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Karine Alonso, jornalista e editora da coluna: ‘Imagem em Pauta’, traz um artigo sobre a história da fotografia.

Belo Horizonte terá em 2013 um novo meio de transporte, o BRT. Veja mais sobre este sistema, no editorial, com o jornalista: Felipe de Jesus

Leia na página 7

Leia na página 2

O jornalista e editor - Frederico Gazel apresenta em sua coluna de ‘Xadrez’, um artigo sobre os benefícios da Internet para o esporte.

Leia na página 3 Edição 3 - ANO 3 - Abril de 2012 Publicação da Agência de Comunicação e Publicidade Correio Eletrônico (ACPCE) Todos os Direitos reservados

Revista

Revelação Sertaneja De Minas Gerais

para o Brasil: A dupla vem conquistando espaço na música sertaneja e arrastando uma legião de fãs, através de suas ótimas apresentações. Conheça um pouco mais sobre a história, a família e as expectativas dos músicos para o ano de

2012.

Leia mais :

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Bruno Morais

as Turismo em Min

Um projeto com iniciativa da divisão de cultura, através da chefe Marta Fróes, vem agitando a Praça da Estação pelo menos uma vez por mês em Raposos. Leia mais, na matéria do jornalista Bruno Morais.

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Brasscom

Foto: Marcos Produções

Página

Participação feminina cresce no mercado de TI

Saúde e Bem Estar

Um mercado predominantemente masculino. Assim era o mercado de Tecnologia da Informação (TI), que de 10 anos para cá, vem tomando outra forma. Veja a entrevista com Sergio Sgobbi, diretor de Educação e Recursos Humanos da Brasscom. Na coluna ‘Economia e Finanças’ com o jornalista: Felipe de Jesus.

A nutricionista ‘Mariana Urias’ fala sobre a importância de ter o acompanhamento de um profissional da alimentação.

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Editorial

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Revista

Felipe de Jesus

BRT em BH Hoje,

um dos maiores problemas

enfrentados em Belo Horizonte, por motoristas e até pedestres, são os congestionamentos. Assim, para tentar solucionar este grave problema, a Prefeitura de Belo Horizonte, concluirá praticamente daqui um ano, ou mais precisamente no 1º semestre de 2013, segundo a BHTrans, as obras do Bus Rapid Transit (BRT). As obras do novo meio de transporte, já estão em andamento na Avenida Cristiano Machado e em outros pontos pautados no cronograma da PBH. Por um lado, o novo sistema trará mais fluidez no trânsito e menos tempo de viagem para os passageiros. Contudo, por outro lado, alguns transtornos para os comerciantes. Quando falo de transtornos, lembro das novas vias que foram incluídas no cronograma de obras: Avenida Paraná e a Santos Dumont. As obras vão começar após o ‘Dia das Mães’ deste ano. Estive na reunião feita com os comerciantes e a imprensa (como jornalista) na sede da Associação Comercial de Minas (ACMinas) e pude perceber a indignação dos comerciantes destas vias, pois eles ainda não sabem como vão fazer para manter os seus negócios. Isto, por que durante um período, alguns ‘tapumes’, serão colocados, o que de certa forma, poderá impedir a visão e mesmo, a vontade dos consumidores de irem a estes estabelecimentos. Estes comerciantes vão ter abatimento no IPTU, isto foi garantido pelos órgãos competentes, mas mesmo assim, eles temem ter que assistir ao mesmo filme: ‘As obras na Savassi’, situação que infelizmente levou vários comerciantes a terem seus negócios fechados, ou seja, fora da praça. É aguardar para ver o que vai acontecer.

