemos essa iniciativa com foco na economia do cliente, que passará a utilizar os pneus de forma correta. Também atentamo-nos às questões ambientais, uma vez que o produto deixará de ser descartado antes do tempo total de vida útil e ainda há a diminuição do consumo de combustível”, explica Alexsandro Silva, Gerente de Serviços da Linha Pesada. Por meio de treinamentos e palestras aos motoristas, borracheiros e mecânicos, abordando dicas de direção econômica, além dos acompanhamentos regulares dos veículos,

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Colaboradores aprendem sobre vida útil dos pneus

é possível economizar e aumentar a vida útil dos pneus em até 25%. “O motorista de uma frota consciente consegue prolongar a vida útil dos pneus e peças, o que acarreta em economia com manutenção e redução nos impactos de alguns materiais na natureza. Na abordagem com os clientes, passamos a conhecer as características dos veículos da frota, como se dá o uso de pneus, visando oferecer alternativas para o uso correto dos mesmos”, afirma Alexsandro.

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Parceria positiva Um exemplo interessante dessa parceria entre a DPaschoal e seus clientes, vem de Americana, também do interior de São Paulo. Em 2009, por conta dessa integração, a transportadora TA obteve uma economia de aproximadamente R$ 800 mil, com a gestão de pneus realizada pela DPaschoal. Esse trabalho também é promovido em outras empresas de transporte, localizadas na região Sudeste.

Vale ressaltar que o SAF faz parte do Projeto Economia Verde, que nasceu com o intuito de ajudar o cliente a gastar menos com a manutenção do seu veículo, diminuindo, assim, o consumo de peças e contribuindo para a preservação do planeta. A diretiva maior passou a ser a seguinte: substituir vendas por servir; cotas e comissões por prêmios de atendimento e ajudar ao cliente a economizar e a contribuir com a preservação do meio ambiente.

As ações realizadas reduziram de forma significativa os gastos com manutenção e aumento da vida útil dos pneus e componentes dos veículos, colaborando assim, com a redução dos impactos no meio ambiente.

A partir daí, o Economia Verde mudou o rumo da empresa, ditando as novas estratégias e ações em todas as áreas da empresa e transformando o hábito do cliente ao deixar claro a necessidade urgente de preservar o planeta. Nas 200 lojas da DPaschoal no Brasil, os clientes são recebidos com a seguinte proposta: antes de trocar ou comprar algum produto ou serviço, é preciso avaliar se realmente é necessário. Em muitos dos casos, os clientes saem das lojas sem adquirir nada ou realizar qualquer tipo de serviço, mas sim com uma avaliação e um cronograma de itens a serem substituídos.

DPaschoal aposta no Projeto Economia Verde em suas dependências


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Empresas podem pedir crivo do Selo Verde por: Tatiane Almeida

Certificação é uma oportunidade aberta a todas as empresas de recauchutagem do Brasil, que já somam cerca de 1300 no país segundo dados da ABR – Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus. A ABNT define o seu programa de rotulagem como uma Critérios certificação que atesta, através do Selo Verde, produtos Para conquistar o Selo Verde e obter a licença para uso da ou serviços que apresentam menor impacto ao meio Marca ABNT de Qualidade Ambiental (Rótulo Ecológico ambiente em relação aos similares no mercado. Não é ABNT), a reformadora passará por todo o processo apenas uma identificação no pneu, mas uma ação que do programa de Rotulagem Ambiental da ABNT. O demonstra o bom exemplo das empresas ao usar um procedimento da entidade para levar uma reformadora rótulo ecológico nos pneus reformados. a ostentar o Selo Verde em seu pneu reformado engloba inúmeros requisitos a serem avaliados, como a chamada “O objetivo principal do Selo é mostrar à sociedade que o ACV (Avaliação do Ciclo de Vida), que considera os setorcomoumtodocausapouquíssimoimpactoambiental. impactos ambientais ao longo da vida do produto é Para provar isso, as empresas vão passar por um apurado um dos requisitos, além da destinação ambientalmente crivo técnico para comprovar que suas ações têm mínimo adequada de pneus inservíveis; a adequação do impacto ao meio ambiente. Elas devem respeitar e efetuar processo de reforma (comprovada através do ensaio de uma série de requisitos ecologicamente corretos a serem velocidade sob carga); e averiguação se os clientes estão comprovados pelo órgão responsável pela normalização sendo informados sobre a correta forma de utilização do técnica no país, que é a ABNT - Associação Brasileira de produto e os locais com serviço de coleta/recepção de Normas Técnicas”, relata Carlos Thomaz, assessor Técnico pneus considerados inservíveis para reforma; até mesmo da ABR e que representa a entidade no Comitê Técnico o atendimento a regulamentos de segurança para os de Certificação do Rótulo Ecológico ABNT/CTC-20 - Grupo colaboradores. de Rotulagem Ambiental – GRA (Selo Verde), responsável pela elaboração dos critérios ambientais para a rotulagem ambiental de pneus reformados.

Para Thomaz, essa certificação ambiental pode ser uma grande ferramenta de negócios para as empresas. “Trata-se de uma ferramenta comercial muito forte, que diferencia as empresas no mercado, pois apresenta sua preocupação com o planeta e seus clientes. Também pode beneficiá-las em processos de licitação, ampliar seu plano ambiental e ser o fator decisivo de uma transportar na hora de investir em recauchutagem”, conclui. Em junho deste ano, a ABNT passou pela avaliação final do Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial para a acreditação do seu Programa de Rotulagem Ambiental, que concederá o selo aos produtos dos reformadores. A avaliação foi realizada durante a primeira auditoria em uma das três empresas que integram o projeto piloto para se obter a certificação: a Renosul, em Guarulhos (SP). Os outros dois reformadores que participam do projeto são Sorocap, de Sorocaba (SP), e Pnecap, de Santana do Parnaíba. Essa acreditação dará ainda mais credibilidade ao programa porque os reformadores de pneus poderão obter uma certificação com a chancela do governo federal, em âmbito nacional, já que o Inmetro é um órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

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A obtenção do selo se dá após a auditoria, que pode ser antecedida – opcionalmente – por uma pré-auditoria que servirá, também, para o reformador facilitar seu planejamento. Após a concessão da certificação, a entidade realizará, anualmente, as chamadas auditorias de manutenção para comprovar se os requisitos estão sendo mantidos. Para aderir A solenidade de entrega dos primeiros da certificação da ABNT ocorrerá durante a Fenatran. “É uma maneira de revelar ao mercado que algumas empresas já aderiram ao Projeto e foram aprovadas pela auditoria técnica”, diz Thomaz. “As recauchutadoras podem aderir ao Projeto independente de serem sócias à ABR. Vamos iniciar em breve uma campanha nacional para estimular a participação de novas empresas”. A partir de agora todas as empresas interessadas podem conquistar o Selo, basta entrar no link http://www. abntonline.com.br/rotulo/Cadastro.aspx na indicação “Como Adquirir”, preencher o questionário e enviar. Serviço ABR com Antônio Parente - coordenador de Certificação de Sistemas de Gestão (11) 2344-1731 ABR com Carlos Thomaz (11) 5543-8400 www.abr.org.br


No segmento de pneus há qualificação e treinamento de mão-de-obra?

