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Alvoreler

Ano III | nº 11 | Setembro 2009 a Março 2010 | www.colegiobelaalvorada.com.br

GERAÇÃO SAÚDE As principais questões sobre a homeopatia para crianças

HORA DO ESTUDO Você sabe o que é dislexia? Aprenda a identificar alguns sinais

DOCE LAR A necessidade da presença paterna na família

E MAIS - Bandeira Nacional - Aquecedor solar - Receita com soja

Brincadeira de criança Confira algumas maneiras mais saudáveis de divertir a garotada sem precisar da Internet, videogame ou computador


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6.

Geração Saúde Tire suas dúvidas sobre o tratamento da Homeopatia em crianças

8.

Doce Lar Os pais tomam a palavra e contam as dicas para manter a união da família

10.

Faz de Conta O fantástico mundo das brincadeiras pode estar além do videogame e da TV

12.

É sério - Banho quentinho e ensolarado - Por um mundo melhor - Dia do Meio Ambiente

14.

Com Sabor - Soja, o grão da saúde - Uma receita do chef Francis Lai - Olha a verdura fresquinha!

16.

Pequenos Prodígios Conheça alguns dos talentos da música, dança e esporte do Bela Alvorada

18.

Garimpando - Malas prontas e pé na estrada - Um guia de passeio para as crianças - Grupo Teatral Bela Alvorada - De olho na postura!

20.

Especial Comemorando o mês da Independência do Brasil, aprenda sobre a Bandeira Nacional

22.

Bela Alvorada Conheça um pouco mais a estrutura totalmente planejada para os seus filhos

24.

Hora do Estudo - Você sabe o que é dislexia? Aprenda a identificar alguns sinais - Concentração e preparo

26.

Escrivaninha - Fotografia na web - Início das Matrículas - Novo acervo da Biblioteca do Colégio - Dicas de leitura para os adolescentes

28.

É festa Os cliques da Festa Caipira e do Dia das Mães. Não deixe de conferir!

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Nascer, crescer, transcender... Essas são as palavras que bem representam o Bela Alvorada, seja pelo que propõe aos seus alunos ou pelo que o próprio colégio vive. Vejo que a escola já passou por duas dessas etapas. De sonho, se tornou realidade

e cresceu. E já no próximo ano completará 10 anos. Nesse tempo, se desenvolveu em vários aspectos. Como um bebê, foi visível o crescimento da estrutura física, até alcançar sua etapa final. No entanto, com esse crescimento,

o trabalho e a responsabilidade são ainda maiores. Nossa meta agora é que mais que crescer, possamos transcender em conhecimento. Mantenedor Laurence Lai

Palavra da Direção Esta é a última edição da Alvoreler em 2009. Recebemos muitos elogios de alunos, colaboradores, pais de alunos e comunidade pelo sério trabalho que realizamos diariamente. Prova disso, foi a ótima aceitação da revista. Ao sermos reconhecidos ficamos felizes, porém, com ele vem imbuído um fator que acredito ser um dos principais para qualquer educador, pai de família, trabalhador: a responsabilidade em continuar fazendo tudo da melhor forma possível. Posso afirmar que essa palavra RESPONSABILIDADE é muito praticada pelo meu setor aqui no colégio e por todos que estão

Projeto Bela Pedalada Atualmente, as grandes cidades de todo o mundo estão buscando soluções para problemas contemporâneos, como o aquecimento global, o sedentarismo, a obesidade, o transito caótico, entre outros. Entretanto, o uso da bicicleta tem um papel muito importante nesse processo e pode contribuir na melhora dessas questões. E além disso, ainda pode ser usada como esporte e lazer . Pensando nisso, o Colégio Bela Alvorada desenvolverá em 2010, juntamente com o departamento de Educaçao Física, o projeto

Bela Pedalada, que visa estimular, desenvolver e orientar alunos e familiares quanto ao uso consciente da bicicleta como transporte, lazer, esporte, cicloturismo e promoção da saúde e preservaçao do meio ambiente. Diversas ações estão sendo planejadas para que todos possam ser beneficiados com essa proposta extremamente atual e prazeirosa que o Colegio Bela Alvorada vai oferecer, pensando na qualidade de vida de todos nós. Participem! Profº Erlon Marum de Freitas

sob meus cuidados. E isso fez com que as famílias “BELA ALVORADA” levassem o colégio ao seu décimo ano de existência em 2010. Comemoraremos com todos vocês: alunos, pais, professores, colaboradores e queridos leitores; talvez “fãs anônimos”, essa década de trabalho: feito sempre com dedicação, serenidade e responsabilidade, sem falar no amor, é claro, pois se temos motivos para comemorar, é porque esse sentimento nobre existe. Até 2010, com muitos motivos a comemorar! Diretora Profª Silmara R. Ferraz


JORNALISTAS RESPONSÁVEIS E PRODUÇÃO Caroline Almeida MTB 55131 Juliana Nepomucena Lopes MTB 53481 CONTATO (15) 3342.6395 assessoria_com@hotmail.com REVISÃO Prof. Diogo Bandeira de Souza COLUNISTAS Fonoaudióloga Ana Priscila A. Ghiotto, Karen Cristiane Corbalan B. Vieira e Patrícia Alessandra de Oliveira Abreu COLABORADORES Francis Lai e Baby Decor Referências www.suapesquisa.com/independencia/ www.signomes.com/brasil/bandeira.php www.dislexia.org.br www.10emtudo.com.br www.andislexia.org.br “Dislexia, as muitas faces de um problema de linguagem” (Clélia Argolo Estil) CAPA Foto: Caroline Almeida Produção: Juliana Nepomucena TIRAGEM 1200 exemplares IMPRESSÃO Gráfica Paratodos A revista Alvoreler é uma publicação semestral Distribuição Gratuita Os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores. É proibida a reprodução parcial ou completa do conteúdo desta publicação sem a prévia autorização do Colégio Bela Alvorada. Os anúncios veiculados são de responsabilidade das empresas contratantes. Seja nosso anunciante na próxima edição Contato (15) 3342.6395 Colégio Bela Alvorada Fone (15) 3243.6667 Rua João Gugoni, 65 - Jd Icatú Votorantim - SP

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Sempre uma nova caminhada A essência do recomeço está além de um novo ponto de partida. É a visão de uma continuidade; a esperança de uma próspera caminhada. A Alvoreler renasceu com uma nova feição e agora engrena seu segundo passo, despontando para o amanhecer de novas ideias. Com um olhar atencioso à família, a Alvoreler se propõe a tratar sobre a necessidade da presença paterna dentro do lar. E falando sobre saúde, as principais questões sobre o uso da homeopatia em crianças. Também nesta edição, três talentosos perfis de alunos que seguem a trajetória da música, esporte e dança. E um destaque para os brinquedos que para tantos estão esquecidos, mas que no colégio estão sendo resgatados na hora do intervalo. Na editoria Especial, em comemoração ao mês da Independência, os momentos históricos da Bandeira Nacional. E com um toque de sabor, as curiosidades sobre a soja e uma receita rápida e prática do chef Francis Lai. Já para os mais aventureiros, dicas e indicações de passeios para crianças e adolescentes. E sem esquecer do meio ambiente, a dica de um aquecedor solar produzido com material reciclado. Enfim, todo o fruto de um longo caminho seguido em parceria, na consciência de uma missão dedicada a você, leitor. Uma boa caminhada a todos! As jornalistas