Presidente e Jornalista Responsável (JP) Felipe José de Jesus - Jornalista (DRTJP:15.263-MG - SJPMG - FENAJ) Diretor de Redação - Editor de Economia e Finanças - Diagramador (criação) Conselho Editorial RCE - Jornalistas (JP) Frederico Gazel (DRTJP:15.423-MG - SJPMG - FENAJ) Diretor - Revisão de Textos e Editor de Xadrez - (criação) Karine Alonso (DRTJP:16.315.MG) Vice-Diretora e Editora do Imagem em Pauta Jornalista (JP) Geize Pires Editora de Turismo em Minas - Agenciadora Marketing e Publicidade Karine Alonso (JP) e Felipe de Jesus (JP) Captação de Eventos JCE Fernando Roger Diretor de Distribuição Jornalista (JP) - Felipe de Jesus (JP) Fotografia: Equipe RCE e Divulgação Impressão: Gráfica IMAGE - Artes Gráficas - Belo Horizonte - Minas Gerais Uma publicação da Agência de Comunicação e Publicidade (ACP Correio Eletrônico) Contatos: (031) 8561-5255 - 8570-7347 - (BH-MG)

Fala leitor.. Este espaço é para os leitores da ‘Revista Correio Eletrônico’, deixarem seus comentários sobre as nossas matérias e artigos. Participe, o seu comentário pode sair na próxima edição!

Felipe de Jesus Editor Geral

CNPJ: 03.379.599/0001-04 Todos os Direitos Reservados - 2012

“A 2ª edição ’Carnaval em Raposos’, ficou linda. Adorei os seguintes temas: A importância do fotógrafo jornalista, em ‘Imagem em Pauta’, texto da jornalista Karine Alonso e a entrevista feita pelo jornalista Felipe de Jesus, com o escritor Luiz Veríssimo, que esteve em BH para lançar o seu livro: Em Algum Lugar do Paraíso”. “Parabéns para toda equipe e estarei aqui, aguardando as próximas edições, sucesso!”

Maria de Fátima - Professora Ensino Infantil


Xadrez

Fotos: Divulgação

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Xadrez tecnologia e inovação Mesmo com sua invenção a milhares de anos atrás, o jogo continua mantendo fiel seus seguidores até mesmo na era digital

peão m a c O em

inho Mequ atéria uma m a do siv ‘ exclu rasil B o D al ‘Jorn esso) (impr l s fáci é mai térias e j o H a trar m z encon e o Xadre r b s a so ites d nos s ações Feder

_________________________________ Frederico Gazel

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xadrez como sabemos, surgiu a milhões e milhões de anos. Passou de um mero jogo de guerrilhas para uma peregrinação que fascina até hoje. Em alguns países, o jogo de xadrez torna-se mais popular, seja pela cultura, ou até mesmo o clima desfavorecido. Alguns aderem que o xadrez seja mais difundido na Europa, pelo predomínio do clima frio e muitas vezes gélido, trazendo complexidade em esportes tipicamente tropicais. Com a chegada das novas tecnologias acerca do mundo moderno, o jogo milenar também passou por transformações significantes. Com os computadores, sobretudo com a internet, o esporte ganhou em diversos aspectos: quebrando barreiras e culturas e acompanhando os tão benefícios da internet. Os amantes e aficionados do xadrez acompanham sempre as competições de maior renome no cenário do esporte, tais como Grand Slan, Copa do Mundo

de Xadrez e até mesmo em nosso país quando o xadrez ganhava destaque nos anos 70 com Henrique Mecking (Mequinho). Para acompanhar estes eventos, necessitava-se de apenas alguns detalhes: espera e paciência. Sim, naquele tempo, o único objeto de comunicação e divulgação era o correio, a carta. Com isso, os amadores poderiam assistir as partidas através dos registros das planilhas e seguir a competição na tabela de pontos e resultados. No entanto, sem a agilidade da informação que hoje é dominante, os eventos muitas vezes já se encerravam e o noticiário da época demorava meses para chegar, devido aos entraves da localização. Nos dias de hoje, é possível acompanhar cada lance de uma partida em tempo real com a transmissão ao vivo. Atualmente, o noticiário relacionado ao xadrez ganhou novos rumores no âmbito da internet. É fácil encontrar as principais noticias de sua cidade, estado ou país nos sites das federações e confederações, sendo registrado as competições que estão por vir em seus calendários. Há sites