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emos visto no noticiário que o setor de transportes passa por uma grave situação de falta de motoristas, com empresas que estão com caminhões parados por falta de profissionais qualificados. No segmento de reforma de pneus não se chega ao mesmo ponto, mas é inegável que se for necessário aumentar, ou mesmo repor o quadro de funcionários, dificilmente iremos encontrar no mercado pessoas com a qualificação desejada e necessária. O mais comum é vermos a rotatividade de pessoas que saíram de um reformador e foram trabalhar em outro. É grande a necessidade de treinamento e qualificação no setor. Talvez não se possa falar em informalidade, mas ainda estamos longe de um estágio de verdadeira profissionalização, o que se torna ainda mais premente com o aumento das exigências de certificação como é o caso do INMETRO. E por que isso? As causas são inúmeras, mas a principal está no fato de não haver cursos formais de qualificação de mão de obra para o segmento. O Sindibor-PR em parceria com a FIEP e Senai anunciaram ainda em set/2010 que estavam em desenvolvimento quatro cursos para reformadores de pneus:

- Consertador de Pneus (qualificação profissional – 160h)

- Recapagem de Pneus (aperfeiçoamento profissional – 40h)

- Recauchutagem de Pneus (aperfeiçoamento profissional – 40h)

- Remoldagem de Pneus (aperfeiçoamento profissional – 40h)

por: Pércio Schneider

A primeira turma estava prevista para março passado, mas não se tem notícia de que tenha acontecido. Estranho nessa proposta é a carga horária do curso para consertador de pneus ser quatro vezes maior que para os demais. Quem é do ramo sabe que a complexidade de uma reforma é bem maior, bem como dos equipamentos envolvidos no processo. Para os demais títulos, 40 horas me parecem ser muito pouco. Os fabricantes de materiais de reforma colocam cursos e treinamentos à disposição de seus clientes, mas são de curta duração e direcionados a quem já tenha alguma noção e experiência na área. Na verdade, assim como os cursos propostos pelo Sindibor-PR, são ações que visam o aprimoramento e não a formação de mão de obra. Por sua vez, os fabricantes de pneus seguem no mesmo ritmo, além de estarem com foco direcionado principalmente para o transportador, que é consumidor e usuário de seus produtos e para quem há uma maior oferta de oportunidades. De modo geral, os treinamentos oferecidos são voltados para dois públicos: equipes de produção – o chamado chão de fábrica – e da área comercial. E há uma área que raramente recebe atenção: a administração. Atuando como elo entre as equipes externa (vendedores e coletadores) e interna (produção) são tão importantes quando essas para o bom funcionamento da empresa e, quando bem treinadas, podem desempenhar uma segunda função: filtrar os erros comuns de preenchimento da documentação e que são lançados nos controles, gerando uma multiplicidade de informações aparentemente distintas e que, na verdade, são apenas formas diferentes – e muitas vezes erradas – de dizer a mesma coisa.

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Faça dois testes. No primeiro, entre no seu sistema de controle e peça para gerar um relatório de cadastros de serviços, consertos ou produtos, e veja quantas vezes irá encontrar a mesma informação lançada de diferentes formas. O erro mais comum é na hora de descrever a medida dos pneus. Podemos encontrar 100020, 1000X20, 10.00X20. Ou ainda 295, 29580R, 295R22,5 e até o correto, 295/80R22,5. E a descrição do nome do fabricante do pneu também padece do mesmo mal. E, para azar do reformador, quando o sistema aceita qualquer descrição, essa ferramenta começa a perder seu valor. Mais absurdo ainda é existirem códigos diferentes para cada uma dessas descrições. No segundo teste mostre um pneu e uma banda a cada um de seus funcionários, de todas as áreas, e peça para preencherem num papel a descrição de ambos: do pneu e do serviço desejado, como fazem no momento da coleta no cliente ou quando o pneu chega á reformadora. Compare as descrições e veja de quantas maneiras diferentes a mesma informação pode ser lançada. E aproveite para avaliar se todos sabem o significado de uma medida. Pode parecer um detalhe insignificante, e realmente é, para quem costuma olhar apenas a quantidade de pneus reformados e o resultado do faturamento bruto no final do mês. Mas, para uma gestão verdadeiramente profissionalizada a correta descrição de todas as informações, além de evitar erros e possíveis trocas de pneus de clientes ou a aplicação de banda diferente da solicitada, possibilita a utilização de técnicas administrativas e gerenciais como as utilizadas na indústria. Como fazer a apuração de preço médio se os produtos e serviços não podem ser correta e adequadamente agrupados? Como saber qual é o produto ou serviço que oferece as melhores margens de contribuição no seu mark-up e qual, ou quais, são deficitários?

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Técnica comum, mas que depende da correta descrição dos dados e informações, é a chamada curva ABC, que nos informa quais os insumos de maior consumo e possibilita a programação das necessidades de compra em relação direta com a demanda. O reformador sabe, por hábito, quais os modelos e larguras de bandas mais utilizadas, porém, não raro acontece de faltar determinada banda no estoque. A curva ABC, por sua vez, também aponta tendências ainda não perceptíveis pelo hábito, como no caso de lançamentos que ainda não estão consolidados no gosto dos clientes e, no extremo oposto, o início da queda no uso de um desenho mais antigo. Ao não fazer uso de técnicas administrativas, principalmente por não poder contar com estatísticas confiáveis devido aos erros de preenchimento de informações como os descritos acima e aceitos no programa administrativo utilizado, nossa atenção será atraída somente quando começar a haver acúmulo no estoque de materiais não utilizados ou pouco solicitados, sempre lembrando que, em se tratando de reforma de pneus, a matéria prima tem prazo de validade. O pessoal interno, que recebe as solicitações dos vendedores e coletadores deve verificar se o preenchimento das informações está correto e contém todos os dados necessários. Havendo dúvida, sempre esclarecer antes de dar entrada na solicitação e emitir o cartão de acompanhamento antes que o pneu tenha iniciado sua caminhada pelo processo de reforma. Já vi muito pneu pronto ser raspado ao descobrir que foi aplicada uma banda diferente da solicitada. Além do prejuízo e do desperdício de material, isso implica em maior tempo para devolver o pneu para seu cliente, e ele não merece ser penalizado por falhas que não são dele. Não adianta apenas dar treinamento, é preciso exigir no dia a dia a aplicação do que foi ensinado, pois não é fácil vencer velhos hábitos.


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Manutenção de pneus abordada por quem entende por: Tatiane Almeida

Considerada a maior operadora logística do Brasil no modal rodoviário, tendo faturado cerca de R$ 2,3 bilhões em 2010, o Grupo JSL valoriza o trabalho de manutenção. Falhas nessa área podem representar um grande inimigo da frota.

