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CURSO BÁSICO DE ADESTRAMENTO “MÉTODO FUNCIONAL” CLICKER CURSO DE DOG WALKER

Um curso feito sob medida para quem procura uma nova profissão muito rentável e promissora, para você que gostaria de personalizar o adestramento do seu cão, adestrando você mesmo, ou como hobby para você que adora cães e gostaria de conviver melhor com estes grandes amigos que simbolizam fidelidade e amizade sincera.

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EDITORIAL Olá querido leitores, apaixonados por animais, parceiros, colaboradores, profissionais do segmento pet, médicos veterinários, biólogos, advogados, adestradores e todos mais que têm lido nossa revista mensalmente, acompanhando nossos artigos, opinando, mandando sugestões, indicando para os amigos. Temos notado que em torno de nossa publicação vem se formando uma grande comunidade de pessoas que apreciam os animais, tanto os animais de estimação como os animais selvagens. E esta comunidade vem buscar mais informações, trocar idéias, colaborar com seus pensamentos e conhecimento, em nome de uma causa maior que é o bem estar e a dignidade dos animais de nosso planeta, que por tantos anos foram considerados como seres de menor importância, como seres que estão aqui apenas para nos servir, nos nutrir, nos proteger, nos fornecer materiais de consumo! Hoje a reviravolta da visão das pessoas trás a tona o conceito de que todos os seres, independentemente de espécie, tamanho, meio em que vivem, merecem o mesmo respeito e o direito de viverem dentro de sua própria realidade de características, desenvolvendo-se em harmonia como os padrões de sua espécie, com alimentação adequada, vivendo em um ambiente saudável, seja este o ambiente natural, que deve ser preservado, mantendo as possibilidades de vida das espécies nativas de nosso país, ou seja o ambiente reproduzido em lares por todo o mundo, abrigando as espécies de animais de estimação, com a mesmas possibilidades, ou até maiores, que as da vida na natureza. Só esta observação do como vive o outro e o respeito às suas características, que possibilitarão a mudança de paradigma que o mundo precisa para que possamos passar a caminhar rumo a um futuro promissor, livre da violência, da injustiça, da maldade, do confronto, da destruição, da competição... a caminho de uma harmonia da cooperação universal. Vamos abrir nossos horizontes!

Ronaldo Tedesco Silveira

Leia a “Revista Animal” on-line Para folhear a revista – vire as páginas apertando as setas que se encontram ao lado Para aproximar clique sobre o texto que quer ler. 03


Editorial

VOTE: Concurso Solidário

Cães simplesmente amam passear!

CBKC – Dog Show de Curitiba

Agility – Conheça alguns obstáculos

Agenda Veterinária

Responsabilidade Social


Aranhas – Parte II

Aves

Legislação Animal

Mundo Aquático

Tubarão (parte II)

Parada Pet Home (dedicada a tutores /proprietários de animais)

Parada Pet Business (dedicada a profissionais do segmento pet)


1º Concurso Solidário de Fotografia, Ilustração e Pintura de Cães e Gatos Em prol dos animais atendidos pelos projetos SOS Felinos e Cidadão Amigo .

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Sua missão agora é apreciar os trabalhos pré-selecionados e votar nos melhores! Os vencedores ganharão espaço publicitário para divulgar seus trabalhos e ainda terão seus trabalhos auxiliando a salvar muitas vidas animais!

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1º. Concurso Solidário - Fotografia, ilustração e pintura

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Realização: Revista Animal

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Então por que isto não é uma atividade simples e agradável? É só andar pelas ruas para observar proprietários de cães em uma verdadeira guerra com seus animais de estimação. Por vezes um cabo de guerra, onde o dono quer que o cão ande para um lado e o cão quer andar para outro lado, ou simplesmente não quer andar naquele momento pois está com medo ou está cheirando algo. Outras vezes o cachorro parece um cão de trenó, puxando e puxando o dono pela guia por todo o passeio. Algumas pessoas chegam a machucar as mãos de tanta força que o cão faz.

E como tornar isto um passeio agradável? É bastante simples. Só é necessário entender algumas regrinhas básicas e então se preparar para deliciar-se em longos passeios diários com seu cão, sem força, broncas ou estresse.

E por onde começar, então? O primeiro passo é importantíssimo. A escolha correta da coleira e da guia. Vamos começar pela guia: ela deve ser resistente em suas costuras e principalmente no mosquetão (que é aquela peça de ferro que prende-se na coleira). Isto vai evitar surpresas desagradáveis como seu cão fugindo pela rua, correndo riscos de vida. Na outra extremidade a guia deve ser extremamente macia e se moldar bem à mão do condutor. Muitos usam guias erradas ou de má qualidade e acabam por desistir de passear com seus cães porque sentem a mão dolorida ao final do passeio! Já a guia deve respeitar o momento do cão. Se o cão é novato e não tem hábito de passear pela rua seria bastante recomendável uma guia autoajustável (o que muitos chamam de enforcador). Este tipo de guia, ao contrário do que muitos pensam e dizem por aí, não machucam o cão de


modo algum! Não esqueçam que cães não são humanos, logo o comentário “você gostaria de andar com uma coleira apertando seu pescoço?” não procede, afinal eu não gostaria muito de andar cheirando os postes o lambendo o cocô de outros cães no chão! Temos que entender o universo dos cães dentro de suas características específicas. Uma mãe cadela ensinaria seus filhotes a andar próximo dela de uma maneira bastante simples: sempre que os filhotes tentam se afastar sua mãe rosna brava e, com uma mordida no pescoço traz o cão de volta para a matilha. Não há dor ou medo, apenas uma autoridade bem colocada. Seguindo este princípio, a guia auto ajustável fará o papel da mãe na educação do cão, utilizando a única linguagem que o cão realmente entende. E como esta guia funciona? A dinâmica é a seguinte. Quando o cão está realizando tudo de maneira correta a guia está frouxa, porém, se o cão decide ir para outro lado, atacar outro cão, pular numa pessoa, atravessar uma rua em hora errada, recebe uma leve tração na guia e a coleira se ajusta, como se fosse a mãe segurando-o pelo pescoço, e o cão entende que está fazendo algo errado.

