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Edição nº 132 A Revista do Gestor Escolar

ano 13 |Outubro 2017 www.direcionalescolas.com.br


Editorial Um brinde ao Professor Celso Antunes Educador, Geógrafo (bacharelado e licenciatura), Mestre em Ciências Humanas (Universidade de São Paulo – USP), Especialista em Inteligência e Cognição, Palestrante, Escritor, Membro da Associação Internacional pelos Direitos da Criança Brincar (UNESCO), Embajador de La Educacion – Organización de Estados Americanos, Membro Fundador da Entidade “TODOS PELA EDUCAÇÃO” e Consultor Educacional do Canal Futura. Diante desta pequena introdução, composta por títulos significativos em uma trajetória guiada pelo encanto de fomentar e refletir sobre os complexos emaranhados da educação, um nome nos salta aos olhos – nome este que solidifica uma das principais referências no âmbito educacional do Brasil (além de Argentina, Peru, México, Espanha, Portugal, Colômbia e outros países onde sua obra foi traduzida) – o Professor Celso Antunes. Nascido em outubro de 1937, em São Paulo, casado com Wanda Antunes com a qual constituiu uma família de dois filhos e três netos, Celso Antunes construiu um expressivo legado, tanto em sua produção intelectual (autor de mais de 180 livros didáticos e mais de 100 livros sobre temas de educação), pelo seu rumo acadêmico (foi diretor do famoso Colégio Sion e atualmente é Reitor da UniSant’Anna, em São Paulo) como pelo seu olhar visionário e aposta no futuro com intersecção tecnológica, lançando nos anos 2000 seu primeiro e-book. Como ele diz em sua biografia (disponível no portal celsoantunes.com.br), “dei aula em toda parte e para toda gente, virei o mundo atrás de escola e profes-

sor e depois escrevi livros didáticos e um montão de outros destinados a professores e pais, professoras e mães ou ao contrário. Fiz palestras em escolas, teatros, boates, igrejas, churrascaria e praça pública, tive um montão de livros traduzidos no exterior”. Nessa edição de número 132 da Direcional Escolas – A Revista do Gestor Escolar reservamos este espaço para parabenizar o Professor Celso que, neste 05 de outubro, completou 80 anos de vida! Colaborador e parceiro de nossa publicação há várias edições é sempre um prazer acompanhar suas palestras e visualizar suas colunas que expõem temas instigantes e necessários a um amplo debate acerca da educação na contemporaneidade. Desejamos, em nome de nossa equipe editorial, sinceros votos de felicidade, saúde e sucesso em sua nova empreitada – o lançamento ainda este ano de uma coleção de pequenos livros em coedição com a Editora Cosmos, inaugurando, com essa coleção, o selo editorial Edição do Autor Celso Antunes. Felicidades, Professor Celso!

Rafael Pinheiro

Jornalista Responsável


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Nesta Edição: 08 10

Coluna - Celso Antunes

O currículo de uma escola participativa

18 Coluna - Jane Patricia Haddad Sobre o livro: o acerto de contas de uma mãe

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Fique de Olho Terceirização de serviços

Especial Crescer 13º Congresso e 4º Feira Educacional

Dica: Iluminação

Conforto e desempenho escolar

Coluna - Leo Fraiman Justiça

Dica: Toldos e Coberturas Conforto e segurança nas coberturas

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Dica: Quadras Poliesportivas

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Construindo um espaço agradável


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EXPEDIENTE Diretores Alex Santos & Paula De Pierro Público Diretores e Compradores Periodicidade: Mensal exceto Junho / Julho e Dezembro / Janeiro

A Revista do Gestor Escolar

Tiragem 20.000 exemplares Jornalista Responsável Rafael Pinheiro | MTB 0076782/SP

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Circulação São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais

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COLUNA / CELSO ANTUNES O CURRÍCULO DE UMA ESCOLA PARTICIPATIVA

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aso fosse possível expressar por um sinal gráfico ou um ícone a diferença fundamental entre o professor de antigamente e o professor atual – e, portanto, sintonizado com as novas formas de aprender – acredito sinceramente que esse ícone ou sinal gráfico seria o ponto de exclamação (!) para o professor do passado e o ponto de interrogação (?) para o professor dos novos tempos. Exagero? Nem tanto.

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Quando pensamos na concepção do professor de trinta ou quarenta anos atrás era impossível não o perceber como o “proprietário dos conhecimentos”, verdadeiro “donatário do saber”, que tudo conhecendo, concebia suas aulas como expressão de sua erudição em tudo responder. O conhecimento, nesses tempos, era visto como algo estático, finito e que, pertencendo a alguns, era passado a outros. Uma “boa aula” era aquela em que os alunos entravam com pontos de interrogação (Quem descobriu a América? Qual a produção de batatas, em 1934, na Somália? Qual a raiz quadrada de 16 elevado a terceira potência? E outras) e a sumidade expressa pela impoluta figura do professor, a todos respondia, exigindo a decoreba e a consequente transformação de pontos de interrogação, pelos pontos de exclamação. Nessa época, bom professor era o que mais sabia, ótimo aluno era o que melhor decorava e a mente humana era vista como uma lousa vazia que as aulas, pouco a pouco, tratavam de preencher. Não havia vexame maior que o professor ignorar uma resposta