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egundo Antônio Caminotto, coordenador operacional de pneus da JSL, a empresa possui uma frota de cerca de 24 mil ativos operacionais, entre veículos leves, caminhões, carretas, máquinas e equipamentos. Vencer o desafio de realizar a manutenção de uma frota tão grande e de forma sustentável não é tarefa fácil. Para se ter uma ideia, em 2010, os custos com essa área, envolvendo peças e pneus, foi de R$ 164,5 milhões. Engajados em diminuir esse custo, a política adotada pela JSL é de buscar qualidade, realizando operações com alto padrão e, continuamente, melhorando os processos com predisposição em entender o cliente para atendêlo da melhor maneira possível. Essa é, de acordo com Caminotto, a postura da JSL: “entregar um resultado que supere as expectativas, contribuindo de maneira efetiva com o negócio do cliente. Podemos dizer que esse é um dos diferenciais da JSL e é mais do que uma política, mas uma filosofia praticada cotidianamente por todos os colaboradores da empresa”. Mesmo não tendo uma porcentual do total

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gasto com manutenção somente dos pneus, já que eles são contabilizados em conjunto com as demais peças utilizadas pela companhia na manutenção de frota, o coordenador operacional de pneus da JSL sabe que a manutenção dos pneus para uma frota como da JSL pode representar uma operação gigante. No entanto, Caminotto mostra que o tamanho da frota não é o que dita o nível de importância. “A manutenção dos pneus é extremamente importante para garantir a segurança dos condutores dos veículos, além de garantir maior durabilidade e, portanto, aumentar a vida útil, diminuindo o descarte do material, contribuição importante para o meio ambiente. A manutenção adequada também contribui para reduzir os custos com a troca ou reforma do equipamento”. Para otimizar a durabilidade e manter a qualidade dos pneus, a JSL usa um software que contribui para o controle da quilometragem dos pneus da frota. Esse controle, de acordo com Caminotto, possibilita saber com mais precisão a relação entre o rendimento do pneu e a quilometragem rodada, permitindo um acompanhamento do desgaste do pneu. “Além desse acompanhamento, alguns procedimentos como alinhamento de direção, balanceamento de rodas e controle das pressões de enchimento são feitos em inspeções e revisões preventivas rotineiras para que seja corrigida qualquer alteração que provoque um desgaste maior do que o normal nos pneus, aumentando a vida útil e garantindo segurança. Esses procedimentos para a manutenção dos pneus são realizados com base em um plano montado em conjunto pelo Departamento de Manutenção e o Departamento de Borracharia da JSL”, finaliza.


Depois de todo o processo, “os pneus substituídos nas constantes manutenções de frota são encaminhados para empresas especializadas e homologadas por órgãos ambientais como a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) para que a destinação final seja feita de maneira adequada”. Programa Economia Verde A preocupação com o meio ambiente está enraizada na cultura organizacional da JSL e por isso, além das substituições dos pneus, a empresa investe em treinamento de motoristas, visando à redução do consumo de recursos (energia elétrica, água, combustíveis e lubrificantes); redução de emissão de gases de efeito estufa; renovação de frota em até três anos, bem como aquisição de veículos com motores eletrônicos, que aceitam o biodiesel - combustível alternativo de queima limpa, produzido de recursos domésticos e renováveis. Por ser biodegradável, não tóxico e praticamente livre de enxofre e aromáticos, é considerado um combustível ecológico.

Até o momento, foi adquirido o combustível conhecido como B5, composto de 5% de biodiesel e 95% de diesel. No ínicio de 2011, a Julio Simões Logística S.A. passou a usar a marca JSL, que representa a unificação das operações das empresas Lubiani Logística e Grande ABC, adquiridas pela operadora em 2007 e 2008, respectivamente. As empresas tiveram suas áreas administrativa, comercial e operacional integradas para gerar mais sinergia na prestação de serviços. Segundo a operadora, a mudança da marca para JSL aumentará a visibilidade nacional da companhia e facilitará processos administrativos. O novo nome também representa mais um passo de profissionalização da empresa, que abriu capital em 2010. Na última década, a companhia aumentou quase 10 vezes seu tamanho: passou de uma receita líquida de R$ 181 milhões, em 2000, para aproximadamente R$ 1,5 bilhão em 2009. www.jsl.com.br

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Cuide do seu pneu e evite problemas por: Tatiane Almeida

A

té o fim deste ano, os brasileiros encontrarão feriados e algumas oportunidades para viajar, seja por férias ou a trabalho. Se a viagem for de carro, o motorista deve levar em conta que, nessa época do ano, as oficinas de reparação automotiva estão mais cheias. No caso dos pneus, a revisão não deve ficar restrita àquela recalibragem feita nos postos de serviços, enquanto o tanque de combustível é reabastecido. A resolução 558/80 do Contran estabelece que trafegar com pneus carecas é infração grave, com punição de cinco pontos na carteira de habilitação e multa de R$ 127. Além disso, o que pouca gente se dá conta é que um acidente causado por um pneu careca ou demasiadamente descalibrado, além de todo o prejuízo material, ferimentos ou até mesmo vítimas fatais, pode acarretar a suspensão da cobertura por parte das companhias seguradoras. Para evitar esses e outros aborrecimentos, despesas e riscos desnecessários, a Bridgestone, maior fabricante de pneus do mundo, revela os sete maiores pecados contra os pneus e o que fazer para evitá-los:

1. Pressão incorreta Rodar com o pneu abaixo da pressão indicada aumenta a área de contato com o piso, gerando um desgaste mais acelerado nos ombros do pneu (extremidades), torna a direção do veículo mais pesada e pode gerar uma eventual desagregação da rodagem (parte que toca o solo) devido ao excesso de calor gerado. Além disso, exige mais esforço do motor, fazendo com que o veículo consuma mais combustível e polua mais. Por outro lado, o excesso de pressão pode causar desgaste mais acentuado no centro da rodagem, perda de estabilidade em curvas, rachaduras na base dos sulcos, maior propensão a estouros por impacto e maior facilidade de penetração de objetos. A pressão correta é a indicada pelo fabricante do veículo e tem grande influência no comportamento dinâmico deste. Outro ponto importante é não se esquecer de checar as condições do estepe. Além de conferir se o mesmo se encontra no lugar (há inúmeros relatos de furtos na rua, em estacionamentos ou serviços semelhantes), é importante mantêlo pronto para o uso. Uma dica interessante é colocar até cinco libras a mais do que o normal, já que o pneu reserva nem sempre é calibrado com a mesma frequência dos pneus em uso. 2. Desgaste excessivo No caso de chuva, a pouca ou nenhuma profundidade dos sulcos compromete o escoamento da água que fica entre o pneu e o piso, o que aumenta significativamente o risco de aquaplanagem e a perda do controle da direção por parte do motorista. A profundidade mínima dos sulcos do pneu, indicada pelos TWIs

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Bridgestone alerta para o cuidado com pneus antes de viajar


(Tread Wear Indicators), que são “ressaltos” da borracha vistos dentro dos sulcos, é de 1.6 mm de profundidade. Abaixo dessa medida, em qualquer parte dos sulcos, o pneu já passa a ser considerado “careca” e passível de autuação pelas autoridades de trânsito. 3. Riscar o pneu Para tentar prolongar a vida útil do pneu, alguns motoristas adotam o recurso de fresar a banda de rodagem quando esta chega ou ultrapassa o limite de segurança indicado pelos TWIs (Tread Wear Indicator). A prática, mais conhecida como “riscar os pneus” é totalmente condenada pelos fabricantes, e consiste no redesenho da banda de rodagem feito por borracheiros irresponsáveis, usando para isso uma lâmina quente própria para esse fim. Ao ter retirada parte da borracha que compõe sua estrutura, deixando por vezes a lona aparente, o pneu perde sua resistência, podendo provocar seu estouro em pleno movimento. 4. Consertos inadequados Na maioria das vezes, ao consertar um pneu furado, os borracheiros utilizam o chamado “macarrão”, que é um filete de borracha introduzido por meio de uma agulha na perfuração que se quer eliminar, dispensando a desmontagem da roda. Porém, esse recurso deve ser utilizado provisoriamente e substituído pelo manchão ou plug assim que possível, pois, por tempo prolongado, o macarrão pode permitir o vazamento da pressão do pneu. Além disso, a remoção do pneu da roda para a aplicação do conserto permanente permite avaliar a real extensão do dano causado no interno do pneu. Em relação aos danos nas laterais do pneu, o mais indicado é que se substitua o componente, já que não é permitido o reparo nas laterais de

