Page 1


Editorial

>>>>>>

Foto: Evandro Maia

A persistente agonia da indústria de 1,8% da produção, após elevação de

com o artigo A estrutura interna humana,

0,8% em março – taxas de variação calcu-

e a outra é minha grande amiga Gabriella

ladas com relação ao mês imediatamente

Casério, psicologia, pós-graduada pela Uni-

anterior, com ajuste sazonal. Na compara-

versidade Federal de São Carlos, membro da

ção com abril de 2012, a atividade produti-

Sociedade Brasileira de Coaching, palestran-

va da indústria avançou 8,4% em abril des-

te, proprietária da G. Casério, Consultora em

te ano. Assim, no primeiro quadrimestre

RH, docente em cursos de graduação e pós-

de 2013, houve crescimento de 1,6% em

graduação e coordenadora no curso de Tec-

relação ao mesmo período do ano passado.

nologia em Gestão de RH nos brinda com o

artigo sua empresa tem um RH estratégico.

A produção de bens de capital

(3,2%) assinalou a expansão mais elevada,

tendo sido o quarto resultado positivo con-

ção vai para a empresa Mogidonto, fundada

secutivo, acumulando expansão de 15,5%

no dia 21 de abril de 1976, com uma impor-

nesse período. Os segmentos de bens con-

tante missão: facilitar o acesso das pessoas

sumo duráveis registraram incremento de

a um tratamento odontológico de qualidade.

1,1%, bens de consumo semi e não durá-

Uma empresa onde o conceito de saúde é

veis 0,9% e bens intermediários 0,4%.

forte e determinante, iniciado por um grande

C

E aproveitando este momento de

profissional da área Dr. Miguel Nagib, o que

ombinados com os dados do mês

crescimento, a revista vem conquistando

faz com que a empresa se mantenha rígida

anterior, os resultados da pes-

cada vez mais o seu espaço na indústria, o

aos conceitos de qualidade em atendimento.

quisa industrial de abril revelam

site foi todo reformulado, trouxemos uma

Proporcionar a saúde a todos indistintamen-

que a indústria brasileira voltou a trilhar

dezena de colunistas que escrevem sobre

te, fez com que a empresa se destacasse neste

o caminho do crescimento. No entanto, a

temas importantes para o dia a dia, e duas

segmento e adquirisse o know-how para um

intensidade dessa retomada deve ser vista

delas merecem nossa atenção, trata-se de

crescimento vertiginoso.

com ressalvas, pois ela está “inflada”, ou

Débora Epelman, psicóloga, Master Trai-

ainda, ela reflete efeitos de fatores pontuais

ner Afiliada a NLP University, Membro da

que estão “jogando para cima” os resulta-

GTC, Global NLP Training and Consulting

dos da atividade industrial.

Community, com Sede na Califórnia, Au-

Márcio Junior,

tora do livro “Mude sua Vida! com PNL”

Publisher da revista Exper

Abril de 2013 registrou aumento

Expediente Publisher: Márcio Junior MTB 59904-SP, Editoração: Editora Off, Colunistas: Fádua Sleiman, Epaminondas Nogueira, Sueli Segura, Marcos Nunes, Gabriella Casério, Cíntia Cristina e Déborah Epelman Publicidade: 11 2819-4457 ou 11 994.728.104 / publicidade@revistaexper.com.br, Foto Capa: Divulgação, Fotógrafo: Evandro Maia. A revista é uma publicação da Editora OFF e distribuída aos associados do CIESP, SESI, SENAI, Associações Comerciais, Sebrae, Secretarias de Indústria e Comércio, Prédios Comerciais e algumas bancas. A revista não se responsabiliza pelo conteúdo dos anúncios e as opiniões emitidas em artigos assinados são de responsabilidade dos autores.

O destaque empresarial desta edi-

Boa leitura...


Editorial..................................................04

>>>>>>

Business

Foto: Divulgação

Nesta Edição

Exper News.............................................06 Entrevista...............................................08 Capa.......................................................12 Business........................................18 Destaque Empresarial.............................22 Ponto de Vista.........................................24 Universo da PNL....................................26

Sua empresa tem um RH estratégico?

18

Mogidonto valoriza o seu melhor sorriso

Foto: Divulgação

Destaque Empresarial

22 Foto: Divulgação

Universo da PNL ERRATA: Na edição 23 a criação o NEA não é um projeto da Diretoria Regional do CIESP de Jacareí, e sim da Fibria (um associado da entidade). Para expressar sua opinião, dar sugestões, enviar releases e fazer contato com a nossa redação, escreva para: redacao@revistaexper.com.br e siga-nos nas redes sociais:

A estrutura interna humana

26


Exper News

>>>>>> rização de novos terminais privados será feita por chamada pública, e não licitação. As novas concessões dos portos públicos serão feitas pela menor tarifa, e não mais pelo maior preço pago pela outorga. A votação no Senado durou quase nove horas. Teve que ser bem mais rápida do que na Câmara, já que a MP perderia o valor à meia noite. Os senadores governistas atuaram para evitar manobras da oposição. A pressa do governo foi criticada. Agora só fica faltando a presiden-

MP dos Portos foi aprovada sem alterações

te Dilma Rousseff dar o sinal verde para publicação do texto no Diário Oficial. As-

Foi aprovada no dia 16/05 a Me-

que foram assinados depois de 1993 só se-

sim que a MP chegar formalmente ao Pa-

dida Provisória dos Portos, que abre ca-

rão renovados antecipadamente mediante

lácio do Planalto, a presidente tem 15 dias

minho para privatizações e melhoria da

o compromisso de novos investimentos.

úteis para fazer isso.

infraestrutura. Em linhas gerais, o texto

Os contratos futuros terão prazo

Em entrevista exclusiva, a minis-

aprovado na Câmara e no Senado corres-

de até 25 anos, podendo ser prorrogados

tra da Casa Civil diz que o governo quer

ponde ao que pretendia o governo.

por igual período. Nos terminais privados,

ter o poder de decidir se vai ou não renovar

As primeiras licitações com base

a contratação de trabalhadores poderá ser

as concessões em portos públicos e pode

na nova Lei dos Portos devem ser reali-

feita pela CLT, sem a intermediação do ór-

vetar a parte do texto que torna as renova-

zadas entre agosto e setembro. Serão 159

gão gestor de mão de obra, ligado aos por-

ções obrigatórias. A MP trouxe benefícios

áreas nos portos públicos.

tuários.

para o setor portuário, especialmente por

O texto prevê que os contratos de

Os terminais privados poderão

permitir que os terminais privativos pos-

concessão assinados antes de 1993 pode-

movimentar cargas de terceiros, o que abre

sam vir a movimentar cargas de terceiros”,

rão ser renovados por até dez anos. Já os

a possibilidade de concorrência. A auto-

diz.