e, se isso acontecia, era atirado no purgatório impuro dos incompetentes crassos. Hoje tudo isso mudou e o grande professor, o excelente mestre, é aquele que sabe transformar respostas em novas perguntas. Todos que se insinuam como verdadeiros mágicos na construção da curiosidade e no desafio de seu assumir como arquitetos de questões, propositor de problemas. Essa mudança deu-se não apenas porque há trinta ou quarenta anos atrás nada se sabia sobre o cérebro humano e a maneira como processava a informação, transformando-a em conhecimento, como também porque se vivia priscas eras de saberes estáticos, onde o bom pai era apenas a imitação grotesca do excelente avô. Tal como a evolução da medicina veio ensinar que não mais se cura dor de barriga com Elixir Paregórico e que nada pode piorar uma infecção que banhá-la em mercúrio cromo, a evolução da Educação ensina-nos que o conhecimento não é algo que vem de fora, que se transmite e que a memória acumula, mas sim uma construção interativa e dinâmica que a mente executa quando transforma desafios em busca e, assim, a busca em saberes. Aprender, hoje em dia, é resolver situações complexas e saber usar o que aqui se conquista ao desafio que logo à frente vai por certo surgir. Essa mudança no conceito de conhecimento e de aprendizagem, implica em uma mudança estrutural nos currículos. Já não se pensa esta ou aquela disciplina, este ou aquele material didático, como acúmulo de pontos de exclamação, mas como desafios intrigantes, questões curio-

sas que um bom professor pode propor e, ao satisfazer-se, novamente propor. A nova educação veio atirar pelo lixo os conhecimentos finitos, os saberes estáticos, a ridícula e absurda prepotência da memória adestrada e faz nascer em seu lugar um novo professor, desafiador de argúcia, propositor de problemas, semeador de caminhos. Ao saber se uma aula é excelente e conduz à construção de conhecimentos, formação de significados e contextualização de saberes, repare com quais e quantos sinais gráficos de interrogação e exclamação ela é construída. Se predomina a certeza da resposta ao invés do encanto e fascínio da pergunta, lamente o currículo e tenha pena do professor. Lembre-o que dinossauros já não existem mais.

O Colunista

Celso Antunes tem bacharelado e licenciatura em Geografia. É mestre em Ciências Humanas pela USP e é considerado um grande formador de opinião no mundo da educação. Tem mais de 280 publicações e suas obras foram traduzidas pra mais de seis países. Celso Antunes também ministra palestras em diversos países como Argentina, Uruguai, Peru, México, entre outros.

EMAIL: celso@celsoantunes.com.br


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SOBRE O LIVRO: O ACERTO DE CONTAS DE UMA MÃE

“Hoje eu consigo ver que havia sinais (de que o filho tinha problemas). Ele havia sido preso, tinha problemas na escola. Mas eu não percebi que essas coisas eram sinais de um problema mental. Por isso eu escrevi esse livro, para mostrar que quando as crianças demonstram irritação, talvez não seja o caso de dar broncas. Talvez seja um sinal de que elas estão doentes.” Sue Klebold

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tualmente estou lendo um livro que sugiro a leitura: O Acerto de Contas de Uma Mãe1 , de Sue Klebold, mãe de Dylan Klebold, um dos assassinos da Escola de Columbine2 . No dia 20 de abril de 1999, Sue Klebold recebeu a pior notícia de sua vida: a Escola de Ensino Médio de Columbine estava sofrendo um ataque. Dois adolescentes armados abriram fogo contra os outros alunos e funcionários do lugar, matando 13 pessoas e ferindo outras 24. O filho de Sue, Dylan, estava na escola nesse momento. Ele era um dos atiradores.

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O livro é imperdível e nos ajuda a interrogar sobre o filho ideal e o aluno ideal que criamos em nosso imaginário e do qual não queremos nos separar. Ao longo do livro, Sue se pergunta: Como o jovem promissor que ela criou com tanta dedicação, pôde ser responsável por tamanho horror? E como, convivendo com ele diariamente, ela não percebeu que havia algo errado? Houve sinais sutis que ela não captou? O que ela poderia ter feito diferente? Essas respostas ela não encontrou, mas de forma brilhante e corajosa, essa mãe começa a analisar cada detalhe da vida de sua família, refazendo todos os momentos vividos. Em um dos seus retrospectos, ela se se depara com a seguinte questão: “Um erro ou um obstáculo que a maioria tiraria de letra pode arrasar um garoto ou garota com padrões irreais ou inatingíveis. Acredito que o perfeccionismo inato

de Dylan e nossa incapacidade de ajudá -lo a administrar suas expectativas irreais para si mesmo contribuíram para alimentar o sentimento de alienação no fim de sua vida”. Recomendo a leitura do livro, que nos provoca a descer nos porões das nossas famílias, bem como nos sinais que passam desapercebidos em nossas escolas. Quantas vezes, nós, professores, estamos ocupados com o conteúdo a ser ministrado, com as avaliações a serem corrigidas, com o planejamento atrasado... e acabamos nos esquecendo do essencial, o Sujeito que é o nosso maior currículo. Porque nós, educadores, prestamos mais atenção aos alunos “barulhentos” e “inquietos”? Porque os quietinhos não nos incomodam e quase sempre passam desapercebidos? Com certeza, não teremos essas respostas, mas sugiro que elas nos levem a refletir sobre nossos adolescentes e sua trajetória nem sempre fácil diante de um mundo que roda rapidamente. Certa vez, o saudoso Rubem Alves escreveu que umas das primeiras lições que ele aprendeu com a psicanálise foi: “Se você quiser descobri segredos, preste atenção nas coisas pequenas, aquelas coisas que ninguém nota. É nelas que se revelam os segredos”. Concordo plenamente com ele, os segredos estão onde o “silêncio” se guarda, estão nos detalhes, nas palavras “não pronunciadas”, estão naqueles alunos que não se fazem notar. Os segredos estão em todos os cantos.