pneus de passeio. 5. Não fazer a manutenção da suspensão De nada adianta colocar pneus novinhos, se a suspensão e outras partes do veículo não estejam em bom estado. Uma suspensão mal calibrada e com peças desgastadas provoca o desalinhamento de direção, deixando o veículo instável e inseguro. Um dos sinais de que o alinhamento do veiculo não está correto e que partes da suspensão podem estar gastas ou danificadas é o desgaste irregular ou prematuro dos pneus. 6. Não efetuar o rodízio O rodízio de pneus tem por função equalizar o desgaste e garantir uma vida longa e uniforme a eles. Deve ser realizado segundo a recomendação que consta no manual do veículo ou na falta desta a cada 8 mil quilômetros para pneus radiais e 5 mil para pneus diagonais. 7. Não alinhar e balancear as rodas Desvios mecânicos provocam desgastes prematuros de pneus e desalinhamento de direção, deixando o veículo instável e inseguro. Deve-se alinhar o veículo quando sofrer impactos na suspensão, na troca de pneus ou quando apresentarem desgastes irregulares, quando forem substituídos componentes da suspensão, quando o veículo estiver puxando para um lado, ou a cada 10 mil km. O desbalanceamento das rodas, além de desconforto ao dirigir, causa perda de tração, de estabilidade, desgastes acentuados em componentes mecânicos e no próprio pneu. Deve-se balancear as rodas sempre que surgirem vibrações, na troca ou conserto do pneu ou a cada 10 mil km.

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por: Tatiane Almeida

Ao reparar o pneu de sua frota, verifique a qualidade do material utilizado

É

sabido que uma manutenção de qualidade dos pneus de uma frota pode reduzir em mais de 50% o custo inicial do pneu de carga. Pensando em matéria prima consumida, a recuperação de um pneu consome em torno de 1/3 do material necessário para fabricação de um pneu novo e a reforma do pneu custa 30% do valor de um novo, isso pode significar redução de custos para a empresa e melhorias para o meio-ambiente. Mas há também a necessidade de preocupar-se com o material utilizado no processo de reparo e recuperação de um pneu, uma vez que isso pode ser um diferencial quanto à qualidade do reparo e quanto à durabilidade do pneu. Pensando nisso, a Revista Ind’K consultou uma das empresas mais renomadas quando o assunto é materiais elastômeros de qualidade e resistência para processos de reparo de pneus e recapagem, a Rema Tip Top. A Rema Tip Top retornou ao Brasil através da empresa Norte Sul, empresa com quase 30 anos especializada no serviço de recauchutagem, cobrindo as necessidades exigidas pela indústria brasileira. A entrada ocorreu, segundo Luis Gustavo Padilla, gerente de vendas da Rema Tip Top, devido à popularização de pneus radiais sem câmara onde os materiais e sistemas que existiam no mercado não conseguiram cumprir as exigências tecnológicas destes pneus. “A empresa é a maior fábricante de materiais de reparação de pneus do mundo e volta ao Brasil com a qualidade comprovada e com a atualização e modificação das técnicas e ferramentas de reparo”, enfatiza Padilla. Custo não significa usar o mais barato Quando o assunto é custo não significa usar o mais barato, opina Padilla. Em sua visão, na realidade só a qualidade do produto é que vai, no final, reduzir os custos por quilômetro. “Os produtos e técnicas da Rema Tip Top permitem prolongar a vida útil do pneu, seja devido a danos que ocorrem logo após de a instalação ou durante o processo de exploração da vida útil do pneu. Uma das características mais importantes para diferenciar a maioria dos materiais é de reparo, aonde existe a necessidade de mudar as emendas cada vez que é feita a recauchutagem do pneu”, relata. “Como produtos RemaTipTop utilizam materiais que vão morrer com o pneu não importando o número de quilômetros

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percorridos, pois são reparos permanentes, isto dará ao usuário a garantia de segurança, além de uma redução de custos expressiva”. Pneu mal reparado é dano ao meioambiente Os pneus, além de serem um dos fatores mais influentes nos custos da frota, são fontes de poluição ao meio ambiente. “Um pneu mal reparado ou feito com materiais que não acompanham sua vida útil vai se tornar um poluidor do ambiente em forma prematura”. O gerente de vendas da Rema Tip Top faz questão de ressaltar que o pneus rejeitados e não reciclados são também perigosos, já que podem se transformar em hospedagem para mosquitos e ratos, bem como representar risco de incêndio. “A quantidade de petróleo necessária para produzir pneus novos é muito maior quando comparada a um recauchutado. Portanto, a qualidade dos materiais de reparação afetam diretamente os pneus, prejudicando que ele atinja sua vida útil na totalidade”. Nesse contexto, Padilla faz um alerta: “os fabricantes de pneus gastam muito dinheiro desenvolvendo e melhorando a fabricação de pneus, novas tecnologias estão sendo incorporadas para garantir a segurança nas estradas e para melhorar a performance e obter uma maior quilometragem (novo pneu / redesign / recauchutados). Tudo isso pode ser afetado apenas pela má qualidade de um pequeno remendo para reparar um buraco feito por um prego. Na Rema Tip Top temos investido cada vez mais em pesquisas para produzir materiais de qualidade, que respeitam o meio ambiente e, sobretudo, atender às normas de segurança”. Dicas para a escolha do melhor reparo - Dê preferência aos reparos vulcanizados, evitando infiltrações e danos à carcaça do pneu; - Os reparos permanentes, sem necessidade de remoção em cada reforma, geram economia e preservação ambiental; - Procure saber o nível de capacitação, instalações e certificações que o reformador possui para reparar seus pneus. www.rema-tiptop.com www.nortesul.net


Fenatran apresenta novidades da área de transporte e logística

por: Tatiane Almeida

A Fenatran - Salão Internacional do Transporte chega a sua 18ª edição com a participação de mais de 365 empresas do setor de transporte.

O

rganizada e promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, a Fenatran - Salão Internacional do Transporte chega a sua 18ª edição entre os dias 24 e 28 de outubro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Com a participação de 365 expositores, oriundo de de 15 países em uma área de 85 mil m², com a apresentação de produtos e serviços dos principais representantes do setor. Toda a área de exposição disponível já foi reservada. Realizada a cada dois anos, a Fenatran é um evento consolidado da área de transporte de carga e logística da América Latina. Este ano, a expectativa é receber cerca de 55 mil visitantes, de 45 países, que poderão conhecer as novidades e lançamentos nos setores de caminhões; implementos e equipamentos; motores e pneus; combustíveis, derivados e componentes; transportadores modais de carga; equipamentos de informática e segurança, além de demais modais do setor de transporte. Além disso, os industriais, comerciantes, compradores e técnicos do setor poderão ter acesso ao que há de mais novo em tecnologias de transporte e caminhões de empresas âncoras do segmento.