Geração Saúde

Sem as agulhadas “A mais alta e única missão do médico é restabelecer a saúde nos doentes, o que se chama curar”, assim escreveu Christian Friedrich Samuel Hahnemann, o descobridor da Homeopatia. Com a missão de equilibrar a vida de um indivíduo por inteiro, a homeopatia, criada há mais de dois séculos na Alemanha, cura por meio de remédios que provo-

cam no paciente sintomas similares aos da doença. Daí origina-se o nome dessa técnica, Homeopatia vem do grego, homoios que quer dizer “semelhante” e pathos, “sofrimento”, baseando-se no fato de que não só os opostos curam, mas também os semelhantes. Há 17 anos atuando na área de homeopatia, o pediatra de Sorocaba, Dr. Gaetano Pana-

Por que escolheu essa especialidade? Escolhi a Homeopatia por muitas vezes não ter como tratar certos casos com a Alopatia ou só poder tratar com fármacos fortes, controlados, coisa que se puder não utilizar, principalmente em criança, é muito melhor.

O que é homeopatia? É um sistema de tratamento que pode ajudar o organismo a recuperar, por si mesmo, a saúde perdida de forma natural, sem agulhadas ou qualquer outra agressividade. E é acessível à maioria das pessoas por ter baixo custo.

ciulli Junior, formado pela Universidade de Gama do Rio de Janeiro e com especialização pela Sociedade Brasileira de Homeopatia, nos explica num bate papo descontraído, um pouco mais sobre essa técnica que se torna cada vez mais popular:

Quais os benefícios? É um tratamento natural, barato, não atrapalha o desenvolvimento e o organismo, como alguns medicamentos alopáticos, é de fácil aceitação e sem dose tóxica (quando a criança, por descuido dos pais toma todo o vidro do medicamento, o que pode ser muito perigoso na alopatia).

Como é feito o diagnóstico e a indicação do tratamento para cada pessoa? O diagnóstico é como em qualquer outra especialidade, até com ajuda de exames complementares. Já a escolha do tratamento envolve não só os sinais e sintomas, mas também como o paciente é na sua totalidade.

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Existem riscos? Não. Apenas pode não ser atingido o objetivo, no entanto, por falha de quem o prescreveu. Esse ponto é muito mais difícil na Homeopatia que na Alopatia, que o fármaco serve só para aqueles sintomas. Na Homeopatia o mesmo remédio pode ser utilizado para pessoas e sintomas totalmente diferentes. Mas há remédios Homeopáticos que não devem ser utilizados mutuamente, pois um anula o efeito do outro.

Quando pode se dizer que seja recomendado aos pais optarem pela homeopatia para seus filhos? A Homeopatia é um tipo de tratamento como qualquer outro, isto é, não resolve tudo. Mediante a gravidade da doença apresentada, podemos auxiliar com a Homeopatia, tratando com a Alopatia e depois fazer o tratamento preventivo ou de recuperação do paciente.

Há bastante interesse dos pais em tratar os filhos com homeopatia? O interesse está aumentando principalmente porque as pessoas que começam a usar a Homeopatia estão satisfeitas com o resultado e contam para os amigos.

A interrupção da homeopatia pode afetar a saúde ou o desenvolvimento da criança ou do adolescente? Não afeta, mas lógico que com o organismo sadio e equilibrado o indivíduo terá uma saúde e um desenvolvimento melhor. Nenhum tratamento, seja qual for, deve ser interrompido sem o conhecimento e a autorização médica.

Existe restrição para alguma faixa etária? O tratamento Homeopático pode ser iniciado desde os bebês (ictericia do RN e cólicas) até pessoas idosas.

Se as pessoas não sabem muito sobre esse assunto, de que forma podem conhecer melhor e fazer a diferenciação da alopatia? É preciso ler a respeito. E hoje está muito facilitado graças à internet. Mas a melhor forma de acreditar é fazendo uso e vendo os resultados obtidos.

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Doce Lar

Um retrato de pai Não importa se é moderno, tradicional, esportista ou casual. O que vale é ser pai! Mais que dar um nome na certidão de nascimento, a função paterna hoje tem se ampliado em comparação aos tempos mais antigos. Para a psicóloga Damaris Caruso Corrêa, é fundamental que o pai esteja presente na vida dos filhos e que haja um bom relacionamento entre o casal para que a criança se sinta segura. “A partir dos dois anos, o sentimento da criança em relação ao pai é ingrediente necessário às forças complexas que contribuem para a formação de seu caráter e de sua personalidade. É na infância que colocamos os alicerces para uma vida saudável, por meio do amor, da paciência, educação e principalmente da responsabilidade de ser pai”. Damaris ainda comenta que nos dias atuais, muitos são os pais que sentem a necessidade maior de buscar novos rumos profissionais com o intuito de levar o melhor

para dentro de casa. Com isso, as atenções necessárias para os filhos acabam diminuindo, às vezes sem que o pai se dê conta disso. “As conversas acabam se limitando ao casal, pois os filhos estão dormindo quando o pai sai e quando chega. Porém, a figura paterna é um modelo de identificação na educação e na formação dos filhos. Não devemos transferir isso apenas para a mãe. O papel do pai é igualmente importante e dele esperamos mais participação na vida dos filhos”. Por isso, apesar dos vários afazeres e longas jornadas de trabalho, tirar um tempo para participar do cotidiano da criança pode fazer toda a diferença. “Dar bons exemplos vale mais que palavras, pois quando temos boas referências colocamos dentro de nós um significado bom. Hoje vemos cada vez mais pais levando seus filhos ao colégio, passeio, cinema, isto é, participando mais da vida deles”. E seja num dia-a-dia mais descontraído ou

controlado, os limites também devem se fazer sempre presentes. “Os filhos se sentem mais protegidos e, portanto, mais felizes quando submetidos a uma autoridade baseada logicamente na justiça”. Mas, infelizmente, por diversos motivos nem todas as famílias podem contar com esse suporte. A psicóloga explica que a mãe que cria sozinha seu filho, geralmente mima exageradamente, tentando assim compensá-lo, ou age com severidade excessiva para substituir o pai ausente. Em alguns casos, mais tarde a criança poderá ter problemas com autoridade. “Na ausência real do pai (falecimento) um outro familiar, professor ou figura representativa do sexo masculino poderá ajudá-lo na identificação. É necessário oferecer à criança essa imagem, a fim de que possa aceitar plenamente a virilidade que o pai simboliza. E para homenageá-los, nada melhor que poder ouvir seus relatos...

