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Nesta Edição Editorial..................................................05

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Entrevista

Exper News.............................................06 Entrevista...............................................08 Capa.......................................................12 Gestão por Confi ança..............................18 Business.............................................20 Comemoração....................................22 Destaque Empresarial.............................24 Ponto de Vista.........................................26

Márcio Junior - palestrante e autor do livro Um dia maravilhoso

08

Capa

Comércio Exterior..................................28 Recursos Humanos.................................30

Macrorregião 9, Perspectivas para 2013

12

Comemoração

Para expressar sua opinião, dar sugestões, enviar releases e fazer contato com a nossa redação, escreva para: redacao@revistaexper.com.br e siga-nos nas redes sociais:

Caderno W completa 5 anos com grande festa

22


Editorial

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Vem aí mais um ano promissor Fotos: Divulgação

A

s micro, pequenas e médias empresas têm boas perspectivas de conquistar resultados positivos

em 2013. Elas são responsáveis, em grande parte, pelo baixo desempenho que temos hoje e por manter o bom desempenho do país na prolongada crise mundial. As perspectivas positivas começam no contexto mais amplo da economia nacional, que deverá ter expansão maior no próximo ano. Além disso, as pequenas e médias empresas têm ao seu alcance novas oportunidades, que deverão ser desencadeadas no ano novo, na esteira da exploração da província do pré-sal e dos grandes eventos

receptivo, confecção de roupas especiais

devem contribuir para o seu fomento. Um

previstos para o Brasil.

e temáticas, além de bares e restaurantes,

dos resultados mais visíveis dessa mobili-

Na área produtiva de petróleo e

entre outras atividades. Deve-se conside-

zação ocorreu há cinco anos: a aprovação

gás, por exemplo, as micro e pequenas têm

rar também a demanda aquecida do mer-

da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa,

espaço para atender às demandas de pro-

cado interno – tanto na hora de atender o

que benefi cia hoje 6,5 milhões de fi rmas

dutos e serviços do setor, por meio delas

consumidor fi nal como na de fornecer a

e microempreendedores individuais e para

próprias e também nas cadeias de fornece-

empresas de maior porte. Essa demanda

a qual a Fiesp contribuiu bastante, organi-

dores. Elas podem atender com agilidade,

deriva do processo de inclusão e ascensão

zando um fórum e toda a agenda de debate

fl exibilidade, preços competitivos e efi ci-

socioeconômica de milhões de brasileiros

para sua discussão e votação no Congresso

ência uma série de atividades-meio e insu-

nos últimos anos.

Nacional.

As empresas precisam se manter

É importante que os pequenos e

No mercado atrelado aos grandes

atualizadas em gestão e aporte tecnoló-

microempreendedores tenham a mais ab-

eventos esportivos, o segmento dos negó-

gico, capacitação de recursos humanos e

soluta consciência de que é crescente o

cios de pequeno porte também será muito

efi cácia na prospecção dos mercados. Ór-

reconhecimento ao seu grande signifi ca-

requisitado. Haverá toda uma procura pela

gãos governamentais, universidades, insti-

do para a economia do país. E que saibam

produção de impressos, cartazes, turismo

tutos de treinamento e entidades de classe

que, no ano novo e sempre, jamais estarão

mos fundamentais para o setor.

sozinhos em seu empenho por mais acesExpediente Publisher: Márcio Junior MTB 59904-SP, Conselho Editorial: CIESP Alto Tietê e Santos, Editoração: Editora Off, Colunistas: Epaminondas Nogueira, Tércio Vitor, Marcelo Mendes, Tainá Veloso e João Rhoden, Publicidade: 11 2819-4457 ou 11 994.728.104 / publicidade@revistaexper.com.br, Foto Capa: Divulgação. A revista é uma publicação da Editora OFF e distribuída aos associados do CIESP Alto Tietê, Santos, SESI, SENAI, UMC, UNISUZ, ACMC, ACE SUZANO, ACIDI, ACIFV, ACIP, Sebrae, Secretarias de Indústria e Comércio, Centros e Prédios Comerciais e algumas bancas. A revista não se responsabiliza pelo conteúdo dos anúncios e as opiniões emitidas em artigos assinados são de responsabilidade dos autores.

so ao crédito, linhas especiais de fi nanciamento com dinheiro mais barato, melhores condições de prospecção do mercado externo e remoção de entraves burocráticos. Estamos todos juntos nessa luta por um Brasil melhor e mais desenvolvido. Paulo Skaf Presidente FIESP e CIESP


Exper News

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FIESP faz alerta: tem gente “jogando contra”

A Federação das Indústrias do Es-

conta de luz pode baixar muito a partir de

São Paulo, Folha de São Paulo, Diário de

tado de São Paulo (Fiesp) deu início a uma

janeiro. Mas tem gente jogando contra”,

São Paulo e em publicações do interior

nova etapa da campanha “Energia a Preço

diz a principal mensagem. “A Fiesp fez

vinculados à APJ e Rede Bom Dia, além

Justo”.

a sua parte. A Presidenta Dilma fez a sua

do diário A Cidade, de Ribeirão Preto. A

Com anúncios publicados em al-

parte. Mas, para a nossa surpresa, tem gen-

mensagem esteve em páginas dos jornais

guns dos principais jornais do país, a Fiesp

te jogando contra”, reforça o anúncio, que

gratuitos Publimetro e Destak.

faz um alerta sobre as pressões para que

mobiliza os leitores a lutar pela conquista:

O plano de mídia envolveu vei-

deputados e senadores não aprovem a Me-

Exija os seus direitos. Cobre do seu depu-

culação, em revistas semanais como Veja,

dida Provisória 579/12, que aplica, a partir

tado e do seu senador para votarem a favor

Isto É, Isto É Dinheiro, Isto É Gente e Épo-

de janeiro de 2013, um desconto médio de

da MP 579.

ca. Também foram programadas inserções

20,2% nas tarifas de energia de todos os

O anúncio foi publicado em pá-

em emissoras de rádio e televisão.

brasileiros.

gina inteira nas edições dos jornais Valor

Econômico, Brasil Econômico, Estado de

dezembro deste ano no Congresso.

“Atenção povo brasileiro. Sua

SENAI-SP vence a 7ª Olimpíada do Conhecimento

A MP 579 deve ir à votação em

Programa Mogitotal está de volta O programa fi cou um período

variadas, colunismo social, viagens, enfi m,

afastado das telinhas e agora volta a todo

diversão garantida para o seu fi nal de se-

vapor no canal Net Cidades. Um bom fi lho

mana, exatamente aos domingos ao meio

Ao todo, o SENAI SP conquis-

a casa retorna e agora em 2012 reestreia

dia. Suas matérias são sempre recheadas

tou 25 medalhas de ouro, oito de prata e

programa com o mesmo nome e com um

de boas entrevistas. Esta é a característica

cinco de bronze. Oito receberam diploma

conteúdo ainda mais variado.

típica do apresentador Pierre Alvarez.

de excelência. Na média de pontos São

Paulo teve 526,92 pontos por aluno. A

e se modernizou, assim como o apresen-

média de pontos é o primeiro critério para

tador Pierre Alvarez, que amadureceu e

a classifi cação por equipes.

adotou um estilo que o leva agora ao seu

O programa passou por mudanças

Em Santos, serão investidos nos

projeto na Net cidades. O programa terá

próximos anos R$ 90 milhões nas uni-

um conteúdo mais sóbrio e elegante, mas

dades locais do SESI e do SENAI. Com

Pierre não vai abandonar o bom humor

tais investimentos, o SENAI de Santos se

que é sua marca registrada. Mogitotal é

transformará em um Centro de Excelência

uma revista eletrônica, com reportagens

de atendimento ao setor portuário, similar aos Centros de Excelência Aeroportuária,

Prefeito Mamoru visita regional Alto Tietê

em São José dos Campos e Ferroviária, ainda sem local defi nido.

