Page 1


Nesta Edição Editorial....................................................5 Entrevista.................................................6

>>>>>>

Entrevista

Capa.......................................................10 Saúde.....................................................18 Toque de Estilo........................................20 Meio Ambiente.......................................22 Ponto de Vista.........................................23 Destaque Empresarial.............................24

Ruy Moraes Novaes

Case de Sucesso.....................................26 Exper News............................................28

06

Capa

Classe C deve englobar 56% da população brasileira

10

Exper News

Atividade econômica cresce 2,6% em 2011 4 - Revista Exper

28


Editorial

>>>>>>

Desigualdade ainda é expressiva Imperdível a matéria de capa, “o

c) 27% de analfabetos e nível básico;

dinheiro mudou de mãos”. O inchaço da

d) 9% superior completo.

classe C é um fenômeno crescente desde

O contingente de novos consumi-

a década de 90, mas sua expansão aconte-

dores que predominam na classe C possui

ce de maneira mais acentuada desde 2003.

prioridades em relação aos demais de ou-

Hoje, são 105,4 milhões de pessoas, ou

tras classes. Segundo De Chiara (2008),

55,05% da população nesta faixa.

a família vem em 1º lugar, em segundo a casa própria, em terceiro, o trabalho e em

E, que na década de 90 representavam jun-

quarto, o lazer. O governo federal propõe-

tas 62,13% da população, também seguiu a

se a prorrogar as alíquotas do IPI, para a

mesma velocidade. Em 2003, 54,85% dos

compra de produtos da linha branca. Com

brasileiros eram pobres. Hoje, somadas,

isso, a tendência é aumentar o consumo

as classes D e E representam 33,19% dos

por parte dessa importante classe represen-

191,4 milhões de habitantes do país.

tativa do país.

Foto Divulgação

O encolhimento das classes D e

Mesmo assim, a desigualdade do país ainda é expressiva: enquanto 22,5 milhões de pessoas estão no topo da pirâmide

Nesta edição entrevistei o proprietário da indústria e show room Arrumando a Casa, Ruy Moraes Novaes. O

social, 24,6 milhões de brasileiros ainda

Brasil;

Destaque Empresarial foi para a empresa

ocupam a classe E, ou seja, vivem com

b) A cada 10 celulares vendidos, quatro es-

Led Solutions e o Case de Sucesso para

renda familiar mensal de até R$ 751.

tão em poder dessa classe;

a empresa FGF Global Foundry, além de

c) 70% dos apartamentos financiados pela

muitas outras novidades com Epaminon-

se E também estão abaixo da linha da po-

Caixa Econômica Federal;

das Nogueira, Wilson Toledo, João Capo-

breza extrema definida pelo governo fede-

d) 34% possuem carro;

zzoli e Magaly Sant’ana.

ral. São 16,2 milhões de pessoas vivendo

e) De cada 10 cartões de créditos emitidos,

com até R$ 70 mensais.

sete são destinados para essa classe.

A maioria dos integrantes da clas-

É importante salientar alguns da-

Quanto ao grau de escolaridade, a

dos do consumo da classe C, assim especi-

distribuição verifica-se da seguinte forma:

ficado:

a) 34% no Ensino Médio;

a) 40% dos computadores vendidos no

b) 30% no Ensino Fundamental;

Expediente Publisher: Márcio Junior MTB 59.904-SP, Conselho Editorial: CIESP Alto Tietê, Editoração: Editora

Boa leitura.

Márcio Junior Publisher

Para expressar sua opinião,

OFF, Colunistas: Epaminondas Nogueira, Wilson Toledo, Magaly Sant’ana e João Capozzoli, Publi-

dar sugestões, enviar releases e

cidade: 11 2819-4457 ou 11 9472-8104 / publicidade@revistaexper.com.br, Foto Capa: Ilustração,

fazer contato com a nossa redação,

Fotógrafo: Diego Barbieri A revista é uma publicação da Editora OFF e distribuída aos associados do CIESP Alto Tietê, Fempi, SESI, SENAI, UMC, ACMC, ACE SUZANO, ACIDI, ACIFV, ACIP, Sebrae, Secretarias de Indústria e Comércio, Centros e Prédios Comerciais e algumas bancas.

escreva para: redacao@revistaexper.com.br e siga-nos nas redes sociais:

A revista não se responsabiliza pelo conteúdo dos anúncios e as opiniões emitidas em artigos assinados são de responsabilidade dos autores. Revista Exper - 5


Entrevista

>>>>>>

Ruy Moraes Novaes Exper - Conte-nos sobre o início da Arrumando a Casa até chegar ao que é hoje: uma das maiores fabricantes de móveis da Região do Alto Tietê?

Sócio-proprietário da Arrumando a Casa, empresa que produz, sob medida, estofados, almofadas, pufes, recamies, cabeceiras, cadeiras, espreguiçadeiras, dormitórios, closets, cozinhas, painéis de parede, cortinas, etc...

Ruy Novaes - Recomeçamos a Arru-

dos da linha country, o que possibili-

computadorizadas que com certeza nos

mando a Casa graças a uma louca ex-

tou abrir um leque maior de opções e

trará mais agilidade e competitividade

periência com móveis e estofados. Foi

a oportunidade para começarmos um

na produção e consequentemente melho-

um desafio muito grande começamos fa-

novo negócio. Foi assim que alugamos

rando a qualidade do nosso produto final.

zendo assentos para cadeiras e almofa-

um ponto, compramos uma caminhonete

das decorativas no fundo de nossa casa,

e continuamos seguindo e melhorando

Exper - Arrumando a Casa é uma marca

pois não havia espaço para trabalhar e

cada vez mais ampliando o nosso espa-

de sucesso, como foi posicionar a marca no

sabíamos que tínhamos que recomeçar

ço. Foi então que surgiu a necessida-

mercado e quais as novidades para 2012?

de alguma maneira. Foram tempos difí-

de de um caminhão e de um entregador.

Ruy Novaes - Desde o inicio da Arru-

ceis, pois na verdade eu exercia várias

O tempo foi passando e o espaço que dipu-

mando a Casa já pensávamos em pro-

atividades ao mesmo tempo. Eu era o

nhamos já estava pequeno, então nasceu

duzir tudo para uma casa. As novidades

vendedor, o entregador, o cobrador, o

a oportunidade da construir nossa sede

são os móveis laqueados em várias cores,

criador, e minha esposa Rosana ficava

no núcleo industrial de César de Souza,

seja fosca, brilhante ou acetinada: mais

em casa durante o dia confeccionando

onde recomeçamos a fazer estofados, ca-

um detalhe agregador para a grande li-

as almofadas para entregarmos de car-

deiras e móveis sob medida para toda a

nha de produtos da empresa. Vale lem-

ro à noite. Além de cuidar das crianças.

casa, escritório e comércio. Hoje esta-

brar que a Arrumando a Casa se destaca

Com o passar dos anos começamos a

mos empenhados na ampliação de nos-

pelo design moderno e contemporâneo,

confeccionar almofadas para estofa-

sa fábrica com a aquisição de máquinas

seguindo as últimas tendências do seg-

Fotos: Diego Barbieri

mento moveleiro. A Arrumando a Casa mantém ainda uma linha de móveis externos, também de fabricação própria. Nesse setor, a novidade fica por conta dos móveis criados com madeira de demolição – uma tendência forte e charmosa. Exper - Quais os desafios e expectativas para o futuro da fábrica e do show room? Ruy Novaes - O desafio é sempre estar pegando os problemas e transformandoos em soluções. A expectativa é sempre estar inovando modelos para que o showroom possa estar sempre atualizado e atendendo cada vez mais os nossos clienRuy com sua família reunida no show room da fábrica 6 - Revista Exper

tes e os profissionais da área de arquite-


Revista Exper - 7


Entrevista

>>>>>> Exper – Recentemente o senhor foi

atualizado e interado do que acontece no

eleito pela ACMC, Indústria do Ano.

setor moveleiro em âmbito nacional e in-

Exper - “O aquecimento do segmento de

Fale-nos sobre este reconhecimento?

terncional. Portanto não deixo de visitar

construção civil tem impacto direto no se-

Ruy Novaes - O Empreendedor do Ano

as mais importantes feiras de móveis e de-

tor moveleiro”, quais são as apostas para

de 2011 foi realizado na noite de 4 de

coração do país, pois nesses eventos tenho

a consolidação de grandes negócios?

novembro, no Clube de Campo de Mogi

acesso ás últimas novidades e tendências.

