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Granja Marileusa 14 20 30 36 44

Uberlândia terá o primeiro bairro estruturado Mercado Imobiliário Elevação do teto FGTS

Decoração

Design sustentável

Iluminação

Luminárias clássicas

Construção Civil

O setor que mais cresce

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Imóvel business

Salão Imobiliário 2013: sucesso mais uma vez! Marcelo Calfat, Jornalista - Kompleta Comunicação Foto, Marcelo Calfat / Divulgação

Mais de 6 mil imóveis oferecidos e volume de negócios fechados e prospectados superou a marca de R$ 100 milhões Mais de R$ 100 milhões em negócios fechados e prospectados. Deste valor, 30% são de negociações concretizadas e os outros 70% de transações que podem ser concluídas em até 120 dias. Este é o resultado da terceira edição do Salão Imobiliário do Triângulo que aconteceu, de 17 a 20 de outubro, em Uberlândia. O evento reuniu cerca de cinco mil pessoas durante os quatro dias e movimentou o setor de imóveis na região do Triângulo Mineiro, oferecendo variedade de opções com facilidades, descontos e condições especiais de crédito. Ao todo foram seis mil unidades residenciais e comerciais disponibilizadas para os clientes, entre imóveis novos, seminovos e na planta. A estrutura de atendimento contou com 49 estandes de 26 imobiliárias da região, além de 12 construtoras e incorporadoras.

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O evento foi organizado pelo Sindicato da Habitação de Uberlândia (Secovi). Era possível encontrar, em um único espaço, tudo o que o consumidor precisava para encontrar o imóvel que procurava. Para Paulo Maurício Carneiro Silva, presidente do Secovi, a ideia é fomentar o segmento e consolidar o Salão Imobiliário do Triângulo como maior evento do interior do Brasil. “O salão representa um fortalecimento de negócios, geração de negociações e incremento importante para o segundo semestre do ano. Para o cliente, além de várias opções juntas, tivemos ainda promoções que só aconteceram dentro do salão, como descontos, prêmios, brindes e taxas especiais de financiamento”. Segundo Paulo Maurício, as vantagens também alcançaram os profissionais que trabalharam no evento. “Para o corretor, foi a possibilidade de ter contato com novos compradores que, talvez, não iriam procurá-lo”, ressalta.

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O vice-presidente do Secovi, Ari Maracaípe, afirma que a cidade precisava de outro evento anual de grande porte para o setor imobiliário. “Antes do Salão Imobiliário só tínhamos o Feirão da Caixa, que acontece no primeiro semestre, e tem um enfoque grande para o programa do Governo Federal, Minha Casa - Minha Vida. O objetivo do salão, organizado pelo Secovi, é inserir no calendário de Uberlândia um evento voltado para empreendimentos de alto padrão. Nós temos uma cidade com renda per capita alta e em crescimento. Logo, a demanda por este tipo de produto é sempre muito grande”, observa.

Paulo Maurício Carneiro Silva, presidente do Secovi

Salão Imobiliário do Triângulo em números: - 3 mil imóveis prontos, novos e seminovos - 3 mil imóveis na planta - 5 mil visitantes - R$ 30 milhões em volume de negócios fechados - R$ 70 milhões em negociações e demandas prospectadas - 49 estandes - 26 imobiliárias e 12 construtoras parceiras


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Rede 10 publi editorial

Alto Padrão Imobiliário. Aqui você encontra o seu imóvel com a credibilidade das melhores imobiliárias de Uberlândia. Os melhores imóveis e a credibilidade das mais conceituadas imobiliárias de nossa cidade - credenciadas pela Rede 10 Imóveis - são referências do espaço Alto Padrão Imobiliário desta edição. Uma das opções é o apartamento localizado em uma área nobre de Uberlândia, com muito conforto e qualidade de vida para você e sua família. Opções e profissionais de alto nível para você encontrar o imóvel dos seus sonhos.

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Saneamento publi editorial

Soluções em tratamento de estações de esgoto Foto, Mauro Marques

Em sintonia com a natureza e de forma revolucionária, o Grupo Cervantes desenvolve um trabalho eficiente e natural Os sistemas de tratamento de esgoto têm uma participação fundamental na gradual diminuição da poluição dos rios, contribuindo não somente para a melhoria da qualidade da água utilizada para o consumo como também para o equilíbrio dos ecossistemas e da biodiversidade. E a realidade no Brasil tem números que refletem uma situação caótica. Apenas 44,5% da população brasileira está conectada a uma rede de esgotos, e do esgoto coletado somente cerca de 37,9% é tratado. (SNIS 2009 - Ministério das Cidades). O Brasil é o 9º colocado no ranking mundial com 13 milhões de habitantes sem acesso a banheiro. (OMS/UNICEF, 2010).