Escolhido o material correto, podemos passar para o próximo passo. Este segundo passo será adaptar nosso animal de estimação à nossa rotina de passeio, ensinando a ele regras importantes. Como nosso cão não é um especialista em cidade e em relacionamentos urbanos, deixaremos a condução por nossa conta. Seremos sempre o líder do passeio. Determinaremos o caminho e as paradas seguras. Nosso conhecimento da cidade montará o melhor plano de rota, evitando casas com cães agressivos e praças com carrapatos. Montado o plano de passeio é necessário convencer o cão sobre esta sua determinação de ser o líder. Em matilhas de cães quem escolhe o caminho é sempre o líder. O cão sempre tentará ser o líder, ou seja, tentará determinar o ritmo, paradas e a direção. Devemos inibir isto desde o primeiro passeio.


Na verdade esta dominância é que tornará o seu passeio tranqüilo, assim como o do seu cão! Não há nada pior que um cão puxando o tempo todo na frente, durante todo o passeio. Se o cão sentir sua liderança ele não tentará fazer isto, mas sim, seguirá os seus passos. Sendo assim, estufe o peito, erga a cabeça, dê passos firmes e decididos, afinal, seu cão não será liderado por “qualquer um”. Faça por merecer esta liderança, assuma um postura de vitorioso, de um rei (ou rainha)! Outra coisa cansativa é um cão que para em todo o poste para fazer xixi (sem falar que é algo pouco higiênico!). O cão faz isto para marcar seu território, o que é função do líder. Sendo você o líder, seu cão logo abandonará este habito. Seja firme e conduza o passeio!

A tendência do cão que quer dominar o passeio é ir à frente do dono. Sendo assim, mude de caminho com constância e faça que seu cão volte e siga o caminho que você está traçando. Mude repentinamente de direção e começa a voltar no caminho que estava indo... e faça com que o cão realize o mesmo. Simples não?! Após alguma mudança bruscas de direção o cão perceberá que não pode escolher o caminho e que você está realmente no comando. Com esta compreensão o cão passará a observar você para saber onde deve ir, e ficará naturalmente mais próximo e atento aos seus comandos. Gostará muito mais de você, também, uma vez que os cães tem uma grande admiração e respeito pelo “cão dominante”. E sem dúvida, você se sentirá mais motivado a passear sempre com seu cão, os passeios serão muito mais tranqüilos e sem mãos doloridas e principalmente seu cão será muito, mas muito mais feliz!

Mais um problema que transforma qualquer passeio em um martírio é o cão querer atacar outros cães soltos, dentro dos portões ou mesmo ameaçar avançar em pessoas. A defesa da matilha também é função do líder, sendo assim, seja um líder convincente nestas situações. Ande confiante, desvie dos cães antes do início do atrito, não passe próximo de pessoas até que tenha confiança total na conduta de seu cão, conduza o cão com guia curta, que o mantenha sempre próximo de você e com resistência adequada ao tamanho e porte do cachorro.

Como preparar o cão para passeios leves e divertidos? Coloque uma coleira adequada em seu cão. Preferencialmente a coleira com mecanismo auto ajustável. Caso não goste deste tipo de coleira, use uma fixa de pescoço comum. Lembre-se, você nunca vai educar seu cão usando um peitoral. O “controle remoto” do cão não é o peito ou a barriga. Você nunca verá uma cadela repreender seu filhote mordendo a barriga dele, ou verá uma mães conduzindo seu filhote para o locas correto, carregando-o pelo peito – a mãe sempre usará o pescoço, assim, se gosta do seu animal, não queira transformá-lo em outra coisa, respeite as características da espécie. Fixe uma guia confortável e um pouco mais longa (um metro ou um pouco mais) e saia com seu cão para . passear. Escolha um local com muitas possibilidades de caminho, como uma praça por exemplo. Conduza o cão com a guia bem longa e solta.

Existe, porém, o oposto. O cão que não quer passear! Não tão comum como o cão que quer tomar a frente e conduzir o passeio, encontramos animais que apresentam uma grande resistência a passear com o dono conduzidos por uma coleira e guia. Em geral isto ocorre por dois motivos: 1) Animais que não foram apresentados à guias e coleira em idade correta (poucos meses) e assim apresentam medo quando se sentem presos à estes equipamentos e, em geral começam a tracionar a guia

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para trás, numa tentativa de se soltar do artefato. Isto é uma forma de contestar o domínio. Faz parte do instinto do cão lutar sempre pela dominância do ambiente onde vive. Isto é de suma importância para a preservação da matilha, uma vez que, todos os cães lutando pela dominância do grupo fará com que realmente o mais forte assuma o comando. Seu cão fará isto em sua casa também, mas para que você tenha um cão feliz para sempre você terá que disputar também esta liderança e vencer, tornando-se o dominante. Isto tornará seu cão mais dócil e menos estressado (já tratamos este assunto na edição de janeiro e fevereiro deste ano, falando respectivamente sobre liderança e estresse).

Já no segundo caso, dos cães que sofreram traumas o processo pode se apresentar mais lento e estará muito mais relacionado ao carinho do que à alimentação ou dominância. O cão terá que se sentir seguro e amado para que aceite ser conduzido por você. Se ele tem medo porque ficou preso, sofreu maus tratos, ele terá que reprogramar seu pensamento. Terá que voltar a associar a imagem de um “dono”, de um “tutor”, e de uma ferramenta que o irá conduzir, com a imagem de carinho, passeio agradável, companhia para brincar. Deste modo ele aceitará a condução e logo lhe proporcionará deliciosos passeios.

