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Nesta Edição Editorial....................................................5

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Entrevista

Entrevista.................................................6 Capa.......................................................10 Destaque Empresarial............................18 Toque de Estilo......................................20 Economia............................................22 Logística................................................24 Ponto de Vista........................................26 Exper News............................................28 Exportação...........................................30

Luis Gonzaga Bertelli

06

Capa

Perspectivas para 2012

10

Toque de Estilo

Para expressar sua opinião, dar sugestões, enviar releases e fazer contato com a nossa redação, escreva para: redacao@revistaexper.com.br e siga-nos nas redes sociais:

4 - Revista Exper

com o arquiteto Wilson Toledo

20


Editorial

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O Brasil continua crescendo... Foto Divulgação

A política macroeconômica consistente está ancorada em três pilares: controle da inflação, responsabilidade fiscal e câmbio flutuante. Neste cenário, a inflação de 2012 será menor do que a inflação de 2011 e o crescimento econômico do Brasil em 2012 será maior do que o crescimento de 2011, sendo que a aceleração se dará no 2º semestre de 2012, ocasião em que as taxas de crescimento do PIB dos dois últimos trimestres estão previstas em 2,9% e 3,4%, sendo que numa possibilidade favorável poderemos ter um crescimento do PIB de 3,5%. Registre-se que na questão a perspectiva é de que tenhamos um cresci-

ficação de risco da economia brasileira, as

recessão em algumas economias maduras,

mento industrial de 3,4%.

perspectivas são de que as agências inter-

tendo-se também uma dinâmica favorável

Sobre o crescimento do PIB em

nacionais Fitch, Moody’s e Standard and

dos preços das commodities.

coletiva recente com a imprensa, o Mi-

Poor’s deverão manter ou melhorar a nota

Os dados da Febraban - Federa-

nistro da Fazenda, Guido Mantega avalia

do Brasil, mantendo-se o país em nível de

ção Brasileira de Bancos apontam para

que o Brasil passará a sexta economia do

grau de investimento.

um IPCA – Índice Nacional de Preços ao

mundo, com um PIB de aproximadamente

Com isso, para 2012 projetam-se

Consumidor Amplo em 2012 em torno de

US$ 2,4 trilhões, ficando atrás somente de

ingressos líquidos de IED de US$ 55 bi-

5,39%, uma expectativa de variação do

Estados Unidos, China, Alemanha, Japão e

lhões. Os investimentos brasileiros diretos

PIB em 3,40% e uma taxa Selic para o final

França.

no exterior, em linha com o processo de

de 2012 em 9,50%. Para a taxa de câmbio

No quesito inflação as expecta-

internacionalização das empresas brasilei-

(R$/US$) no fim do período, a previsão

tivas do mercado são de queda para pata-

ras deverão registrar aplicações líquidas de

para 2012 é de chegarmos a R$ 1,76/US$

mares entre 5,3% e 5,4%. A perspectiva é

US$ 5 bilhões.

1.00; já as reservas internacionais a pers-

de que tenhamos uma continuidade de au-

No âmbito externo, 2012 aponta

pectiva e chegarmos a US$ 379 bilhões

mento da renda per capita e redução das

para um baixo ritmo de crescimento glo-

e; o Risco Brasil – EMBI (pontos) deverá

desigualdades. Do ponto de vista da classi-

bal, com alta probabilidade de que ocorra

fechar 2012 em 186,1. Pelo exposto fica

Expediente Publisher: Márcio Junior MTB 59904-SP, Conselho Editorial: CIESP Alto Tietê, Editoração: Offmktweb, Colunistas: Epaminondas Nogueira, Wilson Toledo e Werner Stripecke, Publicidade: 11 2819-4457 ou 11 9472-8104 / publicidade@revistaexper.com.br, Capa: Marcelo dos Santos, Fotógrafo: Diego Barbieri A revista é uma publicação da Editora OFF e distribuída aos associados do CIESP Alto Tietê, Fempi, SESI, SENAI, UMC, ACMC, ACE SUZANO, ACIDI, ACIFV, ACIP, Sebrae, Secretarias de Indústria e Comércio, Centros e Prédios Comerciais e algumas bancas. A revista não se responsabiliza pelo conteúdo dos anúncios e as opiniões emitidas em artigos assinados são de responsabilidade dos autores.

evidenciado que mesmo com as incertezas internacionais, o Brasil caminha para um crescimento econômico sustentável e seguro, com perspectivas de melhoria na qualidade de vida da sua população. Saumíneo da Silva Nascimento, Economista, Dr. em Geografia e Presidente do Banese. Revista Exper - 5


Entrevista

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Luis Gonzaga Bertelli Exper - Conte-nos um pouco da história

e

dos

objetivos

do

CIEE?

Luiz Gonzaga Bertelli - O CIEE foi fundado há 47 anos por empresários e educadores que perceberam, já naquela épo-

Presidente Executivo do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, ocupante da cadeira 31 da Academia Paulista de História – APH e Diretor da Fiesp. da profissão com o aprendizado teórico.

ca, a defasagem existente entre o que era

Luiz Gonzaga Bertelli - Primeiro, mais divulgação e conscientização das organi-

ensinado nas instituições de ensino e o

Exper - Qual a sua opinião sobre a

zações, e nisso, a imprensa tem um papel

que era exigido pelo mercado de trabalho

educação no Estado de São Paulo e es-

fundamental, noticiando os benefícios,

– descompasso que era e ainda continua

pecificamente na região do Alto Tietê?

para empresas e para estudantes, do es-

sendo o principal motivo da exclusão de

Luiz Gonzaga Bertelli - Avaliações (nacio-

tágio e da aprendizagem. O governo, em

jovens do mercado de trabalho. A solução

nais e internacionais) de desempenho dos

suas três esferas, também deveria ampliar

veio por meio da promoção de progra-

alunos indicam que, atualmente, a educa-

incentivos para motivar as empresas a

mas de treinamento prático de estudantes

ção no Estado de São Paulo, que abrange

contratar estagiários e aprendizes, seja

em empresas e órgãos públicos, recurso

a região do Alto Tietê, bem como no res-

divulgando mais informações sobre a im-

este previsto na Lei de Diretrizes e Bases

tante do País, é de má qualidade, o que

portância social dos dois programas – que

da Educação Nacional sob o conceito de

faz com que os jovens saiam das institui-

em especial ajudam a manter milhares de

Estágio. O Centro de Integração Empre-

ções de ensino com déficit de aprendizado.

jovens estudando, graças à remuneração

sa-Escola (CIEE) surge, então, para pro-

concedida quando participam de um deles,

mover o intercâmbio entre instituições de

Exper - Em sua opinião, o que é preci-

que os ajuda a custear os estudos e até a

ensino, empresas e órgãos públicos que

so fazer para mudar a cultura empre-

reforçar o orçamento familiar, fato rele-

procuram novos talentos e estudantes in-

sarial brasileira com relação à impor-

vante em regiões de vulnerabilidade social

teressados em conjugar a vivência prática

tância da aprendizagem profissional?

– e sobre as Leis do Estágio (11.788/08)

Fotos: Divulgação

e

da

Aprendizagem

(10.097/00).

