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Ă­ndice

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editorial

Final de ano de recordes e de boas perspectivas para a cadeia da carne brasileira

Computados os embarques de carne bovina realizados em outubro para o exterior, a Associação Nacional das IndĂşstrias Exportadoras de Carnes (Abiec) divulgou um balanço mostrando que o Brasil bateu o quarto recorde mensal consecutivo de vendas externas. Segundo a entidade, com 147,8 mil toneladas de carne de boi vendidas no dĂŠcimo mĂŞs do ano â&#x20AC;&#x201C; e com a abertura de importantes novos mercados como Hong Kong, Venezuela, IrĂŁ e Israel â&#x20AC;&#x201C;, o paĂ­s vem garantindo a posição de maior exportador mundial de carne bovina. Ex                                 !      " #    $     % &  '          !    uma marca histĂłrica, conforme dados apresentados pelo MinistĂŠrio     &   !  *+   /0    !   !      2 3 !'0  #   pela primeira vez, superando a meta prevista para 2013 a um mĂŞs do fechamento anual. â&#x20AC;&#x153;E a expectativa ĂŠ de que, computados os    :!     /0     2 3; !'0 <        =;>    ?     /@    2 ;D ! #    FG=FJ :   

% Para o ministro AntĂ´nio Andrade, o rigoroso processo de inspe/@ #    /     

 L    para o Serviço de Inspeção Federal (SIF), mais do que garantir a     !         /          Q           no mercado mundial. R  !  L              /   /0         !       0       !   ! ? sileiros fornecedores de carnes bovina e suína entre 2009 e 2012, e a recuperação nos embarques de carne de frango no segundo semestre, que propiciaram a redução do saldo negativo acumulado pelo segmento nos seis primeiros meses, 2014 promete ser um ano promissor. E Ê com o sentimento de prosperidade certa e de votos de ainda mais progresso para a cadeia da carne brasileira que nós, da Nova U W  L       todos que a integram a continuarem a acompanhar com a gente, mês a mês, as notícias do setor. E agradecemos, com carinho, por to         deste ano, que tambÊm se encerra positivo para a gente. Boa leitura e boas festas!

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Que neste Natal, sua árvore esteja repleta de parcerias sinceras como a nossa. Por mais que a gente viva trabalhando atrás de tecnologia e pesquisa por novas soluções, nosso maior investimento sempre será em relacionamento. Que no ano que vem, tudo o que você já investiu em amizade, seja retribuído muito mais vezes. Feliz Natal e um 2014 cheio de boas amizades.

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/mucambopro


conexĂŁo RĂşssia libera compra de estabelecimentos brasileiros produtores de carnes bovina e suĂ­na Y  / W   Z[  Z     W  ?    U\ U ]' : :  !    

  FD  !   ! /@    #  L  !        !    ? da e in natura ao país europeu. O estabelecimento Ê da empresa Minerva S.A., no município de Bataiporã (MS). A   #  L      /0      embarque à Rússia desde outubro do ano passado.      * `      &? ria e Abastecimento (Mapa), a liberação ocorreu após o governo brasileiro entregar às autoridades daque L              que foram corrigidos os problemas que motivaram a suspensão das vendas. O estabelecimento deve ser !   *       /0 ao mercado russo ainda em dezembro. A autorização foi a quarta liberação feita pelos russos em novembro, a estabelecimentos brasileiros produtores de carne bovina que estavam com restri/0   % Y   j #  L   Q '  !    =k  !    + *? !   w     FG==y * #  * w      FG==y  {  U ? dônia, suspenso desde 2009. Segundo o Mapa, as autoridades russas autoriza    /0    #  L      base documentos enviados pelo ministÊrio ao país.   # /0      /@  #'     /     '    %  !     Q ' !   # ?  L   !          !   

L  %       U/0 | ? ternacionais do MinistĂŠrio da Agricultura (SRI/Mapa), *  {    #     ! ?   Q # / % ~  @       !        /0    !  J   % A RĂşssia ĂŠ um dos principais compradores desse tipo de produto do Brasil. Entre janeiro e outubro    #  2 =;F !'@      3F>  !    L   FG=F% Carne suĂ­na -      :/0  j #  L      L  !` #  '!    /           U\%   @ #  !   U ]' : ? zor, no dia 22 de novembro. As plantas pertencem Ă UW w y " !    Â&#x201A;  U ?    FG==y   &      U do Sul (SC), suspenso desde 2012.   ?     | \   Produtos SuĂ­nos do Estado do Rio Grande do Sul, RogĂŠrio Kerber comemora a liberação da planta da !% ~Â&#x201E;  L    % Z       relação a essa restrição [ao Estado do RS] iniciada  Q '  FG==% Y  #  L            J% Â&#x2C6;      * '    ?    !  <   !`  &    * w  % Â&#x2C6;    `    \? chas seguiam sem conseguir vender seu produto. Mapa e Zero Hora, com edição da NRF

Liberaçþes geram otimismo no mercado R    :/0 #  !   20 plantas exportadoras de carne suĂ­na e um entre      U ]' : :         #  L         '!?         U\%  =;    ? sas, 12 estĂŁo nessa situação desde 2011. â&#x20AC;&#x153;Finalmente estamos conseguindo ampliar o nĂş  #  L   L  '! %   Q @ cinco no paĂ­s. Ficamos com boas perspectivas para FG=Â&#x2030;J       /@     IndĂşstria Produtora e Exportadora de Carne SuĂ­na (Abipecs), Rui Vargas. â&#x20AC;&#x153;A notĂ­cia para o setor ĂŠ boa, pois mesmo com pou  !       !   ? de e agora podemos conquistar mais mercado, e isso ĂŠ

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!      !      J    % No caso da carne bovina, com a autorização das plantas da Minerva (MS), Mataboi (GO), Marfrig (MT)  { UY  ;3      !   ? tradas, 22 passam a ter autorização para exportar e       # / % A exportação de carne de frango para a RĂşssia tambĂŠm foi afetada por embargos. Atualmente, ape     #  L    <     de 43 â&#x20AC;&#x201C; estĂŁo autorizadas a exportar, sendo uma em controle reforçado. Quatro plantas foram suspensas.  !          R   {       *  w  UW e uma em SĂŁo Paulo (AvĂ­cola Paulista Ltda). Valor EconĂ´mico, com edição da NRF


conexĂŁo

Novo embargo de frango brasileiro poderĂĄ levar caso Ă OMC Y   @    /0  <    FG== <    #  L     usam uma solução de cloro para a descontaminação   /       `   caso Ă  Organização Mundial do ComĂŠrcio (OMC), caso o governo russo decida tomar medidas restritivas mais severas ao frango brasileiro. ~      @ :    descontaminante, tanto que somos lĂ­der mundial em ex /0          /@   se houver novo embargo. NĂŁo queremos, mas um dos ca '         Y*RJ        UniĂŁo Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra. Ă&#x2030; a primeira vez que o ĂłrgĂŁo internacional ĂŠ citado pela parte brasileira desde que a RĂşssia instituiu      /@ "   !   '   anos. â&#x20AC;&#x153;Os russos fazem parte da Organização Mundial do ComĂŠrcio e devem estar em conformidade com as      J Q   Â? % Assessor do MinistĂŠrio da Agricultura, Carlos Mota     !`   #    pela UniĂŁo Aduaneira Internacional â&#x20AC;&#x201C; que regula o

processo de abate de aves, entre outros. â&#x20AC;&#x153;Vamos nos  #

     @              `   #      !  J  %       Q     ?       /@ L  GG;        #/@    !  ? ximo recomendado pela Organização Mundial de SaĂş Y*% Â&#x2C6;   /@    @   ? ra o uso de cloro como solução descontaminante no processo industrial de produtos avĂ­colas. Os problemas enfrentados com a RĂşssia desde FG==          /0 ! ?   !       /  =;Â?   ]              frango brasileira. Em 2010, exportou 144,3 mil toneladas (US$ FÂ&#x2030;Â&#x2019;; '0     #      U\% Quando os embargos começaram, as vendas caĂ­ram   3G;   2 =Fk; '0%  FG=F #  3Â&#x2019;;   2=kk '0% Safras & Mercado, com edição da NRF

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conexĂŁo

Brasil se consolida como o maior fornecedor de carne bovina do mundo A abertura de novos mercados no exterior tem garantido ao Brasil a posição de maior exportador mun    !  %   /@  !  ! / divulgado pela Associação Nacional das IndĂşstrias Exportadoras de Carnes (Abiec), em 13 novembro, que mostra que o paĂ­s bateu o quarto recorde mensal consecutivo com os embarques do produto, em outubro. No mĂŞs dez do ano, foram vendidas 147,8 mil toneladas de carne de boi. O faturamento obtido com o comĂŠrcio desse volume tambĂŠm foi histĂłrico, che    2 33G '0% Â&#x2C6;        !        2 ;Â&#x2030;Â&#x2030; !'0 =F;>       L     % {           ?   =F '@    ` =Â&#x201C;Â&#x201C;>   que o registrado em 2012. Y  '       ? mento de compras realizado por paĂ­ses como Hong

Kong, Venezuela e RĂşssia. Somente os negĂłcios fechados com os importadores do paĂ­s vizinho ao Brasil #  Â&#x2019;FÂ&#x2019;>        :   passado. Com isso, os venezuelanos assumiram o segundo lugar na tabela de principais compradores da carne nacional, ao passo que a liderança nas impor/0    L  % Sempre um excelente comprador, a RĂşssia aparece no terceiro lugar. Mas, apesar do ligeiro aumento nas compras, os paĂ­ses da UniĂŁo Europeia ainda tĂŞm potencial para importar maior volume do produto brasileiro. Carne pura - 2 Â&#x2030;k !'0 `   ?     !          ? /0        Q   !  ano. Esse ĂŠ o item preferido dos importadores. Gazeta do Povo, com edição da NRF

FAO prevĂŞ crescimento moderado na produção mundial de carnes   /@          =Â&#x2030;>       /@   FG=F   '  kGÂ&#x201C;k '0    <     Â&#x2030;F '0    <       ? 0  Y  :/@  Â&#x2C6;/0      ? cultura e Alimentação (FAO). O crescimento se con     L        !` sĂŁo os principais centros de aumento da demanda. A nĂ­vel internacional, os preços permanecerĂŁo al     0 '    \     % Y Ă?ndice de Preços de Carnes da FAO (2002-04=100)

   `  =Â&#x201C;Â&#x2030;  !  FG=k  mostra uma pequena mudança com relação a outubro de 2012. AtĂŠ agora neste ano, uma redução nos custos dos alimentos fornecidos aos animais facilitou   /@   /        #   y  ? tretanto, os preços de outras categorias de carnes            !   e ovina, ou aumentaram, no caso da carne suĂ­na. Y  `            ? / kG= '0     FG=k <   ?   =G>   /@  !%  #     ? `      ==>         FG=F  ! !    3>  D> vistas em 2010 e 2011, respectivamente. Isso ĂŠ um Â&#x2022;   '  #      `  de paĂ­ses importadores e da queda na produção em alguns dos principais exportadores. Entretanto, existem diferenças marcadas no co-

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mĂŠrcio em diferentes variedades de carnes, com crescimento moderado previsto para carne bovina e um aumento substancial para carne ovina, enquanto     #           /     L    % Carne ovina - A carne ovina ĂŠ um elemento importante na dieta de paĂ­ses da Ă frica do Norte e do Oriente PrĂłximo, bem como em paĂ­ses desenvolvidos, incluindo Nova Zelândia, Islândia e Reino Unido. Mostrando um crescimento modesto, apĂłs um perĂ­    /@    /@   L      =;> '   =kD '0   ? % Y L      @   por trĂŞs quartos da produção mundial, com os maiores produtores sendo China, Ă?ndia, NigĂŠria, PaquistĂŁo e ArgĂŠlia. Nos paĂ­ses desenvolvidos, o principal cresci          Â&#x2C6;  Â&#x2014;[ % Y  `            ?    #        =3>   Â&#x2019;3=%GGG  %           R' 

   /0     #    ? cante nos Ăşltimos trĂŞs anos. AlĂŠm disso, um cresci  !          sĂŠrie de mercados, incluindo UniĂŁo Europeia, Estados       Â&#x2DC; !    Â&#x2122;  *% Â&#x2122; Â&#x201C;;>   `                  Â&#x2C6;  Â&#x2014;[ % FAO no FarmPoint, com edição da NRF


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Embaixador do JapĂŁo visita SC e reforça comĂŠrcio da carne suĂ­na R  !Q     /0       {@    R   R      exportação da carne suĂ­na catarinense, o embaixador  {@  ]  *Â&#x161;  Â&#x203A; ?   {@   a regiĂŁo Sul do Brasil, Yoshio Uchiyama, visitaram o   ;  ! % A entrada do produto foi autorizada pelo governo japonĂŞs em maio deste ano. â&#x20AC;&#x153;A presença do mercado japonĂŞs em SC criou uma estabilidade com os outros mercados e os produtores trabalham com mais persJ  #:     U  R  ! % A primeira carga, com 21 toneladas de carne suĂ­na in natura, saiu do Porto de Navegantes em julho de 2013, chegando ao destino em agosto. Os japoneses sĂł importavam carne suĂ­na quando todo o paĂ­s de origem  L        #    ? /@ %    /0  0    L #  aberta uma exceção para SC pela qualidade do trabalho    % ~Â&#x2C6;           um pequeno volume, mas a tendĂŞncia ĂŠ aumentar sen     :/@ J      

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       & { @ U  % Santa Catarina ĂŠ o maior produtor nacional de carne suĂ­na, respondendo por um quarto do total  : L%  `  Â&#x201C;GG    produzidas por ano no estado, o mercado internacio        FGG   % Y {@ ` o maior importador de carne suĂ­na do mundo, comprando o equivalente a 1,2 milhĂŁo de toneladas por ano. A expectativa ĂŠ de que, em uma primeira etapa, R    =G>        =FG mil toneladas. O montante representaria um ganho    3G>  !     L  ? tarinense para o exterior. Y         {@   ?  Â&#x2019;G>     #   !        ;G>    `  R  Q  `     #     {@ % ~Â&#x201E;  ? tiva que acreditamos alcançar os mesmo nĂşmeros na exportação da carne suĂ­na de um mercado sĂłlido que nĂŁo discute preço, e sim a qualidade que SC tem mui   #  J  % Gov. de SC, com edição da NRF


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Carnes brasileiras devem voltar Ă mesa do chinĂŞs  R'    '!     #  L   brasileiros a exportar carne de frango para o merca ' j   #  Â        !     2 =GG '0     #       % Y       &   !? mento, AntĂ´nio Andrade, e a presidente da Confede /@      &     RÂ&#x2C6; Â&#x17E; Abreu, receberam a promessa chinesa em encontro      j     '   8 de novembro. Â                !  '!/@    #  L   Q  ? dos pelos chineses. SĂŁo trĂŞs plantas da Seara, con   {  Â&#x;& W ' 'Â&#x;R  ? ara/SC), uma da BRF (Videira/SC) e uma da frango Bello (ItaquaraĂ­/MS). R      #  L         exportar, em mĂŠdia, 10 mil toneladas por ano ao   ' j       /0   o mercado da UniĂŁo Brasileira de Avicultura (Ubabef), Adriano Zerbini. Isso resultaria em faturamento adi   2 =GG '0   /   FG=F%

Quando uma missĂŁo chinesa esteve no Brasil e decidiu pela habilitação das cinco plantas, tambĂŠm        %   @  ?   #  L   :   Q    pelo chineses, mas ainda nĂŁo deverĂŁo receber agora o aval para seus embarques.  '!/@          uma nova missĂŁo de inspeção, que deve chegar ao Brasil ainda em dezembro. SĂŁo duas plantas da BRF  Q Â&#x;U  R :Â&#x;Ry   :   Â&#x; SP), uma da Pif Paf (Visconde do Rio Grande/MG), duas da Seara (Caxias do Sul/RS e Passos/MG), uma da Tyson (ItainĂłpolis/SC) e uma da Frangos Canção *  Â&#x;&U% Carne bovina - Para consolidar a fatia brasileira  !           !? /0  @         L  #     ! !   ?       "      !  %  Q     Â&#x2019; #  L   j '!/@   vender carne bovina Ă  China. Valor Online e Zero Hora, com edição da NRF

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mercado Demanda por carnes deve se manter equilibrada em 2013 Os setores de carnes de aves, suĂ­nos e bovinos @        !            L            % R     expectativa ĂŠ que os preços nĂŁo sofram grandes alte /0    /@     /     FG=F% â&#x20AC;&#x153;A economia brasileira nĂŁo apresentou crescimento muito animador no ano. Por isso, a demanda interna deve se manter nos valores do ano passado. Â&#x2C6;@        J   analista da Safras e Mercados, Fernando Iglesias. Nem para os setores de aves e suĂ­nos â&#x20AC;&#x201C; que costumam ter uma demanda muito maior neste perĂ­odo por causa das carnes de Natal â&#x20AC;&#x201C;, as expectativas  Q \   `   !   do ano passado, quando ambos os segmentos passavam por uma forte crise ocasionada pelo aumento dos custos de produção. Representante do setor avĂ­cola brasileiro, a UniĂŁo       !!#      ?

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  ~         ? J% ~Â&#x2C6;      /@     ' sido detectada no meio do ano nĂŁo ĂŠ mais tĂŁo presente, provavelmente porque o consumidor notou o con    Â&#x2022; /@      J    diretor de mercado da entidade, Ricardo Santim. â&#x20AC;&#x153;Estamos em equilĂ­brio. Houve uma pequena diminuição de abates por causa da menor disponibili  0% |      L! 