“Nós viemos para Votorantim para acompanhar meu sogro que fazia hemodiálise, e a partir de então tive que deixar meu emprego. Minha esposa trabalha e eu fico em casa com as meninas. Nossa vida é 24 horas em conjunto. Eu penso que os papéis de pai e mãe já se igualaram, apesar da sociedade ainda ser conservadora. Mas o casal estando bem ajeitado no seu relacionamento não tem problema nenhum. Para mim é positivo porque estou participando integralmente da vida e do crescimento delas”. la a Emanue ava, pai d nos) G i e n d E ia (2 a Heraldo e da Soph (5 anos)

“Ser pai é dar uma continuidade à vida, à família. Uma enorme responsabilidade. Vemos que as coisas não são baratas, é difícil educar, cuidar, dar conforto. Ser pai é também um presente de Deus”. 8

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Ivalmir Valente Miranda, pai da Mônica (9 anos) e do Daniel (12 anos)


“Ser pai é tudo. É carinho, união. É um sentimento que você só mostra realizando, fazendo as coisas. É preciso tratar o filho como ser humano, como amigo, porque é para o resto da vida. Uma vez um vizinho me pergunNewton Pires de Camargo, pai do Giovanni (12 anos) tou: como você faz para que o seu filho te obedeça? Eu falei: a primeira coisa que você tem que fazer quando acordar de manhã é dar um beijo no seu filho, dar bom dia ou deitar com ele. Você tem que conquistar a confiança dele, tem que dar atenção e ouvi-lo”.

“A nossa vida é bastante agitada. Mesmo trabalhando em São Paulo, eu procuro estar presente. Dou uma escapadinha de vez em quando para trazê-la na escola, vir buscá-la, levar ao médico, acompanhar uma reunião. E no fim de a amil s) C semana, para compensar essa correria, a gente a d pai (12 ano , e z a tenta aproveitar ao máximo o tempo para brincar athi r una ira M sto da B e junto, rolar no tapete, andar de bicicleta ou quald i dra iel V Dan s) e pa quer aventura que a Camila esteja junto. A gente se preocupa e se no (4 a pergunta: onde estão os valores da família? Para onde estamos indo? Como serão os adultos de amanhã? A maioria das famílias vê a escola como um gasto, independente do valor da mensalidade. E a decisão de colocar a Camila na escola foi muito natural, partiu dela também, porque a gente vê a escola como um investimento para o futuro e isso faz toda a diferença. Lá na frente, se Deus quiser, a Camila vai se tornar uma cidadã independente em todos os sentidos e eu terei cumprido o meu papel de pai”. Alvoreler|Setembro 2009 à Março 2010

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Faz de conta

Além de valorizar a cultura e as raízes do nosso país, o resgate das brincadeiras folclóricas é uma forma de variar a diversão, sem esquecer as tradições. A riqueza cultural do Brasil permite a diversidade de brincadeiras tradicionais que podem ser inseridas no cotidiano da criança, que, frequentemente, tem como opções mais comuns os videogames, brinquedos eletrônicos, computadores, entre tantos comercializados. Mas nem sempre foi assim. “As brincadeiras tradicionais ou folclóricas sempre exerceram papel importante na formação integral da criança. Com o passar do tempo, as crianças foram perdendo a oportunidade de brincar na rua e os motivos são vários, como a insegurança, a necessidade de trabalho dos pais e principalmente o fascínio pelos jogos eletrônicos. Dessa forma, a escola deve assumir esta lacuna lúdica que fica no desenvolvimento natural da criança, já que possui todos os ingredientes necessários para incentivar, ensinar e proporcionar essa vivência”, afirma Geronimo Miguel Cardia, professor de Educação Física. No Colégio Bela Alvorada essa prática é comum. Brincar é essencial para o desen-

volvimento da criança e os alunos de Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais tem um tempo do intervalo reservado para o contato com outras formas de brincar. Eles são orientados a trazerem brinquedos folclóricos para interagirem com outras crianças. “Nós percebemos que a aceitação é bem legal, principalmente com relação aos alunos mais novos. Para eles tudo é surpresa, é encantamento, já que muitas vezes não têm a oportunidade de um espaço amplo para esse tipo de brincadeira”, explica Daniela Volpe, coordenadora da Educação Infantil do colégio. “Pega-pega”, “jogo da peteca”, “amarelinha”, “bambolê”, “alerta”, “queimada”, “rodas cantadas”, “pular corda”, “bolinha de gude”, “peão”, “jogos de faz-de-conta”, “jogos de tabuleiro”, etc, são algumas das brincadeiras que os alunos participam.

Jefferson (5º A) com o peão e abaixo Camila (2º A)

Cinco Marias Primeiro, faça cinco saquinhos de tecido de mais ou menos 4 cm x 3 cm, com enchimento de areia ou grãos de arroz ou feijão. Como brincar: Jogue todos os saquinhos no chão e pegue um sem tocar nos demais. Jogue-o para o alto enquanto você pega um dos outros quatro - sempre sem encostar nos restantes - e segure-o na volta, com a mesma mão, antes que ele caia no chão. Repita tudo para cada um dos quatro saquinhos. Novamente, jogue os cinco saquinhos e pegue um. Faça o mesmo que na etapa anterior, só que agora de dois em dois saquinhos. Repita tudo, mas desta vez você vai pegar um saquinho e depois três. Agora, você deve pegar os quatro saquinhos de uma só vez.

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Além de ser divertido, existe o aspecto da tradição. “Vivenciar as mesmas atividades lúdicas dos pais ou avós traz um sentimento de continuidade, que eleva a autoestima da criança e do responsável. E também incentiva no processo cultural de aprendizagem e conhecimento tão importante para nossa sociedade”, diz Geronimo. Vale lembrar que a família é elemento chave para que as propostas da escola alcancem suas metas de forma plena. A participação dos pais nesse processo lúdico de aprendizagem promove a motivação nas crianças. O professor considera que esse resgate, quando vivido em família, é um momento ímpar em que todos Eduardo, Leonardo e Matheus (5º A) com os iô-iôs ganham em experiência e união. Sem dúvida as crianças devem acompanhar o seu tempo, mas é importante que tenham contato com uma variedade de brinquedos e dominem diferentes linguagens. O professor ainda afirma que brincar é coisa séria e que todas as ações estão relacionadas aos aspectos de desenvolvimento no campo cultural, físico, emocional, cognitivo e social da criança. Victor (4º A) exibe o jogo de bola com ventosa As brincadeiras, sejam elas competitivas ou não, contribuem para que a criança desenvolva suas habilidades e capacidades físicas de modo geral. A criança que brinca tem mais facilidade de lidar com os desafios do cotidiano, que refletem na fase adulta. “Quando o ser humano tem possibilidades de desenvolver todos estes aspectos de forma lúdica, são bem maiores suas chances de ser uma pessoa feliz. Esse tema é muito importante na vida da escola e do aluno. Os pais ou responsáveis não devem perder a oportunidade de brincar com seus filhos, pois todo ser que brinca oportunamente, aprimora suas vitórias na vida”, conclui.