Exper - Quais os benefícios para o empresariado com relação ao investimento na formação profissional dos jovens aprendizes como parte de sua política de RH? Luiz Gonzaga Bertelli - Verificamos que um dos principais benefícios que as organizações obtém ao investir em programas de aprendizagem é a possibilidade de descobrir e recrutar talentos aptos a ocupar, no futuro, cargos de gestão, treinando-os por um período de dois anos, tendo uma ótima relação de custo-benefício. O governo concede benefícios trabalhistas às corporações que aderem ao programa, 6 - Revista Exper


Revista Exper - 7


Entrevista

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e pela capacitação teórica, na mesma

Contudo, permanece o desafio de fazê-

que cumprir a Lei das Cotas, abrem oportu-

área que atuam nas empresas, que rece-

las cumprir. Quais seriam os entraves

nidade de uma vida digna para jovens que,

bem das entidades certificadoras, como

para que essa situação seja revertida?

superando obstáculos, se capacitam para

o CIEE, uma vez por semana. Isso se

Luiz Gonzaga Bertelli - Além do ponto

exercer uma atividade produtiva. Além

comprova pelo alto índice de efetivação

abordado na resposta da questão 3, desde

disso, o CIEE também buscou, em parceria

de aprendizes, hoje na casa dos 70%.

o final de agosto, com a promulgação da lei

com a Fundação Roberto Marinho (FRM),

nº 12.470, as pessoas com deficiência que

ações para que pessoas com deficiência

Exper - AExpo CIEE 2011 foi o maior even-

participam de programas de aprendiza-

possam participar do Programa Aprendiz

to de capacitação e inclusão profissional

gem não são mais excluídos do recebimen-

Legal, que agora conta com material didá-

do País. Quais as novidades para 2012?

to do Benefício de Prestação Continuada

tico voltado à formação para o trabalho de

Luiz Gonzaga Bertelli - A Feira do Es-

(BPC) e podem acumular esse auxílio com

pessoas com deficiência visual e auditiva.

tudante – Expo CIEE visa reunir em um

o salário recebido até o final do período de

Trata-se de um audiobook, que contempla

mesmo espaço estudantes em busca de

formação profissional. Trata-se de um estí-

a capacitação teórica do Programa Apren-

novidades sobre programas de estágio,

mulo adicional também para as empresas,

diz Legal para jovens com deficiência visu-

educação e carreira; empresas abertas à

pois muitas Superin-

contratação de jovens talentos, e institui-

tendências Regionais

ções de ensino com ofertas mais recentes

do Trabalho, como a

de cursos e promoções. Buscamos, a cada

de São Paulo, consi-

edição, oferecer aos estudantes informa-

deram a vaga preen-

ções sobre inclusão profissional, além de

chida

ofertar cursos e palestras, que auxiliem o

deficiente válida para

jovem estudante em sua formação. Portan-

atendimento das duas

to, abrange uma série de temas envolvidos

cotas obrigatórias por lei. O CIEE oferece

Luiz Gonzaga Bertelli - A razão de ser do

com essa questão, como carreira, está-

dois programas específicos – Pessoas com

CIEE é a inclusão dos jovens no merca-

gio, aprendizagem, educação, mercado

Deficiência e Aprendiz Legal – tanto para

do de trabalho por meio de estágios. Em

de trabalho, arte e cultura, entre outros.

auxiliar jovens interessados em ingressar

decorrência disso, podemos divisar alguns

Desde sua primeira edição, a feira colo-

no mercado de trabalho, quanto para cola-

valores. Acima de tudo, está a valoriza-

ca estudantes dos ensinos médio, técnico

borar com empresas dispostas a desenvol-

ção da educação em todos seus matizes,

e superior em contato com especialistas

ver programas de capacitação de futuros

seja a formal dos bancos escolares, seja

em carreira, com empresas que oferecem

profissionais com deficiência com vistas

a adquirida no dia-a-dia da prática pro-

os mais modernos programas de estágio e

à efetivação no prazo de até dois anos.

fissional e do esforço individual para o

por

aprendiz

al. Para os deficientes

“O CIEE oferece dois programas específicos – Pessoas com Deficiência e Aprendiz Legal para auxiliar jovens interessados em ingressar no mercado de trabalho”

com instituições de ensino que mostram as

auditivos o programa utiliza vídeobook. Exper - Nestes 47 anos

de

qual

o

jetivo

existência maior

do

ob-

CIEE?

desenvolvimento pessoal. Em seguida, a

últimas novidades da área acadêmica, au-

Exper - Quais os recursos que o CIEE

crença na união de esforços para solu-

xiliando-os na atualização de conhecimen-

utiliza para inserir as pessoas com de-

cionar problemas que o governo já não

tos e na inserção no mercado de trabalho.

ficiência no mercado de trabalho?

pode resolver. E, por último, mas não

As novidades serão anunciadas em breve.

Luiz Gonzaga Bertelli - O CIEE mantém

menos importante, a certeza de que as

desde 1999 o Programa CIEE para Pes-

ações de forte cunho de assistência so-

Exper - Desde o ano 2000, a Lei do

soas com Deficiência, que já promoveu a

cial, como as que empreendemos, direta

Aprendiz estabelece que empresas de

contratação de 8 mil estudantes com de-

ou indiretamente, levarão ao desenvolvi-

médio e grande porte devem ter jovens

ficiência mental ou física para estágio ou

mento nacional sustentável, pois um país

aprendizes entre seus colaboradores.

emprego efetivo em empresas que, mais do

nada mais é do que o reflexo de sua gente.

8 - Revista Exper


Revista Exper - 9


Capa

10 - Revista Exper

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O

Ministério da Fazenda reduziu as projeções oficiais de crescimento para a economia brasileira em 2011 e em 2012. Segundo a publicação Economia Brasileira em Perspectiva, as estimativas de expansão do Produto Interno Bruto

(PIB) foram atualizadas para 3,2% e 4,5%, respectivamente.

Na publicação anterior, divulgada em dezembro, o ministério apostava em cres-

cimento de 3,8% para 2011 e 5% para 2012. O resultado do PIB do ano passado será divulgado em breve pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para a Fazenda, o ritmo do crescimento da economia será mais intenso nos dois

próximos anos. O ministério prevê expansão de 5,5% em 2013 e 6% em 2014. Entre 2011 e 2014, a média de crescimento da economia será 4,8% ao ano, maior que a média dos 4,6% anuais registrados de 2007 a 2010. “Depois da acomodação em 2011, a economia brasileira vai se acelerar. Com investimentos tanto do setor privado, como do setor público, a média de expansão do PIB até 2014 deve ser superior à dos quatro anos anteriores”, avaliou o ministério. Mesmo com os ajustes, a previsão de crescimento está mais otimista que as estimativas do mercado.

Revista Exper - 11


Capa Segundo o boletim Focus, pes-

>>>>>> cialistas;

em bolsa de companhias como Microsoft,

quisa com analistas financeiros divulgada

8- no lugar da herança simples, a múltipla:

Yahoo! ou Amazon.com, na rapidez com

toda semana pelo Banco Central, o PIB

a integração da tecnologia química com

que alguns empresários digitais se tornam

deve encerrar 2012 com crescimento de

eletrônica, mecânica com eletrônica, far-

milionários e na valorização da criativida-

apenas 3,3%. A previsão para a inflação

macêutica com moda.

de em indústrias antes caracterizadas pela

oficial pelo Índice de Preços ao Consumi-

Tudo isso é muito ameaçador,

dor Amplo (IPCA) foi mantida em 4,7%

mas é muito promissor. Se uma empresa

Pensando bem, essa nova percep-

neste ano, perto do centro da meta, que é

de um ramo diferente da sua vai lançar um

ção do conhecimento não provoca assim

4,5%. A projeção é a mesma apresentada

produto concorrente, por exemplo, tam-

tantas mudanças na economia. Só duas:

pelo Banco Central no último Relatório

bém nada impede que a sua empresa inva-

muda o capital e muda o trabalho. No

de Inflação, lançado em dezembro. O nú-

da o terreno dos outros. Estes são dias de

mundo do conhecimento, eles estão fican-

mero, no entanto, está abaixo dos 5,29%

milagres e maravilhas, e não adianta cho-

do menos antagônicos e muito mais pa-

previstos pelas instituições financeiras no

rar.

recidos em seu funcionamento. Capital é

boletim Focus. Já que o futuro é incerto, os líde-

rotina da linha de produção.

cada vez mais o capital intelectual, capital Capital e trabalho

de relacionamentos, capital de marca, ca-

res sentem-se absolvidos da responsabili-

Não há como prever as transfor-

pital da informação. E trabalho é cada vez

dade de planejar. Esse “conforto perverso”

mações que nos aguardam. “Se tivéssemos

mais a capacidade de gerar e gerir ideias,

é a pior atitude para uma organização ado-

sabido onde olhar, mesmo nos anos 50 po-

de conectar-se a outros trabalhadores e a

tar. A proposta desta reportagem, é tirar a

deríamos ter visto a mudança de valor do

clientes.

sua empresa e a sua carreira dessa zona de

capital para o conhecimento”, diz o antigo

Isso altera tudo. Não apenas vão

conforto.

executivo da Shell Arie de Geus.”Isso fi-

surgir novas empresas, mais digitais, não

Quando se abandonam algumas

cou visível no aumento de valor das com-

apenas vão surgir novos trabalhadores,

rotinas, o mundo pode parecer ameaçador.

