Revista Frigorífico Jun14

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Ă­ndice



editorial

Oportunidades conjuntas podem virar parcerias que fortalecem É fato notĂłrio que a uniĂŁo de forças resulta em um maior poder de atuação no mercado, abre portas e possibilita caminhos que antes jamais poderiam ser seguidos. Mas, muitas vezes, governo, entidades, indĂşstrias e produtores relutam em tomar iniciativas neste sentido. Motivos individuais Ă parte e julgamentos idem, acontece que andar sozinho hoje – em meio a tantos concorrentes e inĂşmeros outros fatores que vĂŁo de tributos a burocracias – pode ser, fatalmente, a chave para o insucesso de uma empreitada. Parceria. Esta ĂŠ a palavra da vez! E algumas notĂ­cias que compĂľem as pĂĄginas desta edição vĂŞm, novamente, comprovar esta tese. Tese que se aplica de forma crescente ao setor do agronegĂłcio e que jĂĄ havia sido fortalecida em março deste ano, quando da junção da UniĂŁo Brasileira de Avicultura (Ubabef) e da Associação Brasileira da IndĂşstria Produtora e Exportadora de Carne SuĂ­na (Abipecs) nasceu a maior entidade representativa do setor de proteĂ­na animal do Brasil, a Associação Brasileira de ProteĂ­na Animal (ABPA). perfeição o que tento passar neste editorial e, por isso, replico as palavras de Francisco Turra. “O objetivo [da junção] foi construir uma entidade com representatividade ainda maior, que viabilizasse sinergias e ampliasse o papel polĂ­tico-social das antigas associaçþes. SĂŁo cadeias com demandas similares em vĂĄrios aspectos, e que contam com modelos produtivos semelhantes e de Ă cadeia da proteĂ­na animal brasileira, seja no mercado interno ou nas exportaçþesâ€?. E eis que surge no depoimento do respeitado dirigente a palavra sinergia que, entre os diversos contextos em que ĂŠ utilizada, pode ser resumida como cooperação. Como o trabalho ou esforço conjunto de dois elementos que agem da mesma forma para atingir um determinado objetivo. Que, juntos, buscam realizar uma " # ergia ĂŠ, pois, quando de uma parceria o todo acaba sendo maior que os resultados que as partes teriam separadamente. Parceria e sinergia! Que as parcerias no agronegĂłcio resultem em muitas sinergias e que, assim, avanços ocorram em toda a cadeia produtiva. Que sĂłlidos negĂłcios sejam cada vez mais concretizados e que o setor $ mais fortalecido! Boa leitura!

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conexĂŁo Brasil demonstra ao mundo o compromisso e a qualidade dos serviços de defesa agropecuĂĄria O ministro da Agricultura, PecuĂĄria e Abastecimento, Neri Geller, fez uma avaliação positiva da ida a França para participar da 82ÂŞ Seção Geral da Assembleia Mundial da Organização Mundial de SaĂşde Animal (OIE), de 25 a 30 de maio. Segundo ele, apĂłs as reuniĂľes bilaterais e os reconhecimentos obtidos pelo Brasil, o paĂ­s se prepara para um novo patamar nas negociaçþes internacionais. “JĂĄ estamos entre os maiores exportadores de proteĂ­na animal do mundo e queremos ir adiante. Com o reconhecimento de mais oito estados brasileiros como livres de aftosa, alĂŠm da manutenção do

% % Bovina (EEB), podemos planejar junto com o setor privado a ampliação do acesso dos produtos brasilei & ' O ministro ressaltou o rĂ­gido controle sanitĂĄrio brasileiro como um dos principais motivos para que a carne brasileira – bovina, suĂ­na ou de aves – seja vendida em novos mercados. Ainda segundo ele, o Brasil tem potencial para ampliar a produção de pro * *

exportaçþes com produtos com maior valor agregado. França - Na oportunidade, uma das reuniþes bilaterais que o ministro da Agricultura no Brasil participou foi com o ministro da Agricultura da França, Stephane Le Foll, para discutir temas que visam às relaçþes comerciais entre os países. Estiveram no encontro o secretårio de Relaçþes Internacionais do Agronegócio, Marcelo Junqueira, e o diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA), Guilherme Marques. Geller ressaltou a importância da liderança da França no bloco europeu e na defesa dos interesses mútuos, e solicitou o apoio do governo francês na candidatura do atual adido agrícola do Brasil em Genebra, Guilherme Costa, ao posto de vice-presidente do Codex Alimentarius. Fez ainda um convite para que Le Foll venha ao Brasil para conhecer os traba-

lhos desenvolvidos pelo MinistÊrio da Agricultura. De acordo com o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), Leandro Feijó, que tambÊm esteve presente na reunião, as relaçþes entre Brasil e a França vão possibilitar $ # * tecnológico nas diversas åreas do agronegócio. Irã - O ministro brasileiro participou ainda de uma reunião com o colega de pasta iraniano, Mahmoud Hojjati, para discutir a liberação das vendas de carne bovina produzidas em Mato Grosso. Geller solicitou a suspensão do embargo porque não hå riscos à saúde +/

1 4 6 7 9 66 questĂŁo o quanto antes. Segundo FeijĂł, as informaçþes tĂŠcnicas prestadas pelo Brasil ao serviço veterinĂĄrio iraniano demonstraram alinhamento das açþes adotadas com as orientaçþes da OIE. UniĂŁo Aduaneira - Na mesma semana da Assembleia foi realizada uma reuniĂŁo em Paris com o chefe do serviço veterinĂĄrio russo, Serguey Dankvert, para tratar sobre temas em negociação. â€œĂ‰ importante ressaltar o bom andamento das relaçþes do Brasil com a UniĂŁo Aduaneira porque elas podem ser mais & : ; No encontro, Dankvert propĂ´s a habilitação de mais estabelecimentos brasileiros para exportação de carne bovina, suĂ­na, de aves e equina, e tambĂŠm de produtos lĂĄcteos, alĂŠm de dar continuidade Ă s negociaçþes de abertura do mercado brasileiro para importação de trigo e grĂŁos. Para Marcelo Junqueira, a presença do ministro nas reuniĂľes auxilia nos negĂłcios internacionais. “Isso proporciona estabilidade no comĂŠrcio e a possibilidade de ampliação da habilitação do agronegĂłcio do paĂ­s com a UniĂŁo Aduaneiraâ€?, acrescenta.

Ă rea livre de aftosa e risco insignificante para EEB < oito estados brasileiros reconhecidos internacionalmente como livres de febre aftosa. SĂŁo eles: Alagoas, MaranhĂŁo, ParaĂ­ba, CearĂĄ, PiauĂ­, Rio Grande do Norte, Pernambuco e a regiĂŁo norte do ParĂĄ.

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%% @ doença neurodegenerativa que afeta o gado bovino, conhecida como mal da vaca louca. O Brasil tambÊm / * quenos ruminantes (como ovinos e caprinos), doença que causa febre e diarreia. Mapa, com edição da NRF


conexĂŁo

Peru estuda suspender o embargo Ă importação de carne brasileira TĂŠcnicos do Serviço Nacional de Sanidade AgrĂĄria do Peru estive K V 6 $ cial de visitas em Mato Grosso. Participaram da missĂŁo peruana trĂŞs mĂŠdicos veterinĂĄrios, que formam o grupo das trĂŞs ĂĄreas da sanidade: anĂĄlise de risco, ĂĄrea de quarentena e de laboratĂłrio animal. Em abril, o Brasil enviou missĂŁo ao paĂ­s vizinho com o intuito de suspender o embargo Ă s compras de carne bovina brasileira, que foi motivado pela ocorrĂŞncia de um caso atĂ­pico de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) em Mato Grosso. Em atenção ao pedido brasileiro, os tĂŠcnicos peruanos avaliaram o sistema de prevenção para a doença % WX tĂłrio Ă s autoridades de seu paĂ­s. “As exigĂŞncias primordiais das autoridades do Peru ĂŠ de que nĂłs possamos dar garantia que o sistema de vigilância para EBB existe e segurança para retomar, o mais breve possĂ­vel, as importaçþes de carne bovina e derivados. Em todas as ĂĄreas que eles visitaram, foram apresentados todos os registros de controle, do sistema de vigilância / & 1 Y Agricultura, Donizete Mesquita. â€œĂ‰ muito importante essa tomada de decisĂŁo do Peru em vistoriar * Y '

4 curto apĂłs o episĂłdio de sanidade que nĂłs tivemos, e comprovar, na prĂĄtica, todo o comprometimento sanitĂĄrio que toda a indĂşstria brasileira tem, que a indĂşstria de Mato Grosso tem e, principalmente, todos os produtores tĂŞm com o controle sanitĂĄrioâ€?, destacou o superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari. \> 4 / $ bem tranquilamente, e esse resultado ĂŠ possĂ­vel de apresentar a qualquer missĂŁo sanitĂĄria que vier ao Brasilâ€?, diz Mesquita, acrescentando que acredita em resultado favorĂĄvel ao Brasil. “Nossa expectativa ĂŠ muito positiva, temos plena convicção que o / $ / 7 o ministĂŠrio tratou esse assunto foram exemplares, nĂŁo deixou dĂşvida nenhuma a respeito do controle sanitĂĄrio brasileiro. A gente espera que esses paĂ­ses que embargaram revertam seus posicionamentos e voltem a ter relaçþes com o nosso Estadoâ€?, aponta o superintendente da Acrimat. Para a Coordenadora Geral de Combate Ă s Doenças, do Departamento de SaĂşde Animal da Secretaria de Defesa AgropecuĂĄria (SDA/ Y _ : % ` Y w ram satisfeitos com o que observaram. “A expectativa do Departamento ĂŠ positiva e espera-se a retirada do embargo peruano aos produtos bovinos brasileirosâ€?, reforça. % K{W| W XX} + gerando receita de quase US$ 3 milhĂľes. Os embarques feitos exclu Y '

|W| produto. Depois do Peru, Egito e Irã tambÊm embargaram a carne bovina brasileira. Mapa e Canal Rural, com edição da NRF


conexĂŁo

ABPA busca oportunidade de exportaçþes para o MĂŠxico A Associação Brasileira de ProteĂ­na Animal (ABPA), em parceria com a AgĂŞncia Brasileira de Promoção de Exportaçþes e Investimentos (Apex-Brasil), partici Y K{W w Y co, entre os dias 03 e 05 de junho, para promover os diferenciais das cadeias produtivas brasileiras exportadoras da avicultura e da suinocultura e ressaltar o Brasil como parceiro seguro em qualidade e sanidade. De olho na expansĂŁo do saldo de exportação da carne de frango brasileira e na abertura do mercado para os embarques de carne suĂ­na, ovos e material genĂŠtico, a entidade realizou açþes especiais de fortalecimento de imagem do setor avĂ­cola e suinĂ­cola do paĂ­s, em um espaço exclusivo, por meio das marcas setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Pork e Brazilian Egg. “O mercado mexicano foi aberto para a avicultu / K{W| / 4 atingiram os patamares que esperĂĄvamos. Por esse motivo, estamos aumentando os esforços jĂĄ empregados para oportunizar aumento de volumes embarcados para o destino. Ainda hĂĄ espaços decorrentes

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demos auxiliĂĄ-los a preencherâ€?, destaca. O presidente da ABPA lembra, ainda, que a suinocultura mexicana – assim como a produção de toda a AmĂŠrica do Norte – vem sendo afetada com focos de Diarreia SuĂ­na EpidĂŞmica (PEDv), o que tambĂŠm pode favorecer a abertura do mercado para os exportadores brasileiros do segmento. “Com situação privilegiada e sem registros de PEDv, a suinocultura exportadora brasileira quer * / lidade de nosso status sanitĂĄrio. Queremos atuar em complementariedade Ă produção local, especialmente frente Ă situação sanitĂĄria enfrentada por eles atualmenteâ€?, diz Turra. A ação no MĂŠxico serviu, ainda, para o planejamento – em parceria com a Embaixada Brasileira do MĂŠxico e da Apex-Brasil – da realização de um workshop com autoridades locais e importadores, focado na exportação de proteĂ­na animal e material genĂŠtico de aves Ă quele mercado. ASCOM ABPA, com edição da NRF



mercado TendĂŞncia de crescimento sustentĂĄvel nas exportaçþes se confirma Levantamentos da Associação Brasileira de ProteĂ­na Animal (ABPA) mostram que o volume das exportaçþes brasileiras de carne de frango – considerando produtos inteiros, cortes, salgados e processados – manteve o ritmo positivo no ano. Ao todo, foram W V{V $4 / 6 K{W W ‚ 4 * K{W| ƒ1 $ # W{ |‚ * 7 „"† | W / $‡ ˆ # $ $ # W K‚ ‡ | } % # } }‚ „"† }{X | $‡ “Apesar de comparativamente menor em relação K{W| # mos os resultados de exportação em patamares su „"† }{{ $‡ # dĂŞncia indicada jĂĄ em abril, de recuperação de receita cambial do setorâ€?, destaca o presidente-executivo da ABPA, Francisco Turra. E de acordo com o vice-presidente de aves da enti ‰ " se aproximando, hĂĄ expectativa do setor com relação ao aumento dos nĂ­veis dos embarques a partir de julho. \> a tendĂŞncia de crescimento sustentĂĄvel nas exportaçþes, com os principais mercados mantendo seus volumes. Nossa expectativa, agora, ĂŠ que o segundo semestre mantenha o comportamento comum ao perĂ­odo, de aumento nos nĂ­veis de embarques, indican $ K{W em recuperação de receitaâ€?, aponta Santin. Carne suĂ­na - JĂĄ as exportaçþes brasileiras de

* ‚ volumes embarcados entre janeiro e maio deste ano, WVW Š * % # $ { X‚ „"† }Š Š $‡ w maio, os embarques de carne suĂ­na in natura decres WK }‚ |K X Seguindo a tendĂŞncia do ano, a receita do mĂŞs apre 4 }‚ „"† W{‹ ‹ $‡ De acordo com o presidente-executivo da ABPA, 4 K{W| deve ao bom momento do mercado interno, situação que torna mais atraente para as indĂşstrias colocarem seus produtos no Brasil em vez de exportĂĄ-los. “As vendas internas continuam aquecidas, ao contrĂĄrio do que se poderia esperar, pois o perĂ­odo de vendas fortes, internamente, ĂŠ o segundo semestre, w

/ para o aquecimento das vendas domĂŠsticas, o preço da carne suĂ­na, mais competitivo do que o da carne bovinaâ€?, destaca Francisco Turra. Sobre a elevação da receita, o vice-presidente de suĂ­nos da ABPA, Rui Eduardo Saldanha Vargas, explica que ĂŠ resultado da tendĂŞncia de aumento do preço mĂŠdio da carne suĂ­na no mercado internacional, em função da menor oferta do produto relacionada com problemas sanitĂĄrios em alguns mercados produtores e de menores investimentos no setor. “HĂĄ uma falta geral de carne suĂ­na no mundo que K{W| %

# mente baixos anos atrås, países produtores deixaram de investir, entre eles o Brasil. AlÊm disso, houve problemas sanitårios, como a peste suína africana na Europa e a Diarreia Suína Epidêmica (PEDv) no MÊxico, Canadå e nos Estados Unidos�, diz.

MDA disponibiliza recursos para avicultores e suinocultores Em reunião com o Ministro do Desenvolvimento Agrårio, Miguel Rossetto, em Brasília (DF), no dia 28 de maio, o presidente-executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, tratou sobre recursos disponibilizados para pequenos produtores de aves e suínos. Participaram do encontro o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Equipamentos Avícolas e Suinícolas (Anfeas), Carlos Pulici, e o consultor Odacir Zonta. Conforme destacou o ministro, dentro do novo

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Plano da Agricultura Familiar, liberado pelo MinistÊrio do Desenvolvimento Agrårio (MDA), foi apresentada $ * produtivas. Contemplada no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), a linha permite a construção, reforma e implantação de novos equipamentos em instalaçþes produtoras avícolas e suinícolas, em condiçþes favoråveis, com limite de R$ 300 mil por produtor. ASCOM ABPA, com edição da NRF



mercado

Produção de carne bovina brasileira pode aumentar 4% Em apresentação de resultados da expedição tĂŠc ‰ ` 1 { 6 $ # toria Agroconsult estimou que a produção de carne / / ‚ K{W W{ VX milhĂľes de toneladas (equivalente carcaça). A produ 4 Â? interna e de exportaçþes recordes neste ano do Brasil, maior exportador global de carne bovina. Segundo o coordenador do Rally, MaurĂ­cio Noguei para absorver o aumento da oferta no mercado. Organizadora da expedição, a Agroconsult tambĂŠm V ‚ + / # ra a maior parte do rebanho seja criada no Brasil em

4 1 VV $‡ / K{W A estimativa considera avaliaçþes de associaçþes a venda de ração, que sĂŁo correlacionados aos dados levantados pela equipe do Rally.

Â? 4 ração e suplementos em sistema fechado durante os meses mais secos do ano, quando o pasto perde seu vigor nutricional. Segundo Nogueira, trata-se de um processo cada vez mais usado no paĂ­s para aumentar a produtividade do rebanho e para fazer o manejo € por pecuaristas no Brasil. Diretor da Agroconsult, AndrĂŠ PessĂ´a ressaltou que tal estratĂŠgia foi observada nos Ăşltimos trĂŞs ralis. “Estamos diante de uma revolução de tecnologia da pe 1 / < parecendo que a pecuĂĄria ĂŠ o patinho feio. Isto estĂĄ se transformando. É a terceira vez que vemos isso, o que jĂĄ estĂĄ trazendo impactos no mercado e nos preçosâ€?. As equipes da expedição tĂŠcnica tambĂŠm observa WW }‚ # venção no curto prazo para frear o avançado estĂĄgio de degradação. “Cerca de 5 milhĂľes de hectares precisam de reforma imediataâ€?, apontou Nogueira. Reuters no Agrolink, com edição da NRF

Exportaçþes de couros e peles atingem US$ 258 milhĂľes O balanço do mĂŞs de maio para exportaçþes de couros e peles, divulgado pela Secretaria de ComĂŠrcio Exterior do MinistĂŠrio do Desenvolvimento, IndĂşstria e ComĂŠrcio Exterior (MDIC), apresentou um total de US$ 258 milhĂľes, com valor acumulado no ano „"† W KWŠ / $4 # ção do setor de InteligĂŞncia Comercial do Centro das IndĂşstrias de Curtumes do Brasil (CICB).

