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-1-730-1922-

AoUARELLAS E

TEXTO

DOC UhEMTACAO

Ortfa.m5fc*>o

*/, r

DE

POR

Gustavo Barroso

PubUcacio

OffictJkl

do Hinisterio

Guerra,

d*.

Inuependànci* do commeinorotiu* do Centenário d*

brasíl PARIS

A.FERROUD.-

F.

FERROUD

,

Su«

IZt.BOULEVARD SAIMT-Cf RMAin,l*7

1922


PU

RCHASED FOR MU

USlVll^m

01

TORONTO LIBRAR)

FROM

I

II

I

HUMANUIES RESEARCH COUNCIl SPECIAL GR/W/ FOR BRAZIL COLLECTION


ti*™** Exercito Brasileiro

MlM/.

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OBRA COMMEMORATIVA CENTENARIOdaINDEPENDENCIAooBRASIL EDIÇÃO ESPECIAL DO MINISTÉRIO DA GUERRA De$enhos, aquarellas e documentos de J.Wasiif Rodrigues Barro$o(João doNorfe) Direcção geral e organisaçao do fexfo pordu^f ovo

RIO DE JANEIRO E PARIS

1922


MAY 1987


Exercito Brasileiro

MDCCCXXIiw /Ar;/-v

*

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f

OBRA COMMEMORATIVA CENTENARIOdaINDEPENDENCIAdoBRASIL EDIÇÃO ESPECIAL DO MI NISTÉ RIO DA GUERRA — ti' —ÉW 5> Desenhos, aquarellaâ e documentos de J.Washf Rodrigues Direcção geral e organisaçaodofexíoporGuSfavoBarroso(JoàodoNorfe)

RIO DE JANEIRO E PARIS

10252


T.l.phon.s: (212)

C.bU: LIVRORARO.

7370222 737-0223

Viiiti

by «ppoin»m«nt only

OFFER SUBJECT TO PRIOR SALE

RICHARD OLD

tnd

C.

RAMER

RaRE IOOKS

225 East 70+h Str«»t

New

York, N. Y.

10021

Uniformes do Exercito Brasileiro, 1730-1922. BARROSO, GUSTAVO. Texto organisado Aquarellas e documentação de J._Wasth Rodrigues. Publicação Official do Ministro da Guerra por Gustavo Barroso. Paris: commemorativa do Centenário da Independancia do Brasil. Folio, orig. printed wrps. (some1922. A. Ferroud, F. Ferroud, what dampstained) over recent quarter morocco with cloth sides. HO p., 112 hand-colored watercolor plates showing mili(2 l.)i Internally very fine. tary uniforms.

NEW YORK


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I

Historia

PARTE

seus uniformes da organisação do Exercito e de CAPITULO

Séculos XVI, XVII e XVIII

I

-

Brasil Colónia

teve o Brasil, vinda de Porprimeira tropa mais ou menos regular que com o goem que, 1549, desembarcaram tugal foi composta pelos 600 voluntários como bem organisação, sua Sobre vernador geral Thomé de Souza, na Bahia. de Rio no. francezes os combateram sobre a dos soldados que, ás ordens dos Sás,

A

Janeiro, nada se sabe ao certo.

em

capitanias, por D. João III,

cumentos seguros da nossa vida

No

século

Brasil Assim, no século XVI, desde a divisão do doconhecem se não até as invasões estrangeiras, militar.

XVII, a situação

já é outra.

Torna-se maior o interesse da me-

nações colonisadoras faz trópole pelo paiz e a ambição de outras

mais na defesa

d,

,

Brasil.

Travam-se grandes

lutas.

com que

se pense

As forças que nellas tomam

preceitos mili território, de accordo com os parte sã,, formadas no nosso próprio O terço Índios. Apparecem os terços de brancos, de pretos e de lares da época. occidente europeu, a variável e coníusa era a unidade táctica, que suecedera. no suecessora da formidável legião rohoste ou mesnada medieval, com. essa fora O terço tinha dez compamana e essa da admirável phalaáge greco macedonica. por capitães, que, em parada, como nhias de cem homens cada uma. commandadas seguidos de dez pagens, lefrente, fileira, á os das companhias actuaes, iam, em

Era uma forcapacetes emplumados. vando .obre almofadas de velludo, OS seus capitão espanhol grande o pois creara a peninsular, mação militar eminentemente por um terço um mestre de campo, auxiliado Gonçalo de Córdova. Governava


e

|H>r

um

As primeiras companhias eram

ajudante.

chuço e chitfarote; seus officiaes inferiores tinham espadas.

armadas

cabos de esquadra, piques ou alabardas.

i

de

As ultimas carrega Todos

officiaes subalternos e superio

davam com

mando

(figs.

Em

i

com

bastões de

i

1629,

quando Mathias

de Albuquerque chegou ao Recife, encontrou, para defender a capita-

ameaçada

nia

pelos hollai

[magine-se que

mente [30 homens, valor

foi

preciso tivessem os chefes

afim de organisar

a,

tr<

1

pazes de escrever aquella epo-

coroada

péa

Guararapes.

ram

as

pelas

celebres

dos

victorias

Nellas

distingui-

se

"companhias de

campanha

assa'

Henrique Dias se tivesse coberto de gloria a frente de seu terço de pre-

Sec.XW:

tos,

Mosqueteiro

durante mais ou menos dois sé-

culo, existío no Exercito do Brasil FIG.

I

uma formosa

tradição: terços

nambuco, na Bahia

regimenl

e

e,

de-

no Rio, de caçadores a

pé,

das mili-

com fardas brancas paramentadas de vermelho, compostos exclusivamente de -

e intitulados

Henriques

Essa tradição infelizmente desappareceu.

Após a guerra hollandeza, o governador i

li

conhecidas.

lhe

uma

Britto Freire, restaurando a capi-

de nossas mais antigas organisações militares

Determinou que cada comarca fornecesse

companhia cada freguezia

e

um

sendo seus capitães

lhor posição entre seus habitantes. -•-> infant< 1

-

/allos.

eram mais theoricas rregu

terço de soldados lo-

<1"

e

mestres de

Desta sorte preparou

Entretanto, deve se notar que

mie praticas, não correspondendo

immando de

officiaes.

que

se ar-


mavam

fardavam

e

á

sua custa, ao que a

deiros militares veio até nossos dias

Durante o século XVII, teresse no Brasil é a rível luta

mou o que

com

lei

preceituava.

os postos da

A

tradição desses fazen-

Guarda Nacional.

digna de r a organisação militar verdadeiramente

sahia de uma terpernambucana, visto como aquella região de Óbidos reforconde o paz, plena Freire, em 1663, em

\,hV, Britto a dois únicos terços completos. aquelle fizera, reduzindo toda a tropa regimento de dragões auo governador Henrique Luiz Freire creou o

.Mais tarde,

em

a pé. dividido

xiliares

cada um. com 1.200 dois batalhões de dez companhias Olinda. Recife, Bede repartido pelos districtos

bayonetas, tambores e officiaes, beribe,

Cabo

e

um

geira de ordenanças,

outro

com

Em

cavallana liHavia mais, então, dois regimentos de e Goyana, Itamaracá com 600 cavados nos districtos de

Iguarassú.

e Serinhaem. 500, nos de Alagoas, Porto Calvo regimentos dois estacionavam Recife Olinda e

tropa activa, não territorial

uma

delias de granadeiros, e

como

as outras, cada qual

mais 150 soldados de

de

infantaria

paga,

com dez companhias, sendo

artilharia.

Eis o effectivo de

sargentos, um alferes, um tenente, cada companhia: 44 soldados, quatro cabos, dois soldados, os mesmos um capitão e um tambor; as de granadeiros eram maiores: 55 inferiores e superiores

e,

além do tambor,

um

pifano ou pifaro.

Henrique Dias, por patente Conservava-se, religiosamente, o terço preto de nomeado Primeiro Governador e do conde da Torre, de 4 de setembro de 1639.

Cabo dos Negros

e

Mulatos do Brasil.

companhias de ordeCompletava essa organisação militar uma força de 13 nanças (cavallaria)

No meiado

marcas.

freguesias e coquatro terços de infantaria, distribuídos por fardada e regularmente era tropa essa toda XVII, do século

e

armada.

Com

a

mesma formação de

Grande reserva territorial, havia no Ceará e Rio

cuja efficiencia Norte dois terços de infantaria e um regimento de ordenanças, para infantaria, de companhias duas Ademais, umas era em extremo precária. A castello". de "pés ou guarnição dos fortes, chamadas "companhias fixas" ,1o

mesma

organisação, mutatis mutandis. nas outras capitanias.

Geraes do século XYTIT. de 1718 a 1720. assume a de Minas diamantiferos. garimpos e importância maior, devido ás suas grupiaras auri feras O governo portuguez manda para alli. como guarnição e policia, as duas famosas uma. dos dragões reaes das Minas, com 60 homens cada

No começo

companhias


i

armada

quatro ricas

i

e

populosas

em grande

bahianas foram, •11

maioria

um

de

campanha

soldadesca

<la

um

Bahia contava ainda

um

eram de

como

quatro terços

\illas.

mandadas para

paru-,

das

com

um

officiaes

a

No

auxiliares

forças

A

brasileiros natos.

batalhão de artilharia

tenente-general, tendo

crean

colónia do Sacramento.

<la

officialidade

e

Ffectivos das de linha

tei

por

.1

17.V,.

terem participado da

\l'in de

ires

em

na

estava

Brasil

<l"

de ordenanças, supprimidos

e

guar-

companhias, com-

seis

um

condestavel,

sar-

regimentos de infantaria.

lante, cinco capitães e tenentes; e dois

bomens. \

unidade

regimento de

táctica vencedora, então, na tropa de linha, era o

la ci<la«lc.

o

Torre, o de Pirajá

<la

Mais

t2 companhias.

um

"aggregado"

Em

ítaparica,

tradicional dos Henriques e as

ou

da cidade, maior

terço

ordenanças.

de

kettrados, moedeiros, gente de jus-

Um

empregados das arrecadações.

Jafates, familiares e

tiça

O

o de ftaparica.

e

mpanhias formadas pelos estudantes,

742 homens.

Havia quatro terços auxi-

rço ficara somente para a reserva.

• 1

uma companhia de ordenanças.

total

; l

.mfim, Oterço

companhias de infantaria ou ordenanças

cie

cada

ci-

ida villa.

mais antigos documentos sobre uniformes de soldados do Brasil existem

Bdk) Horizonte

forros amarellos, a segunda

canli'

hivo Publico de S.

Paul-, ha

a dividida illas

Marinha (estampa

em duas ri.,

Sul.

jurisdicções

drar

1.

as duas

s,-

militares: «lo

ê

i.

a pri-

vermelhos.

pintar,

em

[765,

Paulo

Villas

e

do

denominam-se tropas e a cavallo,

pelo rei

bem como

Gustavo Adolfo

designação que vinha

ram infantaria montada. -.

S.

littoral

havia dragões a pé

uma

elles

dos quaes se verifica que a

Os dragões, creadôs

adoptando

mm

'.ai.

As guarnições terior,

-•

(estampa 3).

'

com

mandados

figurinos

D

'ária auxiliar

Referem

Documentação Cerai).

das Minas, conforme estão na nossa estampa

Companhias de drag

com

\'. I

fios

e

dragonarios

Napoleão ainda teve regimentos de que "s topes dos chapéos não tem as


tope portuguez era azul e vermelhoeram privativas da casa de Bragança branco \s azul e

cores da nação e sim as do regimento. côres nacionaes na época. e só

I

I

posteriormente se tornaram nacionaes.

Archivo Nacional manuscripto grande, sem data. com illustrações, do a 12, datadas de [767, porque \ Doe. Gal.) forneceu as bases das estampas 4 Os corte, cores e ornatos aos desse tempo. taes uniformes correspondem pelo ("hausse-col" dos francezes), ultima remiofficiaes de infantaria usam o gorjal A cavallaria calça características botas de canhão. niscência da couraça do nobre. A farda dos tambores é geralmente da T, .da a officialidade tem bastão e tricórnio. geral na Europa, que durou até os CÔr da gola ou do canhão do regimento, uso Conservavam-se as III. pomposos regimentos da guarda imperial de Napoleão

Um

(

e

faixas brancas dos coronéis bandas carmins dos officiaes do século XVII e as lança Ainda os sargentos carregavam terçado, chuça, mestres de campo antigos. Km Portugal e no séculos a morrer. curta, pique ou alabarda, tradição que levou Xapoleão tiinferiores da celebre Legião Portugueza de Brasil, sobretudo.

veram

alai

Os

.ardas de prata.

Os

até sargentos brasileiros trouxeram a lança curta

o segundo reinado.

Na estampa

4,

apparece o regimento lusitano de

gança, que, provavelmente, o governo portuguez do sul. 1763, afim de combater os castelhanos

gina a reis,

Moura

na

e.

mandou para o

5.

o de Bra-

Brasil

Da mesma documentação

ahi

por

se ori-

cavallaria da guarda dos viceestampa 6, onde estão as duas companhias de com a transferencia da sede Nasceu paiz. primeiro corpo de escol no nosso

do conde da Cunha. 1763-1767. do vice-reinado da Bahia para o Rio, no governo conde de Azambuja, a segunda. Esse orgahisou a i* companhia e seu suecessor, o militar do Brasil Colónia, devid época, a da mais importante organisação

Essa necessidades decorrentes das guerpoderes mais latos conferidos aos vice-reis e ás A referida guarda usava o capacete característico dos dragões consulinas. ras

branca temporâneos, creado para os de Luiz KIV, que da Cimeira gregos.

e

se

espalhara pelo mundo.

cauda lembrando as do casco dos legionários romanos

Em

derredor,

uma

e

cinta de panno; outras vezes, de pelle

cataphractarios

mosqueada, de

Napoleão e de Luiz Philippe tiveram. Boonça, entre nós, que ainda os dragões de actuaes. mas muito próprias de canhão, semelhantes as dos jockeys e cocheiros

tas

da elegância militar

e civil ate a

Revolução braneeza.


10

Cunha reorganisou

da

mpa

7),

os três regimentos da guarnição

com

golas

e

canhões pretos; o

tnesma .uma. aquelle com enfeites

e tnetaes

1

Rio de

'I"

de infan-

brancos, este

Pela regra geral a que nos referimos, deveriam

imbores da anilharia, mas são todos vermelhos, porque de negi ^ cor preta

lados

mu pennacho

i

ficou

uma

tradição da arma. e

preto ou preto e vermelho. lo

\

<

quandi

I.

capitania de S. Pedro

<1"

as milicias,

1

Henriques, cujo uniforme branco exigia botões

tão

botões e m<

>s

e

tnetaes dourados.

Rio Grande do Sul as seguintes Eor-

de infantaria e artilharia (estampa to), regimento de dra,

tilaria

< «la

praça da Colónia cidades

-

..

Taubal

ilhos

e

(estampa

auxiliar

eram centros

ilha de

cavallaria

li),

de

ligeira

Santa Catharina ^estampa

em São

militares importantes, como,

Guaratinguetá.

VIII. o typo geral dos uniformes para officiaes é este: tricor-

kdo.com

uerda e presilha

l

1

;

casaca

com

forros e canhões das cô-

principio, canhões amplos, cheios de casas e botões, depois,

m

da largura das mangas: camisas com bofes e punhos de

iappareceram no começo do século XIX. menos

rend a

em França,

Revolução os matou; bandas da còr dos forros, enchendo a frente das tas ,

com o

tinham abas longas

tempo.

A

vestia

ella,

se

c

eram abertas, tendo-SC

— antepassado

ibaixo do joelho, aberto na frente, istituido pela ..lidei

1

..

pantalona de presilha

e,

em

<

>s

calções,

alçapão,

foi,

emfim, pela calca commum.

militar estava de botas, as meias cobriam os joelhos. iracteristicos das

nholas

e

tropas portuguezas e brasileiras,

com mais (Fi-

Sapa|>ois

as

írancezas sempre os tiveram altos, muitas

Gravata,

C

do collete— tinha

abotoava o talim.

em

geral, negra,

com o

gorjal

dourado

poados, rabicho e laco. O que ainda a guarda imperial de

grande uniforme.

Faixa carmim, boldrié OU talabarte de

vel-

tão de ouro lavrado para os coronéis, de ouro simples -.

de prata lavrada para os sargentos mores (majores), de


n praia singela para os capitães, de

tinham mais ou menos o rella,

marfim para

mesmo uniforme, mas com

logar de galões de prata e de ouro.

em

das luzes do século I

)c

[769 a

1

X\

galdo bayoneta fita gola

[II.

dragona

vice-rei

77' >

/^/«IsSJfcj!*?- t°pe d° &?•*

chape:

apagar

ao

apparecem

simpKs,

pa-

laço deftfapreta

Vsmochilas,

para os fuzileiros.

direita,

bayoneta triangular, para os gra-

unicamente,

bayoneta

soldados

cadarços de lã branca ou ama-

Correame encruzado: á

trona; á esquerda, sabre, terçado ou chilfarote, e nadeiros;

Os

os tenentes e alferes.

•iho

ou çrcrraia

camisa

marquez do Lavradio, reorganida patrona banda

correia

SOU os quatro terços, a ca\ aliaria

can/tdo

auxiliar e o esquadrão da guarda

dos vice-reis

com

as suas duas

companhias.

Em

as 1 776, todas

tropas do Rio estavam nas fron-

do

teiras

a

menos a

sul,

I

correia

da

bayoneta

casaca ou/arda veslia

patrona

compa-

nhia do citado esquadrão, o 2° rebandoleira

gimento de infantaria lharia.

Chegavam

Brasil, vindo

e

rorro

o de arti-

da casaca

á capital do

da metrópole, o

a

I

regimento de infantaria do Porto

..

de

e,

vindos da Bahia, o

infantaria

dalli.

o I

e o 2°

espingarda

Promptos

para qualquer serviço se acha-

polaina

terços auxiliares, do

sapato

vam quatro 1

los

quaes era mestre de campo

o próprio vice-rei, o que se tornou tradicional.

Em

Minas estavam

semi., mestre ele campo do i° o pé de guerra seis regimentos de cavallaria. de pretos e de pardos. Companhias vários terços e 40 capitão-general governador, S. Paulo, preparadas, Havia, em Todas as tropas do sul entravam em campanha.

em

a infantaria local e a legião dos voluntários reaes.

preenchiam os claros dos regimentos portuguezes.

Levas de recrutas açorianos

Organisavam-se para a

luta os


ia

géJ,

eram

\- ordenanças

«instas"

irregulares

compuzeram

Doe. Gal.), se

de 1786 (\

pessima-

e

as es

jimento luso de Extremos, levado, em

Iam]

Independência.

a

(

ugmentado, mostra, na estampa oota o bai

Uexander

c

até

por

nossos dias,

commum tradição,

Na estampa

russo de Preobadjensky.

do Rio quasi nenhuma differença apresen-

artilharia

tas uma

ntasia de cores e ornatos cobre os uni-

'

O

linha da época. lo

seu grande e seu pe-

[4,

em Eórma de nutra,

final,

rdado,

esquadrão da guarda

>

em forma

dadas,

de plumas e suas issianos

chapéo do r da Candelária

<

de S, lem-

dos generaes de brigada

em

russos,

Rita, tinha

2 de Santa com ramagens «k- prata. como os granadeiros de Frederico o I

<

,

ranjas nas casas,

iva carcellas

azul-clara

<

douradas.

calção

gemma

4

l

(

rdas;ode

Irajá,

e

Marapiá

\>

ordenanças formavam

itando aquelles que íugiam

uma come ao

inúteis

s

dos

S

Paulo

<•

-

Villas

do Sul,

e

Ti-

terços.

pOSSUÍam mais offi-

e

e

terços auxiliares:

Paulo e Villas do Sul,

laratinguetá e Villas do Norte (estampas 2

nfai taria de

Em

de S.

d<

col-

capa

regimentos locaes de linha

cemplo, r corpo 1

e

com

(estampas 20

linha

recrutamento

do que soldados disciplinados

Grande, de

[lha

de Campos,

e

3"

perdido a significação militar dos séculos anteriores 1

dos pretos

estampa 17), com pequenas

debruado de azul; os da

pa iv». de [nhomerim, de Magé, de Macacú

.

nham

1

O

Fora da cidade havia

iquito.

[apacurá, S. Gonçalo

dos pardos, de es-

,

de ovo.

_•"

e

1"

3),

de Guaratinguetá

2'

de

de in-

e Villas

intos e de Curityba.

1779, na três regimentos de imantaria no Rio

uma companhia

<le

Janeiro, cada

de granadeiros,

oltigeurs" nos regimentos

francezes,

e

um com

uma

de caçadores,

oito

de

fusileiros,


13

sendo a

i'

chamada do

coronel,

a

2'

do tenente-coronel

e

a 3" do major.

Velha

que Eazia, ao antigo exercito trancez, ser o tradição portugueza, idêntica áquella , regimento de qualquer anua do rei, o 2" da rainha, o 3" do delphim, o 4° d do mestre de campo general, se de artilharia, ronel general, se de cavallaria, do companina tinha Rio artilharia do regimento de marechal, se de infantaria. artífices, sendo as sete restantes bombeiros, uma de mineiros e uma de

O

nhia de

de infantaria. sul

<

>

de onde iria para o Pará.

operações no regimento de Extremos seguia para as reuniBragança, de Os ef lectivos dos de Moura e

imantes: o se formarem três regimento, de dos aos d<- dois do Rio, serviram para Os Moura. o de Bragança, ora o Velho; o 2°, o Novo, e o 3°, I- ora chamado de regimentos de milícias, numerados pelas « auxiliara ,ransiormaram-se em mesmo numero de companhias mesmas Ereguezias anteriores, organisados com o tinha O corpo de ordenanças, commandado por um capitão-mór, que os de linha. nas provínTinham, arredores. dos pelas freguezias [5 companhias espalhadas Colónia e do Rio Grande do Sul e os regimentos da dragões os desapparecido cias, de Santa Catharina. Gal.) dão idéa exacta dos fardafigurinos de Santos Vilhena (V. Doe. alteração das linhas a ingrande mentos no fim do século XVIII. Sente-se na Desapparece o Revolução. da Ha soldados que lembram os fluencia franceza. dos officasaca pennacho. Surge o bicornio a três pancadas, com tricórnio. e curlargas espadas as as abas são longas, ciaes tem traspasse e bandas pontudas, dos tardas as que Da estampa 22 ve-se bem va, e a. faixas de cachos compridos. torma em algodão, Os tarugos são de frocos de soldados começam a ficar curtas. para a officiaes usam um bico do chapeo Os tradicional. de chamma, objecto ou sem escamas; as dos soldados sao de

Os

A

D

ig.

e

dragonas metallicas, com

Unda ha

panno.

desapparece a fita no cabello, que so

em

1806.

regimento de in1" Guardam-se as tradições das cores regimentaes. dado quando o crearam terço, Bahia in;im , ni o branco, que lhe Eoi

[antaria da

desde [64

até ser

!

em 1750

(

I

regia de D. Joa transformado em regimento, por ordem cobriam-se com um chapeo

tinha o amarello, e seus officiaes

dondo, emplumado, ao gosto

conservava

levavam na

a

inglez,

que lutava contra o francez.

côr preta, da sua tradição,

lapella

ramilhetes de flores.

em

todo o Brasil.

E

A

artilharia

officiaes pacholas


1

1

de mfliciaa o de Úteis (estampa 23), creado pelo general commandantea eram sempre oa governadores e que 1

Chamai

Seu uniforme era enca rnado, paramen-

commerck

taverndroa

gente mais modesta

demificias, entrava

e

1816

fÔOO \

farda era azul e amarella.

m

Havia mais

<>

regimento de pardos, para

calões e botões brancos, pluma azul-clara, de ponta rubra, farda-

mento azul-ferrete com

k<>};i,

canhões, Forros

e

bandas vermelhãa

e

o

correame

branco; o de Henriques, para oa negros, de branco, enfeitado de vermelho; a coma

de familiares, de encarnado e verde; doia corpos de capitães de assalto •a ie

hullandeza

— de

Em

verde. -

cada

guarnecidos de

um

brancas, e a

desses corpos, a -*.

azues,

com

as

i"

fitas

rubras e

fat-

companhia usava

mesmas

franjas.

Fa-


!

15

fugidos. e perseguição de escravos riam os serviços de correios, vigilância

uma e

Eram

espécie de policia.

norte, fardado de azul, sem gola Mais ainda: dois terços de ordenanças, o do e metaes dourados, e um farda mesma com metaes prateados, e o do sul, com a quatro soldados e 40 offiter por .800, auxiliar, dissolvido, em

corpo de cavallaria ciaes

no nosso fardamento, com o Nesse tempo, o gosto inglez quasi predomina machadeiros é de linha indos A barretina uso dos chapéos altos para a tropa. Conserva-se o gorjal. gleza. A certa hora, prendiam-se recrutamento. Violento e curioso, o systema de entre elles, as autondaDepois, na cidade. todos os homens que se encontravam praça. des escolhiam os que deviam assentar


^

CAPITULO

Século XIX

II

Brasil Reino

que lhe oppôz o poexpansão do imperialismo napoleónico e a resistência uma série de acontecimentos, cuja reperderio inglez determinaram, na Europa, Lisboa a refugiar-se no Brasil. Ins cussão na península Ibérica forçou a corte de a necessidade de dar melhor orgaregente tallado no Rio de Janeiro, vio o príncipe

A

Na capital brasileira, existiam os annisação ás forças da colónia elevada a reino. O granadeiro do i° remodificados. tigos regimentos, com os uniformes bastante Traz a cartola guarmudança. gimento de linha da estampa 24 mostra bem essa até a posterior, conanterior parte necida na copa, por uma tira de pelle, desde a Documen-. a 1806. XVIII milícias portuguezas do fim do século forme usaram as

tam

manuscripto datado de 1800, na Verifka-se por elles que, então, as com-

as fardas dessa época figurinos contidos

Bibliotheca Nacional (V. Doe. Gal.).

panhias de granadeiros,

f usileiros e

num

discaçadores de cada regimento de infantaria cada pouco, em armamento. Dentro

tinguiam-se pelo correame, fardamento e qual dessas especialidades da

mesma arma formou

unidades tácticas á parte.

o de cavallaria do maio de 1808, o principe creou o I regimento antigo, para cuja formação sérExercito, ainda hoje existente, o nosso corpo mais Deu-lhe o mesmo quadro vice-reis. vio de base o velho esquadrão da guarda dos

A

13 de

No mesmo dia, creou a das unidades portuguezas dessa arma: oito companhias. para serviço do paço e pessoal real do principe ou archeiros da guarda real guarda

do monarcha, incumbindo o marquez das

com alguns

archeiros de Portugal, de

Bellas.

commandar

que tinha vindo, como capitão, os seus 25 homens.