panhias pobres de bens e ricas de cérebros

mais intelectualizados. Todo o mundo

E as rotinas estão definitivamente mudan-

e sociedades: firmas de auditoria interna-

corporativo terá de ser repensado, rees-

do. O guru C.K. Prahalad enumera oito

cionais, consultorias, propaganda e mídia.”

truturado, reinventado, desde as relações

grandes mudanças no ambiente corporati-

Essa mudança hoje se percebe na cotação

com empregados e fornecedores até o uso

vo: 1- ele passou de aconchegante a competitivo; 2- era local, virou global; 3- as empresas não competem mais com empresas similares a elas, mas com empresas totalmente diferentes; 4- as fronteiras industriais, que eram claras, são incertas; 5- no lugar da estabilidade, entrou a volatilidade; 6- em vez de intermediários, importa o acesso direto: a logística tem um papel cada vez maior; 7- em vez da integração vertical, os espe12 - Revista Exper


Fotos: Divulgação

Gilberto Gil e o sociólogo Manuel Castells

da tecnologia, o marketing e as práticas de contabilidade. O que você faz agora, qualquer que seja a sua empresa, vai sofrer mudanças profundas. Nesse mundo novo, pelo menos enquanto ele é assim tão novo, uma empresa gerar lucro pode ser um dado irrelevante. O que importa é a “conquista de espaço”, e como o impacto positivo do salário mínimo estimula as vendas nas regiões que contam com este pagamento como referência de renda do Norte e do Nordeste, não é por acaso que as redes varejistas buscam ampliar seus investimentos nestas praças. “A varejista, dona das redes Extra e Assaí, quer avançar

Itália medieval, as elites contratam exérci-

foi a primeira numa base mensal em três

no Nordeste, por meio de hipermercados e

tos particulares, os Estados nacionais per-

meses. Em 2011, o emprego industrial fe-

supermercados”, disse o presidente do Pão

dem poder e sentido, na medida em que já

chou com crescimento de 1 por cento, ain-

de Açúcar, Enéas Pestana.

não conseguem arrecadar impostos nem

da segundo o IBGE, menor do que a alta de

impor a lei.

3,4% registrada em 2010.

Uma sociedade pós-industrial?

“A característica mais marcante

As taxas de participação da força

Espera-se que em 2012 as mu-

de todos esses trabalhos prenunciadores

de trabalho da população adulta estão se

danças sejam profundas, que vários auto-

de uma sociedade sem emprego é que eles

elevando em todos os lugares em virtude

res referem-se a esse novo mundo como a

não oferecem dados rigorosos e coerentes

da incorporação sem precedentes das mu-

sociedade pós-industrial. Para o sociólogo

para suas afirmações, contando com recor-

lheres no mercado de trabalho.

Manuel Castells, é bobagem. “Enquanto

tes soltos de jornais, exemplos aleatórios

teorizamos sobre o pós-industrialismo,

de empresas de alguns países e setores e

dado mais preocupante: uma característica

percebemos que estamos vivendo uma das

argumentos do senso comum sobre o im-

da economia de hoje é que, quando a pro-

maiores ondas de industrialização da his-

pacto dos computadores no emprego”,

dução cai, o nível de emprego também cai,

tória, se utilizarmos um indicador simples

afirma Castells, um intelectual respeitado

como sempre foi, mas, quando a produção

como o número absoluto de trabalhadores

que se esmerou em 12 anos de pesquisa

volta a subir, já não é mais automática a

do setor industrial”, afirmou.

para escrever seu trabalho sobre a era da

volta dos empregos, graças aos ganhos de

Uma mesma ideia alimenta tanto

informação. “De fato, o trabalho e o em-

produtividade. Como aponta Castells, a

os cenários otimistas quanto os pessimistas

prego passam por transformações, mas

questão não é que o emprego esteja aca-

sobre o pós-industrialismo: a ideia da au-

o número de empregos remunerados no

bando, mas sim que ele está mudando.

tomação, do progresso tecnológico, junto

mundo, apesar da situação difícil está em

Primeiro, está mudando geograficamente,

com a concentração de produção nas mãos

expansão. O emprego na indústria do Bra-

para onde é mais barato, por efeito da glo-

dos grandes conglomerados e o fim das

sil teve variação positiva de 0,2% em de-

balização e da desregulamentação. Em se-

barreiras de proteção a indústrias locais.

zembro sobre novembro, informou o Ins-

gundo lugar, o emprego está mudando de

No cenário pessimista, os ricos ficam mui-

tituto Brasileiro de Geografia e Estatística

natureza. Há um trabalho mais inteligente

to mais ricos e os pobres ficam na miséria,

(IBGE). Ante igual mês do ano passado,

em campo, e a mão de obra tradicional está

as cidades voltam a ser muradas como na

houve baixa de 0,4%. A alta de dezembro

ficando sem opção.

Quanto aos empregos, há um

Revista Exper - 13


Capa

>>>>>>

Oportunidades para amenizar

timentos no Brasil. A viagem ao Oriente

No quarto trimestre do ano pas-

a dor o passado

Médio aconteceu num momento em que os

sado, o indicador da CNI recuou 0,6 ponto

governos da região buscam oportunidades

percentual ante o trimestre imediatamente

de investimento nos países emergentes.

anterior. Na média de 2011, conforme a

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, viajou para à Arábia Saudita e

Os temas de interesse dos ára-

confederação, também houve uma que-

aos Emirados Árabes em busca de inves-

bes são: segurança alimentar, turismo e

da de 0,1 ponto percentual com relação

timentos e negócios para o Brasil.

hotelaria, autopeças e fontes de energia

a 2010. O dólar valorizado foi, mais uma

À frente da missão empresarial da

renováveis. Nos dois países, o ministro

vez, apontado como principal responsável

Agência Brasileira de Promoção de Expor-

fez convites às autoridades locais para a

pelo desaquecimento do setor industrial.

tações e Investimentos (Apex), Pimentel

Conferência das Nações Unidas Rio + 20,

“A valorização da moeda vem desde 2005

foi a Dubai, Abu Dhabi e Riad acompa-

outro tema que entrou na pauta.

e é um problema para o país, pois acirra

nhado de representantes de 47 empresas

Essas oportunidades são bem-

a competição com produtos estrangeiros”,

dos setores de construção civil, material de

vindas uma vez que a indústria brasileira

disse. “A valorização do real tem sido um

construção, defesa e alimentos e bebidas

operou, no mês de dezembro, com uma

fator crítico para a indústria.”

em busca de novos mercados para os pro-

média de 81,3% da sua capacidade insta-

dutos brasileiros.

lada, segundo o documento Indicadores

Expectativa para 2012

Além de fazer negócio com em-

Industriais divulgado hoje pela Confede-

As previsões tendem a ser de

presários dos Emirados Árabes e da Ará-

ração Nacional da Indústria (CNI). O re-

crescimento para este ano, mas as ações in-

bia Saudita, os brasileiros apresentou seus

sultado ficou abaixo do piso do intervalo

ternas que foram ou venham a ser adotadas

produtos e serviços a potenciais compra-

calculado pelos economistas ouvidos pelo

pelo Brasil têm limitações. A conjuntura

dores do Omã, Catar, Bahrein, Líbano e

AE Projeções, que ia de 81,4% a 82%. O

da economia mundial continua a ser um fa-

Kuwait.

desempenho é 0,1 ponto percentual infe-

tor determinante para o sucesso industrial.

Além das ações de promoção co-

rior ao nível de utilização da capacidade

Segundo Flávio Castelo Branco,

mercial, o ministro foi se reunir com au-

instalada de novembro, que estava em

gerente-executivo da Unidade de Política

toridades dos países para tratar de inves-

81,4%.

Econômica da CNI, entre as medidas ado-

Fotos: Divulgação

tadas pelo governo brasileiro, no final do ano passado, que podem gerar dados positivos este ano estão a desoneração tributária de alguns produtos como os automóveis e a implantação do Plano Brasil Maior. Esse plano prevê aumentar, até 2014, a competitividade da indústria nacional, a partir do incentivo à inovação tecnológica e à agregação de valor. Essas ações vão levar “a uma redução nas importações e vão amenizar um quadro que estava muito difícil, por exemplo, produtores domésticos de automóveis”, afirmou Flávio Castelo Branco. Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel 14 - Revista Exper

Apesar disso, ainda há fatores preocupantes, como a valorização da mo-


eda brasileira e o pouco avanço na agenda de longo prazo da competitividade, agenda esta que poderia se tornar mais concreta, de acordo com Flávio Castelo Branco, com ações como desoneração tributária, redução de custos de mão de obra, melhoria de infraestrutura e logística. Além disso, o ideal, comenta o economista, é “tornar o produto brasileiro mais diferenciado para ter seu próprio nicho de mercado, através da inovação e da melhoria da produtivida-

Executivo da CNI, Flávio Castelo Branco

de e qualificação de mão de obra”.

