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eDIÇÃO 001| ANO xIX | 1ª QUINZENA DE ABRIL DE 2014

Profissão desumana?

Empresas afastam os motoristas das famílias e não proporcionam estrutura para o seu bem-estar

Imagem ilustrativa

PROIBIDO MUDAR

Elevação da traseira do caminhão é proibida

FUTURO

Controle único de cargas

DADA A LARGADA

Scania lança competição para Melhor Motorista do Brasil


expediente

Sumário

Estrada Serviços Ltda.

CAPA

Rua 7 de setembro, 460 Centro - Joaçaba - SC CEP 89600-000. Fone: (49) 3522-0226

Direção Ronnie D. Bressiani Claudia S. Semmer estrada@revistaestrada.com.br Jornalista responsável Ana Maria Oneda Mello jornalismo@revistaestrada.com.br Designer gráfico Cristiano Heberle producao@revistaestrada.com.br Atendimento Luciane Wernecke de Andrade atendimento@revistaestrada.com.br Gestão de vendas Adriano Morandini - (49) 9927-5499 adriano@revistaestrada.com.br

Edição: 001 Páginas: 36 Exemplares: 3.000 Distribuição: Dirigida Circulação: 1ª quinzena de abril de 2014 Impressão: Gráfica Coan www.revistaestrada.com.br

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Caminhoneiro também é humano

regulamentação É proibido mudar

Tecnologia

Controle digital do transporte

Inovação Transporte pelo ar

Competição Melhor Motorista

Curtas Crime

O lado ruim da tecnologia

P.04 P.10 P.13 P.14 P.18 P.20 P.21

Pedágio

Polêmica do Pedágio

Jurídico

Termo de ajuste de conduta

evento

Confraternização Scania

Evento Jantar Dicave

curtas Especialista Regras de trânsito

Humor Piadas

P.24 P.25 P.26 P.28 P.30 P.31 P.32

Estrada


EDITORIAL Após quase 20 anos de trabalho com o Jornal Estrada, aprendendo e crescendo junto com o setor de transportes de cargas em Santa Catarina, nós resolvemos mudar. Observando o mercado e seu constante e rápido avanço, vimos que é hora de evoluir também. Nos renovamos e estamos nos atualizando para levar à você um produto com conteúdo diferenciado e um novo visual, mais agradável para a leitura. Apresentamos então nosso novo meio de comunicação para o setor do transporte de cargas: a Revista Estrada. A decisão veio para acompanhar as tendências dos nossos leitores, que estão cada vez mais antenados. Hoje, o transportador não só vive o seu dia a dia, mas também olha ao seu redor e analisa o que está acontecendo no mundo para decidir seus próximos passos. Essa ferramenta é, então, mais uma porta para esta observação. Além disso, uma característica das revistas é a sua duração, muito maior que a de um jornal, sendo que a informação por ela veiculada também dura mais tempo. Para acertarmos nesta nova caminhada e nos ajustarmos às preferências do nosso leitor, destacamos que estaremos sempre abertos para sugestões, de forma que possamos construir, juntos, um veículo de comunicação que esteja cada vez mais de acordo com as necessidades do setor do transporte. Afinal, o objetivo do Jornal Estrada sempre foi e continuará sendo difundir produtos e serviços, denunciar problemas e destacar sucessos do transporte rodoviário de cargas a níveis estadual e nacional. Outra novidade é que, em breve, ativaremos a página da Revista Estrada na Internet, o que permitirá que mais leitores tenham acesso ao conteúdo publicado, que será disponibilizado também em forma de revista digital. Temos em mente que não basta mudar, é preciso evoluir. Por isso, estamos trabalhando para que a Revista Estrada se torne, ao longo do tempo, um veículo de referência quando o assunto é jornalismo especializado em transporte rodoviário de cargas. Esta é a nossa primeira edição de muitas. Esperamos que goste e aguardamos o seu feedback para continuarmos crescendo juntos. Grande abraço, Equipe Revista Estrada.

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Acessos asfaltados Jaqueline Noceti / Secom

Foi inaugurado no dia 29 de março a pavimentação asfáltica da rodovia SC-157, que liga as cidades de Paial a Chapecó. A obra representa o marco de que todos os 295 municípios catarinenses possuem, hoje, pelo menos um acesso asfaltado, segundo dados da Secretaria de Estado da Infraestrutura. Já a situação de todos esses acessos, nem sempre é muito boa...

Promessas

notrajeto.blogspot.com.br

A Autopista Litoral Sul, concessionária responsável pela administração das rodovias BR-376 e BR-101, entre Curitiba e Palhoça, espera iniciar até o fim de abril as obras para a construção do contorno viário da Grande Florianópolis. A informação foi dada pelo diretor-superintendente da empresa, Paulo Mendes Castro. Até agora, nada aconteceu.

PRESIDENTA DILMA. O QUE TEM A DIZER SOBRE A COMPRA DA REFINARIA DE PASADENA?

Pedágios Um estudo apresentado pela Ordem dos Economistas de Santa Catarina – Oesc apontou que os preços da tarifa do pedágio na BR-116 e na BR-101 foi reajustado bem acima da inflação desde 2008, quando as rodovias foram repassadas à iniciativa privada. Segundo o economista Eduardo Volante, enquanto o IPCA, índice oficial de inflação, acumulou alta de 34,47% no período, o pedágio da 101 subiu 63,64%. Já a tarifa da BR-116 aumentou 40,74%. A desculpa das concessionárias é o custo de obras e investimentos na rodovia. O problema é que o custo dos transportadores não é repassado para o consumidor final, o que resulta em ainda mais defasagem no frete. Uma bola de neve.

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CAPA

Caminhoneiro também é humano Empresas desumanizam motoristas de caminhão, tratando-os, muitas vezes, como profissionais invisíveis

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corda cedo, toma café com a esposa e os filhos e sai pontualmente para trabalhar todos os dias. Esta é a rotina de muitos trabalhadores no mundo todo. Mas, entre as exceções, está o motorista de caminhão, que doa seu tempo e boa vontade ao compromisso de entregar às indústrias, ao comércio e até à sua casa todos os suprimentos necessários para que você possa viver com o conforto que vive atualmente. Porém, muitos motoristas afirmam que esse esforço nem sempre é reconhecido. Não só pelos consumidores finais, mas até mesmo pelos empregadores destes caminhoneiros que, muitas vezes, deixam sua vida de lado para cumprir os apertados prazos estipulados por estas empresas. Além de já não estarem no aconchego de suas casas e não terem certeza de quando chegarão (e se chegarão a salvo), há motoristas que precisam obedecer a muito mais regras do que apenas o horário. Um motorista que presta serviços para a

BRF conta que a empresa proíbe de levar carona nas viagens, até mesmo se for a sua própria família, e muitas vezes a saudade aperta. O que é intrigante é que a BRF, detentora de produtos como a margarina Qualy, veicula a nível nacional propagandas promovendo a “união familiar”. Sobre a proibição para os caminhoneiros, o motorista explica: “a empresa diz que permitir caronas pode comprometer a eles também. Para viagens mais longe, estão dando preferência a motoristas solteiros. É um cuidado porque, quando estão marido e mulher juntos no caminhão, se der algum acidente pode acontecer de deixar filhos órfãos em casa. Se estiver só um, esse é um risco a menos”. Entre as proibições, conta o motorista, estão também a instalação de televisão na cabine e o uso do rádio PX, sendo que este é muitas vezes o único meio de comunicação dos caminhoneiros quando não há sinal de celular na estrada. Somado a isso, a BRF não permite que os motoristas tenham caixa de comida no caminhão, e eles não podem fazer a própria comida para suas refeições.