Regulan-

num regimento de artilharia de sou o corpo da brigada real de marinha, toraando-o um. Desse corpo se originou cada companhias marinha, com três batalhões de oito o actual batalhão de

f usileiros

estylo innavaes, que conserva no seu fardamento o

glez da sua origem.

na nossa hisparenthesis, para seguir a vida dessa unidade tradicional artilharia a de batalhão fel-o Pedro 24 de outubro de 1822, D. toria militar.

Um

Em


!S

mudou-o em Imperial brigada de

m janeiro

principio,

,

Em

mais tarde,

e,

arti

1847.

Republica, tem sido batalhão naval e

Na

dois mais a brigada de cavallaria de mflicias em regimento. tornando-o Henriques, idores 1

,,

joâo vi

d

com

reaes,

corpo de voluntários

,

o effectivo

fl>

t.ooo ho-

Martin. Lopes, ão fundada pelo capitão-general de 1775 (V. Doe |

,

em

1814,

-

entode

-

WP«

uo

sul,

batalhões de 500 homens, composta desta maneira: dois três

•:

W

Gal.),

companhias de

artilharia.

K

D. João deu nova organisação a essas

infantaria.

quatro esquadro. a ter três batalhões de infantaria, de artilheiroscompanhia uma de artilharia a cavallo e

ímento independente

foi

dividido

imento de cavallaria

em

e 2' batalhões de caça-

com estado-maior

de. milícias,

e

cavallaria ,,or destacamentos dos três regimentos de caçadores, de regimento Manteve-se na praça de Santos o

mia.

que d pelas constavam, então, de 11 regimentos, distribuídos

-

infantaria, três de cavallaria e dois de artilharia.

.

iria

Mello. tinham sido organisados pdo capitão-general Manoel de

>^

I

Del-

voluntários de mipraças que compuzeram o regimento de

citados,

i,na

scculo

atilho,

XVIII.

calças,

as

As

collantes

iusileiro e o

verifica-se que

caçador trazem já o correame amaque,

distinctivos

pennacho verde

emblema

e a

,

tam|

„a le

trompa.

Esta

arma em num caderno

clássico da

Bahia Bibli

infantaria

cional (V. d'alli,

raros porme-

fardas são fechadas, as bandas, dentro e compridas, terminam

com

foi

durante muitos

recentemente restau-

toda a parte.

de figurinos, ingenuamente

Doe

Gal.).

Temos, na

es

chapéo redondo, de aba esquerda


19

levantadaj

XIX. Parece que nasnas primeiras décadas do século Os uruBrasd. qual passou para Portugal e para o

muito commum

ceu na marinha ingleza, da

guayos o usaram na guerra da Independência

Equipamento

sobre

Pantalonas de pala

O

antigo.

barrete de

,,elo

belgas

carabineiros

os

A

as milícias patrióticas de l8 30.

usam afim de recordar Erente por colchetes.

e

as

ainda

o

farda é curta, presa na

botas,

formando

polainas.

tradiciodos porta machados idêntico ao

tampesada. ao que sempre assignalou as tropas caA de branco, côr da gola da tropa. bor por excepção, todo de amarello e não alacm ouro, mais tarde transformadas saca do musico, á antiga, tem casas de nal «los granadeiros, isto é,

mares \ estampa 25 mostra os caçadores

banda enrolada.

A

militar. comprida, porque era a mortalha do

Nos

ve 7 es do seu tamanho.

riam privativos dos caçadores. século

XVIII,

com pennacho verde

faixa envolve-lhes a cintura.

e

os oííieiaes de

Outrora, fora branca, larga e

Dessa serventia, as reminiscências

décadas, sesoldados, os cinturões, que, atravez de íd.). no Doe (V. Histórico" "Brasil o I

Segundo

artilharia da os uniformes dos caçadores e da

Bahia eram quasi

tinham dois pennachos brancos. idênticos a estes, sendo que os primeiros não é colorida a gravura da obra citada.

mente

em

D. João VI, logo artilharia,

fundando

Com

no Rio.

guarda real de

um

soldados policia,

Infeliz-

desenvolvimento da 1809, voltou sua attenção para o

artífices do arsenal, corpo de*artílharia a cavallo e o dos corte, formou a da cavallaria escolhidos na infantaria e

armada

e

fardada como a sua congénere de Lisboa.

Delia

militar da Capital Federal. nasceu a actual brigada policial ou policia do Sul de Santa Cathagoverno real separou a capitania do Rio Grande Obteve, assim, um regimento de dra-

O

rina,

reorganisando

gões,

com 956 homens

alli

e

a tropa existente.

um

batalhão de caçadores,

com

610.

Na

Bahia, do 2° re-

caçadores com três batalhões a pe e gimento de 'infantaria levantou uma legião de total de 2.296 homens. dois esquadrões a cavallo, perfazendo o torça, feito de três maneiras: o recruta a era recrutamento Nessa época, o lavrador e o semestreiro, filho do que servia 16 annos; o voluntário, que servia oito. de praça e três em cada anno anno primeiro no mezes ou do ricaço, que servia seis deviam consermilicianos, terminado seu tempo de serviço, dos sete seguintes.

Os

igual ao que tivessem passado var o uniforme e o armamento reiunos por tempo chamado. Ao cabo de 25 annos. pernas fileiras, estando promptos para qualquer


fomentos

com

irda

que, •

no

;,!,,

um canhão ou uma

oo,

h

ban-

a Rio de Janeiro, Santo António era promovido

o respectivo

-'1,1,'

interesse de D.

., ,

a instituição

João VI pela organisação miHtar

da

real

academia

militar, a

inaugu-

Cruz. creada, abrica de armas da fortaleza de Santa Cunha; a installação de varias fabricas de espingardas em

,la

ris&es dessa

província; a creação de pedestres, dra-

na Bahia, no Rio Grande do Sul. no Ceará, guaranys, Preto, e a fundação do regimento dos Em [813, ainda se- preparam tropas no Rio

e mflicias

.

Marianna e Ouro

I8I5, crêam-se a artilharia

Em ra

rno os trophéos tomado

por que p

i

militi

.lo

Maranhão

e o

corpo dos

invalid

jxhivo Publico, as informações completas sobre as forças

m '

nobres, resultado a estampa 27: linha, milícias, pardos, Henriques do regimento velho e do novo, foras-

guarda, familiares, .

ordenanças, corpos da conquista e de entradas

e sahidas.

Os

uni-

itampa 28, Eoram copiados da torre do de relevo ,, chapéo-claque do official, digno lonelles .do.

Em

Uragonaa

[808, o governo por-

um

tugue2 publicou

plano de far-

damentos especiaes para seus ge n<

raes

e

estado maior,

contidos

Approxima se modelos íraneczes da Revo ,

rios

do império: casaca marradas de ouro, exaggerado 1

t820 910

chapéo claque de dois bicos. A J de uniformes do exercito

5

fere os

ido. litteralmcnte.

.|"<-

do Brasil.

o modelo

«la

EUa confessa

a, influencias

harretina e o inglez.

Delia vic-


21

ram

fechadas. as pantalonas e as elegantes casacas Brasil (fig. 5)o que durou bastante no

Conheciam-se os postos pelas

Os

dragonas,

os fardões do século estrellas e

w

bordados

XVIII, á franceza.

Coronel

com

J,°Sara.de/rfe

\

\

I

^-/IrfiIh. ou Furriel

deCavadt.

/enLoroneL Ten. Coronel

ÊÊÊ

generaes continuam

vivos brancos e d.stmguem-se pelas

(fig. 6).

J^JD*,

(ÊH w§Ss

Têm

T-XD ff

fí\fl2° Sara.

ou Trombefa-mor e Tambor -mor

-Mor m\\ Sargento y

W Farnel de /nfie/?rfilà\]^

Capitão

Tenente

Alferes

Cabo

//nspeçada

1806 de D. João VI foi a facto muito notável na vida militar do reinado auxiliadora, devido ás guervinda para aqui de uma divisão portugueza, a divisão voluntários Compunha-se de dois batalhões de caçadores, intitulados ras no Prata. companhia uma de cavallaria e reaes do príncipe e, depois, d'el-rei três esquadrões parte na tomaram num total de 4831 homens. Repousaram dias e

Um

;

de artilharia,

parada que Debret reproduz

num

braço por luto da rainha D. Maria as fronteiras.

desenho, onde se I.

vem

os officiaes

com

crepe no

D'ahi a pouco tempo, essa força partia para


,

intentos

do Rio de Janeiro com barretinai do ena, no braço dos soldados de i

I

calças largas de brim e as vestias de

li

Família, com o clarim de cavacaria do districto de Sacra reprodu húngara, tempo, á do ligeira rístíca da cavaDaria

.,,

uinodo ^rchivo Nacional ,-

Doe

(\

Carrega ao hombro

Gal.).

um

sapska polono, peculiar a ulhanos e lanceiros,

c

a

tanto

do primeiro tropas ligeiras a cavaDo, que usaram os músicos e,

um

longamente, os dos

m

regimentos (V.

figurino da BibKotheca Nacional

a pé.

Na mesma estampa,

Doe. Gal.). a policia de Marianna,

capital. sido a primeira creada no Brasil após a da Gal. V. Doe. Maranhão ristente na Santa Casa do

I

foi

>,

do anno

Henriques modelo da 3" figura dessa estampa, na qual o soldado de Henry viajante do descripção com a minuciosa

pintado de accordo

O

laL).

1

[enriques do Rio está de accordo

com

as estampas

do

tem]

O decreto real

descreve de 1816, para o Exercito Brasileiro, minuciosamente fusileiros de alteres _'" linhas. o Na estampa 33, de i" e

distínctivos

f an!

'

1

i

o apparecimento de nova barretina

traz divisas amarellas

m

A

de calças largas.

O

cabo

tradição desse systema de

É uma

m

di-

das raras que

pequenas modificações. pennachos do tambor-mór e do musico são diffe2* pr Todos os metaes da i" linha dourados, todos os da da tropa. talvez in_> manteve, linha, Republica, creando, recentemente, uma nova mantidoat»

t

no braço.

e

;.,.

(

>s

alamares

e

-

:

'

\

Nella, uma minúcia, que dentemente, a distincçãO tradicional (estampa 34). dos uropeus: os enfeites de «luas cores nos braços a infiuei

utróra, tambores e corneteiros

taml

3

horou do

ri,,,..

curvo

rei.

acompanhavam

os arautos senhoriaes

tinham as mangas, o estarcãoe as meias das Por

isso,

em muitos

exércitos estrangeiros, têm nas

idonaes. causa da tarda branca, os metaes dos caçadores Henpor dourados, mpre caçadores, de sabre armados de floi

Na

mão e a chapa de numero: na numero, outra COm as armas reaes na dos

barretina dos granadeiros, a granada de

duas chapas

— Uma COm

O

;


23

Os officiaes superiores, com capoto de modelo caçadores, a trompa c o numero. nos paramentos das casacas. Os milicianos, com as cores de seus corpos da época fez com que para la se enviasrevolução de 1817, no nordeste brasileiro, voluntários cavallaria, o parque de artilharia, os sem vários corpos do Rio: o f de Da Bahia partio para o Recite uma unide infantaria. d'el-rei e quatro batalhões regimento chamado da 2» restauração de creada naqueUe difficil momento, o

A

dade

guarda do soberano confiada Ficou a capital entregue á policia e a Como as tropas enviadas nao fosesquadrão de cavallaria, vindo de Minas.

Pernambuco. a

um

sem

sufficientes

sua magestade mandou para vencer a rebeldia, que alastrava, reforço cheem Portugal, pelo marquez de Angeja. Esse

buscar mais soldados

2° regimento de fusileiros, na em S. Christovão, no mez de Rio, no Bahia o 12 da mesma arma, desembarcando, uma companhia de artifusileiros, 15de composto pelo 3" de caçadores.

Recife o gou de Lisboa em agosto de 1817, deixou no o

outubro,

fices-engenheiros e

uma

brigada de artilheiros-conduetores.

Foi essa a tropa que,

em

1821, passou, sob o

commando de

Avilez, do Rio

Independência, seguio para Portugal. para a Praia Grande, de onde, após a general Madeira, ao cerco de Labatut. de fusileiros resistio, na Bahia, com o

Ou' Ca-

e no resistiram algum tempo no Maranhão çadores e um pouco de artilharia ficapríncipe, o buscar veio Em 1821, 600 homens da divisão naval, que Piauhy sul, no estava que auxiliadora, divisão vam, espontaneamente, no nosso paiz. A

embarcou, em 1823, para a Europa. Painéis de azulejos de velha casa do

Maranhão

|

V. Doe. Gal.

)

representam

se reconstituí-

Por 22» de fusileiros. dois sargentos portuguezes do 19 e do infantaria da estampa 36, conde cabo do e porta-bandeira ram os uniformes do bandeira é a que se usava naquelle servando as mesmas cores e minúcias. dispostas em triângulos e losangos, tempo- as cores nacionaes ou as do regimento, das Da mesma maneira, a maioria das bandeiras circular. elles

o

A

torno de um centro vários regimentos modernos europeus, meias brigadas da revolução franceza e de O of ficial superior do 1" de milícias da Bahia foi copiado dos paizes monarchicos. de corGal.), com uma curiosa guia do retrato do coronel Silva Paranhos (V. Doe.

em

prendendo a espada, calções e meias de seda. portuguezes se alteram. No correr dos annos, os uniformes dos generaes chapéo armado de bico para a Retratos, gravuras e estampas nos apresentam o bordados nas costuras das costas e írente dragonas grandes, de cachos annelados. rente,


M

u de rendas

a

.

Na estampa d,. pi n |

u

e soldado,

na gravura de Debret, que representa de luto por D. Maria I.

,.

novo

etina de

perto

dum

aos hombros

typo.

\

século

em

I

'

r

com

pinhão,

farda, côr de

orgamaacão mais regular

em

divididos

manda

rei

Rio Negro, Maranhão •

:i

Crearam no norte

crear tropas

I,

Pela nova re-

de caçadores, sendo

— Piauhy,

Grande do

Rio

em em

18 19, os canhões e golas

em Mi-

S. Paulo.

com

[821,

batalhão,

Esse tope

a 31 de outubro de l82I. O afamada estampa de Debrd

dos caçadores a pé de Luiz is

Doe

e

i"

as dra-

verdes, autorizados

em

foi distribuído,

no Brasil,

soldado de cavallaria de milícias de

'

(V.

1"

J<

officialmente, as cores da casa de Bragança, azul e

vez,

furinos militares do lo

D.

mais a legião de Matto

se

de cavallaria

do

tirado da lo

e a

durou

verdes,

e Sergipe; depois, outras no Espirito Santo,

branco, substituem as da nação portugueza.

foi

chouriças

de granadeiros

1

38, apparecc

rimeira

tropa

Tem canana a tiracoUo

de fusileiros. 1"

um esquadrão um caçador

1

mpa

o uniforme côr

partida dessa

Existiam os seguintes regi-

de artilharia de Montevi< !•;„

com

em Pernambuco.

e efficaz.

u a ser. respectivamente, -

a

Portugal.

decaçad fonu

se

equipamento é de fabrica ingleza

1818, voltou ao Rio a força que se achava

Em

mal

abotoadas,

ser

a

banda de tranquetas

temos os caçadores, official

37,

lidado, chouriça

la

começam

\» fardas

Olaria.

tropas bavaras,

não

foi

caça da onça".

em

Seu capa-

a cavallo da

[870.

Kxáàvo do Para (V. Doe. Gal.) mostram o

do regimento de cavallaria de

Gal.), que

"A

XVI, do dos caçadores

linha,

creado,

alli,

official

por decreto de

aproveitado na reforma geral da

P

linha,

em

1X17 [824.

grande valor, porque já trazem alguns característicos da futura cavallaria

'

V

uni;

mi

quardlad

lede D. Pedro

I.

quasi sempre os decretos sobre

acompanhados de figurinos desenhados 4 mão, gravados em cobre nos archivos, mas, i nfeli zmente, quasi todos dess

\rchivos do

>

Paulo, na

Bíbliotheca

Nacional, restam


25

os raros que se não

perderam

e

muito serviram na confecção desta obra (V.

Gal.).

Na estampa

39, o clarim de artilharia

tualmente descripto nas

leis

a cavallo apresenta o Eardamento tex-

de [820: ursa ou barrete de

pêl

"ourson" fran-

Os clarins, como os tambores, sempre ticez) e peliça. uniformes veram uniformes especiaes. Entretanto, os muito eram hussares, da cavallaria ligeira, desse género, dos

usados na artilharia a cavallo.

A

de

Napoleão

assim e assim veste, nas paradas, a "royal

da guarda

vestia

Eield artillery"

real ingleza.

um uniforme dos generaes está documentado com Gal.). A.farDoe. (V. Montenegro do brigadeiro retrato pequeno uniforme. deta azul do otticial negro, em

O

representa o perpetuada na estampa contemporânea, que Ella Gal.). capitão Bonaparte, dos Henriques (V. Doe.

A estampa 39 ainda regista a ul[812. para os caçadores, em 1820 indumentária tima creação de f,,i

inventada

em

(figura 7).

precipitaram se os D. João VI voltou a Portugal e do Brasil. independência a resultaria acontecimentos de que sol\pos sua partida, o príncipe D. Pedro, precisando de sóapresentarem se que decreta que os voluntários

dados,

mente servirão

três ânuos.

Organisa-se a guarda cívica.

laço poríaguez FIG

7

de infantapara defesa da Corte, com quatro batalhões arma-se tuna corporação Paulo, S. Km ria e dois esquadrões de cavallaria. brasileira". independência melhante, appellidada "sustentáculo da

se-


CAPITULO

Século XIX

Após

a

Brasil

Império

III

— Primeiro

Reinado

cuidado de D. Pedro proclamação da independência, o primeiro

Eoi

por distinctivos, os soldados brasileiros differentes tornar, pelos seus uniformes e de setembro de 1822, o emblema, que, até completo dos portuguezes. Creou, a 18

1822-25

(Chapéu armado)

(Braço esquerdo)

1831

1831

1823

[825, se usou no alto da

1894

1903

manga esquerda e se chamava tope. composto por um ciruma fita amarella. em que se lia "Independência OU

culo verde, isolado acima de

Morte

!"

(fig.

8).

Modificaram-se golas, canhões e pennachos, as primeiras par-


> lamento que

tornaram caracteristicamente nadonaes.

se

um

n-.i

da

Debrel

d

substituído por Eficial,

,

esquerdo, o

mesma anua

1816 a 1823.

d.

primeira

ata

pertenci

mantido com o mesmo numero pdo im-

o de 1818 e

que -lurou

a

\

of fida! de caçadores fardado no

um

I

Mia desappareceu o

os figurinos contempo-

porém consta de todos

emblema já

laço

circulo verde e amardlo, sobre o qual

Canho

citado.

verdes.

s

Esta

Foi sempre a istica de nossos caçadores durante longo tempo. nesses caamardlo galão Unha. um Nos corpos de i" Europa.

cm

s verdes

uniforme exprimia

O

46.

mataram

i*

de cavallaria

as

.

Em

Mias

tradições

(

gravura está accorde com o Debret, galões noss

.

devem

se

estrdta e

á

muitas manifestasitivista, que, infelizmente, predominou em soldado de mirepublica, e, felizmente, já morreu de inanição.

no inido da

verde e canhões

adopta gola

lembranças do nosso passado militar.

uk-11i-.iv>

maioria dos crimes outra nossas mais

-.1

altera-

foi Então, tornou ao uniforme antigo, que ficou tradidonal e só

3.

.

ou nenhumas

por exemplo, continuavam os anteriores.

rivos,

Vejamos a estampa

A

desejo de mostrar a todos que o domínio de além-

X<> mais, as fardas soffreram pequenas

ido. s

Tal exaggero de cores na-

olhos amardlos.

1823

e

>

de metal branco,

l--tr.es

linha.

-

erno imperial approvou novo plano geral de fardamento Transpomos esse uniforme da obra de Debret V. Doe Gal.) 1

s

itampa 41. 1

Ma

\ barretina, afunilada, é

pelos hussares da revolução franceza e "mirliton", por

.

se

e

mesmo

.

uniformis

lo

com

es-

o tempo, peça abso-

a mais característica da evolução de

farda era curta e sem vivos,

que durou ate 1834.

cm

em

assemelhar ao instrumento musical do

\ artilharia a pé usou-a mais tarde, a infantaria \

cordão,

seus alumnos da escola de

Ficou tradidonal entre nós, tornando-se,

ndo

um

guarnedda por

<

»

n—a

em t866

cm

Efidaes dessa arma.

a

guarda

alamares. dragO-

coronel de caçadores

esse plano, na., tem dragonas.

indumen<•

-la

estampa,

D. Pedro ordenara

No

Brasil,

lodosos


29

Ficam definitivos.

provisórios

no punho e a não

zer galões

ter

os referidos officiaes

Desde então, dragonas

até

essa figura o retrato do conde de Escragnolle

I

o V.

fim da 1

>oc.

Gal.

passaram a

monarchia. >.

'

>

tra-

Documenta

coronel de milícias

Queiroz (idem) e o major de ordenanças „,; tirado do retrato do coronel [gnacio de s dois últimos fardamentos do do barão de Tietê idem I. Os pennachos dess< indicadores da 2" linha. amarellos, e os vulgarmente chamados "periquitos", verdes pelo imperado,-. prohibidos Eôram is tufos de rendas das camisas de ambos estado-maior general, estado-maior O primeiro plano de uniformes para o de [823. outubro de \ eja-s< do exercito e engenheiros baixou com o decreto de 7 I

<

RegU-

a estampa 42.

E.M. General

larisOU emblemas, bor-

dados

1823

A

e distinctivos.

folhagem de carvalho. estylisada,

dos borda-

dos dos generaes porcontinuará

tuguezes,

nos dos brasileiros.

<

marechaes não têm vos

nem

>S

vi-

presilhas nas

abas da casaca. Os brigadeiros e outros officiaes

generaes têm a

mesma f

farda,

com

dif-

crenças nos bordados.

A

sua

os

vivos

disposição

<:

brancos são

idênticos aos dos por-

Os

tuguezes.

postos

continuam os mesmos

também.

A

manteve-os

monarchia e

a

blica alterou os:

repuhoje: marechal do Exercito, que corresponde ao marechal de

nente general, abolido: marechal de campo, que gadeiro, agora general de brigada.

e

te-

o nosso general de divisão, e bri-

Estabelece se a banda rígida, de dar volta,

com


rente

ou dos

lados,

ou com tranquetas, peca que x

meiro império

um

42, a primeira figura é seguinte,

conforme

morre com o

brigadeiro, que faz parte do

as insígnias, é

um

vogal de conselho,

,lano de fardas de generaes .lurou bastante

mente

em

pri

pantalonas brancas têm

Os bordados variam um pouco com

capão. i

vive e ^

tempo

golas abertas mostram

1835 começou a modificar-se, quando as Em [852 confirmou io outras. .

lurado no Brasil.

Em

se ainda esse plano. 6

as

um

30 annos manteve-se quasi immutavel.

irdamento de nossos generaes ha qualquer coisa delle. é, mais ou menos, o portuguez.

uniforme dos corpos especiaes

Já nesse

armillar do estado-maior de tempo a torre é emblema de engenheiro e a esphera

estado Maior e fnçrenheiros 1823 <^

l*

classe; a estrclla dis-

tingue o de 2" e o castello os

secretários ou of-

ficiaes de administração. <

)

império conservou estes signaes; a republica man-

tém a esphera no estado maior a torre,

cm

.1

nome de

e

castello,

quadros especiac na engenharia.

!„,r«i.

(juer outros, 111

o que só muito mais tarde

>S

foi

distincto do das outras tropas (fi-

os officiaes tinham luroo

.

modificado.

rpOS especiaes tive-

notar que, ate IÇ

ram fardamento

dragonas vo

FIG

10

canutões as dos superiores,

unente curvas idos de

preto.

I

ngenheiros eram differentes de quaes-

em

bainhas de touro,

ouro e vermelho, menos

As espadas dos generaes todas douradas

cm

guarnições de metal dourado,

dos caçadores, que eram de e lavradas,

com copos

como

singelos, tra


31

As espadas dos officiaes semelhantes ás de hoje, com datam de 1840. Quando ministros ou senadores, alguns generaes

dição até hoje conservada,

bainhas de metal,

usavam espadins, como

se vê

nas lithographias

Sisson

de-

<

\

Doe. Gal.

.

mas.

guras

ue O

do

talins

>s

<

1

traje plu-

uniforme variavam

(fi-

12).

único figurino sobre

tempo

a artilharia desse

Archivi

i"

No

i.

armado não tinha

de campanha, o chapéo

esta no

Por

Xaei« mal.

elle se

restaurou o artilheiro a cavallo

da estampa 44.

<

)

alferes dessa

arma. contido na mesma, está

Fiadores

na gravura de Debret, do pau

1623 uir vlu

-

n<

'

de bôcca do theatro, pintado

ti

no Rio,

Instituto Histórico de

Pernambuco

|

numa

e

11

Em

V. Doe. Gal.).

FIG

1

1Z

aquarella do

maio de 1824, a farda da

Os granacôr das calças. artilharia foi alterada no pennacho, na barretina e na traz um galho verde na official Debret. do sahiram citada deiros da estampa mesmo que as tropas ausbarretina, usado na acclamação de Pedro I, o Maria Thereza até os desde usaram Hungria, da tríacas, especialmente as

O

nossos dias.

Na

estampa 45, está

um

major do

gundo descripções de documentos

Em

tilharia.

1"

officiaes.

regimento de cavallaria de milícias, se-

As

milícias, então,

tinham mesmo ar-

de Henriques 2 de outubro de 1822 organisou-se, no Rio, o batalhão

deveria seguir

corpo de artilharia, todo de negros forros, pagos mensalmente, que effectivo de norte, na esquadra do almirante Cochrané, com para

398 homens.