Os nĂşmeros demonstram uma manutenção das posiçþes do couro brasileiro junto ao comĂŠrcio internacional. Segundo o presidente executivo do CICB, JosĂŠ Fernando Bello, a intenção ĂŠ de que haja crescimento em exportaçþes – em especial de couros aca/ @ K{W $ semestre positivo para o setor. CICB, com edição da NRF



por dentro dos

frigorĂ­ficos Perspectivas sĂŁo positivas para indĂşstrias de carnes, diz Rabobank As companhias que atuam no segmento de carnes, especialmente bovina e suĂ­na, vivem momentos / 4 E as perspectivas, de curto e mĂŠdio prazo, sĂŁo de que esse cenĂĄrio persista, segundo avaliação do analista sĂŞnior da ĂĄrea de proteĂ­na animal do Rabobank Brasil, Adolfo Fontes. “As empresas de bovinos estĂŁo vivendo um Ăłtimo momento. O preço do boi estĂĄ alto, mas as companhias tĂŞm conseguido repassar nas vendas nas exportaçþes e para o atacadoâ€?, diz. AlĂŠm disso, segundo * / $ 4 de valor, por meio de marcas e cortes especiais. O quadro ĂŠ favorĂĄvel tambĂŠm para os pecuaristas. O Brasil tem ganhado espaço no exterior mesmo com as restriçþes parciais ou totais Ă carne nacional impostas por alguns paĂ­ses como Peru, Egito, IrĂŁ e

ArgĂŠlia por causa do recente caso atĂ­pico de EEB registrado em Mato Grosso. HĂĄ, ainda, a restrição chinesa ao produto nacional, por conta do caso tambĂŠm * \ & 1 K{WK Fontes lembra que as exportaçþes tĂŞm crescido em função da redução da oferta em outros paĂ­ses, como EUA e AustrĂĄlia, que nos Ăşltimos anos sofrem com problemas climĂĄticos. Nos primeiros cinco meses K{W ‹‹ } / W K‚ K{W| 6 4 4 ‡ WX‚ @ K{W| / W X $4 neladas do produto. Fontes tambĂŠm acredita que os EUA devem abrir seu mercado Ă carne bovina brasileira in natura ainda neste ano, apesar da resistĂŞncia da indĂşstria americana.

Valor pago por carne suĂ­na compensa, e vendas externas aquecem segmento de frango Para a carne suĂ­na, o Rabobank prevĂŞ que as expor ‡ / 1 4 K{W| XW} Y tambĂŠm ĂŠ favorĂĄvel aos exportadores brasileiros, que tĂŞm conseguido vender a preços mais altos. Em maio, o preço mĂŠdio do produto exportado su/ KK X‚ / K{W| „"† | |ŠK 4 €

dêmica suína (PED) que afeta a produção nos EUA, MÊxico, Canadå, Peru e Colômbia, alÊm de Japão e Coreia do Sul, e que deve reduzir a produção global neste e no próximo ano. Para os EUA, a previsão Ê de

4 V‚ Conforme Adolfo Fontes, neste primeiro momento as exportaçþes brasileiras nĂŁo foram favorecidas pela doença, uma vez que os EUA exportam para mercados em que o Brasil ainda nĂŁo estĂĄ. Mas as vendas para a RĂşssia estĂŁo sustentadas porque aquele paĂ­s embargou a carne suĂ­na da Europa apĂłs surto de febre suĂ­na africana na PolĂ´nia e Lituânia. Contudo, a exportação nĂŁo cresce tanto, acrescenta, porque a Ucrânia – um importante cliente do Brasil – vive uma crise polĂ­tica que paralisou o paĂ­s. Os nĂşmeros dos primeiros cinco meses do ano mos ‚ WVW Š

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interno aquecido, conforme a Associação Brasileira de ProteĂ­na Animal (ABPA). Para o analista do Rabobank, a epidemia de PED “abre oportunidades de mĂŠdio prazoâ€? para o Brasil. Fontes observa, porĂŠm, que o paĂ­s nĂŁo tem muito espaço para elevar suas exportaçþes de carne suĂ­na, jĂĄ que a produção estĂĄ ajustada Ă demanda. AlĂŠm de preços favorĂĄveis na exportação, outro / * tativa ĂŠ de queda nos custos de produção, jĂĄ que o $ ma Fontes. “O impacto da seca [no inĂ­cio do ano] no milho foi superestimadoâ€?, diz. > / / do pela queda esperada dos preços do milho no segundo semestre. Fontes destaca que o desempenho das exportaçþes tem sido vital para a formação dos preços domĂŠsticos e para o desenvolvimento da produção. Nos primeiros cinco meses do ano, os embarques

W V{V $4 W ‚ que no mesmo perĂ­odo do ano passado. A previsĂŁo ‰ / / ; |‚ ‚ / K{W| 7 | Š‹W $‡ toneladas. Um mercado que pode favorecer o Brasil ĂŠ a China, que sofre com surtos de gripe aviĂĄria. Valor Online, com edição da NRF


por dentro dos frigorĂ­ficos

Produtores de couro de bovino poderĂŁo ser remunerados por abatedouros A ComissĂŁo de Agricultura, PecuĂĄria, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou proposta que / * / dutores de bovinos pelo couro dos animais. Pelo proje KW 1 4 poderĂĄ alegar desinteresse pela aquisição do produto. O texto aprovado ĂŠ o substitutivo do relator, de ' / ‘ ‰# ‰_ 6 Â’ X‹}‹“W| de autoria da deputada Sandra Rosado (PSB-RN). Ele 4 " w 4 w ro Bovino e Bubalino, a ser gerido pelo MinistĂŠrio da Agricultura, PecuĂĄria e Abastecimento (Mapa), que deverĂĄ criar sistema informatizado para receber informaçþes referentes Ă origem e Ă s etapas de processamento do couro, sua transformação industrial e comercialização. A remuneração paga ao vendedor corresponderĂĄ ao valor comercial do couro in natura acrescido de / 4 > 4 Em carĂĄter conclusivo, o projeto aguarda agora

anĂĄlise da ComissĂŁo de Constituição e Justiça e de Cidadania. CenĂĄrio - Segundo Giacobo, dados sobre a produção agropecuĂĄria publicados pelo IBGE em setembro de K{W| / / giu recorde histĂłrico no 2Âş trimestre daquele ano – 8,5 milhĂľes de cabeças, nĂşmero que representa aumento WW }‚ 4 * K{WK O relator ressalta que a comercialização de couro ‹ } $‡ * Š X‚ / K” K{WK \: V| W‚ $ * & Ele relata ainda que pecuaristas de todas as regi‡ * pagamento, vĂĄrios subprodutos do animal abatido, entre eles o couro. Com isso, o pecuarista recebe pelo }‚ Š‚

/ / \?

X{‚ pago aos produtores americanos e europeusâ€?, diz. AgĂŞncia Câmara, com edição da NRF


por dentro dos frigorĂ­ficos

Sustentabilidade: Korin lança marca de carne bovina orgânica dida em todos os cortes do traseiro bovino disponĂ­veis no mercado brasileiro, como picanha, maminha, # ƒ1 tradicionalmente menos valorizados no mercado, se 4 W disponibilizados para grupos de consumo responsĂĄvel ligados Ă Korin. “Temos condiçþes de abastecer o {{ $ neira sustentĂĄvel por mĂŞsâ€?, diz. A escolha por novilhas ao invĂŠs de boi gordo, ex 6 / \ vacas sĂŁo extremamente desvalorizadas na hora da * & O projeto de carne sustentĂĄvel da Korin tornou-se viĂĄvel no Pantanal do Mato Grosso do Sul – um bioma propĂ­cio Ă pecuĂĄria sustentĂĄvel e orgânica – por meio de parceria entre a Associação Brasileira de PecuĂĄria Orgânica (ABPO), Ă qual a Korin ĂŠ associada, e a Embrapa Pantanal, que formulou, juntamente com a empresa, um protocolo de criação sustentĂĄvel de bovinos. EstadĂŁo no BeefPoint, com edição da NRF

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Chega ao mercado mais uma carne bovina sustentĂĄvel. Da marca Korin, o produto jĂĄ nasce com a

W{{‚ – ca – ou seja, sem o uso de alopatia nos animais e sem o uso de adubos quĂ­micos e agrotĂłxicos no pasto, alĂŠm de ração Ă base de milho e soja nĂŁo-transgĂŞnicos. Sem contar com o respeito a todas as regras de bem-estar animal, dos trabalhadores envolvidos e ao meio ambiente. \% ‹{ WK{ 61 * bovina orgânica da marca Korin no mercadoâ€?, garante o diretor-presidente da Korin, Reginaldo Morikawa. AtĂŠ agora, a Ăşnica carne bovina orgânica disponĂ­vel – e que hĂĄ algum tempo nĂŁo ĂŠ encontrada nas prateleiras, segundo o jornal EstadĂŁo – era a da marca Friboi. A Korin ĂŠ marca conhecida principalmente por causa do frango produzido sem o uso de antibiĂłticos ou outros promotores de crescimento e do frango orgânico, alĂŠm de ovos com o selo , hortaliças, frutas, legumes, grĂŁos e processados orgânicos. Segundo Morikawa, a carne sustentĂĄvel serĂĄ ven-

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Variedade de mercados impulsiona exportaçþes de carne de frango w WX{ 4 a consolidação do saldo positivo das exportaçþes de carne de frango brasileira no mês de maio. A avaliação Ê do presidente-executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra. :

4 $ W K‚ das exportaçþes – considerando produtos inteiros, cortes, salgados e processados –, com | } % } }‚ „"† }{X | $‡ K{W| / mĂŞs, lembra o presidente da ABPA. “Foi a primeira vez que rompemos a barreira dos US$ }{{ $‡ K{W & Â? / W V{V $4 6 K{W W ‚ 4

% $ W{ |‚ * 7 „"† | W / $‡ Conforme explica Turra, embora com menor desempenho em grandes mercados, como 1/ " } W‚ / 6 embarques para destinos com tamanho intermediĂĄrio mantiveram o ritmo de crescimento do ano. “PaĂ­ses como Catar, Angola e Cingapura registraram elevaçþes que, no conjunto, 7 & A conjuntura internacional tambĂŠm foi determinante para o desempenho do setor, res # ‰ "

1 ? € 7 1 — :

" * % ‘ %:_ Â? € w " $ ? € 7 / 4 |{‚ \> Y 1 %: 1 € ĂŞncia da redução da oferta de carne suĂ­na no mercado mexicano estĂĄ impulsionando os embarques de carne de frango do Brasil para o destino. Enquanto durante todo o ano de K{W| ˜ / |W‹ 1 quase 3,5 mil toneladas exportadasâ€?, ressalta. Dentre os grandes importadores de carne de frango do Brasil, se destacaram entre 6 9 ™ ‘ W| šV V}‚_ % — / „ ‘W{| ‹ šX XŠ‚_ w$ ‘Š‹ ‹ šWX Š ‚_ “As cinco plantas recentemente habilitadas deram um forte impulso para os embarques

$ " K $ / ‡ China como quinto maior destino de nossas exportaçþesâ€?, destaca Santin.

Foto: Divulgação

Por produto - Na avaliação por produto, os embarques de cortes continuam na lide Š}| W 6 X Š‚ maior em relação ao mesmo perĂ­odo do ano passado. JĂĄ as exportaçþes de frango inteiro, 4 }‚ XŠV w }‹ K ‘š{ V‚_ 7 V} X ‘š X‚_ completam a lista. ASCOM ABPA, com edição da NRF

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Carne de frango pode se tornar proteĂ­na mais consumida do mundo Terceiro maior produtor mundial de carne de frango e maior exportador do setor, o Brasil ĂŠ quem tambĂŠm tem mais espaço para ampliar as negociaçþes com outros paĂ­ses. A avaliação foi feita pelo diretor executivo global de assuntos corporativos da BRF, Marcos Jank, durante o II Encontro TecnolĂłgico da Avicultura no MS, no dia 03 de junho, na sede da Federação da Agricultura e PecuĂĄria de MS (Sistema Famasul). Ainda segundo o palestrante, a carne de frango ĂŠ a proteĂ­na animal mais consumida pelos brasileiros desde 2008, sendo o Brasil o segundo maior consumidor mundial do produto. Em pouco tempo, se tornarĂĄ a carne mais consumida mundialmente. “Com o consu K / / }{‚

4 & No cenĂĄrio internacional, a avicultura brasileira conquistou um mercado diferenciado, composto por paĂ­ses islâmicos, denominados mundo Halal, onde a produção de carne atende rigorosas exigĂŞncias religiosas que vĂŁo da criação ao abate. “O Brasil ĂŠ o maior exportador de frango Halal. Um mercado estra-

tĂŠgico, formado por paĂ­ses que nĂŁo consomem carne suĂ­na, incluindo a ArĂĄbia Saudita que importa cerca W|‚ / & ƒ ; Ele ressaltou que a tendĂŞncia para o mercado avĂ­cola ĂŠ positiva nos prĂłximos anos. “A população e a renda per capita crescerĂŁo nos paĂ­ses emergentes, haverĂĄ uma urbanização ainda mais acelerada e hĂĄ poucos paĂ­ses com recursos naturais, tecnologia, sanidade e disponibilidade de grĂŁos para engrenar neste setorâ€?. Mas, para manter a competitividade, o especialis \Â?4 # tamos realizando acordos bilaterais como deverĂ­amos fazerâ€?, apontou. AlĂŠm de Marcos Jank, palestraram no evento o professor da Faculdade de Medicina VeterinĂĄria da UFU, Paulo Lourenço da Silva, que falou da sanidade na avicultura de corte, e o engenheiro agrĂ´nomo Felipe Cordova da Rosa, que abordou a adequação 1 $ Famasul no Agrolink, com edição da NRF



bovinos

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bovinos

Exportação de carne bovina cresce em volume e receita em maio / / WŠ‚ / „"† XKW K $‡ K{W| „"† VWX | $‡ no mesmo perĂ­odo deste ano, segundo avaliação da Associação Brasileira das IndĂşstrias Exportadoras de Carnes (Abiec). Os nĂşmeros consideram o produto in natura, industrializado, salgado, miĂşdos e tripas. : $ K{W impactado positivamente em função do aumento do volume exportado e, principalmente, 7 4 } W‚ % „"† V „"† | K{W| Â? / › ƒ w 61 $ + : W|” " 1

/

7 "4 ‡ externas nĂŁo sĂł do ano passado, como tambĂŠm de abril deste ano. De fato, o faturamento WX‚ / WW‚ A alta acontece mesmo apĂłs alguns paĂ­ses terem suspendido suas exportaçþes devido Â? 4 * % % ‘%% _ Y '

? 4 % / W{ A Abiec comemora ainda o reconhecimento de sete estados do Nordeste mais o Norte do Parå como åreas livres da febre aftosa pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). Com isso, Pernambuco, Alagoas, Maranhão, Paraíba Cearå, Rio Grande do Norte, alÊm de parte do Parå, devem entrar na lista de exportadores de carne bovina.

Foto: Divulgação

Balanço # % „"† VŠX ||

„"† |} ‹W K{W| % * W{ K‚ W|W | WW‹ W * terior. Tanto em faturamento quanto em volume, Hong Kong, RĂşssia e Venezuela, aparecem, nessa ordem, como os trĂŞs maiores importadores de carne bovina brasileira. Destaque ˆ 7 K‹K ‚

Â’*/ $ ; \ W{& W}W‚ > 9 ™ 1 „"† W|‹ Š $‡ |K Š mil toneladas. No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, o faturamento das exportaçþes brasi 7 „"† K ŠWX / $‡ WW ‹‚ 4 * K{W|

„"† K XW / $‡ % 4 WK ‹‚

XV| K

V|V K{W A carne in natura continua como a categoria mais representativa nas exportaçþes. Entre janeiro e maio atingiu um faturamento superior a US$ 2,266 milhĂľes e volume de 503,6 W| V‚ WX |‚ DCI e AgĂŞncia Estado, com edição da NRF

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bovinos

Proibição de Avermectinas ĂŠ “equĂ­vocoâ€?, aponta Nelore do Brasil Pecuaristas de todo o paĂ­s foram surpreendidos com / 4 ? 4 Â? Â? W| |{ maio, pelo MinistĂŠrio da Agricultura, PecuĂĄria e Abastecimento (Mapa), que proĂ­be o uso de Avermectinas de Longa Ação, conhecidas como “L.A.â€?. A decisĂŁo foi tomada no inĂ­cio do inverno, perĂ­odo do ano em que ĂŠ implementado o processo de vermifugação de rebanhos, conforme recomendação tĂŠcnica da Embrapa. Em função disso, conforme ressaltou a Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), pode-se / $ foi recentemente tratada com o produto, e que ainda existem milhares de litros de L.A. nas revendas e em cooperativas de todo o paĂ­s. “Cabe aqui lembrar que as Avermectinas sĂŁo aprovadas pelo Mapa e usadas no Brasil hĂĄ mais de 25 anos, sendo seus benefĂ­cios de grande relevância para toda a cadeia produtiva – em especial nos dias atuais, em que se vĂŞ a implementação de programas / $ produção, redução de emissĂŁo de gases e preserva-

ção do meio ambienteâ€?, declarou a entidade em nota. \"4 7 / * Â? # 4 & Segundo a ACNB, as Avermectinas sĂŁo utilizadas de forma responsĂĄvel pelos produtores brasileiros, que respeitam os perĂ­odos de carĂŞncia constantes nas bulas – estabelecidos pela indĂşstria veterinĂĄria e aprovados pelo Mapa. “NĂŁo hĂĄ evidencias de que o pecuarista ĂŠ relapso. Portanto, punir o produtor com esta medida ĂŠ uma atitude equivocadaâ€?, lamentou a entidade. Partindo da consolidação da IN, a ACNB aponta algumas questĂľes que precisam ser respondidas pelo governo, entre elas o que o produtor deve fazer com estoques jĂĄ comprados e quem irĂĄ ressarci-lo; se animais tratados com Avermectinas L.A. podem ser comercializados e exportados; e qual produto usar em substituição. “A ACNB repudia decisĂľes arbitrĂĄrias e se coloca Ă disposição para a discussĂŁo do tema, se comprometendo a participar da construção do futuro da pecuĂĄria nacionalâ€?. ACNB, com edição da NRF



ovinos

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ovinos

Criadores de caprinos e ovinos se unem e Vale do ParaĂ­ba desponta no mercado

Foto: Divulgação

w Â? ˜ WV ˆ */ ‘" _ / 7 |W um Dia de Campo, com palestras de especialistas em nutrição animal, controle sanitĂĄrio e qualidade da ĂĄgua. O encontro contou com apresentaçþes dos zootecnistas Ana Carolina Zara, da Mcassab, e Octaviano Alves Pereira, da Novartis, alĂŠm de Rocco Ansante, da Hidroall. “O evento foi um sucesso, pois alĂŠm de trazer informaçþes tĂŠcnicas importantes, nos permitiu dar continuidade em um dos fundamentos do grupo que ĂŠ a troca de experiĂŞncia entre os integrantes, visando a meta de padronizar a qualidade da produção e criação de uma marca regionalâ€?, contou Gerardo Hauszler. > / ˜ ‡ \Â?

