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/ revistacronotc @ cronotc

AUTOMOVILISMO SIN VUELTAS

# 145 : : www.cronoweb.com.ar : :

13 DE FEBRERO de 2013 Precio $20 - recargo por envio al interior $ 1,00

Al ganar con su Chevrolet, Agustín Canapino dio una muestra de que el equilibrio reglamentario puede ser posible: “Es el auto que más penaliza, pero a la vez creo que se puede pelear el título”, sentenció.

hAy bANcA

IMPErdIbLE

Póster central de canapino y contrapóster con el calendario de Tc

ENTrEVISTAS

GIALLOMbArdO y JOhNNy dE bENEdIcTIS

/Crono/ 1


N O R NO C O CRONO C NO CRONO C O N R O C R O N C O R O N C O R O N O R O N OC C R O C O R N C O O N O C R O N C O R O N C O R O N C O R O N O C R O C O R N C O O N O C R O N C O R O C N O R O N C O R O N C R O NO C O R C N O O N O C R O N C O R O N C O R O C N O R O N C R O NO C O R N C O O N O R O N C O R O N C O R O N C O R O N O C R O N C O R N C O O N O R O N C O R O N C O R O N C O R O N O C R O C O R ON N C O O N O R O N C O R O N C O R O N C O R O N O C R O C O R ON N C O O N O R O N C O R O C N O R O N C O R O N O C R O N C O R SeOviene... O C N O O N O R N C R O N C O R O C N O R O N O C R O N C O R N C O RO O N O R O N C R O N C O R O N C O R O N O C R O N C O R O N C O R O N O R O N C R O C N O R O N C O R O N O C R O N C O R C N O RO O N O R O N C R O N C O R O C N O R O N O C R O N C O R N C O RO O N O R O N C R O C O R O N C O R O N O C R O N C O R O N C O O N CR O R O N C R O C O R O N C O R O N O C R O N C O R O PREMIUM N C O O N CR O R O N C R O C O R O N C O R O N O C R O N C O R O N C O O N CR O R O N C R O C O R N C O R O N O C R O N C O R O C N O R O N C O R O N C R O C O R C N O R O N O C R O N C O R O N C O R O C N O R O N O C R O C O R N C O R O N O C R O N C O R O N C O R O N O R O N OC C R O C O R N C O O N O C R O N C O R O C N O R O N C O R O N O C R O C O R C N O O N O C R O N C O R O N C O R O C N O R O N C R O NO C O R N C O O N O C R O N C O R O C N O R O N C O R O N C R O NO C O R C N O O N O R O N C O R O N C O R O C N O R O N O C R O N C O R N C O O N O R O N C O R O N C O R O N C O R O N O C R O C O R ON N C O O N O R O N C O R O C N O R O N C O R O N O C R O N O ONO C NO CR CRONO O

CRONO

2 /Crono/


N C O R O C N O R O N O C R O N C O R N C O RO O N O R O N C R O C O R O N C O R O N O C R O N C O R O N C O O N CR O R O N C R O C O R O N C O R O N O C R O N C O R O N C O O N CR O R O N C R O C O R O N C O R O N O C R O N C O R O N C O R O N C O R O N C R O C O R N C O R O N O C R O N C O R O C N O R O N C O R O N C R O C O R C N O R O N O C R O N C O R O N C O R O C N O R O N O C R O C O R N C O R O N O C R O N C O R O N C O R O N O R O N OC C R O C O R N C O O N O C R O N C O R O C N O R O N C O R O N O C R O C O R C N O O N O C R O N C O R O N C O R O C N O R O N C R O NO C O R N C O O N O C R O N C O R O N C O R O N C O R O N C R O NO C O R N C O O N O R O N C O R O N C O R O N C O R O N O C R O N C O faltaNpoco... R N C O O O R O N C O R O N C O R O N C O R O N O C R OCRONOOPREMIUM C O R ON N C O O N O R N C O R EN TURKIOSCO O C N O R O N C O R O N O C O RESERVALA N C O R O C N O O N O R O N C O R O N C O R O C N O R O N O C OORECIBILA EN TU R CASA O C O R ON N C O O N R O N C R O N C O O N R O SUSCRIPCIÓN C R C O RONO ONO CR ONO CPOR N O O N R O C R C N O R O N C O R O N O C R O N C O R C N O RO O N O R O N C R O N C O R O C N O R O N O C R O N C O R N C O RO O N O R O N C R O C N O R O N C O R O N O C R O N C O R O C N O R O N O R O N C R O C O R O C N O R O N O C R O N C O R O N C O O CR N O R O N C R O C O R O N C O R O N O C R O N C O R O N C O R O N C O R O N C R O C O R O N C O R O N O C R O N C O R O C N O O N CR O R O N C R O C O R C N O R O N O C R O N C O R O N C O O CR N O R O N C R O C O R N C O R O N O C R O N C O R O N C O R O N O R O N OC C R O C O R N C O R O N O C R O N C O R O N C O R O N O R O N OC C R O C O R N C O O N O C R O N O C R O N C O R O N C O R O N O /Crono/ 3


SUMARIO

O D A B O R P A N E M A X E O OTR MAR DE AJÓ, TC - 1º FECHA,

2/13 DEL 8/2 AL 10/

an final del Gr pino ganó la mil Agustín Cana en Mar de Ajó ante 35 la s ar nte sm Premio Plu ntroló sin inconvenie s la personas. Co e la novena vuelta tra el sd n de aro nta let pu mp a Rossi y co o superación rd del campeón Maur entin. podio los Fo o y Diego Av Giallombard

triunfo en el su segundo sobre ino consiguió vez al podio Agustín Canap por cuarta ro y subió circuito coste ipaciones. cinco partic

9 /Crono/

MAURO GI

POR D.C

| FOTOS

BH

ALLOMBA

RDO

llevó al r en roces y sin entra silencioso del podio. de carrera do escalón Un planteo do al segun o Giallombar campeón Maur

o/ 8 /Cron

6

FOTOS BH OTOR

INFORME SPORTM

GONISTAS A T O R P S O L 1 ETERA TURISMO CARR

/ LA DATA

26/12/19

H. CUERVO

9

: 158 Carreras 9 Victorias: Títulos: 2006

, en Bernal (Ba)

DOLE RACING

12

RITO URIÑO/ LABO CUERVO - S.MA

10

NORBERTO(TORINO) FONTANA

29/12/1989

en arrecifes

KISSLING /

A.

3 2

2/04/1984,

25/04/1973,

KISSLING /

MARTÍNEZ

en el iso

: 152 Carreras 10 Victorias: GLIEMMO /

4

30/12/19

en

Mar Del

lata

: 234 Carreras 17 Victorias: Títulos: 2007 CANAPINO/

LABORITTO

ono/ 38 /Cr

14/03/1979,

en Junín

: 169 Carreras 7 Victorias: M. JUAREZ

/ M. OJEDA

22

19/01/1980,

: 288 Carreras 27 Victorias: Títulos: 2004 rosario 1/01/1966, en

M. JUAREZ

Del tala (er)

/ M. OJEDA

en loBería

JOSE MARIA LOPEZ (DODGE)

21

O JUAN PABL GIANINI (FORD)

(Ba)

O / GARCÍA

: 165 Carreras 2 Victorias: 23/10/1978,

en salto

(Ba)

GIANINI/ AGUT

A DEFEN LA COR DER ONA

(Ba)

LABORITO

24

LEONEL PERNIA (DODGE)

: 74 Carreras 3 Victorias: en río tercero 26/04/1983,

: 55 Carreras 2 Victorias: 27/09/1975,

(cBa)

. PIATTI / AGUT

ICIÓN-A

OIL COMPET

en lanús

W. ALIFRAC

(sf)

GLIEMMO /

23

OMAR Z (FORD) MARTINE

CO / AGUT

: 169 Carreras 11 Victorias: Títulos: 2009

: 159 Carreras 7 Victorias:

ruguay (er)

E GABRIEL PONC DE LEON (FORD) (Ba)

en carreras

MARIANO LET) ALTUNA (CHEVRO

ICIÓN

Morón (Ba)

EMANUEL (FORD) MORIATIS

: 81 Carreras 2 Victorias:

4/03/1982,

BONELLI COMPET

5

18

N

20

en

PORFIRI-ALIFRA

COS JUAN MAR(DODGE) ANGELINI

: 81 Carreras Mejor : 3º resultado u en c. Del 1/09/1975,

CHRISTIAN(CHEVROLET) LEDESMA P (Ba)

21/09/1980,

ANO JUÁREZ / CASTELL

O / M. ESTEBA

: 221 Carreras 13 Victorias:

O

21/10/1986,

CUERVO-MAURIÑ

PROSPERO(FORD) BONELLI

LABORITO

4/02/1976,

17

(er) 88, en Paraná

19

14

(Ba)

O

: 77 Carreras 3 Victorias:

Aquél grito qu e pegó se coro cuando Plata es nó en La en la histá fresco to ria del TC. Sin campe embargo el escribi ón empezó a r otro capítulo en M idéntico ar de Ajó, co n s sueñ os y las misma ilu persigu siones que e de sde empezó en ka que rting.

(er)

DIEGO (FORD) AVENTIN

: 182 Carreras 2 Victorias:

(Ba)

en concorDia

JUÁREZ / ALONSO

en Pigüé

31

| Entrevista

(Ba)

: 49 Carreras Mejor 2º posición: 27/02/1985,

/ LABORIT KISSLING-MATA

MARIANO(FORD) WERNER

en alto

: 273 Carreras 27 Victorias: 2000, Títulos: 1998,`11 y `01, `02, `08

11

SERGIO ALAUX (CHEVROLET)

| La carrera

LABORITO

(Ba)

ANO VENTURI / CASTELL

22/11/1976,

LABORIT ALIFRACO /

MATIAS LET) ROSSI (CHEVRO D V (Ba)

en loBería

CASTELLANO

13

en arrecifes

CANAPINO /

MARTIN ) PONTE (TORINO

: 112 Carreras 2 Victorias:

: 145 Carreras 2 Victorias:

15

19/01/1990,

A

JONATAN NO (DODGE) CASTELLA

(Ba)

en lanús

: 64 Carreras 2 Victorias: Títulos: 2010

(cBa)

WCC SCUADR

16/05/1985,

EMILIANO(DODGE) SPATARO

25/05/1976,

O GUILLERM(CHEVRO LET) ORTELLI s (Ba)

en isla VerDe

TIS

O / DE BENEDIC

– S. MAURIÑ

20/01/1975,

: 32 Carreras 2 Victorias: (2012) Título: 1 -

22/05/1989,

necochea (Ba)

8

AGUSTIN (CHEVROLET) CANAPINO

: 51 Carreras 3 Victorias:

: 95 Carreras 3 Victorias: 86, en

MAURO ARDO (Ford) GIALLOMB

H.

7

ISTA JUAN BAUT IS (FORD) DE BENEDICT

DE LOS PILOTOS

8

NESTOR I (DODGE) GIROLAM

DOLE

en tanDil

G/ RACING-KISSLIN

(Ba)

C. GARÓFALO

/ 39 /Crono

/Cro

no/

31

13 de febrero de 2013

36 38

La actividad en Mar de Ajó dejó material para el análisis, como el rendimiento de los Chevrolet de Canapino y Rossi, que evaluarán la próxima fecha el ritmo de sus autos con y sin lastre.

Estuvimos con el campeón Mauro Giallombardo para saber como prepara su defensa del título y también buscando reflejarte que opina de los cambios al reglamento deportivo.

| Motores

La ACTC sigue adelante con el proyecto de aumentar la potencia y te contamos en qué punto se encuentra este emprendimiento y el de los chasis.

| Los protagonistas Piloto por piloto, equipo por equipo, cantidad de carreras y mejores actuaciones, para que puedas llevar las estadísticas de cada uno a lo largo de todo el campeonato.

POSTER CENTRAL 4 /Crono/


|Editorial|

no pueden con su genio...

A. Enrique de la Fuente

edelafuente_09@yahoo.com.ar

Es el comienzo de otra temporada y los que hacemos Crono nos sentimos verdaderamente encantados de volver a la tarea periodística y llevarles con total fidelidad las alternativas de la categoría Máxima. En esta oportunidad, como habrán notado, renovados. Con un diseño de revista que amplía el centimetraje de las páginas, dando mayor relevancia a la cobertura gráfica y con un papel que eleva el nivel de presentación: el de un producto ubicado siempre a la altura de nuestro exigente automovilismo. Pero esto es solo el comienzo: como habrán podido apreciar en las páginas anteriores estamos pensando en más cambios. Esto es solo un anticipo, porque en lo sucesivo se vienen más transformaciones, no sólo en la plataforma, también en el contenido, con otro despliegue, otra diagramación, más una mirada más profunda de los acontecimientos, con el mismo acervo profesional, tanto de los generales como de los particulares. Vas a ver de acá en adelante como te iremos sorprendiendo. Mientras tanto te damos la última información de TC, con todos los cambios al reglamento deportivo, el calendario, un poster del ganador y todo lo que hay que saber para estar a tono y comenzar a disfrutar de este nuevo campeonato de TC .