Inadimplência cresce A inadimplência das empresas teve crescimento de 1,7% em abril, comparado ao mês anterior, segundo estudo da Serasa Experian. Para o economista da instituição, Carlos Henrique de Almeida, o indicador deve subir ainda mais nos próximos meses, caso o Copom defina aumento na taxa básica de juros Selic. Se houver aumento, os bancos sobem suas tarifas, principalmente na concessão de crédito. Isto gera uma reação em cadeia, pois as empresas MR 9 representada por seus gerentes, da esquerda para direita: Walker - Ciesp Jacareí, Ari - Ciesp Taubaté, Manoel - Ciesp Alto Tietê e Fabiano - Ciesp São José dos Campos no encontro dos gerentes em Guararema 6 - Revista Exper

têm mais custo na tomada de financiamentos e repassam ao consumidor final.


Fotos: Divulgação

As cem marcas mais valiosas do mundo

Apple (US$ 185 bilhões), Google

(US$ 114 bilhões), IBM (US$ 112 bilhões), McDonald’s (US$ 90,2 bilhões) e CocaCola (US$ 78,4 bilhões) são as cinco marcas mais valiosas do mundo, segundo ranking A regional do CIESP Taubaté arrecadou na 1ª semana de campanha 70 peças de roupas em

elaborado há oito anos pela Millward

boas condições de uso. Os associados e amigos que quiserem contribuir com esta brilhante

Brown, empresa de pesquisas do grupo

iniciativa, basta enviar as peças para Rua Jacques Felix, 675, Centro.

WPP. Apesar da liderança, a Apple cresceu

Na foto a esquerda o gerente Ari ao lado do diretor da regional Fábio Duarte.

apenas 1% , enquanto uma de suas maiores

Itaú confirma a compra da Credicard

rivais, a sul-coreana Samsung avançou

tais da ordem de R$ 8 bilhões.

valor estimado em US$ 21 bilhões.

Itaú Unibanco está confirmada. A conclu-

A transação exclui os cartões American Air-

são do negócio ainda depende da aprovação

lines, Credicard Platinum (exceto Credicard

100 Marcas Mais Valiosas do Mundo 2013

dos órgãos reguladores competentes. O Itaú

Exclusive) e as marcas Citi, Diners, nem os

posiciona a cerveja Corona, do México,

Unibanco pagou R$ 2,767 bilhões, valor em

cartões corporate. Para o Citibank, ex-dono

como a mais valiosa, a Petrobras caiu

linha com as previsões de mercado, pela

da Credicard, a venda do negócio faz parte

para a quarta colocação. A vice-liderança

aquisição do Banco Citicard, dono de uma

do redirecionamento estratégico da sua ope-

é da Telcel, também do México, seguida

carteira de crédito de R$ 7,3 bilhões em 2012

ração para nichos em países emergentes.

pela Skol. Bradesco, Claro e Itaú também

A compra da marca Credicard pelo

51%, ocupando agora a 30ª posição com um Na América Latina, o BrandZ

e com uma base de 4,8 milhões de cartões

estão entre as dez marcas mais valiosas da

de crédito, além de 96 lojas da Credicard

região. Mas no ranking geral, as brasileiras

Financiamentos, o que resulta em ativos to-

nem sequer aparecem.

Dois motores do turismo brasileiro

O fraco desempenho da economia

nacional e as políticas do governo são os

Uma pesquisa realizada pela FGV

para expandir a sua presença no mercado. De

principais fatores citados por Valkiria

a pedido do Ministério do Turismo revela

acordo com os dados, que integram a Pesqui-

Garré, diretora executiva da Millward

que 93% das 80 empresas de turismo con-

sa Anual de Conjuntura Econômica do Turis-

Brown Brasil, que afetaram a performance

sultadas pelo estudo estimam um aumento

mo, a média de investimentos gira em torno

do País. A Petrobras, perdeu 45% do

da ordem de 7,5% no seu faturamento em

de 13,3% do faturamento entre as marcas

seu valor de marca, queda atribuída à

2013 na comparação com ano passado. O

que participaram do estudo. A amostra inclui

decisão do governo de segurar o preço

o levantamento mostra que as locadoras de

ainda empresas de transporte rodoviário e or-

dos combustíveis para evitar o avanço da

automóveis pretendem investir 34,2% do seu

ganizadores de eventos em um total de nove

inflação. A Skol, cresceu 39% em valor

faturamento para gerar novos negócios. Em

segmentos. O Mundial e os Jogos Olímpi-

de marca devido à medidas ligadas ao

seguida estão as operadoras de turismo, que

cos, no Rio de Janeiro, ajudam a explicar o

estímulo do consumo, modelo extensivo a

planejam destinar cerca de 20% das vendas

impulso esperado para o turismo brasileiro.

todo o varejo. Revista Exper - 7


Entrevista

>>>>>>

Marcelo Nunes da Silva Exper - Para que nosso leitor possa conheç, fale de sua trajetória profissional? Marcelo Nunes - Sou Pós Graduado em

Engenheiro, Empresário e atualmente Coordenador do Escritório de Negócios e Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC VALE) do CECOMPI em São José dos Campos.

Gestão Estratégica de Projetos e Gestão Ambiental e Sustentabilidade e apesar

financiamento, ampliação de ferramentas

do APL a participarem ativamente do

de formado em Engenharia Florestal, fui

de incentivo tributário e gerar oportuni-

processo de desenvolvimento do Arranjo.

empresário da área de Treinamento de

dade de negócios através de rodadas de

Os comitês são temporários, de acor-

TI durante 20 anos, fui Diretor de Infor-

negócios, feiras e demandas organizadas.

do com as oportunidades e expectativas dos empresários ou dos apoiadores,

mática em órgão público, presidente da Associação Comercial de Itapeva, e con-

Exper - Quais foram as conquistas da APL

dentre os comitês destacamos : Comitê

sultor Sebrae-SP para a área de Desen-

TIC nesses últimos anos e o que vem por ai?

sobre Cidades Inteligentes, Treinamen-

volvimento Local e Territorial, além de

Marcelo Nunes - Através de parceria com

tos e Capacitação, Busca de Benefícios

facilitador no Seminário Empretec/ONU.

Sebrae-SP e Softex Campinas – Certifi-

aos Associados e Fundos Financeiros.