Neste contexto, empresas especializadas ganham importância fundamental. Uma delas é a Brasil Ambiental (Grupo Cervantes) que através da Bioete presta serviços de qualidade e tecnologia inovadora em tratamento de estações de esgoto em Minas Gerais e outros estados. Bioete é um sistema de tratamento biológico destinado ao esgoto sanitário doméstico. Trata-se de um reator compartimentado e preenchido com meio filtrante que reduz a carga poluidora do efluente. Em plena sintonia com a natureza, e de forma revolucionária, trata com máxima eficiência os efluentes de maneira totalmente natural. É com essa visão de responsabilidade ambiental e desenvolvimento sustentável que a Bioete se torna única e capaz de trazer uma nova visão e perspectiva para o tratamento dos efluentes. O tratamento Bioete compreende quatro estágios. O primeiro e segundo têm por função degradar a carga orgânica (lodo) proveniente do efluente. A principal característica desta colônia é atuar na degradação biológica, promovendo baixíssima concentração de lodo, não necessitando de manutenção permanente. O terceiro estágio visa a estabilização dos elementos dos efluentes e bactérias oriundas do tratamento nos dois primeiros estágios. Ocorre a remoção de DBO e DQO através de filtragem e de aeração natural que se dá em razão da malha filtrante. O quarto estágio tem como função principal a filtragem final e polimento do efluente. O efluente oriundo do terceiro estágio já não apresenta sedimento algum. Tudo isso com os seguintes diferenciais: fácil instalação, rapidez de execução e montagem, pequena área de ocupação, dimensionada para qualquer número de usuários e sem a manutenção e processamento do lodo.

www.grupocervantes.com.br diretoria@grupocervantes.com.br

_cult Cervantes, diretor do Grupo Cervantes

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Urbanismo Imóvel publi editorial

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Granja Marileusa é o primeiro bairro estruturado em Uberlândia Iolanda Carneiro, Jornalista - Serifa Comunicação Fotos, Divulgação

Algar investe em bairro projetado com o que há de mais moderno no conceito de cidades inteligentes _cult


O Grupo Algar, em um investimento family office, deu início neste ano à construção do bairro Granja Marileusa, que agrega o conceito de morar, viver e trabalhar. Estruturado de forma a devolver às pessoas o convívio entre elas, o Granja Marileusa é um bairro “aberto” e elaborado conforme os conceitos de cidades inteligentes, tendo como princípios o fomento

da diversidade e do estímulo ao pedestre para o caminhar e da promoção da rua como o espaço por excelência do encontro e da troca. O empreendimento é o primeiro e único bairro estruturado da cidade e também um dos poucos no país que busca a integração com o planejamento urbano existente. Nasceu do sonho do Comendador Alexandrino Garcia,

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Urbanismo Imóvel publi editorial

de devolver a Uberlândia toda a generosidade com que a família foi acolhida quando aqui chegou. Estrutura O bairro conta com comércio, serviços, residência e inúmeros espaços de convívio como cinema, restaurantes, parques, hotéis, escolas, áreas verdes e foi projetado para oferecer aos moradores estrutura diferenciada com ultra banda larga, wi-fi gratuita em parques e praças, segurança reforçada por um sistema de câmeras de última geração, pisos permeáveis, muita área verde, capacidade de receber transporte público de qualidade, bicicletários e ciclovias ao longo de suas vias, acessibilidade para pessoas com necessidades especiais, fornecimento de energia elétrica subterrânea com redundância.

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Localização O bairro está localizado na zona leste de Uberlândia, em uma região privilegiada, sendo esta a parte mais alta da cidade, seu clima é mais ameno e está perto de tudo: a cinco minutos do aeroporto, distrito industrial, Universidade Federal e do Hospital das Clínicas e do Câncer. Parcerias O empreendimento conta com as parcerias do Alphaville, da Realiza, duas empresas de Multi Uso, uma empresa de comunicação e uma operadora de varejo, que está trazendo para o empreendimento, supermercado, posto de gasolina, lojas de serviços, entre outros. A previsão da finalização das obras de saneamento básico, abastecimento de água, drenagem e pavimentação é para o final de 2013. Para a realização deste empreendimento, o grupo Algar conta ainda com a parceria da

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Urban Solutions, empresa especializada em análise de dados demográficos em mapas digitais para dimensionamento de tendências em mercados e cidades, e da De Fournier Arquitetura e Urbanismo, que congrega diversas equipes de arquitetos e urbanistas, organizados em núcleos de produção que atendem tanto o mercado nacional quanto o internacional. Mais informações: granjamarileusa.com.br


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Habitação publi editorial

Village Paradiso, um novo conceito em habitação planejada

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Foto, Divulgação

Viver, morar e trabalhar se tornou muito mais fácil, por este projeto urbanístico audacioso do Grupo Algar em Uberlândia

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“Servir pessoas, criar e desenvolver produtos para realizar e ir além dos sonhos de nossos clientes”. Com esta missão, a Realiza Construtora consolidou-se no segmento de construção e incorporação de unidades habitacionais. Pioneirismo, ousadia, humanização e visão futurista se integram a sua trajetória de 32 anos de trabalho e conquistas nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás. E agora, a Realiza Construtora sai na frente mais uma vez, como parceira do Grupo Algar na implantação do bairro Granja Marileusa - projeto urbanístico voltado para a convivência, com tecnologia de ponta e localização privilegiada, na zona leste de Uberlândia, exatamente onde há 10 anos, a Realiza lançou e construiu o Paradiso Condomínio Ecológico. Fundamentado em cinco pilares: urbanidade, convivência, segurança, mobilidade e meio ambiente, o Granja Marileusa foi estruturado para devolver às pessoas o convívio entre elas. Um empreendimento aberto, com local de trabalho, comércio, serviços, residência e inúmeros espaços de convívio, como cinema, restaurantes ao ar livre, parques, hotéis, escolas, salão de convenções e áreas verdes. Bairro com “cara de bairro” Otimista com a proposta do empreendimento, o gerente comercial da Realiza Construtora, Marco Mello, observa que morar, viver e trabalhar se tornou muito mais fácil, por este projeto urbanístico audacioso do Grupo Algar em nossa cidade. “É importante lembrar que em poucos lugares no mundo existe