2) Animais que já andaram de coleira mas que se traumatizaram e hoje apresentam resistência à condução. Em geral são animais adotados e que foram alvos de maus tratos; No primeiro caso, dos animais não adaptados você pode utilizar diversas estratégias. A que mais gosto é a da associação da coleira a itens positivos para o cão (reforço positivo). Pode ocorrer, por exemplo, da seguinte maneira. Escolhe-se o horário que o cão está com fome e aguarda que sirvamos o seu alimento. Então nos aproximamos com a coleira e guia, colocamos no cão e em seguida servimos a refeição do animal a pouco mais de um metro de distância de onde ele se encontra “empacado”. A necessidade alimentar (fome) fará com que o cã ande (para frente) com a guia, para que alcance o alimento e perceberá que nada ocorre de ruim. Tira-se então o equipamento do cão. Na próxima refeição faremos a mesma coisa, porém com a comida mais distante e assim sucessivamente até que o cão ande naturalmente com a guia. Caso o medo só se apresente na rua, e não dentro de casa, um bom método é levar o cão carregado até um local agradável, colocar o conjunto coleira guia e brincar muito com o cão e, aos poucos ir mudando de local, conduzindo pela guia, até que ele perceba que não há riscos nem no ambiente externo nem na condução pela guia. Também pode-se colocar a guia no cão próximo de entrada da casa e ver se o cão caminha até a casa. Muitas vezes o medo é de sair, mas se o cão for carregado até um local e o movimento for “voltar para casa” tenha uma aceitação melhor do cão, facilitando a adaptação, que naturalmente depois evoluirá para um passeio sem medo ou estresse. Lembre-se, mostre-se sempre firme e corajoso para seu cão. Ande com postura imponente e confiante!

A maior causa de abandono de cães está relacionada a animais que não correspondem ao que o dono esperava deles, como animais que são muito barulhentos, agressivos, dão trabalho para passear, avançam em pessoas e outros animais, sujam a casa, ou coisas assim. Todas estas questões podem ser facilmente ensinadas ao seu cão. Se seu cão não é o “cão ideal” talvez seja por que você nunca o ensinou a ser. Cães são animais muito capazes de aprender e a se moldar à novas estruturas sociais, assim, ao invés de reclamar de seu animal, ensine-o a ser como você gostaria. Faça você mesmo, ou, caso não consiga, ou não se sinta capaz, contrate um adestrador. Cão adestrado, educado, é um companheiro para sempre! Pense nisto... Adestramento não robotiza o cão, apenas abre o canal de comunicação entre você e seu cão, fazendo que ele saiba o que você deseja e que você entenda como ele vive!


Kennel Clube da Grande Curitiba 08 de maio de 2001

O Dog Show é uma grande exposição / competição onde cães de todas as raças se apresentam para um julgados especializado em cinofilia para serem avaliados em sua estrutura corporal, pelagem, postura, comportamento, em relação ao esperado de sua espécie. Numa primeira etapa cães de idade semelhante, e mesmo sexo disputam entre si, sendo julgado o cão que melhor representa àquela raça em suas características ideais. Então cães da mesma espécie se enfrentam e decidem o melhor da raça. Numa segunda etapa os cães são organizados por classes, como cães de trabalho, cães de companhia, etc e são escolhidos os melhores cães para cada classe. Numa última etapa, esta sim chamada de Dog Show, o melhore cão de cada classe confrontará os vindos de outras classes para que possa ser escolhido o melhor cão da competição! É uma competição bastante interessante, aberta para que todos possam assistir. Leve a família e tenha um dia bastante agradável. Se você não é um especialista em cinofilia verá cães que nem imaginaria que existissem. Muitas raças, muitos criadores, animais realmente preparados para uma exposição. Você não pode perder!

Mais informações em www.kennelcuritiba.com Rua João Negrão, 731, cj. 1402 , Centro, Curitiba - PR Fone/Fax: (41)3016-5615 / 3232-5615 OU NEXTEL 55*99*1137


A pista de agility Como já comentamos anteriormente o agility é uma atividade que pode ser realizada como esporte ou apenas como uma prática recreativa que envolve você e seu grande amigo ou como propósito para a realização de uma atividade física para ambos.

Salto Simples

Independentemente do propósito que você escolheu para praticar agility, você e seu cão vão precisar se adaptar à transposição de obstáculos. Sendo assim neste mês decidimos apresentar quais são estes obstáculos. Cada obstáculo destes que apresentaremos tem uma padronização para que todas as provas ocorram dentro de um mesmo nível, porém, se você é iniciante e quer apenas praticar com seu amigo, você mesmo pode imprvisar alguns obstáculos baseando-se nestas fotos e iniciar seu treinamento. Quem sabe no futuro sua dupla não se torne uma dupla de sucesso nas competições mundiais. Pense em quantos jogadores de futebol iniciaram suas carreiras em campinhos improvisados e hoje figuram nos melhores campos do mundo? Você também pode optar por entrar em uma escola para aprender com os profissionais. Na edição de março, publicamos uma lista com várias escolas.

Muro


Gangorra

Pneu

Passarela

Rampa A

Slalom

Túnel

Mais informações entre em contato com a Comissão Brasileira de Agility, em www.agilitybr.com.br!

