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CONDOMÍNIO & SOLUÇÕES

CONDOMÍNIO REAL PARIS GESTÃO COMPARTILHADA EM ÁGUAS CLARAS

COLETA SELETIVA TURISMO : SERRA DA MESA A RAIVA EM ANIMAIS DOMÉSTICOS LEI 8.213/91 BENEFICIA DEFICIENTE FÍSICO

ADMINISTRAR BRASÍLIA SEGUNDA SEGUNDA PARTE PARTE

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Nossa Capa Condomínio e natureza, com cores da seleção brasileira, homenageiam a Copa do Mundo.

Foto : Editora RCS

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RAIVA

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Entrevista - Segunda parte

Animais domésticos

LEI 8.213/91

LEI 2.365/DF

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Deficiente físico - trabalho

Beneficia artes plásticas

TURISMO

COLETA SELETIVA

Serra da Mesa - O mar no meio do Brasil

Coleta seletiva no Distrito Federal

Messias de Souza

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EDITORIAL

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Oxigenação

Carlos Caetano

Favelização das asas

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á há algum tempo acompanhamos a evolução e o desenvolvimento de algumas empresas ligadas a vários setores que atendem aos condomínios. A administração e gerenciamento, a segurança eletrônica e física, o fornecimento de material e equipamentos para limpeza, a modernização de alguns serviços bens e produtos. Por cinco anos consecutivos formatamos e executamos a Exposição de Bens, Produtos e Serviços para Condomínios e Cidades, (Expocon), o que nos deu mais experiência e conhecimento de vários setores. Mas, o que mais nos impressionou foi a capacidade de liderança e da força profissional e empresarial de alguns jovens empreendedores. Existem os casos das heranças profissionais passadas dos pais para os filhos. Em outros casos, que são a maioria, esses jovens entram com muita determinação oxigenando o mercado. Nas duas situações é muito positivo perceber essas novas forças emergirem respeitando e se impondo com trabalho, especialização e profissionalismo em um mercado já bastante competitivo. Podemos citar, com risco de cometer algumas injustiças, os casos das empresas Clean Service (Calebe e Gleice), Suprimax (Alan), Asc Service (Érico), Recol (Luciano), Johnson (Ícaro), Rei dos Capachos (Marcos Pereira e Marcos Modesto), Ecoplast (Renato), AGS (Grazielle). Empresas genuinamente brasilienses que, por ora, participam do mercado de forma contundente, e se não as são, estão próximas dos líderes em seus setores. Acreditar na juventude, dar chance e ouvi-la. Esse recado parece que já foi dado. Revista on-line : www.condominioesolucoes.com.br

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a verdade, ninguém sabe para que servem os fiscais da AGEFIS, em se tratando de puxadinhos e distorções nos gabaritos das quadras 500 e 700 das Asas Sul e Norte. São inúmeras as construções irregulares nas lajes superiores dos prédios. A desordem urbana chega a dar aspectos de favela aos bairros. Com anuências dos proprietários que desrespeitam o plano original. Portanto são irregularidades gritantes. Não tem nada escondido. É muito fácil avistar, lá encima, no último andar dos prédios, um dormitório a mais, uma lavanderia, umas churrasqueiras ou depósitos irregulares. A AGEFIS somente atua quando há situação de invasão área pública. Nas casas e prédios particulares é necessária uma decisão judicial, o que leva tempo. E aí vão se favelizando as asas.

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CONDOMÍNIOS

E A CONTRIBUIÇÃO SINDICAL O TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO - TRT 10ª REGIÃO E O TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO - TST ENTENDEM QUE OS CONDOMÍNIOS NÃO SE ENQUADRAM EM CATEGORIA ECONÔMICA

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esde o aditivo da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) de 2010/2011 até a de 2013/2014, o Sindicondomínio juntamente com o Seicon, firmaram cláusula que proíbe a terceirização das atividades de zelador, garagista (diurno e noturno), porteiro (diurno e noturno), trabalhador de serviços gerais e faxineiro nos condomínios, por entender serem estas atividades fins. Alguns condomínios e o Seac (sindicato que representa as empresas terceirizadoras), ajuizaram diversas ações visando à declaração de nulidade das referidas cláusulas, sem obter êxito. Em 30 de outubro de 2013 foram publicadas no Diário da Justiça, decisões proferidas pela juíza da 13ª Vara do Trabalho Ana Beatriz do Amaral Cid Ornelas, na qual acolheu a pretensão de alguns condomínios residenciais que propuseram Ação Declaratória em face do Sindicondomínio e Seicon, reconhecendo a inexistência de relação jurídica entre as partes. Declara também, ser indevido o recolhimento de contribuições sindicais patronais; e por último reconheceu a ausência de vinculação daqueles condomínios às cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho de 2013/2014. Ao fundamentar o relatório de suas decisões a juíza colacionou o artigo 511 e seu § 1º da CLT que dispõe ser lícita a associação e solidariedade para fins de estudo, defesa e coordenação de interesses econômicos ou profissionais de uma mesma categoria econômica, completou com a regra disposta nos artigos 579 e 580 da CLT que estabelece que os integrantes de uma cate6

goria econômica são compelidos a recolher contribuição sindical. Afirmou, por conseguinte, que os condomínios residenciais não perseguem fins econômicos, não visam lucros e nem desenvolvem categoria produtiva e por isso não se enquadram como categoria econômica; por essa razão não estão sujeitos ao enquadramento sindical, a ensejar recolhimento de contribuição sindical e sujeição às regras da CCT, entendimento convolado pelo acórdão proferido pelo TST no RR-182300-73.2006.5.07.0009, que também fez parte da fundamentação. Segundo preceitua o art. 8º, IV, da Constituição Federal e art. 579 da CLT, a contribuição sindical, anteriormente denominada “imposto sindical”, representa contribuição especial devida por todos aqueles que participem de categoria econômica ou profissional. Sobretudo, tal decisão embora tenha sido favorável ainda não é definitiva, em virtude da interposição de Recurso Ordinário por parte dos Sindicatos. O entendimento dos Tribunais traz grande avanço aos condomínios residenciais, vez que ante a possibilidade de êxito judicial garantem a liberdade para contratar mão de obra terceirizada, além de isentar o condomínio do pagamento de contribuição sindical. Os condomínios residenciais que se sentirem coagidos pelo Seicon a contratar diretamente poderão ajuizar ação visando à declaração de inexistência de relação jurídica e desvinculação as cláusulas da CCT, bem como a devolução das contribuições sindicais, vez que não se enquadram em categoria econômica, à luz da legislação, e segundo entendimento do Tribunal Superior do Trabalho. Daniela Furtado Pinheiro Advogada especializada em Direito condominial danielafurtado.advogada@hotmail.com daniela@ascservice.com.br

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Entrevista com o administrador de Brasília Messias de Souza - Segunda parte

ADMINISTRAR

BRASÍLIA Mobilidade, trânsito, estacionamento, resíduos sólidos, manutenção, segurança, hotelaria e atendimento ao turista

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a edição anterior (Ano II, n° V), a Revista Condomínio & Soluções entrevistou o então administrador de Brasília, José Messias de Souza, que desincompatibilizou-se do cargo no dia 4 de abril passado, para concorrer às eleições de outubro. Em longa entrevista, falamos sobre segurança, autorizações especiais para a Copa do Mundo, mobilidade, futuros estacionamentos, puxadinhos, entre outros assuntos. Nesta edição damos continuidade à segunda parte da entrevista. Brasília vai estar pronta para a Copa? Sim, Brasília está preparada para receber a Copa. A construção do Estádio Nacional Mané Garrincha ocorreu no tempo aprazado, foi testada a grande arena, que vem mostrando sua viabilidade. Há um envolvimento da sociedade brasiliense, dos empreendedores que se preparam para isso, de muitas áreas de serviços, tanto de restaurantes como de transporte, como táxis, locadoras, a hotelaria, a área de gastronomia, a área de lazer, toda ela se 8

envolve em preparar os seus quadros, os seus colaboradores, os seus servidores para bem atender essa população, porque é um mercado novo que se abre e do ponto de vista da cidade, cria-se esse clima virtuoso de bem receber os visitantes entre brasileiros e estrangeiros, conforme a tradição brasileira. Então, eu creio que a cidade está se preparando adequadamente para receber esse evento. Nós, da Revista Condomínio & Soluções, temos insistido no cuidado do lixo nas quadras 700 Norte, que é uma região atípica. O que pode ser feito naquela área? O recolhimento do lixo é conduzido pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU), e tem uma distribuição com muita capilaridade de coletores e de carros que vão buscar os resíduos sólidos nas áreas residenciais. Tem também a busca de lixo para a coleta seletiva. Esse processo está se ampliando na medida em que no Distrito Federal, está sendo feito pelo governo Agnelo, uma revolução no sentido de acabar definiRevista on-line : www.condominioesolucoes.com.br


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tivamente com o lixão, que é uma mancha da nossa cidade; é um lixão que está aqui há mais de 50 anos e que precisa ser extirpado para que ninguém viva mais aquela situação de degradação social e de degradação ambiental. As quadras 700 têm uma distribuição, que são áreas residenciais de casas e requer adaptações por parte do serviço de limpeza. Por parte dos moradores, há um diálogo necessário com as prefeituras comunitárias para que os contêineres possam recolher esse lixo seletivo separado do outro lixo. Então, esse é um processo que cabe ao SLU em diálogo com essas prefeituras, para encontrar a metodologia adequa-

patrimônio como uma cidade viva. Por isso que os debates não se dão apenas no sentido da preservação física, mas da boa utilização ou da adaptação dos usos, de tal forma, que a cidade possa conviver com a modernidade, com as necessidades que surgem, para a juventude, sobretudo, e para a vida moderna e que ao mesmo tempo concilie isso com a preservação das escalas arquitetônicas da cidade. Portanto, fazer esse equilíbrio justo entre preservar essas escalas e manter a cidade viva, se desenvolvendo, gerando oportunidades de trabalho e qualidade de vida é um belo desafio administrativo, que honra a cada um que gosta da cidade e tem a chan-

Messias de Souza

da de que o serviço seja prestado de comum acordo com a população, nos horários definidos. Isso, para que o lixo não fique exposto em horários desnecessários para a deterioração, como tem ocorrido aqui e ali naquela região, em que o recolhimento, fica muito atomizado. São ajustes de natureza técnica que precisam ser feitos para melhorar a qualidade do atendimento que envolve tanto o serviço de limpeza quanto a atitude organizada dos moradores. É por isso que o diálogo precisa ser feito por meio das representações das prefeituras comunitárias. Administrar Brasília é um cargo importante, que qualquer um gostaria de ter no seu currículo. Como o senhor se sente nessa posição? Para mim é uma honra ter a oportunidade de administrar Brasília, ainda que seja uma meia prefeitura, que tem os encargos municipais, mas não tem a estrutura de uma prefeitura, mas tem o grande desafio de zelar pela preservação de um sítio urbanístico que é um patrimônio da humanidade. Esse é um desafio muito grande, zelar pela manutenção deste Revista on-line : www.condominioesolucoes.com.br

ce de exercer esse cargo. A Escola de Gestão Comunitária é uma iniciativa da Administração de Brasília. Nela, há promoção de cursos para a formação de síndicos, de porteiros, zeladores. Em sua opinião, qual a importância desta iniciativa, além destes cursos serem gratuitos? A Escola de Gestão Comunitária é uma experiência importante porque permite a aproximação dos síndicos com a administração pública, com os vários órgãos do Distrito Federal, e principalmente, ela promove uma relação de troca de experiência entre síndicos que, pela tradição, ficavam isolados, cada um cuidando do seu condomínio. E a Escola mostra que há problemas comuns a todos os gestores de condomínio, por isso, ela, além de apresentar esse instrumental de como enfrentar os problemas que é o conteúdo dos cursos, ela permite também a tomada de consciência do papel desses gestores na vida social. Por isso que o trabalho de gestão de conflitos, de relacionamento interpessoal, ganha relevância 9


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dentro do currículo desses cursos.