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O mais cabível seria a empresa oferecer alimentação a estes trabalhadores, mas muitas vezes nada é oferecido. “Nós temos que pagar do próprio bolso a comida de restaurantes, e às vezes não há restaurante perto da indústria, o que dificulta para a nossa alimentação. O que parece é que eles escravizam o profissional. Querem que fiquem longe da família e não deixam usar nada que possa trazer algum lazer. Esse trabalho não é como qualquer um de escritório. Não temos horário para abrir e fechar. O transporte depende da hora que o caminhão é carregado, descarregado, depende do trânsito, das notas que atrasam quase sempre. Então a empresa deveria dar mais importância a estes assuntos fundamentais do que ao que está dando agora”, opina o motorista, que pediu para não ser identificado. Questionada sobre estas proibições, a BRF, através do seu gerente de logística Orides Claudio, afirmou à Revista Estrada que a restrição às caronas é motivada justamente pelo crítico cenário brasileiro de acidentes de trânsito. “Com relação à instalação da caixa de comida no caminhão e instalação de televisão, não há qualquer restrição. A restrição envolve apenas o preparo de alimentos fora dos locais destinados para este fim, já que a companhia disponibiliza seus refeitórios para os motoristas utilizarem”, responde Orides. Já sobre o rádio PX, a BRF explica que a restrição é enquanto o motorista estiver dirigindo, partindo do pressuposto de que o aparelho oferece os mesmos riscos da utilização do celular, o que é proibido conforme lei de trânsito.

Lei do descanso De acordo com o motorista entrevistado, até mesmo o cumprimento da Lei 12.619/12, a Lei do Descanso, fica comprometido por causa das exigências da BRF. Ele conta que o objetivo da empresa não é o bem estar do caminhoneiro, mas sim o transporte de seus produtos. “O produto tem que estar no lugar certo e na hora certa. Nada do resto importa”, diz. Segundo ele, as 11 horas de intervalo exigidas pela Lei são difíceis de ser obedecidas, pois a empresa dá horário apertado por conta da falta de caminhões. “As 36 horas que seríamos obrigados a folgar a cada semana, eles querem que a gente carregue o caminhão e viaje”, conta. Por conta disso, algumas transportadoras que prestam serviço terceirizado para a BRF estão sendo penalizadas com multas exorbitantes pelo Ministério do Trabalho pelo descumprimento da Lei do Descanso. “A BRF dá um horário e quer que

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cumpra, mas o Ministério do Trabalho quer que se cumpra a Lei. Então o transportador fica no meio deste fogo cruzado. Não tem como jogar a culpa na BRF, pois o Ministério não se importa. Querem que cumpra o horário, mas falta flexibilidade na Lei”, comenta o motorista. Orides informa que a BRF tem o transit time adequado à legislação e, com o objetivo de reduzir ainda mais o risco de acidentes, está implementando o Projeto Segurança, Saúde e Meio Ambiente – SSMA para motoristas e ajudantes, que visa o comportamento seguro no transporte e distribuição da BRF. “Trata-se de uma ação que valoriza a vida. O projeto teve início em novembro de 2011, em três unidades pilotos – Carambeí/PR, Jundiaí/SP e Videira/SC. Até o final deste ano atingirá 50% da frota e até o final de 2015 atingirá 100%”, explica. Em função da Lei do Descanso, o motorista entrevistado cita as dificuldades de alguns colegas caminhoneiros com a defasagem dos fretes, já que muitos recebem por comissão. “Eu recebo salário fixo, mas há empresas que querem mais é que o motorista continue trabalhando por comissão. Hoje isso é impossível. Para ir até Fortaleza, por exemplo, leva 15 dias agora. Como vai ganhar por comissão desse jeito? É complicado”, desabafa. Quanto às horas extras, ele explica que os pagamentos estão sendo feitos pela BRF. “Eles pagam 1 hora extra por dia. Nosso quadro de horário é das 8h às 20h diariamente. A maioria das vezes nós passamos desse tempo pois não tem como fazer o trecho neste prazo, já que depende do carregamento e da nota. O tempo que a gente fica parado aguardando para descarregar ou carregar é considerado descanso”, conta. “Estou tentando cumprir tudo o que precisa, e a empresa está pagando de acordo. Mas tem muita gente que está sofrendo porque a situação aperta de um lado e aperta do outro também”.

imagem ilustrativa

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Pátio da BRF sem pavimentação vira puro barro em dia de chuva e poças de água se acumulam pelo local

Estrutura precária O motorista afirma que em várias filiais o tratamento é muito discriminatório com estes profissionais. “Eles pensam que todos são marginais. É outro motivo para o profissional sair e trabalhar com outras empresas que procuram fazer as coisas andarem e deixam assuntos sem neces-sidade de lado. A BRF é honesta e paga em dia, mas tem coisas que deixa a desejar”. Entre essas coisas está a estrutura de pátio para os caminhoneiros. O motorista conta que são poucas as indústrias da BRF que oferecem alguma coisa. “A maior parte não tem nada. Tem uns que só tem um banheiro lá que é utili-

zado por todo mundo. Não tem local de espera pra gente ficar. Alguns pátios não são nem asfaltados, e quando chove vira puro barro. Eles cobram muito do transportador e do motorista, mas não cumprem quando é a gente que cobra alguma coisa deles, como o rigor no horário de carregamento e descarga, na emissão de notas e em uma estrutura melhor para nós ficarmos”, afirma. A informação repassada pela BRF é de que a empresa disponibiliza, sim, instalações com banheiros e seus refeitórios para alimentação dos motoristas. Como consequência de tudo isso, o motorista conta que o que está vendo dentro da BRF é uma falta de mão de obra. “Tem muita carga sobrando, falta caminhão porque os transportadores estão procurando outras empresas para

colocar seus veículos. Está sobrando carga em quase todos os setores. Tem lugares que tem 40 cargas todo dia para carregar, que estão atrasadas porque falta mão de obra. Os motoristas saem fora, procuram serviço mais perto ou mais tranquilo, porque as normas da BRF são severas”, diz. Orides concorda que o mercado apresenta um déficit de profissionais atualmente, mas afirma que a frota da BRF, que é terceirizada, atende a demanda da companhia. “Quanto a isso, a BRF incentiva projetos voltados para a formação e capacitação de novos condutores, como o Projeto Caminhão Escola, implementado pelo Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Cargas da região de Videira – Sintravir”, informa.