FOTOS ACTC

Renovados en todo sentido

Gastón Crusitta, experimentado mecánico, extrañaba ensuciarse las manos…

“Giallomba” se entretuvo ploteando su Falcon

A.E. de la Fuente Director Crono y Crono TC

STAFF CRONO es una publicación propiedad de Crono Producciones SRL Director: Angel Enrique de la Fuente

Dres. Héctor Latorraga y Claudia Capó

(edelafuente_09@yahoo.com.ar).

Distribución en Cap. Fed. y Gran Bs.As.:

Jefe de Redacción: Domingo Camarda

Tricerri y Bignami

Redactores: Emanuel Ruiz y Matías Russo

Distribución en Interior:

Fotografía: BH Fotos

Distribuidora Austral de Publicaciones S.A

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Redacción y Oficina comercial: Santa

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Juana de Arco 4092, Ciudadela (1702) Bue-

(15) 4492-1007 y 4488-4380.

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/Crono/ 5


La foto deL fin de semana FOTO GENTILEZA ALBERTO CANAPINO

♫ ...“Vení, vení, cantá conmigo que un amigo vas a encontrar, que de la mano, de CANAPINO, todos la vuelta vamos a dar”... ♪

6 /Crono/


/Crono/ 7


TC - 1º FECHA, mAr dE Ajó, dEL 8/2 AL 10/2/13

OTRO EXAMEN Agustín Canapino consiguió su segundo triunfo en el circuito costero y subió por cuarta vez al podio sobre cinco participaciones.

Un planteo de carrera silencioso y sin entrar en roces llevó al campeón Mauro Giallombardo al segundo escalón del podio.

8 /Crono/


N APROBADO

Agustín Canapino ganó la final del Gran Premio Plusmar en Mar de Ajó ante 35 mil personas. Controló sin inconvenientes la punta desde la novena vuelta tras la superación a Rossi y completaron el podio los Ford del campeón Mauro Giallombardo y Diego Aventin.

/Crono/ 9


Con lo que le queda de fuerzas, Canapa festeja y hace delirar a La 15

Diego Aventín estuvo en la pelea y alcanzó el tercer escalón del podio.

El poleman, Matías Rossi, lideró los primeros nueve giros de la final, luego perdió ritmo y cayó al 4º puesto

TEXTOS D. F. C. FOTOS BH

S

e hizo desear pero llegó. El Turismo Carretera llevó a cabo su fecha inicial y fue Agustín Canapino el encargado de quedarse con el triunfo en el mismo escenario donde había ganado la última vez. La clave estuvo en la novena vuelta, con una notable maniobra de superación en la que le ganó la posición a Matías Rossi. Se trató de la primera victoria

10 /Crono/

de Canapino en el TC en 2 años: en 2011 se había impuesto también en Mar de Ajó. De esta forma, el corredor de Chevrolet quedó al tope de la tabla de posiciones con 45 puntos. No fue una sorpresa mayúscula esta victoria a juzgar por las pruebas realizadas en Nueve de Julio y el fantástico tiempo en la clasificación del viernes, en la que Agustín marcó la pole provisoria. El sábado, un problema en los balancines del motor no le permitió confirmarla, pero aún así el equipo JL Kun 16, con Alberto Canapino y Johnny

Laborito a la cabeza, solucionó el inconveniente y volvió a darle al arrecifeño un gran auto que el domingo le permitió lograr la victoria en la serie y la Final. Fue a fondo en el primer parcial, aprovechando el abandono de Lionel Ugalde (bomba de aceite) y construyó la serie más veloz de las tres. En la largada de la Final perdió en el pique frente a Matías Rossi y tuvo que defenderse de los ataques de Diego Aventin, con quien protagonizó un roce tras lo cual el de Ford pisó la tierra y cayó al tercer lugar, detrás

del campeón Mauro Giallombardo. “Fue un toque de carrera” reconocieron ambos involucrados. Fue cuando Canapino lo tuvo a tiro a Matías: en su intento de superación quedó mal perfilado para el curvón y allí Diego, muy despierto, metió el auto. Así se zambulleron en la curva siguiente y se aplaudieron los autos, el Ford por el lado externo de la pista y el Chevrolet por el sector interno. “Él buscó poner el auto sin sacarme de pista. Yo traté de aguantar y después hubo en toque en pleno curvón, donde los


Norberto Fontana fue el mejor representante de Torino, arribó 9º

Arrancó motivado el Pato Silva, llegó 5º tras mantener a raya a Christian Ledesma a lo largo de las 25 vueltas.

Ventricelli: ”me pelean el puesto treinta como una Victoria en el tc pista”.

/Crono/ 11


autos se pusieron de costado y luego sobrevino otro roce en la chicana”, señaló Canapino. Tras esa maniobra, con el “Pumita” retrasado y la “Rana” en la tercera posición, Canapino se escapó en el segundo lugar y con el correr de las vueltas alcanzó nuevamente a Rossi. A esa altura su auto perdía menos rendimiento que el del puntero, se acomodó a la cola de la Chevy y cuando ingresaron a la curva dos emparejó la marcha por afuera, para luego quedar por adentro de la pista en la curva tres y realizar el sobrepaso perfecto que le permitió estar en lo más alto del podio. A su vez, el “Granadero” resistió lo que pudo y eso lo llevó a perder posiciones con Giallombardo y Aventin, respectivamente. ¿O tal vez Rossi no quiso llevarse el triunfo para no cargar los kilos? La sospecha surge de los dichos del piloto el sábado, avisando que la estrategia ideal continúa siendo la de ganar en la última competencia del año, pero parece difícil que Matías haya levantado. Sin ir más lejos, cuando lo termina de superar Canapino, quiso recuperar la posición intentando hacer “La tijera”, y se vio con claridad como el auto quedó patinando.

Los cuatro volantes que dieron espectáculo en Mar de Ajó: Rossi, Canapino, Aventín y Giallombardo.

Sergio Alaux se metió en el top ten con el Chevrolet del Dole

Final a todo Canapino

“Estoy muy feliz por la carrera y porque la quería ganar. Me había quedado esa deuda del año pasado y como dicen, el automovilismo da revancha”, fueron las palabras del ganador una vez que se bajó del podio. No la pasó bien arriba del auto. Tuvo que tomar un analgésico para contrarrestar un virus estomacal que lo tuvo a maltraer toda la semana previa a este compromiso. De hecho bajó dos kilos en siete días y le pidió a su padre que le pusiera la dirección hidráulica lo más blanda posible. Pudo terminar su tarea pero al final de la competencia le faltó un poco de aire cuando bajó del auto. ¿Cómo viviste la carrera? Bien, el tema fue cuando se te va un poco la adrenalina y te aflojás. Ahí me faltó un poco el aire, pero pude recuperarme enseguida. La carrera estuvo buena. Fue importante para

12 /Crono/

el espectáculo que Rossi me haya ganado la largada porque si me escapaba de entrada iba a tener menos interés. El venía cuidando hasta que lo pude pasar. Antes de eso tuvimos el toque con Diego Aventin, fruto de una pelea intensa. ¿Creés que Matías quería ganar? Sí, creo que todos salimos a ganar. A Matías lo vi con una determinación importante en la largada y después como defendió su posición. Venia de costado, algo incongruente sino se quiere ganar. El problema del año

pasado con los kilos ahora no existe: antes eran 30 por victoria y volvías a cargar si ganabas, ahora no, son 20 y listo. Es casi el 50% de lo que era el año pasado. Es mucho, por eso quería la victoria. Es bueno empezar así porque se trabaja desde la segunda fecha con los kilos apuntándole a la Copa de Oro. Además en el TC nunca sabes cuándo vas a poder ganar.

Cambios con los kilos

El tema del lastre (ver la tabla en el recuadro correspondiente) puede ser

todavía, a decir de varios, desequilibrante, aunque por cierto en menor medida que el año pasado. En este sentido los observadores podrán analizar dos caminos: la referencia a partir de ahora será Canapino, que irá a la próxima competencia de Neuquén con 35 kilos más que sus rivales (excepto los Chevrolet, que será de 20). Rossi, en cambio, representará mientras no gane la otra cara de la estrategia. “Después de todo lo que se habló de los kilos mi objetivo siempre fue ganar.


Christian Ledesma mostr贸 un buen potencial, aunque no pudo avanzar en la final y lleg贸 6潞

Luciano Ventricelli, campe贸n del TC Pista, no pudo completar la final tras recibir un toque del Pope Bonelli.

/Crono/ 13


El Chevrolet es el auto que más penaliza, pero a la vez creo que se puede pelear el título. Estoy con confianza y con ganas de que llegue la próxima carrera para saber cómo rendirá el auto. No le temo a los kilos y me gusta el desafío”, concedió el ganador. Alberto Canapino, su padre chasista, ya probó con 20 kilos más sobre la coupé de su compañero de equipo, Christian Ledesma. Y además, con el problemita de motor que Agustín padeció el sábado, el equipo aprovechó y lo mandó a girar con el tanque de combustible a pleno para evaluar el ritmo del auto en condiciones similares a las que deberá afrontar de aquí en adelante. Más allá de que se mantiene vigente la posibilidad de especular con una victoria, lo cierto es que esa estrategia vale mucho menos que el año pasado ya que el sistema invita a ganar mucho antes de la fecha 16. Lo que sí hay que reinterpretar de

Después De mucho tiempo uN cheVRoLet Le GANÓ uNA LARGADA AL FoRD. (Rossi A siLVA eN su seRie) cero es como correr por los puntos: objetivamente se hace una buena diferencia en las cuatro primeras posiciones, ya que del quinto puesto para atrás la brecha es de sólo una unidad. Pero aún así, algunos opinan que el sistema estimula a ganar y otros a no parar, o lo que es lo mismo, a sufrir un castigo muy grande por un abandono. En fin, todo dependerá la posición en la que se juegue el piloto y sus necesidades: si hay que adelantar un lugar para ganar un punto habrá que evaluar

14 /Crono/

José Savino y Gabriel Ponce de León se encontraron en la final. El “Nacho” llegó 13º; mientras que el de Junín abandonó a cuatro vueltas del cierre

El local Adrián Oubiña redondeó un gran trabajo con el 12º puesto

bien donde arriesgar, porque de lo contrario se puede perder todo con un despiste. Los que estuvieron en la lucha por la punta en esta primera carrera arriesgaron, ya que hubo maniobras al límite. Tanto Canapino como el mismo Aventin, con la prueba del roce entre sus autos, corrieron sin objeciones por la victoria. En estas posiciones no hubo margen de especulación y tampoco en Canapino al momento de ir por Rossi. Una vez en la punta Canapino comenzó a tener el control de los tiempos y

Las Dodge no fueron competitivas el fin de semana. Juan Martín Trucco fue el mejor representante de la marca con el 15º puesto

a manejar el ritmo de carrera, por lo que la acción disminuyó. Detrás suyo Giallombardo intentaba acortar distancias y cuando faltaban pocas vueltas parecía que el campeón podía dar pelea, pero la exigencia era mucha y nada pudo hacer frente al andar del arrecifeño, en especial cuando Aventin comenzó a presionarlo para escalar un lugar más en el podio. “Fue una linda carrera, a fondo, peleada al principio y estratégica al final para poder alcanzar a Agustín. Lamentablemente se desgastó el

auto, pero fue un gran trabajo, un negocio perfecto, arrancamos muy bien el año y espero que podamos seguir en la misma senda”, explicó Giallombardo, en tanto que Aventin aseguró que está para dar batalla en el torneo. Detrás del terceto de punta finalmente quedó Rossi, seguido por el Ford de Juan Manuel Silva, la Chevy de Christian Ledesma, los Falcon de Mariano Werner y Juan Bautista De Benedictis y el Torino de Norberto Fontana, mientras que Sergio


Pelean el Chivo de Ledesma y la Dodge de Pechito López. El cordobés estaba entre los diez pero se despistó y cayó al puesto 26º. Atrás los siguen Ponce, Josito Di Palma, que abandonó temprano la final y Okulovich.

Los Ford de Mariano Werner y Johnnito De Benedictis pelearon por el 7º y 8º puesto

/Crono/ 15


Alaux le puso el moño al “top ten” del fin de semana.