Anand x Topalov Final do Campeonato Mundial de Xadrez, ao vivo para todo o mundo


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Programa utilizado pelos profissionais de xadrez

e blogs que também proporcionam aos leitores uma reflexão e um resumo de como ocorreu tal evento. O xadrez assim como os demais segmentos, pôde ter uma valorização maior com a internet, já que o meio propicia também a interação entre atletas, dirigentes, professores e mestres tornando-se um aliado aos treinos e prática do jogo. Para um mestre de xadrez ou mesmo um competidor assíduo dos eventos, a internet e os programas de xadrez são adereços indispensáveis nos dias de hoje. Isso porque é comum pesquisar os seus adversários e qualquer jogador em qualquer parte do mundo. Através deste recurso, observa-se suas partidas e o atleta consegue tomar parte de tudo o que foi planejado e projetado no jogo, a fim de conhecer a fundo o adversário para o próximo embate.

Ainda assim, com os chamados softwares, o esporte ganhou medidas avassaladoras em questão de nível de força. Estes programas ajudam o competidor a manter uma linha de raciocínio, conseguem despertar interesse pelas estratégias e táticas do jogo e ainda servem de base para os estudos pósmortem.

Casos >> Frederico Gazel é jornalista (JP) Graduado em Comunicação Social pela Faculdade Estácio de Sá - BH - MG - Assessor da Federação Mineira de Xadrez (FMX) - Professor de Xadrez no Colégio Santo Antônio em BH– MG.

z! e r d a X a ç Fa zação a e memori ic g ló a su elhore iversão, que uma d o d is a m o itar a sua Muit ar vai exerc ito mais! n e il m o g mu este jo aciência, e p o ã ç a tr n conce lizado. o persona c ti á id d e Material d ícios impressos; Exerc coletivas, Dinâmicas a e raciocínio, s de lógic Atividade e desafio! Entre nest adrez, Pratique x ente! a d m ades. o esporte todas as id ra a p e is e ív Todos os n

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Ainda que seja notória a gama de benefícios para este esporte, há também debilidades quanto à tecnologia. Foram registrados alguns casos (isolados) de surrupias para o favorecimento de um jogador que detinha de um celular moderno onde conseguia suportar um programa de xadrez e, com isso, dando-lhe total cobertura a cada lance. Noutra eventualidade, um ponto eletrônico no ouvido passava as informações de um computador que gerava todas as possibilidades de uma partida.


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Economia e Finanças

Foto: Brasscom

Participação feminina cresce no mercado de TI Mulheres representam 16,14% dos profissionais e mercado prevê faturamento de US$ 3 trilhões _________________________________

Brasscom

Felipe José de Jesus

SERGIO: “As mulheres não enxergavam este setor como um mercado de oportunidades, mas isto mudou”

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m mercado predominantemente masculino. Assim era o mercado de Tecnologia da Informação (TI), que de 10 anos para cá, vem tomando outra forma e prova disto é o crescimento da participação feminina no setor. Atualmente, o setor é representado por 16,14% das mulheres e a tendência é de aumento. Isso, por que, de 2006 até 2010 o interesse pelos cursos na área vem aumentando. Em BH, a procura pelo técnico em informática, aumentou de 18% para 25%, de acordo com dados do Cotemig. Por causa do interesse feminino, a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia e Informação e Comunicação (Brasscom), prevê um crescimento entre 10% e 15%, faturamento de US$ 3 trilhões até 2020. Em entrevista, Sergio Sgobbi, diretor de Educação e Recursos Humanos da Brasscom, disse que este novo cenário no mercado de TI, é uma mudança cultural da sociedade. Porém, questionado se existia um preconceito, ele afirmou que não. “Houve uma mudança, mas, não podemos afirmar que havia discriminação no mercado de TI. Acreditamos que as mulheres não enxergavam este setor como um mercado de oportunidades para elas. Isso se reflete no pequeno número do público feminino presente nas empresas. O aumento da presença de mulheres no mercado de trabalho é uma tendência do mundo moderno em diversas carreiras, não só em Tecnologia da Informação”. De acordo com Sergio, a abertura deste mercado para as mulheres pode estar ligada ao aquecimento do setor. “Não existem motivos concretos e identificados para justificar a presença das mulheres em TI. O que podemos pontuar são as oportunidades oferecidas. Um exemplo interessante de ocasiões, é o curso Técnico em Informática, da Brasscom em parceria com o Senai. Cito ele como exemplo, pois somente este ano, o curso registrou aumento de 31,4% de mulheres inscritas”, completou.

