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MUNDO_CULT_MERCADO LEANDRO MATTOS DIVULGAÇÃO

O FUTURO DO MARKETING AO ALCANCE DOS EMPRESÁRIOS

NEUROMARKETING

Neuromarketing. Talvez você ainda não entenda o significado (e o poder) desta palavra, mas, se trabalha com a venda de qualquer tipo de produto, deve começar a se informar melhor sobre ela. O neuromarketing une de forma disruptiva, o conhecimento da neurociência com a biologia, fisiologia, psicologia, entre outras ciências complementares, e o marketing. O objetivo é analisar e entender o comportamento humano quando há contato com campanhas promocionais ou em situações de compra ou consumo. Assim, é possível alcançar melhores resultados - seja em ambientes físicos como lojas ou digitais, ou em sites ou aplicativos para celulares. O campo de estudo - falando de forma resumida e simples - investiga emoções, faz leituras do comportamento humano e se apresenta em forma de conhecimento científico. Desta forma, incrementa consideravelmente os resultados das empresas. Apesar de novo no Brasil, já é usado com sabedoria por alguns empresários visionários que, com um campo livre de concorrência, conseguem atingir de forma muito mais assertiva seu público-alvo.

A ciência da compra e venda “Hoje, aproximadamente 80% dos produtos lançados fracassam antes de completarem um ano, mesmo com base em diversos tipos de pesquisa tradicionais”, afirma o paulista Leandro Mattos, doutorando em Neuromarketing, professor e sócio da UX Human Behavior. “O marketing sempre soube das consideráveis margens de erros que suas pesquisas de mercado operavam, mas não havia muito o que fazer, pois estava limitado à tecnologia contemporânea”. Para alcançar resultados e apresentar projetos, a empresa de Mattos, que tem ainda outros dois sócios (os gaúchos Ana Dias e Eduardo Barbosa), faz estudos com base em pesquisas neurométricas e biométricas. “O objetivo é

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termos a melhor informação para o menor risco na tomada de decisão, quando o assunto for a criação de produtos, serviços e experiências de compra, sempre mantendo o rigor da ciência para a obtenção de melhores níveis de performance”. Contando com alta tecnologia e uma cultura extremamente colaborativa, ousada e empreendedora, os pesquisadores analisam as atividades cerebral e corporal e estudam o porquê das preferências por certas marcas e bens de consumo: assim, a empresa consegue direcionar seus esforços para a criação produtos que gerem melhor percepção de valor, com maiores níveis de atenção, memória e engajamento emocional, economizando energia, tempo e dinheiro na gestão dos recursos de marketing. Mattos explica que quando as pessoas respondem a pesquisas por meio de questionários e entrevistas, incluem suas interpretações - que podem ou não ser verdadeiras, mesmo que inconscientemente. Nesse momento, o corpo dos entrevistados responde por outros meios, como excitação da pele, movimentação ocular, dilatação de pupilas, microexpressões faciais e alteração na atividade elétrica cerebral. “Nossos estudos captam e interpretam esses sinais do corpo que, por serem inconscientes e involuntários, representam uma resposta mais segura aos profissionais de marketing”, detalha. Com os dados em mãos, é possível entender o que o consumidor sente em relação às marcas, produtos, serviços e experiências de compras. “Com esse entendimento, apoiamos profissionais de marketing a criarem soluções mais adequadas ao seu público-alvo, tornando consumidores e usuários mais satisfeitos e encantados”. Leandro Mattos, doutorando em Neuromarketing, professor e sócio da UX Human Behavior.

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