           % Z  conseguir fornecer e ter um nível de preços adequa J        /@     Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Rui Vargas. Preços - Iglesias tambÊm observa que deve ocor     ~  J    /   L                  /   L     #  Q   abates mais ajustados desse tipo de carne que ocor-


mercado

reram ao longo do ano devem impactar mais na menor oferta para o mercado interno. Para os preços de frango, ele estima que atĂŠ dezembro pode haver uma recuperação das perdas de outubro. â&#x20AC;&#x153;O Ăşltimo bimestre vai ser um ponto de      ' /     /      ! J  :  |%     `   /@   /0  #          !    ? dução da produção. Nos dois segmentos, bloqueios internacionais fo           ? portada, o que ocasionou uma sobra de produtos no mercado interno ao longo do ano. Apesar disso, os dois segmentos tambĂŠm reduzi    /0    Â&#x2022;   #   ? vestimentos por causa da crise setorial de 2012. Com isso, representantes de ambos os setores acreditam   #    Q "          % {    !      !          L   #       mais certo de alta de preços, uma vez que o setor      /0       

nĂ­veis do ano passado. Segundo o diretor de mercado da Associação Brasileira das IndĂşstrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Fernando Sampaio, a estimativa ĂŠ que o Brasil expor FG>          %           =kF '0   ? ladas, ante 1,1 milhĂŁo de toneladas em 2012. Ele ressaltou, porĂŠm, que o aumento das exporta/0 @  !     % ~ '    '          /@           demanda interna como da demanda externa. A produção ĂŠ capaz de responder a esse aumento, por isso talvez a alta de preços seja minimizada pelo aumento   /@ J  % { |     '   # ? ta mais ajustada com relação Ă demanda por causa do perĂ­odo da entressafra e da dependĂŞncia de bois         L        Â&#x2030; '0  !/  ? mou. â&#x20AC;&#x153;Como a carne bovina substitui frango e suĂ­no, a formação de preço da carne bovina interfere nos outros. Se subir o preço do suĂ­no e da ave, tambĂŠm  !  ! J   % DCI, com edição da NRF

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mercado

Exportação de carne in natura ĂŠ 12,5% maior em novembro Segundo dados divulgados pela Secretaria de ComĂŠr      `     ? /0 !           2 DDk '0 Q   j       !  ?  =F;>    !  j  !  =FÂ&#x2030;>      !  FG=F% Y           #       `  L   2 k=Â&#x201C; '0  F;D>    j   =F;>   novembro do ano passado. Na exportação de carne !        `    j   2 FÂ&#x2030;Â&#x201C; '0  ;Â&#x2019;>   j  ?    FÂ&#x2030;Â&#x2030;>       !  FG=F% {    L    `    2 ;=D '0  Â&#x2019;Â&#x2030;> !  ` 

!  =D>  #   !    %         `    ! ? ques nas trĂŞs primeiras semanas de novembro, em /@  !    FÂ&#x2030;D>     #    Â&#x2030;Â&#x2030;>  !       L    DD>% Em relação a novembro do ano passado, a mĂŠdia di   !  #  kGF>     

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!    FkÂ&#x2019;>       #      ?   L    =Â&#x201C;Â&#x2019;> ! %   !   em outubro a exportação de carne bovina registrou o quarto recorde mensal sucessivo. AgronegĂłcio em outubro -       ?     U/0 |     * `      &   !  U|Â&#x;*   /0     !   Q   ? !      2 Â&#x201C;3Â&#x2030;F !'0           3Â&#x2019;>  /@   2 Â&#x201C;GÂ&#x201C;Â&#x201C; !'0 !    L       % Â&#x2C6;  :         /0  /  2 =Â&#x2030;FÂ&#x2019; !'0    ! /    #   2 DF=k !'0%     ? sentaram o segundo melhor resultado em vendas,

           Q   ?  / 2 =kÂ&#x2019;3 !'0% R         2 =;D !? lhĂŁo em outubro deste ano, maior valor em exporta/0   j% Suinocultura Industrial e Mapa, com edição da NRF


mercado

Exportação de carne bovina atinge recorde previsto para o ano todo R  :   !          /0 !      !      ` !     3 !'0  dĂłlares, montante inicialmente previsto para todo o ano de 2013, informaram governo e indĂşstria em nota conjunta no dia 29 de novembro. O volume embarcado entre janeiro e novembro, de 1,36 milhĂŁo de toneladas, tambĂŠm supera a marca de 1,2 milhĂŁo de toneladas exportadas pelo paĂ­s em todo o ano de 2012. Apesar de alto, o volume em 2013 ainda nĂŁo ĂŠ um recorde. Nos 12 meses de 2007, os exportadores embarcaram 1,62 milhĂŁo de toneladas, segundo dados da Associação Brasileira das IndĂşstrias Exportadoras de Carne (Abiec). â&#x20AC;&#x153;O Brasil bateu em novembro uma marca histĂłrica. A expectativa ĂŠ de que, computados os dados de de:!     /0     3; !'0    J  * `      &  e Abastecimento (Mapa). Se atingir esta marca previs              ?   =;>         

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 !   ;D !'0      FG=F% â&#x20AC;&#x153;Um dos principais fatores para o crescimento das  /0    #   /@            Â&#x17E;      ]  anual dos mercados que mais importam carne do  J      !  Â&#x203A;  R ? delli. Ele acrescentou que houve aumento importante    /0 #    Z :   L do Oriente MĂŠdio, como IrĂŁ e Israel.   * `        | \?    R `    *|R     L compradores de carne brasileira este ano foram Hong Â&#x17E;     /@  F=Â&#x201C;>         U\ =Â&#x201C;33> Z : ==Â&#x2019;;>  D;F>  R' 3=>% Para AntĂ´nio Andrade, ministro do Mapa, as regras  :/@  "  L j    a expansĂŁo do setor e, hoje, o Brasil ĂŠ o maior ex     !  %                  L      " #    $     % Reuters no DCI, com edição da NRF


por dentro dos

frigoríficos Indústria de carnes da Aurora em Joaçaba reabre dia 6 de janeiro A indústria de abate e processamento de suínos da R

          { /! 

?      Q     !  % R  Â&#x2019;;>  !    L      ? pamentos em fase de instalação acelerada, a data estipulada para a Coopercentral retomar as atividades,        *    :   `  3  Q       %     3=; ? '0   #                        ? /@           "  /@ % Segundo a empresa, os benefĂ­cios para a economia regional serĂŁo expressivos. As primeiras proje/0            ?   !   FDG '0        /@  |R*  =F '0  Â&#x; % R   ;3>   /@         ?   Â&#x2030;Â&#x2030;>     % Quanto Ă  geração de empregos, a reabertura do #  L   { /!    =%G3G   

diretos e 3.000 indiretos â&#x20AC;&#x201C; cinco vezes o nĂşmero de postos de trabalho que existia quando a unidade fechou, em 2009. O recrutamento de pessoal teve inĂ­cio em novembro, com a ajuda da agĂŞncia do Sis Â&#x2C6;     |Â&#x2C6;  { /!  com uma unidade mĂłvel, percorre vinte municĂ­pios do meio oeste catarinense para cadastrar todos os interessados em trabalhar na indĂşstria e que, posteriormente, serĂŁo submetidos Ă avaliação e seleção. Para a primeira etapa, que inicia em janeiro de 2014,  @     ;3G  !' % &   FG Ă´nibus serĂŁo alugados pela empresa para transportar diariamente esse contingente dos diversos municĂ­pios `        { /!% &     #  !  FG=Â&#x2030;  @    ;GG    :  =%G3G      %     :     R `  (antiga Coperio), localizado Ă s margens da BR-282, para o recrutamento, seleção e contratação dos tra!'   { /!%

Destaque nacional: Aurora ĂŠ a melhor do PaĂ­s em gestĂŁo de cadeia de negĂłcios A Coopercentral Aurora Alimentos foi eleita a melhor do PaĂ­s em gestĂŁo de cadeia do agronegĂłcio, recebendo a medalha de ouro na primeira edição do  ]  ~ *'    ' U J%  ' de prata foi concedida Ă BRF, Souza Cruz e Syngenta. Â&#x2C6;  /@    ;GG *      cooperativa ocupa a 33a posição nacional. A Aurora tambĂŠm foi eleita a primeira em gestĂŁo corporativa e     @          ~  

 J% &    :     ]            #      ? porativas e de gestĂŁo de cadeia produtiva. A metodologia de avaliação foi elaborada pelos consultores * Â&#x201A;   !  { `  : Â? Q *        |      * ]    !   R ' R L      ?   % W       + ? @       '     ? nança corporativa, responsabilidade socioambiental e gestĂŁo da cadeia de negĂłcios. Y     R

    *  Â  :       /@        caminho certo ao adotar um modelo de gestĂŁo da ca-

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deia produtiva em que todos os participantes ganham, do produtor Ă indĂşstria e ao consumidor. Com 12 co       3G%GGG #L   campo, produzindo de forma ambientalmente susten    `             R      =GG>    % Entre as empresas do segmento de carnes, ĂŠ a terceira marca mais referenciada em todo o Brasil. Possui mais de 21.000 colaboradores, abate 700.000 aves por dia â&#x20AC;&#x201C; mas deve chegar a 1 milhĂŁo de aves/   FG=Â&#x2030; < ! =Â&#x2030;%;GG L Â&#x;    1,6 milhĂŁo de litros/dia de leite. Tem mais de 100.000 clientes em todo o Brasil e exporta para 60 paĂ­ses.  /0  Â&#x;     =kG%GGG pessoas em 2012. A Coopercentral Aurora Alimentos obteve em 2012      !   Â&#x2030;3G3 !'0   <     =Â&#x201C;=;>  /@   anterior â&#x20AC;&#x201C; com forte presença no mercado nacional,

   : 3;G     L   `  das marcas mais lembradas pelo consumidor. Encer   FG=k   #    ;; !'0  %            Â&#x201C;Â&#x2030;>      =3>% Aurora, com edição da NRF


por dentro dos frigorĂ­ficos

Marfrig atualiza marca e ganha novas logomarcas corporativas As unidades de negĂłcio da Marfrig estĂŁo de cara nova, apĂłs a companhia fazer uma atualização e integração de suas logomarcas corporativas. As mudanças se pautaram nas diretrizes do plano estratĂŠgico Focar para Vencer, que integra as unidades de negĂłcios da empresa e estabelece os alicerces de sua cultura corporativa direcionada ao cliente, Ă inovação, Ă  rentabilidade, aos canais food service e varejo, Ă  segurança e qualidade alimentar e Ă  sustentabilidade. A partir de um estudo de evolução de marcas elaborado pelo renomado designer Fabio Mestriner, che ?    /@  `       visualmente tanto a controladora como suas contro% R    /@    * ¢ & ] < ! / do grupo na Europa â&#x20AC;&#x201C;, as novas logomarcas levam o formato de bandeiras, sĂ­mbolo milenar de uniĂŁo em torno de um objetivo comum. O estudo levou tambĂŠm a uma atualização da marca Marfrig Group, que representa a holding con-

     %     !   chamar-se Marfrig Global Foods, â&#x20AC;&#x153;um conceito que              ? queza do seu portfĂłlio, transcendendo a percepção de uma empresa unicamente voltada Ă produção de proL   J Q         % ~    * #  w ! W

 !` Â&#x2022;  este conceito. As curvas em meia-lua foram originadas da sobreposição do globo (Global) e de um prato W

J    % Y          0  * ? frig tambĂŠm tiveram mudanças. Todos os logos passam a utilizar as mesmas cores (verde, azul e branco) e seguem o mesmo formato, de uma bandeira. â&#x20AC;&#x153;Com isso, queremos ressaltar a integração e a complementariedade de nossas atividades nos diferentes segmentos de negĂłcios. Temos todos um objetivo comum, que ĂŠ fazer a Marfrig crescer, com rentabilidade. Por isso empunhamos todos a mesma !  J    ?   ? nhia, SĂŠrgio Rial. Marfrig, com edição da NRF

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por dentro dos frigorĂ­ficos

BRF e Minerva assinam acordo de investimento para a transferência de operação de bovinos  UW          =�  ? bro, a assinatura de um Acordo de Investimento que estabelece os termos para a transferência de sua operação de bovinos à Minerva, em troca de partici/@      % &      UW       !     ?

      Z : w    *   ÂŁY * w   !    #     envolvidos nas referidas atividades, para uma socie   #'   Â&#x2C6;Â&#x161; @   ?  <        " *  %     Z : w    *   j    ! 2.600 cabeças de gado por dia, e apresentam receita lĂ­quida estimada de R$1,2 bilhĂŁo em 2012.   /@           ?   *         Â&#x2C6;Â&#x161; @         !        '%       UW     FÂ&#x2019; '0  /0  *       #'    /@    =3Â&#x201C;>            *    '   =;F> ` FG=;      @    ? bĂŞntures emitidas pela Minerva. â&#x20AC;&#x153;Esse acordo ĂŠ mais um avanço em nossa estratĂŠgia de priorizar cada vez mais a parte da frente da    #       /@ J       UW R w::% Sem sair do negĂłcio, a BRF desverticaliza a cadeia, deixando a gestĂŁo de abate aos cuidados de uma empresa especialista, a Minerva. Ao mesmo tempo, reforça sua atuação nos segmentos de food service e alimentos processados de carne bovina. A Minerva ĂŠ uma das lĂ­deres, na AmĂŠrica do Sul,

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na produção e comercialização de carne in natura, gado vivo e seus derivados e, de acordo com a BRF,

  '           ? tivas. â&#x20AC;&#x153;Este negĂłcio permite liberar capital empregado            `   ? centrar recursos e esforços em atividades ligadas Ă marca, distribuição e desenvolvimento de mercados.  UW :    U2 =DG '0  ativos biolĂłgicos (boi vivo) em atĂŠ 10 meses. Tais ativos nĂŁo fazem parte desta operação e serĂŁo vendidos    J  ?    W  /   /@  U/0   |       Saboya. â&#x20AC;&#x153;A conclusĂŁo da Operação representa mais uma etapa do plano de investimento da Minerva, pautado   `     / @

     #    / @

           e continuidade do processo de desalavancagem da   '% R    / @

  *     

  !`    * w      sua capacidade de abate para 14.080 cabeças/dia, Fk>   "  J   *      

% Y    Q "  /@     R '     #  Â&#x203A; R  Â    / @

 R   / @

  !? metida à aprovação da assembleia geral de acionistas  *  %    /0  UW   *   iniciarão um processo de organização para a transição de ativos ocorra de forma organizada sem impactos às linhas à operação. BRF e Minerva, com edição da NRF


por dentro dos frigorĂ­ficos

Dona da marca SuperFrango, goiana SĂŁo Salvador Alimentos diversifica negĂłcios             ? gional de carne de frango, a goiana SĂŁo Salvador Alimentos, dona da marca SuperFrango, decidiu diversi    /0% W   =Â&#x2019;Â&#x2019;=    '  |! L   #  U2 3kG '0   < U2 =GG '0     FG=F <     que vai atuar tambĂŠm na distribuição de produtos nos segmentos de carne suĂ­na e vegetais. Com o intuito de se desfazer do rĂłtulo de empresa   "    #       '  /   de outubro a marca corporativa SĂŁo Salvador Alimentos e pretende comercializar, a partir de 2014, vegetais prontos com uma outra marca a ser criada e que

   !  ?'  @  % ~&            a SĂŁo Salvador sĂł existia no papel. A SuperFrango ĂŠ        J      ? mercial da companhia goiana, Hugo Souza. R     /@   @      ?    !  =;     !L    w     W  Â? [  Mineiro e na regiĂŁo Norte do paĂ­s. â&#x20AC;&#x153;Fazemos 80 mil entregas por mĂŞs. Por que nĂŁo aproveitar a venda do #    !`        ¤J ? tiona.           /@  começar com a venda de batatas congeladas de mar    %    #   @  Q  alguma experiĂŞncia no segmento de batatas congeladas, conforme Souza. Atualmente, a empresa distribui o produto para a companhia americana Midbell. *               ? pria ĂŠ apenas a primeira etapa. Num segundo mo-

mento, a SĂŁo Salvador pretende vender produtos Ă base de carne suĂ­na. â&#x20AC;&#x153;NĂŁo pensamos em produzir suĂ­no, por enquanto. Queremos vender sĂł a marca,               J ? plica Souza. Pelas estimativas do executivo, a estratĂŠgia de di  /@  #:          Q       =G>   L? quida da companhia dentro de dois anos. Ao investir em novos segmentos, a SĂŁo Salvador se aproxima da estratĂŠgia de outra empresa regional  #         wÂ?W

       neste ano sua atuação na distribuição de alimentos com marca prĂłpria, apostando em produtos como batatas congeladas, pĂŁo de queijo e bacalhau. Para os prĂłximos dois anos, a empresa quer ele  !  #  L   |! L  @     wY   FFG  !/   para 320 mil. Segundo ele, o incubatĂłrio da empre      : == '0     j \           abates no volume esperado. Com a maior produção de frango, a SĂŁo Salvador       /0    '  @ ~ J% ~Â&#x2122;     FG>     : J    %  Q   /0 da empresa sĂŁo destinadas, principalmente, a Hong Â&#x17E;  {@   @  % No mercado brasileiro, a marca SuperFrango de`   /@        F;>  w        :% R #  ?    L  w     3G>  # ? mento da companhia. Valor, com edição da NRF

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por dentro dos frigorĂ­ficos

Margem Ebitda da Seara pode chegar a 12%, afirma CEO da JBS       /0       L  !   {       ? !       % {  FG=Â&#x2030;  { acredita ser capaz de fazer a Seara gerar um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglĂŞs) de R$ 1,2 bilhĂŁo.     '     /0

(turnaround) !? #  { RY    ' ÂĽ¢      ~ # J      /@             /0 #    '        Â&#x161;#  & ÂŁ & % Valor EconĂ´mico, com edição da NRF

FrigorĂ­fico da Copagril ĂŠ novamente certificado pelo BRC A Unidade Industrial de Aves (UIA) da Copagril acaba de ser aprovada, pela terceira vez, na auditoria  R    Â&#x2C6;  w !    /  ? mentos, desenvolvida pelo British Retail Consortium UR% Y      /@ #  :    os dias 12 e 14 de novembro. No primeiro dia, apĂłs reuniĂŁo de abertura com a presença da direção executiva, gerentes, chefes de setor e da equipe de apoio para a auditoria, foram             #  /@     % Â&#x2C6;    #    parte interna, realizado um exercĂ­cio de rastreabilidade e simulação de recall, alĂŠm de conferidos docu     % {    \  #  examinados documentos no centro administrativo da Copagril. A conclusĂŁo dos trabalhos se deu com o fechamento do relatĂłrio. ApĂłs nova reuniĂŁo entre diretoria, gerentes, encar     #            ? ção, junto Ă auditora Michaela Knorr, da SGS, tendo     # /0   #   ?