Diretores do Centro e da Federa-

indústria na cidade que administrará a par-

ção das Indústrias do Estado de São Paulo

tir de 1º de janeiro e, principalmente, para

O compromisso da indústria

– FIESP/CIESP Alto Tietê, e também do

obter informações sobre o projeto que visa

paulista com a educação é diuturno, pois,

SESI e do SENAI, recepcionaram o pre-

a implantação de um Centro de Atividades

há o claro entendimento de que a trans-

feito eleito de Itaquaquecetuba, Mamoru

do Trabalhador (CAT) do SESI em Itaqua-

formação social e o desenvolvimento al-

Nakashima (PTN).

quecetuba, município que abriga o maior

mejado por todos os brasileiros passam,

O encontro, na sede do CIESP, em

parque industrial do Alto Tietê e possui a

indubitavelmente, pelo maciço investi-

Mogi das Cruzes, serviu para que o novo

segunda maior população da Região, atrás

mento em educação.

chefe do Executivo conhecesse o perfi l da

apenas de Mogi das Cruzes.

6 - Revista Exper


Fotos: Divulgação

sentantes das 21 âncoras e divulgar seus produtos e serviços. Na opinião do diretor titular do CIESP Jacareí, Ricardo de Souza Esper, a rodada de negócios foi uma oportunidade de aproximar as empresas, viabilizando troca de informações e, conse-

Rodada de Negócios - CIESP Jacareí

quentemente, um primeiro contato com os

reúne empresas âncoras (compradoras) e

profissionais da área de compras. “O ob-

de São Paulo – CIESP realizou em Jacareí,

fornecedores.

jetivo da rodada de negócios é justamen-

no dia 27 de novembro, mais uma rodada

Participaram da Rodada de Ne-

te este: aproximar as empresas, tornando

de negócios – série de encontros realizados

gócios aproximadamente 125 empresas.

viável a geração de negócios e ampliação

no Estado de São Paulo desde 2009 e que

Cada uma pôde conversar com os repre-

do network”, comenta.

O Centro das Indústrias do Estado

Sebrae-SP na Couromoda 2013

Carreta do Alimente-se Bem em Suzano

A carreta do Programa Alimente-se

tiva e também com cardápios para a ceia de

Bem chegou ao SESI de Suzano com opções

Natal, criados por renomados chefs de cozi-

de cursos gratuitos para a população e foco

nha especialmente para a ocasião.

65 empresas de micro e pequeno portes de

no aproveitamento integral de alimentos. Até

Os cursos do Programa Alimente-

São Paulo estarão na 40ª edição da Couro-

a próxima semana, serão promovidas aulas

se Bem não têm qualquer custo para os par-

moda, participando com apoio do Sebrae-

com as melhores receitas elaboradas pelas

ticipantes, que ao final da aula ainda irão ga-

SP de um dos primeiros grandes eventos

nutricionistas do Sesi nos 10 anos da inicia-

nhar livros com as receitas.

de negócios do ano no País e também a

Entre os dias 14 e 17 de janeiro,

maior feira setorial da América Latina.

A entidade subsidiará em 50%

a participação de 44 empresas de Franca, oito de Birigui e treze de Jaú, as três cidades integrantes de projetos do Sebrae-SP no setor couro-calçadista do Estado.

“Vale ressaltar que os negócios

fechados ou iniciados na feira respondem por até 35% das vendas anuais do setor”, afirma Bruno Caetano, diretor-superintendente do Sebrae-SP.

A instituição também levará 13

caravanas de empresários de todo o Estado para visitarem o evento. Serão mais de 400 participantes. Revista Exper - 7


Entrevista

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Márcio Junior Exper - Conte-nos um pouco sobre sua brilhante trajetória profissional? Márcio Junior - Sempre orientado pelos meus pais a estudar. Logo depois de termi-

Mestrando em Recursos Humanos e Gestão do Conhecimento pela Universidad Europea Miguel de Cervantes, pós-graduado em Psicologia Organizacional e do Trabalho pela Mackenzie, publicitário e jornalista.

nar o ensino médio, o desejo de ambos, era

Centro das Indústrias do Estado de São

vro não ficasse com conteúdo voltado

que de ver os filhos formados em curso téc-

Paulo (CIESP). Comecei atendendo em-

apenas para as necessidades da indústria,

nico, e claro que acatei o desejo e cursei

presas do Alto Tietê, com conteúdos de

optei por falar dessas questões de forma

técnico em mecânica no ETE Presidente

interesse não somente dos empregado-

generalizada. A proposta recebeu críticas

Vargas, cheguei a fazer estágio na Mitu-

res como dos empregados. A revista teve

positivas e, rapidamente entrou na rede de

toyo, mas a situação econômica do país

uma aceitação tão grande que agora me

livrarias Saraiva. Essa sem sombra de dú-

ficou alarmante e mudei o rumo da minha

preparo para um desafio maior, expan-

vida foi o maior desfio de 2012. Agradeço

vida. Ao sair do estágio fui trabalhar na

dir a cobertura. Aos poucos, até o final

a Livraria Saraiva em acreditar no meu

empresa jornalística O DIÁRIO, no qual

de 2013, a meta é abranger todas as 42

trabalho e colocar à disposição para todo

desenvolvi uma paixão pela comunicação.

regionais do CIESP. Para tanto já estou

o Brasil o meu livro Um dia maravilhoso.

Em 2000 me graduei em publicidade, tra-

aumentando a equipe e procurando um

balhei em grandes agências de propagan-

imóvel para sediar essa nova estrutura.

Exper - Ao que se deve tamanho sucesso? Márcio Junior - Tive alguns padrinhos

da em São Paulo e montei em 2002 minha própria agência na cidade de Mogi das

Exper - Qual foi o seu maior de-

e madrinhas nessa jornada, dentre eles,

Cruzes. Atendi uma centena de clientes na

safio

novidades?

o gerente do CIESP Alto Tietê, Mano-

cidade e na região e percebi que o setor

Márcio Junior -

el Camanho, não tenho palavras para

industrial merecia uma atenção diferen-

Sem sombra de

agradecer o que este talentoso profis-

ciada e por isso condicionei toda minha

dúvida foi escre-

sional fez e faz pela revista e pelo livro.

carreira para atender este segmento. Com

ver, publicar e

O apoio de grandes veículos de comuni-

frente

a

essas

isso nasceu a revista Exper e agora recen-

posicionar

o

cação tais como: O Diário, Grupo Mogi

temente o meu livro Um dia maravilhoso.

meu livro, no

News, O Diário de Suzano, A Semana,

mercado lite-

Caderno

rário do país.

