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Nesta Edição Editorial..................................................04 Entrevista...............................................06

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Entrevista

Capa.......................................................10 Ponto de Vista.........................................36 Inovação Tecnológica.............................38 Oportunidade.........................................40 Toque de Estilo........................................42 Exper News............................................44 Segurança...............................................48 Meio Ambiente.......................................49

Werner Stripecke Dir. CIESP Alto Tietê e Dir. Infraestrutura de Serviços da Clariant

06

Capa

Exper Femmina.......................................50

50 anos do CIESP Alto Tietê

10

Meio Ambiente Tratamentos especiais de água Para expressar sua opinião, dar sugestões, enviar releases e fazer contato com a nossa redação, escreva para: redacao@revistaexper.com.br e siga-nos nas redes sociais:

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Editorial

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A

celebração

dos 50 anos do Ciesp em Mogi

Foto Divulgação

Legado de ouro das Cruzes, que congrega oito municípios do Alto Tietê, vai muito além de uma cerimônia festiva. Na verdade, estamos comemorando a expansão de um parque industrial formado por 1.700 empresas e mais de 70 mil trabalhadores. A atividade industrial é o principal vetor de desenvolvimento e geração de riquezas da região. Além de pagar os melhores salários, a indústria do Alto Tietê responde por 40% do PIB regional ou 6,5 Para apoiar o desenvolvimento do

O êxito desta política deve-se, à

Apesar de fatores como a alta car-

Alto Tietê, as entidades da indústria estão

sinergia de ideias e coesão de forças entre

ga tributária e o excessivo grau de valori-

investindo R$ 117 milhões na moderniza-

as principais lideranças empresariais em

zação do real nos anos recentes, a indústria

ção, na adequação e na construção de uni-

Mogi e na Avenida Paulista. Essa conver-

da região vem mostrando extraordinária

dades escolares. Esses investimentos vão

gência é o que nos permite celebrar, com

capacidade de superação, impulsionada

beneficiar os cerca de 35 mil alunos ma-

otimismo e confiança, estes 50 anos do

por um diversificado parque produtivo.

triculados nas escolas das duas entidades.

Ciesp em Mogi das Cruzes, cidade que me

Os 50 anos do Ciesp, contudo,

Por tudo isso, as comemorações são justas

adotou e muito me honrou com o título de

não se limitam às conquistas no chão de

e merecidas. Além da trajetória cinquente-

Cidadão Honorário que recebi da Câmara

fábrica e à defesa de bandeiras importante

nária, iniciada com o nosso pioneiro Jaber

Municipal.

do setor produtivo. As lutas de cinco déca-

Macari, o mês de setembro marca também

Por fim, quero dizer que, se a obra

das contribuíram também para fortalecer a

a posse da nova Diretoria do Ciesp Alto

desses pioneiros representa um legado de

presença do Sesi e do Senai na região.

Tietê.

ouro às novas gerações, cabe aos empre-

bilhões de reais.

sários do nosso tempo preservar e ampliar Expediente Publisher: Márcio Junior MTB 59904-SP, Conselho Editorial: CIESP Alto Tietê, Editoração Eletrônica: Offmktweb, Colunistas: Epaminondas Nogueira, Eugênio Braha, Celso Tolentino, Neusa Corrêa, Releases: Assessoria de Imprensa Poá, Mogi das Cruzes, Suzano e Itaquaquecetuba, Publicidade: 11 2819-4457 ou 11 9472-8104 / publicidade@revistaexper.com.br, Fotógrafo: Diego Barbieri A revista é uma publicação da Editora OFF e distribuída aos associados do CIESP Alto Tietê, Fempi, SESI, SENAI, UMC, ACMC, ACE SUZANO, ACIDI, ACIFV, ACIP, Sebrae, Secretarias de Indústria e Comércio, Prédios Comerciais e algumas bancas. A revista não se responsabiliza pelo conteúdo dos anúncios e as opiniões emitidas em artigos assinados são de responsabilidade dos autores. 4 - Revista Exper

essas conquistas, defendendo com igual dedicação a liberdade de empreender, produzir e gerar riquezas para o bem de nossa sociedade e para o desenvolvimento do Brasil. Paulo Skaf é presidente do CIESP, FIESP, SESI-SP, SENAI e do Instituto Roberto Simonsen (IRS)


Revista Exper - 5


Entrevista

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Werner Stripecke Exper - Para que nossos leitores possam conhecê-lo melhor, você pode nos contar quem é Werner Stripecke? Werner - Tenho 50 anos e nasci na cida-

Formado em Engenharia Química na UNICAMP, Diretor do CIESP Alto Tietê e Diretor Infraestrutura de Serviços da Clariant, empresa líder mundial em especialidades químicas.

de de São Paulo onde vivi toda a minha

ações e atividades em caráter mundial.

infância e adolescência. Fiz a faculdade

A Clariant atua em inúmeros mercados,

de Engenharia Química em Campinas

contribuindo fortemente com a moderni-

Exper - Hoje a meta do meio empre-

(UNICAMP) e depois de formado retor-

zação e qualidade de vida da sociedade.

sarial são os negócios sustentáveis.

tes de toda a região América Latina.

O que isso significa? Qual sua im-

nei à São Paulo. Pouco tempo depois fui trabalhar em Resende, no estado do Rio

Exper - O sucesso da Clariant não se

portância? E, quais as ações corpo-

de Janeiro, onde conheci minha esposa

dá apenas no Brasil? Você poderia

rativas de maior destaque que pode-

Viviane e nasceram meus filhos Werner

comentar sobre os negócios da Cla-

rão fazer uma empresa alcançar mais

e Annelene. Retornei ao estado de São

riant na América Latina e na Europa?

rapidamente

Paulo há 12 anos e me estabeleci na re-

Werner - A Clariant está presente nos

Werner - As empresas devem gerar de-

gião do Alto Tietê, onde vivo até hoje.

cinco continentes, com mais de 100 uni-

senvolvimento econômico, a partir do

dades e empregando cerca de 16.200

equilíbrio saudável entre a obtenção

Exper - A Clariant é uma empresa líder

pessoas. Nossos clientes contam com a

do lucro, o respeito ao meio ambiente

mundial em especialidades químicas,

estrutura e a experiência de uma empre-

e às pessoas. Esta é a base do conceito

com sede em Muttenz, Suíça, e mais

sa global para atender às necessidades

de sustentabilidade: gerar riqueza com

de 100 unidades industriais e comer-

específicas

de

cada

essa

sustentabilidade?

responsabilidade. A Cla-

local em que estamos

“Temos uma forte atuação

riant está comprometida

presentes. A sede da

nas comunidades em que

com o desenvolvimento

Clariant na América

atuamos, com o propósito de

sustentável em todas as

Latina está localizada

apoiar o seu desenvolvimento.

suas frentes de atuação.

no Brasil, na cidade

Implantamos Conselhos Co-

Investimentos em pes-

de São Paulo, a par-

munitários em todas as nossas

quisa e desenvolvimento

objetivo de desenvolver soluções sob

tir de onde coorde-

unidades fabris do Brasil”

para oferecer ao merca-

medida para seus clientes, utilizando

namos as atividades

as mais avançadas tecnologias e em

das unidades industriais, centros tec-

ao meio ambiente, que contribuam, in-

sintonia com as tendências de merca-

nológicos e filiais de vendas distribu-

clusive, com a redução dos impactos dos

do. A inovação é o motor da estratégia

ídas em mais de dez países. No Brasil,

processos de nossos clientes, como, por

de negócios da companhia, apoiada

também contamos com o Centro Regio-

exemplo, economia de água e energia.

pelos princípios do crescimento sus-

nal de Desenvolvimento e Assistência

Por outro lado, também utilizamos avan-

tentável. Contamos com uma equipe

Técnica, localizado em São Paulo, que

çadas tecnologias em nossas plantas pro-

altamente qualificada e integrada glo-

reúne modernos laboratórios de aplica-

dutivas com o objetivo de garantir a se-

balmente, o que permite a troca de ex-

ção de produtos de nossas unidades de

gurança de nossos processos, cumprindo

periências e o alinhamento de nossas

negócios, prestando suporte aos clien-

as rigorosas diretrizes corporativas da

ciais nos cinco continentes, onde trabalham cerca de 16.200 colaboradores. Quais foram os fatos mais importantes para o crescimento da companhia? Werner - A Clariant investe de forma contínua em pesquisa, sempre com o

6 - Revista Exper

do soluções amigáveis


Revista Exper - 7


Entrevista

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organização. Temos uma forte atuação

dos indicadores de Saúde, Segurança e

mento da empresa com o meio ambiente.

nas comunidades em que atuamos, com

Meio Ambiente, que a Clariant segue em

o propósito de apoiar o seu desenvolvi-

todas as suas plantas produtivas, mui-

renciamento ecoeficiente de nossas ins-

mento. Implantamos Conselhos Comu-

tas

nitários Consultivos em todas as nossas unidades fabris do Brasil, estabelecendo um fórum de diálogo com nossa comunidade do entorno e realizando inúmeros projetos em parceria com as instituições representativas desta comunidade.

vezes

adotando

padrões ainda mais

tribuindo com a redução

rigorosos de acordo

excesso de capacidade pro-

do impacto ambiental de

com suas diretrizes

dutiva instalada no Mundo,

nossas atividades, como

corporativas. No Bra-

particularmente em função

o uso eficiente de recur-

sil, podemos destacar

do recrudescimento da crise

sos como água e energia.

algumas ações rela-

internacional, ameaçam se-

• Possuímos

cionadas diretamente

riamente a nossa indústria”

tórios certificados pela

à gestão ambiental:

especialidades

também

talações industriais, con“Tudo isso somado a um

Exper - Uma empresa do setor de químicas

Contamos com um modelo de ge-

labora-

norma ISSO/IEC 17025

Priorizamos a redução da ge-

para o controle do tratamento de efluen-

tem que se preocupar com o Meio

ração de resíduos e buscamos alter-

tes, dos resíduos a serem incinerados,

Ambiente?

am-

nativas de reciclagem ou destinação

para o monitoramento do nosso aterro

Clariant?

final, contando com instalações ade-

e da qualidade das águas subterrâneas.