D. Pedro reformou os caçad<

da Corte

e

repartidos res e

em

mudando

o

seis

os

mesma estampa,

um

O

a farda descripta nos

ephemera corporação patriótica hido de

dando

a cada batalha»

mesmo em 2°, em uniforme

i\o

>

7*7

h<

«nens,

numero, oi' de caçado-

2 e 3 de fusileiros, respectivamente,

os usos militares do momento.

Diamantina traz

>res,

companhias, conservando, com o i°,

pifano de granadeiros da

res.

bem

um

e 4"

.V

de caçado-

de quartel, mostra

soldado de cavallaria da guarda civica de

documentos de 1824.

Rio.

também

intitulada

figurino anonymo do Archivo Nacional i\. Doe.

O

outro representa a

guarda Cal.).

civica.

extra


Infelizmente, foi impossível obter a

talhão

a

de janeiro de

do imperador, creado por decreto de 13 Bahia o jar bastante tropa, afim de expulsar da Concederam-lhe regalias attrahidoras de voluntários. Combateu companhias, com um total de 735 homens.

portugua Madeira.

,1

Tinha

Entreguarda ao paço imperial. voltou ao Rio e teve a honra de dar prato imperial seu companhia da imperial guarda de honra, abandonou

tahia

em

tanto,

menor documentação para restaurar

•„-i1

arrancaram

\a

de [831, reunindo-se, no

ra

.

do

um

cabo do

1'

de cavaUaria do Exercito extraindo

Doe Gal.)

Pernambuco (V

Instituto Histórico de

tampa 46: o soldado de

Examino ion

as forças que lhe

a abdicação.

referida estampa, ha

(U lr

marinha

campo de SanfAnna,

de milícias

cavallaria

está

con

creoulo de artilharia de ipções militares contemporâneas; o soldado I. os Na 47. os archeiros de D. João VI e de D. Pedro consta do Debret.

prinHâroscomascc^hjsas,ossegiindoscom as brasileiras, documentados existe V. Doe. GaL). por uma de Mias casacas, que ainda nu ., n

pelo

(

,

auxiKos de algumas proclamada a independência, recebeu o imperador milicianos de S. Paulo, voluntários de esquadraEm primeiro logar, o

vindas.

aristocrática imperial para a formação da celebre, brilhante e Pedro recomde >. [822. dezeml.ro de i" de guarda de honra, creada por decreto para si constituía que tem,»mesmo ao voluntários,

l|UC

30^

1

..

uma guarda 1

38

honra aquelles

de gente escolhida, composta de

homen. cada um. o Kl -

da província, de

i*

parando em

um

estado-maior

S. Paulo, na

villa

e três

esquadrões de

de Taubaté; o

s

na Corte,

as iniRcv. Cada esquadrão tinha no escudo do talabarte sendo guarnição, estava de onde e cujas milícias se originara

A imperial vezes por anno. obrigado a apresentar-se no Rio pelo menos quatro com o dificaram officiaes dissolvida em 1832, porém seus i

continuar a usar seu uniforme.

nenhum

que,

definitivo

Sobre

em

ella

existem

muitos

documentos,

abril de [822, por occasião de se organi-

D. Pedro, foi adoptado, primeiros soccorroa a serem enviados ao príncipe que a guarda sempre vermelho, uniforme branco, paramentado de

ato,

o

conhece nenhum capacete usado antes da independenTodos OS capa da cavallaria de mUicias, de modelo bavaro. tendo as Ypiranga, gar ate hoje são posteriores ao grito do e

,,


33

2°Capace: I.G.de

C^W

T.

Coronel

Honra

Sargr.-Môr

Capifcto

aue«ram Divisas para os officiaes das Milícias

Tenen <e

praças na I.G.deJÍ

chapa do talim

chapa do peito chapa dopei to •

•...t,j,

|ij

pCra

Kc SsOr 'WsW^^ dragona de officiai

corrente

^_

drapofia

de

para corrente

soldado FIG.

13


34

iniciais IV

I

'

primeiro capacete da guarda

>

i

dourado, todo de metal, estamento,

na cimeira, o dragão heráldico dos .tenentes do brazão da casa de inça,

de entre cujas azas abertas escorre a farta crina

nheddo e do qual ha vários exemplares (V. Doe.

Gal.).

(fig. \

i;i. bastanti

estampa 48 esclarece

rmenores da tarda. la

imperial guarda de honra eram,

na maioria, antigos

posofficiaes de milícias, que conservavam, nos punhos, os galões de seus antigos

effectivos dos três esquadrões

distinguiam-se

pelas

dragonas.

Pedro Américo, no grande quadro da independência, represerita esses bellos cavaltalvez conleiros arrancando os topes portuguezes azues e rubros, anachronismo scientemente praticado, visando o lado esthetico da composição, somente, porque sco de metal não fora inventado e os topes eram. desde outubro nas mande 1821, azues e brancos, presos, pelo decreto de 1806, no chapéo, e não

como •

I

pintou.

,

decreto creador dessa guarda dá sobre

cila

Por

minuciosas informações.

gundo casamento do monarcha, mudaram-lhe o capacete para o <i lu> Debret cita o facto e reproduz a nova silhueta do corpo de na estampa 53. do que os do r. lesse _'" modelo de capacete são mais raros Gal.). .unarellos e

oum em campo com

6

de couro

um

verde,

com ferragens douradas e como tope. substituído, em

três eirculos concêntricos,

1831, por nina estrella de

Debrel pinta, na cimeira do capacete de couro.

verde (fig. 8).

dragão alado do primeiro modelo e crinas. Não Existem do esquadrão de nhece nenhum exemplar de capacete dessa ordem.

virolas e reforços de latão.

Minas, cuja cimeira

,,

do dos antigos dragões francezes, greco-romanos, uniforme branco, enfeitado de vermelho, com dragonas

é idêntica á

O

com ornatos gravados.

orreame preto trác uma tilitar

ess,-

esporádica

no

nos-,,

austríaco, lembrando os elegantes dragões viennenses de

nos "croquis" de I.ucien Vallet f-'..i

influencia

uniforme tradicional, nobre

e

1

V. Doe. Gal.).

profundamente significativo dos

num

pri-

projecto appro-

meiros momentos de nossa emancipação politica que, em 1916, preten vado pela Camará, mas rejeitado pelo Senado, o deputado Gustavo Barroso cavallana. que 1" de regimento ario, no histórico deu restaurar, para o IH da Independência, por fundamentadas razões expostas no folheto de sua lavra "Tradições Militares"; editado pelo ministério da guerra.

tomaria o

nome

de

'


35

Baseamos as Eiguras da estampa 49

_ra do

(ihi

coronel Schlichthorsí

<

em

.V. Doe. Gal.)

Compunha-se do estado maior

paizes.

mens cada um, numerados

desta sorte:

1"

batalhão, o

de granadeiros, que,

->"

de verdade em

o

de

o 1

'

1

ho-

de caçadores.

2

e

[824, outro

de caçadores, somente se organisaram linha, em dezembro de [824, receberam

1"

o

caçadores estrangeiros, 26 1825, nova

2"

e

novembro de

[3 de

a

com 834

batalhões,

três

Pedro

em voga

granadeiros de de granadeiros estrangeiros Eicou sendo 2 de o 1' linha; o I de granadeiros estrangeiros. 3 de granadeiros de

esta numeração: o linha; o 2

com

plano geral da

No

[825.

e

de granadeiros

Não achando bastante essas forças, creou mais,

de caçadores de

mudança; o corpo de

em

os estrangeiros são, então,

A

D.

tropas,

de

Carecendo

espécie, então 8 de janeiro de [823, o primeiro regimento dessa

em muitos

1"

Eardamento dos regimentos

sobre o

de mercenários estrangeiros que possuímos. creou,

pormenorisadas informações da

,,;is

1"

1"

linha, e

O 2

o

o

27

,

.

30 de junho de

o

e

26 de caçadores

linha de Sergipe passa a ser

logar de 26' e 27'. -7" e 28

A

o .

por Schaffer, soldadesca estrangeira mercenária, na maioria recrutada

era profundamente ignóbil, na Allemanha, entre nobres decahidos e criminosos, Havia, por isso, Exercito. do e população da provocando sempre a animosidade a Argentina, com guerra a estalou Quando continuas rixas e contlictos pavorosos. mercenários, trouxe 2.000 lá de c Irlanda o commandante Crotter foi á

em

1827,

uns enganados, outros

em

eram considerados batalhões modelos de 1828, o

2"

tros.

e

davam guarda ao paço imperial.

A

de granadeiros revoltou-se.

Em

reacção foi violenta.

Então, os dois corpos de granadeiros

lastimável estado.

S.

Christovão, os

As tropas nacionaes cercaram-lhes

Em junho

sedição aterrorisou a cidade,

mas a

allemães combateram uns contra os ou-

os quartéis, obrigando-os a renderem-se.

Endos navios de guerra. todos os sediciosos levados, presos, para bordo em melh. batalhões Reorganisaram-se os para o Canadá. v iaram-se os irlandezes se revoltou eo 27" fez a campanha de Bue28" não caçadores de res condições.

Foram

O

nos Aires.

Quando

em

o governo dissolveu esses mercenários,

o nadeiros de ["linha estava na Praia Vermelha, o 3° e o

Santa Catharina e o 28

em Porto

2f

também

Alegre, onde

1830. o 2" de gra-

de caçadores na ilha de

existia

um

esquadrão de

lanceiros allemães.

Analysemos mestre,

com

a

estampa 45-

(

>

primeiro personagem

a coroa e as divisas adoptadas no

volta e bengala reiuna, própria dos inferiores

Brasil

de

é

desde

todos

os

um

sargento quartel-

1819, pai/es.

banda de dar nesse

tempo.


(6

mi granadeiro ial

de

e

um

• terceiro

caçador estrangeiro.

•r,

poder do Sr.

J.

um

Finalmente,

dorsaes da fardeta, con

linha, mostrando os bordados das

-•'

Washl Rodrigues,

e

molle que

mesmo boné

o

coro

<1"

figura no retrato

,X

"d Paes de Andrade

fardefa

Doe

GaJ.) \

/./>.

'K</.

estampa 50

ar "

'"'

ranjada com a documentação referente á guerra da

independência na Bahia. nu; «"

'

>s

"curar.

e

de roupas exóticas e arma-

mento incompleto, tropas

ir-

regulares, de patriotas, sur-

gidas de (

mangra

nitro

um momento

do próprio

solo,

para

como

os íoiceiros polonos, os hai-

duques

k

e

honveds húngaros,

os miqueletes espanhóes, os

palikaros albanezes, os ba-

"*Z^§

:

talim

^fnSsssss^ aiamares

chi-buzuks

OfficiaZ

de caçadores

os

tes

formam

últimos

cito hellenico.

«Ia

grota

Uma

(V. Doe. Gal.).

"couraças" vestiam as roupas de couro ros do sertão.

Resta

uma

rino Santos

(

>s

vaquei

Foi de todas as

tomou mais tradicional alli. A cila se refere o historiador Gueidem 1, bem como a<<s índios armados <!« arcos e flechas, os primeiros e

1

«los

de suas vestes no lusti

tuto Histórico da Bahia (idem).

tropas

ir-

ico-

época, como, por exemplo, no retrato

do brigadeiro Souza

^

hoje

Estão os

regulares bahianos na

nographia

kle-

corpos tradicionaes do exer-

1825

1

turcos,

phtas e evzones gregos. Es-


37

a atacar os lusos,

commandados

pelo visconde de Pirajá.

um

ram na guerra do Paraguay. Completa a estampa gadeiro fardado como o do retrato a que nos referimos. dos verticaes traem o costume portuguez ou são se estabeleceu

uma

"couraças" resurgi-

>s

Nos canhões,

e

um

bri-

os borda-

fantasia, porque,

em

i

interessante pormenor a anti-

rigor que seriam horizontaes.

com

l

caçador regular

quada banda de tranquetas.

com um soldado de

Segue-se a estampa 51,

Em

dores.

cavallaria de milícias, e caça-

dessa arma. S. Paulo, existiam dois batalhões

na organisação

que,

veio dar guarnição no Rio, com

números 6 e f. Um outro ficou na sua guarguarda da marqueza. de lisonjeira pouco alcunha a golas e canhões Differençavam-se dos outros corpos de caçadores pelas nição. o

geral de [824, receberam os

<

>

conservada, depois, nos caçadoazues-claros, cor tradicional das forças paulistas, são desses batalhões e o de estampa da soldados ( dois )s fixo local.

do corpo

res

estampa 52 baseia-se numa fardeta

A

costas mostra o equipamento então usado.

do brigadeiro Tobias (V. Doe. Gal.), canhões em ponta

cada lado

e de

uma

fita

preta para sustentar a banda.

de mais importante documento militar do primeiro reinado é o decreto modo possivel, o exermelhor do organisou, qual se pelo i° de dezembro de 1824, irregulares, fragmentarias e cito, em 1" e 2" linhas, acabando-se com as formações

O

Deram-se números

deficientes que havia.

menos ao batalhão do imperador 1"

e attribuições

guarda de

e ã imperial

batalhão de granadeiros da corte se tornou

granadeiros estrangeiros, 2

guarnição os

como

Rio,

o 7

o ;

o

5

,

o

2

o

e

I

,

e

o 2 fica

,

o

3

o

de

a I

linha,

4 de caçadores; o lá,

como

1"

novos a todos o? corpos,

de granadeiros de

l"

linha; o

ficando

aquartelados no Rio. 1"

Resultou que o

honra.

de

na mesma

de caçadores de S. Paulo passa para o

6": a infantaria

da legião de

Paulo constitue

S.

8": o batalhão de infantaria o batalhão de caçadores de Santa Catharina, o 1" batalhão deTHbertOS de Montevideo, o IO°, e de Curityba, o 9"; o

e

artilharia

Santo, o 12°; a companhia de infantaria e o corpo de pedestres do Espirito |" e 15": o de na Bahia, os 1". 2" e 3° de caçadores da provinda mudam-se em [3°, o ao 17" e Alagoas recebe o numero [6 os 1". 2" e 3" de Pernambuco são reduzidos ,,

[

i°;

1

;

18": o

Rio Grande da Parahyba toma o numero 10" e OS de infantaria do Piauhy,

do Norte, Ceara

e

Maranhão, respectivamente, as designações o

do Pará ficam sendo 24 e 25°, e os caçadores

estrangeiros.

20°, 21°, J-' e 26'

e

27. até

-

[825,


de caçadores

quand

cavallaría constituio se assim:

\

....

\

_• I

.

.

formado

i*

aquelles

e

rodo Rio Grande do Sul;

Minas;

3°,

pela cavallaria

pelo esquadrão da provinda

mesma cidade;^,

5°,

m

chamar

a

regimento de cavallaria, na Crie, fun-

pelo ex regimento de

jquadrão da

passaram

pelo regimento de dragões do

gimento de dragões de Montevideo,

e

f,

pelo

Pardo;

Rio

regimento de dragões da

Unia \ constituição

se,

na artilharia, da

mesma

maneira, por synthese: o regi-

artilharia de posição; o batalhão mento de artilharia do Riopassaa ser i* corpo de B o de Santos. 3 corpo; o de posição; rpo de artilharia de de posição do l

tharina,4*j

o de Montevideo,

5'; a

artilharia

corpo de artilharia da Bahia, f\ o de Pernambuco, rã, na mesma ordem, 9°, to corpos de artilharia montada: o f.

com a artilharia da

com

8°,

do e as

artilharias do o

,

ii° e

12

.V.

com

rahyba

o

montada da Corte;

a artilharia de S.

Alagoas, Rio Grande do Sul; o 4. com a artilharia montada de

6°;

Piauhy,

Formam-se cine.

.

a brigada de artilharia

legião de S. Paulo; o

Santo,

Espirito

e o 5

.

com

Pedro do a da

IV

Norte

<1"

\ 2" linha se

compõe de quatro regimentos de

infantaria. 89 batalhões de

de cavallaria e muito poucos de artilharia, alguns

com

appeffidos hi-

[có, artilharia de Henlarros: libertos de ouro, libertos de Paracatú, pardos do infantaria de marinha rtanejos do ítú, guaranys das Missões, riqU <

e

infantaria de marinha do

Camocun.

da qual data a coFoi a primeira organisação militar de valor no Brasil,

hesão

<1>>

nosso Exercito.


:

CAPITULO

Século XIX

IV

Império

Brasil

Regência

porque ia nau mais obrigada a dar nova feição ao Exercito, honra, o batalhão do imperador, corpos, como a imperial guarda de

\ regência foi

existiam vários >»e

o

o não possuíam 27 e 28» de caçadores, e outros somente o esdecreto de 4 de maio de 1831 conservou o

granadeiros, o

f de

O

effectivo sufficiente.

itf,

i

I

,

tado-maior general, os estados-maiores de

1"

[6 batalhões de caçadores,

ciaes burocráticos,

offie 2' classes, os engenheiros, os

em oito companhias, cinco corpos de artilharia >s um e um de artilharia a cavallo, com 334<

2».

dores passaram a ser i\

Paulo; o 8" tornou-se o 10

11" e 12 o

o .

IS" e o 16»

13- e 14

o

f

fundiram-se no

e

o 24

o ,

cinco primeiros batalhões de caça-

de Santa Catharina, e o

desappareeeram; o 13 11

o

o

e

5 7-'

da Corte; o 6" e

3". 4° e 5°

o

f

formaram o

6» de

Sao

o o 8 do Rio Grande do Sul; o

9'.

o 14" mudaram-se

de Alagoas; o 17

de Pernambuco; foram

Maranhão,

homens cada um, divididos de posição, com 492 homens cada

com

e o

18

o

o

em 9

e 10"

da Bahia; o

desdobraram-se nos 12

abolidos os de 19 a 22"; o 23

a

23" a 28 o 16" do Pará; acabaram-se os de

o ,

o

ficou sendo o 15 do o .

Desta

sorte, dis-

em Santa Catharina: 3". na no Rio; tribuiram-se os regimentos de cavallaria i°, A artilharia a cavallo continuou no Rio Bahia; 4", em Pernambuco, e 5". no Pará. 1" e 2". na Corte: o 3°. na Bahia Grande do Sul. e os corpos de posição ficaram os 2".

:

:

o 4

o ,

em Pernambuco, Tendo

e o 5

,

no Pará.

sido dissolvidas muitas unidades,

houve,

naturalmente,

abundância

ser arregimentados. Compuzeram, com de officiaes avulsos, que não tinham onde (estampa 54), que. uniforme especial, o afamado batalhão de officiaes-soldados

com

Cobras, quando alli houve uma sedição. os permanentes, deu assalto á ilha das mais notável da regência foi a creaçao acto o Brasil, a vida militar do

Para

ordenanças e guardas municipal. da guarda nacional, em substituição das milícias, durante a monarchia, sobretudo paiz, serviço, ao maiores instituição que prestou os

Armada, durante a republica, especialmente na revolta da sua transformamotivou que decadência. grande cabido em

na guerra do 1'araguay, tendo, ultimamente,

e


la lei

podiam

cia

ter

duas companhias de caçadores, mas nunca

diminuio de novo a quantidade de unidades do Exer16 batalhões de caçadores,

m

numerad

2*,

o

varam

os

do

Maranhão, e*

demais armas, houve

15'

uma

lu

''

'

no Pará, outrora [6

5°, ;

respectivamente,

em

Supprimiram

Sul.

<i

no Rio, correspondentes aos antigos

mesmos números,

Irande a

|

ma.

!•;,,

Seus

1831, que lhe deu as três armas.

de i8d<

•ia

Paulo,

S.

to

[2°,

1

,

'.

1

única alteração: a dissolução do

de

5"

cavall

Em

i836,devidoá rebeldia dos Farrapos,

de do Sul.

<

>s

Eòram concentrados no

1

que tomaram parte no movimento estiveram para ser rg

inisaram

com melhores

se,

elementos, na Bahia, o

Era (839, ha, no

artilharia de posição.

um

sul,

dis.

corpo de volun-

cujo uniforme é impossível reconstituir, por absoluta Ealta de docunit h

creto de 22 de fevereiro de 1839 reorganisou, mais

tentando para 12 os batalhões de caçadores, determinados rio

viraram

da província de Santa Catharina íormou O

Pai

a

[';

1"

o antigo

•oram numerados

Em

e

rganisando-se quatro esquadrões

tames continuaram

timples troca

lharia a

1

compensação, a cavallaria

inalteráveis, sob a <K-

rubrica

números: o

.V

mpetente para preencher-lhe os

\a

nossas forças arma-! lando toda

quaes adoptou o fardamento verde, que

':

'.

e

1":

e 2

como

5

;

se

o

os

também no

em Santa Catharina com-

<

cavallaria

Supprimio-se regimentos

três

>s

ligeira.

_": o

passou a ser <•

l"

organisou

avulsos.

de

se segue: o bá-

na Corte, o

diminuída.

foi

de pontoneiros, mineiro-,

historia <las

*

1'

10' e

vez, o Exercito,

restabelecido

foi

rganisação anterior tornarão

uma como

4

,

Na

3°; o 5

arti-1".

.

sapadores, logo abolido

e

i>or

dar ncia caracterisou se pela abo-

importância

aos

caçadores,

para

os

ficou tradicional, botões pretos c barretina

modelo, desapparecida somente na guerra do Paraguay (estampa 54

>•


41

Nenhum documento vallaria nesse tempo.

esclarece qualquer coisa a respeito dos uniformes da ca-

Entretanto, é

bem provável

datar dahi o emblema da refe-

regiarma durante longos annos dois dragões cruzados, com o numero do que Bragança de casa mento entre ambos. São os mesmos dragões heráldicos da mannas bordavam serviam de cimeiras aos capacetes da guarda de honra, que se

rida

:

f ardões

gas dos

tavam o

remados senadores do império, que ornavam o throno imperial e

alto sceptro

Também não ria,

do imperador. existe mais

nenhum

parecendo, entretanto, que de então

figurino dos novos uniformes da artilha-

vem o emprego do carmim como sua cor

distinctiva, pois anteriormente era o simples encarnado. fiestampa 54 damos o uniforme dos caçadores, de conformidade com azul-claro dos o Nota-se Gal.). Doe. (V. Nacional Archivo gurinos avulsos do

Na

paramentos dos corpos de lembra

um

S. Paulo.

A

barretina cintada, de feitio extravagante,

pouco os czapskas dos lanceiros polonos de Napoleão

lanceiros inglezes e dos uhlanos austriacos e allemães. cial e

nenhum outro documento, a não

cobertura pelo Exercito.

De

accordo

ser os figurinos citados,

com o costume

I,

dos modernos

Nenhuma informação

offi-

do uso desse typo de

instituído pelo

grande exercito

e músinapoleónico, era commum nos fardamentos de fantasia dos tambores-móres de figurino O creada. recentemente Por certo, usou-a a guarda nacional, cos. a 1840. regência, de da 1835 onde a fomos arrancar corresponde ao periodo


CAPITULO V

Século XIX

Brasil

Império

— Segundo

Reinado até a Guerra do Paraguay

Nos primeiros annos de governo de D. Pedro II, a maioria dos corpos do Havendo necessidade politica de auExercito estacionava no Rio Grande do Sul. gmentar as guarnições de

S.

Paulo

e Rio,

novamente

foi

o Exercito reorganisado

pelo decreto de 25 de abril de 1842, ficando assim constituido tudo neral, de 1" e 2" classes, e imperial corpo de engenheiros,

:

estados-maiores ge-

com o

ef fectivo glo-

companhias e 882 bal de 407 officiaes; oito batalhões de fusileiros de oito

homens

homens cada um; cada um; oito batalhões de caçadores de seis companhias e 552 quatro batahomens e companhias quatro 557 um corpo de artilharia a cavallo de regimentos três um, e cada homens e 690 lhões de artilharia a pé de oito companhias os fuOrganisaram-se um. cada homens de cavallaria de oito companhias e 618 ;

sileiros desta

maneira: creou-se o

na Corte; transformou-se o

5

de artilharia a

Catharina e Pernambuco pé em 2 de fusileiros os batalhões provisórios de Santa o o o 6°, formaram o 3 e o 4 e os 9 10 11 e 12 de caçadores converteram-se em 5 com o o continuaram caçadores Os oito primeiros batalhões de 7 e 8 de fusileiros. o

;

,

,

,

,

sua antiga numeração.

A

ultima figura da estampa 54 é

um

fusileiro,

em pequeno uniforme,

dessa

Não tem data o figurino antigo que a forneceu; mas, época ou pouco posterior. subcomo a creação dos fusileiros é de 1842 e se conhecem as fardas das reformas De desenhos do Archivo Nasequentes, logicamente essa só pôde ser desse tempo. e 56. cional (V. Doe. Gal.) sahiram os caçadores das estampas 55

A

cór distin-

paramentos é o preto e do uniforme a verde. Os botões são escuros, massa preta, em duas ordens, o que se conservou até 1852. Na barou de bronze da arma, a cruz de Malta. Um traço da influencia ingleza emblema retina, como ctiva de seus

sobre nossos fardamentos. tropas ligeiras.

Parece que na Inglaterra a cruz citada era signal das (V. Doe. Gal.), usa-

Segundo os "croquis" de Lucien Vallet

ram-na os "light dragoons", dragões vez fosse

alli

insígnia somente

ligeiros,

de cavallaria,

justamente entre 1840 e 1845.

porque é a cruz de

uma ordem

Talcelebre


44

ido parar ao

landante tlisti

um

shako doa dragões britannicos, por ser o seu Certo é, porém, que durante muitos ânuos

cavalleiro de Malta.

.

9,

velho,

é

no Brasil, o habito de dar aos

sol-

linha» e emblemas alheios, inteiramente desvirtuados, o que mostra a

profunda ignorância dos copistas... boné de serviço, Notar-se-a, nas estampas referentes aos caçadores, que o

"bonet de police" dos Erancezes, nuns batalhões

sem

pala.

Mais tarde somente

estampa 57 traz os

barretina,

como

fusileiros

quando

1857,

kepi.

chapa em losango na década após, em uma Quasi

com vivos brancos

a infantaria de linha de Napoleão. .

quadrado, com borlas, noutros

este ultimo prevaleceu até

foram substituídos pelo boné cónico ou \

é

e

que variavam de batalhão a batalhão, devido a anar-

em consequência das lutas intestinas, especialmente Para conhecer bem a historia da de modo coherente.

chia reinante na indumentária,

ram unificados

unidade do farda nessa occasião, seria necessário estudar a vida de cada archivos não exisde per si. o que é materialmente impossível, porque seus No Brasil, á excepção do i° regimento de cavauaria, não se pôde saber tem mais. os de nenhum outro corpo, de tal maneira as reformas alteraram Os caçadores foram, ás vezes, fusileiros e ros e attribuições. 1

vice- versa; outras, a artilharia vio-SC

mudada em

infantaria e esta

em

cavallana!