Cia e Mogi

Total. A minha ado-

r á v e l

mãe e aos meus

filhos

Ryan e Júlia por

uma revista corporativa?

trans-

forma um homem

Márcio Junior - Realmente

e m

Exper - Como foi essa transição de ter uma agência de publicidade e agora publisher de

Para que o li-

W,

Claudio Hori, Mogi &

um

super-homem.

foi uma decisão difícil, mudar de posição em uma mesa

Exper - Já que você falou

de negociação, deixar de com-

em metas, você tem algu-

prar mídia para vender mídia

ma em especial para 2013?

foi desafiador e aos poucos fui

Márcio Junior - Sem sombra de

conseguindo o apoio de mui-

dúvida, tenho algumas sim. Neste

tos empresários, inclusive do

primeiro semestre vou lançar o meu

8 - Revista Exper


Revista Exper - 9

Fotos: Evandro Maia


Entrevista

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livro no continente americano, europeu e

as permanecem perdidas nessa situa-

que falo em meu livro. Esta vida que você

asiático, já tenho contrato assinado com

ção durante grande parte de sua vida.

está vivendo não é sua. Esta vida que você

uma editora internacional. O livro já foi

está vivendo não lhe pertence mais, esta

traduzido para o inglês, em breve estará

Exper - Agora entendo porque seu livro

vida que você está vivendo já deveria ter

sendo impresso e minha jornada interna-

chama-se um dia maravilhoso - viva a vida

cedido espaço para uma vida de gran-

cional terá início. Ao retornar para o Bra-

que você merece e não a vida que você tem?

des realizações e brilhantes conquistas.

sil vou-me dedicar e trabalhar para figurar

Márcio Junior - Exatamente, todos dese-

entre os 30 maiores palestrantes do Brasil.

jam o melhor, ser o mais brilhante, o mais

Exper - É possível aplicar as técnicas do li-

inteligente, ter sucesso, afinal por que

vro na vida profissional e na vida pessoal?

Exper - Sua carreira teve início na publici-

somente uma pequena parcela consegue

Márcio Junior - Sim, uma é extensão da

dade e hoje atua na gestão de conhecimen-

atingir o que almeja? Infelizmente, as pes-

outra. Desperte a coragem interior, afaste

to e comportamento pessoal. O que te le-

soas só dão conta do que tinham quando

o medo e traga você de volta ao mundo.

vou a mudar de profissão ou de atividade?

perdem. E hoje, o bem mais valioso não é

Sua família espera mais de você, a empre-

Márcio Junior - Na verdade todas essas

uma casa e sim um lar, não é um carro e

sa onde você trabalha acredita e sabe do

atividades que exerço têm como pano de

sim um veículo para oferecer

seu potencial. Você pode conseguir qual-

fundo a comunicação. Sempre pau-

conforto, te levar para

quer coisa que queira na vida, desde que

tei minhas atividades em pesquisas e

lugares onde você possa

comece a trabalhar agora, as mudanças

na informação, e hoje percebo uma

desfrutar de momentos

externas só começam a ser visíveis quan-

distorção de valores e um falso poder

agradáveis e duradou-

do as mudanças internas se concretizam.

de compra criado para as pessoas

ros com a família e não

consumirem. É incrível ver pessoas

é isso que assistimos.

Exper - Onde e quando nosso leitor po-

marchando para o litoral a 40 km/h,

Muitos saem para be-

derá conferir mais sobre seu trabalho?

em carros parcelados em 60 meses,

ber,

Márcio Junior - O livro está disponível

co-

pagar R$ 3,00 por uma lata de refri-

em toda rede Saraiva e no portal. No co-

gerante e gastar o limite do cartão

meço de 2013, estarei lançando em rede

para fazer parte deste grupo de

nacional o audio-book do livro, para

pessoas que viajam nos fe-

aquele que não tem tempo de ler, pode

riados. Sabe aquela premis-

ouvir no aconchego do lar ou do carro.

sa “quando não sei para

Também no início do ano lanço o aplica-

onde ir, qualquer lugar

tivo do livro para tablets. Com relação a

serve”. As pessoas não

eventos, a princípio o foco será nas indús-

sabem para que vieram,

trias em forma de in company aos asso-

não sabem qual a sua

ciados do CIESP e isso graças a Deus já

tarefa suprema, não

toma a agenda de 2013 e 2014. Palestras

descobriram seus ta-

serão ministradas pelo setor público, as-

lentos e nem se lem-

sociações e entidades de classe em datas

bram de seus sonhos.

a confirmar. Outra grande novidade é o

Milhares de pessoas

mer e esquecem

site www.marciojunior.com.br, ali o lei-

são lançadas num la-

de dedicar tempo

tor pode acompanhar minha agenda e

birinto chamado “roti-

ao bem mais va-

meu trabalho em forma de artigos, fotos,

lioso que é sua

vídeos, programas e cursos que estarei

família, é isso

ministrando, além de telefones e e-mails.

na do dia a dia”, e o pior que muitas dessas pesso10 - Revista Exper


Revista Exper - 11


Capa

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Macrorregião 9 Perspectivas 2013

para as regionais de: Jacareí, Mogi das Cruzes, Taubaté e São José dos Campos

A

Macrorregião 9, MR9 do CIESP

uma clara performance de desenvolvimen-

as empresas de tecnologia desenvolvam

– Centro das Indústrias do es-

to no leito das rodovias e em outras artérias

projetos para a guarda costeira brasileira

tado de São Paulo congrega as

de escoamento, onde indústrias de porte

(Marinha do Brasil).

regionais do Alto Tietê, Jacareí, Taubaté e

estão se instalando.

Ainda na nossa região, as cidades

São José dos Campos. A região contempla

Ricardo Esper, diretor da regional

que compõem a abrangência de Taubaté,

as mais variadas indústrias, de todos os

de Jacareí, impulsionada pela instalação de

desde a sede até o vale histórico, estão em

tamanhos e ramos de atuação, sendo de

empresas automotivas, está em franca ex-

franco desenvolvimento industrial, rece-

grande importância para o estado e o Bra-

pansão, com novas indústrias e suas satéli-

bendo a instalação de empresas de grande

sil.

tes. Certamente o incremento de emprego

porte nas áreas de vidros planos, metalur-

e renda será favorecido rapidamente.

gia, siderurgia, fabricação de ônibus, entre

Nossa macrorregião está interligada pelas rodovias Ayrton Senna,

Almir Fernandes, diretor da re-

Carvalho Pinto, especialmente Rodovia

gional de São José dos Campos, no que

Estamos otimistas! A Macror-

Presidente Dutra. Apesar das inúmeras di-

pese os problemas enfrentados pela indús-

região 9 é uma referência de desenvolvi-

fi culdades que as indústrias passaram neste

tria automotiva da cidade, a pujança, espe-

mento industrial e contribui decisivamente

ano de 2012, as cidades que compõem a

cialmente no viés tecnológico, apresenta

para o crescimento do emprego e da renda

macrorregião obtiveram resultado expres-

um quadro favorável e de grande expec-

do estado de São Paulo.

sivo tanto na geração de emprego como no

tativa de desenvolvimento. Espera-se que

incremento de novas instalações.

a atual desenvoltura da área aeroespacial

Fábio Duarte

Na região do Alto Tietê coman-

local seja ampliada, especialmente por

Diretor Titular do CIESP Taubaté e

dada pelo diretor, Werner Stripecke, existe

contratos recentemente assinados para que

Diretor da Macrorregião 9

12 - Revista Exper

outras.


