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Condomínio & Soluções

Le Por Bárbara Lopes

A

leishmaniose canina é uma doença parasitária e endêmica. O parasita transmissor da doença é um díptero da família dos flebótomos, cujo tamanho não supera os três milímetros, e caracteriza-se por passar despercebido. Costuma habitar em zonas rurais ou parques, com níveis importantes de umidade. Muitas vezes, os cachorros infectados não apresentam sintomas clínicos porque a doença pode demorar inclusive anos para se desenvolver. É por isso que calcular a porcentagem exata de cachorros infectados é muito complicado. O mais aconselhável é levar o cachorro ao veterinário de forma periódica e realizar os exames específicos neles uma vez por ano para detectar se existe ou não a presença de leishmaniose.

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A cura ainda e questionável, mas existe tratamento pelo resto da vida. De maneira que, a prevenção é o mais recomendável. Existem vários métodos de prevenção para evitar que o cachorro contraia a doença. O primeiro deles é tentar evitar a picada do flebótomo na medida do possível. Para isso, é aconselhável colocar telas mosquiteiras, com um diâmetro consideravelmente inferior ao tamanho do mosquito, em todas as janelas ou portas. Do mesmo modo, é aconselhável impregná-las com inseticidas que contenham permetrina ou deltametrina, substâncias que repelem o flebótomo e que podem ser encontradas em produtos de uso doméstico. É importante realçar que, neste caso o uso de óleos essenciais não evitará a entrada do mosqui-

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REVISTA CONDOMÍNIO & SOLUÇÕES- EDIÇÃO XII  

Revista dirigida ao mundo condominial: síndicos, prefeitos de quadra, administradores prediais, condomínios horizontais e verticais em Brasí...

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