Apresentamos, na estampa $j, os músicos, cujos uniformes eram, segundo o Tradição vinda da pompa dos exércitos namo, de pura fantasia. Até mais OU menos 1X55. cada batalhão fardava sua musica de accordo ministro com o plano que o commandante arranjava e submettia á approvação do militar. caixa da recursos accordo os com sobretudo, de documentam a Painéis de azulejos existentes no Maranhão V. Doe. Gal.) menos. Os offiou mais de um granadeiro [845, ipa 58: um porta-machado e (

5" de fusileiros, conda mesma estampa têm as cores da gola e canhão do peças ,1c uso diário e de eram fardeta O a boné chato c plano de 1852. personagem ultimo <> Santos Logares). Batalha dos Gal. campanha i

e

um

Doe. \ desenhado segundo o retrato do coronel Feliciano Falcão amarello. e verde pennacho Maranhão: no EusileirOS, mandam.

official

|

•retina presos na uro.

Andavam com

elles,

dragona esquerda. na

mesma

.

Esses cordões tiveram USO du-

OCCasião, as tropas européas de cavallana


45

botões da farda, partia somente, sendo que, da dragona onde os prendiam para os brauma forrageira com borlas. Outro erro de cópia, por ignorância. O official

pescoço ou quando tirava a barretina, collocava-os á vontade, em volta do Raros os deixavam na barretina. Assim atravessados no peito, como alamares. sileiro,

corra ou bonet çuadrado

correia do malote capote

terçado ou "ré/e

correia da marmita marmita

correia da mochila

— mochila

correia da patrona cintarão escovinha e

correia

da cinta

patrona

açrulheh

bayoneía terçado ou ehifarofe

bandoleira-,

rifle

forrageira com faziam sempre os europeus, que somente guardavam no peito a montadas. tropas das borlas, privativa, então,

Uniformes de varias armas enchem a estampa ria

em grande

mento de

gala,

cavallaria,

de accordo com

59.

Um

soldado de artilha-

a tabeliã descriptiva de 1848.

Um

do

2° regi-

uniformisado de maneira regulamentar, por mais estranho que


46

de seu vestuário e equipamento

'

\

,\

bandeirola da larica é do Eeitío das da Batalha doa Santos Logares

i

,

nmas i°

o que

,r

" v;i

su:i

i

l

risticas

vermelho

s

.in

Por excepção, tinha

carcella

farda.

Essas e outras fantasias de

pennacho com anneis.

artífices, cujo distinctívo era

uma granada; um sarchamam

dando o mesmo nome ao machado dos porta-machados; um soldado do recrutas da Corte, onde os irios

odoa

as duas

lança curta, que os documentos contemporâneos

fusileii

alabarda,

o

em r uniforme, com

abolidas na grande unificação de 1852.

\ estar-

de

e

da época, na

das

Como

lestruiçôes systematicas.

tradições milil

orden

Uma

\inda hoje a usamos.

antiguidade,

de cavaDaria dava guarda ao imperador, ahi está,

azu

são officialmente

mesmos

se instruíam, para, depois, preenche-

corpos, cujo uniforme era muito singelo, e os caçadores,

tabeliã de 1848, pela qual lhes era dado,

além do fardamento verde, dois

um quadrado e um redondo, este mais moderno, e um par de calças a/.ues M). Chamamos a attenção para o canudo de papeis «pie o referido inferior

í,

tem a lica

tiracollo e

que veio ate nossos dias

gorjal ou meia lua metal-

também sobre o

;

abaixo da gola dos officiaes, que o plano de uniformes da artilharia de ma-

rinha, para 1840, menciona.

(V. Doe. Gal.)

lano de uniformes de C. R. P. Ila, nelle, entre

acecito.

um

projecto que não foi

Nos ângulos das bandeiras

documentação da indumentária militar coeva (1846).

mogrammas Além das

de P. II

e a designação da arma. l>elo

é

muitas fantasias, algumas minúcias interessantes, como

numero de casas da

gola,

;

soh o escudo imperial, o numero do corpo

cores regimentaes, os fuzileiros se distinguem

uso confirmado por P.éranger (V. Doe. Gal.).

cm pequeno bico, á ingleza, sob o pennacho. Na estampa 58 O plano de C. R. P. da apparece um granadeiro do Maranhão com essa barretina. brancas sobre o carcellas c casa ao l° batalhão de fusileiros gola branca com uma azues-claras ao 5* golas canh a mesma gola, com duas casas; ao 3 e 4 o divisas do I disposições e 7* e 8*, vermelhas, com idênticas rrctina eleva-sc

;

,

nhões: :

ta

vermelhos,

f

de

regimentos de draga

c

_•"

c 4°;

7" e

verdcs-cin/

iS

verdes,

.

3" e

.»"

i*

8

o .

de lanceiros,

A

c

2

o

bata-

cavallaria

com

unifor-

primeiros de barretina de couro e casaca curta e os


47

segundos de kurtkas polonezas de

peitilho,

czapskas chamarrados e acorrentados de

Os fardameno todo vermelho e o 4° todo azul-claro. 3 de lanceiros seria tem pennamontados Os officiaes tos da artilharia e sapadores, mais discretos. os a pé, pentalim com pasta; grandes, chorões, torçáes ou cordões de ouro,

ouro.

O

chos

nacho recto

pretos correia para espadas; os de caçadores, cordões de officiaes Os galões para os logar de talabarte ou talim.

e talabarte

em em pequena

e cinturão simples,

qualquer corpo,

com

gala, e

para os de caçadores, tanto

em pequena como mesmas

dois das de cinco linhas de largura para o alferes; de sete e um capitão; o para linhas sete mensões para o tenente; um de

em

grande, são:

Coronel

um

T.Coronel

Maior

Capitão

um

di-

de cinco

/Hferes

Tenente

tenente-coronel e três para o copara o major, dois de sete para o segundo reinado Este systema de galões durou todo o ronel.

(fig- 16).

As estampas gurinos do Archivo ficou explicado. lões prateados,

f°Sargrenfo FIG. lo

militares.

61, 62,

63

e

64 dão músicos copiados de

Nacional (V. Doe. Gal.), de fantasia,

fi-

como

Entretanto, nelles se notam os bordados e gabandas que se tornaram tradicionaes nas nossas

Segundo o costume, as fardas dos músicos eram sem-

estampas 62 e 81). pre mais vistosas que as das tropas (V. O Q estampas Si e í>4as baseiam se citadas, das mesma fonte

Na

*

militar digna de nota, até Depois da reorganisação de 184-', a única medida regimento de cavallaria ligeira, no Rio i85i,foi, em 1846, a creação de mais um até 1845, a guerra dos Farrapos, Continuando, 4°Grande do Sul, com o numero mil mercenários allemães, que, Europa, na governo contractára,

antes desse anno o

na reorganisação geral de 1851, formaram

um

um

de ar-

15 batalhões,

nume-

batalhão de infantaria e

tilharia.

contar Por essa reorganisação, a infantaria passou a

e os de 9 ° a

radosdei°a^sendoosdei°a8'defusileiros O 15 o era o de allemães. As numerações dos oito corpos de

o

15

de caçadores.

fusileiros

continuaram


io°;o 5*, ram alteradas: o r passou aserg O corpo de artilharia dos irmaram - [3 Tanto elle, como regimento de artilharia a cavallo. .

auemaes tomou o

de

titulo

_'

innos depois e não figuram, offidalmente, noa •

Nesse tempo, houve as seguintes

cavallaria.

iram, cada

D'ahi até a guerra

um numero,

um,

<1"

no Rio Grande do Sul,

mudanças

nas

designações

Eusileiros passou a ser 7" e os batalhões de caça-

de infantaria

1

Eusileiros e formou-se,

k

[853

for,

o 5* de

como aUen

ministério da guerra,

devido a suppressão do

Paraguay só ha a notar a creação

ipanhias,

em

1855, aquartelado

<1"

7'.

a que alludimos.

batalhão de engenhei-

na escola de applicação do Exer-

companhia de enfermeiros, em 1857. período que

ra

se

devem esquecer os chama-

ultimas datasse somente de 1830, que a guarda nacional.

creaç

;i

da maioridade a 1865, nau

companhias de guarnição ou fixos. A reducção dus effectivos do municipaes, 1831. a abolição total das milícias, ordenanças e guardas

em

rdto,

vai-

recemnascida ainda, não podia substituir, fez sentir-sc. na maioria das províncias, falta de tropa.

<

hltróra, cada

uma

tinha a sua. independente.

As

principaes delias

Tal necessidade deu origem á

numeração geral de [824. a parte, dos corpos denominados pedestres e ligeiros, de pequeno effectivo. que, a]>esar de pertencerem ao Exercito activo, estavam fora da deEssa Eorça irregular viveu até [840, quando sen. pendência directa do mesmo. •

1

até incluídas na

organisaç

la

pequenos núcleos tomaram o nome de caçadores de montanha.

taram a

ser

Foram

novamente pedestres.

<.s

caçadores formados nas provindas, a pouco

em

1860.

<

corjH.s de

»s

após, vol-

pouco, que chegaram ao sen apogêo

guarnição ou fixos desappareceram com a guerra

raguay, SUpprimidos pelo governo, (pie ria,

<_•

Annos

embryões dos futuros batalhões de

em cada provinda,

é

incorporou sens homens

sobremaneira curiosa.

leaes-cuyabanoa coloniaes tiveram

como

Km

d

ás tropas de linha,

MattO

<

nosso, os

substitutos a legião de

Matto

três armas e por I>. João VI, unidade táctica que se compunha das iginára nos exércitos convencionaes e napoleónicos, lembrando um pouco a dos l

•íha

moo, depois, o nome de caçadores,

uma

ligeiros.

Em

'lo 788 homens, aquartelada em Cuyahá. de [832, desdobrou-se em cinco companhias

de marinheiros-artilheiros e duas de artilharia.

Em

1840, a pro-


49

vinda teve mais uma companhia de cavallaria. talhão,

cm

465 homens.

lixo. ao qual se

4 a

foi substituído pelo

local e

duas

Essas tropas uniram-se,

em

[842,

aggregou uma companhia de pedestres, o

,

pé,

de linha.

fundavam dois corpos

de artilheiros,

uma

fixos: o

de cavallaria

Em r°,

e

num

e a artilharia foi unificada

[843,

I

>

sob o titulo de

ba-

o

batalhão de artilharia

eivavam, de novo, a artilharia

com quatro companhias de caçad uma de artífices, ao todo 768 home

com duas companhias de caçadores, duas de artilheiros e um total de 438 hoci. Mais tarde tudo isso formou dois corpos fixos só de caçadores, mens. sendo uma companhias, quatro com artilharia, um de corpo um: cada companhias o

2

,

de artifices,

e

um

esquadrão de cavallaria.

No anno de

1851, houve a reforma

geral

dos corpos

Supprimi

fixos.

formou um do. batalhões de caçadores de Mai to Grosso; a cavallaria. augmentada, exEm [860 pedestres. artilharia e mesmo no pé, nu-io regimento; continuaram, tinguiram-se todos os pedestres do império,

ram-se independentes dos de guarnição.

segundo documentos officiaes, havia,

e

Eixos de cavallaria torna-

os corpos

Ao começar

em Matto

campanha do Paraguay,

a

Grosso, no papel, 1.327 homens.

O corpo de reuniram, dif ficilmente. 600. que estavam disseminados. forte de o heroicamente, defendeu, artilharia, auxiliado por Índios e paisanos, batalhão do soldados os poucos rio do Apa, Coimbra. Afim de vigiar a fronteira

porém SÓ

se

de caçadores seguiram, com os guardas nacionaes. para Miranda.

As 130 praças

Dias, acampadas da cavallaria, commandadas pelo bravo tenente-coronel António elles o núcleo Foram Feio. rio em Nioac, combateram, contra os paraguayos, no

em

torno do qual se congregaram as tropas esparsas

as gentes fugitivas na for-

e

midável epopéa da retirada da Laguna.

Em _>'

1870, reorganisaram-se os corpos de guarnição:

de cavallaria, que desappareceu

A

Claro.

Em

formadas, de [824 a [825,

1836,

alli

existio

annos depois, estavam reduzidos a 39.

uma companhia

Em

um

em um corpo

Em

inútil

de

[841, teve

de cavallaria.

vesse desapparecido, o governo creou

e

uma companhia

çadores, transformada, no anno seguinte,

ao qual se reunio

re

1

o

a republica.

província de Goyaz, pessimamente servida de tropas

niaes. leve suas milicias

em Rio

com

Matto

nos tempos colo-

corpo de ordenanças

100 ligeiros, que. dois

uma companhia

fixa

fixo de duas companhias,

[850,

cm.,

uma nova companhia

essa

tropa hou-

de caçadores.

grande reforma militar de t86o, extinctos os pedestres, Goyaz possuio

um

Na bata-


Coxim,

,ui

ta

Paulo

S

e a le

bania

se,

s

Em

tornou num A reforma final extíncto em 1889. Mii alli

sol-

Em

[837.

que durou até

denominado comguarnição

de

forças

somente foram organisadas de verdade

cor|><>

constituiram

.

um

o

batalhão,

de voluntários, quando da luta contra o

de 1870 só lhe concedeu

guay.

ainda

em

linha,

i"

chamadas

as

1840,

Então, os caçadores brilhante

laria.

Bahia quasi desprovida de

a

o deposito de recrutas, creado

\- de cavallaria

[860!

,

campanha.

no papel, a quatro companhias de caçadores, duas de caval-

de i

batalhão de caçadores a pé,

1843, uni corpo de cavallaria. mais tarde

ia. tiii

liaria ligeira.

uma

um

corpo de artífices, considerado fora da

panhi

laria e

foi

Paulo

cavallaria fixo.

di

da regência deixou

rpo fixo

:.,.

po

01

S.

de cavallos, a companhia de cavai-

de Minas, constituiram

ilitar

um

expedição partida de

á

ao" de infantaria de linha, fazendo, assim, a ,

in lhe

da guerra com o Pa

Ao tempo

anhia de cavallaria.

um

corpo isolado de caval-

Em

sua riqueza, teve sempre algumas tropas.

1832,

existiam as celebres divisões do rio Doce, fundadas por D. João VI,

cm

afim de defender a população dos ataques dos índios, com o effectivo de 268 homens.

saram a chamar-se caçadores de montanha

Em

quaes

mar duas companhias de pedi -

ultimas.

se

e,

depois, a for-

juntaram uma fixa de cavallaria

Km

e

[860, acabados os pedestres, havia

quatro companhias de caçadores, que partiram, ao começar a guerra do Paraguay, -aba. com o 17* de voluntários, afim de incorporar-se á expedição de

Terminada a campanha, a provinda recebeu uma companhia

Mati tv.-dlaria.

laria

que, reunida á de

de linha,

em

S.

1889.

\'o Maranha...

foram creados. em [832, dois corpos de 1

de recrutas, de existência precária.

non

fixa

Paulo, deu a base para o g* regimento de caval-

popu \"o

ções

do

interior.

anno de [840,

de montanha, voltando,

em

1

ligeiros

Houve mais isas

l

OU pedes

-

um deposite

mpanhias tiveram o

1847, a ser de novo de pede

mesquinha, que o corpo fixo

d..

Piauhj emprestava guarnições


:

51

Km

ao Maranhão.

annos apus. forma1850, existiram três companhias, que, seis o Paraguay. para cujas quatro companhias seguiram

vam o corpo de guarnição, No Amazonas, a organisação

de

[820 estabeleceu

um

corpo de linha, sem

computado na reforma militar de D. Pedro I. Sm pricompanhias de caçadores e duas de artimeiro corpo Eixo data de [856, com quatro notar que Em 1860, a artilharia teve mais duas companhias. Convém lheiros. fixa. Amazonas, O Tara e Matto Grosso tiveram artilharia unicamente

existência real, que não Eoi

tilheiros

no tempo da guerra do Paraguay, na expeEixos. Finda a campanha, a província não teve mais corpos

amazonenses tomaram

dição de Matto Grosso.

parte,

provisória de linha. Durante largo tempo, o Piauhy possui-, uma companhia das quatro companhias do seu corno que, provavelmente, sérvio de casco a Eormação Maranhão. Em caçadores, que, cm 1847. dava destacamentos para o 1

Eixo de

Posteriormente, houve

partio para a guerra. cia,

uma companhia

isolada na provín-

que durou muito pouco.

Desde 1840,

existia de guarnição no

Ceara

um

batalhão provisório do Exer-

corpo Eixo de caçadores, com quatro comFoi transformado, em 1847, cito. mais Eoi e, terminada esta. nunca Paraguay do panhias, que partio para a guerra

num

reorganisado.

Na Parahyba,

a

companhia provisória de tropa de

linha,

alli

aquartelada

caçadores, que, em 1854, se desde 1840, tornou-se, em 1847. a companhia fixa de annos mais tarde, ia para o II e, companhias transmudou em corpo fixo de quatro companhia isolada, que viuma Paraguay. Em 187(1. o governo deu á Parahyba

veu até 1889.

O

primeiro corpo local de S. Paul..

Eoi

o deposito de recrutas de 1837;

gundo, os caçadores de montanha de 1840. 124 homens.

um

com

Dois annos mais.

os caçadores de

e

havia

montanha em

batalhão provisório de infantaria, dissolvido de Nessa data, S. Paulo passou a ter um corpo Eixo, composto

uma com-

1847.

Estas ultimas não chegaram a ser orga-

panhia de cavallaria e duas de caçadores. nisadas.

Em

1865, essa força

participava da retirada da

Laguna.

Em

a

campanha, em Matto Gr.

de 1870, S. Paulo teve unta companhia

Minas em de cavallaria. esta ultima transferida para Índios bravos, uma os atino «le [832, eivou se. no Espirito Santo, contra contava somente 38 homens em 1S40 passava a

infantaria e

No

marchava para

uma

divisão de pedestres, que,

em

ser divisão de caçadores de

[838,

montanha

:

e,

em

1847. desapparecia.

quando

s<


de caçadores, desdobrada,

mava a campai

Em

jjuay

em em

abolida pela republica, •

em

incorporaram,

,

que

aliaria,

corpo de duas

contemplada

foi

1889.

Paraná, com duas companhias

expedição de Matto Grosso, e

.1

directamente para o \

'1"

po fixo

1865,

num

1860,

província

a

1870,

Vpós

sul.

não existia mais em

4 ca

<U-

o Paraná possuio

luta,

.1

uma

um

i-^-^r

reforma geral de [831, o primeiro corpo creado em Per-

nam

deposito de recrutas.

\

companhia de

l

is

g

de cavallaria. extincta

em

botn<

se,

No anno seguinte, a .\

aliaria (luas,

á

provinda

uma

Eormavam

tarde,

[850, existia

de

um

um

se

corpo

corpo de guar-

em

que,

cavallaria,

houve uma companhia

alli

v

a província

com

em

[839,

uma companhia

Em

207.

c<>r|><>

[842, a cavallaria tinha, de

Rio

eram

l

Na

em

segunda, houve,

1837,

BC

um

deposito de re 1860,

fi

l

OS 103,

Os uniformes i<>4.

sobi

105,

Nas barretinas, •

e,

Corte foram

e a

to6

(k-s-t-s

e

corpOS

107.

I

« das províncias eram mais simples que OS

» hombroi

em

durante o império, mais favorecidos com a parada

istíram corpos

nem

mais

acabou com a republica

Rio Grande do Sul. a província do Rio de Janeiro

ca

de

novo uma

nunca

dissolvidas,

de caçadores de montanha, dissolvida

ima companhia isolada de infantaria, que

asil,

uma

Irande do Sul e de Santa Catharina estiveram muito

formando uma só. ... uma ompanhia

.

e

companhias, com 216

nenhum.

local

\,

de cavallaria

três

artilharia contava já

Pouco depois, as duas armas

única companhia.

tctni

i>

Em

1847 teve, em 1841, uma companhia provisória de caçadores, em em companhia fixa, dissolvida em [865, restabelecida em 1870 e deA do Rio Grande do Norte experimentou o mesmo abolida em 1889.

iram artilharia.

e

Depois de 1870,

gueri

finitivamente

i86odeu

de

,.

companhias de caçadores

i

ada

ç

Dez annos mais

artífices.

as

iniciaes

»s

«lo

<1<

est. 10 re-

dos

pedes-

Exercito.

das provindas

pennachos verdes.

Differeo-


:

53

cavam

se pelas cores

dos paramentos.

<

verde, vivos e canhões vermelhos; os da

>s

caçadores de Matto Grosso tinham gola

Bahia, vivos verdes, gola vermelha e ca-

canhões amarello azul nhões azues; os do Piauhy, mesmos vivos, gola de S. Paulo, vivo, vermeCeara, mesmos vivos, gola amarella e canhões azues; os Mina., mesmos vivos, gola e canhões azues; lhos gola e canhões azues-claros ; os de do Norte, vivos e gola e canhões vermelhos; os do Rio Grande <

os

deGoyaz,

vivos,

Santo, vivos e gola verdes e canhões gola azues e canhões verdes; os do Espirito gola verde; os de Sergipe, vi. azues; os da Parahyba, vivo, e canhões azues e

canhões verdes

e gola azul, e os

de Pernambuco, vivos azues, gola e canhões verme-

A cavallaria fixa andava com pennachos

lhos.

usava vivos, gola e canhões dessa côr; a da azues; as de Minas

Goyaz, vivos

nambuco, vivos e

e

e S.

A

encarnados.

Bahia,

de Matto Grosso

vivos e gola verdes e canhões

azues Paulo, vivos vermelhos, golas azues-claras e canhões Perde a e encarnada, gola das mesmas cores, mas a

canhões

g< .las

azues e canhões vermelhos.

O

pennacho da artilharia fixa

era rubro e negro.

O

confusões de nossos uniformes e é a melhor Vê-se, por

das fardas do segundo império. sivel, os

1852 pôz fim ás irregularidades e

decreto minucioso de 7 de agosto de

fonte official de informações acerca elle,

que se aproveitaram, quanto pos-

fardamentos existentes, tanto por economia como por tradição.

1860, nossa indumentária militar attingio o

máximo

sobre o deixava de ser resultado da influencia que exerciam

radas

e os

soberbos "carrousels" da França de Napoleão

A estampa neral quasi nada

65,

acorde com

mudadas

e

a sobrecasaca comprida, de

Em

D'ahi ate

de seu esplendor, o que não

mundo

as

pomposas pa-

III.

esse decreto, da as fardas do estado-maior

simplesmente evoluídas.

Apparece,

em segunda

gala.

unicamente na gola. só ordem de botões e bordados o charco remesmo oleado, e coberto de armado,

uma

passeio, permitte-se o chapéo

dondo

civil.

nos, a actual.

\

espada, de punho de

Conservaram^

marfim

e

guarda simples em

os bordados de [823

11a

mesma

s é.

mais OU me-

disposição.

O vo-

manga, bordados de folhas de carvalho semelhangal de conselho de guerra usa. na imperador tem alamares >s ajudantes de campo do tes aos da aba da sobrecasaca. hoje. se mantém no estado-maior da pree agulhetas «lo lado direito, o que, ainda canutões simples. Vs dragonas dos generaes são de sidência da republica. (

A

banda tem borlas achatadas como a do

fiador.


54

.;

ícamentas, com

modai

-

enfeitadas e

espadas de fantasia.

.1-

armado ou o boné redondo,

culta I

l

'i

também pouco

ll<-'

presilha de galão, cuja forma

Vs borlas officialmente, por abuso. Já existiam antes, mas não embordados, Os do mesmo typo que ainda possuímos. exaggecanutões Prohibidaa as dragonaa de esmoa de (823.

irda

chato,

com

No pequeno

uniforme, se fae galão.

vivos

r regimento de artilharia a cavallo apparece, na estampa 67,

69,

tinha Kr "la

A

carmim.

com

carmim

vivoa côr de

carmim para todos

e canho.

barretina do

era carmim,

com cordões

charla-

os batalhões, sendo que o

contrario; o

1

com

artilharia a pé, nas

A

da cavallaria.

calças idêntica-, as

e listas das

ana

r

iaes,

.

tudo preto,

.V-

e -

t

.

tudo

dos outros, pretas,

pretos, a

imarellos.

Distinguiam-se os quatro regimentos de cavallaria pelos canhões: o melh.

-,

om

carcella azul

;

o

2*, \

ermelh

»,

sem

carcella o 3 e o

4

.

azues,

ver-

1".

com

carcella

mesma ordem. De todos, os vivos eram brancos, tradição que, As golas eram vermelhas, as calças de duas listas felizmente, ainda se conserva! Além do boné de dias. e charlateiras de corrente no hombro, o que veio até nossos •

carcella.

pann... o

I*

na

tinha

um

com escamas

de couro,

1

estampa 70), e o

4'.

um

gorro ver-

redondo, como os dos colbacks e talpacks dos hussares europeus,

\- distineções dos oito batalhões de fusileiros

canhões vermelhos; f,

2',

eram

estas:

gola amarella e canhões azues-claros;

gola azul-dara e canhões vermelhos;

3°,

5".

amarella e canhões vermelhos;

7".

i°,

gola branca e

gola vermelhaeca-

gola

vermelha

e

ca-

gola azul-dara e ca-

de todos eram canhões brano ginqua influencia allemã no nosso Exercito esse das dis

jola amarella e

tineções, pela côr, 1

da gola e dos canhões, variando, emquanto

da arma.

se

mantém

o

mesmo

stema, ainda hoje se distinguem todos os regimen-

P< Iças

do

de fusileiros tinham a côr mescla; as dos outros fig.

ia

na

amados;

dif ferenáa

io*,

17).

và% batalhões de caçadores

verdes; ir. gola verde

e

canhões

vermelhos;

12',


55

M\\m

Polegadas tudo amareUo;

13",

listas i.rotos e os

gola amarella e canh천es verdes,

eo

o

14'.

bot천es e metaes de bronze (estampa 75

]

-

entraria

Os

vivos e


.,

M

,,

-(,

lN

3

,

mes do plano

artífices,

mais ou menos com os

anterior. o definitiva, após vários tentamens,

Rd mento a

militar

a estampa

85.