     /@  R    Â&#x2122; Legalidade e Segurança de Alimentos da Copagril. ~W    #  L       @   ?         /@ J   * %           #      estruturação da unidade industrial e as boas condi/0 #     !' %   ?    R   *    ? benizou todos os envolvidos. â&#x20AC;&#x153;Ă&#x2030; um trabalho em equipe e contĂ­nuo, a qualidade ĂŠ aplicada no dia a dia, e nĂŁo somente durante as auditoriasâ&#x20AC;&#x153;, comentou. {            ÂĽ!         /@  /     !               | { `        R              ?

         \       as exigĂŞncias do BRC.       /@ UR  R   #   ? quistada em 2011 e, desde entĂŁo, a UIA vem sendo         `    %

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Fåcil configuração de equipamentos, adequando se ao layout do frigorifico.


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Embarques de carne de frango tĂŞm recuperação e melhoram cenĂĄrio em 2013 Presidentes e diretores das maiores agroindĂşstrias do setor avĂ­cola brasileiro associadas Ă UniĂŁo Brasileira de Avicultura (Ubabef) se reuniram em SĂŁo Paulo, no dia 19 de novembro, para apresentação da conjuntura setorial e perspectivas para a cadeia produtiva.        !        FG=k     j # "  /0     #   %         *   Ricardo Santin, houve uma recuperação nos embarques no segundo semestre de FG=k     #   /@       primeiros meses do ano. ~  /0  !      '    j   k;;     k;>   /@    L   FG=F% R  este resultado e dos outros meses do segundo semestre, estamos conseguindo diminuir a diferença entre o volume exportado este ano e o do ano passado, que       =Â&#x2030;>J  % W   !       & /@  Â?`  R L   !!# Ariel AntĂ´nio Mendes, destacou a preocupação levantada durante o Congresso Latino-Americano de Avicultura, em El Salvador, com relação aos focos de InÂ&#x2022;  :      % â&#x20AC;&#x153;Os mexicanos destacaram no evento o grande prejuĂ­zo sofrido pelo setor,       #    | Â&#x2022;  :     L   % Â&#x2C6;            !'  Q    # / /0  !  a regiĂŁo, especialmente o Cone Sul, com relação a esta enfermidadeâ&#x20AC;&#x153;, disse. {       W    { ` & ! ¢      !'  do Grupo de LogĂ­stica da Ubabef, do qual ĂŠ coordenador. Na oportunidade, ele      /      /@   /0  :     !      /@        # /    '    # ? estrutura logĂ­stica. Outro assunto que tambĂŠm esteve na pauta da reuniĂŁo foi a situação nacional do abastecimento de milho e soja. Conforme o presidente da Ubabef, Francisco Â?  ~   /@    `       #       repita. Ă&#x2030; fundamental que o governo mantenha como prioridade o abastecimento           FG=F       J Â&#x203A;%

Foto: Divulgação

NĂşmeros - No acumulado do ano (de janeiro a outubro), os embarques de    #    :  kFF '0     =Â&#x2030;>  em relação aos dez primeiros meses do ano passado. Em receita, houve aumen  ;Â&#x2030;k>   2 33DF !'0%   Â?    /0    0 #   

        /@   L       comparação com 2012. â&#x20AC;&#x153;Com o maior ritmo nos embarques, provavelmente ha                 L            L      J  % Ubabef, com edição da NRF

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Destaque, ParanĂĄ atinge patamar histĂłrico de abate de frangos AlĂŠm de consolidar a recuperação do setor, o mĂŞs de outubro trouxe um novo patamar histĂłrico para a  /@     #    &  + #  !?    =k= '0  !/      ==>  /@  j    % Y \  @ do Sindicato das IndĂşstrias de Produtos AvĂ­colas do   &     % {  #          pela Secretaria de ComĂŠrcio Exterior (Secex), vincu  * `        | \   R `    *|R #     ? /0 !`   <   F;>    j de setembro â&#x20AC;&#x201C; e passou de US$ 163.781.784 para 2 FG3%;Â&#x201C;;%=Â&#x2030;F              FD> !   Â&#x2019;=%G3Â&#x2030;%FFÂ&#x201C;     ==3%;GF%;GF  % Y '   maio de 2012, antes da crise que abalou o setor por conta do aumento dos insumos no ano passado. No total acumulado dos dez primeiros meses    &     #    2 =%Â&#x201C;Fk%Â&#x2030;Â&#x201C;;%Â&#x2019;kÂ&#x2030;% Â&#x2C6; j    R   #'  com US$ 1.792.472.671, e o Rio Grande do Sul com

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US$ 1.187.019.382. O volume total acumulado foi de Â&#x2019;Â&#x2030;3%;Â&#x201C;;%;;Â&#x201C;     &   DD=%Â&#x201C;;Â&#x2019;%Â&#x201C;Â&#x2030;D      R    ;Â&#x2019;;%kkG%kGÂ&#x2030;   Rio Grande do Sul.              *    \  Â&#x2022;       \  L   &         ? gia, bem-estar animal e sanidade, visando atender aos mercados mais exigentes. â&#x20AC;&#x153;Temos um ambiente maravilhoso dentro do conceito moderno de produção de frango. Com os contĂ­nuos investimentos das indĂşstrias em tecnologias     ! '      ?      : #    :  ' #      J  #:% Sobre a estratĂŠgia do estado para continuar cres    /0    #  ? tivas que recaem sobre a China. â&#x20AC;&#x153;O mercado chinĂŞs ĂŠ uma grande possibilidade em curto prazo para o Para     @     \   `    J    % Sindiavipar, com edição da NRF


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Exportação de carne bovina em outubro bate 4Âş recorde mensal seguido As vendas brasileiras de carne bovina (in natura, industrializada, miĂşdos e tripas) para o exterior somaram, em outubro, 147 mil toneladas, gerando US$ 3;Â&#x2019;; '0  % Y \      /@    das IndĂşstrias Exportadoras de Carne (Abiec) revelam o melhor desempenho da histĂłria, O setor vem apresentando recordes sucessivos nos Ăşltimos quatro meses de 2013, tanto em receita como em volume exportado. No mĂŞs passa   /@    !     3=D>  #    ;=>  volume, comparado ao resultado de setembro. ~Y   FG=k           !   ! ? do um crescimento exponencial e consolidando o nosso papel de liderança no        !     J        !  Â&#x203A;  {  R % Ele observa que para atingir o novo recorde, a ampliação dos negĂłcios    Z : #  %   /0      : 

!    Â&#x2019;FÂ&#x2019;>   FG     /@   j  FG=Fy     Â&#x17E;     3Â&#x2030;F>   kkF   y     U\ !  Â&#x2030;Â&#x2030;=>   F;=   % Os dados mostram ainda que de janeiro a outubro deste ano, as exporta/0    !      =Â&#x201C;Â&#x201C;>     =F;>  % Y   !    =FkF '@     #      U2 ;Â&#x2030;Â&#x2030;Â&#x2019; !'0%  !   !   '               Â&#x17E;  Q  Â      #  L   !   #  Â&#x201C;kÂ&#x2030;>   Z : Â&#x2019;GD>  ` Â&#x2030;Â&#x201C;;>       FÂ&#x2030;>% O levantamento da Abiec tambĂŠm aponta que a carne in natura continua sen     Q       :  2 Â&#x2030;k !'0     Â&#x2019;3Â&#x201C;D   %   /0      :  ?  Â&#x201C;DD     2 ;kGÂ&#x2030; '0    %

Foto: Divulgação

Mato Grosso - Por falar em recorde, o ano de 2013 pode registrar o segundo recorde consecutivo de abate de bovinos, em Mato Grosso, estado que detĂŠm o maior rebanho do paĂ­s. A expectativa ĂŠ que aproximadamente seis '0    Q         ;GG      anterior. R #     |  * ?         (Imea) divulgada no Boletim Semanal da Bovinocultura, atĂŠ o mĂŞs de outubro    Q ! ;G= '0    Â&#x2019;F>     volume total do registrado em 2012. ~ `    ! !     ;G=Â&#x201C;  !/ L   que a registrada no ano passado. Se o estado manter este ritmo, vamos superar

 ;; '0  !/ !  FG=FJ  Q    | W!   !     `       ~'        J        !/ !% j       R!   /@  Â&#x2C6;UW

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RondĂ´nia produz 20% da carne bovina exportada pelo paĂ­s U   FG>       !   ? portada pelo Brasil â&#x20AC;&#x201C; o que corresponde ao quarto lu  ]         < U Â&#x203A;  embarcou para 31 paĂ­ses, em 2012, 208,2 mil tone    !    k;k     \?    :  U2 F; !'0% R #   do chefe do Serviço de Inspeção e SaĂşde Animal do * `      &   !  (Mapa) em RondĂ´nia (RO), AlfĂŠrio Clariney, em 2013,  #'  Q     /0        @   =G>%   R  ¢ ?  DG>   ? dução de carne de bovinos e miĂşdos produzidos no Estado tenham destino internacional, com destaque     Â&#x17E;  Â&#x201C;Â&#x2019;%Â&#x2030;Â&#x201C;D    D3%;FÂ&#x2030;  Z : =Â&#x2019;%DÂ&#x201C;;  U\ =Â&#x2030;%Â&#x2019;Â&#x201C;3   ! ?  F%kk;   |  F%=FF %           UY @ + w  {?W !   Z? ' y W    { \y  *    * #  ! de Rolim de Moura. A partir de 2013, o Chile tambĂŠm passou a adquirir     #  L          

Unidos estĂŁo habilitados a comprar o produto. Para FG=Â&#x2030; '    '!/@    /@   *     j  ! ' nos moldes da inspeção islâmica. NĂşmeros reais - Conforme nĂşmeros estaduais apresentados pelo Mapa, em 2012 foram abatidos 1.993.906 cabeças de bovinos. Neste ano, atĂŠ o mĂŞs de julho, foram abatidos 1.280.296. A estimativa do Serviço de Inspeção Federal em RondĂ´nia ĂŠ de que em 2013 sejam abatidos 200 mil bovinos a mais. O    :  !    UY    ? gentes mercados, entre eles indĂşstrias automobilĂ­sticas como Ferrari, BMW e Mercedes.   R  ¢ ~    /0  ? naram-se possĂ­veis pelo excelente trabalho de defe          U Â&#x203A; J%  lembra a importância de todo produtor rural vacinar o ! '     #!  #   #:   /0 junto Ă AgĂŞncia Idaron. O procedimento ampara as  /0    !    UY     venda para outros estados. Mapa, com edição da NRF

Embarques brasileiros de carnes crescem 17,9% em outubro           * `        | \   R `    *|R       !        exterior cresceram em volume e em receita em ou! %   !    2 ;kÂ&#x2019;F '0 DÂ&#x2030;=>    2 ;GF '0     !  =GÂ&#x2019;3>    2 Â&#x2030;Â&#x201C;;Â&#x2019; '0 apurados em outubro de 2012. Em volume, os embar    ==Â&#x201C;3     /  ;DÂ&#x2019;> ante setembro, quando foram exportadas 112,1 mil     =DÂ&#x201C;Â&#x2019;>    /@   ! de 2012, que embarcou 100,6 mil toneladas. No acumulado do ano, a receita cambial com carne bovina nos primeiros dez meses de 2013 somou 2 Â&#x2030;k3G !'0  `  =D3k>    2 kDG3 !'0      FG=F%  volume, os embarques atĂŠ outubro alcançaram 970,1    =Â&#x2030;kÂ&#x2030;>     ==GÂ&#x2019; '@ de toneladas exportadas em dez meses de 2012. {   /0       #    ? tubro, segundo a Secretaria de ComĂŠrcio Exterior (Secex), mostram nĂŁo sĂł uma superação em relação aos valores do mesmo mĂŞs do ano anterior e em relação Ă setembro deste ano, mas tambĂŠm valor recorde de  /@   \  j+ 2 Fk3Â&#x2019;GÂ&#x201C; '0%

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Criado Grupo TĂŠcnico para cuidar da sanidade ovina no Rio Grande do Sul &     L    @  /@   do Programa Estadual de Sanidade Ovina do Rio Grande do Sul (Proeso), a         &      !   =Â&#x2030;  !   &   Â?% F;3Â&#x;FG=k    w  Â?`  wÂ?     /0% Segundo a determinação legal, o objetivo do Grupo TĂŠcnico do Programa     Y  ` 

     /0     erradicação e prevenção de doenças que possam comprometer o rebanho

 % Y wÂ? #   !'   Q         /@ das atividades relacionadas Ă sanidade ovina do Rio Grande do Sul. Para desempenhar as atividades foram designados dez mĂŠdicos veteri     Q #:    wÂ?   / &            |    #     *    % @ +  Â&#x203A;  w'  w     ` * Z  R   W        R   L W  *'   *    :   w    §   | Â&#x17E; '] { % {      &  { @   w  *   : w  Â&#x2122;     % Y &       Y  Q     L   R ?  &\!    #  @ %  /0  wÂ? &   @  L      /   &         `  deste ano.

Foto: Divulgação

Ovinocultor deve informar número de cordeiros - Em outra medida    !      /@  @      Rio Grande do Sul, os ovinocultores gaúchos têm atÊ o dia 31 de dezembro       |    #       L o número de cordeiros e cordeiras nascidas este ano. A informação Ê do 

   R[     Y   { ` w w  %      

     `       !  # /0 #     !    L      % ~ #  '!   #  " |        \    #:     ' 

     ? /@      kG> \     : @    " J   % A temporada de nascimentos vai de abril atĂŠ o inĂ­cio de outubro, mas os produtores sĂŁo obrigados a informar Ă Inspetoria apenas no mĂŞs de maio, junto com os demais animais do seu rebanho. â&#x20AC;&#x153;Entre a temporada de nas     L       /0  ! @    # J % Entre as polĂ­ticas que podem ser dimensionadas a partir de um cadastro mais prĂłximo possĂ­vel do real, o coordenador destaca programas de contro         #     % Seapa/RS e Governo do RS no FarmPoint, com edição da NRF

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Nova linha de carne de Cordeiro Dorper Certificada tem lançamento nacional  Z&{    !   /    '  R   R    R      Lamb - Reserva Especial. A novidade foi divulgada no dia 13 de novembro, durante a 7ÂŞ Exposição Nacional    ÂĽ'    { \  &%        Z&{    `         !  R    R      ?Â&#x2122;  `  w  | /0 ?   R  /@     R  %          Z&{    Z  &  {\                 ! ? U   `   de uma seleção exclusiva, sendo oriunda de animais super precoces, com idade abaixo de 120 dias.     ! :      Z&{       !        para os produtos da linha ĂŠ parte de uma pequena        % Â?    /  ?             procedimento de seleção na fase de desossa e porcio    #  L  % |     '         ?