Vim para São José dos Campos, a con-

camos 10 empresas em melhoria de pro-

vite do Centro para a Competitividade e

cessos e MPS-BR, com subsidio de até

Exper - Hoje são mais de cinquenta em-

Inovação do Cone Leste Paulista - CE-

80% via Sebraetec, com a parcerias entre

presas que fazem parte do Cluster TI-

COMPI, com a missão de desenvolver o

a Prefeitura Municipal de São José dos

CVALE, você poderia nos dizer qual delas

APL Aeroespacial que então contava com

Campos e Softex e criamos um centro de

vêm se destacando e por qual atributo?

doze empresas, hoje cem e atualmente co-

inteligência, dando suporte a decisões

Marcelo Nunes - Várias empresas estão

ordeno a APL de Tecnologia da Informa-

estratégicas das empresas, realização de

se destacando no mercado, seja pela bus-

ção e Comunicação que conta com cin-

04 rodadas de negócios, formação de 03

ca de novos mercados ou inovando seus

quenta e uma empresas de SJC e Região.

consórcios de empresas para atendimento

produtos ou seu próprio modelo de negó-

de demanda específica, criação de produto

cio, algumas delas podem ser destacadas,

Exper - Fale um pouco das responsabili-

de melhoria de processo através de parce-

mas eu correria o risco de não estar atu-

dades e atribuições do Arranjo Produtivo

ria entre empresa do APL TIC e Aeroes-

alizado quanto as ações que acontecem

Local de Tecnologia da Informação e Co-

pacial que pode ser utilizada em qualquer

hoje e deixar um CASE fora desta lista.

municação (TIC) de São José dos Campos?

empresa de manufatura que foi também

Marcelo Nunes - O CECOMPI, já tem

disponibilizada no portfólio Sebraetec,

Exper - Qual a importância das Em-

este know-how em seu portfólio de for-

além de diversos treinamentos de melho-

presas de Tecnologia na economia?

mação de Cluster, com a criação do APL

ria de qualidade e gestão nas empresas.

Marcelo Nunes - Hoje, praticamente todos os processos são informatizados e a

Aeroespacial e Defesa, que hoje é referência nacional. Quanto as responsabilidades

Exper - Qual a importância dos Comitês

agilidade e precisão em transformar dados

são diversas, mas podemos destacar: me-

da APL TIC? Fale um sobre cada uma?

em informação é uma questão de sobrevi-

lhorar a gestão das empresas, ampliando

Marcelo Nunes - Os comitês foram forma-

vência para as empresas, portanto TIC

a qualidade dos serviços através de pro-

dos para que os próprios empresários, que

– Tecnologia da Informação e Comunica-

gramas de certificações, utilizar a rede de

conhecem o dia a dia dos seus problemas,

ção é a ferramenta não do futuro, mas do

relacionamento para ampliar as oportuni-

se envolvessem nas responsabilidades e

presente, e a sigla “C” de comunicação é

dades de negócio, interagir com a gover-

resultados pensando sempre no coletivo,

ainda mais latente nesta competitividade,

nança a fim de possibilitar novas linhas de

incentivando assim outros empresários

afinal as barreiras globais já não existem.

8 - Revista Exper


Entrevista

>>>>>>

Exper - Em sua opinião, quais foram

são apenas produtos que podem ser ino-

assinam o Código de Ética junto com o

as mudanças de maior relevância que

vados, a área de TIC tem muito a buscar,

termo de adesão, pois a necessidade do

ocorreram no mundo dos negócios nos

e os desafios começam pela própria glo-

comprometimento e da confiança mútua

últimos anos e o que ainda esta por vir?

balização, o custo de mão de obra para

é um dos pilares do sucesso de um APL.

Marcelo Nunes - Falando de TIC, acre-

desenvolvimento hoje sofre grande pres-

As empresas também precisam tratar des-

dito que seja a interatividade dos clientes

são de países como China, Índia, Coreia,

te assunto de forma mais clara, ampla e

com o mercado.Essa foi a mudança de

entre outros; e como tudo pode ser feito

legal, pois com a facilidade de transfe-

maior relevância para o mundo dos negó-

virtualmente, é muito simples a con-

rência de dados e informações sigilosas

cios, positivamente para os que possuem

tratação em qualquer lugar do mundo.

e/ou estratégicas, este assunto deveria

planejamento e estratégia e negativamen-

Outro grande desafio, a meu ver, que o

ser tratado como prioridade, existem

te para os que não conseguem ver o ma-

setor enfrenta é a preparação de mão

ferramentas de segurança para se fazer

cro; quem são seus clientes, quem são e

de obra qualificada para o setor, vários

esta ação, que inclusive fazem parte do

onde estão seus concorrentes e como vai

cursos foram criados e novas univer-

portfólio de competências das empresas

tratar as informações que o mercado te

sidades estão sendo abertas, mas uma

do CECOMPI/TIC VALE, aos interes-

retorna, direta ou indiretamente e vejo

reclamação dos empresários não é a

sados, é só acessar www.ticvale.org.br.

para o futuro a necessidade de empresas

quantidade, mas a qualidade desta mão

menores procurarem joint ventures, par-

de obra, que muitas vezes precisa de um

Exper - Existe algum comentário que

cerias que complementem competências

treinamento intenso da empresa contra-

deixamos passar e você gostaria de frisar?

na busca de ofertar soluções completas

tante antes de assumir o cargo disponível.

Marcelo Nunes - Qualquer empresa pode

e eficazes a preços justos e competitivos e claro sem abrir mão da qualidade.

fazer parte deste grupo, desde que a mesma atue em um raio de 100 Km de São

dos ficando maior, como podemos en-

José dos Campos, seja da área de tecno-

Exper - Quais são as principais res-

frentar e superar os dilemas éticos

logia da informação ou da área de co-

ponsabilidades, atribuições e desafios

que encontramos a todo o momento?

municação (Telecom). A adesão pode ser

que o segmento de TI vai enfrentar?

Marcelo Nunes - Realmente, este é um

pelo feita pelo site www.ticvale.org.br e

Marcelo Nunes - As responsabilidades

problema bastante sério, inclusive todas

maiores informações pelo nosso e-mail:

continuam pela busca a inovação, não

as empresas que aderem ao APL TIC

assist.negocios@cecompi.org.br.

