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PROJETO GRÁFICO REVISTA Alessandra Rocha Designer, formação técnica na escola ETEC José Rocha Mendes e cursando o superior na Faculdade Paulista de Artes em design gráfico. Admiradora de projetos gráficos em geral e fotografia. Participo dessa edição da revista BRIEFING com diagramação final da capa e revisão de final de conteúdo.

Fabiana Zan Designer Têxtiil, cursando Design Gráfico na Faculdade Paulista de Artes . Fotógrafa freelancer e amante de tudo que é ligado ao mundo das artes. Participo dessa edição da revista com pesquisa e diagramação de Moda.

Fernanda Pinelli Estudante de design gráfico na Faculdade Paulista de Artes, cursou Start na Saga -School of Art, Game and Animation, e desenho na Arte São Paulo. Apaixonada por Fotografia e tudo ligado ao mundo das artes.

Ricardo Silva - B-treys Estudante de Design gráfico e amante da fotografia. Além dar aulas de Breaking em uma região da grande São Paulo, cursa as aulas de técnicas de pintura na Quanta Academia de Artes, onde se formou no curso de Desenho em 2012. Publicação da primeira edição da Revista BRIEFING, feitas pelos alunos do terceiro semestre design gráfico da Faculdade Paulista de Artes, solicitados pelo professor Fábio que ministra a disciplina computação gráfica: editoração eletrônica. Projeto: criação de uma revista de trinta e duas páginas seguindo briefing do professor. Revista no formato A4, impresso em papel couche fosco 95m/g² e capa em couche 150g/m² com acabamento em laminação fosca, frente e verso. FamÍlia tipográfia de diagramação geral Exo. Ilustração da capa e contra capa: Raphael Boccardo.


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ÍNDICE

edição 01 | ano 01 | nº 01 tiragem 5 exemplares

ARTISTA DA CAPA...........................................05

MANUAL VS DIGIAL........................................06

SKETCHBOOK.....................................................11

LOMOGRAPHY....................................................12

A TENDÊNCIA DOS QUADRICULADOS.........19

O MUNDO DO PATCHWORK...........................22

T-SHIRT MANIA................................................26

GALERIA DE GRAFFITI.....................................28

AGENDA CULTURAL........................................30


Raphael Boccardo – Bcc Raphael tem 24 anos, Ilustrador e escritor. Formado em letras pela Universidade de São Paulo (USP), o artista divide seu tempo com as suas duas paixões. Seu trabalho é acompanhado na sua página do facebook e flickr. facebook.com/raphael.boccardo flickr.com/people/rapha_bcc/

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ARTISTA DA CAPA


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MANUAL VS

DIGITAL Amor ou ódio, mocinho ou bandido, cara ou coroa. Os opostos sempre fascinaram e fizeram parte da história da humanidade. E é por isso que trouxemos a tona um assunto que ilustra a decisão dos artistas de plantão. O único erro, talvez, tenha sido o de nunca prestarmos atenção às oportunidades perdidas quando decidimos tomar um partido: Manual ou digital? Eis a questão.

A discussão digital versus manual é só mais uma dessas chances que a vida nos dá para perceber que precisamos dos dois polos para fazer a bateria funcionar. E na eterna dúvida devemos permanecer, pois a certeza digital e o traço manual devem caminhar juntos, serem parceiros na jornada da criação. Um projeto deve sempre seguir o fluxo do corpo. A ideia surge na cabeça, passa pelos olhos, boca, e percorre os sentidos até tomar forma com a ajuda das mãos. A partir daí, o que vier é para complementar, consolidar e melhorar. É claro que, quem faz a peça gráfica deve saber que, para cada fim, existe um meio de se executar o trabalho. Saber qual cara dar ao seu produto final é o que vai definir se você vai de lápis ou mouse nessa empreitada. Mas qual dessas opções carrega consigo maior valor? Concordo com o ponto que um trabalho manual exige uma atenção muito mais meticulosa, pois,