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Como é o trato entre a Administração de Brasília e os Conselhos Comunitários da Asa Sul e Asa Norte, o Conselho de Segurança, as prefeituras e os condomínios residenciais e comerciais? A Administração de Brasília tem se pautado pelo diálogo em toda a nossa gestão temos mantido muitos contatos com todas as representações populares: associações de moradores, prefeituras comunitárias, conselhos (conselhos de segurança, conselhos de moradores das asas Norte e Sul, conselhos tutelares). Enfim, todas as formas de representação têm sido levadas em conta aqui e algumas dessas representações têm uma maior participação pelo tipo de reivindicações e de luta que levantam. A Administração tem procurado não só atender

Mas como espaço de diálogo democrático, eu creio que é um exemplo de convivência, de posições, da diversidade, das opiniões desses conselhos, que entre si têm também muitas visões diferenciadas. De forma que, a Administração de Brasília, tem sempre feito um esforço para intermediar conflitos que existem no seio das organizações comunitárias. Com frequência, a mesa da Administração é uma mesa de negociação, é uma mesa de conciliação. Nós vimos isso recentemente em questões, como o conflito que surge entre os eventos culturais da cidade e os moradores em face das reclamações do barulho que causam, na ótica deles. Ou dos problemas causados pelo trânsito, e nós trouxemos à mesa não só representações de moradores, que organizaram documentos, abaixo-assinados, como os representantes dos clubes, os empreendedores

aquelas reivindicações que estão no âmbito das suas competências, mas, especialmente estimular debates sobre as questões das cidades e sobre as questões urbanas. Isso aparece em variadas formas: nós criamos um programa chamado “Administração das quadras” que facilita a interlocução também com essas representações comunitárias. A Conferência das Cidades tem se revelado um espaço importante, o Orçamento Participativo, agora os conselhos de gestão urbana, todos esses espaços ajudam a gestão a ter uma presença dos moradores e da comunidade, influenciando as suas decisões. Então é um processo permanente de diálogo. Nem sempre o diálogo significa que há uma concordância, quer seja da Administração com as posições e reivindicações todas levantadas ou sob a ótica dos conselhos, que a Administração atenda todas as suas reivindicações.

culturais, as empresas que fazem grandes eventos, que dão estrutura para eventos, de tal forma que, a ótica dos vários interessados pudesse ser cotejada com a opinião daqueles que, digamos, reclamam sobre os efeitos dessas manifestações. Então, Brasília, que é uma cidade cosmopolita, diversificada, com culturas mais variadas do Brasil e do mundo, ela, a cada dia, traz como uma grande metrópole, esses conflitos para a mesa de negociação. Por isso que é fundamental o contato da Administração com todas as formas de organização comunitária. E nós as recebemos todas. Sem discriminação e sem valoração para legitimar umas ou outras. Todas são recebidas, são ouvidas, são discutidas, e os encaminhamentos são os encaminhamentos possíveis que são dados ao nível do que compete ao poder público encaminhar. Revista on-line : www.condominioesolucoes.com.br


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TRABALHANDO EM CASA

m tempos de trânsito caótico e violência urbana, trabalhar em casa significa viver com extrema qualidade. A cada dia, mais pessoas optam pelo chamado home office, sobretudo profissionais liberais. O tema parece simples, mas os excessos e abusos cometidos por muitos condôminos que trabalham em casa acabam por desvirtuar a natureza residencial dos condomínios, além de onerar os demais vizinhos e comprometer a segurança do empreendimento. Trabalhar em casa não pode ser sinônimo de possuir uma verdadeira empresa funcionando no apartamento. Mais uma vez deparamo-nos com a função social da propriedade, ou seja, o exercício do direito de propriedade em prol do bem-estar comum, de modo a nunca prestigiar o interesse particular de uma condômino, em detrimento do interesse da massa condominial. Da análise dos casos práticos, conclui-se que a situação fática e concreta é que vai definir se o trabalho exercido na unidade autônoma fere o disposto na convenção de condomínio, a ponto de descaracterizar sua natureza residencial.

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Por Márcio Rachkorsky

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RAIVA

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O QUE É A RAIVA

É

uma doença infecciosa aguda, quase fatal, que acomete mamíferos (homem, cão, gato, morcego e outros animais). Causada por um vírus do gênero Lyssavirus, que se multiplica e se propaga – via nervos periféricos – até o sistema nervoso central, de onde passa para as glândulas salivares, nas quais também se multiplica. Quais são os sinais e sintomas de animais (cão e gato) com raiva? - o comportamento do animal se torna agressivo, agitado e irritado, podendo morder pessoas, animais e objetos. Ou fica triste e procura lugares escuros; - a salivação (baba) se torna abundante; - no cão, o latido fica rouco; - recusa de alimento e água e dificuldades para engolir (parece estar engasgado); - perda da coordenação motora, convulsão, paralisia e pode morder a si próprio. Como se transmite a doença? A raiva é transmitida por meio da saliva de animal infectado, seja por mordeduras, lambeduras e arranhaduras de mucosa ou pele que apresentam ferimentos. A fonte de transmissão é o animal infectado pelo vírus rábico. Em áreas urbanas, os principais transmissores são o cão, o gato e o morcego. Em áreas rurais, além de cães e gatos, morcegos, macacos, há também os mamíferos domésticos, como, bovinos, equinos, suínos, caprinos, ovinos. Os animais silvestres são os reservatórios naturais para animais domésticos. Como deve ser a prevenção? É preciso vacinar cães e gatos anualmente. Quem deve ser vacinado? Os cães e gatos a partir de três meses de vida. 14

Doença acomete animais de estimação Os animais vacinados pela primeira vez devem repetir a vacina após 30 dias. Recomendações: Não interferir em brigas de animais; não tocar em animais doentes na rua; não se aproximar de cães e gatos de rua ou sem donos; nunca tocar em morcegos ou outros animais silvestres diretamente, principalmente quando estiverem caídos no chão. O que fazer se alguém for mordido? Cuidados com o ferimento: - Lavar o ferimento com água corrente e sabão e desinfetar com álcool ou soluções iodadas, imediatamente após a agressão; - procurar imediatamente um posto de saúde para assistência médica. O que se deve fazer com o animal - Comunique à Gerência de Controle de Reservatórios e Zoonoses – Diretoria de Vigilância Ambiental, nos telefones 61-3341-2456, 3341-1900, 33412084 ou Disque Saúde – 160; - após a comunicação, a Gerência de Controle de Reservatórios e Zoonoses fará o recolhimento do animal para a observação durante dez dias e as condutas necessárias. - Caso o animal morra ou desapareça antes dos dez dias de observação, comunicar imediatamente ao Serviço Médico. Revista on-line : www.condominioesolucoes.com.br


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SEGURANÇA PÚBLICA NO DISTRITO FEDERAL

INSEGURANÇA PÚBLICA NO DF OU PARCERIA PÚBLICO–PRIVADA NA DISTRIBUIÇÃO DO MEDO OU UM GRANDE CONDOMÍNIO REFÉM DOS CRIMES E DE SEUS AUTORES Por Marco Antônio dos Santos

C

om cerca de 800 homicídios, mais de mil tentativas deles, aproximadamente 40 latrocínios comprovados, acima de 600 roubos com restrições de liberdade (o chamado sequestro relâmpago), mais de 800 casos de estupro e cerca de 4.500 veículos furtados ou roubados, em 2013, e com números crescentes, relativamente ao mesmo período, no início de 2014, o “Condomínio Brasília” (considerando todo o Distrito Federal), como gosto de chamar a magnífica terra em que moramos, deixou de ser uma ilha de tranquilidade. Os números foram aproximados, tendo em vista as diferenças de metodologias empregadas pelas fontes consultadas, mas servem para mostrar a dimensão do problema que a sociedade brasiliense tem diante de si e, sabemos, que o primeiro passo para a solução de um problema é admitir que, ele existe. Reféns de uma perigosa e constrangedora situ16

ação, os moradores da Capital Federal, além de amedrontados, sentem-se indignados por vivenciar essa situação na capital do país, onde acontecem e se esperam, ainda mais, megaeventos como a Copa do Mundo, daqui a pouco tempo. No DF, os policiais recebem o maior salário do país, somam cerca de 16 mil homens e mulheres, estão bem equipados, o número de policiais por habitante (1/160 mais ou menos) é muito próximo do recomendado pela Organização das Nações Unidas (ONU), além de o DF ter área geográfica pouco extensa e pouco complexa (exceto pelos limites com as cidades do entorno) quando comparado a outros estados da Federação, e distribuição espacial na qual é relativamente fácil o planejamento e a gestão de medidas de segurança pública. O DF pode ser considerado um grande condomínio com vários agrupamentos populacionais próximos uns dos outros, muito bem interligados fisicamente e por meios de comunicações modernos. Revista on-line : www.condominioesolucoes.com.br


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A distribuição das administrações regionais é bem feita, assim como a articulação dos meios policiais civis e militares e de bombeiros militares. A arquitetura dos condomínios verticais do Plano Piloto, apesar de bem intencionada, é bem verdade, não é eficaz quanto à proteção contra roubos ou agressões contra pessoas. A legislação do tombamento histórico impede que se imponham restrições de acesso às superquadras e mesmo aos saguões dos edifícios. As entradas e saídas de garagens são extremamente vulneráveis aos ataques de bandidos. Dispositivos de vigilância eletrônicos ou sistemas de alarmes mais sofisticados têm restrições de uso para não ferir privacidade e atingir áreas de uso coletivo. A existência nas quadras de prédios públicos entremeados com edifícios privados também cria dificuldades na administração de sistemas comuns de segurança. Mas os espaços livres facultam patrulhamento eficiente a pé, a cavalo e/ou motorizado (veículos e motos). Mas não é o que se vê. Nas cidades-satélites o cenário é um pouco melhor quanto às possibilidades de utilização de processos de segurança privada, dada a maior flexibilidade em relação às restrições legais. Elas guardam, também, maior similaridade com as demais cidades brasileiras comuns. Na periferia delas, contudo, a insegurança pública também é crítica. A situação conduz a uma lógica que fere o senso da lei, enquanto esta considera a segurança privada como complementar à segurança pública. No DF, dessa forma, passa a existir maior dependência do