Fotos: Divulgação

Exper - Com a pressão por resulta-

10 - Revista Exper


Revista Exper - 11


Capa

>>>>>>

IndĂşstria: Retomada

12 - Revista Exper


é muito bem-vinda... J

á não se discute mais se a indústria

do PIB de 2011 comprovaram quão anê-

participação no PIB, relevância na pauta

nacional encontra-se num processo

mico encontra-se o setor. Há evidências de

exportadora brasileira e peso na geração

de acelerado encolhimento. O setor

sobra de que o segmento tradicionalmen-

de empregos. Com isso, também deixa de

que deveria ser o mais dinâmico da eco-

te mais dinâmico da economia e que gera

funcionar como indutor importante da mo-

nomia – e propiciar as melhores oportuni-

os melhores empregos caminha a passos

dernização do segmento de serviços, para

dades de trabalho – perde cada vez mais

largos para um prematuro encolhimento.

o qual migram progressivamente as econo-

participação no PIB, relevância na pauta

O governo tem tentado agir, mas não con-

mias mais maduras.

exportadora local e peso na geração de

segue tomar medidas que transcendam o

empregos. As manufaturas brasileiras já

curto prazo, que não sejam erráticas e pon-

dústria na economia brasileira regrediu a

regrediram à década de 1950 e a balança

tuais ou que tenham alguma capacidade de

níveis de 50 anos atrás. O setor de trans-

comercial da indústria saiu do azul para

alçar o país a voos mais altos.

formação passou a responder por 14,6%

um mergulho num profundo déficit. Ape-

do PIB, algo só visto na época do gover-

nas uma ação coordenada e ousada seria

discutia se a indústria nacional estava, de

no Juscelino Kubitschek. Em meados dos

capaz de ajudar a ressuscitar o setor, mas

fato, perdendo espaço na economia. A esta

anos 80, esta fatia era simplesmente o

as tentativas do governo petista têm sido

altura, o debate já se mostra superado: to-

dobro da atual e, no início da era petista,

limitadas, erráticas e insuficientes.

dos os indicadores tradicionalmente usa-

superava 19%. Nota-se, sem dificuldade,

A crise vivida pela indústria bra-

dos para aferir a chamada “desindustria-

que a trilha perseguida pelas gestões Lula

sileira assumiu o centro das atenções nas

lização” apontam na mesma direção. Isto

e Dilma Rousseff não está conduzindo o

últimas semanas, depois que os resultados

é, o setor industrial perde cada vez mais

setor manufatureiro a bom destino.

Até algum tempo atrás, ainda se

Em 2011, a participação da in-

Revista Exper - 13


Capa

O

>>>>>>

Competitividade afetada principal fator a atravancar a

mesmo tempo, o país vê-se transformado

Uma constatação se faz necessá-

indústria brasileira são as más

cada dia mais em vendedor de matérias-

ria: é difícil competir quando se tem custos

condições de competitividade

primas, destinadas, principalmente, à Chi-

em franca ascensão, condições precárias

existentes hoje no país. As fábricas nacio-

na – numa extemporânea e indesejável

de infraestrutura, crédito proibitivo – ex-

nais até conseguiram avançar na época das

reedição do pacto colonial em que só a

ceto para os ungidos com acesso a linhas

vacas gordas, mas estão penando agora

metrópole muda.

privilegiadas do BNDES – e tributação ex-

que os ventos da economia mundial vira-

Impressiona, especialmente, a re-

cessiva, como ocorre hoje no Brasil. Em

ram. Na pós-crise de 2008, os preços glo-

versão do comportamento da balança co-

suma, tornamo-nos um país caro demais

bais despencaram e indústrias do mundo

mercial da indústria nos últimos anos. O

para se produzir. E não espanta que a taxa

inteiro correram para despejar seus produ-

resultado passou de um superávit de US$

de investimento continue tão baixa aqui,

tos baratos em mercados onde remanesce

8,5 bilhões em 2005 para um déficit de

com a particular freada da indústria.

algum dinamismo, como ainda é o caso do

US$ 92,5 bilhões no ano passado.

brasileiro.

Alguns exemplos permitem afe-

São indicativos contundentes de

rir a escalada dos custos internos. Desde

No rastro deste tsunami, o merca-

que o espaço das fábricas brasileiras no

2005, a folha de salários na indústria subiu

do nacional viu-se invadido por produtos

mercado vem encurtando tanto dentro do

25% e a energia elétrica, 28% – ambos já

importados: em 2011, cerca de um quinto

país, como também lá fora. Com a crise,

descontados a inflação do período. O câm-

dos bens industriais comercializados no

para sobreviver empresários buscaram for-

bio valorizado e o dólar barato tornou a

país veio do exterior. No extremo oposto,

necedores estrangeiros, instalaram plantas

equação ainda menos favorável aos produ-

o peso dos produtos industriais na pauta

no exterior e abandonaram mercados ex-

tores nacionais: em dólares, a mão de obra

exportadora é cadente. Entre 2005 e 2011,

ternos arduamente conquistados ao longo

ficou 57% mais cara nos últimos seis anos

diminuiu de 55% para 36% do total. Ao

de anos, num lastimável retrocesso.

e a energia, impensáveis 86%.

14 - Revista Exper


Nenhuma solução à vista

O país tem dificuldade de inovar e

produtivo

elevar a sua produtividade. Em 2011 hou-

como

ve queda de 0,2% do indicador na indús-

um

sociedade.

Em contrapartida, o que realmente interessa a quem

tria, o segundo pior desempenho em dez

trabalha e produz, isto é,

anos. Enquanto um trabalhador brasileiro

uma agenda ampla de

produz o equivalente a US$ 17,9 mil por

reformas

ano, um americano rende US$ 84,7 mil,

jamais foi cogitado

conforme levantamento feito na Universi-

pelo governo do PT.

dade da Pensilvânia com dados de 2008 – a

Não surpreende, por-

situação atual tende a ser um pouco pior.

tanto, que a indústria

estruturais,

A indústria foi o setor da econo-

brasileira esteja soter-

mia com pior desempenho no ano passado:

rada em tamanha dificul-

Cresceu, como um todo, apenas 1,6%,

dade e sem perspectivas fa-

enquanto o segmento de transformação

voráveis à vista.

ficou estacionado, com expan-

O

são de mero 0,1%. A situação

IBGE

continua desfavorável: nos

divul-

dois primeiros meses des-

gou da-

te ano, a indústria já murchou

dos relativos

3,4% em comparação com o mesmo

à produção industrial

período de 2011. Em 2012 o nível de pro-

todo,

brasileira nos primeiros quatro meses de

dução industrial é o mesmo do início de

embora a carga de im-

2013. No mês de abril último, de acor-

2008 e, nesse ínterim, as vendas do varejo

postos

mantenha

do com o instituto, a produção industrial

expandiram-se algo como 35%. Isso signi-

sua escalada de su-

avançou 1,8% frente ao mês imediatamen-

fica que o espaço criado pelo maior consu-

cessivos recordes. Junto

te anterior, segundo resultado positivo

mo da população brasileira foi totalmente

disso, mecanismos de incenti-

consecutivo nesse tipo de compa-

ocupado por bens vindos do exterior.