Podemos utilizar como exemplo a

Mitutoyo, que inova constantemente seus produtos, introduzindo novas tecnologias

imprescindível introduzir inovações nesses

dendo assim ser competitivo mundialmen-

adquiridas no mercado ou desenvolvi-

produtos para enfrentar o acirrado mercado

te aliado à um custo/benefício adequado

das por seus próprios recursos. “Desde o

mundial, levando em consideração o custo e

ao cliente. Prova disso é a aceitação desse

projeto até a concepção dos produtos, al-

a qualidade” segundo o presidente da Mitu-

produto mundialmente da Ásia à Europa e

mejamos mitigar os erros por parte do ser

toyo, Takashi Mizutani.

todo o Continente Pan Americano.

humano no processo produtivo, ou seja,

fazê-lo a prova de falhas. Isto é uma inova-

volveu um novo equipamento para medi-

ques, os setores mais promissores são o de

ção no como pensar na concepção inicial

ção de dureza em materiais, ao qual foram

construção civil com evidente influência

de um produto. Temos a responsabilidade

introduzidas neste novo projeto inovações

na preparação para a Copa do Mundo e

de desenvolver e fabricar produtos que são

em sua estrutura funcional de modo a me-

Jogos Olímpicos e o de máquinas e equi-

comercializados em todo o mundo, e faz-se

lhorar sua qualidade e confiabilidade po-

pamentos. A redução da taxa básica de

Recentemente a Mitutoyo desen-

Para o economista Nilton Mar-

juros e o aumento dos investimentos em infraestrutura podem ajudar a normalizar o crescimento, avalia o economista.

Apesar da subutilização do par-

que industrial, analistas avaliam que o país tem boas chances de fechar 2012 com saldo positivo, a depender da conjuntura internacional.

O faturamento real da indústria

de transformação cresceu 5,1% no acumulado do ano passado em relação a 2010. Após o ajuste de sazonalidade, a CNI identificou que o faturamento real do setor recuou 2,7% em dezembro na comparação Presidente da Mitutoyo, Takashi Mizutani.

com o mês anterior, mas teve alta de 3,8% em dezembro de 2011 ante o mesmo mês Revista Exper - 15


Capa de 2010.

>>>>>> cresceu 12,2% em dezembro ante novem-

mos e integrantes de equipe, e os gerentes

A CNI divulgou ainda que o indi-

bro do ano passado. O rendimento médio

devem delegar mais, mas também contro-

cador cresceu 1,9% no quarto trimestre do

real subiu 3% no ano passado em relação

lar mais. Fácil, não?

ano passado em relação ao trimestre ante-

ao anterior. De acordo com a CNI, esse é o

Uma pesquisa da Arthur D. Little,

rior, já descontada a sazonalidade do perí-

maior crescimento anual do indicador des-

feita com 2800 executivos de várias em-

odo. “Em 2011, a indústria de transforma-

de o início da série, em 2006. Na compa-

presas, identificou as principais tensões a

ção registrou clara dificuldade de reação”,

ração entre dezembro de 2011 e dezembro

que eles se sentem submetidos:

identificaram técnicos da entidade.

de 2010, o rendimento médio real avançou

O mercado de trabalho industrial

5,4%. Para os técnicos da entidade, esse

seguiu positivo em 2011, com um cres-

bom resultado é explicado pelo pagamen-

cimento de 2,2% no número de vagas na

to do 13º salário, participação nos lucros e

comparação com 2010. Em dezembro,

outros benefícios de final de ano.

• Têm que pensar a longo prazo, mas devem mostrar resultados imediatos; • São cobrados por inovação, mas não podem perder eficiência; • Devem pensar em escala global,

houve aumento de 0,6% no emprego do se-

mas não podem perder de vista as respon-

tor na comparação com dezembro de 2010

Deu a louca no mundo

e alta de 0,4% ante novembro de 2011, nú-

Parece que os executivos estão

mero já dessazonalizado.

sabilidades locais; • Têm que colaborar, mas tam-

liderando o campeonato da tensão. Basi-

bém competir;

A massa salarial dos empregados

camente, porque não sabem como atender

do setor registrou uma expansão de 5,2%

a todas as expectativas criadas pelo novo

no ano passado na comparação com 2010

mundo dos negócios: as empresas preci-

• Devem trabalhar em equipe,

e de 6% em dezembro ante dezembro de

sam ser globais e locais, pequenas e gran-

mas são cobrados por sua responsabilidade

2010. Para este dado, não é fornecido o re-

des, centralizadas em alguns momentos e

individual;

sultado dessazonalizado de novembro para

descentralizadas em outros. Os funcioná-

dezembro. Sem o ajuste, a massa salarial

rios têm que ser ao mesmo tempo autôno-

podem deixar de seguir os padrões.

Segundo Leila Navarro, “Não é segredo

tros. Um caso que considero típico é o de

Maior, lançado pelo governo, ainda é mui-

para ninguém que apostar no diferencial

um gerente de compras que andava de-

to modesto, estamos vivenciando a substi-

profissional é a chave para uma carreira

sanimado com a falta de perspectivas de

tuição do produto nacional pelo importa-

bem-sucedida. O problema é que muitas

carreira, apesar de todos os esforços que

do. O país está bom para vender, mas não

pessoas têm dificuldade em reconhecer o

fazia para manter-se competitivo. Em um

está competitivo para produzir. Todavia,

que têm de diferente, já que estão muito

desabafo com o chefe, disse que estava

é possível que com os ajustes cambiais o

acostumadas a se comparar com os ou-

pensando em mudar de área – e o chefe,

câmbio brasileiro volte a se desvalorizar”.

• Têm que fazer os negócios crescerem, mas sem perda de desempenho;

• Têm que ser flexíveis, mas não

rio, argumentou: “Você tem futuro aqui, é o melhor negociador deste departamento”. A conversa serviu para indicar ao gerente de compras qual era o diferencial dele. A

Fotos: Divulgação

preocupado em manter um bom funcioná-

partir daí, investiu em sua habilidade de negociador, mudou para a área de vendas e sua carreira enfim deslanchou”. Já para Sueli Segura, diretora da Leila Navarro 16 - Revista Exper

RS Produtos Controlados, “o Plano Brasil

Sueli Segura


Revista Exper - 17


Destaque Empresarial

>>>>>>

Há 36 anos, a AUNDE Brasil atua na busca contínua da inovação Fotos: Divulgação

revestimento interno de veículos - bancos, forro para teto e laterais de portas. Através de constante pesquisa e desenvolvimento, profissionais qualificados monitoram a qualidade e as características dos produtos, fazendo com que a empresa seja reconhecida junto às montadoras por sua capacidade instalada, tecnologia e qualidade. Os tecidos acoplados à espuma, assim como outros materiais do tipo vinil e couro, são cortados e costurados em linhas de montagem, segundo as especificações e padrões dos clientes. Pioneira no corte pelo sistema CAD/CAM, de alta precisão na

A

reprodução eletrônica de moldes, a AUNchter & Ebels, nome de origem

melhores fornecedores de materiais têxteis

DE Brasil obtém melhor aproveitamento

da AUNDE, começou a cons-

do mundo nas especialidades em que ope-

e rapidez na produção, fornecendo a seus

truir sua história no segmento

ra, principalmente no setor automotivo.

clientes lotes de confeccionados pelo sis-

O Grupo AUNDE é detentor de

têxtil em 1899, produzindo inicialmente tecidos para vestuário.

três marcas mundiais: AUNDE, ISRI e ESTEBAN

Na década de 20, iniciou a fabri-

tema just in time, além de peças cortadas para aplicação industrial, tais como blanks para painéis de porta e tetos.