Longa espera, nenhum conforto Muitas empresas encontram-se em situações parecidas quando o assunto é estrutura oferecida para os motoristas. Um caminhoneiro, sentado em uma pilha de pallets que encontrou no pátio da ADM do Brasil, reclamou que onde eles esperam não existe nem banheiro, quem diria um local para eles ficarem com mais conforto do que ali. “Se precisarmos de banheiro, temos que sair desse pátio e ir procurar lá dentro da empresa. Comida eles não oferecem. Quem quiser pode cozinhar na caixa de comida do caminhão. O restaurante que tem aqui perto faz um almoço muito ruim, e muitos motoristas dizem que passam até mal depois de comer lá. Além disso, tudo o que consumimos é pago do nosso próprio bolso”, afirma. Sobre as exigências da ADM do Brasil, ele conta que apenas no momento de descarregar é pedido que o caminhoneiro vista capacete, óculos e sapatos,

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uma espécie de “veste de segurança”. “Não inclui a roupa, podemos ir até de bermuda, mas o capacete e os sapatos são obrigatórios”, diz. Quanto à carga, o motorista diz que a empresa exige que os limites de peso sejam cumpridos à risca. “Já cheguei aqui com 1 tonelada acima do peso e a ADM não aceitou descarregar meu caminhão. Isso é algo que temos que cumprir”.

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E é melhor obedecer para que o tempo de espera, que é longo, não seja totalmente perdido. Esta é uma das principais reclamações dos motoristas da ADM. A espera é tanta que pode levar até mais que um dia inteiro. “Semana passada fiz três viagens de soja para cá. Na primeira, fiquei esperando 31 horas para descarregar. Na segunda, foram 25 horas, e na terceira faltaram só alguns minutos para fechar 25 horas também. Hoje, por exemplo, marquei para as 10 horas da manhã. Quando cheguei, tinham 52 caminhões na minha frente na fila. Agora já são 15h e ainda têm 40 antes de mim. Eu não acredito que vá descarregar o meu hoje”. O cumprimento de horários na empresa é incerto e muitos motoristas precisam ficar em alerta até a madrugada, pois não sabem quando chegará sua vez. “Depois das 21h, eles param de chamar no alto-falante e vêm acordar a gente no caminhão. Isso pode ser tanto às 21h quanto às 03h da madrugada, nós nunca sabemos. Pelas minhas contas, dessa vez devo descarregar lá pelas 05h da manhã”, conta. Pátio da ADM do Brasil é feito de chão batido e não oferece sala de espera nem banheiros para os motoristas

É fácil encontrar lixo jogado nos cantos dos pátios da ADM do Brasil. As árvores muito provavelmente são utilizadas como banheiros...

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Por Lei, estas horas deveriam ser contadas como hora extra e o motorista receberia remuneração. Porém, não é o que acontece. Ao ser questionado sobre o pagamento, o motorista entrevistado ri. “Ninguém paga nada. Eu trabalho para uma transportadora mas cobro por comissão. Recebo o prometido e pronto. Não interessa se eu tiver despesas a mais, e muito menos quanto tempo vou ficar aqui esperando para descarregar. Se eu aumentar o preço, perco o frete”, diz. E por falar em Lei, a Lei do Descanso é apenas um boato no círculo de conversa dos motoristas por ali. “Já ouvi falar, mas não há rigidez na cobrança e poucos estão cumprindo. O que precisam fazer, e isso não só a ADM mas em todo o Brasil, é colocar pátios maiores para que possamos parar e fazer o descanso necessário. E não precisamos de pátios como esse, que é um espaço de terra batida. Precisa ter banheiro, restaurante e pelo menos uma sala de espera. Não se encontra parada nas estradas hoje sem que seja necessário pagar para dormir”, cobra o motorista.

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O outro lado Questionada, a assessoria de imprensa da ADM do Brasil respondeu que, quanto às instalações oferecidas aos caminhoneiros, a empresa “preocupa-se em manter suas instalações e ambientes adequados ao atendimento das necessidades básicas do motorista”. Já sobre a Lei do Descanso, afirma que o processo logístico da empresa é gerenciado de acordo com suas demandas nos modais rodoviário, ferroviário e hidroviário. “Os fluxos operacionais são definidos de acordo com um planejamento que respeita as capacidades estáticas e operacionais dos silos, terminais e fábricas. A ADM conta com ferramentas

tecnológicas que facilitam e aperfeiçoam a operação e possui sistema de agendamento de cargas, que contribui positivamente para

A ADM afirma que possui sistema de agendamento de cargas, que contribui positivamente para a regularidade, regramento e controle dos fluxos. a regularidade, regramento e controle dos fluxos”. Ainda de acordo com a assessoria, a ADM realiza eventos de segurança sobre o trânsito e a Lei, de modo a qualificar os profis-

sionais que estão no dia a dia da operação de transporte de cargas. “O complexo logístico da ADM é totalmente adequado às necessidades de demanda ou exigências da lei. Tecnologia, treinamento e planejamento permitem a adaptação da empresa a esse novo quadro”, afirmam. Sobre qualquer tipo de restrição para os caminhoneiros, a ADM diz que trabalha com transportadoras na prestação de serviço, as quais são “orientadas a seguir as normas permitidas por Lei”. A empresa gira atualmente cerca de 20 milhões de toneladas/ ano entre atividades de exportação e mercado interno. ■

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regulamentação

É proibido mudar Contran proíbe definitivamente a elevação de traseira de caminhões

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Conselho Nacional de Trânsito – Contran publicou no final de março a Resolução 479 proibindo, definitivamente, a elevação de traseira de caminhões. O órgão decretou uma tolerância máxima de 2 graus de diferença entre as partes dianteira e traseira do chassi, que é uma medida natural dos caminhões que saem de fábrica. Se na medição feita pela fiscalização a diferença for maior, a penalização será multa e apreensão do veículo. A decisão se deu pelo fato de que a traseira muito levantada representa um risco para o trânsito, já que em um acidente um automóvel ou uma motocicleta entrariam direto embaixo do caminhão, podendo resultar em ferimentos graves ou até morte. Já é exigida a proteção lateral para que isso não aconteça. Então, nada mais correto que proibir esta alteração na estrutura dos caminhões também. Além disso, levantar a parte de trás do chassi afeta a estabilidade do caminhão e a durabilidade de algumas peças como o diferencial e o rolamento diminui.

blog caminhoneiro

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Estrada


EXEMPLO ADMISSÍVEL DE ALTERAÇÃO NA SUSPENSÃO DO VEÍCULO PEQUENO

EXEMPLO DE UTILIZAÇÃO DO CALÇO NA SUSPENSÃO DO VEÍCULO EM QUE A MODIFICAÇÃO É ADMISSÍVEL (X – Y < ± 35 mm)

EXEMPLO DE UTILIZAÇÃO DO CALÇO NA SUSPENSÃO DO VEÍCULO EM QUE A MODIFICAÇÃO É INADMISSÍVEL (X – Y ≥ ± 35 mm)

Estrada

A medição da inclinação do chassi em caminhões, reboques e semirreboques, pode ser feita em qualquer parte do veículo, desde que a referência seja paralela ao chassi

Não só os caminhões entraram nesta resolução, mas os veículos com menos de 3,5 toneladas também. Destes, passa a ser exigido que a altura máxima permitida para circulação seja maior ou igual a 100 mm do solo, e o conjunto de pneus não poderá tocar em parte alguma do veículo quando for feito o teste de esterçamento (virar o volante para esquerda e direita). Para quem rebaixa os carros a ponto de nem conseguir passar em uma lombada e, em alguns casos, mal pode circular em rua asfaltada, ■ esse é mais um alerta.