Ruy Novaes - Sim, a minha aposta é

das Cruzes, numa grande festa. A ACMC

Conto com o talento de um grande profis-

acompanhar o grande aquecimento da

- Associação Comercial de Mogi das

sional, o arquiteto e decorador Wilson To-

construção civil que traz cada vez mais

Cruzes homenageou 6 empreasários. No

ledo, que é responsável pela ambientação

novos desafios nos projetos arquitetôni-

segmento indústria a Arrumando a Casa

do nosso showroom e de toda a nossa loja.

cos, desenvolver e criar moveis de qua-

foi indicada por meio de pesquisa pelos

lidade e com design que se integrem aos

associados da ACMC e votados pelos in-

Exper - Para finalizar, qual o conselho

novos espaços da exigente arquitetura

tegrantes da diretoria. A ACMC é uma

que você pode dar para os jovens que

moderna e contemporânea. Fazer o móvel

entidade respeitada, de grande peso no

estão entrando no mercado de traba-

do tamanho e do jeito que o cliente qui-

comércio mogiano, e busca valorizar o

lho ou àqueles que vislumbram crescer

ser: com formas exclusivas, grandes va-

comerciante local. Este reconhecimento

profissionalmente em suas empresas?

riedades em cores, tecidos e acabamentos.

foi para mim, para a minha família e para

Ruy Novaes - O conselho que dou para

toda a nossa equipe, um presente para

o jovem que tem interesse por este mer-

fortalecer ainda mais o nosso trabalho.

cado moveleiro, é gostar do que faz, ja-

tura e decoração da região do Alto Tietê.

Exper - Só no Alto Tietê têm 4.500 indústrias, 12.000 comércios e mais de 10.000

mais acomodar-se, pois este segmento é

prestadores de serviço, como a Arruman-

Revista Exper – Como a Arruman-

muito dinâmico e procurar ser o primeiro

do a Casa está se posicionando frente

do a Casa trabalha a criação, o de-

na sua equipe. Isto é a base para tornar-

ao segmento de móveis corporativos?

sign e a ambientação de uma coleção?

se um líder e um dia quem sabe somar

Ruy Novaes - O Alto Tiête é um foco muito

Ruy Novaes - Com trabalho há muitos

toda esta experiência adquirida, e come-

grande e promissor para o comércio. Des-

anos no segmento, procuro manter-me

çar a construir o seu próprio negócio. Foto: Diego Barbieri

ta forma procuro sair na frente com produtos que atendam da melhor maneira possível a demanda do comércio moveleiro. Exper - Quais os maiores desafios e responsabilidades que você, como principal executivo da Arrumando a Casa, tem que enfrentar no seu diaa-dia? E no médio e longo prazo? Ruy Novaes - O meu maior desafio e acredito que de todos os profissionais da área, é qualificar novos profissionais para desenvolver e produzir produtos com qualidade. Precisamos de profissionais gabaritados no setor como marceneiros e montadores, isto sem falar em outras áreas. 8 - Revista Exper

Fachada do show room e da fábrica


Revista Exper - 9


Capa

>>>>>>

O DINHEIRO MUDOU DE MÃOS Dez milhões entram para a classe C

A

chamada classe C deve englobar

aglutinavam 20 milhões de pessoas, ou

sil procura pela educação profissional.

56% da população brasileira em

11% dos habitantes do País.

A quantidade de pessoas que frequentam

2014, de acordo com documento

Com a ascensão social projeta-

cursos profissionalizantes aumentou en-

apresentado hoje pelo ministro da Fazen-

da pela Fazenda, a classe D deve recuar

tre 2002 e 2010, principalmente na classe

da, Guido Mantega, à presidente Dilma

para 40 milhões de pessoas em 2014, sen-

C, mas a maioria da população brasileira

Rousseff. Segundo projeção do ministério,

do 20% dos brasileiros, ante 44 milhões

ainda não tem interesse pela educação pro-

a classe C deve chegar a 113 milhões de

(24%) em 2009.

fissional. Ou seja, a oferta de novos cur-

pessoas daqui a quatro anos. Segundo o

Já a classe E, que deve ser o foco

sos não vai levar necessariamente a uma

IBGE, no fim de 2009 o segmento reunia

das ações sociais do governo Dilma, deve

demanda maior no país. As conclusões

95 milhões de brasileiros, ou 50% da po-

passar dos 29 milhões de pessoas em 2009

são da pesquisa “As Razões da Educação

pulação.

para 16 milhões em 2014. Segundo a es-

Profissional”, feita pela Fundação Getúlio

No mesmo período, as classes A

timativa, a proporção da população mais

Vargas (FGV), pelo Senai e pela Confe-

e B devem reunir 31 milhões de brasilei-

pobre em relação ao total deve cair de 15%

deração Nacional da Indústria (CNI). O

ros, equivalentes a 16% da população. Em

para 8% no período.

levantamento revelou ainda que o pico de

2009, as camadas mais ricas da sociedade 10 - Revista Exper

Graças à classe C, cresce no Bra-

procura por cursos profissionalizante se dá


Revista Exper - 11 TOUCHSTONE PICTURES. Todos os direitos reservados.


Capa

aos 15 anos.

>>>>>> com curso profissionalizante têm remune-

vagas na área de formação (30,7%).

O maior salto na procura dos cur-

ração maior do que aquelas que nunca fre-

Por estado, Roraima é propor-

sos profissionalizantes se deu entre 2004

quentaram um. Ele acredita que existe um

cionalmente o lugar onde há mais alunos

e 2007. Nesse período, o número de pes-

estigma no Brasil contra a educação pro-

frequentando cursos de educação profis-

soas com dez anos ou mais que frequen-

fissional e que não adianta apenas atacar a

sional: 5,62% da população com 10 anos

tavam ou já tinham frequentado cursos de

falta de oferta.

ou mais. Entre as capitais, Boa Vista é a

educação profissional saiu de 14,5% para

Já entre as pessoas que come-

campeã, com um índice de 6,48%. Já a

23,78%. O índice chegou a 24,81% em se-

çaram a fazer cursos de educação profis-

maior falta de interesse entre os que não

tembro de 2010. Atualmente, na classe C,

sional, 8% não concluíram. A falta de in-

frequentam cursos profissionalizantes se

7,99% das pessoas entre 15 e 29 anos estão

teresse pelo curso foi o principal motivo

dá no Rio de Janeiro: 83,6%.

frequentando cursos de educação profis-

(54,6%), seguido de problemas familiares

As principais bases de dados usa-

sional. Nas classes A e B, são 7,13%, na D,

(34,8%), relacionados à renda (8,9%) e a

das no levantamento foram a Pesquisa Na-

5,55%, e na classe E, 3,85%.

distância até o local onde o curso é ofere-

cional por Amostra de Domicílios (Pnad)

cido (1,9%).

de 2007, a Gallup World Poll, que reúne

A classe C está buscando novas conexões. Quanto maior a renda, maior

O levantamento revelou que

dados de famílias de 132 países, e a Pes-

o peso da falta de interesse - 82,16% nas

62,58% dos egressos dos cursos de quali-

quisa Mensal de Emprego (PME). Tanto a

classes A e B e 52,37% na classe E. Por

ficação profissional trabalham na mesma

Pnad quanto a PME são feitas pelo Insti-

outro lado, quanto menor a renda, maior o

área. Segundo a pesquisa, esse percentual

tuto Brasileiro de Geografia e Estatística

peso da falta de cursos na região - 16,43%

é maior entre os cursos do sistema S do

(IBGE).

na classe E e 2,03% na classe AB.

que nos cursos privados ou públicos.

Outro setor que a classe C im-

Marcelo Neri, do Centro de Polí-

Entre os que não trabalham na

pulsionou foi o Turismo. Pesquisa mensal

ticas Sociais da FGV, destacou que a falta

área do curso que frequentaram, os princi-

da Fundação Getúlio Vargas (FGV), en-

de interesse pode ser explicada pela falta

pais motivos são melhores oportunidades

comendada pelo Ministério do Turismo,

de informação, uma vez que as pessoas

em outros setores (31,86%), e a falta de

aponta que em dezembro de 2011 34% das famílias brasileiras entrevistadas pela Sondagem de Intenção de Viagem do Consu-

Dez milhões entram para a classe C

midor tinham planos de viajar. Em 2010, o índice foi menor: 29,7% dos consultados

De acordo com uma pesquisa,

dados entre a Pesquisa Mensal de Em-

disseram ter a intenção de conhecer outros

os Emergentes dos Emergentes: Refle-

prego (PME) e da Pesquisa Nacional por

lugares. Uma das leituras que o estudo

xões Globais e Ações Globais para a Nova

Amostra de Domicílio (PNAD), ambas

permite é que o mercado de turismo, se

Classe Média Brasileira, a classe C ganhou

realizadas pelo IBGE. A classe D perdeu

bem explorado, pode garantir o sucesso de

10.524.842 de pessoas entre 2009 e 2011.