S

egundo Werner Stripecke, diretor regional do Ciesp Alto Tietê, é importante fazer um breve balanço

desse ano no Ciesp Alto Tietê e, ao mesmo tempo, falar de perspectivas para 2013. Sobre o desempenho da indústria de transformação, infelizmente ficamos aquém daquilo que esperávamos ao final de 2012, e verificamos uma retração de aproximadamente 2% no decorrer deste ano. Para

Werner Stripecke, diretor titular do CIESP Alto Tietê

2013, em função dos recentes estímulos do governo, como redução de IPI para alguns

fender a indústria regional.

mais investimentos, mas também para me-

produtos, e da expectativa da retomada in-

lhorar as condições para as indústrias já

ternacional, esperamos um crescimento da

gica, mas só isso não é suficiente. Temos

instaladas.

nossa indústria da ordem de 2,8%. Em re-

insistido na necessidade de políticas efeti-

sumo, este crescimento compensaria a re-

vas para a industrialização, a exemplo do

prefeito eleito de Itaquá, Mamoru Nakashi-

tração de 2012 e retornaríamos ao patamar

que ocorre em outras regiões do Estado de

ma, na semana que vem receberemos a

de 2011, ou seja, ficaríamos no zero a zero

São Paulo, com um planejamento de longo

visita do prefeito de Ferraz, Acir Filló, e

no período de dois anos.

prazo, contínuo e consistente.

de Suzano, Paulo Tokuzumi. Já estamos

Durante as eleições municipais,

agendando as visitas dos demais prefeitos

luta nacional por bases mais concretas para

o Ciesp Alto Tietê também participou ati-

da Região, e almejamos uma atuação mais

o desenvolvimento, como uma boa rede

vamente dos debates cobrando propostas

próxima nestes quatro anos que se iniciam

logística, desoneração fiscal, flexibilização

para o setor industrial regional e, agora,

no dia 1º de janeiro.

dos encargos trabalhistas e eliminação de

com novos prefeitos e outros reeleitos,

vários entraves burocráticos, a nossa mis-

queremos atuar em parceria com o poder

dade viabilizar os investimentos nas esco-

são no Ciesp Alto Tietê está focada em de-

executivo das cidades, não só para atrair

las do SESI e Senai na Região. Temos em

Além de continuar a engrossar a

A Região tem localização estraté-

Recebemos em nossa regional o

Além disso, continua a ser priori-

Fotos: Divulgação

andamento a ampliação do CAT de Suzano, e projetos para um CAT em Itaquaquecetuba, além de conversas com os prefeitos de Mogi das Cruzes e Poá para a disponibilização de áreas para a construção de novas escolas do SESI. O Senai de Mogi das Cruzes já tem um projeto de ampliação e modernização, de forma a melhor atender a demanda de profissionais por nossas indústrias.

Temos um desafiador caminho a

ser percorrido em 2013 e precisamos da participação de cada um dos associados da nossa regional para que manter a indústria no topo do desenvolvimento da região, do Werner Stripecke, Marco Bertaiolli e Milton Sobrosa

estado e do país. Revista Exper - 13


Capa

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A

Fotos: Divulgação

Regional Taubaté do CIESP acaba de completar 61 anos de existência, sendo a terceira mais

antiga sede do Estado de São Paulo. Tivemos um ano de 2012 atípico, entremeado de altos de baixos que culminaram com uma estabilidade na geração de empregos na indústria, mas com ganhos signifi cativos no Comércio Exterior. Nossa regional não tem uma vocação única, pois quando se considera as 28 cidades que a compõe, existe uma boa divisão de geração de riqueza entre as empresas ligadas a área automotiva, à produção química, a extração mineral industrial, a indústria de eletroeletrônicos, de máquinas e equipamentos, entre outras. Isso é muito bom. Esta diver-

Fábio Duarte, diretor titular do CIESP Taubaté

sifi cação facilita a administração de eventuais crises em alguns setores, que são en-

outros. Para 2013 estamos muito otimistas.

uma forte representação estamos com pro-

tão compensados pelo desenvolvimento de

Nas principais cidades em que mantemos

jetos em andamento ou em fase fi nal de implantação: * Em Lorena temos uma grande empresa que fabrica ônibus, que congrega algumas satélites.

* Em Guará está em instalação a

maior fabricante de vidros planos do mundo. * Em Pinda temos uma grande siderúrgica, além da ampliação das fábricas de alumínio e tubos.

* Em Taubaté, coma mudança

que ocorrerá na Prefeitura, espera-se que se tenha igualmente a priorização do desenvolvimento industrial. Tudo isso nos deixa otimistas e felizes. A regional Taubaté do CIESP crescerá em 2013 muito acima da média estadual e com indústrias consistentes e de porte. Geramos emprego, geramos produção, geramos renda e contribuímos para o desenvolvimento do vale Fábio Duarte, diretor titular do CIESP Taubaté 14 - Revista Exper

do Paraíba.


A

o assumir a Diretoria Regional

a 1ª Rodada de Negócios da Macrorregião

edição, realizada em 2012, motivou as em-

do CIESP em Jacareí, definimos

em Jacareí, onde 123 empresas participa-

presas da cidade e destacou as tendências

como meta o fortalecimento da

ram como vendedoras e 19 na condição de

do mercado. Eventos desse nível não só le-

entidade e o aumento da representativida-

âncoras, totalizando mais de 1.123 reuni-

vam a imagem de Jacareí para outras regi-

de junto aos órgãos públicos municipais e

ões, entre agendamentos e ‘encaixes’. Os

ões de São Paulo, como também mostram

estaduais. Em meu primeiro ano à frente

números são claros e demonstram que so-

aos nossos empreendedores que existem

da Regional, tivemos um aumento signifi-

mos uma terra de oportunidades. Em vir-

muitas oportunidades na própria cidade.

cativo no número de empresas associadas e

tude do sucesso obtido nesta 1ª Rodada,

Aliás, não poderia deixar de mencionar os

investimos em parcerias que deram origem

planejamos promover uma 2ª edição já no

nossos Grupos de Trabalho, popularmente

ao Fórum de Oportunidades, Encontro da

ano que vem.

conhecidos como GTs, que têm desenvol-

Justiça do Trabalho, Rodada de Negócios,

O Fórum de Oportunidades de

vido um trabalho extremamente positivo.

entre outros.