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AGENDA VETERINÁRIA

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VENHA SER UM EXPERT EM ANIMAIS O CPEA informa que estão abertas inscrições para o Curso Técnico em Agropecuária. Aulas aos sábados, Registro no MEC e CREA. Inf. www.agrocursos.org.br

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XIII Congresso e XIX Encontro da Associação Brasileira de Veterinários de Animais Selvagens - ABRAVAS Hotel Ourotour – Campos de Jordão/SP De 18 a 22 de outubro de 2010

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Responsabilidade Social

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Cesar precisa muito de um lar! Ele foi resgatado no cemitério quando filhote. Já está com quase 1 ano de idade e continua aguardando um lar! Cesar é muito dócil mas tem medo de quem não conhece, demora uns dias pra fazer amizade. Por isso precisa de alguém que entenda que ele não irá no colo logo no primeiro dia, é preciso ter um pouco de paciência. Mas, em pouco tempo, ele se solta e passa até a dormir junto na cama! Cesar e outros animais aguardam seu contato cinzaeamarelo@gmail.com


Projeto carioca de Pet Terapia leva esperança a quem mais precisa “Pêlo Próximo” quer mostrar a importância e os benefícios dos animais no tratamento de doenças Criado no Rio de Janeiro, por um grupo de voluntários amantes dos animais, o Projeto Pêlo Próximo – “Solidariedade em 4 patas”, tem por objetivo chamar a atenção para a importância do trabalho da terapia canina. O grupo realiza um trabalho filantrópico de visitas à Instituições que cuidam de crianças, idosos, adultos,portadores de necessidades especiais e escolas. O trabalho do grupo, que conta hoje com um staff de 23 cães, é proporcionar uma tarde de alegria, realizando atividades com cães e pacientes, apresentação de agility, show dog, boliche, futebol, contato direto com o animal e exercícios com arco, escovação e exercícios para estimular o raciocínio e trabalhar a motricidade fina dos pacientes. Nas visitas às instituições infantis, o Projeto conta com o “Pet Health”. Nessa atividade, as crianças assumem a função de médicos mirins, colocando máscaras de cirurgia e sendo incentivadas a explorar o corpo do cão no sentido de escutar seu coração, seus pulmões, simular aplicação de injeção, fazer curativos, medicar (com água) e finalizando, realizam o diagnóstico do animal. Essa atividade serve como estímulo ao raciocínio e a criatividade das crianças, ao mesmo tempo em que as conscientizam da importância que tem uma vida. O grupo conta atualmente com 35 voluntários, dentre eles veterinário, adestrador, fonoaudióloga,psicólogo, fisioterapeuta, acupunturista, terapeuta ocupacional e uma estagiaria de pedagogia, que tem a função de estimular através da leitura a importância do respeito aos animais e esclarecer de forma lúdica a posse responsável. - “Nossa proposta é realizar um trabalho diferente trazendo para o centro das atenções o cão, que é o nosso principal instrumento de trabalho. Em cada visita, procuramos realizar um exercício diferente, adaptando o grau de dificuldade para cada situação. Esses animais promovem verdadeiros milagres, eles mudam completamente a rotina de nossos visitados, estimulam o exercício, o raciocínio e principalmente recuperam a auto-estima dos pacientes.Esse projeto é muito gratificante para todos nós, pois saímos com a sensação de dever cumprido e com o olhar e sorriso dessas pessoas guardados em nossa mente” – afirma a organizadora do projeto Roberta Araújo. Para participar do Projeto, todos os cães precisam estar vacinados e vermifugados, passar por uma avaliação comportamental que será realizada pelo adestrador e coordenadores do projeto, apresentar um atestado do veterinário comprovando a boa saúde do animal e, principalmente, não podem demonstrar qualquer tipo de agressividade. Para entrar em contato com a equipe do Projeto Pêlo Próximo, basta enviar um email para peloproximo@gmail.com ou acessar o blog do projeto www.peloproximo.blogspot.com e o site www.wix.com/peloproximo/peloproximo

Contato Assessoria: Alessandra Fabro Tels: (21) 2245-6105/9622-8392 alessandra@houseclipping.com.br


Visando angariar fundos, realizaremos um chá beneficente, no dia 28 de maio (Sexta-feira), às 20h, na Casa Egípcia Khan El Khalili, centro de referência em cultura, arte e gastronomia egípcias, localizada na Rua Dr. José de Queiroz Barbie está para adoção! Aranha, 320, Vila Mariana, próxima ao Metrô Ana Rosa. O convite, que deve ser adquirido com antecedência na própria UIPA ou via depósito bancário, custa R$ 60,00 (sessenta reais), e dá direito aos mais variados chás, pães, patês, bolos, salgados e doces sírios, além da exibição de bailarinas da dança do ventre, consideradas as melhores do páis. Não serão servidos produtos que contenham carne.

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Teia espermåtica – o macho deposita o esperma nesta teia e recolhe com os bulbos, onde o esperma fica armazenado.


O ambiente onde uma aranha vive, determina muita coisa sobre ela, desde estratégias de caça e de reprodução, e até o tipo de presa consumido por ela pode dizer um pouco sobre seu ambiente. Uma pergunta bastante freqüente sobre aranhas é: todas fazem teia? A resposta é sim. Porém elas utilizam a teia de diferentes modos, algumas como as aranhas que vivem em teia, utilizam esta para tudo em sua vida, tanto para a caça como para se reproduzirem, ao caçar muitas espécies inclusive enrolam suas presas em teia para poder comer depois. Já algumas outras aranhas caçam através de sua toca construindo, muitas vezes, até com uma “porta” com teia e terra, a qual se abre quando sua presa passa por cima. As caranguejeiras, mais comuns como pets, geralmente aguardam sua presa se aproximar de sua toca e então dão um bote certeiro, dessa forma não precisam da teia na hora da caça. Porém, nesses casos, podem usar a teia para tecer um lenço que as ajuda durante a ecdise “muda de pele”. Outras espécies também constroem sua toca de teia como acontece com as do gênero Avicularia sp., por exemplo.

Fig. 01 - Aranha tipo “trap door” em sua toca.