vo à exportação, como o

ração, acumulando ganho de 2,7%

Reintegra, con-

Infelizmente, as alternativas ofe-

recidas pelo governo Dilma não têm surti-

tinuam

do o efeito necessário. Na realidade, desde

sem be-

a eclosão da crise de 2008 têm sido recor-

uma em-

rentes pacotes de socorro à indústria, sem

E o aumen-

que se perceba qualquer sucesso aparente.

dito

nesse período. neficiar

confronto com igual mês do ano anterior,

presa sequer.

a indústria cresceu 8,4% em abril de 2013,

to de cré-

taxa mais elevada nesse tipo de compa-

concen-

ração desde agosto de 2010 (8,6%). Com

tra-se nas

isso, no índice para o fechamento do pri-

linhas do BN-

meiro quadrimestre de 2013 (acumulado

alimentadas

no ano), o setor industrial teve expansão de

por aportes nebulosos do

1,6%, revertendo a queda de 1,1% assina-

Tesouro – ou seja, do dinheiro

lada nos quatro últimos meses do ano pas-

do contribuinte – sem o escrutínio da

sado, ambas as comparações contra iguais

Medidas de desoneração tributária são pulverizadas e beneficiam apenas setores com maior capacidade de mobilização e pressão.

Não se cogi-

ta desafogar o setor

Na série sem ajuste sazonal, no

DES,

Revista Exper - 15


Capa

>>>>>>

períodos do ano anterior. A taxa anualiza-

e produção de álcool (8,4%), outros equi-

da, indicador acumulado em 12 meses, ao

pamentos de transporte (8,6%), máquinas,

recuar 1,1% em abril de 2013.

aparelhos e materiais elétricos (8,4%), má-

No índice acumulado para o primeiro quadrimestre de 2013, frente à igual

quinas e equipamentos (2,7%) e borracha e plástico (5,2%).

período do ano anterior, o setor industrial

Entre as categorias de uso, o per-

cresceu 1,6%, com 13 dos 27 ramos inves-

fil dos resultados para o primeiro quadri-

tigados apontando expansão na produção.

mestre de 2013 mostrou maior dinamismo

O ramo de veículos automotores

para bens de capital (13,4%), impulsiona-

(15,2%) exerceu a maior influência posi-

do especialmente pela maior fabricação de

ção, uma vez que, no período janeiro-abril

tiva, impulsionado pelo crescimento na

equipamentos de transporte (27,4%). O se-

de 2012, registraram quedas de 11,9% e de

produção de aproximadamente 75% dos

tor produtor de bens de consumo duráveis

10,1%, respectivamente.

produtos investigados. Houve influência

(4,5%) também apontou taxa positiva nos

O presidente da Confederação

da baixa base de comparação, já que esse

quatro primeiros meses do ano, influen-

Nacional das Indústrias afirmou que a in-

setor recuou 18,5% no índice acumulado

ciado pela maior produção de automóveis

dústria pretende ampliar o nível de inves-

dos quatro primeiros meses de 2012, em

(8,7%). Essas duas categorias de uso, além

timentos neste ano, alcançando um cresci-

virtude da concessão de férias coletivas em

do aumento no ritmo da atividade indus-

mento de 4% em relação ao ano passado.

várias empresas do setor. Outras contribui-

trial ao longo desse ano, também foram

Robson Braga destaca que a prin-

ções positivas vieram de refino de petróleo

influenciadas pela baixa base de compara-

cipal preocupação do setor atualmente é o

16 - Revista Exper


tos e captação de mão de obra estrangeira

maiores empresas espanholas pretendem

especializada, especialmente para o setor

investir R$ 48,7 bilhões no Brasil. Somen-

de infraestrutura.

te em infraestrutura, as maiores empresas

Vale destacar que o Brasil é hoje

do setor planejam investir R$ 17,8 bilhões,

um dos grandes parceiros comerciais da

até 2016. A CNI tem apoiado a contrata-

Espanha, destacando-se como o mercado

ção de mão de obra qualificada estrangeira,

que mais recebe investimentos espanhóis,

de forma a impulsionar o desenvolvimen-

com um crescimento de mais de 8% no

to do país. Um dos argumentos utilizados

primeiro trimestre em comparação com o

aborda a relação deficitária existente entre

aumento dos juros. “Isso representa a en-

mesmo período de 2012. “Ao longo dos

a mão de obra qualificada brasileira e os

trada excessiva de dólares no Brasil, o que

últimos anos as empresas espanholas in-

altos índices de profissionais graduados e

fortalece o real frente à moeda americana e

vestiram mais de R$ 170 bilhões no país,

experientes desempregados na Espanha.

prejudica a competitividade das indústrias

gerando mais de 300 mil empregos diretos

Foi discutida a criação de um acordo bila-

brasileiras”, comenta o presidente da CNI.

e indiretos, além de atenderem a mais de

teral para desburocratizar a vinda de pro-

Na opinião de Braga, o país pre-

165 milhões de brasileiros em diferentes

fissionais espanhóis, especialmente para

cisa passar por um processo de mudanças

setores”, destacou o presidente da Cáma-

áreas como infraestrutura. Uma solução

estruturais, o que envolve a desburocrati-

ra Española e da Telefônica Vivo, Antônio

sugerida pela Cámara é a criação de vistos

zação do sistema tributário, a moderniza-

Carlos Valente.

com validade vinculada ao tempo do pro-

ção das relações de trabalho, investimen-

jeto em que o profissional irá se dedicar.