esta oportunidade de gerar cidades e bairros planejados, com o conceito inovador e as tendências dominantes atuais. Em meio a uma imensidão de metros quadrados, nós - da Realiza Construtora - ganhamos a oportunidade de levar uma semente para este novo bairro, ou seja, um ‘novo empreendimento’, depois de quase uma década, do então fenômeno de vendas Paradiso Ecológico. É importante lembrar que tal projeto foi gerado com muita ousadia, acreditando que a região norte poderia, sim, ser um vetor importante no macro plano da cidade e também ali poderia haver grandes chances de satisfação em moradias. Ainda bem que estávamos certos. Por isso, não poderíamos deixar de criar, neste cenário comentado, um ‘novo condomínio’, onde as pessoas pudessem realmente sentir o prazer de viver e de morar, com toda a estrutura oferecida pelo bairro Granja Marileusa, para você deixar a sua vida ser abrigada pela praticidade de ter todas as atrações como shopping, cinemas, comércios, etc. Aliados a um ‘projeto especial de casas’, com arquitetura moderna e um clube para você se completar nas funções pertinentes ao verbo viver. A ideia e o nosso conceito de empreendimento foi justamente viabilizar critérios de bem-estar, contando com pitadas de sustentabilidade, deixando a tecnologia ter realmente a importância que lhe é peculiar, para que com este conjunto de atrações, você - nosso cliente - pudesse realmente se sentir completo. Aguarde em breve tudo isso pronto, especialmente para você, nosso cliente Realiza”, enfatiza Marco Mello.

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Imóvel mercado

O que muda com a elevação do teto do imóvel financiado pelo FGTS?

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Heitor Amaral, Advogado Fotos, Divulgação | Jorge H. Paul

Só o tempo demonstrará com precisão as consequências da modificação Não são de hoje os burburinhos acerca de um aumento do teto valorativo de compra de imóveis com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Fato é que no dia 30 de setembro de 2013, em reunião do Conselho Monetário Nacional, ficou resolvido que, a partir de 1º de outubro, de

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As regras universais continuam as mesmas, quais sejam: 1. O FGTS só pode ser usado na compra de imóvel residencial na cidade ou região metropolitana, onde o comprador já resida ou exerça a principal atividade profissional. 2. A pessoa não pode ter outro financiamento imobiliário pelo SFH no país, nem ser proprietário de imóvel na mesma cidade ou região metropolitana. 3. O comprador precisa estar há mais de três anos sob o regime do FGTS - consecutivos ou não - e o imóvel não pode ter sido objeto de aquisição com o fundo a menos de três anos. Vale dizer ainda que alguns profissionais da área demonstram certa preocupação, imaginando que uma majoração no teto poderia verticalizar os preços já inflados do mercado. Contudo, em que pese serem muitos os instrumentos catalisadores dos preços, a princípio trata-se de política pública de ajuste e não fará nada mais do que senão um amoldamento da regulamentação com a prática atual do mercado, de modo que não acarretará em maiores desdobramentos práticos. Com efeito, só o tempo demonstrará com precisão as consequências da modificação. É esperar para ver! Heitor Amaral Ribeiro é advogado, membro da Comissão de Direito Imobiliário da OAB Uberlândia e professor no Curso de Direito da Faculdade Pitágoras Uberlândia.

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Qual o motivo do aumento? A resposta imediata tem duas frentes: uma delas é de que a fixação do último teto é de 2009, e assim, o crescimento do teto é matematicamente inferior à valorização dos imóveis residenciais, sobretudo no sudeste e centro-oeste, locais em que a especulação/valorização tem frenesi proporcionalmente superior às demais regiões do país. A outra se firma em uma pressão “branca” de associações do gênero imobiliário, uma vez que o teto diminuto prejudica incisivamente a comercialização de imóveis.

NEGÓCIOS & NEGÓCIOS

forma não retroativa, a postura sairá do plano das ideias e se tornará realidade. Ficou consignado no projeto inicial que o valor do teto saltará de 500 mil reais para 750 mil reais nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal. Nos demais estados, o teto se modificará de 500 mil para 650 mil reais.

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Imóvel investimentos

Riscos dos Fundos de Investimento Imobiliário Wagner José Costa, Advogado Foto, SXC

Os Fundos de Investimento Imobiliário têm sido alardeados como um negócio altamente atrativo Apesar de ser considerada uma novidade mercadológica e jurídica, os Fundos de Investimento Imobiliário, classificados pelas iniciais FII, foram introduzidos em nosso ordenamento pela Lei 8668, de 25 de junho de 1993. Ou seja, existem há mais de 20 anos, sendo anterior ao nosso Plano Real e estabilidade econômica. Contudo, em virtude de não se ter um cenário econômico propício para seu desenvolvimento, essa modalidade de investimentos ficou latente, sendo pouquíssimo utilizada, desabrochando no final de 2005 e tendo o seu despertar no ano de 2008, ano marcado pela explosão imobiliária no Brasil. Tanto que sua regulamentação se deu 15 anos depois da sua criação, por meio da Instrução Normativa 472/2008, promulgada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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Os Fundos de Investimento Imobiliário podem ser classificados como espécie do Gênero “Fundos de Investimento”, a exemplo de outros tipos de fundos, como os de ações, de renda fixa ou de renda variável. E podem ser definidos, do ponto de vista legal, como sendo “um fundo de investimento constituído sob a forma de condomínio fechado, sem personalidade jurídica, e caracterizando-se pela comunhão de recursos captados por meio do Sistema de Distribuição de Valores Mobiliários e destinados à aplicação em empreendimentos imobiliários”. No tocante à área de atuação, os FII podem ser divididos em: FII’s de renda locatícia (patrimônio destinado à locação), FII’s de Desenvolvimento Imobiliário (tem por objetivo a aquisição de empreendimentos imobiliários para futuras alienações e/ou locações de unidades) e FII’s de títulos imobiliários (tem por objetivo investir em títulos de renda variável (ações de