Werner - A Clariant é signatária global-

quadas, como as Estações de Trata-

mente do programa Responsible Care®.

mento de Efluentes, o Aterro Classe I

Exper - Atualmente, o senhor assumiu a

No Brasil, faz parte há quase 20 anos

e o Incinerador de Resíduos Sólidos.

direção do CIESP - Alto Tietê. Esse é um

(desde 1992) do programa Atuação Res-

Iniciativas como o programa in-

dos maiores desafios da sua carreira?

ponsável®, coordenado pela ABIQUIM

terno de reciclagem, a destinação correta

Existem outros desafios para o futuro?

(Associação Brasileira da Indústria Quí-

de nossas embalagens e o reflorestamen-

Werner - Sim. O maior desafio na atu-

mica). Ambos os programas estabelecem

to com mata nativa dos rios próximos às

alidade como executivo de uma mul-

parâmetros para a melhoria contínua

áreas industriais mostram o comprometi-

tinacional e como Diretor do CIESP

bientais

Quais

realizadas

as

ações

pela

– Alto Tietê é o de dar condições de sobrevivência da indústria nacional que passa por um sério momento em função de entraves nacionais como a alta carga tributária, logística deficiente, altos encargos trabalhistas, energia elétrica e gás natural com preços excessivamente elevados e outros tantos mais. Tudo isso somado a um excesso de capacidade produtiva instalada no Mundo, particularmente em função do recrudescimento da crise internacional, ameaçam seriamente a nossa indústria. Exper - A regional do CIESP Alto Tietê está comemorando 50 anos e o senhor assume a direção da entidade até 2015. 8 - Revista Exper


Fotos: Divulgação

Quais são suas principais atribuições

xo valor agregado ou repensarmos a es-

prescindível o domínio de uma língua

e atividades junto às indústrias locais?

tratégia da nossa indústria, que mais uma

estrangeira, de preferência o inglês. Isto

Werner - Temos de fomentar a competiti-

vez, passa por vários entraves como já

se aplica diretamente às empresas, pois

vidade de nossa indústria, principalmen-

citado anteriormente. Nesse contexto, os

o comércio e relações internacionais

te na questão da preparação do capital

temas como Gestão Responsável e Ética

crescem a cada dia. Além disso, uma

humano e da inovação. Como acumu-

nos Negócios são imprescindíveis para

graduação bem feita, seguida de um cur-

larei as funções de Diretor da FIESP e

o desenvolvimento sustentável da indús-

so de pós graduação aumentam muito

CIESP da Região do Alto Tietê, teremos

tria. A Gestão Responsável está relacio-

a empregabilidade. Cabe salientar, que

um papel importante das questões junto

nada com vários aspectos como racio-

o conhecimento prático conta

aos sindicatos; junto às escolas profissio-

nalização do uso de recursos (matérias

pontos, por exemplo, nas áreas técnicas.

nalizantes SESI e SENAI; apoio às em-

primas, água, eletricidade, gás natural,

Na engenharia, o conhecimento prático

presas na orientação quanto a aspectos

etc.) minimizando o desperdício, redu-

adquirido no SENAI ou outras escolas

jurídicos, tributários, trabalhistas, co-

ção de acidentes do trabalho, e também

de nível técnico, antes do nível univer-

mércio exterior e meio ambiente; cursos

a destinação correta e reaproveitamento

sitário, podem alavancar sobremaneira

relativos a áreas comportamentais, etc.

(reciclagem) dos resíduos industriais.

a carreira do futuro profissional. Tenho

Com relação à Ética nos Negócios, o

exemplo desta situação em minha equi-

Exper - Qual o conselho que pode-

momento atual é muito importante com

pe de engenharia, onde vários dos atu-

ria ser dado aos futuros empresá-

relação a este tópico, pois temos de re-

ais engenheiros tiveram a possibilida-

rios quanto à importância e os be-

estabelecer a credibilidade das relações

de de cursar o nível médio técnico e se

nefícios de uma Gestão Responsável

sejam elas sociais, comerciais ou mesmo

saíram muito bem na graduação e pós

bem como da Ética nos Negócios?

políticas, de forma a cristalizarmos a

graduação. A atualização contínua, por

Werner - O Brasil passa por um momen-

ética como um todo em nossa sociedade

intermédio da leitura de revistas e livros

to importante e decisivo como player no

muitos

especializados também contribuem para

mercado internacional. Poderemos nos

Exper - Quais dicas dariam aos jo-

melhorar o conhecimento e qualifica-

tornar meros produtores de comodities,

vens que estão em início de carreira?

ção dos profissionais, tornando-os mais

sejam elas agrícolas ou minerais, de bai-

Werner - No mundo globalizado é im-

atraentes para o mercado de trabalho. Revista Exper - 9


HOMENAGEM

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50 ANOS DO CIESP ALTO TIETÊ Fotos: Arquivo CIESP

N

o início da década de 60, o desenvolvimento industrial de Mogi das Cruzes e da região

era significativo. Um grupo de empresários do setor resolveu, então, criar uma delegacia regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) no município, visando unir os industriais em torno de objetivos comuns. O primeiro encontro para debater a questão aconteceu no princípio de 1961 e em 6 de junho do mesmo ano, designou-se uma comissão para implantar a delegacia. O livro de Ata da fundação realiza-

Solenidade de Instalação da Delegacia do Ciesp no salão da Escola Senai no dia 23/11/1961

da na sede da Elgin Máquinas de Costu-


ra S/A, no dia 05 de setembro de 1961, é considerado uma relíquia. “Surgia um sonho idealizado por um grupo de vinte e três indústrias com o objetivo de reunir em uma Delegacia, a força pujante da indústria mogiana, exortando aos presentes que o passo democrático das eleições que iriam processar dentro de alguns instantes seria o augúrio de um futuro realmente promissor, pois pelo sagrado direito da livre escolha, dali sai-

Solenidade de Instalação da Delegacia do Ciesp no salão da Escola Senai no dia 23/11/1961

ria uma relação de nomes que quaisquer

entidade máxima da classe, qual seja o

das Cruzes (hoje do Alto Tietê). Naque-

que fossem, elevariam para bem alto o

Centro das Indústria do Estado de São

la ocasião o presidente era denominado

nome da indústria mogiana que, cres-

Paulo” transcrição histórica extraída

Delegado. Em depoimento retirado dos

cente que é, atingiria os pináculos pelo

da 1ª Ata da Criação da Delegacia do

arquivos do Ciesp, o saudoso Dr. Jaber

intermédio da união que hoje era con-

Ciesp que contém entre outras coisas,

J. Macari (Mineração Geral do Brasil),

creta pela associação de seus membros

os nomes dos empresários que compuse-

primeiro delegado da entidade relatou

em forma de uma Delegacia, filiada à

ram a primeira diretoria do Ciesp Mogi

“Quando cheguei em Mogi em dezem-

Revista Exper - 11


HOMENAGEM

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bro de 1944 a população era de 20 mil

de Pianos Schwartzmam), Alcides de Vi-

Gutherman de 61 a 69 e de 70 a 85 na

habitantes e a Av. Voluntário F. Pinheiro

cente (Sedas Gutherman S/A) “nós não

Onibra, atual Kimberly, uma coisa que

Franco era um trecho da Rio/SP e ambas

éramos donos das empresas e sim re-

entritesse a todos que muitas empresas

as margens quase próximo ao antigo Ba-

presentantes, eu mesmo fiquei nas Sedas

da época hoje não existem mais como a Fotos: Arquivo CIESP

nespa era erva cidreira, a Rua Principal era a Dr. Deodato Wertheimer, tinham 4 a 5 indústrias pequenas e os recursos eram poucos na região e muito tumulto, então uma parte dos industriais resolveram se unir e criar esta delegacia, foi uma grande luta mais valeu a pena”, e o vice-delegado era Benjamin Solitrenich (Cia Suzano de Papel e Celulose). Foram empossados como conselheiros: José Guanaes Simões (Howa do Brasil), Paschoal Amendola (Valmet do Brasil), Gabriel Rodrigues (Cia. Mogiana de Tecidos), Marcos Schwartzmam (Indústria

12 - Revista Exper

Conferência do Sr. Mario Savelli, Engº da Light, na Associação Comercial e Industrial no dia 19/01/1962


Cosim, e própria Gutherman, disse em depoimento aos 45 anos do Ciesp. Nuno A. Simões (Indústria de Papel Simão), Dr. Henrique M. Brito (IBAR), Pedro Garcia Alvares (Oroxó Indústria e Comércio) e Hélio Arbilu (Indústria de Papel Mogilar). Ficaram como suplentes: Gothfried Jungimchel (Hoechst do Brasil S/A), Kenji Oton (Fiação Suzuki), José Francisco Carreiro (Indústria de Papel e Celulose Bandeirantes) e Galileu Ramires (Confecções Santa Terezinha).

Solenidade de Inauguração do Ciesp a Rua Princesa Isabel de Bragança, 251

O diretor de departamento do

autorização, expedida pela diretoria da

raz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba,

Interior da Federação das Indústrias do

entidade em 14 de agosto de 1961, para

Poá, Suzano, Biritiba Mirim, Salesópolis

Estado de São Paulo (FIESP) e CIESP,

que Mogi das Cruzes sediasse a 18ª de-

e Guararema.

na época, Herbert Pereira, foi represen-

legacia regional do interior do Estado.