Altos y bajos

Guillermo Ortelli no fue lo competitivo que esperaba, sumó un 16º lugar en la final

Dijimos que arrancó bien el Turismo Carretera. La sensación que dejó la primera carrera fue equiparable a los mejores arranques de temporada. El TC que vimos en la costa sigue fuerte en cantidad y calidad de vehículos y pilotos. Las incorporaciones y actuaciones de Guerrieri, Ardusso, Nico Bonelli (el mejor debutante) y Ventricelli aportaron calidad más allá de las particularidades experimentadas por cada uno en carrera. Algunos cambios de marca como los pases a Dodge de Pernia y Pechito López fueron efectivos y obtuvieron buenos parciales, por momentos mejores que los de otros referentes de la marca, como Spataro y Tucco. Pechito clasificó cerca de la punta y Pernía tuvo una buena herramienta hasta la participación en su serie,

donde se le trabó la caja de velocidades. El propio López dijo que el auto era rápido pero tiene que adaptar más su manejo. Los que finalizaron en los seis primeros lugares estuvieron a tono con las expectativas generadas a fines del año pasado: Cuervo metió sus tres autos entre los ocho mejores (como siempre, corre campeonatos). Por lo demás, hay que darse margen como para evaluar situaciones técnicas y deportivas. Con un solo fin de semana no se puede ser determinante en los juicios. El Pato Silva cumplió un buen papel aunque no pudo con Rossi. Llegar a la cola del “Granadero” resultó sencillo pero prefirió sumar los puntos cuando vio que no le iba a resultar fácil superarlo. El tiempo dirá si hizo bien en dejar pasar la oportunidad de arriesgar o no. El debut de Nico Bonelli -quinto en la serie con el auto de su hermano- fue auspicioso. Lo mismo que Mariano Altuna, séptimo hasta la última vuelta con el Chevrolet de los hermanos Laborito (el auto se quedó

16 /Crono/

El Tati Angelini llegó mezclado en el pelotón de las Dodge. Arribó 23º.

sin tracción). En el debe quedan las tareas de Castellano, que directamente pidió cambiar el auto para la próxima en Neuquén. Martin Ponte –uno de los que había andado bien a fines del 2012- no pudo mantener el nivel y estuvo perdido con su Torino (quedaron 22º y 27º respectivamente). El Bebu Girolami fue otro de los que no cumplieron con las expectativas. A bordo de un Torino del equipo WCC del Bocha Ciantini, no

clasificó mal, pero tuvo problemas con el motor. Ponce de León, ahora en el equipo del Gurí Martínez, mostró en cambio un buen potencial aunque no pudo sumar puntos gordos. Al igual que Lionel Ugalde, quién punteaba su serie hasta quedarse por un problema con la bomba de aceite. Guerrieri, novato absoluto con este tipo de autos, mejoró dos segundos y medio del viernes al domingo. Hay que entender que su

estilo de manejo está en las antípodas de estos autos (viene de manejar más potencia con menos kilos). En la Final hizo tres trompos, síntoma de exigir al auto hasta el límite, y al final completó el total de vueltas de la carrera. En cierta forma se midió contra él mismo. Le queda por bajar el segundo más difícil, el que se logra sacándole el jugo al auto a las gomas y con el conocimiento de los circuitos.


Emiliano Spataro llegó 21º luego de largar desde el cajón nº30

Excelente debut del subcampeón de TC Pista Nicolás Bonelli en la máxima, arribó 11º

/Crono/ 17


NUEVO SISTEMA DE PUNTAJE Y LASTRE L

a Comisión Asesora y Fiscalizadora (CAF) de la ACTC, confirmó el nuevo sistema de puntaje a utilizar durante cada unas de las competencias finales de la presente temporada. Este nuevo régimen de puntuación será utilizado en el Turismo Carretera, TC Pista, TC Mouras y TC Pista Mouras. 1º Puesto: 2º Puesto: 3º Puesto: 4º Puesto: 5º Puesto: 6º Puesto: 7º Puesto: 8º Puesto: 9º Puesto: 10º Puesto: 11º Puesto: 12º Puesto: 13º Puesto: 14º Puesto: 15º Puesto: 16º Puesto: 18º Puesto: 19º Puesto: 20º Puesto: 21º Puesto: 22º Puesto: 23º Puesto: 24º Puesto: 25º Puesto: 26º Puesto: 27º Puesto: 28º Puesto: 29º Puesto: 30º Puesto: 31º al 40 Puesto: 41º al 45 Puesto:

40 37 34 31 30 29 28 27 26 25 24 23 22 21 20 19 17 16 15 14 13 12 11 10 9 8 7 6 5 3 2

puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos puntos

Las Series Clasificatorias conservarán el puntaje habitual que rigió en 2012.

PUNTOS BONUS

Todo piloto clasificado a cada una de las Copas y que haya obtenido victorias a lo largo de la temporada previa al comienzo de la Copa, obtendrá 8 puntos de bonus por cada triunfo que serán aplicados al puntaje de este piloto en el arranque de la etapa definitoria. Además se aumentó de 7 a 15 la asignación de puntos al ganador de la etapa regular en cada una de las categorías.

18 /Crono/

Como ejemplo citemos que si un piloto gana la etapa regular con dos triunfos comenzará a disputar la Copa de Oro con 31 puntos (8 + 8 + 15).

SISTEMA DE LASTRE

Junto al sistema de puntos, la ACTC también modificó las penalizaciones por victoria. A partir de este torneo el lastre aplicado a los autos es menor, con lo que se busca conseguir que las estrategias de los pilotos/equipos

estén desprovistas de prácticas especulativas. Esta es la tabla: Victorias Kilos 1 20 2 10 3 5 En pocas palabras: el que gana sumará 20 kilos. Si vuelve a hacerlo le pondrán 10 y si consigue repetir por tercera vez, 5. Para los clasificados a la Copa de Oro con más de 20 kilos de lastre (producto de más de un triunfo) se los

quitarán hasta quedar en 20. Y a los que ingresen al playoff sin victorias y ganen en alguna de esas cinco carreras, cargarán 20 como máximo. Eso sí, en caso de repetir, no cargarán más kilos. Pero atención, nada es definitivo. El reglamento es abierto y si algo no sale como a la ACTC le agrada, no es extraño que vuelvan a emparchar algunos desequilibrios con nuevos cambios. Como el año pasado, ¿vieron?


/Crono/ 19


los números del TC - 1º FeCHA, mAr de Ajó, del 8/2 Al 10/2/13

1º FECHA

Pruebas de clasificacion Pos. nº

1º 2

Piloto

ROSSI, MATÍAS

Marca

tieMPo/dif

2º 28 UGALDE, LIONEL

FORD

a 0.139

3º 14 AVENTIN, DIEGO

FORD

a 0.246

4º 111 SILVA, JUAN MANUEL

FORD

a 0.299

5º 8

CHEVROLET

a 0.304

6º 20 ALTUNA, MARIANO

CHEVROLET

a 0.348

7º 4

LEDESMA, CHRISTIAN

CHEVROLET

a 0.378

8º 1

GIALLOMBARDO, MAURO FORD

CANAPINO, AGUSTÍN

FORD

a 0.462

10º 23 LÓPEZ, JOSÉ MARÍA

DODGE

a 0.548

11º 9

FONTANA, NORBERTO

13º 5 15º 6

TORINO

a 0.591

DODGE

a 0.648

PONCE DE LEÓN, GABRIEL FORD

14º 24 PERNÍA, LEONEL

DODGE

DE BENEDICTIS, JUAN B. FORD

16º 37 DI PALMA, JOSITO

TORINO

a 0.764 a 0.816

CHEVROLET

a 0.882

FORD

a 0.889

19º 25 SAVINO, JOSÉ

FORD

a 0.897

20º 98 BONELLI, NICOLÁS

FORD

a 0.906

ORTELLI, GUILLERMO

CHEVROLET

a 0.928

TORINO

a 0.959

23º 21 GIANINI, JUAN PABLO

FORD

a 0.975

24º 35 SOTRO, LEONEL

FORD

a 1.019

25º 29 BASSO, MARTÍN

CHEVROLET

a 1.020

26º 33 OUBIÑA, ADRIÁN

FORD

a 1.111

27º 12 SPATARO, EMILIANO

DODGE

a 1.354

28º 7

TORINO

a 1.422

GIROLAMI, NÉSTOR

29º 101 GUERRIERI, ESTEBAN

DODGE

a 1.439

30º 30 JUAN, MAXIMILIANO

FORD

a 1.453

31º 45 DE CARLO, DIEGO

CHEVROLET

32º 38 URRETAVIZCAYA, TOMÁS TORINO 33º 61 VENTRICELLI, LUCIANO

a 1.462 a 1.525

DODGE

a 1.534

34º 17 ANGELINI, JUAN MARCOS DODGE

a 1.557

35º 85 RISATTI, RICARDO

DODGE

a 1.558

36º 27 JALAF, MATÍAS

FORD

a 1.603

37º 11 PONTE, MARTÍN

TORINO

a 1.679

38º 10 CASTELLANO, JONATAN

DODGE

a 1.692

39º 36 NOLESI, MATHIAS

FORD

a 1.721

40º 19 BONELLI, PRÓSPERO

FORD

a 1.897

41º 83 ARDUSSO, FACUNDO

DODGE

a 1.913

42º 39 VERNA, RAFAEL

DODGE

a 2.368

43º 41 MAZZACANE, GASTÓN

CHEVROLET

a 2.376

44º 50 CANDELA, ENRIQUE

FORD

a 3.286

45º 182 KOHLER, CLAUDIO

DODGE

a 3.585

46º 40 CAMPANERA, LAUREANO CHEVROLET

a 3.686

47º 46 DOSE, CHRISTIAN

CHEVROLET

a 4.518

48º 75 PACHO, ARIEL

TORINO

a 5.841

PROMEDIO: 172.270 KM/H. RECARGOS POR TÉCNICA: NRO. 182 (KOHLER); NRO. 40 (CAMPANERA); NRO. 46 (DOSE) Y NRO. 7 (GIROLAMI): 6/10 POR CAMBIO DE MOTOR RECARGO DE 8 PUESTOS: NRO. 85 (RISATTI) POR HECHOS CARRERA TC LA PLATA 2/12/2012

20 /Crono/

Lionel Ugalde cumplió una destacada labor hasta una falla en la bomba de aceite cuando venia ganando la serie.

a 0.735

17º 13 ALAUX, SERGIO

21º 3

Soleado (viernes y sábado) y el domingo parcialmente nueblado.

a 0.750

18º 22 MARTÍNEZ, OMAR

22º 31 OKULOVICH, CARLOS

El clima

a 0.459

9º 15 WERNER, MARIANO

12º 26 TRUCCO, JUAN MARTÍN

AUTODROMO ROTONDA DE MAR DE AJÓ, 4.695 M.

CHEVROLET 01:38.127

PriMera serie Pos.

1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º 14º 15º 16º

Piloto

ROSSI, MATÍAS SILVA, JUAN MANUEL LEDESMA, CHRISTIAN LÓPEZ, JOSÉ MARÍA PONCE DE LEÓN, GABRIEL SAVINO, JOSÉ OKULOVICH, CARLOS DI PALMA, JOSITO BASSO, MARTÍN GIROLAMI, NÉSTOR ANGELINI, JUAN MARCOS DE CARLO, DIEGO PONTE, MARTÍN BONELLI, PRÓSPERO CAMPANERA, LAUREANO MAZZACANE, GASTÓN

seGunda serie tieMPo/dif

Pos.

08:22.227 a 3.169 a 3.518 a 6.533 a 6.846 a 8.317 a 9.071 a 10.903 a 13.221 a 14.162 a 14.482 a 19.524 a 20.399 a 20.802 a 21.471 a 22.108

1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º 14º 15º 16º

PROMEDIO: 168.658 KM/H. RÉCORD DE VUELTA: NRO. 2 (ROSSI) EN LA 2ª CON 1M39S516 A 169.865 KM/H.

Piloto

CANAPINO, AGUSTÍN GIALLOMBARDO, MAURO FONTANA, NORBERTO ALAUX, SERGIO BONELLI, NICOLÁS OUBIÑA, ADRIÁN GIANINI, JUAN PABLO PERNÍA, LEONEL URRETAVIZCAYA, TOMÁS RISATTI, RICARDO CASTELLANO, JONATAN ARDUSSO, FACUNDO GUERRIERI, ESTEBAN CANDELA , ENRIQUE DOSE, CHRISTIAN UGALDE, LIONEL

tercera serie tieMPo/dif

08:21.314 a 3.738 a 8.350 a 9.141 a 9.400 a 10.393 a 11.868 a 13.207 a 16.642 a 17.092 a 17.464 a 22.200 a 25.757 a 30.922 a 44.136 a 1;07,571

PROMEDIO: 168.563 KM/H. RÉCORD DE VUELTA: NRO. 8 (CANAPINO) EN LA 2ª CON 1M39S788 A 169.402 KM/H.

Pos.

1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º 14º 15º 16º

Piloto

AVENTIN, DIEGO ALTUNA, MARIANO WERNER, MARIANO DE BENEDICTIS, JUAN B. TRUCCO, JUAN MARTÍN MARTÍNEZ, OMAR SOTRO, LEONEL ORTELLI, GUILLERMO JUAN, MAXIMILIANO SPATARO, EMILIANO JALAF, MATÍAS VENTRICELLI, LUCIANO NOLESI, MATHIAS KOHLER, CLAUDIO VERNA, RAFAEL PACHO, ARIEL

PROMEDIOS E INCIDENCIAS NO SUMINISTRADOS POR LA ACTC

tieMPo/dif

08:22.900 a 3.081 a 4.354 a 8.845 a 9.614 a 13.050 a 13.357 a 14.597 a 14.824 a 17.780 a 18.592 a 19.099 a 19.517 a 22.890 a 23.541 a 37.132


“Canapa” festeja con La 15.

EL GANADOR

final (25 vueltas) Pos.