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cidadão em relação à segurança pública. Infelizmente, aí tem residido o problema nos últimos anos. Governantes gastam tempo, que é um bem precioso diante da velocidade dos eventos no mundo globalizado, e dinheiro, tentando combater efeitos sem debelar as causas. Oitenta e cinco por cento dos crimes acontecidos no país e registrados (sim, existem crimes não registrados) têm algum tipo de relação com uso/ abuso ou comércio de drogas. Setenta e cinco por cento é o índice de reincidência criminal no Brasil. Crescem assustadoramente os delitos violentos praticados pelos “di menor”. Os movimentos grevistas de instituições policiais decorrentes de demandas não atendidas ou mesmo reprimidas, decorrentes da fraca gestão dos políticos em posição de mando, também contribuem, sobremaneira, para o recrudescimento da atividade criminal. O DF tem um claro exemplo disso nos últimos três anos em relação à Polícia Militar, em particular. Os governos, tanto o federal quanto o distrital, que não têm políticas públicas integradas para reduzir a criminalidade e a violência, persistem na intenção de desarmar o cidadão, facilitar o consumo de drogas ao não reprimir com veemência a disseminação de entorpecentes, narcóticos e estimulantes. Não fazem gestão para manter segregados criminosos contumazes na prática de roubos, estupros, homicídios e os quadrilheiros. Também não têm políticas eficazes para tratar com menores delinquentes. Ainda, não administram com efetividade os preciosos recursos humanos dos órgãos policiais. Em geral, as autoridades passam ao largo de todo esse quadro. As cidades-satélites do DF e áreas do Plano Piloto (entrequadras e quadras comerciais, corredores entre as 500 e 700 nas asas Sul e Norte, estacionamentos públicos nos setores Bancário Norte e Sul, (SBN e SBS) e setores Comercial Norte e Sul (SCN e SCS), proximidades dos eixos L-2 e L-4, rodoviária, enfaticamente, estão dominadas por usuários de crack e outras drogas, controladas por “guardadores” de veículos (a maioria dos quais egressos do sistema penal que não encontraram a tão propalada ressocialização e, como afirmou para mim um deles, recentemente, “sou a autoridade aqui”, referindo-se a um trecho público do (SCN) e continuam em contato 17


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com o mundo do crime e por delinquentes recém-admitidos no meio. Os resultados são sequestros, roubos, latrocínios e homicídios. Nem policiais escapam de ataques dos meliantes. Basta lembrar o corrido na SQN 309, no final do ano passado. Apesar de baleado duas vezes, o policial civil conseguiu acertar também dois disparos no meliante, que acabou morto. A Associação Comercial do Distrito Federal, em dado divulgado no Correio Braziliense do dia 10 de março de 2014, afirma que mais de 400 estabelecimentos comerciais encerraram as atividades de 2012 a 2014, motivados pela violência. Esses dados divergem, no entanto, dos dados da Secretaria de Segurança Pública que apontam redução da criminalidade no DF. Fica a dúvida entre a ficção e a realidade que amedronta o cidadão. A resposta do poder público e mesmo de policiais (a maioria revoltados, diga-se de passagem) a todo esse quadro de insegurança pública – dever do Estado e responsabilidade de todos –, no DF, quando ocorre, é sempre mais do mesmo: promessas de intensificação do policiamento, mais policiais nas ruas, blitze nas rodovias em horário do rush e nenhuma inovação que traga soluções mais duradouras e melhores resultados passado algum tempo. Ao final, mais incomodam a quem deveriam proteger. Até a sabidamente ineficaz, mas pelo menos levada em frente, política de presença de policiais em módulos localizados em áreas determinadas foi abandonada. Oitenta deles estão vazios e alguns foram até queimados pela população revoltada. Brasília vai sediar sete jogos da Copa. É possível prever, com boa dose de certeza, que a partir de 18

junho, os índices de insegurança pública presentemente crescentes vão se tornar ainda piores. Uma plêiade de ameaças, não tornadas transparentes pelas autoridades encarregadas dos megaeventos e outras detentoras de cargos políticos, podem se tornar realidade, diante da maior movimentação de turistas, com seus cobiçados dólares, passaportes que valem dinheiro no mercado do crime, vícios não comuns entre brasileiros, interesse pelo turismo sexual e pelas drogas, clonagem de cartões, dinheiro falso, desavenças e por aí vai. Além disso, a exposição do Brasil na mídia mundial ampliará o poder de repercussão das manifestações de insatisfação popular que vêm marcando o dia a dia das grandes cidades, desde junho do ano passado. Com mais esse quadro, muito provavelmente, as autoridades na impossibilidade de aumentar efetivos policiais, vão concentrar meios nas proximidades do Estádio Nacional. A consequência é simples de imaginar: a do cobertor curto. Mais insegurança na cidade e nos condomínios. Bem, finalizando, o problema da insegurança existe e é grave. Faltam políticas públicas eficazes, gestão eficiente, respeito aos propósitos da segurança pública e sobram políticos que somente resolvem os seus problemas. Enquanto isso, morrem cidadãos pagadores de impostos, obrigatoriamente tutelados por um Estado dominado por casos de corrupção e de incompetência.

Marco Antônio dos Santos Diretor da Prospect Intelligence Especialista em Inteligência e Segurança Telefones 3328 9883/7812 5608 marcoprospect@prospectintelligencecom.br

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FESTAS EM CONDOMÍNIO

ão raramente, festas em condomínios acabam em confusão, multas, desavenças e ações judiciais. O uso das áreas comuns do edifício (churrasqueira, salão de festas) deve ser feito nos estritos termos do regulamento interno e da convenção de condomínio. Certamente há que se atentar ao bom senso, pois “o direito de um termina onde começa o do outro”, principalmente para quem vive em condomínio. Redobrada atenção merecem os eventos realizados ao ar livre, próximos da churrasqueira, devendo o responsável proibir que seus convidados circulem noutras áreas do condomínio. Algumas simples regrinhas, a seguir elencadas, são essenciais para uma festa tranquila: - ler previamente o regulamento interno e a convenção do condomínio; - programar a festa em horário compatível com as regras do condomínio; - ficar sempre atento ao volume do som; - coibir o consumo exagerado de bebidas alcoólicas e evitar excessos; - conversar com os convidados, explicando-lhes rapidamente que o condomínio possui regras; - conversar previamente com os funcionários do condomínio, dando-lhes ciência do evento.

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LEI 8.213/91 ASSEGURA COTAS PARA DEFICIENTES

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legislação brasileira estabelece cotas para preenchimento de postos de trabalho com portadores de deficiência (Lei 8.213 de julho de 1991). Segundo a mesma legislação as deficiências podem ser: física, auditiva, visual e mental em diferentes graus de intensidade de possibilidade laboral. A Lei se aplica a empresas com mais de cem funcionários. Sendo que o total de vagas destinado a deficientes vai de 2% até 5% (para aquelas com mais de mil empregados). Na área dos condomínios os contratos de deficientes são esporádicos, pois raramente chegam até mais de cem colaboradores. Um cadeirante, por exemplo, não tem muitas restrições para atuar como recepcionista ou porteiro, desde que tenha acesso às dependências e espaços dos prédios. O tema inclusão de deficientes tem sido pauta nas discussões de vários setores da sociedade.

Érico de Souza - Diretor da Asc Service

A ASC Service, empresa da área de limpeza e conservação, administração e segurança patrimonial, conta com o número de deficientes físicos de acordo com a Lei 8.213/91. O diretor-executivo da empresa Érico de Souza salienta que não é tão fácil conseguir os funcionários. No caso da ASC só foi possível graças a um relacionamento com uma associação de deficientes. A empresa patrocina atletas paraolímpicos participantes de olimpíadas, em vários estados do País que, além de atletas, são funcionários da empresa. 20

RCS: Em relação aos condomínios, existem dificuldades na inserção desses funcionários? Sim, temos muitas dificuldades em encontrar profissionais para atender a legislação. Muitas vezes quando encontramos, dependendo da deficiência, não podem trabalhar em áreas como portaria ou limpeza, devido a algumas características exigidas para a função. RCS: Há diferentes graus da mesma deficiência. Como a empresa lida com isso? Sim, este grau de deficiência é comprovado através de laudo pericial feito por médico especializado. Através desse laudo a nossa empresa avalia e seleciona, treina e acompanha o candidato para o posto de trabalho. RCS: Os funcionários deficientes físicos atendem às exigências do trabalho? Temos vários casos de sucesso de funcionários quando integrados ao trabalho em condomínios obtêm um ótimo resultado, superando as suas limitações, são pontuais, valorizam o trabalho e são elogiados pelos moradores. Revista on-line : www.condominioesolucoes.com.br


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Brasília sedia o Fórum Mundial da Água 2018

rasília foi escolhida para sediar o VIII Fórum Mundial da Água. O anúncio foi feito no dia 26 de fevereiro em Gyeongju na Coréia do Sul. O governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz comemorou a conquista, pois é a primeira vez que uma cidade brasileira vai sediar o evento. Evento que tem como um dos principais objetivos encontrar alternativas para o aproveitamento racional e sustentável do recurso. O Brasil detém 12% da água doce no mundo. Apesar de ter a maior oferta mundial de água o número de pessoas conscientes quanto ao gasto excessivo e abusivo da água é baixo.

Entre a captação de fonte de abastecimento até a torneira do consumidor final o Brasil perde grande quantidade de água no processo de tratamento e distribuição. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE ), asseguram que em cada dez municípios com mais de 100 mil habitantes, seis registram perda de volume de água, de 20 a 50%. Segundo dados do Instituto 78% dos municípios brasileiros têm investido na rede de distribuição de água, sendo Brasília com 24,9% o menor índice de desperdício do país. Número que ainda causa um déficit de dois milhões de reais anuais. Portanto, Brasília sediar um evento de tamanha envergadura é muito importante para dar ainda mais visibilidade à capital de todos os brasileiros e ao país de modo geral. Mesmo assim, há quem torça contra. 22

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LEI 2.365/DF BENEFICIA ARTES PLÁSTICAS

A Lei 2.365, que dispõe sobre a inclusão de obras de arte nos edifícios, embeleza os prédios, valoriza os artistas.