“No atual plano de investimentos de 800 milhões de euros, a Michelin destina cerca de 100 milhões para a ampliação da fábrica de pneus para caminhões e ônibus com o objetivo de elevar a capacidade atual de 1,5 milhão de pneus por ano para mais de 2 milhões. Trata-se de um aumento de cerca de 30% na capacidade de produção”, afirma Feliciano Almeida, diretor de marketing e vendas para pneus de caminhões e ônibus da Michelin América do Sul. Em relação aos produtos, o grupo mostrará ao mercado o Michelin X Multiway, destinado para veículos ao mercado transporte de passageiros. Trata-se de um pneu que usa menos derivado do petróleo e economiza 20% de combustível em relação ao modelo anterior. Para o executivo, o setor de transporte de cargas na América do Sul vive um período de grandes mudanças e o Grupo Michelin participa dessa evolução desenvolvendo soluções de mobilidade sustentável para o mercado. “A Fenatran é uma ótima vitrine para mostrarmos nossos produtos e

PNEU MENOS POLUENTE Consolidado no mercado por ser uma das primeiras empresas a fabricar o pneu verde, o Grupo Michelin apresentou no primeiro semestre um faturamento líquido de 10,1 bilhões de euros, 21% a mais do que registrado no mesmo período do ano passado. Na Fenatran, a empresa apresentará novidades aos consumidores que serão atraídos pelo melhor custo operacional para o segmento de carga rodoviária.

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serviços”. A expectativa da empresa em é aproveitar o evento para analisar a conjuntura e as tendências do setor. “A Michelin, que é comprometida na busca das melhores soluções em produtos e serviços para seus clientes, estará atenta a todos os movimentos do mercado”.

fábrica de pneus para caminhões e ônibus com o objetivo de elevar a capacidade atual de 1,5 milhão de pneus por ano para mais de 2 milhões, trata-se de um aumento de cerca de 30% na capacidade de produção”.

Com relação as novidades, Almeida revela que a Michelin apresentará produtos com melhor custo operacional para o segmento de carga rodoviária. “O consumidor pode esperar inovações em produtos e serviços que vão gerar ganho no resultado operacional, com maior durabilidade e melhor maior performance”, diz. “O Brasil é um país estratégico para o Grupo Michelin pelo seu potencial de crescimento. No atual plano de investimentos de 800 milhões de euros, a Michelin destina cerca de 100 milhões para a ampliação da

Pensando na Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, o executivo da Michelin conta que a empresa contribui com lançamento de produtos para veículos de obras que melhoram os custos nas operações de transporte da construção civil. “A ideia é ajudar a diminuir o custo Brasil. Focamos na durabilidade, no conforto e na responsabilidade ambiental”.

Preocupação sócio-ambiental

“A preocupação ambiental está no DNA da Michelin. Quando ninguém badalava o assunto, nós apresentamos ao mundo o primeiro pneu verde, em 1992. Realizamos anualmente o

Edição da Fenatran em 2009, evento recebeu 50 mil visitantes e teve participação de 355 expositores

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Challenge Bibendun, evento mundial que reúne todos os principais atores do setor dos transportes e onde são apresentadas soluções para a mobilidade sustentável. Em relação aos produtos, esse ano, apresentamos ao mercado da América do Sul o MICHELIN X Multiway para veículos ao mercado transporte de passageiros. Trata-se de um pneu que usa menos derivado do petróleo e economiza 20% de combustível em relação ao modelo anterior”, explica Almeida.

aproveitamento energético, em que os pneus sofrem a queima controlada gerando energia para outros processos produtivos”. Para os outros materiais que também fazem parte de processo produtivo, a Michelin também pratica coleta seletiva em todos os materiais que permitem, como plástico, metal, papel, madeira, lâmpadas, óleos e borrachas.

Com o material inservível, a Michelin faz a destinação ambientalmente adequada em duas vias: “uma com o aproveitamento de materiais, como o aço e a borracha, que são segregados por processos mecânicos e são reciclados como sucata metálica e como insumo para os artefatos de borracha. E outra com o

Com restrições cada vez maiores de acesso de caminhões em grandes centros urbanos, por causa das limitações quanto à emissão de poluentes, o mercado automotivo de miniutilitários vem ganhando espaço no Brasil. A CN Auto, que participa pela primeira vez da Fenatran. A EMPRESA cresceu quase

Primeira participação

Fenatran 2011 apresentará um crescente avanço tecnológico no setor de transporte de carga

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200% no primeiro semestre em relação ano mesmo período do ano passado e está bastante otimista. “Fechamos o primeiro semestre de 2011 com vendas no atacado de 5.300 unidades, 199,1% superior em relação a igual período de 2010. E devemos fechar o ano com cerca de 14 mil unidades, contra as 5.700 unidades de 2010”, afirma Ricardo Strunz, Diretor Geral da CN Auto, acreditando que “Certamente, breve, cidade médias também tenderão a adotar igual sistema de transporte, que também garante o atendimento de demandas de entregas rápidas e translado de pessoas”. O executivo anuncia que a CN Auto fará, durante o evento, o lançamento da Towner linha 2012, que chega com uma nova carroceria e design. “Com nossa participação esperamos inserir, ainda mais, nossa empresa no setor de transporte de cargas e naturalmente fechar negócios”, afirma Strunz. A CN Auto mostrará diversos produtos automotores, capazes de atender um número de aplicações em entregas rápidas e traslado de pessoas. “Nosso estande estará totalmente ambientado com essas diferentes aplicações de nossos veículos. Novidades para a Linha R A fabricante de reboques e semirreboques Randon Implementos, que há 60 anos promove a expansão do transporte de carga no Brasil e tem hoje 33% de participação no mercado nacional e 38% na produção nacional, prepara novidades para a Linha R que serão apresentadas no 18º Salão Internacional do Transporte (Fenatran). Norberto Fabris, diretor-executivo da Randon, não revela quais serão os lançamentos, mas garante que os produtos apresentados seguirão a tendência percebida no governo, montadoras e implementadoras que exigem cada vez mais segurança e sustentabilidade.

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De acordo com o executivo, o mercado brasileiro registra, nos últimos quatro anos, 60.000 semirreboques vendidos. “Este ano, tivemos uma pequena queda de maio a julho, porém, agora, já estamos retomando o crescimento e devemos fechar o ano em alta, em patamares próximos aos de 2010 e com tendência de crescimento nos próximos anos, acompanhando o crescimento da economia brasileira”, explica Fabris, que vê a proximidade da Copa do Mundo e das Olimpíadas como um momento próspero para a empresa, que tem um vasto portfólio de produtos vocacionados a todos os ramos de atividade: “Tudo que é produzido precisa ser transportado, por isso temos soluções para quaisquer tipos de movimentação de cargas. Acreditamos que os grandes eventos se somam ao bom momento da economia brasileira”, diz. Segundo Fabris, as leis do protetor lateral, rastreadores e ABS, PROCONVE P7 e monitoramento de frotas “fizeram com que a Randon investisse em inovações voltadas para a segurança (Linha R) e na construção de um campo de provas (já em operação desde 2010) para testar nossos equipamentos e entregar cada vez mais soluções duráveis e sustentáveis aos nossos clientes”. Grupo Continental O Grupo Continental participará da 18ª Edição da Fenatran apresentando seus produtos e soluções para veículos comerciais, como cockpits, gerenciadores de frotas, instrumentos, dispositivos antifurto, disco diagrama, tacógrafos e pneus. A VDO, marca do grupo, estará presente com seu portfólio para o mercado de reposição e frotas. A Continental, que em 2011 comemora 140 anos da fundação, mostrará o desenvolvimento da indústria automotiva e apresentará novas tecnologias que continuarão com esta constante evolução do mercado de veículos comerciais.