A Vida Após a Tragédia de Columbine Autora: Sue Klebold. Editora: Verus. Título Original: A Mother’s Reckoning.

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Escola de Ensino Médio de Columbine, na cidadezinha de Littleton, Estados Unidos. “Em questão de minutos,

mataram doze estudantes e um professor e feriram outras vinte e quatro pessoas, antes de tirar a própria vida”.

Ali, onde a palavra não entra em movimento, onde não há tempo para se olhar e nem escutar. Os segredos podem ser guardados ou compartilhados, depende de cada um e depende do segredo. O segredo sempre me lembra o silêncio, ainda não sei bem o motivo, talvez porque eu tenha sido uma aluna “barulhenta”, e por isso sempre encontrei uma forma de me fazer ser vista, olhada e escutada, foi no barulho que encontrei uma forma de sair da invisibilidade. Apesar de todo meu barulho, aprendi a escutar os silenciosos, o meu barulho. E quando me tornei professora, foram eles, os “silenciosos”, os “tímidos”, os “bonzinhos” que me chamavam a atenção. Através do meu silêncio interior entendi que o sofrimento psíquico se dá de várias maneiras. Foi junto ao silêncio que terminei em lágrimas o emocionante e tocante livro de Sue Klebold e entendi mais uma vez que o real é inominável, que o real é algo que nos escapa de qualquer nomeação. Foi junto ao silêncio que essa mãe encontrou uma forma de falar de sua dor, uma forma de tentar entender o que jamais terá entendimento. Leiam e reflitam! Fica a dica.

A Colunista JANE PATRICIA HADDAD Mestre em Educação pela Universidade Tuiuti do Paraná (2010-2013). Docência do Ensino Superior pelo Centro Universitário Newton Paiva (2004), Teoria Psicanalítica pela UFMG (2001) e Psicopedagogia pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (1999). Graduada em Pedagogia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1998).

foto cedida pela colunista

COLUNA / jane patricia haddad


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COLUNA / leo fraiman

foto cedida pelo colunista

Justiça

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odo ser vivo precisa de um ambiente que lhe dê condições para chegar em seu melhor estado. O clima de uma empresa ou de uma instituição escolar faz toda a diferença no desempenho dos profissionais que lá vivem.

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Um dos elementos mais determinantes no bem-estar de uma equipe é a justiça. Isso, pois ela nos traz uma percepção importante de coerência entre aquilo que é feito e as consequências. Basta olharmos como crianças pequenas se incomodam quando no meio de uma brincadeira ou jogo mudam-se as regras. Filhos pequenos pedem que seus pais contem a mesma história muitas vezes, pois para o cérebro humano, a previsibilidade, assim como a repetição, geram uma agradável sensação de continuidade e conhecimento, produzindo assim a segurança emocional. Diante de situações de injustiça, o cérebro tende a secretar mais cortisol e elevar o nível de estresse, preparandonos para uma situação diante da qual nos sentimos sem controle. O caos, a incerteza, a insegurança e a injustiça diminuem a produção de dopamina, um importante neurotransmissor que gera conexões cerebrais favoráveis ao aprendizado, à tomada de decisões, ao foco e à produtividade das mais diversas tarefas.

Para demonstrar a justiça é preciso, antes de tudo, que um gestor tenha claro quais são as regras do jogo. O que se espera de cada profissional? Qual a relação entre as equipes de trabalho? Quais os sistemas de premiação e quais os modos de orientação diante de condutas inadequadas? De que maneira serão preservados valores humanos no ambiente de trabalho e quais as consequências de ações contrárias ao bom convívio? São questões que parecem simples e básicas, mas que muitas vezes não são claras nem para o gestor, nem para a equipe. E por isso, muitas vezes, o “bom senso” torna-se um território perigoso no qual cada um faz aquilo que acha, aquilo que quer ou aquilo que entende ser o melhor naquele momento. Além da missão, visão e valores de uma organização, é preciso cuidar de construir um senso de pertencimento baseado na premissa de que ninguém é melhor do que a união do todo. Isso não pode ser um mero jogo de palavras. É preciso valorizar ações nas quais um profissional fez o certo, apontou um erro, quando alguém trouxe uma boa sugestão, situações nas quais se agiu dentro da lei, mesmo que isso tenha levado a um custo maior ou a uma margem de lucro menor. Da mesma maneira como os filhos aprendem observando seus pais, os profissionais

de uma empresa observam o dia a dia de seus líderes e tendem a repetir o modelo. Isso é humano. Assim, deixamos uma reflexão: quando você observa nos noticiários, cotidianamente, situações de injustiça em nosso país, o que sente? Dá uma sensação de desânimo, não? Talvez você sinta revolta. Há quem tenha um sentimento de que nem vale a pena lutar mais. Se dentro de sua escola não houver um sentimento claro de justiça, de equidade, de respeito, é bem possível que aos poucos os profissionais que lá trabalham também se sintam assim. Por isso é tão importante pensarmos na marca que deixamos a partir de cada pequeno gesto nosso. De que maneira temos incentivado e praticado a justiça com aqueles com quem convivemos?