O

dom de ser artista é inexplicável. Ver a sua obra exposta e admirada deve ser maravilhoso. Um brilho no ego. E como observador, não precisa ser crítico de arte ou entender de pormenores da produção artística para gostar ou não de uma determinada obra. O crítico emite pareceres, analisa, manifesta seu gosto pelo produto. Nós, meros observadores, admiramos, gostamos, apreciamos ou não. E aqui no Distrito Federal temos várias oportunidades para podermos estar de frente com obras de arte nas entradas das edificações. Por aqui, a Lei 2.365 de maio de 1999, que dispõe sobre a inclusão de obras de arte nas edificações de uso público ou coletivo no Distrito Federal, completou 13 anos de aprovação na Câmara Legislativa no mês de fevereiro passado (21 de fevereiro de 2001). O artigo I 24

da Lei apresenta-se com a seguinte redação: “toda edificação ou praça, com área igual ou superior a 1.000m2 em construção ou que vier a ser construída no Distrito Federal deverá conter um lugar de destaque ou fazer parte integrante do mesmo: obra de arte, escultura, pintura, mural ou relevo escultórico de autor preferencialmente residente no Distrito Federal.” No parágrafo 3 no mesmo artigo, diz que o disposto no caput aplica-se também aos edifícios destinados a grandes concentrações públicas tais como casas de espetáculos, hospitais, casas de saúde, Revista on-line : www.condominioesolucoes.com.br


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centros comerciais, shopping centers, estabelecimentos de ensino público ou particular, estabelecimentos bancários, hotéis, clubes esportivos, sociais ou recreativos, templos e edifícios públicos em geral. As obras de arte de que trata esta lei integram as edificações e devem ser executadas com material duradouro, caso se situem na parte externa da edificação. A legislação aprovada em 1991 nos brinda com muitas obras, geralmente esculturas expostas pelos prédios das cidades. Quem for ao Noroeste visitar os novos prédios vai perceber a presença dessas obras em todos os prédios. No Setor Comercial Sul a obra da talentosa Marta Poppi, no Museu da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) foi traduzida para o mosaico em pastilhas de vidros (empresa VIDRATIL) desperta a atenção de todos pela beleza plástica da obra. Quem passa por ali pode apreciar um show de cores e luzes refletidas na superfície das pastilhas. Outro detalhe, é que só podem executar os serviços dos quais trata a Lei, os artistas plásticos profissionais cadastrados na Secretaria de Cultura do Distrito Federal ou em entidades representativas dos artistas plásticos. Entenda. Coisas do Brasil. Ao requerer o “habite-se” do edifício a construtora juntará fotografias de obras de arte, colocadas ou realizadas, acompanhadas de nota fiscal e do recibo emitido pelo artista e a cópia da certidão de habilitação do artista fornecido pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal.

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REFORMAS EM CONDOMÍNIOS VERTICAIS

C

Por Alexandre São José

hegamos a um tempo em que nossos blocos de apartamentos precisam mais do que uma simples reforma, aquela em que troca a cerâmica, enche de poeira nossos lares e incomoda muito a cada dez anos, em média. Os edifícios de apartamento necessitam muito mais que revestimento e polimento; necessitam de modernização do sistema elétrico, uma vez que o avanço tecnológico nos impôs a utilização de vários equipamentos de informática e utilidade para facilitar a vida doméstica. Todos consomem energia elétrica, e o sistema dimensionado para cada apartamento, nas décadas de 1970 a 1990, não comporta a carga consumida por esses equipamentos. É muito comum entrar num quarto e ver uma extensão ligada a um “TÊ” que já possui mais duas tomadas machos ligadas nele, sendo que a extensão possui uma régua ligando computador, impressora, tela de plasma (se fosse há dez anos seria tevê) entre outras geringonças (sic) que os projetistas dos anos 1970 nem imaginavam que viriam a existir. No apartamento em que moro na Asa Norte, meu quarto possui somente uma tomada. Quarto com uma tomada por parede é considerado luxuosíssimo! Até mesmo as áreas comuns dos nossos blocos de apartamentos ganharam equipamentos para aumentar o consumo de energia elétrica do tipo câmeras, central de monitoração por vídeo e câmera, portões eletrônicos, porteiros eletrônicos, elevadores inteligentes, entre outras geringonças (sic) modernas. É necessário prever tubulações embutidas para os cabos que a tecnologia demanda para o interior do apartamento como, por exemplo, tevê a cabo, internet, rede de voz e dados entre outras. É muito comum, ao admirarmos a fachada de um prédio, deparar com cabos e fios pendurados para atender de forma improvisada as necessidades de uma determinada unidade. Outra forma de atender à modernidade é adaptar ao nosso bloco recursos de reutilização, também chamados de recursos sustentáveis; nos casos de prédios já construídos cabe somente reutilização de água pluvial, placas fotovoltaicas para aquecimento de água 26

e geração de energia eólica que, em resumo, se trata de implantar um ventilador no topo mais alto do prédio, que com as pás da hélice girando, com a força do vento, gera energia própria para o condomínio e suas unidades. Outra atividade ligada a reformas de nossos blocos e que muito agride a visão é a utilização de cerâmica nas fachadas. Algumas carregam tanto na cerâmica que o conjunto da obra nos remete a um banheiro. Raramente existe uma composição entre o pilotis e as fachadas dos prédios, ou seja, utilizam um tipo de material com uma determinada coloração nas fachadas e outro material com outro tipo de coloração no pilotis e esquecem que deveria haver harmonia entre esses dois ambientes. Basta dar alguns passos pela calçada e confirmar que foi feito um investimento sem o retorno estético necessário. Existem materiais no mercado que não esmaecem e nem se degeneram e duram uma eternidade, evitando obras a cada sete a dez anos. Nossos síndicos precisam procurar orientação técnica necessária para atender a ausência de recursos tecnológicos dos tempos de concepção de nossos blocos e se atualizarem com relação às tendências de reuso e manejo de recursos sustentáveis, bem como a necessária preocupação com a estética do conjunto construído. Tudo junto melhora a qualidade de vida dos moradores e ajuda a valorizar o patrimônio. Alexandre São José arquiteto - CREA 12.318/D-CE alexandresaojose@alcarprojetos.com.br Telefone 61-8111 9394

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Fotos: Evelyne Pachebat

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m 1988, Evelyne Pachebat despediu-se da cidade. Voltou para o seu país, a França. Artista plástica, mãe de cinco filhos, fotógrafa. Acostumada ao traço forte, porém delicado do bico de pena, buscou nas fotografias em preto e branco, o contraste, a luz, a sombra dos recortes das folhas, das variedades dos troncos, das pedras, das superfícies rústicas dos cupinzeiros. Vinte e seis anos depois, chega a nós da Revista Condomínio & Soluções, uma série de fotografias, que no tempo certo serão expostas.

Quartel General do Exército

Sombras no piso da Catedral de Brasília em 1988 30

Fotos: Evelyne Pachebat Revista on-line : www.condominioesolucoes.com.br


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JARDINS VERTICAIS USAM TÉCNICAS MODERNAS E SUSTENTÁVEIS

Por Mário Baiocchi Neto

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rande vantagem é a aproximação do homem com a natureza. Além da estética, junto com a absorção acústica, aumenta a umidade relativa do ar. O homem habitou em tamanha demasia, que passou a organizar a flora em jardins. E nos últimos 50 anos atingiu uma realidade na qual não cabem nem mais jardins onde vivem muitos homens, como São Paulo, Nova York e Paris. Hoje em dia, pela diminuição dos espaços disponíveis em nossas casas, apartamentos e cidades, às vezes fica difícil montar um cantinho verde. Mas isso pode ser resolvido com a montagem de um jardim vertical, que usa principalmente espécies epífitas e rupícolas, que requer poucos nutrientes e pequena quantidade de água. Essas plantas conseguem retirar nutrientes até mesmo da atmosfera, e devido sua baixa exigência e lento crescimento, são ideais para esse tipo de jardim. Não há como não pensar em beleza quando o assunto são plan32

tas e flores. Mas a novidade do momento promete mais que o primor estético. A grande vantagem dos jardins verticais é a aproximação do homem com a natureza, além da beleza estética junto com a absorção acústica e o aumento da umidade relativa do ar – dependendo do caso, em até 60%. ORIGEM Nas décadas de 60 a 90, os jardins verticais eram trabalhados com xaxim (espécie de samambaia). Após sua extinção, houve a proibição da comercialização, deixando na mão os profissionais do ramo. Depois veio a fibra de coco, mas a durabilidade do produto é pequena, e as plantas não se desenvolvem bem. O botânico francês Patrick Blanc então inventa uma técnica inovadora, após constatar que a água, a luz e os nutrientes são mais importantes para as plantas do que a terra em si. Ele criou uma estrutura-base para as plantes de forma que pudessem ser Revista on-line : www.condominioesolucoes.com.br


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afixadas em paredes. Esse invento ganhou o mundo e pode ser observado em cidades como Milão, Frankfurt, Paris e Bancoc, trazendo a alegria do verde aos espaços frios e cinzentos típicos dos centros urbanos. Para o Centro-oeste, buscamos fora esse conhecimento e a tecnologia, ligando sustentabilidade e meio ambiente. Com isso conseguimos desenvolver um trabalho pioneiro com materiais reciclados e orgânicos, junto com um sistema high tech de irrigação e fertilização automatizados. Acreditamos que nem só de trepadeiras e samambaias vivem os muros verdes. Nos projetos modernos, recriamos condições da natureza para trazer vida a superfícies áridas, com diferentes espécies. A ideia é priorizar o racionamento para que as plantas vivam em harmonia com o homem. O resultado é uma alternativa nova e duradoura de aplicação de plantas em paredes e muros. SUBINDO PELAS PAREDES Os jardins verticais podem ser montados em paredes internas ou externas, muros ou até mesmo

“Nos projetos modernos, recriamos condições da natureza para trazer vida a superfícies áridas”.

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fachadas onde as plantas possam receber alguma luz natural – ou mesmo artificial. Uma boa dica são locais como jardins de inverno, garagens e paredes próximas a grandes janelas. Eles pedem manutenção como de qualquer outro jardim, com irrigação, limpeza e adubação periódica. Podem ser regados manualmente ou por meio de irrigação automatizada. ESCOLHENDO BEM A escolha das plantas deve ser cuidadosa. Samambaias e orquídeas geralmente compõem um lindo cenário, mas o leque de opções é vasto. Para não errar na hora de montar o jardim vertical, a pessoa deve observar condições como luminosidade e temperatura, por exemplo. Algumas espécies não precisam de luz, outras se desenvolvem bem na luz indireta e até mesmo sob a luz artificial. Algumas não suportam o frio, outras se adaptam bem a altas temperaturas. O ideal, entretanto, é priorizar a iluminação natural.

“A escolha das plantas deve ser cuidadosa. Samambaias e orquídeas geralmente compõem um lindo cenário, mas o leque de opções é vasto”. Mário Biaocchi Arquiteto - Paisagista

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me no caso de um possível desabamento de um edifício, a queda de um guindaste ou outro acidente envolvendo a obra. Assim, o papel da seguradora é garantir a indenização dos prejuízos até o limite contratado na apólice, conforme as leis vigentes.