/6 agora ĂŠ formalizar a Central de NegĂłcios, com a criação da pessoa jurĂ­dica e as normas / ‡

ção com agentes externos, como fornecedores, compradores e ĂłrgĂŁo pĂşblicosâ€?, elencou o secretĂĄrio da Central, Carlos OtĂĄvio Lacerda. Outro objetivo ĂŠ promover a divulgação do Cordeiro Serrano, nome dado Ă carne produzida no Vale do ParaĂ­ba. “Nossa carne ĂŠ apreciada em restaurantes requintados de SĂŁo Paulo, mas ainda ĂŠ pouco conhecida aqui na regiĂŁo onde ela ĂŠ produzida, por isso ĂŠ preciso 4

o preço ĂŠ acessĂ­vel a todosâ€?, diz o produtor Artur Santos, proprietĂĄrio da Fazenda Real da Bocaina, que acolheu o evento. A Central de NegĂłcios, desenvolvida com o apoio do Sebrae-SP, prevĂŞ açþes conjuntas de compra, venda e troca de tecnologias para reduzir custos, padronizar a qualidade e criar uma marca para a carne produzida na regiĂŁo. “Para fazer parte do grupo o empresĂĄrio assumirĂĄ o compromisso de seguir as regras e condutas estabelecidas em todas as fases da produção, pois isso serĂĄ uma garantia ao mercado consumidor que ele estĂĄ adquirindo uma carne com um alto padrĂŁo de qualidade e segurançaâ€?, explica o presidente da entidade, Gerardo Hauszler A Central reĂşne empresĂĄrios das cidades de Cunha, GuaratinguetĂĄ, Lagoinha, SĂŁo Luiz do Paraitinga, Silveiras, Pindamonhangaba e TaubatĂŠ. Juntos os empresĂĄrios mantĂŞm uma produção anual de aproximadamente quatro mil cabeças, que jĂĄ abastecem restaurantes e açougues no Vale do ParaĂ­ba Paulista, Grande SĂŁo Paulo e Litoral Sul Fluminense. Mas a meta ĂŠ expandir ainda mais o alcance do produto, com a busca de novos mercados. “A opção pela Central de NegĂłcios possibilita a esses empresĂĄrios estabelecer mĂŠtodos de compra e venda conjuntas que fortalecem o grupo, pois podem concorrer de igual com grandes produtores, mas sem inibir o desenvolvimento individual de cada marcaâ€?, conta o consultor de agronegĂłcio do Sebrae-SP, Felipe Rimkus. Para conhecer e participar das açþes das Centrais de NegĂłcios do Sebrae-SP, basta en {Š{{#X}{ {Š{{ % ˜ ‰ ' 1 ‘WK_ |W|K#V}}} Farmpoint, com edição da NRF

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ovinos

ABCC inicia certificação para valorizar a raça Corriedale Em parceria com o Marfrig Group, a Associação Brasileira de Criadores de Corriedale (ABCC) lançou 4 w

contemplando o cordeiro e demais categorias ovinas. Com a ação, a ABCC espera divulgar a qualidade da w

Rio Grande do Sul, estado que mais produz este tipo de carne. 4 1 / Y Procedimentos criado pelo mĂŠdico veterinĂĄrio Rafael Renner e aprovado pelas entidades envolvidas. O pri / 1 < * Y de Alegrete (RS). Os principais objetivos do projeto, alĂŠm da divulgação da raça, sĂŁo a valorização do criatĂłrio e o aumento de oferta de qualidade, para que o produtor agregue valor ao produto e, consequentemente, obtenha melhor renda. Segundo a presidente da associação, Elisabeth Amaral Lemos, outras parcerias tambĂŠm poderĂŁo ser realizadas com outras indĂşstrias. “Temos batalhado para a concretização desta ideia, que acreditamos ser um grande negĂłcio para todos os corriedalistas. De

degrau em degrau, atingiremos a meta que nos propusemos e assim oferecer vantagens aos produtores de Carne Corriedale de Qualidadeâ€?. Corriedale no Brasil - Segundo a Associação Brasileira dos Criadores de Ovinos (ARCO), os primeiros exemplares da raça Corriedale chegaram ao Brasil vindos do Uruguai e se destinaram ao municĂ­ 9 ‘‰"_ W‹K} \Â’ ‰ / & / Santayana, foi a Cabanha Uruguaia que forneceu os primeiros animais. JĂĄ com a raça pisando os pampas gaĂşchos, em W‹|‹ * "4 ' / W‹ V importaçþes aconteceram, inclusive de animais de #7 7 o Corriedale no rebanho do Rio Grande do Sul. W‹X} ˜ * / seu desenvolvimento passou a se expandir, demonstrando que a nova raça havia se adaptado perfeitamente nos campos do Sul e jĂĄ se iniciava uma seleção dos rebanhos. Hoje, ĂŠ a principal raça ovina do paĂ­s. ABCC, com edição da NRF



suĂ­nos

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suĂ­nos

RĂşssia confirma status do Brasil como provedor especial de carne suĂ­na w 4 suĂ­na, em maio a RĂşssia liderou as vendas do Brasil em volume e receita. Na prĂĄtica, os russos materializam a informação que transmitiram ao ministro da Agricultura, Neri Gel ‰+

1

1 tratamento especial ao Brasil. Na ocasiĂŁo, Geller encontrou-se com Sergey Dankvert, responsĂĄvel pelo serviço russo de defesa agropecuĂĄria. % ; ‰+

K ‹K‚ 4 K{W| % 4 X Š|‚ * : 6 ‰+

VW XK} * / „"† KK {K $‡ 9 ‹ K‹‚ || XŠ‚ 4

â€œĂ‰ muito bom termos a RĂşssia como um cliente interessado em adquirir volumes crescentes de carne suĂ­na brasileira, que sobressai em qualidade e sanidade. Neste momento, em que um dos grandes problemas na ĂĄrea de proteĂ­na animal, no mundo, ĂŠ a diarreia suĂ­na epidĂŞmica (PEDv), que afeta a produção dos Estados Unidos, do CanadĂĄ e do MĂŠxico, o 1 1 Â&#x; / + de paĂ­ses importadores, justamente por estarmos conseguindo manter nossos rebanhos livres de doenças que acometem suĂ­nos em outras partes do mundoâ€?, conta o presidente executivo da Associação Brasileira de ProteĂ­na Animal (ABPA), Francisco Turra.

Foto: Divulgação

NĂşmeros de maio - As exportaçþes brasileiras de carne suĂ­na (in natura e processa _ |Š W „"† WKW VK $‡ 9 WK | ‚ 4 K{W| V V|‚ > / / KW VX‚ 4 maio do ano passado. “A elevação do preço internacional de carne suĂ­na se deve a um dos fatores que tĂŞm sido apontados por nĂłs nos Ăşltimos meses: a redução dos volumes de carne suĂ­na no mundo, em decorrĂŞncia de eventos sanitĂĄrios em mercados produtores, como a Europa e os Estados Unidosâ€?, observa o vice-presidente de suĂ­nos da ABPA, Rui Eduardo Saldanha Vargas. Â? / W‹W Š‹Š „"† X|W VK $‡ ‚ { {|‚ 4 * K{W| ‰+

W ‹X * |} }W‚ das vendas brasileiras. Em seguida, o mercado que mais comprou foi Hong Kong, com 4 KW }|‚ ‘Š |XX _ 4 W{ K‚ ‘ {{} _ > w ‘K Š{‹ _ „ ‘W ‹VW _ Figurando entre os cinco maiores clientes da carne suĂ­na brasileira, Hong Kong comprou : 6 4 9 ™ K {‹‚ ‘ Š {}V _ ŠW‚ ‘„"† WWX XX $‡ _ ASCOM ABPA, com edição da NRF

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suĂ­nos

SIAV incorpora suinocultura em evento e agora ĂŠ SIAVS Mais importante evento promovido pelo setor * K{W| " 4 ? # ra (SIAV) passa a se chamar SalĂŁo Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS) e, com a mudança, contarĂĄ tambĂŠm com exposição de empresas da cadeia produtiva da suinocultura brasileira. A Associação Brasileira de ProteĂ­na Animal (ABPA) fez o lançamento da nova marca no dia 26 de maio. O prĂłximo SIAVS estĂĄ programado para acontecer entre os dias 28 e |{ 6 $ K{WX $ / "4 ‘" _ AlĂŠm de pavilhĂŁo com empresas expositoras, o 1 # gramação uma sĂŠrie de palestras tĂŠcnicas e conjunturais voltadas tanto para a avicultura quanto para a suinocultura. De acordo com o presidente-executivo da entidade, Francisco Turra, o SIAVS incorpora a uni 4 „/ / / associação representativa dos setores de aves, ovos e suĂ­nos. “O SIAV foi um sucesso absoluto, seja em fomento a novos negĂłcios, representação polĂ­tica, intercâmbio de ideias e mesmo prospecção de oportunidades para { *

/ ainda maior e melhor. Com o SIAVS, expandiremos nossa atuação e atrairemos ainda mais oportunidades para as empresas do setorâ€?, explica. % K{W| W{{

# Ă­ses participaram da maior feira de negĂłcios da avicultura no ano, realizada no Brasil. Com a entrada do setor suinĂ­cola, sĂŁo esperadas ainda mais empresas, de olho em oportunidades junto Ă s agroindĂşstrias que tambĂŠm estarĂŁo presentes no evento.

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# ção comercializada, antes mesmo do inĂ­cio dos trabalhos de divulgação. O SIAVS jĂĄ nasce como um sucesso absoluto e a expectativa ĂŠ a de expandirmos ainda mais nossa capacidade de geração de negĂłciosâ€?, completa o presidente da ABPA. " 61 4 na feira do SIAVS mais de 20 empresas de equipa agroindĂşstrias produtoras e exportadoras, empresas de logĂ­stica, produtoras de insumos biolĂłgicos e farmacĂŞutico, entre vĂĄrios outros. :

61 para o SIAVS estĂŁo o Projeto Produtor (com a realização de cursos para produtores integrados e independentes), projetos em parceria com a AgĂŞncia Brasileira de Promoção de Exportaçþes e Investimentos (Apex-Brasil) – a exemplo do Projeto Imagem, com jornalistas estrangeiros, e do Projeto Comprador, com clientes internacionais –, o PrĂŞmio ABPA de Pesquisa AvĂ­cola AplicĂĄvel e uma vasta programação de palestras, com vĂĄrios dos mais importantes tĂŠcnicos e pesquisadores da avicultura e da suinocultura, empresĂĄrios e outros. Informaçþes sobre o evento pelo email siavs@ / #/ ‘WW_ |{‹|#K}|} ƒ Perboyre e Adriana Alves. ASCOM ABPA, com edição da NRF

Y K{W| da ABPA agrega a cadeia produtiva de suĂ­nos e expande oportunidades de negĂłcios.



capa

Giovanna Sanches

Casa arrumada:

soluçþes para organizar e lucrar mais na indĂşstria da carne Automatização e adequação de processos sĂŁo fundamentais para otimizar os resultados do negĂłcio Imagine um estoque desorganizado, onde os funcionĂĄrios perdem tempo para encontrar produtos ou insumos, ou que ainda proporcione perdas resultantes de mau armazenamento. Com certeza esse cenĂĄrio assusta qualquer empresĂĄrio, especialmente em + * a atenção com os sistemas de armazenamento, movimentação e logĂ­stica na cadeia da carne deve ser uma constante. Isso pelo fato dos produtos cĂĄrneos serem extremamente perecĂ­veis e sofrerem contaminação com facilidade, exigindo dos empresĂĄrios do setor investimentos e monitoramento constantes das condiçþes em que os produtos sĂŁo fabricados e armazenados, alĂŠm da capacitação da mĂŁo de obra e adequada logĂ­stica de distribuição. Aumentar a produtividade e, consequentemente, a lucratividade das corporaçþes, ĂŠ o foco constante dos empresĂĄrios de todos os setores. Os processos produtivos, quando controlados, organizados e constantemente otimizados, resultam em crescimento e maior competividade no mercado. “A organização ĂŠ, sem dĂşvida, fator primordial para se evitar perdas e aumentar a produtividadeâ€?, sentencia a diretora administrativa da BYG Empilhadeiras, Carla Rossi. TĂŁo importante quanto a organização dos processos, o investimento na modernização de equipamentos para armazenagem estĂĄtica e automatizada ĂŠ outro componente fundamental para o sucesso de * ' w # tolini Sistemas de Armazenagem, Filipe Consandier 7 4 # pamentos estĂĄ ligada diretamente ao crescimento e evolução das empresas. “Para crescer ĂŠ necessĂĄrio inovar e atualizar os centros de distribuição, garantindo segurança, qualipg. 36

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dade e agilidade aos processos logĂ­sticos. Um sistema /

# 4 adequada Ă s necessidades atuais. Ou seja, com um sistema de armazenagem de qualidade, o cliente obterĂĄ vantagens em produtividade, velocidade, seletividade, organização, segurança, praticidade, redução de custos e maior capacidade de armazenamentoâ€?, enumera.

Filipe Consandier, gerente Comercial da Bertolini Sistemas de Armazenagem

Atenção aos materiais Aliados da organização e da logística das empresas, as prateleiras e estantes são comumente utilizadas na estocagem de produtos com baixa rotatividade e volume. Jå os paletes oferecem suporte aos produtos para que não tenham contato direto com o chão, alÊm de facilitarem a movimentação dos mesmos. Aos porta paletes e estrados cabe permitir a estocagem do material com segurança, por meio do uso de empilhadeiras e transportadores de carga.


Foto: Bertolini

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Carla alerta, no entanto, que os paletes, estantes, prateleiras e estrados devem ser escolhidos con * + * onde os equipamentos podem ter contato com baixas temperaturas, umidade, sal, gorduras e o sangue dos animais. “O mais importante, independente do estilo de estocagem, ĂŠ observar o tipo de material do qual sĂŁo feitas as estantes, paletes ou transportadores de car $ 7 4 / % * 4 6 baixam o tempo de vida Ăştil das ferramentas utilizadas. Por esses fatores ĂŠ que a Byg Transequip orienta a utilização de equipamentos confeccionados em aço / 7 # rantir durabilidade e alto desempenhoâ€?, diz a diretora. Dentro das câmaras frias, os paletes devem ser de plĂĄstico ou metĂĄlico, para evitar a contaminação por fungos e tambĂŠm facilitar a assepsia. De acordo com a gerente Industrial da Longa Comercial, Aline Iwanski, os paletes metĂĄlicos sĂŁo uma Ăłtima alternativa, pois possuem alta resistĂŞncia e durabilidade, podem ser expostos tanto a baixas quanto altas temperaturas, reduzem os custos de seguro e sĂŁo livres de / embalagens ou materiais. Para a gerente industrial, o melhor acabamento + * 7 4 “Esse acabamento permite uma maior durabilidade & Outro ponto abordado por Aline diz respeito ao fato do palete ter papel crucial na conservação dos produtos cĂĄrneos. “O palete evita o contato direto com o chĂŁo. O Rack Long Box [produzido pela Longa], por exemplo, tem como função auxiliar no resfriamento e/ou congelamento dos produtos, por possuir sua base aramada e permitir a circulação do ar. Com isso, diminui-se a perda de produtos por falta de refrigeração. AlĂŠm disso, todos eles auxiliam no transporteâ€?, explica. JĂĄ nas ĂĄreas secas, a diretora da BYG Empilhadei / + * utilização de paletes de madeira, padrĂŁo PBR (Palete PadrĂŁo Brasil). “E para as ĂĄreas destinadas Ă exportação, o cuidado deve ser redobrado, adotando-se o uso de paletes descartĂĄveisâ€?, diz Carla. Outros grandes aliados e fundamentais na organização das cadeias logĂ­sticas das empresas sĂŁo os porta paletes e os racks. Os primeiros sĂŁo como grandes estantes onde os paletes sĂŁo armazenados e podem ser facilmente visualizados e acessados, facilitando o processo logĂ­stico da empresa. Geralmente sĂŁo encontrados em indĂşstrias com maior volume de produção e que necessitam e dispĂľem de mais espaço para

armazenamento. É importante observar, contudo, a largura do corredor, para que a mesma esteja adequada às empilhadeiras. Jå os racks são outra estrutura usada na indústria * \%

/ 7 –# maras, pois sĂŁo facilmente movimentadas e desmontadas, possibilitando a alteração do layout da câmara sempre que necessĂĄrioâ€?, explica Aline. Levando-se em conta os fatores referentes aos materiais adotados, as normas de segurança a ser seguidas em cada departamento e outros protocolos porventura necessĂĄrios, o melhor sistema a ser uti 7 + * # quadra Ă estrutura prĂŠ-existente e Ă capacidade de investimento de cada empresa. “Assim como do estilo de operacionalização desejado, visto que cada sistema possui seus prĂłs e contras e esses devem ser considerados e analisados caso a caso, sempre com acompanhamento de um especialistaâ€?, conta Carla, apontando, ainda, a importância do uso de tecnologias no auxĂ­lio da organização em unidades industriais. “Pensando em ampliação da produtividade e na capacidade de armazenamento, scanners e leitores Ăłpticos para leitura de cĂłdigos de barras (o que incre 4 _ 4 # dutos por rĂĄdio frequĂŞncia e softwares de integração oferecem bons resultados, assim como a utilização de equipamentos para verticalização e movimentação de carga (transportadores de carga e empilhadeiras) que

6 * w

# res em mente, Ê possível garantir maior agilidade nos processos logísticos e segurança durante a operação, � & da BYG Empilhadeiras. Verticalização dos armazÊns e o uso das empilhadeiras Fazer mais com menos, armazenar mais em menores espaços, Ê uma realidade e uma necessidade / 7 # raçþes. Hå muito tempo que se observa a tendência de verticalização dos estoques das empresas, e esse

# calização resulte em otimização do processo logĂ­stico, ĂŠ preciso atentar em como os produtos chegam e saem dos estoques, e esse ĂŠ o papel executado pelas empilhadeiras e transpaleteiras. PorĂŠm, ĂŠ necessĂĄrio ressaltar que empilhadeiras Ă combustĂŁo sĂŁo proibidas em ambientes fechados, conforme explica Carla Rossi, da BYG. “Esses equipamentos podem causar contaminação dos produtos. JĂĄ as elĂŠtricas sĂŁo bem-vindas e atendem Ă s necessidades do setorâ€?. E completa: “Os

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capa A caminho do consumidor

Fot o

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equipamentos podem ser galvanizados, em aço inox bruto ou polido (acabamento sanitårio), e para årea seca os mesmos podem ser em aço carbono de boa qualidade. A BYG Transequip sempre indica, no entanto, uma visita tÊcnica antes da aquisição de qualquer equipamento para transporte de carga em am/

* avaliar quais sĂŁo os equipamentos necessĂĄrios para cada etapa das operaçþes e, assim, garantir o investimento de melhor custo-benefĂ­cio ao clienteâ€?. “A Byg Transequip oferece uma linha ampla de transportadores hidrĂĄulicos e empilhadeiras e dentro dessas categorias disponibilizamos pro * * & w Quanto aos transelevadores, por serem sistemas de armazenagem automĂĄticos e que funcionam por meio de software de controle, possuem investimento * para a mĂŁo de obra que vai operar o equipamento. PorĂŠm, realizam o trabalho com maior rapidez em relação Ă s empilhadeiras comuns, fornecem uma possĂ­vel redução no espaço de armazenamento e adaptam-se a variados tipos de carga e condiçþes adversas, como as baixas temperaturas das câmaras frias.