Negócios, resultante de uma parceria entre

Todos, indistintamente, movimentaram a

O ano de 2012 não poderia ter

o CIESP, Prefeitura Municipal de Jacareí

Casa e promoveram encontros enriquece-

sido melhor para os municípios que com-

e entidades parceiras, é outro exemplo de

dores. Para o ano que vem, continuaremos

põem a nossa jurisdição. Em Jacareí, por

evento bem-sucedido e está nos nossos

incentivando os projetos, direcionando-os

exemplo, recebemos o anúncio de grandes

planos para o ano que vem. A primeira

para o público-alvo de cada grupo.

investimentos imobiliários e industriais Fotos: Divulgação

que, somados, gerarão centenas de postos de trabalho. Esse ‘boom’ imobiliário e a vinda de grandes organizações industriais movimentam a economia local e geram inúmeras oportunidades para as pequenas e médias empresas.

Neste primeiro ano da minha ges-

tão procuramos movimentar as empresas, promover eventos direcionados para o perfil do nosso parque industrial e facilitar o contato entre potenciais fornecedores e compradores. Acreditamos que essas iniciativas beneficiam os nossos associados e fomentam a geração de negócios entre os empresários. Por isso, decidimos promover

Ricardo de Souza Esper, diretor titular do CIESP Jacareí Revista Exper - 15


Capa

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Enfi m, o nosso objetivo para

Jambeiro, Paraibuna, Caraguatatuba, São

ano que começa. As melhores esperanças

2013 é dar continuidade aos trabalhos

Sebastião e Ilhabela, instalada em sede

para a indústria estão no elenco de pro-

iniciados neste ano. O aumento do nosso

própria, adquirida em 1994 com a cola-

vidências introduzidas ou anunciadas em

quadro associativo e a confi ança que o se-

boração dos associados como primeiro

2012.

tor industrial vem depositando no CIESP

passo em direção à construção da futura

Aguardamos ansiosamente a re-

é sinal de que estamos no caminho certo

sede defi nitiva. Possui representações em

dução das tarifas de energia elétrica, que

e precisamos seguir em frente, trabalhan-

Caçapava, Caraguatatuba, Jambeiro e São

mereceu especial atenção e pressão da in-

do para melhorar ainda mais os nossos

Sebastião.

dústria, levou o presidente da Federação

serviços, fomentar a geração de negócios

A chapa eleita para o período

das Indústrias do Estado de São Paulo -

e atender as empresas que nos procuram.

2011-2015 é composta por Almir Fernan-

Fiesp à televisão para defender a redução e

A

des (Diretor Titular) Ney Pasqualini Be-

pedir apoio para a presidência da Repúbli-

Diretoria Regional de São José

vacqua (1º Vice Diretor) e Luciano Radici

ca em sua disputa com concessionárias do

dos Campos foi criada em ja-

(2º Vice Diretor). Na visão dos diretores da

sudeste refratárias à proposta. Até quanto

neiro de 1972 para atender às

regional o que existe para lembrar de 2012

se sabia, o governo estaria disposto a abrir

indústrias associadas da região. Hoje in-

é a esperança de que as medidas semeadas

mão de impostos para manter a promessa

clui oito municípios, abrangendo São José

ao longo do período comecem a frutifi car

dos 20% de redução.

dos Campos, Monteiro Lobato, Caçapava,

e construam um PIB mais encorpado neste

Esta é a nossa meta!

16 - Revista Exper

Aumentaram de forma importan-


Fotos: Divulgação

te também as preocupações com a inovação. O Governo e entidades ligadas à indústria instituíram estímulos financeiros e premiações para desencadear um esforço criativo que desemboque em maior competitividade para os produtos fabricados no Brasil.

Segundo Almir Fernandes, di-

retor titular da regional de São José dos Campos, “o último trimestre de 2012 o câmbio já se mostrou mais favorável à exportação, e sua flutuação será monitorada em função das necessidades de nossos exportadores. O Brasil já tem o diagnóstico para se tornar uma economia competitiva. O desafio é avançar com celeridade na agenda da transformação.”

Almir Fernandes, diretor titular do CIESP São José dos Campos

Revista Exper - 17


Gestão por Confiança

>>>>>>

Para onde leva a falta de fluidez nas organizações? José María Gasalla Idealizador do modelo “Gestão por Confi ança”, conselheiro empresarial nas áreas de Mudança e Desenvolvimento Organizacional, RH, Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos, escritor e palestrante

Q

uando há fl uidez em uma em-

as não se comunicam transversalmente:

princípio de Peter” e explica com uma

presa, os processos transcorrem

acham perigoso compartilhar o que sabem

simplicidade desconcertante o que ocorre

sem entraves, a informação cir-

e, assim, perder seus trunfos. Além disso,

nas empresas. Quando atinge um cargo

cula livremente e as pessoas trocam ideias

receiam que os outros não as considerem

de liderança e grande responsabilidade,

e cooperam. O melhor indicador dessa

sufi cientemente boas, pois muitas vezes

o profi ssional evita criar relações de con-

característica é o nível de comunicação

elas chegaram aonde estão por uma série

fi ança com os demais. Afi nal, confi ar im-

transversal, ou seja, entre os diversos de-

de circunstâncias que não estão necessaria-

plica tornar-se vulnerável, e não se pode

partamentos da organização. É por ele que

mente associadas à sua competência.

ser vulnerável quando há muito a ganhar

normalmente inicio o meu trabalho de con-

Segundo o educador canadense

– ou perder. Assim, os profi ssionais das al-

sultoria, verifi cando se os diversos setores

Laurence J. Peter, “todo mundo é com-

tas esferas adotam uma postura altamente

de uma organização atuam conjuntamente

petente até atingir seu nível de incompe-

defensiva e criam um muro em torno de si,

em seus projetos. O que observo é que a

tência”, essa máxima fi cou conhecida no

para que os outros não coloquem em xeque

fl uidez é muito comprometida na maioria

meio acadêmico e profi ssional como “o

sua competência. Não há decisão partici-

das empresas e que, quanto maiores elas

pativa, não há intercâmbio de ideias, não

são pior é a situação. A luta pelo poder, que

há conversação.

anda de mãos dadas com a falta de confi an-

Como “o que é em cima também

ça, é o que está por trás da falta de fl uidez.

é embaixo”, não há interação entre os ní-

A grande arma dessa luta é guar-

veis inferiores, o que compromete total-

dar a informação estratégica para si, evitan-

mente a fl uidez da organização. As pessoas

do compartilhá-la com os outros. Embora

tampouco se sentem à vontade para dizer

haja muita informação disponível, o que dá

o que pensam, pois não há um clima de

certa sensação de que se pode ter acesso a

confi ança que as convide a fazer tal coisa.

tudo o que se precisa saber, a informação

Tudo isso leva à proliferação de rumores e

importante, verdadeiramente estratégica, é

cochichos nos corredores e no cafezinho.

guardada a sete chaves por quem a possui

A falta de confi ança cria barreiras à trans-

– e aí está o poder. Eis porque as pesso-

ferência do saber entre as pessoas.

18 - Revista Exper


Revista Exper - 19


Business

>>>>>>

Comece de onde você está

E

Foto: Divulgação

studos sobre o perfi l de pessoas bem-sucedidas em todo o mundo revelam semelhanças em sua trajetória. É motivador saber que 90% delas partiram do zero. Em geral, foram pessoas de poucos recursos para iniciar seus projetos, todavia,

carregavam em suas bagagens muitos planos, objetivos, metas e sonhos. No início, caminharam quase sempre na solidão. Enfrentaram muitos desafi os, rejeições, críticas e andaram às cegas, em uma maratona incansável de erros e acertos. Assim como todas as pessoas que venceram nessa trajetória precisará alimentarse de luz, energia, sabedoria, positividade, garra, iniciativa, disposição e espírito empreendedor. Quem tem espírito empreendedor não gosta de desperdiçar sua energia mental se preocupando com pequenos infortúnios, revezes e contratempos. Pelo contrário, poupa suas energias para usá-las em situações criativas.