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para cada técnica de pintura tem-se uma estratégia diferente, algo que funciona como o pensamento a frente do jogador de xadrez, que anseia o check mate, já que no trabalho manual não existe o CRTL-Z. Entretanto, volto-me para arte digital, como um portal para o mundo das maravilhas, no qual pode ser composto da mistura de técnicas que, as vezes, é impossível de se alcançar utilizando apenas mão, pincel, godê, tinta e tela. Não que seja totalmente impossível, já que vimos grandiosos artistas nos agraciarem com suas engenhosidades artísticas. Mas vamos aos fatos: não há gadget, software ou qualquer bugiganga criada pelos “CDF´S” da Adobe que substitua o traço manual. E também, não se ouve falar desses amigos nerds terem

criado em laboratório clientes que aumentem o prazo para não atropelarem o processo criativo. E é aí que o digital vem como uma mão na roda! Entre o manual e o digital não deveria haver um espaço — talvez um hífen — para que coexistissem em nossas cabeças pensantes como dois irmãos siameses. Cada pessoa tem um processo criativo diferente e isso faz com que tenhamos criatividade em planos diferentes. Uns são mais livres para usar as mãos, outros mais sagazes com uma tablet. As vezes, começar usando um e finalizar com o outro também funciona. O importante é que o digital nunca irá subjugar o manual, e vice versa. Na luta do digital x manual, a melhor opção é ficar com os dois.


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A Briefing convidou o ilustrador e também professor da Quanta Academia de Artes André Rooca para, falar um pouco sobre o assunto.

“Especialização é para os insetos.” Muitos consideram essa uma questão meramente relacionada ao processo, no que se diz respeito à etapa de finalização, mas a questão não para por aí e o problema é bem mais embaixo. Pintura Tradicional refere-se basicamente ao uso de instrumentos “manuais” para a elaboração de uma obra, podem ser esses qualquer um dos varios existentes para essa finalidade. Tinta, lápis, carvão, giz e até mesmo um simples copo de café pode ser utilizado para compor uma pintura tradicional, onde o artista deverá não apenas ter conhecimento a cerca das bases da pintura, mas também das características inerentes do uso daquela ferramenta escolhida.Pintura Digital refere-se a pintura feita em computador, utilizando-se de um software para isso. Nela,


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com o auxílio de uma mesa gráfica (tablet) podemos ter uma enormidade de possibilidades com a simulação de diversos materiais tradicionais, proporcionados por esses softwares. São chamados “brushs”aqueles que podem simular essas técnicas e sabendo utilizar eles, pode-se chegar a um resultado muito convincente. Outro fator favorável ao processo digital é o chamado “Ctrl+Z”, opção que é capaz de reverter os processos mal sucedidos, minimizando assim os erros na obra. Vendo esse panorama geral, seria fácil concluir que a melhor opção dentre essas duas é de fato a pintura digital, logo que dispensa a necessidade de se trabalhar com uma porção de elementos, você de certo não precisará de um espaço enorme para poder fazê-la, dispensando assim as tintas, solventes, telas, papeis e substituirátudo isso pelo simples conjunto de PC + Tablet ou até mesmo um mouse, para os corajosos. Ainda sim, alguns diriam que a facilidade de “reverter o erro” faz da pintura digital sem dúvida a melhor opção.Mas existe um ponto que não esta sendo incluído nessa conta,que é o fator “aprendizado”. Imagine que você precisa de um verde-limão para o seu desenho. Se você estiver fazendo no digital, você irá abrir sua paleta de cores e ir diretamente na cor desejada, num clique ela estará pronta para você. E no processo Tradicional? Você terá que achar esse tom misturando suas


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cores primárias de forma equilibrada e ainda sim, se tiver um tom aproximado, de um pigmento pronto, terá que regular ele utilizando outros pigmentos, deixando mais azulado, mais queimado de amarelo, mais claro ou mais escuro. Veja que enquanto no Digital seu esforço é apenas localizar a cor dentro da paleta, no Tradicional você terá que cumprir uma série de etapas para poder chegar nesse tom, e assim poderá experimentar e observar a reação das cores, a influência de uma nas outras, a necessidade de cada tom, ou seja, irá aos poucos decifrá-las. Esse “ritual” permite que o artista passe a “pensar em cores”, o que é mais do que simplesmente executá-las.Comumente o artista passará a fazer uma nova leitura, sentirá a necessidade de desvendar o universo cromático a sua volta, para assim poder aplicar ao seu trabalho. Saberá distinguir, por exemplo, a diferença entre uma sombra quente e uma fria, saberá quais tons utilizar para gerar uma sensação especifica, entenderá melhor como aplicar uma perspectiva atmosférica e saberá no olho a diferença entre um cinza cromático e um cinza acromático.Por isso, a Pintura Tradicional deve ser um caminho necessário para o desenvolvimento do artista, ainda que ele não utilize dessa pintura em seu trabalho final, mas com base nela ele poderá enriquecer muito seu trabalho Digital, pois agora irá transpor todo esses conceitos a

tela do computador. Assim, fará a união do bom dos dois mundos, tendo a sensibilidade e o conhecimento adquirido através da Pintura Tradicional e as facilidade e inúmeras possibilidades da Pintura Digital.


