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Porta da Pousada Jeito de Minas Uma porta ecologicamente correta, dita “de demolição”, aproveitada de outra edificação, provavelmente da década de 1940 do século XX. De madeira e com detalhes delicados apresenta-se em sua cor e tom originais. Beleza e encanto.

Delicada porta gradeada em ferro, com desenho floral de influência francesa, muito em voga nas residências mais abastadas da década de 1950 e 60 do século passado. A casa que pertenceu ao grego, Anastas Pantel Maraslis, um dos “Barões da Madeira” é um referencial na paisagem urbana. Leve e bela.

Porta do Ilusão Esporte Clube

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Porta da Capela da Fazenda Boa Vista

Magnífico exemplar de inspiração inglesa mescla aplicações de lambris de madeira envernizada sobre vidro e metal. Delicados brasões compõem os detalhes complementados pelos grandes e belos puxadores em bronze. Sobriedade e elegância.

Porta Lateral da Estereótipo

2 Em madeira maciça almofadada, com detalhes em forma de losangos, é uma clara referência às antigas portas das capelas coloniais do período barroco: Sóbria e sólida.

Porta Branca com azulejos - Ilha

Residência Luciane e Samuel Sabbagh Notória influência da azulejaria portuguesa, como as vistas nos casarões em São Luiz, no Maranhão, e em Salvador, na Bahia. Contornando a enorme porta laqueada, os azulejos em clássico tom azul, são bem apropriados ao clima de uma ilha. Leveza e frescor.

Porta Grande Rua Eduardo Carlos Pereira

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Porta Bem fechada Branca c/ estatuetas caninas

Magnífico exemplar das portas de influência hispano-lusitana, de madeira maciça, contornada por larguíssimo portal. Muito em voga nas mansões e palacetes paulistanos das décadas de 1970 e 80, do século XX. Classe e glamour.

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Absolutamente “clean” é um perfeito exemplar da arquitetura contemporânea. Sisuda e misteriosa inspira toda sorte de pensamentos sobre o que esteja a ocultar. Segurança e Solidez.

Portão Esplanada - Rua Eduardo Carlos Pereira

Portão gradeado de influência francesa fixado em colunas arrematadas por ‘pinhas’ muito comuns na Europa, principalmente na França, Espanha e em Portugal. Neste último, eram quase sempre feitas de louça ou porcelanas para combinar com as azulejaria das fachadas. Leveza e sofisticação (posteriormente as pinhas também passaram a ser usadas para acabamentos internos, colocadas principalmente na pequena coluna de sustentação dos corrimãos das escadas recebendo o nome de ‘boules d’escaliers – bolas de escadas).

“Fecho a frente da casa... Fecho a frente do quartel... Fecho tudo neste mundo... Só fico aberta no céu” (chiste popular)

ESCOLHA Sinara Neves 29

Revista Escolha  

Revista Escolha por Sinara Neves

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Revista Escolha por Sinara Neves

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