Para empreender, é preciso ter a mente focada no positivo e nas soluções. Seu

pensamento criativo precisa estar voltado para seus maiores objetivos. Você precisa de-

Tércio Vitor, escritor, professor, econo-

senvolver uma marca registrada no âmago de seu ser que se chama iniciativa. Pessoas

mista, consultor, especialista em gestão de

com iniciativa irradiam otimismo e confi ança. Elas não esperam por ordens, mas agem

Marketing, pesquisador, Coach e empresá-

por si mesmas, porque não conseguem ver o mundo acontecer ao seu redor sem dar sua

rio. Preside a AA & T – Consultoria, Trei-

contribuição. Essa visão transporta essas pessoas à frente de seu tempo.

namentos, Coaching e Desenvolvimento

Zerando seu passado, você estará pronto para começar exatamente de onde está

Humano. Leciona no curso de Mestrado

e chegar aonde pretende. Lembre-se o passado se foi e não volta mais. Não se muda o

Internacional em Psicologia Multifocal da

passado, o que se muda é o presente rumo a um futuro brilhante. Para orientá-lo nesse

FCU. Coautor no livro: Manual Completo

sentido, é recomendável buscar ajuda de pessoas capacitadas e confi áveis. Uma sugestão

de Coaching. Idealizou e desenvolveu as

é procurar um Coach. Segundo Jack Welck, sinônimo de líder e empreendedor no mundo,

metodologias Coaching Multifocal e Lide-

“No futuro todos os líderes precisarão de um Coach”. Nessa perspectiva que se apresenta

rança Multifocal. Palestrante e conferen-

o Coaching Multifocal, um processo composto de ferramentas poderosíssimas para a ges-

cista. Membro do GEPLICO e colaborador

tão do comportamento organizacional e a plena potencialização do ser humano.

e articulista do ABPMARKETING

20 - Revista Exper


Pessoas fazem a diferença... Foto: Divulgação

O

que é ser um Líder ou exercer a Liderança? Exercer a Liderança é ter um elen-

co de comportamentos, atitudes e hábitos que farão de você um Líder. Sim, é verdade que algumas pessoas já nascem com essas características, e claro, se

tornam Líderes naturalmente. E quem não possui essas características, não pode se tornar um Líder também?

A resposta é: PODE!

Hoje, adquirir e desenvolver comportamentos, adquirir e potencializar habi-

lidades são oportunidades ao alcance de todos. Como isso pode ser feito? Através de programas de treinamento e desenvolvimento pessoal, do desenvolvimento intelectual e programas de educação continuada.

Investir em Liderança hoje pode ser considerado uma excelente estratégia de

Vantagem Competitiva para as empresas e é isso que muitas delas têm feito. A estratégia das empresas está com base em três pilares: atração, seleção e retenção de pessoas. Nunca se investiu tanto em gestão de pessoas como nos dias de hoje, tudo isso porque a tendência diz: as pessoas é que farão a diferença. Não é o fator financeiro, nem o material e sim o fator Humano.

Os processos ficaram mais simplificados e ágeis, perderam a força os testes psi-

cológicos, psicotécnicos e mesmo o rigor com a escolaridade, a forma de selecionar hoje nada tem a ver com o velho envio de currículos do passado.

E o que tem sido o grande diferencial competitivo em empresas com formato

contemporâneo é a política interna da Gestão de Pessoas e Liderança. Empresas com visão bem definida investem, treinam e formam Líderes, porque têm certeza de que essa será com certeza uma bela estratégia de Vantagem Competitiva em relação a seus concorrentes.

Marcelo Mendes - Atua há 14 anos com Gestão de Pessoas, tendo realizado diversos treinamentos e palestras por todo Brasil. Conhecido por sua notória capacidade de criar eficientes redes de contato (Network), Marcelo Mendes é também Coach de Equipes, conhecedor da Psicologia do Desempenho da Liderança, Marketing, Comunicação, PNL e Tendências.

Revista Exper - 21


Comemoração

>>>>>>

Caderno W completa 5 anos com festa memorável Fotos: Caderno W

A

o completar 5 anos de Caderno W e 37 anos de colunismo social, Willy Damasceno se rein-

venta e se transforma a cada ano. A festa também celebrou a produção do livro W Crônica de um Tempo, que está na reta fi nal e premiou com o Troféu Itapeti, famílias que constam em destaque no livro, profi ssionais, parceiros e políticos vitoriosos. A festa aconteceu na noite de 23 de novembro, no salão do Clube de Campo. A Band It! foi responsável pela pista de dança e pelos fl ashes pode-se ver nitidamente que se tratou de uma celebração bonita, elegante e muito animada. Sem dúvida,

Adelaide Gomes e Willy Damasceno

a festa deste ano superou todas as outras

demos esperar sempre o melhor e com o

de prontifi cam a executar. O Caderno W

e fi ca comprovado que santo de casa faz

apoio de Adelaide Gomes, conseguem ma-

circula às quintas-feiras e diariamente no

milagre sim. Em se tratando de Willy, po-

terializar com êxito todos os projetos que

www.cadernow.com.br.

Marco e Mara Bertaiolli

Elizete e Coquinho Beraldo 22 - Revista Exper

Tadeu e Valéria Boz Vidal

Suami e Cristiane Azevedo

Carlos e Juçara Borba

Osvaldo Nagao e Marcos Melo


Beth Victoretti, José Antonio e Vera Ribeiro

Heloisa e Silvino Melo

Roberta Bonanno e Mônica Cazarine

Ana Lúcia Marcato e Mirtes Almeida

Áurea Lombardi e Chris Siqueira

Celso e Toshie Kanazawa

Osmar e Penha Cardoso

Estevam e Viviane Galvão

Paulo e Nilce Tokuzumi

Edna e Maurimar Bosco Chiasso

José Antonio Cuco Pereira e Isabelle

Guilherme Otani, Adelaide e Willy

Wilson Cruz e Melissa Nogueira

Sueli Mattiole e Roberto Pestana

Nádia Condo, Cadu Costa e Rita Harvey Revista Exper - 23


Destaque Empresarial

>>>>>>

Se fosse fi lme seria um Oscar,

tante para a Acqua como empresa, mas

assim pode ser comparada a certifi cação

para o Brasil. Credencia e endossa o tra-

conquistada no fi nal de novembro pela

balho realizado no país na organização de

empresa paulista Acqua Consultoria, espe-

eventos técnicos e científi cos, um merca-

cializada na organização de eventos técni-

do que tem muito a crescer e a contribuir

cos e científi cos ao receber a certifi cação

para a economia nacional, para o turismo

do IAPCO - International Association

de negócios e principalmente para o debate

Of Professional Congress Organisers, a

e desenvolvimento da tecnologia e da ciên-

mais conceituada organização do mundo

cia”, diz Rodrigo Cordeiro, CEO da Acqua

no segmento. O IAPCO tem apenas 100

Consultoria.