Nos próximos três anos, as 20

Revista Exper - 17


Business

>>>>>>

A importância de manter-se atualizado Foto: Divulgação

N

o dia a dia as mudanças são constantes, inovações, alterações no modo de agir, pensar e progredir. Para não ser excluído deste contexto, mantenha-se constantemente atualizado, procure o que está mudando e na medida do possível

antecipe-se, e isto vale tanto na vida pessoal quanto profissional. Tudo exige atualização, por exemplo, aquele que não possui conhecimento em computadores e celulares, tem dificuldade em realizar tarefas simples nos terminais automáticos, movimentação pela internet, sistemas, e não consegue relaciona-se nas redes sociais. Na empresa os equipamentos cada vez mais automatizados aumentam a produção, diminuem o custo, e mantêm o empresário competitivo no mercado. O empresário tem de se manter atualizado para adquirir o melhores equipamentos, e traz consigo a preocupação e a necessidade de treinar seus colaboradores. Em consequência destas alterações constantes já existem técnicas e serviços para auxiliar o empresário. Órgãos regulamentadores criaram normas para amenizar as diferenças entre a empresa que preocupa-se com seus colaboradores, que oferece boas condições de trabalho, ambientes cuidadosamente projetados, seguros, sem riscos, com melhoria constante na produtividade daquelas que buscam apenas a produtividade a qualquer custo, sem preocupação com o bem-estar de seus colaboradores. No ambiente empresarial atualizações e adequações às normas reguladoras é um investimento necessário. Além dos equipamentos e dos colaboradores um item ao qual poucos empresários não se preocuparam em atualizar-se, é com a sua energia elétrica. Será que ela está sendo bem utilizada na sua empresa? Será que sua empresa está adequada neste quesito? Seus equipamentos estão sendo abastecidos de modo adequado? Saiba que existem Normas Regulamentadoras para estas perguntas. O empresário tem-se movimentado de modo satisfatório e profissional buscando conhecer as Normas, e se adequar e você?

18 - Revista Exper

Marcos Nunes da Silva, é sócio proprietário da Frater, empresa que atua na prestação de serviços em elétrica, telecomunicação e informática. www.frater-cs.com.br


sua empresa tem um RH ESTRATÉGICO? Foto: Divulgação

Primeiro, é necessário compreender que estratégia é algo que aproxima a organização de seus objetivos em longo prazo, ou seja, possui um efeito abrangente, definindo sua posição no ambiente que está inserido. E RH? O que é? Vejo preocupação excessiva em relação à melhor nomenclatura a se usar para a área que, atua “oficialmente” com os colaboradores. Sim, que fique claro a responsabilidade de todos os líderes em relação à boa gestão de pessoas. Na verdade, penso que essa nomenclatura é o que menos importa nesse contexto. O RH deve pensar no coletivo, ter uma equipe motivada e que acredite no negócio da empresa, buscando conhecimento sobre como contribuir para a melhoria nos resultados dos serviços e produtos oferecidos aos clientes. Deve conhecer as metas estabelecidas e abusar da criatividade para estimular a motivação de cada um. Intermediar interesses entre empregados e empregadores buscando o bem comum é o grande desafio. O que precisamos é, pensar no conteúdo e objetivos das ações de RH. É comum empresas oferecerem treinamentos, realizarem processos seletivos, aplicarem ferramentas de avaliações, eventos de confraternização, etc. Mas ficam as perguntas: Essas ações estão alinhadas com as metas da organização? Estão alinhadas com o perfil do público? Qual a mensuração que é feita desses trabalhos? Para que eles são usados? O executivo deve utilizar bem seu budget, analisar e otimizar os trabalhos e fazer com

Gabriella Afonso Casério, graduada em Psi-

que as ações sejam produtivas e ao mesmo tempo agreguem valor à vida das pessoas.

cologia pela Universidade do Sagrado Coração,

Todos os projetos precisam ter objetivos claros, com análise de custo benefício e foco

pós-graduada pela Universidade Federal de São

para resultados.

Carlos, membro da Sociedade Brasileira de Co-

Pergunto: Qual é a estratégia de RH utilizada por sua empresa? Que tal começar

aching, palestrante, proprietária da G. Casério

compreendendo qual a missão, visão e valores organizacionais? Depois faça um

Consultoria em RH. Atuou 20 anos em consulto-

levantamento de tudo que é realizado. Entenda com os envolvidos o que eles sentem

rias de RH e como executiva. Foi docente em cur-

falta, converse com um especialista. A partir daí, refaça seu planejamento. Esse pode ser

sos de graduação e pós-graduação e coordenadora

o início de uma nova fase para todos. Seja estratégico e bom trabalho!

no curso de Tecnologia em Gestão de RH.

Revista Exper - 19


Business

>>>>>>

Segurança do Trabalho tem a ver com RH? Foto: Divulgação

A

pesar de ser uma área técnica, a Segurança do Trabalho, em muitas empresas, está subordinada ao setor de RH. Tem gente que acha que deveria estar no setor operacional (técnico), e outros acham que deveria estar no setor de RH. A área

operacional tem a obrigação de produzir com qualidade, segurança, e com o menor custo, evidentemente. Com o RH não é diferente. Portanto, não importa a qual setor responda, o importante é oferecer um trabalho conjunto, integrado, de forma que os produtos possam ser entregues com qualidade, no prazo e com custos competitivos. E o que é mais importante? Que a área de Segurança esteja preparada tecnicamente para atender plenamente as necessidades da empresa, e que a área de RH tenha a certeza de que está suprindo, de forma primorosa, a demanda de profissionais competentes e habilitados. Assim, a área operacional da empresa terá condições adequadas para alavancar o processo, mantendo os padrões da produção e a produtividade planejada. Em resumo, tanto a Segurança do Trabalho quanto o RH são áreas de apoio importantes para o processo produtivo, e é com foco na produção que devem atuar. No que a área de Segurança contribui com a área técnica? A área de Segurança deve estar apta a identificar as condições, situações e atitudes perigosas, além de garantir a orientação para que todos os requisitos legais aplicáveis sobre saúde e segurança sejam cumpridos, sem esquecer, obviamente, da manutenção desses controles e dos registros relacionados. Basta lembrar que um PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais deve ser mantido por um período de 20 anos, assim como outros documentos, cada um com seus prazos predefinidos. E a área de RH, em que contribui? Ela deve cuidar também para que esse trabalhador se mantenha saudável, motivado, capaz de aplicar todo o seu potencial naquilo que mais se ajuste ao seu perfil profissional. Um trabalhador motivado, fazendo aquilo de que gosta, e que tenha melhor domínio, com certeza dará o máximo de contribuição ao processo, sem falar da contribuição para a sua segurança e de todos.

20 - Revista Exper

José Antônio Barbosa, é engenheiro de produção mecânica, engenheiro de segurança do trabalho, consultor de qualidade e segurança do trabalho e consultor em manutenção mecânica.


Produção de químicos tem alta de 2,55% Foto: Divulgação

O

s indicadores de produção e vendas domésticas da indústria química brasileira apresentaram recuperação em abril, após um março de retrações. A produção cresceu 2,55% em abril, em relação ao mesmo período do ano passado,

após cair 2,47% em março na comparação anualizada. Já as vendas domésticas foram ampliadas em 3,69% em abril, após retração de 3,42% em março. Os dados referentes ao mês de abril, divulgados nesta quarta-feira (29) pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), são preliminares.