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Tecnologia

controle digital do transporte Governo e ANTT pensam em implantar sistema de primeiro mundo em país que tem infraestrutura de terceiro

O

Governo Federal e a Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT vem debatendo a implantação de um projeto de primeiro mundo no Brasil. Trata-se do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais – MDF-e integrado com o Código Identificador de Operações de Transporte – Ciot, Vale Pedágio e Registro Nacional de Transportador Rodoviário de Carga - RNTRC. O sistema será um controle único digital que servirá para monitorar toda a movimentação de mercadoria e logística à distância, sem necessidade de parar o caminhão para que seja fiscalizado. Todos os dados e informações sobre a carga vão ser identificados por um TAG, uma etiqueta eletrônica usada para rastreamento, que será instalado nos veículos e nas cargas. Nas rodovias federais, serão colocadas

novas antenas que farão a completa leitura dessas etiquetas para recolhimento dos dados assim que o veículo passar por esses pontos. A meta é tornar os serviços de transporte e logística modernos, eficientes e reduzir os custos na cadeia produtiva, além de ter um controle maior do transporte clandestino, do excesso de peso e outros problemas existentes em todos os modais de transporte (rodoviário, ferroviário, hidroviário e aeroviário). Mas, além disso, o governo terá também ferramentas para arrecadar mais impostos e traçar um perfil da economia brasileira. Ivanir Paulo Carlesso, presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Cargas da região de Videira – Sintravir, esteve no encontro em Florianópolis onde várias entidades do setor discutiram a implantação desta tecnologia. Ele comenta que, principalmente em assuntos que dependem da agilidade dos órgãos do Governo, existe uma dificuldade muito grande para poder implantar novos projetos pois não existe interação entre estes órgãos e as demais entidades do transporte. “O pior para o transportador é que a conta fica muito salgada, pois os custos cairiam 100% no bolso dele, como sempre foi”, diz. Segundo ele, este projeto pode ser até mesmo uma espécie de lobby entre o governo e empresas que executariam a instalação dos equipamentos. “Já vimos situações parecidas e acredito que este pode ser um caso também”, comenta.

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CONTROLE DIGITAL DO TRANSPORTE Torre de sinal Serão instaladas nas rodovias

Chip Toda carga, trará consigo um chip com informações do seu conteúdo

Além disso, Carlesso opina ser inviável a execução desta ideia. “Eles querem colocar antenas nas rodovias e fiscalizar chips em postos de fiscalização que já não existem. Essa é uma realidade que não é nossa. As próprias placas de sinalização nas estradas já são vandalizadas e mal conservadas, imagine estes equipamentos de alta tecnologia. Não acredito na viabilidade pelo menos por enquanto, até que os postos de fronteira voltem a funcionar. Como falar que vamos instalar tecnologia de primeiro mundo, quando não temos rodovias nem locais para parada dos caminhões para que o motoris-

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As informações serão captadas pelas torres

Em seguida, transmitidas para os computadores dos postos de controle

ta cumpra sua jornada de trabalho? Falar em alta tecnologia quando não tem infraestrutura pronta é sonhar demais. É querer implantar um sistema de 2030 em estradas de 1940”, explica, citando o que foi discutido no encontro das entidades em Florianópolis. O primeiro passo para modernizar o transporte, segundo Carlesso, é implantar uma política correta no setor, onde seja mantida a rentabilidade do serviço. “As pequenas empresas tem custo alto e a rentabilidade não condiz mais com a realidade. Eles estão perdendo lugar para grandes embarcadores. Tendo uma polí-

tica mais organizada, tudo se torna mais fácil. Os demais setores do transporte têm gente que representa muito bem, mas o rodoviário está perdido entre os assuntos do agronegócio”, finaliza. Se já faltam recursos e sobram empecilhos para a melhoria da malha viária e a manutenção das rodovias existentes, um projeto como esse pode ser chamado de “utopia”. ■

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Inovação

Transporte pelo ar Já que pelo chão está difícil, a ideia agora é trazer soluções do passado e usar dirigíveis para o transporte de cargas no Brasil

N

ão é um avião e muito menos o Super Homem. A aposta agora para o transporte de cargas no Brasil são os dirigíveis. Esses balões gigantescos que lembram coisas do passado fazem parte de um projeto da Airship do Brasil, que cogita passar a carregar pelos ares principalmente os contêineres vindos da Amazônia para as regiões Sul e Sudeste do país.

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A ideia surgiu da necessidade de solucionar o caos logístico presenciado ano após ano, além de diminuir custos, já que o uso das péssimas estradas brasileiras seria evitado. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES é um dos que acredita e financia o projeto, sendo que já liberou R$ 102,7 milhões para investimentos que, apenas na fase de desenvolvimento e protótipo, chegarão a R$ 119 milhões. O restante do dinheiro será contrapartida das sócias Engevix e Transportes Bertolini, que juntas formam a Airship do Brasil. Se o projeto for executado, o país sairá na frente de nações como Estados Unidos, Inglaterra e Canadá, que possuem projetos parecidos mas fundamentalmente para uso

militar, aplicação já antes comum para os dirigíveis, que foram armas importantes da Primeira e da Segunda Guerra Mundial. A ideia de utilizá-los no transporte de cargas é uma inovação barata e eficiente, segundo o BNDES. Voando entre 400 metros e mil metros do solo, os dirigíveis projetados pela Airship do Brasil são inflados por gás hélio e têm motores movimentados a óleo diesel, podendo alcançar a velocidade de 125 quilômetros por hora e levar uma tripulação de até quatro pessoas. Inicialmente, a empresa divulga que os dirigíveis serão utilizados para situações especiais, como transporte de geradores eólicos e turbinas hidrelétricas para locais de difícil acesso. No futuro, com modelos capazes de transportar até 200 toneladas, os dirigíveis poderão

substituir caminhões no transporte de soja, por exemplo, aliviando as estradas e os portos brasileiros. A previsão é de que o primeiro protótipo de dirigível da Airship, que está sendo construído em São Carlos/SP, possa voar até o final de 2016. Além do transporte de cargas Alguns modelos de dirigíveis têm autonomia de até seis meses no ar, sem precisar de reabastecimento. Isso ajudaria a baixar o custo do transporte em até 25% e abre outros horizontes para a utilidade do equipamento, como antenas de telefonia em locais afastados, por exemplo. Outra finalidade é a transmissão aérea televisiva de esportes. ■

O primeiro dirigível a sair do chão foi construído por Jules Henri Giffard. O balão saiu de Paris e foi até Elancourt, em 1852. No ano de 1898, o brasileiro Santos Dumont construiu o seu dirigível Nº 1, no qual era possível controlar a direção do voo. Em 1901, ele recebeu o prêmio Deutsch ao conseguir contornar a Torre Eiffel em menos de 30 minutos com seu dirigível Nº 6. O primeiro dirigível a transportar passageiros foi da empresa Zeppelin, que chegou a montar uma frota para este fim. Após isso, os dirigíveis foram usados como armas para bombardear e espionar países durante a Primeira e a Segunda Guerra Mundial. Atualmente, são utilizados para fins publicitários.