incorporadoras imobiliárias) e títulos de renda fixa (CRI, LCI, e LH) relacionados ao mercado imobiliário). Os Fundos de Investimento Imobiliário têm sido alardeados como um negócio altamente atrativo, citando como principais vantagens: ausência de custos cartorários e registrais, ausência do ITBI, liquidez, rentabilidade e valorização patrimonial e possibilidade de venda parcial das cotas, diversificação patrimonial e diluição do risco concentrado num único imóvel, contratos locatícios de longa duração, diminuindo a vacância do imóvel e benefícios tributários. Estas vantagens existem, porém, nem tudo são flores e é necessário analisar os fundos de investimento imobiliário, ponderando sobre os riscos que se corre ao realizar tais investimentos, para que a decisão de investir (ou não) em FII’s seja tomada de forma consciente e segura. Os principais riscos na hora de analisar a aquisição de cotas de um fundo de investimento são risco de mercado, de liquidez, de inadimplência e perda de receita, risco de custo de obra e risco de vacância do inquilino. Estes são os principais riscos a serem considerados quando se pensa em investimentos em Fundos Imobiliários. A eles podem ser somados os riscos de concentração em um único imóvel, riscos físicos (incêndios, depredações, desabamentos), riscos de mudanças legislativas e tributárias, riscos de conflitos de interesse da administradora dos fundos e risco de má-gestão da administradora. Wagner José Costa é advogado especializado em direito imobiliário e condominial, presidente da Comissão de Direito Imobiliário da OAB/MG Subseção Uberlândia e assessor jurídico do SECOVI.


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Imóvel direito

Lei beneficia adquirente do primeiro imóvel residencial Alitéia Milagre, Serifa Comunicação Foto, SXC

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Você sabia que ao comprar o primeiro imóvel, os cartórios devem conceder um desconto de 50% no valor do registro e da escritura? Segundo o advogado Marcus Reis, é um direito legal daquele que está realizando o sonho da casa própria. “O artigo que comprova é o de número 290, da Lei n° 6.015, datada de 31 de dezembro de 1973. Este artigo diz que os custos para escritura e registro com a papelada do registro da primeira aquisição imobiliária, financiada pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), deverão ser reduzidos em 50%”, explica Reis. Por que é importante saber isso? Porque essa informação, muitas vezes, é omitida pelos Cartórios de Registro de Imóveis, mesmo constando na legislação brasileira. Num processo de aquisição de um imóvel residencial a burocracia e as despesas com cartório são altas e para fazer valer a lei alguns quesitos devem ser seguidos. “É necessário que o adquirente do imóvel comprove que a documentação e a declaração são do primeiro imóvel, pois o cartório tem como pesquisar a

matrícula para saber se, de fato, é o primeiro ou não. Se comprovado, o valor pode cair pela metade. A apresentação de certidão negativa do empreendimento é um documento legal”, afirma o advogado. Marcos Reis ainda vai mais longe. A maioria das pessoas não sabe que pode financiar as despesas de Cartório na hora que fizer o financiamento do imóvel residencial. “O benefício pode ser utilizado por aqueles que compram seus imóveis via crédito imobiliário do banco. Basta solicitar a inserção de taxas de registro, escritura e o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Um detalhe: o valor total destas despesas não pode ultrapassar 4% do valor total financiado e esse benefício não vale para imóveis na planta”. Mesmo sendo obrigação dos Cartórios, se eles não acatarem a determinação e forem denunciados por algum cliente que pagou 100% das taxas, é prevista multa e sanções determinadas na Lei 8.935/94 ao Cartório. “O mutuário lesado pode recorrer à Justiça”.


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Imóvel mercado

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O que esperar do mercado imobiliário para 2014? Marcelo Calfat, Jornalista - Kompleta Comunicação Foto, Della Rocca | Marcelo Calfat | Divulgação

Especialistas falam sobre tendências do setor e o provável comportamento da economia brasileira no próximo ano O investimento em imóveis é sempre um bom negócio, já diziam nossos avós. Mas será que injetar dinheiro em um mercado considerado ‘100% estável’ é mesmo seguro? Até pouco tempo, o setor andava meio mal das pernas, depois do boom imobiliário de

2010 e 2011. Com o crescimento acelerado nestes dois anos, 2012 teve uma estagnação natural, que persistiu por 2013. Mas, e agora? O que esperar do mercado imobiliário para 2014? Quais as principais tendências? Como o mercado vai se comportar?


