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Ano II Março 2012

ISSN 2236-4692

Edição 17

São Paulo Zona Norte CORTESIA

A revista que lê você ®

Destino

Bananal

A fina flor da época áurea do café

Theatro Municipal

Sim,

Beleza se põe à mesa!

Aqui nasceu o Modernismo brasileiro

Daniel Boaventura O rei dos musicais volta aos palcos com “A Família Addams”


Voz

EDITORIAL

Ativa

Agência de Notícias

EXPEDIENTE:

Sem medo de ser feliz Cidade cinzenta, cidade de pedra, de gente estressada, que não enxerga o outro... Não é raro ouvir coisas assim de São Paulo, lugar onde a máxima “é cada um por si e Deus por todos” se aplica com facilidade... Mas será que é assim mesmo? Ou... Será que tem de ser assim? Não dá para dizer que essas afirmações não fazem sentido, porque fazem. Pode ser que metrópole endureça o coração de muita gente, como é comum se ouvir por ai. Mas penso que isso só aconteça com quem permite ou não se permite ver as coisas de um modo próprio. Porque São Paulo é grande demais para caber em rótulos tão pequenos. E, principalmente, porque as cidades são feitas de gente, e gente é feita de indivíduos, como eu e você, e não de pedra e cimento. É por isso que eu prefiro acreditar que é a pessoa que faz o lugar e não o lugar que faz a pessoa. Eu fico com quem se dá ao luxo de olhar o mundo com os próprios olhos, de quem busca suas próprias frestas para ver a si mesmo e os outros, e que não tem vergonha e nem medo de ser gente boa, de ser feliz, como bem disse o grande Gonzaguinha.

Editores: Claudia Sá Mtb.: 49233/SP claudia.sa@revistahibisco.com.br Juliano Picceli juliano.picceli@revistahibisco.com.br Reportagem: Silvana Silva redacao@revistahibisco.com.br Diagramação e Arte: Tarcila Zonaro arte@revistahibisco.com.br Foto da capa: João Caldas Publicidade: Reijane Barbosa da Cunha publicidade1@revistahibisco.com.br Administrativo: Honny Sá adm@revistahibisco.com.br Circulação e Assinaturas: Jéssica Sá jessica.sa@revistahibisco.com.br Colaboradores desta edição: Michele Marreira; Jéssica A. Fogaça; Rita de Cássia Furlan de Faria Pereira.

São Paulo é uma giganta, que parece não ter fim nem começo, que, pelo tamanho, às vezes, assusta, mete medo. Só que, no fundo, é uma mãe generosa, fonte de prosperidade para seus filhos, os nascidos aqui e aqueles vindos de outras paragens, mas que se atreveram a entendê-la e a amá-la.

Endereço: Av. Deputado Emílio Carlos, 118, Sala 17 São Paulo - SP - CEP: 02720-000 Telefones: (11) 2389-9010 / 4304-4633

É terra de poesia e de efervescência cultural, de belos alvoreceres e pores-do-sol, de noites estreladas, de bons restaurantes, de música da boa, de festas de arromba, de paulistanos de muitas origens, muitas feições, hábitos diversos... Aqui é o lugar que resume o mundo todo. Quer ver? Olhe de novo!

Hibisco (ISSN 2236-4692) é uma publicação mensal da Voz Ativa Agência de Notícias. As opiniões expressas em artigos assinados e textos dos anúncios são de responsabilidade exclusiva de seus autores/empresas. É proibida a reprodução total ou parcial das matérias e artes criadas pela editora sem autorização prévia, por escrito.

TIRAGEM: 10 MIL EXEMPLARES Até a próxima! Claudia Sá, Editora-chefe

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SUMÁRIO 8

Entrevista

Daniel Boaventura: O fenômeno contemporâneo dos musicais

Vida Saudável

Sim, beleza se põe à mesa!

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Destino

Bananal: A fina flor da época áurea do café

8............................. Entrevista 14....................... Eh, São Paulo! 18........................ Vida Saudável 22................................Destino 26...................... Lazer e Cultura 30................................. Artigo 32................................. Bichos 34......................Páginas Abertas

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Fale com a gente: Av. Deputado Emílio Carlos, 118, Sala 17 São Paulo - SP - CEP: 02720-000

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Capa

Daniel Boaventura

O fenômeno contemporâneo dos musicais

Por Michele Marreira

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efinitivamente ele conquistou seu espaço no cenário do teatro musical. Sim, estamos falando do ator e cantor Daniel Boaventura, um dos poucos talentos multifacetados que conhecemos na atualidade. Já participou e protagonizou diversas obras: “Cafajestes”, “Vitor ou Vitória”, “A Bela e a Fera”, “Chicago” e “My Fair Lady”, entre outros. Esse ano completa 21 anos de carreira nesse gênero. Mas... Sabia que sua entrada aconteceu por acaso? “Entrei acidentalmente, foi algo natural. Comecei fazendo shows, e, por causa disso, fui chamado para cantar em um musical”, entrega. Baiano radicado em São Paulo, ele tem na manga o poder de fazer rir com personagens, como o envolvente malandro Sólon, de “Cama de Gato” (2009), por exemplo, e, também, de prender nossa atenção, com os mistérios, talento e charme do detetive e cantor Diogo, seu personagem em “Passione” (2010). “O caso do Diogo foi meteórico, nunca passei por algo parecido. Fiquei apenas três meses no ar. O crédito é do Silvio de Abreu, por ter acreditado nesse personagem, por tê-lo criado”, diz, agradecido pelo sucesso.