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ciais que, depois de maturados, conforme a empresa, ~ @          assim o sabor, a maciez e a suculĂŞncia, caracterĂ­sti  Â             @     #      'J% Y    @      

 ? xas com acabamento diferenciado e inĂŠdito no segmento, desenvolvidas especialmente para esta nova linha, sendo eles Picanha, T-Bone, Striploin (ContraW` '  Â  W  ' U]   ! ]%  !   R    R     

?    `   R    U  Z ? ca que como a demanda por carnes de corte â&#x20AC;&#x201C; como a carne de cordeiro â&#x20AC;&#x201C; tem crescido bastante, a associação trabalha para melhorar a qualidade da carne e agregar valor para o produtor. &  &  {\   '   '   ?           \         '  /    ? cer, uma vez que o paĂ­s ainda importa carne ovina e caprina. VPJ e AgĂŞncia Breeders e Globo Rural, com edição da NRF


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MT se destaca e regiĂŁo Centro-Oeste tem potencial para se tornar polo da suinocultura brasileira   /@    L    =D=>       Mato Grosso, que se consagra como o maior produtor do Centro-Oeste. O L  `                 %    * `      &   !  *      W       R  ?Y  R! *Â?  que a produção mato-grossense passou de 79,1 mil toneladas em 2004 para 214,7 mil toneladas em 2012. Santa Catarina, que ĂŠ o estado que mais produz carne suĂ­na no Brasil,      kD>   L      ;Â&#x201C;3Â&#x2019;   ?    Â&#x201C;G;Â&#x2019;   %           /@ Brasileira dos Criadores de SuĂ­nos (ABCS), Marcelo Lopes, a regiĂŁo Centro -Oeste tem potencial para se tornar polo da suinocultura brasileira. Conforme ele, a abundância de insumos como o milho facilita o rendimento do setor. AlĂŠm de Mato Grosso, ĂŠ possĂ­vel perceber o aumento da produção de car  L       @ %  w    /@    Â&#x2019;DF mil toneladas para 161,4 mil toneladas, enquanto em Mato Grosso do Sul passou de 67,4 mil toneladas para 109,1 mil toneladas. Conforme o Mapa, o    :   kÂ&#x2030;Â&#x201C;k '0       L          kk>  /@   '  FGGÂ&#x2030;     F3F= '0   % Lopes ressalta que o crescimento do setor foi interrompido pela crise de FG=F    /0      !      ?   :  : ! '  L  L% {  FG=k   ? mora a renda gerada pela suinocultura. â&#x20AC;&#x153;Estamos produzindo bem abaixo da         /    L J   %

Foto: Divulgação

Consumo cresce 12% - Outro indicador que teve alta no Estado foi o     L + * ?          L % Entre 2010 e 2013 o consumo per capita passou de 9,8 quilos para atuais 11  Â&#x;   /@  =FF>     /@   R    ? %     !  ` !      =;k quilos por pessoa ao ano. Para o presidente da associação que congrega os suinocultores, Paulo      ~'    J  /@    % *    com o representante, ainda que abaixo da realidade nacional, o consumo  ?      #      \   %     FGG=     ?       ;      L % W  ==;>      =F  % Campanhas de divulgação e formação em diferentes elos da cadeia pro :   Q  j #       L %    ? cos, ela tambĂŠm vai sendo utilizada na merenda das escolas do Estado. ~Â&#x2C6;   `  /  ` !        J :   % G1 e Valor EconĂ´mico, com edição da NRF

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Abraves 2013 debate temas pontuais e reflete boa fase do setor suinĂ­cola Representantes de entidades, criadores, executivos, especialistas e               R!Â&#x;*Â?   debater tecnologias e descobertas que visam produzir uma carne suĂ­na cada vez melhor e com preço competitivo no mercado internacional. O encontro aconteceu durante cerimĂ´nia de abertura do XVI Congresso !  :  ;  D  ! R       Pantanal. R                 de contemplar consumidores cada vez mais exigentes â&#x20AC;&#x201C; e ainda aten       ! < !   

  ! no melhoramento genÊtico, na nutrição e na tecnologia as melhores formas de produzir carne suína. Uma tarefa e tanto para um setor que atravessou uma crise severa com a alta do preço dos grãos no mercado internacional e, agora, começa a respirar aliviado com os bons preços praticados. Como equilibrar essa balança usando de conhecimento aplicado ao aumento da   `    

     % Abraves 2013 -  !  FG=k !`   | W   ? 0      R  ?Y      ! assuntos como aprovação da carne suĂ­na dentro da PolĂ­tica de Garantia dos Preços MĂ­nimos do governo federal, meio ambiente, polĂ­tica sani   #                   dĂŠcada. O congresso â&#x20AC;&#x201C; que comemorava 30 anos e recebeu um selo especial comemorativo â&#x20AC;&#x201C; ainda foi sede do lançamento da Frente Parlamentar da Suinocultura de Mato Grosso, homenageou os fundadores da asso/@                      `            : W   Carvalho, Luciano Roppa e AnĂ­bal Moretti, lembrados pelo trabalho de pesquisa na suinocultura brasileira. â&#x20AC;&#x153;A avaliação que fazemos ĂŠ muito positiva. Foi tudo muito maior do que poderĂ­amos imaginar. A participação do pĂşblico foi excelente, a manifestação dos palestrantes, principalmente os internacionais, foi  #/@               `  das palestras. Assim como as empresas patrocinadoras, que sentiram o impacto do evento na parte comercial. Conseguimos que a Abraves  FG=k      #   # J     ? sidente da Abraves, Marcos de Almeida Souza. Foram mais de 20 palestras tĂŠcnicas e de mercado, 27 apresenta/0   /@    =GG  !'   L       / de entidades de classe e pesquisa do segmento, alĂŠm de mais de 20 empresas de sanidade, nutrição, equipamentos e inseminação especializadas em Suinocultura. â&#x20AC;&#x153;Todo mundo respondeu que a programação  L      #   ! % Â?      ? colher os melhores trabalhos apresentados. O bom ĂŠ que superamos todas as expectativas de pĂşblico, pudemos conferir a satisfação dos congressistas e dos palestrantes. SĂł temos a agradecer aos parceiros, 

  `    "         :        J !   ?    !  Z[? nia Arantes. Abraves e PorkWorld, com edição da NRF


capa

Por Danielle Michelazzo Martins

CĂ&#x201A;MARAS DE VĂ CUO, TERMOSELADORAS E TERMOFORMADORAS

Imagens: Multivac do Brasil

Como agregar valor aos produtos e otimizar o processo produtivo com o auxĂ­lio de sistemas de embalagem

A

segurança alimentar no setor de carnes e a          < Q  natura (frescos), processados ou congelados â&#x20AC;&#x201C; dependem, entre outros fatores, de !       %   como todo e qualquer tipo de envoltĂłrio, as embalagens proporcionam uma barreira entre o alimento e o ambiente, atuando diretamente no controle de transmissĂŁo de luz, da taxa de transferĂŞncia de calor, de umidade e de gases, bem como no movimento de micro-organismos ou insetos. SĂŁo, juntamente com a cadeia do frio, as grandes      /@  carnes, evitando perdas causadas pela deterioração e, de quebra, aumentando a vida Ăştil de prateleira (shelf life) dos alimentos. Mas, se por um lado as embalagens devem agir de modo a atender todas essas fun         #  L    ?    !  /  # /@    ¤

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  '        : ` #     

   /0 Â?`   *        {\? nior. â&#x20AC;&#x153;Independente do sistema a ser utilizado, câ      [             ? formadoras, ĂŠ importante a utilização          boa repetitibilidade no processo de !J % Ainda segundo ele, ĂŠ igual         sempre faça a selagem da emba      j  evitando reprocesso, aumento de custo e redução de rentabilidade. â&#x20AC;&#x153;TambĂŠm ĂŠ fundamental que os equipamentos sempre atinjam o mesmo nĂ­      !  evitando variação de qualidade de produto em        /@     /0 que tambĂŠm reduzem a rentabilidade e podem dene      J   %


capa     ! `    grande relevância, que deve ser considerado. Assim como o corte do excesso de embalagem deve ser feito, visando evitar acumulo de sujidade e, por consequĂŞncia, evitar risco aos consumidores. â&#x20AC;&#x153;Resumindo, a escolha do sistema de embalagem        :    #  L   ` uma decisĂŁo fundamental para a agregação de valor aos produtos e para a otimização do processo produ  #         #  L  J   {\  % Para esclarecer termos, aplicabilidade e ajudar na escolha correta do equipamento e sistema a serem      \  #  L     ?      !       Â&#x2C6;  U W  L   :               {\  %

Antonio Bugatti Júnior - coordenador de Aplicaçþes TÊcnicas da Multivac do Brasil

de ar da embalagem para reduzir a quantidade de oxigĂŞnio e, com isso, reduzir drasticamente a proliferação de micro-organismos desacelerando, assim, a degradação do alimento, ou seja, aumentado a sua vida Ăştil. Â&#x2C6;     #     !Q ` inibir a proliferação de micro-organismos atravĂŠs da injeção de gases inertes no interior da embalagem, envolvendo assim o produto. A mistura desses gases    `            e suas propriedades para manter a textura, sabor e aparĂŞncia originais do alimento. Para o processo de  #     `       #:         #:   Q/@      #       ? !  !            envolvido somente por e garantir que o produto esteja envolvido somente por gases de proteção e na proporção adequada.

â&#x20AC;&#x153;Independente do sistema a ser utilizado, ĂŠ importante a utilização de mĂĄquinas que proporcionem uma boa repetitibilidade no processo de embalagem.â&#x20AC;? Antonio Bugatti JĂşnior NRF - &  !    @   estender a vida Ăştil dos produtos? O que as diferencia       !     ? cos de policloreto de vinila (PVC)? Bugatti - Â&#x2C6; !   L  ? gĂŞnio ĂŠ diminuĂ­do drasticamente, reduzindo proporcionalmente a reprodução dos micro-organismos que estĂŁo no alimento. Nas embalagens de PVC o ar nĂŁo ĂŠ removido, circula livremente e, com isso, os micro-organismos se alimentam do oxigĂŞnio e se reproduzem normalmente, deteriorando o produto mais rapidamente.

NRF - Em que consiste o processo de embalar a  ¤     Q/@      #    ¤ @    #  ¤     {\  ? O principal vilão dos alimentos é a deterioração microbiana, que começa a destruir o alimento logo após a colheita ou o abatimento. Esses micro-organismos dependem do oxigênio para sobreviver e para se reproduzirem, e esse processo acontece rapidamente quando o alimento      ! % Y    !     !     

NRF - Existe diferença quando se fala em emba            #  ¤ Se sim, o que diferencia cada sistema e quais os benefĂ­cios de cada um? Bugatti - Os tipos de embalagem utilizados nessas   @ #               :            #    %  !    @ :   !?         % Â&#x2C6;   a operação ĂŠ bastante manual, pois o operador deve abrir o saquinho, colocar o produto, posicionar a embalagem na posição de selagem, fechar a tampa da          % Y ! #L     @ + ÂŤ *      y

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capa ÂŤ      y ÂŤ & !  :/@     ?       \        /0   '        y ÂŤ &  : !   #    ? 0    %  [        ?  * j  j  '     Â&#x2019;;G  =%kFG   =%;GG   !           /0           !      % As termoseladoras sĂŁo utilizadas para embalar produtos em bandejas rĂ­gidas prĂŠ-formadas, que sĂŁo    Â&#x2022; L      %        /0 :       ? #      ` !` `  L :        ! Q       ? cuo, mas, nesse caso, ĂŠ preciso a utilização de material de embalagem e moldes especiais (embalagem ] %      ?  onde os operadores devem posicionar as bandejas                       ! Q           ` de esteiras sincronizadas, sem contato manual. Os    ! #L       @ + ÂŤ W!   :/@  ! Q    y ÂŤ *           ?  #  y ÂŤ Y   ! Q        maioria das vezes, ĂŠ mais atrativo aos consumidores            "  % A Multivac tem uma ampla gama de termoseladoras, e produz desde uma seladora de     /0  k  3 ! ? Q    `   de grande porte, que produzem atĂŠ 120 bandejas por minuto. As termoformadoras       para embalar produtos tanto em embalagens Â&#x2022; L    !? lagens rĂ­gidas, com tec         #    %      ! !      #   ? vidades onde os produtos serĂŁo acondicionados e depois faz o fechamento e corte da embala   0   

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#   %  \   /@   `   ? locação do produto dentro da embalagem, mas esse processo tambĂŠm pode ser automatizado atravĂŠs de outros equipamentos. Os principais benefĂ­cios da ter #   @ + ÂŤ ! :         L y ÂŤ *    /@ y ÂŤ *      y ÂŤ R  ! :   " ? :/@   y ÂŤ *  /            !y ÂŤ    /@    !    ? formadas rĂ­gidas sĂŁo muito semelhantes Ă s produzidas em termoseladoras, com a vantagem da maior automação aliada ao menor custo. A Multivac ĂŠ lĂ­der mundial na fabricação de termoformadoras. Em 2013, alĂŠm de continuarmos a comercializar as termoformadoras Multivac produzi  #!           a fabricação de termoformadoras tambĂŠm no Brasil, para atender a crescente demanda do mercado local, fortalecer a presença da Multivac no mercado brasileiro e tambĂŠm permitir que nossos clientes possam            `   '   Â&#x2C6;% NRF - E se compararmos processos manuais de embalagens com esses equipamentos, qual o maior ! #L   " :/@   ¤ Bugatti -  !     ? nas possuem uma Ăłtima repetibilidade, ou seja, tĂŞm um alto Ă­ndice de produtos que saem bem embalados               em processos totalmente manuais existem fatores que geram perdas, reprocesso e desperdĂ­cio de material de embalagem, alĂŠm de nĂŁo garantir que todos produtos sejam embalados exatamente iguais, pois sĂŁo feitos por operadores diferentes. NRF - O aspecto das carnes ĂŠ fator extremamente importante para atrair a atenção do consumidor. Mas, pela nĂŁo presença de oxigĂŞnio, as   !   ficam com uma tonalidade mais escura. Quais benefĂ­cios servem de contraponto para convencer o consumidor a escolher


capa      #  Â&#x;!   ¤ Bugatti - O principal contraponto para convencer o consumidor ĂŠ em relação Ă qualidade e o prazo de validade do produto, tudo isso acompanhado de in# /0          !?        " !       %  !    @          começando a se acostumar com a presença cada vez         !    principalmente o termoformado.         Q @  preparando e apostando na embalagem rĂ­gida termo#     #       ! carne fresca. Nesses casos se utiliza uma mistura de        /@  j      a carne avermelhada e diĂłxido de carbono, que tem um forte efeito inibidor sobre o crescimento de bac` % R   #          vida de prateleira da carne vermelha protegida por !         `  F  Â&#x2030;    ;  Â&#x201C;   !    #    % Na Europa e nos EUA a embalagem de carne vermelha em bandejas termoformadas ĂŠ largamente utilizada. As bandejas prĂŠ-formadas de isopor, que    Q #      ? mente banidas da Europa, devido aos problemas que     !   @   % Nos EUA a visĂŁo de produto ambientalmente susten   '      \    e, com isso, a carne vermelha vem sendo apresentada nas gĂ´ndolas dos supermercados cada vez mais em embalagens termoformadas. NRF - R  /@ " ! Q   \   ? nea, o material utilizado em sua confecção depende do sistema de embalagem adotado ou do produto que   ! ¤    ¤ Bugatti - O material utilizado na confecção tanto das bandejas como dos sacos depende do sistema de produção adotado e, tambĂŠm, do produto a ser embalado. Como por exemplo, um produto resfriado !   #       ? terial de embalagem tenha propriedades de barreira #             ? !   % Y    !         /@ % NRF - Â&#x2122;  /0 Â&#x;   j    ?         !   ofertados pela Multivac, que contemplem a indĂşstria #  L ¤ Bugatti - A Multivac ĂŠ uma empresa focada em     /% Â&#x2C6;   #  L  # ?

cemos os equipamentos que trazem o melhor custo x benefĂ­cio para empresas de diversos portes. A nossa preocupação ĂŠ que o produto do nosso cliente, que #  !     * '      '  /@    /@  com a melhor aparĂŞncia e sabor. Em paralelo Ă qualidade, temos a preocupação em ofertar os equipamentos mais seguros para os funcio      '   /@       !       !     de manutenção e maior regularidade de produção. Com esta visĂŁo, possuimos um range muito gran  /0   /0        ? cipalmente voltado para a indĂşstria alimentĂ­cia, que      /0 #     #:   !    @     ? duto a ser embalado), atĂŠ mesmo nos diversos tipos diferenciados de embalagem, que permitem a utiliza/@       'L  ]  ! termoformada rĂ­gida com tampa rĂ­gida, entre outras. Â&#x2C6;              `    !    #        #      !       estamos mostrando aos nossos clientes as diferentes  !  /0    Q  # % Na linha de termoformadoras temos como no   UGÂ&#x2019;;  `    ? formadora com 2 metros de comprimento, ideal para pe   /0         atrativo e a possibilidade de integrar uma fatiadora e criar uma linha de fatia     ` =;  Â&#x;jÂ&#x; % Neste sentido, outro importante lançamento deste ano foi a fatiadora Bizerba ;;G   ? mite o corte de ` ;GG #Â&#x; minuto trabalhando-se com 2 logs de produto. Esta fatiadora tambĂŠm permite a pesagem individual de cada porção, com exa@ G;   o que reduz drasticamente o â&#x20AC;&#x153;give Â&#x161;¢J    %

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geral

Carnes Nobres Um mercado em franca expansĂŁo, que pede preparo, informação e inovação â&#x20AC;&#x201C; desde a produção atĂŠ o atendimento ao pĂşblico â&#x20AC;&#x201C; para manter o altĂ­ssimo nĂ­vel de qualidade desejado pela clientela

Paleta de Javali desossada na rede. CrĂŠdito: TEMRA

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O

Por Jaqueline Nechio

         %    mais constante a busca pela valorização e consumo                qualidade, a chamada carne nobre. A alteração no ce             :@ de grandes marcas do setor terem conseguido atingir a padronização do sistema de produção (raça, grau de sangue, idade, grau de acabamento, alimentação). Em outras palavras, com a realização de um trabalho sincronizado entre produtores, indĂşstria e varejo especial, onde se destacam boas e notĂłrias marcas, tornou-se possĂ­vel oferecer ao consumidor aquilo que ele mais valoriza nos dias +   !    % Outro fator que explica esta nova reali     `    Â&#x201C;3> observado na renda dos brasileiros nos Ăşltimos cinco anos, de acordo com levantamento feito pela Assessoria de GestĂŁo EstratĂŠgica do MinistĂŠrio da    &   !  (Mapa). Em consequĂŞncia deste cres     /@    ? do mais alimentos com maior valor agregado, e as carnes ganham grande parcela de preferĂŞncia na hora da compra, juntamente com derivados do leite e bebidas. Por outro lado, expor as diferenças entre raças, cortes, produtos e marcas, bem como â&#x20AC;&#x153;ensinar o consumidor    J <    Q ` #          #`  cerveja e o vinho â&#x20AC;&#x201C;, vem sendo a chave do sucesso para a indĂşstria da carne atingir e aumentar o pĂşblico consumidor de carnes nobres. PorĂŠm, investir em informação dentro deste nicho de pĂşblico no Brasil, ainda ĂŠ um desa        % U   #  :      Â&#x161; ]'  com foco neste segmento. No Ăşltimo mĂŞs de novembro, em SĂŁo Paulo, aco     ÂĽ ]'  #&   ~* ?   R J         Q      qualidade, restaurantes, marcas de carne bovina e exemplos de  /@        %


geral No mesmo mês, a Associação Brasileira de Angus promoveu o Curso de Manipulação e Cortes de Carnes, no Rio Grande do Sul, ministrado pelo consultor empresarial em cortes de carne, Marcelo Bolinha. O   !    /0    !     de um açougueiro dentro de um estabelecimento comercial, atÊ temas tÊcnicos e estratÊgicos do novo mercado da carne, ou seja, o mercado de carnes nobres. O consultor ensinou aos participantes sobre o preparo dos cortes, a disposição das lojas e o atendi  #         \! ?? vo a vontade de comprar uma carne diferenciada. O curso tambÊm abordou como obter a maximização dos lucros usando tÊcnicas de desossa que visam à redução do desperdício e a oferta de cortes diferenciados, com alto valor agregado. Aceitação da carne de javali no Brasil

Maria Tereza Fleury de Alvarenga, diretora comercial da Temra.