O Colunista LEO FRAIMAN Psicoterapeuta, escritor e palestrante. É autor da Metodologia OPEE, utilizada atualmente por mais de 150.000 alunos em todo o Brasil, e também do livro “Como Ensinar Bem”, pela Editora OPEE/ FTD. Integrante do conselho mundial de educação para autonomia da Danone. Site: www.leofraiman.com.br


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especial crescer 13º Congresso e 4ª Feira Educacional Texto e fotos por Rafael Pinheiro

Organizado pela Rabbit Partnership, a edição 2017 do Congresso Crescer reuniu diversos gestores, mantenedores, coordenadores e diretores ávidos por conhecimentos relevantes, soluções e tendências educacionais que integrarão, posteriormente, movimentos, circuitos e adaptações positivas em cada instituição

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gestão desdobra-se, cotidianamente, em amplos debates, densas ações, projetos, rotinas administrativas e tarefas que envolvem o circuito de colaboradores que partilham do mesmo objetivo: fomentar e manter a excelência da instituição. A gestão escolar, em especial, destaca alguns parâmetros, olhares e escutas diferenciados, já que, no complexo sistema educacional, a formação, o desenvolvimento e as interações socioculturais posicionam-se na base estrutural desse extenso processo.

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Na contemporaneidade a educação ganha uma notoriedade plural em todos os níveis, tanto no ensino de base como nos caminhos superiores acadêmicos. Dessa forma, as modificações sociais, culturais, políticas e econômicas que atravessamos na atualidade, repercutem, em diversas escalas, nas instituições escolares – seja no aspecto administrativo, financeiro ou pedagógico. Assim, podemos caracterizar o processo educacional

como algo fluído, em constante construção, transcendente. E, para acompanhar todas essas mudanças, o crescimento – tanto pessoal como profissional – é revelado (e aguardado) nas instituições escolares como um marco que reverbera, de certa forma, no progresso dos alunos.

Christian Rocha Coelho, da Rabbit Partnership

sentou temas instigantes em quatro auditórios distribuídos pelo espaço.

Tendo como ponto de partida o estímulo e extensão do repertório de líderes educacionais, seu papel frente à administração, seu relacionamento e convivência com os professores, estratégias pedagógicas e caminhos escolhidos diante de problematizações, ocorreu no Expo Center Norte, situado na região norte da capital paulista, no dia 14 de setembro, o 13º Congresso Crescer e a 4ª Feira Educacional.

Nas palestras matinais, Geraldo P. Almeida abordou “O trabalho docente como prática de felicidade”; Célia Godoy trouxe “A importância da coordenação: o impacto do seu papel e do modelo de atuação junto à equipe”; Claudio Ribeiro Falcão falou sobre a “Gestão educacional baseada na informação”; Vera Melis Paolillo abordou “Práticas para a educação infantil à luz das contribuições da Base Nacional”; Daniel Jacuá apresentou “A importância da contextualização do conteúdo e da avaliação para o aluno”; Marcos Raggazzi questionou “Atestado de óbito da pedagogia tradicional e certidão de nascimento da neuropedagogia?!”.

O evento, organizado pela Rabbit Partnership (empresa de comunicação full service que introduz e interage práticas de marketing, pesquisa, vendas, recursos humanos, atendimento e gestão), apre-

Nas exposições vespertinas, Alessandra Gotuzo Seabra falou sobre “Desenvolvimento de funções executivas/ autorregulação”; Ronaldo Balsalobre e Vicente Cândido abordaram o ensino hí-

CONGRESSO CRESCER

Augusto Cury, da Escola da Inteligência

Eduardo Shinyashiki


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16 brido; Célio Müller explorou “O estatuto do deficiente e as obrigações legais das escolas”; e “Vendendo sonhos para uma sociedade que deixou de sonhar” foi a exposição de Augusto Cury. Além do ciclo de palestras, esta edição do evento contou com a 4ª Feira Educacional, com diversos expositores apresentando soluções e novidades para as escolas. Dentre os estandes, destacamos: Metadil, FTD Educação, Argus Studio, Bernoulli Sistema de Ensino, PH Sistema de Ensino, Eleva Plataforma de Ensino, Cozinhando na Escola, Escola da Inteligência, BrinQi, Filho Sem Fila, Mynetworks, Rabbit Digital, Porto Seguro, Styllo, Mackenzie Educacional, Instituto Eduardo Shinyashiki, Universitário Sistema Educacional, entre outros. GESTÃO DE DESCONTOS

