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AQUELE QUE CHEGA A PROVAR, DEPOIS Nテグ QUER OUTRA COISA NA VIDA...

1ツェPARTE


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AQUELE QUE CHEGA A PROVAR, DEPOIS NÃO QUER OUTRA COISA NA VIDA... - 1ª PARTE -

Incrível! Vocês nem imaginam aquilo que me aconteceu. Ontem passei talvez pelas experiências mais estranhas em toda a minha vida mas eu acho que gostei. Aquilo que vivi foi diferente a tudo o que já vivi mas a sensação foi boa e ao estar a dizer isso eu praticamente já nem me reconheço. Eu não sou assim. Nunca fui e nem tenciono ser mas… ontem estive com um homem e não posso negar, ter estado com ele foi realmente muito bom. Eu tenho 22 anos e sou um tipo giro. Não é para me gabar mas sou realmente muito bonito. As raparigas ficam doidas comigo e eu sei que muitos rapazes também o ficam. Já apanhei muitas vezes alguns rapazes a olhar para mim com aquele olhar de desejo. Confesso que isso até nem me incomoda porque eles apenas ficam a olhar e cada um tem o direito de olhar e imaginar aquilo que quiserem. Não sou contra os gays. E é verdade que no meu ciclo de amigos eu não conheço nenhum gay mas a minha opinião em relação a eles é a seguinte: desde que eles me respeitem, eu irei respeita-los da mesma forma. E pelo menos até hoje, apesar de receber muitos olhares indiscretos de alguns rapazes e homens já feitos, a verdade é que nunca nenhum me faltou ao respeito. Atualmente eu namoro com a Sofia. Já estamos juntos há três anos e eu acho que ela é a mulher certa para mim. Eu sonho em casar e ter muitos filhos e acho que ela é a tal. Acho não! Eu tenho a certeza, apesar de alguns pormenores que infelizmente deixam-me um pouco triste. Antes da Sofia eu namorei cerca de um ano com a Patrícia e antes da Patrícia estive com a Inês. Estive entretanto com outras raparigas mas nunca foram relações assim muito sérias. Eu tive sexo pela primeira vez aos 14 anos e desde então nunca mais parei. Adoro sexo. Adoro estar com uma mulher e puder penetrar-lhe na vagina sem parar até atingirmos o AQUELE QUE CHEGA A PROVAR, DEPOIS NÃO QUER OUTRA COISA... de Ermelindo Lopes


2 orgasmo. E adoro que chupem o meu pau. Adoro mesmo e se pudesse ter sexo todos os dias eu seria o homem mais feliz do mundo. Mas infelizmente não tenho a sorte de ter relações com a Sofia todos os dias. É que ela queixa-se com alguma frequência do tamanho do meu pénis. Diz que quando fazemos sexo ela no final fica toda dorida porque eu insisto em penetrala mesmo até ao fim. Gosto de sentir o meu pénis todo lá dentro mas ela diz que ele é muito grande. E realmente é. O meu pénis tem cerca de 23cm. É grande, é grosso e sei que é um tamanho que surpreende qualquer um. Mas as outras mulheres com quem eu já tive nunca se queixaram. Elas aliás adoravam agarrar no meu valente mastro. Mas a Sofia as vezes parece de cristal e como eu não quero que ela fique toda partida, eu acabo por compreender o facto de fazermos sexo poucas vezes. E não é por isso que eu vou deixar de ama-la. Mas há uma coisa que me deixa mesmo triste. A Sofia não gosta de fazer sexo oral. Já por diversas vezes tentei durante a relação fazer com que ele me chupasse mas nunca consegui. E sempre que insisto ela depois fica chateada. Diz que fica enjoada só de pensar em ter o meu pau na sua boca. Mas ela não é a única mulher com quem eu já estive que recusou chupar-me. Houve outras que também sentiam-se mal com isso e é pena. Eu adoro sentir uma boca molhada no meu pénis. Adoro que uma língua me lambe a cabecinha do meu pénis e com ela faça-me maravilhas. Adoro mas infelizmente, desde que comecei a namorar com a Sofia, momentos desses nunca mais existiram na minha vida. Mas enfim… Tudo isso foi para dizer que eu nunca estive com um homem e nem mesmo nunca tencionei estar com um homem. Cada um leva a vida que quer e eu optei por ser apenas heterossexual. Até porque, apesar de respeitar aqueles homens que gostam de estar com homens, a mim me fazia imensa confusão imaginar dois homens aos beijos. Dois homens a terem sexo. É estranho. Mas deixa-me ir agora ao que interessa. A minha família tem uma casa no Algarve. É uma vivenda e nós todos os verões vamos lá passar férias. E quando não estamos lá, temos um casal que vive no anexo que toma conta da casa durante o ano. Esse casal tem um filho. Não sei bem que idade é que tem mas sei que é mais novo do que eu. Acho que se chama Ricardo e quando eu era mais novo, por diversas vezes tentei uma relação de amizade com ele. Era muito chato vir todos os anos para o Algarve e depois não ter nenhum amigo para conversar, jogar à bola, enfim… para fazer coisas de homens. Mas os meus pais são pessoas muito conservadoras e nunca admitiram que o seu filho mantivesse uma relação de amizade com os caseiros. A mim essa história de patrões não puderem manter uma relação de amizade com os empregados sempre foi uma estupidez. Não me interessa se aquele é rico ou pobre. Há valores mais importantes na hora de criar laços de amizade com as pessoas. Por isso, mesmo os meus pais não querendo que eu me relacionasse com o jovem, eu tentava ser amigo dele. Mas acabei por desistir. O Ricardo também era impedido pelos pais de relacionar-se comigo e por isso, ele raramente falava comigo. AQUELE QUE CHEGA A PROVAR, DEPOIS NÃO QUER OUTRA COISA... de Ermelindo Lopes