5.543.969 de brasileiros entre 2009 e 2011

quem empreende neste nicho.

Nas classes A e B ingressaram 2.558.799

(redução de 14,02%), enquanto a classe E

Apesar do turismo ser mais re-

no mesmo período. Segundo o estudo, a

teve queda de 4.146.862 no mesmo pe-

presentativo no mercado internacional

“nova classe média” brasileira passou, nos

ríodo (decréscimo de 15,9%). De acordo

movimentando anualmente cerca de 3,5

últimos dois anos, de 50,45% da popula-

com a pesquisa da FGV, 39.589.412 de

trilhões, números realmente fantásticos

ção para 55,05%, contabilizando mais de

brasileiros entraram na classe C, enquan-

que podemos chamar de “indústria do tu-

100 milhões de integrantes. Os números

to 9.195.974 ingressaram nas classes A e

rismo”, no Brasil ainda é uma atividade

foram obtidos por meio do cruzamento de

B entre 2003 e 2011.

nova com apenas 30 anos que começou a ser explorado de forma efetiva como lazer.

12 - Revista Exper


Fotos: Divulgação

Segundo Marx Linhares, diretor

fere viajar em grupo, primeiro pela segu-

2012, com expansão entre 10% a 15%. Os

da Catamarã Turismo, “com férias regu-

rança da primeira viagem; segundo de ter

principais fatores que influenciarão nesse

lares, planos de financiamento cada vez

um aproveitamento melhor do dinheiro;

crescimento serão a proximidade dos me-

mais diversificados, tarifas cada vez mais

terceiro pelo menor custo, afinal viajar em

gaeventos esportivos sediados no Brasil -

atraentes e aprendendo cada vez mais a se

excursão ou grupo no geral é sempre mais

Copa das Confederações de 2013, Copa do

programar a classe C é o grande nicho do

barato e quarto pelas facilidades de paga-

Mundo de 2014, Copa América de 2015 e

mercado de viagens no Brasil, pois essa

mento. A Catamarã tem-se voltando muito

os Jogos Olímpicos de 2016 -, assim como

classe cada vez mais preocupada em qua-

para esse tipo de produto. O turismo vem

o aumento da classe C, que deve manter a

lidade de vida e bem estar, tem encontrado

se consolidando como uma grande fonte

tendência de crescimento.

em suas férias a oportunidade de viajar e

de renda e tem penetrado nas diferentes ca-

realizar sonhos.”

madas da sociedade, popularizando e mol-

principal conselho para as marcas que de-

dando cada vez mais as necessidades das

sejam democratizar seus produtos e servi-

ros viajaram pelo país a trabalho ou a lazer

classes sociais”, salienta Marx Linhares.

ços para aproveitar o potencial de consumo

e esse número deve crescer na casa dos

A Braztoa prevê que para o setor

das classes emergentes. O que antes estava

15% em 2012, principalmente na classe C

do turismo crescerá três vezes mais que o

em um universo distante desta população,

que tem se consolidado como grande filão

Produto Interno Bruto (PIB) estimado para

hoje é parte da realidade.

Em 2011, 79 milhões de brasilei-

Perder o preconceito. Este é o

do mercado, afinal em 2012 serão 11 mi-

lhões de turistas para viajar de avião pela

da classe C não possam ter acesso a uma

primeira vez.

bolsa de R$ 30 mil ou a um veículo impor-

Viajar não é apenas lazer, diver-

tado, eles consomem perfumes e bebidas

são e satisfação pessoal, mas também um

importadas, querem um carro zero custo-

grande apelo para a autoestima, que tem

mizado e viajam para fora do país.

seu dia a dia marcado por restrições e difi-

culdades.

também a que mais contribui para o cresci-

mento do país e para os lucros das empre-

“Essa classe de forma efetiva pre-

Por mais que os consumidores

A chamada nova classe média é

Revista Exper - 13


Capa

>>>>>>

sas. Apenas 0,6% da população brasileira

que muda é a frequência de compra. Ape-

la significativa do potencial de compra de

possui renda maior do que R$ 20 mil men-

sar das diferenças de comportamento, há

produtos de Luxo e premium do Brasil”,

sais, representando 307 mil famílias e um

elementos comuns a todas as classes. Elas

ressalta Meirelles.

potencial de consumo de R$ 71,3 bilhões.

valorizam a autoestima, a sensação de pra-

Em contrapartida, praticamente

zer e recompensa, a qualidade, a autentici-

metade dos brasileiros são da classe C e

Dinheiro mudou de bolso

dade e a importância da cultura popular.

A semelhança no comportamento

representam um poder de compra 13 vezes

Este último é uma constante na

de consumo das classes é exemplificada

maior do que o da elite brasileira, podendo

nova classe média, que deseja ouvir quem

em números. “De todo o vinho importado

movimentar R$ 923,5 bilhões em 2011, se-

entende e respeita seus valores, além de

que é consumido no Brasil, as famílias da

gundo os dados do Data Popular.

reconhecê-los na comunicação das em-

nova classe média são responsáveis por

O progresso dos emergentes faz

presas. As empresas que querem aumentar

35% e a alta renda e a elite por 49%. No

com que a classe C seja a mais otimista de

suas vendas precisam aprender a dialogar

passado, esse consumidor não comprava

todas as classes brasileiras. Enquanto 66%

com estes elementos. Um exemplo do po-

isso. É uma oportunidade de negócios”,

deles acreditam que sua renda melhorará

tencial representado por estes consumido-

conta o Sócio-Diretor do Data Popular.

em 2011, este número cai para 55% na

res no mercado são as despesas com via-

Já dos 15,3 milhões de brasileiros

classe A e 57%, na B. O consumidor emer-

gens, que cresceram 158,25% entre 2005

que viajam para o exterior, 47% são con-

gente é mais otimista porque progrediu

e 2010, enquanto o consumo de produtos

sumidores emergentes. Deixar o precon-

muito e, portanto, mais ousado nos seus

de higiene e cuidados pessoais expandiu

ceito de lado também é uma garantia para

gastos e sonhos

152,33% no período.

as marcas que querem sobreviver às mu-

“O aumento da renda e a oferta de

danças. O dinheiro mudou de bolso. Quase

crédito fazem com que um perfume de R$

metade da elite financeira do Brasil perten-

A cesta de produtos dos consu-

500,00, que não cabe no bolso, caiba em

ce à primeira geração de endinheirados da

midores brasileiros também é semelhante,

10 parcelas de R$ 50,00. Não olhar para

família.

independente do grupo a que pertencem. O

este consumidor é abrir mão de uma parce-

Semelhanças entre classes

Por isso, ainda que eles tenham condições de consumir, não conhecem os códigos culturais da elite e precisam que as marcas saibam dialogar. Neste sentido, a internet é um importante canal de compras, mais democrático, uma forma de fazer com que o cliente não se sinta excluído. Consumidores humanos Para se aproximar destes consumidores, especialmente os jovens emergentes, as marcas precisam ser democráticas. São aquelas que conseguem transitar bem entre os dois universos, como é o caso de Havaianas, que encontrou o equilíbrio entre o popular e o premium.