Embora os números do mês passado sinalizem recuperação da indústria química

nacional, os dados do setor no acumulado do primeiro quadrimestre apontam tendência negativa. A produção brasileira de químicos encolheu 1,29% na comparação com os quatro primeiros meses do ano passado. Já as vendas internas diminuíram 0,61%.

Como vem ocorrendo há algum tempo, mais uma vez, a indústria química

nacional perde espaço para o produto importado. O volume de importações dos produtos amostrados no RAC teve elevação de 29,4% nos primeiros quatro meses do ano, sobre igual período do ano anterior. A perda de competitividade da indústria nacional também pode ser medida pela taxa de utilização de capacidade das fabricantes de produtos químicos instaladas no Brasil. O indicador encerrou o primeiro quadrimestre em 82%, dois pontos porcentuais abaixo do acumulado nos quatro primeiros meses do ano passado. Executivos do setor defendem que a taxa de utilização da indústria química deve girar ao redor de 90% para garantir maior competitividade em termos de concorrência global.

Sueli Segura, sócia-proprietária da RS Produtos Controlados, graduada em Administração de Empresas e técnica em Meio Ambiente.

A Abiquim também divulgou um estudo sobre o custo da mão de obra no

segmento de produtos químicos de uso industrial, ou seja, insumos vendidos para outras indústrias. O levantamento, aponta que o custo total da mão de obra (CTMO) no setor é mais do que o dobro do salário médio pago no Brasil. Fonte Jornal do Comércio.

Revista Exper - 21


Destaque Empresarial

>>>>>>

Mogidonto Plano Odontológico

apresenta o tripe que sustenta a marca

C

om 37 anos de existência e de

Odontologia, que acontece desde 2007 e

muito sucesso, a Mogidonto ofe-

que acontece todos os anos, voltada para

rece um prédio exclusivo para

dentistas e funcionários da Mogidonto

atendimento do público infantil, em Mogi

com palestras sobre assuntos diversos:

das Cruzes, um dos mais bonitos da Gran-

“Isto significa um investimento que a em-

de São Paulo, uma unidade em Suzano e

presa faz no aprimoramento do nosso pes-

outra em Itaquaquecetuba totalizando qua-

soal em favor de nossos clientes”.

tro unidades. A unidade de Mogi e a de Su-

O terceiro princípio são os pre-

zano oferecem atendimento 24 horas, além

ços, absolutamente compatíveis com o

de uma unidade exclusiva para atendimen-

orçamento das famílias das classes C e

to ortodôntico.

D, público-alvo da rede. “Nossa função

De acordo com o diretor-geral Miguel Nagib, o trabalho da Mogidonto começou de uma maneira bastante difícil, pois existia uma imagem ruim das clínicas odontológicas, um tabu de que elas não tinham responsabilidade e não eram sérias:

é tornar fácil este acesso às pessoas mais Miguel Nagib, diretor presidente da Mogidonto Planos Odontológicos

com os profissionais renomados. Além disso, há a Semana de

necessitadas, por meio dos preços e do parcelamento”, explica. Outra parte bastante positiva é a contratação de estagiários, pois são empregos oferecidos a pessoas que estão iniciando a vida profissional.

“Nós queríamos e conseguimos quebrar Fotos: Divulgação

esta imagem negativa e isto aconteceu devido a um único objetivo: seguir três princípios, formados em um tripé, que sustenta toda a imagem da empresa até hoje”. O primeiro é o conforto, oferecido aos clientes nas instalações de todas as unidades, que foram muito bem construídas. “Nós somos a única empresa odontológica do Alto Tietê que tem plantão 24 horas e isto é a maior prova de demonstração

Unidade Mogi das Cruzes

Unidade Suzano

Unidade Itaquaquecetuba

Unidade Kids Mogi das Cruzes

de respeito ao cliente. Além disso, oferecemos uma das maiores estruturas físicas do Estado”, revela. São 20 consultórios, três salas de raio X, uma delas com equipamento panorâmico e um minilaboratório de prótese para os serviços mais urgentes. O segundo é a seriedade no atendimento, a confiança que é transmitida para os clientes, isto em consequência de treinamentos constantes que são feitos 22 - Revista Exper


Só quem é focado em

odontologia entrega mais. • Planos customizados de acordo com a necessidade da sua empresa. • Fácil relação com o departamento de Recursos Humanos. • Colaboradores mais saudáveis e dispostos. • Imagem institucional positiva. • Retorno do investimento com um menor número de faltas. • Dedução de até 100% no Imposto de Renda.

ANS - 35474-1

É a segurança de ter sua empresa coberta por quem tem estrutura e unidades próprias, além de ser focado em odontologia. Ligue para a gente e consulte nossos planos e condições.

Acesse www.mogidonto.com.br ou ligue e FAÇA HOJE O SEU PLANO ODONTOLÓGICO:

(11)

4728-5444

Central de Atendimento

0800 19 88 99 Vendas

Revista Exper - 23


Ponto de Vista

>>>>>>

Comer, coçar e calotear é só começar. Dr. Epaminondas Nogueira Mogi das Cruzes - Av. Narciso Yague Guimarães, 664, Centro Cívico – Tel: (11) 4799-1510 São Paulo – Barra Funda Rua do Bosque, 1589 – Ed. Capitolium, Bl. II, Conj. 1207 - Tel: (11) 3392-3229

É

justo que se pague um preço equi-

E a questão básica é que o capital

librado e racional por todos os bens

se cria a partir do trinômio: trabalho, admi-

24 Então, Pilatos viu que não con-

e serviços: a passagem do ônibus,

nistração e reinvestimento que forma o ci-

seguia nada e que o povo estava começando

clo virtuoso.

a se revoltar. Aí mandou trazer água, lavou

o pedágio, o diesel, a entrada do futebol, do avião etc. Obviamente, quando não se atinge o preço certo ou racional subsiste uma dife-

Ao trabalho há que se acrescer dia

as mãos diante da multidão e disse: – Eu

a dia a produtividade, à administração a efi-

não sou responsável pela morte deste ho-

cácia e ao reinvestimento a inteligência.

mem. ISSO É COM VOCÊS´´.

rença que tem que ser coberta com dinheiro transferido de outro lugar. Vale dizer que um benefício obtido se paga com outro perdido, salvo raríssimas

– Crucifica!

Daí, necessariamente, como é da

Pilatos fugiu da saia justa e a plebe

natureza das coisas defluem bens e serviços

decretou a crucificação, ou seja, manifestou

com preços racionais e de qualidade satisfa-

a vontade que o governador apenas homolo-

tória, ou seja, sem magia, nem milagres.

gou. Se sob a ótica da economia o plebiscito

exceções.