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Imóvel mercado As perguntas são várias. Algumas respostas são diretas, outras subjetivas. É impossível falar do ano que vem sem se lembrar de que é ano de Copa do Mundo. E no Brasil. Mas o que isso tem a ver com o mercado imobiliário? Simples. O Mundial alavanca, direta ou indiretamente, o setor de imóveis do país. A maior incidência disso é nas 12 cidades-sede do torneio. Todas capitais de estado. Mas outros municípios, como Uberlândia, que podem hospedar alguma seleção durante o mundial, também recebem investimento em infraestrutura. Consequentemente, áreas próximas desses centros de treinamento têm valorização imediata. Falando de maneira generalizada, fazendo uma espécie de “média” no crescimento imobiliário nacional, a expectativa de crescimento do setor deverá ficar em torno de 3% para o ano que vem, de acordo com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). Na avaliação do presidente do sindicato, Sergio Watanabe, para o setor retornar aos patamares históricos de crescimento dos últimos anos é preciso focar na produtividade. “O nosso maior desafio está em elevar essa produtividade. É o que deve nortear o próximo ciclo de crescimento”, afirmou em palestra no Business Round Up - Perspectivas para 2014, promovido pela Câmara Americana de Comércio (Amcham) em 1º de outubro. De acordo com Watanabe, a expectativa para o ano que vem é de que o governo, o mais importante para o ramo da construção, invista menos em obras, o que fará com que o crescimento imobiliário se mantenha

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Sergio Watanabe, presidente do Sinduscon-SP

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estável. De acordo com ele, o setor deverá crescer na mesma magnitude da expansão do PIB, de 2% a 3%, segundo projeção do Banco Central. “Se o PIB crescer 3%, cresceremos 3%. Mas, a nossa maior preocupação é com 2015, porque não sabemos como o novo governo vai se comportar”, adverte.

Maurício Molan, economista-chefe do Santander

Economia Se a perspectiva para o crescimento do mercado imobiliário é modesta, ficando em torno de 3%, a previsão para a economia do Brasil também não é das melhores. Para Maurício Molan, economistachefe do Santander, haverá crescimento econômico no país. Mas a boa notícia deve chegar somente em 2015. “Não há razões para pessimismo em relação ao potencial brasileiro”, garante. Para ele, o Brasil está longe de passar por uma crise ou uma recessão, como a norte-americana, ainda que as projeções para 2014 não sejam das mais animadoras: o crescimento brasileiro deve ser de modestos 2%, a inflação deve se manter por volta dos 6% e a taxa de juros continuará no patamar de 9%. Um dos pontos fortes considerados por Molan, no Brasil, é o câmbio flutuante, que elimina a possibilidade de uma crise no balanço de pagamentos de contas externas. “O país vai ter sempre capacidade de gerar moeda estrangeira para honrar suas dívidas”, afirma. O economista acredita ainda na capacidade do Brasil voltar a crescer de forma mais acelerada com base no consumo e expansão do crédito.


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Imóvel decoração

Decoração sustentável, use sua criatividade Wesley Meneses, Designer de Interiores Foto, Mauro marques | SXC

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Quando falamos as palavras “Decoração” e “Sustentabilidade” remete-se a impressão de sujeira, lixo, mato e madeira velhas no meio da sua sala. Não é verdade? A maioria das pessoas pensa assim, e é por isso que eu vim falar um pouquinho sobre essa questão. A sustentabilidade nada mais é que uma forma de fazer as coisas sem agredir o meio ambiente. Você não precisa (e nem deve) fazer da sua de sua casa uma floresta. Muito pelo contrário. A decoração sustentável nos permite enxergar além daquilo que os outros veem numa decoração tradicional. Por quê? Porque nos mostra que materiais reaproveitados podem se tornar objetos decorativos muito bonitos e que deixam o seu lar muito mais alegre e moderno. Dê uma olhada em algumas ideias super legais de decoração sustentável. Você estará presenteando sua casa com uma ótima decoração, levando muito conforto pra sua família e amigos, e o melhor, estará ajudando o nosso planeta. Sabe aqueles pallets que podem ser encontrados nas ruas, em terrenos abandonados, em supermercados? Então, eles podem virar verdadeiras obras de arte, basta ter criatividade e sensibilidade, que tudo pode ser transformado em belos móveis de decoração. Os pallets podem virar mesas de centro. Ou pneu velho, que você acaba de tirar do automóvel e não sabe o que fazer e onde descartar. Que, muitas vezes, ficam entulhados em oficinas ou

no fundo de quintais, acumulando água para a proliferação do mosquito da dengue. Pneus podem se tornar sofás, pufes e lavatórios para banheiros. O pufe é um acessório indispensável em ambientes descolados, pois remetem a um clima jovial, versátil, divertido e ideal para quem sempre recebe visitas. Servem como mesa de apoio,para descansar os pés ou para se jogar e relaxar depois do almoço. Basta colorir os pneus e colocar as plantas que vocês mais gostarem. Um jeito simples de decorar seu jardim com muita criatividade e bom gosto!


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Imóvel decoração

Nada de branquinho básico! Ana Paula Horta Foto, Gustavo Xavier

“O cinza está sendo considerado, tanto na decoração, quanto na moda, o novo branco” Banheiros brancos e neutros já não fazem mais sucesso como antigamente. A aposta agora é dar um toque de cor ao ambiente para aumentar a sensação de bem-estar e aconchego que o espaço deve transmitir aos usuários. Foi-se o tempo em que os banheiros ficavam em segundo plano na decoração. Atualmente, além de acessórios e revestimentos mais nobres, este espaço da casa recebe também cada vez mais cores. Assim, se torna mais acolhedor e agradável.