14 - Revista Exper


Fotos: Divulgação

Outra empresa que desenvolveu

uma compra no ponto de venda. Nas clas-

loja, sem esse tipo de “precaução”.

uma estratégia de sucesso atuando em di-

ses A e B, esses índices são bem menores,

ferentes segmentos, sem perder o glamour

de 7% e 13%, respectivamente.

não significa que esse público não quer

do Luxo é a Ferrari. Nem todos podem ter

Uma das razões para isso é que

receber atenção. O levantamento da Pla-

um carro da montadora italiana, mas bo-

grande parte dos clientes de menor renda

no CDE desfaz o mito de que bom aten-

nés, chaveiros e perfumes são consumidos

acredita ser mal recebida nas lojas de va-

dimento é exigido apenas pelo público de

em larga escala, tanto que representam

rejo justamente por não pertencer ao gru-

alto poder aquisitivo. Lojas lotadas, com

62% do faturamento da empresa.

po das pessoas de maior poder aquisitivo.

serviço lento e filas enormes nos checkouts

“A marca democrática é influente,

Essa sensação de discriminação aparece

causam grande descontentamento em 65%

próxima, amigável, respeita a diversidade

na percepção de 50% dos entrevistados da

da classe C, 61% da D e 59% da E, índices

e desperta emoção. Empresas que prospe-

classe C; 51% da classe D e 56% da clas-

muito parecidos com os 62% e 64% regis-

ram são as verdadeiramente democráticas

se E. A antropóloga Luciana Aguiar, sócia

trados, respectivamente, nas classes A e B.

e que entendem que, no fundo no fundo,

diretora da Plano CDE, conta que nas en-

“Nesse ponto, a diferença entre as classes

todos os consumidores são gente”, aponta

trevistas realizadas nessa e outra pesquisas

sociais é muito sutil. É muito comum en-

o especialista em baixa renda.

desenvolvidas pela empresa, os consumi-

contrarmos gente de nível econômico C+

Todos querem a classe C. Mas

dores relataram casos em que sentiram

com comportamento de compra semelhan-

poucos são os que realmente sabem aten-

desconforto ao perceber, por exemplo, que

te ao da classe B e mesmo da A”, afirma

dê-la. Essa é a conclusão de um estudo

eram acompanhados muito de perto por

Luciana Aguiar.

realizado pela consultoria Plano CDE com

atendentes ou seguranças em seções como

1.600 consumidores nas cidades de São

bazar e eletroeletrônicos. “Entre as pessoas

estudo dos consumidores de menor renda,

Paulo e Recife. No levantamento, foram

mais pobres, há até quem crie estratégias

a sócia-diretora da Plano CDE sabe que a

ouvidas pessoas de todos os níveis sócio-

para evitar a desconfiança. Já conversamos

tática de reduzir atendimento e serviços,

econômicos. Entre os consumidores de

com consumidoras que preferem chegar às

adotada por algumas redes interessadas em

baixa renda – o que inclui também as clas-

lojas apenas com a carteira na mão – sem

baratear custos, não tem a aprovação des-

ses D e E –, 25% afirmaram se sentir, com

sacolas ou bolsas”, exemplifica. Melhor

se público. “Muitos desses consumidores

frequência, pouco confiantes para definir

seria se pudessem circular à vontade pela

trabalham em serviços pesados diariamen-

A desconfiança irrita, mas isso

Pela experiência acumulada no

Revista Exper - 15


Capa

>>>>>>

te. Passam a semana toda servindo outras

reais na economia – a classe C vem bus-

de políticas públicas voltadas para a me-

pessoas e, na visita ao supermercado – que

cando conforto e qualidade de vida, o que

lhor distribuição de renda, com aumen-

se torna um passeio de família – também

representa não só a aquisição de eletroe-

to real do salário mínimo em 64% na era

querem ser bem servidos”, afirma. Para

letrônicos, mas também o almejado sonho

Lula, Bolsa Família, Luz para Todos; e

agradá-los, alguns serviços básicos já bas-

da casa própria, facilitado nos últimos anos

ainda ampliação do crédito, sobretudo

tam. Disponibilizar empacotadores, prá-

pela estabilização econômica e novas li-

pelo consignado, com os cartões de crédi-

tica cada vez menos comum, é um deles.

nhas de financiamento.

to, acesso a financiamentos.

Quer outro exemplo? Entregar as compras

A injeção monetária somente des-

Os novos consumidores devem

em casa, já que boa parte desse público

te grupo soma quase R$ 500 bilhões com

recorrer ao mais eficiente sistema de con-

não possui automóvel próprio. Outra dica

mais de 80% dos cartões de crédito e cerca

trole financeiro já inventado até hoje: o

de Luciana Aguiar para os supermercadis-

de 76% do consumo nacional. Falta a este

lápis e o papel, para evitar o descontrole.

tas é ter o cuidado de não descuidar dos

seg-

mento, no entanto, uma educação

Cada família deve ter a coragem de ex-

checkouts. Ver que nem todos os caixas es-

financeira mais aplicada, para

plicitar em uma planilha tudo aquilo que

tão em operação, apesar das grandes filas,

fugir dos juros altos, não cair

é regularmente gasto no lar. É importante

nas armadilhas dos cartões

também definir com clareza a responsabi-

de crédito e buscar pou-

lidade de cada pessoa da família com cada

par para garantir o

um dos itens da despesa familiar. Compa-

para levar as compras.

futuro. Contudo po-

rando esta programação de gastos com a

Pelo menos em cida-

demos afirmar que

renda disponível da família, o consumidor

é algo que, além de causar irritação, pode representar mais gastos para o cliente que depende de condução

des como São Paulo,

poderá identificar a parcela dos seus venci-

em que é possível,

mentos que pode ser utilizada para o paga-

em um determi-

mento das suas dívidas.

nado período,

Fundamental que o consumidor

reembarcar

compare as taxas de juros cobra-

em

ônibus

das nos financiamentos.

Se

sem pagar nova pas-

puder adiar o consumo, faça

sagem.

uma poupança para juntar o O Brasil foi

dinheiro necessário para com-

um dos últimos países

pra o bem à vista, ao invés de

a entrar na crise econômica mundial

isto

e o primeiro a sair. O motivo do “su-

virá com o tem-

cesso”, segundo especialistas, está na

po, inclusive com a eleva-

deve ficar atento ao seu endividamento.

nova classe C do país, cuja renda fica en-

ção da qualificação profissio-

Quando o país cresce e a renda aumenta,

tre R$ 1.000 e R$ 4.500, e já soma mais

nal e níveis de escolarização.

o nível de consumo segue a mesma trajetó-

de 50% da população.

se comprometer com prestações infindáveis. O consumidor

O crescimento da clas-

ria. O acesso ao crédito mais fácil também

se C deve-se a uma tríade de

contribui para o aumento do consumo me-

de baixos salários, agora explode numa

fatores: A manutenção de uma

nos responsável. É importante, portanto,

onda de consumo que ao que tudo indica

estabilidade macroeconômica,

que esse crescimento econômico seja dire-

veio para ficar. Somada aos trabalhadores

baixa inflação, crescimento

cionado a um maior aumento da poupança

que ganham um salário mínimo – hoje em

econômico, redução do de-

para que seja fonte de um desenvolvimen-

R$ 622,00 e que injetarão 24 bilhões de

semprego; o estabelecimento

to sustentável da economia.

A demanda, reprimida por anos

16 - Revista Exper


Revista Exper - 17


Saúde

>>>>>>

HCC inaugura Emergência

O

Hospital Carlos Chagas (HCC)

da entidade que em dezembro completa 50

inaugura o maior Serviço de

anos de dedicação à saúde.

Segundo o diretor executivo do Hospital Carlos Chagas, Pedro Rodrigues,

Emergência de Guarulhos e re-

A Emergência terá salas e consul-

o novo pronto-socorro terá atendimento

gião. Com 1.600 m² o novo serviço é com-

tórios amplos e refrigerados, num ambien-

adulto, clínica geral, ortopedia, otorrino-

patível aos grandes hospitais da Capital,

te moderno e confortável, com área verde

laringologia e oftalmologia. O prédio foi

com equipamentos e estrutura sofisticados

e paisagismo voltados ao bem-estar do pa-

estruturado de maneira que a logística

oferecendo um atendimento ainda mais

ciente, numa proposta de humanizar ainda

seja eficaz atendendo aos mais modernos

humanizado e eficiente, marcas registradas

mais o atendimento.

padrões. Rodrigues explica que o projeto

Foto: Divulgação

da construção surgiu há anos e passou por várias discussões até que se encontrasse o modelo mais adequado às necessidades da demanda. Esta é a primeira fase da obra que prevê ainda a construção de mais uma torre. “Entre a idealização e a conclusão desta primeira fase da obra foram 18 meses”, justifica Rodrigues. “Com esta nova Emergência, o HCC não ficará atrás de nenhum outro hospital de São Paulo”, informa o diretor executivo. “O novo serviço garantirá ainda mais comodidade e conforto para pacientes e médicos”, diz o presidente do Conselho de Administração, Dr. Antônio Carlos Garcia. Ele assegura que atualmente o pronto-socorro do HCC atende a aproximadamente 27 mil pessoas ao mês e a partir de agora terá condições de aprimorar e ampliar ainda mais a qualidade e a segurança do paciente. “O paciente chegará e terá todo atendimento de forma específica e rápida, podendo contar com uma equipe multidisciplinar e tecnologia de ponta, sem perda de tempo”, afirma Dr. Garcia. O Diretor Presidente do Grupo Carlos Chagas, Nilton Lorandi, avalia que a nova unidade de emergência irá capacitar fachada do hospital Carlos Chagas 18 - Revista Exper

ainda mais os serviços prestados pelo Hospital Carlos Chagas e consequentemente


fortalece a imagem do grupo dando a cer-

tes os doutores Eduardo Yukisaki e Dácio

brou em sua oração a importância da nova

teza de que se trata de um serviço compa-

Montans.”Com o novo pronto-socorro

emergência como abrigo para pessoas em

tível às grandes Capitais. “O Grupo Carlos

entramos numa nova fase na História do

situação de dor.