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Diferencial no mercado >> Para Moema Belo, diretora executiva do Grupo Cotemig, as mulheres se diferenciam nos quesitos: estudo e concentração. “Não sou feminista. O fato, é que as mulheres são mais estudiosas, se concentram mais nas tarefas e conseguem fazer


Cotemig

várias coisas ao mesmo tempo. São mais cuidadosas com os detalhes. Uma característica que está sendo observada pelas empresas, é que as mulheres são mais precavidas com os equipamentos, o que resulta em menos custo de manutenção. Em relação à liderança, a mulher é mais equilibrada, possui mais espírito de equipe e está mais atenta às pessoas que atuam com ela”. Segundo a executiva, o mercado esta atrás de mão de obra qualificada, ou seja, mais oportunidades para as mulheres. “As companhias estão carentes de mão de obra qualificada e não estão podendo discriminar o profissional pelo sexo. As mulheres estão cientes que possuem uma luta mais árdua que os homens para conquistarem uma posição de destaque no mercado. Por isso, se elas estão se preparando mais e melhor, com certeza terão mais chances neste setor”, concluiu.

elo Moema B

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De acordo com a tabela disponibilizada pelo portal Profissionais TI (PTI), a média salarial dos graduados em Tecnologia da Informação, é bem atraente e podem ultrapassar a casa dos R$3 mil. Cargos: Analista de Redes: 3.953,71 (Junior) 4.411,43 (Pleno) - 6.242,86 (Sênior) Analista de Dados: 3.200,00 (Junior) 4.500,00 (Pleno) - 6.000,00 (Sênior) Analista de Sistemas: 4.761,33 (Junior) 6.284,33 (Pleno) - 7.620,33 (Sênior) Consulte a lista completa no: http://www.profissionaisti.com.br

Felipe José de Jesus é jornalista (JP) Graduado em Comunicação Social pela Faculdade Estácio de Sá—BH Especializações: - Extensão Universitária em Contabilidade e Finanças - Extensão Universitária em Comunicação Empresarial - Pós- graduando em Administração e Marketing - Pós - graduando em Jornalismo Esportivo Professor de Português e Filosofia Licenciado pela Secretaria de Educação - MG

Foto: Marcos Produções

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Karine Alonso: Editora

A história da Divulgação

fotografia U

ma d as p foi c rime o Thom nst ruída ira s câm er as p em 1 s on, gigan espe 85 8 um c t arte: ializ ou n fotógra por C. T escas fo in a rep h sua glês ur ston ment câ me rodu o ç r q dame , produz a media ão d e o ue se b r as ia fo 3, 6 m nte u t o m me d tr o q grafia s d de comp e uadr e ap r ad o . . roxim ia-