A mesma

mum do corpo onde o alumno IV

i

batalhão de

i"

somente possuio farda-

Antes, usava unicamente oti

lurtir de 1856.

do

(estampa 83).

liaria, que não teve grande uniforme

rtrellas

de cadete na

verificara praça.

sulinas contra os Farrapos e platini

gaúchos

-

influenciaram grandemente as íardas do Exercito, tanto assim que o governo im-

gulamentar o das túnicas de cores vivas, nos corpos mon-

perial foi

Irande, fantasia

tomada aos republicanos de Piratiny

que Garibaldi

e

Na estampa 86 surgem

lenodados voluntários.

levou

essas túnicas,

rimento de cavallaria andava com blusa vermelha, gola, vivos e canhões Na Musa. da mesma côr do 3", os canhões eram azues claros. e na .

,

amarellos.

avalidos tinham

mesmo

ôr

bhis

anno, supprimio-se, no s

.

reta

em

sul, a

de

os

rosa;

engenheiros,

mescla.

pasta da cavallaria e prohibiram-s<

logar de bronze. a adopção

um grande melhoramento:

anno de 1856 por boné typo kepi, em

de cavallaria.

deinfantaria eram semelhantes ao 3

1

do

substituição a varias formas de bonés e gorros existentes.

Por ordem do governo, Luiz Pedro Lecor organisou, em ndes allmns. optimamente gravados e impressos,

(V.

[858

Doe.

com minuciosos desenhos

uniformes do Exercito, naquelle tempo, obra admirável e insclarece completamente a historia da nossa indumentária militar 5

num mei

período de verdadeiro apogêo.

mpas

c

Ella

sérvio para

documentar, irrefragavel-

mprehendidas entre os números 87

stampa 81, estado-maior-general, das casa

t

uniforme, talim de cordões dourados, o que durou

I

>s

até

tem mais bordados na gola 192).

1

suppressão

completa

dos

com

pre-

po das dragonas já é outro,

do fiador e da banda.

pennachoí

a

e

íilhas

e

generaes usam, 1908,

com

a

O

nos canhões.

das calças se

em pequeno sobrecasaca. kepi afu-

mantêm

mais unicamente verdes,

suas

e

du-

CÔres


O corpo nária

cm

de saúde está na estampa 93.

>s

I

Em

instrumentos cirúrgicos de urgência.

Em

sára os distinctivos dos capellães.

[858,

médicos têm espadim

e

uma

ca-

[825, o imperador regulari-

deram-lhes

fardamento preto, com

prata para os tenentes e banda roxos, de borlas de ouro para os capitães, de de retroz preto para os alferes (estampa 93). regimento de artilharia a cavallo, na corpos moveis. vivos e

Ha

alterações nos

tem uma

estampa 96,

'

barretina

com

cinta,

»

diversa da antiga, e novo uniforme para

os clarins.

A

artilharia a pé consta da

O

estampa 95.

uniforme

de seus

official

mú-

plano geral e coherente, não sendo e tambor-mór obedece já a um Os tambores têm galões nas sirgueiros. dos fantasia único da mais produeto Nos canhões e na o (estampa gala grande peitilho, em 99 ). turas, em 2 uniforme, e

tambores

sicos,

g,,la.

o

tambor-mór

traz as cores características da sua unidade.

De accordocom

o

pinhão para os de Eusileiros e aludido plano geral, a farda dos músicos será côr de possuem peitilhos especiaes Estes 100). mescla para os de caçadores (estampa para os corneteiros (estampa 101).

Na

estampa 97, vê-se que, agora, só ha uma

que, desde 181

5,

deixou de usar botas.

formato que os da artilharia a 1854, tem o

mento não

mesmo gorro do

traz mais carcellas

retes e os vivos encarnados.

cavallo.

4",

com

em

A

O O

lista

nas calças da cavallana.

peitilho dos clarins é 5

branco e do

mesmo em

regimento de cavallaria, creado

vivos, gola e canhões vermelhos.

uniforme.

Os canhões do 2

o

O

o I

regi-

são azues-fer-

virola superior da barretina roliça, que Lecor de-

senhou, parece ter sido usada só por alguns corpos.

grande gala. estampa 88 consta o deposito da Corte, que já possue Seus corneteiros e corneta-mór estão na estampa 103. portaNos fusileiros. varia, em primeiro logar, o boné (estampa 98). Os

Da

(estampa 99) machados ou machadeiros conservam o avental de couro mosqueado ate após a camdurou a barretina de pelo. a ursa, o "ourson*' napoleónico, que

e

panha do Paraguay. talim

sem

pasta.

Começa o

talabarte dos officiaes a pé a ser substituído pelo


CAPITULO

— Brasil

Século XIX

Império

— Segundo

VI

Reinado da Guerra do Paraguay á Republica

Declarada a guerra, o governo, immediatamente, augmentou o Exercito, ao abolia os corpos fixos ou de guarnição, incorporando seus ef le-

mesmo tempo que

Foram chamados

ctivos á tropa de linha.

ás

armas os guardas nacionaes

e,

ao

voluntáappello dos poderes públicos á nação, responderam milhares e milhares de o o I a 22 numerados de batalhões, contar 22 passou a infantaria rios da pátria.

A

,

sendo os sete primeiros de infantaria pesada, fusileiros, e os restantes de infantaria ligeira, caçadores.

mamento, desta

Differençavam-se nos traços geraes da indumentária e do ar-

usavam correames brancos, paramentos

sorte: os fusileiros

melhos, carabina longa, bayoneta triangular e terçado, tocando tambores

ver-

os caça-

;

dores traziam correames pretos, paramentos verdes ou amarellos, fusil curto e refle,

tocando cornetas.

Devido á campanha anterior, do Uruguay, quasi toda a infantaria já se o o o o o Relembremos achava no sul os I 2 3 4 5°. 6 7°, 10 1 1°, 12 e 13 batalhões. menos o gloriosos, alguns dos appellidos que a soldadesca dava a esses corpos, todos 2 o que se portara mal em combate e tivera a alcunha de o Corredor mas o do :

5

,

,

,

,

,

,

;

,

era o Dois de Ouro; o 12

chegado mais tarde ao lhões, logo partiram o

o ,

sul,

8

o Treme-Terra; o 13

o

o ,

o Arranca-Tôco, e o 16

Afim de juntarem-se aos

o Glorioso.

o

o

e o

9

.

Depois, organisaram-se o 14

,

embora

referidos bata-

e o

o

15

de atira-

Ainda allemães de repetição, que acabaram incorporados ao 1 1°. o o o o o o expedição da na seguiram 21 20 e o 22 e 18 os á luta 19 accorreram 17 dores,

com

f usis

,

,

.

O

Laguna.

O O

i

2° e o 3°

p

regimento de cavallaria permaneceu na Corte, de guarda ao imperador. combateram. O 4 e o 5 serviram de bases, para a formação, durante

hoa guerra, de cinco corpos de caçadores a cavallo de quatro companhias e 638

mens cada um. de artilharia a cavallo, intitulado Boi de Botas, velha tropa gaúcha, sempre de guarnição no sul. teve a secundal-o um corpo provisório da mesma arma.

O


60

te

um

no

iva

as operações,

com o numero

batalhão,

em

sul

stir

,!

em

liram, após,

no

artilharia

•>

O

varias datas,

3'

.1

a

Quando

pè\

re-

partiram para

eo 4

escola militar, o bata-

squadrão de transporte, formado em [865,

lhão de engenharia e pontoneii

que

5.

em Corumbá

o j

<•

ultima

sul, pela

de organisação do Exercito, desde i86b.

lei

nha já voluntários da pátria tomaram a mais brilhante parte na campa em pepaú do chamamento primeiro ao organisados corpos, nos seus ,

:

x

batalhões

a

ssima Bahia deu

treate,

estes

números

:

3°,

Somente 24°,

23°,

15°,

a glo-

29°, 4""-

não menos heroi-

e bizarros,

Seguio-se-lhe Per-

C «raças ou Couraceiros.

os Xua

como

14.

i<f,

Exercito.

du

fileiras

fornecida pelo norte.

além dos corpos independentes

(.',

itanto,

com

foi

nas

inimigo

pelo

treenchendo os claros abertos „.

Depois, a Corte, com nambuco, com sete batalhões: f. 21°, 30 44°. 5' toda a procedência: 1". de brasileiros maioria, de também, o-mposto. na sua o

'

1

1

.

quarto logar coube á provinda do Rio de Janeiro, cujos

do Rio Grande do Sul, com os

á

Maranhão, com g

Paulo,

os 22°, 36* e 37

;

o

35

e o segundo, o 39' e o

o

o

,

48 e 49

Minas Geraes, com os

a

17.

.

is

Piauhy, o pri-

sexto logar, Pará e

No

com

Logo abaixo, o

55"-

i.V e o 34 o Matto Grosso, com o 50°; Parahyba, com o 25 Rio Grande do Espie Amazonas, Goyaz, Sergipe. Paraná. Santa Catharina e

sando o

mei,

o

o

33",

,

;

com o 28*. Santo, com os

Norte, rito

14 ".

Mui

,

1'-

.

oi

.

\7"-

-

corpos foram, no correr

«los

acontecimentos, devido a falta de

sorvidos por outros, por exemplo: o

6°,

o

40

infantaria da guarda nacional de Uruguayana, pelo

ma guarda,

pelo

rl

Em

1870, somente tornaram a

;6*,

37

»

39

Aproveitaram-se, na regularisação dos effectivos avulsos,

como o batalhão da

luntários

aliei.

provisório de

3

;

de voluntários, e o 4

da

á pátria estes batalhões: 17

•!dos

o

33

o

o

14°,

46

,

50

voluntários,

,

53'

vario-,

e

,

54.

corpos

imperatriz, a brigada ligeira do general Netto, os vo-

paragua;

completa modificação na organisação

guerra obrigou o governo talvez,

pelo

maior ainda nos seus uniformes.

finitivo, a influencia franceza,

que já

se

Nella se sentio, de

modo

de-

accentuava na pomposa indumentária de

iboné francez, o kepi de pequeno uniforme,


f.l

chamado 1

.11,

e

á

Cavaignac, talvez por

ter sido o general desse

nome

o primeiro a usal-o.

características da época. a barbica em ponta, cavaignac também, foram climáticas e de luta da condições As de 1852. sobrecasaca Conservou-se a

zona de operações obrigavam os generaes a andarem de poncho, de fortes, de espadas próprias para os entreveres e

mará, de lança.

O

A

alguns,

e

pala,

de botas

como Osório

também

Muitos officiaes superiores e subalternos

boné do estado-maior

tampa 108).

mesmo

dos engenheiros passou a ser avivado de branco

estampa 109 dá

officiaes de artilharia: na

1

10,

Ca-

e

a adoptaram. (es-

a artilharia a ca-

vallo mostra-se uniformisada á gaúcha.

O

geral decreto n. 3.620, de 28 de fevereiro de 1866, fez a modificação

uniformes.

accordo com

1

Ia.

na Bibliótheca Nacional,

(V. Doe. Gal.).

elle.

cordões,

duraram

em

1"

de

figurinos

militares,

de

Aboliram-se as casacas, as cores regimentaes,

a farda verde dos caçadores e as polainas.

com

um álbum

Adoptaram-se

barretinas

afuniladas,

uniforme, e gorros de dois bicos, de serviço, para a tropa, que

ate nossos dias.

Os caçadores a

recentemente creados.

cavallo,

recebe-

ram o mesmo fardamento dos caçadores a pé, segundo se vê da estampa 113. Foram supprimidos. finda a campanha. Segundo a estampa 111. a artilharia a pé substituio a usou granadas na gola, boné e gorro carmim. A sobrecasaca de brim adaptaram-se campanha em cavallaria de regimentos Os tecido. mesmo fardeta do 112. O I o que ficou na ás condições do ambiente, o que se verifica na estampa ,

na 115. Corte, figura na 120; a infantaria pesada, na 1 14, e a ligeira, fardamentos, nae equipamentos armamentos, de confusão da Por causa e á duração da regulares fornecimentos de difficuldades tural, nessa occasião, ás luta. os

soldados

andavam

descalços, de alpercatas

feltro ou de panno, de gorro, de kepi.

ou de cothurnos. de chapéo de Parece, no ella.

com capa branca ou sem

respeito, documenemtanto, segundo o depoimento de veteranos, pois não ha, a esse _>' corpo de exercito, do commando do o distinguia tos de outra ordem, que o chapéo

tenente-general conde de Porto Alegre, o o

kepi,

o

1".

commandado por

Osório.

capas brancas Parece, também, conforme idênticas informações, que o fundo das differençar para servindo disposições, variadas do kepi tinha cores diversas, em

uns dos outros os batalhões de voluntários

e

de linha.

Em vista do diminuto ef fectivo âo Exercito, o grosso das tropas que partici|mgna era composto de cavallaria provisória, guarda nacional e voluntá-

param da rios

da pátria.

Para

estes,

não houve plano definitivo de

fardamento.

Os pn-


62

mdroa

batalhões apresentaram se

anidades de poUcia

e

com

lo

guarda nacional de que

Exercito

....

aproveitando fardas das

Mas

originaram.

se

todos traziam,

f-

dístico: Voluntário da Pátria braço esquerdo, um emblema, com o com cha] bastante Usaram lura vivos verdes com kepi-cavaignac, também numero e tope; »rde com o retrato rtampa n; vermelb (

,

j

e

mmandantedo \: de voluntários, existi Convém notar que apparecem (V. Doe. Gal.).

tahia

ahi

no boné, pois antes havia somente, na No alferes do f de do mesmo, um galão largo. se a gandola traditos

i.

ampla camisola, pregueada ou não, ainda agora lealumnos do collegio militar, que tanto tem du.

FIO

IS

Exeráto.

Farda quasi igual á dos zua-

« ux.

"de guerra dos

como

bateram-se,

.hemera,

temporaneos da "Mus-

nui

com-

ralDionv

.mpanhiadeco iormárauma para ia

nem documenfc

«

da m-

rio.

tarda naci

vem,, dercito

l«*

a guerra

«tinuou com

pen:

a

a

infantaria

Ealta

de

somente ippri-

tllaria.

rtilharia.

Não houve mais

Os

rpos distribui;

in-

orio inimij

Em '"

decavallaria.

art iH

*

ai

i

ta

-

T

de infantaria.

forma: na Corte

e

na provind

artilharia a pé, O l' de cavallaria ria;

no Rio Grande do Sul, o le

."

de artilharia a cavallo,

infantaria;

em MattO

Gr<


'

63

o

2 e o

de artilharia a pé e o 19

o

o ,

o 20

e o 21

o

de infantaria; no Amazonas, o 3 de o

da em Pernambuco, o 2 e o 9" de infantaria; na Bahia, o 14 de companhias o 18". Havia mesma arma; no Pará, o II e em Santa Catharina, o depósitos Corte, Catharina e no asylo da inválidos em Porto Alegre, Bahia, Santa e Rio, e operários militares nos arPernambuco Catharina, de recrutas em Santa artilharia a pé;

,

Matto Grosso, do Recife e na fabrica da senaes carioca, do Rio Grande do Sul, de Estrella.

passando a constar dos de 1874, toda a artilharia foi reorganisada, 2" idem, formado sosul; no cavallo, a artilharia de seguintes corpos: i° regimento pelo 4.' a pé, no constituído e Corte, na a artilharia pé, 3 bre meio batalhão do i° de 4 sendo batalhões, quatro reduzida a ficou a Paraná e S. Paulo. A artilharia pé sua numeração, guarneceformado pelo antigo 5". Segundo a ordem natural de Grosso e Amazonas, sendo o ultimo repartido

No anno

,

1

1

ram

as

fortalzeas

pelas guarnições

do Rio, Matto

e Pernambuco. mais nenhuma mudança no plano de organisação das A inMas, nessa data, ellas foram grandemente augmentadas. quacavallo, a artilharia a regimentos; cavallaria, 10

do Pará, Bahia

Até 1878, não forças de terra.

se fez

fantaria teve 27 batalhões; a tro; a a pé ficou

na mesma situação,

e a

um

engenharia ganhou mais

batalhão.

Contam-se 30 batalhões de Em' 1889, pouco antes da republica, novo augmento. o o o o o na Corte, I 7°, 10 21 22°, 23 e 24 em S. Gainfantaria nestas guarnições:

.

;

,

,

o o Salvador, em S. Luiz, o 5 em Uruguyana, o 6 em Cuyabá, o 8 em S. o o AlePorto em o 12 o Grande, o o 9 e o 16 em Fortaleza, o 11 na cidade do Rio o o em 18 o o Alegrete, em Belém, o 15 em Curityba, o 17 em gre, o 13" e o 30 o o Maceió, em em Goyaz, 020"; em Desterro, o 25 S. Luiz dos Cáceres, o 19 o o O corpo de o Rio Pardo, o 28 e em Pelotas, o 29 27"; em o Parahyba, o 26 na permaneceu. Os 10 regimentos transporte ficava em Saycan, onde longamente

briel,

o 4

o

;

;

;

;

;

;

;

o

;

;

;

;

;

;

.

,

;

de cavallaria tinham estas paradas, por ordem guarão, S. Borja, SanfAnna do Livramento, Nioac, Curityba,

Ouro Preto

mesma ordem, em

e S. Paulo.

S. Gabriel, Corte,

Corumbá, na cidade do Rio Grande e

A

natural de numeração:

Bagé.

artilharia

de campanha

Curityba e Bagé; a a

em

Belém.

Os

Corte.

Ja-

Santa Victoria do Palmar,

pé. idem.

ficava,

na Corte,

na

em

dois de engenharia, no Rio e

Cachoeira.

profundamente modifiDesde a guerra do Paraguay até 1883. não foram a decahir de seu antigo começaram data. essa após cados os nossos uniformes, que,


..4

suas mais bellas

e i perder, «lia a dia,

odor

1890 manteve

em

certas minúcias,

tradições,

que ainda o plano de

mas

que quasi totalmente se acabaram,

em

1872, a artilharia soffreu pequenas

ríorment<

tampas 123 e

t-'4.

que taram logo adoptadas nas outras arma-

galões

«, no bom-, e perneiras para os soldados montados.

Tudo com a

seu fardamento,

rndkand

.

verifica nas

m

estampas 125

correame

Na

preto.

Na

126.

e

primeira, ha a farda, parecida

ou de guarnição, então restabelecidos, que passaram

-

a usar

vê-seque,

127, estão

uniformes de

1873,

conforme as

tabeliãs

officiaes.de fardas e equipamentos para esse anuo.

V evolução do armamento obriga o uniforme a -

novas mudanças.

soffrer

enser na cavallaria e os Eusis Comblain na infantaria.

marella do boné dos caçadores torna-se azul.

para que os galões sobre-

Restabelece-se a banda dos sargentos, abolida pela guerra, dando-se-lhes

mais

a espada, o

chado taria,

deiros

na

que regista a estampa

ipprimidos

(

eram barbados

e,

em

batalhão de infan-

Tradicionalmente, os macha-

todos os outros.

postiças,

como consta da

esse "ornato" diminuiu de tamanho,

ij'i.

Em

1874, o boné de couro substitue todos os outros e a

mesmo paimo (estampa 129). nome de "guritão" ou "buritão". do

o curioso

1"

quando não tinham barbas naturaes, usavam-nas

ampanha paraguaya, pa

figura 127, figuram o porta-ma-

Na

[26.

tambor-mór, então exclusivamente conservados no

e o

I

(

Musa de brim, a

so-

>s

soldados dão a esse boné de couro

>s

officiaes do

r de

cavallaria con-

am, por tradição, o pequeno boné de oleado, definitivamente morto em [878. listas de calças e perneiras, de quando em vez soffriam modificações, de pastas, As outras eram supprimidas e de outras restabelecidas.

stampa

130-,

lhante ao da infantaria pesada.

em I

1880, >

os

caçadores

recebem

soldado dessa época tinha,

gonas, calças azues ou brancas e

n-tii.

uniforme

seme-

em grande «ala. bar botinas: em pequeno

uniforme, boné de curo, blusa de flanella OU de brim pardo, calças brancas OU par-

ra

133 mostra a infantaria pesada

laria também o usou por pouco tempo.

<

)s

com correame

officiaes

(menos

distinguiam somente pelas dragonas, I

ter

também galões no punho.

os

caval-

preto.

\

de

caçadoí

em grande

\ charlateira

gala, co

de i>anno do


pequeno uniforme

têm as praças de

é

actualmente, substituída por outra de metal, semelhante á que, andam. officiaes >s e » estampas 135 [33 grande gala

prel

(

em

<

D'ahi ser peça de uniforme o coUete

habitualmente, de sobrecasaca desabotoada.

brano ou 1

azul.

barretinas dos officiaes são trocados [883, os cordões encarnados das apresenta a esouro eo pennacho tem a Eórma de coqueiro, como o

Km

por torçáes de

tampa [35

.

Os

vivos da engenharia são

A tabeliã de uniformes

carmins;

de 1883 modificou o

novo boné de formatura, segundo Figurinos Delles tiramos a estampa

(V. Doe. Cal.).

plano

golas

de

geral

lithographados do [36.

Agora

vivos que distinguiam corpos e armas.

as

e

platinas,

[866,

Archivo Nacional

Desappareceram as existem

pretas.

estabelecendo

distinctivos

carcellas e

de metal.

prender as dragonas, e, para Surgem, em certos corpos, as passadeiras largas, para com mangas e punhos apertado.. todas as unidades, a sobrecasaca de traspasse, de gorro redondo, do typo até hoje Ainda se avista, na estamusado nos exércitos inglez, espanhol, belga e portuguez. directa do "chapeau chinois" das pomposas pa [38, a "arvore de campainhas", filha império francez. O fardamento dos músegundo e faúlhantes Landas de musica do de torçal negro, com borla de barbicaixos os cavallo. Xas tropas a sicos e mescla.

Vemos, na estampa

fio

[37, os recrutas,

Vieram até a republica. na ponta, de origem gaúcha, pendem dos kepis. novo plano de estabeleceu-se 128, Em 1874, conforme nos diz a estampa

Em grande gala, plumas variadas, casas de -alão uniformes para o estado-maior. É o bello fardamento do retrato do visconde de Tauna gola alta e nos canhões. nay

(

Esteve

Y. Doe. Gal.).

passe e gola deitada,

com

em

de trasuso. durante muitos annos, a sobrecasaca

platinas de trança,

major Kassance \ Doe. Gal.). Km publicou-se um novo para os generaes. (

em

chapéo

civil

1881, este plano

.

todos os uniformes,

com dragonas

(estampas 131 e 132).

em segundo uniforme, do foi

retrato

,1o

substituído por outro e

Xelles predominava a grande sobrecasaca e

A

canhões postiços, podendo ser usada com estampa KV> nos mostra a adopção, em

sobrecasaca de traspasse e gola deitada, 1888. por parte dos officiaes generaes, da o em logar da casaca, e a 134. * na qual se ajustam os bordados, no I uniforme, farda da escola militar,

em

t88i.

novo plano geral de Pouco antes da proclamação da republica, decretou-se dos documento, officiaes, era simplesmente que, segundo as descripções

uniforme, pavoroso.

Felizmente, não chegou a ser usado.


CAPITULO

Séculos XIX e XX

a republica, o

Proclamada

VII

— Brasil

Republica

quadro do Exercito

foi

Accrescenta-

alterado. o

em Mina-: o 32°, o o em Victoria; o 33", em Aracaju: o 34 em Natal: o 35°, no Piauhy, e o 36 em MaMais dois regimentos de cavallaria: o 1". em Uruguayana, e o u". em São náos. ram-se mais

seis

batalhões de infantaria aos 30 existentes: o 31

,

,

1

Mais

foão da Barra do Quarahim.

de artilharia a pé: o

5", 11a

Bahia,

um

de artilharia a cavallo: o

5".

no Rio,

um

e

com uma companhia destacada em Pernambuco.

Transfenram-se para a Capital Federal o _>_•" de infantaria e o 9" de cavallaria. Em 1894, devido á revolta, crearam-se mais corpos: quatro batalhões de infantaria, Essa ordois regimentos de cavallaria, um de artilharia de campanha e um a pé. gani sacão durou até 1908.

A

republica fez grandes alterações

Nossas estampas, da

nos uniformes.

Doe. 140 a 148, registaln-nas de accordo com o decreto de novembro de 1889 (\ Vieram capacetes, alamares postiços e meias botas. Restauraram-se viGal.). .

Os uniformes do começo da

vos, carcellas, listas e golas de cor.

melhores que os do fim da monarchia. estado-maior. pé. i"

As

Somente

se

usavam

classe: azul e encarnado,

para

branco, para o corpo de saúde.

com uma tampa

listas

cores dos pennachos servem

estrella, os alferes;

republica foram

Voltou o antigo aspecto dos generaes e do

douradas nas calças

de distinctivos

:

branco,

preto e

o de 2":

e

chapéo armado, a

azul, para o estado-maior

Ainda ha capellães de farda negra

duas, os tenentes,

e

três,

os

de

para a engenharia.

capitães,

e

banda roxa,

como na

es-

i4_\

As tilharia,

cores dos pennachos dif fere.iciam as armas.

branco

e

vermelho o da cavallaria.

mares dos soldados são de -jorro de [866.

la

amarella.

Em

Ê carmim

vermelho o da

e

preto

infantaria.

,.

<

pequeno uniforme, continua em

da ar>s

U

ala-


68

segundo plano de uniformes da republica

pasde

pdoqual ihir

Datam

tária.

6.

sido

i-w a

'5 S

foi

''".'

da rota natural da evolução

-las

Doe

ode

[890 (V.

*9h

Desde então, começa

Gal.).

tradições de sua indumen-

resultado d'ahi os erros contra os nossos usos militares, cujo

tem

de Briyada

a perda quasi completa das

linhas, cores,

traços,

symbolos

e

emblemas que

fundamentalmente nossos, exclusivamente nossos!

Na estampa litar, <

\.

159,

collegio mivêm-se os primeiros Eardamentos do imperial académicos batalhões dos o officiaes, assim como

baseados nas descripções

Doe

Gal.

Na

i.

[60, já se apresenta a côr tradicional

do referido

collegio, a

collegio mistanhoda velha infantaria portugueza, que ainda hoje o de pi, da inmúsicos dos e Brasil Reino litar português usa; o castanho dos caçadores do annos; longos côr collegio guardou essa Brasil Império. fantaria criminosamente, ntenario de nossa independência, seu commandante, tradições na sem anti-economica, ,, hnpropria, berrante,

O

1

historia militar

do

paiz, que,

husha tempos, a escola militar copiara dos modernos

por

mera ignorância de nossas

coisas!