Chagas continuará a investir no HCC pois

HCC. Sempre na vanguarda construímos

a atualização física e tecnológica da insti-

um ambiente sofisticado e salutar. Agrega-

tião Almeida discursou sobre a necessida-

tuição sempre foi e sempre será o seu gran-

mos tecnologia, aprimoramos nosso corpo

de da edificação para a cidade. “Guarulhos

de diferencial”, conclui Lorandi.

assistencial, tudo isso com um único fim:

cresceu com o Carlos Chagas e o Carlos

A nova unidade foi apresentada

garantir o atendimento de alto nível aos

Chagas cresceu com Guarulhos”, afirmou

às autoridades, imprensa e demais convi-

nossos pacientes com rapidez nos cuida-

Almeida. A fita inaugural foi descerrada

dados, estimados em mais de 300 pessoas.

dos críticos, eficiência diagnóstica, resolu-

pelas quatro autoridades em companhia

Esta primeira etapa possui 2 pavimentos

tividade sem esquecer da importância do

dos fundadores. Os convidados conhece-

equivalentes a quase um terço da obra, es-

acolhimento e humanização.

ram as novas instalações.

timada em 6 mil m².

Na solenidade de abertura o pre-

Carlos Chagas, Nilton Lorandi, fez um

Carlos Garcia pediu a atenção dos presen-

sidente do conselho de administração Dr.

discurso embasado em agradecimentos

tes para homenagear a gerente financeira

Antônio Carlos Garcia fez um breve re-

aos presentes, colaboradores, diretores e

do HCC, Wilma Cândido da Silva e o di-

lato da história da entidade, que em de-

corpo clínico. A bênção ao novo espaço foi

retor executivo, Pedro Rodrigues. Também

zembro completa 50 anos. Relembrou o

dada pelo Padre Antônio Bosco da Silva,

foi laureado o diretor clínico, Edmundo

sonho dos seis médicos que iniciaram o

que representou o Bispo Diocesano Dom

Vieira Prado Filho. O novo pronto-socorro

HCC e agradeceu aos fundadores presen-

Joaquim Justino Carreira. O religioso lem-

já está aberto ao público.

O diretor presidente do Grupo

O prefeito de Guarulhos, Sebas-

Durante o coquetel, o Dr. Antônio

Revista Exper - 19


Toque de estilo

>>>>>>

Por que escolher alumínio? Arquiteto Wilson Toledo

Um dos fundadores da Obra Prima, primeira associação de lojas de construção, acabamento e decoração do Alto Tietê. Foto: Diego Barbieri

Possui um escritório de arquitetura e interiores WH, junto com sua sócia Hilse Martinez, onde se dedica a sua paixão: retratar o perfil da pessoa no ambiente que ele vai morar ou trabalhar. A técnica é simples e

V

seu talento pode ser visto em toda a região. amos voltar para 1886, foi

As vantagens de se utilizar o alu-

das grandes vitrines do metal na constru-

quando o homem começou a

mínio em relação a outros tipos de ma-

ção civil. Sua beleza, com variada dispo-

utilizar o terceiro elemento quí-

téria-prima são a excelente relação custo

nibilidade de cores, acabamentos, formas

mico mais abundante na crosta terrestre, o

x benefício, ser resistente climaticamente

e usos, associada à resistência e vida útil,

alumínio. É um dos metais mais versáteis

por não haver variações de temperatura e

revelam o padrão futurista que o alumínio

para o manuseio nos processos metalúrgi-

umidade, leveza que favorece a facilida-

proporciona e vai muito além de qualquer

cos, além de não ser tóxico e inflamável.

de na montagem e instalação, baixíssima

outro material concorrente, consagrando

O consumo de alumínio na indús-

manutenção, excelente desempenho ca-

esta aplicação.

tria da construção civil deve crescer 12%

racterizada pela resistência mecânica e

Para que você, profissional da

neste ano, número maior do que a média

corrosão, além de ser versátil disponibi-

construção civil, conheça o produto e ve-

prevista para o segmento. A produção deve

lizando várias opções de tipologias e aca-

nha a utilizá-los em seus projetos. Basta

alcançar um volume de 207,4 milhões de

bamentos.

procurar uma empresa especializada em

toneladas. (fonte: CBIC)

O acabamento anodizado confere

esquadrias de alumínio.

Considerando a quantidade e o

ao alumínio cores como champanhe, bron-

Em Mogi das Cruzes você pode

valor do metal empregado, o uso do alu-

ze e preto. Temos também acabamento

encontrar esquadrias de alumínio na Vene-

mínio excede o de qualquer outro metal,

com pintura a pó, eletrostática. A mais co-

za Portas & Janelas. Que além de comer-

exceto o aço. É um material importante em

mum é a de cor branca, mas encontramos

cializar também produz as esquadrias.

múltiplas atividades econômicas.

também as cores azul-marinho, titânio, aço

O alumínio puro é mais dúctil em relação ao aço, porém suas ligas com pe-

inox, verde amarelado, verde, azul-escuro,

__________________________________

vinho e cinza escuro.

Serviço:

quenas quantidades de cobre, manganês,

Suas características geométricas

silício, magnésio e outros elementos apre-

e seus componentes exclusivos garantem

Av. Fernando Costa, 724, Vila Rubens,

sentam uma grande quantidade de caracte-

conforto, praticidade, além da estanquei-

Mogi das Cruzes, SP. Tel. 11.4723.1126

rísticas adequadas às mais diversas aplica-

dade ao ar e água.

A Veneza fabrica e comercializa esqua-

ções. 20 - Revista Exper

A caixilharia de alumínio é uma

Veneza Portas & Janelas

drias de alumínio.


Maurício Cabral e Thelma Tonoli Uma cidade: Roma por ser uma cidade

Rohe apresentada pela primeira vez em

Mies foi um dos pioneiros no desenho de

com quase três mil anos de idade, rica

1929 sendo até hoje uma das cadeiras

móveis criando a cadeira com estrutura de

em termos culturais e de valor histório

mais apreciadas por designers no mundo.

aço tubular que permitiu a produção em

inestimável, que tive o prazer de conhecer

grande escala industrial.

junto com a minha esposa Thelma.

Uma obra arquitetônica: O museu de

Um designer: No Brasil acho interessante

arte contemporânea de Niterói projetado

o trabalho que os Irmãos Campana fazem

pelo Oscar Niemeyer onde ele apresenta

à partir de elementos do cotidiano ou de

o concreto de forma arredondada suave

produtos sem valor que são transformados

e

em peças de caráter artístico, com uma

possibilitando ainda que o visitante

linguagem única e brasileira.

desfrute da grande vista panorâmica do

Um filme: SIN CITY a cidade do pecado

local.

filme baseado em uma série de quadrinhos

Uma meta profissional para 2012:

de Frank Miller com um grande elenco

Não se acomodar com a situação atual,

e com várias cenas marcantes e de cores

procurar contribuir e participar cada

vibrantes...

vez mais do processo de criação e

Uma peça de design: A cadeira barcelona

desenvolvimento de projetos em diversas

projetada pelo arquiteto Mies Van Der

áreas da arquitetura.

com

grandes

vidraças

Fotos: Arquivo Pessoal

moderno,

Revista Exper - 21


Meio Ambiente

>>>>>>

Responsabilidade Social Empresarial Magaly Sant’Anna Diretora e consultora em Projetos de Responsabilidade Social. Sócia de Margarete Silvestrini na MSX – Integração Empresarial.