No início, a sede foi instalada

tado por Clóvis de Oliveira, que trouxe a

Ela abrange as cidades vizinhas de Fer-

na Avenida Conselheiro Nami Jafet, 265,

Revista Exper - 13


HOMENAGEM

>>>>>>

na Mineração Geral do Brasil, onde tra-

to a cada triênio, Mogi implantou, um

balhava o delegado recém empossado,

sistema administrativo inovador, com

Na década de 80, fazer da Dele-

Jaber João Macari. De lá, em outubro de

maior participação de grandes indús-

gacia Regional do Ciesp Mogi, um órgão

1961, a delegacia passou para a Avenida

trias de Mogi e Suzano, o que propicia

que representasse efetivamente os inte-

maior autonomia à sua regional.

Fotos: Arquivo CIESP

Voluntário Fernando Pinheiro Franco, 87, 1º andar, onde ficou até 1966. Depois, foi para a Rua Dr. Deodato Wertheimer, 267, 1º andar, e em 1973, para a Rua Princesa Isabel de Bragança, 251, tendo permanecido dez anos neste endereço, depois passou a ocupar o 9º andar do edifício Yoshime Horii, também na Rua Dr. Deodato Wertheimer, 1605. Hoje ela está localizada na Rua Cel. Santos Cardoso, 537 - Jardim Santista. Com o conselho integrado por 60 indústrias, de toda a região, e a diretoria composta por três membros, elei-

Solenidade de Inauguração do Ciesp a Rua Princesa Isabel de Bragança, 251

Será que esta árvore estará aqui quando meus filhos crescerem?

A Clariant se preocupa com o meio ambiente. A Clariant investe na segurança de suas atividades e na proteção das pessoas e meio ambiente em todas as suas unidades no mundo inteiro. Nossos produtos, processos e serviços são permanentemente submetidos a análises para a identificação de oportunidades de otimização e aprimoramento de nosso desempenho ambiental. E mais, estamos sempre por perto com soluções sob medida. Esteja você onde estiver. www.clariant.com.br

What do you need? 14 - Revista Exper 105_11FC_2079_Environment_190x130_po.indd 1

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resses das indústrias, foi a proposta do diretor Angelo Albiero e sua equipe. Os representantes das indústrias deram total apoio para que o projeto de integração com a comunidade fosse realizado. Firmar posição de que a classe empresarial deve ter participação social. Por isso, trabalhar na construção e manutenção de creches e na doação de equipamentos para o Corpo de BombeiEncerramento do 1º Jogos Operários de Mogi na sede da Elgin. 7/7/1962

ros, a Polícia Militar e a Civil. Colaborar no esporte, com blocos e escolas de

mae, são necessidades da indústria e que

imigrantes, principalmente japoneses,

samba, mostra a preocupação da indús-

trazem tranquilidade para a população.

e palco do desenvolvimento industrial,

tria, além do desenvolvimento econômi-

Outro aspecto positivo da de-

acompanhando o ritmo de desenvolvi-

co. A otimização do trecho SP-66 entre

legacia nesta época foi o bom relacio-

mento nacional de meados do século XX.

Mogi das Cruzes e Suzano, a implanta-

namento que manteve com as lideranças

Algumas empresas foram importantes

ção de gás natural, a triplicação da ca-

sindicais.

para o desenvolvimento da cidade e da

pacidade da estação de captação do Se-

O século XX, foi destino de

entidade:

Revista Exper - 15


HOMENAGEM COSIM

>>>>>> se em condições de operar, a Usina de

(seguida do INPS), a missão de explorá-

A construção da Usina de Mogi

Mogi das Cruzes, foi atribuída a CSN,

la, em regime de comodato.

das Cruzes foi iniciada em setembro de

futura detentora da maioria das ações

Um ano após, a 26.07.1968, Fotos: Arquivo CIESP

1942, começaram a produção de ferro gusa em 1944, a de aço em 1945 e a laminação em 1947. Por dificuldades financeiras a Mineração Geral do Brasil, entrou em concordata, paralisando suas atividades em janeiro de 1965. O Governo Federal decidiu intervir e pelo decreto-lei nº 280, de 28.02.1967, entregou à Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) a responsabilidades de promover a reabilitação técnica da Usina de Mogi das Cruzes, formular programas de investimento e criar a Comissão Organizadora da Cosim. Até que esta nova empresa estives-

16 - Revista Exper

Festa de 1º de Maio e Desfile de inauguração do 2º Jogos Operários de Mogi das Cruzes, de 1962


fundava-se a COSIM (Companhia Siderúrgica de Mogi das Cruzes), que começou a operar, a 01.09.1968. Suas atividades duraram apenas uma década e meia, a COSIM fechou definitivamente suas portas na década de 1980. Durante os anos 90 a INAL, adquiriu as dependências da antiga COSIM. No dia 30.08.1998 a COSIM foi implodida as 9h00. Festa de 1º de Maio e Desfile de Inauguração do 2º Jogos Operários de Mogi das Cruzes, de 1962

Cia. Suzano de Papel e Celulose

importantes do país.

boração de Arthur Jankauskis, para de-

Há 65 anos, uma revenda de

Era preciso viabilizar a pro-

senvolver estudos que, mais tarde, foram

papéis principalmente importados, cha-

dução nacional dessa matéria-prima e

responsáveis pelo sucesso da fibra de

mada Leon Feffer & Cia., surgia timi-

Max Feffer, filho de Leon, realizou pes-

eucalipto (espécie trazida da Austrália e

damente em São Paulo. Era o princípio

quisas importantes auxiliado por uma

plantada ao longo das estradas de ferro

da Cia. Suzano de Papel e Celulose, em-

equipe formada depois de uma viagem

paulista para servir de combustível às

presa que hoje figura entre as 30 mais

aos EUA. Contava, ainda, com a cola-

locomotivas), que apresentou resultados

Revista Exper - 17


HOMENAGEM surpreendentes na obtenção de celulose. Com isso, abriram importantes caminhos, pois o eucalipto não precisa de solos especiais e atinge o ponto e corte em apenas 6 anos. Em 1955, a Leon Feffer S/A comprou uma grande área no município de Suzano e com denominação de Cia. Suzano de Papel e Celulose, começou a construir a fábrica de celulose. A contribuição da Cia. Suzano para o desenvolvimento do país é indiscutível. NGK Até o final da década de 50, a Rua Professor Flaviano de Mello era conhecida na cidade pela existência da Porcelana de Mogi das Cruzes S/A, fá-

18 - Revista Exper

>>>>>>


Fábrica de louças Santa Carolina

brica de louças e pastilhas. Em 1959, porém, ela foi adquirida pelos grupos NGK Spark Plug Co. Ltda e Imai-Tozan, incentivados pela recém criada indústria automobilísticas no Brasil. Dois anos depois, passava a ter o controle total apenas da NGK. Em 1960, menos de um ano após ser inaugurada, a NGK, com 200 funcionários, já fabricava 385 mil velas de ignição e 96 mil metros quadrados de pastilhas esmaltadas por ano. Atualmente, esses números são muito diferentes. Em Mogi das Cruzes, havia duas indústrias. A primeira com 31.645 metros quadrados, sendo 14.242 de área construída, estava instalada no centro da cidade na mesma rua Professor Flaviano de Melo, desde sua fun-

Revista Exper - 19


HOMENAGEM

>>>>>> 1979, no bairro do Cocuera, tem 611.570

e segurança no trabalho, permitiu o au-

o Terminal Central, construído na área

metros quadrados e 13 mil de área cons-

mento de produção de todas as divisões

onde funcionou a primeira fábrica da

truída. Esta unidade, que tem um projeto

da NGK.

empresa no Brasil, a área foi doada a

moderno, atendendo as normas

prefeitura. A segunda inaugurada em

internacionais de produtividade

Fotos: Arquivo CIESP

dação, em 1959. Atualmente funciona

Fábrica de Pianos Schwartzmann

Sociedade Industrial de Mogi das Cruzes

20 - Revista Exper


Howa Os diretores da Howa Machinry Ltda., indústria de máquinas têxteis

Vista aérea da Howa quando entrou em operação no final da década de 50

fundada em 1908, em Aichi, no Japão, achara, interessante a sugestão de amigos da Toyota, empresa que tinha uma filial brasileira, para que também criassem uma fábrica aqui. Em julho de 1956, sob a denominação de Indústria Mecânica Howa do Brasil, fundaram a empresa com o objetivo de fabricar máquinas e equipamentos têxteis. Em 1958, a empresa pôde começar suas atividades. Com a conclusão de 3.800 metros quadrados de construção, foi implantado o setor de fundição para capacidade para 230 toneladas mensais de peças de ferro fundido, fornecidos

Revista Exper - 21


HOMENAGEM para indústrias de São Paulo.

>>>>>> comprou novas máquinas e equipamen-

taram vários campeonatos na década de

Em 1959, montou seu primei-

tos de produção para o setor de fundi-

70. Mas com a grave crise de 1980, a

ro tear automático, em 1963, passou a

ção. Construíram um centro esportivo, a

indústria deixou de patrocinar o time de

produzir máquinas de fiação e se tornou

Howa com seu time de baseball conquis-

baseball.

a maior indústria no setor. Até 1981, a Howa só atuava no setor têxtil, mas a grave crise econômica que o páis enfrentou no início dessa década e que quase forçou a paralisação da empresa. Depois de alguns anos de poucos investimentos, regulados principalmente pela situação do país e pelas restrições impostas pela Lei de Proteção de Mananciais - que até a transferência da Estação de Captação de Águas do Semae para o bairro do Cocuera, impedia ampliações industriais no distrito de César de Souza - a Howa voltou a investir, em 1986, quando

22 - Revista Exper

Vista aérea da Howa e do distrito de César de Souza em 1986


Fotos: Arquivo CIESP

Visita presidente Afonso Pena

Laboratório

Experiência da líder em Metrologia Mais de 38 anos no Brasil e mais de 78 anos no mundo

Fabricação

A Mitutoyo se orgulha de sua parceria com o CIESP, o parabeniza pelos seus 50 anos de excelente atuação junto às indústrias de São Paulo e lhe deseja um futuro pleno de sucesso e grandes realizações.