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Competição

Scania procura o Melhor Motorista de Caminhão do Brasil Inscrições para a quinta edição da competição já estão abertas O Melhor Motorista de Caminhão do Brasil na competição de 2012 foi o gaúcho Vinicius de Moraes

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F

oram abertas no dia 4 de abril as inscrições online para a quinta edição da competição Melhor Motorista de Caminhão do Brasil – MMCB da Scania. Os interessados têm até o dia 27 de julho para se cadastrarem no site www.melhormotorista.com.br. Para quem quer se inscrever pessoalmente, é possível a partir do dia 22 de abril nas concessionárias Scania, Noma, Rede Bridgestone/Bandag, Rede Graal e unidades do Sest Senat. A competição, realizada no Brasil desde 2005, tem por objetivo destacar a importância da condução eficiente para prevenir acidentes e aumentar a economia no transporte de cargas. “Um motorista valorizado e qualificado pode gerar economia de combustível de até 10% - um dado valoroso num mercado que trabalha com margens apertadas de rentabilidade”, afirma Eronildo Santos, diretor de Vendas de Veículos da Scania no Brasil. Para participar, o motorista deve possuir carteira de habilitação categoria E, preencher um formulário e responder um questionário no ato da inscrição, que já contará como a primeira etapa de seleção.

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A segunda fase será uma prova teórica online formada por 20 questões de múltipla escolha e uma dissertativa. A terceira etapa serão as provas práticas regionais que acontecerão em 14 cidades diferentes em todo o Brasil. Desta etapa, 28 motoristas serão selecionados para a grande final, que acontecerá em São Paulo de 4 a 7 de dezembro. Em caso de dúvida, o motorista poderá saná-las pelo telefone 0800 772 9822.

Premiação Todos os inscritos na competição ganharão automaticamente um curso online sobre “Atendimento Eficaz”. Aqueles que passarem na prova teórica online, ganharão o curso Série de Logística – Conceitos e Aplicações, do Sest Senat. Os 28 campeões regionais ganharão um curso de Treinamento de Motoristas Scania “Master Driver”, de 40 horas.

O grande vencedor receberá um pacote de prêmios no valor de R$ 40 mil, distribuídos em aparelhos eletrônicos, móveis e eletrodomésticos. Além disso, ele ganhará uma viagem com acompanhante para conhecer a matriz da Scania na Suécia, um jogo de pneus da Bridgestone e um curso de 40 horas do Sest Senat. O segundo e o terceiro colocados ganham uma viagem com acompanhante para um resort no Brasil, um jogo de seis pneus da Bridgestone, kits promocionais e um curso de 40 horas do Sest Senat.

A competição que originou o Melhor Motorista de Caminhão foi criada pela Scania em 2003, na Suécia, batizada de Young European Truck Driver (Jovem Motorista de Caminhão Europeu). No balanço geral mundial, a marca já recebeu mais de 200 mil inscrições para o desafio, sendo pouco mais de 100 mil somente nas competições do Brasil. ■ Grande final acontecerá de 4 a 7 de dezembro em São Paulo

Acesse:

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cURTAS

10 anos de parceria Eduardo Guedes de Oliveira/Agência AL

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Fórum foi criado durante o 1º Simpósio Catarinense sobre Concessões Rodoviárias

F

oi criado em março o Fórum Estadual de Defesa da Infraestrutura de Transportes e Mobilidade em Santa Catarina. Com a participação de entidades do setor do transporte no estado, o fórum tem o objetivo de debater de forma permanente a situação das estradas estaduais, federais e concessionadas em território catarinense. A ideia é que, destes debates, sejam elaborados projetos e propostas para a melhoria destas rodovias. Espera-se que este não se torne apenas mais um grupo para bate papo, onde muito se fala e pouco se faz. Se a ideia é elaborar projetos, que comecem desde já. Os catarinenses esperam os resultados. ■

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pAUSA NA pRODUÇÃO

ados divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores – Anfavea mostram que o licenciamento de caminhões reduziu no primeiro trimestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2013. De janeiro a março, foram licenciadas 30,4 mil unidades, uma queda de 11,3%. Se for analisado apenas o mês de março de 2014, a baixa é de 11,5% comparado a fevereiro, e de 24,7% em relação a março do ano passado. De acordo com a Anfavea, o resultado pode ser explicado devido ao feriado de Carnaval, que tirou dois dias úteis do mês de março, e ao aumento do IPI. Por conta destes números, que também são explicados pela demora na aprovação de financiamentos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, as montadoras de caminhões no país estão tomando medidas como férias coletivas e diminuição do ritmo da produção em suas fábricas. Nem o fato de este ser um ano com Copa do Mundo e Eleições puxa os índices de emplacamentos para cima. Por enquanto, todo o otimismo que as marcas tinham para o mercado em 2014 está um pouco ■ hesitante.

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Curtas

Restrição a caminhões

Lentidão na obra

m projeto que começou a tramitar na Câmara de Vereadores de Joinville pretende restringir a circulação de caminhões de carga e descarga nos horários de pico nas principais vias da cidade. O autor da proposta, vereador Maycon César (PPS), alega que a medida ajudaria a reduzir os congestionamentos na cidade. Segundo o projeto, as restrições serão aplicadas conforme o tamanho dos caminhões, de segunda a sexta-feira. Os que tiverem até 6,3 metros de comprimento circularão livremente. Já as carretas só poderão trafegar apenas entre 20h e 6h. A proposta ainda está em discussão. ■

duplicação de toda a BR-470/SC foi pauta de uma audiência de dirigentes da Associação Empresarial de Rio do Sul - ACIRS com os senadores Casildo Maldaner e Luiz Henrique da Silveira. Durante o encontro foi solicitada a intervenção dos parlamentares catarinenses junto ao Ministério dos Transportes para que seja dada prioridade total à conclusão do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental - EVTE-A da rodovia, iniciado em 2009. O prazo de conclusão pelo consórcio contratado era de 90 dias. “Já se passaram quase cinco anos e nada”, lamentou o presidente da ACIRS, Ciro José Cerutti. De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT, vinculado ao Ministério, novas intervenções na rodovia dependem da revisão do EVTE-A, da definição de prioridade e da inclusão de novas obras para a adequação de capacidade, melhoria da segurança e eliminação de pontos críticos no Programa de Aceleração do Crescimento – PAC. “O que nos preocupa é que as versões do EVTE-A já entregues ao DNIT concluem como altamente recomendável a duplicação de todo o segmento entre Navegantes e a interseção com a BR-116 e que os estudos de tráfego já realizados desenham um cenário caótico para a ■ rodovia”, comentou Cerutti.