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Recentemente integrou o elenco da minissérie que retratou um pouco da vida e obra da inesquecível Dercy Gonçalves. Em abril lançará seu primeiro DVD, do show Songs 4 U. Boaventura é eclético e não para! Em entrevista à Hibisco, o ator falou sobre seu personagem no musical “A Família Addams”, em cartaz no Teatro Abril, e contou que retornará à TV no remake “Guerra dos Sexos”: “Ele será um cara malhado (risos)”, referindo-se ao personagem. Acompanhe os principais trechos: Hibisco: Como foi seu processo para compor o Gomez, de “A Família Addams”? Daniel Boaventura: Já tinha visto a montagem em 2010 e os quadrinhos. Já está muito no inconsciente, então, não recorri ao filme. Hibisco: Mas nem uma inspiração? Daniel Boaventura: Ah, claro! Me inspirei no gênio Chico Anysio, seu personagem Alberto Roberto, que é ‘muito’ Gomez. Sou seu fã! Hibisco: O que mais te encanta na história dessa família atípica? Daniel Boaventura: O fato deles sempre falarem a verdade. Porque apesar de ser uma família estranha, não há segredos entre eles.


Foto: Jo達o Caldas


Foto: João Caldas

Capa

Em cena de “A Família Addams” com o elenco principal.

Hibisco: Você almeja carreira internacional? Daniel Boaventura: Todo artista almeja o maior número de possibilidades na carreira. Mas meu trabalho aqui é bem alicerçado. Hibisco: Falando sobre política, o que você acha de termos, pela primeira vez na história do Brasil, uma mulher no comando do país? Daniel Boaventura: Espero que Dilma consiga manter essa credibilidade lá fora. Que ela dê cada vez mais ênfase à educação no Brasil. Hibisco: Você se consagrou como um dos melhores atores de musicais brasileiros. Seguir por esse gênero teatral era um sonho? Daniel Boaventura: Recentemente, fiz 21 anos de carreira. Entrei em musicais acidentalmente, sabia? Foi algo natural... Comecei fazendo shows, e por causa

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disso, fui chamado para cantar em um musical. Fazia show e teatro. Juntei o últil ao agradável! Hibisco: Como contratado da TV Globo, conseguiu negociar esse período fora da telinha? Daniel Boaventura: Na verdade, são três situações: tem meu contrato com a Globo, minha carreira fonográfica [shows] e o musical. Lançarei, também, meu DVD em abril. Um paralelo interessante. Eu tenho paixão por música, é uma coisa de que não consigo abrir mão! Em relação à Globo, irei fazer o remake de “A Guerra dos Sexos”. Meu personagem será um cara malhado (risos). Hibisco: Como você se organiza para realizar tantos trabalhos ao mesmo tempo? Daniel Boaventura: Como bom baiano que sou, dou conta de tudo (risos).


Entrei em musicais acidentalmente, sabia? Foi algo natural... Comecei fazendo shows, e por causa disso, fui chamado para cantar em um musical”.

Hibisco: Como sentiu a repercussão do Diogo, seu personagem em Passione? Daniel Boaventura: O caso do Diogo foi meteórico, nunca tinha passado por algo parecido. Fiquei apenas três meses no ar. O crédito é do Silvio de Abreu, por ter acreditado nesse personagem, por tê-lo criado. Fui

Capa chamado no capítulo 125, de última hora. Não sabia nem qual era a profissão dele, apenas que cantava. Foi um desafio impressionante. Hibisco: Você tinha ficado por três anos no ar vivendo o professor Adriano, em Malhação... Daniel Boaventura: O Adriano acabou virando “habitué”. E era outro público. Principalmente no último ano, ele teve uma aceitação fantástica. Houve uma empatia muito grande com a personagem da Carolina Casting, uma parceira maravilhosa e muito talentosa. O elenco era diferenciado, com atores e cantores: Mariana Rios, Jonatas Faro... Me lembro também que, cheguei a interpretar três personagens, contracenando ao mesmo tempo: Adriano, irmão gêmeo dele e a dona Drica. Foi um momento muito especial pra mim. Hibisco: E como é o lado ‘pai’ do Daniel? Daniel Boaventura: Sou um pai babão (risos), louco por minhas duas filhas, meus anjinhos! Procuro ser o melhor pai possível.