<»9

A saúde,

estampa

em 1893

[61

do corpo de aponta as ligeiras modificações nas fardas 20).

(fig.

Cabo 1

flnspeçada

o Sargento

O tural do

evolução nadecreto n. 1.729, de 11 de junho de 1894, cortou ao meio a e esnacional indumentária a toda brasileiro, revolucionando

fardamento

Com

tragando todas as nossas tradições.

elle,

nasceu a horrível calça garance e o

imposto a todos os nossos militares a pé ou a modelo portuguez, derivado do cavallo, com a agravante de haverem copiado o Acompanhou o decreto um álbum de figurinos coloinglez e o mais feio de todos Gal.), no qual ha uns e aquarellista tchéque Mucha (V. Doe.

dólman da cavallaria

ligeira européa,

!

ridos pelo desenhista

Com

dois pormenores errados.

números 162

e 172.

nas mangas,

como

Os

essa base, constituiram-se

as

estampas entre os

no peito e officiaes generaes adoptam, de novo, bordados

os de 1823.

Os

metal, officiaes têm,. no kepi, pequena pêra de

de lã com as cores erradamente denominada tope, horrível erro de cópia das bolas e leve, ligeiracurta espada nacionaes nos shakos Erancezes; cm pequeno uniforme,

mente curva, de punho sem copo, guarda em S

e

bainha de couro, hoje dada aos sar-

gentos.

Pela estampa 173 se nota que. no cretos ns. 1.834 e 1.903 metallica.

(

Um

Y. Doe. Gal.).

anno, o plano

meias botas.

A estampa

174 affirma-nos que,

dólman, vermelhas!!! se as calcas

d..

Eoi

alterado pelos de-

pennacho tomou o logar da

Era verde e amarello para os generaes.

sobrecasaca, o que lembra os bombeiros

Supprimem

mesmo

em

Trocaram-se

por

tal

pêra

botinas

as

[895, as polainas são da cõr da

Para. que tinham polainas da cõr do

Os generaes abandonam

os pennachos de cores nacionaes.

bombachas, que o habito, no emtanto, manteve ainda por


monarchia da officialidade são outros, diversos dos da

IWOS.

Hm

troca S€

iSi((>.

cin

zcnto escuro das túnicas da in

1883

íantaria

lampa

azul Eerrete

pelo

campanha de

\

[76).

Canudos, pouco depois, aponta graves

Coronel

T.

Major

Coronel

do

defeitos

mento em voga.

\

farda

estampa 176

mostra-nos nessa luta como

usavam vestuários

á

gaúcha

sertaneja, aspectos flagrantes do

soldado brasileiro naquelles as

Alferes

Capitão

peros sertões.

Datam cetes

de

coloniaes

[903 OS capa-

brancos empen

As estampas de 177 a geral. nachados e o dólman para todas as armas, de modo os bordados no Desappareceram recém á vista as fardas desse período. peito dos generaes. .

m,a

tiz.

ecial.

.

As polaiExperimenta-se, pela primeira vez. o brim kaki. em favoravelmente nobras repercutem ,.;„, ,

A mocidade

enverga,

Na estampa

187,

com grande enthusiasmo,

ralução

lni

que

o

farda de volunPelo de-

os uniformes então adoptados.

damos

soffre o Exercito ,,

a

uma

remodelação completa, da qual data

trouxe á sua efficiencia actual.

Foi

<

de nossa indumentária, parando decreto fonte de nova transformação, paramelhor, vez mais. ntuava desde o fim da guerra do Paraguay cada batalhões que grandes unidades, acabando com os exiguos -

vinh

jencia,

batalhões ou de três grupos,

dando nos os regimenl

Extinguio os chamados cor que lembram, de alguma forma, os do Brasil Reino. maiores de artilharia, de estados dos compostos m de 1823. Restabeleceu a arma de caçadores, supprimida

em

|

licional

no

Por essa reforma, o Exercito passou a possuir 45

paiz.

de imantaria, numerados de ,

em

.5

a

regimentos;

ft

.

grupados aos b

12 batalhões, de três

guindo, na-

companhias, nu-


71

11

Klradosde „

com ,1».

.'

i<

a

três secções

companhias isoladas de caçadores, cinco de metralhador regimei uma, e [2 secções de metralhadoras a mais; nove

o

57

[3

;

cada

cavallaria divisionários,

três independentes,

com

mesmos esquadrões,

13" a 17":

de dois esquadrões, de a anilharia

os

com quatro esquadrões cada um, numerados

•-'

de [o° a [2

o

de

a

1

'

e cinco independei

,

pelotões de estafetas e cinco esquadrões de trem;

com cine regimentos montados de

três

três baterias

grupos de

cada um,

grupos a cavallo de três baterias cinco baterias de obuseiros de quatro peças, três de posição de seis batecada qual, dois montados da mesma Eorça, três batalhões de muduas 1, aterias, seis independentes, cinco parques e í8 columnas seis de

rias,

com cine batalhões Do plano de uniformes que acompanhou

nição; emfim, a engenharia

e

mais ,7 pelotões de

essa

reforma

É

usa. creto n. 7.201, de 1908) se originam os que hoje o Exercito

(de-

curioso notar

fardamento, perfeitamente distinctas.

que, na nossa tropa, ha duas evoluções de

A

especialií

fundamental

inconfundivelmente nacional, tradicionalista, nascida morta pelo reinado da calça encarnada, mal copiada da

histórica, coherente, lógica,

no reinado de D. João VI

em

França,

1894.

A

e

outra, moderna, absolutamente

mais ou menos esdrúxula,

sem base no

do estrangeiro —

feita de cópias

espirito nacional,

calças Erancezas, laço.

boné americano, capote das mangas húngaros de origem e italianos de estylisação, de alamares de cadarço allemão. capacetes prussianos ou coloniaes inglezes, dolmans que veio á luz depois de 1896. Da invenção de [894, somente portuguezes, etc,

se

conservou a peior

pouco resta

— a calça garance.

Da

— o pennacho negro em certos

velha tradiçã,

1

militar brasileira muito

corpos de artilharia, os vivos brancos

borlas do. fiadores de grande da cavallaria. as dragonas de escamas em relevo, as esphera artnillar, quasi nada! a e o castello como metal gala. alguns distinctivos de as fardas desse perepresentamos 188 a 198. de Das estampas numeradas linhas de do Kxercito activo, como dos voluntários de manobras e das com um soldado, temos i<)«). estampa Na Brasil. enxamearam por todo o

ríodo, tanto tiro,

que

o equipamento moderno, e o laço húngaro

como

distinctivo especial dos officiâes

interno; os novos combatentes; na 200, o uniforme de algodão mescla, para serviço farda de ceremonia a bem como militar, grandes uniformes do collegio e da escola

dos officiâes generaes. traje de

gala a

campanha.

lista

Xa

Xa

201, surge o capote tudesco esverdeado; na

203, vè-se

dourada desappareceu.

americano, hoje de USO geral;

11a

como

Na -'05,

se fez

a do Contestado

e

mj.

o

que das calças de

204, amostra-se, pela primeira vez. o boné

o equipamento

inglez.

de

lona.

systema


uma

207 regista

\

Mills.

tristíssima nota:

cm grande

gala, na

parada de

7 de se

pennacho, o que somente la tembrode 1917, o boné americano de capa bronca e indumentária militar poderia permhtir, mais profunda e lamentável ignorância «la tradições, ao mais corriqueiro sentimento poia vae de encontro a todas as regras e No mesmo «lia. cm própria forma da cobertura cm questão. «la formava de calças encarnadas e perneiras «!«• couro

pau 0i j

rfores

,,

|

farda kaki.

em

pohúnas brancas regulamentares.

«las

logar

Durante a guerra européa, nossos officiaes, tolerância, calções e

usaram, por

rios

egundo

serviço ou

para os officiaes

15

a

Aboliram o nunien- de

A

mento.

com

c,m

formaram, assim.

-

sor de caçador»

I

cm

r

a ro°,

Os

[908, sup-

plano de organisação de

passaram a

unidades, numeradas de 37" a S7°-

21

cine corpos de trem:

de dois grupos de

três

a artilharia

baterias cada

V engenharia

dividio-se

novas modificações. 1919, pelo decreto n. 3.916,

melhor

\

uma

Restabelece se

nação. buição de tropa por todo o território da

em

cinco

hata-

de ferroviários.

uma companhia

im batalhão e

-„

hl

formaram

batalhões de artilharia de posição

cinco districtos de artilharia de costa,

Em

o talabarte

e

da mesma força grupos a cavalk) de «luas baterias, dois de montanha

e cinco idênticos de obuseiros.

l

<>

i? regimentos c

10 regimentos montados, de

um, com

não

soldados

e

ellas independentes de metralhadoras, augmentando-se com estabelecicompanhias de «luas Crearam-se »anhias para 10.

cavallaria ficou

três

em campanha

regimentos de infantaria, cujos batalhões

a

14 'e

,

fardamento

nosso

estampa 207

lecreton. 12.739.de [917, alterou

prinrindoos 13

estrangeiro,

Delia decorreu o uniforme dos nossos aviadores

ficou somente nisso.

o

o

sobre

V influencia da guerra

ravata.

em commissão no

a blusa de flanella kaki. tendo esta a gola deitada,

é

«las

a distri-

mais

ar-

batamões de caçadores com nume-

raigadas tradições da vida militar brasileira especial tombem, \ cavallaria independente toma numeração ração independente. \ «visionaria continua com seus nu a cavaHo. deixam batalhões componentes dos regimentos de infantaria

lembrando os antigos caçadores

meros próprios a

(

>s

numeração seguida

unidades tem seus

I.

e

II

e

III

a ser 12,

COffl

Ees

batalho

da arma. trouxe

»am

Cada uma d perderem-* os números

são numerados dentrode cada regimento.

vantagem

in.liscutivel

esta discriminação

I

«

-

.

pratica,

Esses regimen-

na Yilla Militar;

.V.

cm Xi


ctheroy

e

depois na Praia Vermelha;

Carlos;

S.

pava;

em Santa Maria;

7",

como o

repartido,

o

5

,

d'El-Rey e Queluz, e

7

Porto Alegre; 8

'.

12

o

e 3°.

o

S.

,

o

Leopoldo; 9 14",

Campo Grande;

Corumbá;

[8

hyba;

Fortaleza; 24

23°,

,

Fora e Cataguazes;

o ,

4".

Rio de Janeiro;

19".

Bahia:

Luiz; 25

S.

o ,

em Caça-

6°,

entre

idem.

,

5°,

10",

João

S.

Eis a parada

Lorena;

ípamery;

6',

Ponte Nova; u°, Diamantina:

io°,

Curityba;

15".

20°,

o

(Minas).

Paulo;

S.

Pelotas;

,

[I

Para

e

Florianópolis;

um em

e

na cidade do Rio Grande;

«/.

entre Bello Horizonte

12°,

13". Joinville:

Curvello;

,

entre Juiz de

_•"

dos caçadores: r,

em Cruz Alta;

8°,

em Araraquara

entre Pirassununga e Araras:

mesmo modo

dividido do

5".

dois batalhões

4'.

Maceió;

Therezina;

26°,

21°,

16°,

Cuyabá;

Recife; 22

Belém,

e

_7'

o

J

17'.

Para-'

,

Manáos.

.

dos seus As 22 companhias de metralhadoras foram espalhadas, na ordem natural Nictheroy, números, por estas localidades: Deodoro, Villa Militar. S. Christovão, Alta. Porto AlePirassununga, Rio Claro, Jacarehy, S. Paulo, Santa Cruz, Cruz gre, Caxias, Juiz de Fora. P.arhacena.

Ouro

Preto. Bello Horizonte, Ponta Gr.

cinco regimentos de Blumenau, Aracaju, Natal, Campo Grande e Corumbá. Os Rosário, Rio Pirassununga, Rio, ordem, no cavallaria são escalonados, na mesma

Verde

e

Guarapuava

(depois,

S. Borja, S. Luiz, Itaqui,

em Castro)

os

;

1 1

independentes

Uruguayana, Ouarahim,

Sant'Anna.

em Santo

Angelo,

Jaguarão,

Bagé.

Os corpos de trem ficam, seguindo seus números, na Os e Guarapuava. Villa Militar, em Pindamonhangaba, Margem, Juiz de Fora artilharia de regimentos Os Bagé. e Alegrete de artilharia a cavallo em S. Luiz, Relia Vista e

Ponta Poran.

na Villa Militar,

em Santa

Cruz, Campinas. Itú, S. Gabriel, Cruz Alta, Oliveira.

Pouso Alegre, Curityba, Ponta Grossa ros

em

S.

e

S. Gabriel.

obusei-

Os grupos

Christovão (Rio). Jundiahy. Rio Pardo. Uberaba e Castro.

montados em Cascadura (Campinho), Jundiahy.

A

Os grupos de

Campo Grande.

Pouso Alto

e

Valença.

guarnições e fortes: os artilharia de costa convenientemente repartida por estas

grupos,

Cruz, S. João, Itaipús, Óbidos e Coimbra: as baterias isoladas. ParaVigia, Leme, Lage, S. Luiz. Imbuhy, Marechal Hermes.

em Santa

em Copacabana,

naguá, Marechal Luz, Marechal Moura. engenharia,

também por ordem, na

Villa

S.

Salvador

Militar,

União da Victoria e Aquidauana; o batalhão nhia ferroviária

em Deodoro, no Rio

por organisar.

O

em

e

Os

batalhões de

S. Paulo. Alegrete. Ita.iubá.

Eerroviario

de Janeiro.

Recite.

em Cacequi

e

a

Muitos desses corpos

referido decreto alterou a divisão territorial militar e a

compaficaram

orgam-


235, de 3> de

tcicaba, o

5'

regimento passou

em Nictheroy, o - em Petrópolis, Caxias, o 10° em Ouro Prel em o 7* Alegre, 9 Pouso em o mais o 28' em organisaram-se anteriores; paradas nas

batalhão de caçadores ficou

1

Militar,

illa

[921.

untes alterações: na infantaria, o

hou

dle,

dezembro de

essa remo-

Após

Exercito, creando muitos serviços novos.

lo

mais mantiveram-se

Ihad,

augmentou

trem, ,,ara

Boqueirão, 4

1

5

;

se o

para Santo Angelo, 5

Yilla Militar: o

i.V

numero dos regimentos de

mudaram-se as paradas dos seguintes:

Gabriel; deran

Alegrete, 8°

para

estas guarnições:

[taqui, o

-•"

A

ficou por organisar.

da artilharia

[O regimentos de artilharia

em Campinas, o 4" em de hV.ra. o 8° em Pouso

Itú.

montada, o o

5"

Alegre,

mentos de artilharia pesada, o

"

14.

1"

eo

Pedrito;

15°,

ferroviário para S. Pedro.

Esta arma ficou assim or-

na Yilla Militar, o o 6'

em Santa Maria, o 9' em Curityba e

1"

Santiago do

para

para Quarahim, 9 para

engenharia soffreu pouca alteração: o

muito mais importante

foi

cavallaria indepen-

1"

Bagé;

12°,

ssou para Cacequi, o 5" para Curityba

Juiz

em

em S. Gabriel; duas companhias de estabelecimento, a 1" em em Porto Alegre. Na cavallaria, passou se o 3" regimento diabolindo os guarão, collocou-se definitivamente o 5 em Castro;

1

cm

companhias de metra-

e a 2*

S Christovam

A reforma

as

r três batalhões de infantaria montada, o

1

1

Continuaram como dantes

Natal.

1

em

S.

o [o°

Christovam, o

-'"

em Santa

em Cru/ em

S em

Alta,

Rio Negro; S.

Paulo, o

o

7°em em Uberaba, o 5' em Poma Grossa, 06 em Anchieta, d em mixta artilharia Ipanema e o 8* na Margem do Taquary; um regimento de em Jundiahy, Campo Grande; cinco grupos de montanha, o 1' no Carapinho, o t seis grupos a cavallo, Guarapuava; 4' em Mivdra e o 5 em Montenegro, o em Santo Angelo ,.. B m Uruguayana, o 3 em Bagé, o hoeira, o 4'

I

\

em SanfAnna do l.ivramcnmiou na mesma

situação.

uma companhia de

-

S.

Gabriel.

\

artilharia de COSta COnti

especiaes: Ficou sendo esta a distribuição das tropas aviação Villa Militar, uma companhia de

carros de assalto na

ultimo local. Mfonsos; cinco esquadrilhas de observação, a i" nesse |, " n " ,li 5' »" a Fora e 4* de a em Juiz Maria, 3' Santa em ulo, a

Uni

primeiras squadrilhas de caça e três de bombardeio, as

em

S. Paulo e as terceiras na

margem do Taquary.

em

Alegrete,


75

Por ella, se vê o Nossa estampa 208 tem a mesma data do decreto anterior. branco, com divisas douIluVii equipamento dos offickes e da cavallaria, o uniforme especiaes da arequipamento e Eardamento passeio, e o em sargentos, radas, para os 1" uniforme dos generaes Eoi substi209 representa o anuo de 1920: O nas formaturas; capacete alarmado, chape., e do sobrecasaca íim da tuído pelo 2 branco, com um ferro de envernizado de militar, escola lemão na grande gala da crinas, todo alvo, para os de pennacho cahido, infantes e dourado para os

A

tilharia.

o

;

machado

cavalleiros.

Em

cavallaria da escola formou [921, escoltando o rei dos Belgas, a ou de linha da Europa, pesadas cavallarias como as canhão,

de luvas brancas, de de talins

e talabartes

Nos braços dos alumnos, pequenos

brancos, sem canana.

ân-

antiga estrella de cadete gulos de galão dourado, indicando os annos do curso sob a

(estampa 210).

Na

A

Na mesma,

os aviadores,

com uniformes

211, figuram as modificações vistas na

2]

parada

de

7

e

emblemas

de

setembro

especiaes.

de

[921.

carros de assalto, cuja

i-A regista as novidades oriundas da guerra eurupea nas perna-, e perneiras de panno, tiras de enrolar :

guarnição tem capacete protector

as "puttees" inglezas, vindas da índia.

Um

alumno do

collegio militar

do Ceará o

uniforme branco de passeio, com platinas castanhas, e um de outra macaçadores do Para. a bandeirola, flammula ou guião de companhia, soldado do 26 de

traz o

neira que a regulamentar.

Um

desses idiotismos

militares

que ha em todos os

Ainda como derradeiras innovações nos nossos costumes militares, trafeltro, hindo a crescente influencia yankee, apparecem os chapéos de campanha, de com azues, "pelérines" mais as apparecem acastanhados: outros uns esverdeados, exércitos.

tiras de

cruzar sobre o peito,

dicamente.

em

Por fim, devemos

folha prateada de acantho,

uso na guarnição de S. Paulo e

em

outras, espora-

registar a túnica azul celeste do collegio militar e a

em meia

gola preta, dos intendentes, obra esta ultima

da influencia da missão Eranceza, ambas adoptadas após a feitura destes desenhos.


CAPITULO

Séculos XIX e XX

A

— Da

Regência á Republica

guarda nacional, creada pela Regência

uma

blica, foi

e

—A

Guarda Nacional

ultimamente abolida pela repu-

annos de decadência,

instituição que, exceptuando seus derradeiros

prestou relevantíssimos serviços ao paiz

em

VIII

como reserva do

Exercito.

Tomou

parte

intestinas todas as guerras internas e externas do império e nas primeiras lutas

Quando rebentou a guerra do Paraguay,

da republica. decreto

o governo mobilisou, pelo

para o 3.383, 14.796 guardas nacionaes. que seguiram

n.

ções, policiaram os sertões

ou substituíram os corpos de

capitães das províncias, assegurando a

guarnição nas

Nessa occasião, só

manutenção da ordem.

o Rio Grande do Sul levantou 43.500 homens, dos quaes 29.200 luta,

campo de opera-

policia e de

tomaram

parte na

a maioria compondo os qua-

dros dos celebres corpos provisó-

An-

nal e da divisão do general

Para

Neves!

drade

1851

da guarda nacio-

rios de cavallaria

a

mesma

campanha, partiram, directamente, guardas nacionaes do Amazonas, Bahia, Ceará, Minas, Alagoas,

Pa

rahyba, Rio de Janeiro e S. Paulo.

Após sua a guarda

bateu no

creação,

nacional sul,

em

em

1831,

fortemente se

C/?a/?as

1842, sob as or-

dens de Caxias, e foi reorganisada

em

1851.

lado do

Sempre

Exercito, cabendo-lhe, nas

tropas de linha

em

FIG

22

se collocou ao

formaturas,

todas as grandes emergências

o

logar

de

históricas.

honra.

Em

Ajudou

[893,

valentemente, o governo legal contra os revoltosos, tanto na defesa do Rio

nos pampas sulinos (fig.

--)

as

auxiliou,

como


;

timamente, a politicalha

governava suas nomeações de ficiaes,

campeava

ção

li

i

a

desmoraU

de suas patentes

— fonte de renda para o governo, outras causas mais apressaram

e

Foi

sua lamentável decadência.

transformada em

_" linha, e

a na-

espera que, assim, mantenha tradições

gloriosas

longa

sua

de

\i<la.

\s ultimas

estampas desta

obra são exclusivamente dedica

Na

212,

usaram,

em

das ans sins uniformes. os

que

primeiros

1831, na Corte, os seus primeiros

uma gravura

corpos, tirados de

do Archivo Publico de Y.

1

Doe

Gal.

1.

Em

S.

Paulo

[840, o te-

nente Costa Araújo offereceu ao

um álbum

imperador

contendo

magnifica collecção de uniformes para essa milícia, que está na Bi

Nacional

bliotheca Gal.

fardamentos

mas

Projecto de

uniformes para

a

G.A/acional

por J/.M.da Costa /Ira ajo í]

jvi

FIG

2J

.

Doe.

verdadeiros,

algu-

vistosas fantasias, denuncia

d. .tas

do opulento gosto contem-

porâneo

(fig. 23).

Na estampa

213, aproveitamos algumas figuras exactas desse documento: o

sargento

e

Em

/840

l\

Nelle existem, ao lado de

).

<>

tambor

unir.

1831, OS distinctivo

dos officiaes da guarda nacional


V)

nota curiosa

— na

para officiaes:

gento

mór

(

gola,

major

),

lembram o systema allemão para sargentos

uma

alferes,

uma

estrella,

esphera

e

uma

e tenente, duas; capitão,

e

austríaco

esphera; sar-

uma

estrella; tenente-coronel, «luas espheras;

coronel chefe de legião, três estrellas, c

commandante

coronel

uma

trellas e

superior, duas es-

esphera (fig. J

CopÍOU-se

farda

a

j).

Coronel Chefe

coronel,

de

de

Leçriao

constante da estampa 213, do retrato do

barão de Sabará

A

organisação

citada

deu novos uniformes (

)

553

V. Doe. Cal.).

1

á

de

1S5:

guarda nacional.

decreto respectivo sahio a lume acom-

panhado de lithographias explicativa-, que se encontram no Archivo Nacional as quaes serviram para a V. Doe. ial. (

(

)

,

composição das estampas 214 a 217. Esses brilhantes

fardamentos foram usados

muito tempo

e delles

vestígios.

Alferes* 1

não são raros os

Muitos colleccionadores de ve-

lhas coisas

Capitão

W

possuem peças dos mesmos,

como barretinas

e

\

Cabo ~\braço $"& Furriel] direito iig

m

armas (V. Doe. Gal.)

corpo., segundo se (S58 a [865, Eizeram-se varias alterações em alguns da Corte o cavallaria de [" regimento Deu se ao sabe pelos decretos da época. uniforme que se vê na estampa 2l8.

De

Nella

também

imperiaes deiros, o

nacional.

se

notam as armas

no avental dos machaque era peculiar

Uma

temporânea

de

á

guarda

caricatura

con-

(V.

Doe.

Biard

indumentária Gal.) confirma a linha geral dessa imponente (fig. 25).

Na estampa phia sobre o

2l8, acha-se

um

soldado equipado de accordo

com uma Hthogra-

Instituto de infantaria da guarda nacional, existente no

1

íistorico

I

\

.


ia

mesma guarda, feitas pelo documentam a estampa 219. S6-

descripções doa corpos de cavallaria da I

rqueira (V.

Doe

Gal.).

campanha do Paraguay, foram geralmente modificados

mcnt(

esses

uni-

modelo para os dos .las províncias, formes, servindo o .las unidades da Corte, de endio usaram se diversos piai mente á proclamação da republica, se- «laxam á guarda não quando de difficil identificação, ariados,

tl al

velhas

fardas e capacetes

mpa .

t

ntI

«1-

220. alguns fardamentos

revolta de 1893 c

,

Exercito, já abolidos.

o .1- cavalWros,

em uso de 1890 a As

sul.

....

calças

1897,

bomba-

cm dias. segundo tesa Doe. Gal.), a cavai

Ainda na campanha de Canudos andou temunham photographias .1.. Instituto Histórico .1.. Pará ,,„iuam.

laria

<l'alli.

Os

últimos figurinos da guarda nacional

estão

derradeira sendo que os dois últimos personagens da _•'

linha.

^Erai^ '^

nas estampas

vestem

a

farda

221

a

actual

223,

da


II

PARTE

documentação

geral

da obra

BIBLIOGRAPHIA

Memorias do Reino do Brasil Padre Luiz Gonsalves dos Santos Historia do Exercito Português. Christovam Ayres de Magalhães Sepúlveda Historia do Brasil. Armitage History of Bracil. Southey Voyage dans la parlie septentrionale du Brésil. Henry Koster Castrioto Lusitano. Frei Raphael de Jesus Historia do Brasil. Rocha Pombo D. Pedro e a Marquesa de Santos. A. Rangel D. João VI no Brasil. Oliveira Lima Historia Militar do Brasil. D. José Mirales

— —

— —

— Quadros Alternados. — Rio de Janeiro wie es Abdias Neves — A Guerra do Fidié. Taunay — A Retirada da Laguna. Braga Ribeiro — Ephcmcrides Paraenses (inédito B. de Mendonça — Datas. Mello Moraes — O Brasil Histórico. Tradições. Mello Moraes — Festas Gustavo Barroso — Tradições Militares. Palavras. Gustavo Barroso — Idéas General Dionysio de Cerqueira — Reminiscências da Campanha do Paraguay. Eduardo Moraes — Soldados Portugueses. F. Biard — Deux Années au Brésil. Baptista Debret — Obra completa existente na Bibliotheca Nacional. Bosche

ist.