U

Duplicação da BR-470/SC ainda não saiu do papel e entidades se mobilizam

A

Fonte: ACIRS

Reprodução Google/ND

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Crime

O lado ruim da tecnologia Equipamentos estão sendo utilizados por ladrões para facilitar o roubo de cargas e por caminhoneiros para burlar a necessidade do ARLA 32

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avanço da tecnologia trouxe ao mundo inúmeras facilidades, as quais todos agradecem e utilizam cada vez mais. Mas, infelizmente, estas tecnologias não vieram só para o bem. É comum vermos surgirem no mercado equipamentos que podem servir para burlar sistemas, facilitando ações criminosas de diversas naturezas. No mundo do transporte rodoviário de cargas, um equipamento já bem conhecido é o “jammer”, um aparelho de alta potência que bloqueia sinais de celulares e, no caso do roubo a caminhões, é utilizado também para bloquear o sinal do GPS do veículo, impedindo a comunicação e escondendo sua localização do sistema de rastreamento da empresa.

A venda deste dispositivo é controlada pela Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, sendo que 10 modelos são homologados e podem ser legalmente comercializados para o uso no sistema carcerário. O problema é que não são apenas os presídios que têm acesso e utilizam o equipamento. A maioria dos assaltantes compra o produto pela internet, que oferece preços variados, desde R$ 100 até R$ 2 mil, e dezenas de opções de modelos portáteis que podem ser facilmente camuflados. Um destes sites oferece o jammer como uma “solução para bloquear celulares que tocam durante reuniões, cinema, teatro, etc.”, mas claro que esse não é o propósito do equipamento. Anualmente, os prejuízos das transportadoras com o roubo de carga no país ultrapassam o patamar de R$ 1 bilhão. Em 2012, último levantamento oficial divulgado pela NTC & Logística, foram 14,4 mil casos de assalto, e o número deve aumentar no levantamento de 2013. A grande maioria acontece em São Paulo, e as rodovias mais perigosas são a BR-101 e a BR-116. divulgação

Vários modelos do bloqueador “jammer” são vendidos livremente pela internet

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Mentir também é crime

COMO AGEM AS QUADRILHAS

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Com aparelhos que bloqueiam várias frequências ao mesmo tempo, quadrilhas seguem os caminhões

divulgação

A internet também é o meio onde criminosos buscam o emulador do ARLA 32

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A uma distância entre 50 e 10 metros, acionam o bloqueador, que impede a comunicação do veículo com a empresa

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O veículo desaparece do monitoramento e os bandidos atacam, desviando-o para uma área remota onde a carga é roubada

Outro aparelho que surgiu recentemente no mercado é um emulador do sistema SCR, utilizado para burlar o uso do ARLA 32 em caminhões Euro 5. Com a desculpa de que a compra do fluido gera muito custo, alguns transportadores andam instalando este equipamento para enganar os sensores do sistema. O emulador, conectado ao chicote elétrico original do veículo, emite sinais eletrônicos indicando que o SCR estaria funcionando corretamente, quando na verdade está desabilitado. Eletronicamente, a farsa é difícil de ser detectada. Mas a análise dos gases de escapamento deixa claro que o ARLA 32 não está sendo utilizado. Da mesma forma que o jammer, este emulador é facilmente encontrado na internet, pelos preços de R$ 1 mil a R$ 2 mil, e alguns vendedores prometem realizar a insta-

lação em todo o território nacional. Para que os caminhões não sejam pegos na análise dos gases, estes vendedores afirmam que basta remover ou desabilitar temporariamente o aparelho, e assim é possível obter os resultados exigidos na inspeção veicular. Ciente deste problema que já era esperado, o Ibama começou a divulgar no ano passado um alerta para os proprietários de caminhões Euro 5 sobre a proibição deste tipo de aparelho, além de que é muito provável que qualquer ação que burle o uso do ARLA 32 causará problemas técnicos ao veículo. A Lei é dura e culpa quem vende, quem executa a instalação, e o proprietário do veículo. Dependendo o caso, a multa pode chegar a R$ 50 milhões. Vale refletir: chamamos de criminosos os assaltantes que utilizam o jammer para roubar caminhões, mas na nossa categoria também estão infiltrados criminosos que acabam sujando a imagem dos profissionais conscientes e de boa índole que rodam por estas estradas do Brasil. ■

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pedágio

Polêmica do pedágio Autopista Litoral Sul inicia fase de testes do novo posto de pedágio em Palhoça e gera discussão entre usuários e órgãos reguladores

A

pós ter sido obrigada pelo Ministério dos Transportes, no ano passado, a fechar a praça de pedágio na BR-101 em Palhoça e construir um novo posto fora do perímetro urbano da cidade, a Autopista Litoral Sul cumpriu o combinado. Menos de um ano depois, a nova instalação está pronta e operando em fase de testes. Porém, a polêmica continua. O motivo principal é que a decisão do Ministério dos Transportes não foi só pelo fato de a localização do pedágio em Palhoça não estar adequado, mas também porque a concessionária estaria com mais de 80% das obras na rodovia previstas em contrato atrasadas. Entre elas, o Contorno Viário da Grande Florianópolis, que ainda não

saiu do papel. Por isso, os usuários da rodovia estão pedindo que a nova praça de pedágio não entre em atividade até que estas obras sejam iniciadas. A Agência Nacional do Transporte Terrestre - ANTT responde dizendo que a mudança é independente do Contorno Viário, e que

a cobrança havia sido suspensa por um ano ou até que o novo prédio fosse construído. A Associação dos Usuários de Rodovias de Santa Catarina – Auresc elaborou um documento pedindo que o início da cobrança seja condicionado ao início desta obra e também da duplicação da BR-101 no Morro dos Cavalos. Além disso, pedem que a nova praça seja fechada provisoriamente sempre que as obras pararem por culpa da Autopista Litoral Sul. O mais provável é que a única medida tomada seja a aplicação de um Termo de Ajustamento de Conduta, que baixa o preço do pedágio caso haja atraso nos contratos assinados pela concessionária. Por enquanto, é melhor ir preparando o bolso. Quando a cobrança for efetivamente iniciada, os preços praticados no novo posto serão os mesmos cobrados em outras praças de pedágio da Autopista Litoral Sul. Veja na tabela. ■