cação de tecidos para o interior de automó-

A empresa investe constantemen-

A costura é realizada em moder-

veis se tornando uma grande fornecedora

te em pesquisas, equipamentos de última

nas oficinas planejadas para operar como

para o mercado automobilístico. A globa-

geração, desenvolvimento de matérias-pri-

células em linha de montagem, com versa-

lização chegou cedo para a AUNDE. A

mas e na formação de seus colaboradores.

tilidade para fabricar confeccionados com

fundação da AUNDE Brasil foi em 1976,

Assim, trabalha para continuar evoluindo e

espuma e outros materiais para empresas

portando em 2012 comemoramos 36 anos

conquistando, a cada novo dia, a preferên-

de outros segmentos, como decoração,

de existência no Brasil.

cia de todos, garantindo sucesso no mer-

filtros especiais e sacos para lavagem de

cado mundial em todos os segmentos que

roupas e lençóis de uso hospitalar. Um ri-

atua.

goroso processo de controle de qualidade

A AUNDE com tecidos e capas, está presente na Alemanha, Luxemburgo,

atesta o padrão das peças produzidas, bem

Espanha, Portugal, Bélgica, França, Méxi-

A AUNDE Brasil oferece 3 tipos

co, Brasil, África do Sul, Itália, Tailândia,

de produtos. Os tecidos para automóveis

Turquia, Índia, Austrália, Polônia, Hun-

são produzidos com matéria-prima de

O processo de espumação contí-

gria, China e nos Estados Unidos com um

ponta e seguem os mais rigorosos padrões

nua e máquina de corte de última geração

escritório de desenvolvimento e vendas. É

de qualidade. Isso faz com que a empre-

garantem a liderança da AUNDE Brasil

reconhecido pelo mercado como um dos

sa seja líder na fabricação de tecidos para

em diversos segmentos do mercado de es-

18 - Revista Exper

como a resistência da costura.


pumas de poliéster e poliéter. As espumas

trabalho voluntário de seus colaboradores

os íntegros e conscientes de seus direitos e

são produzidas especialmente para atender

que compõem o Grupo AUNDE Cidadã,

obrigações.

as especificações técnicas exigidas por

é parceira em programas sociais ligados à

seus clientes. O investimento permanente

infância e juventude. Assim, contribui de

ambiente e assegura o compromisso da

em pesquisas permite a AUNDE Brasil

forma eficaz para a formação de indivídu-

empresa com o desenvolvimento sustentá-

A AUNDE Brasil respeita o meio

desenvolver produtos diferenciados e de

vel. Suas instalações são dotadas de equi-

alto valor agregado.

pamentos e sistemas que controlam ade-

A Divisão Espumas da AUNDE

quadamente todas as emissões de resíduos

Brasil se orgulha de ter sido a primeira a

industriais: líquidos, sólidos e gasosos.

receber a certificação ISO 14001 no Brasil.

versos produtos com matéria-prima reci-

Hoje é certificada pelo IMS (In-

A AUNDE Brasil já fornece di-

tegrated Management System) que abran-

clada, como fios de garrafas Pet.

ge as normas ISO TS16949 - Qualidade,

ISO14001 - Ambiental e a OHSAS18001

za o CFC na produção de seus produtos,

- Saúde e Segurança Ocupacional.

isso significa que onde houver um colchão

Ciente de seu papel social, desen-

ou estofado desenvolvido com as espumas

volve ações junto à comunidade obtendo

AUNDE Brasil, há mais respeito pela na-

excelentes resultados. A empresa, com o

tureza e pela vida.

A divisão de Espumas não utili-

Revista Exper - 19


Toque de Estilo

>>>>>>

Soluções sustentáveis com LEDs Arquiteto Wilson Toledo

Um dos fundadores da Obra Prima, primeira associação de lojas de construção, acabamento e decoração do Alto Tietê.

Foto: Diego Barbieri

Possui um escritório de arquitetura e interiores WH, junto com sua sócia Hilse Martinez, onde se dedica a sua paixão: retratar o perfil da pessoa no ambiente que ele vai morar ou trabalhar. A técnica é simples e seu talento pode ser visto em toda a região.

E

ficiência energética e o respeito

LED (Light Emitting Diode) que é um fino

sejam mais caras que as lâmpadas conven-

pelo meio ambiente são valores

semi-condutor protegido por uma camada

cionais, as mesmas oferecem economia no

essenciais para todos nós. As so-

de plástico que ajuda a direcionar o foco de

longo prazo e novas possibilidades de luz

luz.

para sua decoração de interiores. As lâm-

luções com LED nos proporcionam um passo importante para atingir nossos va-

Com grandes vantagens em rela-

padas LED foram desenvolvidas conside-

lores. Ao avaliar a sustentabilidade que os

ção às lâmpadas tradicionais os LEDs são

rando as necessidades do consumidor, com

LEDs proporcionam, o primeiro aspecto

sofisticados e permitem ao consumidor uti-

a criação de um design ideal para vários

que vem à mente é o baixo consumo de

lizá-la da melhor maneira na decoração de

ambientes e garantindo uma vida útil de

energia, mas há muitos outros, inclusive

sua residência ou comércio aliando tecno-

25 anos maior que as lâmpadas incandes-

a redução de resíduos, a possibilidade de

logia, design e sustentabilidade como alta

centes, consumindo apenas uma pequena

reciclagem, o uso de menos materiais e re-

qualidade de luz, baixa emissão de calor o

fração de energia.

cursos, e o efeito nas construções.

que vamos e venhamos nos traz economia

A Philips uma das mais moder-

Dona de um design sustentável, a

comparada as convencionais incandescen-

nas no setor oferece novas possibilidades

iluminação com LED e utilizando menos

te e halógenas e com economia de até 80%

em luz residencial com lâmpadas de LED

energia do que outras soluções, tem uma

de energia, e uma longa duração em média

de alta qualidade, que proporcionam am-

durabilidade maior, o que quer dizer me-

20.000 a 25.000 horas que podem ser tra-

bientação e conforto para interiores através

nos trocas e com isso menos resíduos além

duzidas em 25 anos sem necessidade de re-

de cores vividas e possibilidades de jogos

de não conter mercúrio o que possibilita

posição, redução do custo de manutenção

de luz, cenografias, criação de ambientes,

instalar em luminárias especiais projetadas

com o aumento de vida, ligamento instan-

dentre outras infinidades de aplicações.

para fácil desmontagem e reciclagem.

tâneo sem risco de danos a lâmpada já que

No seu projeto de iluminação e decoração

Os LEDS vieram para transfor-

os LEDs não usam filamento de tungstênio

consulte um representante de lâmpadas

mar a indústria da iluminação abrindo no-

como as lâmpadas convencionais, gerando

LEDs e torne o seu projeto ainda mais bo-

vas oportunidades para melhorar a nossa

luz através de uma corrente elétrica que

nito, econômico e com a certeza que você

qualidade de vida. LED quer dizer Diodo

passa pelos diodos.

está contribuindo para um mundo melhor e

Emissor de Luz passando para o inglês 20 - Revista Exper

Embora as lâmpadas LED ainda

mais sustentável.


Obra Prima fechou 2011 em festa

A

Fotos: Divulgação

associação de lojista da área da construção e da decoração, OBRA PRIMA CLUB encerrou

com chave de ouro o ano de 2011 prestigiando os profissionais da arquitetura, designers e da engenharia que mais se destacaram neste ano na região do Alto Tiete.

O encontro muito elegante como

sempre aconteceu em clima de jantar e muita descontração no concorrido restaurante Figueira Rubayat nos Jardins em São Paulo onde 12 dos mais destacados profissionais foram homenageados.

Os arquitetos Marina Alcoba, Ra-

quel Miyatake e Maurício Cabral ganharam cada um, uma viagem a Las Vegas nos Estados Unidos e outros nove profissionais dentre eles: engenheiro e decoradores

Marina Alcoba, Eduardo Miyatake, Raquel Miyatake,Thelma Tonoli e Maurício Cabral

também foram devidamente premiados e tornaram-se as estrelas deste encontro memorável e inesquecível.