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Lomography Elas são VELHAS, são um ESTILO de VIDA! Elas são pequenas feitas de plástico e coloridas, porém muito eficientes. Para muitos uma câmera de brinquedo, para outros um estilo de vida. Câmeras analógicas de “roupas novas”, num mundo onde quem comanda são as digitais. Mesmo com tantos apelidos e críticas, as lomos vem se tornando hoje em dia ao meio dessa vasta tecnologia, uma fotografia artesanal, há quem tenha seus préconceitos contra as mesmas, porém a forma retro e chamativas que elas vêm sendo produzidas com cores vibrantes, estampas, e detalhes vem chamando a atenção de um público que nunca pensou fotografar com uma analógica.

QUANDO ELAS SURGEM? O surgimento da Lomography acontece em 1982 quando o General Igor Petrowitsch Kornitzky, braço direito do Ministério da Defesa da URSS, largou uma pequena câmera compacta japonesa na mesa do seu comandante Michail Panfilowitsch Panfiloff, o Diretor da poderosa LOMO Russa Armas e Fábrica óptica. Panfiloff cuidadosamente examinou o item, observando as finas lentes de crideo, extremamente sensíveis a luz e case robusto. Em 1984 A produção em massa da LOMO LC-A começou esse ano, com 1200 pessoas trabalhando na câmera. Começando com 1100 unidades por mês para o mercado Russo, a popularidade logo avança em países comunistas como a Polônia, a Tchecoslováquia e Cuba .Percebendo o seu potencial, os

dois gentlemen ordenaram a fábrica LOMO em St. Petersburg, na Rússia, para criar uma versão improvisada da Cosina CX-1 – e o primeiro protótipo da LOMO LC-A foi feito.


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Mais em 1990 quando dois estudantes de Vienna, Áustria, se depararam com uma Lomo Kompakt Automat – uma enigmática e pequena câmera Russa, negligentes, com a qual fotografavam como às cegas. Algumas vezes olhando pelo visor, eles ficaram surpresos com as alucinantes fotos que a tal câmera produzia – as cores eram vibrantes, com profunda saturação e vinhetas que criavam os cantos escuros nas fotos – não havia nada assim que eles haviam visto antes! Ao voltar para casa, os amigos queriam as suas próprias LOMO LC-A, o que alavancou um novo estilo de linguagem artística experimental fotográfica que hoje nós conhecemos como Lomografia. Aficionados pelo o que viria a se tornar a Lomography, eles voaram até St. Petersburg para

trabalhar em um contrato pela distribuição global dessa fantástica camerazinha. Logo, as 10 Regras de Ouro foram encaminhadas como guia para esse movimento analógico, aplicadas em exibições, congressos mundiais, festas, instalações, colaborações, e eventos. Novos produtos, filmes e acessórios foram desenvolvidos e a Lomography.com destinada como um eixo de comunicação para os Lomógrafos ao redor do mundo. Ao mesmo tempo as Gallery Stores foram criadas por todos os cantos. Em setembro de 2010, a Lomography vai inaugurar sua segunda loja própria no país, na rua Augusta, em São Paulo. A primeira - e única filial na América Latina - abriu no Rio de Janeiro em 2009. No dia 17, o ponto carioca fechou temporariamente, com o fim do contrato de aluguel, e reabrirá em novo espaço na cidade. “Estamos à procura de um lugar com maior visibilidade”, diz Filipa Richter, representante da marca no país. O antigo local ficava no subsolo de um prédio em Ipanema.


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Em São Paulo, a marca já é encontrada em revendedoras, assim como em Brasília, Belo Horizonte e Curitiba. Centros culturais como o Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo também vendem os produtos. A próxima parceria será em Porto Alegre. Além do preço acessível, os modelos começaram a ganhar espaço graças ao uso da internet e das redes sociais para divulgação do produto. Por ser tão simples e acessível a Lomo é mais que uma câmera, chega a ser um estilo de vida, muitos não há conhecem, mais quando há o contato com as Lomos , logo se encantam pelo design despojado, e atrativo e faz com que as pessoas que nunca usaram uma analógica vivenciem isso, e quem Loja São Paulo - Rua Augusta, 2481