Gustavo (5º A) mostra o diabolô

Alissa (2º A) e os fantoches de dedo Alvoreler|Setembro 2009 à Março 2010

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É sério

Banho quentinho e ensolarado A responsabilidade de cuidar do planeta é de todos nós. Considerando que existem muitas maneiras de ajudar a Terra de forma sustentável, ou seja, causando o mínimo de impacto ao equilíbrio entre o meio ambiente e as comunidades humanas, você já imaginou um aquecedor solar feito com materiais que normalmente vão para o lixo? Primeiro, vamos entender o que é um aquecedor solar e para que serve. O aquecimento solar, como o nome diz, utiliza a energia do sol para o aquecimento da água, sem precisar usar a eletricidade, resultando numa economia significativa. O sistema possui um reservatório térmico que armazena toda a água aquecida, essa que posteriormente vai encher a piscina ou passar pelo chuveiro e torneiras. No entanto, normalmente o aquecedor solar tem um custo alto e seu material é composto por materiais como cobre, alumínio ou aço inox e vidro. Porém, existe uma saída bem interessante que pode ser feita nas residências ou escolas. De acordo com o engenheiro civil, Roberto Matsushima, pai dos alunos Érika e Eduardo Matsushima do colégio Bela Alvorada, podemos utilizar materiais como caixas tetra pak, garrafas pets e isopor para a confecção de um aquecedor solar com um custo mais reduzido e sem desculpa para não colaborar 12

com a preservação do meio ambiente. O engenheiro nos explica que pesquisando sobre uma forma sustentável e barata para desenvolver um aquecedor, percebeu que já havia um projeto parecido com sua ideia. Mesmo assim resolveu desenvolver um protótipo do aquecedor sustentável. Basicamente o tetra pak funciona como uma placa que vai aquecer a água e as garrafas são para conservar o calor. “Num país como o Brasil, temos aproveitamento solar em torno de 75%, ou seja, 250 dias no ano são ensolarados. Isso é energia gratuita. Por isso, ao invés de gastar eletricidade no banho, aproveita-se o sol para ter água quente”, diz. O engenheiro ilustra que uma pessoa gasta em torno de 40 a 50 litros de água por dia, sendo assim o ideal é ter um tetra pak e uma garrafa pet para cada litro de água que vai aquecer. A temperatura pode chegar até 65º C e

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para isso é necessário fazer uma proteção no reservatório com isopor ou mesmo saquinho plástico com serragem para manter a temperatura da água que foi aquecida durante o dia, para um banho, por exemplo, à noite. Logicamente que em períodos chuvosos e sem sol não é possível utilizar o aquecedor, mas mesmo assim ainda é vantajoso. De acordo com o engenheiro, a proposta é despertar o interesse para que pessoas fabriquem o aquecedor em casa. “A caixa reservatório toda residência possui e o restante do material é só guardar. O único investimento é com o material de PVC de meia polegada”. O interesse do engenheiro é divulgar essa proposta nas escolas para que seja dissipada essa ideia de economia por um custo/benefício bastante proveitoso e ainda envolvendo todos no processo de confecção.


Por um mundo melhor Patrícia Alessandra de Oliveira Abreu Assessora e Consultora Ambiental, mãe dos alunos Gabriela e Vitor Atualmente é muito comum ouvir sobre a importância da Educação Ambiental, que significa despertar em toda nossa sociedade a consciência de que o ser humano é parte do meio ambiente. Desse modo, meio ambiente, apesar de ter uma gama de significados, em sua essência, representa o lugar onde estamos ou o lugar em que vivemos, ou seja, todos nós fazemos parte da natureza, então cabe a cada um de nós a responsabilidade de cuidar bem desse planeta maravilhoso em que vivemos e

necessitamos para usufruto sustentável da atual e das futuras gerações. A partir desse pensamento, podemos transformá-lo em atitudes concretas, isto é, praticar a coleta seletiva em nossas casas e doar o material para as cooperativas de reciclagem, fazer o uso racional da água e da energia elétrica, consumir os bens de produção de forma sustentável, enfim, inúmeras são as práticas individuais que coletivamente produzem um gigantesco efeito positivo em prol do meio ambiente. E o reflexo é para todo planeta. Se cada um fizer sua parte o mundo será muito melhor.

Dia do Meio Ambiente No dia 1 de junho, o colégio proporcionou atividades voltadas à Semana do Meio Ambiente, que é comemorado em 5 de junho. Como homenagem à data, os alunos levaram para casa uma mudinha de planta enviada pela Secretaria de Meio Ambiente de Votorantim.

Ao lado, os alunos Vinícius (Jd IIA), Maria Clara (Jd IIB), João Vitor e Júlia (Jd IIA) e acima Yasmim (Jd IB) Alvoreler|Setembro 2009 à Março 2010

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Com sabor

Soja, o grão da saúde Saborear a culinária vegetariana conhecida pelos pratos coloridos, compostos com recursos que a terra oferece e sabores recheados de saúde, é começar a refeição pelos olhos. Evidentemente, essa culinária não se resume a vegetais, frutas e legumes. Nela também inclui o que pode ser considerado o seu ingrediente principal, a soja. Cultivada há mais de cinco mil anos na China, no Japão e na Coréia, a soja só foi valorizada por outras culturas no final do último século. “Hoje, o Brasil é o segundo maior produtor de soja no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos”, conta Francis Lai, chef de cozinha do restaurante Laranja Melhor, no centro de Sorocaba. Lai, explica que existe uma diversidade de alimentos que podem ser feitos à base de soja, planta pertencente à família das leguminosas, ou seja, do feijão, lentilha, grão de bico, ervilha. Ela ainda destaca-se por ser rica em proteínas, fibras e algumas vitaminas, minerais e por ter baixo teor de gordura. Para Lai, consumir em média 25g de soja diariamente é o suficiente para evitar doenças cardiovasculares, alguns tipos de câncer e para o organismo feminino,

pode beneficiar contra os sintomas da menopausa. O chef de cozinha que também ministra cursos para a divulgação da importância da soja para a saúde, conta que existe mais de 100 tipos desse grão que podem ser transformados em frango, bife, hambúrguer e peixe.

Quais as restrições quanto a crianças consumirem pratos a base de soja? Não existem restrições.

Aqui algumas dicas do chef sobre a soja:

Quais são os outros alimentos derivados da soja? Farinha de soja (kinako), tofu (queijo de soja), leite de soja, a proteína texturizada (PTS ou “carne” de soja), missô, óleo de soja, sucos, molho shoyo, entre outros.

As pessoas que possuem o hábito de consumir carne podem se tornar vegetarianos sem nenhuma deficiência para o organismo? O que se comenta é em relação à falta da vitamina B12, encontrada na proteína animal, fundamental na produção de hemácias e na manutenção do sistema nervoso. No entanto, as fontes de B12 incluem cereais enriquecidos, leite de soja enriquecido, beterraba, feijão, arroz integral, castanha, entre outros. É importante lembrar que a dose necessária para o organismo é pequena e a deficiência é rara. E com relação ao paladar das pessoas acostumadas com carne animal? Não vejo problema, pois o que define o sabor dos alimentos a base de soja são os temperos e essências utilizadas no preparo do prato, que contribuem para a aceitação do paladar, mesmo daqueles acostumados com carne animal. É comum associar a dieta vegetariana a sinônimo de falta de vigor para o organismo? Desde que se mantenha uma dieta equilibrada com variedade de verduras e legumes, isso não ocorrerá. Uma pessoa que consome carne também pode se sentir fraca se não seguir uma dieta equilibrada com os demais alimentos. Independente da dieta seguida recomenda-se fazer pratos coloridos para obter o equilíbrio necessário para o organismo.

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Todas as pessoas podem consumir soja? Não é recomendada para aqueles que possuem algum tipo de alergia a soja, amendoim ou trigo.