_________________________________ Thais Pacievith

A

primeira descrição de algo parecido com uma máquina fotográfica foi escrita por um árabe, Alhaken de Basora, que viveu há aproximadamente 1000 anos. Ele descobriu como se formavam as imagens no interior de sua tenda quando a luz do sol passava pelas frestas do tecido. Assim foram relatados os princípios do que viria a ser a câmera fotográfica. Câmera significa pequeno quarto. Mais tarde, a câmera escura, quando não existia a fotografia, era um artifício empregado para conseguir imagens projetadas desde o exterior e cujas siluetas eram desenhadas na referida câmera escura. Sua existência é conhecida desde o século XVI, quando artistas como Leonardo Da Vinci e outros pintores a usavam para desenhar. No século XVII, as câmeras escuras deixam de ser grandes e passaram a ser móveis, desmontáveis e semiportáteis. Desenhar com luz, este, na verdade, era a utilidade destes objetos, por isso o significado etimológico das palavras gregas: foto (luz) e grafein (desenhar). Os irmãos franceses Jean Niceforo e Claude Niepce são os primeiros a relacionar a imagem realizada com luz e uma câmera escura. Mas eles não foram os únicos investigadores desta atividade, em que pese que foram os únicos a chegar ao fim de esta prática. Mais tarde, o artista francês Louis Jaques Mandé Daguerre (1789 – 1851) trabalhou, durante anos, em um sistema para conseguir que a luz incidisse sobre uma suspensão de sais de prata, de tal maneira que a escurecesse seletivamente e fosse capaz de produzir a duplicação de alguma cena. Em 1839, Daguerre tinha aprendido a dissolver os

sais intatos mediante uma solução de tissulfato de sódio o que permitia gravar permanentemente a imagem. Mesmo o avanço tendo sido notável, levava de 25 a 30 minutos para tirar uma fotografia, e se houvesse sol. Mas este não era seu principal inconveniente, senão a dificuldade de obter cópias. E foi outro inventor, William Henry Talbot (1800 – 1877), que fazia experiências com o que chamou de calótipos, que superou o problema em 1841. Com seus calótipos obtinham-se negativos que logo deveriam ser passados aos positivos em outras folhas. Em 1844, foi publicado o primeiro livro com fotografias.MA partir de então, as investigações se concentraram em conseguir um papel para os negativos que fosse suficientemente sensível para ser rapidamente impresso. Em 1848, um escultor inglês, Frederick Scott Archer, inventou o processo de colódio úmido. O colódio (composto por partes iguais de éter e álcool numa solução de nitrato e celulose) era empregado como substância ligante para fazer aderir o nitrato de prata fotossensível à chapa de vidro que constituía a base do negativo. A exposição era feita com o negativo úmido (esta é a origem do nome colódio úmido). A revelação tinha de ser feita logo após a tomada da fotografia. Só depois de alguns avanços científicos foram obtidas fotografias coloridas. Gabriel Lippman foi o primeiro investigador que mediante um complexo método conseguiu fotografar o espectro visível com toda sua riqueza cromática. Os irmãos Lumière também contribuíram, mas foram Luis Ducos du Hauron e Carlos Cross as pessoas que criaram um método que consistia na impressão de três negativos através de filtros coloridos em vermelho e azul. A editora Karine Alonso é jornalista (JP) Graduada em Comunicação Social pela Faculdade Estácio de Sá - BH.MG. Sua tese de formatura em Jornalismo, foi sobre o Fotojornalismo Brasileiro.

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Saúde e Bem Estar

Por que um é

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pouco??

Antigamente, a refeição do dia seguinte não passava de uma incerteza. Hoje, é o alimento que corre em nossa direção, entre tantas opções de supermercados e restaurantes. Até o serviço de delivery está do nosso lado. Em tempos de abundância dá para escolher o que e onde degustar. A comida virou sinônimo de prazer. Se você não estiver com fome, irá acompanhar quem está e acaba se “deliciando” de calorias a mais. Naturalmente o olfato e o paladar tendem a buscar alvos cheios de açúcar e gordura que impulsionados pelo aroma e sabor despertam no cérebro o sistema de recompensa colocando em ação os produtores de dopamina, o neurotransmissor por trás da sensação de bem-estar. Daí a tendência a não recusar itens calóricos como brigadeiro e batatas fritas. No fim está à solta a fome de leão. A indústria alimentícia contribui com nossos pontos fracos criando guloseimas com gosto de quero mais. Repare no chocolate. Ao cair na boca ele é dissolvido num rapidamente es-