Um fato comum a todas as espécies de aranhas, é a utilização da teia durante a reproduções, seja para armazenar esperma (no caso do macho) , seja para armazenar e transportar os ovos (no caso das fêmeas). As aranhas já nascem com o sexo definido, sendo essa diferença bem evidente nos adultos. O macho apresenta, na fase adulta, estruturas chamdas de bulbos copulatórios (semelhantes a luvas de boxe) nas pontas dos palpos (aquela estrutura semelhante a um par de pernas que se localiza na frente da aranha), em muitas espécies no primeiro par de pernas também há presente um gancho que é chamado de apófise tibial. Já nas fêmeas pode ser notado por uma estrutura chamada espermateca, que nada mais é que uma abertura localizada entre os pulmões da aranha. Embora essa estrutura fique bem evidente na fêmea adulta, também é possível visualizá-la, sempre através da muda, em jovens, porém no último caso essa visualização é difícil, podendo ocorrer enganos. O macho depois que se torna maduro sexualmente, geralmente apresenta o abdome menor do que as fêmeas, ele não faz mais ecdise, se alimenta menos e passa a andar mais devido á procura de fêmeas. Ele tece uma teia tipo lençol chamada de teia espermática, e depois com os palpos recolhe o esperma e sai em busca de uma fêmea.

Fig. 02 - Avicularia sp. em sua teia. Padrão típico de teia de caranguejeiras arborícolas.

Fig. 03 - Argiope argentata. Uma aranha típica que vive a maior parte de sua vida em teia.

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A fêmea das caranguejeiras continua fazendo muda durante toda a vida. Uma característica interessante em relação a muda é que as aranhas enquanto fazem muda são capazes de regenerar algumas partes perdidas, como uma perna que eventualmente caia ou até uma quelícera quebrada. Geralmente neste processo a estrutura não retorna em uma única muda, podendo levar cerca de 3 ou 4 mudas para a estrutura se regenerar completamente. Na época da cópula o macho se aproxima da toca da fêmea, ou em caso das aranhas que permanecem em suas teias a maior parte da vida, ele vai até fêmea , e começa a bater os palpos no chão ou na teia, identificando se para a fêmea como um macho da mesma espécie dela, e a fêmea então muitas vezes passa a responder também batendo os palpos no chão, em sinal de aceitação da cópula. Então o macho se aproxima, segura a aranha com o 1º par de pernas para evitar que ela o ataque (no caso das caranguejeiras onde o macho possui a apófise tibial ele utiliza esta estrutura para ajudar a conter a fêmea durante a cópula), levanta a fêmea e entra embaixo dela, inserindo os bulbos dentro da espermateca, depois que faz a inserção tenta soltar a fêmea e correr, para que não se torne a principal refeição da fêmea depois da cópula. Este processo acontece em praticamente todas as aranhas e não só na viúva negra como muitas pessoas acreditam. Em cativeiro, o processo é semelhante, sendo que o macho que deve ir para o terrário da fêmea, ter a cópula supervisionada do começo ao fim para poder separar o macho assim que ele termine a inserção evitando assim que a fêmea o ataque. Após a cópula, a fêmea geralmente alimenta-se bem e depois de um tempo ( não existe um tempo exato para que isto aconteça)faz a ooteca, que seria um saco de teia cheio de ovinhos. Os cuidados com a ooteca e o número de ovos variam de acordo com a espécie, têm aranhas que fixam a ooteca em um lugar, outras já carregam consigo até o nascimento, muitas vezes inclusive virando a ooteca para os ovinhos não grudarem uns nos outros. Em cativeiro, algumas pessoas deixam os ovos ao cuidado da mãe e outras utilizam incubadoras e incubam estes ovos artificialmente, para evitar que a aranha em um possível estresse coma a ooteca. Mas para isso a pessoa tem que conhecer muito sobre a espécie, para saber se deve virar os ovos e a cada quanto tempo isto seria necessário. No caso das

Fig. 04 - Espermateca. Uma estrutura que só esta presente nas fêmeas, encontrada na parte interna da exuvia.

Fig. 05 - Características de aranha macho – A – apófise tibial (não esta presente em todas as espécies), tem a função de segurar a fêmea durante a copúla); B – Bulbo- localizado na parte de baixo do pedipalpo (é semelhante a uma luva de boxe) local onde o macho carrega o esperma e insere na fêmea durante a cópula.

Fig. 06 – Teia espermática – o macho deposita o esperma nesta teia e recolhe com os bulbos, onde o esperma fica armazenado.


Foto a esquerda - ooteca recém eclodida de Brachypelma albopilosum Foto a direita - ooteca de albopilosum.

caranguejeiras que fazem muda depois de adulta, caso ela faça depois de copulada ela perde junto a exuvia (pele da aranha) a espermateca junto com todo seu conteúdo armazendado, tendo que copular novamente para poder construir uma ooteca. Algum tempo depois nascem os filhotes, a partir daí na maioria das espécies acaba todo e qualquer cuidado parental. Porém em algumas espécies como a Lycosa sp., por exemplo, os filhotes sobem no dorso da mãe e ali permanecem até a 1ª muda, quando descem e passam então a viver por si. Uma aranha, geralmente, tem muitos filhotes, mas poucos chegam a vida adulta, sendo animais conhecidos como estrategistas r, que seriam os animais que investem mais em quantidade reprodutiva do que em qualidade. Depois da primeira muda os filhotes começam a se alimentar, em muitas espécies utilizam até os próprios irmãos como alimento, por isto em cativeiro é importante que nesta fase sejam separados individualmente.

muito menos do que a fêmea, em alguns casos poucos meses após maturarem. Um dos grandes problemas, da reprodução de aranhas em cativeiro além das questões legais (relembrando que a criação no Brasil é ilegal), é o numero de filhotes que estas produzem chegando a algumas espécies em mais de mil em uma única ninhada. Então caso tente reproduzir lembre-se que muitas vezes é extremamente difícil achar donos para bichos que são legalizados e a maior parte das pessoas gostam como cães e gatos que geralmente não nascem mais de oito filhotes, imagine achar 800 ou 900 donos para um bicho ilegal quando há muito menos gente que se interesse do que os animais domestico.Você esta preparado para caso não consiga dono cuidar de todos os filhotes? Lembre-se também que em hipótese alguma estes animais podem ser soltos, pois podem gerar híbridos alguns inclusive férteis e competir com espécies locais, o que causaria um grande impacto ambiental.