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fabricante de produtos para reforma e reparos de pneus e câmaras de ar, a Borrachas Vipal estará presente na Fenatran, mostrando suas linhas de produtos e cases, a importância do mercado da reforma. A expectativa dos observadores do mercado é de que o ano de 2011 se encerre com cerca de 7,8 milhões de pneus de carga reformados no País. Durante o evento, a empresa mostrará as bandas pré-moldadas da linha Ecotread, grandes aliadas na redução de custos para frotas e caminhoneiros e que fazem parte do projeto Sustentabilidade do Transporte da Vipal. Elas são identificadas com uma linha tracejada verde e uma etiqueta com o nome Ecotread. “Testes realizados com as bandas Ecotread comprovam uma economia de até 10% no consumo de combustível e um ganho de até 6% no rendimento quilométrico. No entanto, para a Vipal, os melhores indicadores são os depoimentos dos próprios transportadores”, afirma o gerente de Marketing da Vipal, Eduardo Sacco. Ele aponta o pioneirismo da Vipal na fabricação das bandas que economizam combustível e que, assim, contribuem para a preservação do meio ambiente. “Alguns frotistas compartilham com a Vipal a redução de seus custos ao utilizar as bandas ECOTREAD. A ErenoDörr empresa gaúcha do segmento de transporte rodoviário - obteve com as bandas ECOTREAD em sua frota

uma redução de 8% no consumo de combustível. Outro exemplo é Transportadora Giomila, de Rondônia, que observou uma economia de diesel que chega a 7,8% nos veículos bi-trem de 9 eixos”, diz Eduardo Sacco.

Banda DV-RT2 A Vipal vai expor também na Fenatran, a nova banda prémoldada DV-RT2. Com desenho exclusivo Vipal, a DV-RT2 é indicada para reforma de pneus radiais utilizados em eixos de tração para aplicação em estradas pavimentadas. O novo desenho foi desenvolvido para proporcionar uma maior área de contato do pneu com o solo, contribuindo para uma maior rendimento quilométrico e um maior poder de tração para toda a vida útil do pneu. As características do novo desenho foram projetadas para oferecer um produto mais adequado às necessidades do mercado como: menor ângulo de inclinação nos ombros, o que proporciona maior área de contato com o solo possibilitando um maior rendimento quilométrico; maior ângulo de inclinação dos sulcos, o que proporciona menor retenção de pedras e outros objetos; amarrações mais baixas entre os gomos para uma maior tração até o final da vida útil da banda pré moldada; e, ainda, sulcos com fundo arredondado, dando maior sustentabilidade aos gomos.

A Vipal destacará ainda o Protrans (Programa de Orientação ao Transportador), disponibilizado através da Rede de Reformadores Autorizados – 280 em todo o País - o suporte e as informações necessárias para que o transportador obtenha o máximo em rendimento quilométrico. Outro serviço inédito, que se consolidou junto à rede é o da Unidade Móvel de Treinamento da Vipal, que faz treinamentos e oferece cursos em todo o País. Nos últimos cinco anos, a CarretaEscola, como é chamada, realizou 503 treinamentos, capacitando 6.572 profissionais do setor.

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Vipal apresenta Ecotread

Garantia Outro benefício Vipal é o RQG, garantia até a terceira reforma para as principais marcas de pneus. Esta é a garantia mais abrangente do mercado, que assegura a reposição imediata em caso de falha de produto ou de processo, tanto para reformas a frio ou a quente. Se o pneu a ser reformado for da marca Fate, o valor da reposição fica 20% maior. Trata-se da Garantia RQG+20. Recentemente, a Vipal lançou o Sobre Estrada, um canal digital exclusivo onde a Vipal trata de assuntos que fazem parte do dia a dia de transportadores, caminhoneiros e carreteiros, trazendo novidades, técnicas e dicas para rodar com segurança, economia e máximo desempenho. www.sobreestradavipal.com.br

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Ferlex mostra Show Room para Recapagem

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Ferlex, tradicional fabricante de autoclaves e diversos equipamentos para recauchutagem de pneus, com mais de 42 anos de experiência, apresentará na Fenatran seu Show Room e centro de treinamento de reparo e recapagem, com a possibilidade de fornecimento de projetos e equipamentos para plantas recauchutadoras completas. A proposta da empresa é atender a crescente demanda por recauchutagem e reparo de qualidade no setor de transportes e OTR, uma vez que, pneus são um dos principais custos de uma frota. Com esse projeto, a Ferlex apresenta o mais completo sistema “Chave na Mão” disponível no mercado mundial e com muita qualidade, composto de: - linha completa de equipamentos,desde a inspeção até o pneu pronto; - ferramentas para todas as etapas; - materiais de consumo para preparação e reparação do pneu; - treinamento dos funcionamentos para os equipamentos e para o processo.

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O Show Room faz parte de um conjunto de investimentos que a Ferlex está fazendo para oferecer cada vez mais equipamentos com qualidade. Outros investimentos já em andamento são: -instalação neste mês de outubro da nova máquina de corte de alta definição para chapas de aço com até 2,5” de espessura; - ampliação em + 2.000 m² da fábrica; - duplicação da área administrativa e de projeto, na unidade de Lorena- SP, passando dos atuais 360 m² para 720 m². Além disto, a Ferlex está no projeto final de mais dois grandes investimentos que serão divulgados em breve. Tudo isso faz parte do planejamento da Ferlex: atender sempre com qualidade e oferecer cada vez mais opções aos seus clientes.

Serviço: www.ferlex.com.br ferlex@ferlex.com.br


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A Norte Sul divulga soluções ideais para os pneus da sua frota

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empresa Comércio de Equipamentos Norte Sul Ltda, com 27 anos de experiência no comércio e fabricação de equipamentos e produtos para o segmento de reforma de pneus, mostrará durante a Fenatran uma linha de equipamentos e produtos para reparos de alta qualidade e ótima relação custo benefício, consolidando sua participação nesse mercado que é o segundo maior do planeta. A empresa também aproveita sua participação no evento, e

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exporá toda gama de equipamentos e produtos para reparos da parceira Rema Tip Top, conhecida pela qualidade e confiabilidade dos produtos elastômeros, além do ótimo desempenho de suas ferramentas.

Não ficará de fora também ,toda gama de soluções para truckcenters e serviços de recapagens para frotas, como válvulas, extensão, pasta lubrificante para montagem, vaselina e outros produtos de qualidade para compor todo serviço de reforma de pneus.

Além disso, terá também uma linha completa de ferramentas de ótima performance, como destalonadoras, acentadores de talão, kit de montagem e desmontagem, chaves de impacto, contrapesos entre outras, de diferentes parceiros como: Lukatec, Schrader e Chicago.

A Norte Sul, com o intuito de oferecer sempre um melhor aproveitamento das operações de recauchutagem de seus clientes, além de preocupar-se com a qualidade de suas operações, também estará divulgando o seu Centro de Treinamento para Recapagem de Pneus.

: Empresa mostrará na Fenatran toda sua gama de produtos


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proveitando o o tema da Fenatran, “Transporte na rota da sustentabilidade”, a Bridgestone vai usar o conceito apresentando grandes lançamentos: o RF Gate e três novos pneumáticos. O RF Gate chega para complementar a era de pneus eletrônicos iniciada em fevereiro, quando a Bridgestone Bandag passou a vender um chip para ser instalado em pneus de carga, tanto novos como usados. Com o Gate, a leitura dos pneus, então feita individualmente, acontece no momento em que o veículo passa pelo portão, onde o equipamento de leitura será instalado. Desta maneira, será possível otimizar a gestão dos pneus. Com o chip, é possível monitorar a profundidade dos sulcos, a necessidade de troca ou rodízio, o tempo de vida útil, a necessidade de calibragem,

M814

entre outros itens. Este conjunto de fatores, quando mantidos dentro das especificações corretas, promove ganho no consumo de combustível e de desempenho do motor, contribuindo com a redução na emissão de poluentes. No segmento de pneumáticos, a Bridgestone lança os modelos M814, M840S e L320. O M814 é um pneu de desenho misto, com sulcos largos nos ombros, maior largura de rodagem, ângulos e formato de sulcos otimizados, primeira cintra bipartida, rodagem com construção capa e base e composto de rodagem especial. Essas características proporcionam excelente tração em qualquer posição, resistência ao desgaste e a danos causados por objetos como pedras, maior recapabilidade, menos geração de calor, maior durabilidade e maior resistência a cortes, picotamentos e rachaduras.