Foto: Divulgação

Empresa conquista IAPCO

empresas associados ao redor do mundo,

As empresas que se candidatam

tamanho o nível de qualidade exigido das

precisam, entre outras coisas, comprovar

empresas para fazer parte do grupo. No

a realização de pelo menos 10 eventos in-

Brasil, somente duas - uma do Rio de Ja-

ternacionais com delegados de no mínimo

neiro que atua em eventos da área médica e

cinco países, ter a confi rmação de reali-

agora a Acqua Consultoria, empresa de ca-

zação de três eventos internacionais nos

pital nacional e a única focada em eventos

próximos três anos com um mínimo de

Em 2012, a empresa realizou

técnicos e científi cos sobre infraestrutura e

500 pessoas. Além de passar por uma cri-

eventos de repercussão internacional como

meio ambiente. O processo de certifi cação

teriosa avaliação, um delegado ou conse-

46º Congresso Brasileiro de Geologia,

e seleção exige das empresas que se candi-

lheiro do IAPCO visita a sede da empresa

SEFE7 Seminário de Engenharia de Fun-

datam um nível de qualidade comprovada

acompanhando e checando passo a passo

dações Especiais e Geotecnia, 30th No

de eventos tradicionais que realizam muito

os procedimentos utilizados na preparação

DIG 2012 Método Não Destrutivo, o 3º

além de qualquer processo de certifi cação

de um evento de grande porte. A organi-

Congresso Brasileiro de Túneis e Estrutu-

já conhecido.

zação também entrevista pessoalmente os

ras Subterrâneas, entre outros. Anualmen-

clientes e faz uma avaliação dos eventos

te, pelos eventos organizados pela Acqua

“Essa conquista não é só impor-

Rodrigo Cordeiro, CEO da Acqua Consultoria

enquanto eles acontecem.

Consultoria, circulam anualmente 31 mil participantes. Nossos eventos têm um público extremamente técnico e profi ssional, dirigido. Em eventos, cuidamos desde a formação inicial até a prestação de contas, e isso certamente impressionou positivamente os conselheiros da IAPCO. Nós nos envolvemos com nossos clientes, com o mercado onde eles atuam e vamos buscar soluções que otimizem os investimentos, tragam conteúdo técnico, projeção nos meios de comunicação, público de qualidade e retorno comercial. 24 - Revista Exper


Revista Exper - 25


Ponto de Vista

>>>>>>

Qualidade de segurado Dr. Epaminondas Nogueira Mogi das Cruzes - Av. Narciso Yague Guimarães, 664, Centro Cívico – Tel: (11) 4799-1510 São Paulo – Barra Funda Rua do Bosque, 1589 – Ed. Capitolium, Bl. II,

A

Conj. 1207 - Tel: (11) 3392-3229

pessoa se torna segurada do Ins-

Está extensão se chama de período

riamente, para se manter segurado ou vir a

tituto Nacional do Seguro Social

de graça e enquanto dura o segurado con-

ser segurado. Está é a regra geral. Há exce-

após a realização de no mínimo

serva todos os seus direitos como se ainda

ções quando o segurado depois de inscrito

estivesse contribuindo.

e até antes das contribuições necessárias

12 contribuições mensais.

Uma vez perdida a qualidade de

contrai doenças como câncer, cegueira,

empregador ou autônomo.

segurado, por ter-se escoado o prazo do pe-

tuberculose ativa, hanseníase, alienação

Após a 12ª contribuição se alcança

ríodo de graça, o então ex-segurado pode

mental, neoplasia maligna, paralisia irre-

a qualidade de segurado, o que signifi ca que

voltar a contribuir por mais 12 meses e se

versível e incapacitante, cardiopatia gra-

se está habilitado a gozar, se e quando for o

tornar, novamente, segurado.

ve, doença de Parkinson, espondiloartrose

Isso vale para quem é empregado,

Algum tempo atrás o Governo

aquilosante, nefropatia grave, avançado

editou uma Medida Provisória (é uma espé-

da doença de Paget (osteíte deformante),

cie de legislação que precisa ser confi rmada

AIDS, contaminação por radiação e Hepa-

pelo Congresso Nacional) reduzindo o perí-

tite C.

odo carência a apenas 1/3, ou seja, 04 me-

Assim como quando você faz al-

ses. Todavia esta medida provisória não foi

incapacitantes resultantes de acidentes do

gum seguro precisa pagar primeiro o prê-

convertida em lei pelo Congresso Nacional

trabalho, ou a eles equiparadas, dispensam

mio da seguradora (o preço do seguro se

e o que fi cou prevalecendo foi o prazo anti-

a carência. Está parte é de natureza aciden-

chama prêmio) para poder pedir depois as

go de 12 meses.

taria que, antigamente, era também seguro

indenizações, assim acontece com o INSS.

Como é um seguro o INSS, os be-

do INSS em concorrência com as segura-

Uma vez segurado do INSS o su-

nefícios: auxílio-doença previdenciário e

doras particulares, já hoje é mais assim por

jeito mantém esta qualidade até a morte ou

aposentadoria por invalidez só são concedi-

ser monopólio do Instituto.

até a cessação das contribuições.

dos se as doenças ou, pelo menos, as inca-

Dentre as questões mais comuns

E ainda a lei prevê uma vantagem

pacidades delas resultantes se manifestarem

tratadas nas ações dos segurados contra o

que consiste na extensão da qualidade de

após o cumprimento da carência, i. e., da

INSS, com toda certeza, avulta a discussão

segurado algum tempo após a cessação das

realização das 12 contribuições.

sobre o surgimento de doenças e incapaci-

caso, todos os direitos previstos na legislação previdenciária, hoje a Lei 8213/91. Entenda que o INSS é um seguro e que o cidadão-cliente é o segurado.

contribuições.

Além disso, as sequelas e doenças

Se o sujeito não conseguir mais

dades enquanto o sujeito mantinha a quali-

Este tempo pode ser de até um ano

emprego, não puder ser empregador e nem

dade de segurado. A qualidade de segurado

se o segurado tiver contribuído pelo menos

autônomo, ainda assim poderá contribuir

e a sua manutenção é a mais importante ga-

de 10 anos ou de até dois anos se tiver con-

como facultativo.

rantia social do trabalhador e merece toda a

tribuído por 10 ou mais anos. 26 - Revista Exper

Facultativo é quem paga, volunta-

sua atenção.


Revista Exper - 27


Comércio Exterior

>>>>>>

A “Pirita” Tributária Tainá Veloso, Advogada e Consultora Empresarial nas áreas Tributária, Aduaneira e Internacional, experiência em Direito Tributário Empresarial, Comércio Exterior e Contratos Internacionais; Pós Graduada em Direito Empresarial Internacional e Direito Tributário, Professora Universitária e Coordenadora do GT de Comércio Exte-

R

rior do CIESP Jacareí. ecentemente o governo publi-

da receita bruta de empresas de determi-

Assim, a sobretaxação de produtos im-

cou diversas normas para fo-

nados setores. A princípio, tal medida é

portados somente surtirá o efeito espe-

mentar o desenvolvimento da

bastante reluzente, mas a norma não per-

rado se houver a redução do custo-brasil

indústria nacional, melhorar a participa-

mitiu que a empresa (empregador) pudes-

– alta carga tributária que ainda assola

ção dos produtos brasileiros no mercado

se optar por este ou pelo antigo regime.

nossa economia – impactando no custo

internacional e criar empregos.