O tempo de vida de uma aranha varia muito de acordo com a espécie, existem aranhas que vivem cerca de um ano, outras chegam a mais de 20 anos como o caso das fêmeas de Grammostola pulchra e da Brachypelma smithi. Os machos geralmente duram

Juliana Barbosa Russini – Bióloga juliana.russini@gmail.com

Foto 8 - Cópula de Brachypelma smithi

Foto 24 - Lasiodora klugi fazendo ooteca.


AVISTAR 2010 V ENCONTRO BRASILEIRO PARA A OBSERVAÇÃO DE AVES Local: Parque Villa Lobos São Paulo Endereço: Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 1.655 - Alto de Pinheiros - São Paulo Data: 13/05/2010 até 16/05/2010 Horário: 13/05 a partir das 20h30 14/05 das 10h às 17h 15/05 a 16/05 das 9h às 17h - Participação Gratuita! Descrição: Em seus quatro dias de programação inclui também uma mostra de arte naturalista, minicursos, além de atividades infantis. Organizado em parceria com as entidades de pesquisa e conservação de aves, o AVISTAR visa divulgar a observação como atividade de lazer, educação e turismo sustentável.


Uma ave dócil e Dinâmica A calopsita ou caturra é uma ave que pertence à ordem dos Psitaciformes e família Psittacidae. Natural da Austrália, a espécie foi descrita pela primeira vez em 1970. No Brasil, os primeiros exemplares importados desembarcaram a partir de 1972 e hoje já existem muitos criadores. É uma ave dócil que pode ser conservada como animal de estimação. A plumagem pode ser de várias cores: amarelo, branco, cinza, etc. Normalmente a calopsita tem em cada face uma pinta laranja que protege os ouvidos da ave. A crista no topo da cabeça também varia de cores. O comprimento médio é de 30 cm. Não são barulhentas, mas podem assobiar e algumas chegam até a falar. Os machos têm essa capacidade sendo que as fêmeas apenas assobiam. São aves resistentes quando adultas. Com uma alimentação balanceada e cuidado adequado, podem viver até 25 anos. Esta ave tem seu próprio tipo de ninho, e acasalamento não acontecerá sem a presença do mesmo. A reprodução poderá ser feita a partir de 12 meses de idade e durante todo o ano, mas é aconselhável tirar apenas duas ou três ninhadas por ano. Tem uma postura de quatro a sete ovos, com incubação de 17 a 22 dias. Os filhotes devem ser separados dos pais com oito semanas de vida. Já na natureza, costuma se reproduzir nas épocas de chuvas, até porque os alimentos aparecem mais fartamente. Procura geralmente um eucalipto que esteja próximo a água e faz seu ninho em algum buraco já existente na árvore. A alimentação em nossa casa é composta de mistura de sementes (20% de alpiste, 50% de painço, 15% de arroz com casca, 10% de aveia e 5% de girassol). Também diariamente oferecer frutas (mamão, maçã, pêra, frutas de época) e legumes (abóbora, beterraba e cenoura) em pedaços e verduras verdes escuras como couve, almeirão, espinafre, chicória, bem lavados. Uma vez na semana oferecer milho verde e uma fonte de proteína animal (queijo magro, ovo cozido). Ofereça ainda uma ração comercial industrializada e farinhada e ovo. Os grãos

germinados de painço, aveia com casca, milho seco, trigo e arroz sem casca, pão duro, os integrais e os secos também podem ser dados. É desaconselhável fornecer alface, tomate, berinjela e abacate. Já a areia grossa e lavada e farinha de ostras ajudarão na digestão e serão excelentes fontes de cálcio. Os ossos de siba não devem ser esquecidos também. Comedouros e bebedouros devem ser de material resistente, de fácil higienização e não tóxico, como vasilhas de aço inoxidável ou alumínio. Devem ser lavados e escovados diariamente e desinfetados freqüentemente. Os comedouros e bebedouros não devem ficam embaixo dos poleiros, evitando que as aves defequem sobre eles. Em termos sanitários é prudente realizar alguns exames na sua ave recém adquirida como exame parasitológico de fezes, sorologia para clamidiose e salmonelose, mas para isso procure auxilio de seu veterinário especializado. Algumas dicas são importantes como: O corte de asa deve ser realizado em ambos os lados e de pelo menos a cada 2 meses em animais adultos. Animais jovens a cada 45 dias. Mesmo com as asas cortadas coloque tela de proteção nas janelas. Não ligue ventiladores de teto com o animal solto. Visitas de rotina ao médico veterinário devem ser realizadas pelo menos 1x ao ano. A saúde de sua ave e de sua família depende de suas ações. Pense nisso e até a próxima!

Dr. Felipe Victório de Castro Bath Médico Veterinário CRMV-RJ 8772 Especialista em Biologia, Manejo e Medicina da Conservação dos Animais Selvagens Mestre em Microbiologia Veterinária pela UFRRJ