CANAPINO, AGUSTÍN

GIALLOMBARDO, MAURO

AVENTIN, DIEGO

a 3.013

ROSSI, MATÍAS

a 19.253

SILVA, JUAN MANUEL

a 19.396

LEDESMA, CHRISTIAN

a 21.304

WERNER, MARIANO

a 23.422

DE BENEDICTIS, JUAN B.

a 23.766

FONTANA, NORBERTO

a 26.645

10º

ALAUX, SERGIO

a 34.280

11º

BONELLI, NICOLÁS

a 40.055

12º

OUBIÑA, ADRIÁN

a 41.146

13º

SAVINO, JOSÉ

a 41.802

14º

MARTÍNEZ, OMAR

a 42.923

15º

TRUCCO, JUAN MARTÍN

a 43.722

16º

ORTELLI, GUILLERMO

a 44.479

17º

SOTRO, LEONEL

a 45.242

18º

PERNÍA, LEONEL

a 45.625

19º

GIANINI, JUAN PABLO

a 46.902

20º

URRETAVIZCAYA, TOMÁS

a 53.039

21º

SPATARO, EMILIANO

a 54.195

22º

CASTELLANO, JONATAN

a 54.448

23º

ANGELINI, JUAN MARCOS

24º

RISATTI, RICARDO

a 1:00.674

25º

JALAF, MATÍAS

a 1:03.840

26º

LÓPEZ, JOSÉ MARÍA

a 1:04.193

27º

PONTE, MARTÍN

a 1:15.685

28º

KOHLER, CLAUDIO

a 1:22.550

GIALLOMBARDO

29º

BONELLI, PRÓSPERO

a 1:24.802

ALTUNA

30º

GIROLAMI, NÉSTOR

a 1:30.354

WERNER

31º

VERNA, RAFAEL

a 1:34.245

LOPEZ

32º

DOSE, CHRISTIAN

a 1:38.708

33º

CANDELA, ENRIQUE

a 1:40.886

34º

GUERRIERI, ESTEBAN

a 1:43.229

35º

CAMPANERA, LAUREANO

a 1:44.143

SAVINO

36º

DE CARLO, DIEGO

a 1:45.472

MARTÍNEZ

37º

ALTUNA, MARIANO

a 4 vtas.

GIANINI

38º

PONCE DE LEÓN, GABRIEL

a 4 vtas.

DI PALMA

39º

OKULOVICH, CARLOS

a 8 vtas.

40º

BASSO, MARTÍN

41º

VENTRICELLI, LUCIANO

a 12 vtas.

42º

NOLESI, MATHIAS

a 17 vtas.

43º

JUAN, MAXIMILIANO

a 17 vtas.

SPATARO

44º

ARDUSSO, FACUNDO

a 21 vtas.

CASTELLANO

45º

DI PALMA, JOSITO

a 22 vtas.

Fecha de Nacimiento: 19 de Enero de 1990 Lugar de Nacimiento: Arrecifes, Buenos Aires Debut en TC: 08/02/09 en Mar de Ajó Carreras disputadas: 64 Victorias en series: 14 Victorias en finales: 3 El Gurí Martínez completo la final en el 14º puesto.

grilla final de tc

marca Por marca marca

“Poles”

1 -

series

2 1 -

carreras

1 -

Podios

1 2 -

records vta.

1 -

CANAPINO

FILA 02

AVENTÍN

FILA 03

SILVA

FILA 04

LEDESMA

FILA 05

FONTANA

FILA 06

ALAUX

FILA 07

PONCE DE LEÓN

FILA 08

TRUCCO

FILA 09

OUBIÑA

FILA 10

OKULOVICH

FILA 11

SOTRO

FILA 12

PERNÍA

FILA 13

BASSO

FILA 14

URRETAVIZCAYA

FILA 15

RISATTI

FILA 16

ANGELINI

FILA 17

JALAF

FILA 18

ARDUSSO

FILA 19

NOLESI

FILA 20

GUERRIERI

FILA 21

KOHLER

FILA 22

CAMPANERA

FILA 23

DOSE

tiemPo/dif

Agustín Canapino

FILA 01

Piloto

ROSSI

DE BENEDICTIS N. BONELLI

ORTELLI JUAN GIROLAMI

43:07.572 a 1.174

a 56.235

a 9 vtas.

DE CARLO VENTRICELLI PONTE P. BONELLI CANDELA VERNA

PROMEDIO: 163.323 KM/H. RECORD DE VUELTA: NRO. 1 (GIALLOMBARDO) EN LA 2ª CON 1M41S947 A 165.815 KM/H. APERCIBIDOS: NRO. 9 (FONTANA) POR BARRIDO DE PISTA AL NRO. 6 (DE BENEDICTIS); NRO. 19 (BONELLI P.) POR TOQUE AL NRO. 61 (VENTRICELLI).

/Crono/ 21


22 /Crono/

RIO CUARTO 04/08

PARANÁ 25/08

ChUBUT 08/09

SAN LUIS 29/09

LA PLATA 13/10

LA PAMPA 03/11

BUENOS AIRES 24/11

-

BUENOS AIRES 21/07

45 41.5 39 38 34.5 33 32 30.5 30 28.5 27 25.5 24.5 23.5 23 20.5 20 18.5 18 16 14.5 13 12.5 12 11.5 10 8 7.5 7 6 6 5.5 5 4 3.5 3 3 3 3 3 3 3 2 2 2 0 0 0

RAFAELA 30/06

45.00 41.50 39.00 38.00 34.50 33.00 32.00 30.50 30.00 28.50 27.00 25.50 24.50 23.50 23.00 20.50 20.00 18.50 18.00 16.00 14.50 13.00 12.50 12.00 11.50 10.00 8.00 7.50 7.00 6.00 6.00 5.50 5.00 4.00 3.50 3.00 3.00 3.00 3.00 3.00 3.00 3.00 2.00 2.00 2.00 0.00 0.00 0.00

POSADAS 09/06

Canapino A. Giallombardo M. Aventin D. Rossi M. Silva J. Ledesma C. Werner M. De Benedictis J. Fontana N. Alaux S. Bonelli N. Oubiña A. Savino J. Martínez O. Trucco J. Ortelli G. Sotro L. Pernía L. Gianini J. Urretavizcaya T. Spataro E. Castellano J. López J. Angelini J. Risatti R. Jalaf M. Ponte M. Altuna M. Kohler C. Bonelli P. Ponce de León G. Girolami N. Okulovich C. Basso M. Di Palma J. Verna R. Dose C. Candela E. Guerrieri E. Campanera L. De Carlo D. Juan M. Ventricelli L. Nolesi M. Ardusso F. Pacho A. Mazzacane G. Ugalde L.

RIO hONDO 19/05

8 1 14 2 111 4 15 6 9 13 98 33 25 22 26 3 35 24 21 38 12 10 23 17 85 27 11 20 182 19 5 7 31 29 37 39 46 50 101 40 45 30 61 36 83 75 41 28

OLAVARRÍA 28/04

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48

Piloto

MENDOZA 14/04

Pos. nº

JUNÍN 24/03

MAR DE AJÓ 10/02

Chevrolet Ford Ford Chevrolet Ford Chevrolet Ford Ford Torino Chevrolet Ford Ford Ford Ford Dodge Chevrolet Ford Dodge Ford Torino Dodge Dodge Dodge Dodge Dodge Ford Torino Chevrolet Dodge Ford Ford Torino Torino Chevrolet Torino Dodge Chevrolet Ford Dodge Chevrolet Chevrolet Ford Dodge Ford Dodge Torino Chevrolet Ford

Campeonato general

NEUQUÉN 03/03

marca

total de Puntos

etaPa coPa de oro

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-


parque cerrado

Se imponen loS logoS Si bien a principio de año se había insinuado la obligatoriedad de inscribir el logo de cada marca en la trompa de los autos, muchos pilotos y auspiciantes se vieron afectados por dicha norma porque incidía en el tamaño de las publicidades. Y si bien la ACTC no impuso su idea, esta no ha sido desterrada. Extraoficialmente estamos en condiciones de afirmar que van a seguir insistiendo hasta que todos los autos de TC y TC Pista aparezcan identificados con la marca. A los que les moleste la ubicación central le ofrecerán la opción de ponerlos equidistantes uno en cada extremo de la trompa. En la recorrida que hicimos por los boxes de Mar de Ajó vimos estos dos, pero seguro que irán apareciendo más a medida que avance el año.

ganaron Y ViaJaron con crono

Claudia Inés Rangone y Miguel Enrique Sosa disfrutaron un merecido paseo por boxes mientras que Matías Silva pasó a saludar a uno de sus ídolos, Mariano Altuna. Ambos participaron del sorteo en nuestro

a 50 añoS de lo de Juan El próximo 3 de marzo, fecha en la que el TC estará disputando su segunda carrera de la temporada, se cumplirán 50 años del accidente que sufrieran en Olavarría el gran Juan Gálvez y su acompañante Raúl Cottet, con tanta mala fortuna para el piloto, que fue despedido de la cupé Ford perdiendo así la vida. Como sucede en todos los aniversarios, la Agrupación Amigos de los Gálvez organizará un cálido y sentido homenaje, esta vez, en la que fuera la casa de Juan, en la calle Avellaneda 1841 de la Ciudad de Buenos Aires. El más campeón en la historia de Turismo Carretera vivió allí entre 1952 y 1963 y durante la reunión programada en el lugar se descubrirá una plaqueta en su homenaje. Al encuentro asistirán autoridades y dirigentes de las más encumbradas instituciones de este deporte, como el Automóvil Club Argentino, la ACTC y la Asociación Argentina de Volantes.

facebook (facebol.com/RevistaCronoTC) y se hicieron acreedores de las entradas para la competencia de Mar de Ajó. ¡Estén atentos que también vamos a sortear para la fecha de Neuquén!

/Crono/ 23


parque cerrado

reGLaMeNTo TÉcNIco SIN caMBIoS Al final no hubo grandes cambios con respecto al año pasado. Ninguna de las especulaciones que se echaron a rodar, como cargar con más kilos a los Ford para compensar los 100 cm3 de más que tienen sus motores o rebajar el peso mínimo de los Dodge para elevarles la competitividad con respecto al año pasado, vieron la luz. Lo que el Departamento Técnico de la ACTC dió a conocer como una de las modificaciones principales tiene que ver con las trompas, que ya son provistas exclusivamente por la categoría, al igual que el splitter. Desde esta carrera, las mismas son controladas en cualquier momento durante el fin de semana de competencia por medio de plantillas de control dimensional. El peso mínimo de las mismas deberá ser: a)Trompa modelo (Alifraco de paragolpe alto) 11,5 Kg -1kg b)Trompa modelo (Alifraco de paragolpe bajo) 11,5 Kg -1kg c)Trompa modelo (Alifraco larga) 12 Kg -1kg d)Trompa modelo (Cuervo con branquias) 11,5 Kg -1kg d) Trompa modelo (Cuervo lisa) 11,5 Kg -1kg e) Trompa modelo (redonda) 11,5 Kg -1kg Spoylers: habrá de tres tipos y estas son sus medidas: a)de 60 mm peso mínimo 2,2 Kg -500grs b)de 80 mm peso mínimo 2,5 Kg -500grs c)de 100 mm peso mínimo 2,8 Kg -500grs

Peso y cilindrada vigente

Como se dijo, el peso mínimo de los autos sigue respetando la cota del 2012, es decir: 1.275 kilos para Ford, Dodge y Torino y 1.290 para Chevrolet. La cilindrada, otra de las cosas que se cambiaron a mitad del año pasado, también será la misma con la que se terminó el ejercicio 2012: 3210cc para Ford y 3110cc para el resto.

Tc MouraS 2013 Fueron autorizados a subir del TC Pista Mouras los 13 primeros del campeonato: Augusto Carinelli, Gonzalo Montenegro, Kevin Icardi, Nicolás Ottati, Juan Ronconi, Cristian Giuliano, Mariano Pernía (seguirá su campaña en la C2 del TN), Gastón Granel, Gabriel Novillo, Emmanuel Tufaro, Juan José Tomasello, Federico Fastuca y Kevin Candela. También fue autorizado a volver a la marca Chevrolet el piloto Eduardo Martínez y otro que espera participar es Bruno Boccanera, de dilatada trayectoria en el TCC marplatense. En cuanto al TC Pista Mouras fue autorizado a regresar a la categoría el piloto Esteban Curra y se espera la decisión del pampeano Daniel Neffa y del entrerriano Federico Paoloni, de buena performance en los autos de fórmula 4 NG, quién ve con buenos ojos seguir su campaña en los autos con techo.

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“Se Lo puede Mejorar MáS”

Tras su participación en Mar de Ajó, Emiliano Spataro no se vino del todo conforme con el rendimiento del auto. Si bien sumó una buena cantidad de puntos gracias a que finalizó la carrera (el año pasado ni siquiera había podido empezar porque tuvo que cumplir una fecha de suspensión) las ambiciones con respecto al funcionamiento en el chasis eran mayores. -¿Se le hicieron muchas reformas al auto en el receso? -No, básicamente se cambió la carrocería por otra de chapa más fina y menos golpeada que la otra, que ya tenía dos años y con todos los parches había ganado bastante peso. Así que aprovechamos para quitarle peso haciendo la carrocería nueva y otras cosas. Después se cambiaron todos los elementos de plástico, los pontones, la trompa, porque también van ganando peso durante el año a medida que vas reparando. -¿Se avanzó en esta primera fecha con respecto al potencial con que terminaste el año anterior? -Estamos en eso. Creo que el año pasado fue bueno pero tuve algunos toques que me dejaron sin puntos y otras veces se paró el auto. De todas maneras sólo hubo cuatro carreras malas, el resto fueron buenas. -El Tanito Pernía dijo que una de las cuestiones que tomó en cuenta cuando eligió pasarse a Dodge fue que vos habías clasificado siempre entre los diez mejores en 2012. ¿Se puede mantener ese nivel y lograr más contundencia en las finales? -Creo que el auto viene siendo competitivo. Igual fue duro el año pasado para la marca: los pilotos no ganamos ninguna y en los circuitos típicos para Dodge como son Buenos Aires y Rafaela hicimos podio pero no ganamos, no fuimos contundentes como en otras carreras. La verdad que por ahí en circuitos donde andábamos mal anduvimos un poco mejor, entonces me parece que fue un poco más equilibrado, pero no supimos ser contundentes en ningún momento del año. ¿Y en cuanto a lo de la regularidad a la que hace referencia Pernía? -Si él se cambió a Dodge por eso creo que se equivoca, porque fuimos dos los autos regulares, el de Castellano y el mío. Pero como con todas las marcas: para ser regular tenés que tener un buen equipo, un buen motor y bastante suerte. Lo que quiero decir es que no fuimos regulares solo por el modelo Dodge.