Eh, São Paulo!

Theatro Municipal de São Paulo

Foto: Claudia Sá / Revista Hibisco

Aqui nasceu o Modernismo brasileiro

Da Redação

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nspirado no Ópera de Paris, o Theatro Municipal de São Paulo foi idealizado para se parear aos grandes centros culturais do mundo, no início do século XX, quando a cidade colhia os frutos da próspera indústria do café. A edificação veio para substituir o Teatro São José, o mais importante da capital, no século XIX, que tinha sofrido um incêndio, em 1898. A edificação monumental, que, até hoje, enche os olhos até dos mais apressados, que transitam pelas frenéticas ruas do Centro, possui arquitetura eclética, combinando os estilos Renascentista, Barroco do Setecentos e

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Art Nouveau. Em seu interior, belíssimas obras de arte, como bustos, bronzes, medalhões, paredes decoradas, cristais, colunas neoclássicas, vitrais, mosaicos e mármores, revelam a opulência daqueles tempos. A obra, assinada por Ramos de Azevedo e os italianos Cláudio Rossi e Domiziano Rossi, foi iniciada em 1903 e, em 12 de setembro de 1911, a inauguração aconteceu com a presença de uma multidão de 20 mil pessoas. São Paulo passava a integrar, então, ao roteiro internacional dos grandes espetáculos. Pelo palco do imponente teatro, passaram nomes, como Maria Callas, Enrico Caruso, Arturo Toscanini, Claudio Arau, Arthur Rubinstein, Ana Pawlova, Nijinsky,


Foto: Rubens Chiri


Eh, São Paulo! Isadora Duncan, Nureyev, Margot Fonteyn, Baryshnikov, Duke Ellington, Ella Fitzgerald. Além de receber tantos espetáculos estrangeiros, o lugar entrou para a história do Brasil ao ser escolhido como palco da “Semana de Arte Moderna de 1922”, o marco inicial da criação do Modernismo brasileiro. Durante o século XX, foram realizadas duas grandes obras no prédio: a primeira, em 1954, criou novos pavimentos para ampliar os camarins, reduziu os camarotes e instalou o órgão G. Tamburini; a segunda, concluída em 1991, restaurou a edificação e incluiu estruturas e equipamentos modernos. O Theatro Municipal, hoje Para celebrar o centenário da edificação, em 12 de setembro de 2011, a edificação passou por sua terceira reforma. As fachadas e a ala nobre foram restauradas, os 14.262 vidros que compõem os vitrais foram recuperados, e as pinturas decorativas resgatadas com base em fotos antigas. O palco ganhou modernos mecanismos cênicos.

O corpo artístico do Theatro Municipal de São Paulo é composto pela Orquestra Sinfônica Municipal, Orquestra Experimental de Repertório, Balé da Cidade de São Paulo, Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, Coral Lírico, Coral Paulistano e as Escolas de Dança e de Música de São Paulo. Visitas Quem quiser conhecer o teatro, sem, necessariamente, assistir a uma apresentação artística, pode agendar uma visita gratuita pelo site (www. teatromunicipal.sp.gov.br - link “Ação Educativa”). Na página, o internauta também pode conferir a programação de espetáculos, que tem preços a partir de 10 reais. Endereço: Praça Ramos de Azevedo, s/nº, Centro São Paulo – SP. Telefones: (11) 3397-0327 (Bilheteria) e 3397-0382 / 3397-0383 (visitas).


Vida Saudável

Sim,

beleza se põe à mesa!

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Vida Saudável

Da Redação

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undamental para a saúde, a boa alimentação também pode ser uma grande aliada da beleza. E o melhor: a beleza verdadeira, que vem de dentro, que é o reflexo do zelo e do carinho que se tem com o próprio corpo. Isso não quer dizer que bons produtos e bons tratamentos sejam dispensáveis, mas que não adianta nada gastar tufos de dinheiro com cosméticos e, até mesmo, exercícios físicos, se o corpo não estiver bem-nutrido. Uma dieta equilibrada, segundo a nutricionista Flávia Ferazzo Figueirêdo, é capaz de deixar os cabelos sedosos e brilhantes, pele macia e hidratada, unhas fortalecidas, um corpo harmônico e peso ideal. “Muitas pessoas focam nas calorias e não no valor nutricional dos alimentos como tentativa de manter o peso ideal. Em muitos casos, isso acaba resultando em uma maior queda de cabelos, unhas fracas, mais acne, ou seja, o terror de qualquer pessoa que busca estar em equilíbrio e de bem com o espelho”, afirma. Flávia, que é graduada pela Universidade Federal de Goiás, especialista em Nutrição Clínica Funcional e participa do Grupo Longevidade Saudável (Nutrição na Modulação Hormonal Bioidêntica – Anti-idade), sustenta que, com um pouco de empenho e disciplina, qualquer pessoa consegue ter uma alimentação balanceada e equilibrada. “Além de uma alimentação saudável, é importante praticar exercícios físicos regulares que serão essenciais para dar mais pique ao dia a dia e ajudar a reduzir as gordurinhas, deixando cabelos e unhas bem nutridos”, diz. Dicas da nutricionista Para suprir necessidades individuais, a nutricionista listou alguns nutrientes, funções no organismo e os alimentos onde eles podem ser encontrados. No entanto, ela lembra que “é muito importante também lembrar-se da individualidade bioquímica de cada pessoa. Ou seja, cada indivíduo deve ter um plano alimentar individualizado respeitando as suas necessidades e limitações”.