O controle e organização realizados dentro da * o transit time, ou seja, o deslocamento do produto 6 Quando falamos em produtos cĂĄrneos, esse tempo de deslocamento deve ser o menor possĂ­vel para nĂŁo correr o risco de deterioração, e a temperatura deve ser rigorosamente controlada. “Um dos fatores mais preocupantes na cadeira de carne e que impacta de forma direta na logĂ­stica do * * # sĂŁo poucas, geralmente rodoviĂĄria – onde o produto ĂŠ acondicionado em caixas e transportado em carre @ * # ma, quando sĂŁo transportadas em contĂŞineres reefer, destinados Ă exportação. O tempo de transporte e as boas condiçþes destes veĂ­culos sĂŁo extremamente importantes, mas hoje ĂŠ possĂ­vel terceirizar esse serviço, pois existem empresas especializadas nessa atividade, que oferecem excelentes resultadosâ€?, conclui Carla Rossi.

Carla Rossi, diretora Administrativa Foto: Byg

da BYG Empilhadeira

Cada coisa em seu lugar É impossĂ­vel falar de organização e limpeza nas organizaçþes sem citar o 5S. O conceito foi criado por empresas japonesas durante a reconstrução do paĂ­s apĂłs a Segunda Guerra Mundial. Essa importante ferramenta tem como objetivo facilitar o aprendizado e prĂĄtica de conceitos e ferramentas para a qualidade e cuida do ambiente, equipamentos, materiais, mĂŠtodos, medidas e pessoas. Com a alta tecnologia e velocidade em que os processos, mĂĄquinas e mĂŠtodos evoluem, a prĂĄtica do 5S ĂŠ mais necessĂĄria do

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que nunca. Senso de utilização – separar o que ĂŠ Ăştil do que nĂŁo ĂŠ Senso de ordenação – um lugar para cada coisa, cada coisa em seu lugar Senso de limpeza – limpar e evitar sujar Senso de saĂşde – padronizar as prĂĄticas saudĂĄveis Senso de auto disciplina – assumir a responsabilidade de seguir padrĂľes saudĂĄveis Fonte: www.viver5s.com.br


capa

Existem, no mercado, inúmeros sistemas extre 1 # mandas de estocagem e movimentação de produtos *

$ gestão logística a um segmento de mercado que movimenta bilhþes de dólares anualmente. Conheça alguns abaixo e veja como soluçþes inteligentes visando ampliar a produtividade e a capacidade de armazenamento das empresas do segmento cårneo podem, efetivamente, gerar benefícios.

Foto: Bertolini

Drive In: Ê uma solução formada por blocos contínuos de armazenagem, que permite uma utilização måxima do volume disponível, com a redução de corredores para empilhadeiras. Este sistema Ê particularmente indicado quando o custo do espaço Ê elevado e quando os produtos possuem pouca variedade, 61 1 # ciência, segurança e qualidade.

Porta Palete Leve: Ê uma estante destinada ao armazenamento de qualquer tipo de produto com acesso " ‡ 4 a necessidade de vão livre, profundidade e altura. Porta Pallet Deslizante: muito indicado para a indústria de processamento de carnes, principamen – * 7 /

7 # tricamente, que se movimentam sobre trilhos aplicados no piso. A estrutura permite ao operador da empilhadeira abrir o corredor que necessita atravĂŠs ŠX‚ * em armazenagem, com a vantagem de uma seletivi W{{‚ “AlĂŠm de maximizar o aproveitamento do espaço fĂ­sico dentro da câmara fria, esse sistema tem a vantagem de requerer apenas um corredor, armazenan-

do muito mais itens com total seletividade. Com o 7 muito mais fĂĄcil encontrar os produtos estocados, atĂŠ mesmo os que estĂŁo no fundo da câmara, pois a solução ĂŠ composta por estantes mĂłveis motorizadas que permitem rentabilizar o espaço de armazenagemâ€?, explica o gerente Comercial da Bertolini Sistemas de Armazenagem, Filipe Consandier. Autoportante: possui execução rĂĄpida e funcional, propiciando grande capacidade de armazenamento de forma compacta e com custos inferiores a obras convencionais. AlĂŠm disso, o Autoportante nĂŁo necessita da construção prĂŠvia de um edifĂ­cio e conta com um prazo de instalação mais ĂĄgil. â€œĂ‰ o sistema que possui execução mais rĂĄpida, pois as prĂłprias colunas da estrutura suportam todos os esforços do edifĂ­cio, nĂŁo necessitando da construção prĂŠvia de um prĂŠdio. Ele ĂŠ indicado para armazĂŠns com altura W{ & w Importante lembrar, contudo, que ĂŠ necessĂĄrio 1 4 $ ˜ # rente da Bertolini. “O Drive In e o Porta Deslizante da Bertolini sĂŁo voltados especialmente para empresas que possuem câmara fria, jĂĄ que permitem rentabilizar o espaço oferecendo mĂĄxima utilização do * W{{‚ w esses sistemas as indĂşstrias do setor conseguem ter um controle muito maior sobre o estoque e datas de vencimento, o que agiliza o processo de distribuição, assegura maior produtividade ao negĂłcio e ainda amplia a capacidade de armazenamentoâ€?, diz. Com um portfĂłlio que oferece uma ampla linha de equipamentos para armazenagem estĂĄtica e automatizada que atendem as mais diferentes demandas do setor, a Bertolini consegue elaborar projetos personalizados capazes de otimizar o espaço fĂ­sico – # sos. “AlĂŠm disso, os clientes encontram Ă sua disposição os departamentos comercial e de projetos especializados que realizam estudos, planejamento e desenvolvimento de mĂŠtodos e sistemas de armazenagem adequados Ă s demandas de cada casoâ€?, conclui.

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Foto: Bertolini

Soluçþes inteligentes para armazenagem


geral

Giovanna Sanches

TECNOLOGIA EM PROL DOS EMBUTIDOS

Mercado favorĂĄvel e a modernização do processo garantem produtos de qualidade e aumento da produtividade das empresas / # duto como para operador – estas geralmente instaladas em empresas que nĂŁo tiveram oportunidade de atualizar o processo produtivo –, atĂŠ chegar Ă s modernas embutideiras a vĂĄcuo versĂĄteis de alta precisĂŁo e produtividade, automĂĄticas, acionadas por servomotor, com diversos recursos e acessĂłriosâ€?, relata.

Foto: Handtmann

Os embutidos surgiram da necessidade de aumentar a vida útil dos alimentos. Em uma Êpoca em que não existiam geladeiras ou outros processos que garantissem a integridade da carne e que nada podia ser desperdiçado, iniciou-se então a salgar, curar a carne e armazenar dentro de tripas de animais, para garantir o consumo posterior, sem deterioração do produto. w

@ as linguiças; cozidos, como as calabresas e mortadelas; ou curados, como os salames – os embutidos sĂŁo, hoje, encontrados em versĂľes com variados tipos de carnes, sejam elas suĂ­na, bovina, de frango ou carneiro. Esses produtos sĂŁo muito apreciados por seu sabor e praticidade e, encontrados em versĂľes com ervas, queijo, pimenta etc., estĂŁo cada vez mais presentes na mesa dos brasileiros. Processo de embutimento O embutimento de produtos cĂĄrneos ĂŠ um processo democrĂĄtico. É realizado desde em pequenas + * # sando por complexos procedimentos de fabricação ou sendo, atĂŠ mesmo, produzidos de forma artesanal. Em ambas, contudo, precisa respeitar as exigĂŞncias sanitĂĄrias dos ĂłrgĂŁos responsĂĄveis, e os produtores devem possuir um fornecedor que garanta a boa procedĂŞncia das matĂŠrias-primas. A falta de automatização, porĂŠm, requer do empresĂĄrio uma atenção redobrada para garantir quali / # te o processo, que podem afetar a margem de lucro da empresa. Existe uma grande variedade de equipamentos para o processo de embutimento e a utilização de cada um deles depende do tipo de produto, volume de produção, tamanho da empresa processadora e os objetivos desejados pelo produtor, conforme explica Marco Antonio Magolbo, diretor da Handtmann, empresa referĂŞncia global na fabricação de embutideiras a vĂĄcuo e sistemas de porcionamento para a indĂşstria de alimentos. “Estes equipamentos podem ser desde as ensacadeiras de acionamento manual de uma empresa familiar com uma pequena produção, passando por ensacadeiras a pistĂŁo ou embutideiras a vĂĄcuo de acionamento hidrĂĄulico de limitada tecnologia com pg. 40

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Qualidade dos produtos Segundo alerta Magoldo, os produtos embutidos, sejam eles tipo frescal, cozidos ou curados, nĂŁo devem apresentar bolhas de ar na embalagem ou no interior do produto. O oxigĂŞnio favorece o processo de oxidação dos embutidos, reduzindo a vida Ăştil de prateleira, alĂŠm de causar problemas durante o processo de cura, cozimento e tingimento e prejudicar o aspecto visual. Outro ponto de atenção ĂŠ o formato e peso do produto: enquanto em mĂĄquinas de tecnologia avançada o controle ĂŠ realizado automaticamente, em equipamentos mais simples como as ensacadeiras de acionamento manual ou hidrĂĄulico, a precisĂŁo e padronização das porçþes dependem de cada operĂĄrio, o que acaba acarretando em grandes variaçþes no peso e $ pode onerar o processo produtivo. “Esses equipamentos tĂŞm uma Ăşnica função de bombear a massa de carne para o interior das tripas. Sendo assim, as linguiças, salsichĂľes, calabresas, mortadelas ou salames tĂŞm o formato e a di 4 4 1 operĂĄrios ocupados nesta tarefa. Frequentemente, tambĂŠm sĂŁo utilizadas amarradeiras para a formação


geral de porçþes das linguiças e, para os produtos com extremidades clipadas, ĂŠ feito o uso de grampeadeira manual de bancadaâ€?, conta Magolbo. “Essa condição de operação ĂŠ de baixo rendimento € / ou troca de tipos de tripa e ĂŠ caracterizada, principalmente, por intenso trabalho manual, adição de mĂĄquina complementar com custo constante de insumos, energia e manutenção, alĂŠm da mĂŁo de obra & 9 Tecnologia em prol da produtividade As principais diferenças entre as diversas graduaçþes de mĂĄquinas para embutimento estĂŁo no nĂ­vel de tecnologia e qualidade do equipamento, versati 4 ‡ produto embutido, produtividade e lucratividade pro 4 Conforme ressalta Magolbo, o sistema de embutimento a vĂĄcuo ĂŠ o de maior utilização no setor, para 4 $ # zação dos produtos. “Felizmente linhas de produção ultrapassadas [de acionamento manual ou hidrĂĄulico] estĂŁo sendo cada vez mais substituĂ­das em favor de sistemas mais rentĂĄveis e produtivosâ€?, comemora. É importante reforçar, contudo, que cada um dos embutidos possui caracterĂ­sticas distintas que devem ser consideradas durante o processo produtivo. E es € # lha do melhor – e ideal – maquinĂĄrio a ser aplicado

em cada linha de produção. Magolbo explica que os salames, em geral, apresentam massa grossa processada Ă baixas temperaturas e requerem um equipamento de alto torque (força). JĂĄ os produtos frescais, como as linguiças, 1 € / # çþes, podendo operar todos os tipos de tripas natu 1 / no torcionamento das tripas, precisĂŁo e alta produtividade. Produtos emulsionados como as mortadelas necessitam de mĂĄquinas com alta capacidade de bombeamento, excelente desaeração, precisĂŁo de por / / e conexĂŁo com todas as clipadoras existentes no mercado. Por outro lado, as calabresas necessitam de 4 € / $ € / 4 7 4 $ 1 / JĂĄ os produtos emulsionados e cozidos, como as salsichas, necessitam de alta produtividade. Em geral, requerem mĂĄquinas dedicadas exclusivamente 4 € *# veis para a troca de tamanhos na porção e possibilitar a redução no consumo de tripas, baixo custo 4 € / 7 produtos direto no painel de controle. Em entrevista exclusiva concedida Ă Nova Revista < * 9 / # bre as tecnologias oferecidas pela empresa e a expectativa sobre o futuro dos sistemas de embutimento.

ENTREVISTA controle de peso padrão atravÊs de sistema HCU, alimentação de bandejas ou termoformadoras.

Foto: Handtmann

- O que Ê preciso para garantir qualidade no processo de moagem da carne durante o processo de embutimento? Marco Antonio Magolbo - Para um embutido de elevados padrþes, a carne a ser moída deve ser de ótima qualidade, o moedor não deve aumentar a temperatura da carne alÊm dos limites míninos e deve possuir dispositivo eliminador de cartilagens e pedaços de ossos. A Handtmann possui embutideiras com sistema de moedor acoplado na måquina, para / separador de cartilagens e sistema de servomotor independente, permitindo a regulagem desejada na processo direto no painel de controle, com a vanta 7

em ambiente desaerado, o que proporciona melhor ÂŁ 4 carne moĂ­da ĂŠ embalada em bandejas, a Handtmann oferece dispositivo porcionador e linha completa para

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geral NRF - O que poderia destacar como referĂŞncia em qualidade nos sistemas de embutimento dentre os equipamentos produzidos pela Hadtmann? Magolbo - Destaco como exemplo as embutideiras a vĂĄcuo sĂŠrie VF 600. SĂŁo variados modelos que atendem desde o produtor artesanal atĂŠ as grandes empresas industriais. "4 1 1 de vĂĄcuo, com bombeamento de massa por meio de rotor e aletas de aço inoxidĂĄvel e sistema SERCOS para controle de servomotores. É a Ăşnica mĂĄquina que possui regulagem das aletas, permitindo vida Ăştil acima de 6.000 horas de operação sem necessidade de / # nutenção. Oferecem versatilidade e alta produtividade nas operaçþes, podendo uma mesma mĂĄquina operar com os mais diversos tipos de massas ou produtos, e principalmente todos os tipos de invĂłlucros: tripas * / ¤ colĂĄgenas e celulĂłsicas; alĂŠm de tripas plĂĄsticas. As mĂĄquinas da sĂŠrie proporcionam inigualĂĄvel grau de qualidade e precisĂŁo nas porçþes, padronizando a produção, sendo reconhecidas no mercado pelo melhor desempenho e precisĂŁo para produção de produtos com peso padrĂŁo.

NRF - Quais as tendĂŞncias de mercado em sistemas de embutir e quais sĂŁo as novidades da Handtmann para o setor? Magolbo - As empresas que atuam no segmento de embutidos procuram soluçþes de automatização de linhas de produção, buscando maximizar os ganhos, reduzir os custos e tambĂŠm descongestionar 1 4 Â? obtenção de mĂŁo de obra para as diversas operaçþes no setor – sejam elas empresas de pequeno porte, que buscam mĂĄquinas automĂĄticas, robustas, precisas e versĂĄteis nas diversas produçþes, ou, ainda, as grandes empresas, que requerem linhas completas dedicadas a grandes volumes de produção, com mĂĄ 1 1# veis, versĂĄteis, econĂ´micas e de alta precisĂŁo e produtividade. Desta forma, seguindo o slogam “Ideias com o futuroâ€?, a Handtmann se mantĂŠm em constante evolução acompanhando e mesmo estando Ă frente dos questionamentos do mercado, apresentando sugestĂľes para melhoria de processos e de produçþes. Y ˜ 9 61 # madas e em operação em outros paĂ­ses, estĂŁo para ser implantadas no Brasil – o que deverĂĄ ocorrer em breve devido Ă evolução de nosso mercado.

NRF - AlÊm do sistema de embutimento a våcuo, 4 7 * ¼ Magolbo - AlÊm dos sistemas de embutimento a våcuo convencional, possuímos a linha de embutideiras de Alto Våcuo dos modelos HVF, com funil de alimentação fechado com interior sob våcuo que, alÊm de eliminar o ar presente na superfície do produto, elimina tambÊm o ar incluso no interior da massa, resultando num produto desaerado de altíssima qualidade. A Handtmann oferece diversos modelos de måquinas HVF destinadas a todos os tipos de produ

Y * massas extremamente pesadas, como as de salames, ou para dosagem precisa de presuntos ou apresuntados em termoformadoras, bem como modelos para operar com massas leves tipo emulsão para produção de mortadelas premium.

