




![]()





Edição Janeiro 2026
4. Nogueira Fernandes
Um mundo em madeira
11. Prémios
ConsumerChoice 2026
26. Rainbow
10 anos consecutivos de confiança e excelência
32. Maxfinance
Onde os portugueses confiam o seu crédito
44. Grupo Patrícia Pilar
Da terra ao mercado: a estratégia integrada do Grupo Patrícia Pilar
49. HD Harmony
Excelência reconhecida pelo Quality Award
54. Chez Sónia
Chez Sónia, excelência com assinatura
56. Airbel Airbel, excelência reconhecida em 2026
62. Nova Angola
63. Intercontinental Luanda-Miramar O símbolo da Nova Angola aberta ao mundo
67. LS Hospital Inovação, humanização e proximidade
72. Atividade Seguradora em Portugal
76. DS Seguros
Uma década de crescimento e liderança no mercado segurador de retalho
82. Líderes e Empresárias de Sucesso
86. Task Force Consulting Comunicar com propósito num mundo em aceleração
92. Corporate World
96. Instantâneos
Improvisar para existir: os Instantâneos num palco sem guião
100. Grupo
RE/MAX Dragão
RE/MAX Dragão reforça presença no Grande Porto
102. Brands Power
104. Neuropsyque
Uma abordagem integrada à saúde mental
112. PTCG
PTCG: seis anos a criar valor
114. Relações Bilaterais EUA – Portugal
116. Klevie
Portugal como plataforma, os EUA como oportunidade
120. Região Oeste & Lisboa
122. Cablotec
Conectividade Industrial com ADN Familiar
129. Municípios do Interior
130. CM Pampilhosa da Serra
Guardiões do essencial: A Voz da Pampilhosa da Serra


Nota de boas-vindas...
O início de um novo ano convida sempre à reflexão e à projeção. Olhamos para 2025 como um ano de superação e de redescoberta, em que as empresas portuguesas provaram, mais uma vez, a sua capacidade de adaptação, inovação e liderança. Cada desafio ultrapassado reforçou um valor essencial: a resiliência que caracteriza o tecido empresarial nacional.
Entrámos em 2026 com a confiança de quem aprendeu a transformar a mudança em oportunidade. Num cenário económico global marcado pela aceleração tecnológica, pela sustentabilidade como imperativo e pelo equilíbrio entre produtividade e bem-estar, as empresas que se destacam são aquelas que combinam visão estratégica com capacidade de execução. A adoção inteligente da tecnologia, o investimento nas pessoas e o compromisso com práticas responsáveis continuarão a ser pilares fundamentais para criar valor duradouro. Mais do que resistir, é tempo de impulsionar o futuro. Este novo ciclo desafia os líderes empresariais a agir com coragem e propósito, a inspirar as suas equipas e a apostar na inovação como motor de progresso. Crescer de forma sustentável significa equilibrar ambição com consciência, eficiência com impacto positivo e resultados com propósito. Na Revista Business Portugal, continuaremos a dar voz aos protagonistas que constroem diariamente o país – empresários, gestores e equipas que fazem da visão, da coragem e da resiliência os alicerces do sucesso. É através das suas histórias que celebramos o empreendedorismo português e projetamos um futuro mais sólido, inovador e humano.
Vera Lúcia das Neves



FICHA TÉCNICA Editor/Propriedade: António Fernando A. R. Silva | Sede do Editor: Av. República 2208 - 3º Drt Centro Frt, 4430 -190 V N Gaia | Redação e Publicidade: Av. República 2208, 3º Drt Centro Frt, 4430 -190 V N Gaia | Diretor Executivo: Fernando R. Silva | Diretora: Vera Lúcia das Neves | Conselho Editorial: Linda Pereira, António Saraiva, Hugo Santos-Ferreira, Francisco Proença de Carvalho | E-mail: geral@revistabusinessportugal.pt/Comercial: comercial@revistabusinessportugal.pt/Redação: redacao@ revistabusinessportugal.pt | Telf: 223 700 510 | Distribuição: Gratuita com o jornal Diário de Notícias | Dec.regulamentar 8-99/9-6 artigo 12 N.ID Depósito Legal: 374969/14 Nº Registo ERC 126515 Impressão: Lidergraf | Rua do Galhano,15 4480-089 Vila do Conde Estatuto Editorial: Disponível em www.revistabusinessportugal.pt/estatuto-editorial Periodicidade: Janeiro - 2026 Tiragem Média: 20.000 exemplares | Recolha e recicle o papel usado
Nasceu de uma necessidade e de um sonho comum entre cinco irmãos, num pequeno armazém em Perafita, impulsionados pela determinação de transformar um desafio em oportunidade. Da união familiar e da vontade de trabalhar com as próprias mãos nasceu a Nogueira Fernandes – hoje uma referência nacional na construção em madeira, reconhecida pela qualidade, inovação e sustentabilidade das suas soluções. Mais do que uma empresa, é uma história de resiliência e compromisso, que evoluiu de um espaço modesto para uma estrutura industrial moderna e certificada, sem nunca perder a proximidade humana nem o sentido de partilha que estiveram na origem do projeto. Este percurso, marcado por sucessivas fases de crescimento, consolidação e regresso às origens, reflete a forma como a organização construiu o seu próprio legado: um mundo em madeira, feito de rigor, experiência e visão de futuro. Entre a aposta em novas tecnologias e a preservação do saber-fazer artesanal, a Nogueira Fernandes mantém-se fiel à sua essência – crescer com sustentabilidade, respeitando as pessoas, o ambiente e o propósito que a uniu desde o primeiro dia.




De que forma o contexto de origem da Nogueira Fernandes – cinco irmãos, um armazém modesto em Perafita e o recurso ao subsídio de desemprego – continua a influenciar hoje a cultura de resiliência, proximidade e sentido de família dentro da empresa?
A Nogueira Fernandes nasceu de uma necessidade e de um sonho comum entre cinco irmãos, num pequeno armazém em Perafita e com recursos muito limitados. Esse início moldou profundamente a nossa cultura. Crescemos com a consciência de que nada é garantido e de que cada conquista exige esforço, união e compromisso. Hoje, mesmo com uma estrutura sólida e processos certificados, mantemos essa base familiar: proximidade entre equipa, espírito de entreajuda e respeito por cada pessoa envolvida. A resiliência que marcou o início continua viva.
Em que medida a mudança de instalações, desde o armazém inicial em Perafita até à Zona Industrial da Varziela e o regresso a Perafita, foi mais do que uma necessidade operacional, constituindo um percurso simbólico de afirmação da identidade da Nogueira Fernandes no setor da construção em madeira?
Cada mudança representou uma fase de crescimento e afirmação. Sair de um armazém pequeno para instalações industriais maiores foi o reflexo de uma ambição clara: profissionalizar, evoluir e ganhar capacidade produtiva. O regresso a Perafita teve um significado ainda mais profundo. Foi o voltar às origens com outra dimensão, outra estrutura e reconhecimento no setor. É um percurso que simboliza exatamente aquilo que somos: uma empresa que cresce sem esquecer de onde veio.
Até que ponto a combinação entre produção flexível, serviço de excelência e forte enfoque na sustentabilidade é verdadeiramente percebida pelos clientes como uma proposta de valor distinta, e como pode essa perceção ser medida e reforçada?
Os clientes reconhecem na Nogueira Fernandes essa combinação entre a flexibilidade produtiva, acompanhamento próximo e compromisso ambiental. Essa perceção mede-se no retorno e na recomendação: muitos dos nossos projetos surgem por referência direta. Reforçamos essa diferenciação através da transparência no processo, qualidade consistente e aposta em soluções sustentáveis certificadas.
De que maneira os valores declarados – inovação, sustentabilidade, rigor, qualidade, experiência e compromisso – se traduzem em comportamentos concretos no dia a dia da equipa?
Os nossos valores estão presentes em tudo o que fazemos. A inovação vê-se na forma como procuramos novas soluções e melhoramos continuamente os nossos métodos de trabalho. O rigor e a qualidade estão no cuidado com cada detalhe, desde o projeto até à construção final. A sustentabilidade é uma preocupação diária, uma vez que utilizamos madeira certificada, e trabalhamos com processos controlados e certificados. A experiência e o compromisso refletem-se na dedicação da equipa e no acompanhamento próximo de cada cliente.


O rigor e a qualidade estão no cuidado com cada detalhe, desde o projeto até à construção final



Se tivesse de escolher três obras que simbolizem melhor o percurso e a identidade da Nogueira Fernandes, quais seriam e por que razões essas construções traduzem, de forma exemplar, os valores de inovação, rigor e sustentabilidade que a empresa assume como centrais?
A primeira obra seria o nosso primeiro armazém em Perafita, porque representa o início de tudo – apenas os cinco irmãos, muita vontade de trabalhar e um sonho comum.
A segunda são, sem dúvida, todas as casas que construímos ao longo dos anos. Cada projeto é único, feito à medida de cada cliente, e todos tiveram um papel importante no crescimento e afirmação da empresa. Por fim, destacamos o Eco-Resort Pestana Dunas, no Porto Santo, um projeto marcante pela sua dimensão e exigência técnica, que simboliza a nossa capacidade de executar obras de grande escala mantendo os valores de rigor, inovação e sustentabilidade.
Que desafios a Nogueira Fernandes enfrenta hoje no mercado (por exemplo, concorrência em CLT, pressão de preços, escassez de mão de obra qualificada) e como é que a organização equilibra a resposta a esses riscos com a preservação da sua identidade de “um mundo em madeira”?
A escassez de mão de obra qualificada é um desafio transversal ao setor. Além disso, a burocracia associada à certificação de produtos exige tempo e rigor técnico. Procuramos equilibrar estes obstáculos mantendo a nossa identidade, investindo na formação interna e reforçando processos certificados que garantem qualidade e confiança.
O que significa, de forma prática e mensurável, “assumir uma posição de referência no mercado” para a Nogueira Fernandes: em que segmentos, com que métricas de sucesso e em que horizonte temporal?
Para nós, ser uma empresa de referência significa ser reconhecida pela qualidade, confiança e inovação na construção em madeira. Queremos consolidar a nossa posição sobretudo na habitação e no turismo, continuando a crescer de forma sólida e consistente.
Cada projeto é único, feito à medida de cada cliente, e todos tiveram um papel importante no crescimento e afirmação da empresa.





Medimos esse reconhecimento através da procura pelos nossos serviços, da satisfação dos clientes e da dimensão dos projetos que nos são confiados. O objetivo é reforçar essa presença nos próximos anos.
Como pode a aposta no CLT ser alavancada não apenas como uma extensão natural da construção em madeira, mas como um eixo estratégico para entrar em novos mercados, parcerias internacionais e modelos de negócio mais sustentáveis?
O CLT representa uma evolução natural para um novo patamar industrial. Este material permite-nos alargar a nossa oferta para novas soluções estruturais e reforçar a capacidade de produção para venda não só de CLT, mas também de vigas lameladas. Esta evolução, abre portas a novos mercados, parcerias e oportunidades de crescimento, ao mesmo tempo que reforça a nossa posição e prepara a empresa para um futuro ainda mais sólido e inovador dentro do setor.


Que transformações tecnológicas (digitalização da produção, BIM, automação, Inteligência Artificial no design e na gestão de projeto) a Nogueira Fernandes deve priorizar para garantir que a visão de futuro não colide com o seu ADN artesanal e de proximidade ao cliente?
A evolução tecnológica é essencial para continuarmos a crescer com qualidade e eficiência. Temos investido em equipamentos de última geração que permitem maior precisão, rapidez e controlo na produção. Ainda assim, a tecnologia não substitui aquilo que nos define: a proximidade com o cliente e o cuidado humano em cada projeto. O nosso objetivo é conjugar inovação e modernização com o saber-fazer artesanal e o acompanhamento personalizado.
Qual a visão que a Nogueira Fernandes traça para os próximos anos, de modo a posicionar “um mundo em madeira” não apenas como uma marca nacional de excelência, mas como um legado global de construção responsável e inspiradora?
A nossa visão passa por continuar a afirmar a Nogueira Fernandes como uma marca de referência na construção em madeira, dentro e fora de Portugal. Queremos crescer de forma sustentável, investir em inovação e alargar a nossa capacidade produtiva, especialmente com a entrada do CLT e das vigas lameladas. “Um mundo em madeira” é a base dessa visão: criar soluções duradouras, humanas e sustentáveis que possam inspirar futuras gerações.

geral@nogueirafernandes.pt • www.nogueirafernandes.pt

No almoço-debate do International Club of Portugal, Armindo Monteiro, presidente da CIP, alertou que o crescimento sustentável do país exige cooperação entre parceiros sociais, equilíbrio salarial e uma estratégia concertada para reforçar a produtividade e a competitividade.
O presidente da CIP – Confederação Empresarial de Portugal, Armindo Monteiro, foi o orador e convidado de honra do almoço-debate do International Club of Portugal, realizado a 20 de janeiro, subordinado ao tema “Cooperar para PROSPERAR: um dever de TODOS nós!”. Perante uma plateia de empresários reunida em Lisboa, o líder da confederação partilhou uma visão crítica e pragmática sobre os desafios estruturais da economia portuguesa, apelando à construção de um pacto social que permita ao país romper com décadas de estagnação.
Armindo Monteiro sublinhou que “o aumento real dos salários em Portugal tem sido maior do que o crescimento da produtividade e do PIB, logo, tem sido conseguido à custa da margem das empresas”. O dirigente empresarial alertou que, “se não houver um compromisso entre os parceiros sociais, não sairemos da cepa torta”, realçando que o crescimento sustentável exige equilíbrio entre valorização do trabalho e viabilidade económica.
Em resposta à recente contestação sindical e às medidas laborais propostas pelo Governo, Armindo Monteiro advogou que a solução para o progresso “não passa por greves gerais ou protestos, mas sim por fazer uma negociação, sentados à mesa, sem jogos político-partidários”. Uma posição que reforça o apelo à cooperação e ao diálogo como instrumentos essenciais para o desenvolvimento do país.
O Ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, foi o orador e convidado de honra do almoço-debate promovido pelo International Club of Portugal (ICPT), realizado a 14 de janeiro. Subordinada ao tema “Portugal: uma vi(r)agem de sucesso – A evolução e desafios da economia portuguesa”, a intervenção de Miranda Sarmento centrou-se nos esforços do Governo para modernizar a administração pública, com destaque para a transformação tecnológica em curso no Ministério das Finanças.
Durante o evento, o ministro reconheceu que parte significativa da despesa pública ainda se apoia em sistemas informáticos ultrapassados, descrevendo com humor a realidade atual: “O sistema que gere o Orçamento do Estado é, do ponto de vista tecnológico, um ‘Excel dos Flintstones’”, afirmou, numa alusão à conhecida série animada da Idade da Pedra.
Joaquim Miranda Sarmento sublinhou que o executivo está “a fazer essa transformação” e que o objetivo é alcançar, “dentro de alguns anos, níveis de eficiência e tecnológicos próximos dos que a Autoridade Tributária tem”. O ministro considera que esta modernização permitirá “melhores processos e decisões” na gestão das finanças públicas. No mesmo contexto, o ministro admitiu que o Estado “ainda não está a pagar a 30 dias”, mas reiterou o compromisso com a eficiência, a disciplina orçamental e a modernização administrativa – pilares que considera essenciais para garantir a competitividade e o crescimento sustentável da economia portuguesa.



Portugal tem empresários de enorme valor. Homens e mulheres que, muitas vezes, longe dos holofotes, constroem empresas sólidas, criam emprego, investem no país e assumem responsabilidades que vão muito além do lucro imediato. São líderes que pensam a longo prazo, que acreditam nas pessoas e que encaram a ética, a inovação e a sustentabilidade como parte integrante do negócio.
Se o exemplo destes empresários fosse mais seguido, a economia portuguesa estaria certamente mais forte. Não apenas em números, mas em confiança, produtividade e ambição coletiva. O crescimento económico não nasce apenas de políticas públicas ou incentivos fiscais; nasce, sobretudo, de uma cultura empresarial exigente, responsável e visionária.
Estes empresários demonstram que é possível crescer sem perder valores, competir sem destruir, liderar sem afastar. Mostram que o sucesso empresarial pode – e deve – andar de mãos dadas com impacto social, compromisso com o território e respeito pelas pessoas.
Talvez o maior desafio de Portugal não seja a falta de talento ou de oportunidades, mas sim a necessidade de dar palco, voz e reconhecimento a quem faz bem. Porque quando os bons exemplos se tornam referência, a economia segue o mesmo caminho.
Fernando R. da Silva , Diretor Executivo Revista Business Portugal

Em 2026, a ConsumerChoice volta a dar voz ao consumidor e a eleger a excelência de um mercado em constante transformação. Através de distinções como Escolha do Consumidor, Quality Award e Boa Escolha, a organização reafirma o seu compromisso em destacar marcas e empresas que traduzem confiança, inovação e qualidade - atributos cada vez mais determinantes na relação dos portugueses com o que consomem.
A Escolha do Consumidor destaca-se por ser o mais completo sistema de avaliação de marcas em Portugal, resultado direto da opinião e experiência real dos consumidores, garantindo uma leitura autêntica das suas expetativas e níveis de satisfação.
Os Quality Award reconhecem as empresas que vão além do desempenho funcional dos seus produtos e serviços, valorizando a consistência, a confiança e o compromisso com a melhoria contínua da qualidade.
A distinção Boa Escolha resulta diretamente da metodologia da Escolha do Consumidor e não existe de forma independente. É atribuída exclusivamente a marcas que obtenham uma nota global superior à média da respetiva categoria, seguindo o mesmo rigor metodológico, os mesmos critérios de avaliação e a mesma base de consumidores, o que assegura a consistência e credibilidade dos resultados.
Mais do que distinções, representam o reflexo de um mercado em constante evolução, onde a experiência e a perceção do consumidor são, cada vez mais, o verdadeiro barómetro do sucesso. Em cada edição, a ConsumerChoice reafirma a sua missão de valorizar as empresas que melhor interpretam e antecipam as necessidades dos portugueses, contribuindo para um tecido empresarial mais competitivo, responsável e orientado para a excelência.
Nas próximas páginas, descubra algumas das marcas que se destacaram pela preferência e confiança dos consumidores portugueses, num caderno composto por exemplos de excelência e do melhor que se faz em Portugal!



Num ambiente envolto em arte, espetáculo e emoção, o Circo Victor Hugo Cardinali recebeu, no dia 8 de janeiro, a cerimónia dos Prémios ConsumerChoice 2026, que distinguiram mais de 300 marcas eleitas pelos consumidores portugueses. O evento, que se inspirou no universo circense para sublinhar o equilíbrio entre inovação, criatividade e proximidade com o público, foi uma verdadeira celebração da confiança entre marcas e consumidores.


Os Prémios ConsumerChoice são uma iniciativa promovida pela ConsumerChoice – Centro de Avaliação da Satisfação do Consumidor, que, há mais de uma década, avalia e reconhece o desempenho das empresas através da perceção real dos consumidores. A ConsumerChoice é a única empresa de sistemas de avaliação de marcas em Portugal com certificação ISO 9001 em gestão de qualidade. Estes prémios têm vindo a consolidar-se como um dos mais relevantes barómetros de preferência em Portugal,
refletindo as marcas que melhor respondem às expectativas, necessidades e valores do público.
Durante a cerimónia, apresentada por José Borralho, Chairman & Inspiration Officer da ConsumerChoice, e Nassrin Majid, Diretora-Geral da ConsumerChoice, ficou patente o papel determinante das marcas premiadas num mercado cada vez mais competitivo e exigente, tendo em conta que estes prémios são o reconhecimento da escuta ativa e da capacidade de inovação das

empresas que refletem uma relação de confiança construída com autenticidade e com foco no consumidor.
Foi sublinhada a importância do envolvimento contínuo das marcas, referindo-se que a celebração não dizia apenas respeito aos resultados, mas também a um compromisso permanente com a excelência e a satisfação, acrescentando-se que aquele era um prémio que pertencia tanto às marcas como aos consumidores que as escolhiam todos os dias.
Com uma encenação original e surpreendente, os Prémios ConsumerChoice 2026 transformaram um momento de reconhecimento num verdadeiro espetáculo de emoções, reafirmando que no palco do mercado – tal como no circo – só a dedicação, a criatividade e o respeito pelo público garantem os aplausos mais duradouros.





Briefing distinguida como Escolha do Consumidor
A Briefing foi eleita Escolha do Consumidor 2026 na categoria Imprensa de Marketing Online. Com uma classificação de 20,73%, a Briefing obteve a melhor pontuação global no conjunto dos critérios analisados. A avaliação teve em conta diversos atributos, entre os quais se destacam a clareza e facilidade de leitura, a pertinência dos conselhos e dicas, a credibilidade e imparcialidade da informação, bem como a disponibilidade online e a intuitividade da navegação.
Odisseias inicia 2026 com nova distinção dos consumidores
A marca Odisseias inicia 2026 com gratidão, orgulho e um sorriso que se sente em toda a equipa. A distinção é oficial – a Odisseias foi novamente eleita Escolha do Consumidor 2026, reafirmando a confiança dos portugueses numa marca que transforma tempo em experiências memoráveis. Mais do que um prémio, este reconhecimento é um voto de confiança. É a confirmação de que os consumidores continuam a escolher a Odisseias para celebrar, relaxar, surpreender e viver momentos que ficam para sempre. Com energia renovada, a Odisseias entra em 2026 pronta para continuar o seu caminho: o da emoção, da proximidade e da excelência.
MOEVE distinguida duplamente pelos
Prémios ConsumerChoice
A MOEVE foi duplamente reconhecida nos Prémios Consumer Choice, um testemunho da confiança e satisfação dos consumidores portugueses. A marca conquistou as distinções Escolha do Consumidor, na categoria de Carregamento Elétrico Ultrarrápido, e Best Tech Experience, atribuída à App MOEVE. Estes reconhecimentos destacam duas áreas estratégicas da empresa – a mobilidade elétrica e a excelência na experiência do cliente – reafirmando o compromisso da MOEVE com a inovação e a qualidade do serviço.
Goldenergy reafirma liderança e confiança dos consumidores
Em 2026, a Goldenergy volta a ser reconhecida pelos consumidores portugueses, consolidando o seu compromisso com a sustentabilidade, a transparência e a excelência no serviço. Pelo sexto ano consecutivo, foi distinguida como Escolha do Consumidor em Energias 100% Renováveis, pela terceira vez como Escolha Sustentável e, pela primeira vez, com o novo prémio Escolha do Consumidor – Energias e Serviços para Uso Doméstico. Distinções que refletem a confiança dos seus clientes e o impacto positivo das suas práticas no quotidiano das famílias portuguesas.
Notícias ao Minuto celebra uma década como Escolha do Consumidor
O Notícias ao Minuto foi distinguido, pelo décimo ano consecutivo, com o prémio Escolha do Consumidor 2026, na categoria Imprensa Online de Informação – segmento que reconhece projetos de informação 100% digitais. Este reconhecimento consecutivo reforça a confiança dos leitores na missão do Notícias ao Minuto: informar em primeiro lugar, mantendo sempre o rigor, a independência e a credibilidade que pautam o seu trabalho desde a sua criação. O Notícias ao Minuto agradece aos leitores pela preferência e pela renovação deste voto de confiança ao longo de uma década.
A BOLA volta a conquistar a confiança dos portugueses
A BOLA foi novamente distinguida com o Prémio Escolha do Consumidor 2026, na categoria de Imprensa Desportiva. Num setor em permanente evolução, esta distinção renova a confiança dos leitores no seu trabalho, atesta a qualidade da informação que produz e reforça a solidez do seu posicionamento no mercado. Mais do que um prémio, é a confirmação de que continua a ser uma referência para quem lê, investe e vive o desporto como espaço de emoção, cultura e negócio.

O novobanco reforça a sua aposta na proximidade e inovação, distinguindo-se com o Prémio Escolha do Consumidor 2026 nas categorias de “Crédito Pessoal Imediato” e “Conta Ordenado”. José Maria Rego, Head of Mortgage Lending and Consumer Finance, responsável pelo Departamento de Crédito a Particulares do novobanco, partilha a visão e as prioridades que sustentam esta estratégia centrada no cliente.

Que validação faz da vossa estratégia de proximidade, conveniência e confiança?
Receber o Prémio Escolha do Consumidor 2026 nas categorias de “Crédito Pessoal Imediato” e “Conta Ordenado” é um motivo de grande orgulho para o novobanco e para todas as equipas que trabalham diariamente para servir os nossos clientes. Como banco verdadeiramente centrado no cliente, acreditamos que este é o caminho certo para crescermos de forma sustentada, e este reconhecimento valida a nossa estratégia e compromisso em sermos o melhor banco do mercado em termos de satisfação dos clientes. Para mantermos esta ambição, queremos continuar a evoluir de forma acelerada, investindo de forma determinada, com o objetivo de disponibilizar cada vez melhores produtos e serviços aos clientes.
Quais os principais atributos da vossa Conta Ordenado? Que papel desempenha no dia a dia dos vossos clientes e como evoluiu para responder às necessidades de liquidez?
A Solução Ordenado é um produto de crédito flexível, simples e acessível, destinado a clientes que domiciliam o seu ordenado ou pensão no novobanco. Foi pensada desde a sua origem como uma “almofada financeira”, ajudando a gerir necessidades pontuais de liquidez com previsibilidade. Com cerca de 100 mil clientes ativos, o feedback recebido é muito positivo, sobretudo pela facilidade de adesão, rapidez do processo e qualidade do apoio. A ativação é gratuita e pode ser feita de forma imediata através dos canais digitais, razão pela qual é um dos produtos de crédito com maior crescimento no banco.
De que forma o Crédito Pessoal Imediato se distingue na rapidez, simplicidade e experiência digital?
Lançado em 2025, o Crédito Pessoal Imediato é um dos produtos mais distintivos da oferta de retalho do novobanco. Hoje, cerca de 40% do crédito pessoal online é aprovado e concedido de forma imediata. Estes resultados obtidos de forma tão célere refletem o trabalho e a colaboração de várias equipas multidisciplinares no banco que, em conjunto, desenvolveram esta solução de crédito altamente inovadora e capaz de responder às exigências dos clientes por decisões imediatas e uma experiência totalmente digital.
Que prioridades definem o futuro em termos de inovação de produto, experiência omnicanal e reforço da literacia financeira?
O novobanco está a implementar um programa de transformação estratégica e organizacional que vai potenciar cada vez mais o desenvolvimento de novos produtos inovadores e de elevada qualidade de serviço. Estamos a investir fortemente em tecnologia, inovação e na modernização do nosso modelo de serviço e desenvolvimento, com equipas multidisciplinares a trabalhar de forma ágil e centrada nas necessidades dos clientes. A melhoria da experiência omnicanal, a personalização da relação com o cliente e o reforço da literacia financeira são, por isso, prioridades centrais para o grupo atingir o objetivo de crescimento sustentado nos próximos anos.


Vanessa Guedes, Head of Marketing, em entrevista à Revista Business Portugal, destacou a importância deste reconhecimento no reforço da estratégia da marca, centrada em oferecer soluções acessíveis, flexíveis e de qualidade num mercado altamente competitivo e em constante transformação digital.
Como interpreta esta distinção no contexto da estratégia da Lyca Mobile de proporcionar tarifários acessíveis e flexíveis, mantendo elevados padrões de qualidade?
É com enorme orgulho que a Lyca Mobile recebe o prémio Escolha do Consumidor 2026 na categoria de Tarifários Móveis sem Fidelização. Este reconhecimento é a confirmação de que estamos a dar resposta às expectativas dos nossos clientes, oferecendo soluções acessíveis, flexíveis e de qualidade. A categoria em que nos inserimos é especialmente competitiva porque, tratando-se do mercado pré-pago, o produto é facilmente descartado se o cliente assim o entender, pois não existe período de fidelização, como acontece numa subscrição pós-paga. Por essa razão, atuamos num mercado completamente livre de amarras e, por isso, o trabalho de retenção que fazemos é vital para manter a base de clientes e assegurar que quem está connosco fica o mais tempo possível. O mercado reconheceu este trabalho e este prémio é exemplo disso.
A Lyca Mobile tem consolidado a sua presença em Portugal num mercado altamente competitivo e digitalmente exigente. Quais os principais desafios e aprendizagens no percurso de crescimento e adaptação às novas expectativas do consumidor?
O digital para nós é um canal de vendas que tem tido cada vez mais expressão e que galgou no último ano de 1 para 2 dígitos na percentagem do volume de ativações totais dos nossos cartões. O cliente do mercado pré-pago está sempre à procura do melhor deal e cada vez
mais pesquisa online. Por isso, a experiência que proporcionamos no nosso site é constantemente avaliada e melhorada. Também temos por estratégia que o mundo online e o offline devem estar alinhados e fazemos transitar clientes entre eles, nomeadamente do offline para o digital, para maior conveniência do cliente e maior retenção.
De que forma a Lyca Mobile tem vindo a alinhar a sua oferta com as tendências de digitalização e com as necessidades dos novos perfis de consumidor?
Lançámos o eSIM em 2023 com bastante sucesso e uma adesão incrível por parte de novos clientes e também dos que já estavam connosco (convertendo o seu cartão físico em eSIM). Entretanto, temos vindo a moldar este produto às novas necessidades de consumo e vamos continuar a fazê-lo de forma a ir ao encontro da exigência dos consumidores. Também os nossos planos móveis se tornaram muito mais aliciantes, com mais gigas, para alinhar com a expectativa do mercado. Os nossos planos Lyca Boss são de momento os mais vendidos do portefolio e aqueles que percebemos que agradam a muitos tipos de clientes (nacionais, turistas, imigrantes, jovens e menos jovens) que precisam de estar sempre ligados ao seu mundo.
O reconhecimento em 2026 surge num momento em que a atenção à experiência do cliente é cada vez mais determinante. Que planos estão previstos para reforçar a proximidade, a inovação e a sustentabilidade da marca nos próximos anos?
Este reconhecimento surge agora precisamente porque temos vindo a dar crescente importância à proximidade, inovação e sustentabilidade. Vamos com certeza continuar a trabalhar nestes três eixos pois eles já estão no nosso ADN. Somos uma marca de proximidade que possibilita o estreitamento das ligações com quem está longe, noutro país ou continente, e até mesmo noutra cidade. Temos sido reconhecidos com prémios de inovação e o eSIM permite-nos ser tão sustentáveis quanto a tecnologia nos permite.


Diogo Pereira, Diretor de Marketing do Wall Street English Portugal, sublinha a importância do Prémio Escolha do Consumidor 2026 e explica como a marca tem consolidado a confiança dos alunos através de um método flexível, tecnológico e centrado nas pessoas.

Um reconhecimento com impacto externo e interno “Celebrámos recentemente 30 anos em Portugal e este prémio é particularmente importante, porque resulta de um estudo de mercado que nos permite compreender melhor as necessidades dos consumidores”, afirma. Para o responsável, ser identificado como a marca preferida para aprender inglês “reforça a nossa liderança no setor e valida o trabalho que temos vindo a desenvolver”.
Diogo Pereira destaca ainda a importância do prémio dentro da própria organização. “É um orgulho pela primeira vez sermos incluídos e vencermos este prémio, queremos continuar nesse caminho”.
Um método diferenciador num mercado competitivo
Num setor cada vez mais digital, a escola distingue-se pelo seu método de ensino blended e flipped, implementado há vários anos. “Os alunos estudam primeiro na nossa plataforma digital, adquirindo vocabulário e competências linguísticas, e só depois é que têm aulas com o professor para consolidar a matéria”, salienta Diogo Pereira.
Este modelo permite uma aprendizagem mais ativa e eficaz, com turmas pequenas e homogéneas em termos de nível. A flexibilidade é outro dos pilares da abordagem. “Os alunos podem escolher entre aulas presenciais ou online, adaptando o percurso às suas rotinas e disponibilidades”, refere.
As novas exigências de alunos e empresas
A crescente valorização do inglês como fator de empregabilidade e mobilidade internacional levou a marca a alargar a sua oferta. Além do foco nos adultos, o Wall Street English desenvolveu cursos para adolescentes, dos 13 aos 17 anos, com o mesmo método mas conteúdos ajustados a essa idade.
A parceria com o Cambridge Assessment English permite ainda preparar e certificar alunos para exames internacionais, essenciais no acesso ao ensino superior e ao mercado de trabalho global. No segmento empresarial, a aposta recai em soluções 100% online. “As empresas enfrentam desafios de reskilling e upskilling, e o inglês é uma competência base para esse processo”, explica Diogo Pereira.
Inovar sem perder a dimensão humana
A integração da Inteligência Artificial surge como uma evolução natural do método. “Utilizamos IA, por exemplo, para dar feedback em tempo real sobre a pronúncia, mas nunca abdicamos do papel do professor”, garante o Diretor de Marketing. Para o responsável, a tecnologia deve servir para potenciar a aprendizagem, sem substituir a componente humana.
Crescer com confiança no futuro
O futuro do Wall Street English passa por continuar a investir na inovação, na formação das equipas e na expansão do segmento empresarial. “Temos confiança no nosso método e, por isso, continuamos a permitir que os alunos experimentem antes de se inscreverem”, conclui Diogo Pereira, reforçando que o prémio simboliza não um ponto de chegada, mas um incentivo para continuar a crescer com qualidade e proximidade ao público.


A distinção da XTB como Escolha do Consumidor 2026 reforça a confiança dos investidores portugueses e valida a aposta da marca numa experiência digital transparente, segura e próxima, como destaca, em entrevista, Eduardo Silva, Diretor da XTB Portugal.

Que significado atribui à conquista do Prémio Escolha do Consumidor 2026 e de que forma consideram que esta distinção reflete o compromisso da XTB com a transparência e com a experiência do investidor português?
A conquista do Prémio Escolha do Consumidor 2026 é um reconhecimento particularmente relevante para a XTB, por resultar diretamente da avaliação dos próprios utilizadores. Num setor onde a confiança é determinante, esta distinção valida a nossa aposta numa experiência de investimento transparente, segura e orientada para o investidor.
Reflete também o trabalho consistente desenvolvido em Portugal para disponibilizar uma plataforma tecnologicamente robusta, informação clara e condições competitivas, sempre no cumprimento rigoroso do enquadramento regulatório, enquanto entidade supervisionada pela CMVM.
Num mercado cada vez mais competitivo e digitalmente exigente, quais foram as principais prioridades que permitiram à XTB afirmar-se como referência entre as apps de investimento em Portugal?
A nossa afirmação no mercado português assenta numa estratégia clara: investimento contínuo em tecnologia, foco na
confiança e presença local. A app da XTB foi desenvolvida para ser intuitiva, estável e funcional, respondendo às exigências de diferentes perfis de investidores.
A regulação pela CMVM, aliada a um acompanhamento próximo dos clientes em Portugal e a conteúdos adaptados ao mercado nacional, tem sido determinante para consolidar a credibilidade da marca e a sua relevância num contexto altamente competitivo.
A tecnologia tem um papel central no vosso modelo de negócio. Como é que a XTB equilibra a aposta na inovação tecnológica com a necessidade de manter uma relação próxima, humana e de confiança com os utilizadores?
Na XTB, a tecnologia é um meio para melhorar a experiência do cliente, não um fim em si mesma. A inovação permite simplificar processos e reforçar a eficiência, enquanto a proximidade é assegurada através de equipas locais, apoio em língua portuguesa e uma comunicação clara.
Este modelo é complementado por uma forte aposta na educação financeira, que capacita os investidores e reforça uma relação de confiança sustentada no tempo.
Quais são as grandes linhas estratégicas que irão orientar a atuação da XTB a médio prazo, nomeadamente no que respeita à educação financeira, sustentabilidade e expansão da base de investidores em Portugal?
A estratégia da XTB a médio prazo passa por continuar a investir no mercado português de forma consistente e responsável. A educação financeira manter-se-á como um eixo central, promovendo decisões de investimento mais informadas.
Paralelamente, continuaremos a evoluir tecnologicamente, garantindo elevados padrões de segurança, conformidade regulatória e qualidade de serviço. O reforço da presença local e o crescimento sustentado da base de investidores serão desenvolvidos com uma visão de longo prazo e compromisso com o mercado nacional.

Pela 10.ª vez consecutiva, a Rainbow foi distinguida com o Prémio Escolha do Consumidor, na categoria “Sistemas de Higienização” – um reconhecimento que reflete não apenas a qualidade do equipamento, mas também a relação de confiança construída ao longo de décadas com as famílias portuguesas. Em entrevista à Business Portugal, Fernanda Alves, CEO da Rainbow Portugal, celebra este marco no ano em que a marca assinala 90 anos de existência e partilha a visão que tem guiado o sucesso sustentado da empresa: um compromisso inabalável com a excelência, a proximidade e a integridade.