Neto Pereira e Hilse Martinez

José e Rosana Cecin

Celso Tolentino, Wilson Toledo e Tom Maluf

Ricardo Pasquali e Aldara Bolanho F. Almeida

Mauro Rossi e sua esposa Nil Rossi

Luciana Pereira e Yeda Pereira Revista Exper - 21


Economia

>>>>>>

Um em cada cinco produtos consumidos em 2011 foi importado

P

raticamente um em cada cinco

maior alta de consumo de importados na

O gerente-executivo da Unida-

produtos industriais consumidos

produção – 17,8 pontos percentuais – al-

de de Política Econômica da CNI, Flávio

no Brasil em 2011 foi importado,

cançando 76,7% do total de insumos usa-

Castelo Branco, atribuiu o recorde no co-

dos no ano passado.

eficiente de penetração das importações à

nível recorde. O coeficiente de penetração de importações, que considera tanto o consumo final das pessoas quanto o de insumos pela indústria, mostra que 19,8% dos bens industrializados no país vieram de fora. As informações são da pesquisa Coeficientes de Abertura Comercial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O recorde de 19,8% da participação de importados no mercado brasileiro no ano passado representou uma alta de dois pontos percentuais sobre o coeficiente de penetração das importações de 2010. Dos 27 setores industriais analisados, 21 registraram elevação no coeficiente de 2011 frente a 2010. Os segmentos com maior crescimento foram ópticos, informática e eletrônicos – sobretudo equipamentos de comunicação, como celulares – derivados de petróleo e biocombustíveis. A participação de insumos importados na indústria brasileira – matérias primas, máquinas e equipamentos - também bateu recorde, com 21,7% em 2011. O valor foi 2,6 pontos percentuais maior que em 2010 e 0,4 ponto percentual acima do registrado em 2008, ano do recorde anterior da série. Para 24 dos 27 setores analisados, houve aumento nesse coeficiente. Os segmentos de informática, eletrônicos e ópticos foram também os que tiveram a

22 - Revista Exper


valorização cambial, ao consumo interno, aos incentivos do ICMS às importações e aos chamados custos sistêmicos, como a elevada carga tributária, a infraestrutura deficiente e os juros altos. Prevê que a tendência é este coeficiente aumentar em 2012. “Se nada for feito para atenuar os custos sistêmicos, o quadro deve se agravar, com o crescimento da economia sendo limitado pelo baixo desempenho da indústria este ano”, assinalou. ALTA NAS EXPORTAÇÕES – Segundo a pesquisa da CNI, elaborada em parceria com a Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), o co-

Executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco

eficiente de exportação foi rigorosamente idêntico ao de importações. A participação das exportações no valor da produção da indústria foi de

equipamentos e têxteis.

almente, sinaliza se uma desvalorização do

iguais 19,8% em 2011, representando um

A participação das exportações

real trará impacto positivo ou negativo para

crescimento de dois pontos percentuais

no valor da produção da indústria de trans-

o setor, considerando o aumento da receita

na comparação com 2010. Foi o segundo

formação está, contudo, 6,6 pontos percen-

com exportação em reais e o crescimento

aumento anual consecutivo no coeficiente

tuais abaixo do valor do recorde da série,

do custo em reais dos insumos importados.

de exportação. No entanto, destaca o estu-

em 2004. Já o coeficiente de exportação

Coeficientes acima de zero mostram que

do, o índice está abaixo do valor recorde

da indústria extrativa, que é altamente ex-

a desvalorização da moeda brasileira tem

de 2004, quando a participação das vendas

portadora, caiu 0,7 ponto percentual, che-

impacto positivo para o setor e, abaixo de

externas no valor da produção industrial

gando a 73,8%, quando foi de 74,5%, em

zero, o impacto é negativo. Quando há va-

atingiu 22,9%.

2010. O valor registrado em 2010 foi o re-

lorização cambial, o coeficiente de expor-

corde da série.

tações líquidas acima de zero representa

Na indústria de transformação – segmento que concentra maior inova-

IMPACTOS DO CÂMBIO –

ção tecnológica, maior valor agregado e

Além do coeficiente de insumos impor-

O coeficiente de exportações lí-

tados da indústria

quidas da indústria ficou em 9% no ano

brasileira, a segunda

passado, prejudicando a maioria dos seg-

edição da pesquisa

mentos industriais, já que houve aprecia-

trimestral Coeficien-

ção do real em 2011, em vez de desvalori-

tes de Abertura Co-

zação. Entre os 21 segmentos da indústria

mercial, lançada em

de transformação avaliados, 11 ficaram

novembro

último,

com coeficientes acima de zero. Os mais

trouxe outro novo

prejudicados pela valorização cambial fo-

mentos que tiveram melhor evolução na

indicador: o coeficiente de exportações lí-

ram os de fumo, com coeficiente de 42,1%,

proporção das vendas externas no valor

quidas da indústria.

couros e calçados (17,9%) e alimentos e

melhor

remunera-

ção de mão de obra -, o coeficiente de exportação cresceu 1,1 ponto percentual em relação a 2010, atingindo 15% no

“Os segmentos de informática, eletrônicos e ópticos foram também os que tiveram a maior alta de consumo de importados na produção”

ano passado. Os seg-

da produção foram metalurgia, máquinas e

O índice, que será divulgado anu-

prejuízo.

bebidas (16,6%). Revista Exper - 23


Logística

>>>>>>

Suzanlog oferece soluções para todos os modais e segmentos

A

s empresas, não importa o setor

de, que movimenta cerca de R$ 17 bilhões

lhores práticas, tendências e perspectivas

de atuação, estão envolvidas de

no mercado nacional, trabalha com a in-

futuras de cada modal de transporte e das

alguma forma com a logística.

teligência no recebimento, manipulação e

cadeias de distribuição de cargas no País, o

Elas precisam manter em equilíbrio o ma-

distribuição de produtos em todo o país.

maior evento das Américas sobre logística,

labarismo envolvendo estoques, distribui-

Seu impacto é decisivo para o custo final

transporte de cargas e comércio exterior,

ção, compras, etc. Inclua nessa equação

dos produtos que chegam às prateleiras

a Intermodal South America 2012 garan-

a automação, cada vez mais presente nas

das lojas ou diretamente ao consumidor. O

tirá um espaço exclusivo para estes deba-

indústrias.

setor reúne cerca de 160 empresas e gera

tes. As conferências da Intermodal 2012

Segundo Edgar Gangi, diretor da

mais de 100 mil empregos diretos e indi-

acontecerão simultaneamente à feira, entre

Suzanlog, “a importância da logística tem

retos no país, segundo a Associação Brasi-

os dias 09 e 12 de abril, no Transamérica

aumentado consideravelmente em pratica-

leira de Logística (Abralog), é reconhecido

Expo Center, em São Paulo/SP.

mente todos os setores. O seu crescimento

pela importância para a expansão e o bom

contínuo tem demonstrado grande força no

andamento dos negócios.

E nesse ambiente promissor e movimentado que a Suzanlog Logística

nosso país, principalmente no que se refere

Em relação ao uso de contrato

vem se destacando na região. “Com apoio

ao gerenciamento do tempo e dos recursos

formal entre indústria e transportadora,

logístico de vários centros estratégicos de

necessários para a produção e movimen-

o aumento é expressivo: no ano de 2002

distribuição e armazenagem em todo terri-

tação”. Neste novo cenário da economia

só 54% das indústrias assinavam acordos

tório nacional, a Suzanlog oferece solução

mundial pós-crise, as atividades que en-

formalizados, em 2011 este número saltou

de logística para todos os modais e seg-

volvem a logística têm desenvolvido um

para 94%. As empresas também estão exi-

mentos do parque industrial brasileiro, tor-

papel fundamental para a redução dos

gindo maior qualidade dos caminhões. O

nando a logística mais viável e com custos

custos e para o aumento da competiti-

percentual de empresas que limita a idade

diferenciados”, salienta, Diogo de Araújo,

vidade entre as empresas.

máxima da frota da transportadora já che-

diretor da Suzanlog.

Essa ativida-

ga a 61% (os veículos devem ter 7,7 anos).

