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Especial

Por: Francisco Reis

A comprovação da

competência Poucas publicações circulam por mais de 20 anos. Menos ainda atingem 250 edições. A revista Caminhoneiro rompeu essas duas marcas com muita disposição para ultrapassar outras.

Nossas... Nessas 250 edições, caminhões, a evolução da infore da categoria cada vez mais sofrida, Para o desespero de todos, o prinal, com os bandidos assaltando 225 o mesmo assunto foi capa não faz nada para dar segurannesse rodar dia e noite, a revista rebite. Os motoristas literalmente para São Paulo, na base do rebite uma: se eu não o caminhão, enparar de enroCongresso e que precise tomar repega” no Brasil. cem uma jornada não daria certo neiros europeus mais persistenesquecida pelo Caminhoneiro no que pode a cafeiras. Mas princifabricantes e órgãos governamentais a ter que se preocupar se será assaltado

a revista Caminhoneiro acompanhou mática, da tecnologia embarcada e, infecom menos direitos e mais dificuldades meiro número e matando os cade novo. A impuça a quem preciCaminhoneiro se drogam para sem parar. Trazer carne do sul que eles enfrentam as estradas. A uso, meu companheiro usa e aí eu perco tão não tem jeito. Tenho que tomar lar e sancionar a lei que está há estabelece carga bite, nem andar Claro que pega sim. Se no mundecente, com horário para descanno Brasil? Nossos caminhoneiros ou americanos. São da mesma tes, teimosos até, em sua insistêngoverno, vigiada pela polícia e dichega ao número 250 com a certegoria. Seja com matérias educatipalmente como um veículo de cofim de que um dia, nossos leitores ou se conseguirá cumprir

as transformações dos lizmente, o abandono das estradas como pedágios, assaltos e outros mais. alertava para a insegurança naciominhoneiros. Na edição número nidade cresce no País e o governo sa rodar dia e noite nas estradas. E apontou outro grave problema: o poder trazer melão de Mossoró para São Paulo da mesma maneira. É explicação para o uso do rebite é só o frete. Sem frete não dá para pagar rebite. Jeito tem. Basta o governo mais de dez anos tramitando no horária para que o motorista não como louco pelas estradas. Isso “não do inteiro existem leis que estabeleso e horário para trabalho, por que não são diferentes dos caminhoraça, a raça hum a n a . Ta l v e z cia em continuar numa profissão zimada pelos ladrões. A revista teza de que tem procurado ajudar vas, campanhas, gincanas, festas e municação entre a categoria e os tenham tempo de ler a revista sem o prazo de entrega.

...Edições

32 Caminhoneiro


125 l Abril de 1997

capa perguntava até quando teríamos a insegurança nas estradas. Na abertura, o título: “Na rota da morte”, seguido da informação: “assaltantes semeiam terror e morte nas estradas e acarretam prejuízos de cerca de 1 bilhão de cruzeiros por dia”. O cantor Roberto Carlos contou como criou a música “Caminhoneiro”.

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1997

1 l Janeiro de 1985

capa trazia um único destaque falando do sufoco na hora de faturar a safra de grãos. A matéria principal mostrava as dificuldades no transporte da safra nas estradas em várias regiões do País. Também mostrava uma reportagem sobre o jogador Antonio Carlos, cujo pai era caminhoneiro e terminava falando sobre o evento Ursa Show.

150 lJulho de 1999

capa trazia Volks põe Cummins na linha de frente, Ford de cavalo novo, autor de Fio de Cabelo é vendedor de caminhões e como escolher um borracheiro. O primeiro estradeiro da VW, o modelo 14-210, equipado com motor Cummins 6 CT 8.3, com 210 cv a 2200 rpm. A Ford por anunciava o 1618T e o 3224.

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1999

25 l Abril de 1988

aralisação na Via Dutra e agito na Posto Sakamoto foram os destaques da capa. Os caminhoneiros mostraram sua força e entre os dias 26 e 29 de julho fizeram uma paralisação que levou o governo a ouvir a categoria e a se comprometer a estudar as reivindicações. Mas a Via Dutra não foi só protestos.

175 l Outubro de 2001

capa trazia o início da 3.ª Gincana do Caminhoneiro, o caminhão do futuro e a vida de Tonico e Tinoco, que moravam no mesmo prédio, na Mooca, em São Paulo e estavam lançando o 74º disco. A 3.ª Gincana do Caminhoneiro recebeu destaque com fotos de diversos participantes. Como que seria o caminhão do século XXI.

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2001

50 l Agosto de 1990

Turma do Baú e seu sufoco constante foi o destaque na capa que ainda chamava a atenção para a Fenatran que trazia caminhão de “até” 480 cavalos, a consagração dos bitrens e a participação dos implementadores. A matéria de capa falava da turma dos bauzeiros que roda pela Belémgu nç Brasília sofrendo com as estradas e com a insegurança.

200 l Fevereiro de 2004

grande revelação de que os autônomos eram os campeões das cargas e destacava o recorde de participantes na 4ª Gincana do Caminhoneiro. Uma pesquisa constatou que, a velhinha frota daquela época do transportador comercial autônomo (TCA) era a maior responsável pelo transporte das cargas no Brasil.

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2004

75 l Novembro de 1992

revista chegou ao seu número 200, completando 20 anos de existência, o que foi o destaque da capa e em uma matéria especial, na qual foram abordados os principais acontecimentos nesses 20 anos de estrada. A revista também trouxe uma reportagem especial sobre o FNM.

100 l Dezembro de 1994

225 l Maio de 2006

estaque especial para os 10 anos e o número 100 da revista. A matéria principal foi com leitores que guardavam todos os números da revista. Um deles chegava ao capricho de colocá-las em sacos plásticos. Além disso, trazia também uma viagem até Manaus, subindo de balsa pelo rio Madeira.

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AS DIVERSAS CAPAS

33 Caminhoneiro

s caminhoneiros na mira dos bandidos é a vergonha nacional, abordada com uma capa reproduzindo o desespero de um caminhoneiro sendo assaltado. Infelizmente, o assunto voltou 21 anos depois. Para se proteger da violência, as empresas procuram rastrear os veículos. A edição mostrava os principais rastreadores no mercado. m

ed250.pdf  

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