palhando seu sabor e um repentino prazer. Substâncias são liberadas que estimulam os receptores na cavidade bucal. Por isso é quase impossível se contentar com um pedaço apenas. O mundo da comida se conspirando contra um apetite moderado. Imagine quando a cabeça perde o controle? Isto se chama: estresse. Algumas pessoas tendem a perder a fome e outras comem exageradamente usando a comida como um alívio psicológico e escolhendo os itens mais gordurosos que possam existir. Quem come para aliviar o estresse, paga um alto preço: a da gordura abdominal podendo desencadear problemas cardiovasculares. Para reverter esta situação toda é crucial o acompanhamento dos profissionais da mente e da nutrição. Dá para domar a fome com as orientações necessárias. Basta ter disciplina, paciência e limites. Para finalizar, deixo aqui uma das estratégias para burlar os desejos: ‘invista

em fibras’. Artigo de autoria de Mariana Urias Nutricionista CRN: 11.619 Contato: (031) 8794-0542

Divulgação

Intrigante mundo entre as conexões do cérebro, o que você come e suas emoções


Cultura e Entretenimento

Fernando Augusto e Fabrício: Paixão pela música sertaneja

Fotos: Jornalista (JP): Karine Alonso

Apoio na entrevista: Jornalista: Geize Pires

em 1º lugar

Do lado esquerdo: Fabrício, do lado direito Fernando. A dupla em uma apresentação no Bar e Restaurante - Gabirobas, em Nova Lima. Dia 14 de abril de 2012. Cobertura do show: Agência Correio Eletrônico

_________________________________ Felipe José de Jesus

H

umildade,

profissionalismo

e

acima de tudo, amor pela música sertaneja. Com estes ingredientes, a dupla ‘Fernando Augusto e Fabrício’ vem conquistando um espaço atualmente muito disputado no Brasil: o Sertanejo Universitário. Naturais de Raposos, Minas Gerais, cidade que fica há cerca de 30 KM de Belo Horizonte, os irmãos que já estão na estrada há praticamente 8 anos, estão trabalhando na gravação do seu 1º CD autoral que deve ficar pronto até o meio do ano de 2012. No entanto, enquanto o disco não sai do forno, os músicos estão se apresentando em diversas casas de shows em Minas Gerais e arrastando uma legião de fãs (admiradores) por onde passam. Aproveitando este momento de euforia da dupla, a ‘Revista Correio Eletrônico’, entrevistou os irmãos para saber um pouco mais sobre a história, curiosidades e acima de tudo as expectativas para o ano de 2012. Fabrício contou, que a paixão pela música, começou através dos ensinamentos de seu pai. “Eu aprendi a tocar com o meu pai, eu tinha uns 12 anos e toquei na igreja com minha avó, que era cantora. Desta forma, a dupla Carlos e Carlinhos me conheceram e me chamaram para tocar na banda deles, eu era violonista. Logo eu chamei o Leandro que