Ass. Técnica

Operando no Brasil desde 1973, a Mitutoyo vem produzindo uma ampla gama de instrumentos e equipamentos de medição de alta exatidão. Na unidade fabril de Suzano, dá-se a fabricação de instrumentos e equipamentos de medição, sendo que hoje possui a sua própria equipe de desenvolvimento de novos produtos com tecnologia 100% nacional, além do mais alto nível de qualidade para distribuição no mercado mundial. A Mitutoyo tem sempre à frente o compromisso de fornecer instrumentos e equipamentos de medição que satisfaçam as necessidades mais exigentes de todos os setores da atividade industrial. E para assegurar a rastreabilidade a padrões nacionais e internacionais realiza periodicamente programas de inter-comparação laboratorial em nível mundial.

anuncio.indd 1

Engenharia

www.mitutoyo.com.br Revista Exper - 23 23/09/2011 15:53:01


HOMENAGEM

>>>>>>

Atualmente a imensa propriedade que abrigou a fábrica da Howa, no Distrito de César de Souza, existe um empreendimento residencial. As 42 delegacias do Ciesp no interior do Estado seguem os mesmos objetivos, estabelecidos em estatuto, trabalhando para congregar os interesses gerais da indústria, promovendo o estudo de problemas relativos à classe produtora e incentivando intercâmbios com outras associações representativas do empresariado. Auxiliam nas atividades sociais das empresas e coopera, com os poderes públicos, em projetos propondo retomadas que motivam o crescimento industrial. Seus associados contam com serviços de assistência jurídica, fiscal

24 - Revista Exper

Chegada do primeiro trem a Mogi das Cruzes


e técnica, e são representados pela en-

do país ou no exterior, e participar de

particulares que exerçam atividades de

tidade junto à repartições públicas. O

convenções industriais. Através de sua

interesse para o setor.

Ciesp pode realizar, patrocinar ou finan-

confederação, federações e sindicatos,

O novo Conselho Diretor da

ciar exposições, feiras, mostras e propa-

deve prestigiar a organização sindical e

CIESP do Alto Tietê, composto por 45

ganda de produtos, em qualquer ponto

firmar convênios com órgãos oficiais ou

empresários da região tomou posse com o Diretor Titular do órgão Renato Tor-

Fotos: Arquivo CIESP

quato Rissoni. Vale lembrar que o sistema FIESP/CIESP, que até 2004 tinha apenas um presidente para as duas entidades, separou e elegeu um presidente para a Federação das Indústrias (Paulo Scaff) e outro para o Centro das Indústrias (Cláudio Vaz). Industrial do Ano, realizado na cidade de

Dr. Marco Soares, Renato Rissoni, Auc-

Renato Torquato, avaliou que

Suzano no dia 01.12.2005. Renato Ris-

lésio Ranieri e Marco Aurélio Bertaiolli

a divisão de presidências não implicará

soni entrega o prêmio ao homenageado

na inauguração da 3ª Vara do Trabalho

em mudanças nos trabalhos que vinham

José Marcos Vettorato.

em Mogi das Cruzes em 26.06.2007.

se desenrolando no Alto Tietê, tendo em

Revista Exper - 25


HOMENAGEM

>>>>>>

vista que as diretrizes de investimentos

grossar o movimento contrário a CPMF.

já estavam traçadas e devem ser man-

A ideia é mostrar o que é o imposto e os

“Como cidadãos, estamos rei-

tidas. Em 2004, Renato Rissoni começa

riscos que à volta dele representa para

vindicando um direito nosso. O retorno

sanitário se instalasse na cidade. E o movimento contra o aterro se estende até os dias de hoje. PRESENTE Milton Sobrosa Cordeiro (20072011), da Petrom, teve sua administração marcada por grandes acontecimentos: Movimento contra CPMF: Os representantes do Ciesp, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Sindicato Rural, Sindicato do Comércio Varejista, Associação Comercial e Câmara de Vereadores deverão se empenhar na convocação de pessoas para en-

26 - Revista Exper

Foto: Arquivo CIESP

uma batalha para impedir que o aterro

todos.


de um imposto que havia sido, simboli-

Companhia Ambiental do Estado de São

Tietê, Milton Sobrosa Cordeiro, a nova

camente, extinto, volta para assombrar.

Paulo (Cetesb) na emissão ou renovação

legislação deverá trazer soluções para a

Nossa carga tributária, que corresponde

da licença de operação dos empreendi-

questão dos resíduos sólidos porque vai

a 38% do Produto Interno Bruto (PIB),

mentos. “A partir de agora, a empresa

exigir um processo de educação e cons-

equivale a de países nórdicos, europeus,

precisa apresentar como ela se integra

cientização, ainda que a custa de impo-

de primeiro mundo. Mas, em contrapar-

ao processo todo e também colocar me-

sições de multas.

tida, não temos investimentos em ne-

tas para minimizar a geração de resídu-

Luta contra aterro continua

cessidades primárias, como educação,

os”, orientou Jorge Rocco, especialista

A regional da Fiesp/Ciesp sem-

saúde e segurança, como existem nesses

em Meio Ambiente do Ciesp.

locais”, destaca Milton Sobrosa, diretor

pre foi contra esse aterro e foi na nos-

A discussão sobre a Lei Nacio-

sa sede que as primeiras ações do mo-

nal de Resíduos Sólidos tem sido leva-

vimento surgiram. Estamos novamente

da pelo Sistema Fiesp/Ciesp para todas

buscando a união de forças para impe-

as diretorias regionais já que a questão

dir que esse aterro sanitário se instale

A Lei Nacional também esta-

ambiental, como coloca o presidente,

no Taboão.

belece a exigência de apresentação de

Paulo Skaf, é tema prioritário na entida-

um Plano de Gerenciamento de Resí-

de e vai exigir mudanças culturais e uma

duos Sólidos (PGRS) que, no caso da

conscientização coletiva na população.

do Ciesp Alto Tietê. Regras da Lei Nacional de Resíduos Sólidos:

indústria, já começou a ser cobrado da

Para o diretor do Ciesp Alto

FUTURO Com a votação de representantes de 82 empresas, foi eleita a nova diretoria do Ciesp Alto Tietê, que atua

Revista Exper - 27


HOMENAGEM

>>>>>>

em oito municípios. O paulista Werner

mais caros do mundo), a pesada carga

Ludwig Stripecke, 50 anos e diretor de

tributária e a legislação trabalhista.

Infraestrutura de Serviços da Clariant,

Especificamente para a Região,

encabeça a chapa vencedora do pleito

que também sofre com os reflexos da situ-

e será o diretor da entidade no período

ação nacional, Werner destaca a impor-

2011/2015.

tância de projetos que possam ampliar a

“Será um processo de continui-

produtividade e também melhorar a qua-

dade, mas não de continuísmo. Até se-

lificação dos trabalhadores da indústria.

tembro definiremos um plano de ações e,

Até setembro, quando ocorrerá a posse

com certeza, vamos aprimorar e lançar

da nova diretoria, Milton Sobrosa Cor-

novos objetivos”, adiantou Werner Stri-

deiro continua tocando todas as ações

pecke. Ele adiantou que a futura gestão

competentes ao Sistema Fiesp/Ciesp no

do Ciesp Alto Tietê terá pela frente o

O novo diretor destacou tam-

Alto Tietê, entre eles, o investimento de

grande desafio que se apresenta para a

bém a necessidade de ações para mudar

R$ 109 milhões nas escolas do Sesi para

indústria nacional: a questão cambial.

três fatores nacionais que comprometem

implantação do horário integral. Depois

“Caminhamos para um proces-

o desempenho da indústria: o alto custo

disso, Sobrosa passará a ser o porta-voz

so de desindustrialização e que precisa

da matriz energética (a energia elétrica

da Região nas discussões da Fiesp/Ciesp

ser evitado”, alertou.

e o gás natural no Brasil têm os preços

em São Paulo.

28 - Revista Exper


DELEGADOS E DIRETORES Jaber Macari (1961-1963), li-

a proibição da permanência de cada

2007), até a chegada de Milton Sobro-

gado à Mineração Geral do Brasil, foi

responsável por, no máximo, dois man-

sa Cordeiro (2007-2011), da Petrom,

o primeiro delegado do Ciesp, seguido

datos. Com a saída de Albiero, ele foi

que estará deixando o comando do

de Nuno Simões de Abreu (1963-1965

substituído por Renato Rissoni, que

Ciesp para Werner Stripecke, ligado à

e 1969-1972), também da Mineração.

ficou dois períodos no cargo (2001-

Clariant, de Suzano.

O terceiro foi Nilo Marcatto, da Cerâmica Marcatto, por dois mandatos seguidos (1965-1969). Antonio Teixeira, da Aços Anhanguera, também administrou por dois mandatos (1972-1977), tendo sido sucedido por Rivaldo de Azevedo Neto, (1977-1980), da Huber Warco. Em 1980 começou o período de Albiero e, no final, o cargo de delegado ganhou status de diretor, com

Importante entender o passado....