Marco Antonio Magolbo, diretor da Handtmann

Mercado de embutidos Dentro da categoria de frios e embutidos, composto por salsicha e salsichĂŁo, linguiça defumada ou / # dos, frios diferenciados, salame, copa, bacon, presunto parma e lombo, as linguiças, salsicha, salsichĂŁo e mortadela possuem expressiva participação, com Š{‚ Â? empresa global de informaçþes e mĂ­dia. Ainda segundo a empresa, o crescimento desta pg. 42

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categoria foi superior ao registrado pelo PIB nos Ăşltimos anos. Entre 2000 e 2008, o crescimento do PIB |Š Š‚ ? '% # / V} V‚ > preços estĂĄveis desses produtos, em conjunto com a alta dos salĂĄrios, favorecem seu consumo. " / / K{{{ K{{‹ $ / W ; W }; $1


Foto: Handtmann

geral

10Âş Workshop para a produção de embutidos destinados Ă s empresas de mĂŠdio e pequeno porte ĂŠ destaque Promovido por Handtmann, Bremil e Poly-clip, evento propiciou aos participantes a oportunidade de constatarem na prĂĄtica melhores soluçþes para os seus produtos Pelo dĂŠcimo ano consecutivo as empresas Handtmann, Bremil e Poly-clip realizaram mais uma edição do Workshop para a produção de embutidos destinados Ă s empresas de mĂŠdio e pequeno porte. Antecipada para maio devido Ă Copa do Mundo – realizada no Brasil entre os meses de junho e julho –, a dĂŠcima edição do evento contou com empresas do Norte, Nordeste, Sudeste e Sul do PaĂ­s. As empresas participantes foram recepcionadas nas instalaçþes da Bremil, localizada na cidade Arroio do Meio (RS), prĂłxima a Lajeado, que apresentou as novidades e as orientaçþes tĂŠcnicas na aplicação adequada e utilização racional de ingredientes e condimentos nas mais diversas formulaçþes. Ă€ Handtmann coube a apresentação de novas tecnologias, vantagens e o uso correto das embutideiras a vĂĄcuo com porcionamento automĂĄtico em / * # nicos e econĂ´micos que estes equipamentos trazem para a linha de produção de embutidos. `# ‡ de processamento com apresentação de sua linha de grampeadeiras, bem como detalhes de suas re-

‡ # res, alĂŠm de toda a linha de grampos e tripas especiais. O Workshop propiciou aos participantes a oportunidade de produzir alguns tipos de embutidos, constatando na prĂĄtica a melhor adequação e utilização destes ingredientes e equipamentos para os seus produtos. Mais informaçþes sobre as empresas promotoras nos sites www.bremil.com.br, www.handtmann. com.br e www.polyclip.com.br. FoodTec Para expor novas tecnologias e inovaçþes voltadas Ă indĂşstria de embalagens e processamento alimentĂ­cio, Handtmann do Brasil, Bremil e Poly-clip estarĂŁo presentes na International FoodTec Brasil, {X {} w / “ ‰ % „ # med Curitiba. As empresas estarĂŁo com estande ˜ {W 9 1 expondo no Stand A02, a Bremil no Stand A08 e a `# " {} ‡ # bre a feira, acesse www.foodtecbrasil.com.br.

dica de leitura

Embutidos da sobrevivência à gastronomia Primeiro título no Brasil sobre o assunto, a publicação inicia com um panorama histórico sobre os embutidos e mescla tradição, mercado e gastronomia, alÊm de apresentar como são fabricados os embutidos e os tipos mais consumidos em cada região. O autor, Raigorodsky, Ê um grande apreciador dos embutidos e sommelier. Segundo ele, o produto Ê indispensåvel nas mesas, alÊm de ser uma fonte de prazer gastronômica.

Autor: Breno Raigorodsky § K{WW Editora: Senac

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geral

CNA defende açþes contra roubo de animais e punição rigorosa ao comĂŠrcio ilegal de carne O comĂŠrcio ilegal de carne e derivados e a prĂĄtica do abigeato, que ĂŠ o furto de animais de carga e abate na zona rural, geram muitas consequĂŞncias negativas, entre elas o consumo de produtos sem condiçþes de higiene e sanidade adequadas, riscos para a saĂşde $ 1 6 *7 para as exportaçþes, sonegação de impostos e aumento da violĂŞncia no campo. Visando aumentar a segurança no campo e repreender açþes ilĂ­citas como essas, o assessor tĂŠcnico da ComissĂŁo Nacional de PecuĂĄria de Corte da Confederação da Agricultura e PecuĂĄria do Brasil (CNA), Paulo SĂŠrgio Mustefaga, participou de audiĂŞncia pĂşblica na Câmara : K} Â? ele debateu o problema do abigeato e o Projeto de Lei V ‹‹‹“W| 9 ‘ #‰"_ # menta a pena para este tipo de delito e inclui o comĂŠrcio de carne e de outros alimentos sem procedĂŞncia legal na lista de crimes contra as relaçþes de consumo. No debate, realizado na ComissĂŁo de Agricultura, PecuĂĄria, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR), o representante da CNA relatou diversos problemas causados pelo roubo de animais no campo, que vĂŁo muito alĂŠm do furto, como a invasĂŁo de terras, roubo de maquinĂĄrio e insumos e o sequestro de trabalhadores, entre outros. “Muitas vezes o roubo

acontece com violĂŞncia, em alguns casos com mortes, causando desestĂ­mulo e pondo em risco a pecuĂĄria. Os custos tambĂŠm aumentam para o produtor, porque ele precisa contratar empresas especializadas & Ele explicou, tambĂŠm, que a prĂĄtica do abigeato e o comĂŠrcio ilegal de produtos sem procedĂŞncia legal representam uma concorrĂŞncia desleal com as empresas legalizadas que procuram pagar seus tributos em dia e cumprir as exigĂŞncias sanitĂĄrias, compro |{‚ Produto Interno Bruto (PIB) do agronegĂłcio. E refor 6 7 4 1 consequentemente, as exportaçþes. No ano passado, os embarques de carne bovina e couro totalizaram „"† ‹ / $‡ 1 6 nas vendas externas brasileiras. Segundo relatou o presidente da Associação Bra < * ‘ / _ " 7 animais vĂ­timas do abigeato sĂŁo abatidos de forma clandestina, sem as condiçþes de higiene e sanidade 74 4 / X|‚ * * % 4 Nordeste, a carne comercializada apĂłs o abate sequer passa por um sistema de refrigeração.

Projeto de Lei 6999/13 prevĂŞ aumento de pena para o abigeato

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Participaram dos debates o presidente da Comissão de assuntos Fundiårios da Federação da Agricultura e Pecuåria do Rio Grande do Sul (Farsul), Paulo Ricardo Dias, o coordenador-geral de Inspeção da Secretaria de Defesa Agropecuåria do MinistÊrio da Agricultura, Luiz Marcelo Martins Araújo, o secretårio -executivo do Comitê de Enfrentamento ao Abigeato e Abate Irregular de Animais do Rio Grande do Sul, Carlos Roberto Santana, o coordenador-geral das Câmaras Setoriais e Temåticas da Secretåria de Agricultura do Rio Grande do Sul, Edegar Franco, e o vereador Antônio Teixeira, do município de BagÊ (RS). CNA, com edição da NRF

Foto: Divulgação

Pena maior # > 6 Â’ V‹‹‹“W| CĂłdigo Penal, aumentando a pena para o abigeato, com reclusĂŁo de dois a oito anos e multa. Hoje, a pena ĂŠ de um a quatro anos de prisĂŁo, e multa. TambĂŠm inclui o comĂŠrcio de carnes e outros alimentos sem procedĂŞncia legal na relação de crimes contra as relaçþes de consumo. A proposta estĂĄ na ComissĂŁo de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC), e tem parecer favorĂĄvel do relator, deputado EsperidiĂŁo Amin (PP-SC). Ao defender a aprovação da matĂŠria, o deputa 9 crimes tĂŞm sido cada vez mais recorrentes no sul do * " K abate – entre bovinos, suĂ­nos, ovinos e equinos – foram roubados das propriedades rurais no Rio grande do Sul. No entanto, açþes do governo estadual para / 1 7 / WX‚ graças a açþes integradas dos ĂłrgĂŁos pĂşblicos regionais, segundo relato de representantes do estado, que defenderam a aprovação do projeto.



geral

AveSui 2014 encerra com volume de R$ 370 milhĂľes em negĂłcios W ¨ 4 < Â’ ? + " * ‘ " _ 7 W| WX < ˜ ‘"w_

4 ‰† |}{ $‡ > $ W} X XX{

" 1 Â&#x; w * De acordo com a organizadora do evento, AndrĂŠa Gessulli, a AveSui K{W \

negĂłcios e parceriasâ€?. No ano que vem, a feira – que em todas as ediçþes serve como palco para o lançamento de uma sĂŠrie de novidades em diver * @ 1 WK W 4 WX{ # cionais e centenas de produtos e serviços dos setores de aves e suĂ­nos. “A AveSui tornou-se uma referĂŞncia na prestação de serviços ao visitante, que encontra nos corredores soluçþes prĂĄticas para sua necessidade. Agradeço a todos que puderam prestigiar o nosso evento e tambĂŠm agradeço a todas as empresas e entidades apoiadoras, patrocinadoras e expositoras pela 4 & As palestras e debates tĂŠcnicos consolidaram a perspectiva do mercado de aves e suĂ­nos, que deve fechar o ano com leve crescimento – previsĂŁo |‚ W‚ K‚ 4 * do Painel Conjuntural, que abriu a AveSui com uma ampla discussĂŁo sobre / # sença do diretor-geral da FAO, JosĂŠ Graziano, homenageado como “Personalidade Mundial do AgronegĂłcioâ€?. TambĂŠm foi realizada uma reuniĂŁo de capacitação para produtores, tĂŠcnicos e pesquisadores sobre a ameaça do vĂ­rus da diarreia suĂ­na (PEDv), 61 } $‡ ‡ %„ 4 contou ainda com painĂŠis de nutrição, ambiĂŞncia, seminĂĄrio de reciclagem animal, alĂŠm de cursos e palestras. Outro destaque do evento foi a Feira GastronĂ´mica, com pratos Ă base * w$ Š Y # buĂ­dos aos participantes. / " K{W YouTube da TV Gessulli e tambĂŠm no site da feira, o www.avesui.com/noticias.

Feira da IndĂşstria de Aves e SuĂ­nos realizada em maio, em FlorianĂłpolis, trouxe novidades tecnolĂłgicas e debateu perspectivas de crescimento para o setor.



geral

Mapa comemora aumento no percentual de uso de biodiesel < / K‹ : 1 > „ 4 ‘:>„_ Y ˜ ” V } termina a ampliação da mistura obrigatĂłria de bio ˜ X‚ V‚ W” 6 $ }‚ W” / A decisĂŁo, celebrada pelo MinistĂŠrio da Agricultura, PecuĂĄria e Abastecimento (Mapa), vai propiciar melhor aproveitamento da matĂŠria-prima (soja e gordura animal) e maior utilização da capacidade instalada de produção, sem causar grandes alteraçþes no processo produtivo. > / K{W| K ‹ / $‡ ƒ1 K{WX } W K / $‡ 7 K / $‡ > 4 / * } X / $‡ demonstra uma grande capacidade produtiva ociosa, X{‚ “HĂĄ previsibilidade de cerca de 8,65 milhĂľes de toneladas do grĂŁoâ€?, garante o coordenador geral de Agroenergia da Secretaria de Produção e Agroenergia do Mapa, JoĂŁo Abreu, sobre a disponibilidade de soja

para garantir a estabilidade de produção do biocombustĂ­vel. A secretĂĄria de Produção e Agroenergia, Cleide Laia, reforça que o melhor aproveitamento da capacidade de produção trarĂĄ benefĂ­cios. “O Brasil ganharĂĄ em trĂŞs grandes pilares da cadeia produtiva: social, ambiental e econĂ´micoâ€?, destaca. Ela esteve presente no PalĂĄcio do Planalto, quando a presidenta da Re +/ : ‰

Š 7 + fomento Ă produção e ao consumo de biodiesel. Para o governo, o aumento de percentual de bio / / te e fortalece a economia do PaĂ­s. A previsĂŁo ĂŠ que $ }‚ ? 6 ‰† W| / $‡ { {X|‚ ? w ‘ w Amplo), o que representa um fator favorĂĄvel na economia nacional. Os dados sĂŁo do relatĂłrio da Fundação Instituto de Pesquisas EconĂ´micas (Fipe), encomendado pela Associação dos Produtores de Biodiesel do Brasil (Aprobio). Mapa, com edição da NRF


acontece Merial Live Day debate produção de carne de qualidade e o uso de endectocidas O Merial Live Day levou a todos que trabalham com pecuĂĄria de corte no PaĂ­s inteiro o que hĂĄ de mais atual nas discussĂľes envolvendo a produção de carne de qualidade, desde as tendĂŞncias da pecuĂĄria moderna, com ĂŞnfase na sanidade, atĂŠ a chegada pela Merial, o evento bateu recordes ao ser transmi W Š{{ de acesso em todo o Brasil. Desenvolvido em parceria com o BeefPoint e com a Coplacana, o evento foi aberto pelo diretor presidente da Merial Brasil, Paraguai e BolĂ­via, Jorge Espanha, que apresentou um panorama dos negĂłcios da empresa para a pecuĂĄria de corte e a situação atual da produção de alimentos no Brasil. “O PaĂ­s precisa assumir sua posição de liderança na alimentação global. Somos lĂ­deres e temos de ter consciĂŞncia dissoâ€?, admitiu Espanha, ao ressaltar que o mundo depende do Brasil para que o fornecimento de alimentos atinja os patamares almejados por ĂłrgĂŁos como a FAO. CEO do BeefPoint, Miguel Cavalcanti falou na sequĂŞncia sobre as tendĂŞncias da pecuĂĄria moderna na produção de carne de qualidade. “Temos de estar de olhos abertos para o que hĂĄ de mais moderno para a pecuĂĄria de corte no PaĂ­s, utilizando bons exemplos vindos de paĂ­ses como os EUA, AustrĂĄlia e Uru

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precisamos dar mais valor para o que conquistamos. Somos hoje o maior exportador mundial de carne bovinaâ€?, enfatizou. A programação seguiu com apresentaçþes de especialistas como o professor do Departamento de Patologia da USP, JoĂŁo Palermo Neto, e Roberto Barcellos, da Beef&Veal. Clientes da Merial tambĂŠm contribuĂ­ram, como Evandro Cassaro, diretor de pecuĂĄria da AgropecuĂĄria Rio da Areia; Nedson Rodrigues, proprietĂĄrio da Fazenda CachoeirĂŁo; Fernando Pereira, da Liliani AgropecuĂĄria; e Flavio Almeida, engenheiro agrĂ´nomo e consultor em Sergipe. Endectocidas - JoĂŁo Palermo Neto levou ao evento uma das discussĂľes com maior repercussĂŁo do conteĂşdo programĂĄtico, abordando a questĂŁo dos resĂ­duos de endectocidas e o impacto na produção de carne. Nos Ăşltimos anos, algumas queixas sobre a detecção de resĂ­duos acima do LMR (Limite MĂĄximo de ResĂ­duos) em carcaças abatidas, por parte da indĂşstria frigo * / -

dectocidas de longa duração na engorda e terminação. “Existe uma sĂŠrie de fatores que podem explicar estas detecçþes. Uma delas se dĂĄ pelo uso indevido de endectocidas, nĂŁo respeitando o prazo de carĂŞncia dos mesmos. Para que nĂŁo haja este tipo de problema, hoje o pecuarista jĂĄ conta com produtos com carĂŞncia zero, como o caso do EprinexÂŽ, da Merial,

/ € / 4 o produtor e garante o bem-estar do animal, por ser aplicado via pour onâ€?, destacou o pesquisador. Gerente de produtos para Ruminantes da Merial, Pablo Paiva fechou as palestras falando justamente sobre as novas tendĂŞncias de endectocidas para o ­: Â? Olho e na Ponta do LĂĄpis EprinexŽ’, nova campanha ; a Merial deposita em seu antiparasitĂĄrio. “Hoje temos acesso Ă s tecnologias mais modernas para o combate a parasitas na produção de gado para corte. O pecuarista pode optar pelo produto com carĂŞncia zero e abater o seu gado no dia seguinte, abrindo, assim, a oportunidade para venda no mo & “Com mais esta iniciativa pioneira, a Merial cumpriu o seu papel de levar de maneira gratuita para toda a cadeia produtiva o conhecimento sobre temas

1 cada e responsåvel�, concluiu. Ao tÊrmino do evento realizado no dia 22 de maio,

: partamento de Patologia da USP, JoĂŁo Palermo Neto: “Para a pecuĂĄria de corte obter todo o desenvolvimento necessĂĄrio no Brasil, nĂŁo hĂĄ espaços para improvisaçþesâ€?.

Foto: Divulgação

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acontece

Friboi amplia linha de produtos com o prĂĄtico Beef Burger A Friboi, marca do grupo JBS, inova mais uma 7

4 / ro para atender às expectativas dos consumidores. A partir de agora, os tradicionais cortes de carne bovina da marca dividem espaço com o Beef Burguer. O lançamento Ê uma extensão natural do portfólio e se caracteriza pela qualidade. O suculento Beef Burguer chega às prateleiras como uma opção versåtil à alimentação, podendo ser servido de acompanhamento nas refeiçþes principais * $ w WK{ / pode ser preparado na churrasqueira, forno, frigideira

ou na chapa. Traz cortes selecionados de carne bovina Friboi e estĂĄ disponĂ­vel nos sabores tradicional, churrasco e com queijo.

Sadia busca inspiração na Europa para lançar produto no Brasil A BRF, empresa responsĂĄvel pela marca Sadia, se inspirou em um sucesso de vendas europeu para " 4 o lançamento exclusivo e limitado da Sadia, Chicken Bites. Feito de frango e empanado com uma farinha especial, o Sadia Chicken Bites – que jĂĄ ĂŠ sucesso de vendas na ItĂĄlia – serĂĄ comercializado em duas versĂľes no Brasil: tradicional ao molho barbecue e crocante ao molho brasileiro. “O lançamento segue a nova estratĂŠgia da BRF de trazer ao Brasil produtos que sejam destaque nos mercados estrangeiros onde a companhia operaâ€?, revela a gerente de conveniĂŞncia da BRF, Daniela Zucchini. Sadia Chicken Bites representa, ainda, uma modernização da categoria de empanados, que atualmente conta com um portfĂłlio focado no almoço e no jantar e oferece itens muito semelhantes na gĂ´ndola. “A proposta desse lançamento ĂŠ diferenciar-se jĂĄ no ponto de venda, visto que a sua embalagem tem

formato cĂ´nico e pode ser utilizada para servir o produto apĂłs seu preparo, que pode ser assado ou fritoâ€?, explica a executiva. Cada vez mais presente no cenĂĄrio esportivo, por meio do patrocĂ­nio Ă Seleção Brasileira, a Sadia reconhece a oportunidade de se aproximar de seus consumidores e, ao mesmo tempo, elevar sua participação no mercado de empanados, incentivando uma nova ocasiĂŁo de consumo. “Sadia Chicken Bites ĂŠ nossa proposta de aperitivo para esse momento de festa, descontração e diversĂŁoâ€?, comenta Daniela.