A conquista do Prémio Escolha do Consumidor 2026, na categoria “Sistemas de Higienização”, reforça a confiança do público na Rainbow. Que fatores considera terem sido determinantes para alcançar esta distinção e como ela reflete o compromisso contínuo da marca com a excelência?
Acredito que esta conquista pelo 10.º ano consecutivo nasce, acima de tudo, da confiança que construímos ao longo do tempo e de um trabalho consistente com foco no equipamento Rainbow e nas pessoas.
A marca Rainbow completa este ano 90 anos e costumamos dizer que a sua liderança é o resultado do impacto que tem tido na vida das pessoas. É uma marca que dispensa apresentações, porque quando se fala em Rainbow fala-se numa referência de qualidade e
inovação, muito acima de qualquer alternativa disponível no mercado. Em Portugal, praticamente todas as famílias conhecem o equipamento Rainbow e muitos ambicionam ter um. Em inúmeros casos, tornou-se até uma tradição geracional, passando de avós para pais e de pais para filhos, o que diz muito sobre a confiança construída ao longo das décadas.
Esta confiança existe porque a marca, o produto e a empresa estiveram sempre presentes com um serviço contínuo e próximo aos clientes. Existe porque a Rainbow cumpre verdadeiramente aquilo que promete, é um produto durável, fiável e altamente eficaz, que cuida da higiene da casa e contribui para um ambiente mais saudável. Ao longo dos anos, vários profissionais de saúde têm reconhecido esses benefícios, incluindo médicos e entidades como a Fundação Portuguesa do Pulmão, que destacam a importância de um ar mais limpo dentro de casa para a saúde respiratória e o bem-estar das famílias. É por estas razões que o Prémio Escolha do Consumidor é muito especial para nós, porque significa que estamos a cumprir o nosso compromisso com a qualidade, a transparência e o respeito por quem confia no nosso equipamento e marca Rainbow.
A Rainbow tem vindo a afirmar-se pelo rigor técnico dos seus sistemas de higienização e pela abordagem personalizada junto dos clientes. De que forma esta filosofia se traduz em vantagem competitiva num mercado cada vez mais exigente e atento à sustentabilidade?
O nosso segredo está em ouvir primeiro as necessidades do cliente. Cada casa é diferente, cada família tem necessidades próprias, e a nossa abordagem parte sempre desse princípio para podermos adaptar as soluções que a Rainbow oferece, explicar com mais clareza e criar uma relação de confiança. Hoje em dia as pessoas estão mais conscientes da importância do ambiente dentro de casa, mais informadas, atentas e exigentes, o que faz com que já não procurem um simples produto, mas sim uma solução que faça sentido para a sua realidade. No que diz respeito à sustentabilidade, acreditamos que sendo a Rainbow um sistema eficiente, duradouro e que reduz consumíveis, por si só, já é uma resposta consciente às preocupações ambientais.
A Gala Anual da Rainbow é sempre um momento marcante de celebração e reconhecimento interno. Que importância atribui a este evento na construção de uma cultura empresarial forte e na motivação das equipas ao longo do ano?
A nossa Gala Anual é um momento de reconhecimento e de reflexão, é quando paramos para celebrar o caminho percorrido e as pessoas que o tornaram possível. Numa organização como a Rainbow, onde as pessoas estão no centro do negócio, estes momentos são fundamentais porque reforçam o sentimento de pertença, fortalecem a cultura da empresa e lembram-nos que ninguém constrói nada sozinho.
Nenhuma marca cresce de forma sólida apenas com bons produtos ou tecnologia avançada, cresce quando existe compromisso e paixão pelo que se faz. Distribuidores, agentes e colaboradores são quem dá vida à Rainbow todos os dias. São eles que representam os nossos valores, que constroem relações de confiança com os clientes e que transformam conhecimento em soluções reais para as famílias. Ao longo destes anos, aprendemos que quando investimos nas pessoas e quando existe união, respeito e um propósito comum, os resultados surgem de forma natural, é assim que a Rainbow tem vindo a crescer com consistência e a atravessar desafios com resiliência.
Quais são as grandes metas e desafios que a Rainbow estabelece para 2026, nomeadamente no reforço da relação de confiança com o consumidor e na consolidação do seu posicionamento em Portugal?
Em 2026, o nosso foco será aprofundar a relação de confiança com quem nos escolhe e estar cada vez mais perto dos nossos clientes, com a abertura de novos escritórios Rainbow autorizados. Queremos continuar a consolidar a Rainbow como uma referência nos sistemas de higiene e saúde, mantendo os nossos valores e adaptando-nos às mudanças sem perder a identidade. Parte desse compromisso passa, também, por garantirmos que o cliente contacta sempre um Distribuidor Rainbow autorizado ou a Fénix Lusitana (Rainbow Portugal) para proteção do equipamento
e validade da garantia. Os nossos clientes são extremamente importantes para nós, e assegurar um acompanhamento profissional e certificado faz parte do nosso compromisso contínuo com a qualidade e a excelência.
Como CEO da Rainbow, o que a motiva diariamente e que mensagem gostaria de deixar aos clientes e à sua equipa?
Este ano, irei celebrar 30 anos no negócio Rainbow, algo que me deixa profundamente grata. Tive a sorte de conhecer este negócio com apenas 19 anos e, desde então, o que me motiva diariamente é saber que o nosso trabalho tem um impacto real na vida das pessoas. Liderar a Rainbow é uma responsabilidade, mas é também um privilégio. Acredito numa liderança próxima, consciente e consistente, que escuta, aprende e toma decisões com visão a longo prazo. Por isso, a minha mensagem para os clientes é que continuaremos a honrar a confiança que depositam em nós, oferecendo soluções duradouras, eficazes e pensadas para o bem-estar das suas casas e famílias. Aos Distribuidores, agentes e staff da minha organização Rainbow em Portugal, Espanha, Luxemburgo e Senegal, a mensagem é de reconhecimento e encorajamento. O caminho nem sempre é simples, mas é nos momentos mais desafiantes que se revela a nossa força e união. Continuem a acreditar, a manter o foco e a trabalhar com integridade.
A Rainbow é uma organização sólida, humana e responsável, que cresce sem perder os seus valores e que é sempre lembrada, não pelos números, mas sim pela confiança que construiu, pelas pessoas que desenvolveu e pelo impacto positivo que teve na vida das famílias por todo o mundo.
Há mais de 30 anos em Portugal, milhares de famílias confiam numa única marca, construída sobre confiança e visão a longo prazo. É isso que representa um verdadeiro compromisso com o futuro: consistência, serviço e integridade, ano após ano. Uma marca que as pessoas reconhecem, recordam, recomendam e chamam pelo seu nome... Rainbow. A Original. A Primeira. A Melhor. Sempre.


Pela quinta vez consecutiva, a Insparya foi distinguida com o Prémio Escolha do Consumidor, reforçando o seu estatuto como marca de referência na área da saúde capilar. Em entrevista, Francisco Freitas, Chief of Marketing and Sales Officer, revela a estratégia que sustenta este percurso de excelência, a aposta na inovação e a visão que continua a impulsionar o crescimento e a confiança dos consumidores.
A Insparya volta a ser reconhecida pelos consumidores portugueses com o Prémio Escolha do Consumidor 2026. Que significado assume esta distinção para a marca e de que forma reflete o vosso compromisso contínuo com a inovação e a qualidade clínica?
O Prémio Escolha do Consumidor, atribuído pela 5.ª vez consecutiva, é um reconhecimen to que nos deixa particularmente satisfeitos, pois reflete a confiança dos consumidores portugueses e valida o trabalho consistente que temos vindo a desenvolver ao longo dos anos. Para o Grupo Insparya, esta dis tinção confirma que a nossa aposta numa abordagem médica rigorosa, em tecnologia própria e num serviço de excelência está ali nhada com as expetativas de quem mais importa: os nossos pacientes, que são a nossa principal mo tivação diária.
Num setor em que a tecnologia e a personalização dos tratamentos são determinantes, como tem a Insparya inte grado a investigação científica e os avanços tecnológicos na sua prá tica diária?
A inovação faz parte do ADN da Insparya. Investimos continuamente em investiga ção científica, desenvolvimento
Francisco Freitas, Chief of Marketing and Sales Officer

tecnológico e formação das equipas clínicas. Um exemplo claro é o BotHair UltraPlus®, um equipamento desenvolvido pela Insparya, único a nível mundial e exclusivo do Grupo, que permite maior precisão e segurança nos procedimentos, contribuindo para resultados naturais e duradouros. Todos os tratamentos assentam numa avaliação médica rigorosa e personalizada, adaptada às
A confiança é central nas decisões relacionadas com a saúde capilar. Como reforçam essa relação com os
A confiança constrói-se com transparência, acompanhamento contínuo e resultados consistentes. Garantimos um percurso clínico claro, humano e rigoroso, desde a primeira avaliação até ao seguimento pós-tratamento. Paralelamente, investimos na literacia em saúde capilar e numa comunicação responsável, permitindo que cada pessoa tome decisões informadas e conscientes.
O reconhecimento dos consumidores surge num contexto de expansão internacional. Quais são as prioridades da Insparya para 2026? Em 2026, a prioridade passa por consolidar o nosso modelo clínico nas diferentes geografias onde operamos, assegurando padrões de excelência consistentes. Atualmente, o Grupo está presente em cinco países, com 15 clínicas, mais de 600 profissionais e mais de 80.000 pacientes satisfeitos. Este prémio reforça o nosso posicionamento global e motiva-nos a continuar a crescer de forma sustentada, com um objetivo claro: melhorar a autoestima, a confiança e o bem-estar de homens e mulheres.

Pelo terceiro ano consecutivo, a Matrizauto foi distinguida com o Prémio Escolha do Consumidor, consolidando a sua posição como líder no setor de viaturas seminovas e usadas em Portugal. Em entrevista, Ricardo Figueiras, Diretor de Marketing, destaca o compromisso da marca com a qualidade, a transparência e a proximidade ao cliente num mercado em constante transformação.
A Matrizauto foi distinguida, pelo terceiro ano consecutivo, com o Prémio Escolha do Consumidor. De que forma este reconhecimento reflete o compromisso da empresa com a qualidade e transparência no processo de compra de viaturas seminovas e usadas?
Sermos distinguidos, pelo terceiro ano consecutivo, como Marca n.º 1 em Seminovos e Usados, no Prémio Escolha do Consumidor, é um reconhecimento que valida o compromisso contínuo da Matrizauto com a qualidade, a transparência e a confiança. Esta confiança dos consumidores, ao longo de três anos consecutivos, confirma que a Matrizauto não só cumpre, como supera expectativas, reforçando a sua posição como uma referência no mercado de viaturas seminovas e usadas em Portugal.
Mas este reconhecimento não foi o único. Acabámos de conquistar também o galardão Marca Recomendada 2026, na categoria de Stand de Automóveis Usados – Grande Retalho.
Ao longo dos últimos anos, o mercado automóvel tem enfrentado transformações profundas – da digitalização dos processos à alteração dos hábitos de consumo. Como é que a Matrizauto tem conseguido adaptar-se a este novo contexto mantendo a confiança do consumidor português?
Temos acompanhado a evolução do mercado automóvel com uma abordagem assente na inovação, na proximidade e na transparência. A equipa comercial exclusiva da nossa loja online tem sabido interpretar a mudança dos hábitos de consumo, proporcionando uma experiência de compra cada vez mais segura ao longo de todo o processo.
A digitalização permitiu simplificar e tornar mais eficiente a jornada do cliente, sem perder o acompanhamento personalizado que sempre caracterizou a marca, uma vez que existe sempre o suporte da loja física geograficamente mais próxima de cada cliente.
A confiança assumiu um papel central na relação entre as marcas e os consumidores. Quais têm sido os principais pilares da estratégia da Matrizauto para consolidar essa relação e reforçar a sua reputação no mercado nacional?
A nossa estratégia assenta em pilares essenciais como a transparência, a qualidade do produto e a proximidade com o cliente. Desde a seleção rigorosa das viaturas até à comunicação clara de

Ricardo Figueiras, Diretor de Marketing
toda a informação relevante, garantimos um processo de compra seguro e sem surpresas.
A estes fatores juntam-se um serviço consistente, equipas especializadas e um acompanhamento pós-venda de confiança, que reforçam relações duradouras com os consumidores.
Quais são as grandes prioridades da Matrizauto em termos de inovação, sustentabilidade e experiência do cliente, de modo a continuar a ser uma referência no setor automóvel português?
O futuro da Matrizauto passa por uma aposta contínua na inovação dos processos, na sustentabilidade e na excelência da experiência do cliente. A empresa pretende continuar a reforçar a digitalização da jornada de compra, tornando-a cada vez mais simples, intuitiva e transparente, sem perder a proximidade e o acompanhamento personalizado. Atualmente, contamos com 10 megastores. Em 2025, fizemos uma clara aposta na Área Metropolitana de Lisboa, com a abertura das lojas dos Olivais, Montijo e Almada. Trata-se de um processo de crescimento que será continuado este ano e que só terminará quando conseguirmos chegar, fisicamente, a todos os “cantos” do nosso país – de norte a sul, do litoral ao interior.
Em paralelo, a sustentabilidade assume um papel central, através da promoção de soluções de mobilidade mais eficientes e responsáveis – em termos de stock –, e da própria otimização dos processos internos. Tudo isto com um objetivo claro: antecipar as necessidades do consumidor português.



Reconhecida como Escolha do Consumidor, a Maxfinance afirma-se como uma referência na intermediação de crédito. Em entrevista, Francisco Ferreira Lima – CEO da Maxfinance Portugal – revela como a marca cria
A Maxfinance inicia 2026 com o reconhecimento dos consumidores portugueses ao conquistar o Prémio Escolha do Consumidor na categoria “Intermediário de Crédito”. Que significado atribuem a esta distinção e de que forma ela valida a estratégia que têm vindo a desenvolver no mercado nacional?
O Prémio Escolha do Consumidor tem um significado muito especial para toda a Rede Maxfinance, porque resulta diretamente da avaliação dos próprios consumidores. É um reconhecimento com uma legitimidade acrescida, sobretudo num setor tão competitivo, exigente e regulado como o da intermediação de crédito em Portugal. Esta distinção valida claramente a estratégia que temos vindo a desenvolver ao longo dos anos, assente na confiança, na transparência e na criação de valor real para as famílias portuguesas. É um motivo de orgulho para toda a equipa, mas também uma responsabilidade adicional para continuarmos
O Prémio Escolha do Consumidor resulta da avaliação direta dos consumidores, que valorizam atributos como transparência, proximidade e soluções à medida. Que práticas concretas, ao nível dos processos, da cultura interna e da formação das equipas, contribuem para garantir essa experiência diferenciadora ao longo de todo o ciclo de relação com o cliente?
Diria que a nossa diferenciação assenta em três pilares fundamentais. O primeiro é a proximidade e relação.
Somos uma marca nacional, mas trabalhamos a nível local. Estamos verdadeiramente ao lado dos clientes em momentos financeiros decisivos, como a compra de casa ou a reorganização do crédito. O segundo pilar é a especialização e independência. Os nossos intermediários de crédito analisam o mercado de forma objetiva, com acesso à oferta de todos os bancos, para encontrar soluções ajustadas ao perfil de cada cliente. Por fim, a transparência, que está presente em todo o processo. Os clientes são devidamente esclarecidos sobre todas as propostas e dispõem de informação completa para tomarem decisões conscientes. Estes fatores traduzem-se, invariavelmente, em poupança financeira, decisões mais informadas e, acima de tudo, tranquilidade para os clientes, que sabem que encontram na Maxfinance um parceiro de confiança, com acesso à oferta de todos os bancos, que os ajuda a negociar e contratar um crédito com as melhores condições possíveis.
mais de 200 agências no continente e ilhas, conseguimos aliar o conhecimento das realidades locais a uma abordagem alinhada com os valores da marca. Num setor como o nosso, a reputação e a credibilidade são essenciais, e é essa consistência no serviço e no acompanhamento que nos permite construir relações de confiança duradouras com os clientes.
2026 começa com várias distinções públicas para a Maxfinance, desde o Prémio Escolha do Consumidor ao reconhecimento do vosso modelo de franchising e da vossa cultura organizacional. Como é que estes prémios se traduzem, na prática, em oportunidades de desenvolvimento para a rede de franchisados e para a consolidação da marca enquanto líder na intermediação de crédito em Portugal?
O Prémio Escolha do Consumidor tem um significado muito especial para toda a Rede Maxfinance, porque resulta diretamente da avaliação dos próprios consumidores. É um reconhecimento com uma legitimidade acrescida, sobretudo num setor tão competitivo, exigente e regulado como o da intermediação de crédito em Portugal
Estas distinções representam uma validação externa do trabalho desenvolvido por toda a Rede e reforçam a atratividade da marca, tanto junto dos consumidores como dos franchisados. Representam notoriedade, credibilidade e confiança no mercado, o que facilita o desenvolvimento do negócio. Ao mesmo tempo, reforçam o sentimento de pertença e orgulho das equipas da nossa Rede, incentivando a melhoria contínua e a adoção das melhores práticas. Para a marca, consolidam o posicionamento da Maxfinance como uma referência nacional na intermediação de crédito, sustentada por um modelo sólido, uma cultura organizacional forte e um foco claro na qualidade do serviço prestado.
Olhando para o futuro próximo, quais são as principais prioridades estratégicas da Maxfinance e de que forma este prémio reforça a vossa ambição de continuar a ser a primeira escolha dos consumidores portugueses na hora de decidir sobre crédito habitação e crédito pessoal?
Ao longo de mais de 15 anos de atividade, a Maxfinance consolidou uma rede nacional de intermediários de crédito, com profissionais certificados e uma forte capacidade de acompanhamento personalizado. Que fatores considera determinantes para esta trajetória de crescimento e para a construção de uma relação de confiança duradoura com os clientes?
Os intermediários e gestores de crédito são o verdadeiro motor da Maxfinance. A nossa trajetória de crescimento sustentado resulta de critérios rigorosos no recrutamento, de um forte investimento na formação contínua e de um acompanhamento permanente das equipas. Trabalhamos com padrões de qualidade elevados e processos transversais a toda a Rede, garantindo uma experiência consistente, independentemente da localização. Com
Em 2026, vamos continuar a investir fortemente em tecnologia e inovação, com o objetivo de automatizar processos, acelerar a análise e apresentação de propostas personalizadas e melhorar continuamente a experiência do cliente, sem nunca perder o acompanhamento humano que nos distingue. Vamos também manter um forte foco na formação da Rede, assegurando que os nossos intermediários estão sempre atualizados num contexto regulatório e económico em constante evolução. No fundo, este prémio reforça a nossa ambição de continuar a ser a primeira escolha dos consumidores portugueses, tanto no crédito habitação como no crédito pessoal, confirmando que o caminho que seguimos, baseado na proximidade, independência, transparência e foco no cliente, é o caminho certo para o futuro da Maxfinance.

No Grupo EssilorLuxottica, acreditamos que a nossa missão deve ir além de conseguirmos que os nossos clientes vejam bem. Queremos cuidar da Saúde Visual e contribuir com inovação e avanços tecnológicos para cada vez mais acompanharmos as pessoas no seu dia a dia – a Ver Mais e também a Ser Mais.
Com a nossa forte aposta em inovação, procuramos transformar a experiência visual com soluções que combinam ciência, tecnologia e design. Por termos também um foco no bem-estar de quem utiliza os nossos produtos, receber reconhecimentos como o prémio “Escolha do Consumidor” na categoria de lentes oftálmicas pelo oitavo ano consecutivo é um motivo de orgulho, uma vez que reflete o valor que os consumidores atribuem ao nosso compromisso com a excelência.
Com muito orgulho, continuamos a trabalhar e a investir para que o nosso país continue a ocupar um lugar importante na estratégia global do Grupo e acreditamos fortemente no nosso mercado. Contamos com a segunda maior unidade de produção de lentes oftálmicas da Europa, de onde servimos não só o mercado nacional mas também muitos outros mercados internacionalmente. Embora façamos parte de um Grupo global presente em mais de 150 países, o nosso objetivo é manter a proximidade com os nossos parceiros e clientes a nível local, respeitando sempre as necessidades específicas do nosso mercado. A inovação faz parte do nosso ADN desde sempre e procuramos, além de continuar a acrescentar valor ao mercado,

introduzir melhorias que façam realmente a diferença. Desde as lentes Essilor Stellest concebidas para travar a progressão da miopia infantil, até à entrada no segmento dos wearables com a solução de óculos Nuance Audio, uma solução invisível para quem sofre de perda auditiva ligeira a moderada ; até à nova geração dos óculos com IA Ray-Ban Meta, que contamos lançar brevemente no nosso mercado. Como líderes sentimos a responsabilidade de fazer evoluir e isso reflete-se no mais recente pilar estratégico do Grupo: um foco claro em Med-Tech, complementando a parte de Saúde (Medical) com uma forte vertente tecnológica para satisfazer as necessidades das pessoas, fomentar o crescimento em novas categorias e disponibilizar novas funcionalidades. Para concretizar esta estratégia, temos reforçado a nossa posição através de parcerias com algumas das maiores empresas do mundo e também aquisições estratégicas que nos permitem desenvolvimentos tecnológicos chave em áreas ligadas à Saúde e no segmento de wearables. Acreditamos que assim nos continuaremos a reinventar como um player tecnológico de referência, muito para lá das nossas origens no setor da visão. A nível Local, continuaremos a acompanhar a evolução do setor e a contribuir para o desenvolvimento continuo do nosso mercado. Continuaremos a investir e a trabalhar com os nossos parceiros e clientes para, em conjunto, explorarmos novas categorias, novos produtos e novas tecnologias. É o nosso Compromisso.



A ALDI Portugal continua a afirmar-se como uma marca de referência no setor da distribuição moderna, aliando qualidade, sustentabilidade e preços acessíveis. Ricardo Santos, Managing Director de Marketing & Communication, explica como a consistência da estratégia, o foco na inovação e a proximidade com o consumidor têm sustentado o crescimento da insígnia e garantido o reconhecimento dos portugueses.

A ALDI Portugal tem vindo a afirmar-se como uma referência no setor da distribuição, conjugando qualidade com preços justos. Que fatores considera determinantes para o sucesso sustentado da marca no mercado português e de que forma estas distinções reforçam essa trajetória?
A ALDI Portugal tem vindo a crescer e a consolidar a sua relevância no setor, alicerçando o seu crescimento na qualidade consistente a preços baixos. Este sucesso sustentado assenta numa gestão eficiente e rigorosa da cadeia de abastecimento, na forte aposta em produtos de marca própria e na colaboração próxima com fornecedores, incluindo produtores nacionais. Distinções como o prémio Escolha do Consumidor, reforçam a confiança dos portugueses nas marcas ALDI e validam a consistência da nossa estratégia. São ainda como um estímulo para continuarmos a investir na inovação, na melhoria contínua dos processos e na otimização da experiência de compra, mantendo o cliente no centro da nossa atuação.
A sustentabilidade e a responsabilidade social são hoje dimensões intrínsecas à identidade das empresas de retalho. Como é que a ALDI integra estes princípios nas suas operações e qual tem sido o impacto dessas práticas na perceção dos consumidores?
A sustentabilidade e responsabilidade social desempenham um papel central na nossa estratégia. Procuramos utilizar os recursos
naturais da forma mais eficiente possível, bem como minimizar os impactos ambientais da nossa atividade. Para tal, trabalhamos todos os dias com as nossas equipas e com os nossos fornecedores para que, no final do dia, nos seja possível oferecer aos nossos clientes opções de consumo mais responsáveis, conscientes, informadas e sustentáveis.
Embalagens mais sustentáveis, a disponibilização de soluções para reduzir o uso de plásticos de utilização única, a aquisição responsável de matérias-primas, a gestão sustentável e o uso eficiente dos recursos naturais necessários para a produção dos nossos produtos de marca própria fazem parte das nossas prioridades. Paralelamente, procuramos apoiar as comunidades onde estamos inseridos, através da doação de excedentes alimentares a instituições sociais locais.
Num mercado cada vez mais competitivo e digitalizado, a experiência de compra assume um papel central. Que estratégias a ALDI Portugal tem adotado para acompanhar a transformação do comportamento do consumidor e reforçar a proximidade com o cliente?
Na ALDI, encaramos o mercado cada vez mais dinâmico, competitivo e digitalizado como uma oportunidade para impactar o quotidiano dos consumidores com a nossa filosofia discounter. É desta forma que nos posicionamos no setor e acompanhamos a evolução do comportamento do consumidor, hoje mais exigente e atento. Investimos também numa relação de proximidade, dando a conhecer a poupança que podem vir a alcançar nas lojas ALDI através da escolha dos nossos produtos de marca própria, que se destacam pela frescura, qualidade e excelência.
As distinções da Escolha do Consumidor são um importante barómetro de confiança e preferência. De que forma este reconhecimento influencia a vossa estratégia de comunicação e reforça o compromisso da ALDI com a inovação e a melhoria contínua?
Reconhecimentos como o Prémio Escolha do Consumidor, constituem um importante barómetro da confiança e preferência dos clientes. Este ano, a ALDI afirma-se como uma das marcas mais premiadas, um reconhecimento que reforça a nossa estratégia de comunicação e evidencia que o trabalho contínuo em inovação, qualidade e melhoria contínua é valorizado pelos consumidores.


Distinguida com o prémio Escolha do Consumidor, a Rowenta vê reconhecida a sua aposta contínua na inovação, no desempenho e na qualidade dos seus produtos. Em entrevista, Patrícia Parracho – Diretora de Marketing –partilha a estratégia da marca, o foco no consumidor e os pilares que sustentam esta preferência no mercado português.

A Rowenta foi, uma vez mais, distinguida com o Prémio Escolha do Consumidor, na categoria “Aspiradores”. Que significado assume este reconhecimento para a marca e de que forma este reforço de confiança se reflete na vossa estratégia junto do consumidor português?
Receber o Prémio Escolha do Consumidor pelo nono ano consecutivo é um motivo de enorme orgulho para a Rowenta. Este reconhecimento reforça a confiança dos consumidores portugueses no desempenho, qualidade e durabilidade dos nossos aspiradores. É também um indicador claro de que continuamos alinhados com as suas necessidades reais e isso motiva-nos a prosseguir o caminho da inovação e da excelência. Este prémio fortalece a nossa ligação com os consumidores e alimenta a nossa estratégia centrada em criar soluções eficientes, sustentáveis e verdadeiramente úteis no quotidiano dos lares portugueses.
Num setor altamente competitivo e em constante inovação tecnológica, quais têm sido os principais desafios para manter a relevância da Rowenta e garantir que a qualidade continua a ser um fator diferenciador?
Num mercado altamente dinâmico, o principal desafio é manter uma proposta de valor relevante e distintiva enquanto
respondemos a exigências crescentes de eficiência, sustentabilidade e conveniência. Para a Rowenta, isso significa investir continuamente em investigação e desenvolvimento, escutar os consumidores e antecipar tendências. A qualidade permanece o nosso pilar – não apenas na performance dos produtos, mas também na durabilidade, facilidade de manutenção e experiência de utilização.
De que maneira a aposta em sustentabilidade, eficiência energética e durabilidade dos produtos tem moldado o vosso desenvolvimento e contribuído para o reconhecimento da marca em Portugal?
A sustentabilidade é um dos eixos centrais da nossa visão. Acreditamos que a tecnologia deve servir tanto o consumidor como o planeta, e por isso apostamos em produtos com elevada eficiência energética, reparáveis por até 15 anos e desenvolvidos com materiais mais responsáveis. Esta abordagem tem sido valorizada pelos consumidores e é, sem dúvida, também uma das razões pelas quais a marca tem mantido um elevado índice de confiança em Portugal.
Olhando para o futuro, quais são as prioridades estratégicas da Rowenta no mercado nacional e europeu, e que novas tendências acredita que irão definir o comportamento do consumidor no segmento dos pequenos eletrodomésticos?
A nível estratégico, vamos continuar a focar-nos na inovação sustentável, na digitalização dos produtos e na proximidade com os consumidores. Vemos um consumidor cada vez mais informado, exigente e atento ao impacto ambiental das suas escolhas. Tendências como a compra online, soluções tudo em um para a casa, a conectividade, a personalização da experiência de utilização e o compromisso com marcas que partilham valores sociais e ambientais vão continuar a moldar o setor. A Rowenta está preparada para liderar este novo capítulo, aliando tecnologia, performance, design e sustentabilidade.


Beatriz Ribeiro da Silva, Brand Manager PcComponentes Portugal, em entrevista, destaca os pilares que sustentam a confiança dos consumidores – transparência, eficiência e proximidade com o cliente – e revela como a marca continua a antecipar tendências num mercado em constante evolução.
A PcComponentes foi reconhecida como “Loja Online de Produtos Eletrónicos 2026”. Que fatores considera determinantes para alcançar este nível de confiança junto do consumidor português e como se tem vindo a consolidar essa relação?
Este reconhecimento resulta de um trabalho consistente e de longo prazo. O consumidor português é exigente, informado e muito atento à experiência global, não apenas ao preço. A confiança constrói-se quando a marca cumpre de forma sistemática: informação clara, disponibilidade real de stock, prazos de entrega reais e um apoio ao cliente próximo e eficaz. Em Portugal, sempre investimos na transparência e no pós-venda, porque a relação com o cliente não termina no momento da compra. Quando surgem desafios, respondemos com rapidez e responsabilidade. É essa postura de assumir, resolver e melhorar, que tem consolidado a nossa credibilidade no mercado.
Num setor altamente competitivo e em constante evolução tecnológica, de que forma a PcComponentes tem conseguido antecipar tendências e ajustar a sua estratégia para manter-se na vanguarda da experiência digital?
Operar no setor tecnológico obriga-nos a evoluir continuamente, mas sempre com um critério claro: a inovação só faz sentido quando melhora, de forma concreta, a vida do cliente. Utilizamos dados para compreender comportamentos, investimos numa escuta ativa da nossa comunidade e trabalhamos de forma contínua na otimização da experiência digital, sobretudo em usabilidade, personalização e mobile Mais do que reagir a tendências, procuramos antecipar necessidades. A nossa loja evolui com foco na simplicidade, na rapidez e na relevância da informação, porque acreditamos que uma boa experiência digital é aquela que praticamente “desaparece” para o utilizador.
A distinção “Escolha do Consumidor” não reflete apenas satisfação, mas também consistência. Que princípios orientam a cultura interna da empresa e garantem esta coerência entre promessa de marca e perceção do cliente?
A coerência entre o que prometemos enquanto marca e o que o cliente efetivamente experiência nasce de uma cultura interna muito clara: o cliente está no centro das decisões, independentemente


da área ou função. Trabalhamos com equipas alinhadas, objetivos partilhados e uma forte cultura de responsabilidade.
Esta consistência é reforçada por processos bem definidos, métricas de satisfação claras e uma mentalidade de melhoria contínua. Internamente, sabemos que cada decisão operacional tem impacto direto na perceção do cliente. Quando a cultura é sólida, a experiência torna-se naturalmente consistente.
Olhando para o futuro, quais são as principais apostas e desafios que a PcComponentes identifica para reforçar a sua presença no mercado português e continuar a distinguir-se pela inovação e qualidade do serviço?
Portugal é um mercado estratégico para a PcComponentes e continuará a ser uma prioridade. O principal desafio passa por crescer num contexto cada vez mais competitivo, mantendo a agilidade e o nível de serviço que nos distingue. Para isso, estamos a reforçar a proximidade com o consumidor português, criar em conteúdos locais, continuar a evoluir a experiência digital e fortalecer ainda mais o serviço ao cliente.
O nosso foco é crescer de forma sustentável, sem comprometer aquilo que nos trouxe até aqui. A inovação e a qualidade do serviço não são objetivos pontuais, são compromissos permanentes.



O Prémio Escolha do Consumidor confirma a relação de proximidade e confiança que a Amoos construiu com os seus clientes. Nesta entrevista, ficamos a conhecer a visão, os valores e o caminho que tem levado a marca a destacar-se no mercado.
O ano de 2025 foi marcado por várias conquistas para a Amoos. Que balanço fazem deste percurso e quais consideram terem sido os principais fatores que sustentaram o crescimento e o reforço da confiança dos consumidores na marca? 2025 foi um ano importante para a marca Amoos, que se afirmou como uma das marcas mais relevantes no mercado de tissue em Portugal. Este percurso resultou de uma estratégia clara, centrada na qualidade, na inovação consistente e numa evolução orientada pelas e para as expetativas reais dos consumidores. O portefólio da marca evoluiu ao longo do ano com a introdução do Amoos Max, um rolo de cozinha compacto com o dobro das folhas e um desempenho superior; com o lançamento da nova gama de lenços faciais, que reforça a aposta estratégica da Navigator numa nova linha de negócio; com a expansão da gama Naturally Soft, composta por produtos fabricados com pasta virgem sem químicos branqueadores; e com a implementação de embalagens em papel nas gamas de papel higiénico Comfort e Naturally Soft, que evidenciaram o nosso compromisso com soluções sustentáveis e alinhadas com o nosso compromisso ambiental. Este conjunto de iniciativas permitiu reforçar a confiança do mercado e continuar a crescer de forma sustentada.
O prémio “Escolha do Consumidor” distingue marcas que se destacam pela qualidade percebida e pela relação próxima com o público. Que significado tem este reconhecimento para a Amoos e de que forma reforça a vossa missão no mercado?
Ser eleita “Escolha do Consumidor” na categoria de Papel Higiénico, pelo segundo ano consecutivo, representa uma grande responsabilidade. Este reconhecimento, pela voz direta dos consumidores,
valida o compromisso diário da marca com a criação de produtos que combinam qualidade superior, suavidade, resistência e responsabilidade ambiental. Sermos novamente a escolha preferida dos portugueses, num universo competitivo e exigente, confirma que estamos a responder de forma pertinente às necessidades reais dos lares e que a nossa orientação estratégica está alinhada com o que os consumidores valorizam. A distinção é, por isso, simultaneamente um reconhecimento e um incentivo, e reforça a responsabilidade de continuarmos a inovar com propósito, criando produtos que melhorem o dia a dia das famílias portuguesas.
Como tem a Amoos integrado o feedback dos clientes na melhoria contínua dos seus produtos e serviços?
A Amoos integra o feedback dos consumidores de forma contínua e estruturada, combinando dados de mercado, testes de consumidor (focus groups, hall tests, questionários, entre outros.) e insights recolhidos em contexto real de utilização. Esta abordagem permite-nos identificar rapidamente oportunidades e assegurar que o desenvolvimento de produto evolui de forma alinhada com aquilo que os consumidores realmente valorizam.
Com o início de 2026, que metas e prioridades a Amoos define para este novo ciclo, tanto do ponto de vista estratégico como no compromisso com a qualidade e sustentabilidade da marca?
Em 2026, o nosso foco é continuar a elevar o padrão de qualidade, oferecendo produtos que combinem desempenho superior, inovação, conforto e responsabilidade, mantendo a confiança dos consumidores como a medida mais importante do nosso sucesso.
Reforçamos o compromisso assente nos três pilares que nos caracterizam: qualidade, sustentabilidade e relevância para o consumidor. A inovação continuará a ser um motor central deste novo ciclo. Pretendemos aprofundar o desenvolvimento de soluções diferenciadoras e tecnologicamente avançadas. A sustentabilidade mantém-se como pilar transversal. A ampliação das embalagens em papel nas várias gamas e a aposta contínua em processos industriais mais eficientes refletem a ambição de promover soluções alinhadas com o nosso compromisso ambiental. A qualidade, por sua vez, continuará a assegurar consistência funcional em toda a oferta Amoos, reforçando a confiabilidade da marca. Em conjunto, estes três pilares constroem um caminho de evolução sustentada, garantindo um portefólio cada vez mais relevante, inovador e responsável.


Fundadora e impulsionadora de um dos maiores grupos agroindustriais nacionais, Patrícia Pilar conduz uma visão empresarial assente na integração, inovação e sustentabilidade. Do campo à distribuição, o Grupo Patrícia Pilar afirma-se como referência em eficiência operacional, qualidade e criação de valor a longo prazo, projetando a agricultura portuguesa para o futuro.

De que modo a produção própria em larga escala reforça a eficiência operacional do Grupo Patrícia Pilar como pilar do crescimento sustentável, integrando planeamento inovador e controlo end-to-end da cadeia de valor?
A produção própria em larga escala é um dos principais pilares estratégicos do Grupo Patrícia Pilar e um fator determinante para a sua eficiência operacional e crescimento sustentável. Ao controlar diretamente uma parte significativa da produção agrícola, o grupo consegue planear de forma integrada todo o ciclo, da plantação ao cliente, garantindo previsibilidade, estabilidade de fornecimento e qualidade. Este modelo end-to-end permite uma articulação eficiente entre planeamento, produção, embalamento, armazenamento, logística e distribuição, reduzindo desperdícios, otimizando custos e assegurando uma resposta ágil às exigências dos diferentes mercados. Mais do que volume, a produção própria representa controlo, escala e capacidade de decisão estratégica, fundamentais para sustentar um crescimento sólido e responsável.
Como o controlo rigoroso de qualidade, segurança alimentar e logística integrada – suportada por certificações GlobalG.A.P e uma frota de 52 camiões – posiciona o Grupo Patrícia Pilar para conquistar mercados internacionais, com mais de 40% de exportações para Europa e além?
O posicionamento internacional do Grupo Patrícia Pilar assenta num controlo rigoroso de toda a cadeia de valor, com especial enfoque na qualidade, segurança alimentar e eficiência logística. As certificações GlobalG.A.P, na produção, aliadas a processos internos exigentes, garantem o cumprimento dos mais elevados padrões internacionais, reforçando a confiança dos clientes e parceiros. A logística integrada, suportada por uma frota própria de 52 camiões, permite assegurar rapidez, fiabilidade e flexibilidade na distribuição, fatores críticos para mercados exigentes como os da Europa. Atualmente, mais de 40% da produção do grupo destina-se à exportação, refletindo uma estratégia clara de internacionalização sustentada na excelência operacional e na capacidade de resposta às necessidades dos diferentes mercados.
De que modo os investimentos estruturados em aquisição de terras, expansão de infraestruturas e construção de centros de produção e frio, reforçam a visão do Grupo Patrícia Pilar de tratar a agricultura como um ativo estratégico de valor perene, para além de uma mera commodity?
O Grupo Patrícia Pilar encara a agricultura como um ativo estratégico de longo prazo e não como uma simples commodity. Os investimentos contínuos na aquisição de terras, na expansão de infraestruturas e na construção de centros de produção e frio refletem essa visão estruturada e patrimonial do setor agrícola.
Ao investir em ativos tangíveis e produtivos, o grupo reforça o controlo do ciclo produtivo, aumenta a resiliência face às oscilações do mercado e cria valor sustentável ao longo do tempo. Esta abordagem permite garantir eficiência operacional, segurança de abastecimento e valorização contínua dos ativos, alinhando crescimento económico com estabilidade e visão de futuro.