 FG       Â?  ` # j  Brasil na criação e produção de carne de javali. Mas, a diretora comercial da empresa, Maria Tereza Fleury de Alvarenga, explica que o grupo trabalha com quatro linhas de produtos. â&#x20AC;&#x153;A primeira ĂŠ a do javali, que consideramos ser a nossa mais alta nobreza, em razĂŁo do controle que exercemos desde a produção animal atĂŠ o desenvolvimento dos cortes e processados consagrados pelos principais chefes de cozinha do Brasil. As demais linhas sĂŁo de cordeiro, frango e suĂ­no, que tambĂŠm sĂŁo consideradas da mais alta nobreza em razĂŁo da criteriosa seleção da matĂŠria-prima, da utilização de mĂŠtodos artesanais, com muita disciplina, o que ga       J% Maria Tereza conta que o interesse neste mercado começou quando um dos sĂłcios da Temra, o engenheiro agrĂ´nomo AndrĂŠ Fleury de Alvarenga, iniciou seus estudos em torno da carne bovina e constatou que era um segmento muito competitivo, com poucas possibilidades para uma empresa de pequeno porte.

~Â&#x2C6;     ' FG         ? trizes de javali chegaram ao Brasil, ele vislumbrou a possibilidade de implementar um projeto com este  % Â&#x2C6; @ @ '  ' #  L   ? ressado no estudo do manejo e no desenvolvimento     QJ % AtĂŠ entĂŁo, a carne de javali era desconhecida pelo brasileiro, ao passo que o javali nĂŁo faz parte da fauna brasileira. E a Temra precisou adaptar o animal Ă s  /0     '!  % ~W  muitos erros e acertos nos primeiros cinco anos. A alimentação do javali ĂŠ composta, basicamente, por muito verde, tubĂŠrculos e cana de açúcar, o que traz Ă  sua carne um sabor especial reconhecido pelos principais chefes estrangeiros presentes no Brasil, que apreciam e conhecem a carne de caça. AlĂŠm disso, a caça, praticada em alguns paĂ­ses, traz em si os dois     #        +

\   ! :J% Outro aspecto a ser destacado na linha de produção, de acordo com a diretora comercial da Temra, foi             Q  nutricionais para os javalis, dependendo da catego   + #j  #j   #j gestantes, machos reprodutores e trĂŞs fases de dietas para os javardos). â&#x20AC;&#x153;A dieta total ĂŠ composta de concentrado como, por exemplo, farelo de soja e milho, mais nĂşcleo mineral e o ingrediente verde (cana de açúcar, capim e diversos tubĂŠrculos). Todos estes alimentos propiciam que o animal tenha capacidade de produção, mantendo a caracterĂ­stica rĂşstica e sa!     J ' *  Â? :%         #      com grandes chefes formadores de opiniĂŁo para a população brasileira, o que sĂł aconteceu, segundo ela, depois de muitos anos de estudo, de persistĂŞncia e de incentivo dos chefes. â&#x20AC;&#x153;Estamos extremamente felizes por conseguirmos vender tudo o que produzimos. A carne de javali se torna ainda mais nobre devido Ă limitação que temos e que manteremos. Somos procurados por chefes do Brasil todo e priorizamos aqueles que estĂŁo preocupados em oferecer algo diferenciado     J% O preço da nobreza Indagada se existem consumidores dispostos a pagar mais por carnes consideradas nobres, Maria Tereza foi taxativa ao dizer que sim. Ela lembra que o mercado de iguarias existe e ĂŠ crescente e que, por conseguinte, como complemento, paladares exigen !    ! /0  

% ~ Q      '  / Q ? to aos consumidores mais exigentes em termos de alimentação. O número de consumidores que procu     #      '  :  

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geral vinhos e cervejas especiais aumentou sensivelmente. A Temra vem acompanhando este crescimento, principalmente nos Ăşltimos dez anos quando o Brasil           J :% A diretora tambĂŠm destaca que o consumidor agregou valor Ă carne de javali quando a empresa colocou o produto junto aos chefes consagrados, o que abriu portas para apresentar a iguaria em restaurantes, depois nas pizzarias e, hoje, na casa das pessoas   ~  J% *      /0               ` ! ¤      Â?  + ~ ! :       ?        % Y  L  ! :  na escolha da matĂŠria-prima, no estudo dos cortes e na excelĂŞncia industrial, entregando ao consumidor o padrĂŁo Temra que tem como base os artesĂŁos europeus, trazendo o sabor do rĂşstico. Algo oferecido     !    J% Consumo em restaurantes Se trabalhar com carnes nobres vem sendo, nos \        #    :/@ de clientes utilizada por restaurantes e churrascarias, em contrapartida, oferecer novos produtos â&#x20AC;&#x201C; e com   < `          ? frentados por esses estabelecimentos. Como comprador de carnes que se enquadram nesse segmento mercadolĂłgico, o chefe de carnes da Sal e Grill Churrascaria, Leandro Aureliano, conta que existe      #  L       ? manda dos clientes. AlĂŠm de sempre buscar produtos       0     pelos frequentadores do restaurante, ele conta que

     #        supere as expectativas de quem procura, ao realizar #/0 #    

/@      %             sempre ĂŠ observado por restaurantes e churrascarias. ~|        \!   :           

  por cortes mais elaborados. Neste sentido, Ê fundamental que haja qualidade no produto, bom atendimento e excelência nos serviços prestados, pois com  :     J : '#%      

     conhecimento do pĂşblico-alvo e inovar sempre na apresentação dos diversos cortes de carne bovina sĂŁo pontos importantes para obter sucesso no negĂłcio. Isso porque quando se fala em pagar mais para consumir esta proteĂ­na animal, â&#x20AC;&#x153;o pĂşblico procura o conQ  +          !   maciez. AlĂŠm disso, o tipo de corte e a forma como a carne ĂŠ preparada tambĂŠm fazem uma grande dife-

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Foto: Sal e Grill

 /J    % O chefe conta que os tipos mais solicitados e apreciados pelos clientes sĂŁo premiun ribs, ancho, chorizo  '  ]% ~Â?     '    ` `        'J  % Â :  ? dade de Piracicaba, interior de SĂŁo Paulo, a Sal e Grill  !'           +  ' ? tra, fraldinha, bife ancho, bife de chorizo, costela pre    ! '  ]  ]  % Todas criteriosamente selecionadas pelos melhores fri L      < #       premium da Sal e Grill, que tambĂŠm trabalha com cortes nobres argentinos em sua cozinha de alto padrĂŁo. Sobre o pĂşblico consumidor, Aureliano observa que os paladares estĂŁo mais crĂ­ticos, mais seletos e cada :      @ '   @     % ~U!           da classe B, e todos apreciam. Acho que os cortes no!      L       J% Bifes de chourizo CrĂŠdito: SAL E GRILL


Por Jaqueline Nechio

Ambiente vedado

geral

Fundamentais na redução da carga de infiltração de calor nas câmaras frigoríficas, as portas e cortinas são ideais para garantir a qualidade e longevidade dos produtos cårneos.

Foto: Dânica

C

onservar a baixa temperatura ĂŠ o ponto principal de todo ambiente #        j? L?   <        ?             â&#x20AC;&#x201C;, ĂŠ fundamental a vedação do ambiente, pois neste tipo de local ĂŠ natural que haja circulação constante de pessoas, e o â&#x20AC;&#x153;entra  J    Â&#x2022;       ? duto refrigerado. Essa vedação ĂŠ controlada          #  L % â&#x20AC;&#x153;Por serem o meio de comunicação e              as portas tĂŞm grande importância, pois sĂŁo elas que dĂŁo suporte para o armazenamento em baixas temperaturas conservando, assim, a longevidade dos alimentos. As cortinas tĂŞm a função de proteger a câmara contra a entrada de poeira, insetos, alĂŠm  Q       J ' o supervisor de assistĂŞncia tĂŠcnica da em  [     U % * `  Â&#x2022;     

  #    Â&#x2022;     ?           /@ + a quantidade de produtos armazenados, a checagem de entrada e saĂ­da de mercadorias, a quantidade de pessoas que trabalham no ambiente, o conhecimento dos equipamentos utilizados e a necessidade de isolamento tĂŠrmico e impermeabilização sĂŁo

   % &   `    Q feito um isolamento com materiais de baixa condutividade tÊrmica para evitar grandes perdas de energia e reduzir a capacidade dos equipamentos de refrigeração. Reforçando a importância e os benefícios        [  #  L   U    + ~Y !    ?      #  L  `  #?    /@ #  L       a estanqueidade e isolação do ambiente fri          /@  ? peratura interna seja conseguida com o me-

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geral nor consumo de energia. Como coadjuvante de uma !    #  L         [   PVC, que reduzem a troca de calor e de ar na abertura    #  L J% Entretanto, apenas um isolamento tĂŠrmico feito    @ `         ?    #  L   Q   % Â&#x201E;   !` que as portas permaneçam fechadas o maior tempo possĂ­vel. Observar esse ponto ĂŠ avaliar se este item   Â&#x;           ? te, atendendo plenamente sua função. Pode parecer simples, mas alguns fatores como rapidez de abertura e fechamento sĂŁo imprescindĂ­veis na conservação       #  L  % Segundo a diretora de * ]   U¢Â&#x2022;  Elenice Fernandes, as portas fabricadas pela empresa contam â&#x20AC;&#x201C; alĂŠm da rapidez de abertura e fechamento â&#x20AC;&#x201C; com o funcionamento auto    autorreparação, tornando o produto ainda mais resistente em casos Elenice Fernandes de batida. Sistema ideal

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Riscos Haja vista a importância da baixa temperatura em câmaras #  L  `   presumir que qual  j  ? se quesito cause queda de qualidade     ? nal. Elias Rosa explica que aberturas constantes da porta de uma câmara Elias Heliodoro Rosa sem a proteção de uma cortina de ar ou de impacto representam carga tĂŠrmica                          !   ? to. Isso pode gerar, alĂŠm da perda de produtos, gastos extras com energia, mĂŁo de obra e equipamentos de refrigeração, por exemplo. ~Â&#x2C6; [           # ? /@             "  ?            /@      #         ?   ' %        '    ?             J :% ~&   `        ' sistemas que ajudem a evitar a fuga de ar refrigerado         /0      @    #'  "  de escoamento de mercadorias ou trânsito de pesso%        passagem evitam a necessidade de reposição por parte da central de Foto: Rayflex

Os modelos de porta ou cortina podem variar dependendo do tipo de armazenamento do produto      #         ? lume depositado no local. â&#x20AC;&#x153;O tipo de produto altera    /0              #     %  U¢Â&#x2022;   

/0   !  /0     da câmara congelada, a porta possui resistĂŞncias de aquecimento que impedem a formação de gelo, manta com isolamento tĂŠrmico e componentes elĂŠtricos e eletrĂ´nicos com proteção para operar em temperatu  J     %      #       ` sistema de portas e cortinas mais adequado a uma   #  L %  !     U         `        necessidade para depois direcionar o modelo. â&#x20AC;&#x153;O fa    `    /@    :?           j      ' /@ `                       ! J :    % Com a abertura da porta, ĂŠ natural que ocorra a   /@           

saĂ­da de ar frio por baixo). Elenice explica que no   U¢Â&#x2022;   :/@  !      nĂŁo interfere no modelo a ser escolhido, visto que to       ~@     !    ` F;            j        /@ J% Empregando estes auxiliares fundamentais na redu/@       /@    [  <  ? tina de ar ou portas tipo impacto ou, ainda, a existĂŞncia    [  <    L :    ? vamento entre as portas, fazendo com que elas nunca se abram simultaneamente, â&#x20AC;&#x153;permitindo um controle        J   %


geral

Foto: Dânica

frio, o que resulta em aumento da vida Ăştil dos equi    #  /@           ` J       [ %    !          # + o uso de portas lentas pode provocar a oscilação da temperatura e afetar a qualidade do produto. â&#x20AC;&#x153;TambĂŠm permitem mais tempo para a entrada de umidade dentro da câmara, que formam grossas camadas de gelo no teto, bloco de gelo nos produtos e componentes de refrigeração. E para remover este gelo o   `     !'  J% Novidades no mercado Com um inovador painel de comando integrado             # /0    #  L     !?        :   /@   [ ?         /    +   &   R   % A tecnologia elimina a necessidade da caixa externa de comando de abertura, integrando esse      /0 `  "   acionamento, o que tambĂŠm representa ganho de   /%  `     /0   posicionamento da porta (que agora pode ser ao lado de uma coluna, por exemplo), o novo sistema reduz     Â&#x2030;G>    /@ % â&#x20AC;&#x153;A velocidade de abertura e fechamento e o controle da aceleração sĂŁo comandados por um inversor de frequĂŞncia, que permite a programa/@  #                #    ! 0        parte mĂłvel da porta. Ă&#x2030; possĂ­vel, por exemplo, programar o fechamento auto   !        no comando integrado inteligente, sem       /@ ` J explica Elias Rosa. AlĂŠm de sensor de segurança e da facilidade de programação e operação â&#x20AC;&#x201C; o esforço fĂ­sico aplicado para abrir uma porta manual ĂŠ eliminado â&#x20AC;&#x201C;, o novo modelo       #'   ? co por tempo e por ociosidade totalmente           % ~ /@        e redução do consumo de energia, devido Ă possibilidade de abertura parcial  #'       y acionamento utilizando sensores de movimento, controle remoto ou laço indutivo (eletromagnĂŠtico), bem como acio     0  '   /@

 !    !  # '   y   ! de intertravamento entre duas ou mais portas autoJ     % Â?!`       #    U¢Â&#x2022; 

#       /@    ? das de enrolar, que atende as principais necessidades da indĂşstria de processamento de carnes, como prote/@ "     /@   :  /@         j    `    de normas de higiene e segurança operacional aos co!   <  !        L              ? dem ocorrer com outros tipos de portas. Com guias laterais estreitas e rapidez de abertura e fechamento que impedem que o ar quente entre  [  #  L    '      temperatura do ambiente, o que reduz            ? gia. â&#x20AC;&#x153;A excelente vedação dos ambientes ĂŠ resultado da performance da manta da porta, presa nas laterais atravĂŠs   Â&#x2022; L      encaixes especiais que nĂŁo deixam es/       %  U¢Â&#x2022;  tambĂŠm oferece a opção de manta com    `     #  L  constituĂ­do por duas camadas de PVC preenchido com material isolante de   J    %    /@     #  L   `      ?         ? /@   /@  U¢Â&#x2022; % ~  qualquer impacto acidental de empilhadeira, carrinho ou similar na porta,           volta a funcionar automaticamente, eliminando tempo de porta parada e as      @  !  % U +         J     %

Foto: Dânica

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geral

BRF lança pedra fundamental de sua fĂĄbrica em Abu Dhabi Em cerimĂ´nia que contou com a presença do vice -presidente da repĂşblica, Michel Temer, alĂŠm de autoridades e executivos locais, a BRF â&#x20AC;&#x201C; uma das sete maiores companhias de alimentos do mundo em valor de mercado â&#x20AC;&#x201C; lançou no dia 12 de novembro, a pedra fundamental da sua primeira unidade industrial construĂ­da #    %  :  ! '!     Â&#x2DC; !     #!    :    '? bĂşrgueres, pizzas, industrializados e marinados. â&#x20AC;&#x153;Este ĂŠ um marco no processo de internacionalização da BRF, que vai iniciar a operação local no primei    FG=Â&#x2030;J  R w:: RY Global da companhia. Hoje o Oriente MĂŠdio responde  kF>   /0  UW%  L    !    Â&#x2122;  '      ? dia, que pertence Ă  companhia, ĂŠ Top of Mind e lĂ­der em market share. Para se instalar no local, a BRF   2 =FG '0% AlĂŠm de oportunidade de crescimento fundamental para a companhia, a BRF vĂŞ a operação no Oriente MĂŠdio como uma forma de aproximar as culturas e gostos locais. â&#x20AC;&#x153;Entender as tendĂŞncias no consumo de

alimentos ao redor do mundo e as peculiaridades de cada mercado nos faz cada vez mais preparados para ser efetivamente globais e oferecer produtos para as     J    w::% â&#x20AC;&#x153;Foi uma grande satisfação receber um grupo tĂŁo     /0     '  conclusĂŁo de um importante passo da companhia no   J   RY  !    ' de outros executivos da BRF a comitiva composta       | < w    L   ?   { @   { %        {ÂŹ  Hofmann. Novo CEO internacional - Reportando-se diretamente ao CEO Global Claudio Galeazzi, Pedro de Andrade Faria assume a posição de CEO Internacional    '%  !   !  @ =Â&#x2019; escritĂłrios comerciais, 11 unidades industriais, duas joint ventures e os trâmites de exportação, que envolvem mais de 120 paĂ­ses. Soma-se a essa estrutura