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Atentas a essa tendência, as designers de interiores Fabiana Visacro e Laura Santos projetaram uma sala de banho nas tonalidades cinza e azul cobalto. “O cinza está sendo considerado, tanto na decoração quanto na moda, o novo branco. Ele realça as outras cores, preenche o espaço com personalidade, tornando-o mais aconchegante. Junto com outras cores e acessórios, ele cria um clima intimista”, destacam as profissionais. A escolha das designers pelo azul cobalto também não foi aleatória. “O azul inspira bem-estar. É uma tonalidade que traz tranquilidade, acalma e, além disso, é muito bonita. Junto com o cinza, o azul cobalto, que é uma tendência lançada este ano em Milão, forma um conjunto harmônico que quebra a monotonia do espaço, trazendo a sensação de paz e serenidade”, explicam. Além dessas nuances, a Sala de Banho exibe uma bancada rosa que alegra mais o ambiente e um orquidário suspenso que, aliado a essa mistura de cores, desperta os sentidos dos visitantes.


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Imóvel meio ambiente

Por que a energia solar em casa ou no escritório pode ser um bom negócio? Marcelo Calfat, Jornalista - Kompleta Comunicação Foto, Divulgação

Método sustentável garante economia na conta no fim do mês e contribui com a não poluição do meio ambiente Imagine receber a conta de luz no final do mês e não ter que pagar nada, ou muito pouco, pelo consumo da energia elétrica. Muito bom, não é mesmo? Pois o que é considerado “sonho” para muitos consumidores, está mais perto do que se imagina. E olha que não estamos falando de não acender as luzes, não ligar a televisão ou ficar sem chuveiro elétrico durante o mês todo. Mas de uma forma alternativa de gerar energia para o próprio consumo: a energia solar.

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Mas como isso funciona? Os painéis solares geram energia elétrica por meio de células fotovoltaicas produzidas com silício - minério muito usado na indústria de componentes eletrônicos - que transforma a radiação solar em energia elétrica. É o que chamamos de efeito fotovoltaico. Este efeito acontece quando a luz solar, por meio de fótons (partículas de força eletromagnética), é absorvida pela célula fotovoltaica. A energia dos fótons da luz é transferida para os elétrons, que então ganham a capacidade de movimentar-se. O movimento dos elétrons, por sua vez, gera a corrente elétrica. Bom, já entendemos como funciona. Mas, como instalar isso em casa? As placas solares podem ser colocadas no jardim ou até mesmo no telhado. São elas que farão a captação da luz solar e a transformarão em energia. Esta energia poderá ser usada para o aquecimento da água de chuveiros, banheiras ou piscinas ou então ser transformada em fonte de

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energia para lâmpadas e equipamentos eletrônicos. Por ser uma fonte de energia limpa e renovável, não polui o meio ambiente. Além disso, gera uma economia visível na conta de energia ao final do mês. Brasil é o 10º do mundo em utilização O Brasil é hoje o 10º país no ranking mundial de utilização da energia do sol como matriz energética, depois de China, Israel, Áustria, Índia, Turquia, Alemanha, Japão, Estados Unidos e Austrália. Há décadas, as políticas públicas destes países incentivam a utilização dessa fonte alternativa de energia nas casas, indústrias, hotéis, hospitais e outros estabelecimentos. Um estudo divulgado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia, apontou que a produção residencial de energia solar já é economicamente viável para 15% dos domicílios brasileiros. Segundo a pesquisa, o custo da produção energética pode cair R$ 602 por megawatt-hora (MWh), em comparação ao preço que os consumidores pagam às distribuidoras de energia do país, caso os moradores optem pela instalação de painéis e conversores fotovoltaicos, que transformam a luz do sol em eletricidade. E as vantagens vão além. De acordo com novas resoluções da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os consumidores que instalarem painéis solares em suas casas ou condomínios podem não apenas reduzir a quantidade de energia que compram das distribuidoras, como também vender o excedente da energia solar que produzem para empresas especializadas.


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Imóvel iluminação

Luminárias clássicas, história e beleza Foto, Divulgação

Revisitadas por novos designers, as luminárias fazem sucesso Com diferentes formatos e design cada vez mais arrojados, as luminárias ainda fazem sucesso com versões revisitadas por novos designers. Confira algumas das mais famosas, incluindo a criação do brasileiro Maurício Klabin. Anglepoise Lamp O designer britânico George Carwardine projetou a Anglepoise Lamp em 1932. A estrutura metálica foi pensada com o objetivo de fornecer luz em diversos ângulos, replicando sua intensidade para economizar energia. Luminária Eclipse Seu desenho remete a um caramujo e suas tiras, que abrem e fecham, permitem o controle da intensidade da luz. Juntas, essas características fizeram da luminária Eclipse um ícone do designer brasileiro Maurício Klabin. Flower Pot Lamp Essa é a luminária que virou ícone da geração Flower Power. A luminária é constituída por dois globos, cada um representando um ‘mundo’. O círculo maior esconde a metade do hemisfério interno, fazendo uma luz confortável a sua volta. Criação de Verner Panton.

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Cigar Bubble Sinônimo de design moderno na década de 50, a Luminária Cigar Bubble, de George Nelson, chamou atenção na época por unir uma camada de plástico translúcido com uma armação de metal, cortando o reflexo da luz, mas permitindo um brilho suave no ambiente. Panthella Há 41 anos, Verner Panton teve mais uma ideia genial, a de criar uma luminária que lembrasse um cogumelo ou um guarda-chuva. O criador deu vida ao plástico branco ABS com acrílico. Em seguida, a estrutura de 67cm ganharia novas cores, como vermelho, laranja e amarelo, e versões de chão.