C

onsiderando a grave ameaça

A definição de indicadores pela

à existência do nosso planeta

ONU – Organizações das Nações Unidas,

devido à devastação e ao dese-

inseridos em suas oito metas do milênio:

da responsabilidade com a comunidade do seu entorno. A perenidade está no exercício

quilíbrio ecológico, as crises financeiras

1 - Acabar com a fome e a miséria;

prático da ética nas estratégias de negó-

e as enormes desigualdades sociais, a

2 - educação básica de qualidade para

cios, da vantagem competitiva, do investi-

responsabilidade social empresarial é a

todos;

mento, do lucro, dos resultados, da relação

única garantia de que ou nos salvaremos

3 - igualdade entre os sexos e valorização

com os acionistas, clientes e fornecedores.

em parceria ou morreremos todos.

da mulher;

Aquelas empresas que tem sua visão es-

- reduzir a mortalidade infantil;

tratégica alinhada à geração de emprego,

fissional de mais de 20 anos dentro do

5 - melhorar a saúde das gestantes;

distribuição de renda, pagamento de tribu-

ambiente corporativo, desenvolvendo, im-

6 - combater a AIDS a malária e outras

tos e a políticas sociais já está no cami-

plantando e acompanhando projetos, pode-

doenças;

nho socialmente responsável, além de, ob-

mos afirmar que o mercado já sinalizou

7 - qualidade de vida e respeito ao meio

viamente, tratar bem seus colaboradores

que o tema vem sendo muito discutido,

ambiente;

sem distinção de gênero, de raça , religião,

embora a passos lentos e a cultura da res-

8 - todo mundo trabalhando pelo desen-

orientação sexual ou ideologia partidária.

ponsabilidade social empresarial está im-

volvimento), nos faz refletir que temos

pactando na rotina, objetivos e resultados

muito trabalho pela frente.

Com a nossa experiência pro-

do primeiro, segundo e terceiro setores, es-

É notório o prejuízo econômico para aquelas empresas que desrespeitam estes princípios. Cada organização, peque-

timulando , de uma maneira eficaz, o seu

As empresas que já enxergaram

na, média ou de grande porte, tem como

crescimento cada vez maior. Em consequ-

que o centro da economia passa a ser a

fazer a sua parte, desde a preservação do

ência, vários setores produtivos passam a

pessoa humana em comunhão com a res-

meio ambiente, a garantia da vida para os

se reestruturar, no desenvolvimento e mul-

ponsabilidade social empresarial, fará a

seres humanos, na fauna e na flora e, mais

tiplicação de boas práticas, na integração

sua lição de casa e obterá sucesso. Temos

especificamente, na utilização sustentável

das questões econômicas, sociais e am-

consciência que o desenvolvimento eco-

dos recursos naturais, no cumprimento da

bientais. Sabemos que o legítimo objetivo

nômico é um bem necessário. Contudo, é

legislação, nos impactos ambientais dos

econômico das empresas de obter o maior

preciso garantir lucro a médio e longo pra-

seus projetos , na gestão de resíduos líqui-

lucro possível sobre o capital investido

zos na combinação perfeita da dimensão

dos e sólidos, tecnologias limpas, na reci-

deve combinar com atitudes sustentáveis.

econômica com as questões sócio ambien-

clagem e na educação ambiental dentro e

Isto é ser “elegante” empresarialmente.

tais pertinentes à própria sobrevivência e

fora da organização.

22 - Revista Exper


Ponto de Vista

>>>>>>

Do contrato de gaveta Dr. Epaminondas Nogueira Mogi das Cruzes - Av. Narciso Yague Guimarães, 664, Centro Cívico – Tel: (11) 4799-1510 São Paulo – Barra Funda Rua do Bosque, 1589 – Ed. Capitolium, Bl. II, Conj. 1207 - Tel: (11) 3392-3229

s pessoas que participam dos

A

Quando as prestações são calcula-

o giro do seu negócio. São tantos os riscos,

contratos de gaveta parecem não

das pela equivalência salarial, o contratante

despesas e burocracia a que se submetem os

acreditar nas mudanças do tem-

financiado primitivo muitas vezes passa a ter

gaveteiros que já se tentou regularizar a maté-

po: casamentos, separações, mortes, perdas

aumento maior do que o gaveteiro, o agente

ria através da Lei 10.150/2000 e das Medidas

de emprego, invalidez, desaparecimento e

financeiro aumentará o valor da mensalidade

Provisórias 1520, 1696, 1877, 1878 e 1981.

imigrações. Fatores que influenciam e mo-

em função do acréscimo recebido pelo finan-

Riscos agravados pelo comprimen-

dificam os direitos e obrigações entre elas e

ciado, inclusive, porque desconhece o último

to dos prazos de financiamento, coisa de 10,

o contratante original do financiamento.

comprador. O Poder Judiciário tem tratado

15 e até 20 anos. Fazer leis e medidas provi-

Com tantos problemas em pers-

com benevolências, os gaveteiros já que são

sórias em profusão não resolve quaisquer pro-

pectiva o que move 30% dos adquirentes de

pessoas de condições humilde, geralmente, de

blemas, o governo deveria consolidar a maté-

imóveis financiados a se tornarem gaveteiros?

boa-fé e trabalhadores, mas isso não afasta os

ria e enunciar os princípios que devem reger

A resposta é a necessidade da moradia de um

aborrecimentos e os riscos.

essas transações para estabelecer alguma or-

lado e a usura dos financiadores do outro que

Em alguns casos, os gaveteiros che-

dem que mereça ser chamada de jurídica.

na simples transferência dos contratos elevam

gam a formar verdadeiras cordas de carangue-

Cumpre salientar que a limitação

os valores das prestações em até 20% e o sal-

jos porque repassam um contrato antes do tér-

criada através do contrato de gaveta à liberdade

do devedor em 2% como condição para com-

mino e passam para outro e outro, na medida

de se contratar, por mais que se argumente so-

parecerem anuindo à nova transação.

em que vão aumentando suas necessidades de

bre as conveniências econômicas do financia-

Como os contratos de venda e com-

espaço, conforto e possibilidade econômicas.

mento não afasta o caráter odioso da restrição.

pra dos imóveis têm pacto adjeto de hipoteca e

O observador mais desavisado po-

O justo seria se admitir o novo con-

para os contratantes financiados também é fei-

derá supor que os riscos recaem apenas nos

trato sem exonerar o primeiro financiado até

to seguro de vida, tudo vai se complicando ao

gaveteiros adquirentes, isso não é verdade,

a liquidação do débito, uma vez que o bem já

longo do tempo. Basta imaginar que a renda

pois, o financiado vendedor pode de uma hora

está mesmo hipotecado ao agente financeiro

seja formada pelos rendimentos de um casal

para outra tornar-se inadimplente se aquele

e a cada mês que se passa o débito diminui

que venha separar-se ou que um deles faleça

deixar de pagar as prestações.

ao passo que a garantia cresce em relação ao

e o seguro quite a sua parte para os herdeiros

A inadimplência uma vez que decla-

remanescente da dívida, ou seja, para o finan-

legais ou que imigrem como os descendentes

rada pelos órgãos de proteção ao crédito ful-

de japoneses têm feito, as partes que deverão

mina a vida econômica e financeira da pessoa

O custo é muito alto só para a trans-

comparecer para receber a escritura e quitação

acabando com o seu crédito e na hipótese de

ferência do contrato daí a quantidade absurda

já não serão as mesmas.

autônomo ou microempresário dificultando

de contratos de gaveta.

ciador é um negócio sem risco.

Revista Exper - 23


Destaque Empresarial

>>>>>>

Iluminação de alta qualidade

P

esquisas apontam que em 2015,

economia de energia.

lâmpadas queimadas causa um incômodo

45% do mundo será iluminado por

Uma lâmpada incandescente con-

desnecessário, situações de falta de segu-

LED – (Light Emitting Diode). A

verte em luz apenas 5% da energia elé-

rança e custos altos. Com o uso do LED,

aplicação do LED nas indústrias, além de

trica que consome, já as lâmpadas LED

essa preocupação será extinta por anos de-

gerar redução do consumo de energia, aju-

convertem até 90%. Essa diminuição no

vido a longa durabilidade.

da a minimizar os impactos ao meio am-

desperdício de energia traz grandes benefí-

O LED mantém o brilho até o fi-

biente e aumentar a competitividade dos

cios ao meio ambiente. Se metade de toda

nal de sua vida útil, as substituições pode-

negócios.

a iluminação mundial fosse convertida à

rão ser planejadas com muita antecedência

A adoção da sustentabilidade in-

tecnologia LED até 2025, seria possível

e você nunca será pego de surpresa por fa-

dustrial além de ser uma medida ética e

economizar 120 gigawatts de eletricidade.

lhas inesperadas.

produtiva, também ganha um espaço cada

Isso reduziria as emissões de dióxido de

O setor industrial requer uma ilu-

vez maior em questão de aceitabilidade

carbono em 350 milhões de toneladas por

minação de alta qualidade, projetada para

dos consumidores.