Como a integração de automação avançada e soluções de eficiência energética nas novas unidades produtivas contribui para otimizar a cadeia de valor do grupo, garantindo competitividade sustentável em mercados nacionais e internacionais?
A integração de automação avançada e soluções de eficiência energética nas novas unidades produtivas é central para a estratégia de competitividade do Grupo Patrícia Pilar. Estes investimentos permitem aumentar a capacidade produtiva, reduzir custos operacionais e melhorar a consistência e rastreabilidade dos processos.
Paralelamente, a aposta em eficiência energética contribui para uma operação mais sustentável, alinhada com as exigências ambientais e regulatórias dos mercados nacionais e internacionais. Esta combinação de tecnologia, eficiência e sustentabilidade reforça a otimização da cadeia de valor e posiciona o grupo de forma diferenciadora num setor cada vez mais competitivo.
Num grupo agroalimentar com forte componente de produção, embalagem, frio e logística própria, como conjugam a digitalização de processos, a automação de linhas e a gestão de armazéns automáticos com a necessidade de manter flexibilidade diária perante a variabilidade da produção agrícola e das encomendas dos diversos canais de distribuição?
A conjugação entre digitalização, automação e flexibilidade operacional é um dos grandes desafios e, simultaneamente, uma das maiores vantagens do modelo do Grupo Patrícia Pilar. A automação de linhas e a digitalização dos processos permitem ganhos significativos de eficiência e controlo. Ao mesmo tempo, a variabilidade própria da produção agrícola exige capacidade de adaptação diária. Essa flexibilidade é assegurada através de sistemas de planeamento dinâmico, equipas especializadas e uma gestão integrada que permite ajustar rapidamente volumes, formatos e fluxos logísticos em função das encomendas e das condições de produção.
Tendo em conta a vossa escala produtiva e logística, de que forma a integração de dados em tempo real (produção, qualidade, custos, desperdício, desempenho da frota) está a ser utilizada não apenas para otimizar a eficiência industrial, mas para enraizar uma cultura interna de inovação contínua? Mais do que um instrumento operacional, esta abordagem promove uma verdadeira cultura interna de inovação contínua,

onde a melhoria de processos, a otimização de recursos e a adoção de novas soluções tecnológicas fazem parte do dia a dia. Paralelamente, o grupo aposta de forma consistente em mão de obra especializada, aliada ao desenvolvimento de projetos de investigação, com o objetivo de testar, validar e implementar medidas de forma transversal a toda a produção. A inovação é, assim, encarada como um processo permanente, estruturado e integrado em toda a organização.
De que forma a estratégia de diversificação de ativos imobiliários do Grupo Patrícia Pilar tem contribuído não apenas para mitigar o risco, mas também para consolidar um património sólido e sustentável a longo prazo, alinhado com as dinâmicas do mercado e as oportunidades de desenvolvimento urbano?
A diversificação de ativos imobiliários integra a estratégia global do Grupo Patrícia Pilar enquanto grupo empresarial com visão patrimonial. Este investimento permite mitigar riscos associados ao core agroindustrial, equilibrar o portefólio de ativos e criar valor sustentável a longo prazo.
Alinhada com as dinâmicas atuais do mercado e oportunidades de desenvolvimento urbano, esta estratégia reforça a solidez financeira do grupo e demonstra a capacidade de pensar para além do negócio principal, com foco na criação de património duradouro e estratégico.
Tendo a Frutas Patrícia Pilar sido distinguida com o prémio Escolha do Consumidor, de que forma este legado de excelência e proximidade ao consumidor influenciou a visão empresarial e os princípios que hoje norteiam o Grupo Patrícia Pilar?
O reconhecimento da Frutas Patrícia Pilar com o prémio Escolha do Consumidor, pelo segundo ano consecutivo, representa mais do que uma distinção, é a validação de um modelo assente na qualidade, proximidade e confiança.
Este legado de excelência influenciou profundamente a visão empresarial do Grupo Patrícia Pilar, que hoje assenta em princípios claros: foco no consumidor, rigor operacional e compromisso com a qualidade em toda a cadeia de valor.
Estes valores, consolidados ao longo de décadas, são hoje transversais a todas as áreas do grupo e orientam a sua estratégia de crescimento, inovação e sustentabilidade.


A distinção “Escolha do Consumidor 2026” reforça a posição da Job&Talent powered by Multitempo como referência no setor do trabalho temporário. Em entrevista, Isabel Borges, Country Manager Portugal, destaca o significado deste reconhecimento, o papel da inovação e as prioridades que orientam a estratégia da empresa em Portugal.
A distinção “Escolha do Consumidor 2026” reflete o reconhecimento direto dos utilizadores dos vossos serviços. De que forma este prémio confirma a eficácia da vossa estratégia e o compromisso da Job & Talent com a qualidade e a satisfação dos clientes?
A distinção Escolha do Consumidor 2026 tem um significado particularmente relevante para a Job&Talent powered by Multitempo, por resultar de um estudo independente, certificado pela norma ISO 9001, que avaliou 9 marcas do setor do trabalho temporário, com a participação de mais de 12.500 consumidores. Num setor exigente como o trabalho temporário, este reconhecimento valida uma estratégia assente em rigor operacional, proximidade e melhoria contínua. O estudo revela um nível de satisfação global de 85,1%, refletindo a consistência da nossa proposta de valor. Destacámo-nos de forma clara em critérios críticos para os utilizadores, como o acompanhamento contínuo (9,0) e a transparência do processo (9,0), fatores determinantes para a confiança e estabilidade da relação. Mais do que um selo, este prémio é um indicador de confiança que reforça a responsabilidade que assumimos perante clientes, trabalhadores e

parceiros, reconhecendo o equilíbrio entre eficiência, escala e relação humana que procuramos garantir diariamente.
Gerir talento em contextos de grande diversidade e flexibilidade implica equilibrar as necessidades das empresas com as expectativas dos profissionais. Quais têm sido os maiores desafios nesse equilíbrio e que prioridades definem hoje a vossa atuação?
O nosso principal desafio é garantir alinhamento e realismo desde o primeiro contacto, assegurando que informação, condições e expectativas são claras para todas as partes. Num setor hoje marcado por um enquadramento legal sólido, acreditamos que sobrevivem e crescem as empresas que fazem bem, fazem rápido e fazem com compliance. A nossa atuação assenta num ecossistema integrado de apps para trabalhadores e clientes, que funciona de forma articulada ao longo de todo o ciclo. Este modelo assegura comunicação contínua, acesso simples à informação e rapidez na gestão diária, sem perder a proximidade humana. Paralelamente, temos vindo a reforçar um conjunto de benefícios dirigidos aos trabalhadores temporários, que permitem uma melhor gestão da vida pessoal e familiar e contribuem para a dignificação do trabalho temporário. Acreditamos que relações mais estáveis, mesmo em contextos temporários, resultam de proximidade, escuta ativa e capacidade de antecipação. É esse modelo que orienta hoje a nossa atuação.
Que metas e tendências considera mais determinantes para o crescimento sustentável da Job & Talent e para o fortalecimento da liderança no setor do trabalho temporário em Portugal?
O crescimento sustentável passará pela capacidade de combinar escala com qualidade, tecnologia com proximidade e eficiência com responsabilidade. Continuaremos a investir em Inteligência Artificial, dados e automação, reforçando simultaneamente a dimensão humana e o cumprimento rigoroso das obrigações legais.
Num mercado cada vez mais exigente, o nosso objetivo é consolidar o posicionamento da Job&Talent powered by Multitempo como parceiro estratégico das empresas, contribuindo para um mercado de trabalho mais eficiente, mais transparente e mais humano, sustentado por crescimento consistente e de longo prazo.


Em entrevista à Business Portugal, André Marques da Silva, Administrador da GMS Store, destaca a importância da confiança, da experiência premium e do equilíbrio entre tecnologia e atendimento humano.

Que aspetos considera terem sido decisivos para conquistar a distinção “Escolha do Consumidor 2026” e, sobretudo, manter esta relação de confiança com o consumidor português?
A distinção “Escolha do Consumidor 2026” reflete o nosso posicionamento sustentado ao longo do tempo. A GMS Store afirma-se novamente para os portugueses como o especialista Apple em Portugal. Esta renovação da distinção é resultado dos anos de experiência acumulados e profundo conhecimento do ecossistema Apple, que construímos com investimento constante e uma visão de longo prazo. Mais do que vender tecnologia, oferecemos conhecimento, orientação especializada e segurança em cada decisão de compra, o que se traduz numa relação de confiança sólida com o consumidor português. O reconhecimento do mercado está também relacionado com a nossa capacidade de entregar uma experiência premium de forma consistente,
em todos os pontos de contacto. Temos equipas altamente formadas, processos rigorosos e um serviço pós-venda de certificado, que são elementos determinantes desta relação. Manter este nível de confiança implica um elevado rigor diário, disciplina operacional e uma cultura interna orientada para a excelência. É esta coerência que permite à GMS Store manter, ano após ano, um nível de reconhecimento que resulta diretamente da escolha informada dos consumidores.
Como é que a GMS Store equilibra a tecnologia de ponta com a experiência humana em loja, de forma a assegurar que o cliente continua no centro da vossa estratégia?
Num setor caracterizado por uma inovação constante e ciclos tecnológicos cada vez mais rápidos, a GMS Store diferencia-se por colocar a experiência do cliente no centro da sua estratégia. Ser o especialista Apple em Portugal implica não só dominar a tecnologia, mas, sobretudo, saber traduzi-la em soluções relevantes, claras e adaptadas às necessidades reais de cada cliente. As nossas lojas são pensadas como espaços de experiência premium, onde a tecnologia é apresentada de forma simples, acessível e personalizada. Continuamos a investir na formação das equipas, garantindo não só um elevado nível de especialização, mas também uma forte capacidade de escuta e de aconselhamento. Este equilíbrio entre excelência tecnológica e atendimento humano diferenciado permite-nos criar relações duradouras com os nossos clientes. É esta visão integrada que sustenta a nossa estratégia e consolida a GMS Store como a referência Apple no retalho tecnológico nacional.


A conquista do Quality Award reforça o posicionamento da HD Harmony como uma marca que coloca a qualidade no centro da sua proposta de valor. Nesta conversa exclusiva, Bruno Bessa, CEO da HD Harmony e da PROUD, explica como a empresa transforma exigência em confiança e estratégia em crescimento.
O que representa para a HD Harmony a conquista do Quality Award na categoria de Serviços Estéticos e Médico-Cirúrgicos, com um resultado de 99%, em termos de reconhecimento do vosso posicionamento e da confiança que os utentes depositam na clínica?
A distinção com o Quality Award 2026 valida a confiança que os nossos pacientes depositam em nós. Os 99% não significam perfeição; significam consistência: coerência entre promessa e entrega, previsibilidade da experiência clínica e confiança sustentada. Este prémio não avalia atos isolados, avalia um sistema – rigor clínico, ética, segurança e acompanhamento – do primeiro contacto ao pós-tratamento. Para quem nos lê e está a ponderar um procedimento, este reconhecimento reduz incerteza: a experiência foi avaliada por quem a viveu.
Que fatores diferenciadores – quer ao nível da equipa clínica, quer dos protocolos e tecnologia utilizada – mais contribuíram para que a HD Harmony fosse distinguida com este galardão?
O principal diferenciador da HD Harmony é a coerência entre rigor clínico, organização de processos e experiência do paciente. Assentamos numa equipa médica especializada, protocolos estruturados e um sistema de gestão clínica que assegura controlo, rastreabilidade e melhoria contínua. Temos uma forte componente tecnológica ao nível de sistemas e análise de dados, para garantir consistência e decisão informada. Em paralelo, fazemos uma escolha deliberada: nos momentos críticos – esclarecimento, decisão e acompanhamento – privilegiamos o contacto humano, porque a relação é parte do cuidado. A nossa marca PROUD by Harmony integra-se naturalmente neste modelo. Embora autónoma, complementa a HD Harmony ao garantir continuidade dos cuidados, acompanhando recuperação, otimização e manutenção de resultados, com standards alinhados. Juntas, formam um sistema integrado, pensado para oferecer segurança, conforto e resultados sustentáveis ao longo de toda a jornada de cada um dos nossos pacientes.

Como é que este reconhecimento influencia a vossa estratégia para os próximos anos, nomeadamente na introdução de novos tratamentos, na atualização tecnológica e na captação de talento médico especializado?
Reforça uma estratégia já definida: crescer com critério, sem comprometer a qualidade.
A prioridade é consolidar processos e reforçar progressivamente a capacidade médica, garantindo que cada etapa respeita o modelo validado pelos pacientes.
A inovação continuará a ser orientada por evidência científica e valor real, evitando abordagens reativas. A tecnologia será usada como meio para reforçar rigor, eficiência e segurança.
Na captação de talento, procuramos profissionais alinhados com uma cultura de exigência, ética e proximidade.
Que tendências antecipa para a área dos serviços estéticos e médico-cirúrgicos e como se está a HD Harmony a preparar para se manter na linha da frente em termos de inovação, ética e qualidade de serviço?
O setor evolui para uma integração cada vez mais estreita entre medicina, recuperação e bem-estar, com maior exigência de personalização, transparência e segurança. A HD Harmony mantém-se na vanguarda deste movimento reforçando e aperfeiçoando continuamente os seus protocolos próprios, investindo de forma consistente na formação das suas equipas e sustentando uma política de investimento permanente em tecnologia médica de última geração – sempre orientada para a eficácia e a segurança.
Neste contexto, a PROUD by Harmony desempenha um papel estratégico ao estender a experiência clínica para áreas complementares – como tratamentos não invasivos, injetáveis, reabilitação e bem-estar – mantendo os mesmos padrões éticos e clínicos. A nossa visão é simples: qualidade sustentada é um processo em evolução, não um momento isolado.
O Quality Award 2026 distingue a Maria das Letras pelo rigor, consistência e excelência do seu trabalho. Gabriela Khaled, fundadora da marca, reflete – numa entrevista exclusiva – sobre os fatores que conduziram a este reconhecimento, a importância da qualidade como elemento diferenciador e a ambição que orienta o futuro da empresa.




O que representa, a nível pessoal e profissional, a conquista do Quality Award para a Maria das Letras?
A conquista do Quality Award representa uma validação muito especial do percurso da Maria das Letras. A nível pessoal, é um reconhecimento profundamente emotivo, porque este projeto nasceu de uma vontade genuína de criar através da arte
e de trabalhar com pessoas. A nível profissional, confirma que é possível construir uma marca artística sólida, sustentável e reconhecida, sem abdicar da sensibilidade, da proximidade e do cuidado com cada detalhe. Este prémio transmite a mensagem de que a arte feita com tempo, intenção e humanidade continua a ter um lugar relevante e valorizado.
Na sua opinião, que elementos distintivos do universo da Maria das Letras terão sido decisivos para alcançar o Quality Award?
A Maria das Letras distingue-se sobretudo pela experiência que cria em cada evento. Mais do que o resultado final da ilustração, o nosso foco está no momento vivido: artistas reais, presentes no espaço, a desenhar pessoas reais, em tempo real. A interação com os convidados, a proximidade e o carácter humano do processo são centrais na nossa identidade. A técnica e a estética são importantes, mas o que realmente nos diferencia é transformar a ilustração numa experiência única, memorável e emocional, onde cada pessoa se sente vista e valorizada.

De que forma a Maria das Letras equilibra a sua identidade com as necessidades de cada cliente ou projeto?
A nossa missão é fazer pessoas felizes através da arte, e isso reflete-se na forma como estamos presentes nos eventos, na sensibilidade no contacto com os convidados e no cuidado com cada ilustração

Esse equilíbrio acontece de forma muito natural porque partimos sempre do mesmo princípio: pessoas em primeiro lugar. A nossa missão é fazer pessoas felizes através da arte, e isso reflete-se na forma como estamos presentes nos eventos, na sensibilidade no contacto com os convidados e no cuidado com cada ilustração. Adaptamo-nos ao contexto de cada evento, seja um casamento ou um evento corporativo, respeitando o ambiente, o ritmo e os objetivos do cliente, mas sem nunca perder a nossa essência. A consistência está na experiência proporcionada e na qualidade humana e artística do serviço, mais do que num estilo rígido.
De que forma este Quality Award abre novas oportunidades e como pretendem capitalizar este reconhecimento?
Este reconhecimento abre portas a novas oportunidades editoriais, institucionais e comerciais, reforçando a credibilidade da Maria das Letras junto de parceiros e marcas. Pretendemos capitalizar este prémio através do desenvolvimento de novos projetos, da expansão da nossa presença em contextos culturais e empresariais e da valorização do trabalho das artistas que integram a equipa. É também uma forma de dar maior visibilidade à ilustração portuguesa enquanto experiência artística e humana.
Que tendências identifica atualmente no campo da ilustração e como se prepara para continuar a inovar?
Sentimos uma procura crescente por experiências reais, feitas à mão, com tempo e intenção, especialmente num mundo cada vez mais digital e acelerado. As pessoas valorizam cada vez mais o contacto humano, o processo artesanal e aquilo que não pode ser replicado. A Maria das Letras prepara-se para continuar a inovar reforçando exatamente isso: investindo nas artistas, na qualidade do serviço ao vivo e na criação de experiências artísticas cada vez mais cuidadas, autênticas e memoráveis. Para nós, inovar é aprofundar o lado humano da arte.


Edgar Gonçalves, Cofundador e Diretor Executivo
A Escala Absoluta viu recentemente o seu trabalho distinguido com o Quality Award na categoria de Projetos de Arquitetura e Engenharia, um reconhecimento que reforça a visão integrada e o rigor técnico que caracterizam o atelier. Em entrevista à Revista Business Portugal, Edgar Gonçalves, Cofundador e Diretor Executivo, destaca a importância desta distinção enquanto validação externa da qualidade das soluções desenvolvidas e da metodologia multidisciplinar que tem permitido à empresa afirmar-se como um parceiro de referência em arquitetura e engenharia.
Que aspetos da vossa metodologia de trabalho – desde a fase de conceção e estudo prévio até à coordenação de especialidades e acompanhamento de obra – considera que mais contribuíram para que os vossos projetos se destacassem e fossem reconhecidos com o Quality Award?
O principal fator diferenciador da Escala Absoluta reside numa metodologia integrada e rigorosa ao longo de todo o ciclo do projeto. Desde a conceção, asseguramos decisões bem fundamentadas, alinhadas com o contexto, as necessidades do cliente e as condicionantes técnicas e legais.
O trabalho de uma equipa multidisciplinar garante uma coordenação eficaz entre especialidades e um acompanhamento consistente, assegurando qualidade e coerência nas soluções desenvolvidas.
De que forma a Escala Absoluta incorpora critérios de sustentabilidade, eficiência energética e inovação tecnológica nos projetos de arquitetura e engenharia?
Apostamos de forma consistente na inovação tecnológica, quer ao nível das ferramentas de projeto e coordenação, quer na adoção de soluções técnicas mais eficientes. O uso de metodologias digitais e modelos tridimensionais permite-nos antecipar decisões, melhorar a articulação entre especialidades e aumentar a qualidade global do projeto.
Como é que este reconhecimento influencia a vossa estratégia para os próximos anos, nomeadamente na captação de novos projetos e no reforço da vossa posição enquanto parceiro de referência em arquitetura e engenharia?
Este reconhecimento valida as opções estratégicas adotadas e afirma a Escala Absoluta como um parceiro de confiança. A abertura do atelier em Lisboa traduz a aposta em replicar, noutros mercados, a qualidade, o rigor técnico e a proximidade ao cliente consolidados na Figueira da Foz.
O que representa para a Escala Absoluta a conquista do Quality Award na categoria de Projetos de Arquitetura e Engenharia, em termos de validação externa da vossa visão e da qualidade técnica das soluções que desenvolvem?
Este prémio representa um reconhecimento externo da visão da Escala Absoluta e do rigor técnico do nosso trabalho. Valida uma abordagem integrada entre arquitetura e engenharia, assegurando elevados padrões de qualidade e consistência. Para além de reforçar a confiança dos clientes, reconhece a competência da equipa e funciona como um incentivo para continuarmos a elevar a qualidade das soluções que desenvolvemos.
A nossa estratégia assenta num crescimento consistente, e este prémio contribui para a captação de novos projetos e para o reforço da nossa posição a nível nacional.

FIGUEIRA DA FOZ | LISBOA
Sede: 233 429 216 (chamada para rede fixa nacional) Lisboa: 211 645 764 (chamada para rede fixa nacional) geral@escalaabsoluta.pt

Reconhecida, mais uma vez, com o Quality Award 2026, o Chez Sónia reafirma-se como referência na arte da hospitalidade personalizada, onde cada detalhe é pensado para transformar momentos em memórias. À frente do projeto, Sónia Melo combina técnica, sensibilidade e autenticidade para criar experiências gastronómicas que ultrapassam o sabor e revelam uma filosofia assente na escuta, na adaptação e na celebração do cliente. Nesta entrevista, a fundadora partilha a essência da sua visão, o caminho de excelência que a distingue e os novos horizontes que ambiciona alcançar.


O reconhecimento com o prémio Quality Award 2026 reforça a reputação da Chez Sónia como referência na arte da hospitalidade personalizada. Que elementos considera fundamentais para manter a consistência da experiência gourmet em contextos tão exclusivos e personalizados?
O reconhecimento através do Quality Award 2026 reforça algo que sempre esteve no centro do nosso projeto: a consistência não nasce da repetição, mas da atenção ao detalhe e da capacidade de adaptação.
Para manter uma experiência gourmet coerente em contextos tão exclusivos e personalizados, considero fundamentais três pilares. O primeiro é o conhecimento profundo do cliente – compreender expectativas, preferências, ritmo do evento e o tipo de experiência que pretende viver. O segundo é a preparação rigorosa, desde o planeamento do menu à logística, passando pela escolha criteriosa dos produtos e pela antecipação de todos os cenários. E o terceiro é
a postura de anfitriã, que vai muito além de cozinhar bem: é saber receber, criar ambiente, ler o momento e garantir que tudo flui de forma natural e tranquila para o cliente.
É essa combinação entre técnica, organização e hospitalidade consciente que permite que cada experiência seja única, sem nunca perder a identidade, os valores e o nível de excelência que definem a nossa marca.
Num segmento em que a exigência dos clientes ultrapassa o nível do sabor e se estende à autenticidade da experiência, como a Chez Sónia tem reinventado a forma de servir e surpreender em cada evento, mantendo a essência da marca sempre presente?
Num segmento onde o sabor é apenas o ponto de partida, nós reinventamo-nos sobretudo através da forma como a experiência é pensada e vivida, e não apenas do que é servido no prato. Cada evento começa muito antes da cozinha, com escuta ativa e interpretação do
contexto, para que o serviço seja desenhado à medida de cada cliente. A surpresa nasce da conjugação entre simplicidade bem executada, narrativa gastronómica e sentido de lugar, valorizando produtos, histórias e gestos que criam ligação emocional. Não se trata de fazer mais, mas de fazer melhor, com intenção e coerência.
A essência da marca mantém-se presente através de uma assinatura clara: hospitalidade personalizada, respeito pelo tempo e pelo espaço do cliente e uma abordagem em que cozinhar e receber caminham lado a lado. É essa consistência – aliada à capacidade de adaptação – que permite surpreender sem descaracterizar, e transformar cada evento numa experiência autêntica, memorável e fiel ao ADN da nossa marca.
Gerir um serviço de Private Chef implica uma atenção minuciosa a cada detalhe e uma relação próxima com o cliente. Como define o conceito de excelência no seu trabalho e que papel desempenha a experiência emocional na sua abordagem ao serviço?
No contexto de um serviço de Private Chef, a excelência não se mede apenas pela técnica ou pelo resultado no prato, mas pela coerência de toda a experiência. Para mim, excelência é conseguir que o cliente se sinta cuidado, compreendido e verdadeiramente presente no momento, sem ter de se preocupar com nada.
Essa exigência começa nos detalhes – planeamento, organização, timing, postura em serviço – mas ganha profundidade na relação de confiança que se constrói com o cliente. É aí que a experiência emocional assume um papel central. Saber ler o ambiente, perceber quando intervir e quando recuar, adaptar o ritmo e a energia ao contexto faz parte daquilo que considero um serviço de excelência.
No fundo, o meu trabalho não passa apenas por cozinhar, mas por criar um espaço de conforto e celebração, onde a comida é o fio condutor de memórias e emoções. É essa dimensão emocional, aliada ao rigor profissional, que transforma um serviço bem executado numa experiência verdadeiramente memorável.



Cada evento começa muito antes da cozinha, com escuta ativa e interpretação do contexto, para que o serviço seja desenhado à medida de cada cliente
A distinção com o Quality Award 2026 reflete não apenas a qualidade técnica, mas também o propósito e visão da marca. Que novos horizontes pretende alcançar a médio prazo e como esta distinção contribui para reforçar o seu posicionamento no mercado nacional e internacional?
A distinção com o Quality Award 2026 confirma um percurso construído com consistência, propósito e respeito pelo tempo de crescimento natural da marca. A médio prazo, o meu foco passa por aprofundar experiências gastronómicas cada vez mais personalizadas, reforçando projetos ligados ao turismo gastronómico e à valorização do território, sempre com uma abordagem curada e consciente. Mais do que expansão em volume, procuro evolução em profundidade – experiências mais completas, narrativas mais fortes e um posicionamento cada vez mais claro na intersecção entre gastronomia, hospitalidade e cultura. Esta distinção contribui de forma decisiva para consolidar a credibilidade da marca, tanto no mercado nacional como internacional, funcionando como um selo de confiança que reforça a perceção de qualidade, rigor e autenticidade. Num segmento onde a confiança é determinante, este reconhecimento não é um ponto de chegada, mas um reforço sólido para continuar a construir com coerência, visão e identidade própria.

A distinção com o Quality Award 2026 confirma a Airbel como uma referência de qualidade no seu setor. Em entrevista, Ricardo Brito, Head Business da Airbel, analisa o percurso da empresa, os valores que sustentam este reconhecimento e a estratégia que continua a guiar a marca rumo ao futuro.

Que momentos-chave e resultados considera que marcaram 2025 para a Airbel, tanto em termos de crescimento do negócio como de consolidação da marca enquanto referência nacional em marketing olfativo?
O ano de 2025 foi um verdadeiro ponto de viragem para a Airbel. O nosso crescimento foi impulsionado pela expansão nos setores de retalho de luxo e hotelaria, onde conseguimos consolidar uma quota de mercado importante. Um momento particularmente decisivo: a mudança para as nossas novas instalações. Permitiu-nos ganhar uma escala de produção diferente e responder com maior agilidade a grandes encomendas e às novas tendências. Também, a abertura da nossa primeira loja própria e o reforço dos pontos de venda em Lisboa marcaram a nossa entrada direta no segmento de consumo, posicionando a Airbel não apenas como um fornecedor, mas como a referência nacional em marketing olfativo.
De que forma a aposta em soluções integradas – desde a criação de fragrâncias personalizadas à aromatização profissional de espaços – contribuiu para reforçar a relação de proximidade com os clientes ao longo de 2025?
A nossa abordagem 360º, assente numa consultoria de proximidade, foi o grande catalisador para fortalecermos o vínculo com os

nossos parceiros. Ao criarmos fragrâncias totalmente personalizadas, deixámos de entregar apenas um aroma para passar a entregar uma identidade. Esta capacidade de customização estreitou os laços com os nossos parceiros, que passaram a ver na Airbel um braço direito na construção da sua experiência de marca. O resultado prático foi um aumento significativo na nossa taxa de retenção e na confiança que depositam em nós a longo prazo.
O que representa, internamente e perante o mercado, a conquista do Quality Award na categoria de Marketing Olfativo, sabendo que este selo reflete diretamente a perceção e a avaliação dos consumidores sobre a qualidade do serviço?
A conquista do Quality Award é, para nós, o reconhecimento máximo do trabalho que desenvolvemos em prol da excelência. Internamente, este prémio funciona como um selo de garantia do esforço das nossas equipas técnica e criativa, reforçando o orgulho e a nossa cultura de qualidade. Já perante o mercado, este selo é uma garantia de confiança inquestionável. Por ser baseado na perceção real do consumidor, confere-nos uma legitimidade que a publicidade não consegue substituir, afirmando a Airbel como a parceira de eleição para as marcas que não abdicam da sofisticação e de resultados eficazes.
De que forma este reconhecimento pelo Quality Award influencia a visão estratégica da Airbel para 2026, nomeadamente no desenvolvimento de novas experiências olfativas, na inovação em branding sensorial e na expansão da presença da marca em Portugal e noutros mercados?
Não vemos o Quality Award como um ponto de chegada, mas sim como um acelerador para o que queremos fazer em 2026. A nossa estratégia vai focar-se no alargamento do portefólio de aromas, acompanhando as tendências mundiais e integrando novas tecnologia de difusão. Queremos também continuar a otimizar a jornada do cliente em todos os seus pontos de contacto, para garantir um serviço de excelência do início ao fim. Por último, o foco estará na consolidação da liderança em Portugal e no início de um plano de internacionalização, levando o selo de qualidade português para mercados europeus selecionados como um sinónimo de inovação no marketing sensorial.
geral@airbel.pt • www.airbel.pt

NA CATEGORIA DE COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS USADOS
MÁRIO IMPERIAL - CEO



RFM conquista novamente o prémio
Escolha do Consumidor 2026
A RFM inicia o ano em destaque, ao ser reconhecida como a Rádio de Entretenimento preferida dos portugueses, recebendo o selo Escolha do Consumidor 2026. Este prestigiado reconhecimento, atribuído pela Consumer Choice, resulta de um estudo independente e rigoroso que avalia a experiência real dos ouvintes com as marcas de rádio existentes no mercado nacional. O processo de avaliação é desenvolvido em três etapas essenciais – definição das categorias avaliadas, recolha das opiniões dos consumidores e validação e análise dos resultados –, assegurando critérios de transparência, fiabilidade e imparcialidade.
Marketeer volta a ser Escolha do Consumidor em Imprensa de Marketing
Pelo 6.º ano consecutivo, a revista Marketeer foi distinguida com o selo Escolha do Consumidor, na categoria “Imprensa Marketing”. Na 14.ª edição desta distinção, a publicação do Multipublicações Media Group destacou-se na análise ao nível de satisfação e aceitabilidade das marcas, avaliada com base nos seus atributos individuais. Com uma média final de 26%, a Marketeer lidera a categoria “Imprensa Marketing”, posicionando-se à frente das restantes publicações em análise: Meios & Publicidade (25%) e Negócios & Franchising (25%).
Meu Super e Wells distinguidas com o Prémio Escolha do Consumidor 2026
As marcas Meu Super e Wells foram reconhecidas na 14.ª edição do Prémio Escolha do Consumidor, reforçando a confiança e preferência dos consumidores portugueses. O Meu Super foi eleito, pelo 11.º ano consecutivo, como marca n.º 1 na categoria Supermercados de Proximidade, consolidando a sua liderança no segmento das compras de conveniência perto de casa. Este reconhecimento reflete o compromisso da marca em oferecer proximidade, qualidade e uma relação genuína com a comunidade local. Já a Wells volta a destacar-se como a marca número 1 na categoria de Ótica.
A confiança dos consumidores distingue o Imagens de Marca em 2026
O Imagens de Marca foi eleito Escolha do Consumidor em 2026 na categoria “TV - Programas de Marketing”, Pela Escolha do Consumidor - Centro de Avaliação da Satisfação do Consumidor. Este é um prémio que distingue o contributo essencial dos órgãos de comunicação social, cujo trabalho rigoroso e credível informa e orienta diariamente as escolhas conscientes dos consumidores. O voto de confiança do público motiva-os a elevar a fasquia todos os dias.
Antarte distinguida como Escolha do Consumidor 2026
A Antarte foi eleita Escolha do Consumidor 2026 na categoria Lojas de Mobiliário, reforçando a confiança e a preferência dos portugueses por uma marca que alia design, qualidade e produção nacional. Esta distinção vem reconhecer a consistência e o compromisso da Antarte em proporcionar aos consumidores experiências únicas em design e funcionalidade, refletindo o melhor do talento e do saber-fazer nacionais.
130 anos de inovação que conquistam a confiança dos consumidores
Com mais de 130 anos de história, a AEG continua a ser uma referência mundial no setor dos eletrodomésticos, combinando inovação, eficiência e um design orientado para o utilizador. Integrada no grupo Electrolux, a marca alemã mantém-se fiel ao seu compromisso de desenvolver tecnologias inteligentes que simplificam o quotidiano e elevam a experiência em casa. Na categoria Fornos, a AEG volta a destacar-se como Escolha do Consumidor 2026, um reconhecimento que reforça a confiança dos portugueses na excelência, durabilidade e desempenho dos seus produtos.


A newve, marca de sneakers sustentáveis, apresentou em Cascais a sua nova coleção newve Barefoot, totalmente desenvolvida e produzida em Portugal. A apresentação teve lugar na Galeria de Arte de Ana Mesquita, reconhecida personalidade da cultura e das artes portuguesas, num encontro que cruzou design, sustentabilidade e lifestyle contemporâneo, num dos destinos mais cosmopolitas e internacionalmente relevantes do país.
A coleção Barefoot insere-se numa tendência que tem vindo a ganhar grande expressão sendo hoje uma escolha mundialmente procurada. O conceito “barefoot” inspira-se na forma natural de caminhar: privilegia maior liberdade na zona dos dedos, solas flexíveis e uma sensação de utilização mais intuitiva e confortável.

A escolha de Cascais como palco da estreia desta coleção sublinha uma opção estratégica: uma cidade vibrante e cosmopolita, com forte ligação ao mercado externo e elevada visibilidade internacional, onde a apresentação ganha amplitude e relevância junto de públicos que valorizam design, qualidade e propósito.
O conceito “barefoot”
inspira-se na forma natural de caminhar: privilegia maior liberdade na zona dos dedos, solas flexíveis e uma sensação de utilização mais intuitiva e confortável


Design, desenvolvimento e produção: um posicionamento assente em três pilares
A coleção newve Barefoot dá continuidade ao posicionamento da marca, sustentado em três dimensões essenciais:
Design. Cada modelo newve é criado a partir de materiais inovadores. Com uma equipa jovem e dinâmica, integralmente portuguesa, a marca utiliza a moda como linguagem para apelar à consciência ambiental, mantendo uma identidade estética atual, cuidada e diferenciadora.
Desenvolvimento. Em oposição clara à lógica de fast-fashion, a newve aposta no desenvolvimento de produtos intemporais, desenhados para durar e permanecer relevantes ao longo do tempo.
Produção. Totalmente concebida e fabricada em Portugal, a coleção é produzida numa empresa com mais de três décadas de experiência na indústria do calçado. No dia a dia, a newve assume uma visão de eficiência e sustentabilidade industrial.
Circularidade e materiais com propósito, sem comprometer estilo
Fiel ao seu ADN, a newve incorpora na coleção Barefoot uma abordagem de circularidade e reaproveitamento com impacto real: cada par integra o equivalente a quatro bolas de ténis recicladas. As solas e componentes recorrem ainda a soluções como borracha reciclada, bambu e reaproveitamento de materiais orgânicos como cereais, conjugando desempenho, durabilidade e responsabilidade ambiental.


Angola afirma-se hoje como um país em transformação – um território que renasce, moderniza-se e se abre ao mundo com confiança renovada. A inauguração do Aeroporto Internacional Dr. Agostinho Neto, símbolo de progresso e conectividade, marca o início de uma nova etapa de desenvolvimento, em que o turismo corporativo e a hospitalidade internacional assumem um papel estratégico na diversificação e na projeção global do país.
Esta “Nova Angola” traduz uma visão de futuro alicerçada na inovação, na qualidade e na integração regional e internacional. O país consolida-se como um polo de atração de investimentos, talento e oportunidades, reforçando o seu papel como ponte entre a África Austral e o mundo.
Mais do que uma mudança económica, trata-se de uma afirmação de identidade e ambição: Angola quer ser reconhecida como destino de excelência, capaz de combinar tradição e modernidade, energia e sofisticação. Nesta nova narrativa nacional, destacam-se empresas e marcas que espelham este espírito de evolução – símbolos da confiança, do dinamismo e da visão global que definem o presente e o futuro angolano.