Linguiça de Frango Fina Aurora jĂĄ estĂĄ no mercado Linguiças sĂŁo uma das especialidades da Aurora – um dos maiores conglomerados brasileiros do setor de alimentos. E os apreciadores desse delicioso embutido jĂĄ contam com o mais novo lançamento da empresa, a Linguiça de Frango Fina Aurora. A novidade atende consumidores que desejam / $ tempo e praticidade, pois o calibre menor torna o preparo mais rĂĄpido. É obtida a partir de carne de frango selecionada combinada com condimentos e temperos especiais. Produzida com rigoroso controle de qualidade, o resultado ĂŠ um produto com sabor

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marcante e suave. A linguiça Ê apresentada em pacotes de 800 gramas, acondicionados em caixas de 8 kg contendo dez pacotes. A WK{ A Aurora Ê a pioneira das grandes marcas em apresentar essa iguaria da cozinha verde e amarela.


acontece

Markem-Imaje lança codificadora por transferĂŞncia tĂŠrmica resistente Ă ĂĄgua A Markem-Imaje traz ao mercado a SmartDate ° {#? w resistente Ă ĂĄgua, desenvolvida para aplicação nas + ‘ * _ mes e sanduĂ­ches prontos, onde a limpeza das linhas de produção ĂŠ frequente. > Â? umidade durante as operaçþes de limpeza por ser totalmente fabricada em aço inoxidĂĄvel e por ter todas as portas dos componentes eletrĂ´nicos seladas, incluindo as portas de conexĂŁo e USB. Com o equipamento, o processo de limpeza ĂŠ muito simples e mais rĂĄpido, pois os cabos nĂŁo precisam ser removidos e o usuĂĄrio ĂŠ orientado sobre os processos passo a passo atravĂŠs da interface. O usuĂĄrio tem a opção de proteger apenas a cabeça de impressĂŁo, apenas o controlador, ou ambos, reduzindo assim os custos. " : ° {#? $ / * tecnologia SmartDate: impressĂŁo de grande quanti 4 / € * > 7 / / de impressĂŁo “inteligenteâ€?, capaz de aperfeiçoar a

qualidade de impressĂŁo e a função de “economia de ribbonâ€?, que reduz o desperdĂ­cio ao mĂ­nimo. Acom $ // W W{{ + de trocas e melhora o custo de impressĂŁo. Oferece, ainda, rapidez superior: pode imprimir – em versĂŁo contĂ­nua ou intermitente – atĂŠ 600 mm/segundo. “Desenvolvimento pioneiro da Markem-Imaje,

w 7 4 eliminar o trabalho dos usuårios que protegem suas måquinas com saquinhos plåsticos�, brinca o gerente de Marketing da Markem-Imaje, Antonio Buccino Neto. 61

w " : ° { ‡ ˜ proteger seus equipamentos podem realizar as atualizaçþes com a assistĂŞncia de um tĂŠcnico Markem -Imaje.

Auster apresenta suplemento de origem vegetal indicado para bovinos A Auster Nutrição Animal, localizada em Hortolân ‘" _ < W{{ Â? : ` ˜ vegetal hidrogenado perolizado, cuja função ĂŠ ser um melhorador de consumo e aporte energĂŠtico das dietas, indicado para bovinos e monogĂĄstricos. De acordo com o diretor da empresa, Paulo Portilho, o produto ĂŠ originĂĄrio de Ăłleos food grade e possui excelente sabor e aparĂŞncia. Sua aplicação ‡ 1 7 ˜ }{ graus Celsius. AlĂŠm disso nĂŁo possui a inclusĂŁo em sua formulação de ĂĄcidos graxos livres, tampouco de

* ˜ 4 deletĂŠrios ao consumo e muitas vezes Ă saĂşde e desempenho animal. > < W{{ * origem vegetal estĂĄvel, com alto conteĂşdo energĂŠtico. Em bovinos, sua principal função ĂŠ constituir gordura by-pass pelo alto ponto de fusĂŁo. “Dessa maneira, os bovinos <W{{ ĂĄrio de alimentos e, de fato, aumentam seu aporte energĂŠtico diĂĄrio. Seu sabor ĂŠ neutro, ao contrĂĄrio de outras fontes de gordura sĂłlida que sĂŁo na realidade

sabĂľes, com sabor e odor muitas vezes desagradĂĄvel, que acabam por reduzir o consumo diĂĄrio de alimentosâ€?. % 1 <W{{ rece o aumento da concentração energĂŠtica da ração, o que ĂŠ muito importante em algumas fases da vida do animal, tais como na lactação de matrizes suĂ­nas e no caso de matrizes de postura (leves e pesadas) sob estresse tĂŠrmico. “Imitamos a natureza para trazer mais energia Ă s dietas. Com isso, os animais se alimentam melhor e geram um desempenho acima do normal, garantindo uma maior lucratividade para o produtorâ€?, revela Portilho.

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acontece

Boehringer Ingelheim apresenta novo conceito de vacinação via ĂĄgua para a suinocultura A Ă rea de SaĂşde Animal da Boehringer Ingelheim apresentou ao mercado durante evento realizado na W ¨ 4 " de vacinação via ĂĄgua para a suinocultura brasileira. A nova abordagem de uso da vacina Enterisol Ileitis, que traz melhoria da performance, redução da mortalidade e imunização consistente em uma dose propĂľe a vacinação massal do rebanho, reduzindo o manejo na granja. AlĂŠm do novo conceito e da experiĂŞncia americana de vacinação via ĂĄgua, foram apresentados os primeiros resultados no paĂ­s com o novo protocolo de vacinação via ĂĄgua para prevenção e controle da ileĂ­te, enfermidade entĂŠrica de impacto econĂ´mico importante na produção de suĂ­nos. O Supervisor TĂŠcnico Comercial da empresa no Brasil, Vladimir Borges destaca o prejuĂ­zo que a enfermidade gera no campo. “As principais consequĂŞncias sĂŁo perdas de desempenho, principalmente Ganho de Peso DiĂĄrio (GPD) e ConversĂŁo Alimentar (CA), aumento na taxa de mortalidade, normalmente associada a forma aguda, desuniformidade dos lotes, alĂŠm da necessidade de tratamentos curativos, individuais ou do lote com consequente aumento dos custos associado aos tratamentos curativosâ€?. Borges cita ainda a diminuição das receitas devido Ă s perdas de desempenho e aumento na taxa de mortalidade.

Para atualizar conhecimentos, o BISA (Boehringer Ingelheim Swine Academy), curso destinado a um seleto grupo de veterinĂĄrios especialistas em sanidade de suĂ­nos, reĂşne todos os anos pessoas de diversos paĂ­ses. Nesta edição, o even W‹ cipantes, entre eles trĂŞs representantes do Brasil. Os assuntos incluĂ­ram imunologia, vacinologia, epidemiologia, pato ˜ * com palestrantes das Universidades de Iowa e Minnesota, e da Boehringer Ingelheim. O curso foi realizado no Reiman Gardens, no Campus da Universidade de Iowa, no ISU VDL - LaboratĂłrio de DiagnĂłstico da Universidade e fazendas prĂłximas de Ames (Iowa, EUA). A Boehringer promove anualmente o treinamento para sua equipe e clientes em parceria com a universidade americana.

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" logia da reprodução com ĂŞnfase em suĂ­nos pela Faculdade VeterinĂĄria na UFRGS, a vacinação ĂŠ o meio 7 4 entĂŠrica. “A Ăşnica vacina do mercado para prevenção da Lawsonia ĂŠ via oral viva atenuada, sendo esta a 7 4 * uma vez imunizados com a vacina estarĂŁo protegidos * / do uso de antibiĂłticos onde os animais estĂŁo protegidos durante o perĂ­odo de aplicaçãoâ€? explica. Ainda durante a Avesui, a empresa promoveu um encontro do Grupo Avançar com a presença de pesquisadores e consultores na ĂĄrea de suinocultura para debater de forma aprofundada a situação atual das enfermidades entĂŠricas. O mĂŠdico veterinĂĄrio e mestre em patologia veterinĂĄria, Roberto Guedes, apresentou atualizaçþes sobre ileĂ­te e nova abordagem no diagnĂłstico diferencial para doenças entĂŠricas. Head da Unidade de NegĂłcios de SuĂ­nos e Assuntos RegulatĂłrios da Boehringer Ingelheim, PatrĂ­cia Schwarz destaca que o grupo foi formado hĂĄ 2 anos com o objetivo de difundir as recentes pesquisas que vĂŞm sendo desenvolvidas pela Boehringer ao redor do mundo e para promover troca de experiĂŞncias. “E propor açþes que possam trazer ganhos de produtividade Ă suinocultura no Brasilâ€?, complementa.

Foto: Divulgação

Brasileiros participantes do BISA - Mauro Donin, da Boehringer Ingelheim; Ricardo Lippke, da Master AgropecuĂĄria; e Luciano Brandalise, da BRF, com o Dr. Kent Schwartz, da Iowa StateUniversity.


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Nutreco Brasil lança suplemento alimentar lĂĄcteo para primeiros dias de vida de leitĂľes A Nutreco Brasil traz ao mercado o Nuklospray Yoghurt, suplemento alimentar da marca Sloten Ă base de leite e gordura para ser utilizado nos primeiros dias de vida dos leitĂľes. Para apresentar a novidade, foram promovidas duas palestras com a participação do gerente tĂŠcnico da Sloten B.V., Andre Damveld, de : 9 Â? W‹ reu em parceria com a Suiaves, na cidade de Toledo ‘ ‰_ ƒ1 KW Â&#x; /˜ ‘"w_ O objetivo dos encontros foi mostrar aos produtores a necessidade de se ter atenção especial com 4 WX tĂľes. “Quanto mais cedo eles se alimentam com qualidade, consequentemente terĂŁo um melhor desempenho durante toda sua vida, transformando-o num bom comedor de ração e com boa conversĂŁo alimentarâ€?, ressalta o gerente comercial da Nutreco Brasil, Fabio Botelho. A necessidade de suplementar a amamentação ocorre pelo aumento na leitegada, havendo disputa entre os leitĂľes, quando a lei do “mais forteâ€? na maioria das vezes prevalece. Durante os Ăşltimos anos, o tamanho das ninhadas das fĂŞmeas aumentou subs 9 6 $ W ‡ 4 exceção e a fĂŞmea nĂŁo ĂŠ capaz de alimentar a todos adequadamente. “HĂĄ dez anos, tĂ­nhamos por objetivo desmamar dez/onze leitĂľes em mĂŠdia por porca. 9 6

+ $ W} cia. E a mĂŁe, na maioria das vezes, nĂŁo dĂĄ conta de amamentar de forma adequada sem prejudicar o

desenvolvimento de suas criasâ€?, esclarece o gerente. Uma das soluçþes encontradas pelos produtores nessa situação ĂŠ colocar os leitĂľes em lei “ / “No entanto, essa nĂŁo ĂŠ uma solução ideal em termos de propagação de doenças e trabalho extraâ€?, alerta. Sobre o Nukospray Yoghurt - O lançamento ĂŠ produzido pela Sloten B.V., que faz parte do grupo Nutreco. Altamente palatĂĄvel, ĂŠ composto por ingredientes lĂĄcteos de alta qualidade e gorduras vegetais $ 7 6 as fases do primeiro estĂĄgio de vida dos leitĂľes. O Nuklospray ĂŠ oferecido desde o primeiro dia de vida WX” 4 w

nesse período toda a leitegada Ê mantida com a mãe. O produto Ê bem conhecido por sua composição

* ` $

tÊm mais matÊria seca que os substitutos regulares de leite. O suplemento Ê oferecido num comedouro especial duas vezes por dia, atendendo às necessidades dos jovens leitþes e diminuindo a taxa de mortalidade geral. Os leitþes que consomem Nuklospray Yoghurt em adição ao leite logo se acostumam com comida sólida, fazendo uma transição mais tranquila no desmame.

Bauko inaugura sua nova filial em TaubatĂŠ ; Â&#x; / (SP), no dia 08 de maio, que serve como base para prestação de serviços, locação e venda das empilhadeiras Toyota no Vale do ParaĂ­ba. w 1 W W{{ Âą Š{ Âą 1 * Â? clientes de toda a regiĂŁo do Vale do ParaĂ­ba nas duas modalidades oferecidas pela empresa: empilhadeiras / 4 W Š } e a linha completa de empilhadeiras elĂŠtricas que inclui mĂĄquinas retrĂĄteis, trilaterais e paleteiras. Instalada no Vale do ParaĂ­ba por ser considerada uma regiĂŁo estratĂŠgica e muito importante para a @ $ 6 WX‚ share da Bauko estĂĄ em SĂŁo Paulo – a unidade segue ainda a proposta de atender aos clientes Ă pronta entrega, com um estoque com }{{

o que for destinado Ă manutenção preventiva, alĂŠm de 20 empilhadeiras Ă pronta entrega. Para oferecer serviços de pĂłs-venda e atendimento, a unidade conta com trĂŞs boxes para manutenção das mĂĄquinas. A cerimĂ´nia de inauguração foi realizada na prĂł 6 X{ entre eles funcionĂĄrios, fornecedores, veĂ­culos de comunicação especializados, clientes e parceiros, como Yawara Sakai da Toyota BT Raymond. A instalação desta base reforça a estrutura de revenda e locação de mĂĄquinas Toyota pela Bauko no Brasil, que ĂŠ composta pelas unidades de Osasco (SP), TanguĂĄ (RJ), Serra (ES) e SimĂľes Filho (BA), e ĂŠ a primeira de outras trĂŞs que devem ser abertas atĂŠ ; / |{‚ market share na venda de empilhadeiras em dois anos.

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Adisseo lança treinamento sob medida de enzimas em nutrição animal As enzimas aumentam a disponibilidade de nutrientes na alimentação e contribuem para um melhor desempenho animal, diminuição de custos de produção e melhora do meio ambiente. Sendo as enzimas * * tidades muito pequenas, ĂŠ necessĂĄrio conhecer seus mecanismos de ação e as implicaçþes nutricionais de sua utilização, bem como as suas propriedades para aplicaçþes em premix e ração. Pensando nisso a Adisseo – um dos maiores fabricantes de soluçþes nutricionais para animais no mun W} de tecnologia enzimĂĄtica – propĂľe aos clientes um programa de treinamento exclusivo de enzimas. Indicado para nutricionistas, gerentes de qualidade, gerentes de fĂĄbrica e compradores, dependendo

# ticipantes envolvidos ĂŠ desenvolvido um programa de 2 a 3 dias de treinamento. > $

mação por parte das autoridades francesas, o programa Ê composto por módulos sobre diferentes temas, desde a seleção de atividades enzimåticas dependendo do tipo de ração, valor nutricional para formula 4 4 ção da atividade enzimåtica na ração. O treinamento inclui apresentaçþes, vídeos e exercícios pråticos sobre enzimas do tipo PNA (polissacarídeos não ami 1 _ *

desenvolvidos pela Adisseo para ajudar na avaliação de enzimas. “O programa RovabioÂŽ Enzyme Clinics inclui todas as diferentes peças de informaçþes e tĂŠcnicas sobre a aplicação prĂĄtica de enzimas, acumuladas pelas nossas estreitas relaçþes com clientes de todas as partes do mundoâ€?, destaca a diretora da Unidade de NegĂłcios de enzimas da Adisseo, HĂŠlène Lionet-Llorca. A equipe da Adisseo da AmĂŠrica do Sul estĂĄ pronta para levar aos clientes este programa, que abrange conceitos e conhecimentos em tecnologia enzimĂĄtica na nutrição animal. O RovabioÂŽ Enzyme Clinics permite discussĂľes abertas a respeito das reais necessidades e busca de soluçþes da cadeia produtiva, nĂŁo sendo uma receita global, mas um programa a ser ‡ * cada cliente.

Com novo sĂłcio, Recomservice ĂŠ destaque no setor de refrigeração Fundada em 2006 e consolidada no Brasil como empresa especializada em soluçþes e serviços para sistemas de ar condicionado e refrigeração industrial e comercial, a Recomservice anuncia como novo sĂłcio e diretor de Desenvolvimento de NegĂłcios o engenheiro JosĂŠ Romariz Filho. Formando em engenharia mecânica pela Universidade de BrasĂ­lia (UnB), Romariz nasceu em MaceiĂł (AL). Em constante desenvolvimento e sempre Ă procura e energĂŠtica, a Recomservice conta, hoje, com uma 7 W{{ / Possui operaçþes em JundiaĂ­ (SP), Caieiras (SP), Novo Hamburgo (RS), Curitiba (PR) e Rio de Janeiro (RJ), cidades estratĂŠgicas que permitem um atendimento local e diferenciado de todo o territĂłrio nacional. Conta com 60 mil TR’s de Chillers sob contrato de pg. 54

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manutenção preventiva e, dentre os serviços realizados, oferece ao mercado: consultoria e serviços especializados de recuperação de chillers e compressores alternativos, parafusos e centrĂ­fugos multimarcas; manutenção preventiva, corretiva, preditiva e detectiva; comissionamento; limpeza quĂ­mica e mecânica de tubos; retubagem de trocadores de calor, automa 4 cionado e refrigeração. Conforme destaca a empresa, o sistema de ar con {‚ V{‚ mo de energia de um edifĂ­cio comercial. Somente a w — ' X{‚ valor. “Portanto, a operação e manutenção adequadas propiciam a redução do consumo de energia, Ă­ndice de quebras e do tempo de parada, impactos ambientais, custos e extensĂŁo da vida Ăştil do equipamentoâ€?.


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Carrozzerias Pezzaioli inaugura 1ÂŞ unidade na AmĂŠrica do Sul w

77 77 { tradição em fabricação de carrocerias para transporte de animais vivos na Europa, inaugura sua primeira fĂĄbrica na AmĂŠrica do Sul, a Pezzaioli do Brasil. A previsĂŁo de investimento na fĂĄbrica de carrocerias em alumĂ­nio para o transporte de suĂ­nos ultrapassa ²WX $‡ 1/ < dos Guedes (SC), no Oeste Catarinense, vai atender inicialmente a demanda de agroindĂşstrias brasileiras por transporte especializado em cargas vivas.

investimento estĂĄ localizado aqui no Brasilâ€?, diz. “Nosso objetivo ĂŠ o de conquistar pelo menos X{‚ ˜ | 4 serĂĄ destinada principalmente para o mercado brasileiro, mas tambĂŠm irĂĄ uma parte para o Mercosulâ€?, revela Pezzaioli. ? W{ 1 Ă­da e jĂĄ tem plano de expansĂŁo com ampliação para 6 mil metros quadrados, devendo o nĂşmero de empregos ser triplicado. Vai produzir semi-reboques com um, dois ou trĂŞs eixos, e carrocerias para caminhĂŁo. Toda a produção inicial ĂŠ destinada ao transporte de suĂ­nos e vai atender Ă s principais empresas exportadoras de carne suĂ­na. 1/ 61 4 K{WX 4 7 % 4 produzidos e comercializados tambĂŠm no Brasil.