era (guitarrista) do Carlos e Carlinhos, para fazer um dupla , ai surgiu o ‘Leandro e Fabrício’. Tocamos em muitos locais, foi um sucesso. Com o tempo, eu fui ensinando o Fernando a tocar e no final dos meus shows com o Leandro, ele dava uma palhinha. Virou atração, pois ele era criança (9) anos de idade, imagina o sucesso”. De acordo com Fabrício, na época, os seus gostos musicais, eram avessos ao sertanejo. “Eu gostava de rock. Legião Urbana, Engenheiros, Paralamas, já o Fernando, mais rock internacional”. Fim da dupla Leandro e Fabrício >> Fabrício disse que por causa de outras responsabilidades, a dupla teve que parar as atividades. “Com o tempo eu tive que começar a trabalhar e a dupla com o Leandro acabou, infelizmente. Comecei a fazer faculdade de Administração, ao qual hoje sou formado e trabalhava com divulgação (propaganda). Depois arrumei um emprego na MBR. Ai para não ficar parado, eu e o Fernando tocávamos só em casa mesmo, para os familiares mais próximos”. O músico afirmou, que por convites de fãs da cidade, ele e Fernando começaram a tocar profissionalmente. “Montamos por brincadeira. Eu ia para os shows e levava o Fernando. Todos os locais que tocávamos as pessoas pediam mais. Uma vez em ‘Bicalho’, uma rua foi toda fechada para tocarmos. Foi um momento que vi que dava para voltar a tocar profissionalmente e foi ótimo”. Mas para os irmãos de Raposos, o grande momento na música, veio quando eles conheceram uma dupla famosa em Minas e no

Fernando fotografado no ‘Gabirobas’ em Nova Lima

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Rodrigo Lana

Brasil, Alan e Alex. Alan e Alex, um apoio>> Fernando contou com entusiasmo, que a oportunidade de conhecer a dupla, veio para abrir as portas na música. “O Alan e Alex vieram aqui em 2008, eu conheci a filha do Aroldo (organizador de eventos) e ela nos convidou para tocar no evento ‘Caminho da Roça’ e o Aroldo gostou e nos convidou para tocar com eles, foi ótimo”, disse Fernando. Fabrício lembra que, Alan e Alex os convidaram com uma certa dúvida. “Eles não conheciam a gente e tal, mas chamaram assim mesmo. Na hora, eu fique com um pouco de medo. Ai eles pediram para cantarmos e se surpreenderam. O Alan disse, que tocávamos bem. Mas questionaram e pediram um modão com a música ‘Telefone Mudo’, foi um teste, só que tocamos e eles gostaram. Assim, nós firmamos”. Logo depois Fer-

Fernando Augusto e Fabrício, juntos com Alan e Alex

Rio Acima

Histórias engraçadas >> Fernando lembra, que em Rio Acima, antes de tocarem com o cantor Daniel, quase que as coisas deram errado. “No horário do nosso show, um produtor do evento nos colocou junto com os calouros e o Daniel tinha que estar no palco 23h30. Quando acabou, o cara anunciou a gente, só que o pessoal achou que éramos calouros, o bom foi que o Daniel deixou tocarmos com ele. No decorrer, conseguimos animar o público, ai bombou mesmo, lotou. No dia eu troquei o Com o cantor Daniel, um sapato, coloque um modelo no grande momento pé e o outro modelo no outro, dá para acreditar?. Foi engraçado e não tinha como trocar. Ai eu ficava atrás do retorno no palco escondendo o pé, foi engraçado demais”, ressaltou Fernando.

nando e Fabrício começaram a estourar. “Eu não lembro de tocar em lugar vazio. Só lugar cheio e tivemos oportunidades de tocar em BH, o que foi ótimo. Alambique, Hard Rock Café e etc. Fora ‘Belo Vale’, Mariana e festas particulares. Em uma edição da Festa da Goiaba, com Sérgio Reis que foi ótimo. Tocamos também com o Daniel”, disse Fabrício .

Família e Raposos >> Sobre a família e Raposos, os irmãos foram diretos. “Temos apoio e admiração. Sem eles, não somos nada, eles são tudo para nós e fazem parte desta caminhada. Sobre a cidade, um local acolhedor e que vem abrindo muitas portas para a gente na música”, afirmaram.