3 Passamos a agir como se fossemos dois estranhos. Hoje ele é o jardineiro da casa. Acho até que tirou um curso de jardinagem e é bom naquilo que faz pois o jardim da casa está espetacular. Para além de cuidar do jardim, sei que ele adora ler livros. Volta e meia apanho-o num cantinho do jardim a ler um livro e nunca o vejo com ninguém. Nunca vi ele sair à noite. Nunca o vi com amigos e nem mesmo com raparigas. Parecia-me um tipo muito solitário. Este ano e porque a minha mãe tem andado um pouco doente, nem ela nem o meu pai quiseram vir passar as férias ao Algarve. Ficaram em Lisboa e só mesmo eu e a Sofia é que viemos. Já cá estamos há duas semanas e daqui a três dias vamos embora. Temos feito praia todos os dias mas ontem não tive vontade para praia. Estava um pouco cansado e por isso acabei por não ir. Mas a Sofia, como não vive sem praia, foi sozinha. Por isso eu achava que estava sozinho em casa , pois no dia anterior, os caseiros tinham-me dito que iam para o Alentejo visitar uns familiares. Mas afinal não estava. E da mesma forma que eu pensava que estava sozinho, o Ricardo que não tinha ido com os pais, também devia achar que estava sozinho. Eu estava sentado no sofá a ver um pouco de televisão quando de repente ouço um carro parar ao pé da minha casa. Depois começo a ouvir a voz de dois homens. Consegui perceber que uma das vozes era do Ricardo mas não consegui perceber quem era a outra. Por isso levantei-me e fui até a janela espreitar. O Ricardo, apenas com uns calções vestido, foi até ao portão da casa e abriu-o para um homem entrar. Um homem estranho. Um homem que eu nunca tinha visto em lado nenhum. Aparentava ter uns quarenta anos e apesar do calor infernal que se fazia naquela tarde, ele estava de fato e gravata. Parecia mesmo um homem de negócios. Eles os dois ficaram um pouco à conversa no portão e depois o senhor passou qualquer coisa para a mão do Ricardo. Tentei perceber o que era mas não consegui. O senhor entrou no jardim, o Ricardo fechou o portão e os dois juntos foram depois para a garagem. Achei aquilo tudo muito estranho e por isso quis averiguar o que estava a acontecer. Como estava apenas de boxers, peguei na minha t-shirt e nuns calções e vesti. E depois fui ver o que se estava a passar. Quando cheguei ao jardim olhei um pouco para fora do portão e vi que o carro do senhor era um super carrão. Era um Audi A4 comprado este ano. Olhei para a garagem e vi que eles tinham deixado a porta aberta. Por isso, lentamente e silenciosamente aproximei-me até à porta para ver se conseguia espreitar e aquilo que vi, deixou-me simplesmente de boa aberta. O senhor, com as calças baixadas, estava encostado ao carro da Sofia enquanto que o Ricardo, de joelhos, estava a chupá-lo. Via-se perfeitamente que o homem estava a adorar ser chupado e o Ricardo também dava a entender que estava a adorar. Aliás, da forma como ele AQUELE QUE CHEGA A PROVAR, DEPOIS NÃO QUER OUTRA COISA... de Ermelindo Lopes