Receita de Almôndegas de Carne de Soja Ingredientes: Carne de soja (100g) 2 conchas de farinha de trigo 2 conchas de polvilho doce 2 ovos Água (100 ml) Modo de preparo: Deixe a carne de soja de molho em água morna por 15 minutos, em seguida esprema o excesso de água da soja e desfarele. Em uma outra vasilha misture todos os ingredientes até ficarem homogêneos e

acrescente a soja desfarelada. Mexa bem. Por último coloque os temperos sal, manjericão, shoyo, catchup e uma pitada de açúcar. Monte as bolinhas de almôndegas. A sugestão é colocar em banho-maria por 20 minutos ou fritá-las. Faça o molho de tomate como de costume e jogo sobre as almôndegas, Sirva com arroz e salada de sua preferência. Bom apetite! Rende duas porções Receita: Francis Lai - Restaurante Laranja Melhor

Olha a verdura fresquinha! Atrativos e apetitosos, frituras, hambúrgueres, sorvetes são, na maioria das vezes, as preferências das crianças e adolescentes. Por isso é comum em muitas famílias a dificuldade de introduzir alguns alimentos, principalmente os saudáveis, no cardápio de seus filhos. Para ajudar nessa tarefa, o Colégio Bela Alvorada, adotou sob a orientação da nutricionista Mariana Fonseca de Lima, o Projeto “Educação Nutricional e Arte Culinária”. Assim, como parte do projeto, no dia 01/06/2009 foi realizada uma feira livre no colégio, para os alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais, em que profissionais da área montaram bancas com produtos diversificados e os colocaram à venda, como forma também de aprendizado do uso do sistema monetário. Além disso, a proposta do projeto

Acima, as alunas Júlia e Renata (5º A) e ao lado Samuel (5º A)

é estimular a vivência das crianças em um espaço social de grande importância para a nossa cultura que é a “Feira Livre” e ampliar o contato com alimentos naturais e saudáveis, incentivando-as a experimentarem novos sabores.

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Pequenos Prodígios

De olho nos talentos “Cada homem traz consigo, ao nascer, um talento especial.” (Ralph Waldo Emerson) Além dos componentes curriculares da escola, se sobra tempo e talento para algo mais, aqui vale a dica para dedicar-se. Mas o intuito deste alerta não é a fama e nem tão pouco o sucesso financeiro. Antes mesmo disso vem a realização pessoal.

Alguns pais depositam nos filhos a esperança de conclusão de um sonho não alcançado em sua própria infância ou adolescência. Mas aqui fica outro alerta: cada um segue o seu próprio caminho. Sobretudo, vozes do povo revelam que “filho de peixe, peixinho é”. Portanto, se o talento é mesmo genético, esbanja experiência de alguém na família com conhecimento na área. Uma boa vantagem. E no Colégio Bela Alvorada não é difícil

Desde pequeno ele sempre gostou muito de bola. Começou na escolinha do Corinthians aos seis anos e nunca mais parou de jogar. Gabriel Nogueira Ferraz está cada vez mais perto do sonho de muitos garotos da sua idade, ser jogador de futebol profissional. Aos 12 anos, Gabriel faz parte do time da Ponte Preta, em Campinas, na categoria sub-13 e já planeja seguir carreira nos campos. Quando entrou na equipe, em 2008, o Campeonato Paulista já estava em andamento e com a camisa 10 foi o segundo artilheiro, com 13 gols. A família sempre deu apoio, pois percebeu que ele já estava construindo seu futuro, apesar de ser uma despesa grande e depender de bastante tempo livre para levá-lo aos treinos três

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encontrar esses talentos, sejam eles “sanguíneos” ou “expontâneos”. Aliás, complicado também é selecionar apenas três dessas figuras especiais para essa edição. Gabriel, Marcos e Giovanna representam os muitos dons que por vezes admiramos ou até mesmo presenciamos. Conheça um pouco da rotina e esforço deles:

vezes por semana. “Teve uma época em que ele jogava todos os dias, mas nunca teve dificuldade na escola. Foi aluno destaque no segundo ano estudando no Colégio Bela Alvorada”, comenta a mãe Sônia. Neste ano, Gabriel está na fase só de treinos, mas em 2010 espera entrar em campo “pra valer”. “Torço para o Corinthians, mas desde que eu jogue bola pode ser em qualquer time”.


As primeiras notas começaram a soar aos seis anos. Um instrumento delicado, que requer gosto e dedicação. Marcos Pereira dos Santos Júnior, 12 anos, é fã de rap, mas na carreira musical optou pelo estilo clássico, mais especificamente o violino. A mãe Simone foi quem apresentou o instrumento ao filho. “Ele faz natação, joga futebol e às quartas-feiras eu o trago do colégio para as aulas de música. Ele vem almoçando no carro, então isso já mostra o esforço e a vontade dele”. “O Marcos teve um desenvolvimento muito significativo desde que começou nas aulas de música”, comenta o professor de violino Éber Mateus dos Santos. Segundo ele, uma criança pode começar a aprender a partir dos três anos, mas os pais precisam incentivar o estudo em casa. “Eu gostaria que isso gerasse uma profissão, mas ele ainda não pensa nisso. A gente sabe que a música tem que vir da alma”, afirma a mãe Simone. E enquanto estuda violino, Marcos ainda conseguiu unir outro gosto: “Uma das músicas que mais gosto de tocar é o hino do Corinthians”.

A música também faz parte da rotina de Giovanna Alves Ramos, mas dessa vez a melodia é só pano de fundo para os passos de dança. Bailarina desde os três anos, agora aos oito, também faz aulas de jazz e sapateado. A mãe Viviane é a primeira a incentivar e não precisa nem se preocupar em ajudá-la a se arrumar. “Ela mesma faz o coque, ajeita a roupa, faz a maquiagem e tem muita responsabilidade com os horários”. Todos os anos lá está Giovanna “saltitando” nos festivais da academia. E em casa também não é diferente: “Ela sempre teve habilidade corporal e vive dançando em frente ao espelho”, comenta a mãe. Os sonhos ainda estão começando a aflo-

rar, mas no que depender de sua vontade, Giovanna seguirá seu caminho de sapatilhas. “Eu gosto muito e não quero parar de dançar. Eu acho que ajuda a manter o corpo e a postura”.

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Garimpando

Malas prontas e pé na estrada Viajar é sempre uma aventura e pode ser ainda melhor quando os pais não estão por perto. Não importa o destino, seja um parque aquático, um resort ou uma praia, a bagagem com certeza vem cheia de experiências. Mas qual a idade certa para viajar sem os pais? De acordo com a gerente da Agência Bem Brasil Turismo, Lourdes Toni, a partir dos seis anos é possível fazer passeios fechados como zoológicos ou parques com grupos escolares acompanhados por monitores da escola e da agência. No entanto, Lourdes comenta que para cada faixa etária são direcionados pacotes de passeios que se diferenciam na questão de tempo de viagem e destino. Para os adolescentes, por exemplo, além dos parques aquáticos e hotéis fazenda, existem os acampamentos como opção de mais tempo de duração da excursão.