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Estrada


jURÍDICO

Termo de Ajuste de Conduta Advocacia Vieceli alerta transportadores antes de assinarem o TAC

o

Ministério Público do Trabalho - MPT, como já é de conhecimento de todos, vem fiscalizando com rigor as empresas de Transporte Rodoviário de Cargas, no que diz respeito à Lei 12.619/12, conhecida como a Lei dos Motoristas. O que muitos ainda não sabem é que o órgão também vem convocando as transportadoras para que assinem um Termo de Ajuste de Conduta - TAC, documento utilizado para o ajuste de condutas contrárias à lei. A partir do momento da assinatura, as empresas devem cumprir algumas determinações, sob pena de multa diária de, no mínimo, R$ 1 mil, como por exemplo implantar

um sistema de controle fidedigno da jornada e do tempo de direção de seus motoristas, além de assegurar a duração normal do trabalho de oito horas diárias e 44 horas semanais, com no máximo duas horas extras. A Advocacia Vieceli orienta que as empresas busquem as informações corretas antes de assinar qualquer documento. Segundo Dr. Cassio Vieceli, em diversas partes do país não existem condições mínimas necessárias para que o transportador siga a legislação. “Como iremos cumprir determinações como estas sem infraestrutura?” Vieceli participa constantemente de reuniões com o MPT, onde demonstra, através de imagens e documentos, o péssimo estado das rodovias, o que caracteriza a dificuldade no cumprimento da lei. “A legislação precisa de ajustes urgente, pois ela, como se apresenta, é falha.” ■ Cassio Vieceli - Advogado OAB/SC 13.561

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PREFEITURA MUNICIPAL DE CORBÉLIA Um Iveco Tector Attack 240E28 6X2 equipado com caçamba foi entregue através de licitação. O consultor de vendas Genaro Dutra Jr. entrega as chaves ao diretor Alberi Benevenuto dos Santos e ao motorista Lauro Crestani.

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RETRANS Empresa de Tubarão adquire mais um Tector Attack 170E22 para fazer coleta de lixo. Na foto o proprietário da empresa, Eder Marcondes, recebe as chaves do consultor de vendas Toninho.

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evento

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Confraternização com clientes Scania Concessionária Battistella e Consórcio Scania realizam jantar para transportadores da região de Arroio Trinta Nova York/EUA

divulgação

Cancun/México

Cerca de sessenta pessoas participaram do jantar oferecido pela Battistella e pelo Consórcio Scania em Arroio Trinta

o dia 25 de março aconteceu em Arroio Trinta, no Clube Cruzmaltino, um jantar de confraternização dos colaboradores da empresa Battistella e do Consórcio Scania com os empresários do transporte da região que adquiriram cotas. Aproximadamente sessenta pessoas estiveram presentes nesse animado jantar, onde foram distribuídos brindes a todos os compradores de cotas de Consórcio Scania. Na oportunidade, foram lançadas com exclusividade as campanhas do segundo semestre de 2014: em Agosto, será feita uma viagem à Nova York, e em outubro a Família Scania embarca para Cancun com sistema “all inclusive” (tudo incluso). Em Nova York, o grupo conhecerá os locais mais famosos dos Estados Unidos como a Estátua da Liberdade, a Times Square, o Central Park, o Empire State e outros cenários imortalizados pelo cinema e pela televisão mundial. Já a viagem para Cancun levará os clientes Scania às praias paradisíacas do Caribe. Mas mais do que isso, Cancun é lugar de vida noturna efervescente e de misteriosos sítios arqueológicos da civilização Maia. Conta ainda com atividades como trilhas, cavernas, interação com golfinhos, parques temáticos e ótimas opções para uma tarde de compras. Tudo isso estará à apenas um passo e, melhor ainda, com todo o conforto e segurança oferecidos pela Família Scania. ■

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EVENTO

Clientes prestigiam jantar na Dicave Concessionária de Videira realizou jantar de Assembleia do Consórcio Volvo e contou com a presença de clientes e executivos da marca

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Dicave de Videira realizou, no dia 20 de março, um jantar da Assembleia do Consórcio Volvo. O local escolhido foi o Country Club, e o evento contou com a presença de 250 clientes. O gerente de vendas das casas de Videira e Caçador, Roberto Canesso, foi prestigiado recebendo o diretor do Consórcio Nacional Volvo para o Brasil, Adriano Merigli; o gerente do Consórcio Volvo a Nível Brasil, Luiz Lima; o gerente da Volvo para o estado de Santa Catarina, Cesar Neves, e o diretor comercial

do Grupo Dicave, Ricardo Fiedler. Em discurso, Canesso afirmou que se sentia honrado com a presença dos seus colegas e clientes. Ele mencionou que “a Volvo é líder de mercado no Meio Oeste na linha de Pesados e Semipesados, mas nosso pensamento é de respeito aos nossos concorrentes. Vamos continuar essa caminhada de sucesso em 2014, que será ainda melhor do que foi o ano de 2013, o qual já foi muito bom para o Grupo Dicave. Nossa equipe está em campo no dia a dia trabalhando com toda a atenção aos nossos clientes”.

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Clientes de toda a região prestigiaram o jantar de Assembleia de Consórcio Volvo em Videira

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Clientes de toda a região prestigiaram o jantar de Assembleia de Consórcio Volvo em Videira

Nesta mesma noite, a Dicave teve participação direta na transmissão ao vivo da Assembleia do Consórcio Volvo para todo o Brasil. Durante o jantar também aconteceu a entrega de 20 veículos Volvo FH e 15 Volvo VM. Canesso ressaltou: “temos os melhores produtos do mercado mundial e nossos clientes que utilizam esses produtos sabem do que estou falando”. Ricardo Fiedler comentou que Santa Catarina é um diferencial para o Brasil no mercado de transporte. “Nosso transportador é criativo, procura nichos, não se acomoda. Temos hoje em Santa Catarina, transportadores que começaram com um veículo e agora estão

com 100. A região de Videira é um exemplo disso, temos transportadores dessa região com filiais no Nordeste e no Sudeste do país. Isso nos impulsiona ainda mais a acordar cedo para atender nosso maior patrimônio: nosso cliente”, diz. Cesar Neves, gerente da Volvo para Santa Catarina, mencionou que a fábrica em Curitiba está em expansão. “A Volvo está investindo no Brasil. Nosso mercado em Santa Catarina cresce a cada ano, a Dicave é um exemplo para nossa marca. Estar em Videira para nós é sempre um motivo de satisfação. Viemos aqui para agradecer aos clientes do Meio Oeste pela liderança dos nossos produtos. Obrigado a esta

Ricardo Fiedler, diretor comercial Grupo Dicave, Ivaldir Boesing, da Transportes Edelweiss, Roberto Canesso, gerente de vendas da Dicave Videira e Caçador, Jair, da Mio Metálica, e o consultor de vendas Rogerio Kropp

Neste dia, a Dicave teve participação direta na transmissão ao vivo da Assembleia de Consórcio Volvo para todo o Brasil

região por acreditar no nosso produto!”. Adriano Merigli, diretor do Consórcio Volvo, colocou: “Estou aqui para prestigiar os clientes do Meio Oeste que nos ajudam a aumentar nossa carteira do Consórcio Volvo. Não poderia deixar de atender um convite do meu amigo Canesso e vir até aqui para dizer que o estado de Santa Catarina é o diferencial para a Volvo, e que o Meio Oeste catarinense lidera as vendas no estado. O Canesso tem contato direto comigo para dar todo o apoio sempre, em tudo que precisar para nossos clientes. Estou realmente muito feliz em estar aqui”. ■

