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trilhas, arborismo, observatĂłrio de aves, pousadas ecolĂłgicas, restaurantes com produtos naturais, entre outros? Embu jĂĄ mostrou que o modelo industrial nĂŁo traz benefĂ­cios para a população. Um exemplo ĂŠ o bairro Jardim TomĂŠ, que sofreu com a implantação de um corredor industrial, gerando enchentes e colocando em risco moradores de diversas classes sociais, inclusive em condomĂ­nios de luxo implantados sem os devidos licenciamentos ambientais. Como acreditar que o intenso trânsito de veĂ­culos de carga, desmatamento e a nova topografia gerada por aterros, combinarĂŁo com uma ĂĄrea de baixa densidade populacional? Para quem conhece o Jardim TomĂŠ, o impacto desse corredor empresarial na vida do bairro tem sido assustador, com desmatamentos, topografia modificada, aterro de sete nascentes e etc. Precisamos impedir que ocorra tambĂŠm dentro da ĂĄrea da APA. “Os moradores ficam pensando se Embu merece pagar esse preço ou se o resgate do artesanato e o turismo nĂŁo sĂŁo suficientes para essa cidade ter um crescimento orgânico com sustentabilidadeâ€?, fala Marta Junqueira, da Associação Acorde e membro do CG da APA Embu Verde. Colaboradores: Jornalistas: Inda Emilia e SibĂŠlia Zanon Sociedade EcolĂłgica Amigos do Embu (Seae) DenĂşncias de crimes ambientais: $1"NCr%JTL"NCJFOUF

Dora A. Tschirner, gestora e consultora ambiental, presidente do In-Pacto, qualificado pelo MJ como Oscip, e cadastrada no CNEA/Conama/MMA, titular no Conselho Gestor da APA de Itupararanga, titular no Consema/SMA/SP e membro da CT em PolĂ­ticas PĂşblicas/Consema http://inpacto.wordpress.com/

Edição 140  

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