LEO PERNIA: “EL DODgE tIENE buEN POtENcIAL” En Mar de Ajó corrió con la Dodge que utilizó Nico Dianda en el TC Pista Mouras y la utilizará nuevamente en Neuquén si antes el equipo de trabajo comandado por Guillermo Kissling no finaliza de armar una de las nuevas estructuras adquiridas a la ACTC. “Quedamos conformes y cumplimos parcialmente el objetivo. El auto en Mar de Ajó anduvo bien, Kissling lo conocía y determinó que no eran necesarias muchas modificaciones para que fuera competitivo”. ¿Habías manejado alguna vez un auto de esta marca? Muy pocas, creo que sólo anduve un par de veces. Y en ambas ocasiones lo sentí como un auto más dócil que el Chevrolet. Le tengo fe en las rectas, ahí muestra un buen potencial, algo que ya sabía por los parciales de rectas que el año pasado hacía Kohler. Queda como un desafío lograr que el chasis doble mejor después de mitad de carrera en adelante, tratar de corregirle un poco la tendencia que tiene a barrer la trompa. El que sepa compensar eso

sacará ventaja. Creo que con Kissling a la cabeza podemos llegar a trabajar bien y aprovechar el máximo rendimiento. -¿Qué expectativas tenés con el cambio de marca? -Muy buenas. De hecho si concretamos esta variante fue porque pensamos que es mejor. Haber llegado al Dole, con la experiencia de los hermanos Jakos y Willy Kissling, me obliga a estar al máximo para aprovechar esta oportunidad y el buen potencial que tiene para explotar la marca. Yo creo que si ningún Dodge ganó el año pasado en este sí lo podemos hacer. -¿Ya te conocías con los integrantes del equipo? -No, todo es nuevo. Sólo había mantenido un par de conversaciones con Jakos. En cuanto a los pilotos el más familiar para mi es Guille, compañero en el equipo Renault. -¿Por qué el cambio de marca? -Porque cuando llegué al Dole ya tenían el cupo completo con dos Chevrolet. Además ellos ya mostraban intenciones de encarar una Dodge, así que la situación cerró por todos lados. Este año son muchos los que corremos para la marca y eso es algo muy bueno ya que habrá más desarrollos que la posicionarán en su verdadero nivel. ¿Qué opinás del cambio en el sistema de puntos y lastre? -Me gusta más.

JP RAcINg SIN guStAVO LEMA Uno de los mentores del JP Racing, Gustavo Lema, no estará al frente de la estructura este año, como se especulaba. La misma quedó integrada por dos Chevrolet: el de TC de Gastón Mazzacane y el TC Pista de Pedro Gentile (h). Después del retiro del equipo a principios del 2012, Lema intentó reagrupar voluntades y gente para encarar el regreso en este 2013 con un súper equipo, pero la actualidad de la categoría, las transformaciones con los nuevos chasis que se construyen y el costo de las respectivas licencias lo hicieron desistir. Al menos por ahora. Esta fueron sus declaraciones al respecto: “Lamentablemente no voy a estar ligado a ningún equipo este año y tampoco a ninguna categoría. Voy a descansar, a dedicarme a la fábrica, a la familia y a los amigos. Fue una decisión muy difícil porque siento, vivo y muero por los fierros, pero el 2012 fue un año durísimo. Así que esperaré un tiempo para ver si vuelvo en el 2014, capitalizar todos los errores cometidos, para no volver a cometerlos. De volver, me encantaría hacerlo con el glorioso JP, como lo fue en gran parte de su rica historia”.

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Parque cerrado

Publicidades a reglamento

La ACTC, por motivos de seguridad, reguló la forma de las publicidades sobre las superficies que influyen en la visión del piloto. Por ejemplo, los acrílicos laterales y el de la luneta no pueden ser ocupados por un fondo lleno (foto 1): como mucho se permite aplicar las letras caladas (foto 2), siendo la opción ideal la de la foto 3. Esto no sólo es por un motivo de seguridad, sino también para que el público pueda identificar mejor la marca del auto. Asimismo quedó prohibida cualquier referencia política pintada sobre los autos participantes de TC o TC Pista.

el debut de esteban guerrieri

Finalmente regresó al automovilismo argentino, sin lamentos, archivando sus deseos de correr en Fórmula en el exterior (aunque si consigue el presupuesto, cerca de un millón de dólares, podría correr las 500 Millas de Indianápolis). En Mar de Ajó, y luego de tres ensayos entre diciembre y principio de febrero, sigue en la tarea de domar a estos TC de 1300 kilos, bastante distintos en su comportamiento a los coches de Fórmula. ¿Si lo tendremos por mucho tiempo? “Soy realista y por eso elegí volver a Argentina, sin lamentos, con la cabeza puesta en la posibilidad de hacer lo que me gusta”, señala. Será un año entre paréntesis y alguna otra categoría (¿ST2000?) seguro que lo va a convocar. “No cierro las puertas. Por ahora lo concreto es el TC y con la gente de Súper TC2000 estoy hablando. Me interesa estar corriendo ahí”. Volviendo a lo que le dejó la experiencia en Mar de Ajó, señaló: “Estoy satisfecho porque pude terminar la carrera, sacar conclusiones de cómo es el ritmo. Me decían que se me iba hacer larga pero no me pareció eso. También están las características de las pistas… es difícil con un auto pesado y circuitos amplios averiguar cuál es el punto de quiebre del auto. Cuando entienda esto saldrán mejor los tiempos. El equipo me ayuda muchísimo y me voy adaptando con normalidad”, resumió. Con respecto a su vuelta al exterior, se tienen que dar ciertas situaciones, entre las más importantes, el presupuesto. Pero como gusta decir a Esteban, “Nunca digas nunca. Conservo la perseverancia de siempre y la voluntad de jugarme por lo que me gusta”.

cristian aVila, de regreso El proyectista planea regresar con todo al primer nivel del automovilismo nacional, con el Turismo Carretera como objetivo principal. Tiene en su poder una Dodge íntegramente actualizada, a la espera de un piloto. Avila, quien al mismo tiempo se encuentra abierto a realizar asesoramiento y asistencia técnica en el TC, cuenta además con un Ford listo para competir en TC Mouras.

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Mauro GialloMbardo

Por D.C | Fotos bh

Aquél grito que pegó cuando se coronó en La Plata está fresco en la historia del TC. Sin embargo el campeón empezó a escribir otro capítulo tras el podio en Mar de Ajó, con idénticos sueños y las misma ilusiones que persigue desde que empezó en karting.

A defender lA coronA /Crono/ 31


Mauro Giallombardo

Nació el 29/12/89. En TC marcó una pole y registra dos victorias. Con anterioridad al campeonato 2012 había logrado el torneo de TC Mouras en 2008 y la Copa de Plata de TC Pista en 2010. Esta trilogía lo coloca en un sitio único dentro del firmamento teceista, ya que hasta la actualidad ningún piloto ha logrado ganar estos tres títulos.

S

us padres quisieron convencerlo de que fuera tenista pero apenas se subió a un kart, el todavía precoz Mauro no lo fue en absoluto para descubrir que su deseo era quedarse al volante de un auto de carrera. Su familia no se opuso: lo sostuvo y alentó desde los diez años: “No tenía a nadie cerca con tradición en el automovilismo y estoy orgulloso de que este apellido haya empezado a figurar en las páginas del Turismo Carretera”, dice cuando se lo recordamos. Tras la coronación en diciembre de 2012, Mauro cumplió uno por uno los compromisos derivados de semejante logro. Y a su regreso desde Europa, donde hizo un breve paréntesis de descanso, volvieron las obligaciones de Campeón. -¿Pudiste desenchufarte? -Poco, pero la verdad que para mí el automovilismo no es un trabajo. Todo lo que hago en relación a mi profesión, como entrenar, mantenerme en forma, ir al taller, estar encima de los detalles del auto o trabajar en lo deportivo, es lo que más me gusta. -Muchos campeones al momento de defender el título se relajan o merman en su producción: ¿sentís que puede pasarte? -Durante el verano ocupé varios días para hacer frente a todos los compromisos y esto implica restarle horas a la preparación. Cuando uno tiene la posibilidad de programar el año con más tiempo hay menos imprevistos, pero afortunadamente ya tengo armada una sólida estructura, con

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gente que se ocupa de cuestiones particulares y eso me permite dedicarme a lo que necesito para estar bien preparado. Por lo demás siempre es difícil defender el número uno y más en el TC… pero hace mucho que no hay un bicampeón en la categoría ¿no? ¿Cuál es tu rutina de entrenamiento para estar a la altura de las circunstancias sobre el auto? Hago bicicleta. Trato de ser muy profesional en lo físico y en el desgaste mental. Manejar un auto de carrera no tiene nada que ver con hacerlo sobre un auto de calle. Mi entrenador dice que el automovilismo es una mezcla exacta de tenista y maratonista. Después es bueno ser fuerte mentalmente para bancarte situaciones de carreras, sobre todo al comienzo. En esta profesión no podés parar un instante: un futbolista quizás se queda quieto quince segundos cuando se hace un lateral o el juego no pasa por su sector. En automovilismo no tenés respiro al frente del volante. -¿Tenés pensado incursionar en otra especialidad? -Sí, pero no me llaman, no he tenido demasiadas ofertas. -¿Y si se concretaran estarías dispuesto a aceptarlas? -Si la posibilidad existe sí, tuve ofertas del Súper TC2000, pero después no me llamaron más. No sé por qué. Tal vez haga algo en Turismo Nacional, vamos a ver. -¿No te perjudica correr una sola categoría frente a pilotos que corren todas las semanas?


“la pasión que despierta el tC, no tiene expliCaCión, no sé si pasa en otro lugar del mundo”

“Con el nuevo sistema de puntos y lastres es más riesgoso esperar hasta la última feCha para ganar” -Sí y no. Es cierto que correr solamente en una categoría me quita trainning, pero también hacerlo sólo en el TC hace que exclusivamente piense en eso. Y también es bueno.

Por la revalida

-Mauro, ¿el reglamento técnico de Ford puede favorecer tus chances de ganar otra vez el título? -No sé, más allá de cómo arrancó la temporada en Mar de Ajó, todavía es prematuro para saber si es mucho lo que tiene Ford o si está parejo. Habrá que hacer un análisis de las primeras carreras para ver como ha quedado el reglamento con respecto al de finales de 2012. -¿Y con los puntos que ahora entrega el reglamento deportivo? -Pienso que será mejor, a priori no se castiga con tantos kilos al que se lleva las victorias en las primeras fechas. Si bien creo que en función de lograr un titulo lo ideal sigue siendo ganar en la última carrera de la

temporada, hay dos motivos por los que se especulará menos: no será tan simple esquivar una victoria porque te perdes los puntos extras que te dan al final del campeonato y que pueden influir mucho en la Copa de Oro y los que logren ganar en estas primeras carreras, no cargarán en el auto un lastre tan pesado para las siguientes. Pienso que con este sistema será más riesgoso esperar hasta la última fecha para ganar, si bien esto sigue siendo lo ideal. -¿Te sentís un referente de Ford? No sé bien como se transforma un piloto en referente, no es algo que dependa de nosotros. Entiendo que son fenómenos sociales y el piloto no puede hacer nada ni para serlo o dejarlo de ser. Creo que no tiene que ver solamente con ser el más ganador de una marca o con los títulos, sino con la elección de la gente, con ciertos valores que se transmiten al público, algo que los hace identificar con una característica de un determinado piloto. ¿Sos creyente? -Sí. El año pasado luché tanto, se me había complicado tanto ganar una carrera que muchos hubieran bajado la guardia… aunque siempre hay otro plan cuando uno piensa que está todo terminado. Y Dios apareció en el momento más indicado. Pero también hay que saber que el mérito no es solo de uno, siempre voy a tener palabras de agradecimiento para mis mecánicos, para el escribano Hugo Cuervo que me brindó la posibilidad de entrar al Turismo Carretera y para todos aquellos amigos y familiares

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“Siempre eS difícil defender el número uno y máS en el Tc… pero hace mucho que no hay un bicampeón ¿no?” que empezaron conmigo en el karting. En aquella época soñaba con correr algún día en el TC y ahora que lo estoy haciendo es mucho más de lo que parecía por lo que genera esta categoría. No me quiero olvidar del ingeniero Sebastián Mauriño, de Fabián Acuña ni de todos mis sponsors. -En su momento también lo nombraste a Guido Falaschi. -Sí, le dediqué el campeonato, ya que siempre me costó mucho ganarle en pista. Estoy seguro de que en aquella inolvidable carrera de fin de campeonato en La Plata corrió conmigo y se lo agradezco de corazón... Tenía tanta emoción contenida que la saqué en ese momento como pude; no ganaba desde el día del accidente de Guido en Balcarce y si te fijás nunca había podido festejar una victoria en TC.