Unhas Fracas: ferro, cálcio, zinco, ácido linoleico. Manchas brancas: magnésio, silício e ferro. Amareladas: distúrbios no sistema linfático, infecção por fungos e diabetes. Alimentos indicados: castanha-do-pará, amêndoas, nozes, aveia, cevada, vegetais verde-escuro, frutas em geral, semente de linhaça, frutos do mar e carnes. Cabelos Queda e opacidade: proteínas, biotina, vitamina D, cobre, zinco, cálcio, ácido pantotênico, magnésio, ferro. Alimentos indicados: gema de ovo, aveia, cevada, salsa, carnes vermelhas, peixes, aves e leguminosas. Pele Acne: zinco, vitamina C, vitamina A e E. Alimentos indicados: cenoura, mamão, pimentão, tomate, frutas cítricas, abóbora, carnes, peixes, aves, gérmen de trigo. Manchas: vitaminas A, C e E. Alimentos indicados: soja e seus derivados, hortaliças verde-escuro, frutas cítricas, vegetais amarelados e óleos vegetais. Flacidez cutânea: vitaminas e minerais antioxidantes Alimentos indicados: arroz integral, pães integrais, massas integrais, abacate, abóbora, frutas vermelhas. Pele seca: vitamina A, biotina, cálcio, ácidos graxos, vitamina B2. Alimentos indicados: soja, amêndoas, feijão, lentilha, grão-de-bico, nozes, castanha-do-pará, linhaça, laranja, morango, limão, acerola. Celulite: iodo, selênio, ômega 3, vitamina C, isoflavonas, clorofila. Alimentos indicados: azeite de oliva, algas marinhas, castanha-do-pará, soja, aveia, peixes de água fria, frutas cítricas e água.

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Destino

Bananal

A fina flor da época áurea do café Da Redação

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rico e a rodoviária, é um atrativo à parte. Inaugurada em 1889, a construção tem arquitetura belga - única do gênero na América Latina, com seu modelo pré-fabricado, feito de placas almofadadas de aço. Em frente a ela, há uma Maria Fumaça, que ligava Bananal a Barra Mansa, no Rio de Janeiro, por onde era escoada a produção agrícola. Visitar as fazendas é como fazer um passeio pelo tempo. A Fazenda dos Coqueiros, por exemplo, datada de 1855, conserva sua estrutura original, com senzalas, lavadores de café, mobília, objetos antigos e documentos históricos. Já a fazenda Resgate é tida como uma das mais luxuosas do ciclo do café, tendo hospedado o imperador D. Pedro II durante suas visitas à região. Ambas são famosas, por terem sido cenários de novelas, como “Sinhá Moça” e “Cabocla”, da TV Globo. Outras fazendas locais também serviram de cenários para produções televisivas e cinematográficas. Foto: Miguel Schincariol / Divulgação

asarões, palacetes, fazendas onde o tempo parece ter passado... Tudo em Bananal remete à segunda metade do século XIX, época áurea do café, quando a cidade era conhecida como o lugar onde vivia a elite do Império e, por sua importância e riqueza, chegou a cunhar sua própria moeda. Situado aos pés da Serra da Bocaina, a 310 quilômetros da Capital, no extremo leste do Estado, o lugar também guarda belas surpresas da Natureza, com vales, montanhas, rios e cachoeiras de águas cristalinas. Num passeio a pé, é possível apreciar belos exemplares da chamada “Arquitetura do Café”, como a igreja matriz, a Santa Casa e o Teatro Santa Cecília (hoje ocupado pela Secretaria Municipal de Turismo). A estação da estrada de ferro, desativada em 1963, que, atualmente, abriga a biblioteca municipal, o arquivo histó-

Fazenda dos Coqueiros: construída em 1855, conserva até hoje sua estrutura original, como parte de senzalas, lavadores de café, objetos antigos e documentos históricos.

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Foto: Miguel Schincariol / Divulgação

Maria Fumaça ligava Bananal a Barra Mansa, por onde era escoada a produção agrícola.