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Paisagismo publi editorial

Ithiban Projetos, inovação em paisagismo

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Fotos, Divulgação A função do paisagismo é promover e contemplar a união entre a arquitetura, o design e a natureza através dos detalhes, assumindo assim a função estratégica de contemplar o projeto arquitetônico, proporcionando a criação de ambientes aconchegantes na residência, sem perder sua identidade. O paisagismo corresponde ao conjunto de trabalhos de configuração do entorno aberto do homem, ou seja, de toda a paisagem circundante, não fazendo relação apenas à vegetação, mas também diretamente com mobiliários e equipamentos e elementos do contexto urbano. Para garantir a qualidade estética e a funcionalidade do projeto, alguns fatores devem ser levados em consideração, da composição ao plantio. Com uma visão empreendedora e um know-how de mais de 20 anos de mercado, a empresa Ithiban Paisagismo resolve inovar com um novo espaço: Ithiban Projetos, buscando adequar o projeto às necessidades, particularidades e disponibilidade financeira de cada cliente. Cada projeto de paisagismo deve ser pensado em uma linha única de raciocínio, seguindo o perfil, estilo e exigência de cada ambiente. Este é o trabalho do paisagista.

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Tecnologia publi editorial

A escolha do próximo lar Leve em conta sua personalidade na hora de buscar um novo imóvel

Quando se está à procura de um imóvel, é fundamental saber onde ele se localiza, seu estado de conservação e uma característica ou outra. Mas uma coisa que poucas pessoas fazem é uma análise pessoal antes de fechar negócio. Refletir sobre seus gostos e o estilo de vida que leva é fundamental para não errar na seleção do seu próximo lar. Sabendo disso, veja agora qual estilo de imóvel que se adaptaria melhor aos seus padrões. Leia também os QR-Code usando seu tablet ou smartphone! O conservador: Se você gosta do que é tradicional, estranha as novas tendências da moda e, apesar de conseguir se adaptar, mantém o padrão de vida que cresceu, então o imóvel ideal pra você se localiza próximo aos centros comerciais (mas nem tanto), em ambiente mais tranquilo.

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O baladeiro: Se baladas, festas, amigos e diversão são indispensáveis na sua vida, a escolha ideal é uma casa com um bom jardim, quiosque, churrasqueira e até mesmo uma piscina. Nesse caso, apartamentos são um pouco fora de mão, a não ser que queira brigar com o condomínio inteiro.

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O naturalista: Natureza e bichos são sua paixão? Escolha uma chácara ou casa com jardim, quintal e ambientes livres para poder investir em plantas e dar liberdade aos seus animais. O estressado: A vida na cidade já é complicada e estressante. Sem um canto isolado e silencioso, a qualidade de vida se esvai por entre os dedos sem perceber. Não restrinja sua busca a locais próximos ao centro. Chácaras são ótimas opções. Terceira Idade: Você chegou em um momento da vida onde merece descansar tendo tudo à mão. Porém, acessibilidade é fundamental. Elevador ou casa térrea são detalhes importantes para facilitar a sua comodidade e o aproveitamento completo do seu lar. Se você é daqueles que não confia nesses tipos de testes ou tem um gosto peculiar, acesse o Via Principal: o portal imobiliário que é a sua cara! Baixe o leitor gratuitamente: no Android use QRDroid e no IPhone o QR Reader.


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Imóvel construção

Construção Civil é o setor que mais cresce em Uberlândia Marcelo Calfat, Jornalista - Kompleta Comunicação Foto, Paulo Augusto | Divulgação

Segmento dobrou de tamanho em cinco anos, aumentando a rentabilidade e a quantidade de empregos na cidade

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A Construção Civil foi o setor da economia uberlandense que mais cresceu nos últimos cinco anos. A informação foi revelada recentemente pelo Cadastro Central de Empresas (Cempre), que é uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados analisados comparam os anos de 2006 e 2011. Na data inicial, Uberlândia tinha 626 empresas formais atuando no setor. Já em 2011, este número passou para 1,3 mil companhias, o que representa uma variação positiva de 107%. Os anos de 2012 e 2013 ainda não foram analisados. Para o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba (Sinduscon-TAP), Panayotes Tsatsakis,

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o motivo do avanço nos últimos anos foi a capacidade empreendedora do município, principalmente voltada aos programas habitacionais do governo. “Fora Campinas, Uberlândia é a única cidade do interior do Brasil a receber um Feirão da Caixa. Isso impulsiona ainda mais os negócios”, acentua. O evento acontece sempre no primeiro semestre e é focado em transações imobiliárias do programa Minha Casa, Minha Vida. Este ano, foram 3,8 mil contratos assinados e R$ 344 milhões em negócios fechados. E, mesmo os dados do IBGE serem analisados até 2011, Tsatsakis acredita que o setor continuou crescendo em 2012 e 2013 e deve apresentar um resultado positivo no ano que vem. “Terminamos 2012 com um montante de R$ 33 milhões em negócios fechados. Este ano esperamos


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Imóvel construção superar este resultado em pelo menos R$ 10 milhões. Isso deixa claro que a Construção Civil continua em expansão na cidade”, ressalta. Expansão pode causar bolha imobiliária O avanço constante na quantidade de construtoras em Uberlândia aumenta o número de imóveis disponíveis no mercado. Consequentemente, pode causar especulação imobiliária e até o surgimento de uma bolha ‘virtual’. Mas o que é isso? “O significado para bolha imobiliária é um crescimento anormal dos preços dos imóveis comparados com a trajetória histórica, que acaba se tornando insustentável no longo prazo. Esse cenário geralmente se deve à especulação imobiliária e/ou crédito abundante, que acabam por exercer pressões sobre a demanda”, disse o economista Lourenço Diniz Faria, mestre em Economia e doutorando em Gestão de Inovação e Tecnologia pela Technical University of Denmark.