No caso da agência, existe todo um trabalho de base que prepara os pais e as crianças, estabelecendo o planejamento da viagem, com as regras, permissões e possíveis punições, para que nada fuja do controle. Conta também com monitores que acompanham as viagens para preservar a segurança do grupo. Diva Santiago, guia turístico da agência e avó do aluno Gabriel Genesco, comenta que além do respaldo da agência, os próprios parques que recebem esses grupos possuem monitores especializados para garantir a segurança. Conhecer lugares novos é fundamental para o aprendizado. Assim, viajar é diversão na certa e também colabora para a sociabilização, além de despertar nas crianças a questão da disciplina, pois aprendem sobre regras e limites.

Uma dica

Aqueles que querem escolher um passeio para as crianças, podem ter a opção certa com o guia “Fuja de Casa com as Crianças”, da Publifolha. O livro apresenta diversas atrações para crianças que podem ser visitadas a até 250 quilômetros da cidade de São Paulo. O guia separa as atrações por faixa etária (de dois a três anos, de três a cinco anos, de cinco a seis anos, de sete a oito anos, de nove a dez anos e mais de dez), oferecendo serviços e mapas de localização.

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Grupo Teatral Bela Alvorada O Projeto Núcleo de Teatro e Contadores de histórias do Colégio Bela Alvorada, dirigido pelo artista plástico Adriano Gianolla tem como objetivo, por meio de exercícios cênicos, jogos teatrais e leitura de textos, desenvolver a expressividade, valorizar a cultura popular brasileira e descobrir jovens talentos. Atualmente, o projeto conta com 12 alunos e de acordo com Gianolla, é um grupo que realmente está disposto a trabalhar e produzir. Em breve será lançado um CD de histórias, produzido por eles, com sonoplastia e interpretações de voz. “Sou suspeito em falar, mas ficou muito bom, os alunos vem me surpreendendo”, celebra Gianolla. Mais informações no blog: belaalvoradagrupoteatral.blogspot.com/

De olho na postura! Karen Cristiane Corbalan B. Vieira mãe da aluna Bruna

*Texto enviado em resposta ao professor Denilson, que abordou o assunto “postura” em suas aulas de Educação Física no Colégio Bela Alvorada, resultando em uma pesquisa sobre doenças da coluna vertebral.

Tomei a liberdade de me manifestar sobre esse assunto, pois acho importante que possamos mostrar aos nossos filhos o porquê de determinadas escolhas, como o momento da seleção das mochilas escolares. Quando a Bruna foi pela primeira vez à escola (aos dois anos) a minha grande preocupação foi exatamente qual mochila escolher, por se tratar de uma criança tão pequena naquela época. Infelizmente, alguns vendedores de loja não tem todo esse conhecimento para orientar os pais e geralmente nos oferecem o modelo mais caro e que não é saudável para a saúde física das nossas crianças. Hoje, temos vários modelos com rodinhas,

sem rodinhas e mochilas que funcionam como maxibolsas. A Bruna felizmente teve duas mochilas. Uma dos dois aos cinco anos e agora desde os seis anos está utilizando a mesma. É ideal, com rodinhas e de fácil manuseio e acomodação dos materiais. Mas, daqui a alguns anos, quando chegarem na fase da adolescência, provavelmente não vão querer fazer uso desse tipo de mochila por acharem infantilizadas. Por isso, achei interessante começar um trabalho de conscientização das crianças desde pequenas para ter em mente que nem sempre o que é modismo, que é aceito no grupo social e escolar que vivem, é modelo ideal a ser seguido, podendo gerar malefícios à saúde física que podem comprometer a coluna vertebral, postura, articulações e rupturas de tendões, etc.

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Especial

Pátria nossa Abrangendo uma parcela significativa do continente, o Brasil é um país com características especiais. Os hábitos, costumes, a música, natureza, os habitantes são parte dessa nação formada por diversidades culturais. O Brasil é também o país do verde, do amarelo, do azul, do branco, é o país das cores. No mês de setembro é comemorada sua Independência, um dos fatos históricos mais importantes de sua trajetória. O ano de 1822, marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. E como uma das formas de representar um país é a sua bandeira, vamos conhecer um pouco mais da história da criação da bandeira nacional brasileira. Com a Proclamação da República, em novembro de 1889, marechal Deodoro da Fonseca declarou que o Brasil deixava de ser um reino e passou a ser uma República. Surgiu então, a necessidade da criação de uma nova bandeira. A provisória, criada pelo advogado Ruy Barbosa, era bastante semelhante à bandeira estadunidense, fato que fez com que o marechal Deodoro vetasse o desenho. O projeto de nossa atual bandeira foi idealizado por Teixeira Mendes, com a colaboração de Miguel Lemos. O professor

inscrito um losango amarelo, que lembra a riqueza mineral. No centro possui uma esfera azul, simbolizando o céu e contendo 27 estrelas, que representam os estados nacionais e o Distrito Federal. Na primeira versão havia 21 estrelas, segundo a disposição astronômica do céu o Rio de Janeiro, visto às 8h30 do dia da proclamação.

Manuel Pereira Reis foi o responsável pela organização das estrelas em nossa bandeira, e o desenho foi executado por Décio Villares. É usada desde 19 de novembro de 1889, formada por um retângulo verde, que simboliza as matas do país, tendo 20

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Cantando o hino No colégio Bela Alvorada, os hinos nacional e municipal são cantados todas as sextas-feiras, antes do início das aulas e é aberto à participação dos pais.


As divisões da bandeira No dia 24 de novembro de 1889 foi publicado no Diário Oficial, um documento de Teixeira Mendes explicando a criação da bandeira. Esse documento chamado "Apreciação Filosófica" serve de base para qualquer análise que se faça sobre nossa atual bandeira. Para facilitar a análise desses elementos, dividiremos em cinco partes: 1. Retângulo e losango: Teixeira Mendes deixa claro o motivo da permanência do retângulo e do losango: "...o símbolo nacional devia manter tudo o que pudesse ser conservado do antigo, de modo a despertar nossa alma para o mais ardente culto pela memória de nossos avós." 2. Esfera: com as inovações da Bandeira Republicana, a esfera celeste azul representa o céu. Segundo o próprio Teixeira Mendes, esse símbolo "...lembra naturalmente a fase do Brasil-Colônia nas cores azul e branca que matizam a esfera, ao mesmo tempo que esta recorda o período do Brasil-Reino, por trazer à memória a esfera armilar." 3. Faixa: a esfera celeste azul citada acima, é "...atravessada por uma zona branca, em sentido oblíquo e descendente da esquerda para a direita...", assim, com essa descrição podemos ver que a faixa dá ao círculo a perspectiva de um esfera. Essa zona branca é uma idealização da linha zodiacal. 4. Legenda: escrita na cor verde, a legenda "Ordem e Progresso" é um resumo do lema de Augusto Comte, criador do Positivismo, do qual Teixeira Mendes era adepto. O lema em sua forma completa é: "O amor por princípio e a ordem por base; o progresso por fim". 5. Estrelas: "Era preciso figurar um céu idealizado, isto é, compor uma imagem que em nossa mente evocasse o aspecto do nosso céu...", por isso, não devemos ver nessa bandeira o céu como ele realmente se apresenta. As 21 estrelas (atu-

almente 27) mostram o aspecto do céu do Rio de Janeiro nas primeiras horas da manhã do dia 15 de novembro de 1889 e representam os Estados e o Município Neutro do Brasil. Porém, com a criação de novos estados no país, se estabeleceu uma dúvida: continuaria a correspondência? Conforme a Lei número 5.700, de 1º de setembro de 1971, essa correlação não existiria mais. No entanto, outra lei número 8.421, de 11 de maio de 1992, retificou a anterior, pelo seguinte comunicado: a Bandeira Nacional deve ser atualizada sempre que algum Estado da Federação for criado ou extinto; os novos Estados serão representados por novas estrelas, a serem incluídas, sem que afete a disposição estética original do desenho da primeira Bandeira Republicana.

mação, portanto, de que essa correspondência estelar não existiria mais, deve ter se tratado de um erro de interpretação da lei de 1971.