... para vislumbrar o futuro

Revista Exper - 29


JANTAR 50 ANOS

30 - Revista Exper

>>>>>>

Fotos: Diego Barbieri


Revista Exper - 31


JANTAR 50 ANOS

32 - Revista Exper

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Fotos: Diego Barbieri


Revista Exper - 33


JANTAR 50 ANOS

34 - Revista Exper

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Fotos: Diego Barbieri


Revista Exper - 35


Ponto de Vista

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CIESP - Jubileu de Ouro namente aparelhada, trabalham 300 pesso-

acelerando, ditando o ritmo do processo de

as. Os sócios da firma são os srs. Manoel

industrialização.

da Silva Villela, dr. Ricardo da Silva Ville-

Correndo paralelo à FIESP, hoje

la, Horacio da Silva Villela, dr. Henrique

ambos sob o mesmo presidente, formam

Itiberê e Max Sparsbood. Durou pouco,

com ela o par de trilhos sob o qual se move

em 1914 com a eclosão da Primeira Guerra

o colosso industrial que é SÃO PAULO, de

Mundial de 14 a 18, a fábrica fechou.

todas as oportunidades, de todos os brasi-

No século XX, na metade da dé-

N

leiros, de todas as nações.

cada de quarenta, após o fim da Segunda

FIESP e CIESP têm estado juntas

ove fábricas de vinho, dois cos-

Guerra Mundial, os irmãos Jafet instala-

desde 1931 e são, mercê do patriotismo e

tumes, uma olaria, uma fábrica

ram a Mineração Geral do Brasil Ltda.,

da grandeza de espírito público e social

de cerveja do Padre Nuno, nove

que foi fechada pelo Decreto-lei 280, de 28

dos seus dirigentes desde sempre, efeti-

carpintarias, seis ferrarias, duas marcena-

de fevereiro de 1967, no governo do Mal.

vamente, a Casa da Indústria de Mogi das

rias, quatro funilarias, duas tamancarias,

Humberto de Alencar Castelo Branco jo-

Cruzes.

quatro sapatarias, uma selaria, uma col-

gando seus empregados e toda a população

choaria, uma serralheria e sete fogueteiros,

da cidade em grande desespero.

Parabéns pelo seu Jubileu de Ouro do Ciesp Alto Tietê.

eis aí a relação das indústrias de Mogi das

A Mineração tinha sido o trator

Cruzes no ano de 1872, ainda no Império,

da economia de Mogi até então e depois

Dr. Epaminondas Nogueira

antes da Abolição da Escravidão, no fim

dela vieram tantas e se foram tantas e ainda

Mogi das Cruzes - Av. Narciso Yague Guima-

do século XIX, conforme levantamento do

são muitas as indústrias.

rães, 664, Centro Cívico – Tel: (11) 4799-1510

inesquecível Isaac Grimberg, em “Mogi

O CIESP que ora festeja o seu

das Cruzes de Antigamente”. Era esta in-

jubileu de ouro faz parte ativa dessa his-

Rua do Bosque, 1589 – Ed. Capitolium, Bl.

dustrialização já de volume significativo se

tória há cinquenta anos. Acompanhando,

II, Conj. 1207 - Tel: (11) 3392-3229

população. Logo, na primeira metade do século XX, em 1909, a maior indústria passou a ser a Fábrica de Chapéus VILLELA, do Dr. Ricardo Villela e do pai dele. A fábrica dos srs. Villela & Cia produzia mensalmente cerca de 50.000 chapéus de lã e feltro e 10.000 de palha. Na fábrica, moder36 - Revista Exper

Fotos: Arquivo CIESP

considerar a pequena

São Paulo – Barra Funda


Revista Exper - 37


Inovação Tecnológica

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Regispel: há 30 anos na sua mão e na sua vida.

38 - Revista Exper

Fotos: Divulgação

U

ma história de três décadas de muito trabalho e dedicação para responder com agilidade às necessidades do mercado de automação comercial e bancária. A Regispel, completa em 2011, 30 anos convertendo milhões de toneladas de papel em bobinas que propiciam aos nossos clientes registrar momentos de alegria e de conquista aos consumidores do mundo todo. Desde o início de suas atividades, a empresa apresenta em seu “DNA”, o espírito de interação entre fornecedores, fabricantes de equipamentos, distribuidores, colaboradores e clientes, propulsores da “Energia Regispel”. Pioneirismo e liderança também fazem parte desta história de conquistas. A Regispel sempre esteve à frente de grandes desenvolvimentos do mercado. Seja no advento das bobinas de 2 e 3 vias na década de 80, ou no desenvolvimento de bobina self para ATM’s e POS ou ainda no desenvolvimento da tecnologia térmica na década de 90 com seu ápice na 1ª eleição mundial com o voto eletrônico em 1995. O mercado sempre interrogava com suas necessidades e a Regispel apresentava as soluções com a máxima qualidade junto aos seus parceiros. Qualidade esta impressa em cada registro de evolução da empresa. Nos anos 90, a Regispel teve seu sistema aferido

através da implantação inicialmente do 5S até a certificação ISO9001. O produto também foi atestado com o certificado Falcão Bauer. Além disso, todo suprimento Regispel é isento de chumbo e substâncias nocivas à saúde do colaborador e do meio ambiente. É com este conceito de modernidade, que a Regispel produz sua linha de suprimentos para equipamentos de auto-atendimento, etiquetas adesivas, tags, bobinas impressas para coletores de dados com impressão simultânea, ingressos e tickets. Toda linha de produtos contam com o reconhecimento dos clientes da empresa demonstrados pelos altos níveis de satisfação obtidos em pesquisas desenvolvidas periodicamente. Hoje, a Regispel é uma Sociedade Anônima de Capital Fecha-

do, com acionistas, colaboradores, fornecedores regidos por normas de Governança Corporativa com princípios éticos e sustentáveis. Trinta anos registrados na história da automação comercial, os próximos trinta estão programados juntos ao progresso e desenvolvimento da tecnologia e progresso do mercado. Sustentabilidade em alta com o sistema ISO9001 A Regispel comemora 3 anos de certificação do sistema ISO 9001 e os clientes usufruem diariamente dos benefícios gerados através da Gestão de Qualidade. Além dos clientes, os colaboradores envolvidos na implementação do sistema trabalham em equipes, com o objetivo de desenvolver uma Gestão Ambiental com con-


ceitos de sustentabilidade na empresa. “Estruturamos há muito tempo inúmeras ações voltadas à melhoria do meio ambiente, mas com a implementação do sistema ISO 9001 ganhamos um aliado para o fortalecimento deste processo”, declara Luiz Freitas, Tecnólogo da Qualidade da Regispel e um dos líderes na implementação da Gestão de Qualidade na empresa. Um dos atuais projetos que já apresentam resultados expressivos está ligado ao tratamento e consumo de água. Além da Estação de Tratamento que viabiliza o descarte dos efluentes industriais, a Regispel através de grupos de melhoria interna vem mobilizando a conscientização de seus colaboradores para o consumo racional da água. “Todos ganham com o sucesso destes projetos”, conclui Luiz.

Bobinas para Automação Bobinas para REP Etiquetas Adesivas Ingressos Tags

www.regispel.com Revista Exper - 39


Oportunidade

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Veneza amplia e apresenta: Veneza Mais

40 - Revista Exper

Fotos: Divulgação

A

Veneza Portas & Janelas foi fundada em 1988, na Rua Tte Manoel Alves, e atualmente está na Avenida Fernando Costa, 724 Vila Rubens. A empresa passou grande parte comercializando esquadrias de madeira. O tempo passou e o mercado consumidor mudou. Hoje a loja comercializa além das esquadrias de madeira, esquadrias de alumínio e de PVC. As esquadrias de madeira que era o carro chefe cederam lugar para as esquadrias de alumínio. Seguindo as tendências de mercado a Veneza além de comercializar, também passa a fabricar. “Montamos uma fábrica para produzir esquadrias de alumínio com o que existe de melhor e mais moderno em termos de tecnologia para produção de esquadrias de alumínio. Buscamos no mercado consultores técnicos para viabilizar projetos especiais e uma estrutura de produção e instalação que garantem a criação, fabricação, montagem e instalação dos produtos em sua obra com altíssima qualidade, e batizamos de Veneza Mais, desta forma os projetos serão tratamos de uma forma mais personalizada”, comenta Celso Tolentino, sócio-proprietário da empresa. Para compor os produtos em alumínio a Veneza Mais, conta com a parceria dos principais fornecedores do mercado de alumínio, ferragens e acessórios, resultando em um produto

diferenciado e personalizado para cada projeto, com alto desempenho, funcionalidade e design moderno e inovador. A alta performance dos produtos da Veneza Mais são garantidos pela rigorosa seleção de nossos fornecedores, onde somente os líderes de qualidade do mercado compõem nossos produtos, aliando os melhores produtos nacionais, para gerar a beleza, a

segurança e o conforto que sua casa ou empresa merecem. A Veneza prima pela qualidade dos produtos comercializados e pela excelência no atendimento. Para isso conta com uma equipe treinada para atender os clientes e seus projetos. A Veneza além de oferecer o que existe de melhor, também prioriza pelo preço justo.


Toque de estilo

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Um dos fundadores da Obra-Prima, primeira associação de lojas de construção, acabamento e decoração do Alto Tietê e com escritório de arquitetura e interiores WH, Wilson Toledo junto com sua sócia Fotos: Diego Barbieri

Hilse Martinez se dedica a sua paixão: retratar o perfil da pessoa no ambiente que ele vai morar ou trabalhar. A técnica é simples e seu talento pode ser visto em toda a região.

Arquiteto Wilson Toledo A importância da decoração

A partir deste mês, Wilson To-

dicas para o empresário decorar e mobiliar

ledo, talentoso arquiteto da região passa

sua casa e porque não sua empresa. Atual-

a comandar o caderno Toque de Estilo.

mente centenas de empresas estão dando

A Exper detectou a necessidade de apro-

um toque especial nas salas de reunião,

fundar outros temas tais como: decoração,

salas de espera e na própria ambientação

saúde, educação e lazer.

empresarial.