Foto: Miguel Schincariol / Divulgação

Destino

com espécies ameaçadas de extinção, como o sagui-daserra-escuro, a onça parda e o cachorro-do-mato, além de bromélias e orquídeas raras. Seu ponto mais elevado é o Pico do Tira o Chapéu, um dos mais altos do Estado de São Paulo, alcança cerca de 2 mil metros acima do nível do mar. O lugar revela paisagens de tirar o fôlego, que podem ser admiradas de vários mirantes, sendo que, de alguns deles, pode-se avistar a Baía de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Trilha do Ouro: construída pelos escravos no século XVIII, possui uma parte do seu leito ainda pavimentada com grandes pedras. Para percorrê-la inteira, refazendo o caminho das tropas de burros que carregavam o ouro de Minas Gerais até o litoral, é preciso três dias de caminhada. Cachoeira do Bracuí: possui cinco saltos e, aproximadamente, 150 metros de extensão, com grande volume de água.

Sala da Fazenda dos Coqueiros com mobília e objetos originais.

Com tantos atrativos, para aproveitar ao máximo uma viagem a Bananal, uma boa dica é montar roteiros diários. A seguir, saiba um pouco mais sobre os principais atrativos do lugar: Centro histórico Pharmacia Popular: é a mais antiga em funcionamento do País. Construído em 1830, o prédio mantém arquitetura neoclássica com assoalho revestido por ladrilhos franceses e balcões em pinho de Riga. Possui frascos antigos, caixa registradora da época, balanças de precisão e outros aparelhos utilizados na preparação de remédios, móveis e compêndios de medicina, a maior parte em francês. Para visitá-la, paga-se um valor que é revertido nas despesas de conservação do local. Solar Manuel de Aguiar Valim: construção do século XIX, com traços neoclássicos. Possui dezesseis janelas de gradil na frente e primoroso acabamento interno e, conta com murais de Vilaronga. Pertenceu a um dos mais ricos proprietários rurais da região, o barão de Aguiar Valim. Turismo ecológico Serra da Bocaina: formada por montanhas e vales, rios e cachoeiras, conta com fauna e flora preservadas,

Cachoeira Sete Quedas: conta com saltos, rampas deslizantes e piscinas naturais. Acesso pela Rodovia SP247, KM 15. Cachoeira da Usina: acesso pela Fazenda da Cachoeira, KM 12 da Rodovia SP-247. Tem esse nome, pois por muito tempo gerou luz para Bananal. Tem 150m de queda de água, e, é formada pelo rio Bananal que deu nome a cidade. Recanto da Cachoeira: balneário com piscinas naturais e cachoeiras com fácil acesso para banho ao pé da Serra do Turvo. Oferece infraestrutura para passar o dia. Fazendas Nas fazendas de Bananal, para ver de perto como era a vida de barões e escravos do período colonial, o visitante conta com infraestrutura moderna para receber os visitantes. As mais luxuosas chegam a ter, até, locais para pouso de helicópteros. As visitas aos locais históricos podem ser entremeadas com atividades, como passeios a cavalo e trilhas monitoradas, além de refeições à moda antiga. Algumas dessas fazendas oferecem, ainda, hospedagem. Como chegar O acesso é feito pela Rodovia Presidente Dutra (BR 116), seguindo pela SP 64 (Rodovia Brasil Álvaro Filho).


Lazer e Cultura Roteiro MALUCO BELEZA

Foto: Divulgação

Evento faz homenagem a Raul Seixas na estação Paraíso do Metrô

Até o dia 30 de março, das 11h às 20h, quem passar pela estação Paraíso do Metrô poderá reviver os grandes momentos da vida de Raul Seixas. A trajetória desta que é uma das maiores lendas do rock nacional será contada por meio de fotos, objetos pessoais e shows de bandas covers, que sobem ao palco às quartas-feiras e sextas-feiras, às 19h. No evento, que faz parte do lançamento nos cinemas do filme “Raul Seixas – O Início, o Fim e

o Meio”, o público conhecerá detalhes da vida do Maluco Beleza. Entre os objetos, que estão organizados em uma linha do tempo, estão fotos de infância, da adolescência e da vida adulta, além de documentos, como a certidão de nascimento. Alguns manuscritos de seus grandes sucessos musicais, como “Gita” e “O Trem das 7”, também estão reproduzidos em grandes painéis, além de imagens de capas e contracapas de LPs com dados técnicos e ensaios fotográficos. A instalação também traz peças originais de Raul: uma jaqueta de couro preta, um colete, um pijama, a lendária capa preta e até sua guitarra Gibson vermelha que o acompanhou em shows memoráveis. Onde: Estação Paraíso do Metrô, plataforma Tucuruvi. Quando: até 30 de março, das 11h às 20h (exposição). Às quartas-feiras e sextas-feiras, às 19h, acontecem os shows. Entrada gratuita.