O

síndico deve ficar atento quando o condomínio for entrar em reformas/obras, pois além das preocupações com o responsável técnico pelo trabalho, com as autorizações dos órgãos competentes, ele deve ter uma atenção especial com o seguro, já que o seguro tradicional do condomínio exclui ou restringe coberturas quando o condomínio está em reformas/obras. Cada obra é um caso, dependendo da natureza e custo do projeto, dos empreiteiros contratados, do setor de engenharia, do local, da duração etc. Sendo assim é fundamental que o síndico recorra a um corretor de seguros especializado nessa área, pois é o profissional mais indicado para auxiliá-lo. Nessa empreitada, o especialista pode conseguir flexibilidade para o seu caso, pois envolve diversos riscos que somente o profissional poderá identificá-los e encontrar a melhor solução. Um canteiro de obras favorece a ocorrência de danos materiais ou corporais, mesmo que tenham sido tomadas todas as medidas de segurança. O seguro de riscos de engenharia resguarda o condomínio e a empreiteira de despesas extraordinárias que podem surgir e danos imprevistos durante uma obra civil. Qualquer imóvel em obras/reformas convive com riscos inerentes à construção, tais como incêndio, despesas com desentulho, erro de execução de projeto, danos a equipamentos móveis e estacionários, danos causados aos apartamentos, veículos e vizinhos, decorrentes de acidentes causados pela obra. O Seguro Risco de Engenharia/construções garante segurança nas mais variadas obras e oferece proteção inclusive aos danos causados a terceiros. Além dos possíveis acidentes durante esse período, o seguro cobre também maquinários e equipamentos utilizados na execução da construção. Deixar de contratar uma apólice de seguro é assumir um risco de responsabilidade enor36

O produto oferece proteção total contra qualquer tipo de dano material causado à obra (desmoronamento, incêndio, explosão, roubo, furto qualificado, danos em consequência de erro de projeto, entre outros). Para cada tipo de obra, temos uma solução sob medida. Esse produto é flexível para atender às necessidades específicas de cada cliente, através de coberturas adicionais, garantindo segurança ao cliente a partir do momento da descarga do material no canteiro de obras, danos que possam ser causados a terceiros, decorrentes dos trabalhos de execução da obra, além de inúmeras outras coberturas que atendem a necessidade do cliente. Os síndicos devem ficar atentos também aos operários a serviços do condomínio, já que mesmo sendo contratado pelas empresas de construções/engenharia o condomínio e responsável solidário em caso de acidentes ocorridos nas obras do condomínio, sendo de grande importância que tais operários estejam cobertos por uma apólice de seguros. Até agora, sete operários morreram em obras das arenas da Copa no país. Cinco deles foram vítimas de acidentes violentos – desde quedas, ao desabamento de um guindaste no Itaquerão, em São Paulo. Os outros dois foram vítimas de “mal súbito”, nomenclatura genérica dada por autoridades a doenças como infartos ou acidentes vasculares. As estatísticas mais recentes do Ministério da Previdência Social (divulgadas em outubro) registraram mais de 62 mil acidentes – de diferentes gravidades – no setor da construção civil no ano de 2012. O número representa um aumento de 12% em relação aos casos ocorridos nos dois anos anteriores. Contudo, no mesmo período, o crescimento de empregados no setor também foi de 12%, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego. Algumas vantagens oferecidas aos segurados: • Adequação aos riscos de cada obra (localização, mão de obra, vizinhança); • agilidade na confecção das propostas; • consultores especializados.

Geralda Lira Paes Corretora de Seguros Cel: 9211-6477 Revista on-line : www.condominioesolucoes.com.br


s e h s a l F

Carlos Caetano

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Energia solar Apesar de abundante, a energia solar, como energia térmica, é pouco aproveitada no Brasil. Com isso, o banho quente brasileiro continua em 67% dos lares. Consome 8% da eletricidade produzida. A International Energy Agency afirma que a geração de energia renovável mundial apresenta forte crescimento nos próximos anos, com expectativa de 12,1% no período de 2010 ao fim de 2014. As razões principais dessa premissa são as metas de redução de CO2 e mudanças climáticas.

A Vila tem Vinte e duas famílias moradoras da Vila Planalto têm motivos de sobra para comemorar, pois foram as primeiras a receber as escrituras de seus lotes/casas. Muitas estão ali, antes da fundação da cidade, lá pelos fins dos anos 1950. Foram muitos anos de espera. E o Governo do Distrito Federal garante que 1.200 lotes serão regularizados em futuro próximo, em virtude que cada caso é estudado e todos vão ser entregues na ordem das prioridades.

Revitalização do Parque A revitalização do Parque da Cidade compreende pelo menos dez ações com objetivos de levar mais conforto e segurança aos usuários. As obras são de responsabilidade dos órgãos executores, como Caesb, CEB e Administração de Brasília. A curto prazo, estão previstas a restauração dos alambrados e a abertura do novo acesso na 912/13 Sul, instalação de câmeras de segurança e implantação de novos bebedouros. Já era tempo.

Começou a circular Circula, em fase de teste, o Expresso DF. Os Veículos Leves sobre Pneus vão trafegar em corredores exclusivos. A expectativa é que o percurso do Gama ao Plano Piloto seja feito em 40 minutos. Serão 30 dias de viagens gratuitas. Mais confortável, com mais assentos, ar condicionado e suspensão especial. Tudo de bom. Mobilidade urbana é um dos sérios problemas das grandes cidades do país.

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SERRA D

UM MAR NO ME

LAGO SERRA DA MESA OFERECE OPÇÕES DE E EM ÁREA QUE SUPERA A EXTEN

Várias Trilhas TURISMO NO ENTORNO

Memorial Serra da Mesa, os flutuantes, a prainha e os diversos restaurantes da cidade. O paraíso dos tucunarés

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om 54,4 bilhões de metros cúbicos o Serra da Mesa é o maior reservatório em volume de água do Brasil e um dos maiores lagos artificiais do mundo. Oriundo da construção de uma usina hidroelétrica abastecida pelo Rio Tocantins ao norte do Estado de Goiás, forma um espelho d’ água de 1.784 quilômetros quadrados, maior que a Baía de Guanabara (RJ), que possui área de aproximadamente 400 quilômetros quadrados. As características do lago e a sua natureza exuberante tornaram o Serra da Mesa um dos principais destinos turísticos do país. Seis municípios são banhados pelo lago, com destaque para Uruaçu, que com quase 40 mil habitantes, oferece diversas opções de lazer a 270 quilômetros de Brasília. Entre as principais atrações estão a pesca esportiva, a prática de stand up paddle e windsurf e os passeios de lancha e jet ski, assim como o

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Foto: Aquiplan

Embora seja um peixe originado na Bacia Amazônica, o tucunaré se adaptou muito bem às condições do Lago Serra da Mesa. Devido às galhadas, ruínas e outros obstáculos encontrados em sua extensão, praticantes da pesca esportiva se divertem com os desafios e ainda treinam suas técnicas de arremessos. Outros peixes também são encontrados na reRevista on-line : www.condominioesolucoes.com.br


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DA MESA

EIO DO BRASIL

ECOTURISMO, PESCA E ESPORTES NÁUTICOS NSÃO DA BAÍA DE GUANABARA

gião: cachorra, corvina, caranha, piau, mandi, barbado, piranha, entre outros. Pescadores podem levar os seus próprios barcos ou alugar lanchas com guias que conhecem os melhores pontos de pesca. Stand up paddle Foto: Felipe Brant

tivar a prática esportiva, promover o bem estar e formar futuros atletas na região. Em Uruaçu é possível realizar remadas de pé para contemplar o Lago Serra da Mesa com a família e amigos em áreas de fácil acesso, assim como treinos intensivos, passando pela ponte construída sobre o antigo leito do Rio Maranhão, que interliga dois municípios, ou percorrendo trajetos mais longos. Memorial Serra da Mesa

O surfista paulista Felipe Brant, residente em Uruaçu desde 2006, introduziu a prática desse esporte na Serra da Mesa, depois de assistir ao filme One Day California, quando buscava alternativas no lago para suprir a carência pelas ondas. Pesquisou o esporte por um ano e fundou a GoSUP para incenRevista on-line : www.condominioesolucoes.com.br

ALDEIA INDÍGENA - MEMORIAL SERRA DA MESA

Uruaçu oferece uma atração cultural, que é um verdadeiro passeio pela história do homem primitivo, 39


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Lanchas com guias

valorizando figuras como a do índio, do agricultor, do marceneiro, do carreiro, da tecedeira, e da benzedeira, onde o visitante também é incentivado a preservar o meio ambiente. Em tamanho natural, está reconstituída uma aldeia da tradição Uru, típica de índios que viveram na região, como os Timbiras. Nessa aldeia, pode-se tomar conhecimento de hábitos sociais e ritos religiosos de nossos antepassados indígenas, como, dentre outros, o cotidiano das famílias, o artesanato, o papel dos homens, das mulheres e das crianças.

homem do cerrado. O objetivo é formar cidadãos conscientes sobre o papel que cada um tem consigo próprio, mas também com a natureza. Em datas comemorativas, como a Semana do Folclore e a Semana Indígena, o visitante ainda vê o engenho moendo cana, o carro de boi carreando, a produção de farinha de mandioca, os índios na aldeia e diversas manifestações regionais. Onde ficar Uruaçu oferece diversas opções de hospedagem, entre hotéis e pousadas. Recomendamos o Rancho Canto da Serra por estar localizado à beira do lago, em frente ao Memorial Serra da Mesa e a alguns metros dos flutuantes e da prainha, a apenas oito quilômetros da cidade. Visitantes podem alugar

Rancho Canto da Serra

A poucos metros do lago, o Memorial oferece uma vista panorâmica do Serra da Mesa, em ambiente que mostra o progresso alcançado com a geração da energia elétrica e, por outro lado, a memória do 40

chalés e suítes que oferecem conforto e conveniência, além de lanchas com guias. Cada chalé, que acomoda até cinco pessoas, é composto por duas suítes com ar condicionado, cozinha Revista on-line : www.condominioesolucoes.com.br


CONDOMÍNIO & SOLUÇÕES Fotos : Aquiplan

Índios Timbiras

Fotos: Marquim do Site

Tucunaré frito

Capela de Sant’ Ana

americana equipada com geladeira, micro-ondas, cooktop e utensílios, além de sala, churrasqueira e varanda com vista panorâmica para o lago. As suítes comportam até três pessoas e contam com ar condicionado, frigobar e varanda. Há dois tipos de lanchas disponíveis para locação: as marajós, de alumínio; e as bass boat, de fibra de vidro. Todas são equipadas com motores quatro tempos de última geração, sonar e motor elétrico. Restaurantes e bares Uruaçu oferece uma grande variedade de opções para comer e beber. Preparamos uma lista com algumas sugestões, reunindo casas que são tradição na cidade. • Flutuantes no Lago Serra da Mesa: Servem tucunaré inteiro frito, que fica bem crocante. Proporcio-

Sistema de

Carnaval - Uruaçu

nam a experiência de degustar um peixe fresquinho sobre as águas e toda a natureza à sua frente. • Para beber e beliscar, vale visitar o Mangueiras Bar e a Choperia Planalto. • Deliciosas pizzas e pratos variados, como filés, podem ser saboreados no Restaurante Dallas. • Comidas típicas e regionais são encontradas na casa da Maria do Lico, além do Bar da Jô (com feijoada aos sábados e frango caipira com pequi aos domingos).