O projeto da multinacional italiana, lĂ­der europeia em transporte de animais vivos, ĂŠ ousado e prevĂŞ expansĂŁo da produção visando paĂ­ses do Mercosul. Os modelos de carrocerias que serĂŁo produzidos aqui atendem Ă s legislaçþes europeias de bem-estar animal. Na contrapartida, oferecem para a indĂşstria menor mortalidade e melhor qualidade de carne, com menos estresse para os animais. O presidente da companhia, EugĂŞnio Pezzaioli, fala sobre os investimentos na Pezzaioli do Brasil. “Santa Catarina ĂŠ o estado com a maior concentração de granjas de produção de suĂ­nos e agroindĂşstrias, e tambĂŠm estĂĄ muito perto da Argentina, que serĂĄ o prĂłximo mercado a ser desbravado. A Pezzaioli estĂĄ investindo ainda na China, no Oriente MĂŠdio, Norte da Ă frica e AmĂŠrica do Norte, mas com certeza o maior

Agroceres lança polivitamĂ­nico para melhorar o desempenho de aves Uma nova tecnologia em nutrição de aves foi lançada pela Agroceres Multimix durante a AveSui, em maio. Com o lançamento, a empresa passa a disponibilizar um novo polivitamĂ­nico desenvolvido para aves com o objetivo de melhorar o desempenho do plantel e evitar perdas para o produtor, explica o mĂŠdico veterinĂĄrio e gerente Regional da Agroceres Multimix, FlĂĄvio Ruiz. “O Ag Vit ĂŠ indicado para suplementação vitamĂ­nica de aves em situação de estresse e outras situaçþes que requerem o uso de suplementaçãoâ€?, diz. O especialista destaca que a novidade melhora a ‡

manuseio intenso, viagens longas, transferência de alojamentos e vacinação, alÊm dos períodos de recuperação de enfermidades ou, ainda, temperaturas extremas, como muito frio ou calor. Ele conta que testes de campo realizados com o produto tambÊm mostraram melhores resultados em situaçþes de desidratação das aves, pico de produção e debicagem, alÊm de momentos importantes, como mudanças na fase de ração e incremento dos níveis da

4 ‰ 7

ˆ ciente para evitar refugos e melhorar a uniformidade do lote. Com a novidade, a empresa espera alcançar posição de destaque no segmento de polivitamĂ­nicos. nova revista frigorĂ­fico pg. 55


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FusĂŁo das empresas TOPIGS e Norsvin cria Topigs Norsvin Com a fusĂŁo de suas atividades, a TOPIGS Internacional e a Norsvin Internacional criaram uma nova empresa destaque mundial em genĂŠtica suĂ­na, com Â&#x; Â?

as duas companhias resulta em faturamento anual

W}‹ $‡ ˜ ‘W|{ $‡ euros). A sede serĂĄ em Vught, na Holanda. A operação da TOPIGS na Holanda, a revista Varkens K.I. Nederland e as operaçþes da Norsvin na Noruega nĂŁo fazem parte da fusĂŁo. TOPIGS e Norsvin estĂŁo alinhando suas atividades de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) para maiores e estratĂŠgicos investimentos, com o objetivo de acelerar o progresso genĂŠtico e desenvolvimento de novos produtos. O orçamento de P&D combinado ĂŠ de cerca KX $‡ ˜ ‘WŠ $‡ _ W ‚ A combinação de fenĂłtipos de alto rendimento, to 7 + multiplicadores espalhados pelo mundo, coleta massiva de dados de produção e seleção genĂ´mica irĂŁo acelerar o progresso genĂŠtico e agregar valor a toda a cadeia produtiva. A Topigs Norsvin tem um portfĂłlio de produtos complementares que garantem ganhos para os clientes. Os produtos atuais de ambas as empresas permanecem disponĂ­veis no mercado. “A estratĂŠgia da Topigs Norsvin envolve suporte com excelĂŞncia atravĂŠs da presença local, com base nas necessidades individuais do cliente. Juntos, temos as pessoas, produtos e conhecimento para oferecer a melhor genĂŠ & : Â&#x; Norsvin, Bjarne Holm.

“As duas empresas tĂŞm como pilar principal a pesquisa e o desenvolvimento, com um portfĂłlio de produtos complementar. A TOPIGS tem linhas robustas, 1 6 $ alimentar total. A Norsvin traz linhas extremamente

siçþes de mercado sĂŁo complementares, com a presença global da TOPIGS e sĂłlida presença da Norsvin na EscandinĂĄvia, Estados Unidos e regiĂŁo do BĂĄlticoâ€?, w%> Â&#x; Â?

Y 6 w 4 W XX $‡ matrizes e mais de 8 milhĂľes de doses de sĂŞmen por ano, a Topigs Norsvin ĂŠ uma das maiores fornecedoras de genĂŠtica suĂ­na do mundo. Cada ano, mais de ‹{ $‡ * 4 7 / a genĂŠtica Topigs Norsvin. “Pesquisa, inovação e difusĂŁo de melhoramento genĂŠtico serĂŁo os pilares da nova empresa. Uma forte e constante melhoria dos nossos produtos permitirĂĄ

em sua produçãoâ€?.

Nova versĂŁo de aplicativo da Embrapa ajuda a formular ração O Granucalc, aplicativo utilizado na anĂĄlise de granulometria para calcular o diâmetro geomĂŠtrico mĂŠdio (DGM) e o desvio padrĂŁo geomĂŠtrico (DPG) das partĂ­culas de ingredientes para ração de frangos de corte e de suĂ­nos, ĂŠ o primeiro software para dispositivos mĂłveis disponibilizado pela Embrapa SuĂ­nos e Aves de ConcĂłrdia, em Santa Catarina. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente nos tablets e smartphones com o sistema operacional Android 2.2 ou superior. Clicando no Ă­cone da Play Store, ĂŠ sĂł fazer a busca pelo Granucalc. Para calcular o DGM e o DPG de uma amostra no aplicativo, basta preencher o formulĂĄrio selecionando ‘ # _ nativo (selecionando as peneiras utilizadas) e infor-

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mar os pesos das peneiras e os pesos das peneiras com as amostras. Os resultados e as interpretaçþes podem ser enviados para os contatos do usuĂĄrio via SMS (ĂŠ preciso consultar a operadora de telefonia celular sobre os custos deste serviço). VersĂŁo para PC e notebook - O software desenvolvido pelo NĂşcleo de Tecnologia da Informação da Embrapa SuĂ­nos e Aves tambĂŠm pode ser baixado de graça na pĂĄgina da Unidade na internet, no endereço www.cnpsa.embrapa.brclicando na seção “Acesse TambĂŠm > Granucalcâ€?. Terminado o download, nĂŁo ĂŠ necessĂĄrio fazer a instalação. Basta extrair o conteĂşdo do arquivo para uma pasta no computador e executar o arquivo Granucalc.jar.


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Crown Equipment apresenta nova empilhadeira walkie com 1814 quilos de capacidade A Crown Equipment Corporation expandiu recentemente a capacidade de sua gama de empilhadeiras Crown SX 3000 Series. DisponĂ­vel na AmĂŠrica do Norte e na AmĂŠrica Latina, incluindo-se aĂ­ o Brasil, $ Âľ ; w Âľ "° |{{{# { 1 WŠW 1 4 Š} A mĂĄquina permite que operadores manobrem facilmente em espaços reduzidos, como os comumente existentes em supermercados e instalaçþes de varejo, e que empilhem cargas de pallets simples a uma altura de trĂŞs ou mais nĂ­veis, de forma a economizar espaço e melhorar a seleção de produtos. Ao contrĂĄrio das tĂ­picas empilhadeiras contrabalançadas, que precisam de um corredor de 3,35m | ‹V w Âľ "° |{{{# { 7

W ŠK K W para que possam empilhar mais produtos em uma

ĂĄrea do mesmo tamanho. Com os pallets empilhados verticalmente em um sistema organizado de prateleiras, os operadores conseguem localizar e selecionar rapidamente o produto desejado, sem ter de deslocar vĂĄrias cargas. $ Â&#x; 4 °W{Âś Crown, que traz ergonomia avançada e design de alta durabilidade em alumĂ­nio fundido. A função de anulação do sistema de freio permite deslocamentos com a alavanca em posição quase vertical para que a empilhadeira possa virar em uma ĂĄrea quase tĂŁo pequena como sua prĂłpria base, proporcionando maneabilidade excepcional e reduzindo o risco de danos para o veĂ­culo, para a carga e para as instalaçþes. > w Âľ "° |{{{# { 1/ / teria livre de manutenção e um carregador a bordo de |{ WK{ 6

*

gar a bateria em qualquer lugar na operação.

Mettler-Toledo Product Inspection e GE Intelligent Platforms anunciam parceria estratÊgica na Interpack 2014 A Mettler-Toledo Product Inspection estå agora trabalhando com a GE Intelligent Platforms, uma empresa da General Electric, para fornecer soluçþes inovadoras integradas de segurança alimentar e conectividade para fabricantes de alimentos e bebidas. Esta nova parceria estratÊgica oferecerå aos fabricantes desses setores soluçþes otimizadas de segurança dos e assegurando o cumprimento das normas de segurança alimentar. O primeiro fruto da parceria foi lançado na Inter ; K{W :

$ Š W § 4 Âľ `¡ '% ? gent Platforms com a tecnologia de ponta de inspeção de produtos da Mettler-Toledo. A tecnologia de Internet Industrial da GE Intelli # as tecnologias da Mettler-Toledo, coletando os indicadores de desempenho chaves (KPIs) da segurança alimentar dos sistemas de inspeção de produto ao longo da linha de produção, para serem armazenados em um local de fĂĄcil acesso. Isso permite aos fabricantes visualizarem em tempo real os dados do desempenho operacional dos seus processos inteiros de produção, dando-lhes ferramentas para melhorar a produtividade, mantendo

a segurança do produto em conformidade com diretrizes tais como Normas de Destaque Internacionais ‘?<"_ > Âľ `¡ fĂĄcil de integrar na produção existente, assim como nos sistemas de inspeção de produtos, poupando aos fabricantes tempo e custo. AlĂŠm da inteligĂŞncia operacional em tempo real, Âľ `¡ / ‡ inspeção de produtos da Mettler-Toledo oferece relatĂłrios digitalizados, eliminando a necessidade de complexos registros em papel. O sistema tambĂŠm oferece nĂ­veis excepcionais de rastreabilidade para que os fabricantes possam demonstrar a devida diligĂŞncia no caso de um recall de produto. Para mais informaçþes visite os sites das empresas em www.ge-ip.com e mt.com/productinspection.

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tecnologia & ciĂŞncia

tec Organização da ovinocultura Ê caminho sem volta

Foto: Divulgação

Na última dÊcada, presenciamos uma reviravolta na ovinocultura, com a queda da lã e as demandas fortíssimas para a carne de cordeiro. Nesta transição, o produtor brasileiro mais uma vez demonstrou sua vocação de produzir alimento, fazendo emergir um mercado que hå tempos permanecia adormecido. Agora Ê preciso arregaçar as mangas e trabalhar mais que nunca para atender as demandas que construímos, alÊm daquelas por qualidade que ainda estão por vir. Sabor, maciez e suculência jå são características marcantes do produto nacional, graças ao investimento realizado dentro da porteira, no melhoramento genÊtico do plantel e com o uso de novas tecnologias. O resultado não poderia ser melhor e surpreende mesmo aqueles que resistiam ao consumo por experiências negativas no passado, quando a carne que chegava ao consumidor era de qualidade duvidosa e oriunda de animais abatidos em idade avançada. 9 6 4

matÊria-prima jå Ê superior à boa parte daquela que vem sendo importada de outros países que fazem os ovinocultores brasileiros experimentarem amarga concorrência. Claro, não podemos generalizar. A qualidade do que entra depende diretamente do bolso de quem compra. Vivenciamos um momento especial e que hå muitos anos esperåvamos. O consumo cresceu, forçando importação do produto num primeiro instante, e agora alavanca a organização de nossa cadeia produtiva. Para que isso aconteça de fato, como produtores temos de garantir à indústria escalas constantes para $ # dos. Este elo importante estå encontrando muita di # rece nos preços pagos ao produtor, nunca antes tão

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atraentes. Em praças importantes como SĂŁo JosĂŠ do Rio Preto e MarĂ­lia, no Estado de SĂŁo Paulo, o qui 1 ‰† WK KK ‰† WŠ {{“¸ ‘ 4 _ / ganha um pecuarista que trabalha com bovinos de corte. Sou empresĂĄrio, aposto nesse mercado hĂĄ poucos anos, e para mim nĂŁo faria sentido permanecer nele

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w / $ W} # $‡ / 4 K‚ ‘ do IBGE/FAO), a oferta de cordeiros Ê e continuarå sendo o grande gargalo no Brasil por algum tempo. Traduzindo para o bom português, Ê o cenårio perfeito para quem busca faturar mais ou para o criador de /

# rando o ciclo produtivo da espÊcie, muito inferior ao do boi. % 7 / K # WX{ investem um pouco mais em genÊtica reduzem este intervalo um pouco mais, gerando borregos super WK{ # ma conferida nesses produtos, inclusive, trouxe para 7 : š$ : de qualidade inÊdito na ovinocultura. Boi e ovino Ê um casamento perfeito e duradouro, e que faz grande sucesso nos países onde a ovinocultura Ê consolidada. Viabiliza o total aproveitamento da terra, hoje uma regra no Brasil. Outro benefício desta integração Ê a possibilidade de contar com renda extra para enfrentar as oscilaçþes de mercado. Os insumos utilizados são praticamente os mesmos nas duas atividades, com cuidado maior apenas em relação ao controle sanitårio do rebanho ovino, que são mais sensíveis a verminoses. Problema facilmente resolvido com vermifugação adequada e adoção do pastejo rotacionado. O boi come a parte de cima do pasto, ovelha, a de baixo. Falando nisso, o mundo produz em regime extensivo e conosco não deve ser diferente. E não se preocupe se estå ingressando agora na criação e conhece pouco sobre o manejo. Existem núcleos de produtores espalhados pelo território brasileiro, alÊm das associaçþes, entidades ligadas ao governo e atÊ mesmo os grandes criadores, que estão empenhados em abrir suas propriedades para mostrar de que forma trabalham. Algumas, inclusive, oferecem assistência tÊcnica, consultoria ou mesmo acesso à genÊtica em troca da exclusividade na com-


tecnologia & ciência pra dos cordeiros, inclusive remunerando acima dos preços de mercado por qualidade. Caso deseje investir numa atividade de råpido retorno econômico, a ovinocultura Ê uma excelente opção. O mercado Ê promissor, mas Ê preciso atentar ao manejo para que o negócio não vå por ågua abaixo. Reserve as matrizes saudåveis e fÊrteis e selecione reprodutores funcionais. Controle custos na ponta do låpis e, se não tem condiçþes de formar um lote com + / 7 $ % 4 § o consumo só cresce no Brasil por causa da qualidade da carne que produzimos. Agora, Ê nossa obrigação abastecer o mercado com um produto à altura.

Paulo Augusto Franzine Ê presidente da ABCDorper, selecionador de ovinos dessas raças em São Roque (SP) e produtor de carne de cordeiro em Campo Grande (MS).

Mecanizar para contribuir com a preservação ambiental O Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado X 6 $ € ‡ importantes. Como estamos contribuindo para a preservação do meio ambiente? Estamos fazendo a nos 4

ÂĽ % mercados estĂŁo inseridos neste processo? Os recursos hĂ­dricos e energĂŠticos estĂŁo sempre no topo das discussĂľes e das preocupaçþes, dada a relevância desses temas para a manutenção do planeta, da vida humana e das atividades fabris e comerciais. No dia a dia, pequenos ou grandes cuidados, de fato, podem ajudar a reduzir o consumo desses bens, tĂŁo indispensĂĄveis em quaisquer situaçþes. As ocorrĂŞncias naturais, nĂŁo controladas pelo homem – a exemplo do excesso de chuvas nos Estados do Norte e a estiagem no Sudeste –, forçam as pessoas a reverem atitudes e comportamentos e a buscarem soluçþes que atendam Ă s necessidades de todos sem privaçþes. Isto vale para todos, independentemente da regiĂŁo onde vivem. A tecnologia ĂŠ, nesse cenĂĄrio, uma grande aliada. Â?

/ redução do consumo de ågua: a mecanização da limpeza. A utilização de måquinas especialmente desenvolvidas para facilitar a limpeza Ê uma pråtica que, direta ou indiretamente, proporciona diversas vantagens para a sociedade como um todo, seja no aspecto / $ São equipamentos como lavadoras de alta pressão, lavadoras automåticas de pisos, varredeiras, limpadoras a extração, aspiradores de pó e líquidos, entre outros, destinados à limpeza e higienização de åreas industriais, agropecuåria, comerciais ou mesmo residenciais, que oferecem benefícios em vårios aspectos. #

balho, que proporciona maior produtividade, uma vez que as måquinas retiram mais facilmente mesmo sujeiras incrustadas, e eleva a competitividade e a qualidade de vida dos trabalhadores, dos quais se exige menos esforço físico. Como consequência, registra-se a redução de custos, alÊm, do menor consumo de ågua e energia. Vale lembrar que muitos dos equipamentos que utilizam ågua no processo de limpeza contribuem para economizar os recursos hídricos. AlÊm disso, são projetados para reduzir o consumo de energia elÊtrica e de produtos químicos, resultando em impactos menores para o meio ambiente. O sucesso da mecanização, porÊm, depende de alguns aspectos: equipamentos bem dimensionados, måquinas de qualidade garantida, operadores treinados, manutenção preventiva e corretiva, disponibilidade de assistência tÊcnica e peças de reposição. A boa notícia Ê que o mercado conta com marcas reconhecidas e qualidade assegurada, que oferecem esse conjunto de fatores determinantes para o elevado desempenho do produto e imensuråveis benefícios à sociedade e à natureza.

Antonio Luis Francisco (PJ) Ê diretor geral da JactoClean, referência nacional em equipamentos para serviços de limpeza.

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calendĂĄrio de eventos

Com ovinocultura em franco crescimento, ABCDorper prepara eventos Desenvolvidas na à frica do Sul, em meados da dÊ { : š$ : # pularizam no Brasil. Aqui estå o maior banco genÊtico * { # trados. Nas exposiçþes, são grandes vedetes e o mesmo se vê em empreendimentos voltados ao cruzamento industrial para produção de carne de cordeiro de alta qualidade. E para que permaneçam liderando um mercado relativamente novo, mas em franco crescimento, a Associação Brasileira de Criadores de Dorper (ABCDorper) apresenta projetos, começando pela 8ª Exposição Nacional das Raças Dorper & White Dorper.