C. Schilichthorst

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J.

Folheto publicado no Centenário do

regimento de cavallaria.

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— Vie Militaire. — Croquis de Bouchot — UEpopée

P. Lacroix

Lucien Vallet

Cavalerie.

Henri

du Costume

Militaire.

21

e

36.


.

A. Daily Julian

ilr

— Lo Ourr.ii

— Los

Grannáfros a Cobalto.

DOCUMENTOS |

dO

r

regimento de milio.»

,1c

.

Paul,,

S.

-

Publico d'«lli

Arcbivo

— Idem,

A Gucrino dos Santos

b

Ur. XXXII. 1729-1734

Publico de Bette Horòonte:

ti.

96,

e

Ur.

em

cores.

1715-174

do governo DOItU|

I.eis

Carta Regia de 14

<lc

Janeiro

Decreto de 29 de Março

1775.

<le

Carta Regia de 30 de Outubro Lei de 28 de Maio de 1806.

ile

1810.

1810.

<lc

Leis do governo brasil)

Decreto

«Ir

Decreto de

1

de Dezembro de 1822.

8 de Janeiro

1823.

<1

Decreto de 18 de Janeiro de 1823. Decreto de 7 de Outubro de Decreto de 1 de Dezembro de 1824. I

Decreto de 30 de Junho de 1 Decreto de 14 de Maio il Decreto de 4 de Maio de Decreto de 18 de Agosto de Decreto de 22 de Fevereiro Decreto de 25 de Abril dl Decreto de

7 de

-

1

dl

Agosto de

1852.

de 8 de Abril <le 1858. Decreto de 28 de Fevereiro de .

1Sí*>.

Decreto de 28 de Novembro de 1889. Decreto de 28 de Agosto de Decreto de 11 de Junho de 1894. Decreto de 17 de Setembro de 1917. 1

Decreto de 11 de Dezembro de 1919. Decreto de 31 de Dezembro de 1921.

ICONOGRAPHIA Ypiranga- Quadro de Pedro Américo DO Museu de .erra. Campo Grande — Idem no Mil

O

Grito do

A A

Batalha de

Batalha de Avahy

No

S.

Paulo.

.

— Idem

na Escola Nacional

<!c

Bellas Artes

Archivo Nacional

a)

Collecção de figurinos militares de

b)

Manuscripto sem data

e

sem

titulo

ena;

com

.miforn.es do Brás:

-,\ III.

Wl.


:

;

;

:

:

:

83

c)

d) i)

Vários figurinos avulsos sem data e sem títulos; Lithographias de figurinos militarei para 188.3; Álbum dos uniformes do Exercite em 1894i por Mucha.

Na a) b) c)

.h ,i f)

Bibliotheca

Nacional

1786, figurinos coloridos por J. Corrêa Rangel; Guarnição do Rio de Janeiro por A. Parreiras; Estampas de uniformes copiadas na Torre do Toml CoUecção de Desenhos de Luiz Pedro Lecôr. Plínio de uniformes dn Guarda Nacional por José Maria da Costa Araújo; cm 1800; Manuscripto com instrucções, ordens e figurinos sobre as tropas do Rio de Janeiro FranDesenhos e photographias das operações no Paraguay, contidos nos volumes da lUuttrqtion i

(oise de 1866 a 1870;

— 1846,

h)

Padrões de Uniformes Estampas de Rugendas

g)

por C. K.

1'.

(1—9—1—30):

;

i)

Lithographias de Sisson

j)

Estampas de Debret, coloridas

k)

Álbum

a) b)

Lithographia da batalha dos Santos Logares, 1852; Paraguay; Idem da partida do I o batalhão de infantaria da Guarda Nacional para a guerra do

c)

Collecção de "croquis" de Béranger.

a)

Estampa de 1824; Aquarclla da passagem da ponte dos Afogados em

No

No b)

No

;

e

em

n<

de figurinos militares de 1866.

Instituto Histórico e Geographico Brasileiro:

Instituto Histórico de

Archivo Publico de

S.

Pernambuco: 1824.

Paulo:

António de Souza Botelho, Figurinos militares de 1765, mandados pintar pelo Capitão General D. Luiz

morgado de Matheus.

No

Archivo Publico do Pará

Collecção de figurinos militares.

No

Instituto Histórico do Pará: militares.

Collecção de phol

Retratos

e)

do brigadeiro Montenegro, estampa da Bibliotheca Nacional; de Manoel de Carvalho Paes de Andrade; do marechal I. Christovam Sisson, ambos no Instituto Histórico de Pernambuco do coronel Feliciano Falcão, na collecção do professor Amaral, no Maranhão; do coronel António da Silva Paranhos, na Santa Casa da Bahia (1817)

f)

do Visconde de Taunay;

a) b) c)

d)

g) S. Paulo,

;

do Conde de Escragnolle, ambos pertencentes ao Dr. Escragnolle

illustre director

do Museu do Ypiranga,

em

Taunay

do general S. P. Pinto da Fonseca, propriedade particular; do general Argollo, no Ministério da Guerra; do tenente-coronel Josí de Carvalho, na Santa Casa do Maranhão; j) k) do commandante do antigo 42° de caçadores, no Instituto Histórico da Bahia; do coronel F. Ie.n.icio de Queiroz, no Museu Paulista; 1) m) do Barão de Tietê, major de ordenanças da cidade de S. Paulo, pertencente ao h) i)

Dias da Silva

Sr.

Xlanoíl


Bário

->

do

q)

dg

P

'"' S:,,>ari

:

i!

rietkdc particular;

do

o)

Vlltar,

rm í.cios

'*. »)

,,,,

do

[nctituto

Brasileira,

iphieo

Paris, ilcjot

Pilntiii

eom uniformei portagneKi

bruildroi cm algumai asai

c

ant. K a<

-Ir

s.

Lufa do

Maranliio.

PEÇAS DE INDUMENTÁRIA

Fardeta* d» Guarda Nacional. DO

Kar

Mo

'

Fortaleza.

ide Aguiar, no Museu do Ypiranga,

.,

Idem de caçadora Idem do» celebre*

a cavallo. pertencente a

cheiro do pec

.1.

VYashl

Ko,lri K ..es,

em

S

Paulo.

BMã. •

*• Silva, no

Ui...

Barretina da Guarda Nacion.it. no Museu Paulista, Mem da coflecção do coronel Kingclhofcr. em S. Paulo.

Idem da collccçâo do pintor Pedro Alexandrino. 1* modelo, no Archivo Nacional. Capacete da Imperial Guarda de Honra, Idem da collecção do Sr. J. J. Raposo, em S. Paulo. Sabarâ. Idem e espada, objecto, que pertenceram ao Bário de e

T

modelo,

Hilário de Menezes espada, que pertenceram ao coronel João

la família Salvador de Mendonça. Dr. Simocns da Silva. E«pada da referida guarda, na collecçáo do

fiadores

em poder do

Drmnmond,

I"

.:„,„„, Dr. Guilherme modelo,

em


PARTE índice

I

ESTAMPA

N.

geral

das estampas

— TEMPOS

COLON1AES


;

;.

|sT\*P*

S— Rio

N.

de Janeiro. 1767:

mento de Infamaria dn Rio; i

vt^pv v

-

mesmo regimento pret do mesmo;

ii,.

Tambor do mesma

,h i

,

Rio dc Janeiro

mento do

i

RàWâ

II

Graade do

B

do

Infantaria

de

Rio;

mesmo regimento;

Sul.

Imantaria; Artilharia;

b)

artilharia.

I-MMP*

N.

II

— Rio

Grande do

Sul.

Regimento

" dc Cavallaria; Soldado de Infantaria;

d

,

,,,

Iragoes Cavallaria Auxiliar. :

i

Official

d)

I-T\»M'\

Y

12

— Capitanias,

.li-

1767: Cavallaria lo

e) II

— Rio

Y

14

— Rio

Cathanna;

de Janeiro, 1786: a) b)

Moura; Official do Regimento de Infantaria dc Bragança; Official do KeRimento de Infantaria de

dl

Estremós; Official do Regimento dc Infantaria de

e)

Soldado do mesmo regimento.

lo

t-T\MI'\

Ilha de Santa

regimenta

Soldado do Regimento de Praça da Colónia; Tambor do mesmo regimento.

d)

N.

Ligeira de Vianna;

Regimento da na

I-T\*PA

Tambor

do mesmo regimento;

de Janeiro, 1786:

Cuarda dos Vicc-Reis: Soldado em pequeno uniforme; ni

Soldado

Iil,

d)

pequeno uniforme; Idem: Official cm grande uniforme.

:

i

-T \*\'\

(

V

15

,|

-T \MI>\ s.

16

,in

Rio de Janeiro. 1786: a) b)

r

em grande uniforme;

1,1

H

Rio de Janeiro; Official do 1" Regimento de Infantaria do Rio de Janeiro; Official do 2" Regimento de Infantaria do dc Janeiro; Rio ato de Artilharia do tanto.

|

de Janeiro. 1786: luxiliar da Candelária;

Vixiliar dc Santa Rita; ,|

i

Praça de pret

<Io

m ixiliar

|sT\MP\

V.

17

dc S. José,

Rio de Jancim. 1786: \uxiliar de S. José; \uxiliar de Tapacuri; \nxihar de S. Gonçalo.


:

;

;

87

ESTAMPA

N. 18

— Rio

de Janeiro, 1786: Official do Terço Auxiliar dos PanlForros; Official do Terço Auxiliar dos Pretos Soldado do Terço Auxiliar de Cayallaria;

a) b) c)

Official do Terço Auxiliar de Irajá; Official do Terço Auxiliar de Marapiá.

d) c)

ESTAMPA

N. 19

— Rio

de Janeiro, 1786: Official Official Official Official Official

a) b) c)

d) e)

ESTAMPA

N. 20

— Rio

do do do do do

Terço Auxiliar da Ilha Grande; Terço Auxiliar de Paraty; Terço Auxiliar de Inhomerim Terço Auxiliar de Macacú; Terço Auxiliar de Cabo Frio. ;

de Janeiro, 1786: Official de Ordenanças da Ilha Idem de Campos

a)

Grandr

Idem de Magé Idem de Macacú.

ESTAMPA

N. 21

— Rio

de Janeiro, 1786

:

Official de

Ordenanças da Cidade;

Idem de Cabo Frio; Idem de Paraty.

ESTAMPA

N. 22

— Bahia,

1798:

Soldado do Official do

o I

Regimento de Linha;

mesmo regimento; 2°

Regimento de Linha;

Soldado do Official do mesmo regimento; Soldado do Regimento de Artilharia da Bahia.

ESTAMPA

N. 23

— Bahia,

1798:

Regimento de Milícias, chamado de Úteis; chamado de Úteis; Soldado do 2° Regimento de Milicias, também o Henriques; Soldado do 5 Regimento de Milicias, chamado de Official da Companhia de Familiares; Assalto. de Companhia Official da

Official do 1°

ESTAMPA

N. 24

— Rio

de Janeiro, 1800: a) b) c)

ESTAMPA

N. 25

— Bahia,

1800:

a) b)

ESTAMPA

N. 26

— Bahia,

c)

d) e) N. 27

Caçadores; Soldado de Caçadores.

Official de

1800: a) h)

ESTAMPA

o de Linha; Soldado da Companhia de Granadeiros do I o Regimento de Linha; Soldado das Companhias de Fusileiros do o2 Regimento de Linha. Soldado da Companhia de Caçadores do 3 Regimento

— Pernambuco,

o Regimento de Linha: Official; Idem: Soldado; Idem: Porta Machado; Idem: Tambor; Idem: Musico. I

1800 a) b) c)

o Soldado do I Regimento de Olinda; Official do Regimento dos Nobres; Soldado da Companhia de Familiares.


;

;

l»T,*p\

larahyb». 1804:

.'«

D

Miaria; Infantaria.

.-

tNlv^iH

V

Capitania de S. Paulo, 1808:

I'

liaiot

Maior;

|

I

M

,

,h.il de Campo; ncntc General.

kJaVfl

.mi

!

grande uniforme; jUCno uniforme; uniforme, para Conselho de Guerra; 2 Infantaria

esquadra

BlTaTI

N. Jl

— Riu

<lc

(Fasilein Infantaria (Caçadores).

de Jancir, a) t>)

c) d)

Soldado de Cavallaria. grande uniforme; Idem, pequena uniforme; Soldado de Infantaria, grande uniforme; Soldado <lc Artilharia, grande uniforme; binaria a cavallo, grande gala. .

I-T\MPA

N.

il—

Brasil, 1810 a 1815:

"!,,.

d) e)

l-MMPA

ti.

JJ

1"

U—

Fusileiros cm grande uniforme; Granadeiros em grande uniforme; nbor mor de Infantaria em grande uniforme; Musico de Infantaria em grande uniforme.

N.

H—

Ic

1816:

Milícia*.

a)

|vT,MPA

denominado

Unha. 1816:

d) ti.

Sacra 1-anulia

Kio Official do Regimento de Henriques ou de Pretos torros do de Janeiro.

,

IvliMP»

.1

de Policia de Mananna, Minas, 1813; luperior das Milícias do Maranhão; Soldado do Regimento de Pretos Forros do Recife,

Milícias,

Tenente de Caçadores cm grande gala; em grande gala; Machado de Infantaria cm grande gala; de Infantaria em grande gala.

1816:

mento de Caçadores Henriques em grande uniforme ato; Milícias 2"

cm pequeno

Regimento de Cavallaria de Miliciai em grand.- uni-

forme.

^T*XP*

N.

M — Bra<il.

.

uni forme.

1H15 ra

•lerior

da

da Infantaria Portugue/a DO Brasil;

D

P

Regimento de

Ifiliciai

da Bahia.


;

:

80

ESTAMPA

N.

W — Exercito

Portuguez no Brasil, 1816: a)

cm grande uniforme;

Marechal m-ral.

idem

;

General, pequeno uniforme .1,

e)

ESTAMPA

N. JS

il,

Soldado \ii,

di

em grande uniforme;

Caçadon

de Caçadores, idem.

i-

1817 a 1821:

Soldado dos Batalhões

di

de Cavallaria de Milícias de Cuntyba; 1" Linha do do Regimento de Cavallaria de il do mesmo regimento. i

ESTAMPA

N.

39

Brasil,

1821:

a)

i

i

,1)

II

ESTAMPA

N. 40

— 1822

c)

d) N.

42

SEGUNDO

de Caçadores em grande gala; Praça de pret, idem; o Soldado do I Regimento de Cavallaria; o Soldado do I Regimento de Milícias. Official

— 1823: a) b) c)

ESTAMPA

E

:

d) N. 41

Clarim de Artilharia a Cayallo, grande uniforme; igadeiro em pequeno uniforme; Official de Caçadores em pequeno uniforme; :n pequeno uniforme. Qffii

—PRIMEIRO IMPÉRIO

a) b)

ESTAMPA

d

Tenente Coronel de Caçadores era grande gala; o gala; Soldado do I Batalhão de Caçadores em grande Coronel de Milícias de S. Paulo, idem; Major de Ordenanças, idem.

— 1823: Marechal do Exercito, grande uniforme; Marechal de Campo, idem; Tenente General, idem; Brigadeiro, idem Marechal de Campo, pequeno uniforme; Marechal do Exercito, idem.

ESTAMPA

N. 43

— 1823

:

a) lo c)

ESTAMPA

N. 44

— 1823: c)

em grande uniforme; Pé em grande uniforme; Soldado de Granadeiros em grande gala:

d)

Alferes de Granadeiros, idem.

a) lo

Major do

a) IO

ESTAMPA

IS.

Capitão do Estado Maior de 1" Classe, grande gala; Capitã,, de Engenheiros, grande gala; Capitão do Estado Maior de 1" Classe, segundo uniforme.

Soldado de Artilharia

a

Cavallo

Alferes de Artilharia a

45—1824:

ri

1" Regimento de Cavallaria de Milícias, grande gala; Pifano de Granadeiros, de fardeta; Praça de Cavallaria da Guarda Cívica de Diamantina; de Janeiro. iça de Infantaria da Guarda Civica do Rio


STAVPA

I

V

;

:

.

II

uniforme li

in iri.i

de si

i

IMPA

dc

Mil'-

Marinha.

& n idem; 1825

mi

deante;

! in.

BSTAMPA

V

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:

II

DE HONRA nel

5TAMPA

I

«Ir

Miliciu),

grande gala.

H

N.

itrangeiros; di

>TVMP\

I

N.

2"

Unha em pequeno

uniforme.

50 .i

Jagunço da

i

<".u<ir.i

da Independência;

mesma guerra ida

Maior do Exercito cm pequeno uniforme.

içadores

5TAMPA

I

V

II

tilaria

cie

Milícias

do Rio;

Batalhão de Caçadores «lo S. Paulo; do mesmo batalhlo cm pequeno uniforme. lo

nT\MP\

1

N.

52

— 1830: Marechal dc Campo, segundo uniforme;

a)

ir.',

i-t\mpv

v

SJ

5TAMPA

V

idem.

IMPERIAL GUARDA DE HONRA — 1831; ai

i

Alferes rda

em Brande em grani

gala;

s<

dhao de oft

Idadoí

equeno uniforme. i^tvmi'\

H H

CAÇADORES— 1845; a)

Capitão ente,

c

BSTAli

)

a

1

nu

gi

idem;

"do uniforme.

f

—1845: iça :n

de i>rct em grande uniforme; cm pequeno uniforme.

cm

1831;


:

; :

:

:

:

91

ESTAMPA

N.

W-GRANDE GALA DO

BATALHÃO DL PUSI LEIROS - 1845

Capitão Alferes Praças de prel Musico.

ESTAMPA

N.

58—1845: Soldado de Artilharia a Pé, primeiro uniforme; Porta-Machado de Fusileiros, idem; iro em grande gala; Capitão do 5" de Fusileiros, segundo uniforme; mesmo corpo, grande uniforme. Tenente-I

a) Li

d

)

e)

ESTAMPA

N.

59—1845

a 1851:

Soldado de Artilharia a (.'avalio, primeiro uniforme; _'" Regimento de Cavallaria do Rio Graiv' uniforme; 1" k Cavallaria, grande gala; <.'ai>itfu. do Soldado do mesmo regimento, idem.

a)

i

c)

d)

ESTAMPA

N. 60

— 1845

a 1851

:

Tenente de Artífices, primeiro uniforme; Sargento de Fusileiros, segundo uniforme; Saldado do Deposito de Recrutas, idem; Soldado de Caçadores, idem.

a) 1>)

c)

d)

ESTAMPA

ESTAMPA

N.

61— ARTILHARIA A PÉ

N. 62

a)

Musico do 2° Batalhão de Fusileiros, grande gala; Musico do mesmo corpo, idem: Musico da banda de pancadaria do mesmo, idem.

— 1850: c)

N.

63—1850: Musico do 11° Batalhão de Infantaria, primeiro uniforme; Musico do mesmo batalhão, segundo uniforme.

a) l>)

ESTAMPA

N. 64

— MÚSICOS — 1851: Do 9o Batalhão de

.ii

hl i

N.

M — ESTADO

MAIOR GENERAL — 1852 a)

Marechal em grande gala; igadein idem Marechal de Campo, vogal de Conselho de Guerra. Marechal de Campo, segundo uniforme. li

c) d

ESTAMPA

N. 66

— CORPOS

Infantaria, grande uniforme;

Idem. pequeno uniforme; lo 1. de Infantaria, grande uniforme; Idem. pequeno uniforme.

I

i

d)

ESTAMPA

1845 a 1850:

Musico do 2° Batalhão (1845); Musico do 4 o Batalhão (1850).

li)

ESTAMPA

de

a) b)

i

i,

:

ESPECIAES — 1852 b) c)

apitão de Engenheiros, grande gala: Major do Estado Maior de 1* Classe, grande gala; Tenente do mesmo corpo, segundo uniforme; 1

de Engenheiros, idem.

2'

fala;


;

:

HLHAR1A

Hffttm N.M

BATALHÃO DE UtTILHAMA

M

>•

CAVALLO

\

mdo uniforme;

.

BSTAMM

;

\

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grande uniforme

pequeno uniforme; iniforme; lueno uniforme.

BSTAMM

R.

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v

.

\KTI!.HAKI\

;

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Praça

..

Ivtvmpvs.

\

PI

idem;

i>r»-t.

gundo uniforme.

MIENTO DE CAVALLARIA

;•

Penenl

gundo uniforme; do uniforme.

i-tvmpk

v.

;i

4-

REGIMENTO DE CAVALLARIA — 18Í em grande uniforme a em pequeno uniforme; ronel, .idem

*

Cabo, idem.

d)

BSTAMM

li

7-'

V

BATALHÃO DE PUSILEIROS — 1852: grande uniforme; i«U-m

Uferes,

lueno uniforme; grande uniforme; pequeno uniforme.

,|i

ido,

:

IvUmpo.

;j

P BATALHÃO DE PUSILEIROS Micros

cm

primeiro uniforme;

gundo; lo

em

grandi

Soldado de fardeta;

d)

I

ESTAMPAR,

f4

BATALHÃO DE INFANTARIA.

ESTAMPA

v n

,

HAODE<

il

)

'".

m

grande egundo uniforme.

UX>1

grande unil .icnii uniforme; grande uniforme; Soldado, idem; ineno uniforme.

cavallo;


;

:

:

::

93

ESTAMPA

N.

76-DEPOSITO DA CORTE-1852: Capitão,

a) I.

alferes,

)

\

dl

Trará,

1

N.

77

— ARTÍFICES

,

N. 78

— CORrOS

E

Capitão, grande gala; Alferes, idem; lueno uniforme; lidado, grande uniforme; Soldado, segundo uniforme.

i

COMPANHIAS FIXOS:

l

,

N. 79

— CORPOS

K

>

i

d) F.

COMPANHIAS FIXOS:

d) e)

N. 82

10"

N.

83

— BATALHÕES

ESTAMPA

N.

84-1"

N. 88

Músicos.

Musico, primeiro uniforme; Musico, segundo.

DE ENGENHARIA — 1855 a) lo

ESTAMPA

e

BATALHÃO DE INFANTARIA — 1854 a) b)

ESTAMPA

— 1852

BI— 6° BATALHÃO DE INFANTARIA — 1854: Tambores

ESTAMPA

Caçadores

;

c)

N.

— 1852

Alferes, pequeno uniforme (S. Paulo) Tenente-Coronel, grande uniforme (Idem) Soldado, grande uniforme (Idem); Soldado, pequeno uniforme (Ceará); Soldado, grande uniforme (Idem).

a) b)

ESTAMPA

Cavallaria

de Minas Geraes) em grande unifo cm grande uniforme (Corpo de Minas Geraes; Soldado em grande uniforme (Corpo da Bahia); Sargento cm pequeno uniforme (Corpo da Bahia).

c)

— CORPOS

:

Capitão Alferes

li)

N. 80

lapitão,

COMPANHIAS FIXOS: a)

ESTAMPA

Praça de

pret,

pequeno uniforme;

Cabo de Esquadra, idem.

BATALHÃO DE ARTILHARIA A PÉ — 1854:

— ESCOLA

1852:

grande «.'da; idem; segundo uniforme Soldado, grande gala; egundo uniforme. Soldado,

i

i

Grosso—

Tenente,

lii i

Artilharia de Matto

Capitão,

a)

ESTAMPA

;

primeiro; segundo.

1852:

b)

ESTAMPA

uniforme;

:

1,

.

ESTAMPA

primeiro

idem

uniforme

,i

.i

i

b

|

Musico, grande gala Musii o, uniforme commum.

MILITAR: i

lo

Uumno em Alumno em

1834 1856.

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:

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tstum imfonne;

ESTAMPA

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idem; !.

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111

ESTAMPA

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|

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II

lueno uniforme uniforme; grão pequeno uniforme |i

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v

tNHIAS TOCOS:

..,

Artilharia

Cavallaria

e

- 18S6

ronde uniforme (Artilharia do Amai Idem) pequeno uniforme tdem lesmo uniforme grande uniforme (Cavallaria do Paraná); mesmo uniforme Idem I. .

.

in

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ESTAMPA

II

<*

-8 BATALHÃO DE CAÇADORES 1

a) li)

c) ,i

ESTAMPA

H.

M

i

-1856:

Alferes em grande uniformi Alterei em pequeno uniforme; Soldado cm grande uniforme; Soldado em pequeno uniforme. .

STADO IIAIOK GENERAL— 1858: .,i

l.i

em grande gala; Marechal de Campo em grande gala; undo uniforme

Marecfa

i

.

d)

ESTAMPA

R. 13

í

MHEIROS

<>•

de capote.

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E ESI

KDO MAIOR — 1858: igenheiros, grande tado Maior de 1* Classe, idem;

:

ESTAMPA

v N

M DE

Maior de de Engenheiros, idem.

c) N.

Classe,

segundo uniforme;

1858:

i

}»uwk

1"

forme; uniforme;

idem.

PI

N •n

em grande

unil

uniforme, na

mesma

data.


)

:

;

:

95

ESTAMPA

N.

M — ARTILHARIA

A

— 1858:

l'f:

gundo uniforme; Tambor, primeiro uniforme;

)

;l

i

lo

Mór, idem.

ESTAMPA

N.

M — ARTILHARIA

CAVALLO

A

i

l

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N.

1

a) b)

N. 98

-

1"

i

i

c) <1

N. 99

1

li)

c)

d) N.

100

Alferes, grande uniforme; Tenente, pequeno uniforme; Praça, grande uniforme; Idem. pequeno.

Porta-Machado, grande uniforme; Tambor, pequeno uniforme; Idem, grande uniforme Tambor Mór, idem.

c)

Musico de Caçadores em primeiro uniforme; Idem em segundo Musico de Fusileiros em primeiro;

101—

d)

Idem em segundo.

CAÇADORES— 1858: a) b) c)

ESTAMPA

N. 102

c) N.

IM

— CORPOS

E

c)

Mór do Deposito de Recrutas da Corte em grande uniforme mesmo corpo, idêntico uniforme; Tambor do mesmo corpo em pequeno uniforme;

d)

Pifano, idem.

IO

N.

104

— CORPOS

Alferes, grande gala; Capitão, segundo uniforme; Praça, idem.

