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Durante a cerimônia de abertura pelo vicegovernador do Estado, Helenilson Pontes

Feira do Livro retoma o foco do estímulo à leitura >> Fotos Alessandra Serrão, Rodolfo Oliveira/Ag. Pará; Elza Lima/Secult berta oficialmente pelo vicegovernador do Estado e secretário Especial de Gestão, Helenilson Pontes, no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, a XV Feira Pan-Amazônica do Livro volta o foco para seu objetivo principal: provocar no visitante o hábito da leitura. Promovida pelo governo do Estado, por meio das secretarias Especial de Promoção Social e de Estado da Cultura (Secult), durante os dez dias de eventos, estudantes, professores, escritores e demais amantes da leitura tiveram acesso a mais de 85 mil publicações, distribuídas em 200 estandes. “O Pará cada vez mais se transforma nesse grande palco da cultura amazônica, e porque não dizer do Norte e Nordeste, capaz de receber eventos grandiosos do tamanho do nosso Estado. Minhas palavras são de agradecimento a todos que ajudam a fazer essa feira. A valorização da leitura e daqui-

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lo que nos une esta de volta. Esse é mais um compromisso resgatado pelo governo do Estado”, enfatizou Helenilson Pontes, ao declarar aberta a Feira do Livro. O titular da Secult, Paulo Chaves, ressaltou que nesta 15ª edição, a característica primordial do evento será resgatada, isto é, o livro volta a ser o ator principal do evento. “Existem diversas programações, são mais de 30 por dia, das mais variadas para toda a família paraense, em um espaço seguro para recebê-la. Toda a programação, porém, tem como ponto de referência a leitura”, frisou o secretario.

A patrona desta edição, a escritora Dulcinéia Paraense, recebeu homenagem da cantora lírica Thaina Souza, que, acompanhada da pianista Ana Maria Addad, entoou duas composições da escritora e musicista Marcelle Guamá. “Estou deslumbrada e profundamente emocionada. Não posso falar muito, senão começo a chorar. Obrigada por tudo”, agradeceu a escritora. Aos 93 anos, Dulcinéia tem mais de 73 anos de carreira. “No começo escrevia no porão de casa, escondida da minha mãe. Ela queria que eu estudasse outras coisas, mas eu queria escrever minhas poesias”, recorda Dulcinéa, que se formou em direito em 1938. Após a cerimônia de abertura, a banda Amazônia Jazz Band apresentou ao público canções do país homenageado desta edição, a Itália. O embaixador italiano no Brasil, Gherardo La Francesca, destacou que a interação entre as culturas dos dois países

Vista geral dos estandes da XV Feira Pan-Amazônica do Livro

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