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curtas

10 anos de parceria Cassação da CNH Divesul Mercedes-Benz

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om o objetivo de endurecer as penas e diminuir o número de acidentes no país, tramita no Congresso um Projeto de Lei que acrescenta mais uma hipótese de cassação da Carteira Nacional de Habilitação – CNH. De acordo com o projeto, o motorista que já tiver participado de três cursos de reciclagem e cometer uma infração gravíssima de trânsito poderá ter sua CNH cassada. A proposta também amplia de dois para cinco anos o prazo após o qual o motorista com carteira esteja cassada (por qualquer motivo) pode requerer novamente o documento. O consultor de vendas Marcos Masiero (centro) entrega as chaves do novo Atego 2429 para Vilson (esq.) e seu filho Cris

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Divesul Mercedes-Benz entregou no início de abril mais um caminhão para a transportadora VF Balbinot. A empresa, de Lindoia do Sul, adquiriu um novo Atego 2429 completo, que complementa a sua frota atual de seis veículos. Vilson Balbinot, proprietário da empresa, afirma que a parceria entre sua transportadora e a Mercedes-Benz tem, pelo menos, 10 anos de história. “Sempre trabalhamos com a Mercedes-Benz, é quase que uma tradição familiar”, conta. Sobre a preferência pelos produtos da marca, Vilson diz que a questão de pósvenda pesa muito na escolha. “Além disso, o caminhão não desvaloriza e a média por quilômetro que ele faz é muito boa”. A VF Balbinot trabalha principalmente ■ com o transporte de frango, leite e madeira.

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Rod. BR 153- Km 242-A (anexo Concess. M.Benz) (54) 3520-3050

Ponte no Guaíba

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governo federal assinou o contrato para início das obras da segunda ponte sobre o Lago Guaíba, no Rio Grande do Sul. A nova ponte desafogará o trânsito no trecho, que liga o Sul do estado com rodovias como a BR-116 e a BR290. A estrutura terá 1,9 km, e somado aos acessos e elevados, a obra terá 7,3 km. Atualmente, apenas uma ponte construída em 1958 permite a travessia sobre o lago. Cerca de 40 vezes por mês, a ponte antiga precisa ser içada para permitir a passagem de embarcações, o que causa ainda mais transtorno no trânsito. O prazo para construção da nova estrutura é de três anos.

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Estrada


eSPECIALISTA

Quais são as regras?

Inspetor da 7ª DPRF em Joaçaba responde algumas dúvidas sobre o que é e o que não é permitido em caminhões na estrada

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Revista Estrada está levantando questões sobre normas e leis que devem ser cumpridas pelos donos de caminhões para a correta circulação nas rodovias. Para responder, buscamos especialistas e autoridades em cada assunto. Desta vez, quem nos ajudou foi o Inspetor Jocelito Figueiredo, da 7ª Delegacia da Polícia Rodoviária Federal em Joaçaba. Muitos caminhoneiros viajam com a família, e algumas vezes não há assento para todos. É possível levar as crianças na cama da cabine? Jocelito – O que é exigido são os sistemas de segurança: os cintos, cadeirinhas e assentos da forma correta, senão a proteção perde o efeito por questão de mau uso. Outro exemplo é a criança que coloca o cinto na cintura e deita. Isso pode causar uma lesão na criança pelo fato de ela não estar usando o cinto corretamente. Ou seja, sempre que a criança não estiver usando cinto, cadeirinha ou assento, vai estar errado. As camas não tem nenhuma pro-

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teção, são horizontais e no sentido transversal ao deslocamento do veículo, diferente de um ônibus que reclina a poltrona e a pessoa dorme sentada e mantém o cinto de forma correta. Tudo o que estiver fora disso, é proibido. É permitido adesivar o para-brisa do caminhão? Jocelito – Tudo o que for película ou adesivo que cubra os vidros tem uma regra para ser feito. Existe um grau de transparência permitido para cada material empregado na adesivagem, e qualquer material que seja refletivo é estritamente proibido. Tem faixas com tamanhos específicos, em locais específicos e com a porcentagem de transparência específica para cada vidro do veículo, e isso tudo tem que ser respeitado. Qualquer coisa que prejudique a visibilidade do motorista vai estar errado. Até mesmo um simples GPS instalado num local que crie um ponto cego, escondendo talvez um motociclista na pista, vai ser perigoso. ■

Inspetor Jocelito Figueiredo, da 7ª DPRF em Joaçaba

Se você tiver alguma dúvida de qualquer assunto relativo ao setor do transporte, pode nos enviar para o e-mail jornalismo@jornalestrada.com.br. A sua pergunta será respondida por especialistas nas próximas edições da Revista Estrada.

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humor

Vento

Um certo casal era louco para ter um filho, mas tentavam e tentavam e nunca conseguiam. Até que um dia a moça engravidou, mas, quando deu à luz, só saiu vento. Aí o marido passou a ser chamado de “Pai do Vento”. O tempo passou, o apelido pegou e o marido passou a ser alvo de gozação em toda a cidade. “Pai do Vento” pra cá, “Pai do Vento” pra lá. Um dia, ao ser abordado por um sujeito de bicicleta, o marido perdeu a paciência e deu um tiro nele. No seu julgamento, o juiz pergunta: - Quem atirou no rapaz? - Fui eu. - Mas por quê? Ele chamou o senhor de “Pai do Vento”? - Me chamar de “Pai do Vento”, tudo bem, o problema é que ele pediu meu bilau pra encher o pneu da bicicleta.

Neta

A neta pergunta: - Vó, qual é a diferença entre sexo gostoso, sexo super gostoso e amor? E a avó, do alto da sua sabedoria: - Minha filha, sexo gostoso é quando um homem te dá 5 mil por mês, leva pra fazer compras e depois fazem sexo. - Sexo super gostoso é quando o homem te dá 10 mil, leva pra conhecer vários países e depois fazem sexo. - Amor, minha neta, é uma palavra que um homem pobre inventou pra te comer de graça.

Coisa ruim

Os dois compadres proseando: - Cumpadi, fala uma coisa ruim. O outro: - A minha sogra. O primeiro: - Não, cumpadi, di cumê. O outro: - A fia dela.

Gênio

Um avião caiu no mar, próximo a uma ilha, e só sobreviveram um homem e uma mulher. Três anos depois chega o resgate e encontra o casal jogando baralho. Vendo aquilo, o piloto pergunta: - Cara, 3 anos aqui na ilha com esse mulherão, e você fica jogando baralho? - Eu não tinha outra opção. Para chegar na ilha precisei nadar e um tubarão comeu meu pênis. Um ano depois encontrei uma lâmpada mágica e o gênio me concedeu 3 desejos… - E por que você não pediu um pênis? - Eu pedi, mas o gênio era surdo como uma porta, e tudo que consegui foi um tênis, um cinto e um baralho.

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