O M814 foi fabricado com tecnologia Noise Fence (barreira antirruído) e apresenta maior largura de banda de rodagem e sulcos mais profundos, desenho de rodagem tipo direcionado com passo variado, ejetores de pedras especiais localizados nos sulcos centrais e desenho da banda diferenciado. Este conjunto de características promove maior conforto e melhor ruído, melhor desempenho quilométrico da banda original, evita retenção de pedras e preservam a integridade da carcaça, favorecendo a recapabilidade, além de proporcionar desgaste regular e excelente dirigibilidade.

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Bridgestone com grandes lançamentos

Já o L320 é um pneu com composto especial de rodagem que lhe atribui maior resistência a cortes, picotamentos e rachaduras, e é de aplicação mista (pode ser usado em usinas de cana, pedreiras, madeireiras e construções).

M840

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Inovação da Goodyear pode tornar desnecessária a calibragem de pneus sessão ind’K

Subsídios do governo ajudam a acelerar o desenvolvimento de nova tecnologia

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calibragem manual de pneus pode, em breve, tornar-se uma lembrança remota graças a uma inovação que está em desenvolvimento nos laboratórios da Goodyear Tire & Rubber Company . Manter os pneus corretamente calibrados não apenas elimina a rotina de verificar a pressão de ar, como também pode significar uma economia real no consumo de combustível. Para quem dirige um veículo de passageiros ou um caminhão comercial, pneus murchos resultam em uma queda entre 2,5% e 3,3% na quilometragem rodada por tanque de combustível, segundo pesquisas do governo americano e da indústria. Em relação aos preços praticados hoje nos Estados Unidos, isso se traduz em cerca de 12 centavos de dólar por galão de combustível. Pneus corretamente calibrados também resultam na menor emissão de gases geradores de efeito estufa, além de uma vida útil mais longa para os pneus, maior segurança e melhor desempenho dos veículos. A Air Maintenance Technology (AMT) da Goodyear permitirá

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que os pneus permaneçam calibrados na pressão ideal sem a necessidade de qualquer bomba ou sistema eletrônico externo. Todos os componentes do sistema AMT, incluindo uma bomba miniaturizada, estarão totalmente contidos no pneu. “Ainda que a tecnologia seja complexa, a ideia por trás do sistema AMT é relativamente simples e alimentada pelo próprio pneu quando em movimento”, afirma JeanClaude Kihn, vice-presidente sênior e Chief Technical Officer da Goodyear. “Um pneu que pode manter sua própria calibragem é algo que os motoristas esperaram por muitos anos. A Goodyear assumiu esse desafio e os resultados obtidos são muito encorajadores”, completa Kihn. “As pessoas vão se perguntar como viveram sem esse tipo de avanço tecnológico até agora”. A Goodyear não revela uma estimativa sobre quando essa tecnologia estará disponível aos consumidores, mas reforça que o cronograma deve ser acelerado em função dos recentes subsídios governamentais de pesquisa conquistados nos Estados Unidos e na União Européia.

O Setor de Tecnologia de Veículos do Departamento de Energia dos Estados Unidos anunciou na quarta-feira (10 de agosto) um subsídio de US$ 1,5 milhão para pesquisa, desenvolvimento e demonstração do sistema AMT para pneus de caminhões comerciais. O valor será administrado pelo Laboratório Nacional de Tecnologia para Energia e os trabalhos serão realizados no Centro de Inovação da Goodyear em Akron, Ohio (EUA). Em julho, a Goodyear recebeu um subsídio do governo de Luxemburgo para pesquisa e desenvolvimento de um sistema AMT para pneus de consumo. Esse trabalho será realizado no Centro de Inovação da Goodyear em Colmar-Berg, Luxemburgo. “Ainda que sejam similares no conceito, existem diferenças significativas nos sistemas AMT para pneus de consumo e comerciais”, destaca Kihn. “O apoio tanto do governo dos Estados Unidos quanto de Luxemburgo ressalta o valor desses projetos e os vários benefícios que podem oferecer aos motoristas de todo o mundo”.


“Tecnologias avançadas que são invisíveis ao olho humano – como as que estamos trabalhando em conjunto com a PPG – ajudarão a aumentar significativamente a eficiência dos pneus em termos de consumo de combustível, mantendo outras importantes qualidades como a tração e a vida útil da banda de rodagem”, afirma Kihn. A Goodyear é uma das maiores empresas de pneus do mundo. Emprega cerca de 73.000 pessoas e fabrica seus produtos em 54 instalações localizadas em 22 países. Seus dois Centros de Inovação em Akron, Ohio (EUA) e Colmar-Berg, Luxemburgo se empenham em desenvolver produtos e serviços de última geração que definem padrões tecnológicos e de desempenho

na indústria. Para obter mais informações sobre a Goodyear e seus produtos acesse o site www.goodyear.com.br.

Goodyear no Brasil A Goodyear do Brasil, fabricante de pneus para automóveis, vans, picapes, SUVs, caminhões, ônibus, pneus fora de estrada, para mineração e para aviação, além de materiais para recauchutagem, está presente no Brasil há mais de 90 anos e conta com três mil funcionários no país. A companhia possui operações em duas unidades industriais: a fábrica na cidade de Americana (SP) e a unidade de materiais de recauchutagem na cidade de Santa Bárbara do Oeste (SP). Além disso, a empresa conta com uma sede na capital paulista, uma rede de 150 revendedores oficiais e cerca de mil pontos de venda em todo o país. Uma das características da Goodyear é a vocação para o pioneirismo e a inovação, que resultaram na sua posição de

liderança tecnológica. Para manter essa posição, a empresa investe em pesquisa e desenvolvimento em manufatura (equipamentos, matérias-primas e moldes) e no treinamento de suas equipes e de seus revendedores.

Foco na sustentabilidade Para a Goodyear, o processo de geração de riquezas concretizase sem prejudicar a natureza, a saúde e a segurança de seus colaboradores, clientes e comunidades onde a empresa está instalada. Sendo um “cidadão empresarial” global, socialmente responsável e consciente, a Goodyear trabalha no sentido de conduzir os seus negócios e as suas operações de acordo com os mais altos padrões legais e éticos. Assim, direciona esforços para contribuir com o desenvolvimento econômico e socioambiental, o que inclui aprimorar a qualidade de vida dos seus colaboradores e familiares, bem como da sociedade em geral.

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Além disso, o Setor de Tecnologia de Veículos do Departamento de Energia dos Estados Unidos também anunciou que oferecerá um subsídio de US$ 1,5 milhão para um projeto conjunto entre a PPG Industries e a Goodyear para aprimorar a resistência dos pneus ao rolamento e a eficiência no consumo de combustível. O objetivo do projeto é aumentar a eficiência média de consumo das frotas de veículos de passageiros por meio do uso de novas tecnologias para a banda de rodagem e o revestimento interno.