O Ciesp Alto Tietê tem trazido

Um bom layout favorece a pro-

informações corporativas de excelente

dução, o trabalhador rende mais e sente-se

qualidade e não podemos acomodar. Desta

bem em uma empresa iluminada, arejada

forma estamos trazendo um dos profissio-

e organizada. Seu ambiente de trabalho é

nais mais cobiçados da região juntamente

muito importante, nela são reunidos expe-

com Xuxu Guimarães, ex-produtora da

rientes executivos, importantes profissio-

Casa Vogue e Roberta Nakasone para falar

nais, investidores e fornecedores. Conforto

deste universo que ao mesmo tempo en-

e funcionalidade sob medida é fundamen-

canta, mas se não estiver nas mãos de um

tal. A decoração de sua empresa transmite

excelente profissional, pode se tornar um

muito sobre o perfil da corporação, o jeito

grande pesadelo.

de ser dos líderes e faz toda diferença no

O caderno Toque de Estilo terá 42 - Revista Exper

resultado final.


Hilse

Martinez Em meio as reformas e grandes projetos de seus clientes, a inquieta empresária Hilse Martinez da WH Arquitetura e Decoração, dá uma pausa em seu acelerado ritmo de vida e revela suas fontes de inspiração. Uma das surpresas é sua paixão pela criação. A cada projeto busco mix de combinações harmoniosas, não gosto do modismo Fotos: Diego Barbieri

passageiro, o estilo contenporâneo com detalhes clássicos de fascina. Sua experiência está resumida nos ambientes criados nesses 20 anos de trabalho. Uma cidade: Mogi das Cruzes, cidade que nasci, onde vive minha família e meus amigos, fiz uma história pessoal e profissional, essa cidade me acolhe sinto-me abraçada por ela. Sua localização é privilegiada, perto de São Paulo, do litoral e da Serra. Um designer: Não tenho um em especial, admiro vários, entre os nacionais, Sérgio Rodrigues, Leonardo Lattavo e Pedro Moog, irmãos Campana, E os eternizados Arne Jacobson, Saarinen, Le Courbusier, Charles Eames, seus trabalhos ficaram eternizados, são os famosos clássicos da decoração, atemporais, fazem bonito em qualquer decoração, deixam de ser um móvel e passa a ser um objeto de decoração, mesmo criados no século passado são atuais até hoje. Uma peça de design: Poltrona Charles Eames, confortável, elegante e se encaixa muito bem em vários ambientes. Uma obra arquitetônica: Pequim com as obras realizadas para os jogos Olímpicos de 2004, onde renomados arquitetos do mundo exploraram novos materiais e tecnologias modernas e ousadas. O Estádio Olímpico de Thianjin Nacional conhecido como “ninho dos pássaros” um projeto ambicioso, o centro aquático nacional de Pequim o “cubo d’agua,” uma bela e imponente obra. Um estilista ou uma estilista: Tenho vários estilistas que admiro, nacionais e internacionais, mas gostaria de destacar dois estilistas em especial daqui da nossa região, Fran Carvalho e Victor Zerbinato Um livro: O Caçador de Pipas Revista Exper - 43


Exper News

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Redes Sociais e sua Importância em SEO Entende-se por Rede Social como

nos, poder fazer com que esses links ex-

cos torne-se alguém “importante” dentro

“uma das formas de representação dos re-

ternos sejam acessados por o máximo de

da rede social da qual você atua. E mais

lacionamentos afetivos ou profissionais

pessoas possíveis. Isso se consegue crian-

um ponto importante: não use de técnicas

dos seres humanos entre si ou entre seus

do uma forte rede de contatos de possíveis

desonestas como spam para se promover

agrupamentos de interesses mútuos.”

pessoas que gostariam de apreciar seu con-

em uma rede social. As consequências po-

teúdo.

dem ser ruins, podendo resultar em puni-

Atualmente na web, as redes sociais estão presentes em sites de relaciona-

Para isso busque sempre compar-

ções, para você e para o site ou blog de

mento online, e muitas vezes é possível se

tilhar links com pessoas que tenham inte-

onde você está postando a notícia. Aos

construir uma rede de contatos dentro de

resse no seu conteúdo, submeta seus links

poucos o bom uso das Redes Sociais irá

sites de social media. Os exemplos mais

em comunidades ou categorias relaciona-

trazer boas consequências, como confiabi-

populares de redes sociais são o orkut, fa-

das ao tema de sua submissão, e aos pou-

lidade e vantagens em SEO para seu site.

cebook, e myspace. E como isso proporciona o favorecimento em SEO? Assim como qualquer meio de divulgação online, no qual se incluem várias técnicas de link building (cadastro em diretórios, press releases, submissão em sites de social bookmarking, article submissions, feeds), as redes sociais possibilitam espalhar links externos pela web. A grande diferença no uso de redes sociais é, além de espalhar links exter-

Brasil na estratégia global da Bayer O Brasil desempenhará papel de protagonista dentro da nova estratégia

Menos receita

companhia não descarta fazer aquisições para crescer.

A desaceleração da economia, crise externa, eleições e preparação para

anunciada ontem pela Bayer CropScien-

Embora não divulgue projeções,

a Copa do Mundo, deve provocar uma

ce em Monheim, na Alemanha. Ao lado

com a reestruturação a empresa quer se-

piora nas contas de estados e municípios

de China, Índia e Estados Unidos, o País

guir o desempenho alcançado no primeiro

em 2012. Segundo especialistas, já há uma

ajudará a companhia alemã a retomar a li-

semestre deste ano, quando obteve recorde

tendência natural de aumento dos gastos

derança no mercado global de defensivos

nas vendas globais: R$ 9,95 bilhões, avan-

em ano de eleição, como será o próximo,

agrícolas e sementes, hoje dominado pela

ço de 11% em relação ao primeiro semestre

em que serão eleitos novos prefeitos e ve-

franco-suíça Syngenta.

de 2010. De acordo com Sandra Peterson,

readores.

O plano da divisão agrícola do

CEO global da Bayer CropScience, neste

Em São Paulo, a arrecadação em

grupo Bayer é baseado em quatro pilares:

cenário o Brasil merece destaque. “Hoje,

julho teve queda de 1,1% em relação ao

renovação da unidade de defensivos agríco-

o Brasil é, sem dúvida, nosso principal

mesmo período de 2010. No acumulado

las, foco no cliente, aumento dos aportes em

mercado. O potencial agrícola brasileiro

do ano, até o mesmo mês, a alta na arre-

pesquisa e desenvolvimento e ampliação

não pode ser ignorado em um momento de

cadação, de 4%, fica praticamente anulada

da divisão de biotecnologia. Além disso, a

crescente demanda por alimentos”, disse

pela inflação do período.

44 - Revista Exper


este da Bahia, considerou que os dias de hoje apresentam um paradoxo de crise

Padrão de consumo no planeta

é insustentável

ecológica sem precedentes ao lado da manutenção da “ilusão” de um ideal desenvolvimentista. O professor defendeu uma ética “ecoantropocêntrica”, lembrando que as pessoas fazem parte de uma comunidade de vida mais ampla e dividem espaço com muitas espécies: para ele, faz falta um “egoísmo inteligente”, no qual o cuidado com outras espécies seja visto como defesa da própria espécie humana.

Em audiência sobre o tema “De-

de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD)

João Luís Homem de Carvalho,

crescimento: Por que e como construir”,

da França, define decrescimento como um

professor da Universidade de Brasília

realizada na Subcomissão Permanente de

conceito intencionalmente mais impactan-

(UnB), afirma que o padrão de consumo

Acompanhamento da Rio+20 e do Regime

te que o de desenvolvimento sustentável,

deve ser reduzido principalmente nos pa-

Internacional sobre Mudanças Climáticas

porém necessário diante dos dados cientí-

íses ricos. Ele destacou o papel do Clube

da Comissão de Relações Exteriores e De-

ficos – segundo o professor, a raça humana

de Roma e do Painel Intergovernamental

fesa Nacional (CRE), os três professores

está “à beira do abismo, pisando no acele-

sobre Mudanças Climáticas (IPCC) na

convidados condenaram o desenvolvimen-

rador”, ressaltando que nenhuma causa na-

apresentação de estudos que respaldam

tismo que leva a um consumo de recursos

tural em um milhão de anos causou tanto

a necessidade do decrescimento – uma

naturais acima da capacidade do planeta,

efeito sobre a Terra. Léna mostrou preo-

tese que, em seu ponto de vista, deve ser

e discutiram formas de conduzir a Huma-

cupação com o consumo insustentável dos

dirigida principalmente às crianças. O au-

nidade a um padrão de redução de cresci-

recursos naturais e previu que a escassez

tomóvel foi considerado “irracionalidade

mento. A audiência foi presidida pelo se-

trará aumento de conflitos armados.

completa” pelo professor, que correlacio-

nador Cristovam Buarque (PDT-DF). Philippe Léna, diretor do Instituto

Carlos Alberto Pereira Silva, professor da Universidade Estadual do Sudo-

nou a ineficiência crescente do transporte individual ao aumento do efeito estufa.

MIT mostra primeiro protótipo de casa de US$1.000 Em muitas cidades é possível en-

A casa possui paredes de tijolo oco

porque a casa saiu maior do que o proposto

contrar casas que custam US$1.000 o me-

com barras de aço para reforço e vigas de

inicialmente para o projeto Casa 1K - cerca

tro quadrado. Mas um grupo de arquitetos

madeira, e foi projetada para resistir a um

de 75 metros quadrados, em vez dos 46 me-

do MIT, nos Estados Unidos, decidiu tentar

terremoto de magnitude 8,0. Ela tem uma es-

tros quadrados propostos.

uma alternativa bem mais acessível: cons-

trutura modular, com unidades idênticas em

truir uma casa inteira por US$1.000.

torno de uma sala retangular central.