As Cores Você sabe os significados das cores da Bandeira do Brasil? O verde simboliza as matas e florestas; O Amarelo representa o ouro e as riquezas; O Azul faz referência ao céu; E o Branco a paz.

Nessa lei de 1992 consta ainda um anexo, trazendo uma lista dos estados e sua respectiva relação com as estrelas. A inforAlvoreler|Setembro 2009 à Março 2010

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Bela Alvorada

Uma estrutura planejada A proposta pedagógica sóciointeracionista adotada pelo colégio, norteou a concepção arquitetônica que atende diferentes faixas etárias. Sendo assim toda a estrutura física do colégio, com exceção do prédio amarelo, foi projetada pela arquiteta Renata Rojo com apoio do setor pedagógico e do mantenedor, respeitando as necessidades dos alunos. As cores do colégio que fazem uma homenagem a Bandeira do Brasil, se dividem de acordo com as faixas etárias que cada prédio atende.

O prédio amarelo, destinado a Educação Infantil, passa a ideia de continuidade da própria casa, pois a criança precisa se sentir acolhida como no próprio lar.

Com espaços permeáveis, transparentes e de convivência, o prédio verde destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais (1º ao 5º), possui formas puras. De acordo com a arquiteta, a cor verde foi trabalhada de forma lúdica e alegre devido a faixa etária que atenderia. “Aproveitei para inserir um paisagismo que se integrasse ao todo, com fácil acesso aos prédios existentes”. A praça é o grande charme de toda a construção. Um local com piso diferenciado, sombra da árvore e bancos para aproveitar o espaço rodeado de paisagismo, arte e inspiração.

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O prédio azul apresenta uma arquitetura menos lúdica preparando os mais velhos para a fase seguinte. Um local que mescla a linguagem arquitetônica adotada nos outros prédios com algo mais adulto. “Utilizei o concreto que imprime esta idéia do sério, e ao mesmo tempo o azul que traria o colorido”, explica a arquiteta.


Neste ano, a cantina do colégio foi totalmente reestruturada para melhor atender os alunos. E ao lado, o Jardim dos Sentidos é um espaço que possui elementos como terra e água. Um ambiente que pode ser alterado de acordo com as aulas propostas. Tudo para a experimentação das crianças, estimulando os sentidos através de um espaço lúdico e prazeroso.

Já o ginásio, além de ser um espaço de recreação e reunião é também onde abriga todos os eventos relevantes do colégio.

O ENSINO Educação Infantil (a partir de dois anos), Ensino Fundamental Anos Iniciais e Finais. A proposta pedagógica do material da Educação Infantil foi desenvolvida a partir das mais modernas tendências educacionais com contribuições de Piaget, Vygotsky, Maria Montessori e Gardner, respeitando a nova Lei de Diretrizes e bases da Educação Infantil. Ensino Fundamental (1º ao 9 ano) é sóciointeracionista e fundamenta-se na construção do conhecimento e formação de valores, também de acordo com a LDB. Material de apoio: Dom Bosco

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Hora do estudo

Você sabe o que é Dislexia? Ana Priscila A. Ghiotto Fonoaudióloga - CRFª 6720 Definida como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração, a dislexia é o distúrbio de maior incidência nas salas de aula. Ao contrário do que muitos pensam, a dislexia não é o resultado da má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição sócio-econômica ou baixa inteligência. É uma condição hereditária com modificações genéticas, apresentando ainda alterações no padrão neurológico. Portanto, uma criança disléxica tem algum pai, avô, tio ou primo que também é disléxico. Para melhor entender a causa da dislexia, é necessário conhecer, de forma geral, como funciona o cérebro. Diferentes partes dele exercem funções específicas. A área esquerda do cérebro, por exemplo, está mais diretamente relacionada à linguagem; nela foram identificadas três sub-áreas distintas:

uma delas processa fonemas, outra analisa palavras e a última reconhece palavras. Essas três subdivisões trabalham em conjunto, permitindo que o ser humano aprenda a ler e escrever. Uma criança aprende ao reconhecer e processar fonemas, memorizando as letras e seus sons. Ela passa então a analisar as palavras, dividindo-as em sílabas e fonemas e relacionando as letras 24

a seus respectivos sons. À medida que a criança adquire a habilidade de ler com mais facilidade, outra parte de seu cérebro passa a se desenvolver. Sua função é construir uma memória permanente que imediatamente reconheça palavras que lhe são familiares. À medida que a criança progride no aprendizado da leitura, esta parte do cérebro passa a dominar o processo e, conseqüentemente, a leitura passa a exigir menos esforço. Mas o cérebro de disléxicos, devido às falhas nas conexões cerebrais, não funciona desta forma. No processo de leitura, os disléxicos recorrem somente à área cerebral que processa fonemas. A conseqüência disso é que disléxicos têm dificuldade em diferenciar fonemas de sílabas, pois sua região cerebral responsável pela análise de palavras permanece inativa. Suas ligações cerebrais não incluem a área responsável pela identificação de palavras e, portanto, a criança disléxica não consegue reconhecer o que já tenha lido ou estudado. A leitura se torna um grande esforço para ela, pois toda palavra que ela lê aparenta ser nova e desconhecida. É necessário que pais, professores e educadores estejam cientes de que um alto número de crianças sofre de dislexia. Caso contrário, eles confundirão dislexia com preguiça ou má disciplina. Portanto, é importante saber identificar os sinais que indicam a dislexia. O primeiro sinal pode ser detectado quando a criança, apesar de estudar numa boa escola, tem grande dificuldade em assimilar o que é ensinado pelo professor. Mas, principalmente quando tratada, a dislexia, não implica em falta de sucesso no futuro. Alguns exemplos de pessoas disléxicas que obtiveram grande sucesso profissional são Thomas Edison (inventor), Tom Cruise (ator), Walt Disney (fundador dos personagens e estúdios Disney) e Agatha Christie (escritora). Felizmente, existem tratamentos que bus-

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cam estimular a capacidade do cérebro de relacionar letras aos sons e, posteriormente, ao significado das palavras. Alguns pesquisadores acreditam que quanto mais cedo é tratada a dislexia, maior a chance de corrigir as falhas nas conexões cerebrais da criança. Em outras palavras, a dislexia, se tratada nos primeiros anos de vida, pode ser trabalhada por completo.


Sinais de alerta Pessoas com dislexia apresentarão dificuldade com a linguagem e a escrita; na ortografia e na aprendizagem da leitura.