Desde a sua abertura, em novembro de 2021, o InterContinental Luanda-Miramar tem vindo a afirmar-se como um símbolo de uma nova fase de abertura de Angola ao mundo. À frente do projecto está Nuno Neves, Diretor-Geral do hotel, que vê nesta unidade muito mais do que um espaço de alojamento de luxo: “Somos um sinal claro de confiança para quem chega a Luanda pela primeira vez”. Integrado numa das maiores cadeias hoteleiras internacionais, presente nos cinco continentes, o hotel assume-se como um ponto de encontro entre padrões globais e a autenticidade angolana, acompanhando a ambição de uma Luanda mais moderna, aberta e internacional.
Uma missão alinhada com a nova Angola
A missão do InterContinental Luanda-Miramar está profundamente ligada ao contexto em que surgiu. Segundo Nuno Neves, a abertura do hotel coincide com uma estratégia política e económica mais ampla. “O hotel abriu num momento em que o país optou por se abrir a África e ao mundo. Sermos o primeiro hotel de uma cadeia verdadeiramente global em Angola não é um detalhe, é uma mensagem”, sublinha. Para o Diretor-Geral, a presença da marca InterContinental em Luanda cria uma relação imediata de confiança com o viajante internacional, habituado a encontrar o mesmo padrão de qualidade em cidades como Tóquio, Lisboa ou São Paulo. “Quem nos escolhe já sabe o que esperar. Isso reduz barreiras e aproxima Angola do circuito internacional do turismo e dos negócios”, acrescenta.
Modernidade, conforto e formação
A modernidade, admite Nuno Neves, é um conceito subjetivo. Ainda assim, garante que muitos hóspedes mostram-se surpreendidos. “Há clientes que chegam aqui pela primeira vez e dizem que nunca imaginaram encontrar um hotel com estas características físicas, arquitetónicas e de conforto”, refere. No entanto, o
Diretor-Geral destaca que a verdadeira diferenciação vai além das infraestruturas. “Investimos muito na formação. Os nossos colaboradores são treinados internamente para receber qualquer cliente com profissionalismo, empatia e abertura, falando pelo menos um ou dois idiomas internacionais”. Esta aposta, diz, traduz-se numa missão clara: captar tanto o cliente local como o internacional, oferecendo uma experiência global sem perder identidade.
A parceria com a TAAG e a experiência integrada
Um dos pilares estratégicos do InterContinental Luanda-Miramar é a parceria com a TAAG Linhas Aéreas de Angola. Para Nuno Neves, trata-se de uma colaboração natural. “A TAAG passou por uma transformação profunda, renovou a frota, melhorou a imagem e está ligada ao novo aeroporto. Tudo isto faz parte de uma visão internacional”, explica. O hotel surge, assim, como complemento à experiência de viagem. “É o voar e o dormir, o chegar e o estar. Quem voa na TAAG encontra aqui um ambiente internacional com um toque local”. Esta sinergia reflete-se na perceção dos clientes, muitos dos quais afirmam sentir-se numa “bolha de bem-estar” logo à chegada.
Do aeroporto ao hotel, sem quebras
A experiência integrada começa ainda antes do check-in. O Diretor-Geral partilha um episódio pessoal para ilustrar esta mudança. “Usei recentemente o novo aeroporto e a diferença é enorme. Corredores modernos, funcionários preparados, bagagens a tempo, transporte organizado. Quando se chega depois a um hotel como o nosso, tudo faz sentido”, relata. Para Nuno Neves, esta continuidade é essencial para melhorar a imagem internacional do país e elevar a experiência global do visitante.
Uma identidade própria dentro de uma marca global
Apesar de fazer parte de uma cadeia internacional, o InterContinental Luanda-Miramar construiu uma identidade própria. “Trabalhamos muito o reconhecimento do cliente, seja ele repetente ou de primeira vez”, explica o responsável. O programa de fidelização One IHG Rewards é uma das ferramentas usadas, permitindo aos hóspedes acumular benefícios em qualquer parte do mundo. “O cliente sente-se seguro, reconhecido e valorizado. Queremos que se sinta protegido e confortável”, afirma, sublinhando a importância de métricas internas focadas no bem-estar e na qualidade do serviço.

A valorização do talento angolano é outro dos pontos centrais do projecto. Atualmente, o hotel conta com 575 colaboradores. “Temos angolanos em todos os níveis, inclusive em cargos de direção”, destaca Nuno Neves. O investimento inicial em formação internacional permitiu criar equipas autónomas e qualificadas. “Estamos a formar futuros líderes da hotelaria angolana”, afirma com orgulho, apontando como exemplo a concierge do hotel, prestes a receber a Chave de Ouro em Marrocos, a primeira em Angola.
Usei recentemente o novo aeroporto e a diferença é enorme.
Corredores modernos, funcionários preparados, bagagens a tempo, transporte organizado. Quando se chega depois a um hotel como o nosso, tudo faz sentido
Um futuro ligado à conectividade e à comunidade
Com a inauguração do novo aeroporto, o Diretor-Geral acredita que Luanda poderá reforçar o seu papel como ponto de ligação regional. “O aeroporto está ao nível dos grandes hubs internacionais. Já se nota um aumento de voos de trânsito e isso pode crescer”, antevê. Para o InterContinental Luanda-Miramar, este cenário representa uma oportunidade para atrair mais eventos internacionais e viagens de negócios. Mas o sucesso, reforça Nuno Neves, passa também pela ligação à comunidade. “Um hotel só tem sucesso se estiver integrado no seu meio. Apostamos na responsabilidade social, apoiamos escolas, orfanatos e universidades”.
Um legado com visão de futuro
Liderar um hotel desta dimensão é, para Nuno Neves, mais do que gerir uma unidade de luxo: é participar ativamente na construção de uma imagem de país. “É saber que estou a deixar um legado”, afirma. Entre a ambição internacional e o enraizamento local, o hotel afirma-se como um espelho de uma Luanda em transformação, mais aberta, confiante e preparada para receber o mundo. Ao conjugar padrões globais de excelência, investimento no talento angolano e uma visão estratégica de longo prazo, o InterContinental Luanda-Miramar consolida-se como referência na hotelaria e como uma verdadeira porta de entrada para a Nova Angola, onde o conforto, a hospitalidade e a identidade caminham lado a lado.


Uma origem estratégica e bases sólidas de crescimento
Fundada há uma década, a Fortaleza Seguros nasceu da identificação de uma lacuna no mercado angolano e de uma visão integrada entre banca e seguros. Desde o início, o modelo de banca seguros foi central, permitindo à companhia tirar partido de uma rede bancária com presença nacional, ganhar escala, proximidade ao cliente e eficiência operacional, evitando elevados custos de distribuição. Paralelamente, a Fortaleza investiu na construção de bases sólidas: formação de equipas, desenvolvimento de lideranças, criação de processos e lançamento de novos produtos. Sob a liderança de Carlos Firme, CEO há quatro anos, este percurso foi reforçado com a modernização da arquitetura tecnológica, um marco estruturante que aumentou a segurança, a eficiência e abriu caminho à inovação digital.
Da banca de seguros à diversificação dos canais
Embora a banca seguros continue a ser uma matriz fundamental, a Fortaleza tem vindo a alargar progressivamente a sua presença noutros canais, nomeadamente junto de mediadores e corretores. Esta evolução representa uma mudança estratégica significativa, colocando a companhia em segmentos mais exigentes do mercado, com clientes de maior dimensão e complexidade.
Este canal, que tem sido um dos principais motores de crescimento recente, obriga a elevados níveis de competitividade, eficiência no serviço e qualidade na gestão de sinistros. Para a Fortaleza, trata-se de um passo natural na sua maturidade enquanto seguradora, reforçando a sua posição num mercado cada vez mais diversificado.
Ao assinalar dez anos de atividade, a Fortaleza Seguros consolida-se como um projeto de referência no setor segurador angolano. Com uma visão integrada entre banca e seguros, a companhia aposta na inclusão financeira, na inovação e na diversificação dos canais de distribuição. Carlos Firme, CEO da Fortaleza Seguros, analisa os principais marcos do percurso e os desafios e oportunidades do setor.
Seguros como pilar do desenvolvimento económico
Para Carlos Firme, não há desenvolvimento sustentável sem um setor segurador forte, capaz de proteger pessoas, empresas e investimentos. Em Angola, esta realidade ainda está longe de se concretizar: os seguros representam cerca de 0,5% do PIB, muito abaixo dos 3% a 5% registados em países africanos comparáveis e dos níveis das economias desenvolvidas. Num país jovem, esta fragilidade reforça a urgência de acelerar a inclusão financeira e a formalização da economia.
Digitalização e proximidade com o cliente
Com uma população maioritariamente jovem, a Fortaleza aposta na digitalização como eixo estratégico. O reforço dos canais digitais, apoiados por novas tecnologias e Inteligência Artificial, visa simplificar processos, melhorar o acompanhamento de sinistros e aproximar a seguradora dos clientes, tornando o serviço mais eficiente e acessível.
Investimento, fiscalização e literacia
O futuro do setor segurador em Angola passa pelo investimento, pela diversificação económica e por uma maior fiscalização dos seguros obrigatórios. Atualmente, apenas 15% dos automóveis em circulação têm seguro automóvel obrigatório e 5% das empresas têm seguro obrigatório em acidentes de trabalho, revelando um elevado potencial de crescimento. Para Carlos Firme, este avanço exige não só regulação mais eficaz, mas também maior literacia financeira e sensibilização da sociedade. Ao completar dez anos, a Fortaleza Seguros apresenta-se como um projeto maduro, com bases sólidas e uma visão clara para o futuro. Num setor ainda em desenvolvimento, a companhia assume o seu papel como agente de transformação, apostando na inovação, na inclusão financeira e na proteção do investimento como motores essenciais para o crescimento sustentável de Angola. Para Carlos Firme, o caminho é exigente, mas inevitável: sem um setor segurador forte, o desenvolvimento do país ficará sempre incompleto.

info@fortalezaseguros.ao www.fortalezaseguros.ao

Desde a sua fundação, o LS Hospital Medical Center & Research tem vindo a afirmar-se como uma referência na medicina humanizada e na articulação entre assistência clínica e investigação. Em entrevista, Vasco Jorge, CEO, partilha a visão estratégica que sustenta o crescimento do grupo, os investimentos em inovação tecnológica e a aposta na proximidade — tanto ao paciente nacional como internacional.
Fundado em 2017, o LS Hospital Medical Center & Research consolidou-se como uma das mais relevantes referências da saúde privada na região Centro do país. Que motivações estratégicas estiveram na origem da decisão de investimento nesta localização e de que forma esse plano contempla uma eventual expansão para outras regiões de Portugal?
A decisão de investimento na região centro prende-se com o facto de a região ter carências de resposta na área da saúde e bem-estar da população desse território. Existe uma maior concentração da oferta nas grandes cidades como Lisboa, Porto e Braga, em contraponto com outras capitais de distrito e territórios periféricos a estas.
Outro motivo foi a posição geoestratégica de uma unidade hospitalar já existente e que se encontrava desativada, entre duas capitais de distrito, nomeadamente entre Aveiro e Coimbra. Esta unidade situa-se a 30 km de Aveiro, a 38 km de Coimbra e apenas 88 km da grande área metropolitana do Norte, por conseguinte a 100 km do Aeroporto do Porto.
Este foi um fator crítico na nossa escolha, particularmente no posicionamento desta unidade, já que tem o segmento do International Patient, sem prejuízo dos pacientes nacionais que têm cada vez mais facilidade de mobilidade, evitando os constrangimentos de elevados tempos de espera para terem uma consulta, exame ou cirurgia.
Outros fatores existiram, nomeadamente os atrasos na realização de exames complementares de diagnóstico, seja no sector privado ou no setor público, sendo comum os doentes esperarem mais de 6 meses por uma ecografia e mais de 8 meses por um exame de gastroenterologia. O nosso plano de investimento tem por objetivo simples, garantir mais e melhores condições de acesso à saúde, e é

por essa razão que temos parcerias com o Estado, por via das ULS ou por via de programas como o SIGIC, entre outros.
É também pela mesma razão, de política de proximidade e relação custo benefício, que temos uma forte impressão digital no International Patient, pois estes doentes procuram-nos de outras geografias, por assimetria de preço, de acesso ou de qualidade de serviço, cuidados de saúde rápidos e de qualidade.
Num setor tão competitivo, o que distingue o modelo de atuação do LS Hospital em termos de oferta de cuidados, proximidade ao utente e articulação entre assistência médica e investigação científica?
O modelo de atuação core, por parte do LS Hospital, é a medicina centrada no paciente, com a premissa única da medicina humanizada vs a medicina em escala de produção.
O LS Hospital Medical Center tem uma política de proximidade e parceria ao SNS português, prestando serviços de consultas, exames e cirurgias para recuperação de listas de espera, acontecendo o mesmo com o “SNS de doentes internacionais”, pacientes privados ou com origem em seguradoras, por exemplo. Esta nossa disponibilidade de agilizar as respostas, enquadradas com uma estratégia de preço justo no sector de saúde, têm garantido o crescimento e diferenciação do LS Hospital e da sua marca em todos os segmentos.
Não nos posicionamos apenas no doente nacional, ou só do doente internacional, tão pouco diferenciamos doentes que nos procurem por via do SNS ou em regime privado.
Procuramos que todo e qualquer paciente consiga ter uma resposta à sua necessidade num tempo adequado e com assistência adequada. Isso levou-nos ao desenvolvimento de parcerias com diversas entidades (universidades, centros de investigação, indústria farmacêutica e outras unidades hospitalares mais especializadas), em particular ao nível das doenças oncológicas. Estas parcerias têm sido determinantes e importantes no paciente de contexto internacional.
No âmbito do Dia Mundial do Cancro, como é que o programa de check-ups multidisciplinares do LS Hospital Medical Center & Research pode contribuir para uma deteção precoce da doença e superar lacunas no sistema nacional de saúde?
Os check-ups não são uma ferramenta de marketing para que haja um destaque especial no Dia Mundial do Cancro. Os check-ups,
rastreios, entre outras ações ou ferramentas, são importantes para a prevenção, deteção precoce e atempada da doença oncológica.
É fundamental que o doente oncológico seja endereçado o mais rapidamente possível para a equipa médica e para as soluções terapêuticas. Por essa razão consideramos que os check-ups fazem mais parte do universo da área da prevenção.
Hoje, a vida profissional e familiar é tão absorvente que as pessoas na faixa etária entre os 30 e os 50 anos não dispõem de tempo para si. Esta ausência de tempo é o maior aliado de doenças que, por vezes, são silenciosas. Cada vez mais os rastreios do cancro estão recomendados em pessoas abaixo dos 50 anos. Os critérios de diagnóstico precoce e prevenção são, cada vez mais, preconizados em idades mais jovens. Ora os check-ups, e os rastreios por exemplo, permitem que o doente concentre uma “unidade de tempo” da sua vida para a sua vida.
É neste pressuposto que insistimos e valorizamos o programa de check-up. No que concerne ao superar lacunas no sistema nacional de saúde, é preciso desmistificar e separar o conceito de falta de recursos (sejam infraestruturas ou de recursos humanos) vs a competência das equipas médicas de enfermagem ou outras. As lacunas conhecidas de todos no SNS não são por conta da competência médica. Na verdade, o SNS tem das melhores equipas médicas para assistir os pacientes oncológicos. As lacunas que existem são na capacidade de resposta ou resposta atempada, e é por essa razão que existem os programas de recuperação de listas cirúrgicas, na quais os doentes oncológicos têm prioridade.
O nosso contributo para o SNS é fazermos parte dos programas de recuperação das listas de espera de cirurgia para os doentes oncológicos, com o objetivo de priorizar uma resposta rápida para estes doentes em que o tempo é ainda mais crucial.
A inovação tecnológica tem assumido um papel determinante na evolução dos serviços de saúde. Que investimentos tem realizado o Hospital nesta área e de que forma estas tecnologias contribuem para melhorar o diagnóstico e o tratamento dos doentes?
A inovação tecnológica hoje encontra-se difundida, de forma direta ou indireta, a vários níveis e vertentes.
Quando se fala em inovação tecnológica assumíamos quase sempre a robótica, ou IA, com fator major de inovação tecnológica, porém a mesma está patente e é transversal desde o equipamento de imagiologia até ao fármaco que é administrado. No LS Hospital preocupa-nos que as nossas equipas tenham a maior inovação tecnológica ao seu dispor, seja os melhores equipamentos para diagnóstico, tratamento ou os mais recentes fármacos, de última geração, e primeira linha de tratamento que possam fazer a diferença na qualidade de vida do paciente. O acesso, disponibilização de tratamentos e fármacos mais inovadores têm sido para nós um fator crítico, por vezes um fator crítico de frustração, porque alguns laboratórios desprezam o mercado português, o paciente e até obrigação de fornecimento, por seu livre arbítrio, entre outras demais razões. Outras vezes, e por maioria de razão, um fator de sucesso por conseguirmos que todos os agentes envolvidos na saúde e bem-estar dos doentes se mobilizem por este.
O LS Hospital Medical Center tem vários parceiros a nível nacional e internacional, particularmente laboratórios farmacêuticos internacionais, bastante sensíveis à assimetria de acesso de tratamentos dos doentes internacionais. Conta ainda com parcerias de seguradoras, hospitais e médicos internacionais com as quais trabalhamos em rede e sinergia, e da qual a inovação tecnológica que incorporamos é essencial para as referidas parcerias.

Olhando para o futuro, quais são as principais ambições e projetos estratégicos que irão marcar a próxima fase de desenvolvimento do LS Hospital Medical Center & Research?
As principais ambições passam por concretizar algumas parcerias que iniciámos diálogo em 2025, com hospitais especialistas em determinadas doenças ou áreas, universidades e centros de investigação nos Estados Unidos da América, Reino Unido e em outras partes do mundo, para podermos direcionar doentes de maior complexidade clínica ou para podermos acompanhar em Portugal doentes que necessitem de alternativas terapêuticas. Passa ainda, por consolidar as parcerias que temos com a indústria farmacêutica, com o objetivo de se garantir o acesso aos fármacos para o tratamento adequado e enquadrado com os tempos e estádios de doença.
O nosso plano estratégico e de investimento está delineado, há dez anos, e assente num aumento de unidades hospitalares com a insígnia LS Hospital ou LS Centro Médico (unidades clínicas de proximidade para exames e consultas) em outras regiões do país, por investimento direto, aquisição, fusão ou parceria com outras entidades prestadoras de cuidados médicos de âmbito privado e/ou social.
Consideramos que a expansão da nossa presença e know-how em outras geografias fora de Portugal, num futuro já muito próximo, são os fatores estratégicos de continuidade na elevação da prestação de serviços clínicos mais próximos e humanizados.


associada, permitem um aumento substancial da probabilidade de sobrevivência a longo prazo, e com muito menos custos (financeiros e humanos) para as famílias e para todo o sistema.
Em Portugal, são diagnosticados mais de 60 mil novos casos de cancro todos os anos, quase 20% em fase avançada (com metástases).
O circuito do doente, desde a confirmação do diagnóstico, deve ser centrado nas necessidades individuais, de forma a promover os melhores resultados.
Geralmente o cancro está associado a dor, a náuseas, a vómitos, a perda de apetite, a emagrecimento, a depressão, a perda de autonomia, entre outros impactos negativos na esfera pessoal e familiar.
Mas e se pudermos reduzir todo este impacto negativo? E se pudermos aliviar mais de 80% destes sintomas e melhorar a funcionalidade global e a qualidade de vida dos doentes e das famílias de doentes com cancro?
Cerca de 20% das pessoas desenvolverá um cancro ao longo da vida. O desenvolvimento do cancro inicia-se com uma desregulação do controlo do ciclo celular (com uma replicação celular autónoma, excessiva, desorganizada e indefinida), com a influência de fatores ambientais (químicos, físicos e biológicos), de fatores genéticos, de características fisiológicas hereditárias e da acumulação de mutações somáticas.
É fundamental tentarmos reduzir o impacto dos fatores ambientais e das mutações somáticas que podem ser modificáveis e que representam cerca de 95% das causas do cancro. Para além disso, os rastreios, que podem identificar a doença em fases precoces e ainda sem sintomatologia
Há duas medidas fundamentais para avaliar os sistemas quanto à abordagem do doente com cancro: por um lado, todos os médicos e outros profissionais terão que ter formação básica em medicina da dor e em medicina paliativa ou cuidados paliativos; por outro lado, o sistema tem que ter equipas altamente diferenciadas em cuidados paliativos e médicos altamente especializados em medicina paliativa para abordar as situações com elevada complexidade clínica. Só assim se conseguirá dar resposta eficiente ao impacto global da doença e à amplitude das necessidades que a mesma pode provocar.
A terapêutica do cancro não começa nem acaba com a quimioterapia, a cirurgia, a radioterapia, ou outras terapias dirigidas à doença. A tomada de decisão clínica para estas estratégias também terá que envolver médicos especialistas em medicina paliativa, que deverão ser altamente treinados e estarão focados em garantir o menor dano possível para o doente, atendendo à sua funcionalidade global, trajetória individual de doença, sintomatologia, qualidade de vida, expectativas, preferências e impacto biopsicossocial, cultural, espiritual e existencial.
Precisamos urgentemente de reflectir sobre o valor criado pelo sistema, nas suas múltiplas dimensões e direcções, particularmente em relação ao cancro.
A qualidade da prestação de cuidados não se encerra nos resultados clínicos de cura ou remissão da doença. Precisamos de avaliar, de monitorizar e de melhorar o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas. Até porque, se o fizermos, aumentaremos também a sobrevivência.
Para conseguirmos tudo isto precisamos da especialidade médica em Medicina Paliativa, com a exigência de um internato como todas as outras especialidades, melhorando a qualidade técnico-científica desta área. E precisamos de mais equipas de Cuidados Paliativos e de monitorizar e melhorar a sua performance.
Um doente com cancro beneficia de abordagens multidisciplinares (com profissionais que complementem competências e aptidões de modo a optimizar os resultados) e multimodais (com fármacos que criem singergismos entre si e reduzam o potencial de efeitos secundários e adversos).
Reconhecer esta complexidade é fundamental. Haja vontade de romper paradigmas e de estar no grupo dos melhores países da Europa e do mundo no acompanhamento das pessoas com cancro.

O Dia Mundial do Cancro celebra-se a 4 de fevereiro de cada ano, desde que foi criado, no ano 2000, aquando da Cimeira Mundial do Cancro que decorreu em Paris.
Esta data tem por objetivo aumentar a consciencialização para esta doença, nas suas mais diversas formas, indicar medidas de prevenção, promover o diagnóstico precoce e, no final, apoiar todos os doentes que são atingidos por esta patologia.
A Procare Health está, de modo indissociável, associada à prevenção do cancro do colo do útero, também conhecido por cancro cervical, na maioria dos casos causado pelo vírus papiloma humano (HPV). Este vírus tem dezenas variações, estando as estirpes de alto risco associadas ao aparecimento do cancro cervical.
O grande avanço da medicina no combate a este tipo de cancro foi o surgimento da vacina, hoje numa versão mais completa, que
é extraordinariamente eficaz na prevenção da doença. De resto, Portugal goza de uma das mais elevadas taxas de vacinação, cerca de 95% das raparigas em idade jovem, agora também indicadas nos rapazes pelo Plano Nacional de Vacinação.
A Procare Health assume-se como pioneira na investigação e desenvolvimento de um gel vaginal, à base de ingredientes de base natural ou síntese não química, que vem demonstrar uma elevada eficácia na eliminação do HPV, mesmo as estirpes de alto risco, em mulheres que infelizmente foram afetadas por este vírus. O HPV é, de resto, a infeção de transmissão sexual mais comum e existe ainda um longo caminho a percorrer para aumentar a literacia deste vírus e saber como o prevenir.
Considerando que em Portugal, temos cerca de 800 a 900 novos casos de cancro cervical por ano (dados hpvcenter.net), com uma mortalidade de 15 mulheres em cada 100.000 (OCDE), é importante ressalvar que hoje, com base na vacina preventiva e medidas curativas para quem já transporta o vírus, não faz sentido que alguém morra por cancro do colo do útero.



A atividade seguradora em Portugal assume, há décadas, um papel determinante na solidez económica e na coesão social do país. Muito além da simples mitigação de riscos, o setor é hoje um verdadeiro motor de estabilidade e confiança, sustentando famílias, empresas e instituições perante a imprevisibilidade dos mercados e dos fenómenos globais. A evolução do quadro regulatório europeu, a digitalização crescente e a emergência de novas tipologias de risco têm vindo a desafiar as operadoras a reinventar modelos, produtos e processos, reforçando a proximidade com o cliente e a capacidade de resposta às transformações do quotidiano.
O setor segurador português destaca-se pela sua maturidade, pela prudência na gestão e pela constante procura de inovação, fatores que contribuem para um ecossistema competitivo, transparente e orientado para o futuro. As seguradoras nacionais têm investido de forma significativa na transição digital, na sustentabilidade e na literacia financeira, promovendo uma cultura de prevenção e de planeamento que se reflete na robustez do tecido económico. Neste equilíbrio entre tradição e modernidade, a atividade seguradora revela-se um parceiro indispensável do desenvolvimento nacional – assegurando proteção, promovendo investimento e projetando confiança num contexto global em rápida mutação.
Nas próximas páginas, destacamos quatro protagonistas que ilustram esta diversidade e dinamismo do setor: a Associação Portuguesa de Seguradores (APS), entidade que representa e promove o setor, reforçando a sua credibilidade e sustentabilidade; a DS Seguros, referência em mediação e consultoria personalizada; a GamaLife Seguros, focada na inovação e na criação de soluções de vida adaptadas a cada cliente; e a Mútua dos Pescadores – Mútua de Seguros, cooperativa que alia a tradição à responsabilidade social na proteção das comunidades marítimas portuguesas.

Num contexto internacional marcado por incertezas económicas, desafios climáticos e transformações tecnológicas profundas, o setor segurador português mostrou uma notável resiliência e capacidade de adaptação. Mantendo níveis de solvência muito acima do mínimo regulatório e registando, em 2024 e 2025, crescimentos expressivos tanto nos ramos Vida como Não Vida, o setor consolidou a sua posição como um pilar de estabilidade financeira e social. Para José Galamba de Oliveira, Presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), este desempenho deve-se à capacidade das seguradoras em antecipar tendências, inovar na oferta e reforçar o seu contributo para uma sociedade mais protegida, resiliente e preparada para os riscos do futuro

O setor segurador português manteve níveis de solvência e de estabilidade muito acima do mínimo regulatório, garantindo confiança e robustez. Por outro lado, registou em 2024 e 2025 um crescimento expressivo, designadamente com a produção de seguros diretos a atingirem valores bem significativos. Que fatores considera terem sido determinantes para este desempenho positivo, num contexto internacional marcado por incertezas económicas e geopolíticas?
2024 e 2025 foram, de facto, anos que mostraram um sólido crescimento nos vários ramos de negócio do setor segurador. A verdade é que, independentemente deste contexto de grande incerteza económica e geopolítica, aonde as seguradoras já hoje operam, o setor, no seu todo, desenvolve cenários de evolução dos vários riscos da sociedade em geral, das famílias e dos negócios em particular, de modo a poder antecipar tendências e necessidades e, assim, poder continuar a adaptar e a inovar a sua oferta de produtos e serviços que acrescentem valor e que ajudem os clientes a terem vidas seguras e prósperas.
Os seguros de saúde são hoje a segunda componente mais importante da carteira seguros não vida do setor, depois do seguro automóvel
Tanto os ramos Vida como Não Vida contribuíram para esse crescimento, ainda que com dinâmicas distintas. Como caracteriza a evolução recente, ao longo de 2025, de cada um destes ramos?
Ainda não temos apurados os números finais do crescimento anual da produção em 2025, mas podemos adiantar que o crescimento anual do ramo Vida rondará cerca dos 6% sendo de destacar, neste ramo, o crescimento acima dos 8%, dos seguros de vida risco, tipicamente associados a operações de crédito. Já quanto ao crescimento anual, em 2025, dos ramos não vida, cujo desempenho está tipicamente relacionado com a evolução da atividade económica, os indicadores que temos apontam para um valor ligeiramente acima dos 9%.
No caso específico dos seguros do ramo Não Vida, que contribuição tiveram os seguros de saúde para esse crescimento? E que acompanhamento tiveram os respetivos prémios?
Os seguros de saúde são hoje a segunda componente mais importante da carteira seguros não vida do setor, depois do seguro automóvel. Em 2025 os seguros de saúde terão tido um crescimento de cerca de 13%, acima da média de crescimento do conjunto dos ramos não vida, mas abaixo do crescimento registado em 2024. É de salientar que este crescimento anual em 2025, de cerca de 13% nos prémios emitidos, compreende tanto o aumento do valor dos
prémios no momento da renovação do seguro, como o aumento da carteira por contratação de novos seguros.
De uma forma geral, os prémios médios dos seguros têm vindo a apresentar aumentos significativos. Ainda assim, Portugal continua a apresentar prémios per capita abaixo da média europeia. Que leitura faz deste indicador e que papel pode o setor segurador desempenhar no reforço da literacia financeira e da cultura do seguro junto da população?
É bem verdade que temos em Portugal um valor de prémios per capita abaixo da média europeia, e muito especialmente nos seguros não vida. Isto demonstra que temos gaps de proteção (rácio entre perdas económicas seguras sobre o total de perdas económicas) das pessoas e do património muito significativas, e as estatísticas mostram que apesar dos crescimentos sólidos do setor nos últimos anos, este gap de proteção tem vindo a aumentar em algumas áreas relacionadas com os riscos agravados, decorrentes das catástrofes naturais, da evolução demográfica ou até do impacto das novas tecnologias. Neste sentido, temos desenvolvido na APS, um conjunto de iniciativas que procuram dar resposta a esta realidade que tem passado por um maior investimento na melhoria da comunicação com o público e com a sociedade em geral sobre o papel e a importância do seguro e esta é uma área em que a Associação continuará a investir.
Enquanto entidade representativa de mais de 99% do mercado segurador, que prioridades estratégicas define para a APS nos próximos tempos e que papel deverá a Associação desempenhar na resposta aos desafios climáticos, demográficos e tecnológicos que se colocam ao setor e à sociedade em geral?
Na APS temos um plano de atividades consensualizado com os nossos associados que visa dar continuidade a projetos em curso, aprofundando iniciativas estruturais que deem resposta aos desafios que hoje enfrentamos enquanto sociedade, nomeadamente aqueles relacionados com a temática da longevidade, das alterações climáticas e da disrupção digital com o advento do IA. Acreditamos que o setor segurador desempenha um papel central na construção de sociedades resilientes sob o ponto de vista económico e social, fornecendo proteção financeira para uma grande abrangência de riscos em permanente evolução, mas tendo a consciência, ao mesmo tempo, que as seguradoras não podem enfrentar esses desafios sozinhas. A Associação estará, assim, especialmente empenhada em dar relevo ao contributo do setor segurador no domínio das pensões complementares de reforma e na criação do Fundo de Catástrofes. Mas o progresso sustentado depende de políticas e ambientes regulatórios coordenados, favoráveis e colaborativos que permitam a inovação, a mitigação de riscos e o acesso equitativo ao seguro.

Com uma década de presença no mercado e uma rede com quase 200 agências em todo o território nacional, a DS SEGUROS, marca do GRUPO DS, consolidou-se como um dos principais mediadores de seguros em Portugal. Em declarações à Revista Business Portugal, Luís Tavares, Diretor Coordenador Nacional, faz um balanço muito positivo da atividade em 2025, destacando o crescimento de 27% no volume de negócios, a aposta contínua na expansão territorial e na inovação tecnológica, bem como o compromisso em oferecer aos clientes soluções personalizadas, competitivas e suportadas por um aconselhamento profissional e independente.
A DS SEGUROS, marca do GRUPO DS, especializada na prestação de serviços de mediação de seguros, é uma referência no mercado segurador em Portugal. Que mais-valias distinguem a DS SEGUROS na oferta de soluções a particulares e empresas?
A DS SEGUROS trabalha com praticamente todas as seguradoras do mercado, ao contrário da esmagadora maioria dos mediadores de seguros em Portugal, que por regra acabam por representar apenas uma ou duas seguradoras, por esta razão a DS SEGUROS pode oferecer ao cliente uma visão global de todas as ofertas do mercado
e aconselhar o cliente, para a que de facto mais se ajusta, em termos de relação preço qualidade.
Resumindo, com um único mediador de seguros, o cliente, com a DS SEGUROS, tem acesso a praticamente todas as soluções existentes no mercado e um aconselhamento profissional e independente para o encaminhar para a melhor solução.
Por outro lado, tendo em conta que a DS SEGUROS tem atualmente um volume de negócios de vários milhões de euros, em qualquer seguradora, isso permite-lhe ter uma capacidade negocial

junto dessas seguradoras, conseguindo assim os melhores preços para o cliente final, dada a autonomia de desconto que as seguradoras facultam à DS SEGUROS.
Que balanço geral faz da Atividade Seguradora em Portugal e da DS SEGUROS em particular no passado ano de 2025?
Em 2025 houve um significativo crescimento do mercado dos seguros em Portugal, com os Ramos Não Vida a crescerem muito perto de 10% e o Saúde cresceu bem acima de 10%.
A DS SEGUROS, que faz agora 10 anos no mercado, tem crescido todos os anos entre 30% a 40%, em 2025, cresceu 27% em volume de negócios, passando de 8,8 Milhões de euros em 2024, para 11,2 Milhões de euros em comissões, recebidas em 2025.
Em 2025 emitimos mais de 60.000 novas apólices, cerca de 24 Milhões em prémios novos, inauguramos 17 novas lojas, um pouco por todo o país, foi um ano de grande crescimento à semelhança de todos os anteriores, essa é uma matriz da DS SEGUROS, crescer para estar cada vez mais perto dos nossos clientes.
Que procedimentos tem a DS SEGUROS vindo a implementar nas áreas da Digitalização e da Inovação Tecnológica, nomeadamente ao nível da Inteligência Artificial (IA)?
A DS SEGUROS aposta claramente numa relação próxima e humana com os clientes, pelo que temos todos os anos aberto mais lojas, em todas as cidades e vilas em Portugal, já temos perto de 200 lojas em Portugal continental e nas Ilhas e vamos continuar a crescer para estarmos próximos com os clientes.
No entanto, obviamente não estamos indiferentes aos desenvolvimentos tecnológicos e novas soluções, nomeadamente a Inteligência Artificial, aproveitando estas novas tecnologias para simplificar procedimentos, poupar trabalho burocrático e libertar assim os nossos colaboradores para terem mais tempo com os clientes, para os melhor aconselhar e apoiar quando necessitam.
Outra área importante onde estamos a investir, é em dotar os nossos colaboradores de ferramentas de IA que permitam fazer um aconselhamento ao cliente mais eficaz, profissional, baseado de facto nas reais coberturas e capitais dos produtos existentes no mercado.
Parece verificar-se uma mudança de paradigma no setor dos Seguros, percecionando-se uma prevalência para a proteção das Pessoas em detrimento dos Bens. Concorda com este ponto de vista?
Sim, isto tem a ver com as necessidades do mercado, pois a sociedade mudou muito nas ultimas décadas, passando as famílias a ter preocupações maiores na sua proteção pessoal, nomeadamente no que diz respeito aos seguros de vida/morte e invalidez.
Hoje em dia, as famílias vivem muito isoladas, não têm a rede de apoio familiar que tinham há umas décadas atrás, a evolução das sociedades levou a famílias nucleares a viver em cidades e sem suporte familiar, o que as deixa preocupadas para um caso de uma doença, acidente, invalidez, morte, entre outros.
Outra causa é o estado do SNS, até há uns bons anos, o SNS em Portugal era dos melhores do mundo, tinha uma resposta de quali-
dade e com tempos de resposta adequados, hoje a realidade é bem diferente, pelo que ter uma alternativa de Saúde Privada tornou-se quase um bem de primeira necessidade.
Que relação existe entre a dificuldade que a população tem em conseguir aceder ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) e a procura e aquisição de Seguros de Saúde?
Obviamente uma relação direta e importante, a sensação de falta de capacidade de resposta e degradação do SNS em Portugal, na ultima década, levou a que os seguros de Saúde tenham crescido, anualmente, neste período sempre acima dos dois dígitos.
A DS SEGUROS aposta claramente numa relação próxima e humana com os clientes, pelo que temos todos os anos aberto mais lojas, em todas as cidades e vilas em Portugal
Com mais de dez anos de atividade e cerca de 200 agências em Portugal, a DS SEGUROS tem crescido sustentadamente: em agências, clientes e recursos humanos. Perspetiva esta tendência de evolução contínua, eventualmente acompanhada de algumas novidades e iniciativas da empresa a curto e a médio prazo?
A DS SEGUROS tem tido um crescimento nestes primeiros 10 anos de mercado que nos enche de orgulho, já conseguiu ajudar centenas de milhares de clientes a terem melhores soluções de seguros, tendo coberturas mais adequadas e poupando centenas ou até milhares de euros por ano em seguros, é isto que nos move e sempre foi uma das missões da DS SEGUROS, fazer com que os nossos clientes tenham mais qualidade de vida, ter um impacto positivo nas suas vidas.
A segunda grande missão da DS SEGUROS sempre foi proporcionar a milhares de pessoas encontrarem na DS SEGUROS uma solução profissional aliciante, estável, com potencial de crescimento constante.
Com a ajuda, formação e apoio da DS SEGUROS temos formado um conjunto de muitas centenas de excelentes profissionais. Tendo em conta estas duas missões para as quais a DS SEGUROS foi criada, estamos de facto obrigados a crescer todos os anos, a ajudar mais clientes a acederem às melhores soluções, a termos mais pessoas que se juntam a nós ou abrindo a sua própria loja DS SEGUROS ou passando a colaboradores das lojas já existentes e isto é a nossa satisfação.
A GamaLife consolidou, em 2025, a sua posição entre as principais seguradoras de Vida em Portugal, distinguindo-se pela aposta na inovação, digitalização e em soluções que reforçam a proteção e a poupança dos seus clientes.
A GamaLife é uma Companhia de Seguros de Vida que oferece produtos de proteção e de poupança, como seguros de vida e seguros de capitalização para diferentes faixas etárias e necessidades financeiras. Que produtos são mais procurados e que mais se distinguem pelas suas mais-valias?
No que se refere aos seguros de vida destacamos o novo seguro de vida associado ao Crédito Habitação com a cobertura de Invalidez Total e Permanente que tem sido alvo de uma elevada procura por parte dos clientes do novobanco o que atesta uma maior consciência por parte dos portugueses da necessidade de assegurar níveis elevados de proteção não apenas familiar, mas também pessoal, procurando seguros cada vez mais completos. Ao nível dos produtos financeiros o “best seller” em 2025 foi o Super PPR 55+, um Plano Poupança Reforma orientado para quem está mais perto da reforma, que garante capital e remuneração ao longo de toda a sua duração.
Que balanço geral faz da Atividade Seguradora em Portugal e da GamaLife em particular no passado ano de 2025?
O ano em Portugal foi positivo para a maioria da indústria, com uma produção de quase 16,2 mil milhões de euros, um crescimento de 13%, segundo os dados da ASF. Isto significa que o mercado quase bateu o recorde de vendas anual de seguros, que data de 2010.
Para a GamaLife, 2025 foi um ano muito positivo. Mantivemos a nossa posição no Top 10 das seguradoras nacionais, apesar de atuarmos exclusivamente no ramo Vida, e continuámos a apostar em soluções inovadoras que respondem a lacunas ainda existentes no mercado.
Que procedimentos tem a GamaLife vindo a implementar nas áreas da Digitalização e da Inovação Tecnológica, nomeadamente ao nível da Inteligência Artificial (IA)?
A GamaLife tem apostado na desmaterialização e, nos últimos anos, alcançámos um nível elevado de eficiência, especialmente através da digitalização da comunicação com os nossos clientes. Só nos últimos dois anos, cerca de 80% dos documentos enviados foram entregues por correio eletrónico. Recentemente, avançámos com a robotização de vários processos operacionais e estamos atualmente a desenvolver Agentes de IA.
Paralelamente, o canal digital tem sido uma oportunidade para simplificar todo o processo de subscrição. Dos produtos
disponíveis para subscrição online, destaca-se que cerca de 46% dos seguros de Vida Risco foram contratados digitalmente e, no caso dos produtos de poupança, aproximadamente 60%.
É fundamental aumentar a consciência dos riscos do dia a dia e incentivar o início precoce da poupança, garantindo maior segurança futura
Parece verificar-se uma mudança de paradigma no setor dos Seguros, percecionando-se uma prevalência para a proteção das Pessoas em detrimento dos Bens. Concorda com este ponto de vista?
A GamaLife atua no setor dos seguros de Vida e, ao longo do tempo, tem-se verificado uma crescente preocupação em proteger não apenas o período pós reforma, mas também a vida ativa. Assim, os seguros de Vida assumem hoje um papel cada vez mais presente nas várias etapas da vida dos portugueses.
É fundamental que as seguradoras se adaptem e inovem para atrair os públicos mais jovens, que valorizam soluções mais dinâmicas e com maior potencial de crescimento, sem deixar de oferecer produtos ajustados às necessidades de outros segmentos.
Que novidades e iniciativas a GamaLife perspetiva a curto e a médio prazo?
A crescente longevidade dos clientes exige uma reflexão sobre como garantir um nível de vida digno ao longo de toda a sua vida. Por isso, a aposta na oferta de produtos destinados aos escalões etários mais elevados mantém-se como uma prioridade.
É fundamental aumentar a consciência dos riscos do dia a dia e incentivar o início precoce da poupança, garantindo maior segurança futura. Para isso, é igualmente importante investir na literacia financeira e de risco, capacitando os clientes para decisões mais informadas.