Fernando Muylaert e Carol Zoccoli apresentam “Noite do Microfone Aberto” Todas as quintas-feiras, às 21h, Bar Frey Café & Coisinhas, acontece o espetáculo “Noite do Microfone Aberto”, uma tradução literal de open mic, termo usado para iniciantes no StandUp Comedy. Comandado pelos humoristas Fernando Muylaert e Carol Zoccoli, o show mistura concurso de calouros e experimentação de novos trabalhos de artistas profissionais. Além de se apresentarem e serem mestres de cerimônia, os dois humoristas já consagrados recebem os novos comediantes, que têm direito a votação pelo público e retorno na semana seguinte, caso seja o mais votado.

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Onde: Rua Frei Caneca, 703 Consolação - São Paulo – SP Quando: todas as quintas, às 21h. Valor dos ingressos: 15 reais Telefone: 3539-0858

Foto: Salvador Cordaro

QUER ARRISCAR?


Lazer e Cultura Roteiro PAI E FILHO

Antonio Fagundes e Bruno Fagundes estrelam a peça “Vermelho”

Em seu ateliê em Nova York, em 1958, o já consagrado artista Mark Rothko recebe, pela primeira vez, seu novo assistente, Ken. “O que você vê?”, pergunta, apontando para uma das pinturas em que trabalhava. A partir daí, uma bela relação desenvolve-se diante da plateia; um encontro cheio de nuances, em que ambos se permitem indagar e refletir, questionar e ouvir. É esse o ponto de partida do espetáculo Vermelho, dirigido por Jorge Takla, e estrelado por Antonio Fagundes, como Rothko, ao lado de seu filho Bruno Fagundes, que interpreta o jovem aspirante a artista. A peça, que estreia no dia 30 de março, às 21h30, no teatro Geo, recebeu vários prêmios na Broadway (seis Tonys na temporada de 2010). Escrita pelo dramaturgo e roteirista John Logan e traduzida por Rachel Ripani, com

Fotos: Ivan Abujamra

figurinos de Fabio Namatame, a história se passa no período entre 1958-1959, quando o pintor russo naturalizado norte-americano – que ganhou notoriedade ao encabeçar o Expressionismo Abstrato -, trabalha em uma série de murais para o sofisticado restaurante Four Seasons, no Edifício Seagram, na Park Avenue, encomendados a ele por uma quantia recorde à época.

Onde: Rua Coropés, 88 (próximo ao metrô Faria Lima). São Paulo – SP. Quando: às quintas e sábados, às 21h; sextas, às 21h30, e domingos, às 18h. Preços dos ingressos: 120 reais (plateia) e 100 reais (balcão) Telelefone: 3728-4930 Site do teatro: www.teatrogeo.com.br

INFANTO-JUVENIL

“O fantasma da máscara” volta ao palco paulistano público a descobrir o paradeiro da cantora sequestrada e revelar a identidade secreta de “O Fantasma da Máscara”. Onde: Rua Tito, 295. Lapa. São Paulo – SP. Quando: até 8 de abril, aos sábados e domingos, às 16h. Preço dos ingressos: 10 reais Telefone: 3864-4513 Foto: Gabriel Boieras

Após viagens pelo País e temporadas prorrogadas em São Paulo e Rio de Janeiro, “O Fantasma da Máscara” está de volta à capital paulista, no teatro Cacilda Becker. Com direção de Rosi Campos, que interpretou a inesquecível Bruxa Morgana do “Castelo Rá Tim Bum”. Escrita pelo autor mineiro Victor Louis Stutz, “O Fantasma da Máscara”, é uma adaptação livre do clássico “O Fantasma da Ópera”, do francês Gaston Louis Alfred Leroux (1868 – 1927). No elenco, Beto Marden, Cristina Cândido, Pedro Bosnich, Luciana Milano, Alexandre Pessôa e Rejani Humphreys. Nesta versão bem brasileira, uma charmosa cantora chamada Belinha recebe de presente de aniversário uma gaiola e um livro que pertenceram a um misterioso maestro. Durante sua festa, as luzes se apagam e a jovem desaparece. Em seguida, uma série de pistas desafia o

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Lazer e Cultura Roteiro GRÁTIS

Em cartaz no Museu de Belas Artes de São Paulo Muba, a mostra Quadrinhos’51 é uma homenagem aos 61 anos da primeira exposição didática internacional sobre o tema, organizada em São Paulo, em 1951, por Álvaro de Moya, Jayme Cortez, Syllas Roberg, Reinaldo de Oliveira e Miguel Penteado. A visitação é gratuita. Com curadoria de Francisco Ucha e Fábio Moraes, o evento é baseado na coleção particular de Moya, com acréscimos importantes de originais de grandes desenhistas brasileiros e de publicações raras de outros colecionadores, como César Cerito, Júlio Shimamoto, Primaggio, e Rodolfo Zala, entre outros. Publicações raras de inestimável valor histórico também serão exibidas, tais como O Tico-Tico, O Globo Juvenil, de 1949, The Spirit and Ebony, número 16, de 1949, de Will Eisner, Revista Mad número 11, de 1954, revistas número 1 da Turma da Mônica editadas na Europa, entre outros.