Apresentarão muitas vezes:

letra feia; pouca memória de curto prazo; dificuldade para seguir indicações de caminhos e executar seqüências de tarefas complexas; problemas para compreender textos escritos e para uma segunda língua; dificuldade com a linguagem falada, com a percepção espacial e confusão entre direita e esquerda.

É muito importante uma equipe multidisciplinar para diagnosticar Dislexia, formada por fonoaudióloga, psicóloga e psicopedagoga clínica. Essa equipe deve ainda garantir uma maior abrangência do processo de avaliação, verificando a necessidade do parecer de outros profissionais, como Neurologista e Oftalmologista, conforme o caso.

Vale lembrar: as pessoas não são apenas as dificuldades que apresentam. Esse é só um detalhe de uma paisagem rica, complexa e bela.

Concentração e preparo O simulado que aconteceu no início do mês de junho (04/06), contou com as disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Ciências e Inglês. O intuito do colégio, de acordo com o prof. Diogo Bandeira de Souza, orientador dos Anos Finais e professor de Literatura e Língua Portuguesa, foi levar os alunos a obter contato com um Exame longo e que exige concentração mais elevada para superar o cansaço e o estresse diante de situações complexas apresentadas por questões de diversas áreas do conhecimento. Porém, o mais importante neste ponto é levar os alunos a perceberem a relação entre teoria (conteúdo) e o mundo natural (realidade). Ou seja, o conteúdo

servindo de instrumento para compreender a realidade. “Outro ponto fundamental diz respeito à forma como iremos, a partir dos dados numéricos obtidos, traçar novas estratégias de intensificação de nossa metodologia de ensino, a fim de sanar as maiores dificuldades dos alunos. Estas dificuldades serão expostas a nós professores por meio do índice de erros cometidos pelos alunos em cada uma dessas áreas”, revela. E por último, acrescenta que o simulado é reflexo do crescimento do colégio, uma vez que a “escolinha” já demonstra ter se solidificado como COLÉGIO. “E por isso, deve mirar sua concepção de ensino para rumos mais abrangentes. Para o próximo simulado, o NOVO ENEM é nossa meta referencial. Só assim, prepararemos nossos alunos de modo consistente”, conclui.

Láis (6º A) participou do Simulado em junho

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Escrivaninha

Multiplique seus flashs Se você é fâ de fotografia, fotógrafo amador ou pretende se tornar um profissional, este aqui será o seu primeiro grande passo. São mais de 40 vídeos em 22 aulas em mais 4 horas. Desde o básico, o bê-a-bá da fotografia, até técnicas avançadas de montagens e iluminação.

Apesar do curso ser em espanhol, poderá ser facilmente entendido por qualquer pessoa, já a narração é mostrada na prática durante o vídeo. Confira no link abaixo: www.youtube.com/ watch?v=OBOMEQdNkxY

O início das matrículas será em outubro. Marque uma visita e venha conhecer o Bela Alvorada. As secretárias Carla Mariana e Priscila estão a disposição para qualquer informação a respeito de valores de mensalidade e para agendamentos de pais com o objetivo de conhecer os espaços e a proposta pedagógica do colégio. Você será recebido pelos agentes de portaria: Orlando, Jocelino, que também atua como chefe de serviços gerais e João Gilberto.

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Incentivo à leitura

Contato

Venha conhecer também a Biblioteca Bela Alvorada. No segundo semestre de 2009, o colégio aumentou seu acervo e está de portas abertas para novos visitantes. Um convite à leitura e à apreciação das belas artes.

Colégio Bela Alvorada Fone (15) 3243.6667 Rua João Gugoni, 65 - Jd Icatú Votorantim - SP

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www.colegiobelaalvorada.com.br


Dicas de leitura para adolescentes:

1. O homem que calculava (Malba Taham)

Editora Record - Um clássico brasileiro, já traduzido para o inglês e espanhol, mantém o valor pedagógico comum a toda a obra de Malba Tahan, que, sem perder o clima de aventura e romance da terra das mil e uma noites, ensina matemática por meio da ficção.

2. A revolução dos bichos (George Orwell)

Editora Companhia das Letras - Uma fábula sobre o poder que narra a insurreição dos animais de uma granja contra seus donos. Progressivamente, porém, a revolução degenera numa tirania ainda mais opressiva que a dos humanos. Escrita em plena Segunda Guerra Mundial e publicada em 1945 depois de ter sido rejeitada por várias editoras, essa pequena narrativa causou desconforto ao satirizar ferozmente a ditadura stalinista numa época em que os soviéticos ainda eram aliados do Ocidente na luta contra o eixo nazifascista.

3. Modesta Proposta e outros textos sa-

tíricos (Jonathan Swift) Editora Unesp - O autor apresenta uma polêmica solução para o problema das crianças famintas que perambulava pelas ruas da Irlanda na época. É um “mundo dos horrores”, modo pelo qual o autor convoca a todos para a liberdade de pensar “pelo avesso”, porque “o mundo está direitinho demais para estar certo. Apesar do lapso temporal, é de uma incrível atualidade em relação à realidade mundial e, sobretudo, à brasileira.

4. As viagens de Gulliver (Jonathan Swift)

Editora Companhia das Letras - Gulliver era um médico aventureiro que abandonou sua família, na Inglaterra, para desbravar novas terras. Por causa de um acidente com o navio, foi parar em Lilliput, uma terra de homenzinhos que o consideraram um gigante e onde de herói passou a ser considerado traidor. Quando chegou à Terra dos Houyhnhnms, nova surpresa: os homens eram irracionais e a sociedade, composta por cavalos inteligentes e delicados. Alvoreler|Setembro 2009 à Março 2010

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É festa

Arraiá do Bela Alvorada

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1. Renan e Maria Clara (Jardim IIB); 2. Ana Laura e Vítor Hugo (Jardim IA); 3. Miguel e Angélica (Jardim IIB); 4. Júlia e Noane (5º A); 5. Guilherme e Camila (2º A); 6. Ana Júlia e Sofia (4º B); 7. Sra Maura, Isabela e Sr. Fábio; 8. Maria Clara, Bárbara, Gabriele e Emanuela; 9. Isadora e Beatriz (Maternal); 10. Equipe Bela Alvorada; 11. Mirna, Beatriz e Laryssa (9º A); 12. Marcela Massaglia (9º A); 13. Sr. Nereu, Sra Monalisa e Lauren (2º A); 14. Rafael (Maternal); 15. Ana Laura (5º B); 16. Letícia (5º B) e 17. Ihasmim (9º A)

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Dia das Mães 1

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1.Thabata (9º A ), Thiago e Sra Rosana; 2. Júlia (Jd IIA), Sra Ana Paula e Luisa (Maternal); 3. Alan (Jardim IB), Sra Aline e Júlia (7º A); 4. Marcelo e Giovanna (2º B); 5. Sra Ana Carolina e Maria Eduarda (Jardim IB); 6. Sra Letícia e Pedro (Jardim IB); 7. Sra Josiane e Guilherme (2º A); 8. Nathália (2º B) e 9. Gabriela e Júlia (2º B)

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Revista Alvoreler - nº 11  

2ª Edição Repaginada

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