 L   /0  #!   ! '!% BRF S.A, com edição da NRF


geral

Circuito Feicorte NFT 2013 percorre mais de 20 mil km pelo Brasil Imagens: Atualle Comunicação

A edição de 2013 do Circuito Feicorte NFT, evento que percorreu alguns dos principais polos de produ/@         =GG '0  ? beças de gado e contou com a participação de quase 6 mil pessoas durante as cinco etapas realizadas  R! *Â?   / y & Â?Y   y R w   *  Q'  {?&   UY 

! y  &    &  ! % Entre os participantes, vindos de 276 cidades bra   =Â&#x201C;      L Â&#x201C;G> @  ? tas, que participaram ativamente dos debates reali:   Â&#x161; ]' % Y  ~ j    /@    :/@   J #  !   D; ?    Â&#x2030;k     !    + mercados nacional e internacional, gestĂŁo, sanidade, genĂŠtica, nutrição, clima, pastagens, bem-estar animal, qualidade, visĂŁo da indĂşstria e do restaurante,         % Eles puderam ainda estar em contato com as principais novidades tecnolĂłgicas apresentadas por 37 empresas de referĂŞncia no setor que estiveram presentes na feira de negĂłcios que compĂ´s os eventos. â&#x20AC;&#x153;O Circuito Feicorte NFT cumpriu, mais uma vez, o seu papel de levar informação de qualidade e tec      #    %  forma customizada e procurando atender as neces      @    ofereceu ferramentas, seja com as palestras e discus0   Q      !: pelas empresas para que o produtor busque cada vez   j    J       Agrocentro, Carla Tuccilio. â&#x20AC;&#x153;AlĂŠm disso, os eventos do Circuito foram palco para aproximar o produtor do Governo, de entidades       \  #  L      

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para que os elos da cadeia produtiva dialoguem cada :    '    J   % Para a realização do Circuito Feicorte NFT 2013, promovido pelo Agrocentro e pela NFT Alliance, foram percorridos mais de 20 mil quilômetros. Nutrition for Tomorrow Alliance - Para a alian/   ]  

  #    ? sas da cadeia de proteĂ­na animal, a NFT Alliance, o Circuito Feicorte NFT ĂŠ uma ferramenta fundamental para gerar e disseminar conhecimento para segmen        % ~  =GG '0  !/     ? tes nos cinco estados que receberam as etapas do Circuito em 2013, aliadas Ă grande presença de pĂşblico e ao enorme interesse dos pecuaristas de cada estado,          # /0  tecnologias que os auxiliem no sucesso do seu negĂł J 0  Â&#x2C6;WÂ?     U % ~&       ?          uma enorme satisfação de ter levado a aplicabilidade das novas tecnologias desenvolvidas pelas empresas           /@     LJ   % Ainda segundo ele, a receptividade dos pecuaristas, bem como o grande apoio dos ĂłrgĂŁos e associa/0           ? do â&#x20AC;&#x201C; somados Ă  disponibilidade dos palestrantes em percorrerem os diversos cantos do Brasil e Ă s empresas que estiveram presentes com os estandes nas etapas â&#x20AC;&#x201C;, foram, sem dĂşvida, a fĂłrmula do sucesso do evento â&#x20AC;&#x153;que se tornou o maior e mais importante               ? lume como em qualidade de pĂşblico e na relevância   \    J%


geral

R  W  Â&#x2C6;WÂ? FG=k  \ + ÂŤ Y R     0        =GG '0  !/  

ÂŤ R        /     3   ? cipantes oriundos de 276 cidades, 18 estados brasileiros e da BolĂ­via ÂŤ Â&#x201C;G>  \! #        ÂŤ Â&#x2122; FG  ] #      ÂŤ Â&#x2030;k        D;   ÂŤ kD            feira de negĂłcios ÂŤ =DG 

      :    ! ? ra das cinco etapas *  # /0+ Â&#x161;Â&#x161;Â&#x161;%   % %! Â&#x; ? tofeicorte W!

]+ '+Â&#x;Â&#x;Â&#x161;Â&#x161;Â&#x161;%#!

]% Â&#x;   % feiras


acontece Multivac, Viscofan, Ibrac e Handtmann realizam TECA II A 2ÂŞ edição do TECA, evento idealizado e realizado por quatro empresas de renome em seus respectivos ramos de atuação â&#x20AC;&#x201C; Multivac, Viscofan, Ibrac e   <   =;      L Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), em Campinas, nos dias 31 de outubro e 1ÂŞ novembro. O encontro surgiu a partir da necessidade da existĂŞncia de    L          pudesse servir de espaço para apresentação de novidades e tendĂŞncias em Tecnologia de Embalagens e Conservação de Alimentos e, acima de tudo, que possibilitasse Ă s empresas participantes conhecerem           #! /@  ! como realizar a troca de conhecimentos de mercado e experiĂŞncias de sucesso. â&#x20AC;&#x153;A importância de um evento como o TECA ĂŠ a troca de experiĂŞncias que ele possibilita ocorrer entre os clientes e as empresas organizadoras. E para facilitar esse intercâmbio, segmentamos os clientes propositalmente, tanto no segmento quanto no porte, para que           # /0   para igual. Assim o evento torna-se interessante tanto para o convidado quanto para a empresa no quesito comercial, pois tem a oportunidade de fazer uma abordagem mais direta, entender a real necessidade do    #  '  /@    j? J  o diretor geral da Multivac do Brasil, Michael Teschner.       '@     do evento contou com palestras das empresas organizadoras. Handtmann (equipamentos), Ibrac (ingredientes), Viscofan (tripas) e Multivac (embalagem) se :     /0        ? §  ! ] :      /@             % `  ? /0 `     #      ? mentos envolvidos, tĂŠcnicas para melhor processo de produção de embutidos (salsicha, mortadela calabreza e lombo) tambĂŠm foram abordadas. â&#x20AC;&#x153;A Handtmann do Brasil apresentou a embutideira VF610 com torcedor auto  |Â?  possui em suas insta/0   grande diferencial na produção de produtos torcidos com tripas       clipados, garantindo precisĂŁo no porciona-

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   #  Â&#x2022; !   /@ % Â?!` aproveitamos a oportunidade do evento TECA para apre        '  #     J disse o diretor da empresa, Marco AntĂ´nio Magolbo. Outra empresa que expĂ´s novidades foi a Viscofan, que falou sobre os diferenciais de suas tripas no processo de embutir, com o auxĂ­lio do supervisor de assistĂŞncia tĂŠcnica da AmĂŠrica do Sul da Viscofan do   *'  ¢¢ ]% {  |!  #   !    /@   o importante papel da indĂşstria de ingredientes na condução deste processo que, segundo a engenheira de alimentos da empresa, Tânia Maria Machado, ĂŠ de extrema relevância. â&#x20AC;&#x153;Por exemplo, a indĂşstria de ingredientes desenvolveu produtos alternativos que substituem o sĂłdio sem alteração nas caracterĂ­sticas organolĂŠpticas dos embutidos, para cumprir o acordo que houve entre MinistĂŠrio da SaĂşde e a ABIA sobre a redução de sĂłdio nos alimentos e entre estes os      J  % Em outra abordagem da Ibrac, foi tambĂŠm ministrada uma palestra com o tema â&#x20AC;&#x153;Ingredientes, Fun/0  /0  &   R  J '  como e porque usar cada ingrediente empregado nas # /0  ' *    / R? bresa e Embutido Cozido tipo Lombo.                 #      @  R  Â&#x17E;R*?Â&#x2019;G da Tipper Tie (representada pela Multivac), indicada         `  /0   grande variedade de produtos. â&#x20AC;&#x153;O equipamento trabalha muito bem com todos os tipos de tripa, inclusive tripa natural, e se destaca por requerer mĂ­nima ma  /@   `   J   Â?'  %  j  :     /0 ? retor geral da Multivac do Brasil apresentou a Termoformadora da Multivac, F100. â&#x20AC;&#x153;O equipamento permite uma produção de pequena Ă  mĂŠdia escala de embalagens, sendo a operação da    #   %  ?   Q    produzida no Brasil e possui cadastro no Â&#x2C6;     FINAME. Ă&#x2030; adequada para embalagens com fundo semirrĂ­  Â&#x2022; L   Â?*     ?   J%


acontece

BRF destina mais de 12 milhĂľes de unidades de carnes Ă s ceias de fim de ano  UW   :   =F '0   ? dades de produtos das marcas Sadia e PerdigĂŁo,            ! /0 do Natal e do Ano Novo. â&#x20AC;&#x153;Entre os destaques estĂŁo o Peru Sadia e o ChesterÂŽ & @ J  U  # Â?       ]   UW% ~       @    !  ?  J    % Y  #      k3       que o ofertado em 2012. â&#x20AC;&#x153;Trata-se de uma linha di         !    !     ! J  Â?  % Segundo dados de mercado, a ceia de Natal do brasileiro em 2012 foi composta por uma mĂŠdia de sete pratos, contando os principais, acompanhamentos e sobremesas. A categoria de aves especiais, que inclui o Peru Sadia e o ChesterÂŽ PerdigĂŁo, permaneceu como a mais consumida nas ceias de Natal. Com !   # j   UW     Â&#x201C;G>  produção de 2013 nesses itens. Comemorativos BRF - Lançada em meados da dĂŠcada de 1980, a linha ChesterÂŽ PerdigĂŁo logo se tornou referĂŞncia entre as carnes nobres para as            qualidade e as caracterĂ­sticas da ave, que oferece mais peito e coxa que as  0   %   '  ? lui ano a ano, sempre levando aos consumidores novidades e lançamentos alinhados Ă s tendĂŞncias do mercado e Ă s necessidades das famĂ­lias brasileiras. Em 2011, a marca fez mais uma aposta bem su   /    0 ChesterÂŽ  W ? senvolvidas para os consumidores que buscam praticidade, mas que nĂŁo dispensam qualidade e sabor. Os produtos desta linha vĂŁo direto do freezer ao forno, sem precisar descongelar. A novidade deste       R'? terÂŽ  W ! &  temperado com azeite, manQ @   '  &  

um toque de parmesão. AlÊm do lançamento ao pesto, disponível em todo

L  & @    : + R' ÂŽ Tradicional, ChesterÂŽ    Â?  R' ÂŽ, Peito de ChesterÂŽ    R' ÂŽ Azeite e Ervas, ChesterÂŽ  W  R' ÂŽ  W   e Recheado. Â?!`     /0      ano, o Peru Sadia chegou pela primeira vez Ă s mesas dos consumidores brasileiros nos anos 60. Em 1974 a marca ofereceu a primeira versĂŁo temperada do produto. O termĂ´metro surgiu nos anos 80 e, ' Q    #    @ W        #      apenas duas horas. AlĂŠm da novidade, o portfĂłlio de Perus Sa         /0+ &  Â?? perado Tradicional, Peru Sabor Manteiga e Ervas, Peru desossado Sadia Recheado com Farofa, Peito de Peru Temperado Congelado sem Osso Sadia, Peito de Peru Recheado com Escarola e Queijo Sadia. Outros 18 itens completam a linha de comemorativos da Sadia, entre eles, Sadia Supreme, Tender, Pernil e Lombo. &       :         +

`  !'  `  @ % !     ~W? J   j   # que deixa o produto muito mais saboroso e suculento. Os pro  Q j      ingredientes nobres, entre eles, azeite, ervas, cebolas. AlÊm disso, o salmão vem com alca   `  !'   azeitonas verdes. Esse lança     L   para São Paulo.

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acontece

Linhas Festa Nobre e Boas Festas 2013 aquecem vendas da Aurora neste final de ano Aproximam-se as fes        elas, um protagonista de sucesso da temporada  Â&#x2C6;   Â&#x2C6;  +  Linha Boas Festas Aurora 2013, um conjun        saborosos, temperados na medida certa e com uma grande diversidade de itens para todas as famĂ­lias. E para sintetizar a importância dos produtos que a Aurora leva para seus consumidores, o tema da campanha deste ano da empresa ĂŠ â&#x20AC;&#x153;Li '   W  +  '        #LJ% Visando agregar ainda mais sabor, dois lançamen  # /  #    '+  ! U' e o Filezinho Recheado. O Lombo Recheado ĂŠ pura carne de lombo suĂ­no selecionado, recheado com uma suculenta farofa,              % { Filezinho Recheado ĂŠ a novidade que combina um corte magro e nobre do suĂ­no com recheio de farofa. Ă&#x2030; um produto diferenciado que deixa a celebração ainda mais especial. Com a linha Boas Festas, a Aurora marca presença nas ceias das famĂ­lias brasileiras, satisfazendo consumidores que procuram praticidade para o preparo das ceias       !  @  sabor. Utilizando embalagens atra    #   /@   ? presa aumenta o mix de produtos atendendo as expectativas e tendĂŞncias de mercado. R        0    '   W  + Â?  de Frango, Tender SuĂ­no, Lombo Temperado, BlesserÂŽ, Peito de BlesserÂŽ Recheado, Pernil Sem Osso Temperado, Sobrepaleta Recheada, BlesserÂŽ &  W & 

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&  W  Â ! &  W% R      atende as expectativas e necessidades dos consumi   Q        !    ceias em famĂ­lia. AlĂŠm dos produtos da linha Boas Festas, a Aurora

#    /0         consumidor brasileiro, com pernil com osso in natura, lombo in natura e pernil temperado com osso. Â&#x2C6;  Â&#x161;Â&#x161;Â&#x161;%   % %! Â&#x;! # o consumidor encontra receitas e dicas de decoração  !`  +  #    ! pelos produtos da Linha Boas Festas Aurora, onde                    que possuem os produtos da Linha Boas Festas. Linha Festa Nobre - Os produtos natalinos Nobre se tornaram uma tradição nas festas das famĂ­lias brasileiras. Por isso, o tema da campanha deste ano da Aurora para a Linha Festa Nobre ĂŠ â&#x20AC;&#x153;A tradição do    J% Â&#x2C6;     /  !   '+ Lombo Recheado com Linguiça Calabresa, combinando a carne suĂ­na selecionada com o recheio da linguiça calabresa, o que torna o produto diferenciado e saboroso. R  !       #   ? /@           /    Â&#x2C6; ? !      #  :/0 @       atende as necessidades dos consumidores que desejam produtos     !    L   Natal e Ano Novo. â&#x20AC;&#x153;A Nobre disponibiliza seu mix de produtos natalinos para consolidar-se nesse nicho de mercado que      J   ? tor comercial da Aurora, Leomar Somensi. Os demais produtos que constituem a Linha Festa Nobre @ + Â? ? der SuĂ­no, Lombo Temperado, Pernil sem Osso Temperado e o CapponeÂŽ    Q j ? perada, pronta para assar, e possui sensor que indica quando o produto    % Outros produtos dessa linha para complementar a mesa do consumidor sĂŁo o Pernil com Osso In Natura e o Lombo In Natura.


acontece

Vapza lança carne em tiras com molho pronta para consumo ou uso em receitas U      :  #         sabor e saĂşde, a Vapza â&#x20AC;&#x201C; indĂşstria produtora de alimentos cozidos    !    <  /    R   Â?  com Molho. Saborosas e macias, as tiras sĂŁo de matĂŠria prima selecionada, de primeira qualidade, com baixo teor de gordura.  L  !   Â&#x2030;GG   Q   :  envolvido no molho original da prĂłpria Carne. O lançamento amplia   '                          ¢] !   #   moyashi, legumes, entre outros ingredientes. Outro diferencial do produto ĂŠ que ele nĂŁo contĂŠm conservantes, alĂŠm de dispensar a refrigeração. Pioneirismo - Os produtos Vapza sĂŁo fabricados para atender aqueles que buscam qualidade, praticidade, e principalmente sabor. &        =Â&#x2019;Â&#x2019;;  Z:  : ?     :     !    % &     ? mento, a empresa oferece mais de 40 produtos voltados para o va Q  #

      + R   W       Inteira e Canjica. Os produtos são naturais, com matÊrias primas selecionadas que passam por um rigoroso controle de qualidade. São cozidos dentro da própria embalagem, o que preserva as propriedades nutricionais e estÊticas dos alimentos. São produtos Longa Vida, que dispensam refrigeração, garantem segurança alimentar, padronização, sabor e trazem praticidade e rapidez ao consumidor.

Reconhecimento aos profissionais que ajudam a construir a cooperativa *  3GG #         =G =; FG F; kG k;  Â&#x2030;G      #  '  ? ados pela Coopercentral Aurora Alimentos, com a Festa     {!   =Â&#x201C;  !  R   Cultura e Eventos PlĂ­nio Arlindo de Nes, em ChapecĂł/SC. Â&#x2C6; @      R

    *  Lanznaster, enalteceu o trabalho, a dedicação e o esforço de todos os colaboradores da empresa por sua atuação neste ano, que tem atingido excelentes resultados. â&#x20AC;&#x153;Todos estĂŁo engajados para atingir as me  

    @    % Â&#x2C6;? te contexto, a homenagem ressalta as pessoas que ajudam diariamente a construir a empresa e tambĂŠm      /@      J / %  

       kG; 

    =G         Â  % R  =;      =DG #     !    ? '   % R  FG         Â&#x2019;;

trabalhadores foram homenageados com a entrega    % Y  !     F; kG k;  40 anos de empresa receberam de presente um valor em dinheiro.