Edição do quadrinho Zodiako original

Foto: Divulgação

Exposição reúne quadrinhos históricos

Onde: Rua Dr. Álvaro Alvim, 76. Vila Mariana. São Paulo – SP. Quando: até 26 de maio, de segunda a sexta-feira, das 10h às 20h e sábados, das 10h às 16h. Telefone: 5576-7300 Entrada gratuita.


Artigo

A geração de filhos únicos Por Jéssica A. Fogaça

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Foto: Divulgação

O

s filhos únicos, normalmente, são crianças planejadas, quando os pais decidem ter apenas um filho para poder dar tudo de forma integral, principalmente atenção exclusiva. Mas tudo que é demais pode gerar saciação ou despreparo para lidar com a falta, e os pais precisam ficar atentos. Devem dar amor e atenção, mas, também, impor limites, assim, a criança crescerá sabendo o que é certo e errado, e que o mundo não gira em torno dela. Como os filhos únicos convivem com muitos adultos, são crianças com vocabulário avançado para a idade e são muito criativos, já que desenvolvem habilidades brincando sozinhos. Mas, por outro lado, faltam modelos variados de conduta e, muitas vezes, apresentam dificuldades de relacionamento com outras outras crianças, que vivem em um padrão diferente, e não o compreendem devido ao seu repertório diferenciado. Por estar acostumado a ser o centro das atenções, e ter seus gostos realizados pelos adultos, o filho único tem dificuldade em dividir e ser frustrado. Isso implica em uma inabilidade para lidar com o próximo quando esse não faz aquilo que esperam. Na relação com outras crianças, isso tende a se agravar, pois o outro pode não querer ceder. Sem habilidade para lidar com isso, é comum que o filho único arrume confusões e, até mesmo, bata em um coleguinha ou seja vítima de uma criança maior. Mas isso acontece só até a sua adaptação para lidar com seus semelhantes e reconhecer as diferentes regras de um novo ambiente. Assim, é importante que os pais de filhos únicos favoreçam o contato de seu filho com outras crianças, para que eles aprendam as regras de conduta dos pequenos, levando os filhos para passear em locais infantis, beneficiando o contato e o entrosamento com novas crianças.

Outro fator importante é dar os limites adequados, pois, muitas vezes os pais relevam atitudes inadequadas, porque seu filho é “sozinho”. Isso não faz bem à criança, pois ela não aprende as consequências de seus atos e não sabe até onde pode ir. Também não ajuda nada superproteger o filho, uma vez que ele não saberá se defender sozinho; o que é fundamental no convívio com outras crianças e no futuro para suas relações sociais em geral. Outro fator a ser considerado é quando os pais esperam atitudes maduras de seus filhos. Lembre-se, ele pode mostrar algumas atitudes maduras porque convive com muitos adultos, mas ainda é uma criança. Os comportamentos acima da norma são uma exceção e não a regra. Para auxiliar o desenvolvimento saudável do filho único, ensine-o a compartilhar. Aprendendo a dividir, ele terá um convívio mais fácil com os demais. Jéssica A. Fogaça é psicóloga infantil comportamental e arte-educadora. Possui aprimoramento em Intervenção em Dificuldades de Aprendizagem Acadêmica e curso de formação em Terapia Analítico-comportamental Infantil. Site: www.estimuloconsultoria.com.br


Bichos

Os perigos escondidos dentro de casa Por Rita de Cássia Furlan de Faria Pereira

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Pisos lisos e escadas: dê preferência a pisos antiderrapantes e um portão na escada é sempre bem-vindo. Animais estão sempre pulando e correndo, para acontecer um acidente pode ser uma questão de tempo. Piscina: ela necessariamente deverá estar numa área restrita. Animais adoram água. Entrar ou cair na piscina é fácil, o duro é sair. Se o animal estiver sozinho nadará até perder as forças e morrerá afogado. Picada de aranha, escorpião ou cobras: é tudo de bom correr e brincar em quintais, mas o proprietário tem obrigação de mantê-lo limpo e com o mato ou grama aparado e de não juntar entulhos e objetos desnecessários. Gatos e cães filhotes têm fixação por inseto e pequenos animais. Choques elétricos: quem procura acha! Com