Condomínio Serra da Mesa Park. Lotes de 450m² a 2900m² Telefone: (61) 3397-3000 Serviço Rancho Canto da Serra – chalés, suítes e lanchas com guias. Serra da Mesa – Uruaçu, GO. Reservas: (61) 9988-0822/ (62) 9657-9800 www.ranchocantodaserra.com.br

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A Coleta Seletiva

no Distrito Federal Por Marcelo Quintiere e Felipe Quintiere

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gestão dos resíduos sólidos tornou-se um problema complexo no decorrer do século 20, impactando fortemente a saúde pública e os ecossistemas em todo o mundo, além de obrigar os países a comprometerem percentuais crescentes de seus recursos financeiros na tentativa de reduzir os impactos. Para compreendermos a complexidade crescente associada à gestão dos resíduos sólidos devemos observar algumas de suas características fundamentais: a) O lixo é uma “indústria” que opera ininterruptamente; b) o lixo é um produto heterogêneo e não há solução milagrosa que solucione todos os problemas de uma só vez; c) a geração crescente de resíduos sólidos é resultado do aumento populacional e do crescimento econômico; d) a composição dos resíduos dificulta os tratamentos e se traduz na elevação do risco de contaminação do sistema solo-água-ar. A disposição final dos resíduos e rejeitos também é um problema a ser considerado. De acordo com a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB) 2008 realizada pelo IBGE, a disposição final dos resíduos nos municípios brasileiros é dividida da seguinte forma: • 50,8 % em lixões; • 22,5 % em aterros controlados; • 27,7 % em aterros sanitários. A prevalência dos lixões demonstra que um percentual considerável do lixo não recebe tratamento adequado, retratando inconsistências e fragilidades da gestão pública no Brasil. A situação dos resíduos sólidos no Distrito Federal O Distrito Federal possui aproximadamente 2,8 mi42

lhões de habitantes, a maior renda per capita do país (R$ 58.589,00), a produção de resíduos na ordem de 1,5 kg/dia/habitante, bem como indicadores de qualidade de vida semelhantes àqueles de países desenvolvidos, com destaque para o IDH de 0,824 e a taxa de analfabetismo de 4%. Em que pese esse conjunto favorável de bons indicadores o Distrito Federal ainda se encontra atrasado quanto à gestão de seus resíduos sólidos, em especial pela utilização do “Lixão da Estrutural”, contribuindo para a disseminação de doenças e contaminações, além dos danos à imagem e desperdício de recursos que poderiam ser obtidos a partir da reciclagem. Esse cenário negativo pode melhorar após a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída pela Lei n.º 12.305/2010, que introduziu profundas alterações no gerenciamento dos resíduos sólidos no Brasil, dentre as quais o estímulo à coleta seletiva. Em fevereiro deste ano o GDF instituiu a coleta seletiva a ser realizada em todas as regiões administrativas, inclusive nas áreas rurais, um desafio importante, se considerarmos que apenas 16% do DF contava com esse tipo de serviço. Em uma linguagem mais simples podemos dizer que a coleta seletiva significa a prévia separação de resíduos, preferencialmente junto às fontes geradoras, gerando dois grandes componentes: 1) Os resíduos recicláveis, ou “lixo seco”, passíveis de encaminhamento aos processos de reciclagem para posterior reinserção na cadeia produtiva; e 2) os rejeitos, ou “lixo úmido”, que serão encaminhados aos aterros sanitários ou aos processos de geração de energia elétrica a partir da queima em fornos adequados. A responsabilidade dos consumidores pela coleta seletiva em seus municípios estará limitada ao acondicionamento e disponibilização dos resíduos gerados nas respectivas unidades domiciliares para posterior Revista on-line : www.condominioesolucoes.com.br


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coleta (art. 35 da PNRS). Aliás, a participação dos consumidores na coleta seletiva é fundamental, pois são responsáveis por elevado percentual do total de resíduos coletados diariamente nos centros urbanos. A PNRS também prevê a possibilidade de concessão de incentivos econômicos aos consumidores em contrapartida à sua participação nos processos de coleta seletiva, o que pode ser concretizado, por exemplo, com a redução da taxa de limpeza pública. Conclusão: A solução para o problema dos resíduos sólidos no Brasil envolve uma verdadeira mudança de paradigma, obrigando governo e sociedade a um esforço contínuo e integrado. A coleta seletiva é um instrumento importante que poderá trazer melhorias nas condições de saúde da nossa população, além de potencializar a preservação ambiental. Entretanto, é necessário que o GDF desenvolva outras ações concomitantes que possam garantir a modernização, eficácia e eficiência na gestão integrada dos resíduos sólidos, dentre as quais: - Implantação de programas de educação ambiental, de modo a promover a conscientização e a participação mais ativa da sociedade; - estruturação das cooperativas e associações de catadores de resíduos, inclusive com a adoção de mecanismos para sua capacitação técnica e a oferta de crédito para compra de seus equipamentos; Revista on-line : www.condominioesolucoes.com.br

- introdução da Logística Reversa voltada à destinação adequada de resíduos perigosos tais como as lâmpadas de mercúrio, as pilhas e baterias, os eletroeletrônicos e as embalagens de lubrificantes e agrotóxicos; - o correto tratamento e disposição final dos Resíduos dos Serviços de Saúde (RSS) e dos Resíduos da Construção Civil (RCC); - a instalação de polos de reciclagem para aproveitamento econômico de resíduos provenientes da coleta seletiva e dos sistemas de logística reversa; - incentivo à pesquisa científica com a participação de nossas universidades, objetivando o desenvolvimento de processos produtivos menos intensivos em matéria prima, água e energia elétrica gerando, inclusive, novos produtos recicláveis; - erradicação definitiva do “Lixão da Estrutural”; e instalação de uma Usina de Recuperação Energética para geração de energia a partir dos rejeitos coletados.

Marcelo de M.R. Quintiere Auditor do Tribunal de Contas da União (TCU); engenheiro; mestre em Gestão Econômica do Meio Ambiente (UnB); autor dos livros Auditoria ambiental, Passivos ambientais, A transposição do São Francisco, Auditoria governamental e Os reciclildos. Felipe Quintiere Maia Graduando em Engenharia Ambiental pela UnB; sócio da Empresa Ambiental – Auditoria e Consultoria em Meio Ambiente Ltda.

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Condomínio Real Paris Administração compartilhada

A gestão compartilhada é a maneira mais moderna e democrática encontrada pelos administradores do condomínio Real Paris.

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condomínio Real Paris, em Águas Claras, é daquelas edificações, que não são tão novas, mas adentrou as modernidades dos condomínios/clube, composto de completa área de lazer. Possui 176 unidades em duas torres. 204 veículos e doze motocicletas. Disponibiliza em sua estrutura salão de festas, espaço gourmet, salão de festas infantil, playground, gazebo, duas churrasqueiras, brinquedoteca, salas de jogos, sauna, home cinema, piscina para adultos e piscina infantil, além da quadra de esportes. É tudo que um morador quer. Que nada! Para o gestor Wladimir Reis, que assumiu o condomínio no final do ano passado, vários projetos ainda serão implantados no Real. Muita coisa há de vir como a implantação de gerador de energia, aquecimento de piscina, padronização de películas das janelas, armários na garagem, entre outros. Wladimir Reis (síndico), Alexandre Soares (subsíndico), Giovani Dias (presidente do Conselho Fiscal), Marco Aurélio Baina (membro do Conselho Fiscal), além de promoverem o bem comum, optaram pela gestão compartilhada fortalecendo a inserção das crianças nas decisões e soluções do condomínio, por meio de assembleia mirim, que elegerá o seu síndico em breve. Para que nossos leitores conheçam como funciona essa gestão compartilhada, entrevistamos seus membros. 44

RCS: Todo mundo sabe que são muitas as atribuições do síndico. O que mais lhe preocupa na administração? Acredito que não só a mim, mas a todos os síndicos, o que mais nos preocupa é a inadimplência. Sabe-se que as taxas ordinárias são para custeio das despesas correntes do condomínio. Se alguns condôminos falham em suas obrigações, certamente faltarão recursos para cumprir com as obrigações. Tivemos um exemplo prático nos meses de dezembro/13 e janeiro/14, meses em que as pessoas viajam e deixam ou se esquecem de pagar o condomínio. Chegamos a implantar medidas de prevenção da inadimplência nesses meses antecipando os boletos de dezembro para novembro, de forma que o condômino pudesse agendar sua obrigação antes de viajar, mas mesmo assim nossa inadimplência chegou a índices de até 15%. Resultado: tivemos que renegociar prazos com alguns fornecedores para cumprir com os compromissos de despesas com pessoal e encargos sociais que dobram no final do ano. RCS: Cumprir e fazer cumprir o estipulado em convenção e fazer executar as diretrizes das assembleias dá muito trabalho? Sim, requer muita determinação. Não é fácil, por exemplo, ter que notificar e aplicar multa por desRevista on-line : www.condominioesolucoes.com.br


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Wladimir Reis (síndico), Alexandre Soares (subsíndico) - eal Paris

cumprimento das normas em seu vizinho. Sabe-se que, na maioria dos casos, o condômino só se apropria do regulamento quando é notificado, apesar de ser uma obrigação de o condômino participar das assembleias e buscar o regulamento na administração. No entanto, no Real Paris, passamos alguns meses adotando medidas de conscientização, abordando os moradores com o intuito de educar, outra medida que surtiu efeito positivo foi a de afixar cartazes nos quadro de avisos e prismas dos elevadores com as principais normas de convivência do regulamento e convenção. Hoje podemos afirmar que o índice de notificações em nosso condomínio é quase nada comparado com o número de unidades que temos. Podemos afirmar que não foi fácil, mas é possível fazer cumprir com boa dose de bom senso e um pouco de criatividade. RCS: Você acha que a experiência contribui para o bom desempenho da função, profissão? Acreditamos que sim, experiências anteriores, excluindo os percalços, dissabores e meu interfone tocando a qualquer hora traz muita contribuição, principalmente no relacionamento com as pessoas. Pagar contas, fazer compras e administrar pessoal, basta a administração, buscar uma boa assessoria contábil para auxiliar. Agora, lidar com centenas de pessoas com pensamentos e mentes diferenciados requer muita experiência e equilíbrio. RCS: O que mais lhe incomoda: a inadimplência, a perturbação do sossego, barulho, ou outras situações como a não aprovação de projetos viáveis e interessantes? Bom, conforme dito anteriormente, a inadimplência incomoda muito! Mas a perturbação do sossego também incomoda bastante. Grande parte Revista on-line : www.condominioesolucoes.com.br

dos condomínios de Águas Claras tem características similares a clubes, alguns com exuberantes áreas de lazer. O nosso é um deles. Para manter a paz, se faz necessário busca entendimentos nas assembleias sobre as normas de convivência, aprovamos algumas como, por exemplo, estabelecer horário de uso das áreas comuns, limitar o uso das piscinas somente a moradores e hóspedes, regulamentar o uso de som, coibir a ingestão de bebidas alcoólicas nas dependências das piscinas, tudo isso contribui para o sossego. Com essas medidas temos conseguido dormir! RCS: Você é contra ou a favor da terceirização da mão de obra em condomínio? E por quê? Sou completamente a favor, embora já seja uma realidade a autogestão administrativa promovida pelo sindicato que representa os empregados de condomínios. Desde o ano de 2012, o nosso condomínio já administra seus próprios funcionários por força dessa nova norma. No início não foi muito

fácil, nos deparamos com problemas relacionados ao cotidiano vivido por empresas como: atestados médicos, faltas, sem falar no custo do condomínio que subiu bastante. Certo dia, um porteiro do turno noturno faltou ao trabalho, me vi passando a noite na portaria porque não havia nenhum outro funcionário no momento que pudesse substituir o faltoso, tivemos que convocar outro porteiro que estava de folga para suprir a ausência. Isso nos fez com que contratássemos um porteiro extra, espécie de “curinga”, ele está sempre à disposição para substituir os porteiros que estão de férias, atestados ou faltosos. Quando não está suprindo essa demanda, ele cumpre a jornada de 44 horas e fica dando apoio na segurança do condomínio. Por esta e outras razões é que sou a favor da terceirização, a em45