Imagens: Atualle Comunicação

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acontece

Danfoss lança compressor para aplicaçþes de 380 volts   #  Â? !  R        ? /       Â?Â?k;G   /0  kÂ&#x201C;G Z   ;G:  3G:%            `  Â?Â?     Â?Â?k;G kÂ&#x201C;G Z   ;G:  3G: @      ? trĂ­fugos de mancais magnĂŠticos sem Ăłleo e      % Os novos compressores oferecem     j    `  carga total e parcial, alĂŠm de utilizar

Â&#x2022;  #    WR?=kÂ&#x2030;% Â?   os compressores da sĂŠrie TT apresentam um tamanho reduzido, baixos peso, vibração e nĂ­vel de ruĂ­do, controles inteligentes e soft starter com caracterĂ­sticas de partida suave. Y    Â?Â?k;G kÂ&#x201C;G Z   ;G:  3G: foram projetados para expandir o portfĂłlio de produtos e oferecer compressores de ar condicionado    j    `     

crescimento dos mercados de 380 Volts como China, $  Â&#x2DC;?&L   `  Â  % Â&#x2C6;    

     Â?Â?k;G kÂ&#x201C;G Z  @  L               Â&#x161;   Laboratories (UL).   #  Â? !  R     ? volve, produz e comercializa compresso             j  :     ?   /0       ? dicionado. A empresa ĂŠ de propriedade   #    L    em desenvolvimento e fabricação de controles eletromecânicos e eletrĂ´nicos,  /0      \   ? frigeração, aquecimento e acionamento de motores elĂŠtricos. &   # /0    !       Â&#x161;Â&#x161;Â&#x161;% # % %!  Â&#x161;Â&#x161;Â&#x161;%    % danfoss.com.br.

JBS inova e deixa hambĂşrguer Friboi mais sustentĂĄvel  { !   /     @ ? novada de seu hambĂşrguer bovino Friboi. O produto foi desenvolvido em parceria com a rede Walmart de supermercado, dentro do programa â&#x20AC;&#x153;Sustentabilidade  &   & J  ' " Â&#x203A;      L       /@ "  @    % Y  '!\  W !  `         % &      : '   /@  F=>         =k>          F=Â&#x2030;>  recuperação de subprodutos, que sĂŁo destinados a outras indĂşstrias. AlĂŠm disso, a geração de resĂ­duos       Â&#x201C;G>      '      \    =Â&#x2019;>% R    /0    /@      { :  0  RYF    Â&#x201C;D>% â&#x20AC;&#x153;Promovemos em nossos processos produtivos  `    /0       /@  '!\  W !         ? vel. Esse ĂŠ um exemplo de que ĂŠ possĂ­vel desenvolver produtos que sejam ao mesmo tempo eco         '    ! #L    !      J  

    !  { *  Â&#x2C6; % `   /0   '!\  Friboi traz consigo a garantia de que a carne bovina utilizada em sua fabricação contribui na preserva-

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ção ambiental. Isso porque todas as compras de  :  { Q  "    fornecedoras de matÊria-prima no Brasil passam por              #? :            @ de terras indígenas ou unidades de conservação, uso de trabalho escravo ou se possuem alguma restrição junto aos órgãos ambientais. Assim, qualquer fornecedor que não estiver em conformidade com os critÊrios socioambientais da companhia tem seu cadastro comercial bloqueado no sistema de compras e permanece suspenso atÊ que sua situação seja regularizada.


acontece

Bom Caldo o Original apresenta novidade que promete agradar os paladares mais exigentes A linha de congelados do Bom Caldo o Original â&#x20AC;&#x201C; empresa do grupo Matarazzo Suplicy Alimentos â&#x20AC;&#x201C;

#  /0   !   #    ? L   !    !     #   % Y produtos apresentam taxa zero de gordura trans e baixo teor de gordura, colesterol e sódio. Ao todo, cinco pratos prontos remetem a saúde, sabor e praticidade, com o objetivo de proporcionar uma alimentação completa e equilibrada, alÊm   % ~  '       ! aquela vontade de tomar um caldinho, basta retirar da embalagem e levar ao micro-ondas, e em poucos        J      U ¢ ¢ w         j     de gastronomia do sudeste e nordeste brasileiro lançou, em dezembro de 2012, a marca Bom Caldo o Original. Os pratos, fabricados com ingredientes seleciona       #/0    

sabor, textura e com qualidade nutricional incompa % ~R          ?              '  de frutos do mar. Na primeira etapa, priorizamos a textura dos caldinhos com maior concentração de massa bruta, temperos e frutos do mar e, por isso, decidimos que ele seria mais original se fosse apresentado congelado, mantendo assim todas as suas    %        ? servir como tira-gosto ou como molho para pratos    /@   ! J  Goes,         R Y   tem tido Ăłtima aceitação desde seu lançamento. â&#x20AC;&#x153;AtĂŠ o momento, vendemos mais de 200 mil unidades e   ` '  = '@ J :% Y    estĂŁo disponĂ­veis em estabelecimentos varejistas de @ &  U  {   *  w   R !         #  == F;Â&#x2019;F k=kD%

Capacete V-GardÂŽ Green da MSA recebe prĂŞmio internacional O capacete V-GardÂŽ Green da MSA do Brasil re!     j Â&#x2C6;Â&#x161; &  |    ' Â&#x161;          ? duto com a melhor inovação em sua categoria. A outorga ĂŠ feita pela Frost & Sullivan, uma organização            ;G    mercado, que monitora mais de 300 segmentos da  \   \     F;G    ' globais. A expertise da Frost & Sullivan em analisar  '            ? tantes em seus setores lhe permite um julgamento com isenção e baseado em critĂŠrios rigorosamente tĂŠcnicos. O mais novo produto da linha de capacetes VGardÂŽ <  '  FG=k  =DÂ? :   prĂŞmio Top of Mind da categoria â&#x20AC;&#x201C; ĂŠ o primeiro entre os equipamentos de proteção individual (EPI) produ:     #  =GG>      cana-de-açúcar.    =GG>  !  !       `    #    ]  fabricação possui a vantagem de contribuir para a re/@  0    # # w pois cada unidade produzida sequestra 230g de diĂłxido de carbono (CO²) da atmosfera. Ou seja, enquanto a produção do capacete tradicional

produzido a partir de polietileno (PE) fóssil emite car!        Z?w Ž  carbono, auxiliando na redução da poluição industrial e do efeito estufa. Com o aumento da preocupação global com a de/@     @     #   um produto como o novo V-GardŽ Green Ê um passo     /@ "  !   de EPIs, conhecido pela grande responsabilidade em relação à segurança do trabalhador, mas sem foco na preocupação com o meio ambiente.

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acontece

Eagle apresenta ferramentas avançadas de anĂĄlise de gordura para os processadores de carne Aprimorando ainda mais seu portfĂłlio, a Eagle Product Inspection (Eagle) lançou na Process Expo 2013, em Chicago, Illinois (EUA), de 3 a 6 de novembro, produtos que prometem precisĂŁo, segurança e agilidade Ă s linhas de produção industriais, no que diz respeito Ă  inspeção de produtos. Entre eles o EaÂŻ WDFG ] ÂŻ &] Â&#x2030;GG R ÂŻ &] ;;G &UY  `?   ÂŻ &] 430 PRO. Y  ÂŻ WDFG ] :     ° !       °      para medir a quantidade de raios X que sĂŁo absorvidos pelo teor de gordura e de carne magra, respectivamente, atravĂŠs da utilização de duas energias de raios ° L       @   R* para os produtos Ă  base de carne dentro de +/- 1CM. A pioneira em inspeção de produtos tambĂŠm reve     #     /@     ?         '             #Â&#x161;  ÂŻ Z |Â?  Console Touchscreen Remoto (RTC). Os fabricantes de laticĂ­nios e carnes embaladas tambĂŠm tiveram conhecimento sobre os benefĂ­cios    ÂŻ &] Â&#x2030;GG R%      ° 'j      j    ` #   Q   : #  !  #L   % Com a higiene e a segurança dos alimentos como prioridade no setor de fabricação, esse sistema ĂŠ totalmente adequado para atender os requisitos de me        @ % {        ? rança de alimentos de processadores e fabricantes que atuam de olho no crescimento da demanda de compras de alimentos embalados a granel por entidades comerciais e institucionais, juntamente com embalagens do tipo famĂ­lia e em grupo para os consumidores, a   /  ÂŻ &] ;;G &UY  ? `?   ÂŻ &] Â&#x2030;kG &UY% !         ? ção precisa e a remoção de corpos estranhos de alimentos em grandes embalagens, decorrentes de fragmentos de vidros, pedras, borracha,    /    <     contaminar o alimento durante o processo de  /@ % `         &] Â&#x2030;kG &UY   &] ;;G &UY    # ?      /0   incluindo massa, itens ausentes, nĂ­vel de enchimento e detecção premium para maximizar ainda mais o retorno sobre o investimento. Como outros sistemas da gama de produ-

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tos da Eagle, a tecnologia tambĂŠm tem a capacidade                ? lagem, medir a massa e avaliar os nĂ­veis de enchimento. A Eagle tambĂŠm mostrou na Process Expo 2013 que

ÂŻ &] Â&#x2030;kG &UY    `   :  inspecionar uma variedade maior de embalagens maiores, enquanto retĂŠm os mesmos requisitos de espaço   % Y           ? derĂŁo rastrear produtos com 177 mm (7 pol.) de altura  F;D  =G=  %     #     geometria do feixe anterior que permitia que apenas !    =;F  #    % Com uma largura da cinta transportadora de 430  ÂŻ &] Â&#x2030;kG &UY `    !? gens planas e curtas, bem como bandejas de mĂşltiplo compartimento, materiais embalados a granel, copos     #    /0    enchimento, como alimentos prontos, carnes embaladas e outros produtos alimentĂ­cios embalados. Os      !  ?     de imagens de alta velocidade de atĂŠ 120 metros por minuto e 12 por cento a mais de capacidades de ins/@       !   %


acontece

Handtmann do Brasil oferece treinamentos de atualização no Centro de Excelência Na última semana de outubro, a Handtmann do Brasil, com o programa de assistência tÊcnica e serviços pós-venda, ofereceu mais um treinamento a clientes e parceiros. O curso de atualização tÊcnica     /@   /@    `  ZW 600 foi ministrado pelo tÊcnico especialista Charles Kessler, da Handtmann Brasil. O evento contou com a importante participação  `         0 do Brasil, entre elas Bragança Alimentos, Bo ³R    {  { \   * ? negro), Pole Alimentos, Produtos Imperatriz e Stiva Alimentos.

             L tais como Equador, Costa Rica, MĂŠxico, RepĂşblica     Z : R Â&#x203A;!      R'% O curso foi apresentado pelo gerente de Serviços Â?`       ' { # Â&#x2014;    ? do o suporte local do Supervisor Sandro Ferraz, da Handtmann do Brasil.

AmÊrica Latina - {  !     *'  #! ]     da Handtmann do Brasil, ofereceu curso de atualização para tÊcnicos das empresas representantes na AmÊrica Latina. O encontro, tambÊm dedicado à atualização tÊcnica de   /@    `  ZW 3GG   participação de tÊcnicos de diversas empresas

Big Dutchman apresentou novidades em sua primeira participação no Congresso da Abraves &   

   '    ? ticipou do XVI Congresso da Associação Brasileira de Z       L  !  ? :    R!   * w ?    ;  D  ! % R   ~|    %%% *  /0J        programação variada, que incluiu palestras, fóruns, 0   /0% Realizado de dois em dois anos e considerado o     `   L      ! ? leira, o Congresso da Abraves reúne os maiores espe 

       %          L    ? chman marcou presença pela primeira vez no evento,              ? sa e apresentar diversas novidades para o mercado. â&#x20AC;&#x153;Exibimos no Congresso os novos pisos de matrizes  0          &&  divisĂłrias de PVC, o novo modelo de comedouro wean  e a nossa mais nova investida, que ĂŠ o sistema de alojamento em gestação coletiva com sistema   /@         :J disse o gerente nacional de vendas do departamento de      '  Z Y %

Segundo Oliveira, este tipo de encontro ĂŠ importante para o mercado, pois atrai empresas de alto nĂ­vel e maciça participação de produtores. â&#x20AC;&#x153;Por ocorrer no Mato Grosso, esta edição do Congresso tambĂŠm foi de encontro a uma realidade do segmento,       0    @ % &     '        ? tativa no evento, por estar prĂłxima de clientes anti      J   %

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tecnologia & ciĂŞncia

tec Estabelecer estação de monta colabora na reprodução em rebanhos de corte Y L        !    ?      j %     L 

    :/@          `            atividade de corte. O estabelecimento de uma estação de monta (EM) nos rebanhos torna-se uma ferramenta essencial para driblar problemas de reprodução nas fazendas. A estação de monta Ê um período prÊ-determinado propício ao acasalamento entre vacas e touros.     /@    !'     /@   ? cial Ê uma das vantagens oferecidas na escolha deste sistema. Para o tÊcnico de Corte da Alta, Fernando Andrade, quando se estabelece este período, alguns        +  W + no sistema de criação extensivo, a #   ! '     /0  ?    #     /0 % ? belecer uma Êpoca certa para emprenhar a vaca faci   @    # % `   '  mais tempo entre uma monta e outra, o que possibili    /@           #`  usados no repasse.   /@ + Ê importante poupar os touros na Êpoca de menor oferta de alimentos.  R   /@    + estabelecer a estação de monta permite que os bezerros nasçam na mesma Êpoca e, assim, padroniza os rebanhos.  * + diminuir o índice de mortalidade de bezerros.

ÂŤ w '   + a ĂŠpoca do desmame, 6 ou 7    @    #     %     L         '  !      /@ % A escolha da ĂŠpoca da estação de monta varia de  @    /0    %   Andrade, os produtores devem estar atentos aos fatos importantes como a disponibilidade de alimentos, que #      j    y  `   ?      %  #  `  L   a mortalidade dos bezerros e aumentar o ganho de peso. Y    /@        +   menor a EM, maior a racionalização dos trabalhos na fazenda. PorĂŠm, uma EM curta, entre 72 e 90 dias, ĂŠ recomendada apenas para propriedades que realizam um bom trabalho em produção de forragem. &   /0   Â&#x2019;G  `     boa duração para a estação de monta. Em uma fazenda que deseja aplicar pela primeira vez a estação de monta no seu sistema de reprodução, o ideal ĂŠ começar com um perĂ­odo mais longo, para nĂŁo causar prejuĂ­zo aos Ă­ndices de fertilidade. O indicado ĂŠ iniciar com a duração de seis meses (180     : =;       ano, atĂŠ ajustar de acordo com o programado. Em rebanhos maiores, com mais de trĂŞs mil matri: `     :/@   *ÂŁ+       !  :! y    

    /  Q ' % *  # /0  Â&#x161;Â&#x161;Â&#x161;% % %! %

Nutrição PĂłs-EclosĂŁo - a importância da alimentação prĂŠ-inicial para os pintinhos Conforme dados divulgados pela UniĂŁo Brasileira de Avicultura (Ubabef), a produção de carne de fran      FG=k      =F; '0 de toneladas, volume semelhante ao obtido em 2012,  =F3 '0Â&#x; % R    /@  #     corte em crescimento, a exigĂŞncia do consumidor e a competitividade do setor, as empresas vĂŞm buscando    j     /@ % O progresso genĂŠtico constante reduz o perĂ­odo da criação do frango de corte, e as primeiras horas e dias sĂŁo decisivas na manifestação de todo o po-

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tencial genĂŠtico da ave, tornando a primeira semana de vida determinante para a resposta produtiva nas semanas posteriores. ApĂłs a eclosĂŁo, o pintinho deve ter acesso ao alimento o mais breve possĂ­vel, o benefĂ­cio ĂŠ visto no ganho de peso aos sete dias e esta vantagem ĂŠ maximizada aos 42 dias. Entretanto, se demorar para !  /@    Â&#x2022;    #   ? metendo a absorção dos nutrientes e sua imunidade. Nesta fase a ave passa por importantes mudanças  Â&#x203A;     !      


tec      @     ?  L    /@   Q  # /@            % & @  o sistema termorregulador totalmente desenvolvido, necessitam que a temperatura esteja dentro da zona de conforto tĂŠrmico. AlĂŠm disso, a ave apresenta um grande desempenho de crescimento nos primeiros dias. â&#x20AC;&#x153;Pintinhos com peso de 40 gramas ao nascer chegam a quintuplicar o peso aos sete dias, atingindo 200 gramas, atingindo todo o seu potencial genĂŠtico, que ĂŠ traduzido em excelentes resultados zootĂŠcnicos e lucraJ      Â&#x2C6;  / Â&#x;  L   w  w! { @ R      % Dieta prĂŠ-inicial - ApĂłs o nascimento, ele explica     '  j      /@ na forma farelada e preferem ração de diâmetro levemente inferior ao tamanho de sua glote, com uniformidade no tamanho das partĂ­culas e baixo percen  %      '   L mais apropriado Ă ingestĂŁo, a ração micropeletizada e/ou triturada proporciona melhores resultados, e   #     =;G  FGG     ? meiros dias de vida.