A Suzanlog Logística é uma em-

Logística em destaques nas

presa estruturada para atender as neces-

conferências da Intermodal 2012

sidades logísticas de seus clientes. Com

Com o objetivo de abordar

as

me-

uma infraestrutura de grande porte, possuímos know-how em operações logísticas de diversos segmentos. Destacamos a área de tecnologia como um dos principais diferenciais de qualidade e eficiência em nossas operações. Com sistema de WMS em Rádio Frequência, possuímos armazenagem verticalizada com endereçamento dinâmico de nossas 12.000 posições palete de armazenagem. A Suzanlog conta com uma área

24 - Revista Exper


de armazenagem de 40.000 m², sendo destes 10.000 m² verticalizados. Possuímos áreas de armazenagem compartimentadas que variam de 1.500 m² a 10.000 m², proporcionando maior segurança e melhor controle de acesso aos produtos e materiais armazenados. Contamos com apoio de sistemas de segurança com central 24 horas, alarmes de incêndio e circuito de CFTV. Nossos serviços são: Armazenamento

Realizamos a armazenagem de

diversos tipos de produtos. Possuímos li-

Distribuição

regamento do container liberado pela empresa. Estrutura completa para realizar o

despacho aduaneiro de suas exportações.

entregas a clientes, redes varejistas e trans-

Importação

cenças de funcionamento da ANVISA e da

Especializados em distribuição de

portes específicos entre unidades fabris.

Recebemos sua carga de Impor-

Transporte e montagem de kits promocio-

tação, armazenamos o produto de acordo

nais. Todos os serviços são prestados dentro

Estufagem de Container. Conso-

com as especificações e realizamos a en-

dos mais rigorosos padrões de segurança e

lidação da carga a ser exportada e o car-

trega na data e hora definidas pelo cliente.

de confiabilidade.

CETESB.

Exportação

ARMAZENAGEM - TRANSPORTE - DISTRIBUIÇÃO PALETIZAÇÃO - EMBALAGEM - CONFECÇÕES DE KITS IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO

11 4745 5555 www.suzanlog.com.br Suzanlog Logística - Rua José Sanches Marin, 700 - Jd. Colorado - Suzano - SP - CEP 08616-770 Revista Exper - 25


Ponto de Vista

>>>>>>

Tecnologia e horário de trabalho Dr. Epaminondas Nogueira Mogi das Cruzes - Av. Narciso Yague Guimarães, 664, Centro Cívico – Tel: (11) 4799-1510 São Paulo – Barra Funda Rua do Bosque, 1589 – Ed. Capitolium, Bl. II,

A

Conj. 1207 - Tel: (11) 3392-3229

duração do trabalho, conforme

a été observée (art. 5 à 11), on se fonde no-

o art. 74 da CLT, desde 1943, é

tamment sur:

matéria de ordem publica cujas

a. les indications enregistrées par le tachy-

conhecido de longa data, por exemplo, nos

prescrições devem ser observadas literal-

graphe numérique et les inscriptions figu-

países mais adiantados nos quais o tem-

mente. O horário constará de quadro, con-

rant sur les disques d’enregistrement du

po das consultas é medido por aparelhos

forme modelo do Ministério do Trabalho,

tachygraphe;

chamados minuterias, acionadas quando o

afixado em local visível e com a discrimi-

b. les indications enregistrées par le ta-

profissional começa a ter o contato com o

nação de todos os empregados, mais ainda

chygraphe numérique et les impressions

consulente até o encerrar o atendimento e

serão anotados nos registros dos emprega-

papier, datées et signées par le conducteur;

cobra sobre isso.

dos, inclusive, com as alterações decorren-

c. les cartes de tachygraphe (art. 13a, al. 1);

É uma forma de se medir o traba-

tes de acordos ou contratos coletivos.

d. les données sélectionnées, dans le res-

lho que tem peculiaridades interessantes.

A partir de mais de dez trabalha-

pect de l’intégrité des données, provenant

Notem que o profissional mais capacitado

dores deverá ser, obrigatoriamente, anota-

du tachygraphe numérique et des cartes de

encontrará as respostas pedidas em menos

da a entrada e saída por registro manual (li-

tachygraphe, et transférées sur des sup-

tempo e para não receber menos do que os

vro de ponto), mecânico (relógio de ponto)

ports de données externes;

menos capazes terá que aumentar o valor

ou eletrônico, tudo conforme instruções

e. les inscriptions portées dans le livret de

do seu tempo.

do Ministério do Trabalho. Na hipótese de

travail;

trabalho fora do estabelecimento o horário

f. les inscriptions faites dans les rapports

ser realizado a longas distâncias, inclusi-

constara de ficha ou papelete em seu poder,

journaliers à l’usage de l’entreprise et les

ve, no exterior. A tendência irreversível

i.e. do empregado com mais as exigências

données des horodateurs de l’entreprise;

é a realização de trabalho fora do estabe-

do paragrafo 1º.

g. les inscriptions figurant dans le registre

lecimento porque são vários itens econo-

de la durée du travail, de la conduite et du

mizados; espaço da empresa; agua; luz;

repos.

segurança; estacionamento; transporte;

Este rigor não é exclusividade da nossa legislação. No direito comparado se

pleta até dos segundos. O trabalho medido pelo tempo já é

Além disso, esse trabalho pode

observa a mesma orientação como se pode

A tecnologia acresceu o horário

ver pelo art. 13 do Código do Trabalho da

de trabalho fora do estabelecimento, eis

Republica Francesa que reza:

que pode ser realizado por telefone, fax,

O custo e a eficácia do controle

Art. 13 Moyens de contrôle

e-mail etc. O controle da duração do traba-

hoje imposto pelo Governo Federal, por

Pour contrôler si la durée de la

lho executado através do e-mail é simples,

enquanto, só reverterão de modo mediato

conduite, du travail, des pauses et du repos

pois, os aparelhos fornecem a relação com-

em proveito da fiscalização.

26 - Revista Exper

alimentação; acidentes do trabalho com repercussões civis, etc.


Revista Exper - 27


Exper News

>>>>>>

Ex-CEO da divisão de games da Sony assume presidência geral “Kaz é um executivo globalmente

Entertainment, Kazuo Hirai, famoso pelo

focado para quem a tecnologia e a ‘nuvem’

bordão “Riiiiidge Raaacer”, assume a par-

são territórios familiares, conteúdo é alta-

tir do dia 1º de abril o cargo de presidente

mente valorizado e transformações digitais

da Sony. Howard Stringer, que continua

são uma segunda natureza”, disse Stringer,

assumindo o cargo até a data, se tornará

em nota, sobre o futuro novo presidente da

conselheiro da companhia, substituindo Yotaro Kobayashi, que já prepara sua aposentadoria. A promoção já estava sendo especulada há algum tempo pela mídia.

Fotos: Divulgação

O presidente da Sony Computer

companhia. “Acredito que sua resistência e liderança será de grande benefício para a companhia e seus consumidores nos próxi-

Hirai esteve no comando da Sony

ter ajudado o PlayStation 3 a ganhar força

mos meses e anos. Estou ansioso para aju-

Computer Entertainment nos últimos anos,

após um início um tanto desastroso para o

dar Kaz de todas as formas que eu puder

desde que Ken Kutaragi, “pai” do PlaySta-

console, se tornou presidente executivo da

para que essa sucessão leve inevitavelmen-

tion deixou seu cargo em 2006. Depois de

Sony, em 2009.

te ao sucesso.”

Brasileiro assume a Anheuser-Busch

Mc Donald’s testa novo layout no Reino Unido

O brasileiro Luiz Fernando Ed-

a compra da Anheuser-Busch pela InBev

mond assumirá a presidência da Anheu-

(empresa criada pela fusão entre a belga

ser-Busch, maior cervejaria americana. O

Interbrew e a brasileira Ambev). Fechado

executivo substituirá Dave Peacock, que

em 2008, o negócio resultou na maior cer-

O McDonald’s está em fase de

ocupava o cargo há quatro anos. Edmond

vejaria do mundo, a A-B InBev. Peacock

testes de um ambiente mais familiar para

é o atual presidente da companhia para a

trabalhava na A-B desde 1992 e continuará

suas lojas no Reino Unido. O restaurante

região da América do Norte e já foi CEO

prestando serviços à empresa como consul-

piloto do novo conceito fica na cidade de

da Ambev. Ele passará a acumular as duas

tor.

Milton Keynes. A saída de Peacock significa que

O layout prioriza as áreas de la-

As mudanças foram informadas

“a aquisição (da A-B) foi finalizada”, afir-

zer para as crianças (como uma pequena

nesta segunda-feira 23 em comunicado en-

ma o ex-chefe executivo de criação da A-B,

parede para escaladas) assim como o aces-

viado a distribuidores e colaboradores da

Bob Lachky, que deixou a empresa em

so a iPads e jogos interativos, projetados

Anheuser-Busch e obtido pelo Advertising

2009. “A velha cultura A-B foi riscada do

em espaços reservados da loja.