Enquanto Cooperativa de utentes de seguros, a Mútua dos Pescadores tem uma dupla missão e responsabilidade: servir os interesses dos seus membros, com serviços de seguros de qualidade a um preço justo e adequado às suas necessidades, acautelando os riscos inerentes, e respondendo de forma célere aos sinistros. Ao mesmo tempo pauta a sua ação pela conformidade com os valores e princípios cooperativos, que regem a Aliança Cooperativa Internacional, e que estão inscritos nos seus próprios Estatutos. Na atividade seguradora, com os devidos equilíbrios necessários à sua dimensão, objetivos e propósitos,
acompanha as alterações nos diversos planos e as exigências colocadas ao setor, cumprindo as obrigações legais e regulamentares a que está sujeita. Ao longo da sua história a Mútua nunca fugiu aos desafios, e encara com responsabilidade as exigências ao nível das tecnologias de informação, digitalização e desmaterialização de processos, seja no âmbito das normas contabilísticas, das transformações do mundo do trabalho, ou mais diretamente relacionadas com os impactos nos territórios decorrentes das alterações climáticas. Transformando por dentro para melhor servir todos os seus utentes e comunidades.
Reforçando a sua dimensão cooperativa, e num contexto cada vez mais adverso à intercooperação, tendo em vista a transformação do mundo em algo melhor, mais justo e equilibrado, a Mútua dos Pescadores insiste que o caminho não pode passar pela atomização das pessoas e pela fragmentação dos processos sociais, mas pela reflexão coletiva, gestão democrática e fraternidade como forma de viver.
A Mútua dos Pescadores procura responder de forma cada vez mais célere e eficaz às suas obrigações, para ir ao encontro das necessidades das comunidades, em cada momento.
Com uma diversidade ímpar e com uma riqueza de contributos notável, é com as pessoas que constroem a Mútua dos Pescadores diariamente que queremos desenvolver e aprofundar este projeto a várias mãos. Sejam trabalhadores, dirigentes, cooperadores, tomadores de seguros, segurados, pessoas seguras, membros das comunidades onde intervimos há mais de oito décadas, todos são – independentemente do seu vínculo ou do nível de responsabilidade na organização –, imprescindíveis para continuarmos este valoroso e distintivo caminho de inalienável serviço público.


Localizado numa das zonas mais emblemáticas da cidade, junto à Ribeira, o Hotel Carrís Porto Ribeira tem vindo a afirmar-se como uma unidade de referência no panorama hoteleiro do Porto, aliando conforto, autenticidade e uma forte ligação ao património histórico da cidade. Instalado num conjunto de edifícios históricos cuidadosamente reabilitados, o hotel resulta de um projeto que respeita a identidade arquitetónica da cidade, conjugando elementos patrimoniais com um conceito contemporâneo de conforto e funcionalidade. Esta abordagem tem permitido ao Hotel Carrís Porto Ribeira responder de forma eficaz às expectativas de um público



diversificado, tanto no segmento de lazer como no segmento corporativo. Com vista sobre o rio Douro e acesso direto às principais zonas culturais, gastronómicas e comerciais da cidade, o hotel tem consolidado a sua reputação assente na qualidade do serviço, na fiabilidade e na atenção ao detalhe.
O Hotel Carrís Porto Ribeira integra o portefólio da marca Carrís Hoteles, uma cadeia hoteleira galega com uma sólida trajetória no setor da hotelaria, reconhecida pela sua presença estratégica no Norte de Portugal e na Galiza. O Grupo Carrís conta atualmente com unidades hoteleiras nas cidades do Porto, Santiago de Compostela, Lugo, Ourense e Corunha, e complementa ainda o seu portefólio com o emblemático Monte do Gozo, o maior albergue de peregrinos dedicado ao Caminho de Santiago. A presença do Grupo Carrís no Porto reflete um compromisso contínuo com o mercado português e com o desenvolvimento do turismo de qualidade na região Norte.

Numa era em que a inovação e a resiliência definem o rumo das organizações, as mulheres surgem como protagonistas incontornáveis na construção de um futuro empresarial mais equilibrado, humano e sustentável. As líderes e empresárias de hoje não se limitam a ocupar cargos de responsabilidade – transformam realidades, inspiram equipas e abrem caminhos num ecossistema cada vez mais exigente e global.
Graças à sua visão estratégica aliada à empatia e à capacidade de comunicação, constroem modelos de gestão que valorizam o talento, a diversidade e a integridade. São mulheres que decidem com firmeza, lideram com propósito e gerem com um olhar atento às transformações sociais, tecnológicas e ambientais que marcam o presente.
Em Portugal e além-fronteiras, multiplicam-se exemplos de empreendedoras que desafiam o status quo e provam que o sucesso empresarial pode – e deve – ser alcançado com autenticidade e inteligência emocional. Cada percurso é uma história de superação, inovação e coragem, traçada por quem acredita que o verdadeiro poder da liderança está em inspirar os outros a evoluir.
O Fairway Group é um grupo empresarial gestor independente, detido e administrado pelos seus sócios, reconhecido com vários prémios e que presta serviços a pessoas singulares, empresas, fundos e planos de pensões. Com sede em Jersey e presença no Dubai, Kuwait, Singapura e na Madeira, a sua estrutura global permite a gestão próxima e personalizada de uma vasta rede de clientes internacionais. Na Madeira, sob a liderança de Sara de Sá Leão, a Fairway afirma-se como um centro estratégico de apoio à mobilidade internacional, oferecendo serviços personalizados a clientes locais e estrangeiros.

O que destaca o Fairway Group, enquanto entidade administrada pelos próprios sócios, no panorama internacional dos serviços financeiros?
A independência do Fairway Group e a sua abordagem centrada no cliente distinguem a sua atuação. O modelo de proximidade entre sócios e clientes permite um serviço verdadeiramente personalizado. Combinando dimensão internacional, especialização a nível local e uma prestigiada rede de profissionais, oferecemos respostas adaptadas para atender às necessidades específicas de cada cliente de modo célere e autónomo.
De que forma pertencer a Jersey contribui para o reforço da confiança dos clientes e promove a qualidade dos serviços do Fairway Group?
A presença em Jersey permite aos clientes beneficiar de um centro financeiro de reconhecido prestígio ao longo de mais de 60 anos, num quadro de estabilidade política e económica e de um sólido regime legal e regulatório. O regime fiscal neutro
e a atuação integrada entre Jersey e Madeira, no mesmo fuso horário, garantem a eficiência operacional e a prestacão de um serviço de excelência.
Que serviços disponibiliza o Fairway Group para apoiar as empresas a nível local?
A Fairway Madeira atua como polo de contacto para clientes e empresas que pretendem estabelecer-se em Portugal, prestando igualmente apoio a empresas locais que pretendam melhorar processos internos operacionais e expandir-se. A oferta de serviços inclui criação e a gestão de empresas, cumprimento fiscal, apoio à obtenção de vistos, gestão de recursos humanos, contabilidade, serviços jurídicos, societários e de escritório virtual, e registo marítimo, possibilitando aos clientes o seu crescimento sustentável a longo prazo.
Oferecemos respostas adaptadas para atender às necessidades específicas de cada cliente
De que forma a independência do grupo e a sua experiência em diversos mercados contribuem para a manutenção de relações estáveis com clientes e associados?
A vasta experiência internacional, o historial de acompanhamento de clientes e a sua independência permitem ao Fairway Group a criação de soluções eficazes e sustentáveis a longo prazo. A aposta em relações de confiança e proximidade, aliada à presença em vários mercados internacionais, possibilitam a prestação de um serviço global integrado que alia especialização local a projeção internacional.

Da formação académica entre dois países à criação de uma clínica de referência, a Paula Lima, Fundadora da Clínica Dra. Paula Lima, construiu um percurso marcado pela especialização, pela ética profissional e por uma visão humanizada da saúde e da estética. Luso-brasileira, com mais de 20 anos em Portugal, transformou a experiência clínica e pessoal num projeto que atualmente alia ciência, inovação e empatia.
Uma identidade entre dois países
Luso-brasileira, nascida no Brasil, mas com dupla nacionalidade, Paula Lima construiu o seu percurso académico e profissional entre os dois países. A ligação a Portugal consolidou-se não apenas pela formação, mas também pela vida pessoal. “O meu marido era português, por isso é que eu fiquei cá”, explica.
Foi no ensino superior que encontrou a área que definiria o seu caminho: a dermatofuncional. “É a especialidade que trata o maior órgão que temos, que é a pele”, sublinha. Uma área vasta, que cruza saúde, reabilitação e estética, e que exige conhecimento técnico aprofundado.
Fui-me especializando e foquei-me na parte do pós-operatório de cirurgias plásticas e na estética corporal e facial
Especialização além da estética
Ao longo dos anos, a prática levou-a a afunilar o foco. Dentro da dermatofuncional, existem múltiplas vertentes, do cuidado com queimados à estética, passando pelo acompanhamento cirúrgico, mas Paula Lima optou pela especialização. “Fui-me especializando e foquei-me na parte pós-operatório de cirurgias plásticas e na estética corporal e facial”.
Com cerca de 15 anos de experiência nesta área, insiste em desmontar ideias feitas. “As pessoas às vezes pensam que é só drenagem, mas não é, há muito mais do que isso”. O acompanhamento envolve cuidados com a cicatriz, prevenção de fibroses, exercícios de mobilidade e atenção à componente respiratória. “A drenagem é só uma das técnicas. Há momentos em que nem usamos drenagem, usamos terapia manual ou máquinas”.

O início de um projeto próprio
O percurso empreendedor não foi planeado. “A minha ideia nem era ser empreendedora, eu só queria um trabalho”, confessa. A decisão de abrir um espaço próprio surgiu por incentivo do marido. “Ele tinha grandes ideias e eu era boa a executar”. Assim nasceu um pequeno gabinete, simples, com atendimento por marcação, conciliado com trabalho noutras clínicas e atendimento ao domicílio.
Inicialmente centrada no Porto e na sua região, a atividade cresceu de forma orgânica. “Uma pessoa indicava para a outra, e isso foi crescendo, boca a boca”. Em Lousada, onde tinha maior proximidade logística, abriu o primeiro espaço fixo. Mais tarde, seguiram-se o Porto e Lisboa.
Formação contínua e inovação
Numa altura em que as redes sociais ainda não tinham o impacto atual, a diferenciação fez-se pelo conhecimento. “Comecei a ir ao Brasil, que é muito avançado na saúde e na estética. Fazia formações e trazia técnicas específicas para cá”. Entre elas, métodos que ainda não existiam em Portugal. “Fui a que trouxe para Portugal técnicas que hoje são muito conhecidas”.
A exigência técnica sempre foi um princípio inegociável. “Eu não faço massagem”, esclarece frequentemente aos clientes. “Massagem é algo aleatório. Drenagem exige saber anatomia, exige estudo”. Para Paula Lima, informar também faz parte do papel do profissional de saúde. “É nosso papel também instruir as pessoas, para que isso passe de boca a boca”.
Uma clínica assente em valores
Na Clínica Dra. Paula Lima, a estética é entendida como extensão da saúde. A abordagem é ética, personalizada e humanizada, centrada no bem-estar global da pessoa. A escuta ativa, a avaliação clínica rigorosa e os planos de tratamento realistas sustentam a prática diária, sempre com base na evidência científica e na segurança.
O equilíbrio entre ciência, inovação e empatia define a identidade da clínica. O rigor científico orienta decisões, a inovação técnica permite oferecer soluções eficazes e atualizadas, e a empatia sustenta a relação de confiança com os clientes. “Resultados eficazes só acontecem quando o cliente se sente seguro e respeitado”.
Resiliência em tempos difíceis
A fase de maior fragilidade surge a partir de 2020, num período particularmente exigente.
Em plena pandemia, quando a clínica atravessava um momento de grande crescimento, o marido de Paula Lima foi diagnosticado com cancro, situação que viria a agravar-se nos anos seguintes. Entre tratamentos, internamentos e a gestão simultânea do seu próprio negócio e do projeto profissional do marido, a empreendedora viu-se obrigada a afastar-se parcialmente da atividade clínica. “Foram anos muito difíceis”, marcado pela doença pro-
longada e, posteriormente, pelo falecimento do companheiro, em 2023, com quem partilhou 18 anos de vida. Uma fase de luto e desgaste emocional profundo, que descreve como um tempo de sobrevivência, mas que não interrompeu definitivamente o percurso profissional, antes reforçou a resiliência que atualmente reconhece como parte central da sua identidade.
Comecei a ir ao Brasil, que é muito avançado na saúde e na estética. Fazia formações e trazia técnicas específicas para cá
Crescimento sustentável e liderança
Desde 2013, o crescimento da clínica foi um desafio constante. Num mercado competitivo, a opção foi clara: expandir sem abdicar da ética, mantendo sempre a qualidade e o profissionalismo como pilares. A aposta na formação contínua, na inovação científica e na construção de uma equipa alinhada com os mesmos valores permitiu afirmar a Clínica Dra. Paula Lima como uma referência sólida e de confiança no setor da saúde e da estética.
Reconhecida pela sua excelência e discrição, a clínica tem sido também procurada por diversas personalidades nacionais e internacionais, que encontram neste espaço um ambiente de confiança, rigor e acompanhamento personalizado. Esta preferência reforça o prestígio da marca e o compromisso em oferecer tratamentos de vanguarda com resultados de excelência.
O percurso da fundadora da clínica demonstra que determinação, ética e consistência permitem criar impacto duradouro, consolidar confiança e garantir sustentabilidade a longo prazo, mesmo em contextos desafiantes. Mais do que gerir um negócio, Paula Lima prova que é possível construir uma cultura de trabalho baseada em valores sólidos, onde a inovação caminha lado a lado com a responsabilidade, e onde a atenção às pessoas – clientes e equipa – é tão importante quanto o sucesso profissional. Esta visão inspira outras mulheres a liderarem com coragem, integridade e propósito, mostrando que excelência e humanidade não são conceitos incompatíveis, mas complementares.


Num setor marcado pela velocidade, pela tecnologia e pela pressão constante, Ângela Teixeira, Fundadora da Task Force Consulting, defende uma comunicação estratégica com propósito, sustentada em valores e rigor, sem ignorar os desafios que ainda se colocam às mulheres em cargos de liderança. Desde o primeiro momento, Ângela Teixeira deixa claro que prefere a proximidade ao formalismo. Com 25 anos de experiência no setor da comunicação, a Fundadora da Task Force Consulting construiu uma empresa que reflete a sua visão pessoal e profissional: uma comunicação com propósito, alinhada com valores e atenta ao contexto social, económico e cultural em que as marcas se inserem.
económica, a valorização das marcas e a responsabilidade social caminham lado a lado. Esta abordagem estende-se também a municípios, destinos turísticos e comunidades, integrando a comunicação como ferramenta de desenvolvimento territorial.
Desafios num mercado em constante mudança
A velocidade da informação, a Inteligência Artificial e o marketing digital são alguns dos principais desafios atuais. “As coisas acontecem depressa e é necessária muita rapidez de ação”, refere, sobretudo em contextos de crise. Para Ângela Teixeira, a resposta passa por transformar as novas tecnologias em oportunidades, mantendo uma análise estratégica “360 graus” do mercado, dos consumidores, da concorrência e das tendências. “Tentamos estar sempre um passo à frente, sem perder o rigor”, afirma.
Uma missão que reflete quem lidera “A Task Force Consulting é muito o espelho daquilo que eu sou”, afirma Ângela Teixeira. A missão da empresa passa por apoiar os clientes nas áreas da comunicação estratégica, assessoria de imprensa, relações públicas e eventos, garantindo que “haja um propósito em tudo o que é comunicado”. Mais do que visibilidade, a agência procura posicionamentos coerentes com a identidade das organizações e com o panorama nacional e internacional. O rigor, a honestidade e a integridade são princípios transversais, aliados a uma ideia que a líder repete às equipas: “é preciso ter brio, mas também seriedade”.
Responsabilidade social, ambiental e cultural
A integração da responsabilidade social, ambiental e cultural começa com uma análise profunda de cada cliente. A agência identifica lacunas de comunicação e ajuda as empresas a responder às exigências atuais, como os relatórios ESG. No plano cultural, Ângela Teixeira defende o apoio a pequenos eventos e associações locais: “Acreditamos que a cultura dos territórios é um motor de desenvolvimento económico. Sem cultura e tradição, os territórios não se desenvolvem”.
Projetos com impacto e ligação ao território
Entre os exemplos destacados está um festival cultural realizado num território de baixa densidade, que promove a inclusão e apoia associações locais. A Task Force Consulting conseguiu atrair apoios, como o do Crédito Agrícola, ligando necessidades culturais a empresas interessadas em investir na comunidade. “Tentamos juntar o útil ao agradável”, resume.
Acreditamos que a cultura dos territórios é um motor de desenvolvimento económico. Sem cultura e tradição, os territórios não se desenvolvem
Sustentabilidade como eixo central
Nos últimos anos, a Task Force Consulting tem vindo a reforçar o foco na sustentabilidade e na regeneração. Ângela Teixeira considera que a agência assume um papel pioneiro na comunicação destas temáticas, tanto a nível interno como externo. “Trabalhamos a consciencialização das empresas, dos funcionários e dos stakeholders”, explica, sublinhando que a sustentabilidade
Liderança feminina e legado
Ser mulher e líder empresarial é um tema que Ângela Teixeira não ignora. Recorda que, quando começou, “nem se falava em empreendedorismo”. Atualmente, reconhece avanços, mas alerta para possíveis retrocessos. “Todas as mulheres são empreendedoras”, defende, sublinhando a rapidez de raciocínio e a capacidade de ação que marcam os seus percursos. O legado que quer deixar é claro: “Não podemos parar nem achar que está tudo feito”. Num setor em permanente transformação, comunicar com propósito continua a ser, para Ângela Teixeira, a chave do futuro.

geral@taskforceconsulting.pt www.taskforceconsulting.pt
Nascida de uma visão que desafia o paradigma biomédico tradicional, a clínica Reprogramar® propõe uma nova forma de estar na saúde: ouvir o corpo antes de o silenciar. Para Joana Moinho, Fisioterapeuta e CEO, cada sintoma traz consigo uma verdade que merece escuta e compreensão. À frente de um projeto que alia ciência, guidelines clínicos, consciência e propósito, lidera uma equipa que vê a saúde como um processo de integração onde corpo, mente e sistema nervoso estão em diálogo permanente. É dessa escuta profunda que nasce a transformação.

O que distingue a Reprogramar® de uma clínica convencional num sistema de saúde ainda muito centrado na patologia?
A Reprogramar® nasce de um paradigma diferente: o da saúde de terceira geração. Não tratamos apenas sintomas nem nos focamos exclusivamente na patologia. Perguntamos antes: o que é que este corpo está a tentar comunicar?
Acreditamos que o sintoma nunca mente, ele é uma resposta biológica inteligente a um contexto físico, emocional e relacional. Na Reprogramar tratamos disfunções físicas – desde patologias da coluna, enxaquecas, refluxo, azia, obstipação – até lesões músculo-esqueléticas como entorses, roturas musculares e limitações pós-trauma. Atendemos todas as fases da vida, dos 0 aos 80 anos, com planos individualizados. Entre as nossas especialidades, destacamos a Reprogramação Corporal®, o nosso serviço de assinatura – exclusivo e pioneiro. Enquanto muitos sistemas procuram silenciar o sintoma,
nós escutamo-lo. Promovemos literacia corporal e emocional para devolver ao cliente autonomia, liberdade e presença no próprio corpo. Cada processo é uma oportunidade de mudança de hábitos e recuperação da escuta interna.
De que forma este conceito de saúde não médica e integrativa se traduz no dia a dia da clínica e na experiência de quem vos procura?
Na prática, traduz-se numa experiência profunda de escuta e integração. Cada pessoa é vista como um todo: corpo, sistema nervoso, história e contexto de vida. Trabalhamos com equipas de fisioterapeutas e osteopatas, psicólogos e nutricionistas que dialogam entre si, com planos terapêuticos personalizados, focados em devolver consciência corporal, autorregulação e autonomia. Quem nos procura deixa de ser apenas “tratado” e passa a compreender o seu corpo. E quando há compreensão, há transformação real e sustentável.

Que aprendizagens marcaram a sua forma de liderar um projeto tão diferenciador?
Aprendi que liderar é escutar com empatia. Tal como no corpo humano, uma organização saudável precisa de coerência, presença e capacidade de adaptação. A liderança começa no corpo do líder: quando estou alinhada, a equipa sente; quando não estou, o sistema revela. A empresa é sempre o reflexo da sua equipa e, por isso, investir nas pessoas é o nosso maior ativo. Criámos internamente um verdadeiro jardim de abelhas, onde cada elemento tem um papel essencial para que o todo floresça. Sustentar um conceito inovador exige coragem para permanecer fiel à verdade, mesmo quando o caminho não é o mais óbvio. Projetos com alma crescem com presença e propósito, porque os detalhes são a alma do negócio.
Que conselhos deixa a outras mulheres que lideram projetos na área da saúde e bem-estar?
Que não se desconectem do corpo para liderar. O corpo é bússola. Que integrem rigor científico com visão empática – não são opostos, são aliados. E que liderem a partir da verdade, não da comparação. Quando uma mulher lidera com consciência corporal e propósito, cria projetos que não apenas funcionam: transformam.

geral@reprogramar.pt www.reprogramar.pt
Num tecido empresarial onde as PME representam 99% das empresas, a internacionalização continua a ser um desafio muitas vezes abordado de forma reativa. À frente da CMM Consulting, Christiana Machado Mertens defende uma visão estratégica, prática e profundamente orientada para o cliente, ajudando empresas portuguesas a transformar ambições em crescimento sustentado nos mercados internacionais.
Estratégia, proximidade e visão internacional
Num tecido empresarial onde as PME representam 99% das empresas, a internacionalização continua a ser um desafio muitas vezes abordado de forma reativa. À frente da CMM Consulting, Christiana Machado Mertens defende uma visão estratégica, prática e profundamente orientada para o cliente, ajudando empresas portuguesas a transformar ambições em crescimento sustentado nos mercados internacionais.
Da ambição à estratégia: o primeiro passo para crescer
Para Christiana Machado Mertens, o maior bloqueio à internacionalização das PME portuguesas é claro: a falta de estratégia. “Muitas empresas avançam para mercados externos por oportunidades pontuais, encontros não planeados ou contactos ocasionais, mas sem uma visão estruturada a médio e longo prazo”, explica. Sem um plano definido para um, três ou cinco anos, a expansão torna-se um conjunto de reações, em vez de um caminho consciente e sustentável.
Esta ausência de planeamento reflete-se, muitas vezes, num conhecimento insuficiente dos mercados-alvo. Mesmo empresas que já exportam tendem a desconhecer o verdadeiro potencial dos países onde operam, as expectativas dos clientes locais e as especificidades culturais e comerciais de mercados como a Alemanha, a Áustria, a Suíça, os países nórdicos ou a Holanda. O resultado é um crescimento limitado e dificuldades em escalar o negócio.
Análise profunda: produto, processos e credibilidade
Na CMM Consulting, cada projeto começa com uma análise rigorosa do negócio. O produto é o primeiro elemento a ser avaliado, garantindo que cumpre os requisitos técnicos exigidos por cada mercado. No entanto, para Christiana Machado Mertens, essa é apenas a base. “O fator decisivo está nos processos internos”, sublinha. Vendas, marketing, faturação, controlo e gestão devem estar estruturados e alinhados para transmitir profissionalismo e confiança aos clientes internacionais. Um parceiro estrangeiro precisa de sentir que está a lidar com uma empresa preparada, organizada e capaz de cumprir o que promete. A experiência no terreno revela ainda uma fragilidade recorrente: processos excessivamente manuais e uma fraca gestão da jornada do cliente. Desde a resposta a um simples

pedido de informação até à elaboração de uma proposta comercial, muitas empresas falham na rapidez, na clareza e na consistência, comprometendo oportunidades logo nas fases iniciais do contacto.
Liderança no feminino e foco no cliente
Com mais de uma década em cargos de liderança internacional, Christiana Machado Mertens acredita que a liderança no feminino traz uma mais-valia importante, especialmente em contextos de transformação. No centro dessa visão está a capacidade de escuta. “Os salários não são pagos pelo CEO, são pagos pelos clientes. Vender é ouvir muitas vezes mais do que falar”, afirma. A empatia, a atenção ao detalhe e a capacidade de compreender o que não é dito assumem um papel central numa liderança verdadeiramente orientada para o cliente. Ainda assim, defende que o equilíbrio entre diferentes estilos e competências é o que fortalece as organizações.
Uma consultoria próxima e hands-on
Mais do que uma consultora tradicional, a CMM Consulting posiciona-se como um verdadeiro parceiro estratégico. A ambição de Christiana Machado Mertens é clara: estar lado a lado com o CEO, participar ativamente nas decisões e contribuir de forma prática para a otimização dos processos e da expansão internacional. “Não me vejo apenas como um parceiro externo, mas como parte integrante da empresa”, afirma.

contact@cmm-consulting.org
Rafaela Silva é Terapeuta Integrativa e usa uma abordagem que une corpo, emoções, biologia e história familiar para ajudar os clientes a encontrarem a origem emocional por detrás da dor que sentem. O seu trabalho não é apenas terapêutico. É um movimento de consciência. Um convite para deixar de normalizar o sofrimento, para escutar o corpo e para recuperar o nosso poder pessoal de cura. Rafaela acredita que não viemos ao mundo para sobreviver – viemos para viver em plenitude.
Enquanto terapeuta e líder na área da Saúde e Bem-Estar, de que forma o seu propósito pessoal orienta diariamente as decisões terapêuticas e estratégicas que toma, tanto no acompanhamento dos seus pacientes como na forma como estrutura o seu projeto profissional?
Doeu-me muito ter vivido num ambiente com ansiedade e depressão e não me esqueço disso. O meu propósito orienta todas as minhas decisões através de um filtro claro: cada ação, seja terapêutica ou estratégica, deve aproximar a pessoa de si mesma, em vez de a manter num estado de sobrevivência. O objetivo não é criar dependência, nem aliviar sintomas de forma temporária, mas sim equipar cada pessoa com as ferramentas necessárias para construir uma vida com bem-estar físico, mental e emocional.
Numa sociedade onde a ansiedade, o stress e o cansaço emocional parecem quase normalizados, que visão procura trazer para o futuro da Saúde e Bem-Estar e que lugar atribui às terapias que desenvolve na construção de uma cultura de autocuidado mais consciente?
A minha visão para o futuro da saúde é uma mudança de paradigma: pararmos de apenas reagir à dor ou sofrimento para começarmos a entender o que está por trás de nos sentirmos assim. Numa sociedade que normalizou o sofrimento, o caminho não é apenas gerir esses sintomas, mas sim questionar porque é que eles existem.
No processo terapêutico que realizamos ajudamos o cliente a entender a ponte corpo – emoção – história criando uma cultura de autocuidado onde deixe de lutar contra si e passe a escutar-se. Assim, o sintoma deixa de ser um inimigo e torna-se um guia.
Nos nossos atendimentos promovemos um lugar onde não queremos que o cliente apenas desabafe, mas sim, que entenda mais sobre si e sobre as raízes emocionais por detrás das dores que manifesta.
Ser uma mulher em posição de liderança implica, muitas vezes, romper padrões e crenças limitadoras. Quais foram os maiores desafios que enfrentou nesse percurso e que aprendizagens transformou em força motriz para continuar a empreender?
O maior desafio na minha jornada de liderança não foi romper com padrões externos, mas sim desconstruir as crenças limitadoras

que vinham de mim mesma. Deixei de querer provar o meu valor ao mundo e foquei-me na minha evolução pessoal e profissional.
Gosto de ver o negócio como uma dança. A flexibilidade, a leveza, a capacidade de adaptação e a empatia são forças que me permitem escutar, ajustar, sentir o ritmo e liderar com mais consciência. Acredito que uma mulher não lidera da mesma forma que um homem – e está tudo bem. Somos diferentes, não apenas por género, mas porque somos seres únicos. E é nessa diversidade que podemos aprender tanto uns com os outros.
Que mensagem de propósito, visão e determinação gostaria de deixar às mulheres empreendedoras que estão a iniciar o seu caminho de liderança neste setor?
Não esperem sentir-se prontas para agir, porque o “pronto” é uma ilusão. Ajam porque feito é sempre melhor do que perfeito. O vosso primeiro passo não precisa de ser grandioso, apenas tem que ser dado.
Definam os vossos valores inegociáveis e sejam fiéis a eles, pois nenhum projeto vale a vossa paz, a vossa saúde ou a vossa família. E, acima de tudo, nunca parem de investir em vocês mesmas. O vosso maior ativo não é o vosso negócio, é a vossa mente, corpo e o vosso bem-estar. Cuidem deles com a mesma determinação com que lideram os vossos projetos.

931 306 601
(chamada para rede móvel nacional) drarafaelasilvaitc@gmail.com
@rafaelasilva_terapeuta


No panorama empresarial global, a constante transformação é a única certeza. As organizações que prosperam são aquelas que aliam visão estratégica à capacidade de adaptação, onde a liderança se exercita através do conhecimento, da inovação e da responsabilidade. Corporate World é um espaço de observação e reflexão sobre este ecossistema dinâmico que une pessoas, ideias e propósitos.
Aqui exploram-se as novas fronteiras da gestão, as tendências que definem o futuro do trabalho e as histórias de quem conduz o progresso com ambição e sentido ético. É um universo onde se partilham experiências, se analisam desafios e se celebram conquistas – um retrato fiel do pulsar das empresas que inspiram e transformam o mundo.
Mais do que um conceito, Corporate World é uma perspetiva: uma forma de compreender o impacto das decisões corporativas na sociedade, de promover o diálogo entre inovação e sustentabilidade, e de valorizar a inteligência coletiva que move o desenvolvimento económico.
Maria Braga, Fundadora da MBi – Excelerate Your Business, transformou a sua paixão pelo Excel numa empresa que ajuda profissionais e PME a ganhar eficiência, reduzir erros e potenciar a tomada de decisão através de soluções práticas e inovadoras.
Da experiência corporativa à criação da empresa
A MBi nasceu da experiência de Maria Braga no mundo corporativo. “No setor financeiro, passávamos os dias em tarefas manuais e repetitivas no Excel”, recorda. A necessidade de agilizar processos levou-a a aprofundar os conhecimentos na ferramenta e a criar ficheiros mais eficientes, usados por toda a equipa.
Foi ao desenvolver sistemas em Excel para apoiar startups que percebeu o impacto que esse trabalho podia ter noutras pessoas e organizações. “Percebi que gostava de ajudar outras pessoas a ter impacto”, explica. Essa vontade, aliada ao sonho que tinha desde pequena de criar a sua própria empresa, levou à fundação da MBi, focada em melhorar a eficiência, reduzir erros e apoiar a tomada de decisão nas empresas.

Excel e Inteligência Artificial como aliados estratégicos
Para Maria, o Excel vai muito além das colunas e das contas simples. “Permite estruturar informação e automatizar processos de forma simples, mesmo quando parece complexo”. Entre os erros mais comuns estão o copy-paste, cálculos manuais desnecessários e dados mal estruturados. “Estruturar bem os dados é como construir os alicerces de uma casa”, sublinha. Mais do que ensinar funcionalidades, o trabalho da MBi passa por ajudar as pessoas a ganharem confiança no uso do Excel e, mais recentemente, da Inteligência Artificial. Não para substituir pessoas, mas para acelerar processos, apoiar decisões e libertar tempo para o que realmente acrescenta valor.

Reconhecimento internacional
Maria Braga foi distinguida cinco vezes MVP pela Microsoft. “Mais do que o título, é a valorização do que adoro fazer: partilhar conhecimento e descomplicar o Excel”, afirma. Esse reconhecimento reforça a credibilidade da MBi e do trabalho desenvolvido em consultoria e formação.
Formação e comunidade
A MBi disponibiliza uma aula gratuita*, destinada a quem quer aprender a trabalhar de forma mais eficiente no Excel, com dicas práticas e imediatas. Para Maria, é importante formar e apoiar a comunidade. “No ano passado, fizemos o Excel Got Talent, um evento presencial com aprendizagem, convívio e partilhas, na sede da Microsoft em Lisboa”, refere.
Excel que transforma negócios
A MBi, sob a liderança de Maria Braga, demonstra que o Excel é muito mais do que uma ferramenta de cálculos: é um verdadeiro motor de eficiência, inovação e crescimento para profissionais e empresas. Ao combinar formação, consultoria e uma comunidade ativa, a empresa não só capacita utilizadores a automatizar tarefas e reduzir erros, como também lhes oferece soluções estratégicas para apoiar a tomada de decisão, provando que é possível transformar simplicidade em impacto real no dia a dia empresarial.
* https://mbi.com.pt/aula-gratuita-excel/

mariabraga@mbi.com.pt https://mbi.com.pt/
Fundada em 2020, a FA Accounting nasceu da vontade de transformar a contabilidade num instrumento estratégico para a gestão e crescimento empresarial. À frente do projeto está Daniel da Rocha Cardoso, Accounting & Management Consultant, que traz consigo mais de uma década de experiência e uma visão clara: a contabilidade deve ir além do cumprimento de obrigações fiscais, assumindo-se como um verdadeiro parceiro de decisão. Nesta conversa, partilha como a empresa tem ajudado empresários a ganhar eficiência, conformidade e capacidade de planeamento num contexto fiscal e económico em constante mudança.