fotografou, viva esse momento nostálgico de novo. Por mais que as analógicas mudem de roupa ganhe novos nomes, o intuito, o sentido delas ainda permanece o mesmo de décadas atrás, de registrar. Um registro de forma sutil, por diversão, por lazer, o até mesmo profissionalmente. O que mantem essas pequenas câmeras tão magicas assim como décadas atrás, ainda sim e registrar o momento, para depois então revelar e assim ver o resultado, o pós–click. Você não ter o poder de apagar a imagem no exato momento e ter que espera a revelação, torna ainda mais atrativa, pois aquela foto se torna única. E quando se valoriza o momento fotografado, o “ato” e não a valorização da câmera. A Lomo não trás consigo só o pós- click mais trás algo tão nostálgico que a revelação em papel, o poder de “pegar” , isso no mundo onde num click você fotografa, edita, apaga, publica não e tão mágico quando uma fotografia que você tirou em terminado lugar, com terminada luz, com no máximo de efeitos as lentes de cor que vem com sua Lomo, que após tudo isso você terá aquilo eternizado num papel -- tornando magico e muito único. Fernanda Pinelli


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A OPINIÃO DO PROFISSIONAL Willian Prado

Fotógrafo do site Veja (Editora Abril)

O avô do instagram A fotografia analógica da Lomografia influenciou diretamente a imagem e dos filtros retrôs do instagram, seus filmes modificados de um colorido diferenciado e de processos químicos que dão uma roupagem diferente. Com um corpo de plástico e lentes com o mesmo material, diferente de câmeras analógicas normais popularizam o amor por fotografia analógica. Essa moda que fez com que todos começarem a utilizar esse tipo de equipamento faz com que muitos , que se consideram fotógrafos terem repudio, achando que são brinquedos e não uma fotografia de verdade. Mas o que é a fotografia se não o começo para experimentação, uma vontade de conhecer o

indefinido, de produzir e ter esse mistério para ver o que você produziu. Vejo a Lomografia como um tipo de fotografia analógica que faz com que todos possam ter essas experiências e filmes que podem ser usadas tanto em câmeras analógicas profissionais quanto câmeras Lomo, e com um preço acessível de filmes diversos.


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Danilo Salfemoser Fotógrafo Free Lancer

Febre Lomo Fotografias com cores saturadas, distorções e efeitos bizarros de movimento. Câmeras com 4, 8 lentes de plástico, flashs com filtros coloridos e a banalização do nome “fish – eye”. As Lomos estão em todos os lugares. Nas ruas, baladas, do seu lado… é aquela câmera engraçada na mão da pessoa mais descolada. Não encaixo essa explosão em boa ou ruim. Vejo como uma forma divertida de fazer as pessoas participarem e se aproximarem novamente do processo mais “químico – emocional” da fotografia, feita com filmes. Afinal elas só estão com uma roupagem modernosa, mas são velinhas (1930). E há uma vantagem nisso tudo, pois aqueles que nunca esqueceram o proc-

esso analógico encontram filmes com mais facilidade. Existem varias formas de fotografar, vários equipamentos e radicalizar taxando o que é certo ou errado é besteira. O importante é consciência do porque está fazendo. E que sejam felizes os “Lomógrafos” (como são chamados, os discípulos dessa nova religião). Afinal fotografia é também guardar num quadro a emoção de quem a fez, participou ou foi retratado.


DIANA F+ Nos idos dos anos 60, a câmera Diana era uma lenda cultuada, famosa por suas imagens de baixa resolução feéricas e radiantes. A Diana F+ é uma nova versão do clássico. R$309,00

Fisheye No. 2 Embarque numa aventura circular com a Fisheye No.2! Essa compacta câmera 35mm fisheye tira fotos únicas e é perfeita para imagens em close. R$279,00

Sprocket Rocket Lance a você mesmo em uma nova experiência Lomográfica! Essa compacta 35mm comporta uma lente super-wide para panoramas, dois botões de giro para fáceis múltiplas exposições e claro, sprockets, aquelas perfurações do filme! R$279,00

La Sardina Camera and Flash Splendour Saía do sofá, vá para a rua e comece a fotografar com a La Sardina Splendour! Feita de metal, essa câmera vem acompanhada do Flash Fritz the Blitz Flash, que juntos levarão você às raízes da fotografia urbana. RS 629,00 As referências de preço são da loja “Lomography” localizada em São Paulo

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OS TIPOS DE LOMO


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QUADRICULADOS

O xadrez, tendência no inverno passado nas passarelas internacionais, deu lugar a um primo não muito distante neste verão: o quadriculado.