Se dice de mí

Dueño de una espontaneidad bien marcada, Mauro registra siempre una mirada positiva sobre los hechos. Es un pibe formado para la actividad deportiva, con nobleza y el valor para sobreponerse a los momentos de mayor dureza. Pruebas al canto: el primer mazazo fue en el 2011 con la pérdida de su amigo Guido Falaschi en aquél accidente de Balcarce, justo el día que ganó su primera carrera en la categoría. A él le dedicó su título de 2012. Poco antes de ese accidente había estado al borde del llanto cuando desde el equipo le habían ordenado resignar una segura victoria en Paraná, ¡su primera victoria!, a favor del Bebu Girolami, por entonces su compañero de equipo, gesto que le permitió al piloto cordobés clasificar a la Copa de Oro ‘11. Y el año pasado lidió un par de veces con Agustín Canapino, rivalidad que además de las cuestiones que hay dentro de

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la pista, floreció potenciada por la antinomia Chevrolet-Ford. Pero con todo,en el desahogo de su título no hubo lugar a las polémicas antideportivas: “Sólo estaba muy feliz y agradecido con los que me ayudaron. Había soñado toda la vida con ese momento y ojalá vengan muchos más”, dice cuando se lo recordamos. Habrá que ir acostumbrándose a este nombre, no sólo porque es el flamante campeón de Turismo Carretera, sino porque está llamado a ser uno de los grandes referentes de los próximos años. Abajo del auto Mauro se muestra despreocupado y divertido. Pero arriba transforma su personalidad como si tuviera una vasta experiencia. Guillermo Ortelli y Hugo Cuervo, dueño del equipo para el que corre, no suelen repartir elogios aunque de Mauro han reconocido sus virtudes de piloto talentoso y determinado. “Después de verlo en las categorías promocionales supe que tenía una capacidad natural y este presente, con el título de 2012 incluido, lo confirma”, señaló Cuervo. Por su parte Guillermo, piloto con seis títulos de TC sobre sus espaldas, destacó en su momento que “se bancó una gran presión en la carrera que logró el título: tenía que ganar todo y manejó sin errores. Es loable en un chico de su edad”. “Mauro tiene un plus atrás del volante y en la definición del año pasado en La Plata, ese plus se notó más que en el resto de los escenarios. No podía errarle…”, confirma por si hace falta Hugo Cuervo. De él se dijo y se dice mucho. A los 23 años todos se preocupan por resaltar el promisorio futuro que le aguarda, algo a lo que el pibe de Bernal escucha y asiente no tanto para complacer a los demás sino por convicción propia. Y quizás ahí radique el mejor motor para seguir construyendo sueños como el del campeonato 2012.


SpeedAgro dijo presente en la XL Maratón Acuática Santa Fe – Coronda La empresa de insumos agrícolas, con orígenes corondinos, fue nuevamente auspiciante de la tradicional Maratón realizada a comienzos de febrero. “Hacer conocer la marca es uno de los principales desafíos”, afirma Víctor Escalas, su titular. SpeedAgro y la Maratón tienen cosas en común. La empresa tiene sus orígenes en la ciudad de Coronda, lugar emblemático donde finaliza cada edición de la prueba deportiva de aguas abiertas más linda del mundo. Desde su nacimiento en 2001, SpeedAgro ha logrado un gran crecimiento en su sector, la venta de insumos agrícolas, no solo a nivel nacional sino también en países limítrofes. En 2003 se instaló en el Parque Industrial de Sauce Viejo y potenció su expansión. Víctor Escalas, Socio Gerente de la firma, explica lo que significa estar nuevamente en la Santa Fe – Coronda y cuáles son las claves que han llevado al éxito de la empresa. - Han logrado instalarse y ser líderes en el mercado ¿a qué se debe este gran crecimiento de la empresa? - Lo principal de este gran posicionamiento se

una de las metas es desarrollar nuevos productos que aporten soluciones para el sector agropecuario y la producción de alimentos para nuestro planeta.

debe a una estrategia bien definida: armar un buen equipo de trabajo, lograr que la marca sea conocida a nivel nacional e internacional y el haber desarrollado productos de alta tecnología, únicos en el mercado global; esto último es lo principal para que sea viable y sustentable. El éxito se logra por superar fracasos con la autoestima bien

alta y no decaer nunca. - En este último tiempo han patrocinado grandes eventos: Maratón Santa Fe – Coronda, Turismo Carretera, Rally Dakar, Festival de Jesús María, el Torneo de Verano del Fútbol Argentino, entre otros. ¿El objetivo para crecer como empresa también es apostar a estos grandes eventos? - Uno de los principales desafíos es hacer conocer la compañía, la marca, y eso se logra invirtiendo en comunicación y mercado. - SpeedAgro nació en Coronda, lugar de definición de cada edición de La Maratón. ¿Existe un sentido de pertenencia similar entre la empresa y la Santa Fe – Coronda? - Sí, de alguna manera es el haber sido parte de Coronda y de eventos importantes como lo es esta competición lo que también nos lleva a contribuir con un granito de arena a nuestra sociedad. - ¿Cuáles son las metas para el 2013? - Las metas para este año son varias. Una de ellas es terminar la nueva planta automatizada, única en el rubro por su tecnología, con capacidad para más de 10.000 litros/hora. Otras de las metas es el lanzamiento de una nueva línea de productos

que será de gran beneficio para el sector agropecuario. También aspiramos a la consolidación de la compañía con la formación de nuevas alianzas estratégicas con empresas muy importantes a nivel mundial, lo que nos permitirá, además de consolidar nuestro crecimiento, desarrollar nuevos productos que aporten soluciones para el sector agropecuario y la producción de alimentos para nuestro planeta. - Están por lanzar un nuevo producto, ¿de qué se trata?

este año speedagro prevé terminar la nueva planta automatizada, única en el rubro por su tecnología, con capacidad para más de 10.000 litros/hora

- La compañía tiene una estrategia muy importante de nuevos desarrollos en forma permanente, y uno de ellos es el lanzamiento de la nueva línea SpeedWet Xion. Además, cerramos un acuerdo con dos compañías multinacionales para la distribución de productos de alta tecnología a nivel mundial.

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TÉCNICA

NUEVAS ESTRUCTURAS Y MOTORES Los plazos se estiran un poco pero dicen que los motores estarán listos para el año próximo. En cuanto a las estructuras ya hay 15 que fueron construidas. ¿Se verá por fin durante este 2013 rodar a la nueva generación de autos del TC?

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S

igue a pleno el desarrollo de los motores para el TC, los que deberían implementarse a partir de 2014. Los mismos tendrán que alcanzar los 400- 450 caballos manteniendo la arquitectura de los propulsores originales para cada marca. La semana próxima la empresa Top Line arrancará con la fundición de las tapas de cilindros de todas las marcas. Los tiempos son los previstos para la entrada en vigencia en 2014, aunque los trabajos de adaptación no son sencillos. Por ejemplo, uno de los últimos inconvenientes a salvar a fines del año pasado fue la posición de los motores, ya que los caños que le dan forma y rigidez a la parte delantera de los autos impedían su normal alojamiento. A raíz de esto se resolvió ubicarlos unos 10-12 cm hacia atrás y así reducir el tamaño del volante-motor. Por otro lado se buscó solucionar los inconvenientes de la altura, que serían de unos 13 cm. más que los actuales debido a las mayores dimensiones del carter, la tapa de válvulas, (más dos o tres carburadores). De esta forma podrían quedar demasiado altos y complicar la colocación de las trompas, por lo que en tal caso habría que bajar

la posición. La idea de la ACTC es que los preparadores actuales sean los encargados del mantenimiento pero a diferencia de pasarle los honorarios por los trabajos realizados a los pilotos, como se estila actualmente, se analiza la opción de que se registren como proveedores de la categoría para entablar una relación comercial directa entre estos últimos y la institución.

naron, recién ahora se habría normalizado la entrega del material (caños) para la construcción. Incluso, ante el faltante, uno de los autos que debutó en Mar de Ajó fue aprobado con caños del mismo espesor que el estipulado por la ACTC pero sin respetar el diámetro. Los tiempos de entrega que

se barajan para los nuevos chasis no son menores a tres meses: si empieza la producción en 15 días, como se dice, hay que hacer notar que no estarán terminados antes de los 50 días, a los que hay que agregarle lo que demora acondicionar la chapa, butacas, plásticos, etc, etc, etc.

Las estructuras

Todas las plantillas para fabricar los nuevos chasis están en la última etapa de mudanza entre los talleres de Laureano Campanera y Jakos (donde estaban los autos de la neonata categoría VW Bora, dada de baja por las autoridades alemanas de la terminal VW). Las nuevas estructuras se seguirán construyendo allí y para los equipos que empiecen a adquirirlas costará 110.000 pesos más IVA. Por el momento, de acuerdo a la ACTC ya hay 15 unidades terminadas, entre ellas 2 Torino. Con la estructura vienen ensamblados los anclajes de suspensiones y el diferencial. Sin embargo algunos directores de equipos, urgidos para renovar sus autos por falta de rendimiento, quisieron encargar las unidades y se encontraron con algunas demoras. Según consig-

La Chevy de Rossi armada sobre una de las estructuras de la ACTC.

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Fotos bh InForme sportmotor

Turismo CarreTera / La daTa de Los piLoTos

LOS prOtagOniStaS 1

MAURO GIALLOMBARDO (Ford) 29/12/1989, en Bernal (Ba)

Carreras: 32 Victorias: 2 Título: 1 - (2012)

H. Cuervo - S.Mauriño/ Laborito

2

3 MATIAS ROSSI (ChevROLeT) 2/04/1984, en Del Viso (Ba)

Carreras: 152 Victorias: 10

GUILLeRMO ORTeLLI (ChevROLeT) 25/04/1973, en salto (Ba)

Carreras: 273 Victorias: 27 Títulos: 1998, 2000, `01, `02, `08 y `11 kiSSLinG / Martínez

GLieMMo / Laborito

4

ChRISTIAN LeDeSMA (ChevROLeT) 4/02/1976, en Mar Del Plata (Ba)

Carreras: 234 Victorias: 17 Títulos: 2007 Canapino/ Laboritto

38 /Crono/

5

GABRIeL PONCe De LeON (FORD) 14/03/1979, en Junín (Ba)

Carreras: 169 Victorias: 7 M. juarez / M. ojeda


6

JUAN BAUTISTA dE BENEdICTIS (fORd) Carreras: 95 Victorias: 3

7

NESTOR gIROLAMI (dOdgE) Carreras: 51 Victorias: 3 22/05/1989, en isla veRde (cBa)

26/12/1986, en necochea (Ba)

H. Cuervo – s. Mauriño / de BenediCtis

9

NORBERTO fONTANA (TORINO) Carreras: 158 Victorias: 9 Títulos: 2006

10

Carreras: 145 Victorias: 2

13

JONATAN CASTELLANO (dOdgE) Carreras: 112 Victorias: 2

Carreras: 77 Victorias: 3

SERgIO ALAUX (ChEvROLET) Carreras: 182 Victorias: 2

17

JUAN MARCOS ANgELINI (dOdgE) Carreras: 81 Victorias: 2

Carreras: 81 Mejor resultado: 3º

20

MARIANO ALTUNA (ChEvROLET) Carreras: 159 Victorias: 7

Carreras: 288 Victorias: 27 Títulos: 2004

14

dIEgO AvENTIN (fORd) Carreras: 221 Victorias: 13 21/09/1980, en MoRón (Ba)

porfiri-alifraCo / agut

18

EMANUEL MORIATIS (fORd) Carreras: 169 Victorias: 11 Títulos: 2009 19/01/1980, en lanús (Ba)

w. alifraCo / garCía

21

4/03/1982, en loBeRía (Ba)

JUAN PABLO gIANINI (fORd) Carreras: 165 Victorias: 2 23/10/1978, en salTo (Ba)

gianini/ agut

glieMMo / laBorito

Bonelli CoMpetiCión

22

juárez / alonso

juárez / Castellano

1/09/1975, en c. del URUgUay (eR)

OMAR MARTINEZ (fORd)

Carreras: 49 Mejor posición: 2º 27/02/1985, en concoRdia (eR)

21/10/1986, en caRReRas (sf)

Cuervo-Mauriño / M. esteBan

19

MARTIN PONTE (TORINO)

Kissling-Mata / laBorito

30/12/1988, en PaRaná (eR)

PROSPERO BONELLI (fORd)

11

22/11/1976, en Pigüé (Ba)

alifraCo / laBorito

15

Canapino / laBorito

a. venturi / Castellano

25/05/1976, en lanús (Ba)

MARIANO WERNER (fORd)

19/01/1990, en aRRecifes (Ba)

16/05/1985, en loBeRía (Ba)

20/01/1975, en aRRecifes (Ba)

12

Carreras: 64 Victorias: 2 Títulos: 2010

wCC sCuadra

dole raCing Kissling / Castellano

EMILIANO SPATARO (dOdgE)