Plebiscito é, literalmente, decreto

é ineficaz do ponto de vista politico a con-

Isso não vai mudar ainda que se

da plebe e não dos nobres. Usava-se quando

tribuição é singela, eis que as modificações

alastre a pretensão, ainda que se que se que-

o problema era tão grande que, os nobres

das situações são constantes, dinâmicas e

brem vidros, que se bloqueiem estradas, que

entendiam que não dariam conta sozinhos

até em razão dos custos e da complexidade

discursem políticos de todas as cores.

e na pratica manejavam a consulta para en-

dos assuntos não é possível se consultar, di-

É a natureza das coisas; é uma lei

volver a plebe, i.e., a população reunida na

retamente, o povo a toda hora.

que na definição de Montesquieu, no “Espi-

praça. Raramente, se soluciona outro pro-

O meio adequado para isso é a

rito das Leis” , é uma relação necessária que

blema que a dificuldade politica de quem

representação politica de preferência a de-

decorre da natureza das coisas e isso vale

fez a convocação.

mocracia como já temos nas nossas consti-

para as leis jurídicas, físicas, econômicas,

Vale lembrar:

enfim todas.

Mateus/ 21 Então o Governador

A conclusão é a de que estamos

A primeira e mais importante e

perguntou: – Qual dos dois vocês querem

diante de mais um pacote e que seremos

simples das leis é a que diz que do nada

que eu solte? – Barrabás! – responderam

mais uma vez embrulhados.

nada se tira, razão por que a ninguém é dado

eles.

fornecer bens ou serviços abaixo do valor verdadeiro, indefinidamente. Com plebiscito isso não se muda, com referendum idem, bem ao contrário se faz crescer as despesas. 24 - Revista Exper

tuições.

Como se dizia do dropps DUL22 Pilatos perguntou: – Que farei

CORA: embrulhados de um a um e no fim

então com Jesus, que é chamado de Mes-

alguém irá nos dizer: ISSO É COM VO-

sias? – Crucifica! – responderam todos.

CÊS.

23 Ele perguntou: – Que crime ele cometeu? Aí começaram a gritar bem alto:

Eis aí para o que servem PLEBISCITOS.


Revista Exper - 25


Universo da PNL

>>>>>>

A Estrutura Interna Humana Deborah Epelman, Psicóloga, Master Trainer Afiliada a NLP University, Membro da GTC, Global NLP Training and Consulting Community, com Sede na Califórnia, Autora do livro “Mude sua Vida! com PNL” 4ª Edição pela Editora Scortecci, Coautora do livro “Ser + com PNL” pela Editora Ser+ e Coordenadora do livro

A

“PNL & Coaching” pela Editora Leader. proposta da Programação Neu-

mam nosso modelo de mundo. Robert

além da estrutura interna, começando pela

rolinguística (PNL) surgida em

Dilts observou que os Seres Humanos

família, a comunidade, o trabalho e che-

meados dos anos 70, nos Esta-

estão estruturados nos seguintes níveis:

gando ao que cada um nominaliza de sua

dos Unidos, a partir dos estudos de comu-

vivemos em ambientes, profissional,

forma: Deus, Cosmos, Universo, Inteli-

nicação humana feito pelos pesquisadores

familiar, social, dentre outros e utiliza-

gência, Jeová, Cristo...

Richard Bandler, John Grinder, Robert

mos comportamentos para atuar nesses

A partir desta estrutura, vivemos

Dilts, Todd Epstein, Judith DeLozier, en-

ambientes; para podermos ter comporta-

ou não em equilíbrio, pois dependendo de

tre outros, é de modificar comportamentos

mentos, precisamos de capacidades, pois

como são registradas nossas experiências,

“prejudiciais” ao ser humano, através de

se achamos que não somos capazes, não

acontecem nossas respostas. Com as estra-

um conjunto de técnicas que transformam

conseguimos ter o comportamento; para

tégias pesquisadas podemos compreender

elementos linguísticos, fisiológicos e de

termos capacidades precisamos acredi-

e alterar registros que trazem desarmonia,

representação interna da realidade indivi-

tar e valorizar estas capacidades e, este

desequilíbrio e consequentemente, falta

dual. Eles mostraram que o ser humano

sistema de crenças e valores forma e dá

de saúde, tendo como resultado Seres Hu-

não opera diretamente no mundo em que

suporte à nossa identidade.

manos mais equilibrados e com saúde. É

vive, mas cria modelos e “mapas do mun-

Acima e fora de nós existe o ní-

do” que são usados para guiar seus com-

vel espiritual, que inclui todos os sistemas

portamentos. No final da década de 80 apareceu a PNL Sistêmica, que teve como precursores, Robert Dilts, Todd Epstein e Judith DeLozier, Seu propósito foi de introduzir uma estrutura cibernética, promover uma ênfase na “ecologia” e trazer ferramentas do Pensamento Sistêmico mais inteiramente na prática da PNL. Estamos submetidos diariamente às ideias expressas, verbal e não verbalmente (através de gestos, posturas, etc.) pelo mundo a nossa volta, tanto “positivas” como “negativas” que for26 - Revista Exper

nosso próprio sistema nos auxiliando em nossa própria Cura!


PIONEIRA INDÚSTRIA Vacuum Sweeper VARREDEIRA MECÂNICA Para limpeza de ruas, rodovias, pistas, portos e indústrias. Além da alta tecnologia em varrição mecanizada, possui implemento especial para limpeza de bueiros. Por ser montada sobre chassis, permite o despejo direto no aterro, economizando mão de obra e veículos.

BOD - ARM

BOB BOD

COLPACT

BRAÇO DE CAPINAÇÃO

CAPINADEIRA MECÂNICA

VARREDEIRA MECÂNICA COMPACTA

Montado em tratores (frontal ou lateral), com a finalidade de remover mato e ervas daninhas em vias.

Eliminação de mato e ervas daninhas em bloquetes, paralelepípedos, áreas pavimentadas, praças e pátios.

Veículo de fácil manobra na limpeza de praças, pátios e locais de difícil acesso ou com trânsito de pessoas.

Autopropelida

PIONEIRA INDÚSTRIA DE EQUIPAMENTOS DE LIMPEZA LTDA Tel.: 11 4748-3414 - Fax.: 11 4744-1192 vendas@pioneira.com.br www.pioneira.com.br/industria

Revista Exper - 27


28 - Revista Exper

REVISTA EXPER  
REVISTA EXPER  

Edição Número 26

Advertisement