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Segundo Faria, como a oferta de imóveis é relativamente a mesma a curto prazo, os preços acabam subindo para acomodar essas pressões. “Uma vez que o fator causador da bolha, como a disponibilidade de crédito, por exemplo, desapareça,

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a bolha estoura e há um processo de acomodação dos preços à trajetória histórica”, explica. Sobre a existência ou não de bolha imobiliária no Brasil, o economista explica que as opiniões são divididas. “Alguns analistas afirmam e outros negam a existência. Mas a verdade é que nós não dispomos de dados técnicos que confirmem analiticamente ambos os pareceres”, conclui. Especulação imobiliária em Uberlândia De acordo com o economista Lourenço Diniz Faria, a situação imobiliária em Uberlândia é semelhante a outras cidades brasileiras. “Os uberlandenses tendem a colocar a culpa dos altos preços dos imóveis na especulação imobiliária. Mas, na verdade, os especuladores estão apenas aproveitando o momento favorável, ou ‘surfando na onda’. O mercado aquecido estimula, mesmo, elevações nos preços dos insumos e serviços da construção civil”. No entanto, o economista deixa claro que o surgimento ou não de uma bolha imobiliária não se justifica apenas pela elevação dos preços dos imóveis. “A existência de uma bolha não é determinada pelo crescimento dos preços, mas, sim, pela possibilidade desse crescimento ser insustentável. Tudo depende de como a economia do país e o próprio processo de desenvolvimento econômico e demográfico da cidade vão se comportar no futuro”, prevê.


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Imóvel construção

Impermeabilização e suas aplicações Foto, SXC

A falta da impermeabilização compromete a segurança e a estabilidade das edificações Impermeabilização é uma técnica que consiste na aplicação de produtos específicos com o objetivo de proteger as diversas áreas de um imóvel contra ação de águas que podem ser de chuva, de lavagem, de banhos ou de outras origens. Água infiltrada nas superfícies e estruturas afeta o concreto, sua armadura (ferragem), alvenarias e revestimentos. O ambiente fica insalubre (umidade, fungos e mofo), diminuindo a vida útil da edificação, além do desgaste físico e emocional do proprietário ou usuário, que sofre com a má qualidade de vida causada pelos problemas existentes no imóvel. Perguntas mais frequentes:

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Em que situações o impermeabilizante é prioritário e deve ser usado, antes de concluir o acabamento? O impermeabilizante sempre deverá ser aplicado, antes do acabamento final, em todas as áreas que necessitam de proteção, salvo quando o sistema impermeabilizante for projetado para ficar exposto, constituindo o acabamento final. Como, por exemplo, as mantas autoprotegidas (ardosiada e aluminizada), os revestimentos epóxis, os impermeabilizantes acrílicos, etc. O que pode acontecer em minha construção se eu não usar o impermeabilizante correto? Num primeiro momento, as infiltrações e a umidade causarão sério desconforto com goteiras, manchas na pintura, etc. Na evolução do processo, as infiltrações se alastram e passam a danificar tudo que estiver em seu caminho, como a pintura, argamassa, revestimentos, móveis, entre outros elementos usados na decoração e construção do imóvel. Nos casos mais críticos, a falta da impermeabilização

pode comprometer a segurança e a estabilidade das edificações. Quais os problemas mais comuns que um bom impermeabilizante é capaz de evitar? Infiltrações causadas pela atuação da água empossada em lajes, ou pela água que cria pressão positiva, ou seja, aquela que permanece parada em tanques, reservatórios, caixas d’água, piscinas, etc, umidade de solo transmitida para muros, paredes e pisos em contato direto com a terra e os problemas causados pela água sob pressão negativa, aquela que cria infiltrações e inundações provocadas pela presença de lençol freático. Na construção, os prejuízos serão sempre os mesmos: danos nas paredes, manchas na pintura, mofo, bolor, umidade, prejuízos entre os materiais de acabamento e móveis destruídos. Como posso identificar um impermeabilizante de boa qualidade? O impermeabilizante escolhido deve atender todos os requisitos das normas técnicas da ABNT. Na dúvida, busque mais informações e referências de obras já realizadas. Não confie somente na aparência da embalagem ou no fabricante, tenha sempre referências de um especialista ou de quem já utilizou o produto. O que devo observar na loja, quanto à exposição do produto, embalagem, informações do vendedor e preço? Os produtos devem ser acondicionados em embalagens práticas, que facilitem a estocagem, transporte e manuseio. Devem conter todas as informações referentes à finalidade do produto, composição química, forma de aplicação, incluindo preparo da superfície, consumos ou rendimento e informações sobre segurança.


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Fotos, Divulgação Desde 2006, atuando como pessoa jurídica em Uberlândia, a Futura Construtora vem se consolidando como uma empresa que valoriza a qualidade de seus produtos e o bom relacionamento com seus clientes. A construtora nasceu da necessidade de seus proprietários, que já construíam em Uberlândia há mais de 20 anos, formalizarem uma sociedade jurídica com o intuito de profissionalizar o negócio e surpreender antigos e futuros compradores. Hoje, a Futura Construtora se destaca no mercado, oferecendo sempre imóveis que superam as expectativas de seus clientes e parceiros, que comprovam o padrão de excelência sempre buscado por ela. A empresa tem um posicionamento muito bem definido de oferecer produtos diferenciados, através de uma engenharia criativa, com projetos que favorecem a personalização dos imóveis na planta, através de mudanças na distribuição e acabamento.

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