A FA Accounting nasce em 2020, em Leiria, mas com uma equipa que já soma mais de uma década de experiência. De que forma esse percurso anterior influenciou a visão e o posicionamento da empresa no mercado da contabilidade e consultoria?
A FA Accounting nasce formalmente em 2020, em Leiria, mas assenta numa base sólida de conhecimento e experiência acumulada ao longo de mais de uma década pelos seus fundadores e equipa. Esse percurso anterior, vivido tanto em contextos empresariais nacionais como internacionais, influenciou decisivamente a visão da empresa. Desde cedo percebemos que a contabilidade não deveria limitar-se ao cumprimento de obrigações fiscais, mas sim assumir um papel ativo no apoio à gestão. Assim, a
FA Accounting posiciona-se no mercado como um parceiro de confiança, próximo dos empresários, com uma abordagem personalizada, orientada para soluções práticas e para a criação de valor sustentável.
Num contexto empresarial cada vez mais exigente em termos fiscais e legais, como é que a FA Accounting ajuda os seus clientes a garantir eficiência fiscal sem nunca perder de vista o rigor e o cumprimento da lei?
Num ambiente empresarial cada vez mais exigente e sujeito a constantes alterações fiscais e legais, a FA Accounting aposta numa abordagem preventiva e estruturada. Ajudamos os nossos clientes
a garantir eficiência fiscal através de um correto enquadramento das suas atividades, planeamento atempado e acompanhamento contínuo. A otimização fiscal é sempre realizada dentro dos limites da lei, com total rigor técnico e transparência. A atualização permanente da equipa e a análise detalhada de cada caso permitem-nos antecipar riscos, evitar contingências e assegurar o cumprimento integral das obrigações legais.
reporting financeiro, análise de indicadores-chave de desempenho (KPIs), orçamentação, projeções financeiras e análises de desvios. Estas ferramentas permitem aos empresários compreender melhor a realidade financeira do seu negócio, identificar oportunidades de melhoria, controlar custos e definir estratégias de crescimento sustentado, baseadas em dados concretos e atualizados.
A área de Recursos Humanos e Payroll é muitas vezes subvalorizada pelas empresas. Que riscos identifica quando esta área não é devidamente acompanhada e de que forma a FA Accounting assegura conformidade e tranquilidade aos seus clientes?
A consultoria e assessoria fiscal assumem hoje um papel estratégico na tomada de decisão das empresas. Um acompanhamento próximo e contínuo pode ter um impacto direto na sustentabilidade financeira, na rentabilidade e no crescimento dos negócios
A consultoria e assessoria fiscal assumem hoje um papel estratégico na tomada de decisão das empresas. Que tipo de impacto concreto este acompanhamento pode ter na sustentabilidade e crescimento dos negócios?
A consultoria e assessoria fiscal assumem hoje um papel estratégico na tomada de decisão das empresas. Um acompanhamento próximo e contínuo pode ter um impacto direto na sustentabilidade financeira, na rentabilidade e no crescimento dos negócios. Através da consultoria fiscal, é possível apoiar decisões de investimento, reestruturação, expansão ou reorganização societária, minimizando riscos e maximizando oportunidades. Na FA Accounting, procuramos transformar a informação fiscal e financeira em conhecimento útil, que permita aos empresários tomar decisões informadas e alinhadas com os seus objetivos de médio e longo prazo.
Para além da contabilidade tradicional, a FA Accounting aposta fortemente na consultoria e no controlo de gestão. Que ferramentas ou metodologias utilizam para apoiar empresários na análise financeira e na definição de estratégias?
Para além da contabilidade tradicional, a FA Accounting aposta fortemente na consultoria e no controlo de gestão como ferramentas essenciais para uma gestão eficaz. Utilizamos metodologias de
A área de Recursos Humanos e Payroll é frequentemente subvalorizada, mas envolve riscos significativos quando não é devidamente acompanhada. Erros no processamento salarial, incumprimentos legais ou falhas contratuais podem resultar em coimas, litígios laborais e impacto negativo no clima organizacional. A FA Accounting assegura o correto enquadramento laboral, o processamento rigoroso de salários, o cumprimento das obrigações declarativas e o acompanhamento das constantes alterações à legislação laboral. Desta forma, proporcionamos conformidade legal, previsibilidade de custos e tranquilidade aos nossos clientes.
A imigração e o apoio a investidores e trabalhadores estrangeiros são hoje uma área em expansão. Como é que a FA Accounting se posiciona neste segmento e que valor acrescentado oferece a empresas e particulares que escolhem Portugal para viver ou investir?
A imigração e o apoio a investidores e trabalhadores estrangeiros são uma área em forte expansão e onde a FA Accounting se posiciona de forma diferenciada. Trabalhamos diariamente com clientes internacionais, prestando apoio fiscal, contabilístico e administrativo a particulares e empresas que escolhem Portugal para viver ou investir. Oferecemos um serviço One-Stop-Shop, que vai desde a primeira consultoria fiscal e planeamento fiscal. Desde a obtenção de NIF, representação fiscal, enquadramento tributário e planeamento fiscal, até ao acompanhamento contínuo, oferecemos um serviço integrado e especializado. O nosso valor acrescentado reside na experiência com clientes internacionais, no conhecimento aprofundado da legislação portuguesa e na capacidade de simplificar processos complexos, facilitando a integração e o investimento em Portugal.

|
|
geral@faccounting.pt • www.faccounting.pt
Fundados em 2011, os Instantâneos tornaram-se uma referência na improvisação teatral em Portugal. Marco Graça, um dos fundadores do coletivo, recorda os momentos que definiram o percurso do grupo e revela como a improvisação se transformou num terreno de experimentação, risco e encontro direto com o público.

O primeiro passo: criar onde não existia
O percurso dos Instantâneos começou num território quase inexplorado em Portugal: a improvisação teatral. Desde cedo, a companhia enfrentou dificuldades em aprofundar a formação e desenvolver a técnica. “Nós já éramos todos atores, trabalhávamos em companhias diferentes, mas quando surgiu a vontade de improvisar percebemos que não havia continuidade formativa nem formadores em Portugal”, explica.
Foi dessa lacuna que nasceu a ideia de criar um festival. Portugal não era, até então, um ponto de passagem para improvisadores internacionais. “Não havia um espaço que permitisse acolher improvisadores dos Estados Unidos ou da Europa”, sublinha. A criação do Espontâneo tornou-se, assim, o primeiro grande momento de afirmação da companhia, abrindo portas à circulação internacional e à participação em festivais fora do país. Treze anos depois, o festival mantém-se como um motor essencial, não só para os Instantâneos, mas para a própria improvisação teatral em Portugal, ainda “um ilustre desconhecido” para grande parte do público.
Do intimismo às grandes salas
Ao longo do seu percurso, os Instantâneos passaram por salas emblemáticas como o Coliseu dos Recreios, a Casa da Música ou o Teatro Villaret. Essa transição de espaços alternativos para grandes palcos obrigou a repensar a própria linguagem artística. “O que muda é o espetáculo que nós levamos”, afirma. A improvisação vive de proximidade e inspiração direta no público, algo que se transforma radicalmente numa sala com mil pessoas.
A companhia trabalha hoje com cerca de 15 criações originais, todas adaptáveis à escala do espaço e do público. “Podemos fazer um espetáculo para 50 pessoas ou para mil, mas aquilo que acontece em palco é completamente diferente.” Em grandes salas, a abordagem aproxima-se mais da comédia direta e rápida; em espaços pequenos, o espetáculo torna-se intimista e irrepetível. “É um espetáculo que estreia e acaba no próprio dia”, porque a improvisação vive desse carácter único. Foi também a pensar nos grandes públicos que surgiu o Campeonato Mundial de Improviso, uma proposta inédita em Portugal que transforma o palco num espaço de competição lúdica, onde equipas de vários países competem pelas gargalhadas do público.
Improvisar em diferentes culturas
Levar o improviso português além-fronteiras revelou-se um exercício constante de adaptação cultural. Em países como a Alemanha ou a Hungria, onde os festivais são dedicados
exclusivamente à improvisação, o público domina a técnica e exige propostas mais complexas. “Aí estamos quase em competição com outras companhias, o espetáculo tem de trabalhar o virtuosismo da técnica”, explicam. Nestes contextos, os espetáculos são frequentemente apresentados em inglês e a estrutura assume um papel central.
Em festivais ou mostras de teatro generalistas a lógica é outra. O objetivo passa por mostrar o que é a improvisação, sem exigir narrativas demasiado intrincadas. “O público precisa perceber que tudo está a ser criado no momento”, sublinha.
O Espontâneo como lugar de encontro
Desde 2012, o Espontâneo afirma-se como o único festival internacional de improvisação em Portugal. A sua evolução tem sido marcada pela recusa da repetição. “Cada edição apresenta sempre algo que ainda não foi visto em Portugal”, garantem. Paralelamente, o festival assume-se como uma plataforma para companhias nacionais, criando um espaço de visibilidade e crescimento conjunto.
O diálogo artístico estende-se aos workshops e à formação intensiva, onde improvisadores portugueses e estrangeiros partilham métodos e linguagens. Esse intercâmbio gerou ramificações internacionais: atualmente, o Espontâneo acontece também na Colômbia e prepara-se para chegar ao México, fruto de parcerias criadas a partir do festival português.
Improvisação fora do palco
Para além da criação artística, os Instantâneos descobriram cedo o potencial da improvisação no contexto empresarial. “A improvisação é uma competência universal, aplicável a todas as dimensões da vida e do trabalho”, afirma Marco Graça. Mais do que teatro, interessa-lhes o processo: escuta ativa, aceitação do erro, adaptação constante e colaboração.
Nos workshops corporativos, não há hierarquias nem discursos teóricos longos. Há jogo, experimentação e riso. “Promovemos o erro e a colaboração”, conscientes de que não transformam equipas num dia, mas criam uma memória emocional duradoura. As empresas procuram-nos porque vivem num contexto de mudança permanente, e a improvisação ajuda a combater a resistência à adaptação.
Escutar, aceitar, arriscar
Entre as soft skills mais desafiantes para os participantes estão a construção conjunta e a escuta ativa. “Estamos muito habituados a ouvir o suficiente para responder”, observa. Nos exercícios, é preciso ouvir para se adaptar, não para contrariar. O medo do erro surge como um bloqueio recorrente, e é precisamente aí que a improvisação atua, retirando peso ao falhanço e abrindo espaço à experimentação.
Quando o trabalho é totalmente personalizado, seja em workshops ou espetáculos para empresas, o processo começa
O
público precisa perceber que tudo está a ser criado no momento


sempre pela escuta dos objetivos. “O vazio não existe”, dizem, evocando a ideia de que há sempre estímulos disponíveis. As histórias do quotidiano da empresa tornam-se base para cenas improvisadas, onde o público vê-se refletido, ainda que de forma ligeira e divertida.

Experiência como futuro
Para os Instantâneos, o futuro da improvisação passa pela criação de experiências imersivas. O teatro clássico, dizem, vive uma crise prolongada, sobretudo junto das gerações mais novas. Em resposta, a companhia tem explorado formatos que rompem com a sala convencional. Labirinto, apresentado na Quinta da Ribafria, em Sintra, é um exemplo disso: um espetáculo noturno, itinerante, onde o público participa desde o primeiro momento, seguindo personagens e influenciando a narrativa.
A improvisação é uma competência universal, aplicável a todas as dimensões da vida e do trabalho
“A improvisação permite esse grau de imersividade”, defendem. O público procura hoje experiências, mais do que a simples contemplação. Arriscar, sair do lugar comum e ser arrojado faz parte desse caminho.
Um desafio constante
Os objetivos futuros dos Instantâneos resumem-se numa ideia simples: continuar a desafiar-se. Não colocar barreiras ao que pode ser feito, seja no plano artístico, seja no trabalho com empresas. Através de dinâmicas onde os colaboradores são desafiados a prototipar ideias e serviços, os Instantâneos transformam a visão interna da organização. Este processo de ‘olhar para dentro’ revela talentos ocultos e gera soluções estratégicas que o guião tradicional não alcança. “Caso não fosse desafiante, não improvisávamos”, conclui. Improvisar é aceitar o risco, viver no presente e construir sentido a partir do inesperado. É nesse território instável que os Instantâneos continuam a existir, a criar e a surpreender, espetáculo após espetáculo, sempre sem guião. Cada performance é uma oportunidade de experimentar, de explorar novos caminhos e de envolver o público de formas únicas. Ao recusar a previsibilidade, a companhia mantém viva a essência da improvisação: a liberdade de inventar, de adaptar e de transformar o ordinário em extraordinário. É esta coragem que sustenta o seu percurso e que promete levar a improvisação portuguesa a novos horizontes.

producao@instantaneos.pt • www.instantaneos.pt
Com escritórios no Porto e em Lisboa, a Oporto Accounting aposta numa abordagem ágil e tecnológica, mas sempre centrada na proximidade humana. Especializada em grupos internacionais, a firma transforma o rigor técnico e fiscal em confiança, oferecendo informação financeira estratégica que suporta decisões de crescimento sustentável, como nos conta Bruno Varajão, CEO da Oporto Accounting.
Como define a Oporto Accounting?
Com presença estratégica no Porto e em Lisboa, a Oporto Accounting especializou-se no acompanhamento de grupos internacionais que estão estabelecidos ou que pretendam vir a estabelecer-se em Portugal.
Definimo-nos como uma estrutura ágil, moderna e estritamente focada nas necessidades do cliente estrangeiro. Entendemos que cada organização possui uma realidade distinta, tem uma cultura própria e tem os seus desafios próprios, por isso, atuamos numa lógica de parceria e proximidade constante. Posicionamo-nos como um alia do estratégico, cuja missão é simplificar a integração de empresas estrangeiras no mercado português.
A Oporto Accounting tem conse guido transformar o rigor técnico e fiscal num fator de diferenciação e confiança junto dos seus clientes?
O acesso à informação transfor mou profundamente a relação entre o escritório de con tabilidade e o cliente. Hoje, os clientes chegam mais infor mados, exigentes e com expectativas imediatas quanto à comunicação, ao atendimento e à clareza dos da dos. A distância
geográfica, outrora um obstáculo, deixou de condicionar a escolha, abrindo caminho a uma concorrência mais ampla. Foi precisamente esta mudança de paradigma que nos leva a investir, sistematicamente, em ferramentas que garantam proximidade contínua, fluidez na comunicação, intuitiva e adaptada às necessidades de cada cliente. Contudo, acreditamos firmemente que a tecnologia, por si só, é insuficiente. Por mais avançados que sejam os sistemas, são as pessoas que determinam a qualidade do serviço.
Como interpretam o papel da contabilidade moderna?
Como CEO da Oporto Accounting, considero que a contabilidade moderna é, hoje, um elemento incontornável para a gestão estratégica de qualquer empesa. A nossa missão é transformar a informação financeira num verdadeiro ativo de gestão, ajudando as empresas a crescer de forma sólida, sustentável e competitiva. Entendo que a contabilidade vai muito além de um simples sistema de registo e cumprimento fiscal e que deverá assumir-se como um pilar estratégico de criação de valor.
De que forma procuram construir relações de parceria e proximidade com os clientes, garantindo não só conformidade, mas também crescimento e planeamento a longo prazo?
Acredito que um cliente é muito mais do que uma mera relação comercial. Cada cliente é um parceiro com quem construímos proximidade, confiança e crescimento mútuo. Mais do que prestar serviços, estabelecemos relações duradouras, baseadas no diálogo constante, na partilha de conhecimento e na colaboração ativa. O nosso objetivo tem sido potenciar ao máximo esta ligação, promovendo um ambiente de transparência, abertura e apoio permanente. Esta abordagem tem permitido fortalecer uma verdadeira rede global de relações profissionais, parcerias estratégicas e oportunidades networking.

Que visão tem sobre o futuro da contabilidade em Portugal?
A contabilidade em Portugal distingue-se pelo seu elevado nível de rigor, qualidade técnica e responsabilidade profissional. Na minha perspetiva, o futuro do setor passa por uma crescente complementaridade entre o contabilista e a inovação digital, impulsionada pela integração inteligente da Inteligência Artificial, pela automação de processos e por uma maior exigência de transparência e reporting. Num contexto de mudança acelerada, o papel da Oporto Accounting é muito claro: continuar a inovar tecnologicamente, reforçar as competências técnicas das nossas equipas e recrutar profissionais especializados que se identifiquem com a nossa cultura e padrões de exigência. Só assim poderemos contribuir de forma ativa e consistente para a solidez, eficiência e crescimento sustentável dos nossos clientes.

A integração da RE/MAX Atlas na estrutura do Grupo RE/MAX Dragão marca um novo capítulo na estratégia de expansão da marca no Grande Porto. Com uma forte aposta em Valongo – território em crescimento e com elevado potencial residencial e empresarial – o Grupo reforça a sua presença regional e consolida a liderança num mercado cada vez mais competitivo. Em entrevista à Revista Business Portugal, Paulo Pinto e André Mayer, CEOs do Grupo RE/MAX Dragão, e Liliana Castro, Broker da RE/MAX Atlas, revelam a visão estratégica que sustenta esta operação, o impacto na dinâmica do grupo e o compromisso comum de oferecer um serviço de excelência centrado nas pessoas.

A integração da RE/MAX Atlas representa um reforço importante na presença do Grupo RE/MAX Dragão no Grande Porto. Que papel estratégico pretende atribuir a Valongo na rede Dragão em termos de captação de novos segmentos de clientes e de quota de mercado local?
A RE/MAX Atlas vem reforçar de forma clara a estratégia de expansão do Grupo RE/MAX Dragão, no Grande Porto. Valongo assume um papel determinante não apenas pela sua localização e pela dinâmica demográfica, mas também pelo seu potencial de crescimento enquanto mercado residencial e empresarial. Pretendemos posicionar Valongo como um polo de captação de novos segmentos de clientes, nomeadamente famílias jovens, investidores e clientes que procuram soluções habitacionais de qualidade fora dos centros urbanos mais saturados. Paralelamente, a presença da RE/MAX Atlas permitirá consolidar e aumentar a nossa quota de mercado local, através de um serviço altamente profissional, próximo da comunidade e alinhado com os padrões de excelência do Grupo RE/MAX Dragão.
Esta aposta traduz-se numa visão de longo prazo, assente no conhecimento profundo do território, na especialização da nossa equipa e numa abordagem que potencie a sinergia entre as várias agências do Grupo.
Sendo o Grupo RE/MAX Dragão reconhecido pela formação contínua e foco absoluto no consultor, que adaptações específicas estão a ser implementadas para garantir que a equipa da RE/MAX Atlas incorpore rapidamente a cultura, os padrões e o modelo de negócio do Grupo?
Desde o primeiro momento, foi delineado um plano de integração de forma estruturada e alinhada com os princípios que definem o Grupo RE/MAX Dragão, assente na formação contínua, na padronização de processos, e principalmente no acompanhamento próximo da equipa. Esta forma permite aos nossos consultores assimilar rapidamente a cultura do Grupo, os nossos padrões de serviço e o modelo de negócio orientado para resultados sustentáveis, assegurando uma adaptação consistente e eficaz. Este processo é suportado

por ferramentas de gestão, métricas de desempenho claras e uma liderança próxima, garantindo que cada consultor da RE/MAX Atlas se sinta integrado, valorizado e alinhado com a visão (Grupo líder nos mercados em que atua, altos padrões de qualidade e serviço 5 estrelas), os valores (Respeito, União, Ética, Profissionalismo e Honestidade), a missão (concretizar sonhos aos nossos clientes através de um serviço de excelência) e os objetivos estratégicos do grupo.
Com mais de 200 consultores e um volume de negócios acumulado superior a 200 milhões de euros, como é que a integração da RE/MAX Atlas poderá contribuir para os objetivos de crescimento do Grupo em 2026?
A RE/MAX Atlas representa um contributo relevante, para os objetivos definidos para 2026, ao acrescentar uma equipa com forte conhecimento do mercado local de Valongo, o que vai acelerar o crescimento orgânico, potenciar sinergias comerciais entre as agências e parceiros de negócio e aumentar a eficiência operacional, criando mais oportunidades para todos. Ao mesmo tempo, contribui para a diversificação da carteira de clientes e para o reforço da nossa quota de mercado local e regional.
O Grupo RE/MAX Dragão distingue-se por uma abordagem muito centrada nas pessoas. Que oportunidades concretas de progressão de carreira, especialização e partilha de boas práticas vão ser criadas para os consultores da RE/MAX Atlas?
Acreditamos que o sucesso no negócio começa no desenvolvimento de quem faz parte dele, por isso criamos um ambiente de trabalho inclusivo, colaborativo e motivador, onde cada pessoa é valorizada pelo seu talento, dedicação e potencial.
Promovemos ativamente a progressão da carreira, oferecendo oportunidades reais de aprendizagem, formação contínua e desenvolvimento de competências. Apoiamos os nossos colaboradores a alcançarem novos desafios e a construírem percursos sólidos dentro da organização. Reconhecemos o mérito, estimulamos a inovação e
O compromisso da RE/MAX Atlas, é superar expectativas de forma consistente, criando relações duradouras e transformando clientes satisfeitos em verdadeiros embaixadores da nossa marca
damos espaço para que cada um evolua, contribua e cresça connosco. Ao investir nas pessoas, investimos no futuro, porque acreditamos que quando as pessoas crescem o negócio cresce também.
Numa fase em que o mercado imobiliário exige cada vez mais proximidade e serviço personalizado, que mais-valias na experiência-cliente pretende o Grupo imprimir na RE/MAX Atlas para que Valongo se torne uma referência incontornável dentro do Grupo RE/MAX Dragão no Norte do país?
Num contexto de um mercado cada vez mais exigente, o Grupo acredita que a proximidade, o conhecimento local e a personalização do serviço são fatores críticos de diferenciação.
Na RE/MAX Atlas, pretendemos imprimir uma experiência-cliente assente num acompanhamento próximo, transparente e altamente profissional, desde o primeiro contacto até ao pós-venda.
Proporcionar uma experiência diferenciadora aos nossos clientes, é colocar as suas necessidades, expectativas e emoções no centro de tudo o que fazemos. Vai além de oferecer um bom serviço. Trata-se de criar momentos memoráveis, baseados no relacionamento humano, na confiança e na atenção ao detalhe. Cada interação é uma oportunidade para surpreender positivamente, ouvir com empatia e entregar soluções personalizadas que realmente fazem a diferença.
O compromisso da RE/MAX Atlas, é superar expectativas de forma consistente, criando relações duradouras e transformando clientes satisfeitos em verdadeiros embaixadores da nossa marca.


Num cenário empresarial em permanente transformação, onde a inovação e a perceção ditam o ritmo do sucesso, o poder das marcas assume hoje uma importância sem precedentes. Mais do que um símbolo visual ou um nome reconhecido, a marca é a síntese de uma identidade, de um propósito e de uma promessa. É através dela que as organizações comunicam valores, constroem reputação e estabelecem relações de confiança com os seus públicos. “Brands Power” reflete, assim, a força intangível mas decisiva das marcas na criação de valor económico e emocional. Falar de “Brands Power” é reconhecer a força estratégica da narrativa, da coerência e da experiência. É compreender que, para além do produto ou serviço, o que determina o verdadeiro valor de uma marca é a sua relevância – a forma como se posiciona, comunica e transforma a perceção em lealdade. As marcas são pontes entre o racional e o emocional, entre o que é visível e o que se sente. São, em última análise, motores de progresso e de identidade num mundo que se reinventa a cada instante.
A Arcobarca afirma-se como uma empresa que alia rigor e conhecimento técnico a uma forma de estar profundamente humana, próxima e comprometida. À frente deste projeto está Venâncio Fernandes, CEO, que ao longo dos anos tem consolidado uma cultura assente na ética, na seriedade e na construção de relações duradouras, fazendo da Arcobarca uma referência de confiança e solidez no mercado.
O ADN da Arcobarca reflete uma cultura empresarial muito própria. Como descreve a essência dessa identidade – os valores, a visão e a forma de estar – que têm guiado a empresa ao longo dos anos?
A identidade da Arcobarca assenta numa combinação muito clara de valores: rigor, responsabilidade, proximidade e compromisso com a qualidade. Desde o início, acreditámos que crescer de forma sustentável implica mais do que operacionalizar – implica estar com ética, respeito pelas pessoas e uma visão de longo prazo. A nossa forma de estar no mercado é marcada pela seriedade com que assumimos cada desafio, pela valorização das equipas e pela atenção constante aos detalhes. A visão da Arcobarca sempre foi construir relações duradouras, baseadas na confiança mútua, e afirmar-se como um parceiro sólido, capaz de acompanhar a evolução do setor sem nunca perder a sua identidade nem os princípios que estiveram na sua génese.
Num mercado cada vez mais competitivo e exigente, o que considera ser o verdadeiro fator diferenciador da Arcobarca, aquele traço que a distingue e a torna uma referência no seu setor?
O verdadeiro fator diferenciador da Arcobarca é a forma como alia competência e conhecimento técnico a uma abordagem profundamente humana e personalizada. Não encaramos projetos como processos estandardizados, mas como desafios individuais, que exigem soluções pensadas à medida de cada cliente. A nossa capacidade de ouvir, compreender necessidades específicas e responder com propostas adequadas, suportadas pelo rigor, e num espirito de servir bem, distingue-nos num mercado altamente competitivo. A experiência acumulada ao longo dos anos, aliada a uma equipa qualificada e comprometida, permite-nos antecipar problemas, otimizar soluções e entregar resultados consistentes. É esta combinação de conhecimento, proximidade e fiabilidade que faz da Arcobarca uma referência.

A confiança e a credibilidade não se constroem de um dia para o outro. De que forma a Arcobarca traduz estes princípios em cada projeto e relação com os seus clientes e parceiros, reforçando a perceção de uma marca sólida e fiável?
Na Arcobarca, a confiança constrói-se diariamente, através da coerência entre o que prometemos e o que fazemos. Cada projeto é tratado com o mesmo nível de exigência, transparência e responsabilidade, independentemente da sua dimensão. Mantemos uma comunicação clara com clientes e parceiros, cumprimos prazos, assumimos responsabilidades e procuramos soluções sempre que surgem desafios. Esta postura cria relações de longo prazo, baseadas no respeito e na credibilidade. Ao longo dos anos, foi esta consistência – mais do que qualquer ação pontual – que consolidou a perceção da Arcobarca como uma marca sólida, fiável e orientada para resultados.

geral@arcobarca.pt www.arcobarca.pt
Com apenas um ano de atividade, a NeuroPsyque afirma-se como uma clínica de saúde mental e neurológica com uma abordagem integrada e centrada na pessoa. Em entrevista, José Mendes, Diretor Clínico, explica como o tempo, a multidisciplinaridade e a personalização dos cuidados são pilares essenciais de um modelo que procura respostas duradouras para problemas complexos.

Uma clínica que olha para a pessoa como um todo
A NeuroPsyque nasceu com uma ambição clara: romper com abordagens fragmentadas e oferecer um acompanhamento clínico que considere a pessoa na sua totalidade. “Aqui não tratamos apenas sintomas isolados. Olhamos para o cérebro, o corpo, as emoções, o contexto social e os objetivos de vida de cada pessoa”, sublinha José Mendes.
Esta visão traduz-se numa oferta clínica alargada, que integra especialidades como neurologia, psiquiatria, psicologia, neuropsicologia e fisioterapia, a par de áreas complementares como a acupuntura e a psiconeuroendocrinoimunologia. O objetivo é claro: articular diferentes saberes para construir planos terapêuticos coerentes, progressivos e verdadeiramente personalizados.
O tempo como ferramenta terapêutica
Um dos aspetos que distingue a NeuroPsyque é a duração das consultas. Em média, cada consulta tem cerca de 45 minutos, um tempo superior ao habitual na prática clínica. Para José Mendes, esta opção não é um detalhe logístico, mas uma escolha filosófica. “Nós colocamos o tempo como recurso terapêutico. O tempo que investimos na pessoa já é, por si só, terapêutico”, afirma.
Esta disponibilidade permite avaliações mais rigorosas, a compreensão aprofundada do contexto de cada doente e a construção de uma relação de confiança, essencial sobretudo em casos complexos. “Não queremos soluções rápidas que funcionam no início e depois desaparecem. O nosso compromisso é sempre a longo prazo”, reforça.



Casos complexos e sintomas cruzados
A clínica recebe maioritariamente pessoas com quadros neurológicos e neuropsiquiátricos complexos, muitas vezes marcados pela sobreposição de sintomas físicos, emocionais e cognitivos. Ansiedade exacerbada, pseudodemência, depressão, perturbações do sono ou dor crónica são alguns dos motivos mais frequentes de procura. Há também uma forte aposta na reabilitação neurológica, incluindo recuperação pós-AVC ou após traumatismos cranioencefálicos. “A fronteira entre a neurologia e a psiquiatria é um território central para nós”, explica o diretor clínico, referindo ainda condições como PHDA, TOC, enxaqueca ou trigeminalgia.
Jovens adultos e saúde mental
Nos últimos meses, a NeuroPsyque tem registado um aumento da procura por parte de jovens em idade laboral. Dificuldades de adaptação, ansiedade, ataques de pânico ou depressão refletem, segundo José Mendes, uma maior consciencialização sobre a saúde mental. “Os jovens estão mais atentos aos sinais e procuram respostas especializadas e humanizadas”, observa.
Trabalho em equipa e decisões partilhadas
Com uma equipa de 15 profissionais, a clínica funciona numa lógica claramente multidisciplinar. A decisão sobre o tipo de acompanhamento não recai numa única especialidade, mas resulta da articulação entre várias áreas. “Não é só o neurologista ou o psicólogo. Procuramos sempre a melhor perspetiva de melhoria possível”, explica. Mesmo em situações aparentemente específicas, como a enxaqueca, a abordagem é alargada. “O sono, o stress ou até problemas ao nível da mandíbula podem ser determinantes”, exemplifica, referindo casos em que intervenções não farmacológicas levaram a melhorias significativas.
Neuroterapias como alternativa e complemento
A NeuroPsyque distingue-se também pelo seu centro de neuroterapia, procurado sobretudo por pessoas que desejam reduzir ou evitar a medicação. Técnicas como a estimulação magnética transcraniana, o tDCS ou o neurofeedback são utilizadas tanto como alternativa como complemento terapêutico.

Há uma procura crescente por parte de pais de crianças medicadas para PHDA, preocupados com os efeitos a longo prazo. “O nosso objetivo é reduzir a medicação ao mínimo necessário e, sempre que possível, libertar as pessoas dos fármacos”, afirma o diretor clínico.
Compromisso com o cuidado duradouro
O futuro da NeuroPsyque assenta em três eixos estratégicos: prevenção, integração e medicina personalizada. A clínica está a investir em Inteligência Artificial e prepara-se para lançar soluções de reabilitação cognitiva que poderão ser realizadas em casa.
Apesar da aposta na inovação tecnológica, José Mendes garante que a essência do projeto mantém-se. “Vamos continuar a apostar em consultas aprofundadas e numa relação terapêutica sólida”, afirma.
Construindo o futuro do cuidado integrado
Num contexto em que a saúde mental assume cada vez mais como uma prioridade, a NeuroPsyque destaca-se pela sua abordagem centrada no paciente, na valorização do tempo e na integração de diferentes saberes clínicos. Invés de soluções rápidas e superficiais, a clínica aposta num acompanhamento rigoroso, humanizado e sustentável, que articula ciência, experiência e compreensão do contexto de vida de cada pessoa. Esta filosofia permite tratar sintomas e promover mudanças duradouras na saúde física e mental, reforçando a confiança e a autonomia da pessoa. Mesmo com apenas um ano de existência, a NeuroPsyque já demonstra que é possível transformar a prática clínica através da atenção detalhada, inovação terapêutica e compromisso com o bem-estar a longo prazo, estabelecendo-se como uma referência emergente no cuidado integrado da mente e do corpo.

info@neuropsiquiatria.pt www.neuropsiquiatria.pt
Num cenário económico marcado pela instabilidade e por constantes alterações fiscais, a PASAF, liderada por Ana Figueira, afirma-se como parceira estratégica das PME. A empresa distingue-se pelo acompanhamento próximo de cada cliente, pela antecipação de riscos e pelo planeamento financeiro ajustado à realidade de cada negócio, reforçando a confiança e oferecendo soluções que promovem crescimento sustentável e uma visão de longo prazo para enfrentar os desafios do mercado.

Num contexto económico marcado por incerteza e constante alteração do enquadramento fiscal, de que forma a PASAF apoia os seus clientes na antecipação de riscos e no planeamento financeiro sustentável dos seus negócios?
Num contexto económico volátil e de constante alteração do enquadramento fiscal, a PASAF posiciona-se como um parceiro próximo e proativo dos seus clientes. Acompanhamos de forma contínua a evolução legislativa, fiscal e económica, traduzindo essa informação em impacto prático para cada negócio. Através de análises regulares, cenários prospetivos e planeamento financeiro ajustado à realidade de cada empresa, ajudamos os nossos clientes a antecipar riscos, tomar decisões informadas e construir modelos de negócio financeiramente sustentáveis no curto, médio e longo prazo.
Como é que avalia o impacto da relação de confiança construída ao longo do tempo com os clientes no processo de tomada de decisão e na capacidade das empresas responderem a desafios inesperados?
A relação de confiança construída ao longo do tempo é um dos pilares do nosso trabalho. Esse vínculo permite uma comunicação aberta, transparente e atempada, essencial em momentos de incerteza ou perante desafios inesperados. Quando existe confiança, as empresas sentem-se mais seguras para partilhar informação crítica e envolver-nos nos seus processos de decisão, o que resulta em respostas mais rápidas, estratégicas e eficazes face a mudanças ou crises.
De que modo a cultura interna da PASAF ao nível da liderança, colaboração e desenvolvimento da equipa se reflete diretamente na qualidade do serviço prestado e na perceção da marca no mercado?
A cultura interna da PASAF assenta numa liderança próxima, numa forte colaboração entre equipas e num investimento contínuo no desenvolvimento profissional. Este ambiente reflete-se diretamente na qualidade do serviço prestado: equipa motivada, atualizada e alinhada com os valores da empresa entregam soluções rigorosas, consistentes e personalizadas. Essa postura reforça a perceção da PASAF como uma marca de confiança, competência e proximidade no mercado.
(...) equipa motivada, atualizada e alinhada com os valores da empresa entregam soluções rigorosas, consistentes e personalizadas
Futuramente, que oportunidades estratégicas identifica para a empresa enquanto parceira de gestão das PME, e que papel pretende a empresa assumir na criação de valor a médio e longo prazo para os seus clientes?
Olhamos para o futuro com foco no reforço do nosso papel enquanto parceira de gestão das PME. Identificamos oportunidades na integração de ferramentas digitais, no apoio estratégico à tomada de decisão e no acompanhamento do crescimento dos negócios. A PASAF pretende continuar a criar valor através de uma visão integrada da gestão, ajudando os clientes a crescer de forma sustentável, resiliente e preparada para os desafios de um mercado em constante transformação.
geral@pasaf.pt www.pasaf.pt

Num mercado imobiliário cada vez mais exigente e competitivo, a ERA Praça de Espanha afirma-se pela transparência, pelo acompanhamento próximo dos clientes e por uma liderança focada em resultados e crescimento sustentável. À conversa com Ana Teles, Administradora da loja da Praça de Espanha, ficamos a conhecer os fatores que sustentam a relação de confiança com proprietários e compradores, os desafios atuais do mercado na zona de Lisboa e a visão estratégica que orienta o futuro da loja.
Que fatores considera determinantes para criar uma relação de confiança duradoura entre a ERA Praça de Espanha e os seus clientes, tanto proprietários como compradores?
Para criar e manter uma relação de confiança duradoura com os clientes, a transparência é indispensável, especialmente porque os ajudamos em decisões de grande impacto, como comprar ou vender casa. É essencial oferecer aconselhamento profissional, baseado numa análise rigorosa do mercado, e partilhar rapidamente as melhores oportunidades, mostrando compromisso e proximidade. Adicionalmente, apoiar os clientes na escolha do financiamento, simplificando os processos e tratando da intermediação de crédito, torna todo o percurso mais tranquilo. A fidelização resulta do acompanhamento próximo e profissional em todas as fases do processo, garantindo confiança e satisfação contínua.
De que forma a liderança e a gestão de equipas influenciam o posicionamento da ERA Praça de Espanha num mercado imobiliário cada vez mais competitivo?
Ser Franquiado ERA garante processos organizados, apoio
contínuo e uma estrutura definida, promovendo eficiência. A liderança é informal, centrada em resultados e trabalho em equipa, essenciais para atingir objetivos ambiciosos num setor exigente. A Academia ERA oferece formação contínua, preparando as equipas para os desafios do mercado e necessidades dos clientes. Este modelo permite ao consultor ERA destacar-se pelo conhecimento técnico e orientação ao cliente, reforçando a reputação de excelência da ERA Praça de Espanha. Na nossa agência, lideramos de forma próxima, sempre focados nos objetivos, ajudando a equipa a crescer e a dar o seu melhor todos os dias.
Quais são hoje os principais desafios do mercado imobiliário nesta zona de Lisboa e como é que a ERA Praça de Espanha tem sabido adaptar-se a essas mudanças?
O mercado imobiliário na Praça de Espanha enfrenta desafios como preços elevados, escassez de oferta, maior regulação no arrendamento e compradores mais exigentes. A recente instabilidade económica e política levou a decisões mais cautelosas, mas o início de 2026 mostra maior dinamismo. Para responder a este cenário, a agência aposta no conhecimento do mercado local, avaliações realistas e uso de tecnologia e marketing digital, tornando os imóveis mais visíveis e reduzindo os tempos de venda. O serviço integrado cobre todo o processo, adaptando-se a vários perfis de clientes e acompanhando a evolução do mercado.
Que visão estratégica tem para o futuro da loja ERA Praça de Espanha e que objetivos pretende consolidar a médio prazo?
A visão estratégica para a ERA Praça de Espanha foca-se em consolidar a loja como referência de excelência na zona, destacando-se pela proximidade ao cliente, profissionalismo e resultados consistentes. Pretendemos promover o crescimento sustentável, reforçar a notoriedade local, captar imóveis de qualidade e fidelizar clientes com um serviço personalizado e transparente. A médio prazo, o objetivo é fortalecer a equipa com formação contínua, otimizar processos internos e ferramentas digitais para melhorar eficiência e produtividade, aumentar a quota de mercado e garantir uma operação sólida, alinhada com os valores ERA.

Fundada por Carlos Venâncio e atualmente gerida em conjunto com a filha, Margarida Venâncio, a Soberanindice é uma empresa de construção civil que nasceu num contexto desafiante e que tem vindo a afirmar-se no mercado regional através de um crescimento sustentado, assente na qualidade do trabalho, no rigor dos prazos e numa forte ligação ao território onde atua.