ano. As lâmpadas LED são a prova de que

o bom desempenho das tarefas, de acordo

O LED além de economizar ener-

o desenvolvimento tecnológico é a forma

com a Norma NBR 5413. Uma boa ilu-

gia e ter uma durabilidade muito maior, é

mais eficiente de combater o aquecimento

minação contribui para o bem-estar nos

fabricado com materiais químicos não pe-

global. “Essa tecnologia possibilita inúme-

locais de trabalho da indústria, em espe-

sados, seu descarte não prejudica o meio

ras soluções para otimizar o consumo de

cial nos locais sem acesso a luz natural. A

ambiente, não emite CO2, evita o aqueci-

energia e diversas possibilidades de efei-

aplicação do LED oferece uma qualidade

mento Global e todos seus componentes

tos de iluminação nas construções”, diz M.

de iluminação que ajuda na concentração,

são recicláveis. É um produto ecologica-

Rogério Zimiano, diretor da LED Solu-

produtividade, redução da fadiga e melho-

mente correto e não exige cuidados es-

tions.

ria da segurança dos funcionários.

peciais no seu descarte. Além disso, tem

Nos projetos industriais inter-

Os LEDs de alta intensidade lu-

grande eficiência na conversão de luz e

romper as linhas de produção para trocar

minosa podem ser utilizados em diversas

Fotos: Divulgação

aplicações, como iluminação industrial, comercial, residencial, pública, decorativa, fachada e automotiva. Pode-se fazer tanto uma iluminação direcionada quanto uma iluminação distribuída, de acordo com a aplicação desejada. O estudo da aplicação é fundamental para evitar gastos desnecessários e erros de dimensionamento. Vantagens da iluminação LED: Longa vida útil: produtos que duram de 20 a 50 mil horas. Se ligados 8 horas por dia, alcançam até 17 anos de M. Rogério Zimiano, diretor da LED Solutions 24 - Revista Exper

uso. Comparado, por exemplo, com uma lâmpada fluorescente compacta esse tem-


Luminária LED Green Vision (utilizada na iluminação do Pq. Ibirapuera)

Baixíssima emissão de calor:

como não emitem raio infravermelho, não

(fonte: INMETRO).

geram calor, ou seja, a superfície ilumina-

da por LED fica na temperatura ambiente.

ambiente de trabalho: devido ao LED

Com isso consegue-se também reduzir os

oferecer uma ótima qualidade de ilumina-

gastos com de consumo de ar condicionado.

ção, ajuda na concentração, produtividade,

Baixo custo de manutenção e

redução da fadiga e melhoria da segurança

operação: devido sua maior durabilidade po chega no máximo a 10 mil horas (fonte:

há uma redução significativa com os gastos

INMETRO).

em manutenção.

Economia de energia: além de

Aumento de produtividade no

dos funcionários.

Não oferece risco de contato di-

grande eficiência na conversão de luz,

reto: por trabalhar com baixa tensão, pode

pode reduzir de 50% a 90% os gastos com

ser usado em ambiente úmido ou na água

iluminação.

(como piscinas e banheiros) sem risco de

Não emite raios UV e IV: exceto

choques. Luminárias podem ser instaladas

o LED, todas as fontes de luz conhecidas

em lugares baixos sem risco de queimadu-

hoje (lâmpadas incandescentes, halógenas,

ra por contato.

vapor de sódio, vapor metálico, vapor de

mercúrio, luz do sol) emitem raios ultra-

não altera o brilho com o seu uso. Uma flu-

violeta e infravermelho.

orescente compacta chega a perder 84% do

seu fluxo luminoso após 2 mil horas de uso

Fluxo Luminoso: praticamente

Revista Exper - 25


Case de Sucesso

>>>>>>

Inovar é a palavra de ordem da FGF - Global Foundry Fotos: Divulgação

berdade, inclusive para errarem sem medo de serem repreendidos ou ridicularizados. A FGF Global Foundry trabalha muito bem esses três requisitos elementares nos setores da mineração, siderurgia, metalurgia, automotivo e cimento. Atualmente é reconhecida mundialmente pela qualidade dos seus produtos e excelência nos serviços de engenharia, projetos e pesquisas inovadoras aliadas ao desenvolvimento de ligas em aço inoxidável e superligas à base de Níquel e ou Cobalto Vice-presidente da FGF Global Foundry, Francesco Luiz De Negri

contendo microadições, que conferem pro-

I

priedades específicas para aplicações em novação é a palavra-chave no cená-

elementares: pesquisa, criatividade e liber-

alta temperatura na presença de atmosferas

rio empresarial mundial. As grandes

dade.

oxidantes e redutoras.

empresas procuram ferramentas para

Falar de inovação sem falar de

A FGF Global Foundry admi-

se tornar cada vez mais inovadoras. Pro-

pesquisa seria como acreditar em sucesso

nistra com atenção o presente e mantem o

gramas governamentais são desenvolvidos

sem esforço. A pesquisa é o primeiro fator

olhar para o futuro. Isso significa preparar

para estimular a inovação tecnológica nas

para a geração da inovação. Pesquisa é es-

dois times diversos, um olhando para fren-

empresas. Clientes e consumidores procu-

tudo, análise, observação, experimentação,

te, para o que ainda nem aconteceu e outro

ram soluções e produtos inovadores.

processos desenvolvidos por uma empresa

com foco no hoje, no gerenciamento das

visando à criação ou o aprimoramento de

coisas em tempo real. “Um líder que pensa

processos, produtos

o futuro e outro que faz o hoje acontecer”,

e serviços.

explica o diretor-presidente da GF Global

Não existe uma fórmula mágica ou universal para tornar uma empresa inovadora, mas exis-

“A FGF Global Foundry é uma empresa líder no mercado

Juntamente

Foundry, Francesco Luiz De Negri.

com a pesquisa, é

A FGF Global Foundry é uma

preciso existir cria-

empresa líder no mercado brasileiro, opera

tividade, por parte

com quatro processos de produção (cen-

dos profissionais que

trifugação, areia verde, cura a frio e shell

atuem nesse proces-

molding), com mais de 50 anos de tradi-

A inovação pode ser definida

so. Eles devem ter a mente aberta, serem

ção está presente nos cinco continentes, se

como a geração de novos processos, pro-

dotados de espírito questionador, muitas

destaca entre as dez melhores fundições no

dutos ou serviços, que façam sucesso no

vezes indo além do objetivo inicial.

seu ramo de atuação e continua investindo

tem alguns princípios, cuja aplicação pode produzir um ambiente favorável à

brasileiro, opera com quatro processos de produção (centrifugação, areia verde, cura a frio e shell molding)”

inovação.

mundo dos negócios. Para haver inovação,

Ainda, junto com a pesquisa e a

em tecnologia de materiais e engenharia,

é preciso existir pelo menos três requisitos

criatividade, os profissionais devem ter li-

sempre com o objetivo de satisfazer as exi-

26 - Revista Exper


gências e demandas do mercado.

alto-forno, tubulação para transporte de

braços para rolos de galvanização, galva-

A FGF Global Foundry atua nos

polpa de minério, sink rolls, looper rolls,

lume e aluminização.

setores de mineração, siderurgia, tratamen-

wrapper rolls, tyres trimetálicos para rolos

to térmico, fabricação de vidros, cimento

wet usados em fornos túnel de equalização

sempre que olhar para frente, para ele, um

e aplicações gerais tais como: Tubos Cen-

para mini-mills, linhas de recozimento e

dos principais desafios é o de antecipar o

trifugados mono, bi e tri-metálicos para

galvanização contínua e rolos com ou sem

futuro apresentando produtos ou serviços

as mais diversas aplicações, tubulação

revestimento, tubos radiantes em vários

que o mercado necessite antes mesmo que

bimetálica para condução de escória de

formatos tipo “U”, “retos”, “W”, duplo P,

este saiba disso. Mas para manter o DNA

“Uma empresa inovadora tem

da inovação é necessário também ter liderança. Em empresas inovadoras, o papel do líder é ainda mais importante e relevante na medida em que ele deve manter seu time de profissionais sempre motivados e criativos”, avalia o diretor-presidente da FGF Global Foundry, Francesco Luiz De Negri. As empresas com DNA de inovação dificilmente são copiadas por outras ou abrem espaço a um concorrente direto. Mas para isso também possuem um olhar atento aos desafios do presente, além de Vice-presidente da FGF Global Foundry, Francesco Luiz De Negri

estruturas competentes para gestão do dia a dia. Revista Exper - 27


Exper News

>>>>>>

Os Vingadores têm mais seis aliados PepsiCo, LG, Habib’s, Rayovac, Brookfield e Corpore são as marcas que se uniram à Disney para promover a estreia da produção inspirada nos personagens da Marvel. O filme foi dirigido por Joss Whedon, com lançamento previsto para 04 de maio de 2012, nos EUA, estreia com a promessa de se tornar o novo blockbuster da Disney, que vem de um prejuízo avaliado em cerca de US$ 200 milhões com o longa John Carter: Entre dois mundos. O fracasso nas bilheterias foi apontado como um dos principais fatores que teriam causado a saída de Rich Ross da presidência do Walt o irmão adotivo de Thor, o Deus do Tro-

de Ferro (Robert Downey Jr.), Viúva Ne-

Outra derrota, mas essa sim pre-

vão, perde a batalha também nas vendas

gra (Scarlett Johansson), Capitão América

visível, é do vilão Loki pelos super-heróis

de produtos associados à divulgação do

(Chris Evans), Gavião Arqueiro (Jeremy

da Marvel. Além de não conseguir trans-

filme que, claro, tem toda a sua visibili-

Renner), Hulk (Mark Ruffalo) e do próprio

formar o planeta Terra em seu novo reino,

dade concentrada na imagem do Homem

Thor (Chris Hemsworth).