8

AgUSTIN CANAPINO (ChEvROLET)

23

JOSE MARIA LOPEZ (dOdgE) Carreras: 74 Victorias: 3

1/01/1966, en RosaRio del Tala (eR)

26/04/1983, en Río TeRceRo (cBa)

M. juarez / M. ojeda

oil CoMpetiCión-a. piatti / agut

24

LEONEL PERNIA (dOdgE) Carreras: 55 Victorias: 2 27/09/1975, en Tandil (Ba)

dole raCing-Kissling / C. garófalo

/Crono/ 39


25

JOSÉ SAVINO (fORd)

15/12/1980, en caPital federal

Carreras: 144 Mejor resultado: 5º

sAviNo sport / de BeNediCtis

29

MARTÍN BASSO (CHEVROLET)

26/07/1974, en córdoBa (cBa)

Carreras: 57 Victorias: 1

26

34

12/04/1985, en cruz alta (cBa)

Carreras: 65 Mejor posición: 3º

30

38

9/09/1987, en chacaBuco (Ba)

Carreras: 48 Mejor Posición: 12º

fANCio CompetiCióN / C. GArofAlo

42

JOSE CIANTINI (dOdgE)

26/08/1970, en Balcarce (Ba)

Carreras: 260 Victorias: 3

se retiró

40 /Crono/

Carreras: 33 Mejor Posición: 2º

27

MAXIMILIANO JUAN (fORd) 28/05/1981, en merlo (Ba)

Carreras: 123 Mejor posición: 2º

35

LEONEL SOTRO (fORd)

02/04/1989, en Burzaco (Ba)

Carreras: 17 Mejor Posición: 10º

A. GArófAlo / A. GArófAlo

39

RAfAEL VERNA (dOdgE)

19/01/1980, en lanúS (Ba)

Carreras: 238 Victorias: 9

31

43

12/11/1967, en canalS (cBa)

Carreras: 224 Mejor Posición: 7º

se retiró

7/09/1984, en mendoza (mza)

Carreras: 129 Mejor posición: 2º

CARLOS OKULOVICH

(dOdgE)

10/05/1985, en oBerá (miS)

Carreras: 74 Mejor posición: 6º

28

36

MATHÍAS NOLESI (fORd)

6/04/1975, en San andréS de GileS (Ba)

Carreras: 135 Mejor Posición: 2º

33

40

27/05/1977, en don torcuato (Ba)

Carreras: 100 Mejor Posición: 8º

Gliemmo / lABoritto

45

dIEgO dE CARLO (CHEVROLET) 25/04/1974, en lomaS de zamora (Ba)

Carreras: 87 Mejor Posición: 20º

lAs tosCAs-luCesoli / de mArCo

17/08/1973, en mar del Plata (Ba)

Carreras: 141 Victorias: 6

AdRIÁN OUBIÑA (fORd)

14/05/1984, en mar de ajó (Ba)

Carreras: 27 Mejor posición: 10º

mAuriño / mdp motorsport

37

Nolesi CompetiCióN / CostANzo

LAUREANO (CHEVROLET) CAMPANERA

LIONEL UgALdE (fORd)

mAuriño / uGAlde CompetiCióN

mAuriño / mAquiN pArts

verNA CompetiCióN - BoNomo / wilke

ROBERTO dEL BO (CHEVROLET)

MATIAS JALAf (fORd)

w. AlifrACo / f. ACuñA

merlo CJ rACiNG / f. GArCiA

No tieNe previsto pArtiCipAr

TOMAS (TORINO) URRETAVIZCAYA

22/01/1987, en treS alGarroBoS (Ba)

u. r CompetiCióN/ A. ferNáNdez

dole rACiNG - kislliNG / lABorito

EZEQUIEL BOSIO (TORINO)

JUAN MARTIN TRUCCO (dOdgE)

JOSÉ LUIS dI PALMA (TORINO)

27/02/1989, en arrecifeS (Ba)

Carreras: 27 Mejor Posición: 7º

mAuriño / mAquiN pArts

41

gASTÓN (CHEVROLET) MAZZACANE 8/05/1975, en la Plata (Ba)

Carreras: 41 Mejor Posición: 16º

Jp rACiNG - luCesoli / stupiello

46

CHRISTIAN dOSE (CHEVROLET)

28/05/1970, en caPital federal

Carreras: 112 Mejor Posición: 17º

dose / dose


47

LeANDRO muLeT (ChevROLeT)

21/06/1978, en La PLata (ba)

Carreras: 84 Mejor Posición: 10º

48

guSTAvO SOLÍS (FORD)

5/12/1979, en r. de La Frontera (saLta)

Carreras: 33 Mejor posición: 18º

f. fuentes / gaspari

51

OmAR TANONI (FORD)

23/07/1975, en bombaL (sF)

Carreras: 144 Victorias: 1

ur racing / esteban

53

mARIO FeRRANDO (DODge)

17/06/1972, en s. m. deL monte (ba)

Carreras: 9 Mejor posición: 29º

69

26/04/1984, en quiLmes (ba)

Carreras: 24 Mejor Posición: 13º

DiMeglio / trebbiani

83

FACuNDO ARDuSSO (DODge) 24/06/1988, en Las Parejas (sF)

Carreras: 1 Mejor Posición: 44º

71

BRIAN SmITh (TORINO)

22/04/1975, en CasteLar (ba)

Carreras: 39 Mejor Posición: 6º

101

19/01/85, en Caba.

Carreras: 1 Mejor Posición: 34º

oil coMpetición-iturrarte / agut

Carreras: 138 Mejor Posición: 15º

85

RICARDO RISATTI (DODge)

27/09/1986, en LabouLaye (Cba)

Carreras: 49 Mejor Posición: 7º

54

WALDemAR CORONAS (FORD) 9/12/1974, en Lezama (ba)

Carreras: 45 Mejor posición: 14º

72

mARTIN SeRRANO (DODge)

25/06/1988, en PabLo nogues (ba)

Debuta en TC

111

12/10/1972, en resistenCia (CHa)

Carreras: 209 Victorias: 11 Títulos: 2005

cruzzetti / acuña

Carreras: 153 Mejor Posición: 9º

canDela / tartara

61

LuCIANO veNTRICeLLI (DODge) 01/01/1982, en ezeiza (ba)

Carreras: 1 Mejor Posición: 41º

ur racing / pianca

75

ARIeL pAChO

98

25/10/1983, en C. deL uruguay (er)

Carreras: 1 Mejor Posición: 11º

bonelli coMpetición

182

(TORINO)

10/05/68, en Comodoro rivadavia (CH)

castellano / castellano

NICOLÁS BONeLLI (FORD)

(FORD)

1/02/1967, en bragado (ba)

Mc coMpetición

Di Meglio / Di Meglio

JuAN mANueL SILvA (FORD)

50

eNRIQue CANDeLA

gil bicella Motorsport / oyhanart

schick racing-juarez / e. alonso

MDv coMpetición-alifraco / Durante

eSTeBAN gueRRIeRI (DODge)

8/02/1971, en quiLmes (ba)

Dgf coMpetición

juárez / esteban

JORge TReBBIANI (DODge)

49

FACuNDO gIL BICeLLA (DODge)

Carreras: 107 Mejor Posición: 2º

pDe-glieMo / fernanDez

100

SeBASTIÁN DIRuSCIO (DODge)

27/11/81, en Cuatro esquinas (sF)

Carreras: 48 Mejor Posición: 3º

se queDa en el tc pista

CLAuDIO KOhLeR (DODge)

01/01/1982, en ezeiza (ba)

Carreras: 17 Mejor Posición: 6º

las toscas-lucesoli / c. garofalo

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EMPRESAS ConCurso por FaCebook – río uruguay seguros

GANá UN pIzARRA INTERACTIvA pARA TU ESCUELA Río Uruguay Seguros ha lanzado una promoción a través de su facebook (www.facebook.com/riouruguayseguros) denominado: “Conectate con RUS, conectate con el Mundo”. Este concurso da la posibilidad a los participantes de ganarse un “iPad 2” La manera de participar es muy simple: los interesados deben ingresar a la página de Facebook de RUS e inscribirse en el concurso sin obligación de compra. Cada participante debe elegir una escuela al momento de inscribirse, de manera que si éste gana, la escuela referida se ve beneficiada con una Pizarra Interactiva. La intención de Río Uruguay Seguros, enmarcando este concurso dentro de su estrategia de RSE (Responsabilidad Social Empresaria) es lograr movilizar a la comunidad escolar con las nuevas herramientas comunicacionales y

ACUERDO FORD, DAIMLER Y RENAULT-NISSAN

Las tres compañías acordaron acelerar la comercialización de vehículos eléctricos con células de combustible (FCEV por sus siglas em inglés), invirtiendo en iguales proporciones. El objetivo de esta asociación es el desarrollo de un sistema común de los vehículos eléctricos, reduciendo así los costos de inversión en ingeniería y consecuentemente el precio para incorporar esta tecnología de última generación con cero emisiones. La estrategia de maximizar la mancomunidad del proyecto, aprovechando el volumen y las eficiencias derivadas de la economía de escala, contribuirá para que antes del 2017 sean lanzados los primeros vehículos. En la foto Raj Nair, vicepresidente de Desarrollo de Producto Global de Ford, Prof. Thomas Weber, del Consejo de Administración de Daimler y del Grupo de Investigación y Desarrollo de Mercedes-Benz, y Mitsuhiko Yamashita, vicepresidente ejecutivo y líder de Investigación y Desarrollo de Nissan

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brindar la posibilidad de que una escuela reciba una Pizarra Interactiva. Esta herramienta tecnológica es de gran utilidad en la educación actual ya que brinda la posibilidad a los docentes de acceder a la tecnología a la que los chicos de hoy están más acostumbrados. En esta oportunidad quienes sean asegurados de Río Uruguay Seguros participan con doble posibilidad de ganar. Y además indicando el número del productor de RUS, le brindan la posibilidad de que éste se gane un GPS Garmin. Río Uruguay Seguros, una de las empresas líderes del mercado asegurador en la comunicación a través de esta Red Social, pone a disposición otro interesante concurso para la comunidad de la red de redes.

ETMAN, DISTRIbUIDOR NACIONAL DE AUTOpARTES, RENUEvA SUS bENEFICIOS Desde este mes de febrero, todos los socios de este innovador programa, pueden acceder a más de 13.000 artículos y promociones, ya que a los productos exclusivos Etman Club, se suma el amplio catálogo de la reconocida tienda “Falabella”, que ofrece una variedad de artículos para el hogar, electrónica, decoración, indumentaria y perfumería, entre otros. Además de los viajes a Cuba, Miami y Punta del Este, objetivos de muchos de sus socios, a los que próximamente se sumarán nuevos destinos. El mecanismo de funcionamiento es sencillo: Mediante la asignación de puntos por las compras realizadas, los clientes acceden a los más de 13.000 premios. Pueden participar de manera gratuita todos los clientes de Etman. Para obtener más información sobre cómo asociarse sólo se debe comunicarse al 0800-222-1111 o ingresar a www.etmanclub.com.ar


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TC PISTA - 1º FECHA, mAr dE Ajó, dEL 8/2 AL 10/2/13

Alumno d Arriba: Tras una temporada en el TCP Mouras y otra en el TC Mouras, El “Tubo” Gini ya se destaca en la telonera.

Una constante a lo largo de la final. Santiago Mangoni siempre cerca de Esteban Gini.

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Esteban Gini, que se despidió del TC Mouras con una victoria, llevó su racha al siguiente nivel y debutó ganando en el TC Pista. Lideró de punta a punta y prevaleció sobre Santiago Mangoni y Nicolás González.

destAcAdo /Crono/ 45


E

l inicio del 19º Campeonato Argentino de TC Pista dejó un debut soñado para Esteban Gini, uno de los tantos pilotos que llegó desde el TC Mouras para revitalizar a la categoría telonera. Como lo hizo Gastón Crusitta en el 2012, nuevamente hubo un debutante ganador en la apertura del torneo y con el mismo equipo, el AA Racing. “No puedo creer que haya ganado, es un sueño cumplido, pensar que hace unos años lo veía por la televisión”, fue lo primero que atinó a decir el joven de 23 años apenas se bajó del auto. En Mar de Ajó, el “Tubo” sorprendió desde el viernes, cuando se adjudicó la pole provisoria, aunque finalmente fue Germán Giles quien lo desbancó el sábado por apenas 18/1000. “Fue muy redonda la vuelta del viernes, el sábado cometí un error y no salió la pole, igualmente ya era soñado largar en la punta de la serie”, destacó el de Quilmes, que logró ganar su serie con autoridad y así consiguió el mejor cajón para la final. Germán Giles, quien debía acompañarlo en la primera fila, debió cambiar la tapa de cilindros, lo cual le valió un recargo que lo dejó en el octavo puesto. De esta manera, la final prometía la reedición del duelo de la serie entre el novato Esteban Gini y el experimentado Santiago Mangoni, que inició su tercera temporada en el TC Pista y ya cuenta con el permiso de la CAF para subir al TC.

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Pastor de Chivos: con dos adelante y cinco atras el rafaelino Nicolás González subió al podio con el Ford del Werner Competición.

Pese a que no peleó por la victoria, Niki Trosset sigue competitivo y arribó 4º.