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A TENDÊNCIA DOS


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Nesta temporada, quem arriscou com tudo na estampa, presente até mesmo em bolsas e sapatos, foi a Louis Vuitton. A grife pegou carona nos anos 1960 e apresentou o conjunto sexy formado por blazer e shortinho preto e branco, com direito a pernas e um pouco da barriga à mostra. O shape 60’s também marcou presença na passarela da Chanel: o tubinho estilo tomara que caia nas cores azul e preta foi inspirado em painéis solares, sendo essa mais uma referência ao efeito fresh proposto por Karl Lagerfeld. Ainda na linha sessentinha, Marc Jacobs misturou o quadriculado com as listras e, assim, criou o vestido bordado com paetês e tiras na parte de baixo. Já a Hermès optou pelo efeito gráfco para produzir os quadradinhos multicolores


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na blusa ampla formada por tressê. Enquanto isso, em Milão, a Marni quase voltou para o xadrez. A grife apostou na estampa com leve efeito tridimensional por causa da interferência do azul, além da silhueta ampla, com bastante volume no quadril e cintura marcada. Para não errar, a dica é ficar de olho no tamanho da estampa. Quanto maior for o quadrado, maior será o efeito volumoso na região. Portanto, se estiver insegura quanto à forma, aposte nos quadrados pequenos!


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O mundo fashion das passrelas e de grifes de grande nomes o mundo todo já conhece e cada dia mais vem aparecendo nomes de marcas, modelos e moda que vira febre de um dia pro outro e alguns não passam de uma estação.

Você conhece o mundo do Patchwork? Paravocê que não sabe, o patchwork (Trabalho com retalho) é uma técnica que une tecidos com uma infinidade de formatos variados. O patchwork é a parte superior ou topo do trabalho, já o trabalho completo é o acolchoado, formado pelo topo mais a manta acrílica e o tecido fundo, tudo preso por uma técnica conhecida como quilting ou acolchoamento.

No Brasil existe um público que ama essa arte e por isso, a revista BRIEFING resolvemos fazer uma entrevista com Debbie Mumm, especialista na área e que vem diretalemnte dos EUA para participar de feiras de Patchwork.


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Autora de mais de cinqüenta livros sobre quilting e decoração home, Debbie começou seu negócio há vinte anos como designer de quilt. Ela logo se ramificou para design de tecido em parceria com um fabricante de tecido. Essa parceria foi o primeiro de muitos acordos com empresas que amavam projetos e reconheceu o enorme potencial da combinação da arte de Debbie com os seus produtos de marketing. Hoje, mais de trinta empresas têm acordos de licenciamento com Debbie Mumm, Inc. Seus desenhos podem ser vistos em tudo, desde a louça de artigos de papelaria e de tecido para cartões. Debbie ama a emoção de criar novas obras de arte e está empenhada em ver sua arte traduzida em belos produtos acabados de alta qualidade. Além de personagens e cenas, Debbie desenhos padrões, texturas e bordas de modo que sua obra pode ser usada em uma ampla gama de produtos. Debbie


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tunidades de negócios. Juntar a criatividade e talento de toda uma equipe e saber que sou apoiada por eles faz com que cada dia seja muito divertido. E, claro, o sucesso e feedback do mercado me mantem animada e seguindo mantém-se com as tendências con- em frente “. temporâneas através da introdução de “Eu tenho uma grande satisfação de novas paletas de cores e ideias novas a ser muito produtiva, ao mesmo tempo cada coleção de arte. que é importante para mim rir e se di“Muitas vezes as pessoas me pergun- vertir com minha equipe e meus partam como eu mantenho a energia e en- ceiros de negócios”, disse ela. “Eu tentusiasmo para o meu negócio”, diz Deb- ho um sentimento muito forte de que bie. “Estou energizada por novas idéias, o que estamos fazendo juntos é uma novos conceitos de produtos e opor- coisa muito maravilhosa.”


Debbie Mumm

B: O que levou você a começar quilting? D: Foi nesta pequena loja que eu descobri quilting. Eu levei a minha primeira classe de colcha, fiz minha primeira colcha, (dupla cadeia irlandesa) e eu estava completamente intrigada! Quando entendi como construir uma colcha, eu estava ansiosa para começar a desenhar a minha própria - que foi a próxima coisa que eu fiz. Após a criação de várias colchas, eu comecei a ensinar os outros usando meus próprios projetos.