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Christian Rocha Coelho, Diretor de conteúdo do Grupo Rabbit, explorou em sua fala um tema recorrente nas instituições escolares: os pedidos de descontos que, segundo o palestrante, tornou-se “epidêmica”. “Ao se deparar com a falta de dinheiro da população devido à recessão econômica, a cultura da barganha tornouse epidêmica. Os pedidos de descontos se transformaram em chantagens explícitas. É comum os colaboradores das escolas escutarem: ‘se não me der um desconto eu vou mudar de escola’; ‘a escola X me deu 30% de desconto, o que você pode fazer para que eu matricule meu filho?’”. Assim, localizando alguns fatores que levam a solicitação dos descontos, como comparação entre as escolas, necessidade, desconto emocional e desconto compulsório, Christian indica que, o principal ponto para reduzir o desconto na mensalidade é: acredite em você e na sua escola. “Se os próprios integrantes acham a escola cara, quem são os clientes para duvidar?”. Nesse caso, para que todos acreditem na marca da escola é preciso conhecê-la, demonstrando em treinamento como deixar o institucional da escola mais forte; utilizar ferramentas de endomarketing e inbound marketing; enaltecer os aspectos positivos; e fixar mural dos elogios, são aspectos que contribuem e alimentam o institucional da escola e que podem ser mencionados em conversas

pessoais, principalmente no momento de pedido de descontos. “Deve haver uma valorização da escola e ela deve ser feita de cima para baixo. É preciso acreditar e lembrar de expressar essa valorização toda semana”, ressalta. COMPETÊNCIAS SOCIOEMOCIONAIS Eduardo Shinyashiki, escritor, consultor organizacional e presidente do Instituto Eduardo Shinyashiki, abordou em sua palestra intitulada “Estratégias vencedoras, atitudes e ações que transformam desafios em conquistas”, os conflitos que surgem da ausência das competências. “O grande desafio, quando adotamos uma escola, é que os professores se apropriem de competências e façam com que eles dominem essas áreas, ou seja, competências pessoais, sociais, cognitivas e produtivas. Para que ele possa ser referência para os pais e para os alunos, uma referência de recursos e não simplesmente de conteúdos”. Por Competência Pessoal (Aprender a Ser): autoestima, autoconfiança, inteligência emocional, auto eficácia e responsabilidade; Competência Social (Aprender a Conviver): valores humanos, comunicação, relacionamento, colaboração, viver a diversidade, trabalhar em equipe; Competência Cognitiva (Aprender a Aprender): reflexão, agilidade, pensamento crítico, raciocínio, abertura, viver as soluções; Competência Produtiva (Aprender a Fazer): criatividade, iniciativa, determinação, inovação. Projetando, dessa forma, uma aliança segura em toda a rede escolar, o crescimento alimenta e transforma, constrói relacionamento interpessoal, garante estratégias administrativas e estimula habilidades e competências para um melhor entendimento e compreensão do educador e do aluno no século XXI.

SAIBA MAIS CRESCER (13º Congresso e 4ª Feira Educacional) rabbit@rabbitmkt.com.br www.rabbitmkt.com.br


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Imagem: Polidori Estúdio

Dica: TOLDOS E COBERTURAS

Conforto e segurança nas coberturas

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romoção de bem-estar, conforto e segurança são características essenciais na composição e estruturação de um espaço que abrigue uma multiplicidade de estudantes e funcionários. Na construção desses espaços avistamos outros aspectos que devem ser evidenciados, como disponibilizar equipamentos nos ambientes institucionais e adaptá-los ao padrão visual do colégio, utilizar materiais resistentes e produtos de qualidade que reafirmem o cuidado com o patrimônio e, também, com toda a comunidade escolar.

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Nas áreas externas, os tradicionais toldos e coberturas, especificamente, garantem uma proteção especial para os dias chuvosos, são ideais para corredores de acesso, entradas, cobertura para quadra poliesportiva, além de proporcionar uma estética diferenciada para o colégio. Algumas observações devem ser consideradas para a melhor implantação e utilização no espaço, como os materiais escolhidos para sua confecção que devem atender às expectativas de durabilidade, as necessidades de cada ambiente e a harmonização com o estilo arquitetônico ao qual será implantado. Assim, o primeiro passo que deve ser trilhado pela instituição que deseja instalar o toldo/cobertura, é realizar alguma projeção com um arquiteto, “pois é possível analisar questões estéticas, se o mesmo não vai atrapalhar a visibilidade das fachadas, ou se não irá cortar totalmente a entrada de luz solar”, afirma o arquiteto Thiago Papadopoli. Atualmente, é possível encontrar no mercado diversas opções para coberturas e fechamentos dos espaços escolares e, consequentemente, diversos

materiais. Dentre os principais materiais encontrados, o policarbonato é recomendado para onde a presença da luz ambiental seja indispensável, podendo receber tratamento autolimpante. Já as lonas, que aparecem nas formas vinílicas ou acrílicas, as quais possuem diversidade de cores, são bem resistentes à chuva, ao sol e ao desbotamento. “Acredito que devemos sempre priorizar segurança, assim recomendo a utilização de materiais leves e resistentes. A cobertura, como o nome diz, cobre o espaço, então pode ser utilizada em um local fixo. Quando falamos apenas em toldo, ou seja, não é propriamente um local de permanência, mas apenas para cobrir uma área de circulação ou acesso, recomendo a utilização de lona vinílica de gramatura apropriada para o vão a ser atingido. A estrutura pode ser de ferro ou alumínio, lembrando que o alumínio é mais fácil de conservar, sem ferrugem, por exemplo”, ressalta Thiago. Com relação a preservação e manutenção dos equipamentos, o arquiteto indica que a escolha do material pode auxiliar nesse processo, como verificar a durabilidade do material a ser utilizado, como por exemplo um vinil mais resistente (para não rasgar) ou um policarbonato que não quebre. “Além disso, preferir estrutura de alumínio que é mais leve e mais prática de manter. E como temos alta circulação, é recomendado observar essa manutenção sempre no período de férias”, completa. (RP)