Age. A mudança é emblemática porque

mapa. A transição da equipe de gerência foi

De acordo com porta-voz do

Peacock era um dos poucos executivos re-

concretizada, como era esperado”, afirmou

McDonald’s ouvido pela Marketing Ma-

manescentes na direção da empresa após

Lachky.

gazine, as novidades do projeto foram

funções.

pensadas de acordo com o que as famílias esperam encontrar quando saem para comer fora de casa, e contemplam soluções para o crescente uso de tablets e smartphones pela população britânica. Caso o novo layout seja aprovado, pode virar padrão para as mais de mil de lojas que a rede de fast food mantém no Reino Unido. 28 - Revista Exper


Duas empresas entre as mais inovadoras do mundo.

Por meio de parcerias firmadas com instituições de países líderes em pro-

A revista Fast Company divul-

teção ambiental, o SENAI conseguiu de-

gou sua lista das 50 empresas mais inova-

senvolver e adequar à realidade brasileira

doras do mundo. A liderança do ranking é

o que existe de mais avançado na área,

da Apple, seguida por Facebook, Google,

com ações efetivas e integradas, que in-

Cobrindo um amplo espectro de

Amazon e Square. Duas empresas brasi-

cluem Educação Ambiental, Serviços de

necessidades, o SENAI oferece uma va-

leiras aparecem na relação: Bug Agentes

Informação, Assessoria Técnica e Tecno-

riada gama de soluções ambientais, contri-

Biológicos na 33ª posição e a Boo-box em

lógica na implantação de sistemas de Ges-

buindo para que centenas de empresas se

45° lugar. As empresas foram selecionadas

tão Ambiental ou Tecnologias Ambientais,

tornem mais produtivas e lucrativas, sem

de acordo com dez categorias, contando

Serviços Laboratoriais e Pesquisa Aplica-

perder de vista a responsabilidade ambien-

com os principais segmentos da indústria

da.

tal e a competitividade industrial.

mundial. Marco Gomes, fundador e CMO

Certificado Digital na regional do Alto Tietê

da boo-box, revela que todos na empresa ficaram muito felizes por fazer parte da

O CIESP Alto Tietê disponibili-

lista de premiados da Fast Company. “O

zou a partir de 10 de janeiro de 2012 o ser-

fato de sermos a quarta empresa mais ino-

viço de emissão de certificado digital. Um

vadora em publicidade nos dá a certeza de

serviço que coloca qualidade, compromisso

que estamos no rumo certo, apostando na

social e modernidade em benefício de to-

força das redes sociais e dos formadores

dos. Para acabar com a distância física, evi-

de opinião na web”, afirma Gomes. Segundo Diogo Carvalho, diretor

tar fraudes, falsificações e possibilitar que um maior número de serviços eletrônicos

São Paulo.

comercial da Bug, “a inovação sempre fez

Associados do CIESP Alto Tietê

parte do crescimento da empresa e a Bug

O CIESP está credenciado na

têm desconto exclusivo na aquisição dos

é atualmente conhecida mundialmente ba-

ICP-Brasil como Autoridade de Registro

produtos. Certificado digital é uma novidade

sicamente pela internet. Temos certeza de

(AR) da IMPRENSA OFICIAL que é a Au-

que vem para trazer comodidade, praticidade

que o mundo digital fez parte dessa proje-

toridade Certificadora Oficial do Estado de

e segurança para pessoa física ou jurídica.

ção”, conclui Carvalho.

seja realizado com absoluta segurança.

Classe C alavanca TV paga, que cresce 30,45% O crescimento da classe C no

de grande parte da população.

ção de campanhas. As estimativas da Ana-

Brasil, mais uma vez, alavancou os nú-

O Projeto Inter-Meios aponta

tel e do Banco Fator são que até 2015 o mer-

meros de assinantes da TV paga no país.

que, entre janeiro e outubro de 2011, a TV

cado de TV por assinatura deva ultrapassar

A classe C já representa 30% da base de

por assinatura teve o segundo maior cres-

os 20,2 milhões de domicílios, atingindo

assinantes. A base de assinantes de TV

cimento no volume total dos investimentos

mais de 66 milhões de telespectadores no

paga teve um aumento de 30,45% no últi-

de publicidade (17,47%), atrás apenas da

Brasil. A construção de redes de TV a cabo

mo ano, e está presente em mais de 12,7%

internet com 22,23%. Outro dado apresen-

é de importânte para que seja possível inte-

dos domicílios brasileiros, o que equivale a

tado como forte atrativo para o mercado

grar todas as plataformas, afirma Alexandre

aproximadamente 42 milhões de telespec-

anunciante é o poder de segmentação, que

Annenberg, presidente da Associação Bra-

tadores. A TV paga é um objeto de desejo

permite maior flexibilidade na customiza-

sileira de TV por Assinatura (ABTA). Revista Exper - 29


Exportação

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Acréscimo de 16,5% na exportações Werner Stripecke

2010, o déficit foi de US$ 667,7 milhões.

Diretor Regional do Ciesp Alto Tietê e Diretor

A diferença é de 7%. “Mas isso não se trata de uma si-

Industrial da Clariant

tuação exclusiva do Alto Tietê. Pelo contrário, é o que tem acontecido em várias outras regiões do País. As dificuldades que o setor produtivo brasileiro encontra para vender no mercado externo, somada com a avalanche de importações que chega ao

O

Brasil, há tempos comprometem o equilíCiesp Alto Tietê ocupa a 18ª

Alto Tietê.

brio da balança comercial”, pontua Stripe-

posição no ranking estadual das

No que tange as importações, o

exportações, com um acréscimo

Alto Tietê contabilizou um acréscimo de

“A situação é preocupante porque

de 16,5% nas vendas externas de 2011 no

12,4%, saltando de US$ 1,6 bilhão, em

o desempenho da balança comercial, ainda

comparativo com 2010. A Região, com-

2010, para US$ 1,8 bilhão no ano passado,

neste início de ano, já é deficitário, muito

posta de oito municípios, respondeu por

o que corresponde a 2,1% dos US$ 82,2 bi-

em razão da crise européia. Tanto é que o

1,6% dos US$ 65,2 bilhões da pauta ex-

lhões de compras estaduais feitas no exte-

próprio Governo acredita que o crescimen-

portadora do Estado, que leva em conta as

rior. Isso coloca a Região na 13ª colocação

to das exportações neste ano será inferior

39 regiões paulistas do Ciesp e é responsá-

no ranking estadual das importações entre

ao registrado em 2011”, acrescenta.

vel por 25,5% do montante vendido pelo

as 39 diretorias do Ciesp.

cke.

Para o diretor do Ciesp Alto Tie-

Brasil no mercado global no acumulado do

“O maior volume de importados

tê, o crescimento das exportações em 2012

ano de 2011, segundo pesquisa elaborada

corresponde a matérias-primas e a equi-

demanda revisões tarifárias por parte do

pelos Departamentos de Estudos e Pesqui-

pamentos, dois itens que confirmam o in-

Governo Federal para a produção nacional,

sas Econômicas (Depecon) e de Relações

cremento da produção na indústria local”,

assim como uma atenção maior na questão

Exteriores (Derex), do Ciesp e da Fiesp, a

ressalta Stripecke. Apesar do aumento das

da infraestrutura de produção e a desburo-

partir de dados do Ministério do Desenvol-

exportações, no entanto, o saldo final da

cratização das exportações e importações.

vimento, Indústria e Comércio Exterior.

balança comercial do Alto Tietê em 2011

Confira a balança comercial 2011

Em 2011, o valor exportado pelos oito municípios do Ciesp Alto Tietê atingiu US$ 1 bilhão, contra US$ 891,8 milhões de 2010. O aumento foi de 16,5%. A corrente de comércio exterior da Região (exportações mais importações) cresceu 13,9% em 2011, alcançando a cifra de US$ 2,8 bilhões. “Em valores relativos, a balança comercial do Alto Tietê teve um crescimento importante de 2010 para 2011”, avalia Werner Stripecke, diretor do Ciesp 30 - Revista Exper

ficou negativo em US$ 713,9 milhões. Em

na região do Ciesp Alto Tietê (em US$)


Revista Exper - 31


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32 - Revista Exper

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Edição Número 15

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