Disney Studios.

Comissão suspende portaria que obriga ponto eletrônico A Comissão de Assuntos Sociais

ção de uma série de requisitos e exigências

do Senado aprovou a suspensão da por-

desnecessárias, eleva os custos operacio-

taria do Ministério do Trabalho que torna

nais e de gestão. E vai gerar judicializa-

obrigatório o uso do ponto eletrônico nas

ção nesta matéria porque trabalhadores e

empresas brasileiras.

empresários, que não foram consultados, irão recorrer por entender que a matéria é

A proposta segue agora para aná-

inconstitucional”, afirmou Monteiro.

lise dos senadores da Comissão de Direitos

“O próprio Ministério do Traba-

Humanos. O projeto aprovado hoje susta os

lho reconheceu a necessidade de aperfei-

efeitos da portaria nº 1.510/09 do minis-

çoamento do sistema proposto, quando, ao

tério, que estabelece a marcação do ponto

editar uma nova portaria em fevereiro, ins-

do trabalhador no Registrador Eletrônico

tituiu um grupo de trabalho prorrogando

de Ponto, além da identificação no Sistema de Registro Eletrônico de Ponto. Ou-

senador Armando Monteiro (PTB-PE)

tra portaria do ministério fixa prazo para a

mérito”, além de ser onerosa para as em-

implantação desse sistema de ponto pelas

presas.

pela terceira vez a vigência”, completou o ex-presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria). O senador Casildo Maldaner

“Ele parte de um pressuposto

(PMDB-SC) analisou que a regra “cria

O relator do projeto, senador Ar-

equivocado de que há uma fraude generali-

muitas dificuldades para as pequenas em-

mando Monteiro (PTB-PE), defendeu que

zada no sistema de ponto eletrônico. Buro-

presas, principalmente”.

a regra do ministério tem “problemas de

cratiza o sistema de controle pela imposi-

empresas ainda neste ano.

28 - Revista Exper

DO VALOR, EM BRASÍLIA


valente de 2010. Os motivos neste caso foram efeitos restritivos dos juros altos e do agravamento da crise financeira internacional. O setor que mais se destacou em 2011 foi o agropecuário, com crescimento de 3,5%. O de serviços também teve desempenho razoável, crescendo 2,7%. Já o setor industrial puxou o crescimento econômico para baixo, com crescimento de 1,6%. A análise dos economistas da Serasa Experian atribui o desempenho fraco do setor ao câmbio valorizado, juros elevados Fotos: Divulgação

e concorrência de produtos importados.

Atividade econômica cresce 2,6% em 2011

Avaliando demanda agregada, eles disseram que a alta de 2,6% da atividade econômica em 2011 foi resultado das altas de 4,8% dos investimentos e de 3,5% do consumo das famílias. Já o consumo do governo cresceu 2,1% ano passado. O

Dados divulgados pela Serasa

O primeiro semestre, ainda sob influência

setor externo pesou negativamente para o

Experian apontam que a atividade econô-

do bom desempenho de 2010, foi de cres-

crescimento da atividade econômica, uma

mica brasileira cresceu apenas 2,6% em

cimento de 3,8%. Já o segundo semestre,

vez que as exportações de bens e serviços

2011. O estudo destacou que o ano passado

teve redução de 1,5% na atividade eco-

cresceram 4,2% contra os 9,4% de alta das

foi pontuado por dois momentos distintos.

nômica, em comparação ao período equi-

importações.

TV paga chega a 13 milhões de domicílios

Nintendo: prejuízo de US$ 500 milhões

A Anatel registrou crescimento de

mero de assinantes cresceu de 5,3 milhões

2,43% no mês de janeiro, comparado a de-

para 13 milhões. A maior concentração está

zembro de 2011, na base de assinantes de

na região sudeste, com mais de 8 milhões,

A Nintendo registrou prejuízo

TV paga no Brasil. Hoje, são 13 milhões de

seguido das regiões sul e nordeste com mais

anual pela primeira vez em 50 anos de his-

domicílios que possuem o serviço de canais

de 1 milhão cada. O grande destaque é para

tória. As ações da Nintendo, sediada em

por assinatura, ou seja, a cada 100 lares,

o Estado de São Paulo, que concentra 5,3

Kyoto, caíram 45% em 12 meses.

22,1 são assinantes. Em cinco anos, o nú-

milhões das assinaturas.

Cai índice de confiança do brasileiro

Para Satoru Iwata, presidente da companhia, o maior problema é a perda de espaço para os jogos de smartphones e

A China desbancou o Brasil da

A maior alta foi verificada entre

tablets. Iwata culpa também a valorização

liderança do ranking de confiança na eco-

as empresas privadas, cuja confiança está

do iene e a fragilidade das vendas do apa-

nomia do país. O segundo lugar é da Índia,

presente em 63% das 5,6 mil pessoas que

relho portátil 3DS, lançado no início do

seguida do México e da Argentina. O Bra-

foram entrevistados pela agência de rela-

ano passado.

sil aparece agora em 12º lugar, queda pro-

ções públicas Edelman em 25 países para

Na tentativa de alavancar as ven-

vocada especialmente pela diminuição da

a composição do relatório. A área de tec-

das, as empresa reduziu o preço do conso-

confiança no governo, que apresentou um

nologia encabeça a lista, com uma redução

le 3DS, mas a estratégia não surtiu efei-

recuo de 53% para 32%. A credibilidade das

de apenas sete pontos, o equivalente a um

to. A previsão era que as vendas do 3DS

ONGS também caiu 31 pontos, para 49%.

índice de 86%, enquanto o de telecomuni-

batessem 18,5 milhões de unidades, mas,

Já a mídia registrou uma redução mais ame-

cações despencou 35 pontos, para 55%, e o

nos pontos de venda, limitou-se a 13,5 mi-

na, de 12 pontos, para 61%.

de energia caiu 25 pontos, para 67%.

lhões de consoles. Revista Exper - 29


30 - Revista Exper


Revista Exper - 31


QUALIDADE EM SERVIÇOS E VIAGENS CORPORATIVAS A Catamarã é uma Agência de Turismo que vai além do emitir bilhetes de passagens e reservar hotéis para seus clientes. Busca alternativas para que as empresas façam seus negócios de forma mais econômica e eficaz. Proporcionando aos seus clientes mais viagens com tarifas menores. Isso com a aplicação de uma política de roteiro bem elaborada, atrelada à cultura e à realidade da empresa, além de uma gestão dedicada em buscar negociações que promovam a satisfação e a qualidade do serviço prestado. ALGUNS SERVIÇOS Relatórios Gerenciais . Emissão Full Fare (Comparativo de Gastos) . Emissão por Centro de Custos, Projetos, Fornecedor, Destino e Relatórios por Solicitante

Documentação . Vistos . Passaportes . Carteira de Habilitação Internacional

Rua Santana, 238, centro, Mogi das Cruzes - São Paulo TEL.

55 (11)

4738 4478

www.catamaratur.com.br

32 - Revista Exper

Assistência / Atendimento . Assistência nos Aeroportos . Reservas On-line . Atendimento 24 horas

Eventos empresariais . Lançamentos de Produtos . Exposições, Convenções e Simpósios . Treinamentos e Reuniões diversas

Revista Exper  
Revista Exper  

Edição Número 16

Advertisement