AlÊm de viabilizar uma nutrição adequada, o pro +           ?        :      

     y    j    ?         @ y #      #          @ adoeçam. Outro fator primordial é manter adequada a ambiência de acordo com a idade da ave para propor    #  `         @   /@  %      Q    !        alimentação precoce através de dietas pós-eclosão e pré-iniciais, proporcionarão às aves de corte maior ganho de peso, conversão alimentar e redução da  % {             maior uniformidade e produção de ovos.          /0  ? mentos do país, o Grupo Guabi aposta em produtos     & `?|          ? tura. A ração é minipeletizada e/ou triturada, com características que possibilitam maior ganho de peso e melhor conversão alimentar, otimizando os resulta  :

`      % *  # /0  Â&#x161;Â&#x161;Â&#x161;%!% %! %

Boehringer Ingelheim apresenta o    ~R  | #/@ ÂŻJ R     /    

        ~R  | #/@ ÂŻJ #   ? çado no dia 22 de outubro, em ChapecĂł (SC). Na   /@    !  !     no controle de Mycoplasma hyopneumoniae na produção de suĂ­nos e resultados brasileiros da aplicação do conceito de Cadeia de Infecçãoâ&#x201E;˘. &'      Â?  @  *¢ ?  '¢    `         tĂŠcnico de Suinocultura para as AmĂŠricas da Boehringer Ingelheim, Eduardo Fano, abordou a importância da enfermidade e seu impacto econĂ´mico na produção. Ele falou sobre o conceito da Cadeia de Infecçãoâ&#x201E;˘. â&#x20AC;&#x153;Ă&#x2030; uma abordagem epidemiolĂłgica que pretende avaliar e preconizar o controle de Mycoplasma hyopneumoniae de uma forma mais ampla e tĂŠcnica,       j    !/@      `     #             /@ J% A infecção pelo M. hyopneumoniae ĂŠ, hoje, um dos principais agentes causadores de perdas e prejuĂ­zos na performance dos animais, contribuindo para

um menor ganho de peso e uma piora na conversĂŁo alimentar, alĂŠm de um elevado nĂşmero de condenação de carcaças. â&#x20AC;&#x153;A infecção por M. hyopneumoniae continua sendo a enfermidade respiratĂłria de maior relevância na suinocultura brasileira e mundial. Isso por ser uma enfermidade de curso longo e induzir infecção subclĂ­      \     ! '            Â&#x203A;J   `      

   `    '   | '    {  R¢ %      #      /@    + auxiliar o setor em estratĂŠgias de sucesso no controle da enfermidade. {        /0   produção, com o objetivo de ajudar na redução dos nĂ­veis das doenças, melhorar o bem-estar animal e aumentar o desempenho de produção, sĂŁo importantes. E revela que todos os esforços adotados vĂŞm resultando em medidas de prevenção/controle segregadas Ă s diferentes fases de produção. Mais informa/0  Â&#x161;Â&#x161;Â&#x161;%! '   ? '% %! %

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calendĂĄrio de eventos

Em Curitiba, International FoodTec Brasil atrai expositores que visam expandir negĂłcios na regiĂŁo Sul    R ! &U   !     /@  |    W

Â?    ;  D     FG=Â&#x2030;% Y       ] Â&#x161;?' Â&#x161;  Â&#x17E;   < ? nizadora de feiras alemĂŁ de status global consagrada por     '    /      ?     /0      % U:   ?   #  !         #     a indĂşstria alimentĂ­cia, com ĂŞnfase nos setores de carnes, aves, peixes e queijos. â&#x20AC;&#x153;A busca pelo diferencial competitivo incentiva cada vez mais indĂşstrias do mundo inteiro a investir em tecnologias     !               !`    "  \    ? ĂŞncia produtiva, redução de custos e incremento de produ/@  J :   ]  ?   |  ? nacional de Feiras da Koelnmesse, promotora do evento em conjunto com a Hannover Fairs SulamĂŠrica. ~ ` Q          #   negĂłcios que tem atraĂ­do empresas e decisores de diversas 0  &L            ? /@  |    W

Â?  J    % Momento oportuno - Â&#x161;      ? liam que a feira faz sua estreia no PaĂ­s num contexto de mercado positivo para o setor alimentĂ­cio. â&#x20AC;&#x153;A FoodTec Brasil chega em momento oportuno, tendo           #  L  %    !/@  #         ? gação do potencial das empresas envolvidas nos proces           @  /0 `              J        /0  {    ` Â? % `  {      Â&#x17E; |! ] '    R ::  *!¢ Â&#x2C6;Â&#x161; * Â? ? cher do Brasil, Incomaf, Multivac, Poly-Clip System, Sunnyva   &]  !` Q       /  # % | /0     /@     | \    :  W    !#  /@    das IndĂşstrias Exportadoras de Carne (Abiec), Associação Brasileira de Embalagem (Abre) e Associação Brasileira da IndĂşstria Produtora e Exportadora de Carne SuĂ­na (Abipecs), alĂŠm da Câmara de ComĂŠrcio e IndĂşstria BrasilAlemanha de Curitiba e do Curitiba Convention & Visitors Bureau apoiam o evento. | # /0   Â&#x161;Â&#x161;Â&#x161;%#

! % %!  Â&#x161;Â&#x161;Â&#x161;%Â&#x161;  §

% % /@  /    desconto atĂŠ 31/12/2013.


visĂŁo

empresarial

Por Adriana Saab

Direitos e deveres da contratação de empregados temporårios R   '  #      ? vas oportunidades de emprego surgem. São as cha   /0  @  !    %  São Paulo, a previsão Ê de que 46.794 trabalhadores     Q      FG=k%      19 mil têm chance de serem efetivados no emprego, segundo o Sindicato das Empresas de Serviços �  :   � !' �      São Paulo (Sindeprestem).    /@   !'      `  ? ternativa que a lei confere em caso de necessidade transitória de substituição de empregado regular e permanente

   `        / %    ? vista na Lei 6019, de 3 de janeiro de 1974, regulamenta    Dk%Â&#x201C;Â&#x2030;=  =k   /  =Â&#x2019;DÂ&#x2030;% Para que a empresa possa contratar este tipo de 

      `       !'    * `   Â? !'  Emprego (MTE), estando habilitada para contratação e registro de pessoal especializado para atender Ă s necessidades transitĂłrias da empresa cliente. Y      !'         ? sa especializada e a empresa cliente, em relação a um mesmo empregado, deve ser necessariamente por escrito e conter expressamente todos os direitos assegurados pela referida Lei. Importante, tambĂŠm,     :   /@   @    ?   j   #      FÂ?  &   ;;GÂ&#x;FG=G  *Â? !     Q?

     @  !    % Y  :  j         `       ' +   /@       !'        \ ? ca vez, ou, b) na ocorrĂŞncia de circunstâncias que justi   ! /@       !'    por perĂ­odo superior a trĂŞs meses. Em ambas as situa/0      !  :/@  ` Q  " /@    U/0  Â? !' UÂ?  SuperintendĂŞncia Regional do Trabalho e Emprego do Estado da Federação onde for prestado o serviço. A ausĂŞncia destes requisitos formais do contrato        @      ? trato de trabalho por tempo indeterminado entre o trabalhador e a empresa tomadora de serviços. Y       !'      @      =F    3%G=Â&#x2019;Â&#x;DÂ&#x2030;   j+ ÂŤ Remuneração equivalente Ă  percebida pelos empre          y ÂŤ {       ' y

70

ÂŤ Adicional de horas extras nĂŁo excedentes de duas,    `  ;G>y ÂŤ FĂŠrias proporcionais de 1/12 por mĂŞs de serviço ou # /@      =; y ÂŤ U       y ÂŤ    y ÂŤ         !' y ÂŤ & /@    y ÂŤ Indenização por dispensa sem justa causa ou tĂŠrmino normal do contrato de trabalho. AlĂŠm desses direitos, a Constituição Federal contemplou outros Ă categoria de trabalhadores tempo      WwÂ?%         Q  entendem que a indenização por dispensa no tĂŠrmino normal do contrato de trabalho â&#x20AC;&#x201C; que trata a alĂ­nea ~#J    =FÂ?    3%G=Â&#x2019;Â&#x;DÂ&#x2030;      !L     WwÂ? <     sacada pelo empregado ao tĂŠrmino do contrato, conforme inciso IX, do artigo 20, da Lei 8.036/90. Por outro lado, na hipĂłtese de dispensa sem justa causa, antes do tĂŠrmino do contrato, mantĂŠm-se a /@    :/@  L  ~#J    =F     #     \ =F;  Â? !     Â? !'          compatibilidade entre as verbas da indenização por dispensa antecipada (artigo 479 da CLT) e o FGTS. U?     !'    que sofrer acidente do trabalho, ou tiver reconhecida   / 

   |Â&#x2C6;     ?      `            estabilidade provisĂłria, de acordo com a nova redação do item III da SĂşmula 378, bem como da SĂşmula 244, ambas do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Ademais, na hipĂłtese de falĂŞncia da empresa de  !'           `   ?           /@ e da indenização devidas ao trabalhador. &                @  !      !   [ ?            %    @ cumprimento de quaisquer dos requisitos impostos    3%G=Â&#x2019;Â&#x;DÂ&#x2030;      !'  ?               prazo indeterminado, com formação de vĂ­nculo de emprego diretamente com a empresa tomadora de serviços, bem como com o pagamento dos direitos legais assegurados ao empregado comum. *Adriana Saab `       U   { %      ?    *        W w\ Z  WwZÂ&#x;U{ ?   %!Âś  Q % %!


visĂŁo empresarial

Pequenos e mÊdios empresårios devem incentivar a qualificação da equipe, diz consultor Y         ?  + # @  !      de trabalho. Na maioria dos segmentos, Ê grande a :  

  !    %      /0            j          ?     % @   /0     `   ?           ! ? radores. Segundo o consultor em gestĂŁo de pessoas   W :       /@  equipe nĂŁo deve ser praticado apenas pelas grandes empresas. â&#x20AC;&#x153;As pequenas e mĂŠdias tambĂŠm precisam investir, mesmo com recursos menores, na capacita/@   #        '        Â  J % Neste sentido, Ferraz destaca algumas formas de

  `        '  /@   + Dando o exemplo â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x153;As pessoas respeitam muito mais o lĂ­der que mantĂŠm a coerĂŞncia entre o discurso    %   j    '  j

exemplo, aperfeiçoe-se constantemente e mostre o        J% Compartilhando conhecimento â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x153;Estimu   

          transmitam seus conhecimentos aos colegas. Muitas vezes, os melhores treinamentos sĂŁo dados por gente      J% Reconhecendo esforços â&#x20AC;&#x201C; ~  '   mais esforçadas e que buscam formas de se aprimorar, seja fora ou internamente. Reconheça e esteja preparado para dar novas oportunidades aos mais  J% Premiando ideias inovadoras â&#x20AC;&#x201C; â&#x20AC;&#x153;Ideias construtivas e que possam contribuir para melhorias na empresa devem ser sempre muito bem-vindas. Uma pre/@  #   !Â&#x203A;    '  #!]  \!        @   J% Investindo em treinamentos â&#x20AC;&#x201C; ~    ? tos em escolas tĂŠcnicas com Ăłtimo custo/benefĂ­cio. Mesmo que nĂŁo seja possĂ­vel treinar toda a equipe, ĂŠ importante tentar fazer um revezamento e enviar um #      :J%

dica de leitura

Livro aborda a gestĂŁo em inovação Y w    Â&#x2C6;   /   ~| /@       &   ? &   w@  R    J      # `           Rj   | # /@ R|  WR     {        &    & ?w /@    '   & ? /@ &&w&  WR            '   & /@      % O livro aborda a necessidade da gestĂŁo em inovação no desenvolvimento de novos produtos e tambĂŠm no processo de amadurecimento empresarial, com a aquisição de novas competĂŞncias tecnolĂłgicas e a geração de ambientes criativos e inovadores. Os autores abordam os fundamentos associados Ă  inovação e Ă  gestĂŁo de projetos de desenvolvimento de produtos, tais como modelos de inovação, estratĂŠgias tecnolĂłgicas, integração funcional e etapas do processo de desenvolvimento e ciclo de vida de produtos. `   !`     `      @     efetivamente aplicadas para melhoria na integração e desempenho dos processos de inovação e de desenvolvimento de produtos, como por exemplo, a gestĂŁo do conheci   `            @   #      # ? ção de equipes multifuncionais e desdobramento da função qualidade. Y               !  @      ? /0   j     !  % Â&#x201E;     #      /@   ? /@  

 ?        /@    '   & /@  * ]   ' | ?                    gestĂŁo da inovação. Y  Q   L    # /0    !    w    Â&#x2C6;   Â&#x161;Â&#x161;Â&#x161;%   % %! %

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desenvolvimento

pessoal

*Por Paulo Araujo

A falĂĄcia em vendas    ÂĽ]`   ~#     !  #         % Â&#x201E;  ? pĂŠcie de mentira, ĂŠ um argumento logicamente in      %         Ă persuasĂŁo podem parecer convincentes para gran    \!      #  nĂŁo deixam de ser falsos por causa disso. Reconhecer  # `  : #LJ%    ¡   /@   ~Â&#x2019;G>   

 ?        '    `J tem sentido para vocĂŞ? Estatisticamente falando seria impossĂ­vel e, caso fosse verdade, o mercado estaria inundado de exce  

  <   #:  @ `  % Mas esse ĂŠ sempre o resultado que tenho quando      

       ele acredita ser melhor do que a mĂŠdia. &  #  #     @     lindo jardim regado a ilusĂŁo, sugiro que vocĂŞ e sua  Â&#x2022;      !      ! + O quanto nosso mĂŠtodo de vendas ĂŠ simples! A simplicidade sempre vence a complexidade. O problema ĂŠ que as pessoas adoram complicar, tornar o # #L         @   % U +         ¡

         /   Â    @    ?

mos melhores do que os outros. Otimismo demais               ? sa, sĂł desmotiva as pessoas. O autoengano ĂŠ ami  L      /  `  #    ~ '      J% R   Â  !%    /   `   passo para cair do abismo!

     lidos para criar nossa estratĂŠgia de vendas. Provar o         !' ¡ Â&#x201E;  #   na intuição ou na mĂ­ope visĂŁo de um determinado    %  #        ?             +

     `    ?  elas aconteçam. A esta altura do campeonato vocĂŞ deve estar con# %     ' #             /     /@ e que nada substitui uma boa amizade com o cliente para assegurar suas vendas. Y  #   j Â&#x2C6; !      Kahneman tem um termo que me chamou atenção em um artigo de sua autoria. Ele diz que devemos #  ~   /   J% R   : !          ~Â&#x2019;G>   

        '    `J  #   %

SĂ&#x2030;RIE INTELIGĂ&#x160;NCIA EM VENDAS Abordagem â&#x20AC;&#x201C; Faça as perguntas certas Fazer as perguntas certas ĂŠ o Ăşnico modo para fazer um bom levantamento de necessidades dos clientes.         #: !L  /0 dos nossos produtos e serviços, apresentar nossa empresa como uma das melhores do mercado, nosso   L  /   /0               '    % *     Q   ¡ Faça perguntas que cultive o interesse do cliente por seus produtos. Sugiro que vocĂŞ pergunte qual a necessidade do cliente e qual solução ele espera, antes de gastar tempo e saliva descrevendo o quĂŁo ĂŠ maravilhoso comprar de vocĂŞ. SĂł se faz um bom levantamento de necessidades    Isso sig           @    ?

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dronizado e fechado, mas sim a perguntas abertas onde o cliente pode expor seus anseios e visualizar na sua pessoa alguĂŠm que tem interesse genuĂ­no em ajudar e nĂŁo a tirar um pedido. A abordagem ĂŠ um momento Ăşnico onde o cliente     '   # /0     que vocĂŞ consiga montar seu plano de ação e melhor estratĂŠgia para atendĂŞ-lo. A fase da abordagem ĂŠ a alma da venda, onde     /@    /       comprador. Ă&#x2030; o chamado momento da verdade. E a verdade, como sabemos, sempre tem dois lados! *Paulo AraĂşjo ĂŠ especialista em InteligĂŞncia em Vendas e * /@  Â?  %    R  < & Q   | j   Z %   ~&@  Z  J ?   Â&#x17E;Y       % + Â&#x161;Â&#x161;Â&#x161;%  Q % %! %


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tempinho

Vamos dar um tempinho? A importância das cores em um site A escolha das cores ĂŠ fundamental para uma boa harmonia dos elementos de um site. Ela pode enfatizar        :      ? % |        Â&#x2022; j    olhos dos seres humanos, afeta a atividade muscular, mental e nervosa. A combinação das cores afeta o psicolĂłgico e pode tornar um ponto importante no interesse do pĂşblico. A combinação certa pode causar efeitos como urgĂŞncia, contentamento, calma, melancolia, segurança e ainda destacar algum elemento em relação a outro. R  /@ "  /0 ~  J  ? plo, o branco remete Ă pureza, o preto ao negativismo, o cinza Ă  tristeza, o vermelho ao dinamismo e calor, o rosa Ă  graça e ternura, e o azul Ă  pureza e fĂŠ. Harmonia e Contraste - Espaços em branco podem          @   '             % ! balancear o conteĂşdo e o espaço em branco em um

site Ê a chave para manter a harmonia dos elementos       /@    %   j    :/@    ?     L!      '       @  #  @     @ visual para seguir em frente e, consequentemente,      % O que pode ser feito para que isto não aconteça Ê se    /0    ~ J   + @     # /0       y !    /  :  # /        '  :      o contraste e facilitam a visualização e leitura. Visibilidade - Amarelo e azul são as cores que melhor   " [ y      ?   j   [ y      ?!       y     ' ?  `      !y               !  #     ! '      %

Pense nisso...

â&#x20AC;&#x153;

                      (Fred Elboni)

â&#x20AC;&#x153;

                        (Arthur Ashe)

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