A cor é sempre uma inspiração em movimento. Ela traz tudo para a vida. Meu ponto de vista pessoal do idealismo e a bondade é uma influência subjacente a tudo o que faço. O que está acontecendo com as tendências e o mercado sempre precisa ser conB: O que você considera ser sua maior siderado quando se aproximar o decontribuição para o mundo colcha? senvolvimento da nova arte, tecidos D: Livros divertidos com instruções e mantas. Se algo me faz sorrir posso fáceis de seguir têm inspirado mui- dizer que normalmente me deixa satas quilters iniciais. E, provavelmente, ber que estou no caminho certo. os 15 anos de linhas de tecido que eu projetei. Eu amo fazer tecido! Fizemos B: Debbie, o que você tem a dizer do recentemente alguns figurando-nós e mercado do Patchwork no Brasil?! vendeu 36 milhões de metros de tecido D: É um dos principais lugares que que equivale a cerca de 21.000 milhas. mais forneço meus trabalhos e tamO planeta Terra é de 24.900 milhas bém faço desenvolvimentos de estamao redor ... por isso estamos 85% do pas exclusivas. Tem um grande público caminho ao redor do mundo! e com isso tenho meus fiéis clientes no Brasil. Sempre participo de feiras B: O que inspira o seu trabalho? Como do ramo e além disso conquistei um novas idéias vêm para você? espaço importante na área. Agradeço D: Há muito pouco que não é uma in- à vocês por levarem meus trabalhos a fluência ou inspiração em algum nível. cada canto desse país que amo.

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A visão da pessoa e da empresa que é,


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T-SHIRT MANIA

O melhor de tudo é que qualquer um pode usar, homem, mulher e criança! Confortáveis e estilosas, as camisetas completam looks perfeitos para várias ocasiões! Isso se dá porque essa peça, super versátil, se encaixa em todos os estilos, com uma variedade enorme de estampas. Quanto mais diferente, melhor! A tendência tomou uma proporção ainda maior depois que famosas e ícones da moda desfilaram por aí suas queridinhas formando looks desejados em todo o mundo. Desde então, as mais antenadas aderiram à moda e lotaram

seus armários de camisetas com as estampas mais diversificadas possíveis. A moda tem as estampas rocker, fofa, engraçada, frases ou desenhos inspirados em personagens e bandas. O legal e mais comum é combinar a camiseta com short ou calça jeans. O diferencial é misturar também com algo mais chic como uma saia de paetê ou de couro, uma legging com brilho.


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ONDE ENCONTAR... Loja totalmente voltada para amantes de T-Shirts e acessórios estilizados. Público: Masculino /Feminino / Infantil. www.elcabriton.com

Loja totalmente voltada para amantes de t-shirts e acessórios estilizados. Público: masculino /feminino / infantil. www.nonsense.com.br

Site para quem é amantes de T-Shirts e desigers que pretendem estampar os seus desenhos. Através de votos são escolhidas as estampas mais criativas. Público: Masculino /Feminino / Infantil. www.camiseteria.com.br


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GALERIA DE GRAFFITI Seção fixa, destinado aos graffitis feitos por diversos artistas, e que são desconhecidos por grande parte dos leitores.

DERF NICK ALIVE DAIM NICK ALIVE BANKSY


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TOTEM II

CRÂNIO

OS GÊMEOS

ALEXX SENNA DERF BINHO SHOCK BONGA KENDO

KOBRA


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AGENDA CULTURAL Seção fixa, destinado aos eventos realizados na grande São Paulo, e que são desconhecidos por grande parte dos leitores.

AGENDA CULTUR7 ATOS Exposição de fotografia De 30 /05 até 05/06 Bar kabul Rua Pedro Taques, 124 - Consolação Entrada com nome na lista R$ 15,00 sem R$ 25,00.

AL

CLARICE FALCÃO Auditório do Ibirapuera Dia 08/06 as 21 horas Entrada: R$ 40,00 Avenida Pedro Álvares Cabral, 0 Parque do Ibirapuera - Portão 3

IX Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema Programação contempla parte dos longas e curtas que concorrem ao IX Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema. Filmes serão exibidos no Centro Cultural Fiesp - Ruth Cardoso Av. Paulista, 1313 em frente ao Metrô Trianon 20/05 até 10/06 - Entrada franca.


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Oficina Tipográfica São Paulo oferece três cursos. Todos terão certificados emitidos pela OTSP e podem ser cursados de modo independente. Mais informações www.oficinatipografica.com.br Composição manual Técnicas de encadernação para designers Gravura tipográfica


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Revista Briefing