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presa terceirizada possibilita a reposição do posto em uma situação de falta do funcionário, além da redução do custo condomínio. RCS: Existem condomínios com características específicas, por exemplo, que produzem lixos perigosos, similares aos lixos hospitalares. Em sua opinião, deveria ter síndicos especialistas na questão? Sem dúvidas, condomínios que lidam com produtos perigosos exigem pessoas capacitadas para lidar com esses produtos. Tanto na esfera administrativa, no caso do síndico, como ainda no operacional. Para isso, o Sindicondomínio, institutos de educação superior ou institutos técnicos deveriam promover treinamentos especializados na questão, se já não o fazem. RCS: O que foi ou será feito no condomínio Real Paris em relação à implantação da coleta seletiva? A coleta seletiva se inicia dentro dos lares. Para tanto, estamos contando com ajuda de um mora-

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dor, que inclusive é membro do Conselho Fiscal, que está desenvolvendo, principalmente junto às crianças do condomínio, um projeto de sustentabilidade. Esse projeto se caracteriza em buscar a conscientização.

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B R A S Í L I A

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A N O S

- Parabéns para Brasília! Maria Francisca do Nascimento Pioneira, 107 anos de idade

UM SONHO QUE A GENTE CONSTRÓI TODO DIA

Em seus 107 anos de vida, Dona Maria Francisca viu Brasília nascer. E hoje, mais do que nunca, ela se surpreende com as transformações que tornaram a nossa cidade uma das maiores do país. Surgiram novas regiões, novas gerações e novos desafios, como o da mobilidade urbana. Soluções modernas estão sendo implantadas: o Expresso DF, ciclovias em todas as cidades, calçadas e asfalto novos. Tudo para melhorar os caminhos de quem vive no Distrito Federal. E a Terracap presta essa homenagem ao aniversário de Brasília e a todos aqueles que constroem este sonho todo dia. www.terracap.df.gov.br

Desenvolvimento para uma vida melhor

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PESQUISA DE SATISFAÇÃO EM CONDOMÍNIOS Ferramenta eficiente para a melhoria do planejamento

Por Raphael Rios

necessidade quase sempre é o principal gatilho de novas ações e estratégias dentro da realidade dos condomínios. A pesquisa de satisfação, excelente instrumento de reconhecimento e avaliação das expectativas dos usuários, é uma das ferramentas que têm sido bastante utilizadas pelos síndicos que se preocupam em melhorar o desempenho da sua gestão. A utilização desta ferramenta tem possibilitado que as tomadas de decisões ocorram de maneira mais segura e com maior suporte, além de propiciar feedback dos moradores e a informação necessária para poder se traçar prioridades. Isso, para que a administração do condomínio consiga focar e promover os ajustes onde houver falhas, aumentando também, a participação dos condôminos nas decisões da administração e definindo os pontos fortes e fracos nas diferentes áreas do condomínio. Como implementar a sua pesquisa de satisfação Certamente, muito mais do que um item de comprovação, averiguar o nível de satisfação, tabulá-lo e criar apresentações que permitam uma visão clara da situação atual, são imprescindíveis. Assim como dar continuidade ao processo, promovendo discussões e criando ações necessárias para o aproveitamento das oportunidades de melhorias também é fundamental. O primeiro passo é conhecer sobre o tema “satisfação” de uma forma geral. Os critérios que definem o contentamento com um produto/serviço prestado no condomínio e os fatores relacionados com a satisfação de cada morador. A estatística é fundamental para elaboração de uma pesquisa de satisfação desde a definição do tamanho da amostra da pesquisa. Assim, define-se a margem de erro esperada, ou seja, a taxa de confiabilidade da pesquisa em função do número de entrevistados. Até este momento, são analisados os dados previamente tabulados. A estatística tam48

bém auxiliará na classificação com veemência, dos condôminos satisfeitos, dos não satisfeitos além de identificar qual o foco da insatisfação. Após isto, mão à obra. Siga as seguintes etapas: Elaboração • Estabeleça um objetivo para a pesquisa. Você já parou para pensar sobre o que pretende fazer com sua pesquisa concluída? Conforme objetivo definido, divida a pesquisa por assunto a ser abordado. Ajuda a identificar as lacunas específicas que competem a cada tema a ser discutido tais como: infraestrutura, convivência, sustentabilidade, saúde financeira, gestão condominial, prestação de serviços, saúde, lazer e segurança (trabalhar com os resultados de forma estratificada é a melhor forma de gerar ações pontuais). • Defina a metodologia adequada, a que mais se modele com as necessidades do seu condomínio. Nesta etapa você deve definir o modelo de questionário que melhor se ajusta às necessidades da pesquisa (procedimento extremamente relevante, pois a má escolha de formulário pode acarretar em interpretações ambíguas e alto índice de abstinência nas respostas). • Convide os membros do conselho consultivo para contribuir nesta fase. Aplicação • Escolha, entre as mais diversas formas de aplicação, aquela que melhor de adapte e seja igualmente eficiente à organização. As formas são as mais diversas: via telefone, entrevista pessoal, questionário online, utilização de formulário impresso, e-mail, etc. • Sugerimos que a pesquisa de satisfação seja aplicada uma vez por ano, preferencialmente antes da deliberação do orçamento anual do condomínio. Resultado da pesquisa • Tabule os dados obtidos. Consiste em organizar os dados em uma matriz para obter respostas simRevista on-line : www.condominioesolucoes.com.br


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plificadas e generalizar as informações a partir das entrevistas efetuadas, como por exemplo: a maioria dos moradores está satisfeita com os serviços prestados pelo condomínio? • Transforme os dados em informações. O que fará com elas depois? Lembre-se do objetivo que deve ter sua pesquisa. • Por fim, elabore seu plano de ação baseado nas informações coletadas e tabuladas. Aqui, seus objetivos serão segmentados em ações que o tornarão realidade determinando de metas, prazos e responsáveis bem definidos. • Divulgue os resultados para que os moradores percebam que a participação no processo valeu a pena. • Identifique as ações que poderão ser executadas imediatamente (muitas vezes essas ações não envolvem qualquer custo adicional, dependendo apenas de reorientação dos colaboradores ou fornecedores). Em outras ações, redefina ou encerre a execução dos procedimentos. Ações que envolvem custos extras, certa complexidade, implementação de normas direcionadas aos moradores, deverão ser conduzidas para decisão em assembleia. Em seguida, durante assembleia, priorize as demais ações baseando-se preliminarmente na sua impor-

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tância e custos para executá-las. As pesquisas de satisfação não são apenas documentos para preencher requisitos de gestão da qualidade. Mas sim, devem ter foco na melhoria do atendimento aos moradores e melhor performance na resolução dos problemas do condomínio. Para isso, é necessário que as informações sejam friamente analisadas, para que essas proporcionem melhorias consideráveis à satisfação dos usuários (condôminos, inquilinos e frequentadores em geral). O Sistema Integra, ferramenta computacional desenvolvida pela Petra Soluções Condominiais possui um módulo específico para implementação da sua pesquisa de satisfação. O módulo envolve desde a sua elaboração, emissão de formulários, armazenamento das informações coletadas, tabulação e cálculos necessários para exibição de gráficos comparativos. Por fim, dê valor aos moradores do seu condomínio, melhore a convivência entre todos e valorize o imóvel. Raphael Rios Síndico profissional Criador do sistema Integra Telefone 61-8115.6489

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Câmara Legislativa do Distrito Federal

CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM ALTA Foram aprovados, no fim do ano passado, e em março deste ano, respectivamente, o Projeto Jovem Candango, de autoria do deputado Agaciel Maia (PTC), e a proposta de emenda à Lei Orgânica n° 27/2011 da ex-deputada Luzia de Paula (PEN). Essas ações vão dar oportunidade de trabalho e mais receita para o Fundo do Direito da Criança e Adolescente. Jovem Candango O objetivo do Jovem Candango é lançar medidas para capacitar, qualificar e promover a inserção de jovens no mercado de trabalho. A premissa fundamental é que a criança esteja na escola e tenha Deputado Agaciel Maia (PTC)

entre 16 e 18 anos. Com a implantação do Projeto Jovem Candango, a previsão é de investimento da ordem de 13 milhões de reais e facilitará o acesso de estudantes de 16 a 18 anos ao mercado de trabalho. O Distrito Federal será a primeira unidade da Federação a abrir as portas da administração pública direta e indireta para qualificar os jovens. O Projeto vai alcançar jovens carentes, em situação de extrema pobreza, egressos do sistema socioeducativo e crianças resgatadas do trabalho infantil. O importante é que esses jovens, cerca de sete mil, terão todos os direitos trabalhistas, como cobertura do sistema previdenciário, férias, 13° salário e FGTS. 50

Fundo da Criança e do Adolescente Foi também aprovada pela Câmara Legislativa a Proposta de Emenda à Lei Orgânica, de autoria da deputada distrital suplente, Luzia de Paula que destina 0,3% da receita tributária do Distrito Federal para o Fundo da Criança e do Adolescente. Para se ter uma ideia da importância dessa medida, o orçamento do GDF de 2014, conta com apenas 991 mil reais destinados ao Fundo, mas a partir da promulgação da Emenda, este valor pode chegar a 40 milhões de reais. A proposta agora será promulgada pela Mesa Diretora da Câmara Legislativa e incorporada ao texto da Lei Orgânica do Distrito Federal, tornando-se o seu cumprimento obrigatório pelo Governo. Na opinião da distrital, as crianças e adolescentes merecem o mesmo amparo e atenção que são dispensadas, por exemplo, à ciência, saúde, pesquisa e educação. Ex-deputada Luzia de Paula (PEN)