COMPANHIAS FIXOS— 1858: a)

ESTAMPA

Corneteiro, grande gala; Idem, segundo uniforme; Corneta Mór, grande gala.

— ARTÍFICES — 1858: a) b)

ESTAMPA

;

— MÚSICOS — 1858: a)

N.

uniforme

Soldado, idem; Cabo, segundo unit' Clarim, primeiro uniforme.

b)

ESTAMPA

— 18S8

BATALHÃO DE FUSILEIROS — 1858: a)

ESTAMPA

;

i

BATALHÃO DE FUSILEIROS — 1858: a)

ESTAMPA

;

apitão, primeiro

(

i

il

ESTAMPA

,

97-1" REGIMENTO DE CAVALLARI A

c

;

Sargento, segundo uniforme; ande gala Id. ih. segundo uniforme.

Kl

ESTAMPA

1858:

Alferes, grande gala

a)

Corneta

Corneteiro do

E COMPANHIAS FIXOS: a) li)

c)

Artilharia— 1858:

Tambor, segundo uniforme; Idem, primeiro uniforme: idem.

Tambor Mór,

;


;

btamm v

m

i

......

I

uniforme da Cavallaria de Matl rpo,

BCTAJVA

N.

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Idado, idem

Sinto).

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Cathanna).

rADO MAIOR GENERAL

COR1

li

em pequeno uniforme;

,1

Idem;

mesmo uniforme; nado Maior de

BSTANM

v.

l"

Classe, idem.

UOR DE ARTILHARIA— 1865:

I0-»

Major, grande uniforme; Capitão, pequeno.

isTWU-v

v

Ili- !• REGIMENTO

DE ARTILHARIA A CAVALLO-186S tbo-Clarim, pequeno uniforme; idem; ^.irgcnto, uniforme <lc meia marcha; Soldado, uniforme á gaúcha.

^T\MI'\

V

ARTILHARIA A

III

ff:

— 1866

a 1870:

Tenente, pequeno uniforme;

idem;

.

Praça de

di

pequeno uniforme;

pret,

Hiipamcnto.

BSTAlVJI

V.

112

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M.I.AKIA-

1

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i

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I^\W\ V

gnndo uniforme

idem; idem Cnuim, idem Soldado, idem;

I

idem.

\Y\U.O .

udo uniforme; lo

;n,

primeiro.

a

1872:


:

:

'•7

ESTAMPA

114

N.

— INFANTARIA — 1866 ;i

b) c

ESTAMPA

N.

Ill

l

'.

116

a

1870:

Coronel, pequeno uniforme; Soldado, idem; Idem.

i

— ENGENHARIA— 186S ,-i

;

Alferes, uniforme de meia marcha;

d) IN.

— 1866

lDORES A PÊ a) h)

ESTAMPA

:

Anspessada, idem,

i

i

idem

Tambor, idem

1

e

1871:

VI feres,

i

,1

a

Coronel, pequeno uniforme; Capitão, idem;

i

i

ii)

a 1871:

Alferes, pequeno uniforme (1866); Soldado, idem, mesma data;

Sargento, idem, ,

ESTAMPA

N.

117

i

c)

ESTAMPA

ESTAMPA

N.

— ARTILHARIA

120-1"

Zuavo da Bahia;

d)

Voluntário, segundo

e)

Idem.

uniforme;

A PÉ — 1871: a) b) c) d)

Capitão, grande gala;

e)

Idem.

Idem, segundo uniforme; Soldado, grande gala; Idem, segundo uniforme;

REGIMENTO DE CAVALLARIA — 1866: Alferes, grande uniforme;

Tenente, pequeno Soldado, uniforme de meia marcha; Idem, grande uniforme: Idem, pequeno.

— INFANTARIA PESADA— 1871: a) b) c)

d) N. 122

a 1870:

c)

e)

ESTAMPA

I

Coronel do 41° Batalhão da Bahia, em segundo uniforme; Alferes do 7" de S. Paulo, idem: Voluntário da Pátria em segundo uniforme.

Capitão, segundo uniforme; Sargento, idem;

d)

N. 121

data.

a

a) b)

a) b) c)

ESTAMPA

data;

;

mesma

-VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA -1865

N. 118

N. 119

Soldado, idem,

— VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA — 1865 a) b)

ESTAMPA

mesma

idem (1871)

tdo,

— INFANTARIA

Alferes, grande uniforme:

Idem, pequeno; Soldado, grande; Idem, pequeno.

LIGEIRA: a) l>)

c)

Caçadores

— 1871

Tenente em grande gala; Tenentc-Coronel, farda de verão; Soldado, grande gala ;


98

BCTAMM

N.

IH

\KTli

li

\K1

\

II

indo uniforme;

wgundo

uni!

idem.

ESTAMTA

K.

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\KTIUIAKI

\

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qucno uni foi .

STAMPA

I

V

idem,

111 .

do Sul

sT\MlH

I

V

sT*MPV

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tilaria

(Unceiroa do Rio Grude

unii

idem; de Guarniçi Regimento de (.'avaliaria, uniforme mterno,

12»

a)

I

em Kgundo

)

pequeno uniforme;

Coronel

d

ipitào

tl«

Infantaria de Unha, idem; mesma arma, idem.

i;

Tambor

ai

pequeno

d

uni)

mbor Mór de Imantaria, grande gala;

Tambor

c)

InTVMPV

de Infantaria, pequeno uniforme.

>

do Estado Maior de I' Classe, grande uniforme; mesmo uniforme; to Maior de Artilharia, em de Engenheiros, mesmo uniforme; 2* Classe, mesmo uniforme; Maior de ido rpo de Saúde (Medico), mesmo uniforme; uniforme. .; do Estado Maior de 1* Classe, segundo

tpitfto

>T\MP\

I

V

129—

187o:

Soldada de Infantaria pesada em segundo uniforme; Porta-Machado da mesma arma cm primeiro uniformi de Imantaria ligeira cm segundo uniforme.

I.)

BSTAt**

v

i.ie

I

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\" DA INFANTARIA -1880 h)

1*1

a 1881:

Tenente, segundo uniforme; Capitão, primeiro; lidado, idem.

:i)

ESTAVAM.

;

ESTADO MAIOR E CORPOS ESPECIAES— 1881: Marechal, grande gala;

gnnda gala: ngenharia. grande gala Major do Estado Maior, segunda gata. ;

I

.1

vshmp* v

M

1

MAIOR GENERAL— 1881: te-Geni

r.d,

segunda gala

;

Idem; :

I

^T*MP*

li

IJJ

mi forme de ampanfaa; lem, uniforme de passeio.

:,

i

1R81: Ir

Infantaria, segundo uniforme e equipamento; ...ilian.i. pequena gala; v'avallaria, idem.


;

99

ESTAMPA

ESTAMPA

N.

134— ESCOLA MILITAR -1881:

N.

13S—

'"

uniforme;

a)

Alui

b)

Idem. uniforme de primeira uniforme. <

1883:

oronel de Infantaria, primeiro uniforme; ii. nuda mesma arma. segundo uniforme; nfermeiro.

ESTAMPA

N.

136

— 1884: Tenente de Infantaria, grande unif apitão da mesma arma, pequeno uniforme; Soldado, idem, mesmo uniforme;

i

i

Ci

,

ESTAMPA

N.

137

— 1SS4

ESTAMPA

N.

N.

Artilharia,

de

capote.

c)

Praça de Engenharia, segundo uniforme; Praça de Cavallaria, grande uniforme; Recruta de Artilharia a Pé, segundo uniforme.

a)

Official de Infantaria, uniforme interno;

b) c)

Musico da mesma arma, uniforme de parada; Major de Artilharia a Cavallo, segundo uniforme.

a) b)

ESTAMPA

meta de

:

138—1887:

IJ9-OFFICIAES HONORÁRIOS E ESTADO MAIOR

GENERAL- 1883

a 1888:

Major honorário em grande uniforme (1883); Tenente-Coronel honorário em pequeno uniforme (1883); grande gala (1888) Tenente-General em pequena gala (1888).

a) h)

ii

d)

;

— REPUBLICA ESTAMPA

ESTAMPA

N.

N.

GENERAL — 1889:

MO -ESTADO MAIOR

141

a)

Official General

1.)

Idem.

-CORPOS ESPECTAES — 1889: a) lo

d)

IN.

142

-CORPO DE SAÚDE E CAPELLAES- 1889: a) h) i

i

ESTAMPA

N. 143

Tenente do Estado Maior de 1" Classe, grande gala. official a pé; stado Maior de 1* Classe, grande gala, official a cavallo Idem do lotado Maior de 2" Classe, mesmo uniforme; Tenente de Engenharia, idem; lapitão do Estado Maior, pequena gala. t

e)

ESTAMPA

em segundo uniforme;

— CAVALLARIA

Tenente Medico, segundo; Tenente Capellão.

ARTILHARIA-

E a

Major Medico, primeiro uniforme;

)

!>)

ci

dl

Capitão de Official de Capitão d.(.'apitão de fenente <

I

.

i

1889:

grande gala idem; pequena gala; segundo uniforme; mesma arma, idem.

Cavallaria. Artilharia, Cavallaria. Artilharia,

:


;

LOO

UTAJVâH \U

WALLARIA B ARTILHARIA— 1889: lrm;

gundo unifortne; idem.

ESTAMPA

V

141

IIÍFANT \Kl\-1889: ilutívat)

d)

tSTAMM

s.

M6

Idem. 1K89: iffidal,

BSTABM

H.

i»7

grande uniforme :.i. idem; pequeno uniforme. ;

tNFANTARIA ARTILHARIA

E

ENGENHARIA

li

abo de Infantaria cm primeiro uniforme; ido de Artilharia, idem; de infantaria, segundo uniforme; il)

ESTAMPA

v i"

INFANTARIA B ESCOLA MILITAR -1889:

d)

istk^pv

v I*

Soldado de Engenharia, idem; ada de Infantaria, idem.

rncta <Ic Infantaria, primeiro uniforme; Musico da mesma arma. idem; Miimno da Escola Militar, idem; Alumno cm segundo uniforme.

ESTADO maior GENERAL— 1890: Manchai, grande gala; ieneral de Divisão, segundo uniforme; c) il

)

Idem. terceiro uniforme; Idem, quarto,

gfTAMM v IM

1890:

tado Maior, grande gala, a hi

Idem

|)é;

a cavallo;

Estado Maior, segunda gala; Tenente Medico, idem.

inTvmpv

v

151

ARTILHARIA — 1890: uniforme; idem;

Pé, primeiro

,. t ,*»m

v

IM

b)

Tenente de Artilharia a uniforme

d)

Idem.

(.'avalio,

\T\KIA. ENGENHARIA B CAVALLARIA-1890: Infantaria, grande unifon ,nua. pequeno uniforme; lem de Engenharia, grande uniforme; avaliaria, idem; I

|Ueno uniforme.


;

;

:

; ;

;

101

ESTAMPA

N.

IS3- ARTILHARIA

— 1890: Soldado de Artilharia

Tambor

Soldado da mesma arma idem; Idem, segundo uniforme Soldado de Artilharia a Cavallo, idem.

,li ,.

ESTAMPA

N. 154

)

— CAVALLARIA-

1

Soldado (Lanceiro), grande uniforme; Clarim, idem gundo uniforme; Soldado Idem com uniforme interno.

a) i,|

c)

d)

ESTAMPA

N.

155

a Cavallo, grande gala; dí Artilharia a Fé, idem;

a) b) c)

— INFANTARIA — 1890: Soldado em grande gala: Tambor, idem

a) b)

d)

Sargento, segunda interno; Praça de pret com fardamento de serviço

e)

Idem com equipam

-

i

ESTAMPA

N.

156

— ENGENHARIA — 1890: Tamhor. grande uniforme;

a) hl

Anspessada, idem Soldado, pequeno uniforme; Idem com fardamento mescla.

e)

d)

ESTAMPA

N. 157

— MÚSICOS — 1890: Musico de Infantaria, grande gala; De Ca\ aliaria, idem;

a) h) c)

ESTAMPA

N.

158- ESCOLA

De

MILITAR- 1890: Alumno em primeiro uniforme: Idem em segundo Al feres- Alumno em primeiro.

ai

b)

;

c)

ESTAMPA

N.

I59-COLLEGIO MILITAR E BATALHÃO ACADÉMICO -1889 a) l.i

c)

d) e)

ESTAMPA

ESTAMPA

ESTAMPA

N.

Artilharia, idem.

160

N. 161

N. 162

a

li

Corneta do Collegio Militar, primeiro uniforme, 1889; Alumno, segundo uniforme, mesma data; grande gala, 1890; Soldado do Batalhão Idem, segundo uniforme, 1890; Cabo, idem, 1892.

-COLLEGIO MILITAR -

1893

:

a) b)

Alumno-Tencnte Alumno-Cabo;

c)

Inspector.

-CORPO DE SAÚDE — 1893: ai

Alferes Pharmaceutico

b) c)

Major Medico, idem Alferes

em segundo uniforme:

:

Pharmaceutico, idem.

-ESTADO MAIOR GENERAL — 1894 a) b) C

I

d)

Marechal, primeiro uniforme; General de Brigada, segundo; Idem. terceiro Idem. inspector de Saúde, quarto. ;


;;

; ;:

;

;

toa

t^,*pv v

u UK-1894:

i*j

imeiro uniforme;

leoa;

Maior, uniforme

bi

tegundo »"" 1

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Idem

1

Mi-

ARTILHARIA DE CAMPANHA ide unifiinmquarto uniforme

grande

I.irim.

UfflUaft

n.

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RTILHARIA DE POSIÇ Uferes, primeiro uniforme; Tenente, legundo Soldado, primeiro: undo.

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1

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n.

16»

unifl

Soldado, idem; Idem, fardamento d

d)

i

NHARIAa)

Tenente, primeiro uniforme;

il

ambor, primeiro Soldado, idem Iilem, uniforme de serviço

•11.

tegundo

:

i

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1-MMPt V

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mpa nha.

167

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c) il

i

e)

j.it.i... primeiro uniformo; Idem, terceiro; Soldado, primeiro; Clarim, idem; Soldado, segundo

lem.

ESTAMPA

N.

u*

INFANTARIA — 1894: l>>

kpitao Ajudante em primeiro uniforme; Tenente em Mgtmdo;

'feres

em

Dente,

quarto

;

idem

nente de ca]

lstvmp*

v

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INFANTARIA — 1894: .i)

b)

Praça de pret, tirando uniforme; Musico, idem; DBDor,

d)

I

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N.

idem

;

Caim, pequeno uniforme; equipamento.

17» '

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1

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Idem, segunda.

;

funda «ala;

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gala

;


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1<J3

ESTAMPA

N.

171— COLLEGIO MILITAR— 1294: Alumno, primeiro uniforme; Alumno-Ofíicial, idem; Uumno, segundo uniforme.

a) l.)

ESTAMPA

N.

172

— REFORMADOS

E ;i

Marechal reformado, primeiro uniforme; General de Divisão, idem, segundo; [dem honorário, primeiro Major honorário, segundo.

i

b) i

,

d)

ESTAMPAN.

173

ESTADO MAIOR GENERAL, CORPOS ESPECIAES

174

,1

)

e

)

Capitão de Infantaria, idem Capil io do E si ido Maior, idem. :

— INFANTARIA — 1895: a) li)

c)

d)

ESTAMPA

N.

175

— CORPOS

c)

d) e) N.

176

a

)

c)

d) e) N.

177

— ESTADO

'

1

C

N.

178

)

c)

N.

:

Capitão de Estado Maior, primeiro uniforme; Major de Engenheiros, idem; Capitão de listado Maior, segundo.

179- CAVAI. ÁRIA E ARTILHARIA DE I.

a) b) c)

d)

:

Marechal, primeiro uniforme: General de Brigada, segundo; Marechal, idem.

-CORPOS ESPECIAES— 1903 a) b)

ESTAMPA

Capitão, farda de campanha á gaúcha Tenente, farda de campanha; Soldado do 21° Batalhão de Infantaria; Idem, fardado á sertaneja; Idem da Policia da Bahia.

MAIOR GENERAL— 1903 a)

ESTAMPA

1896:

Tenente do Estado Maior, pequeno uniforme; Idem, grande uniforme: Tenente de Artilharia a Pé, idem: Tenente de Infantaria, idem; Idem da mesma arma, terceiro uniforme.

-CAMPANHA DE CANUDOS— 1897: b)

ESTAMPA

Tenente, primeiro uniforme: Capitão, fardamento branco; Idem, fardamento de serviço interno; Soldado, uniforme commum.

ESPECIAES, INFANTARIA E ARTILHARIA a) 10

ESTAMPA

ARREGIMENTADOS-

Capitão do Estado Maior, idem;

i

N.

E

General de Brigada, segundo unii General de Divisão, idem

a) b)

ESTAMPA

HONORÁRIOS — 1894

CAMPANHA-

I

Capitão de Cavallaria. primeiro uniforme; Tenente de Artilharia, idem; Idem de Cavallaria, terceiro uniforme: Official de Artilharia, segundo.

1894:


;

:

.

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LHARIA

1^0

N.

idem;

uniforme;

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IM

N.

idem

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ARTILHARIA DE PO

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primeiro uniforme; limaria, idem artilharia

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indo; legundo, com capote.

em

111 nte,

primeiro uniforme

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primeiro uniforme; lo;

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N.

Idem Tambor, prim

>

IM rneta de Infantaria, .grande gala;

l

STAMTA

li

c)

.laria, idem; Musico de Infantaria, idem.

a)

Tambor do

c)

Allcrcs-Alumno, idem.

185—1903: Collegio Militar, grande gala; ola Militar,

l>T^PV

>.

idem;

IM— 1906: ceremonia; ,tão de Infantaria em uniforme de Alumno da Escola de Applicaç&o;

l.) ,

BSTAMM v IM

Idem.

i

MANOBRAS DE

1907:

com o equipamento em

Soldado de Infantaria

experiência;

Cavallaria; Dte de Infantaria; |e Infantaria, equipado.

!

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v

ERAL— 1908:

IM a)

Marechal, uniforme

di

gundo mui' rigada,

BSTANTAN. IM

-.forme tiran. • far.la de flanella kaki; irda de brim kaki, de

« ARREGIMENTADOS -190B:

c)

d)

[era de Infantaria. grande gala; |or de (.'avaliaria, idem: Capit.m de Artilharia, idem; Tenente de Engenharia, idem.

campanha.


;

;

105

ESTAMPA

N.

IN— QU

VI

RO ARM

VCapitãn de [nfantaria, segundo uniforme; idem de Cavallaria, terceiro; artilharia, quarto;

a) b) ,1

[dem

1

d( i]

ESTAMPA

N. 191

— INFANTARIA

192

— CAVALLARIA,

ENGENHARIA

d) e)

193—

Tenente Intendente,

— VOLUNTÁRIOS

E TIROS DE

c)

d) e) N.

195- TIROS DE

c)

d) e) N.

c)

d) e) N.

,

Manobras, uniforme de exercido; de passeio; (N. 5) S. Paulo (N. 2). ;

de

1910:

Tiro da Tijuca; Forriel do Tiro de Juiz de Fora; Tiro do Maranhão; Tambor do Tiro de Santos; Tiro de Frihurgo.

196 — TIROS DE GUERRA— 1910:

a) b)

ESTAMPA

m

GUERRA— 1908:

Voluntários de Idem, uniforme Tiro n. 15; Tiro do Leme Tiro Brasileiro

GUERRAa) b)

ESTAMPA

id<

Collcgio Militar, idem;

Alferes-Alumno (Escola Militar), idem; Sargento de Infantaria, idem.

a) b)

ESTAMPA

;

Capitão Medico, grande gala;

Tambor do

e)

N. 194

1908:

1908

a) b) c) d)

ESTAMPA

ARTILHARIA-

E

l

c)

N.

1908:

Soldado de Cavallaria, grande ga a Forriel de -Engenharia, idem; Soldado de Artilharia de Campanha, idem; Idem de uniforme de lirim kaki Idem de Cavallaria com o mesmo uniforme.

a) b)

KSTAMPA

quinl

Soldado de Infantaria, grande gala; Tambor de Artilharia de Posição, idem; Soldado de Infantaria com equipamento antigo; [dem com uniforme de serviço interno (brim mescla).

d) N.

ia,

Engenharia, sexto.

ARTILHARIA-

E a) b)

KSTAMPA

Infantai <le

197

Tiro N. 9 de Uruguayana Tiro de Campos; Idem da Parahyba;

Idem de Bagé Idem N. de ,i

:

S.

Paulo.

— TIROS DE GUERRA — 1910: a) b)

Tiro de Pernambuco; Batalhão de Caçadores do Club União do> Atiradores do Rio; nente do Tiro Brasileiro em primeiro uniforme; Cabo do 1" Batalhão da Linha de Tiro do Amazonas; Tiro Federal de Petrópolis. .

d) e)


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Alumno Alumno

,

d)

uniforme interno <U- brim; .,. queno unifornM primeiro uniforme; Militar, Rscota da idem;

lilitar,

.

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NI Militar,

Alui

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c)

d)

ESTAMPA

H.

grande «ala:

idem

fantaria,

Soldado de Cavallaria, pequeno unifonm uni fornir; Id lilitar, fardamento kaln.

:*:

irme de campanha; Ir,

fantaria.

idem;

irmã, idem.

ESTAMPA

N.

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ESTAMPA

N

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fardamento iro, idem

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campanha, no Contestado; uniforme.

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uniforme

flanella

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capote;

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diária,

I

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N.

uniforme de brim Uak. idem

IN npanha; !.

d)

ESTAMPA

'

in

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!'

IN iro

umformi

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107

ESTAMPA

N. 2«7

1918:

-

Soldado <!< Cavallaria, uniforme de campanha; Cabo de Metralhadoras, idem; Official em commissão na Europa, uniforme permittido geiro, durante a Guerra Européa;

a) b) ,

,

itão

ESTAMPA

N. 208-

c)

Soldada de Cavallaria. uniforme de campanha; Idem de Infantaria, uniforme de uso interno; Sargento de Caçadores, uniforme de pass Tenente de Infantaria, uniforme <le campanha; Soldado de Artilharia de Montanha, idem.

ai

General

c) il

i

1920

N. 20<J

li

em primeiro uniforme (anteriormente segundo uniforme) Tenente de Caçadores em uniforme de formatura: Divisionária em grande gala; le Cavallaria

)

Capitão de Infantaria, farda de ceremotiia; General de Brigada, fardamento de flanella kaki.

d) e)

ESTAMPA

N.

210—

1921

Alumno do 3" anno da Escola Militar, de Cavallaria, grande uniforme: Alumno do 2" anno da mei ma escola, de Infantaria, idem: Alumno do 3° anno da mesma escola, de Infantaria, uniforme kaki Sargento Aviador em farda de passeio; Alumno do Collegio Militar, uniforme kaki.

a) h) c

)

d) e)

ESTAMPA

N. 211

— 1921:

d)

Soldado de Metralhadoras, grande gala; Anspessada de Caçadores, idem; Clarim do Esquadrão do Trem, idem; Alumno do Collegio Militar, idem.

a) b) c) d)

Alumno do Collegio Militar do Ceará, uniforme de passeio; Official de Infantaria com pelei ine e chapéo de campanha; " de Caçadores do Pará, farda de campanha; gol mhia de Carros de Assalto. [dem

a) b) r)

ESTAMPA

N. 211

A— 1921

IV

ESTAMPA

N.

de Engenheiros, fardamento de flanella kaki.

1919:

a) b)

ESTAMPA

a 1922:

— GUARDA

NACIONAL E RESERVA DE SEGUNDA LINHA

212—1832: intaria;

b)

Idem; nente de Cavallaria; M,la da

ESTAMPA

N.

ni

213—1840

a

mesma arma.

1850:

hl

onel Commandante Superior Sargento de Infantaria, idem;

c

[*am

i

oi

em grande

Níór de Infantaria, idem.

gala;


.

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-

Regimento l>TVMP«.

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Guarda, idem.

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c)

Fujilriri. idem.

a)

Tenente

grande unil idem; arma, pequeno mu.. um-; .-111.1.

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Cavallaria, grande «ala.

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Reserva, grau lem;

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gala.

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CORPOS PROVISÓRIOS DE CAVALLARIA-1865 ai

rande uniforme, 1858 :

Regimento de Ca vallai

de Infantaria «la C<',rt<-. idem, 18S8; infantaria da Corte, farda de Campanha, 1865.

l,)

(luar. I.i. Rio

Grande

«1«>

a 1870:

Sul;

lem lem.

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i

li

r.»

i

1897:

Coronel Commandante Supi b)

/aliaria,

V

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1897 a

.

,

\

fardado A gaúcha, idem data (Revolta do Rio).

1KI) >•

" gala, ;

grande arma, pequena gala, nlcm.

Ill

Infantaria, primeiro uniforme;

a)

Tenente

c)

Tenente, idem.

«Ir

uniforme;

ESTAMPA

>

'-

mesma

mmandante de Infantari mesms arma, peq

ma N.

1890

-'.

1906: .

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1

di

uarda de Infantaria,

BfTAMPa

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egundo uniforme idem; tenente de infantaria, grande gala. da mesma arma, segundo uniforme, 1893;

Tenente

-"'

1917; „••

Linha, uniforme

kaki.

1

'

I


ÍNDICE I

PARTE

HISTORIA DA ORGANIZAÇÃO DO EXERCITO E DE SEUS UNIFORMES

CAPITULO

I

PAGS.

XVI, XVII

Séculos

e

XVIII

— Brasil

5

Colónia

CAPITULO Século

XIX — Brasil

Reino

CAPITULO Século

XIX —

Brasil Império

— Primeiro

XIX — Brasil

Império

III 27

Reinado

CAPITULO Século

II

IV

— Regência

39

CAPITULO V Século

XIX — Brasil

Império

— Segundo

Reinado até a Guerra do Paraguay

CAPITULO VI Século

XIX — Brasil

Império

— Segundo

Reinado da Guerra do Paraguay á Republica.

CAPITULO VU Séculos

XIX

e

XX — Brasil

Republica

CAPITULO VIU Séculos

XIX

e

XX — Da

Regência á Republica

—A

Guarda

X.i>'..:i..:


PARTE

II

DOCI Ml NT

\s

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III

INDICI

1

1

II

)

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km

III

KM

II

\

OMM

PARTE BAS

I

STAMPAS

Primeiro lm|

III)

Republi

IV)

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