La Pantera De Benedictis escaló diez posiciones para arribar en el 13º lugar.

Números

El Manu Urcera se mezcló entre los diez en clasificación, pero en la final abandonó a cuatro vueltas del cierre.

Pole: G. Giles (Chevrolet), 1m40s450 1º serie: G. Giles (Chevrolet), 9m23s473 a 180.002 km/h. 2º serie: E. Gini (Chevrolet), 9m20s671 a 180.902 km/h.

CAmpeoNAto

FINAL (a 20 vueltas) Pos. Piloto

Marca

Puntos

1º Gini, Esteban Chevrolet 37:25.700 2º Mangoni, Santiago Chevrolet a 1.183 3º González, Nicolás Ford a 1.664 4º Trosset, Nicolás Chevrolet a 2.602 5º Vivian, Franco Chevrolet a 6.880 6º Giles, Germán Chevrolet a 7.762 7º Gentile, Pedro Chevrolet a 8.040 8º Alonso, Federico Chevrolet a 8.568 9º Laccette, Darío Ford a 9.030 10º Ebarlin, Juan José Chevrolet a 9.975 Promedio: 150.548 km/h. record de vuelta: Gini en la 2ª con 1m42s644 a 164.689 km/h. Excluido: Pezzucchi por toque a Echevarria. apercibido: Garbelino por toque a Viano. Pase y siga: Rogani por toque a Crusitta. recargos: Costanzo, 15`` por toque a López N.; Tedeschi por toque a Perlo.

Pos. Piloto

1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º

Gini, Esteban Mangoni, Santiago González, Nicolás Giles, Germán Trosset, Nicolás Vivian, Franco Gentile, Pedro Alonso, Federico Ebarlin, Juan José Laccette, Darío Perlo, Gonzalo Tedeschi, Aldo

Marca

Chevrolet Chevrolet Ford Chevrolet Chevrolet Chevrolet Chevrolet Chevrolet Chevrolet Ford Ford Chevrolet

En total puntúan 42 pilotos. Próxima fecha: 03 de Marzo en Neuquén.

Puntos

45 41,5 38,5 36 35 32,5 30 29 29 27 25,5 23,5

10 Los pilotos que llegaron del TC Mouras

3

victorias logró Esteban Gini en el TC Mouras

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Desde la largada, el quilmeño se adueñó de la punta y las 20 vueltas fueron casi un reflejo de la serie, porque si bien Mangoni se mantuvo amenazante y a la expectativa, nunca llegó a poner en peligro la posición del líder. La diferencia en la punta osciló entre 7/10 y un segundo a lo largo de la carrera, que tuvo a Gini, Mangoni y Nicolás González en el trío de punta, mientras que Nicolás Trosset concretó un gran 4º puesto. El momento crítico para el piloto del AA Racing llegó promediando la final, además del agotamiento por la alta temperatura, la Chevy también mostraba más deslizamientos de cola y de trompa. “Venía complicado, el auto estaba indócil, estaba perdiendo tracción y hacía mucho calor, la verdad que estaba agotado. Si bien llevaba una remera refrigerada con agua no la quise prender porque consume batería y temía perder potencia, hasta que por la vuelta 12 o 13 decidí encenderla y no anduvo, no enfriaba. Por suerte salió el Pace Car y me pude recuperar un poco”, relató el flamante ganador. La carrera debió ser neutralizada en el giro 14º como consecuencia del despiste de Camilo Echevarría, quien terminó en la banquina tras un roce de Nicolás Pezzucchi, que más tarde fue excluido. Tras el relanzamiento, el dominio de Esteban Gini fue mucho más contundente, logró sacar una ventaja que le permitió transitar con más comodidad las últimas vueltas hasta ver la bandera de cuadros. Santiago Mangoni se mostró muy conforme pese a no haber podido dar más pelea por la punta: “Empezar con un podio es importante. Puse todo lo que tenía, pero Gini se me escapaba en la primera parte del circuito, no me dio como para estar más cerca e intentar la superación. En el relanzamiento mi auto no se comportó bien en las primeras dos vueltas y Nico González ya venía muy cerca así que me dediqué a cuidar la posición”, explicó el balcarceño. Por su parte, Nicolás González

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Gran inicio de temporada para Pedrito Gentile, cosechó un 7º puesto en Mar de Ajó.

La Dodge de Juan Manuel Paparella desertó a cinco giros del final.

El Mago Ebarlin, campeón del TC Mouras, venía cumpliendo una gran tarea en el 5º puesto, finalmente llegó 10º tras un leve despiste.

cosechó los frutos tras apostar este año al Werner Competición, equipo con el que pretende dar pelea en los puestos de vanguardia. “Necesitábamos pegar un salto y por eso agradezco a la familia Werner por esta oportuni-

Kika Di Scala se metió 14º con el Ford del Lionel Ugalde Competición.

dad. Nos sirve mucho este tercer puesto para sumar, en un año que puede ser muy importante para mí”, comentó el rafaelino. Ahora Esteban Gini ya cuenta con la victoria y los 8 puntos bonus, que le servirán si logra clasifi-

carse a la Copa de Plata. Tendrá que esperar hasta el 3 de Marzo, cuando la categoría visite el autódromo “Parque Centenario” de Neuquén, para evaluar cómo reacciona el Chevrolet a los 20 kilos de lastre.


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“Johnny” De BeneDictis | Los motores ForD Por D.C | Fotos CronotC

“en Los motores estamos usanDo toDo Lo que está a nuestro aLcance, pero saBemos que hay que seguir traBaJanDo porque se pueDe meJorar más”.

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“Equiparamos la potEncia con los dEmás” El notable preparador nos da su impresión sobre el equilibrio reglamentario, su presente en el equipo de Hugo Cuervo y nos explica por qué el motor del Ford habia quedado rezagado.

S

u lugar es el box del equipo de Hugo Cuervo. Bajo ese techo conviven los autos de su hijo con el de Mariano Werner y el del campeón Mauro Giallombardo. Desde allí nos cuenta cómo ve este TC desde tu perspectiva que incluyen tres décadas en la categoría. “Deportivamente está bien. Y con el último cambio reglamentario me parece que se emparejaron las marcas. Terminaron todas peleando en las primeras posiciones, aparte de los Chevrolet y los Ford. Esto es importantísimo para la categoría y lo veo muy positivo”. -Estando en los últimos tiempos en el equipo de Cuervo ¿qué lectura surge de comparar los tiempos de los tres Falcon de punta del equipo con el resto? ¿Se escapaban los Chevrolet antes del cambio reglamentario del año pasado? ¿Era sólo el de Matías Rossi o hubo otros? El Chevrolet de Matías marcaba una superioridad más allá de la del resto y era bastante notable. Ellos habían llegado a desarrollar un muy buen chasis, excelentemente administrado por Matías que, combinado con un muy buen motor, era poco menos que imbatible. Todo este conjunto, sin duda, marcó una diferencia bastante notable, aun por sobre el resto de los Chevrolet que también estaban adelante. Quizás estos últimos no mostraban la misma contundencia, pero ayudados por lo que mejoraron sus preparadores en lo que respecta al motor, se las arreglaban para figurar arriba. -¿Y los de Ford no pudieron hacer lo mismo? Justamente el punto es ese: los preparadores de Ford no logramos avanzar en la misma medida en los motores porque con mucha probabilidad ya habíamos llegado a un techo en los desarrollos. -¿Esto fue lo que intentó corregir la ACTC otorgándoles la posibilidad de trabajar con más de cilindrada? -Y… Ford siempre se caracterizó por tener un plus a la hora de acelerar mientras que los Chevrolet lo tenían al momento de doblar. Pero en los últimos tiempos ese equilibrio se había hecho pedazos. Los Chevrolet comenzaron a igualar o transitar a más velocidad en las rectas que los Falcon, con la notoriedad de que a su vez profundizaron más su performance en las curvas, ampliando la diferencia con un tránsito mucho más rápido.

-¿Cuánto hacía que venías laburando sin sacarle uno o dos caballitos al motor? Y, se venía notando desde hacía un tiempito. En cambio, los preparadores de Chevrolet no tuvieron tanta dificultad, al contrario, continuaron explorando posibilidades gracias a que hace algunos años, creo, se le hizo una reforma a la tapa de cilindros que le cayó muy pero muy bien a la marca. A eso hay que sumarle la incorporación de los carburadores de 48 mm que también le cayeron mucho mejor al Chevrolet que al Ford. Y bueno, por último, según los preparadores que atienden varias marcas, estuvo el tema del combustible que empezamos a utilizar el año pasado: el de la empresa Oil era superior al que usábamos anteriormente y le cayó mejor a los Chevrolet que al resto (NdelaR: a partir de esta carrera en Mar de Ajó, la firma proveedora vuelve a ser YPF). Esta suma de situaciones fueron las que a lo largo de los últimos años determinaron esa marcada diferencia. -Entonces hizo bien la gente de Ford en presionar para introducir los cambios. -Este es un proceso que no tomó estado de golpe sino que se fue dando de a poco e hizo eclosión en los últimos tiempos. Hasta un punto esa potencialidad estaba disimulada por un chasis cuyo rendimiento no era tan notable o no daba la horma de algunos buenos pilotos como se encontró oportunamente con la dupla Rossi-Gliemmo. Y fue ahí donde empezó a notarse mucho. También convengamos que los autos de la marca Chevrolet o Dodge, cuando los motores tienen un plus de potencia, equiparan más fácil la media de punta, no así en el caso de un Ford, ya que a veces dos o tres caballos más en este motor no se notan en el chasis. -¿Y en este comienzo de año en qué nivel ubicarías a los motores Ford? -Creo que recuperamos ese plus de potencia que ya tenían las otras marcas. -¿Aplicás sobre tus motores todos los beneficios reglamentarios o todavía queda algo por desarrollar? -Todavía no, creo que se necesita más tiempo para poder seguir avanzando. En la actualidad estamos usando todo lo que está a nuestro alcance, pero sabemos que hay que seguir trabajando porque hay posibilidades de mejorar más.

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Castellano ya avisó: “Si no me arreglan la Dodge, en Neuquén corro en cuatri”.

Como buen entrerriano, Werner anticipó el carnaval en boxes.

Los de Chevrolet pueden estar orgullosos: no sólo tienen buenos pilotos…

Independiente sigue adelante con la suscripción de socios: acá el micro que llevaron al autódromo.

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El empresario Oscar Coiro, nuestro Dire A.E de la Fuente y Marco Jakos, uno de los directivos del Dole Racing, amigos del automovilismo.

El aviso es más que elocuente. El taller rodante ligado a Carburando no irá más a los autódromos con sus herramientas a cuestas, esas que les permitió a tantos mecánicos solucionar hasta lo imposible. Pero esto se inscribe en un hecho más trascendental todavía: ya no habrá más transmisión de Carburando radio los fines de semana de carrera. De hecho el programa no salió al aire desde Mar de Ajó. Desde su creación, a comienzos de los años sesenta, la organización fue creciendo hasta ligarse muy estrechamente con el Turismo Carretera. Hace veinte años se hizo más fuerte aún con la televisación de las carreras. Y hasta que la adquiriera de lleno el grupo Clarin llegó a televisar periódicamente al TC, TC2000, TN y Top Race. En épocas de números flacos y sin el favor de la política, sus actuales dueños decidieron recortar gastos. Así el programa que forjó su mejor historia las mañanas de domingos por radio Rivadavia y últimamente por radio Colonia, silenció su voz y el de los motores.

Laura Teruel, de Plusmar, en el podio con Santiago Mangoni (fue 2º en Mar de Ajó), que representa a la empresa dentro del TC Pista.

Bien alineadas en boxes

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TC La próxima Autódromo PArque ProvinciA de neuquén, de 4.380 metros, del 1º Al 3 de mArzo. La segunda fecha del año se desarrollará en la ciudad de Centenario, donde en las dos oportunidades que se presentó la categoría se desempeñaron muy bien los Ford. La pista es ancha y la vuelta empieza en un curvón veloz. De ahí se sale a una recta larga que desemboca en un fuerte frenaje. Este es un lugar de sobrepaso y a su vez la curva más difí-

cil del trazado porque se cierra bruscamente en la salida y los autos son propensos a entrar en trompo. Siguen dos curvas planas a la derecha, de mediana velocidad, otra a la izquierda un poco más larga que las anteriores, y la recta opuesta, que termina con el frenaje de la horquilla, otra curva cerrada que su ingreso permite maniobras que suma al espectáculo.

Las dos veces que se corrió allí ganaron Lionel Ugalde (2010) y Mariano Werner (2011), ambos con Ford. el últiMo podio: WeRneR, oRtelli y Falaschi en 2011. el año anteRioR habían subido ugalde, WeRneR y ponce de león, los tRes con FoRd.

uBicAción y Accesos El Autódromo se encuentra en la ciudad de Centenario, a 15 km de la ciudad de Neuquén, provincia del mismo nombre. Se accede por la Ruta nº7 y se trata de un predio de 200 Ha con un playón de boxes de 200 metros de largo por 100 metros de ancho.

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RecoRd del tRazado: MaRiano WeRneR (F), en clasiFicación, 1M29s350/1000 a 176,475 kM/h (2011) el viento que cRuza la pista es algo a teneR Muy en cuenta.


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Revista Crono 145