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OVNI Por Jane Araújo

Jornalista - Escritora

Subiram em direção ao ponto de ônibus da 312 Norte. Iam ao encontro dos amigos no Beirute. A tarde estava amena, tinham tempo de sobra para chegar lá, os amigos só deixavam o jornal por volta das 18 horas. Passava pouco das 17, o mês era abril, o ano, 1974. O trânsito tranquilo, pois a cidade ainda era a idealizada pelos construtores, com poucos carros trafegando, ônibus suficientes para a população viajar sem se espremer, nada de correria ou rush, apenas uma movimentação animada que alterava naquele horário a impressão de inércia e vazio que pairava durante o resto do dia na Capital Federal. Enquanto caminhavam, o sol se punha lentamente a suas vistas, bem na linha do horizonte, já pela metade. O horizonte parecia próximo, no cerrado onde construiriam depois as quadras 900. Até então só havia as 700 naquela área, mesmo assim, nem todas estavam concluídas. O sol parecia desproporcionalmente grande. Cerrando os olhos para ver melhor ao longe – Lilia ainda não descobrira que era um pouco míope – perguntou à irmã, “aquilo é o sol? Márcia que estava distraída cuidando dos carros que subiam a pista antes de fazerem a travessia da W3, encarou o horizonte, “acho que é,” disse displicente. “Não está meio grande?” insistiu Lívia. “É”, respondeu a irmã olhando agora com mais atenção. “Grande demais, não acha?” continuou Lívia. “É, estranho.” Lívia analisou com mais cuidado o suposto astro-rei, aí teve um estalo, “é uma placa, está dando um reflexo forte, tá vendo?” “É”, assentiu a irmã. “E não pode ser o sol, é do tamanho de um fusca, caramba!” - observou a mais nova. Já estavam do outro lado da pista, mas não pararam no ponto de ônibus para onde se dirigiram. “Mas uma placa ali, naquele lugar?” pensou alto. “Não é muito estranho?” Márcia nada disse, embora não tirasse os olhos do horizonte. “Vamos lá ver?” sugeriu Lília e sem esperar resposta rumou para a 712. Márcia a seguiu meio que hipnotizada também. Ninguém reparava nas duas nem no sol-monstro que as assombrava. Curiosamente, quanto mais se aproximavam, mais a coisa parecia grande e estranha. “É um sol estranho”, Lilia meio que murmurou pra si mesma, sem ter certeza de nada. As duas não conseguiam mais parar, seguindo resolutas em direção ao sol, o gigante que não terminava de se pôr, a impressão era de que o tempo parara. Olharam para trás e viram que se distanciaram um bocado. As quadras 700 eram meio vazias, sem movimento algum. Voltaram a olhar o horizonte. Márcia, mais cética, disse categoricamente, “é o sol, aqui ele é grande mesmo”. Lília concordou, embora pouco convicta. Já praticamente dentro do cerrado, assustaram-se quando a coisa pareceu se reduzir à dimensão natural e moveu para trás. “Ai, meu Deus!” berrou Lília, dando uns passos para trás. A coisa crescia, diminuía, movia de lado, para trás. “Céus! O que é isso”, disse Márcia aterrorizada. “Um disco voador! É um disco voador, caramba!” gritou Lília, verbalizando aquilo que já pensara antes, mas não ousara dizer. “E está vindo nos pegar!” O objeto, que ficara estático enquanto esse diálogo ocorria, moveu na direção delas súbita e rapidamente. As duas não tiveram dúvidas, viraram para trás e desabalaram em direção à civilização como se perseguidas por uma manada de búfalos. Correram o mais que puderam e só quando se sentiram a salvo pararam e olharam para trás. Para surpresa das duas não havia mais nada no horizonte. Em silêncio, seguiram direto para o ponto de ônibus, sinalizaram quando surgiu um táxi descendo no sentido Norte-Sul, o carro parou, se enfiaram dentro dele atabalhoadamente, ambas com taquicardia. Quando pararam de arfar e tiveram certeza de que o perigo passara, Márcia instruiu o motorista para deixá-las no Beirute. Lília, sem se conter, perguntou-lhe à queima-roupa, “ o senhor acredita em disco voador?” Surpreso, o homem voltou-se um pouco para trás e balbuciou alguma coisa ininteligível. “Acabamos de ver um”, declarou Lília. O taxista então tentou contemporizar com algumas tiradas sobre falarem que eles são muito comuns na região do planalto central, que tem grupo de acompanhamento que se reúne em locais onde relatam muitas aparições, inclusive um general do Exército coordena um grupo desses caçadores de OVNI. Depois calou-se e prosseguiu em direção ao bar. Olhando Lília pelo retrovisor, não pode se furtar ao pensamento que teve ao ouvi-la quase gritar que acabaram de ver um disco-voador: “Pobre garota, tão linda, novinha e já maluca”. Revista on-line : www.condominioesolucoes.com.br

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LITERATURA AMBIENTAL O escritor Marcelo Quintiere dedicou parte de sua vida intelectual debruçada sobre temas do meio ambiente. Suas obras dão uma grande contribuição para o conhecimento e fomentam questionamentos sobre passivos ambientais com profundidade. Contribui para que estudantes e pesquisadores possam buscar em suas obras uma gama de temas por ele abordados nos livros Transposição do São Francisco, Passivo ambiental, Política nacional de resíduos sólidos, Auditoria ambiental e Os reciclildos.

Transposição do São Francisco é uma obra que objetiva promover o debate técnico e imparcial, possibilitando que o leitor estabeleça o seu próprio juízo de valor acerca dos questionamentos vinculados ao projeto de Transposição do Rio São Francisco. Ideias e ponderações de técnicos e personalidades de renome foram reunidas nesse livro para analisar aspectos relevantes na área social, ambiental, operacional e legal.

Passivo ambiental representa o valor financeiro que uma empresa ou instituição deverá arcar em razão das alterações que sua atividade produtiva gerou sobre o meio ambiente. Já em seu primeiro capítulo o escritor destaca os aspectos técnicos relacionados com a conceituação, as diversas origens e a importância dos passivos ambientais para empresas e o meio ambiente.

Política Nacional de Resíduos Sólidos é um conjunto de princípios, objetivos, instrumentos, diretrizes, metas e ações adotadas pelo Governo Federal, isoladamente ou em parceria com os Estados, o Distrito Federal, com municípios ou com particulares, com vistas à gestão integrada e ao gerenciamento adequado dos resíduos sólidos.

Auditoria ambiental é dividido em quatro capítulos e destina-se àqueles que estão iniciando seus estudos na área do meio ambiente e possuem algum interesse na área de auditoria ambiental, tendo como objetivo a apresentação de questões ambientais relevantes e suas interfaces sócioeconômicas.

Os reciclildos é o título do livro infantil escrito por Quintiere, que visa ensinar, mostrar e incentivar as crianças os hábitos sadios para a preservação do meio ambiente. Marcelo Quintiere é um dos colabores e parceiros da revista Condomínio & Soluções.

TAOLU CULTURA ORIENTAL

Práticas e sabedoria orientais para a autopromoção humana. Tai chi chuan (arte marcial interna), lian gong (ginástica terapêutica chinesa), mandarim (idioma oficial chinês), viagens culturais à China, treinamentos junto ao RH de empresas, cursos de formação, aulas regulares e particulares, seminários, treinamentos corporativos. taolu@taolu.com.br, www.taolu.com.br Telefones 61-3447-1795/84183698 52

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Entrevista

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Fabio Montoro

engenheiro eletrônico Fabio Montoro, autor do livro Telecomunicações em edifícios, diz que a construção civil está no início de uma revolução, que vai transformar a forma em que as edificações são planejadas e erguidas. Envolvido com a comemoração do aniversário de 15 anos de sua empresa, o engenheiro respondeu algumas perguntas sobre o assunto. Que revolução é essa? Desde a época das cavernas a construção civil vem incorporando aspectos tecnológicos relacionados à “mecânica”. Apenas recentemente, no início do século 20, quando a energia elétrica começou a ser distribuída nas cidades, um novo aspecto passou a ser considerado nos projetos das edificações: a “rede elétrica”. Agora é a vez da “rede eletrônica”, digamos assim, que está por trás dos cinemas em casa (home theater), da distribuição de áudio e vídeo, dos controles de acesso de pessoas e veículos, da Internet e da automação de dispositivos elétricos. A partir de algum momento no século passado, uma edificação sem projeto da rede elétrica passou a ser inconcebível e, logo em seguida, esse projeto passou a ser legalmente obrigatório. Em breve será inaceitável que uma edificação seja erguida sem o projeto da “rede eletrônica”, que incorpora recursos de comunicação interna e automação. Mas isso já não está acontecendo há algum tempo com as redes telefônicas e as redes lógicas internas? Sim, toda revolução começa com levantes isolados. De fato, tudo começou com rede telefônica interna simples, depois vieram as antenas e os cabos para 54

distribuir sinal de TV, depois a rede lógica, alguns focos de distribuição de áudio foram surgindo e veio também a insurreição da automação. A insatisfação popular de não receber um bom sinal de telefonia celular em alguma edificação pode provocar explosões de insatisfação, dependendo da concentração de nomofóbicos. Agora chegou a hora de se fazer uma aliança entre esses movimentos isolados. Essa é a revolução. Um projeto integrado de tudo isso. Seu último livro trata dessa revolução comportamental? Não, o livro aborda apenas o aspecto técnico dessa revolução e é direcionado aos profissionais de arquitetura e engenharia envolvidos com projetos de edificações. O livro apresenta uma nova metodologia de projeto a qual denominei One shot design, ou projeto em um único tiro.

Fabio Montoro é diretor de Tecnologia da Rhox Networking, mestre em Engenharia Elétrica pela UnB e autor do livro Telecomunicações em edifícios no projeto de arquitetura, pela Editora Pini, São Paulo.

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15 anos Redes de dados e telecomunicações Automação e controle Áudio e video Projeto e instalação (61) 3051-5800 SIBS Quadra 2 Conjunto C lote 12 Brasília – DF www.rhox.com.br

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COLETA SELETIVA DO GDF.

O lixo se transforma e, junto com ele, a vida de milhares de pessoas.

- Plástico - Vidro

- Embalagens - Papéis

- Latas de alumínio - Garrafas

Seco Orgânico (úmido) - Restos de comida - Guardanapos usados - Papéis sujos ou usados

O GDF acabou de implantar a coleta seletiva do lixo em todo o Distrito Federal. E, para funcionar direitinho, todo mundo tem que fazer a sua parte separando o lixo. É muito simples. Numa lixeira jogue só o lixo orgânico, ou seja, comida, papel higiênico, guardanapos. E na outra, o lixo seco: plásticos, papéis, vidros e latinhas. Limpe as embalagens do lixo seco e deixe secar, porque assim o material fica pronto para a reciclagem. O caminhão, que já passa todos os dias na sua rua, vai continuar recolhendo só o lixo orgânico. O caminhão da coleta seletiva vai recolher o lixo seco em dias específicos. Acesse o site do SLU e veja o calendário da sua cidade ou entre em contato com a sua Administração Regional.

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Coleta Seletiva do GDF. O lixo se transforma, as cooperativas agradecem e o meio ambiente também.

www.slu.df.gov.br

Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos

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REVISTA CONDOMÍNIO & SOLUÇÕES - EDIÇÃO VI  

Revista voltada para o mundo condominial, síndicos, prefeitos de quadras, administradores prediais no Distrito Federal e Entorno.

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