Segundo Chui, a versão menor da casa poderia ser construída por cerca de US$

Agora eles apresentaram o primei-

“O módulo pode ser duplicado e

4.000. Esse valor poderia ser ainda menor se

ro protótipo da sua chamada “Casa 1K”, vol-

rotacionado, e então torna-se uma casa,” ex-

um grande número de casas fossem constru-

tada para atender às necessidades de moradia

plica Chui. “A construção é fácil porque, se

ídas ao mesmo tempo, segundo ela. A ideia

das regiões mais pobres do mundo.

você sabe como construir um único módulo,

de tentar construir casas por US$1.000 é de

“É parte da responsabilidade de um

então você sabe construir a casa inteira.” O

Tony Ciochetti, que afirma ter-se inspirado

arquiteto criar esses espaços para as pesso-

protótipo ainda não alcançou o objetivo - ele

no programa One Laptop Per Child, a funda-

as viverem. É com o coração que fazemos

custou US$5.925, mas já é bastante barato

ção liderada pelo também professor do MIT,

isso,” disse Ying Chui, a idealizadora dessa

em comparação com várias alternativas.

Nicholas Negroponte, que fornece computa-

primeira versão do projeto

Seu custo foi mais alto em parte

dores de baixo custo para crianças. Revista Exper - 45


Exper News

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Grupo Anhanguera compra Uniban por R$510 milhões Anhanguera Educacional Parti-

mil alunos. A Anhanguera vem comprando

de se acelerar esse avanço. O Brasil não

cipações, maior organização privada de

rivais no setor de ensino superior do Brasil

está mais inserido em uma discussão geo-

ensino superior no Brasil, informou neste

utilizando parte dos recursos que levantou

política local. O mundo desenvolvido co-

domingo ter adquirido por 510 milhões de

em uma emissão de ações no ano passa-

loca a educação como uma visão de com-

reais a concorrente Uniban.

do, em operação de mais de 840 milhões

petitividade – afirma Alexandre Dias, CEO

Segundo a assessoria de comuni-

de reais. A Uniban possui 13 campi (10

do grupo Anhanguera Educação

cação do grupo Anhanguera, que é contro-

no Estado de São Paulo, dois no Paraná e

O executivo destacou ainda as

lado pelo Pátria Investimentos, o negócio

um em Santa Catarina). Anhanguera, antes

projeções de aumento da participação do

envolve o pagamento de 380 milhões de

da aquisição da Uniban, operava com 54

grupo no Estado entre 2012 e 2013. Segun-

reais pelo controle da Uniban mais 130

campi por todo o país. Tivemos um avanço

do ele, RS, SC e PR são mercados estraté-

milhões de reais por 13 imóveis da insti-

signficativo ao longo dos últimos dez anos.

gicos dentro do objetivo de expansão pelo

tuição, que possui aproximadamente 50

Mas efetivamente existe uma necessidade

país da Anhanguera.

Hypermarcas expande sua área de atuação

Brasil e Portugal

Perto de completar de dez anos,

Em visita à Fiesp, o ministro da

a empresa já mostrou à saciedade que do-

Economia de Portugal, Álvaro Santos Pe-

mina a arte do crescimento interno. Mais

reira, falou sobre o interesse do país em

conhecida como a “Unilever do Brasil”, a

atrair investimentos brasileiros, especial-

empresa tem uma capitalização de mercado

mente aqueles relacionados aos projetos de

de R$ 31,5 bilhões (US$ 20 bilhões), con-

privatizações de estatais portuguesas.

forme dados de março deste ano, e receitas

“Queremos diminuir o peso da

líquidas no valor (em 2010) de R$ 3,2 bi-

economia estatal e abrir a economia para

lhões, bem como participação substancial

as empresas brasileiras. Para nós, o Brasil é

de mercado nos setores brasileiros de saúde,

crescimento mais veloz. De acordo com a

beleza, higiene pessoal, produtos para o lar

Datamark, os principais setores nesse caso

e alimentos, o que faz dela a número um, ou

serão os produtos de beleza (cujo cresci-

dois, no país nos segmentos de adoçantes,

mento anual foi de cerca de 8% todos os

loção para o corpo e preservativos.

anos entre 2009 e 2014); higiene pessoal

A equipe executiva da Hypermar-

(4,5%) e produtos farmacêuticos (5%). De-

cas se comprometeu este ano a diminuir o

sinvestimentos e redução de investimentos

ritmo de F&A para se concentrar na integra-

atingirão os produtos de limpeza e alimen-

ção. “É como uma jiboia depois de comer

tos, uma vez que o crescimento nessas áre-

um boi”, disse Claudio Bergamo, CEO da

as, de 3% ou menos, não parece muito sóli-

empresa. “É preciso um tempo para digerir.

do.

O ano de 2011 tem sido dedicado à diges-

“É um ano bom para pôr a casa em ordem”, diz Mattos. “O que temos de pe-

tão.” Os analistas esperam também que

sar na hora de reduzir o foco em uma marca

a empresa faça uma limpeza em seu portfó-

específica é quanto estamos deixando para

lio livrando-se de marcas de baixo desem-

trás em termos de escala, poder de barganha

penho e se concentrando em segmentos de

e vantagem estratégica.

46 - Revista Exper

muito importante – somos irmãos na língua e na história”, completou. As oportunidades de investimentos para os brasileiros estão, no setor de construção civil e nas estatais, já que o governo português irá privatizar neste ano a EDP e GALP, empresas do setor de energia. Para o ano que vem está prevista a venda, ao setor privado, da companhia aérea TAP e da operadora aeroportuária, ANA. Segundo o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, este é um bom momento para se investir no país. “Lá em Portugal as coisas não estão caras, porque eles passam por uma fase de crise, diferente do Brasil, que está com os ativos supervalorizados”, avaliou.


A ENERGIA BRASILEIRA É UMA DAS MAIS CARAS DO MUNDO, QUANDO TEM TUDO PRA SER A MAIS BARATA. ISSO PODE MUDAR. ISSO TEM QUE MUDAR.

Hoje, o preço médio da energia comercializada por essas usinas é R$ 90,98 por megawatt/hora. No entanto, nos leilões mais recentes de concessão (usinas de Santo Antonio, Jirau, Belo Monte e Teles Pires) o preço médio dessa energia, descontada a amortização dos investimentos, foi R$ 20,69 por megawatt/hora, em média. Ou

Exija seus direitos. Assine o manifesto no site.

fiesp.com.br/energiaaprecojusto

BASTA CUMPRIR A LEI.

seja, 77% mais barata. Com a realização de novos leilões para os contratos que

No Brasil, 77% de toda a energia

Porém, passados 35 anos, limite máximo

vencerão a partir de 2015, estima-se que

produzida vêm de usinas hidrelétricas, a

definido pela lei para a recuperação do in-

a economia para os consumidores poderá

fonte mais barata que existe. Mas a constru-

vestimento, a tarifa tem que baixar.

chegar a 918 bilhões de reais, em 30 anos.

ção das usinas e sistemas de transmissão e

distribuição é um investimento bilionário.

prorrogações e determina que sejam feitos

rem dar algum desconto para manter tudo

Para viabilizar essa construção, o governo

leilões para novos períodos de concessão.

do jeito que está, ignorando o cumprimen-

faz contratos de concessão com empresas

O Brasil está diante de uma oportunidade:

to da lei e os direitos dos consumidores.

e o investimento é recuperado cobrando-

a partir de 2015, terminam os contratos de

Afinal, há muito dinheiro em jogo. Estão

se um valor adicional nas contas de luz.

82% das linhas de transmissão, de 40% da

pressionando o governo e o Congresso

Portanto, quem paga pela construção do

distribuição e de 112 usinas hidrelétricas

para mudar a lei e prorrogar os contratos

sistema elétrico é o consumidor. As contas

(28% da geração). Os novos leilões devem

mais uma vez, sem leilões, prejudicando

são mais altas no período de amortização.

ser realizados pelo critério de menor tarifa.

todos os brasileiros. Um absurdo.

A lei atual não permite novas

Os atuais concessionários que-

Senai-SP e Tam firmam intenções para curso de manutenção

Aulas para a primeira turma do

curso devem começar em 30 da janeiro de 2012, prevê Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Senai-SP. O Senai-SP e a companhia aérea TAM assinaram um protocolo de intenções para formar técnicos em manutenção de aeronaves na cidade de São Carlos, interior de São Paulo, o maior polo aeronáuticodo estado, ficando atrás apenas de São José dos Campos.

“Vamos começar o curso com 64

vagas, mas vamos ampliar gradativamente e estaremos aptos a atender toda a demanda do setor de manutenção de aeronaves em São Carlos”, afirmou Skaf.

que este setor deve continuar crescendo no

inglês técnico, regulamentações básicas,

Para o prefeito de São Carlos,

Brasil até 2020. O Curso Técnico de Manu-

tecnologia mecânica aeronáutica, eletrôni-

Oswaldo Barba, a cidade tem potencial para

tenção de Aeronaves tem carga horária de

ca, instrumentos, estrutura de aeronaves,

se transformar no principal centro de ma-

1.760 horas, divididas em quatro semestres.

inspeção de aeronaves e procedimento de

nutenção aeronáutica da América do Sul,

O conteúdo programático inclui aulas de

pista e sistemas elétricos, mecânicos, de ar

enquanto o diretor-executivo de manuten-

desenho técnico de aeronaves, aerodinâmi-

condicionado e pressurização, partidas de

ção da TAM, Luiz Gustavo Silva, acredita

ca, eletricidade, comunicação oral e escrita,

motores e projetos. Revista Exper - 47


Segurança

>>>>>>

PAM - Plano de Auxílio Mútuo

Foto: Arquivo CIESP

Site: www.pamaltotiete.com.br

Reunião do PAM No dia 16 de agosto o grupo reuniu-se na Cia. Nitro Química Brasileira. Na foto o grupo enca-

O

beçado pelo coordenador Paulo Amaro da Silva

PAM - Plano de Auxílio Mútuo

tivando-a e impelindo-a comportamentos

por 17 empresas e 15 entidades que aten-

do Alto Tietê é um grupo de tra-

e atitudes condizentes com a preservação

dem critérios rigorosos para fazer parte do

balho, fundado em 23 de setem-

da vida, do patrimônio público ou privado

grupo e cumprem um amplo calendário de

bro de 1993, cujo objetivo é estabelecer

e do meio ambiente. O PAM é composto

atividades durante o ano.

diretrizes básicas para coordenação, bem como conjugar esforços das indústrias,

EMPRESAS PARTICIPANTES

Sanofi-Aventis Farmacêutica

bombeiros, comissão de defesa civil e ór-

Air Products Brasil Ltda.

