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d e s e n v o l v i m e n t o d a r e g i ã o . Sheila Juruna, do Fórum Indígena do Pará e Antonia Melo, do Grupo de Trabalho da Amazônia (GTA), consideram o PAS um avanço, mas que deve levar em consideração a realidade local. As duas manifestaram preocupações com o projeto de construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu. "Vamos respeitar as opiniões distintas, isso é a democracia, mas o debate tem que ser técnico, porém temos que ter condições para implantar um novo modelo de desenvolvimento neste Estado e é preciso energia. Mas eu garanto que aqui não vai se repetir uma nova Tucurui (usina hidrelétrica no rio Tocantins), onde a energia ia para outros Estados, passando por cima da cabeça da população local, que ficava usando lamparina. No meu governo isso não vai acontecer", disse a governadoraAna Júlia Carepa. Carlos Lima, da Federação dos Trabalhadores na Agricultura entregou para a governadora uma pauta com reivindicações para o Plano Safra 2008/2009. Carlos Xavier, presidente da Federação dosAgricultores do Estado do Pará, disse para a governadora e o ministro que é hora do Pará investir na produção de fertilizantes e teve apoio de Mangabeira Unger.

Raimundo Oliveira, superintendente do Incra

"Não há razão para o Brasil continuar nas mãos do cartel dos fertilizantes. Isso aumenta em 40% o preço dos produtos agrícolas", disse o ministro Mangabeira Unger.

PAS O ministro Mangabeira Unger disse que a regularização fundiária é o grande e primeiro passo

Em São Felix do Xingu, reunião do Plano da Amazônia Sustentável (PAS)

EDIÇÃO 81 [SETEMBRO 08]

p a r a m a i s . c o m . b r

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Pará+ 81  

Olhar Amazônida

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