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Tráfico de Animais Silvestres INTRODUÇÃO: O tráfico de animais silvestres ocorre desde a época do descobrimento de nosso país, pois o Brasil sempre foi conhecido por sua fauna e flora endêmicas, o que gerou a cobiça de vários povos estrangeiros. Cada um que aqui chegava, voltava para seu país de origem levando parte de nossa biodiversidade: peles de onças, penas de aves, papagaios, tudo para satisfazer sua vaidade. Ao praticar tal ato, jamais preocupou-se com o bem-estar animal, com o seu direito à vida, à liberdade, com sua permanência no mesmo ecossistema em que nasceu. Por outro lado, os índios, que já habitavam nosso país, devido à sua ingenuidade, não tinham condições nem conhecimentos para proteger a fauna nativa e assim evitar que fosse levada por estrangeiros. Em 1978, foi proclamada pela UNESCO, a Declaração Universal dos Direitos dos Animais que traz, em seus três primeiros artigos: “Art.1.º – Todos os animais nascem iguais diante da vida e têm o mesmo direito à existência. Art. 2.º – a) Cada animal tem direito ao respeito; b) O homem enquanto espécie animal, não pode atribuir-se o direito de exterminar os outros animais ou explorá-los, violando esse direito. Ele tem que colocar a sua consciência a serviço dos outros animais;

no Brasil como também em outros países. O homem esqueceu-se de que é uma espécie animal e, em nome do lucro e de sua vaidade pessoal, deixou de protegê-los e passou a explorá-los, muitas vezes submetendo-os a maus-tratos e a atos cruéis. É o que ocorre, por exemplo, com as aves que são anestesiadas para que pareçam dóceis e mansas ou, então, têm seus olhos furados para que não possam ver a luz do sol e, assim, não cantem, evitando chamar a atenção da fiscalização. O resultado de toda essa situação é a retirada anual, no Brasil, de 38 milhões de espécimes da natureza, ameaçando, conseqüentemente, a biodiversidade brasileira, já que cada espécie animal tem uma função vital na natureza, provocando, então, um desequilíbrio ambiental. Entretanto, após a constatação da extinção total de algumas espécies e a entrada em vigor da atual Constituição Federal, com seu artigo 225, parágrafo 1.º, incisos I e VII, específicos ao tráfico, o homem vem conscientizando-se da importância dos animais e de sua preservação, necessárias para garantir sua própria qualidade de vida. Além do referido artigo constitucional, o Brasil ainda possui a seguinte legislação a respeito: Lei n.º 5197, de 3 de janeiro de 1967 (Lei de Proteção à Fauna) e Lei n.º 9605, de 13 de fevereiro de 1998 (Lei de Crimes Ambientais). Legislação esta que começa a ser observada e, principalmente, cumprida. Assim, o objetivo do presente artigo e dos próximos que virão a seguir é o de tornar de conhecimento público a existência da referida legislação bem como a definição do que vem a ser o tráfico de animais silvestres, para que, através deste conhecimento e de uma decorrente conscientização acerca deste assunto, possam ser minimizadas as agressões e o conseqüente tráfico da fauna silvestre. Para que se possa garantir, para a atual geração, apesar das espécies já extintas, a reversão de uma situação considerada caótica para outra que garanta um maior equilíbrio ecológico e, conseqüentemente, uma melhor qualidade de vida. E, para as futuras gerações, a possibilidade de conhecer uma fauna nativa

c) Cada animal tem o direito à consideração, à cura e à proteção do homem. Art.3.º – a) Nenhum animal será submetido a maltrato e atos cruéis;

b) Se a morte de um animal é necessária, deve ser instantânea, sem dor nem angústia.” Porém, nem mesmo com a criação de tal documento, os animais passaram a ter o direito ao respeito e à consideração, pois o hábito de manter animais silvestres em cativeiro continuou com o passar do tempo, não somente

Autoria: Angela Marcatto Advogada – OAB 178.138 Contatos para palestras sobre este ou outros temas: Tel: ( 0XX11) 2203-9572 E-mail: amar.marcatto@bol.com.br

presente em seu próprio ecossistema, em seu próprio habitat, ao invés de conhecer essa mesma fauna por meio de fotos virtuais, de enciclopédias ou ainda de livros escolares.

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Especial Tubarão Papel do tubarão no ecossistema

até 1947, altura em que passou a ser sintetizada em laboratório. O óleo é também eficaz no tratamento paliativo das hemorróidas. Alguns estudos indicam que este óleo contribui para a produção de leucócitos nos seres humanos. Em 1916, um cientista japonês isolou deste óleo um hidrocarboneto denominado esqualeno, até hoje empregue nas indústrias comésticas e farmacêuticas, como base para cremes de beleza, pomadas e medicamentos. Alguns ácidos polinsaturados extraídos do fígado têm sido utilizado como anticoagulantes no tratamento de enfartes do miocárdio. Por outro lado, o extrato da sua cartilagem tem vindo a ser utilizado em doenças osteoarticulares e no tratamento de queimados. Experimentalmente, têm sido feito transplantes de córnea para olhos humanos, estudos relativos à proteína esqualamina - encontrada no estômago, fígado e vesícula biliar - quanto à sua capacidade de inibir tumores cerebrais, bem como a um lípido quase onipresente nas suas células e com um poder antibiótico de largo espectro.

Os tubarões exercem duas funções primordiais no ambiente marinho. Como predadores situados no topo da cadeia alimentar, mantêm o controle populacional das suas presas habituais e são um instrumento da selecção natural, ao predar os mais lentos e os mais fracos. Ao contrário da cadeia alimentar terrestre, na qual os herbívoros podem apresentar um porte maior que os carnívoros, a hierarquia nos oceanos é basicamente determinada pelo tamanho. Os estratos da cadeia alimentar são denominados de níveis tróficos. Quanto mais distante da base, a qual é formada pelos produtores primários, maior o nível trófico. No final dos anos 80 do século XX, a pesca excessiva de algumas espécies de tubarão na Austrália, originou um aumento da população dos polvos, o que por sua vez, com os polvos a predarem as lagostas em quantidades acima do habitual, originou uma série crise na indústria da pesca da lagosta. Por outro lado, quando os tubarões se alimentam de animais e peixes doentes, feridos ou mortos, contribuem para a manutenção da salubridade dos oceanos. Embora possuam um sistema imunológico Lopes, Edris Queiroz – especialista em biologia marinha e primitivo, apresentam uma baixa condricitios. Ibimm – Instituto de biologia marinha e meio incidência de doenças em geral, ambiente – 2009. raramente contraem infecção após ferimentos graves e raramente desenvolvem neoplasias.