Suzano Papel e Celulose

gãos oficiais no planejamento e desenvol-

Brenntag Química Brasil Ltda.

Suzanlog

vimento do PAM, visando suplementar re-

Cia. Nitro Química Brasileira

cursos humanos e materiais necessários, a

Clariant S.A.

ENTIDADES PARTICIPANTES

fim de assegurar maior eficiência no aten-

General Motors do Brasil Ltda.

Bandeirante Energia S/A

dimento de situações emergências, como

Gerdau Aços Especiais Brasil

CETESB, SABESP e CIESP Alto Tietê

incêndios, vazamentos de substâncias tó-

Kimberly Clark Brasil - Mogi

Corpo de Bombeiros de Mogi das Cruzes

xicas ou qualquer outro evento que possa

Kimberly Clark Brasil - Suzano

Corpo de Bombeiros de Suzano

acarretar danos às pessoas, patrimônio e ao

Melhoramentos Papéis Ltda.

Defesa Civil de Mogi das Cruzes, Poá, São

meio ambiente.

Nadir Figueiredo

Miguel e Suzano

O PAM tem como princípio pro-

Nalco do Brasil Ltda.

Hospital das Clínicas - Luzia P. Melo

mover contínua e permanentemente, por

Petrobrás Transportes

Polícia Militar e Rodoviária

todos os meios e formas disponíveis, a

Petrom Petroquímica

Santa Casa de Misericórdia

habilitação, a melhoria do desempenho e a

Reichhold do Brasil Ltda.

TRS Rádio Solution

evolução técnica / científica de seus membros, em todas as áreas de interesse ligadas

“A sinergia entre as empresas e as entidades participantes é sinalizada como o benefício

à prevenção e atendimento de socorro às

mais relevante da atuação do PAM-AT. Todos os membros do PAM-AT contam com um

emergências.

sistema de segurança já estruturado “dentro de casa”, o que significa possuir equipes

O Grupo promove atividades que

intensamente treinadas e recursos técnicos à disposição. Mas a grande vantagem está

despertam a consciência, a sensibilidade e

na soma de experiências e apoio para potencializar os recursos individuais de cada

o espírito de cidadania da população mo-

empresa ou entidade”.

48 - Revista Exper


Meio Ambiente

>>>>>>

Tratamentos especiais de água cionados diretamente no sistema, eventualmente podendo ser dosado automaticamente; Aditivos para óleo combustível - Aditivos para atomização, mantendo as linhas e os queimadores limpos. Elimina gradativamente a borra formada pelo óleo combustível. Evita a obstrução de bombas, filtros, válvulas e tubulações. Melhora o aproveitamento do óleo combustível, fluídica e de-

Fotos: Eugênio Braha

sagrega a borra formada e inibe a formação de uma nova borra. Nosso suporte de gerenciamento de águas e processos e sistemas de automatização garantem a maximização dos resul-

A

tados. Análises químicas periódicas com

Acqua Plus industrializa e co-

a formação de depósitos passivando o sis-

os relatórios disponibilizados imediata-

mercializa produtos para tra-

tema e inibindo a ação do oxigênio dissol-

mente a cliente e implantação de sistemas

tamento de águas no setor de

vido;

dosadores e de descarga automatizados

utilidades. Pioneira na aplicação de Po-

Torres de Resfriamentos – Atua no contro-

com catalisador para controle microbioló-

liacrilatos, a Acqua Plus é dirigida por

le do cálcio, magnésio, alumínio e outros

gico, garantem a qualidade do tratamento

profissionais com mais de 25 anos de ex-

sais, além de material orgânico, auxiliam

de água e o retorno do investimento com

periência na fabricação de produtos quími-

na remoção de colônias de algas e de bac-

os produtos químicos.

cos, para tratamento de águas em torres e

térias redutoras;

caldeiras. A produção está voltada para a

Limpeza em operação – Desincrustante

Serviço: Rua Monsenhor Nuno, 229, 3º

necessidade individual de cada cliente.

ácido com inibidores de corrosão e agentes

andar, Suzano, SP. Tel: (11) 4747-3479 ou

passivantes para superfícies metálicas;

pelo www.acquaplusquimica.com.br

Nossa missão é gerenciar seus sistemas de águas e utilidades, minimi-

Controle Microbiológico – Composto des-

zando o impacto nos custos industriais e

tinado ao controle microbiológico em siste-

beneficiando a competitividade da sua em-

mas onde exista preocupação com o meio

presa. Para isso a Acqua Plus dispõe de

ambiente. Isento de formaldeídos e molé-

laboratórios modernos e relatórios men-

culas doadoras de formol e não corrosivo.

sais disponibilizados eletronicamente que

Amplo espectro contra algas e uma série de

possibilita acompanhar a evolução do tra-

organismos causadores de deterioração;

tamento.

Sistema de Refrigeração - Inibidor de cor-

Nossos produtos:

rosão de base polimérica, isento de fosfato,

Caldeiras – Composto de polímeros de

desenvolvido para atuar como preventivo

avançada tecnologia para tratamento inter-

em sistema de refrigeração. Quase todos

no em sistemas geradores de vapor. Inibe

os produtos são líquidos e devem ser adiRevista Exper - 49


Exper Femmina

>>>>>>

O maravilhoso universo da moda

N

a verdade a moda se resume em

Os tipos de estilo. De onde vie-

a pessoa lida com a moda apenas como in-

ter estilo e este ponto é muito

mos, para onde vamos e que roupa vamos

formação do que é proposto, aquilo que se

importante,

somente

usar? A moda é de todos, o estilo é individu-

encaixa no seu estilo, que combina com ela.

quando descobrimos nosso estilo é que po-

al. A moda uniformiza, o estilo distingue. A

Não se torna uma vítima de revis-

demos nos vestir como gostamos. Assim a

moda é informação, o estilo pode ser apren-

ta ou desfiles, e sim uma selecionadora do

moda se torna nossa aliada e não um bicho

dido. As exigências são coragem e disposi-

que lhe é adequado de maneira proposital

de sete cabeças.

ção, para conhecermos os pontos fortes e

e informado.

porque

O que é estilo?

fracos, aprendendo a lidar com eles na com-

Mesmo aqueles que consideram

Estilo é a individualidade do ser

posição visual, camuflando e evidenciando,

neutros, possuem um estilo. Tudo comuni-

e, acima de tudo aprendendo sempre.

ca. A mensagem de uma roupa depende de

humano, sua essência, sua personalidade,

Todos nós queremos transmitir

alguns fatores importantes, tais como: lu-

uma mensagem descritiva de quem somos

gar, situação, ocasião, pessoas envolvidas

Aos 15, 20, 30, 40, 50... anos

com a imagem, uma mensagem transmi-

e época (tempo).

temos ideias, amores, estado civil, profis-

tida, repetida várias vezes, forma o estilo

Existem sete padrões internacio-

sões, família diferentes. O meio ambiente

de alguém. A leitura que os outros farão

nais de estilo, que servem de guia para

influencia e faz mudar. Consequentemente

sobre nós. A roupa é apenas um recurso,

descobrirmos qual é nosso estilo, veja bem,

muda-se também: crenças, filosofia, voca-

uma ferramenta para atingir o objetivo de

toda pessoa é formada de um, dois ou até

bulário, corte de cabelo e as roupas, mu-

transmitir o que somos. É um modo de ser,

três estilos: Esportivo – Natural; Tradi-

dando assim o modo de ser e de se vestir.

viver, agir. Isso não está ligado apenas a

cional; Refinado – Elegante; Romântico;

Só assim é possível viver plenamente cada

moda, mas em como a pessoa se comporta

Sexy; Criativo; Dramático e Moderno.

fase da vida. Ser uma pessoa completa ho-

diante de diversas situações cotidianas.

sua maneira de sentir o mundo, de ver, de ser visto e de ser lembrado.

mogênea e única.

Esses padrões podem se apresentar de diversas maneiras e normalmente,

Com a correria do dia a dia nos

conectado a um estilo de vestir. O estilo faz

nunca estarão de forma equilibrada. Dúvi-

esquecemos de quem somos, do que gos-

a pessoa única, pois é uma escolha pessoal.

das para coisasmulher@ig.com.br

tamos. Identificar esses pontos é essencial

A moda neste caso é apenas uma variável,

Neusa Corrêa

para descobrirmos nosso estilo. Podemos

não um definidor. Para ter estilo verdadeiro,

Consultora de moda e estilo

começar a nos perguntar: Quais as cores que prefiro? Qual a parte do corpo que mais gosto e quero valorizar e por que? Quais as estampas que mais me agradam e por que? Quais tecidos me agradam ao toque? Quais as partes do corpo quero esconder e por que? Com estas respostas começamos a perceber o que nos agrada e o que nos desagrada, assim vamos começar a perceber nosso estilo, ou melhor, a nossa PERSONALIDADE. 50 - Revista Exper

Foto: Divulgação

O estilo de vida está muitas vezes


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52 - Revista Exper

Revista Exper  
Revista Exper  

Edição Número 12

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