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Mercado e expectativa >> Questionados sobre o mercado atual de música sertaneja, os irmãos disseram que o diferencial da dupla é o estilo próprio. “Temos um estilo próprio. Não existe nada de plágio em nosso trabalho. Referência musical temos: Alan e Alex, Gian e Giovani, Zezé di Camargo e Luciano. O Fernando gosta muito de duetos de voz e sertanejo de raiz. Edson e Hudson, Tonico e Tinoco. Mas o que o público quer, é o Sertanejo Universitário e todos estão entrando nesta onda. Não tem como fugir. No entanto, o diferencial de nossos shows, é que nos levamos músicas de raiz e preocupados em nunca perder a identidade sertaneja, pois ela é primordial”, afirmaram os irmãos. Sobre o CD, a dupla fechou a entrevista, dizendo que o disco será uma surpresa para os fãs. “Vamos trazer músicas do sertanejo universitário, mas será um pouco diferente. Country, românticas e etc. Este é o nosso disco de estreia, é o 1º produzido por nós mesmos, um filho para nós. Um álbum diferente e que os apaixonados por sertanejo com certeza vão gostar. Este ano será maravilhoso e vamos trabalhar, para trazer sempre, o melhor de nossa música para o público”, concluíram. Contatos: Fernando Augusto e Fabrício: Shows: Jornalista - Geize Pires (031) 8632-9570 Assessoria : Agência Correio Eletrônico (031) 8561-5255


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Turismo em Minas A ‘Quinta Cultural’ de Raposos mais uma

Foto: Bruno Morais Jornalista (JP)

vez atraiu os raposenses para dançar na praça _____________________________________________

Bruno Morais

U

m projeto com iniciativa da divisão de cultura, através da chefe Marta Fróes, vem agitando a Praça da Estação pelo menos uma vez por mês em Raposos. A edição mais recente aconteceu no dia 29 de março. A princípio, o público era tímido, poucas pessoas se aproximaram, mas foi só começar o som dos violões que as pessoas se animaram e foram chegando cada vez mais. Em questão de minutos, a Praça da Estação virou uma festa ao som de música sertaneja. O evento começou por volta de 19h30, com os alunos de violão do projeto Casa Verde, que tocaram músicas de bandas do pop rock nacional, como “Pescador de Ilusões” da banda “O Rappa”, e MPB. Logo depois, o cantor Ricardo Moreira animou a platéia com os ritmos mais badalados do momento, com os sucessos do sertanejo universitário. No repertório não poderiam faltar os hits "Ai se eu te pego", "Tchu Tcha Tcha", "Balada boa", e muitas outras que empolgaram aqueles que dançavam na praça. Para reforçar as tradições locais, além das atrações do município, o público pode se deliciar com o “Angú à Baiana”,

O evento foi um sucesso em Raposos

prato muito conhecido, e que é servido todas às segundas-feiras nos bares e restaurantes da cidade. Cerveja gelada, comida típica e música boa foram os ingredientes do evento. Mas não acabou por ai, para encerrar a noite, os professores de axé Gustavo e Glayder e os alunos da academi-

a Vitality se apresentaram com as coreografias animadas, mostrando muita disposição. A Quinta Cultural visa valorizar a cultura raposense, tendo sempre atrações variadas entre dança, música, artesanato, e também culinária local. Outras informações acesse: www.raposos.mg.gov.br.

Agência Correio na mídia

Lançamento do filme Área Q no BH Shopping. O ator Murilo Rosa com os jornalistas: Felipe de Jesus e Karine Alonso JCE

Contatos: (031) 3626-4213 (031) 9603-3638 (031) 9645-6144 O jornalista Felipe de Jesus com o produtor - Gerson Sagnnito


Divulgação

O jornalismo se modificou, as máquinas de escrever foram trocadas pela tecnologia. Os computadores e a Internet, hoje reinam no século 21. Porém, algo ainda continua o mesmo: jornalismo sério com profissionalismo e credibilidade, poucos conseguem oferecer para os leitores. Revista

Conheça também o site do jornal: www.jcorreioeletronico.webnode.com.pt

Revista Correio Eletrônico 3ª Edição (abril)  

Publicação mensal. Revista Cultural: Entretenimento, Xadrez, Economia e Finanças, Fotografia, Saúde e Bem Estar e Turismo em Minas.

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