Assim o que para algumas empresas foi

dos insumos adquiridos no mercado na-

atraente, para grande parte delas repre-

cional. Do contrário, a indústria nacional

sentou maior onerosidade.

não alcançará o nível de competitividade

Não obstante seja plausível a intenção das medidas, o fato é que como de costume, nem tudo o que reluz é ouro,

Outra questão que, a meu ver,

quando se trata de inovações no campo

merece particular atenção, é a expressiva

Na prática, o que se vê é que

da política tributária e fi nanceira brasi-

aversão governista aos produtos impor-

grande parte deste custo poderia ser redu-

leira. Uma situação bastante recorrente

tados baseada no entendimento de que

zido com a adoção de medidas de desbu-

em minha vida profi ssional é a enxurrada

a importação de produtos é prejudicial à

rocratização na obtenção de desonerações

de consultas de empresas sobre benefí-

economia nacional. Tanto é assim, que

tributárias e cumprimento de obrigações

cios fi scais e reduções de carga tributária

uma das principais medidas do pacote

fi scais. No Brasil, observa-se que quando

quando são publicadas.

recentemente publicado foi a elevação da

a legislação oferece determinado benefí-

alíquota de tributos incidente na importa-

cio fi scal a uma empresa, por outro lado

revelam-se otimistas, o que passa a ser

ção em relação a diversos produtos.

impõe uma série de burocracias para sua

propagado para toda a cadeia envolvida.

É louvável que nossa legislação

obtenção e acarreta altos custos operacio-

No entanto, no momento das conclusões

tributária proteja e fomente o consumo

nais para controle e prestação de contas

sobre o impacto da medida acabamos ve-

interno de produtos brasileiros para criar

ao Fisco. Neste contexto, quem mais so-

rifi cando que na verdade o que era para

empregos e estimular o crescimento eco-

fre são as pequenas e médias empresas,

ser reduzido signifi cativamente, não pos-

nômico. No entanto, não podemos nos

responsáveis pela absorção de maior parte

sui tamanha repercussão, ou pior, por ve-

esquecer de que grande parte deste cres-

da mão de obra nacional.Conforme infor-

zes o resultado é justamente o inverso: o

cimento deve-se as nossas exportações.

mou a CNI. Esperamos que daqui para

Neste contexto, as empresas

aumento da carga tributária.

necessária.

Ocorre que somente consegui-

frente, a política tributária e econômica

Tomemos como exemplo a po-

mos exportar quando nossos produtos

do país não seja como a pirita – um miné-

pular redução dos encargos de INSS com

são competitivos e tal fato, deve-se, em

rio que tem a mesma cor e brilho do ouro

base na substituição do percentual de 20%

grande parte, ao baixo custo de insumos

mas está longe de ter o mesmo valor e por

sobre a folha de pagamentos, por 1 a 2,5%

importados.

isso é conhecida como ouro de tolo.

28 - Revista Exper


Revista Exper - 29


Recursos Humanos

>>>>>>

Comportamento Humano e Assessment João Rhoden Formado em Administração de Empresas, com extensões em Gestão Empresarial e Recursos Humanos pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, no Rio Grande do Sul. Gestor de Recursos Humanos e trabalha na AUNDE Brasil.

S

empre foi preocupação de nosso

as diferenças entre os comportamentos

do rápido, a não ser com uma máquina.

intelecto colocar meios-termos

das pessoas que convivem no trabalho ou

Por isso é preciso conhecer as pessoas e

entre os polos da semelhança e

em atividades sociais são muito pequenas

saber o que as deixam felizes - “como elas

dessemelhança absolutas do ser humano.

e precisam de tempo e convivência para

realmente são” - é simples.

As atitudes que vemos e conhecemos nas

que sejam descobertas. Mas elas exis-

As pessoas felizes o são, porque

pessoas são apresentadas de diversas for-

tem e na sua grandeza complementam o

fazem funções adequadas ao seu perfi l

mas, pois existe um conjunto de fatores

indivíduo, possibilitam ações distintas e

comportamental e se tornam automotiva-

naturais e de pessoalidade que oscilam

causam resultados específi cos. Estes re-

das a executar pelo prazer que o desafi o

simultaneamente e são os causadores des-

sultados são os que procuramos e que ca-

lhes dá. Muito mais do que pela recom-

sas atitudes. A análise sobre este assunto

racterizam cada perfi l individual.

pensa fi nanceira ou outra qualquer.

é essencial para conhecermos as pessoas e

A observação e o respeito a essas

Visando entender melhor as ha-

entendermos como e porque agem da ma-

diferenças é essencial se quisermos ser

bilidades e as competências, principal-

neira como vemos.

corretos nas nossas análises sobre com-

mente as comportamentais de seu quadro

Entretanto, estas mesmas atitu-

portamento. Do contrário os problemas

de empregados, o uso de assessment tem

des possuem pouquíssimas diferenças de

de relacionamento surgirão, pois temos

se tornado cada vez mais frequente entre

uma pessoa para outra. Em outras pala-

uma forte tendência de esperar que os ou-

os gestores de Recursos Humanos e de to-

vras, elas são proporcionalmente peque-

tros façam e ajam conforme o nosso pró-

das as áreas nas empresas.

nas em relação às semelhanças que temos.

prio julgamento.

Isto acontece porque vivemos juntos,

Uma forma de identifi car as dife-

de desenvolvimento de pessoas, o asses-

compartilhamos as mesmas informações

renças entre os comportamentos é a sepa-

sment é uma metodologia que identifi ca,

e instruções sobre o que é certo e erra-

ração por grupos. As pessoas que perten-

qualifi ca e avalia as habilidades compor-

do, o que é bom e ruim, o que é aceito e

cem ao mesmo grupo possuem tendências

tamentais.

o que não é. Isto também ocorre porque

similares, mais fracas ou mais fortes e

Por meio dele é possível conhe-

compartilhamos essas informações pelos

possuem estilos e características pareci-

cer e identifi car o potencial, gerenciá-lo

mesmos meios e, por consequência, for-

das.

e propor mudanças necessárias para gerar

mamos conceitos, opiniões e agimos de formas parecidas. Além disso, existem

Para quê devo utilizar estes conceitos?

Usado para conduzir processos

melhores resultados. Procure conhecer o Assessment como instrumento de gestão

aspectos sociais que demandam ações de

Está claro que os processos de

e desempenho. Além de lhe trazer ótimos

adaptação e esforço para conseguirmos

gestão de pessoas precisam de tempo para

recursos de decisão, trará conhecimento

realizar nossos anseios e projetos.

fazer efeito. Criar uma regra ou executar

sobre comportamento indispensável para

uma ação de correção não indica resulta-

a condução de processos com pessoas.

Com esta visão, afi rmamos que

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REVISTA EXPER  

Edição Número 22