certeza seu animalzinho encontrará um fio para mastigar, por essa razão, quem tem bicho em casa deve deixar os aparelhos elétricos fora das tomadas. Queimaduras: esse item vale, principalmente, para os gatos que não encontram obstáculos para conseguir o que querem. Cuidado redobrado com fogão e panelas quentes! Engasgo, envenenamento e intoxicação: lixo é no lixo e, para quem tem animal, em recipiente fechado. Alimentos estragados, tinta de cabelo, absorventes, vidros, latarias, ossos, remédios vencidos representam um perigo iminente a qualquer animal. Janelas e varandas: indispensável que tenham telas de proteção. Plantas tóxicas: plantas tornam os ambientes agradáveis, mas muito perigoso para os bichinhos. Todo mascote necessita ingerir plantinhas e eles sabem quais podem comer quando estão livres na natureza, mas, se confinados, não fazem cerimônia e vão mastigando tudo que encontrarem pela frente. Atenção com algumas plantas que você deverá manter longe de casa: açucena, amarílis, aroeira, bico-de-papagaio, comigo-ninguém-pode, copo-de-leite, coroa-de-cristo, costela-de-adão, espada-de-são-jorge, espirradeira, hera, hortênsia, íris, jiboia, lírio, mamona, narciso, palma-de-cristo, tulipa e urtiga, além de algumas variações de samambaia. Tenha além de responsabilidade, consciência. A vida do bichinho dentro de sua casa depende de seus atos. Em qualquer caso, consulte imediatamente um veterinário.

Foto: Arquivo pessoal

H

oje em dia, tornou-se muito comum o assunto “posse responsável”. É praticamente impossível adotar um animal em uma instituição sem a leitura e assinatura do referido documento. Mais uma vitória dos bichinhos que, aos poucos, vão conquistando seu espaço e respeito em um mundo que ainda tem muito a aprender com eles. Os proprietários devem ter a consciência de suas obrigações para com o bichinho, tais como: mantê-lo ao abrigo da chuva e sol em boas condições de limpeza, fornecer alimentação adequada, fazer visitas regulares ao veterinário, entre outras necessidades. Além disso, para quem tem um animal, é fundamental conhecer os perigos que se escondem dentro de suas casas e quintais, pois, como responsáveis, devem antever possíveis acidentes, para não lamentar depois. Nos plantões em hospitais veterinários, verificase que, depois dos atropelamentos, que lideram o ranking de emergências, os acidentes domésticos estão em segundo lugar. Sim, são mais comuns que imaginamos! Infelizmente, os acidentes em sua grande maioria ocorrem quando não há ninguém em casa, o que dificulta a sobrevivência do animal. Para ajudar a evitar esse tipo de situação, já que acidentes não acontecem só com os outros, e de mais a mais, os outros dos outros somos nós, é importante observar algumas regras básicas de segurança, que listo a seguir:

Rita de Cássia Furlan de Faria Pereira é especialista em comportamento de animais domésticos. E-mail: ritaconsulturiapet@gmail.com


Páginas Abertas Zona Norte Gostaria de sugerir uma matéria sobre a Serra da Cantareira, que é linda e muito interessante. Hibisco em casa

Joana D’Arc de Araújo da Silva / Vila Maria

Sou leitora de Hibisco. Amo de paixão a revista, mas tem muitas edições que não consegui ler, porque muitas vezes quando vou pegar em algum estabelecimento já acabou. Gostaria de receber em casa todos os meses e, também, as edições anteriores. Como faço? Zenaide de Jesus / mensagem via site Mande-nos o seu endereço, que encaminharemos as revistas atuais. Algumas edições anteriores estão em falta, mas encaminharemos a você as que estiverem disponíveis.

Presente! Gostaria de parabenizá-los pelo excelente trabalho, que é a Revista Hibisco. É um presente para os moradores da zona norte – conteúdo de qualidade, belas propagandas do comércio dos bairros, tudo bem dosado e, com certeza, feito com muita dedicação. E ainda por cima, fornecido de graça! Marlene Soares Feitosa / Santana

Herson Capri Parabéns pela escolha da capa da edição 16. O Herson Capri é um show de pessoa e de ator. Maria do Rosário Costa dos Santos / Limão

Linda a edição 16 com o Herson Capri na capa. Estou aguardando a próxima, ansiosa! Berenice Carvalho / Casa Verde

Atenção, vizinhança! Gostaria de falar, aqui, sobre uma coisa que me incomoda muito na minha rua, e sei que é um problema que acontece em vários outros lugares: todos os dias, quando vou trabalhar, tenho de ficar desviando de cocô de cachorro, que ficam aos montes nas calçadas. Amo os bichos – tenho um, mas fico indignada com muitos donos que às vezes até levam sacolinha para disfarçar, mas não recolhem nada. Lurdes / Limão

Caros, Muito obrigada pelas cartas, e-mails e telefonemas. É muito bom saber que vocês estão se identificando e interagindo com a gente. As dicas e sugestões estão em nossa pauta. Aguardem as próximas edições!

Equipe da Revista Hibisco

Nota da editora

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Queridos leitores, este espaço é seu. Ajude-nos a fazer com que Hibisco tenha cada vez mais a sua cara! Envie suas sugestões e comentários para o e-mail redacao@revistahibisco.com.br. Obs.: A revista se reserva o direito de não publicar palavras ofensivas ou de cunho preconceituoso, tampouco informações que tenham finalidades comerciais.


Hibisco edição 17  

Revista sobre comportamento e cotidiano, distribuida, gratuitamente, na zona norte de São Paulo.

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