SAIBA MAIS Thiago Papadopoli thiago@thiagopapadopoli.com.br


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Imagem: Polidori Estúdio

Dica: ILUMINAÇÃO

Conforto e desempenho escolar

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estrutura escolar é composta por um repertório multifacetado, denso e repleto de emaranhados que constroem o espaço físico de cada instituição. Dentre alguns fatores, ressaltamos a importância do projeto de iluminação na constituição do colégio que pode interferir na relação ensino-aprendizagem de cada estudante, bem como a sensação confortável da leitura e a maximização e assimilação do conteúdo. Maria Arilene Petek, indica que a iluminação adequada no ambiente escolar promove melhores resultados no desempenho dos alunos, “mas para isso o projeto de iluminação para o ambiente deve levar em consideração as características das salas de aula, distância entre as luminárias e deve ter cuidado redobrado com a escolha das luminárias e do tipo de lâmpada”. Dessa forma, a especialista em iluminação explica que cada lâmpada tem fator de luminância de 2.200 lumens. Nas escolas, em geral, é aconselhável uma luminária com duas lâmpadas. Para uma boa iluminação nas áreas internas, é necessário colocar uma luminária para duas lâmpadas a cada 3 metros, sendo assim o fluxo luminoso atinge 4.400 lumens por ponto de iluminação. Outra informação importante é que a distribuição de pontos deve começar dois metros a partir da lousa e depois a distância entre elas deve ser três metros. (A distância de dois metros iluminará o educador e a lousa). “Para a área externa, é indicada a mesma regra acima, porém é possível colocar os pontos de luz com distância maior que três metros, de acordo com o tamanho do espaço”, completa

Petek. Além dessas recomendações, há a Norma 5413 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) que estabelece os valores de iluminâncias médias mínimas em serviço para iluminação artificial em interiores, onde se realizem atividades de comércio, indústria, ensino, esporte e outras. De acordo com a norma, a iluminância em qualquer ponto do campo de trabalho não deve ser inferior a 70% da iluminância média. No espaço educacional, salas de aulas, salas de trabalhos manuais, laboratórios, anfiteatros, auditórios, sala de reuniões, escritórios e salas de educação física possuem fatores diferenciados de iluminância (lux) que devem ser verificados. Já a manutenção, diz a especialista, deve ser periódica para que seja feita a reposição da lâmpada que está queimada, “pois é comum entrarmos em uma sala e verificar que há várias lâmpadas queimadas em um mesmo ambiente”. A atenção com a iluminação gera um impacto significativo no cotidiano escolar. Seja para criar um ambiente de conforto (o ideal é utilizar a luz suave com 2.700k) ou para melhor iluminação em ambiente de leitura e aprendizado (devem ser utilizadas lâmpadas na cor 6.500k), as principais características que devem ser visualizadas constantemente pela gestão escolar são as distribuições de pontos por metro quadrado, já que “uma sala com pouca iluminação (escura) não desperta a atenção do aluno”, ressalta Petek. (RP)

SAIBA MAIS Maria Arilene Petek luminar.arilenepetek@hotmail.com


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Fique de Olho terceirização de serviços

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composição escolar possui um leque de áreas interligadas que merecem devida atenção e cuidado, disponibilizando, assim, um bem-estar coletivo. Essa estrutura aborda desde o planejamento pedagógico, como os serviços que garantem o cuidado e a vivência sadia de toda a comunidade escolar, como alimentação, limpeza, manutenção predial, pintura, jardinagem, consultorias focadas em gestão e contabilidade, segurança, promoção de eventos e aparatos tecnológicos (como softwares e aplicativos) que auxiliam no cotidiano escolar. Com uma estratégia de redução de custos para a escola, principalmente em nosso cenário de crise econômica, aliado a serviços eficazes, a terceirização possibilita, principalmente à gestão escolar, uma confiabilidade em funcionários especializados para cada área contratada e, consequentemente, o aumento de tempo e energia para se dedicar a outros planos e projetos que envolvam a participação administrativa do colégio. Neste especial Fique de Olho selecionamos algumas empresas que integram, em seus objetivos, qualidade nos produtos disponibilizados, atendimento às necessidades específicas e diferenciais significativos. Confira: ALIMENTAÇÃO Com 35 anos trabalhando na área de alimentação e administrando 153 cantinas escolares somente em escolas particulares em todo o Brasil (no qual 74% são escolas religiosas), a rede Cantinas do Tio Julio é uma marca que “não atua no dia a dia com a presença de gerentes e sim através de Cessionários investidores que possuem agilidade em solucionar os fatos, cada nova unidade possui o seu CNPJ e Inscrição Estadual totalmente utilizando a marca Cantinas do Tio Julio”, diz Julio Cesar Salles, Sócio Fundador e Diretor. CANTINAS DO TIO JULIO cantinasdotiojulio@gmail.com www.cantinasdotiojulio.com.br