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4 Criadores de Caprinos e Ovinos da Bahia (ACCOBA) e foi acatada com grande euforia pela diretoria da ABCDorper. “SerĂĄ uma exposição grandiosa, com algo perto de mil animais inscritos, e a presença maciça de nossos colegas nordestinos, grandes investidores da ovinocultura modernaâ€?, prevĂŞ o presidente da ABCDorper, Paulo Franzine. Em todas as ediçþes, a Nacional do Dorper e White Dorper sempre foi palco de novidades. Neste ano nĂŁo serĂĄ diferente. HaverĂĄ um concurso inĂŠdito de progĂŞnie, o TrofĂŠu Geraçþes, que nĂŁo valerĂĄ pontos, mas

premiarĂĄ criadores/expositores com uma boa quantia em dinheiro. VencerĂĄ aquele com o melhor conjunto 4 “ $ : š$ : Como criador, Franzine entende que morfologia, ainda muito cultuada, ĂŠ apenas uma parte da genĂŠtica, e que o objetivo para qual esses animais foram criados jamais deve sofrer desvios. “Carneiro sĂł ganha tĂ­tulo de ‘pai de cabanha’ na minha propriedade cobrindo um grande volume de fĂŞmeas. Elas, por sua vez, sĂŁo obrigadas a desmamar borregos(as) de excelente potencial genĂŠtico. Sou empreendedor e nĂŁo faz sentido manter uma criação que nĂŁo gera lucroâ€?, diz. LeilĂŁo dorper raça forte - Para captar recursos e manter seus projetos de fomento, a ABCDorper pro W 6 $ Â? W‹ $ K” Â’ 4 : # per Raça Forte, pelo site www.mfrural.com.br. Neste ano serĂĄ em formato virtual, mas sob o mesmo critĂŠrio de dispor a melhor genĂŠtica da raça. É deste leilĂŁo que sairĂĄ o prĂŞmio em dinheiro para

4 “ $ \ÂŁ mais lotes arrebanharmos para o leilĂŁo, maior serĂĄ o prĂŞmio do concursoâ€?, comenta Franzine, revelando KX‚ este propĂłsito. Mais informaçþes sobre os eventos com a ABCDor ‘WW_ |ŠWV#{WŠV # ¸ abcdorper.org.br, ou pelo site www.abcdorper.com.br

SP Intercorte AvarĂŠ ĂŠ adiada para setembro e acontece com a 49ÂŞ EMAPA " ? K{W #

W} KW 6 $ Exposiçþes Fernando Cruz Pimentel, foi adiada para W{ WX / > foi feito pelo Sindicato Rural de AvarĂŠ, promotor do evento. 6 # zação da Copa do Mundo em data que coincidiria com a feira. “Preocupa-nos promover nossa feira, que terĂĄ um grande porte, em paralelo com a Copa do Mundo no Brasil, justamente em uma semana tĂŁo crucial para a economia e turismo no nosso paĂ­s. Tomamos estrategicamente a decisĂŁo de adiar nosso evento para evitar quaisquer Ă´nus para todos os participantes, que poderĂŁo programar com tranquilidade sua agenda comercial para setembro, dois meses apĂłs o encerramento da Copaâ€?, explica o coordenador de pg. 60

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pecuĂĄria da exposição, Thiago Mont’alvĂŁo Veloso Rabelo. “Estamos absolutamente seguros que adiando a feira para o mĂŞs de setembro, teremos uma participação maciça de todos os elos importantes da cadeia da pecuĂĄriaâ€?, complementa. Ele ressalta, ainda, uma novidade importante: em setembro, a SP Intercorte serĂĄ realizada em paralelo ‹¨ %Y 1 mais ampla, fortalecendo a exposição. “Temos certeza que a adesĂŁo de mais raças bovinas ocorrerĂĄ e 1 4 investir no nosso evento apĂłs o encerramento de todas as atividades pertinentes Ă Copa do Brasilâ€?, diz. Mais informaçþes na internet em www.spintercorte.com.br e www.facebook.com/spintercorte. Conta § ‘W _ ‹#ŠW|W{ŠXŠ Â&#x;$



visĂŁo

empresarial Empreendedorismo na Copa do Mundo Empreendedorismo Ê a palavra do momento. AlguÊm, em um determinado momento de sua vida, certamente jå pensou em se enveredar por esse caminho. Alguns seguem e encontram o sucesso, enquanto outros desistem facilmente ao se deparar com / 1 De qualquer forma, o Brasil tem uma veia empreendedora muito forte e isso não serå revertido. Mas melhor do que falar em números e previsþes, Ê preciso ser objetivo e saber como ganhar dinheiro como empreendedor. Em outras palavras, ao mesmo tempo em que temos diversos entraves, se soubermos aproveitar as oportunidades e antever as situaçþes, conseguiremos vencer e se destacar no mercado. E, certamente, sairemos daquela estatística de que as empresas não passam de dois anos de vida. Com a minha experiência, consegui entender que Ê preciso estar de olhos abertos e agir de forma estratÊgica em muitos momentos. Um deles Ê a Copa do Mundo, que Ê o maior evento esportivo do mundo. Hå algum tempo, desde que o Brasil foi escolhido para ser a sede do campeonato, as empresas começaram a correr atrås de soluçþes e produtos para aproveitar o momento. Mas não acredito que correr atrås Ê o certo, mas sim, estudar, planejar e agir com atenção, estratÊgia, cautela e, claro, a fÊ que não pode faltar ao brasileiro. Jå estou na terceira Copa do Mundo e ela Ê uma

verdadeira bolha de vendas. Mas nĂŁo adianta sair agora desesperadamente para encontrar oportunidades e ganhar dinheiro. O pontapĂŠ inicial deve ser dado dois anos antes e, para isso, separei algumas dicas importantes, com base na minha vivĂŞncia, e que podem ser utilizadas para outros eventos relevantes em nosso paĂ­s, como car Â? / ƒ > * K{WV 4 € # dutos sĂŁo fundamentais para quem deseja atuar em 7 > # renciar a assertividade nos pedidos, buscando evitar sobras e nĂŁo deixar faltar produtos, principalmente em dias de jogos do Brasil. E nĂŁo hĂĄ fĂłrmulas se vocĂŞ nĂŁo tem histĂłrico de vendas de anos anteriores. Por isso, a maior oportunidade sĂŁo boas parcerias com fornecedores, que lhe possibilitem suprimento rĂĄpido apĂłs sua programação de vendas com seus clientes. Isso faz a diferença. TambĂŠm se prepare para absorver a sobra de alguns itens, pois fatalmente isso irĂĄ acontecer. É fundamental estar preparado e prever isso no momento 4 4 mark up, para evitar descompasso com os pagamentos a fornecedores e, assim, comemorar os bons lucros com muita alegria. Gustavo Lucas ĂŠ sĂłcio e diretor da Animafest, maior rede de fantasias e artigos para festas do Brasil

Faça seu vendedor dançar conforme a mĂşsica “Devemos dançar conforme a mĂşsicaâ€?, jĂĄ dizia o pensador sobre as situaçþes cotidianas. A velha mĂĄxima que pode ser aplicada a quase tudo na vida tambĂŠm se faz presente no mundo das vendas. As + de vendas pode fazer com que sua equipe seja mais rĂĄpida ou devagar no processo das negociaçþes. Isso ĂŠ o que podemos chamar de cadĂŞncia nas vendas. Para cadenciar o comportamento de uma equipe, o gestor deve ser dotado de disciplina para alinhar seus vendedores de acordo com o que quer extrair deles. Ele deve ter a percepção para conduzir reuniĂľes com base no passado, com anĂĄlise de resultados, de olho ˜ # $ 6 perĂ­odo. Apenas com tĂŠcnicas de percepção, a equipe

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terå estratÊgias e objetivos traçados passo a passo. Todo esse planejamento tem que ser feito a partir de fatos e dados, observando os números e o desem $ : # das vendas, mensurando e ajustando, por meio de intervençþes junto ao cliente, o tempo entre o primeiro contato e o fechamento do negócio. Para planejar as açþes da equipe de vendas, o gestor deve dividir esse ciclo em etapas: como um mês tem quatro semanas, a primeira deve ser utilizada para resgatar tudo o que sobrou do mês anterior e alinhar com o restante do mês; na metade da segunda semana, ele precisa acompanhar se tudo o que 1 ¤ terceira e última, deve ocorrer o direcionamento para os principais negócios, que apresentam as melhores


visão empresarial condiçþes para que a meta seja batida. Tudo isso co 4 4 / * fazer gestão dos recursos.

\ 7 fechar o negócio� nem sempre pode dar certo. O gestor deve fazer todo um planejamento e colocar cadência, ritmo, em sua equipe e fazer com que ela trabalhe as tÊcnicas, as variåveis e as mÊtricas de vendas.

Ajudar os colaboradores a conquistar os resultados e a sempre bater metas Ê o papel do gestor. Saber qual música deve tocar para seus vendedores dançarem em cada momento Ê fundamental para o sucesso de cada um, da equipe e da empresa como um todo. w w 7

diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas). www.ibvendas.com.br

dica de leitura

Como construir um negócio de sucesso Ê foco de manual O sucesso de uma empresa na årea de alimentação não se limita a se enquadrar às normas de Segurança Alimentar � # nal de Vigilância Sanitåria (Anvisa). Outros aspectos, como a funcionalidade de móveis e equipamentos, o planejamento de marketing e atÊ mesmo a motivação da equipe tambÊm devem ser considerados para que o empreendimento se consolide e ganhe destaque perante a concorrência. 1

# tudantes do setor de alimentação a irem muito alĂŠm do conhecimento sobre o armazenamento e manuseio correto dos mantimentos, a Controlare Segurança Alimentar Ltda., pioneira na ĂĄrea de padronização e controle de qualidade, higiene e manipulação de alimentos, acaba de lançar o “Manual prĂĄtico para

+ 1 @ " / o que vocĂŞ precisa para ter um negĂłcio de sucessoâ€?. De autoria da nutricionista e sĂłcia-diretora da Controlare, Maria Aparecida Ravanhane Silveira, e da nutricionista, mestre em CiĂŞncias e Coordenadora de w * ½ : 6 da Controlare, Zoraia Moura da Silva, o manual ĂŠ o 4 # sionais do setor de alimentação, como nutricionistas e chefs de cozinha, mas principalmente aos proprietĂĄrios dos estabelecimentos. “Queremos atingir desde o dono de um res taurante que nunca se atentou a alguns aspectos bĂĄsicos do negĂłcio atĂŠ o empreendedor em potencial, que

pretende abrir um estabelecimento e quer se informar sobre tudo o que envolve o setorâ€?, explica Cida. > WK * temas: aspectos bĂĄsicos da segurança nutricional dos alimentos, que aborda conhecimentos primĂĄrios, da microbiologia dos alimentos Ă escolha correta do fornecedor; segurança nutricional dos alimentos, que passeia pela importância da assessoria de controle 7 # mento de risco; e futuro da segurança nutricional dos alimentos, que considera os fatores humanos dentro do setor de alimentação, como a Ergonomia e os Programas da Qualidade de Vida no Trabalho, importantes no aspecto global do negĂłcio. Para ter um material abrangente, a escolha dos colaboradores nĂŁo se limitou Ă ĂĄrea de alimentação e 6 $

marketing, economistas e administradores de empresa, alĂŠm de veterinĂĄrios, nutricionistas e especialistas em SaĂşde PĂşblica. Cursos

6 nos temas abordados no livro, a Controlare oferecerĂĄ cursos livres baseados em cada capĂ­tulo. “Os cursos serĂŁo ministrados na sede da empresa pelos prĂłprios autores dos artigos que compĂľem o Manualâ€?, conta Zoraia. O primeiro tema dos cursos serĂĄ “Gerenciamento ‰ 1 ½ w & 1 WV K{W A consulta Ă agenda completa e a compra do Manu ‘ ‰†WX‹ ‹{_ w # lare Segurança Alimentar, o www.controlare.com.br. nova revista frigorĂ­fico pg. 63


desenvolvimento

pessoal Organizaçþes Felizes Você Ê feliz? Sua empresa Ê feliz? Felicidade Ê um diferencial competitivo? Perguntas como essa poderiam parecer tolas e utópicas hå algum tempo, mas, hoje, na årdua tarefa de contratar e reter talentos, as

€ ‡ meramente românticas. Encontrar respostas e soluçþes para esse tema serĂĄ o grande diferencial nos prĂłximos anos, pelo simples fato de que, hoje, existem empresas cada vez mais enxutas e com maior pressĂŁo por resultados. O enredo dessa histĂłria nĂŁo poderia ser outro: nunca, em nenhum outro perĂ­odo, houve tantos casos de afastamento do trabalho por caso de alto stress, esgotamento nervoso e estafa. Recentes pesquisas indicam que o grau de stress e infelicidade nas organizaçþes jĂĄ atinge patamares elevados. Mas, o que fazer para criar um ambiente feliz, leve e transparente em sua empresa? Veja alguns pontos

4 § O mito da mudança - Chamo de mito da mudança o fato de pessoas e empresas acreditarem que estão mudando tudo o tempo todo, e que mudar Ê a chave para a sua sobrevivência. Estão certas e erradas ao mesmo tempo. Explico: mudar não Ê fåcil, e a grande maioria das mudanças feitas na empresa são de cunho organizacional. Mas, e as mudanças de cunho cultural? Essas são muito mais difíceis de implantar. Apesar de serem as que fazem realmente a diferença, elas são as que mais sofrem retrocessos. A cultura, a missão, os valores realmente têm mudado na sua empresa? As pessoas ainda são consideradas mão de obra, recursos humanos, ou são tratadas efetivamente como talentos a serem desenvolvidos? Mobilize as pessoas - Sabe qual Ê o sentimento mais mobilizador que existe? O sentimento de justiça. E justiça tem a ver com integridade e coragem para fazer o que precisa ser feito, desde que com transparência e Êtica. A sua conduta Ê condizente com o seu discurso? A liderança Ê baseada no exemplo? A empresa discute e debate novas ideias ou no primeiro obståculo impþe soluçþes de forma autoritåria? Lembro que toda liderança por vezes serå autoritåria, isto depende do momento, mas a questão Ê o quanto autoritårio se Ê e com que frequência e forma se exercem este poder. O cerne da questão aqui Ê descobrir o quanto irreal e distante se encontra a percepção entre o que Ê falado e realmente praticado. pg. 64

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“O quesito mais importante para criar e manter uma empresa feliz, na qual as pessoas sintam prazer e queiram trabalhar, ĂŠ transparĂŞncia nas relaçþes e respeito mĂştuo.â€? TransparĂŞncia e Respeito - O quesito mais importante para criar e manter uma empresa feliz, na qual as pessoas sintam prazer e queiram trabalhar, ĂŠ transparĂŞncia nas relaçþes e respeito mĂştuo. Peque pelo excesso de comunicação, nĂŁo pela falta dela. TransparĂŞncia na gestĂŁo do conhecimento, nas relaçþes de poder, nas diretrizes a serem seguidas com a comunidade, fornecedores, colaboradores e clientes. A palavra-chave aqui ĂŠ cumplicidade, pois promessas de parcerias sĂŁo o que mais se ouve por aĂ­. E aĂ­ sim, quem sabe um dia, vocĂŞ vai poder dizer com toda a certeza do mundo: “eu fui feliz em minha carreira, mas, mais do que isso, ajudei a gerar felicidade com os meus talentosâ€?.

Paulo AraĂşjo ĂŠ especialista em InteligĂŞncia em Vendas e Motivação de Talentos. Diretor da Clientar – Projetos de InteligĂŞncia em Vendas. Autor de “PaixĂŁo por Venderâ€?, Editora EKO, entre outros livros. Site: www.pauloaraujo.com.br.



tempinho

Vamos dar um tempinho? Acorde mais cedo e com disposição! (Parte 1) Pular da cama ou dormir mais um pouco? Para muita gente, o dilema ĂŠ diĂĄrio. Para o nosso corpo, muitas vezes a segunda opção ĂŠ a escolhida, mesmo quando nosso cĂŠrebro sabe que temos que acordar cedo para trabalhar ou cumprir outras atividades. E pessoas começam o dia sem disposição, sĂł pegando $4 Â? 7 bem disposto tem um grande culpado: a privação de sono. “Antes, no começo do sĂŠculo XX, dormĂ­amos cerca de nove horas por noite, hoje a mĂŠdia ĂŠ menor do que sete horasâ€?, compara o pneumologista Geraldo Lorenzi Filho, coordenador da ResidĂŞncia MĂŠdica em Medicina do Sono do Incor e mĂŠdico do LaboratĂłrio do Sono do Hospital Santa Cruz, em SĂŁo Paulo. “TambĂŠm existem aspectos genĂŠticos, pessoas que tĂŞm tendĂŞncia a acordar e dormir muito tarde ou muito cedo. SĂł que essa ĂŠ uma porcentagem muito pequena da populaçãoâ€?, frisa a pneumologista Sonia Togerio, pesquisadora do Instituto do Sono, da Uni-

fesp, em SĂŁo Paulo. De qualquer forma, acordar com dĂ­vidas na conta de sono pode ser prejudicial ao rendimento e Ă saĂşde. “Isso causa problemas de memĂłria, humor, falta de atenção e, ĂŠ claro, sonolĂŞnciaâ€?, ensina SĂ´nia. Muitas sĂŁo as estratĂŠgias para conseguir acordar w especialistas nesta e nas prĂłximas duas ediçþes da NRF! Tenha horĂĄrios constantes - O corpo pode nĂŁo ser exato, mas ĂŠ regido por um ciclo chamado circa

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porque o organismo organiza suas funçþes para que

K $ / # decendo a duração do dia. Esse Ê o tal do relógio biológico. Não Ê preciso exagerar e ser sempre pontual! Mas manter uma hora certa para dormir e acordar ajuda a regular um pouco mais esse nosso cronograma interno. Seguir uma rotina faz parte da higiene do sono e ensina o corpo a ter uma frequência.

Pense nisso...

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Um dia nunca serå mais do que o que você faz dele. Pratique ser um realizador!�

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Se você faz o que sempre fez, você obterå o que você sempre obteve.� Anthony Robbins

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Tão poderosa Ê a luz da unidade que pode iluminar o mundo inteiro.� Bahå’u’llåh

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Fonte: Minha Vida