O nascimento de uma empresa em tempos incertos
A Soberanindice surge em 2022, num período marcado pela incerteza económica que se seguiu à pandemia da Covid-19. Carlos Venâncio, fundador da empresa, trazia consigo uma vasta experiência profissional no setor da construção, acumulada ao longo de vários anos a trabalhar fora de Portugal. O regresso ao país coincidiu com um momento de viragem, tanto pessoal como profissional.
“A empresa surgiu logo a seguir ao Covid. Eu andava fora, a fazer obras no estrangeiro, e entretanto começaram a surgir aqui alguns projetos novos”, explica. Foi nesse contexto que decidiu avançar para a criação de uma empresa própria, inicialmente de pequena dimensão, focada sobretudo em obras particulares, mas com ambição de entrar também no mercado das obras públicas. “Começámos mais pequenos, passo a passo, e fomos evoluindo à medida que conseguimos”, sublinha.
A opção por criar uma empresa independente, totalmente sua, surgiu depois de uma experiência anterior em sociedade com outros parceiros. A Soberanindice nasce, assim, como um projeto familiar, pensado para crescer com autonomia, mas sem perder o controlo sobre a qualidade e a identidade do trabalho desenvolvido.
Os primeiros desafios e a importância da reputação
Como acontece com muitas empresas na fase inicial, os primeiros tempos da Soberanindice foram marcados por dificuldades. O reduzido capital disponível limitava o acesso a determinadas obras e obrigava a uma gestão cautelosa dos recursos. “A empresa era muito pequena, com pouco capital, e isso foi uma dificuldade”, reconhece Carlos Venâncio. Ainda assim, a estratégia adotada revelou-se decisiva: apostar na qualidade da execução e no cumprimento rigoroso dos prazos. Num setor frequentemente criticado por atrasos e derrapagens, a Soberanindice procurou diferenciar-se exatamente por fazer o contrário. “A nossa estratégia foi fazer as coisas muito bem feitas e cumprir os prazos”, afirma. Essa postura acabou por gerar um efeito multiplicador. Clientes satisfeitos começaram a recomendar a empresa, contribuindo para a sua consolidação no mercado. “As pessoas começaram a publicitar as nossas obras. Foi assim que conseguimos avançar”, acrescenta.
A gestão da empresa conheceu uma nova fase com a entrada de Margarida Venâncio. Com experiência profissional noutra área, Margarida decidiu juntar-se ao pai, percebendo que podia dar um contributo essencial à empresa. “A minha prioridade foi organizar toda a parte de papéis, contabilidade e burocracia, porque o meu pai é excelente na obra, mas essa parte passava-lhe um bocadinho ao lado”, explica. Essa reorganização interna revelou-se fundamental para o crescimento da empresa, permitindo uma gestão mais estruturada e profissional. Com o tempo, Margarida foi assumindo novas responsabilidades, desde a orçamentação para concursos públicos até à
comunicação com clientes e fornecedores. “Foi uma evolução natural. Trabalho com o meu pai há quase três anos e hoje estou envolvida em praticamente todas as áreas da empresa”, refere.
Obras públicas, privadas e um trabalho feito “com os pés bem assentes na terra”
Atualmente, a Soberanindice atua tanto em obras públicas como privadas, com especial incidência em remodelações e reabilitações. Entre os trabalhos mais recentes destacam-se intervenções em balneários municipais e no canil municipal, além de diversas obras particulares, desde a construção de raiz até aos acabamentos finais.
“Nós fazemos um bocadinho de tudo, dentro daquilo que sabemos e conseguimos fazer”, sublinha Margarida, acrescentando que a empresa evita comprometer-se com projetos que não consegue executar com qualidade. A Soberaníndice aposta na fiabilidade e na excelência do trabalho. “O mais importante é que, no final, o cliente fique satisfeito com o resultado”, admite Margarida.


Apesar de sermos pequenos e termos pouco tempo no mercado, acho que estamos ao nível de empresas que já cá estão há mais anos


Segurança, equipa e posicionamento no mercado Outro pilar da empresa é a segurança no trabalho e a valorização dos recursos humanos. Margarida, com formação na área, garante que a equipa cumpre as normas de higiene e segurança em obra. “É importante para proteger quem trabalha connosco e também a empresa”, afirma. Sendo a Soberanindice uma empresa de cariz familiar, a valorização da continuidade e da transmissão de conhecimento entre gerações assume-se como um princípio estruturante da sua identidade. Nesse sentido, importa ainda referir que Pedro Venâncio, irmão de Margarida Venâncio, concluiu o 12.º ano em julho do ano passado no curso profissional de Técnico de Eletrotecnia, encontrando-se atualmente a desenvolver um estágio profissional na área de eletricista de construções e similares na empresa, com vista à sua futura integração no quadro da equipa.
No contexto regional, a Soberanindice assume-se como uma empresa ainda jovem, mas já consolidada. “Apesar de sermos pequenos e termos pouco tempo no mercado, acho que estamos ao nível de empresas que já cá estão há mais anos”, refere, destacando o crescimento registado desde o início da atividade.
Crescer com prudência e manter a solidez
Em relação ao futuro, tanto pai como filha partilham a mesma visão: crescer, mas com cautela. “Prefiro uma empresa pequena, mas sólida, do que grande e instável”, afirma Carlos Venâncio. Margarida concorda: “Quero que a empresa cresça, mas passo a passo, sem saltar etapas”. A ambição passa por continuar a crescer a nível regional, mantendo a qualidade do trabalho e a relação de proximidade com os clientes. “Há sempre algo para aprender e melhorar”, conclui Margarida. A Soberanindice afirma-se, assim, como um exemplo de empresa familiar que alia experiência e renovação, tradição e organização, construindo não só edifícios, mas também uma reputação assente na confiança e no rigor.


966 924 310
(chamada para rede móvel nacional) geral@soberanindice.pt
Ao longo de 15 anos de atividade, a LusoRacks construiu um percurso marcado pela inovação, pela proximidade e por uma estratégia sustentada que a afirma hoje como líder nacional em estantes metálicas. Em entrevista à Revista Business Portugal, Alexandre Alves, CEO da empresa, faz um balanço deste caminho de sucesso, destaca os pilares que têm guiado o crescimento da marca e antecipa as prioridades que irão orientar o futuro da LusoRacks.


A LusoRacks celebra em 2026 o seu 15.º aniversário, afirmando-se como líder nacional em estantes metálicas. Que momentos-chave marcaram este percurso e foram determinantes para o crescimento e consolidação da empresa?
Ao longo destes 15 anos, a LusoRacks trilhou um percurso sustentado por decisões estratégicas assertivas. Desde o início, a aposta na manutenção de um stock permanente, aliada a uma elevada capacidade de resposta e a uma estreita proximidade ao cliente, revelou-se determinante para a afirmação da empresa no mercado.
A consolidação da marca em território nacional – apoiada numa comunicação consistente, tanto online como offline –, o crescimento contínuo da carteira de clientes em diversos setores e a adaptação às exigentes dinâmicas logísticas constituem marcos fundamentais deste trajeto. Destaca-se, igualmente, a qualificação da equipa técnica e comercial, bem como o investimento
contínuo em processos mais eficientes e sustentáveis, fatores que asseguraram um crescimento sólido e estruturado.
As distinções PME Líder, PME Excelência e Top Scoring 5% PME Portugal refletem consistência e solidez financeira. O que representam estes reconhecimentos para a LusoRacks e de que forma reforçam a confiança dos clientes e parceiros?
Estes reconhecimentos constituem uma validação externa e independente do rigor e da consistência com que a LusoRacks conduz a sua atividade. Mais do que simples indicadores de solidez financeira, refletem credibilidade, uma gestão prudente e a capacidade de cumprir compromissos de forma sustentável. Para clientes e parceiros, estes galardões atuam como um verdadeiro selo de confiança, garantindo a segurança de colaborar com uma empresa estável, responsável e vocacionada para relações de longo prazo. No plano interno, representam um forte fator de
motivação e, simultaneamente, de responsabilidade acrescida na manutenção dos elevados padrões de exigência que nos definem.
“Mais do que estruturas, a solução perfeita para si” é um dos vossos lemas. Como é que este conceito se traduz, na prática, na forma como a empresa desenvolve e propõe soluções de armazenamento aos seus clientes?
Este lema materializa a filosofia da LusoRacks, inteiramente focada nas especificidades de cada cliente. Na prática, traduz-se na criação de soluções personalizadas, em vez de simples propostas padronizadas. Cada projeto arranca com uma análise técnica rigorosa – que contempla o espaço disponível, a tipologia de carga, os circuitos logísticos e os objetivos operacionais. É com base nesta avaliação que desenhamos sistemas de armazenamento capazes de maximizar a eficiência, a segurança e a rentabilidade do investimento, garantindo um acompanhamento próximo e especializado em todas as etapas do processo.
A estratégia de negócio da LusoRacks assenta em valores como rigor, eficácia, responsabilidade e respeito pelos direitos humanos. De que forma estes princípios orientam as decisões estratégicas e a relação com clientes, colaboradores e fornecedores?
Estes princípios são transversais a toda a atividade da LusoRacks, balizando tanto as decisões estratégicas como a dinâmica operacional. O rigor e a eficácia espelham-se na excelência técnica das soluções e no cumprimento escrupuloso dos compromissos assumidos.
A responsabilidade materializa-se numa gestão criteriosa dos recursos, na promoção ativa da segurança no trabalho e na adoção de práticas sustentáveis. Já o respeito pelos direitos humanos alicerça a construção de relações éticas, transparentes e justas com colaboradores, fornecedores e parceiros. Esta matriz de valores tem sido decisiva para a confiança granjeada no mercado e para a robustez da cultura organizacional da empresa.
A equipa comercial tem um papel central na experiência do cliente, desde o aconselhamento até à entrega final. Que importância assume o atendimento personalizado num setor tão técnico e competitivo como o das estantes metálicas?
Num setor de elevada exigência técnica e forte concorrência, o atendimento personalizado constitui um fator de diferenciação crucial. A equipa comercial da LusoRacks assume-se como um verdadeiro parceiro estratégico, garantindo consultoria especializada e um acompanhamento permanente ao longo de todo o ciclo do projeto.
Esta proximidade permite-nos diagnosticar com rigor as necessidades operacionais, antecipar eventuais desafios e assegurar que cada solução é implementada com total precisão. A aposta contínua na formação técnica e a valorização da vertente humana traduzem-se num serviço de excelência, orientado para a criação de valor, o que resulta em elevados índices de satisfação e fidelização.

O rigor e a eficácia espelham-se na excelência técnica das soluções e no cumprimento escrupuloso dos compromissos assumidos
Com uma forte presença na zona norte e um posicionamento focado na eficiência e sustentabilidade, quais são as prioridades e objetivos da LusoRacks para os próximos anos, depois de alcançados 15 anos de sucesso?
Após 15 anos de crescimento e consolidação, a LusoRacks projeta o futuro com uma estratégia focada na expansão e no reforço da sua capacidade operacional. Entre as grandes prioridades, destaca-se a abertura de novas filiais, visando estreitar a proximidade com os clientes e assegurar uma capacidade de resposta ainda mais célere nas diferentes regiões.
Simultaneamente, a empresa aposta de forma sustentada na internacionalização, explorando novos mercados e exportando o know-how da LusoRacks para além-fronteiras. Todo este percurso de crescimento manter-seá alicerçado no compromisso com a qualidade, a eficiência e a sustentabilidade – os pilares insubstituíveis da nossa identidade.

Ao celebrar seis anos de atividade, a PTCG – Consultoria de Gestão reafirma a visão que marcou a sua fundação: fazer consultoria de forma diferente – mais próxima, mais estratégica e genuinamente orientada à criação de valor sustentável. Em entrevista à Revista Business Portugal, Mário Silva, Fundador e Managing Partner, reflete sobre o percurso da empresa, o reconhecimento como uma das “Top 5% Melhores PME de Portugal” e as ambições para o futuro num setor onde a confiança, o rigor e a responsabilidade continuam a ser os pilares do sucesso.

Ao celebrar o sexto aniversário da PTCG – Consultoria de Gestão, fundada em 2020 por profissionais experientes em estratégia e finanças corporativas, que marcos fundamentais do vosso percurso destacaria e como estes reforçam o posicionamento da empresa?
Celebrar seis anos da PTCG é celebrar uma visão que nasceu da convicção de que a consultoria de gestão em Portugal podia – e devia – ser feita de forma diferente: mais próxima dos empresários, mais estratégica nas decisões e genuinamente orientada à criação de valor sustentável.
Quando fundámos a PTCG, em 2020, reuníamos décadas de experiência em estratégia e finanças corporativas e um propósito muito claro: construir uma casa de confiança para empresários exigentes, que procuram mais do que recomendações – procuram parceiros que se envolvem, pensam e decidem ao seu lado, com rigor, clareza e responsabilidade.
Ao longo destes seis anos, crescemos com disciplina, consistência e foco. Construímos relações duradouras com clientes, reforçámos a equipa com profissionais de elevado mérito e expandimos as nossas áreas de atuação, sempre com um denominador comum: gerar impacto real, mensurável e duradouro nas organizações que
acompanhamos. O reconhecimento continuado do mercado confirma que o nosso posicionamento é claro e diferenciador. A PTCG é hoje sinónimo de excelência, integridade e proximidade estratégica – uma consultora que alia rigor técnico, comunicação transparente e um profundo sentido de responsabilidade, com um único objetivo: exceder expectativas e criar valor sustentável para os seus clientes.
Referiu que a consultoria de gestão podia e devia ser feita de forma diferente. Na sua opinião que papel pode – e deve – a consultoria de gestão desempenhar no reforço da competitividade das empresas portuguesas nos próximos anos?
A consultoria de gestão tem de assumir um papel muito mais ativo e responsável no reforço da competitividade das empresas portuguesas. O país não precisa de relatórios genéricos – precisa de parceiros estratégicos que se envolvam, assumam responsabilidade e gerem impacto real.
Num contexto económico cada vez mais exigente, marcado por pressão financeira, transformação digital acelerada e desafios de sustentabilidade, as empresas precisam de apoio rigoroso, claro e pragmático. A consultoria deve ajudar a transformar visão em ação, estratégia em resultados e complexidade em decisões simples e eficazes. Na PTCG, acreditamos que o futuro da consultoria passa por combinar excelência técnica, transparência absoluta e proximidade humana. Compreender profundamente os negócios, respeitar a cultura das organizações e trabalhar com ética e clareza, sempre orientados para a criação de valor sustentável.
Se conseguirmos elevar o nível de profissionalismo, disciplina estratégica e qualidade das decisões nas empresas portuguesas, estaremos a contribuir não apenas para o sucesso individual dos nossos clientes, mas para um tecido empresarial mais forte, mais competitivo e melhor preparado para o futuro.
A distinção como “Top 5% Melhores PME de Portugal” coincide com uma fase de maturidade da PTCG – Consultoria de Gestão; de que forma este reconhecimento valida o caminho percorrido desde a fundação?
Ser distinguida, pelo terceiro ano consecutivo, como uma das “Top 5% Melhores PME de Portugal” é um motivo de enorme orgulho, mas sobretudo uma validação objetiva do caminho que temos vindo a construir desde o primeiro dia.
Este reconhecimento surge numa fase de clara maturidade da PTCG e confirma que a nossa estratégia – assente em rigor, ética, disciplina financeira e foco no cliente – é consistente e sustentável. Desde a fundação, assumimos o compromisso de construir uma organização sólida, ética e profissional, baseada numa cultura de transparência, comunicação clara e responsabilidade na tomada de decisão.
Mais do que um selo de excelência financeira, esta distinção traduz a confiança dos nossos clientes e parceiros e confirma que é possível crescer de forma sustentada, mantendo elevados padrões de integridade e qualidade. Para nós, é simultaneamente a confirmação do percurso feito e um estímulo para continuar a elevar a fasquia, aprofundando o impacto positivo que queremos gerar no tecido empresarial português.
Num contexto em que apenas uma minoria das PME portuguesas atinge este patamar de desempenho e solidez financeira, como é que a PTCG transforma esta credenciação num fator diferenciador no relacionamento com clientes, parceiros e equipas internas?
Esta distinção é muito mais do que um reconhecimento externo – é um fator de diferenciação real no modo como nos relacionamos com clientes, parceiros e com a nossa própria equipa.
No relacionamento com os clientes, reforça a confiança e consolida o posicionamento da PTCG como parceiro estratégico de referência. Representa uma garantia de excelência na execução, transparência na comunicação e responsabilidade pelo impacto gerado, mostrando que aplicamos internamente os mesmos princípios que defendemos: rigor, ética e foco em resultados sustentáveis. Trabalhar com a PTCG é trabalhar com uma consultora que faz na prática aquilo que recomenda. Com os parceiros, esta credenciação reforça a nossa reputação como uma empresa sólida, fiável e preparada para assumir projetos de maior complexidade e exigência. A nossa solidez financeira, clareza estratégica e forma transparente de atuar tornam-nos um aliado de confiança em projetos com impacto relevante.
Internamente, é um selo de orgulho e pertença. A equipa reconhece que este estatuto é o reflexo de uma cultura exigente, onde a excelência, a confiança mútua e a responsabilidade pelo valor criado para os clientes orientam diariamente a forma como trabalhamos. Reforça o nosso sentido de missão e o compromisso coletivo de continuar a crescer com propósito.
Na sua experiência, qual é hoje o principal erro estratégico que as PME portuguesas continuam a cometer – e de que forma a PTCG ajuda os empresários a evitá-lo?
O erro mais frequente – e também o mais crítico – é a gestão excessivamente reativa, onde as decisões estratégicas são tomadas sob pressão, sem uma leitura clara do impacto financeiro e sem uma visão estruturada de médio e longo prazo.
Muitas PME são lideradas por empresários extremamente competentes e resilientes, mas que continuam demasiado envolvidos na operação do dia a dia, adiando decisões estruturantes ou baseando-as
apenas na intuição. O resultado é conhecido: crescimento pouco sustentado, fragilidade financeira e dificuldade em antecipar riscos ou aproveitar oportunidades.
Na PTCG, ajudamos os empresários a passar da gestão intuitiva para a liderança estratégica. Trabalhamos lado a lado com os decisores para estruturar a informação certa, traduzir números em decisões claras e alinhar estratégia, finanças e execução. Fazemo-lo com total transparência, comunicação direta e um profundo sentido de responsabilidade pelo impacto das decisões tomadas.
O nosso papel não é substituir o empresário, mas dar-lhe clareza, confiança e método para decidir melhor. Quando isso acontece, as empresas tornam-se mais sólidas, mais rentáveis e mais preparadas para crescer de forma sustentável.
Referiu há pouco o futuro. Ora, olhando para o futuro, que ambições estratégicas define para o próximo ciclo da PTCG, e de que forma este selo influencia a sua agenda de inovação, crescimento e criação de valor para o tecido empresarial português?
O futuro da PTCG constrói-se com a mesma ambição que esteve na sua génese: trabalhar com excelência, agir com total transparência e assumir plena responsabilidade pelo impacto que geramos nas empresas que nos confiam os seus desafios estratégicos.
Não ambicionamos ser uma grande consultora no sentido tradicional. Não queremos ser um player mass-market. Acreditamos profundamente que o verdadeiro factor diferenciador da PTCG reside nas pessoas – na sua experiência, compromisso e capacidade de se envolverem verdadeiramente com cada cliente. É essa proximidade que nos permite compreender os desafios dos empresários e entregar soluções com impacto real.
O nosso crescimento continuará a ser sustentado, criterioso e alinhado com os nossos valores. Preferimos consolidar relações de longo prazo, sólidas, apoiadas por equipas altamente qualificadas e alinhadas com a nossa visão, em detrimento de uma expansão rápida que comprometa a qualidade, a proximidade e a confiança que nos caracterizam. Estrategicamente, queremos reforçar a nossa posição como parceiro de referência em consultoria de gestão e finanças corporativas, aprofundando a atuação em áreas críticas para o futuro das empresas, como a transformação digital, a sustentabilidade e a reestruturação financeira.
Acreditamos que a consultoria do futuro combina rigor analítico com sensibilidade humana – compreender números, sim, mas sobretudo compreender pessoas, visão e ambição.
Mais do que consultores, queremos continuar a ser parceiros de confiança, exigentes, transparentes e profundamente comprometidos em gerar impacto real e duradouro no tecido empresarial português.

geral@ptcg.pt www.ptcg.pt

As relações bilaterais entre Portugal e os Estados Unidos constituem um exemplo notável de estabilidade, cooperação e visão estratégica num contexto global em constante mutação. Enraizadas numa história centenária, marcada por intercâmbios políticos, económicos e culturais, estas relações refletem uma afinidade de valores assente na liberdade, na democracia e na defesa da paz. Ao longo das últimas décadas, ambos os países souberam adaptar-se às dinâmicas geopolíticas e económicas contemporâneas, consolidando uma parceria que transcende o âmbito diplomático e que se afirma, cada vez mais, como um motor de inovação e prosperidade.
O relacionamento luso-americano tem vindo a fortalecer-se através de uma ampla rede de cooperação que abrange setores cruciais como a defesa, a ciência e tecnologia, a energia, a cultura e, naturalmente, o investimento. Portugal afirma-se como uma plataforma privilegiada para as empresas norte-americanas que procuram uma porta de entrada para a Europa, a África e a América Latina, beneficiando de uma localização estratégica e de um ecossistema empresarial em constante modernização. Ao mesmo tempo, o investimento português nos Estados Unidos tem ganho nova expressão, traduzindo uma presença cada vez mais sólida e diversificada em áreas como as energias renováveis, o turismo e os bens de consumo.
As relações bilaterais não são apenas reflexo de uma história comum, mas o testemunho vivo de uma vontade partilhada de construir o futuro com base na inovação, no diálogo e no respeito pelos valores democráticos que unem ambas as nações.
Fundada em 1951, a Câmara de Comércio Americana em Portugal (AmCham Portugal) afirma-se ao longo dos seus 75 anos de actividade como um dos principais agentes na promoção das relações económicas e comerciais entre Portugal e os Estados Unidos. Associação empresarial privada, independente e sem fins lucrativos, reúne actualmente mais de 280 sócios, sendo a maior associação empresarial bilateral entre os dois países.
A missão da AmCham Portugal centra-se na promoção da economia e do diálogo transatlântico, representando os interesses dos seus associados, em particular dos investidores americanos em Portugal e das empresas portuguesas com presença ou ambição no mercado norte-americano. Assume igualmente um papel relevante enquanto fórum de debate sobre temas estratégicos para o ambiente empresarial, contribuindo para um ambiente empresarial mais competitivo, inovador e sustentável. Num contexto global marcado por desafios económicos e geopolíticos, a AmCham Portugal continua a desempenhar um papel estratégico na criação de um ambiente favorável ao investimento e ao crescimento, contribuindo para que as empresas que investem hoje em Portugal possam prosperar no futuro.
As relações económicas entre Portugal e os EUA têm-se intensificado nos últimos anos. Os Estados Unidos são o quarto maior destino das exportações portuguesas, com vendas de bens e serviços que atingiram mais de 10 mil milhões de euros em 2024, reflexo de um crescimento consistente no comércio bilateral. Portugal exporta para os EUA produtos como químicos, combustíveis, máquinas e plásticos, enquanto importa diversos bens, incluindo combustíveis minerais e maquinaria.
No que diz respeito ao investimento directo estrangeiro (IDE), os fluxos provenientes dos Estados Unidos aumentaram, com a stock de investimento americano em Portugal a crescer para mais de €11 mil milhões, tornando os EUA num dos principais investidores estrangeiros no país. O turismo é outro pilar das relações bilaterais. Em 2024, Portugal recebeu mais de 2,2 milhões de turistas norte-americanos, que representaram uma fatia significativa do mercado, e impulsionaram receitas elevadas no sector turístico, contribuindo de forma relevante para a economia nacional.
Além das trocas comerciais e investimentos, Portugal tem vindo a atrair cidadãos americanos que escolhem viver, trabalhar ou investir no país, beneficiando de uma serie de factores competitivos, nomeadamente um ambiente de negócios atractivo e de regimes de residência para investidores. Em 2024, mais de 20 mil cidadãos dos EUA estavam a residir oficialmente em Portugal, com um crescimento nas autorizações de residência nos últimos anos.
Com uma intensa actividade anual, que inclui mais de 30 eventos e envolve milhares de participantes, a AmCham actua como ponto de ligação entre empresas de diferentes dimensões e sectores, promovendo oportunidades de negócio, partilha de conhecimento e acesso a informação estratégica. Este trabalho é reforçado pela actuação de comissões especializadas em áreas como tecnologia, energia, saúde, turismo, sustentabilidade ou Inteligência Artificial, com impacto no debate público e na definição de políticas.
Em 2026, a AmCham Portugal celebra 75 anos de história, de missão e de uma ambição contínua: construir pontes entre países, empresas, pessoas e propósitos. Desde 1951, a comunidade AmCham representa mais do que negócios, representa confiança, visão partilhada e um impacto duradouro. Hoje, é uma rede viva e dinâmica, onde as empresas se conectam, evoluem e moldam o futuro.
Ao longo do ano será apresentado um programa comemorativo diversificado, e queremos que participe e viva connosco este ano tão especial, porque os próximos 75 anos começam agora, e construi-se sempre em conjunto.
* Este artigo não está ao abrigo do novo acordo ortográfico

A KLEVIE nasceu da convicção de que crescer em mercados altamente competitivos exige muito mais do que boas ideias — exige estratégia, tecnologia e execução alinhadas desde o primeiro dia. Em entrevista à Revista Business Portugal, Ricardo Vasconcelos, CEO da KLEVIE, explica como esta visão se traduz no apoio a empresas portuguesas que procuram escalar nos Estados Unidos, num contexto onde o rigor, a confiança digital e a clareza estratégica são determinantes para competir e sustentar crescimento internacional.
A KLEVIE nasceu para ligar estratégia, tecnologia e execução, de que forma esta visão se materializa, na prática, nos projetos que desenvolvem para empresas portuguesas que querem operar ou escalar nos Estados Unidos?
Nascemos de uma leitura muito concreta do que significa crescer nos Estados Unidos. Estratégia, tecnologia e execução fazem parte do mesmo sistema porque o mercado norte-americano não tolera improviso nem aprendizagem lenta. Quando trabalhamos com empresas portuguesas que querem operar ou escalar neste contexto, essa visão traduz-se na forma como estruturamos o trabalho desde o início.
Começamos sempre pela estratégia certa para o contexto norte-americano. Não partimos de modelos europeus nem adaptamos frameworks genéricos. Analisamos o mercado, a categoria, a maturidade do produto, o modelo de vendas e o posicionamento competitivo. A questão é simples: onde faz sentido competir nos Estados Unidos e com que proposta clara de valor. A partir daí, a tecnologia sustenta as decisões e a execução avança em ciclos curtos, próximos da operação real, permitindo aprender, ajustar e ganhar tração com rigor desde o primeiro contacto com o mercado.
O mercado de e-commerce norte-americano é um dos mais maduros e competitivos do mundo, mas também um dos que mais valoriza a inovação e os nichos. Que erros vê com mais frequência nas empresas portuguesas quando tentam entrar neste mercado e que papel pode a KLEVIE assumir para os evitar desde o primeiro momento?
O mercado norte-americano de e-commerce tende a expor fragilidades cedo. Observamos com frequência empresas portuguesas a entrar com propostas pouco diferenciadas, mensagens genéricas ou modelos de aquisição pensados para contextos menos competitivos. Também é comum investir em canais e tecnologia antes de existir clareza sobre nicho, pricing, logística e expectativas do consumidor local. O nosso papel começa antes desses erros acontecerem. Trabalhamos a entrada no mercado a partir do negócio, ajudando a definir onde existe vantagem real, que inovação é relevante naquele contexto e que estrutura operacional suporta essa ambição. Esse trabalho inicial permite que a execução avance com foco, decisões mais sustentadas e menos desperdício desde o primeiro momento.

Com base na atuação da KLEVIE em negócios de retalho omnicanal e serviços digitais orientados ao cliente, que especificidades têm sido identificadas nos processos de internacionalização digital para mercados de referência em escala e compliance digital – como os Estados Unidos e a Holanda – e de que forma esses insights influenciam o desenho das vossas soluções de e-commerce e segurança digital?
Na nossa atuação em retalho omnicanal e serviços digitais orientados ao cliente, a internacionalização digital revela diferenças estruturais claras entre mercados maduros. Nos Estados Unidos, a escala amplifica concorrência, custos de aquisição e impacto de falhas operacionais. Na Holanda, a sofisticação digital e o enquadramento regulatório elevam a exigência em temas como privacidade, pagamentos e interoperabilidade entre sistemas.
Estes contextos levam-nos a encarar e-commerce e serviços digitais como infraestruturas críticas. Compliance, segurança, gestão de dados e experiência do utilizador influenciam diretamente confiança e conversão. Por isso, desenhamos soluções onde arquitetura tecnológica, experiência omnicanal e requisitos legais são tratados de forma integrada desde o início, garantindo crescimento digital com robustez e previsibilidade.
Portugal afirma-se cada vez mais como um polo tecnológico e de startups com forte vocação internacional. Como é que a KLEVIE utiliza este contexto – talento, ecossistema e rede de parceiros – para construir pontes sólidas entre empresas portuguesas e hubs como Silicon Valley e o Texas?
Portugal afirma-se como um ponto de partida sólido para projetos tecnológicos com ambição global. Trabalhamos num ecossistema com talento técnico forte, equipas habituadas a operar em contexto internacional e uma rede de parceiros que permite acelerar decisões sem aumentar complexidade. Esse contexto dá-nos eficiência na construção, mas nunca define o destino final. Quando ligamos empresas portuguesas a hubs como o Silicon Valley ou o Texas, a prioridade não é replicar modelos nem forçar presença simbólica. Ajudamos a decidir quando faz sentido expor a organização a esses mercados e que funções devem estar próximas do terreno. Essa clareza reduz fricção operacional, limita ruído cultural e permite que talento, produto e execução se alinhem com expectativas locais desde o início. É assim que construímos pontes funcionais e sustentáveis entre Portugal e os principais centros de decisão tecnológica.
Como é que a KLEVIE mede o valor gerado pelas suas intervenções enquanto parceira de crescimento, nomeadamente ao nível da escalabilidade digital, da mitigação de risco e da entrada em mercados como os Estados Unidos?
Medimos o valor do nosso trabalho pelas mudanças concretas que ficam instaladas no negócio após cada intervenção. A escalabilidade digital reflete-se na forma como sistemas, processos e equipas respondem ao crescimento, mantendo consistência operacional à medida que o volume aumenta. Quando essa base está bem desenhada, a empresa ganha capacidade de evoluir com controlo. A mitigação de risco surge na qualidade das decisões tomadas ao longo do percurso. Estratégia clara, validação progressiva e execução disciplinada reduzem exposição a investimentos prematuros, arquiteturas inadequadas e apostas pouco informadas. Nos projetos de entrada nos Estados Unidos, este rigor traduz-se num caminho mais controlado, onde cada passo gera aprendizagem útil e reforça a previsibilidade do crescimento.
Para além do cumprimento regulatório, que standards de confiança digital a KLEVIE considera críticos para competir em mercados como o norte-americano, e como é que estes informam o vosso papel junto de empresas portuguesas em expansão internacional?
Para além do cumprimento regulatório, sabemos que competir em mercados como o norte-americano implica compreender onde

Trabalhamos num ecossistema com talento técnico forte, equipas habituadas a operar em contexto internacional e uma rede de parceiros que permite acelerar decisões sem aumentar complexidade
a confiança é realmente construída. O enquadramento regulatório nos Estados Unidos tende a ser menos homogéneo e menos restritivo do que na Europa, o que cria maior liberdade operacional. Essa liberdade, no entanto, desloca a exigência para o mercado. A confiança deixa de ser validada sobretudo pela norma e passa a ser validada pela perceção, pela experiência e pela reputação pública. É por isso que, no nosso trabalho com empresas portuguesas em expansão internacional, damos especial atenção a sinais de confiança visíveis, como consistência da experiência digital, fiabilidade operacional e prova social. Reviews, ratings e feedback de outros utilizadores têm um peso determinante na decisão de compra e na credibilidade da marca. Integramos estes fatores desde o desenho da operação digital, garantindo que tecnologia, experiência e comunicação estão preparadas para gerar confiança no mercado, reduzir fricções e sustentar crescimento em contextos altamente competitivos como o norte-americano.

Num contexto global em que a mobilidade internacional e os programas de residência por investimento assumem um papel cada vez mais estratégico, Portugal mantém-se como um destino de excelência. Em entrevista à Revista Business Portugal, Cátia Pereira Baptista, team leader da área de Imigração da Caiado Immigration & Corporate Services, analisa as tendências do mercado internacional, o enquadramento atual do programa Golden Visa e a forma como a empresa apoia clientes de diferentes perfis na concretização dos seus projetos de residência e investimento no país.
A Caiado Immigration & Corporate Services trabalha com perfis muito distintos de clientes. Como descreve hoje a vossa missão?
A nossa missão é acompanhar cada cliente no seu projeto de residência ou investimento em Portugal com segurança jurídica, clareza estratégica e rigor técnico. A decisão de mudar de país envolve dimensões pessoais, familiares e patrimoniais que exigem orientação jurídica qualificada desde o primeiro momento. Atuamos de forma integrada nas áreas de imigração, Golden Visa, planeamento fiscal e apoio societário, desenvolvendo soluções jurídicas completas, personalizadas e adequadas à realidade concreta de cada cliente.
Que tendências têm observado no mer cado internacional?
Temos observado um crescimento con sistente da procura internacional, com destaque recente para os Estados Unidos, mantendo-se muito ativos os mercados do Médio Oriente e da Ásia. Os clientes procuram estabilidade, mobilidade inter nacional e um enquadramento jurídico fiável. Portugal destaca-se pelo acesso à União Europeia e ao Espaço Schengen, pelo percurso estru turado até à cidadania por tuguesa, elevados níveis de segurança, sistema nacional de saúde universal e uma sociedade cosmopolita, com forte domínio da língua inglesa.
Quais são hoje as principais opções para quem pretende residir ou investir em Portugal?
O Golden Visa grama de residência por
investimento que continua a destacar-se a nível internacional pela sua flexibilidade e previsibilidade jurídica. Permite ao investidor e aos seus familiares diretos obter autorização de residência em Portugal, com requisitos de permanência reduzidos – apenas 7 dias por ano – e um enquadramento jurídico claro, incluindo um percurso definido até à nacionalidade portuguesa. Em paralelo, acompanhamos processos de vistos como o D2, D7 e D8, adequados a empreendedores, titulares de rendimentos estáveis e nómadas digitais.
Como avaliam as recentes propostas de alterações legislativas?

Acompanhamos de forma contínua e próxima a evolução legislativa e administrativa em matéria de imigração e nacionalidade. As propostas atualmente em discussão incidem sobre a Lei da Nacionalidade e não colocam em causa o enquadramento do Golden Visa, que permanece estável, com regulamentação clara e previsível. O programa mantém opções atrativas de investimento legalmente previstas, com destaque para os Fundos de Investimento elegíveis.
Para quem pondera Portugal como destino, o que destaca? Portugal oferece estabilidade, segurança e acesso ao espaço europeu, aliando qualidade de vida, ambiente seguro e condições atrativas para residência e investimento. O nosso papel é transformar esse interesse num projeto juridicamente estruturado e seguro, alinhado com os objetivos de cada cliente.

cbaptista@caiadoguerreiro.com www.caiadoimmigration.com


A Região Oeste e Lisboa revela-se como um dos territórios mais fascinantes e multifacetados de Portugal, onde o equilíbrio entre natureza, cultura e inovação constrói uma identidade única e profundamente contemporânea. Situada numa faixa privilegiada entre o dinamismo urbano de Lisboa e a serenidade do litoral atlântico, esta região conjuga o melhor de dois mundos: a energia da proximidade à metrópole e o encanto autêntico das suas comunidades locais.
Rica em património histórico e cultural, as suas vilas e cidades – de Torres Vedras a Caldas da Rainha, de Mafra a Alcobaça – guardam séculos de história, tradições que resistem ao tempo e uma arte de bem-receber que caracteriza o espírito genuíno da região. Mas o Oeste e Lisboa não vivem apenas do passado: estas terras afirmam-se hoje como polos de inovação, empreendedorismo e sustentabilidade, acolhendo empresas que olham para o futuro com ambição e visão.
O tecido económico local reflete um equilíbrio singular entre setores tradicionais e emergentes. A agricultura e a agroindústria continuam a ser pilares estruturantes, ancoradas na excelência dos produtos regionais e na valorização das origens. Ao mesmo tempo, surgem novas dinâmicas impulsionadas pela biotecnologia, pelas energias renováveis, pela economia digital e pela investigação científica, posicionando o território como um espaço de oportunidades e crescimento inteligente.
A Região Oeste está a acelerar a modernização digital do seu tecido empresarial com o projeto Acelerar 2030, iniciativa do PRR coordenada pela ACIRO em parceria com a ACCCRO, que já ultrapassou o marco de mil diagnósticos empresariais no âmbito da transição digital, traduzindo-se em múltiplas ações de apoio efetivo.