Dentre os principais serviços, Julio ressalta: acompanhamento do perfil do colégio no que se refere a alimentação saudável e reeducação alimentar; assessoria nutricional e acompanhamento através de supervisoras junto aos cessionários; fornecedores oficiais da rede; montagem da cantina; café da manhã na abertura da cantina, refeições a quilo ou através de pratos executivos; implantação do Kit Lanche e Kit Festa; disponibilidade do cartão pré-pago sem nenhuma taxa bancária a ser paga nas movimentações financeiras e o valor referente as adesões se transformam em crédito para os primeiros 50 alunos que aderirem ao cartão. “A direção fica duplamente garantida ao contratar Cantinas do Tio Julio”, ressalta o diretor. “Pois, na realidade, somos uma fiadora junto ao colégio – seja nos serviços prestados ou financeiramente. A alimentação será de total responsabilidade das Cantinas do Tio Julio”.

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Iniciando suas atividades em 1995, quando um grupo de 4 amigos se juntaram com o objetivo de atender o mercado de refeições para escolas particulares, a Nutrico, atualmente, atende mais de 40 escolas, nas diversas regiões de São Paulo. “Fornecemos atualmente mais de 1.500 refeições diárias e temos a satisfação em ter clientes que continuam conosco por mais de 15 anos. A partir de 2016 ampliamos o foco para atender centros dia para a terceira idade”, diz Cila Omine Kato, Diretora da Nutrico Alimentação e Serviços.

NUTRICO (11) 3852-8669 / (11) 3852-8465 nutrico@nutrico.com.br www.nutrico.com.br

De acordo com a diretora, a empresa trabalha com alguns pilares para buscar a satisfação e fidelização dos clientes, como: matéria prima de qualidade (proporcionando qualidade às refeições preparadas); tecnologia (investimento em fornos e equipamentos de última geração, buscando padronização e otimização dos processos); mão de obra (acreditamos que desenvolver os funcionários, tê-los bem treinados e satisfeitos, é um ponto fundamental para uma boa qualidade no atendimento às necessidades dos nossos clientes); e individualidade de nossos clientes (buscamos, sempre que necessário, atender às necessidades específicas de nossos clientes). Oferecendo almoços, papinhas, lanches e jantar, a empresa também disponibiliza aos seus clientes: orientação sobre boas práticas em manipulação de alimentos, almoços temáticos, aula de educação nutricional para as crianças e palestras para pais e educadores. “A Nutrico acredita na transparência em suas atitudes. Certamente faremos o possível, dentro dos princípios éticos, para mantermos uma parceria de longo prazo”, ressalta Cila.


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alimentação (continuação) Presente no mercado há 12 anos, tendo seu início em refeições industriais, passando a produzir e fornecer as refeições de funcionários de supermercados, hipermercados e atacadistas, a Tebraser.com adentrou o segmento educacional (escolas de educação infantil, técnicas e faculdades), criando, assim, a Tebraser.com School – com atividades e serviços especializados ao universo da educação.

TEBRASER.COM SCHOOL (11) 2592-4733 / (11) 94820-0069 comercial@tebraser.com.br www.tebraser.com.br

Cantina, alimentação saudável, montagem de cozinha, equipamentos e outras soluções planejadas são os principais serviços oferecidos pela empresa que, segundo o Diretor, Dirceu B. Nascimento Jr, estabelece um olhar para a escola de forma individual. “Cada projeto é único. Além do projeto da cantina ser personalizado às necessidades da escola e de seus alunos, respeitando sua cultura regional, realizamos um trabalho de introdução de alimentação – conceito: comida de verdade (refeição) nas escolas. São refeições saudáveis, saborosas e balanceadas, planejadas por nutricionistas”. Dessa forma, Dirceu ressalta, dentre os pontos diferenciais, o consumo através do cartão próprio da cantina, criando um histórico de hábitos alimentares do aluno e a supervisão dos pais; acompanhamento de nutricionistas, observando a evolução alimentar dos alunos e restrições (quando houver necessidade); despertar o interesse do aluno para alimentação saudável; elaboração de cardápios com novidades montados e supervisionados pela equipe de nutricionistas. GESTÃO E SOLUÇÕES “Com mais de 35 anos de experiência, pioneirismo e solidez, a Meira Fernandes atua em todo território nacional, na prestação de serviços de gestão e soluções completas e especializadas para o segmento Educacional”, comenta Celso Carlos Fernandes, Presidente da empresa.

MEIRA FERNANDES (11) 3513-5000 comercial@meirafernandes.com.br www.meirafernandes.com.br

Presente em mais de 13 estados, 62 municípios e com mais de 780 clientes em todo o Brasil, a Meira Fernandes, conta Celso, desenvolve e aplica a solução mais adequada para cada perfil e necessidade do cliente, fazendo com que a Gestão Corporativa tenha dados e informações com total segurança, auxiliando o gestor nas tomadas de decisões. “O Gestor escolar pode esperar uma relação de parceria baseada em confiança, disponibilidade, precisão e capacidade de antecipação, que permitem gerar resultados efetivos. O principal objetivo da Meira Fernandes é contribuir para maximizar os lucros e resultados de cada cliente”.