IBIMM

Contribuições dos tubarões para a saúde humana A vitamina D foi obtida do óleo de fígado de tubarão (e de bacalhau)

Instituto de Biologia Marinha e Meio Ambiente

www.ibimm.org.br ibimm@ibimm.org.br

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Campanha Nacional Contra o Consumo da Carne de Cação BOICOTE ao Consumo da Carne de Cação

Sua Adesão é Importante! O Projeto Tubarões no Brasil - Instituto Ecológico Aqualung vem a público solicitar a todos que se preocupam com o meio ambiente marinho a adesão ao Consumo Responsável através das seguintes ações:

1 - O Boicote ao Consumo da Carne de Cação Essa é uma ação imediata que depende exclusivamente do consumidor e de sua conscientização quanto à necessidade de preservação dos tubarões. Basta parar de consumir a carne de cação e substituí-la por outros peixes marinhos*, por peixes de água-doce provenientes de criações sustentáveis, como salmão, truta, tambaqui e tilápia, ou por outros tipos de carne.

2 - O Boicote Restaurantes

aos

Mercados

e

Essa ação irá requerer uma primeira fase de abordagem e esclarecimento junto aos mercados e restaurantes. Em um primeiro momento, nossa rede de relacionamentos composta por cerca de 10 mil pessoas em todo o Brasil __ nossos associados, voluntários e amigos e os mergulhadores do Grupo Dive-Net __, e todos aqueles que desejarem participar, entrarão em contato com esses estabelecimentos, de forma muito tranquila, educativa e amigável, para esclarecer sobre o atual e iminente risco de sustentabilidade dos tubarões e tentar convencê-los a cessar o oferecimento e o

1 – Espécies que não devem ser consumidas:

consumo da carne de cação, seguindo bons exemplos de supermercados e restaurantes. Nesse sentido, poderá ser entregue aos representantes dos estabelecimentos uma cópia dessa campanha e um material de apoio que tem todas as explicações pertinentes para esclarecer as ameaças que os tubarões enfrentam: o resultado da Pesquisa Nacional de Comportamento e Percepção do Consumidor de Cação. Esse material poderá ser solicitado em arquivo PDF (242 Kb) através do e-mail instaqua@uol.com.br.

Por Que o Boicote? O ideal seria que pudéssemos evitar o consumo e boicotar apenas as 38 espécies de tubarão (ou cação) que hoje estão ameaçadas de extinção, como o caçãoanjo, a mangona e os tubarões-martelo, mas infelizmente isso não é possível. Não existe a possibilidade de acompanhar todo o processo da pesca dos tubarões no litoral brasileiro de forma a “carimbar” a carne de cação proveniente das espécies não ameaçadas. Significa dizer que ou se faz o boicote geral de toda a carne de cação ou não se faz nada. E é nesse sentido, que a conscientização dos consumidores pode contribuir para a queda no comércio e no consumo, o que representará a consequente queda na demanda.

SE VOCÊ NÃO CONSUMIR, MATAM

2 - Espécies que deveriam ser evitadas:

ELES NãO !

3 – Espécies liberadas para o consumo: .

Entre os peixes comerciais famosos, temos: cação-anjo,

raia-viola, peixe-serra, surubim, cioba, badejotigre e mero. EVITE o famoso filé de viola, pois muitas peixarias comercializam o filé do cação-anjo como se fosse o filé da raia-viola. E ambos estão seriamente ameaçados

Entre os peixes comercais famosos, temos: atum, badejo,

cherne, corvina, enchova, garoupa, merluza, namorado, pargo, pescadinha-foguete, sardinha-verdadeira, tainha e vermelho.

abrótea, agulha, albacora, batata, baúna, bicuda, bijupirá, bonito, caranha, carapeba, castanha, cavala, cavalinha, cocoroca, congro, congro-rosa, dourado, galo, linguado, manjuba, michole, olhete, olho-de-cão, pampo, peixe-espada, pescada, piranjica, piraúna, robalo, sororoca, tiravira, trilha, xáreu, xerelete e xixarro.


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São Paulo recebe pela primeira vez o evento “Pet Fashion Week” O Pet Fashion Week SP é a edição brasileira do mais respeitado evento americano voltado para o trade market do segmento pet. Criado há mais de 5 anos, com edições anuais em New York e nos dois últimos anos também no Japão, o PFW busca atender as necessidades e demandas das mais sofisticadas empresas e profissionais da indústria pet. O evento oferece a designers e empresas a oportunidade de apresentar ao varejo seus produtos e inovações nos segmentos de moda, tosa e lifestyle. A etapa brasileira, primeira incursão do evento no mercado latino americano, aconteceu em São Paulo neste final de semana (24 e 25 de abril), e contou com atrações tanto para o trade market como para o público em geral.

Desfiles O Pet Fashion trouxe algumas novidades para a edição São Paulo: um desfile fashion com “humanos” e “caninos”: Os modelos e seus companheiros peludos entraram na passarela às 20h00 com um único objetivo: angariar fundos para o Instituto Cão-Guia, causa abraçada e apoiada pelo evento. Para reunir mais pessoas e chamar a atenção da imprensa, o Pet Fashion São Paulo convidou madrinhas e padrinhos que trazem para as passarelas os seus animais de estimação.

Foram 10 marcas participantes: 7 internacionais e 3 nacionais Alqo Wasi – PERU Bullyware – EUA Hartman&Rose- CANADÁ Margoff – ARGENTINA Manfred of Sweden – SUÉCIA Romy&Jacob – CANADÁ Oscar Newman – EUA Empório Animal -BR Inés – BR Pharo – BR

Veja uma cobertura do evento em nossa próxima edição de Revista Animal (Maio de 2010)


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Revista Animal - Abril 2010