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merecimento por mérito no trabalho, cujos agraciados são escolhidos pelos próprios colegas policiais, é categórico ao afirmar que a “vaidade sempre foi um dos maiores males da instituição, especialmente quando afeta as chefias”. Outra curiosidade: o prêmio foi desenvolvido juntamente com a escrivã de polícia, Valéria Oliveira Carvalho Assis e a investigadora, Luciane Rocha de Almeida, mas nenhum dos três nunca o recebeu, “por uma questão de ética e coerência”, explica Dr. Sérgio. E continua: “a silhueta do Tira que está no troféu, de capa, bóton e chapéu, foi inspirada na imagem do meu pai, Luiz de

Moura Freitas, que tantas vezes vi chegando em casa, à noite, sempre com o olhar e o espírito de dever cumprido.” Após quatro décadas dedicadas à Polícia Civil, desde que se aposentou em 2007, Dr. Sérgio se orgulha em dizer: “Não faço nada, nada. Já fiz demais”, diz ele sorrindo e torcendo pelo Clube Atlético Mineiro, do qual é Conselheiro Benemérito. Hoje, o delegado divide o tempo, lendo, assistindo TV e ouvindo boas músicas. Assim, segue o Dr. Sérgio, com quase 80 anos, renovando o prazer de viver com muita saúde e disposição junto da esposa e dos filhos Laís Graziella e Túlio Sérgio, na Capital.

“Ao comemorar seu aniversário de criação no Brasil, a Polícia Civil homenageia aqueles que ajudam a fazer sua história.”

Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de Minas Gerais

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Revista dos Delegados de Polícia nº 22  
Revista dos Delegados de Polícia nº 22  
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