4 chupava-o, dava mesmo para perceber que o Ricardo sabia muito bem aquilo que estava a fazer. Parecia um profissional e eu fiquei surpreendido com isso. Não cheguei a ficar de pau duro com aquela cena pois ver um homem a chupar outro homem não era coisa que me excitasse mas por breves momentos quis ficar a olhar para eles os dois. O Ricardo chupava-o sem parar e o homem só gemia e pedia para ele não parar. Enquanto tinha o pau do homem na boca, o Ricardo com uma mão fez com que o seu pénis saltasse cá para fora e enquanto chupava a pila do homem, ele começou a masturbar-se. Nem sei porque é que fiquei ali parado a olhar. Simplesmente fiquei ali a olhar super admirado pois nunca me tinha passado pela cabeça de que o Ricardo fosse gay. Ele era um tipo estranho, lá isso era. Mas nunca em nenhum momento deu-me a entender que ele gostasse de homens. Enfim… Enquanto olhava, eu encostei-me um pouco junta à porta e de repente, o meu telemóvel no bolso começou a tocar. Assustei-me, quase desequilibrei-me e com isso, abri a porta da garagem sem querer. Eu congelei por completo. Super envergonhado ali fiquei sem saber o que fazer. O homem que estava a ser chupado é que teve de imediato uma reação. — Foda-se! Tu disseste que estavas sozinho. — disse ele empurrando o Ricardo para o chão e vestindo as calças a correr. E ainda mais a correr saiu depois da garagem ainda com o fecho das calças por fechar. Foi-se embora e quando entrou no carro, acelerou a toda a velocidade. Eu ali continuei. O meu telemóvel continuava a tocar e eu naquele momento, depois de passar por aquela vergonha não tive como atender. O Ricardo, também envergonhado e sem conseguir olhar para mim, arranjou os seus calções como deve de ser e acabou por depois entrar na porta que dava acesso à casa dele. Depois daquele estranho momento, eu voltei para casa. Sentei-me no sofá e ri-me. Rime da situação. Eu sabia que talvez devesse chamar a atenção ao Ricardo para ele não fazer aquilo tipo de coisas na minha garagem mas… ele era adulto e vacinado e por isso podia fazer aquilo que quisesse. Eu é que tinha que aprender a não me meter onde não era chamado. No entanto o Ricardo tinha tido muita sorte. Se fosse o meu pai a apanha-lo naquela situação, ele de imediato iria meter o Ricardo na rua e ainda os seus pais. Mas eu não tencionava fazer nada. Nem iria ter coragem agora de aparecer-lhe à frente. Por isso olhei para o telemóvel para ver se tinha sido a Sofia que tinha ligado mas não, era um amigo e eu depois voltaria a ligar-lhe. Continuei então a ver TV. E enquanto fazia zapping pelos vários canais de TV, de repente parei na Playboy. Eu nem sabia que tinha aquele canal. Ou melhor, antes de vir de férias lembro-me que uma senhora da ZON me tinha ligado a sugerir a adesão da Playboy durante uma semana para ver se eu gostava. Não me lembro muito bem dessa chamada mas se tinha a Playboy naquele AQUELE QUE CHEGA A PROVAR, DEPOIS NÃO QUER OUTRA COISA... de Ermelindo Lopes


5 momento, então era porque eu tinha dito que queria aderir a essa promoção. Por isso ali estava eu, a ver o canal Playboy. E pelo que vi fiquei de imediato excitado. Duas jovens, uma loura e outra morena, muitos bonitas e com umas mamas de arrasar, disputavam entre si a pila de um homem. Ambas queriam chupar-lhe e elas o iam fazendo à vez. E a loira, que até tinha algumas parecenças com a Sofia, chupava-o com tanta garra que quando dei por mim, já estava de pau duro. Estava louco, cheio de vontade que aquela loira me chupasse também. Olhei as horas e vi que ainda era muito cedo para a Sofia chegar a casa. Por isso sem demoras despi-me. Tirei a t-shirt, os calções e por fim atirei os boxers para o lado. Fiquei completamente nu na sala e com os meus 23cm na mão. Estava muito bem acomodado no sofá e comecei a masturbar-me. A masturbar-me ao mesmo ritmo que aquela loura chupava o pau do homem que estava simplesmente a adorar. E eu estava de tal forma excitado, de tal forma a precisar daquele momento, que não faltou muito para eu sentir que iria atingir o clímax. Por isso, como sempre faço nesses momentos, eu fechei os olhos e bati ainda com mais força para que o liquido jorra-se forte cá para fora. E não demorou muito para isso acontecer. O líquido começou a sair do meu pénis em grande quantidade. Jorrou de tal forma que um bocado de líquido até veio parar à minha cara. Cansado, mas ao mesmo tempo muito satisfeito, eu ainda com os olhos fechados deixei-me repousar por uns instantes mas de repente fiquei com aquela sensação de que eu não era a única pessoa que estava na sala. Por isso abri os olhos e quando abri, apanhei o maior susto da minha vida.

(continua...)

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Aquele que chega a provar, depois não quere outra coisa na vida (1ª parte)