Para mais informações sobre a Goodyear, acesse: www.goodyear.com.br Goodyear do Brasil - Assuntos Corporativos Thaís Ruiz (11) 3281-4272 thais_ruiz@goodyear.com INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA Burson-Marsteller Marcelo Teixeira (11) 3040-2415 marcelo.teixeira@bm.com

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Ford Caminhões mostra nova linha Cargo 2012 A Ford Caminhões apresentará com exclusividade aos visitantes da Fenatran a nova linha Cargo 2012, adequada ao Proconve – P7. O lançamento, grande novidade da empresa este ano, será uma das apostas da Ford Caminhões para manter o crescimento contínuo nos próximos anos – só no primeiro semestre de 2011, a empresa atingiu 12% de crescimento. Para Marcel Bueno, supervisor de vendas e marketing da Ford Caminhões, o setor de transportes será impulsionado pelo crescimento econômico e desenvolvimento do país. “2011 será o maior ano na história da indústria de caminhões no Brasil. Nossa expectativa é de que a indústria atinja entre 170.000 e 180.000 unidades emplacadas nos veículos acima de 3,5 toneladas”, ressalta Bueno. O executivo também destacou o impacto das obras para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 em todo o segmento de transportes. “A contribuição acontece com a oferta de produtos adequados para suprir a demanda do país em distribuição e também para o segmento de construção de infraestrutura do país”, conclui.

Modelos e motores de caminhões da MAN Latin America Os visitantes também poderão conferir os novos modelos e motores de caminhões da MAN Latin America, adequados as novas normas estabelecidas pelo EURO5/PRONCOVE P-7 para a redução de emissão de gases na atmosfera. Para a empresa, a grande aposta serão caminhões para obras de infraestrutura de grandes eventos esportivos. “Oferecemos produtos sob medida para nossos clientes, principalmente para o segmento de construção civil, que é um dos que mais cresce no Brasil em função das obras para a Copa do Mundo e Olimpíadas. Acreditamos muito em um crescimento ainda maior das vendas em função desses grandes eventos”, afirma o diretor de marketing e pósvendas da MAN Latin America, Ricardo Alouche. Alouche também reforça a importância do Euro5 para o setor e o impacto da nova norma nas vendas de caminhões. “Com as novas normas de emissão, estamos dando um enorme passo tecnológico, nos aproximando ainda mais da legislação de emissões em vigor nos países mais avançados.

Esperamos atingir, já nesse 2º semestre, um aumento nas vendas de caminhões, pois muitos frotistas devem optar por uma antecipação de compra devido às mudanças na motorização e alterações de preço logo no início de 2012”, destaca.

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Você precisa saber

Novas tecnologias de segurança e rastreamento Segundo pesquisa realizada pela assessoria de segurança da NTC & Logística, apenas em 2010 foram registrados 12.850 roubos de cargas em rodovias, um prejuízo de R$ 800 milhões. Apesar disso, o número é menor do que em 2009, quando foi registrado um volume 5% maior, com 13.500 ocorrências. As novas tecnologias de segurança e rastreamento, bem como aplicações em comunicação via satélite, são alguns dos fatores que contribuíram para essa redução. A OnixSat, empresa que oferece serviço de rastreamento de veículos pesados, mostrará na Fenatran a nova tecnologia em comunicação satelital, o IsatData Pro. A ferramenta se diferencia das tecnologias atualmente disponíveis no mercado por sua alta velocidade e capacidade de dados – é capaz de transmitir 1000 bytes em 45 segundos – e por possibilitar

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uma ampla gama de serviços de segurança e rastreamento, com baixo consumo de energia. Segundo Wagner Eloy, diretor de marketing e vendas da OnixSat, são tendências no setor, a ampliação da comunicação com a frota em movimento, a capacidade de monitoramento em regiões remotas e a portabilidade.

Com as novas normas do Euro 5, Serafim explicou que “os veículos são mais limpos, ambientalmente corretos, proporcionando mais benefícios ao meio ambiente. Todos os agentes envolvidos no sistema de transporte terão um período de adaptação para as novas regras, que começam a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2012”.

Volvo com linha de caminhões já adaptados ao Euro 5 A participação da Volvo na Fenatran será focada em inovação. A montadora apresentará no evento sua nova linha de caminhões já adaptados ao Euro 5, o maior da América Latina no setor de transportes, além de soluções em pós-venda e serviços financeiros. “Estamos trabalhando para trazer o futuro para todos os visitantes da feira. A começar pela terceira geração da consagrada linha de caminhões VM pesados e semipesados”, afirma o gerente de caminhões da linha VM da Volvo do Brasil, Reinaldo Serafim.

Sonho de dirigir um caminhão de alta potência Para quem tem o sonho de dirigir um caminhão de alta potência, a oportunidade será durante o Fenatran Experience, quando grandes marcas disponibilizarão um test drive em seus caminhões para os visitantes sentirem a potência dos novos motores adaptados às normas do Euro 5, que já vigora na Europa e será obrigatório no Brasil a partir do próximo ano.

Em entrevista exclusiva à assessoria de imprensa da Fenatran, ele falou sobre os lançamentos da Volvo na feira, como a nova linha F de caminhões, conhecidos no mercado brasileiro por seu baixo consumo de combustível, elevado conforto e grande disponibilidade com elevada produtividade.

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Os testes serão realizados na Arena Anhembi, entre os dias 25 e 28 de outubro, das 11h às 19h. Estão confirmados test drives com a MAN, VOLVO, MERCEDES BENZ, SCANIA, INTERNATIONAL, IVECO e SINOTRUK. Profissionais de cada marca estarão no local para tirar todas as dúvidas dos motoristas. Parceria com Instituto Ayrton Senna Nesta edição, a Fenatran também será marcada pelas ações sócio educativas do

Instituto Ayrton Senna. Parceira social do Instituto Ayrton Senna desde 2008, a Reed Exhibitions Alcantara Machado (RXAM), organizadora e promotora do evento, apoia em mais uma edição os programas e trabalhos da instituição, convidando o público presente para abraçar a causa com a campanha “Seja um doador”. A parceria começa antes mesmo da Fenatran abrir as portas para o público. Na campanha de marketing do evento, são apresentados dados e informação de como o visitante pode contribuir com a causa do instituto. Durante o evento, o Instituto Ayrton Senna levará para a FENATRAN 2011 uma loja com toda a linha oficial de produtos, com a marca registrada de um dos maiores ídolos do automobilismo brasileiro. “A indústria automotiva é uma das mais fortes e tradicionais do Brasil. A FENATRAN, como parte disso tudo, traz para dentro de si, ações e projetos que possam potencializar a força desta indústria para mais grupos. Queremos que a mesma vitrine que a FENATRAN é para as empresas mostrarem seus produtos, seja também para os projetos que contribuem com o desenvolvimento do país” explica Hércules Ricco, diretor de eventos da Reed Exhibitions Alcantara Machado.


Só a Novateck reconstrói pneus utilizando a exclusiva e avançada tecnologia da Pirelli e devolve a eles a mesma performance e qualidade do produto original.*

A moderna tecnologia dos pneus Pirelli chega aos canteiros de obras e estabelece novos padrões de ciclo de vida. O novo composto na banda de rodagem garante maior aderência e mais resistência em condições agressivas. As bandas de rodagem para os pneus FG85 e TG85 foram desenvolvidos para oferecer excelente reconstrubilidade, proporcionando maior duração nos trabalhos mais severos.

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