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Dessa forma, atividades nas áreas: Contábil, Fiscal, Departamento Pessoal, Legal, Terceiro Setor (Entidades Sem Fins Lucrativos), Tributário e Finanças são serviços oferecidos pela empresa. “Na Meira Fernandes, para cada serviço contratado, há uma área de implantação especializada, de forma que, a transição das atividades e passagem das informações são feitas com tranquilidade, conforto e segurança para o cliente”, confirma Celso.

INSERVICE 0800 774 4888 inservice@inservicenet.com.br www.inservicenet.com.br

LIMPEZA Iniciado suas operações com foco no segmento de Limpeza Profissional, a inService desenvolveu-se no mercado através da formação de pessoas e no estabelecimento de parcerias com os melhores fornecedores. “Há 13 anos a inService atua em escolas de alto rendimento (‘Premium Colleges’), e em 2018 nossos clientes passarão a ser atendidos por uma unidade de negócios dedicada a nossos clientes do segmento educacional”, diz Paulo Peres, Diretor da empresa. Oferecendo diversos serviços de facilities, como a Limpeza Sustentável (ou “Verde”), Jardinagem, Portaria e Fiscal de Piso, além de todas as áreas ligadas a Engenharia de Manutenção, como a manutenção predial – envolvendo pintura, reparos gerais, como as mais especializadas para operação e controle dos sistemas elétricos, de utilidades e arcondicionado – Paulo ressalta que a empresa obtém seu diferencial na atuação escolar por seus processos sustentáveis e na obtenção de ambientes saudáveis, que têm impacto direto no rendimento escolar dos alunos. “Nossos serviços são todos compostos fundamentalmente em equipes residentes ou de livre acesso aos clientes. É fundamental que as personalidades jurídicas, ou seja, o caráter empresarial entre contratante e contratado sejam convergentes em seus valores e políticas. Temos plena ciência de que estamos na casa do cliente e que a conduta de nossas equipes é de extrema relevância”, completa o diretor.


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Imagem: Polidori Estúdio

DICA: QUADRAS POLIESPORTIVAS

Construindo um espaço agradável

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iversão, entrosamento, socialização, energia, desenvolvimento. A união de todas essas características localiza-se em momentos que propiciam e elegem atividades físicas externas, trocas lúdicas e aulas práticas, desdobrando-se, principalmente, no período de lazer e recreação aspectos de aprendizagem e experimentações.

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Nas quadras poliesportivas são alocadas as atividades físicas que acabam gerando sentidos significativos e positivos no que tangem o desenvolvimento de cada aluno e aluna, bem como contribuir para o fomento do entretenimento em áreas amplas. Daniel Marciano, professor do Colégio Franciscano Sagrada Família, localizado em Belo Horizonte (MG) e integrante da Rede Clarissas Franciscanas, ressalta a importância das quadras poliesportivas nas escolas, sobretudo no combate ao sedentarismo – fato corriqueiro na juventude brasileira. Para construir uma quadra poliesportiva é necessário verificar atentamente alguns critérios que envolvem pontos relevantes, como: segurança dos usuários, posição geográfica do terreno, tipo de piso, manutenção/regras de utilização para usuários, entre outros. Daniel Marciano destaca seis características básicas para o/a gestor/a que anseia projetar uma quadra em sua instituição escolar: A exploração intensa do espaço por profissionais que incentivem a prática não somente do esporte, mas também de outras atividades; A escolha do lugar, de forma que o barulho não incomode as outras atividades, como as aulas dispositivas; Equipamentos como banheiros, pontos de hidratação e pin-

turas esportivas com medidas oficiais para garantir o desempenho dos praticantes; Boa iluminação com maior eficiência energética; Acesso para pessoas com deficiência física e motora; Normas de segurança dentro das especificações do corpo de bombeiros. Dentre esses pontos, ressaltamos a importância da manutenção da quadra, que está relacionada as inspeções no local. “A inspeção deve ser diária para percepção de ações como vandalismo, higiene e integridade estrutural dos equipamentos. A reforma deve ser periódica, de forma anual, após o ano letivo para detecção de irregularidades e, consequentemente, redução de grandes custos que possam aparecer”, completa Daniel. A ausência de manutenção nos equipamentos externos das quadras poliesportivas pode ocasionar acidentes em diversos níveis de gravidade. Para aumentar a segurança e o conforto dos alunos que frequentam e praticam esportes, o professor salienta a atenção aos cuidados, criando um “ambiente mais seguro para as crianças através de conversas e formulação de combinados pelos profissionais da entidade, a posição geográfica da quadra para evitar a exposição da luz solar nos olhos do praticante, assentamento de espumas em estruturas de sustentação que ficam perto da quadra e postes de determinados esportes, arredondamento dos primeiros pisos da arquibancada e distância da arquibancada e a quadra”, finaliza. (RP)

SAIBA MAIS Colégio Franciscano Sagrada Família

faleconosco@cfsagradafamilia.com.br


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Acessórios, Alimentação, Agenda (gráfica), Anéis de Formatura, Bebedouros, Cobertura de Policarbonato


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Brindes, Brinquedos Pedagรณgicos, Material de Limpeza, Mรณveis


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Grรกfica, Mรณveis, Pinturas Especiais, Pisos


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Playgrounds

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Protetor de Coluna, Quadros e Lousas, Seguros, TI, Uniformes


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Revista Direcional Escolas Edição 132 – Outubro/2017  

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