A Região Oeste está a dar passos firmes na modernização digital do seu tecido empresarial graças ao projeto Acelerar 2030, uma iniciativa financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e integrada na medida das Aceleradoras de Comércio Digital. O programa, concebido para impulsionar a transição digital das micro, pequenas e médias empresas, é desenvolvido em consórcio sob a liderança do CEC – Conselho Empresarial do Centro. No Oeste, a sua implementação é assegurada pela ACIRO – Associação Comercial, Industrial e Serviços da Região Oeste, que coordena o projeto no território em estreita articulação com a ACCCRO – Associação Empresarial das Caldas da Rainha e Oeste.
Enquanto entidade responsável pela Aceleradora de Comércio Digital da Região Oeste, a ACIRO tem assumido um papel determinante na dinamização da transformação digital das empresas locais, funcionando como elo agregador entre o CEC, os municípios e os parceiros empresariais regionais. A proximidade ao terreno tem
permitido à associação identificar as reais necessidades das empresas, apoiando-as na adoção de soluções tecnológicas que potenciem a sua competitividade e sustentabilidade.
A parceria com a ACCCRO tem sido igualmente relevante para os resultados alcançados, permitindo alargar o alcance territorial da iniciativa e garantir uma execução coesa e articulada do projeto. Esta cooperação institucional reflete-se nos indicadores já consolidados, que demonstram o impacto concreto do Acelerar 2030 no tecido empresarial da região.
Até à data, a execução conjunta registou mais de 1.000 empresas diagnosticadas, cerca de 600 vouchers atribuídos, num valor global superior a 600 mil euros, e mais de 370 empresas com serviços subscritos, dos quais 220 já foram prestados. No total, 161 empresas concluíram e validaram os seus processos de transição digital. Estes números refletem não apenas a adesão do setor empresarial, mas também a eficácia do modelo de proximidade e acompanhamento adotado pela ACIRO e pelos seus parceiros.
Envolvida na etapa final de execução, a Aceleradora de Comércio Digital do Oeste mantém ainda disponíveis os últimos vouchers de apoio, que podem atingir 2.000 euros, destinados à contratação de serviços especializados através do Catálogo de Serviços para a Transição Digital. Trata-se de uma derradeira oportunidade para que novas empresas possam beneficiar de um impulso decisivo no seu processo de transformação tecnológica e de adaptação às exigências do mercado digital.
Para João Esteveira, Presidente da Direção da ACIRO, este projeto é “um catalisador do desenvolvimento económico regional”, que deixa um legado duradouro em termos de capacitação digital, modernização empresarial e cooperação institucional. Com a conclusão do Acelerar 2030, a associação reafirma o seu compromisso em continuar a apoiar o setor empresarial do Oeste, promovendo uma economia mais digital, competitiva e preparada para o futuro.
Fundada em 1992 por Teresa Marta da Silva, a Cablotec é hoje uma empresa portuguesa de referência na produção de cablagens especializadas e soluções de conectividade para vários setores industriais. 34 anos depois, a empresa mantém-se familiar, com a segunda geração – César Pinto e Pedro Pinto – a assumir um papel central na engenharia e na área comercial, num percurso marcado por desafios económicos, tecnológicos e humanos, mas também por resiliência, proximidade e capacidade de adaptação.

Da garagem ao mercado europeu
A história da Cablotec começa de forma humilde, numa garagem, onde Teresa Marta da Silva iniciou a produção de cablagens.
O que começou como um projeto artesanal evoluiu para uma estrutura industrial sólida, especializada na produção e comercialização de cablagens, sobremoldagens e sistemas mecânicos, elétricos e eletrónicos, bem como no projeto e produção de moldes, ferramentas e componentes. Com uma aposta precoce na qualidade e no controlo de custos, a empresa conquistou rapidamente espaço em setores exigentes como a Indústria Automóvel, Telecomunicações, Informática, Eletromedicina, Defesa e Indústria Ferroviária,
fornecendo soluções para vários mercados europeus, nomeadamente França, Alemanha, Suíça, Espanha e Reino Unido, assim como Estados Unidos da América (USA).
Desafios de uma indústria de alto valor acrescentado
Apesar da evolução tecnológica global e da crescente automatização em diversos setores industriais, a indústria de cablagens continua a ser, em grande parte, profundamente manual. Na Cablotec, cerca de 90% do trabalho é realizado manualmente, uma realidade que condiciona a introdução de soluções totalmente automatizadas e exige um elevado nível de especialização técnica e humana.
“Não é como noutras indústrias onde se pode introduzir rapidamente um robô ou uma linha automática. No nosso caso, cada projeto é distinto”, explica César Pinto. “Hoje podemos produzir cem unidades de uma determinada cablagem e, amanhã, desenvolver apenas dez peças únicas, feitas à medida de um cliente, que nunca mais se repetirão”.
Esta variabilidade constante obriga a uma enorme capacidade de adaptação, tanto ao nível da engenharia como da produção. Cada novo projeto implica processos de industrialização específicos, validações técnicas, testes elétricos rigorosos e, muitas vezes, várias iterações até se encontrar a solução ideal. É precisamente neste trabalho invisível de ajuste, experimentação e melhoria contínua que a Cablotec acrescenta valor ao produto final.
A dificuldade em atrair e reter novas gerações para a indústria é outro desafio estrutural. Trata-se de um setor que exige aprendizagem prática, presença no chão de fábrica e tempo para adquirir competências que não se constroem de forma imediata. Num contexto em que o mercado de trabalho é cada vez mais competitivo e o teletrabalho se tornou uma opção desejada por muitos jovens, esta realidade coloca desafios adicionais à renovação das equipas. A estes fatores juntam-se constrangimentos externos, como a escassez de matérias-primas, ruturas frequentes de stock e prazos de fornecimento cada vez mais longos. Em alguns casos, componentes críticos podem ter prazos de entrega de vários meses, obrigando a um planeamento rigoroso e a uma gestão permanente de expectativas junto dos clientes. Ainda assim, a Cablotec tem conseguido diferenciar-se pela sua capacidade de transformar ideias embrionárias em soluções industriais fiáveis. Muitas vezes, os projetos chegam apenas sob a forma de esboços, protótipos rudimentares ou necessidades pouco definidas. Cabe à equipa interpretar esses inputs, antecipar problemas e desenvolver soluções técnicas ajustadas às exigências de cada aplicação.
Mais do que um simples fornecedor, a Cablotec posiciona-se como um verdadeiro parceiro técnico. A empresa apoia os clientes desde a fase de conceção, seja através da análise de desenhos, do desenvolvimento de protótipos ou do acompanhamento direto no terreno. “Os clientes sabem o que querem, mas nem sempre sabem como o executar. É aí que entramos”, sublinha César Pinto. A equipa trabalha em estreita articulação com os clientes na escolha de conectores mais adequados, no desenvolvimento de processos específicos, na definição de testes elétricos e na criação de soluções mais robustas e duráveis, tanto para o mercado nacional como internacional.
Mercados, competitividade e parcerias
Num setor exigente e altamente especializado, a competitividade passa por uma gestão rigorosa de fornecedores, custos, preços e prazos de entrega. A volatilidade do mercado, as flutuações no preço das matérias-primas e as dificuldades na cadeia de abastecimento obrigam a uma capacidade constante de negociação e planeamento. Ainda assim, César Pinto considera que o setor atravessa uma fase globalmente positiva.
“Há espaço para todos. Muitas vezes deixamos de ser concorrentes e passamos a ser parceiros”, sublinha. Num mercado de nicho, onde a especialização e a fiabilidade são fatores críticos, a colaboração entre empresas torna-se cada vez mais relevante. A crescente complexidade técnica dos projetos tem vindo a criar oportunidades para soluções altamente personalizadas, um contexto onde a Cablotec se afirma pela flexibilidade, pela proximidade ao cliente e pelo conhecimento técnico acumulado ao longo de mais de três décadas.
A forte presença em mercados internacionais obriga também a elevados níveis de exigência, tanto ao nível da qualidade como do cumprimento de normas e processos de homologação, reforçando a necessidade de uma estrutura interna sólida e de relações de confiança com parceiros estratégicos.
Hoje podemos produzir cem unidades de uma determinada cablagem e, amanhã, desenvolver apenas dez peças únicas, feitas à medida de um cliente, que nunca mais se repetem







Inovação, digitalização e futuro
Embora muitos processos ainda assentem em documentação em papel, a Cablotec está a dar passos consistentes no sentido da digitalização e da otimização interna, sobretudo na gestão documental e nas instruções de trabalho – áreas críticas para a engenharia, a produção e a qualidade. A redução da carga administrativa e a melhoria da rastreabilidade dos processos são objetivos claros para o futuro próximo.
A inovação passa também pela adaptação de equipamentos e metodologias desenvolvidas para outras indústrias, como a automóvel, aplicando-os a contextos de produção mais pequenos e diversificados. Paralelamente, a empresa procura desenvolver processos internos que reduzam a dependência exclusiva de operadores altamente experientes, cada vez mais difíceis de reter num mercado de trabalho volátil.
Ainda assim, a componente humana continua a ser central. A engenharia, a investigação aplicada aos conectores e o desenvolvimento de novos processos exigem conhecimento técnico aprofundado e uma aprendizagem contínua. O futuro da Cablotec constrói-se, assim, num equilíbrio entre tecnologia, organização e pessoas, garantindo a capacidade de responder a novos desafios sem perder a flexibilidade que caracteriza a empresa desde a sua origem.
Pessoas no centro da estratégia
Mais do que a tecnologia ou os equipamentos, o maior desafio para o futuro da Cablotec continua a ser humano. Reter talento, criar boas condições de trabalho e promover o bem-estar das equipas são prioridades claras numa indústria que depende fortemente do conhecimento prático, da experiência acumulada e do compromisso diário das pessoas.
Com mais de 90% dos colaboradores com contrato permanente, plano de saúde extensível aos filhos, incentivos anuais, horários estáveis e iniciativas regulares de team building, a Cablotec
aposta numa cultura de proximidade, confiança e valorização individual. Pequenos gestos como horários ajustados, pontes em épocas específicas do ano ou momentos de convívio fora do contexto laboral, fazem parte de uma estratégia consciente de equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
“Não temos falta de clientes, temos falta de pessoas”, admite César Pinto. “Hoje a comunicação não é só para quem compra, é também para quem procura onde quer trabalhar”. Num mercado de trabalho cada vez mais exigente e competitivo, a empresa reconhece a importância de se afirmar também como um bom local para trabalhar, sobretudo junto das gerações mais jovens, que procuram estabilidade, propósito e boas condições no seu percurso profissional.
Esta aposta nas pessoas não é apenas uma questão social, mas uma decisão estratégica: garantir equipas motivadas, envolvidas e com sentido de pertença é essencial para assegurar a qualidade, a fiabilidade e a continuidade de um negócio construído, há mais de três décadas, com base no saber-fazer e nas relações humanas.
Ao longo de 34 anos, a Cablotec construiu-se com base na engenharia, na dedicação e nas relações humanas. De uma garagem a um fornecedor global de soluções de conectividade, a empresa mantém-se fiel à sua identidade familiar, enquanto se adapta aos desafios de um setor exigente e em constante transformação. Com a primeira e a segunda geração a trabalhar lado a lado, o futuro faz-se de continuidade, inovação pragmática e, sobretudo, de pessoas.

Com cerca de 20 anos de atividade, a Workview afirma-se hoje como uma referência nacional na prestação de serviços externos de Segurança e Saúde no Trabalho, Consultoria e Formação. Em entrevista, Paulo Pereira, CEO da empresa, revela como a proximidade aos clientes, a aposta numa equipa multidisciplinar e a inovação tecnológica têm sido determinantes para garantir soluções eficazes, ajustadas à realidade de cada organização e orientadas para a prevenção e o bem-estar dos trabalhadores.
Workview consolida-se como referência nacional em Segurança e Saúde no Trabalho
Com cerca de duas décadas de atividade, a Workview afirma-se hoje como uma referência nacional na prestação de serviços externos de Segurança e Saúde no Trabalho (SST), Consultoria e Formação. Em conversa com Paulo Pereira, a empresa revela como a proximidade aos clientes, a aposta numa equipa multidisciplinar altamente qualificada e a incorporação de inovação tecnológica têm sido determinantes para a criação de soluções eficazes, ajustadas à realidade de cada organização e orientadas para a prevenção e o bem-estar dos trabalhadores.
Atuação em áreas críticas e de elevada exigência
A Workview desenvolve a sua atividade em domínios particularmente exigentes e sensíveis, como a segurança e saúde no trabalho, o ambiente, a segurança alimentar, a consultoria técnica e a formação. Áreas onde o rigor técnico, a atualização permanente e a confiança são fatores absolutamente decisivos.
Segundo Paulo Pereira, a eficácia das soluções passa por um conhecimento profundo da realidade de cada cliente. “Não se trata apenas de cumprir obrigações legais, mas de compreender os riscos reais, o setor de atividade e, sobretudo, as pessoas envolvidas”, sublinha. Esta abordagem personalizada permite à Workview desenhar soluções ajustadas, com foco na prevenção, na melhoria contínua e na valorização do fator humano.
A qualidade dos serviços prestados assenta numa equipa multidisciplinar composta por profissionais experientes e altamente qualificados nas diferentes áreas de atuação da empresa. O reconhecimento do trabalho desenvolvido resulta de uma política clara de confiança, excelência e orientação para a satisfação do cliente, com o objetivo

de contribuir para a melhoria da saúde, segurança e bem-estar dos trabalhadores, numa perspetiva preventiva e sustentável.
De Fafe para todo o país: um crescimento sustentado Fundada em 2005, em Fafe, a Workview iniciou a sua atividade com uma atuação de âmbito regional, fortemente enraizada no tecido empresarial local. No entanto, o crescimento orgânico da empresa, aliado às exigências crescentes dos seus clientes, muitos deles com operações dispersas por várias regiões do país, conduziu rapidamente a uma visão estratégica de abrangência nacional.
Atualmente, a Workview está presente em praticamente todas as capitais de distrito, de norte a sul do país, através de uma rede de cobertura nacional, os serviços Workview incluem Clínicas e Unidades Móveis de Saúde totalmente equipadas com a mais moderna tecnologia, garantindo um serviço de proximidade, qualidade e conforto.
A empresa conta com cerca de 300 colaboradores, integrados numa estrutura sólida e altamente especializada, que garante a prestação contínua de serviços nas áreas da Segurança e Saúde no Trabalho, Consultoria, Ambiente, Segurança Alimentar e Formação.
A sua capacidade operacional permite acompanhar desde microempresas com um único trabalhador até grandes grupos empresariais com centenas de colaboradores distribuídos por diferentes pontos do território nacional, mantendo sempre elevados padrões de qualidade, proximidade e rigor técnico.
Formação como pilar estratégico
Na Workview acreditamos que o principal ativo de uma organização são os seus colaboradores. A qualificação dos recursos humanos é uma estratégia essencial para o sucesso sustentável e contínuo de uma organização.
A formação é um dos pilares estratégicos da Workview. A empresa
desenvolve ações de formação inter e intraempresas, em regime presencial e online, totalmente adaptadas às necessidades específicas de cada organização. Através de uma plataforma de e-learning inovadora e pioneira no mercado, o conhecimento já não é uma barreira !
A Workview conta com uma plataforma de formação online, a Workacademy, que disponibiliza a todos os profissionais de diversos setores de atividade, um amplo leque de oportunidades à distância de um clique. Com mais de uma centena de cursos disponíveis, a Workview possibilita ainda a criação de academias internas de formação, permitindo às empresas estruturar planos de integração, desenvolvimento e atualização contínua dos seus colaboradores. Uma aposta que reflete a convicção de que a prevenção começa no conhecimento e na capacitação das pessoas.
Uma nova cultura de prevenção nas empresas portuguesas
Nos últimos anos, a Workview tem observado uma evolução significativa na forma como as empresas encaram a segurança e saúde no trabalho. Apesar das diferenças entre setores, a SST deixou progressivamente de ser vista apenas como uma obrigação legal ou um custo inevitável, passando a integrar a estratégia global das organizações. “As empresas encaram hoje a prevenção como um fator estratégico, diretamente ligado à valorização do trabalhador e ao desempenho organizacional”, refere Paulo Pereira. Ambientes de trabalho seguros e saudáveis contribuem para a redução do absentismo e da sinistralidade laboral, para a diminuição de custos associados a acidentes e doenças profissionais ao mesmo tempo que promovem o aumento da produtividade e retenção de talento.
A crescente atenção à formação contínua, ao controlo sistemático dos riscos profissionais e à avaliação dos fatores de exposição físicos, químicos, ergonómicos e psicossociais reflete uma abordagem cada vez mais integrada do trabalhador, numa perspetiva holística que alia
As empresas encaram hoje a prevenção como um fator estratégico, diretamente ligado à valorização do trabalhador e ao desempenho organizacional

segurança, saúde e bem-estar. Este percurso traduz-se numa evolução positiva da cultura de prevenção em Portugal, impulsionada não só pelas exigências legais e normativas, mas também por uma maior maturidade das organizações, que reconhecem a segurança e saúde no trabalho como um investimento essencial para a sustentabilidade, competitividade e responsabilidade social empresarial.
Qualidade, digitalização e melhoria contínua
A melhoria contínua do sistema de qualidade é um compromisso estruturante da Workview. Para o concretizar, a empresa adota as melhores práticas do setor e desenvolve modelos próprios de organização dos serviços externos de SST, Consultoria e Formação, suportados por tecnologias avançadas de formação e comunicação com o cliente.
A empresa dispõe de um departamento de qualidade que trabalha em articulação com as equipas operacionais e de informática, analisando processos, identificando oportunidades de melhoria e simplificando fluxos, tanto internos como externos. O objetivo é claro: aumentar a eficiência, a transparência e a qualidade do serviço prestado.
Tecnologia e Inteligência Artificial ao serviço da eficiência
A digitalização dos processos constitui hoje um dos principais fatores diferenciadores da Workview. Através de uma plataforma online, os clientes podem acompanhar, em tempo real, consultas realizadas, visitas planeadas, relatórios técnicos, ações de formação e a evolução global dos serviços contratados.
Paralelamente, a empresa está a desenvolver soluções baseadas em Inteligência Artificial, orientadas para a automatização de processos complexos e para a melhoria da gestão de variáveis críticas, como admissões, exames médicos, funções desempenhadas e riscos associados. Esta aposta tecnológica visa reforçar a eficiência, a capacidade de resposta e a adaptação às exigências do mercado.
Uma abordagem integrada e multidisciplinar
A atuação da Workview distingue-se por uma abordagem integrada e multidisciplinar, que abrange a segurança e saúde no trabalho, a segurança alimentar, o ambiente, o controlo de pragas, a sinalética e a formação. Esta visão global permite aos clientes centralizar serviços, reduzir complexidade operacional e beneficiar de soluções coerentes e articuladas. “O mercado mostrou-nos que as empresas procuram parceiros capazes de responder de forma integrada às suas necessidades”, afirma Paulo Pereira.
Valores que sustentam a confiança
Num setor em permanente transformação e cada vez mais exigente do ponto de vista técnico, legal e ético, valores como integridade, responsabilidade, qualidade e respeito assumem um papel absolutamente central. Na Workview, estes princípios não são apenas declarações institucionais, mas orientações concretas que estruturam a atuação diária da empresa e a forma como se relaciona com clientes, parceiros e colaboradores.


Para Paulo Pereira, a confiança é um ativo essencial numa área tão sensível como a segurança e saúde no trabalho, onde estão em causa a proteção de pessoas, a continuidade dos negócios e a conformidade legal das organizações. Essa confiança constrói-se através da transparência nos processos, do rigor técnico das intervenções, do cumprimento dos compromissos assumidos e da proximidade permanente com o cliente.
O futuro da Workview
O futuro da Workview passa por consolidar o crescimento sustentado, reforçar a formação contínua dos colaboradores, aprofundar a digitalização dos processos e integrar, de forma estratégica, soluções de Inteligência Artificial. O objetivo é continuar a afirmar-se como uma referência nacional pela excelência, proximidade e qualidade das soluções que disponibiliza. Da origem em Fafe à presença nacional, a Workview construiu um percurso sólido, sustentado na confiança, na sua competência técnica, na sua capacidade de inovação permanente e suportado pelo seu slogan de proximidade com o cliente “Perto de si na Prevenção”. Duas décadas depois, mantém a mesma missão: apoiar as organizações na criação de ambientes de trabalho mais seguros, saudáveis e humanizados.
workview@workview.pt • www.workview.pt


A DOMA Portugal, desde que se enraizou naquele pedaço de terra, perto de Mafra, tem aprendido e transmitido que o tempo não deve limitar-se a passar. Os dias vivem-se, demoram-se, estendem-se, constroem-se.
Ao longo dos últimos meses, depois de se consagrar como unidade hoteleira, a dedicação deste sítio não tem sido apenas a de aprimorar infraestruturas e serviços, mas também a de esculpir uma verdadeira casa para os seus clientes. Cada recanto tem sido cuidadosamente refinado, através de um conhecimento maior do público que ali passa, mas também do local, das tradições e transições. Foi erguida uma espécie de pequena aldeia, mesmo à porta da pressa de Lisboa, onde a visita e a estadia são um pretexto para o encontro entre o corpo, a mente e a paisagem.
Nos quartos, a prata da quinta, a transformação tem acontecido de forma silenciosa, para não incomodar quem vai ficando. O que estava suspenso no tempo já tem nova vida, trazendo a modernidade e a elegância para dentro do rústico que define o lugar. É uma renovação que tem vindo a ser feita com o cuidado de quem recebe em casa e quer continuar a acomodar: linhas mais simples, conforto elevado e a certeza de que, entre o moderno e o essencial, cada tipo de hóspede encontrará o seu próprio ritmo, o seu próprio espaço e diferentes opções, para casais, familias, viajantes e até quem o faça na companhia de animais de estimação.
A Bakery & Bistro, que nasceu como uma fornada de ar fresco, tem-se consagrado como rainha. Desde o pão de massa-mãe quente, feito todas as manhãs, às diferentes opções de pastelaria que celebram aquilo que a terra oferece, tudo se vai ajustando ao ritmo e ao humor das estações. Para complementar, as sensações são temperadas com café de especialidade, torrado em Portugal, através de várias opções


de bebidas, que fazem as delícias de quem passa. A este conforto soma-se agora um conceito com pratos quentes e pequenos-almoços mais demorados, que convidam a prolongar a conversa e a habitar a dia sem pressas.
No ATMOS, o steam center da DOMA, já reconhecido e requisitado por muitos, o vapor surge como fio condutor de uma narrativa íntima sobre “ser”. Ali, os rituais acompanham as diferentes formas da alma: do vigor intenso de programas como o High Heat, à delicadeza das experiências mais íntimas, como o Femine ou Deep Relieve Circles. Há também momentos que se abrem a um lado mais social, à partilha e à música, e outros que pedem silêncio e recolhimento, quase sagrados, onde o cuidado pessoal se impõe como o único compromisso possível. No fundo, há espaço para todos.
A DOMA Portugal ambiciona ser um verdadeiro sítio que sabe a casa, um ecosistema que reconhece quem chega e que está sempre aberto a quem precisar de regressar. Mais do que um hotel, é um sitio completo, que cresce para dentro, oferecendo abrigo a quem procura uma pausa consciente e um convite a uma viagem com significado.

connect@doma.pt • www.doma.pt

Nos traços mais profundos do mapa português, o interior revela-se como um tesouro de autenticidade e resiliência. É ali, em territórios como Pampilhosa da Serra e Montalegre, que o passado dialoga com o futuro, e onde o espírito comunitário continua a ser o alicerce de uma identidade em constante reinvenção. A história destes municípios é feita de montanhas e vales, de tradições preservadas e de uma paciência que apenas o tempo ensina – mas também de ambição, de inovação e de um olhar confiante que projeta o interior como espaço de futuro.
Pampilhosa da Serra, rodeada por paisagens de serenidade inigualável, é exemplo de como a ruralidade pode ser sinónimo de modernidade. Apostando em soluções sustentáveis, na valorização dos recursos naturais e na atração de novos projetos empresariais, o município tem consolidado uma imagem de território inteligente, preparado para conciliar qualidade de vida com desenvolvimento.
Em Montalegre, a força das tradições e o encanto das suas gentes transformaram o município num símbolo de autenticidade cultural e inovação social. Terra mágica de neblinas e castelos, de sabores intensos e eventos emblemáticos, Montalegre soube projetar o seu nome para além das fronteiras geográficas, afirmando-se pela capacidade de unir património e criatividade.
O passado com o olhar no futuro é, pois, o lema que une estes municípios, recordando-nos que Portugal se reinventa a partir das suas raízes. E é no interior que se encontra a verdadeira essência do país – onde o tempo, em vez de passar, constrói histórias que continuam a inspirar o amanhã.
No coração do Pinhal Interior, Pampilhosa da Serra afirma-se como um dos territórios que melhor expõe os contrastes, desafios e potencialidades do interior português. Jorge Alves Custódio, Presidente da Câmara Municipal, fala sem rodeios sobre a riqueza natural, a floresta, a energia, as pessoas e o futuro, defendendo que estes territórios não são um problema do país, mas antes parte da sua solução.

Um interior dentro do interior
Falar do interior de Portugal é, muitas vezes, recorrer a uma ideia vaga e simplificada. Para Jorge Custódio, essa abordagem falha logo à partida. “Quando se fala do interior, tem de se falar claramente de Pampilhosa da Serra. Porque este é, sem medo das palavras, um concelho mesmo do interior”, afirma.
O autarca defende que o país tende a colocar no mesmo saco realidades muito diferentes. Há territórios afastados do litoral, mas bem servidos por autoestradas e ferrovia, e há outros, como Pampilhosa da Serra, que enfrentam um isolamento mais profundo. “Estamos no coração do Pinhal Interior, uma mancha do território que sente dificuldades muito próprias e que não pode ser comparada a zonas que estão a 70 ou 80 quilómetros do litoral”, sublinha.
A riqueza que sustenta o país
Apesar das fragilidades, o Presidente da Câmara da Pampilhosa da Serra não hesita em afirmar que estes territórios são fundamentais para o futuro nacional. “Continuo a achar que são estes territórios do interior os guardiões do que verdadeiramente este país tem de mais valioso”, afirma.
A começar pela água. Pampilhosa da Serra alimenta barragens, linhas de água e aquíferos essenciais ao sistema nacional. “O que nós temos de água dava para falar horas”, diz, destacando a qualidade e abundância deste recurso. A energia é outro pilar estratégico. O concelho acolhe o maior parque eólico do país, três barragens e



novos projetos fotovoltaicos. “Em termos de energia, a Pampilhosa tem para vender”, resume.
A tudo isto junta-se a floresta, enquanto matéria-prima e ativo económico, e ainda o potencial mineral. “De repente, percebeu-se que estes territórios esquecidos têm riquezas que importa explorar”, refere, lembrando a recente possibilidade de prospeção de lítio na região.
A exigência constante de resistir
Viver e governar no interior implica um esforço acrescido. Jorge Custódio admite que, apesar da resiliência local, a sensação de isolamento persiste. “Aqui tudo é mais difícil, tudo é mais perigoso. Temos de trabalhar dez vezes mais do que noutros territórios”, destaca.
Para o autarca, o problema não está apenas no discurso político, mas na falta de medidas concretas. “É muito bonito falar do interior, mas depois faltam ações”, critica. Entre as principais reivindicações está a criação de uma diferenciação fiscal positiva. “Não estou a pedir nada de especial. Defendo que se aplique aqui o que já existe na Madeira e nos Açores”, explica. A lógica é simples: sem incentivos, as empresas não vêm; sem empresas, não há pessoas. “É uma pescadinha de rabo na boca que nunca mais acaba”, resume.
Entre a riqueza natural e a ameaça constante
A floresta ocupa um lugar central na identidade e nos problemas do concelho. Os incêndios de 2025, que destruíram cerca de sete mil hectares, voltaram a expor fragilidades estruturais. Para o Presidente da Câmara, o maior obstáculo à prevenção está na propriedade. “Para fazer prevenção, tenho de saber de quem é o terreno. Não posso entrar onde quiser”, explica.
Em territórios marcados pelo abandono e pela fragmentação fundiária, a gestão torna-se quase impossível. Ainda assim, Jorge Custódio acredita numa floresta rentável e estruturada. “Quero que a floresta seja economia, mas também turismo”, defende.
A experiência acumulada, boa e má, permite atualmente ao concelho dar contributos relevantes na prevenção e no combate aos incêndios. “Temos sido um bom exemplo, mas quando localmente não se consegue fazer mais, é porque algo está a falhar a nível legislativo”, aponta.


Pessoas, o recurso mais escasso
Quando questionado sobre o futuro, o autarca é claro: o maior desafio chama-se população. “Estes territórios precisam sobretudo de pessoas”, afirma. O objetivo para 2030 passa por atrair empresas, criar emprego e, assim, fixar habitantes. “Com mais pessoas, consigo ter mais vigilância, mais cuidado com a floresta, mais vida”, explica. A pandemia trouxe uma prova inesperada desse potencial. “Durante a covid, muita gente percebeu que ter uma casa aqui fazia a diferença”, recorda. Para o Presidente da Câmara, essa procura mostrou que o interior pode ser parte da resposta a crises futuras.
Um valor que o país ainda vai reconhecer
Jorge Alves Custódio acredita que Pampilhosa da Serra guarda uma verdadeira “joia da coroa” que o país ainda não soube reconhecer plenamente. Entre a abundância de água, a produção de energia, a riqueza florestal e o potencial ligado ao mercado do carbono, o concelho começa a posicionar-se em áreas estratégicas com impacto local e nacional. “Mais tarde ou mais cedo, estas riquezas vão dar uma mais-valia ao país”, garante o autarca, convicto de que o interior não é um território esgotado, mas sim um espaço de oportunidade. No final, a mensagem é clara e sem dramatismos: o interior não pede piedade, pede visão, coerência e decisões políticas consequentes. Pede condições para transformar recursos em desenvolvimento sustentável, para fixar pessoas e criar futuro. “Continuo a achar que somos os guardiões da natureza”, conclui. E talvez seja precisamente nessa guarda silenciosa, feita de resiliência, conhecimento do território e persistência diária, que reside uma das chaves para repensar o modelo de desenvolvimento e o futuro de Portugal.

Primeira mulher a liderar os destinos de Montalegre, Fátima Fernandes inicia um novo mandato determinada a transformar os recursos endógenos do território – da agricultura e pecuária ao turismo e à economia social – em motores de desenvolvimento sustentável, coesão social e atração de talento. Assumindo como prioridade a fixação de pessoas, a valorização do estatuto de Património Agrícola Mundial e o reforço das políticas sociais, a autarca quer consolidar Montalegre como um concelho moderno, inclusivo e competitivo, capaz de seduzir jovens, empreendedores e profissionais qualificados.
Quais são os principais compromissos assumidos no início deste novo mandato, tendo em conta os desafios e as oportunidades que se colocam atualmente ao concelho de Montalegre?
Os compromissos assumidos são, com inovação, através da agricultura, pecuária, floresta, turismo, economia social, gerar desenvolvimento e economia para atrair e fixar pessoas.
Queremos potenciar a distinção que nos foi atribuída pela FAO como Património Agrícola Mundial, articulando e ren-
tabilizando todos os recursos: antiguidade, história e cultura ancestral do território, o sistema agro silvo pastoril e o Homem no centro de tudo.
Privilegiamos as políticas sociais que ajudam à fixação demográfica e, ao nível das infraestruturas e desenvolvimento urbano, continuaremos a responder às necessidades e anseios das populações, bem como à obrigação de preservação do meio ambiente e da natureza.

Que estratégias e políticas pretende implementar para garantir a continuidade do desenvolvimento sustentável e da coesão social em Montalegre durante os próximos quatro anos?
Vamos trabalhar com todos e para todos. A relação com as associações e instituições locais é prioritária e o trabalho de proximidade desenvolvido em articulação com as Juntas de Freguesia é uma mais-valia no sentido de continuarmos a alavancar o desenvolvimento no concelho. Continuaremos a criar condições de bem-estar e qualidade de vida para os nossos munícipes com a construção de infraestruturas necessárias e a atribuição de apoios a famílias, entidades e associações, dinamizando a economia social. Privilegiamos políticas sociais que ajudem à fixação demográfica.
Valorizar o território e os seus recursos é objetivo a prosseguir, promovendo o concelho, os produtos endógenos e dinamizando o turismo – MONTALEGRE é já uma MARCA. O turismo sustentável é muito importante, promovendo-se a inovação com a valorização da agricultura. Desportos e eventos são pensados também como fator de atração. A educação, a formação e a cultura são objetivos basilares da atuação política porque são um direito de todos e garantia de desenvolvimento, inclusão social, estímulo ao pensamento crítico, ação e inovação.
Sendo Montalegre distinguido como Melhor Autarquia do Ano, na categoria Atração de Talento, como avalia o impacto que este prémio pode ter na afirmação do concelho e na mobilização de novas pessoas e competências para o território?
Esta distinção representa um reconhecimento de enorme relevância para a afirmação do concelho. Reforça a sua imagem como um território dinâmico, inovador e capaz de criar condições favoráveis para quem pretende aqui viver, investir ou desenvolver a sua atividade profissional. Valoriza as políticas públicas implementadas, como o Regulamento de Incentivos à Fixação de Médicos, e demonstra que Montalegre é um território que aposta nas pessoas, na qualificação e na atração de novas competências.
É um fator de credibilidade e confiança, essencial para mobilizar novos residentes, empreendedores e profissionais qualificados e evidencia que o município está empenhado em criar um ambiente favorável à instalação de talento, contribuindo para o reforço demográfico, para o desenvolvimento económico e para a melhoria contínua dos serviços prestados à população.
Que iniciativas e projetos serão prioritários para consolidar Montalegre como um concelho atrativo para jovens, empreendedores e profissionais, potenciando ainda mais o reconhecimento alcançado com esta distinção nacional?
Considerando que há tantas marcas identitárias no nosso território e projetos inovadores que o afirmam, temos aqui matéria mais do que suficiente para concretizar objetivos e perspetivar outros.
Conjugar natureza, identidade e gastronomia, permitiu criar eventos de grande sucesso que contribuem decididamente para o desenvolvimento do concelho e melhoria da qualidade de vida das pessoas.


A Sexta 13 e a Feira do Fumeiro são eventos de referência nacional, a que se somam atividades desportivas e lúdicas de natureza de grande adesão.
O território Património Agrícola Mundial tem visibilidade. Além de ser fator de atração para mais visitantes, há maior promoção dos produtos endógenos, acrescentando-lhes valor. A promoção deste reconhecimento é motivo de criação de emprego, contribuindo para a fixação de jovens. Além disso, o SIPAM do Barroso, enquanto centro de estudo, divulgação, investigação e de degustação de produtos locais, agrega várias iniciativas, dinâmicas e atividades de ensino e investigação que são potenciadoras de desenvolvimento, de criação de postos de trabalho e de fixação de pessoas. Promover doutoramentos e pósdocs, bem como organizar uma escola de Verão sobre os temas biológicos do Barroso com jovens de toda a Europa será a marca dos próximos anos. O mesmo se perspetiva com a construção de um centro de recursos/incubadora. Serviços de saúde de qualidade, de educação e formação, infraestruturas modernas, visibilidade territorial, produtos de excelência reconhecida, bom ambiente e boas pessoas são motivos suficientes e atrativos para escolher Montalegre para aqui viver e investir.

Após um ano de estreia muito positivo, o Portugal Rally Series confirmou o sucesso de um formato que aproxima o rali do público e dos territórios. Em entrevista à Revista Business Portugal, André Lavadinho, promotor, destaca os principais resultados de 2025 e antevê um 2026 de consolidação e crescimento.

O ano de 2025 marca o início do Portugal Rally Series. Como descreve o balanço global desta temporada, corresponderam os resultados e a adesão do público às vossas expectativas iniciais?
O balanço global de 2025 é muito positivo. Sendo um ano de estreia, o principal objetivo era validar o conceito – tanto do ponto de vista desportivo como da experiência para o público – e isso foi plenamente conseguido. A adesão superou as expectativas iniciais, com eventos muito participados e uma resposta do público que confirmou que existia espaço para um formato diferente, mais claro e mais próximo. Para um primeiro ano, os resultados deram-nos confiança para consolidar e crescer de forma sustentada.
Para além dos resultados desportivos, houve certamente momentos que se destacaram pela emoção ou simbolismo. Quais considera terem sido os episódios mais marcantes desta temporada?
Houve vários momentos marcantes, sobretudo aqueles que mostraram a ligação entre o rali e as pessoas. Destaco as Arenas cheias, o contacto direto entre pilotos e público, e as ações fora das especiais, nomeadamente com jovens e famílias, onde foi possível explicar o rali de forma simples e próxima. Esses momentos simbolizam bem o espírito do Rally Series: manter a competição, mas tornar o desporto mais vivido e partilhado.
Esta edição trouxe os seus próprios desafios, tanto ao nível organizativo como competitivo. Quais foram as principais dificuldades enfrentadas ao longo deste ano e de que forma conseguiram superá-las?
O maior desafio foi alinhar um conceito novo com estruturas e métodos mais tradicionais, num contexto em que nem sempre é fácil mudar processos. Também houve desafios logísticos naturais de um projeto novo. A forma de os superar passou por planeamento, diálogo constante com clubes, municípios e federação, e por uma abordagem muito prática: identificar problemas rapidamente e resolvê-los no terreno. 2025 foi, acima de tudo, um ano de aprendizagem acelerada.
O sucesso de um campeonato também depende da capacidade de evoluir e inovar. Que lições retiram da edição de 2025 e que aspetos identificam como prioritários para melhorar no futuro?
A principal lição é que a clareza do formato é fundamental – tanto para o público como para os parceiros. Para o futuro, identificamos como prioridades a melhoria con]nua da experiência nas Arenas, a otimização logística e o reforço da comunicação integrada, sempre com foco no retorno para municípios, marcas e equipas. A inovação no Rally Series não é feita por rutura, mas por evolução consciente.
Que metas e perspetivas estão a ser traçadas para 2026, num ano que será de continuidade, mas também de novos desafios para o Portugal Rally Series?
2026 será um ano de consolidação. O calendário já está definido com seis eventos em locais icónicos, e a ambição é elevar ainda mais a qualidade organizativa e a experiência global. Será um ano claramente positivo, com estabilidade, parceiros fortes e um modelo já validado. Paralelamente, o calendário de 2027 encontra-se já praticamente definido, o que demonstra a confiança dos territórios e a maturidade do projeto.
Qual a leitura que faz da parceria entre o Portugal Rally Series e a Revista Business Portugal?
A parceria com a Revista Business Portugal é muito relevante, porque ajuda a enquadrar o Rally Series não apenas como um evento desportivo, mas como um projeto com impacto económico, territorial e estratégico. Esta ligação ao mundo empresarial permite dar visibilidade ao valor real que o campeonato gera, promovendo uma leitura mais abrangente do desporto enquanto motor de desenvolvimento e inovação.

